– As crianças vítimas de armas químicas nesta terça-feira na Síria!

Foi há 1 ano, mas a situação parece a mesma: a covarde matança de crianças na Síria! Relembro:

Tivemos, dias atrás, atentado terrorista na Inglaterra. Ontem foi na Rússia. Muito se falou sobre eles; mas dos pobres inocentes da Síria o mundo se cala?

Olha essa criança vítima de ataque com armas químicas (e muitas outras) HOJE.

Terá a mesma repercussão do que os vitimados em países mais ricos?

Extraído de: http://istoe.com.br/ataque-com-gas-toxico-deixa-58-mortos-na-siria/

ATAQUE QUÍMICO DEIXA AO MENOS 58 MORTOS NA SÍRIA

Um suposto ataque químico, do qual vários países acusaram o regime de Bashar al-Assad, deixou nesta terça-feira ao menos 58 mortos e 170 feridos, incluindo muitas crianças, que sofriam convulsões e problemas respiratórios, em uma localidade rebelde da Síria.

O bombardeio provocou uma onda de condenação internacional e Washington, Paris e Londres responsabilizaram o governo de Assad, que desmentiu categoricamente qualquer envolvimento.

O Conselho de Segurança da ONU se reunirá em caráter de urgência para examinar as circunstâncias dos bombardeios que atingiram na manhã desta terça-feira Khan Sheikhun, uma pequena cidade da província de Idlib, reduto dos rebeldes e extremistas no noroeste da Síria.

“Ouvimos bombardeios (…) Corremos para dentro das casas e havia famílias mortas. Vimos crianças, mulheres e homens mortos nas ruas”, contou à AFP uma testemunha, Abu Mustafá.

Vídeos de militantes anti-regime mostravam corpos sem vida sobre as calçadas e outras pessoas sofrendo espasmos e episódios de asfixia.

As vítimas “têm as pupilas dilatadas, convulsões, espuma saindo da boca”, explicou Hazem Shahwane, um socorrista entrevistado em um dos hospitais da cidade.

Ao menos 11 crianças faleceram, segundo o Observatório Sírio dos Direitos Humanos (OSDH).

Este é o “segundo ataque químico mais mortífero do conflito na Síria”, depois do que deixou mais de 1.400 mortos em 2013, disse a organização, que não pôde especificar que tipo de gás venenoso havia sido utilizado.

– ‘Responsabilizar’ –

O enviado especial das Nações Unidas para a Síria, Staffan de Misutra, declarou que a ONU quer “identificar claramente as responsabilidades”.

Reagindo ao cair da noite, o exército sírio desmentiu “categoricamente ter usado hoje (terça-feira) substâncias químicas ou tóxicas em Khan Sheikhun (…)” e ressaltou que “nunca as utilizou, em nenhum momento, em nenhum lugar e que não fará isso no futuro”, afirmaram as forças armadas em um comunicado publicado pela agência oficial Sana.

O governo sírio, que ratificou a Convenção sobre a Proibição de Armas Químicas em 2013, desmentiu em muitas ocasiões o uso de armas químicas, mas as acusações contra Damasco de que utiliza tais armas se sucedem, e uma investigação liderada pela ONU apontou que o regime fez ao menos três ataques de cloro em 2014 e 2015.

O exército russo, o principal aliado do regime sírio, disse que também não realizou nenhum bombardeio na área afetada.

Ainda assim, a oposição síria acusou o regime de ter utilizado “morteiros com gás químico”. Este “crime horrível” lembra o ataque do verão de 2013 perto de Damasco, que a comunidade internacional deixou “impune”, acrescentou, alertando que “colocava em xeque” o processo de paz destinado a acabar com um conflito que já dura mais de seis anos.

– ‘Intolerável’ –

Classificando o ataque de intolerável, Sean Spicer, porta-voz do presidente americano, Donald Trump, denunciou um “ato condenável” do regime de Assad.

Para o presidente francês, François Hollande, “mais uma vez o regime sírio nega a evidência de sua responsabilidade neste massacre”.

“Embora não possamos estar seguros do ocorrido, ele tem todas as características dos ataques de um regime que usou reiteradamente armas químicas”, disse o ministro das Relações Exteriores britânico, Boris Johnson, em um comunicado.

A correspondente da AFP em Khan Sheikhun viu equipes de saúde tentando socorrer uma jovem, mas em vão. Seu pai, destroçado pela dor, a pegou nos braços, beijou seu rosto e a levou para fora do hospital.

A jornalista também viu pacientes com espuma saindo da boca. Muitos foram pulverizadas com água enquanto os médicos tentavam reanimá-los.

Segundo a correspondente, o hospital foi bombardeado posteriormente, provocando grandes danos no centro de saúde e a fuga dos médicos entre os escombros.

O ataque desta terça-feira coincide com o início de uma conferência de dois dias em Bruxelas sobre o futuro da Síria patrocinada pela União Europeia e pelas Nações Unidas, mas não é esperada a presença de alguns atores-chave, como Rússia e Turquia.

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– A Execução da Vereadora Carioca não pode ser usada como mote demagógico.

Temos que lamentar a morte por execução (se realmente comprovada, e infelizmente parece ter sido) da vereadora Marielli Franco (PSOL-RJ), de história sofrida no Complexo da Maré e ativista feminista. Ao mesmo tempo, tomar cuidado com a forma que está sendo tratado tal fato: leio muitas pessoas escrevendo (e talvez quem mais realçou isso foi o humorista Gregório Duvivier em suas redes sociais e outros espaços que escreve) que ela foi assassinada por ser Negra e Mulher!

Ora, não foi nada disso. Ela morreu pela sua ideologia de defesa aos mais humildes. Se ela fosse Branca ou Homem isso seria amenizado? Claro que não!

Não se pode misturar as coisas aqui: ela é uma vítima, independente da raça ou gênero. Lamentavelmente, querem tirar proveito demagógico desta tragédia de uma maneira inescrupulosa.

Morreu uma pessoa guerreira, lutadora, independente qual seja a cor da pele ou o sexo, pois, claro, só existe uma raça: a humana.

Sobre a história / biografia dela: https://oglobo.globo.com/brasil/da-mare-marielle-franco-chega-camara-como-quinta-mais-votada-20228691

MARIELLE FRANCO

Numa eleição em que Pedro Paulo (PMDB), candidato apoiado pelo partido mais poderoso do Rio e pelo atual prefeito, sucumbiu à denúncia, mesmo arquivada, de ter agredido sua ex-mulher, o debate de gênero também teve peso na maior surpresa na corrida para a Câmara dos Vereadores.

Negra, nascida, criada e ainda moradora da Maré, mãe aos 19 anos, Marielle Franco (PSOL) foi uma candidata de carga simbólica forte demais em sua primeira campanha, ao levantar as bandeiras do feminismo e da defesa da população das favelas. Longe de estar entre as mais cotadas em agosto, sua candidatura virou uma bola de neve nas últimas semanas, e ela atraiu 46 mil eleitores no domingo, tornando-se a quinta mais votada em toda a cidade.

— Para ser sincera, este caso do Pedro Paulo, de se focar tanto na agressão específica a Alessandra (sua ex-mulher), tem até um quê de moralismo. Eu debato o feminismo no sentido mais amplo, de que este governo do PMDB agride as mulheres diariamente, na defasagem de vagas nas creches, no caos do transporte público — diz a vereadora eleita, de 37 anos. — A votação surpreendeu. Acho que havia uma demanda represada muito grande, em especial no debate de gênero.

Marielle é socióloga formada pela PUC, onde ingressou com bolsa integral, e fez mestrado em Administração Pública na UFF. A defesa de uma relação familiar em que o pai tenha responsabilidades iguais às da mãe na tarefa de criar os filhos tem lastro em sua própria experiência com a filha Luyara.

Em 2005, uma de suas amigas mais próximas morreu, vítima de bala perdida, durante um tiroteio entre policiais e traficantes na Maré. O episódio impulsionou seu engajamento na defesa dos direitos humanos e contra ações violentas nas favelas.

