– O Mapa da Violência em Jundiaí

O Jornal de Jundiaí trouxe uma matéria sobre as principais ocorrências que envolvem a Segurança Pública em Jundiaí. E ao ver a figura (abaixo o mapa), temos uma noção exata de como se dividem os bairros e onde é mais violento ou não.

Extraído de: http://www.jj.com.br/noticias-49901-furtos-e-roubos-lideram-e-região-da-ponte-são-joão-é-a-que-tem-maior-número-de-casos

FURTOS E ROUBOS LIDERAM E REGIÃO DA PONTE SÃO JOÃO É A QUE TEM MAIOR NÚMERO DE CASOS

Por Niza Souza

Ocorrências de furtos e roubos são as principais registradas nos sete distritos policiais (DPs) de Jundiaí. Somente de janeiro a agosto deste ano, foram registrados 3.760 furtos, sendo 467 de veículos, e 1.451 roubos, 217 de veículos. Os números fazem parte das estatísticas da Secretaria de Segurança Pública de São Paulo (SSP). A maior parte das ocorrências está na região da Ponte São João.

Já o índice de homicídios na cidade está bem abaixo das médias nacional e estadual. No ano passado, foram registrados apenas 22 homicídios dolosos em Jundiaí, o que representa 5,5 para cada 100 mil habitantes. A taxa no Estado de São Paulo é de 12,2 homicídios para cada 100 mil habitantes e no Brasil, 28,9. Este ano, até agosto, foram 11 homicídios na cidade. Nas regiões abrangidas pelo 1º DP (Centro) e 7º DP (Chácara Urbana), não foi registrado nenhum crime de homicídio este ano.

Os delegados de polícia ouvidos pela reportagem do JJ Regional são unânimes em afirmar que, de modo geral, consideram a violência controlada em Jundiaí, principalmente pela baixa taxa de homicídios. Já a maioria dos furtos, crime que lidera as estatísticas, de acordo com as autoridades policiais, é de pequenos delitos, como furto de celular, carteira e bolsa.

O 3º DP, na Ponte São João, é o que mais registrou ocorrências este ano. Foram 1.376 até agosto. No ano passado inteiro, foram 2.214 ocorrências. Também é onde está a maioria das ocorrências de tráfico de drogas na cidade. Este ano, já foram 103.

Para o delegado Antonio Dota Júnior, titular do 3º DP, um dos motivos é a alta densidade populacional da região abrangida pelo distrito, que inclui bairros como Jardim São Camilo, Jardim Tamoio, Tarumã, Vila Nambi, Ivoturucaia, entre outros. Calcula-se uma população em torno de 120 mil habitantes. “Muitos casos de furtos são cometidos por usuários de drogas em situação de rua, que roubam pequenas coisas, e até fios e cabos, para sustentar o vício. Isso acaba aumentando as estatísticas”, analisa o delegado.

Dota Júnior destaca que, para combater esse tipo de delito, a Polícia Civil e a Guarda Municipal realizam, frequentemente, uma ação conjunta para cadastramento e monitoramento desses moradores em situação de rua. Segundo ele, esse trabalho tem ajudado a reduzir os índices criminais na região.

Outra ocorrência que chama a atenção no 3º DP é a lesão corporal dolosa. Foram 161 registradas neste ano, até agora, acima da média se comparada aos outros distritos da cidade. “Normalmente são casos de brigas e ameaças”, explica Dota Júnior.

Trânsito A segunda região com maior número de ocorrências registradas na cidade é a do 2º DP, no Parque da Represa, que abrange os bairros Vila Hortolândia, Engordadouro, Cecap, Morada das Vinhas, Vila Marlene, Jardim Sorocabana, Corrupira, Mato Dentro, Vista Alegre, entre outros. De janeiro até agosto, foram 1.151 ocorrências no distrito, a maioria, 634, de furtos (sendo 81 de veículos).

Segundo o delegado responsável, Orli de Morais, este ano as estatísticas foram incrementadas pelos furtos de hidrômetros. “Foram mais de 20 casos. Mas já identificamos e prendemos os autores desses crimes”, afirma.Por lá, além dos furtos, o dado que chama a atenção é o número de lesão corporal culposa por acidente de trânsito.

Foram 145 neste ano, acima da média das outras regiões da cidade. Conforme explica o delegado, a região abrange algumas rodovias, como o João Cereser e parte da Anhanguera, o que impacta na estatística de trânsito. Centro
Apesar de estar entre os distritos com menor número de ocorrências, 830 de janeiro a agosto, o 1º DP, no Centro, chama a atenção por registrar o maior número de furtos comparado às outras regiões da cidade. Foram 646, sendo 44 de veículos. O delegado Josias Guimarães pondera, entretanto, que a maioria dos casos é esclarecida ou autuada em flagrante.

“Isso ocorre por conta do perfil da região, que concentra muitos comércios e agências bancárias. Além dos furtos, também temos muitos casos de estelionato, justamente por conta dos bancos”, explica.

Por isso, ele alerta a população a sempre ficar atenta para não cair em golpes. “É incrível, mas ainda tem gente que cai em golpes conhecidos, como o do bilhete premiado. É preciso tomar muito cuidado, não deixar bens de valores à mostra. O ladrão procura facilidade. Se encontar, ele aproveita.”


 

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