– E a saudade de passear no parque com as crianças?

A 6a feira está de cores escuras, ora chovendo, ora abrindo o céu.

Em condições normais, a tarde de infinito horizonte azul num bonito dia sem quarentena permitia-nos passear nos belos parques de Jundiaí (como o Jardim Botânico Eloy Chaves, retratado nesta tarde). Não dá, e pelo andar do Coronavírus no Interior de São Paulo, vai demorar para ser possível.

É incompreensível que lugares fechados como shoppings estejam permitidos enquanto aos lugares abertos estejam proibidos. Enfim… que se esclareça que é por causa de uma questão comercial e não de contágio, a fim de não se iludir as pessoas, pensando que a situação amenizou.

Que possamos viver aqui a normalidade o quanto antes. Mas sejamos racionais: há de se ter paciência…

– O comércio ilegal de Plasma de curados por Covid-19.

Um dos tratamentos discutidos contra o Novo Coronavírus é o de “plasma imune”, onde supostamente pessoas curadas de Covid-19 estariam imunizadas e doariam seu sangue para que esse componente fosse usado em outras pessoas, por conta dos anticorpos.

Na Bolívia, nosso pobre vizinho, o tráfico de doações de sangue pode render entre R$ 2.500,00 a R$ 15.000,00. É mole?

Extraído de: https://brasil.elpais.com/internacional/2020-06-24/um-emprego-em-troca-de-uma-bolsa-de-plasma-sanguineo-na-bolivia.html

RECUPERADOS DA COVID-19 NA BOLÍVIA RECEBEM ATÉ OFERTA DE EMPREGO EM TROCA DE PLASMA SANGUÍNEO

Tráfico de doações de sangue como tratamento para a covid-19 prospera à margem da lei e reflete a desigualdade no acesso à saúde em um sistema hospitalar à beira do colapso

Por Fernando Molina

Na Bolívia, uma bolsa de 400 mililitros de plasma sanguíneo de uma pessoa recuperada de covid-19 pode ser trocada por um emprego, o pagamento de dívidas ou quantias em dinheiro que vão de cerca de 2.500 a mais de 15.000 reais. Esse tráfico é uma das consequências colaterais da aposta do Ministério da Saúde e da maioria dos hospitais bolivianos no plasma hiperimune, um componente do sangue de quem superou a doença e que, neste país, é considerado uma última esperança para os pacientes graves. A maioria das doações foi voluntária, mas as autoridades sanitárias reconhecem que houve “múltiplas violações” enquanto os incentivos para aqueles dispostos a doar o plasma se multiplicam: muitas empresas e negócios oferecem descontos ou presentes aos clientes que tiverem feito doações, e pelo menos duas universidades anunciaram que aceitarão alunos sem vestibular se comprovarem que foram doadores.

Vários países, inclusive o Brasil, estão fazendo pesquisas sobre o uso do plasma de pessoas convalescentes no combate do coronavírus. No procedimento, que já foi utilizado em outras epidemias, o plasma de um paciente curado é transferido para uma pessoa infectada. O objetivo é que os anticorpos presentes no plasma forneçam imunidade, ajudando na diminuição da infecção e da carga viral de pessoas com a doença. Porém, ainda não há estudos que demonstrem a eficiência desta terapia.

Na Bolívia, que registra nesta quarta-feira um total de 26.389 casos e 846 mortos, a pandemia gerou uma oportunidade para pessoas com recursos escassos que sobreviveram à enfermidade. Devido ao desespero das famílias dos doentes, há quem aceite em participar do negócio ilegal de venda de plasma, que prospera em meio ao colapso dos serviços sanitários e que pode ser sancionado com até oito anos da prisão. “O que distorceu a doação voluntária? O medo, transformado em pânico, de perder um familiar. Primeiro, as pessoas começam a pedir plasma nas redes sociais diante do primeiro diagnóstico, do primeiro resultado positivo, sem saber se seu familiar vai chegar à terapia ou se vai precisar ou não do plasma. Por via das dúvidas…”, conta o jornalista José Pomacusi, que cobre os efeitos da pandemia na cidade de Santa Cruz de la Sierra (no leste), a mais afetada pela covid-19 em todo o país. “Segundo, quem tem dinheiro ou uma empresa oferece um pagamento ou um emprego em troca do plasma. Há quem ofereça 500 dólares (2.576 reais) e quem chega a pagar até 3.000 (15.458 reais). Quem tem uma empresa oferece um emprego ao potencial doador, se vir que está desempregado”, afirma Pomacusi.

Em Santa Cruz e outras duas cidades, Trinidad e Cochabamba, os serviços médicos públicos e privados, em particular as UTIs, estão paralisados. Em La Paz, a sede de Governo, a situação é só um pouco melhor. A cada dia surgem relatos de pessoas que morrem logo depois de percorrerem vários hospitais sem encontrar um respirador que lhes permita suportar a infecção. “Não desejo a ninguém o que eu passei… Sei que tudo está paralisado, mas os médicos deveriam ser um pouco mais humanitários e tratar com paciência uma família que está com seu ser querido agonizando… Tenho uma raiva… Porque tudo que sai no noticiário é só para aparecer, porque não há os equipamentos necessários para salvar vidas. Tudo é uma mentira”, disse a filha de uma destas pessoas ao jornal El Deber.

A situação dos bancos de sangue, onde é feita a extração de plasma dos doadores, não é diferente. Em Santa Cruz só há uma máquina para aférese de plasma. Seus esforçados operadores conseguiram passar de 10 a 30 extrações por dia para responder à emergência, mas, mesmo assim, não dão conta da extraordinária demanda. Há semanas eles vêm solicitando a aquisição de mais duas máquinas, mas o Ministério da Saúde não lhes respondeu. Mesmo que a doação de plasma seja gratuita, quando o receptor não tem plano de saúde precisa pagar 3.200 bolivianos (2.400 reais) para acessar o banco de sangue. É um serviço público, mas a quantia é cobrada para repor os equipamentos e as substâncias usadas na extração. A soma ultrapassa em mais de 500 reais o salário mínimo nacional.

Não é a única dificuldade que os mais pobres devem enfrentar em busca de atendimento médico. Para que o plasma possa ser usado, é preciso que o doador prove que seus exames de covid-19 deram positivo, primeiro, e depois, que tenha o resultado negativo. Ou seja, que a pessoa efetivamente adoeceu e se curou. O problema está em que os serviços públicos não entregam um documento onde fique registrado que o resultado do exame foi positivo; isto só ocorre se o teste for feito em laboratórios privados. Esse empecilho burocrático complica a obtenção de doadores. Do outro lado, o beneficiário do plasma deve pagar de seu bolso o exame privado para verificar que o doador é negativo no momento da transfusão, já que os testes gratuitos oferecidos pelo Estado são escassos. Para isso, necessita de mais 1.000 bolivianos (750 reais).

Em suma, o tratamento com plasma só está à disposição dos bolivianos endinheirados, como também ocorre com os outros procedimentos contra a covid-19. Antes da pandemia, 60% dos leitos de UTI e 80% dos respiradores da Bolívia eram privados. Ainda não foram quantificadas eventuais mudanças no atual período.