Um ano depois, ela fez campanha para Marcelo Freixo se tornar deputado estadual e, desde então, é sua assessora parlamentar. Na Zona Sul, Marielle esteve entre os cinco candidatos mais votados em quase todos os bairros (no Jardim Botânico, foi a segunda). Na zona eleitoral da Maré, foi a quinta.

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– O testamento de Bin Laden e as 7 curiosas revelações pós-morte

Osama Bin Laden, o temido terrorista promotor dos atentados de 11 de setembro, morto pelos EUA, teve seu testamento revelado dias atrás. O documento foi apreendido pelos americanos na operação que o vitimou no Paquistão, e traz várias curiosidades, como a preocupação de “ter rastreamento pelos dentes” e criar uma “Universidade”.

Loucura?

Para seus seguidores, coisa normal do dia-a-dia…

Extraído de: http://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/bbc/2016/03/03/arquivos-de-bin-laden-testamento-milionario-e-outras-6-revelacoes-de-documentos-do-extremista.htm?cmpid=tw-uolnot

ARQUIVOS DE BIN LADEN: TESTAMENTO MILIONÁRIO E OUTRAS REVELAÇÕES DE DOCUMENTOS DO EXTREMISTA

Autoridades dos Estados Unidos divulgaram um segundo lote de documentos encontrados durante a operação que, cinco anos atrás, resultou na morte do líder extremista muçulmano Osama Bin Laden, no Paquistão. Um total de 115 documentos já foi liberado, incluindo o testamento do ex-líder da Al-Qaeda.

Alguns dos documentos mostram que Bin Laden estava preocupado com a possibilidade de ser rastreado eletronicamente.

Eis algumas revelações desses documentos:

  1. ‘Obedeçam minha vontade’

Bin Laden deixou uma fortuna de US$ 29 milhões, e seu testamento pedia aos parentes que respeitassem seu desejo de que o dinheiro fosse usado para financiar operações extremistas. Ele deu a entender no testamento que o dinheiro estaria no Sudão, mas não ficou claro se em espécie ou em ativos, como imóveis.

O extremista saudita viveu no Sudão por cinco anos na década de 90, abrigado pelo governo do país africano. No testamento, Bin Laden deixou instruções para que somas em dinheiro fossem deixadas para dois homens e vários parentes. Mas não se sabe se o dinheiro chegou aos herdeiros.

  1. Rastreamento ‘dental’

O medo de ser “grampeado” e rastreado é mencionado de forma recorrente nos documentos produzidos por Bin Laden. Em uma carta para uma de suas esposas, que vivia no Irã, Bin Laden – na época o homem mais procurado do mundo – dizia temer que um rastreador pudesse ter sido implantado no dente dela durante uma ida ao dentista. Ele dava instruções para que ela tentasse detectar o dispositivo.

Em outra carta, Bin Laden abordou o tema de transferências seguras de dinheiro: sem poder usar métodos tradicionais, o extremista instruiu seguidores a se livrar de malas e afins para evitar rastreamentos e que o dinheiro só deveria ser transportado em dias nublados, como forma de evitar a vigilância de drones.

  1. Briga com antecessores do Estado Islâmico

Diversos documentos mostram um longo desentendimento com a “filial” iraquiana da Al Qaeda, que posteriormente se transformaria no grupo autodenominado Estado Islâmico. Bin Laden se opunha ao uso de decapitações e outros tipos de brutalidade que o grupo vinha levando a cabo.

“Não devemos deixar que a guerra nos sobrecarregue com sua atmosfera, condições, ódios e vinganças”, disse o extremista, que também se opunha à intenção de declarar um califado, por acreditar que a ideia não tinha apoio popular suficiente.

  1. Batalha pelo comando da Al Qaeda

Os documentos mostram que Bin Laden, vivendo escondido desde os ataques dos EUA ao Afeganistão, no final de 2001, travava uma batalha pelo controle da Al Qaeda. Uma troca de correspondências revela tentativa de fazer com que a organização tivesse uma estrutura unificada de administração.

Os documentos também incluem pedidos do extremista a militantes baseados no Iêmen para que atacassem aviões de companhias aéreas americanas.

  1. Celebração do 11 de Setembro

O ano de 2011 era aguardado ansiosamente por Bin Laden. A Al Qaeda planejava uma ofensiva de relações públicas para celebrar o décimo aniversário do 11 de Setembro, embora não houvesse planos para um novo ataque.

Bin Laden também queria deixar a casa em que estava se escondendo, na cidade paquistanesa de Abbottabad.

“Só posso permanecer com meus irmãos aqui até o décimo aniversário (dos ataques), no mais tardar até o final de 2011”.

Porém, ele foi morto antes disso – em maio de 2011.

  1. ‘Universidade da Jihad’

Entre os documentos encontrados no “bunker” de Bin Laden estavam planos para um curso chamado “Estudo Islâmico para Soldados e Integrantes”. Além de um módulo de ensino de leitura e escrita e outro de educação religiosa, o curso incluía uma lista de leitura de jihadistas como o clérigo Abu Musab al-Zarqawi, o então líder da Al-Qaeda no Iraque.

Havia também um briefing sobre o conflito palestino-israelense.

  1. Mulheres na linha de frente

Lideranças da Al Qaeda divergiam quanto às regras sobre a companhia de esposas na linha de frente, um privilégio de militantes ocupando posições mais altas na hierarquia do grupo.

A troca de correspondência incluía uma recomendação para que mulheres na linha de frente fossem enviadas de volta para casa, com a exceção de “uma mulher mais velha em áreas seguras, para evitar distrair os combatentes”.

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– Como será / está a reação dos bandidos cariocas com o Exército no RJ?

Muita gente elogiando; mas outro tanto criticando o Exército nas ruas do Rio de Janeiro.

Lembro-me que quando ocorreu a Eco-92, o Rio de Janeiro ficou em paz com os soldados nas ruas. A criminalidade caiu durante a Copa e as Olimpíadas. As Polícias também se uniram e tudo deu certo. 

Mas alto lá: eram eventos com data de chegada e data de partida para as autoridades policiais que trabalhariam em massa. Dessa forma, os criminosos tiraram “uma folga” para retornar sem essas forças-tarefas. 

Agora não: é intervenção sem data para acabar! Ou serão férias permanentes, ou irão de verdade para o confronto. Temo isso: que a bandidagem queira enfrentar o Exército ou que ocorra uma fuga deles para os estados vizinhos.

Tomara que a ordem vença a bagunça! E que as crianças que vivem em comunidades dominadas pelo tráfico possam, enfim, ter modelos corretos de esperança e futuro.

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– A preocupação com a torcida do… Red Bull?

Na partida entre Red Bull Brasil x Corinthians, jogada na última 2a feira à noite, soube que os ingressos foram vendidos até as 15h pois a PM de Campinas estava preocupada com brigas entre torcedores.

É sério que existia tal preocupação? Jogo, em tese, sem qualquer preocupação de confronto de torcidas (apesar de ser no estádio da Ponte Preta).

Já não era hora de vender ingressos numerados, prender os canalhas que brigam e deixar a Polícia cuidar das ruas nas cidades?

Muitas vezes, esses torcedores são tratados de uma forma que invejam qualquer cidadão de bem: tem escolta para entrar e sair dos estádios. Mas você, que é sujeito honesto, se precisar ligar no 190…

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– O Senhor das Armas! Professores Pistoleiros?

A Educação nos EUA, vira e mexe, é associada a manchetes sobre ataques de malucos armados às instituições de ensino. Com pesar, em meio a esses tiroteios, inocentes alunos morrem.

Sempre fui contra o desarmamento; afinal, o sujeito com uma pistola na mão fica valente. Além disso, há a questão das pessoas transtornadas e que acabam desforrando em outros sua falta de lucidez através de assassinatos.

Eis que na semana em que mais um jovem armado invadiu uma escola e vitimou vários estudantes, o presidente americano Donald Trump resolveu sugerir que o ideal fosse ARMAR OS PROFESSORES, podendo, assim, intimidar esses alunos assassinos.

É professor dando aula ou justiceiro à paisana que Trump quer?

Mestre tem que ter giz à mão, nunca armas!

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– O Pilhado Futebol Brasileiro

Na semana passada, muita chiadeira pelo garoto Vinícius Jr ter comemorado seu gol fazendo um gesto de chororô. Bobagem.

Nesta semana, no Mato Grosso do Sul, o atleta do Operário agrediu com socos um gândula por ter comemorado o gol do Comercial.

No BA-VI, em Salvador, cenas ridículas: o valentão goleiro Fernando Miguel quis ser justiceiro após o jogador Vinícius comemorar seu gol no gesto do “Créu” contra o seu time (comemoração costumeira dele, assim como Henrique Dourado tem a de Ceifador ou Pelé socava o ar). Durante a briga generalizada, o covarde Kanu deu dois socos em um adversário imobilizado.

As 3 perguntas que ficam são:

1. Impera o amadorismo, ao invés do profissionalismo dos atletas? Estão pilhados demais e perderam a noção dos limites da razão?

2. Como cobrar a paz entre os torcedores e o fim de torcidas únicas? Teremos que ironizar e realizar jogos com times únicos dentro de campo?

3. O que a cartolagem tem feito contra isso?

Uma pena que os protagonistas do futebol brasileiro hoje são meros alienados que se importam com as provocações em redes sociais e se doem por qualquer coisa.

– E quem defenderá a PM?

Muitas vezes vemos reportagens negativas falando do abuso de autoridade dos Policiais Militares. Claro, em todas as profissões existem os bons e maus profissionais. A maioria é gente honesta, trabalhadora, vocacionada e que fica esquecida por muitos.

Compartilho essa excepcional matéria da Revista Época sobre o sofrimento dessas pessoas esquecidas pela mídia e desprezadas pela maioria da população. É impressionante!

(extraído de: http://epoca.globo.com/vida/noticia/2016/02/vida-de-pm-no-rio-desprezados-doentes-e-com-medo.html)

Vida de PM no Rio: desprezados, doentes e com medo

 A capitão Bianca no complexo do Alemão.O marido,também PM,morreu em tiroteio com traficantes. (Foto: Agencia Sincro)PERSISTENTE
A capitã Bianca no complexo do Alemão. O marido, também PM, morreu em tiroteio com traficantes. “O tempo inteiro nós convivemos com o medo de morrer”, diz(Foto: Agencia Sincro)

Todos os dias, na hora de sair de casa para o trabalho, Bianca Silva ouve o apelo da filha, de 9 anos. “Mamãe, você vai morrer?”, diz Maria, que, invariavelmente, chora e abraça forte a mãe. “Por que você não escolhe outra profissão?” Bianca é capitã da Polícia Militar do Rio de Janeiro e, desde setembro de 2014, é toda a família que Maria tem. O pai, o capitão da PM Uanderson Silva, foi morto aos 34 anos durante um confronto com traficantes no Complexo do Alemão. Comandante da Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) de Nova Brasília, a mais violenta entre as favelas incluídas no programa, Uanderson foi morto pela bala de um de seus soldados ao ficar no meio do fogo cruzado. Bianca passeava em um shopping quando recebeu a notícia de que o marido havia sido baleado. Antes de ir ao hospital, passou no batalhão para trocar o vestido pela farda, temendo que o ciumento Uanderson reprovasse o traje de passeio. Uanderson morreu antes que ela pudesse vê-lo. “Os danos psicológicos são inevitáveis”, diz Bianca. “O tempo inteiro nós convivemos com o medo de morrer.” Bianca não cogita desistir da profissão, apesar da tristeza da filha, que toma tranquilizantes e é acompanhada por psiquiatras da Polícia Militar.

>> Dilma sanciona lei que torna crime hediondo o assassinato de policiais 

Bianca e Uanderson se conheceram na academia de formação de oficiais da PM do Rio de Janeiro e trabalhavam na mesma região. Só no primeiro semestre do ano passado, policiais das UPPs do Complexo do Alemão e da Penha estiveram envolvidos em 260 tiroteios, mais de um por dia. Na favela Nova Brasília, o clima entre policiais e moradores é de animosidade. A polícia é tratada como mais um inimigo, não um aliado. Para amainar a situação, no passado Bianca considerou criar um programa de distribuição de presentes no Dia das Crianças. Mas o projeto minguou, segundo ela, pela resistência da população local. “Sentia o medo das crianças em falar comigo”, diz. “Elas crescem com a visão de que o policial é violento.” 

É comum entre os PMs a percepção de que a população sente medo, repulsa e até certo desprezo por eles, como mostra a pesquisa UPPs: o que pensam os policiais, feita recentemente pelo Centro de Estudos de Segurança e Cidadania da Universidade Cândido Mendes. Para a maioria dos policiais entrevistados, os sentimentos dos moradores em relação a eles são de ódio, raiva, aversão, desconfiança, resistência e medo. O cabo Rodrigo Cunha sentiu isso nas vielas do Morro São Carlos, onde uma UPP foi instalada em 2011. “Existem lugares em que o Estado está lá de intruso”, diz. “Você dá bom-dia à criança e a mãe vem correndo levá-la embora. ‘Não fala com polícia.’ Acham que seria melhor se nós não estivéssemos lá.” Comerciantes se recusavam a vender garrafas de água a Rodrigo e moradores cuspiam no chão quando ele e os colegas passavam.

Barbaridades cometidas por alguns PMs ao longo dos anos, como tortura, agressões, execuções de inocentes e fraudes para camuflar assassinatos a sangue-frio, criaram essa rejeição em parte da população. Para ficar em um exemplo rumoroso, desde julho de 2013 não se sabe o que aconteceu ao pedreiro Amarildo, que desapareceu depois de ser levado para a sede da UPP da Rocinha. Vinte e cinco policiais da unidade são acusados de participar da tortura, morte e do sumiço do corpo. Nesta semana, oito PMs foram condenados. Chagas como essa não apenas não cicatrizam, como contaminam a rotina dos policiais que trabalham direito. ÉPOCA entrevistou militares, levantou estatísticas e teve acesso a pesquisas inéditas sobre a situação-limite em que vivem os policiais do Rio de Janeiro, como mostram os quadros desta reportagem. Os policiais têm índices piores que a média da população de doenças causadas por sedentarismo, sentem-se desanimados, com medo, e usam álcool, remédios e drogas. Os policiais sabem que são malvistos, sentem-se ameaçados e têm muito, muito medo de morrer – justamente por serem policiais. 

Os policiais têm saúde ruim (Foto: Editoria de Arte)

curso de formação de praças da Polícia Militar do Rio de Janeiro ensina os aspirantes a policial a agir, em todos os sentidos. Há algum tempo, entre as orientações eles aprendem a ocultar a profissão e sobreviver em uma cidade violenta, refratária a eles. Os policiais ouvem que devem usar o carro, em vez do ônibus, para ir trabalhar. Mais: devem esconder a farda no porta-malas ou no banco traseiro, sempre pelo avesso e dentro de um saco escuro. Todos os dias, o soldado Antônio Matsumoto, de 34 anos, passa cerca de três horas no trânsito para chegar ao quartel na Tijuca, na Zona Norte da cidade. Chegaria mais rápido se fosse de trem ou metrô, mas tem medo de assaltos: a farda na mochila pode ser uma sentença de morte, como foi em outubro para o sargento Fernando Monteiro, assassinado a tiros de fuzil quando assaltantes encontraram seu uniforme. Parceiro de Matsumoto no patrulhamento diário, Fábio Terto, de 33 anos, é obrigado a ir de trem para o trabalho. Depois de fardada e armada, a dupla vai de ônibus para o patrulhamento, uma novidade para aproximar os agentes da população. Matsumoto fica de pé na porta perto da catraca, com a mão na pistola, enquanto Terto se posta na porta traseira. A aflição é total. Ninguém olha para ninguém. Como eles, 81% dos policiais acham que vivem “em risco constante”.