Os hospitais privados cobram entre 500 e 1.500 dólares por dia de pacientes graves, sem contar a taxa pelo respirador. Um cidadão denunciou que teve que pagar 70.000 bolivianos (mais de 52.000 reais) por quatro dias de atendimento ao seu filho na clínica mais luxuosa de Santa Cruz. A maioria dos seguros privados não cobre os efeitos de uma pandemia, então apareceu um especial que custa cerca de 800 reais por ano. Ao mesmo tempo, os planos de saúde mistos, que são propriedade do Estado, das entidades patronais e sindicatos, e que no país são chamados de “caixas de saúde”, só autoriza a internação de pacientes que estejam com as mensalidades em dia.

Paciente recuperado doa plasma em um centro de saúde em La Paz, Bolívia, em 10 de junho.

Paciente recuperado doa plasma em um centro de saúde em La Paz, Bolívia, em 10 de junho.AIZAR RALDES / AFP

– Você divulgaria os testes dos jogadores de futebol?

Eu, não!

Leio muita gente pedindo para que se divulguem os resultados dos jogadores que apontaram Covid-19 dos clubes grandes. Querem NOMES!

Pra quê?

A quem interessa se Cássio no Corinthians, Anthony no São Paulo, Luxemburgo no Palmeiras ou Sanchez no Santos foram contaminados, caso tivessem sido infectados? Só a eles e a seus familiares. São exames médicos! Se eles querem revelar o que acusou, é problema deles

Nestes tempos em que até causa de preconceito e discriminação os portadores do Novo Coronavírus sofrem (imagine só que absurdo), expor algo da vida privada é errado. Estão corretos os clubes em se divulgar apenas a quantidade de contaminados, e não quem são eles.

– A questão é: e se todos os brasileiros pudessem fazer o teste para Covid-19? O que mudaria?

Uma utopia, sabendo como funciona o país, mas… e se todos os brasileiros fizessem o teste para Covid-19, o que aconteceria?

Certamente, teríamos muita gente PODENDO DISPENSAR AS MÁSCARAS, pois estariam imunizados e não contagiaram mais ninguém. A estas, a volta ao trabalho, aos lazeres e outras atividades estaria PLENAMENTE liberada.

Saber-se-ia quem precisaria realmente estar em resguardo, permitindo que famílias soubessem quem deveriam temporariamente evitar o contato físico, e, o mais importante, aqueles que deveriam ser encaminhadas a um posto médico.

Por fim, o mundo seria “um pouco menos anormal”, menos mortes aconteceriam e a economia estaria melhor. Resta saber: tem-se dinheiro e estrutura para testar todo mundo?

Fica à livre discussão…

Testes rápidos para coronavírus: o que fazer na farmácia - Clinicarx

– Por quê o Covid-19 tem sido tão persistente no Brasil?

Mais de 1 milhão de infectados e 50.000 mortos (no período aproximado de 3 meses) pelo Novo Coronavírus. Virou rotina (e caiu a indignação) o número acima de 1000 mortos diários.

Ao invés do ritmo desacelerar, as mortes assustam e crescem assustadoramente no Interior, depois de se “fixarem na capital”.

De quem é a culpa?

  1. Do Governo Federal subestimar a agressividade da pandemia?
  2. Da incompetência das autoridades públicas estaduais e municipais?
  3. Do desleixo da população?
  4. Do Brasil em geral, por ter sido ingênuo em acreditar que “no calor o vírus não se propagaria”, que era “apenas uma gripezinha” e de desincentivar os cuidados mais rigorosos?

Como o Brasil foi um epicentro tardio, dava para ter aprendido com o Exterior, especialmente com quem sofreu antes. 

Que Deus nos ajude, pois nossos políticos não cuidam de nós.

– E a indústria do Entretenimento em meio a Pandemia?

Claro que o sacrifício é, em tese, de todos durante a crise do Novo Coronavírus. Uns mais, outros menos. Mas repare: e o Teatro, o Cinema e os Espetáculos? Fazer live de algumas coisas não dá. Quem banca o salário do atendente e/ou pipoqueiro?

Mas aí saia das grandes redes e pense no autônomo: e o casal que vive de música em casamentos / shows em festejos e outros? E aquela pequeno empreendimento de chácara de aluguel para eventos? E a dona do Buffet, os garçons e demais membros envolvidos?

Perguntar não ofende: que ajuda as autoridades dão a esse pessoal profissional, do grande ao pequeno, que vive exclusivamente desse ramo?

– O descontrole da Pandemia em Jundiaí

Somente ontem, 9 mortes por Covid-19 em Jundiaí e 250 novos casos. Nossa cidade, como muitas outras do Interior, relaxaram no comportamento e na prevenção e começam a pagar um preço muito caro.

É lógico que o equilíbrio entre isolamento social x economia e trabalho é uma utopia, nunca se chegará em consenso. Mas algumas coisas evitáveis, como aglomerações, festas e reuniões sem prevenção ajudariam demais para conter o contágio. Também é sabido que tanto tempo falando sobre o Novo Coronavírus e esperando a pandemia passar deixaram as pessoas cansadas e impacientes (afinal, há quanto tempo se vive esse martírio)?

A questão é: tenhamos paciência, sejamos prudentes, saiamos o mínimo possível e façamos a prevenção adequada. O momento é crítico e deve-se alarmar as pessoas desse perigo. Aqui, aproveito e toco num tema sensível: embora eu respeite quem faça isso, me desagrada postagens do tipo: “Viva, já curamos tantas pessoas” e coloca o número em grande destaquem disfarçando os óbitos e casos confirmados. Tal manipulação de palavras serve como esperança para quem está enfermo, mas acaba fazendo com que o menos esclarecido não dê importância à doença, parecendo que ela se cura com facilidade.

Não adianta dizer que é estratégia para não provocar pânico, pois o momento exige que as pessoas sejam alertadas, mostrando a realidade, e não minimizando pela forma de se expor os números.

– Gripe Espanhola 1918 versus COVID-19 em 2020

Vale estudar o passado para entender o presente!

Sobre as pandemias separada por mais de um século,

em: https://youtu.be/zpaYPIVLReQ

– O ineditismo de uma pandemia em meio a globalização!

Nas festas de final de ano 2019, quem imaginou que 2020 seria um ano tão travado? Aliás, o “ano novo” não começou mesmo, e, pelo jeito, não começará de verdade do jeito que gostaríamos já que estamos em meados de junho.

Quantas pessoas você conhece que passaram por uma pandemia e se recordam como ela foi? As mais idosas vivas (centenárias) eram crianças quando ocorreu a última, a da Gripe Espanhola, que durou de 1918 a 1920 (portanto, há 100 anos).

Repare nesses números: crê-se que a Influenza tenha atingido meio bilhão de pessoas, com 50 milhões de mortos. Mas considere:

– O mundo estava saindo da Primeira Guerra Mundial, então as economias pegaram o efeito da pandemia já cambaleadas;

– A Globalização era algo muito ínfimo. De tal forma, a doença “não viajava” como ela faz hoje, se concentrando nos centros mais populosos próximos de onde ela ganhava corpo.