A dupla Matsumoto e Terto em patrulha.Para eles transporte coletivo,só com farda e arma na cintura (Foto: Agencia Sincro)TENSÃO CONSTANTE
A dupla Matsumoto e Terto em patrulha. Para eles transporte coletivo só com farda e arma na cintura (Foto: Agencia Sincro)

Além de alertar para a farda, os instrutores do curso de formação preparam os alunos para o pior em termos de autoestima. “Ninguém gosta de você, só seu cachorro!”, diz o instrutor, aos gritos. “A cidade vai odiar você: o porteiro te dá café, a moradora oferece um lanche à tarde, mas todo mundo te odeia, só dá porque você está de farda.” Em vez de aprender o convívio com a sociedade, o policial sai preparado para o confronto. “A PM não é feita para matar, não deve matar, a não ser em absoluta defesa pessoal ou de terceiros”, diz o coronel Robson Rodrigues, até dezembro chefe do Estado-Maior da corporação. “Mas morremos muito e matamos muito.” O Brasil é um dos países com o maior número de policiais mortos em confronto. Em 2014, último ano disponível na estatística, 352 policiais foram mortos no país – só para comparar, foram 96 nos Estados Unidos e apenas oito no Reino Unido. Segundo um levantamento do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, o Rio de Janeiro  é o Estado com o maior número de policiais assassinados em confrontos, com 93 em 2013 e 95 em 2014 – um deles, sabe-se, foi o capitão Uanderson, pai de Maria, marido de Bianca.

>> Michel Misse: ” A polícia brasileira é constrída para o combate

De acordo com o coronel Robson Rodrigues, o nervosismo dos PMs “aumenta o risco de produzir ações desastrosas”, como a que ocorreu em outubro na Pavuna, bairro da Zona Norte. Um sargento matou a tiros Jorge Lucas Paes e Thiago Guimarães ao confundir o macaco hidráulico que eles carregavam numa moto com um fuzil. Em fevereiro de 2014, dois mototaxistas foram mortos da mesma maneira. Esses casos aconteceram nas áreas dos dois batalhões onde recentemente ocorreram mais confrontos com traficantes, o 41º (Irajá) e o 9o (Rocha Miranda).

>> PM do Rio tenta retirar bombas relógio das ruas 

O neurocientista mexicano Roberto Mercadillo, da Universidade Autônoma Metropolitana, aponta que o medo, a falta de sono e o enfrentamento constante causam perda de atenção e de memória, tornando as decisões mais lentas e o policial mais hostil e agressivo. “O PM convive com a criminalidade e tem uma arma na cintura. Se está em desequilíbrio emocional, não tem plenas condições de avaliar a situação. No caso dele, é letal”, afirma a psicóloga Patrícia Constantino, da Fiocruz, que conduziu uma pesquisa sobre hábitos e saúde dos policiais. Os estudos mostram, portanto, que um policial nessas condições é capaz de atirar em dois rapazes que carregam uma ferramenta por achar que eles são bandidos armados até os dentes. Infelizmente, há policiais assim nas ruas do Rio de Janeiro atualmente, como mostram as estatísticas expostas nestas páginas.

Arrimo da política de segurança pública do Estado, o projeto das UPPs parecia demarcar territórios onde a harmonia imperaria. Não mais. No decorrer do ano passado, traficantes de áreas em tese pacificadas mataram 12 policiais. Em setembro, bandidos balearam o soldado Bruno Pereira nas costas e arrastaram o corpo preso a um cavalo em Nova Iguaçu, cidade da Baixada Fluminense, uma área sem UPPs. No mês seguinte, Neandro Oliveira, há dois anos na PM, foi baleado e queimado vivo no Morro do Chapadão, na Zona Norte. Casos assim, obviamente, instauram o medo entre policiais. “Nas guerras no Afeganistão e no Iraque, o soldado fica lá um ano e volta para casa”, afirma o comandante do Comando de Operações Especiais, coronel René Alonso. “Aqui são anos sem mecanismo de descompressão ou alívio.” Uma pesquisa da própria Polícia Militar revela que os agentes que atuam nas zonas “vermelhas” das UPPs estão em alto grau de sofrimento mental, medido a partir de um teste da Organização Mundial de Saúde no qual se pergunta ao paciente, entre outras questões, se ele dorme mal, sente-se nervoso e assusta-se com facilidade.

>> PM do Rio precisa ser pacificada, diz promotor 

Em setembro de 2014, diante do agravamento da violência, o comando das UPPs criou uma comissão com a incumbência de avisar as famílias de PMs mortos em serviço ou de folga. Foram chamados seis jovens soldados (três mulheres e três homens), com formação em psicologia e assistência social. Eles orientam os parentes das vítimas nas providências mais urgentes, como o velório e o enterro. Nas semanas seguintes, voltam a procurar a família para tomar nota do que ela precisa. “Queremos mostrar que o policial não é só um número em nossa estatística de vítimas”, diz a tenente Silvia Souza. Também faz parte da tarefa acompanhar a recuperação de feridos.

Recentemente, os integrantes da comissão estiveram com o soldado Alexsandro Fávaro, de 35 anos. “Coloque-se no meu lugar e imagine ver a pessoa que você mais ama tendo de trocar sua fralda”, diz ele a ÉPOCA, referindo-se à mulher, Lígia, sua companheira há 17 anos. Na cadeira de rodas, Fávaro se lembra de seu início na UPP. “Moradores nos aplaudiam e gritavam palavras de apoio”, recorda. Mas ele logo percebeu que os aplausos eram só uma forma de alertar os traficantes sobre a patrulha. Fávaro usava estratégias inusitadas. Banhou em ouro o anel de prata com a imagem de São Jorge, pois exibir joias reluzentes é uma característica dos policiais corruptos, os “arregados”, que recebem propina de traficantes. Fazendo-se passar por um deles, Fávaro conseguia se aproximar de criminosos e prendê-los. Em uma investigação, descobriu uma passagem secreta dos traficantes, ao lado de um bar numa das principais ruas do Morro do Fogueteiro. Num sábado, Fávaro e sete policiais montaram uma operação para prender os bandidos, mas foram surpreendidos por 15 homens armados com fuzis, em um beco estreito, sem ter para onde correr. Ele havia passado o fuzil para um colega e tinha nas mãos apenas uma escopeta com balas de borracha. Sacou a pistola, mas, já ferido, caiu no chão. “Quem chegaria primeiro aonde eu estava caído: minha equipe ou os bandidos?” Os policiais o alcançaram antes, mas um dos tiros atingira sua garganta e saíra pelo pescoço, rompendo-lhe as vértebras.

O soldado Alexsandro Fávaro,tetraplégico após um tiroteio,com a mulher e colegas."Coloque-se ni meu lugar e imagine a pessoa que vc ama tendo de trocar sua fralda',diz (Foto: Agencia Sincro)TIROTEIO NO BECO
O soldado Alexsandro Fávaro, tetraplégico após um tiroteio, com a mulher e colegas.”Coloque-se no meu lugar e imagine a pessoa que você ama tendo de trocar sua fralda’,diz (Foto: Agencia Sincro)

A PM tem 95 psicólogos que atendem policiais em 26 dos 45 batalhões fluminenses. Em 2014 foram 25 mil consultas, e a corporação pretende contratar mais profissionais em 2016 para atender seus 47 mil policiais. Os médicos e psicólogos trabalham de branco e pedem aos PMs que “troquem a ‘fantasia’ de Super-Homem pela de Clark Kent”, como explica a major médica Rosana Cardoso. Coletes à prova de balas, armas e até a gandola (a camisa da farda) ficam na antessala do consultório dos psicólogos e, em casos mais graves, dos psiquiatras. Mas nem todos conseguem: um cabo do 41o Batalhão sob atendimento psicológico disse a ÉPOCA que não consegue acesso ao psiquiatra – carência admitida pela corporação. “Quase morri em tiroteio e o comandante nem me agradeceu”, diz. “Estou pedindo de joelhos para sair da rua.” Atualmente, 6% dos PMs estão afastados das ruas por problemas de saúde física ou mental. “Policiais não são máquinas de produzir segurança. Sua jornada é exercida em condições adversas e extenuantes. A impossibilidade de expressar e ver acolhido seu sofrimento se transforma em adoecimentos, disfunções cardíacas, insônia, irritação, depressão e outros agravos físicos e mentais”, afirma, em artigo, a pesquisadora Cecília Minayo, da Fiocruz. Obviamente, pessoas nesse estado não estão em condições de cumprir a contento a missão de proteger milhões de cidadãos.