– A desinformação era diferente da falta de informação. Explico: hoje, morre-se menos porquê temos mais informação de boa qualidade e as pessoas sabem corretamente como se precaver (caso pesquisem). Naquele tempo, não tínhamos “informação via satélite” e nem sonhávamos com a Internet e por esse motivo, a falta de cuidado e de alertas era maior. Boatos, como os de hoje, existiam também (na versão de Fake News daquele período de época). Porém, pela falta de recursos tecnológicos, era mais difícil desmentir. Hoje, temos informação de boa qualidade duelando contra as mentiras. Naquela época, a pouca informação lutava contra a desinformação (a informação errada, mas não proposital) e a boataria (nossas Fakes News de hoje).

– A Medicina, evidentemente, é muito mais avançada hoje do que há 100 anos – não só pelas drogas descobertas mas também pelo intercâmbio de médicos e troca de pesquisas em tempo real.

Diante de tudo isso, vemos uma questão político e social que nos traz medo e incertezas, com empresas quebrando e simultaneamente ocorrendo revoltas de lados ambíguos da população (contra ou não o isolamento).

O problema do capital de giro e prejuízos do Mercado nunca vai se equilibrar com o dano das mortes. Não existe “preço pela vida”, mas deveria se existir o bom senso de otimizar e se programar para a pausa das atividades. Diante desse impasse (ou melhor, dessa imprudência das autoridades), ninguém conseguiu resolver a contento.

Todos os setores hoje são atingidos. Talvez depois da Segunda Guerra Mundial, tenha sido a primeira catástrofe global que vivemos. Se ela não for, certamente é na questão de acompanhamento e debates on-line.

Por curiosidade: a APEA, que era a “Federação Paulista de Futebol de então”, anunciou a suspensão do Campeonato Paulista de 1918 devido à epidemia de Gripe Espanhola citada anteriormente (e que matou 35 mil brasileiros). Os jogos foram retomados no fim do ano, e o campeonato foi concluído no início de 1919, com o Paulistano-SP campeão. E importante: o presidente Rodrigues Alves foi uma das vítimas.

Se o Brasil parou por quase 1 ano há 102 anos, tendo 35 mil mortos totalizados e com as condições precárias de saneamento básico e saúde da 2ª década do século XX, compare com o número de vítimas atuais em nosso país.

É lógico que temos culpados por tudo isso: o descuidado em impedir a entrada do vírus no país (quando houve as notícias dos primeiros casos da Itália, a Argentina fechou imediatamente a entrada de italianos e voos procedentes de lá). Nosso Presidente da República pouco ajudou nos exemplos de prevenção e debochou por diversas vezes da pandemia (sem contar que não evitou aglomerações); em contrapartida, os Governadores não se esforçaram em tomar cuidado com a compra de respiradores ou na montagem de Hospitais de Campanha a preços honestos, permitindo (consciente ou não) a corrupção. Por último, ninguém preparou as empresas para dias de fechamento: fizeram as pessoas ficarem em casa antes do pico e as liberaram durante esse período mais crítico (deveria ser exatamente o contrário). Fizemos tudo errado (mesmo tendo outras nações que começaram antes com o Novo Coronavírus e que poderiam ter servido de modelo para nós).

Contra o Covid, precisamos sem dúvida de Ciência, de boa Gestão da Saúde Pública, de Cidadania, de Solidariedade e para não enlouquecermos.

Repare nos conselhos contra a Pandemia da Gripe Espanhola há 100 anos:

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Por último, acrescente algumas notícias dos jornais da época:

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Images extraídas da Web, autoria desconhecida.

– Com muito planejamento e protocolos, dependendo do lugar, é possível recomeçar: o caso Red Bull Bragantino.

Sou totalmente contra a volta dos campeonatos de futebol no país enquanto a pandemia continuar. Lógico, sabedor que um dia a vida há de recomeçar (e tem que voltar à normalidade). Vai demorar…

No Rio de Janeiro, onde está um caos, a desordem é completa (leia aqui sobre as considerações de lá: https://wp.me/p4RTuC-q4B).

Entretanto, se os torneios estaduais e nacionais ficam comprometidos por enquanto devido aos grandes centros estarem com a proximidade do pico, é sabido que as diferenças de cada cidade são grandes. No estado de São Paulo, vide a Capital e o Litoral, com milhares de casos, além de outras cidades populosas do Interior começando a perder o controle. Mas Bragança Paulista, terra do Red Bull Bragantino, não tem a mesma aglomeração urbana que as citadas (assim como Novo Horizonte, Araraquara e outras cidades-sedes de times da Série A1), facilitada pela área rural que ajuda a dispersar contingentes numerosos. A quantidade de infectados e óbitos é bem menor (claro que cada falecido não tem preço mensurável, a dor da saudade é indiscritível para quem perde), e os protocolos de reabertura também já haviam sido discutidos anteriormente (quando ocorreram as barreiras sanitárias).

Neste cenário menos ruim, o Massa Bruta (confesso não saber se é válido o apelido atualmente ou se devo escrever Toro Loko devido à fusão das equipes, não há problema algum para mim essa questão, o que vale é a gestão profissional) voltou aos treinos. E, na semana passada, em suas mídias, divulgou que:

O Red Bull Bragantino vem informar que, como parte do protocolo de volta aos treinos, realizou os testes de detecção da Covid-19 em 75 pessoas, contando jogadores, comissão técnica, staff e funcionários do centro de treinamento utilizado pela equipe profissional.

Foram feitos os exames de PCR (cotonete) e sorologia (sangue), e os resultados foram os seguintes:

– 70 negativos
– 3 negativos para Covid na fase ativa, mas com imunização nos exames. Ou seja, já tiveram contato com o vírus
– 2 resultados positivos

Os dois resultados positivos não apresentam sintomas da doença, mas estão cumprindo o período de isolamento e todos os cuidados passados pelo departamento médico para voltarem à rotina.

Taí a importância do acompanhamento da saúde de todos. É ótimo que os clubes façam isso (mesmo sabendo que poucos têm condição financeira para bancar sozinhos). Embora existam queixas de que o “combinado com a FPF e os clubes era de voltar todos juntos”, parece-me que isso existia entre o Trio de Ferro e o Santos, não abrangendo os demais, permitindo a volta dos trabalhos de algumas equipes (autorizada pelas autoridades municipais / sanitárias / médicas, como nesse caso).

Creio que quem conseguir voltar antes, poderá fazer diferença no Campeonato Paulista (se prosseguir dentro de campo), já que o condicionamento físico é um fator preponderante hoje.

Red Bull Bragantino volta aos treinos após testar jogadores

Foto: Bragança em Pauta (Jornal Bragança Em Pauta).

– O Covid-19 se sentiu à vontade ontem…

Importante observar: independente da ideologia política de cada um, das motivações que levam as pessoas para participarem de uma manifestação, o descuido de todos foi algo a se condenar no último domingo!

Respeitando cada boa intenção dos grupos (não julgarei aqui), a pandemia está aí nas nossas portas, os cuidados devem ser seguidos e, logicamente, o grande inimigo no momento é o contágio assustador do Novo Coronavírus, que está vitimando inocentes todos os dias.

Imagine o sentimento das pessoas, em quarentena e desejosas de liberdade, vendo tais atos?

Sem fanatismo político e usando de serenidade: vamos nos prevenir! É isso que o Brasil pede agora. Quanto antes vencermos a enfermidade, antes voltaremos à normalidade.

Obs: perceba que estou falando de prevenção, não estou defendendo nenhum lado das ruas.

– Eu não acredito em informações de ditaduras. E você?

Sou muito cético quando ouço teorias das conspirações. Aliás, elas existem aos milhares (ou milhões).

Não podemos ser ingênuos também em crer nas informações de ditaduras, nem nos auto-sabotarmos de que tudo é mentira. Porém, tenho muita descrença quando notícias e dados surgem por voz oficial de algumas nações como Venezuela, Cuba, Coreia do Norte e China (temo, logicamente, pela suposta tentativa de maquiagem de números do Brasil, visto o que está acontecendo nos dados sobre mortos do Covid-19).

Leio a matéria do parecer da China para a OMS, sobre suas atitudes urgentes no combate ao Novo Coronavírus. Será que são reais? Não teriam as autoridades do PC Chinês revelado o que sabiam somente quando perderam o controle da enfermidade? 

Leia e conclua, extraído de: https://noticias.uol.com.br/saude/ultimas-noticias/redacao/2020/06/07/china-diz-que-agiu-com-rapidez-e-transparencia-em-relacao-ao-coronavirus.htm

CHINA DIZ QUE AGIU COM RAPIDEZ E TRANSPARÊNCIA NA EPIDEMIA

Autoridades chinesas divulgaram um longo relatório hoje sobre a resposta do país à pandemia do novo coronavírus, defendendo as ações de seu governo e dizendo que a China forneceu informações de maneira oportuna e transparente.

O relatório diz que a China “não perdeu tempo” em compartilhar informações como a sequência do genoma do novo vírus com a Organização Mundial da Saúde (OMS), bem como com os países e organizações regionais relevantes.

Uma investigação da Associated Press descobriu que os laboratórios do governo estavam segurando o mapa genético do vírus por mais de uma semana em janeiro, atrasando sua identificação em um outro país e o compartilhamento de informações necessárias para desenvolver testes, medicamentos e uma vacina.

O presidente da Comissão Nacional de Saúde, Ma Xiaowei, não abordou as descobertas específicas no relatório da AP, mas disse que este alegado atraso “contraria seriamente os fatos”.

Ele acrescentou que havia muitas incógnitas na fase inicial do surto e que levou tempo para reunir evidências e descobrir as características do novo vírus.

“O governo chinês não atrasou ou encobriu nada”, disse ele. “Em vez disso, relatamos imediatamente dados de vírus e informações relevantes sobre a epidemia à comunidade internacional e fizemos uma importante contribuição para a prevenção e controle da epidemia em todo o mundo.”

Ele assinalou uma série de ações do governo a partir de uma linha do tempo detalhada no relatório do governo. A linha do tempo diz que a China começou a atualizar a OMS regularmente em 3 de janeiro e que o chefe do Centro de Controle e Prevenção de Doenças da China informou o chefe do CDC dos EUA em 4 de janeiro.

As autoridades americanas criticaram a resposta precoce da China, aumentando a deterioração das relações entre Estados Unidos e China sobre comércio e tecnologia e protestos pró-democracia em Hong Kong.

Questionado sobre como a China iria reparar suas relações com o resto do mundo, o vice-ministro das Relações Exteriores Ma Zhaoxu disse que a cooperação sobre a pandemia melhorou os laços com a maioria dos outros países.

Sem nomear os Estados Unidos, ele disse: “Certos países vão contra a maré da história. Para disfarçar sua resposta inadequada à covid-19, eles insanamente mancharam e caluniaram a China. Em resposta a essa prática de bode expiatório, a China certamente reagirá.”

O relatório, que tem 66 páginas na versão em inglês, elogiou o sucesso da China em reduzir o aumento diário de novos casos para dígitos únicos em cerca de dois meses e a “vitória decisiva” na batalha para defender a província de Hubei e sua capital, Wuhan, em cerca de três meses.

Wuhan, onde os primeiros casos do vírus foram detectados no final do ano passado, foi a parte mais atingida pela China no surto. A cidade e logo depois grande parte da província de Hubei foram bloqueadas por cerca de dois meses e meio para impedir a propagação do vírus para o resto do país.

O relatório creditou ao líder chinês Xi Jinping a decisão de 22 de janeiro de interromper Wuhan cortando as ligações de transporte e proibindo as pessoas de sair ou entrar na cidade.

Documento da OMS diz que China atrasou liberação de informações ...

– Quando a Rede Vira um Vício.

Parabenizo a responsável e oportuna matéria da Revista Veja, publicada dias atrás (citação abaixo), sobre o grande mal do “vício da Internet“. Há pessoas que não tem a clara noção da dependência dessa ferramenta. Compartilho abaixo:

Extraído de: http://veja.abril.com.br/240310/quando-rede-vira-vicio-p-110.shtml

QUANDO A REDE VIRA UM VÍCIO

por Sílvia Rogar e João Figueiredo

É difícil perceber o momento em que alguém deixa de fazer uso saudável e produtivo da internet para estabelecer com ela uma relação de dependência — como já se vê em parcela preocupante dos jovens.

“O mundo paralelo é melhor”
“Com 14 anos, ganhei meu primeiro computador e fui, pouco a pouco, me tornando dependente dele, sem me dar conta da gravidade disso. Há seis meses, desde que concluí a escola e fiquei ociosa, ainda sem saber qual faculdade seguir, passo em média oito horas por dia navegando — e sempre me parece insuficiente. Na internet me refugio da timidez. Tenho um blog e frequento as redes sociais, onde já conto com 300 amigos e arranjei até namorado. Só me sobrou uma amiga dos tempos pré-internet, e as refeições eu faço apenas em frente à tela. Vivo num mundo tão à parte que, confesso, saio à rua e acho tudo estranho. Sou uma pessoa improdutiva, e o mais assombroso é que tenho total consciência disso. Ainda não procurei tratamento, mas talvez seja o caso.”
Marilia Dalabeneta, 18 anos

Com o título “Preciso de ajuda”, Carolina G. fez um desabafo aos integrantes da comunidade Viciados em Internet Anônimos, a que pertence no Orkut: “Estou muito dependente da web. Não consigo mais viver normalmente. Isso é muito sério”. Logo obteve resposta de um colega de rede. “Estou na mesma situação. Hoje, praticamente vivo em frente ao computador. Preciso de ajuda.” O diálogo dá a dimensão do tormento provocado pela dependência da internet, um mal que começa a ganhar relevo estatístico, à medida que o uso da própria rede se dissemina. Segundo pesquisas recém-conduzidas pelo Centro de Recuperação para Dependência de Internet, nos Estados Unidos, a parcela de viciados representa, nos vários países estudados, de 5% (como no Brasil) a 10% dos que usam a web — com concentração na faixa dos 15 aos 29 anos. Os estragos são enormes. Como ocorre com um viciado em álcool ou em drogas, o doente desenvolve uma tolerância que, nesse caso, o faz ficar on-line por uma eternidade sem se dar conta do exagero. Ele também sofre de constantes crises de abstinência quando está desconectado, e seu desempenho nas tarefas de natureza intelectual despenca. Diante da tela do computador, vive, aí sim, momentos de rara euforia. Conclui a psicóloga americana Kimberly Young, à frente das atuais pesquisas: “O viciado em internet vai, aos poucos, perdendo os elos com o mundo real até desembocar num universo paralelo — e completamente virtual”.