– A Campanha da Fraternidade 2018 nos convida a sermos mais cidadãos!

Um tema oportuno tamanha a necessidade de se fazer algo:Fraternidade e Superação da Violência – esse é o tema da Campanha da Fraternidade 2018, que tem como lema as próprias palavras de Jesus no Evangelho de São Mateus, Capítulo 23, versículo 8: Vós sois todos irmãos“.

Por toda a Quaresma (que se inicia na 4a feira 14/02), os católicos são convidados a refletir sobre as inúmeras formas de violência: física, moral, emocional – incluindo roubos / assaltos, agressões e assédio.

Claro que tudo isso é importante e extrapola a questão religiosa. Cabe a cada um de nós (católicos, evangélicos, judeus, umbandistas, ateus, islâmicos, agnósticos ou seja no que se crê ou não crê) lutarmos para um mundo de paz!

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– Mortos de Fome na Síria e o Horror da Guerra

Somos privilegiados em não estarmos em zona de guerra (apesar da violência urbana). Nada se compara aos horrores e atrocidades de quem vive em meio a área de disputa militar.

Digo isso pois tenho acompanhado tristemente a tormenta que o povo sírio sofre. Se antes padecia pelo ditador Bashar al-Assad, que apesar da Primavera Árabe se manteve no cargo, sofre agora com os ataques do Estado Islâmico do Norte da Síria e do Iraque (ISIS), grupo de terroristas que tem assustado o mundo com sua radicalidade e truculência e que quer dominar a qualquer custo o território local.

Um exemplo é a cidade de Deir Al-Zor, há quase um ano no olho do furacão armamentista. Com 200 mil habitantes, há 10 meses os moradores não tem energia elétrica e apenas bebem água 1 vez por dia. Lá é o ponto X do combate de milicianos curdos, fanáticos do ISIS e outros grupos rebeldes. Enquanto eles se matam, o povo sofre. E sem poder se juntar aos 4 milhões de refugiados (sim, já atingiu-se tal número de fugitivos migrantes da guerra) pois estão cercados por todos os lados, os cidadãos não recebem alimentos e alguns morrem literalmente de FOME.

É um inferno em vida, sem dúvida. E por quê providências não são tomadas pra valer?

A ganância e o ódio transformam e maculam a vida das pessoas inocentes

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– A Imbecilidade da Comemoração com Tiros no Réveillon

Uma arma na mão de qualquer pessoa, por mais bem intencionada e preparada que ela seja, pode ser um perigo.

E nas mãos de um imbecil?

Na virada de ano, um garoto de 5 anos morreu por conta de uma bala perdida, fruto dos disparos de um idiota que comemorava a entrada de 2018 na capital paulista.

Eu não gosto nem de rojões pelo barulho. O que se dirá de tiros de pistola? Boa gente, certamente, esse atirador não é. E agora, como consolar a família do pobre inocente morto?

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– O inferno do começo de ano nas favelas da Rocinha e Jacarezinho

Viram as imagens dos tiroteios de ontem nas comunidades cariocas?

Que inferno deve ser viver por lá!

O Jornal Nacional mostrou cenas de trocas de tiros, gravadas por um coitado que precisava descer o morro para levar a sua mulher grávida de 9 meses a um hospital (e que não conseguia).

As tomadas aéreas mostraram o quão gigantescas são essas favelas, sem nenhuma condição digna de cidadania (em especial, os problemas relatados na reportagem em Jacarezinho e Rocinha). Pessoas vivendo com o medo da violência, dominadas pelo tráfico, em um emaranhado de fios e de casebres sobrepostos um aos outros, sem atendimento médico ou escola.

E o que as autoridades públicas têm feito DE VERDADE para resolver o problema dessa gente sofrida?

Nada de eficaz.

Coitado do trabalhador humilde e pobre que tem que passar por esses perrengues da vida…

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– Dias de Intolerância na Região de Jundiaí: 3 mortes banais!

No começo da semana, um homem foi morto em Jarinu por supostamente roubar um cacho de uva na plantação alheia. Ignorância absurda, apesar do aproveitador estar errado, logicamente.

Ontem, em Várzea Paulista, um menino de 9 (NOVE) anos matou outro de 12 (DOZE) por ter sido chamado de caolho. O assassino foi bolinado, é nítido, mas já tinha histórico de ter atentado contra um idoso a marteladas.

Hoje, um jovem foi morto no Eloy Chaves, ao chegar do trabalho. Motivo? A moto, desejo dos bandidos.

Quem mata por um mísero cacho de uvas, quem nem cresceu e já mata por qualquer chateação, ou ainda quem tira a vida do outro por culpa de uma moto, representam o quê para o futuro?

Triste demais. É reflexo de má formação dos pais, falta de Educação e relacionamentos extremistas sociais.

Informações sobre o crime no Eloy Chaves no link do Jornal da Região,

em: http://www.jr.jor.br/2017/12/20/homem-e-vitima-de-latrocinio-no-eloy-chaves2/

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– #PrayForEgypt!

O que dizer sobre o atentado terrorista no Egito?

Os fanáticos do Estado Islâmico mataram seus próprios irmãos de fé, totalizando 305 pessoas, sendo 30 crianças, dentro de uma mesquita no Sinai.

A troco de quê? Sem palavras…

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– O mundo está surtando? Sobre o atirador do Texas.

Vimos recentemente os episódios do zelador de escola e do garoto que sofria bullying no Brasil, e que resultaram em mortes de inocente. O fato, mais frequente nos EUA (e que sempre motiva a discussão da permissão do porte de armas), repetiu-se novamente ontem: um homem jovem e que ajudava na catequese de uma Igreja Batista em Sutherland Springs (Texas-EUA), surtou e invadiu o templo durante um culto, disparando contra os fiéis e matando 26 pessoas à queima-roupa, além de ferir outras dezenas.

Por quê esses fatos estão se tornando mais comuns nos últimos tempos? Excesso de pressão do dia-a-dia, doenças da mente, pavor do convívio social, crise financeira ou o quê?

O mundo, infelizmente, está surtando.

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– Triste atentado (outro) do Estado Islâmico e as ameaças repetidas.

E o mais recente atentado terrorista promovido pelo ISIS (Estado Islâmico)? Foi o primeiro em Nova York depois do fatídico 11 de setembro.

Um jovem uzbeque de 29 anos atirou o seu carro contra os pedestres. E aí fica a questão: como se prevenir desta covardia de um “lobo solitário”?

Impossível!

O que assusta também são os diversos cartazes divulgados nos últimos dias contra jogadores considerados estrelas e que estarão na Copa da Rússia. Nano devemos crer em blefe!

Triste. O mundo está com medo e há razão em estar!

Ah, o fanatismo…

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– O ISIS ameaça o Mundial de 2018 com Messi sangrando?

Lamentável. Neste mundo que carece de paz, os terroristas do Estado Islâmico deixam a entender que planejariam assustar o mundo promovendo atentados na Rússia durante a próxima Copa do Mundo ao divulgar o cartaz abaixo, com Lionel Messi entre lágrimas de sangue.

Na ridícula foto-montagem, a mensagem: JUST TERRORISM.

Pra quê?

O mesmo Deus monoteísta dos cristãos é Allah para os árabes ou Javeh para os judeus. Não parece mais guerra religiosa promovida por fanáticos, mas algo além da cegueira que não se tem explicação – a não ser o fator financeiro!

Dizem que Deus é brasileiro. Mas ele também é argentino, judeu, árabe, sírio, iraquiano… 

Será que o assunto “segurança” estará acima do assunto “futebol” no Mundial?

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– O Pai do Garotinho Morto em Goiás: ser acima do limite humano!

Não consigo ficar vendo as matérias que vem de Goiânia dos garotos mortos pelo menino que sofreu bullying e atirou neles. Mas algo que não posso deixar de escrever: as declarações de um dos pais das vítimas!

Não sei o nome dele, mas ouvi sua entrevista falando que PERDOA o garoto que assassinou seu filho, pede para que os outros sejam misericordiosos com o menino atirador e que rezem por ele!

Você teria tão digna e magnífica atitude…?