Não é fácil detectar o momento em que alguém deixa de fazer uso saudável e produtivo da rede para estabelecer com ela uma relação doentia, como a que se revela nas histórias relatadas ao longo desta reportagem. Em todos os casos, a internet era apenas “útil” ou “divertida” e foi ganhando um espaço central, a ponto de a vida longe da rede ser descrita agora como sem sentido. Mudança tão drástica se deu sem que os pais atentassem para a gravidade do que ocorria. “Como a internet faz parte do dia a dia dos adolescentes e o isolamento é um comportamento típico dessa fase da vida, a família raramente detecta o problema antes de ele ter fugido ao controle”, diz o psiquiatra Daniel Spritzer, do Grupo de Estudos sobre Adições Tecnológicas, sediado no Rio Grande do Sul. A ciência, por sua vez, já tem bem mapeados os primeiros sintomas da doença. De saída, o tempo na internet aumenta — até culminar, pasme-se, numa rotina de catorze horas diárias, de acordo com o estudo americano. As situações vividas na rede passam, então, a habitar mais e mais as conversas. É típico o aparecimento de olheiras profundas e ainda um ganho de peso relevante, resultado da frequente troca de refeições por sanduíches — que prescindem de talheres e liberam uma das mãos para o teclado. Gradativamente, a vida social vai se extinguindo. Alerta a psicóloga Ceres Araujo: “Se a pessoa começa a ter mais amigos na rede do que fora dela, é um sinal claro de que as coisas não vão bem”.

Os jovens são, de longe, os mais propensos a extrapolar o uso da internet. Há uma razão estatística para isso — eles respondem por até 90% dos que navegam na rede, a maior fatia —, mas pesa também uma explicação de fundo mais psicológico, à qual uma recente pesquisa da Universidade Stanford, nos Estados Unidos, lança luz. Algo como 10% dos entrevistados (viciados ou não) chegam a atribuir à internet uma maneira de “aliviar os sentimentos negativos”, tão típicos de uma etapa em que afloram tantas angústias e conflitos. Na rede, os adolescentes sentem-se ainda mais à vontade para expor suas ideias. Diz o psiquiatra Rafael Karam: “Num momento em que a própria personalidade está por se definir, a internet proporciona um ambiente favorável para que eles se expressem livremente”. No perfil daquela minoria que, mais tarde, resvala no vício se vê, em geral, uma combinação de baixa autoestima com intolerância à frustração. Cerca de 50% deles, inclusive, sofrem de depressão, fobia social ou algum transtorno de ansiedade. É nesse cenário que os múltiplos usos da rede ganham um valor distorcido. Entre os que já têm o vício, a maior adoração é pelas redes de relacionamento e pelos jogos on-line, sobretudo por aqueles em que não existe noção de começo, meio ou fim. “Hoje eu me identifico mais com Furyoangel, meu apelido na web, do que com meu próprio nome”, reconhece Marcelo Mello, 29 anos, ex-estudante de direito e gerente de uma lan house no Rio de Janeiro.

Desde 1996, quando se consolidou o primeiro estudo de relevo sobre o tema, nos Estados Unidos, a dependência da internet é reconhecida — e tratada — como uma doença. Surgiram grupos especializados por toda parte, inclusive no Brasil, como o da Santa Casa de Misericórdia, no Rio de Janeiro, e o do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas, na Universidade de São Paulo. “Muita gente que procura ajuda aqui ainda resiste à ideia de que essa é uma doença”, conta o psicólogo Cristiano Nabuco de Abreu. O prognóstico é bom: em dezoito semanas de sessões individuais e em grupo, 80% voltam a níveis aceitáveis de uso da internet. Não seria factível, tampouco desejável, que se mantivessem totalmente distantes dela, como se espera, por exemplo, de um alcoólatra em relação à bebida. Com a rede, afinal, descortina-se uma nova dimensão de acesso às informações, à produção de conhecimento e ao próprio lazer, dos quais, em sociedades modernas, não faz sentido se privar. Toda a questão gira em torno da dose ideal, sobre a qual já existe um consenso acerca do razoável: até duas horas diárias, no caso de crianças e adolescentes. Quanto antes a ideia do limite for sedimentada, melhor. “Os pais não devem temer o computador, mas, sim, orientar os filhos sobre como usá-lo de forma útil e saudável”, avalia a psicóloga Ceres Araujo. Desse modo, reduz-se drasticamente a possibilidade de que, no futuro, eles enfrentem o drama vivido hoje pelos jovens viciados.

Qual a relação entre vício em internet e transtornos do sono? - PEBMED

Imagem extraída da Web, autoria desconhecida.

– A falta de lógica na liberação do Campeonato Carioca. Série A imune e a B não? Qual o critério?

Wilson Witzel, governador do RJ, liberou a volta do futebol no Rio de Janeiro (sem público, após a péssima repercussão da fala do prefeito carioca Marcelo Crivella – anteriormente desejando com 50% de torcedores presentes e posteriormente mudando de fala para 30%).

Com a alta dos casos de Covid-19 no RJ e estando no pico (ou chegando nele), parece uma medida completamente sem sentido. Lamento. Poderia-se esperar mais um pouco, já que se existe um “momento exato” na pandemia de se fazer resguardo, seria justamente agora.

Entretanto, para maior surpresa, a FERJ proibiu em comunicado a volta dos trabalhos dos clubes de futebol de todos as categorias e divisões, EXCETO DA SÉRIE A!

Deu para entender? Eu não entendi. Compare com o Paulistão: na lógica, Palmeiras, Novorizontino ou Santo André estão mais imunes da contaminação do que Francana, Paulista ou Juventus?

Qual o estudo? Se for geográfico, é incoerente. Se financeiro, idem. Totalmente incompreensível…

Pobre futebol brasileiro, vítima novamente da despreparada cartolagem. A motivação seria o dinheiro, exclusivamente?

Aliás, teremos a mesma divisão sobre os árbitros? Juiz e bandeira da série A trabalham, da série B não? 

– Depressão? Peça ajuda à Nossa Senhora da Santa Cabeça!

Conhece a devoção mariana à Santa Cabeça?

Sua oração se baseia no equilíbrio da mente, na lucidez e sabedoria do pensamento, além da proteção de outras situações da cabeça. Em especial, é invocada contra a depressão e pânico.

Compartilho abaixo e sugiro: reze com fervor tal bela prece, abaixo:

ORAÇÃO PARA NOSSA SENHORA NA DEVOÇÃO DE SUA “SANTA CABEÇA”

Eis-me aqui, diante da vossa imagem,
ó mãe do céu e Senhora Nossa!

Alcançai-me a graça de manter meu pensamento
sempre voltado para o divino Pai eterno,
o seu filho Jesus Cristo e o Espírito Santo.

Alcançai-me a graça da lucidez;
a inteligência para compreender a vontade de Deus;
a sabedoria para escolher o bem e evitar o mal,
amar a verdade e detestar a mentira.

Orientai meus pensamentos
para o que é reto e justo,
e para que jamais eu me desvie
do caminho de Deus.

Concedei-me a saúde dos olhos,
dos ouvidos, do olfato e da boca.
Livrai-me das dores de cabeça,
enxaquecas, esquecimentos,
e doenças mentais.

Não permitais que minha cabeça
seja atormentada por tentações
e maus pensamentos.

Senhora de Santa Cabeça, humildemente vos peço…
(apresente a graça que deseja alcançar)
Isso vos peço pelos merecimentos
do vosso divino filho, Jesus Cristo, Senhor Nosso.

Nossa Senhora de Santa Cabeça,
Rogai por nós que recorremos a vós.
Amém!

(Com aprovação eclesiástica)

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– Dia Mundial de Luta contra o Tabaco

Diga algum benefício trazido pelo cigarro?

Achou algum?

Então, aproveite que hoje é dia mundial de luta contra o tabaco e pare de fumar.

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– O Fim do Polichinelo

No meu tempo, aulas de Educação Física eram em uma quadra de concreto, e se resumiam a futebol e corridas. Não obrigatórias, eram apenas protocolares. Mas veja que legal: a Revista Isto É traz uma matéria de colégios que incrementaram rúgbi, hóquei, esgrima e escaladas nesta disciplina!

Extraído de: http://www.istoe.com.br/reportagens/55226_O+FIM+DO+POLICHINELO?pathImagens=&path=&actualArea=internalPage

O FIM DO POLICHINELO

por Verônica Mambrini

Ao incluir novos esportes como hóquei, escalada e esgrima, as aulas de educação física se renovam e despertam a curiosidade dos alunos.

Eles são pequenos, mas destemidos. Pouco a pouco, vão vencendo o paredão de escalada e deixando o chão para baixo. Ascendem pelas paredes, redes, pulam os obstáculos da corrida e navegam com carta de orientação pela escola para cumprir um roteiro de aventura. Essa cena, há alguns anos, poderia ser considerada “arte” e render uma visita à diretoria. Hoje, é a descrição das aulas de educação física do Colégio Santa Amália, em São Paulo. “Foi um pouco difícil no começo, agora estou fazendo bem. Gosto de esportes de quadra, mas escalada é mais emocionante”, diz Lucas Matsuo Liberal, 10 anos. “Você pensa onde vai pegar, por onde vai passar”, elabora o garoto, que agora se divide entre os esportes verticais e o futebol. As aulas de educação física mudaram muito nos últimos anos. Os maçantes polichinelos são coisa de um passado longínquo. Entre os motivos, estão os benefícios motores e cognitivos de lidar com a variedade e com professores mais especializados. “Trabalho a questão dos desafios, da autoconfiança, da ajuda de um companheiro com os outros. Eles sempre pedem mais, dão ideias”, diz o professor de escalada Luiz Henrique Fleck, pós-graduando em esportes de aventura pelas Faculdades Metropolitanas Unidas.

Mesmo os esportes de quadra tradicionais, como futebol, handebol, basquete e vôlei, hoje disputam espaço com modalidades mais alternativas. No Colégio Estadual Senador Alencar Guimarães, em Curitiba, a rotina foi quebrada com as aulas de hóquei in line. O esporte popular nos Estados Unidos e Canadá foi trazido há três anos para a escola por meio de um patrocínio particular, da CBLTech. A empresa de recuperação de dados queria patrocinar um time e buscou uma escola que tivesse uma quadra adequada para sediar a equipe. “Para eles é uma novidade muito grande, isso incentiva a disciplina. O fato de ser um esporte de contato, de outro país, é estimulante”, afirma a professora Thais Sachs. “Todos os meninos que entraram no treinamento melhoraram suas notas.” No boca a boca, o interesse pelo hóquei cresceu e o time ganhou uma torcida formada por vizinhos e amigos. Outro benefício colateral da renovação da educação física é a divulgação de outras modalidades no país do futebol. No Colégio Magno, além de especialidades mais lúdicas, como artes circenses ou danças, há esportes como a esgrima. Lucas Macedo, 17 anos, começou despretensiosamente. Ele entrou por curiosidade. “Gostava de futebol, mas perdi o interesse e descobri a esgrima.

Aí comecei a competir pelo Clube Pinheiros e ter resultados”, diz o adolescente, que concilia as rotinas de quatro horas de treino por dia com escola e cursinho. Macedo virou medalhista: conquistou títulos nos campeonatos Brasileiro, Sul- Americano e Pan-Americano de Esgrima. “Não fazia ideia de que iria viajar pelo mundo”, diz Macedo, que está em Israel, para disputar a Copa da Paz. O professor de esgrima da escola, Marcos de Faria Cardoso, tem alunos desde os 6 anos de idade. “Para os menores a aula é bem lúdica, adaptada”, afirma. A esgrima desenvolve força, autoestima e a agilidade na tomada de decisões. “Trabalha características que não existem nos outros esportes. A parte tática, por exemplo, é bastante complexa”, diz Cardoso. A variedade de esportes disponíveis no colégio rendeu medalhas em jiu-jítsu (de Rafael Ozi, 15 anos, em campeonatos internacionais), triatlo (Felipe Tricate, 16 anos, venceu o Troféu Brasil), e escalada (Rafael Takahace, 14 anos, foi campeão paulista em 2009 e vai participar do Campeonato Mundial de Escalada Esportiva, em Edimburgo, na Escócia). A boa notícia é que a tendência abarca também as escolas da rede pública.

No Estado de São Paulo, as aulas de educação física ganharam modalidades como beisebol, rúgbi (leia quadro), badminton (espécie de peteca com raquete), frisbee (jogo em que um disco plástico é arremessado entre pessoas) e tchoukball (modalidade semelhante à queimada), desde 2008. Com regras e equipamentos bastante desconhecidos do público brasileiro, o Estado elaborou apostilas para alunos e professores. “A proposta hoje é pensar na educação física como uma disciplina que dissemina conhecimentos sobre a cultura de movimento. Isso inclui jogos, esportes, dança, ginástica, luta”, diz Sérgio Roberto Silveira, da equipe técnica de educação física da Secretaria de Educação do Estado de São Paulo. “O objetivo é oferecer a experiência do maior número de modalidades possível para os alunos terem repertório para praticar, apreciar.” São com estímulos e brincadeiras diferentes que as crianças e os adolescentes, efetivamente, aprendem. 

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– O que explica os baixos índices de Coronavírus na Índia?