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– Como entender o adolescente atirador de Goiás?

Parecendo aquelas tragédias que costumam ser noticiadas dos EUA (onde atiradores invadem colégios e matam colegas – e aí suscita o debate sobre porte de armas), aqui no Brasil um jovem disparou contra seus amigos em uma Escola em Goiânia.

Na semana passada, vimos o zelador de um colégio na calamidade de Minas Gerais ateando fogo. Agora, esse novo caso.

Que Deus conforte a família das vítimas. Mas algo que sempre perguntaremos: como explicar tais mentes doentias?

Difícil… uma pessoa em são consciência não pode fazer isso… O que a perturbaria tanto?

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– Os 2 carros bombas da Al Qaeda na Somália e as centenas de mortos.

Quase 300 mortos em um atentando terrorista na África Negra. Você viu “Plantão da Globo”, enviados especiais das emissoras de TV ou #PrayForSomalia?

Pois é. A Al Qaeda (os mesmos Talibãs que os americanos combatiam até a morte do Osama Bin Laden) praticaram essa barbaridade. Mas a repercussão mundial é pequena.

Será que há cidadãos cujo valor da vida é menor?

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– O Mapa da Violência em Jundiaí

O Jornal de Jundiaí trouxe uma matéria sobre as principais ocorrências que envolvem a Segurança Pública em Jundiaí. E ao ver a figura (abaixo o mapa), temos uma noção exata de como se dividem os bairros e onde é mais violento ou não.

Extraído de: http://www.jj.com.br/noticias-49901-furtos-e-roubos-lideram-e-região-da-ponte-são-joão-é-a-que-tem-maior-número-de-casos

FURTOS E ROUBOS LIDERAM E REGIÃO DA PONTE SÃO JOÃO É A QUE TEM MAIOR NÚMERO DE CASOS

Por Niza Souza

Ocorrências de furtos e roubos são as principais registradas nos sete distritos policiais (DPs) de Jundiaí. Somente de janeiro a agosto deste ano, foram registrados 3.760 furtos, sendo 467 de veículos, e 1.451 roubos, 217 de veículos. Os números fazem parte das estatísticas da Secretaria de Segurança Pública de São Paulo (SSP). A maior parte das ocorrências está na região da Ponte São João.

Já o índice de homicídios na cidade está bem abaixo das médias nacional e estadual. No ano passado, foram registrados apenas 22 homicídios dolosos em Jundiaí, o que representa 5,5 para cada 100 mil habitantes. A taxa no Estado de São Paulo é de 12,2 homicídios para cada 100 mil habitantes e no Brasil, 28,9. Este ano, até agosto, foram 11 homicídios na cidade. Nas regiões abrangidas pelo 1º DP (Centro) e 7º DP (Chácara Urbana), não foi registrado nenhum crime de homicídio este ano.

Os delegados de polícia ouvidos pela reportagem do JJ Regional são unânimes em afirmar que, de modo geral, consideram a violência controlada em Jundiaí, principalmente pela baixa taxa de homicídios. Já a maioria dos furtos, crime que lidera as estatísticas, de acordo com as autoridades policiais, é de pequenos delitos, como furto de celular, carteira e bolsa.

O 3º DP, na Ponte São João, é o que mais registrou ocorrências este ano. Foram 1.376 até agosto. No ano passado inteiro, foram 2.214 ocorrências. Também é onde está a maioria das ocorrências de tráfico de drogas na cidade. Este ano, já foram 103.

Para o delegado Antonio Dota Júnior, titular do 3º DP, um dos motivos é a alta densidade populacional da região abrangida pelo distrito, que inclui bairros como Jardim São Camilo, Jardim Tamoio, Tarumã, Vila Nambi, Ivoturucaia, entre outros. Calcula-se uma população em torno de 120 mil habitantes. “Muitos casos de furtos são cometidos por usuários de drogas em situação de rua, que roubam pequenas coisas, e até fios e cabos, para sustentar o vício. Isso acaba aumentando as estatísticas”, analisa o delegado.

Dota Júnior destaca que, para combater esse tipo de delito, a Polícia Civil e a Guarda Municipal realizam, frequentemente, uma ação conjunta para cadastramento e monitoramento desses moradores em situação de rua. Segundo ele, esse trabalho tem ajudado a reduzir os índices criminais na região.

Outra ocorrência que chama a atenção no 3º DP é a lesão corporal dolosa. Foram 161 registradas neste ano, até agora, acima da média se comparada aos outros distritos da cidade. “Normalmente são casos de brigas e ameaças”, explica Dota Júnior.

Trânsito A segunda região com maior número de ocorrências registradas na cidade é a do 2º DP, no Parque da Represa, que abrange os bairros Vila Hortolândia, Engordadouro, Cecap, Morada das Vinhas, Vila Marlene, Jardim Sorocabana, Corrupira, Mato Dentro, Vista Alegre, entre outros. De janeiro até agosto, foram 1.151 ocorrências no distrito, a maioria, 634, de furtos (sendo 81 de veículos).

Segundo o delegado responsável, Orli de Morais, este ano as estatísticas foram incrementadas pelos furtos de hidrômetros. “Foram mais de 20 casos. Mas já identificamos e prendemos os autores desses crimes”, afirma.Por lá, além dos furtos, o dado que chama a atenção é o número de lesão corporal culposa por acidente de trânsito.

Foram 145 neste ano, acima da média das outras regiões da cidade. Conforme explica o delegado, a região abrange algumas rodovias, como o João Cereser e parte da Anhanguera, o que impacta na estatística de trânsito. Centro
Apesar de estar entre os distritos com menor número de ocorrências, 830 de janeiro a agosto, o 1º DP, no Centro, chama a atenção por registrar o maior número de furtos comparado às outras regiões da cidade. Foram 646, sendo 44 de veículos. O delegado Josias Guimarães pondera, entretanto, que a maioria dos casos é esclarecida ou autuada em flagrante.

“Isso ocorre por conta do perfil da região, que concentra muitos comércios e agências bancárias. Além dos furtos, também temos muitos casos de estelionato, justamente por conta dos bancos”, explica.

Por isso, ele alerta a população a sempre ficar atenta para não cair em golpes. “É incrível, mas ainda tem gente que cai em golpes conhecidos, como o do bilhete premiado. É preciso tomar muito cuidado, não deixar bens de valores à mostra. O ladrão procura facilidade. Se encontar, ele aproveita.”


 

– A arma sonora em Cuba sob os americanos é real. Mas por quê?

Já é confirmado que um “ataque sônico” produziu surdez e outros danos na cabeça de diplomatas dos EUA e alguns funcionários da embaixada do Canadá, em Havana. Foi um golpe com ondas sonoras que danificaram a audição e causaram outros males, praticado por algum equipamento imperceptível.

A questão que Donald Trump quer saber é: foram agentes de Cuba? Ou gente de fora, como venezuelanos, iranianos ou norte-coreanos, que vivem atualmente com pendengas contra os Estados Unidos?

Abaixo, extraído de: https://www.efe.com/efe/brasil/portada/ataque-sonico-em-cuba-pode-ter-causado-dano-cerebral-diplomatas-dos-eua/50000237-3359743

“ATAQUE SÔNICO” EM CUBA PODE TER CAUSADO DANO CEREBRAL EM DIPLOMATAS DOS EUA

O “ataque sônico” sofrido há alguns meses por vários diplomatas americanos e canadenses em Cuba pode ter provocado danos cerebrais, informou nesta quarta-feira a emissora “CBS”, que disse ter tido acesso relatórios médicos do caso.

Um médico americano que avaliou os diplomatas dois dos países diagnosticou “doenças graves como lesão cerebral traumática, com provável dano ao sistema nervoso central”, indicou a emissora.

Os diplomatas afirmaram que sentiram sintomas como náuseas, perda de audição, dores de cabeça e problemas de equilíbrio.

O FBI e o governo de Cuba estão investigando os incidentes ocorridos em Havana. Segundo o Departamento de Estado dos Estados Unidos, os ataques teriam ocorrido no final de 2016. A “CBS” e a “CNN”, no entanto, dizem que eles seguiram ocorrendo neste ano.

O governo dos EUA não detalhou a natureza das agressões, nem quis confirmar as informações da imprensa que indicam que os diplomatas foram vítimas de um “ataque acústico”.

A “CNN” informou na segunda-feira que mais de dez diplomatas americanos e seus familiares foram afetados pelo problema. Além disso, estão entre as vítimas cinco funcionários que trabalhavam na embaixada do Canadá na capital cubana.

Segundo a “CNN”, dois diplomatas que foram tratados nos EUA “sofreram danos de longo prazo, incluindo a perda auditiva como resultado dos ataques, e não puderam voltar a Cuba”. Outros decidiram deixar os cargos na ilha pelo ocorrido.

“Em alguns dos ataques, uma sofisticada arma sônica que operava fora da categoria de sons audíveis foi ativada dentro e fora das residências de diplomatas americanos que viviam em Havana e provocou sensações físicas imediatas”, indicou a “CNN”.

Outros ataques geravam um ruído alto e ensurdecedor, similar a um zumbido de um inseto ou a um metal arranhando o solo, mas as vítimas não conseguiam identificar a fonte do som.

O governo de Cuba afirmou neste mês que, após ter sido informado em fevereiro sobre os incidentes, iniciou uma “investigação cansativa, prioritária e urgente”, reforçando também as medidas de segurança dos funcionários da embaixada americana na ilha.

Apesar de os EUA não culparem, por enquanto, Cuba de realizar os ataques, o Departamento de Estado decidiu expulsar dois diplomatas cubanos da embaixada do país em Washington por considerar que Havana não cumpriu com a responsabilidade de proteger os funcionários americanos na ilha.

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A Embaixada Americana em Havana, onde 21 pessoas foram vitimadas (foto: O Globo)

– Policiais japoneses e a falta do que fazer!

No Japão, a criminalidade cai ano a ano. A taxa de homicídios por lá é de 0,73 a cada 100 mil habitantes. No Brasil, há 27 por 100 mil.

O grande “problema” lá é: a falta de serviço!

Em: http://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2016/11/policiais-japoneses-enfrentam-um-problema-falta-do-que-fazer.html#utm_source=twitter&utm_medium=social&utm_content=jn

POLICIAIS JAPONESES ENFRENTAM UM PROBLEMA: FALTA DO QUE FAZER

Criminalidade caiu no Japão pelo 13º ano seguido. Em 2015, armas de fogo provocaram a morte de cinco pessoas em todo o país.

Pelo 13º ano seguido, a criminalidade no Japão está caindo. Existem cabines de polícia espalhadas por toda a cidade de Tóquio. São chamadas de koban. Servindo a uma população de mais de 13 milhões de pessoas, não deveria faltar trabalho aos policiais.

Mas eles são acionados, quase sempre, para ajudar gente perdida a encontrar um endereço ou receber carteiras, bolsas, achadas nas ruas. Não passa muito disso.

Os índices de criminalidade no Japão estão em queda há 13 anos. Os dados de 2015 foram divulgados agora em novembro. Em relação a 2014, o total de crimes caiu mais de 9%. Os homicídios ficaram abaixo de mil, uma redução de 11,5%.

Isso significa que, enquanto o Brasil possui uma taxa de homicídios de 27 vítimas para cada 100 mil habitantes, no Japão a mesma taxa é de 0,73.

Em 2015, armas de fogo provocaram a morte de cinco pessoas no Japão todo. Em 2014, foram 15 casos.

É rigorosamente controlada a venda de armas de fogo no Japão e conseguir uma autorização para portar uma é extremamente difícil. Além disso, segundo as autoridades, contribuiu para essa queda nos índices de violência a utilização de câmeras de vigilância nas ruas. Tudo isso criou um quadro que pareceria impossível numa grande cidade.

A tranquilidade de se andar pelas ruas a qualquer hora do dia, vale também para os policiais. Yasuo Sawai é advogado, mas já foi da polícia de Tóquio. Conta que durante os cinco anos patrulhando as ruas, não disparou um só tiro. Nunca sentiu necessidade, pois, segundo ele, o máximo de risco que um policial normalmente corre é enfrentar bêbados.
Ele disse como vê as notícias de violência em outros países: “Não existe troca de tiros aqui, eu vejo essas cenas como se fosse uma guerra.”

Mas nem tudo é perfeito. Com o envelhecimento da população japonesa, a fatia de idosos cometendo crimes tem aumentado. Em 2015, pessoas com mais de 65 anos responderam por 20% dos delitos.

Sobre o trabalho policial, houve várias denúncias de investigações que levaram à condenação de inocentes: policiais teriam pressionado suspeitos a confessar. Um crime que mancha a imagem de uma corporação que teria tanto para se orgulhar.

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– Trump e a ameaça à Coréia do Norte

Na ONU, sem papas na língua, o presidente dos EUA ameaçou literalmente destruir a Coréia do Norte caso os americanos sejam atacados. Disse ele (e depois reproduziu no twitter):

“USA has great strength & patience, but if it is forced to defend itself or its allies, we will have no choice but to totally destroy ‪#NoKo.”

Precisamos mesmo que Kim Jong-um fique provocando? E que Trump continue respondendo?

A questão é: porque um fica cutucando o outro? Que ambas as nações cuidem do seu umbigo. O mundo não precisa pagar o preço de mais uma cara guerra ao planeta…

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– O 11 de Setembro que não deveria ter existido…

Ao ver as imagens que recordam o trágico 11 de setembro de 2001, me lembro do dia em que tudo aconteceu. Dá um angústia imaginar que o ser humano chega a isso…

E atentemo-nos: não foram só as Torres Gêmeas, mas também a tentativa no Pentágono!

O que o fanatismo faz… POR QUÊ?

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– Os Piratas atacam em Santos/SP

Parece surreal, mas não é!

Uma onda de assaltos a embarcações promovidas por piratas acontece na Baixada Santista, em pleno século XXI,

Abaixo, extraído de G1.com

VELEIRO É INVADIDO E SAQUEADO POR ‘PIRATAS’ NO ACESSO AO PORTO DE SANTOS, SP

Crime ocorreu em frente à Fortaleza da Barra, no acesso marítimo ao cais santista. Velejador chegou a ficar refém dos criminosos.

Por José Claudio Pimentel,

Um velejador foi mantido refém ao ter a embarcação invadida por três rapazes armados, enquanto navegava nas proximidades da Fortaleza da Barra, em Guarujá, no litoral de São Paulo, no fim de semana. Os criminosos fugiram em um barco menor, em direção ao bairro Santa Cruz dos Navegantes.

O crime ocorreu na tarde de sábado (3). “Era uma estreia, já que eu tinha acabado de reformar todo o veleiro. Mas bem em frente ao forte, eu olhei para trás e vi três armas apontadas para mim”, lembra Irineu Bottiglieri, de 69 anos, único a bordo no momento do crime.

“Dois deles entraram no veleiro. Eles me perguntaram se tinha mais alguém no barco, e eu falei que não. Em seguida, um sentou ao meu lado, apontando a arma, e o outro foi procurar as coisas”, conta. A ação foi rápida e durou pouco menos de 10 minutos.

O local do crime, indicado pelo velejador, localiza-se entre as cidades de Guarujá e Santos, e serve de acesso ao complexo portuário, a marinas e clubes náuticos. “Com certeza, quem estava olhando do lado de Santos viu o que aconteceu. Talvez não tenha reparado”, diz.

Na varredura, os criminosos conseguiram encontrar uma quantia em dinheiro e bens pessoais da vítima, que mora em São Paulo. O prejuízo aproximado é de R$ 2 mil. “Ele são da faixa dos 20 anos e fugiram em direção à Pouca Farinha (Santa Cruz dos Navegantes)”, afirma.

Em seguida, Irineu, que não ficou ferido, retornou à sede náutica de um clube, onde o barco fica atracado. “Eu poderia ter acionado alguém via rádio, mas resolvi voltar e pedir ajuda. Não sabia o que, de fato, estava acontecendo e quem eram os caras”, explica.