A Índia tem, em números aproximados:
1,3 bi de habitantes, 149 mil casos de Covid e 4.300 mortos.

O Brasil tem, também em números próximos:
210 mi de habitantes, 294 mil casos de Covid e 24.600 mortos.

Qual o segredo?

Nas palavras do cônsul geral honorário da Índia no Rio de Janeiro, Leonardo Ananda:

A alimentação diferente (com muita imunidade), muitos hospitais sobre trilhos, lockdown, população rural grande (afastada da cidade, apesar dos centros urbanos povoadíssimos), cloroquina na prevenção e muitos outros fatores, como, por exemplo, a Índia ser a ‘farmácia do mundo’ e produzir respiradores e EPIs internamente (…) além das práticas milenares como Yoga e medicina helvética”.

O vídeo da fala em: https://www.youtube.com/watch?v=sJj3xNhWZNs

Porém, tudo isso traz ainda muito dúvida (em especial à exatidão dos números). Segundo a BBC (https://www.bbc.com/portuguese/internacional-52454928):

“Muitos profissionais de saúde pública dizem que as medidas rígidas de isolamento social decretadas pelo governo, que duraram mais de um mês, poderiam ter mantido infecções e mortes sob controle. A revista científica Lancet diz que “o bloqueio já está tendo o efeito desejado de achatar a curva epidêmica”.

Outros acreditam que a população predominantemente jovem da Índia está ajudando a manter baixas as mortes — os idosos têm um risco elevado de morte pela infecção. Outros citam a possibilidade da presença de uma cepa menos virulenta do vírus na Índia, e a de que seu clima quente estivesse diminuindo o contágio. Ambas as alegações não são sustentadas por nenhuma evidência. De fato, os médicos que tratam pacientes críticos com covid-19 disseram à BBC que o contágio é tão virulento na Índia quanto em qualquer outra parte do mundo.

Então, a Índia é uma exceção quando se trata de novas fatalidades por coronavírus?

“Para ser totalmente franco, não sei e o mundo não sabe a resposta”, disse recentemente o médico e oncologista indiano-americano Siddhartha Mukherjee à jornalista Barkha Dutt. “É um mistério, eu diria, e parte do mistério é que não estamos testando o suficiente. Se testássemos mais, saberíamos a resposta.”

A reportagem, cita ainda que: Contar mortes sempre foi uma ciência inexata na Índia.”

Afinal, o que acontece com a Índia, vizinha da China, tendo esses números?

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Um policial orientando a população, vestido com um “vírus” para conscientizar.

 

– Sobre interpretações duvidosas de dados científicos durante a Pandemia!

Em um momento onde a união de esforços em prol da sociedade, lutando contra informações distorcidas a respeito do Novo Coronavírus (e na mesma carência a busca da cura / vacina / combate ao Covid-19) se faz imprescindível, a divisão de opiniões de cientistas é observada.

Quem teria a razão na discussão de quais tratamentos são ou não eficazes? Os dados de trabalhos pesquisados são tão diferentes ou, sendo os mesmos, interpretados com viés político?

A troco de quê grandes estudiosos colocam a carreira premiada de lado e partem para a defesa incondicional de algumas teses não comprovadas e/ou não unânimes?

É o que esse artigo (excepcionalmente bem escrito) da Folha de São Paulo, abaixo, busca debater.

Compartilho extraído de: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/paola-minoprio/2020/05/e-lamentavel-ver-cientistas-egolatras-defendendo-cloroquina-para-covid-19.shtml

DEBOCHE, NEGLIGÊNCIA OU FRAUDE CIENTÍFICA?

Alguns pesquisadores ignoram os melhores resultados e instauram conflito de legitimidade

Por Paola Minoprio

Nessas últimas semanas temos vivido um antagonismo tenaz sobre como debelar a Covid-19. Na carência de vacinas ou tratamento validados, a experiência de países asiáticos e europeus ressaltou a importância do isolamento social na luta contra a transmissão do coronavírus e a exaustão de leitos hospitalares.

Por outro lado, a hipótese que parece deliciar a corte brasileira privilegia a imunidade de rebanho como a única maneira de salvar a economia da nação.

Para tanto, ignorando as milhões de mortes que assolariam o país, o governo federal invoca o retorno de atividades, o não respeito de medidas de distanciamento social e os palpites científicos, tais como o uso da cloroquina e seus derivados, defendido por uma parcela pequena de pesquisadores ególatras que debocham de questões de interesse geral, atiçando disputas entre a direita e a esquerda ou insultando inteligências discordantes.

Tantas já são as ameaças da Covid-19 e suas sequelas para a saúde humana e para a economia mundial! Não menos graves são os enfoques do poder político que visam fazer crer que perícias rigorosas justificam suas decisões.

Ora, controvérsias científicas deveriam levar pesquisadores a procurar a unanimidade para melhor guiar o poder público e a população que querem ser tranquilizados. Porém, nem sempre é simples chegar a uma concordância quando enfermidades mal conhecidas apavoram o mundo, causando divergências de proporções jamais vistas.

Enquanto é perfeitamente compreensível que governos tomem providências para fomentar a saúde pública, que fique bem claro que esse não é o papel de cientistas, mesmo que sejam usados para dar suporte e garantias a resoluções políticas. Poder-se-ia esperar que cientistas sempre forneçam à humanidade um conhecimento realista e sólido à luz da evolução, respondendo ao desejo de conhecimento fidedigno do mundo, em oposição às respostas visionárias e ilusórias oferecidas por ideologias, mitos e religiões. Entretanto, em que medida todos eles fazem escolhas livres e esclarecidas?

É lamentável, por exemplo, observar a perda da autocrítica de certos cientistas que, diante do coronavírus, perderam o brilho de suas carreiras, estabelecendo prováveis pequenos arranjos consigo mesmos ou com o poder reinante. O que fazer quando se percebe que alguns, supostamente aconselhando governantes de maneira imparcial, possam trabalhar para interesses próprios?

É o que se vê com os que se convenceram que certos medicamentos serão benéficos para pacientes de Covid-19, mesmo negligenciando a vasta experiência que demonstra o contrário. Vivendo em dissonância cognitiva, instauram um conflito de legitimidade com seus pares, passam a ser suspeitos de defender interesses específicos em detrimento do interesse geral, questionando os melhores resultados estabelecidos com literatura manipulada.

É claro que, a partir daí, decisões políticas de um governo caótico, ao invés de se basear em resultados científicos sólidos, são respaldadas por fraudes ideológicas resultantes da acomodação de dados, em benefício da vaidade e em desfavor da vida.

Que tipo de imagem distorcida a ciência difunde aos olhos do povo quando cientistas não compartilham necessariamente a mesma visão? Como isso afetará a relação entre os pares no pós-pandemia? Difícil prever, mas enquanto o apetite pelo conhecimento real não for compartilhado, pseudocientistas continuarão a se julgar gênios e persistirão motivados pela paixão do próprio ego.

Em contrapartida, os verdadeiros cientistas assumirão a responsabilidade de desvendar a natureza e encontrar legítimas soluções. Esperemos que o povo e os governos responsáveis saberão quem seguir.