No local, funcionários prestaram auxílio. “A gente acionou a polícia e os líderes da comunidade na mesma hora. Todos sabem quem são os caras. No domingo (4), a polícia foi à comunidade, mas não conseguiu achá-los”, conta o diretor náutico do clube, Ronei Figueiras Alves.

“O problema é que isso (crime no mar) está se tornando cada vez mais comum. Não há quem, de fato, faça a segurança no mar. Chegou ao ponto da gente pensar em contratar seguranças particulares”, relata o diretor. Ele teme eventuais prejuízos ao setor na região.

Em 13 de maio, três pescadores foram obrigados a abandonar uma lancha nas proximidades da Ilha das Palmas, também em Guarujá. Armados, três rapazes em uma embarcação menor fugiram com o barco das vítimas, que foram deixadas em um rochedo nas proximidades.

Neste caso, o velejador tentou registrar o crime no 3º Distrito Policial de Santos, na Ponta da Praia, mas o encontrou fechado – aos finais de semana ele não funciona. A falta de policiais é alvo de denúncia da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e do sindicato da categoria.

“Falaram para eu ir à delegacia do Centro (onde funciona o plantão da Central de Polícia Judiciária de Santos). Não fui, pois não sabia chegar. Eu estava de moto e meu medo era ser roubado novamente, daí seriam dois boletins: um de terra e outro do mar”, explicou.

Irineu disse que já mandou fazer novos documentos e aguarda a emissão deles para retornar ao litoral e registrar o crime. “Em quase 70 anos, foi a primeira vez que eu fui assaltado. Depois disso, infelizmente, penso em vender o barco”, desabafou.

A Marinha do Brasil, por meio da Capitania dos Portos de São Paulo (CPSP), informou que não foi notificada sobre o crime. Mesmo assim, disse que a função da autoridade marítima é de garantir a segurança do tráfego aquaviário, e não de casos de segurança pública.

A Polícia Federal, que pela legislação tem a atribuição de polícia marítima, disse que ficou ciente do ocorrido, mas também afirmou que o procedimento de investigação, nesse caso, cabe à Polícia Civil. Como a ocorrência ainda não foi registrada, não há inquérito instaurado.

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– Uma 3a Guerra Mundial por conta das Coréias?

Não, não teremos uma Guerra Mundial aos moldes das duas anteriores em breve. Teremos um conflito localizado entre Coréias do Norte e do Sul, atingindo Japão e EUA, por conta de Washington, Seul e Pyongyang. Entretanto, com a atual tecnologia armamentista, as proporções de catástrofes são maiores. O Mundo não estará participando ativamente da Guerra, mas sofrerá consequências econômicas por isso.

Uma bomba atômica norte-coreana, já possível, seria considerada “pouco potente”. Porém, nos dias atuais, esse ‘pouco potente” equivale a 8 vezes o poderio da que foi lançada em Hiroshima. Imaginem só as muito potentes dos Estados Unidos o que podem fazer…

Uma pena que nesse imbróglio não serão o jovem ditador enlouquecido Kim e o milionário turrão Trump que lutarão e sairão machucados, mas sim os inocentes comandados por eles.

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– Por quê tanto ódio?

Mais um atentado covarde dos terroristas do ISIS aconteceu, ontem, em Barcelona.

O extremismo religioso assusta. A intolerância dessas pessoas cega, fazendo com que o fanatismo não defenda sua crença, mas sim odeie quem pensa diferente. Há perfeitamente no mundo condições de que todas as profissões de fé convivam harmoniosamente. Só não acontece por conta desses loucos violentos!

#PrayForBarcelonaque os familiares das vítimas sejam confortadas.

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– O Discurso de Trump sobre a Venezuela. É pra valer ou somente chantagem militar?

Será que a ditadura de Nicolás Maduro, que censura a oposição e deixa sem recursos a população, acabará por conta do uso bélico dos EUA?

Donald Trump é sabidamente austero. Quando há dias declarou que poderia fazer uso da força militar para acalmar Caracas, o sinal de alerta sobre a América do Sul foi ligado.

Será que a intervenção americana nos hermanos acontecerá o é apenas discurso para amedrontar os malucos chavistas?

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– Coréia do Norte e Estados Unidos só chantageiam ou estão falando sério?

Kim Jong-un diz que a Coréia do Norte está pronta para um ataque atômico às bases dos EUA, se sentir incômodo com os inimigos, pois já consegue minimizar o tamanho de ogivas nucleares para serem transportadas em mísseis balísticos. Donald Trump diz que os Estados Unidos revidarão com uma fúria nunca vista.

O mundo vive uma paranoia, é só teatro ou esses malucos estão falando sério?

Pobre Planeta Terra…

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– As Forças Armadas no RJ. De novo?

É lamentável o que está acontecendo no Rio de Janeiro. A criminalidade disparou e o cidadão de bem não consegue viver em paz. Aliás, não só no Rio de Janeiro, mas em muitos lugares do Brasil!

De novo, as Forças Armadas vão ajudar na Segurança Pública. Até quando irá esse vai e vem dos soldados?

Talvez o maior problema da origem da bandidagem seja: a falta de um povo educado – com Educação REAL, de boa qualidade! Ensinar bons valores ao povo desacreditado é o que poderá resolver.

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– Ninguém punido na confusão entre Vasco 0x1 Flamengo?

Por que a demora em se punir os envolvidos na briga de São Januário, no Vasco x Flamengo?

Até quando teremos vândalos e selvagens praticando violência nos estádios?

Aliás, qual o motivo do mundo do futebol permitir essas situações bizarras em pleno século XXI? 

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– A comemoração dos mísseis balísticos e a triste realidade da Coréia do Norte

Viram a bizarra comemoração dos norte-coreanos com o sucesso dos testes de mísseis intercontinentais? Foram os balísticos Hwasong-14, que poderiam atingir os EUA.

Crianças com bandeirinhas, generais aplaudindo e jovens pulando enlouquecidos!
Meu Deus… uma sociedade completamente presa numa bolha criada pela família de um ditador. E o pior: não conhecem o que existe no resto do mundo, somente a realidade artificial criada por Kim Jong-un.

Compartilho um documentário com imagens da Coréia do Norte, exibido pela TV de Portugal, que é assustador! Mostra a verdadeira faceta desse país fechado: um lugar de horrores, pobreza e ditadura absoluta.

Assista, e em especial, entre o minuto 12 e 13, para se ter uma ideia de como funciona a TV Estatal. Está em: https://www.youtube.com/watch?v=AyGqPLY8k54

 

 

– Solidariedade ou repugnância dos Refugiados em nosso país?

O Brasil tem recebido muitos imigrantes refugiados. Pela ordem são: venezuelanos, cubanos, angolanos, haitianos e sírios.

Mas o país está preparado para eles?

Não é questão de xenofobia ou de ser contra a ajuda (sou sempre a favor da solidariedade). O problema é: temos estrutura para mantê-los e inseri-los dignamente na nossa nação? Em especial, chamo a atenção para a Região Norte, com aqueles imensos contingentes de irmãos da Venezuela que fogem da miséria que se tornou o feudo chavista.

Com essa preocupação, surgem até mesmo Fake News como aquele idiota que diz uma grande mentira em vídeo sobre inúmeros navios que estariam trazendo 1.300.000 refugiados sírios ao Brasil. Que trouxa, babaca, xenófobo! Inventou uma lorota, viralizou na Web e quis aparecer nas redes sociais. Conseguiu notoriedade com essa suja brincadeira, chamando os coitados que perderam parte de suas vidas numa guerra na qual não queriam estar inseridos, de terroristas!

Assista esse vídeo em: https://www.youtube.com/watch?v=nVbDfLVnUJI

(ops: concordo em quase tudo desse material do link, menos na intervenção militar)

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– No Mundo ideal do Esporte…

Em um mundo ideal, quando um torcida de futebol errasse o caminho para o estádio, simplesmente se deslocaria por outras ruas para se encaminhar à praça esportiva, despreocupadamente.

Mas não é que alguns ônibus de torcidas ligadas ao Corinthians erraram o trajeto e se encontraram com torcedores do Coritiba “e o pau comeu”?

Sociedade civilizada? Claro que não! Homem que briga com outro homem por culpa de futebol é trouxa!

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