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– O que fazer contra as capivaras e a febre maculosa?

Post do ano passado, mas com o mesmo problema atual… poderia ser de hoje:

Em minha região há uma verdadeira praga de capivaras. Como se reproduzem, invadem chácaras, destroem plantações e, o pior, não podem ser abatidas por lei ambiental.

Tudo isso é um problema, além, claro, da febre maculosa (que me dá muito medo).

Para quem não sabe o que é isso, compartilho,

Extraído de: https://g1.globo.com/bemestar/noticia/2019/06/04/febre-maculosa-entenda-o-ciclo-de-transmissao-e-os-sintomas-da-doenca.ghtml

FEBRE MACULOSA: ENTENDA O CICLO DE TRANSMISSÃO E OS SINTOMAS DA DOENÇA

Transmissão ocorre por meio da picada do carrapato infectado pela bactéria causadora da doença.

Já chegam a 21 as pessoas com suspeita de febre maculosa em Contagem (MG), uma doença que pode matar em até 60% dos casos. Neste domingo (2), a prefeitura da cidade confirmou duas mortes – outras duas estão em investigação. As quatro vítimas são da mesma família. Em Belo Horizonte, três pessoas estão internadas com suspeita da doença. 

Mas quais são as causas da doença? Como ela é transmitida? O G1 traz as principais informações: 

O QUE É A FEBRE MACULOSA?

É uma doença infecciosa causada por bactérias do gênero Rickettsia. No Brasil, segundo o Ministério da Saúde, duas espécies estão associadas à febre maculosa: 

Rickettsia rickettsii, mais registrada do norte do Paraná e nos estados da região Sudeste, como Minas Gerais;

Rickettsia sp. cepa Mata Atlântica, que é registrada em áreas silvestres e apresenta sintomas mais leves.

COMO ELA É TRANSMITIDA?

A transmissão em seres humanos ocorre por meio da picada do carrapato infectado pela bactéria causadora da doença. Os carrapatos permanecem infectados durante toda a vida, em geral de 18 a 36 meses. Veja o ciclo:

COMO DIMINUIR OS RISCOS DE INFECÇÃO?

Quanto mais rápido uma pessoa retirar os carrapatos de seu corpo, menor será o risco de contrair a doença. Após a utilização, coloque todas as peças de roupa em água fervente para a retirada dos insetos. 

“Para transmitir a doença, o carrapato precisa ficar na nossa pele por quatro horas”, explica a infectologista Rosana Richtmann. 

OUTRAS DICAS DO MINISTÉRIO DA SAÚDE: 

  1. Ao remover um carrapato da sua pele, use uma pinça para agarrá-lo e remova-o cuidadosamente.
  2. Trate o carrapato como se estivesse contaminado: mergulhe-o em álcool ou jogue no vaso sanitário.
  3. Limpe a área da mordida com antisséptico.
  4. Lave bem as mãos.

QUANTO TEMPO DEMORA PARA OS SINTOMAS SE MANIFESTAREM?

A doença pode demorar até duas semanas para se manifestar após o contato inicial com a bactéria. 

QUAIS SÃO OS SINTOMAS?

Os sintomas são parecidos com os de várias outras doenças, como a dengue. Febre alta, dor no corpo e dor no fundo dos olhos estão entre os principais, assim como dor de cabeça intensa, náuseas, vômitos, diarreia, insônia, manchas na pele. 

A doença causa uma inflamação nos vasos periféricos e pode gerar amputações, quadros neurológicos e matar em até 60% dos casos.

A progressão da doença varia. Nem todos os pacientes desenvolverão todos os sinais ou sintomas. Por isso, o mais importante é examinar o corpo após entrar em áreas silvestres.

COMO É O TRATAMENTO DA FEBRE MACULOSA?

Quanto mais cedo o paciente buscar uma unidade de saúde após a manifestação dos sintomas, maior será a chance de melhoria no quadro. O tratamento é feito com antibióticos específicos e, em alguns casos, a pessoa precisará ser internada. Todo o processo dura cerca de 10 dias.

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– A saudade de um hábito!

Das coisas que mais sinto falta devido aos cuidados de prevenção contra o Novo Coronavírus é o contato físico humano!

Cumprimentar dando um forte aperto de mão, abraçar efusivamente as pessoas que amamos e, lógico, brincar com as crianças que nos divertem, é algo que preciso fazer o mais breve possível.

Me dói, em especial, não poder carregar no colo e jogar pra cima meu sobrinho Miguel. Imagine os vovôs e as vovós, o quanto devem sofrer…

E você, fora a liberdade, do que mais sente falta?

– Os Sovaquitos de Portugal

Antes da parada da pandemia de Covid-19, a cidade de Lisboa estava fazendo uma campanha bem-humorada para combater o mau cheiro das axilas no metrô público!

Veja só que iniciativa diferente (e bacana):

Extraído de: https://www1.folha.uol.com.br/mundo/2019/11/campanha-sovaquitos-usa-bom-humor-para-incentivar-higiene-de-usuarios-do-metro-de-lisboa.shtml

CAMPANHA “SOVAQUITOS” USA BOM HUMOR PARA INCENTIVAR HIGUENE DE USUÁRIOS DO METRÔ DE LISBOA

Por Giuliana Miranda

Uma série de animações engraçadinhas, protagonizada por quatro sovacos coloridos e rebolativos, é a nova estratégia publicitária para conscientizar a população sobre a importância dos hábitos de higiene no transporte público de Lisboa.

Com cerca de 160 milhões de passageiros por ano, o metrô da capital portuguesa é muitas vezes criticado por um certo cheirinho persistente entre os usuários —especialmente nos meses mais frios.

A ação, batizada sugestivamente de “Os Sovaquitos”, usa o bom humor como estratégia para chamar a atenção para o impacto do mau cheiro nas axilas durante as viagens.

Com o slogan “por viagens mais agradáveis, cuide dos seus Sovaquitos”, o material publicitário apresenta os bonecos e convida os usuários a visitarem o perfil dos sovacos numa rede social.

Feita pela agência portuguesa Lola Normajean, a campanha tem três brasileiros na ficha técnica.

“Aqui ainda é um problema muito delicado falar que as pessoas estão cheirando mal. Em alguns lugares do mundo, não é, mas em Portugal, assim como no Brasil, esta ainda é uma questão”, avalia o publicitário Sérgio Lobo, diretor de criação. “As nossas culturas ainda tornam isso um pouco mais indelicado.”

Brasileiro radicado em Portugal há pouco mais de dois anos, Sérgio diz que a irreverência foi a aposta para driblar o tabu em torno do tema. “Nós buscamos uma forma de falar isso de um jeito mais delicado, que não agredisse ninguém”, completa.

Apesar de focar os usuários do metrô de Lisboa, a campanha não foi encomendada pela companhia metroviária.

O trabalho é resultado de um desafio feito pela empresa MOP (Multimedia Outdoors de Portugal) para que agências do país criassem propostas inovadoras para outdoors, uma das plataformas mais antigas de publicidade.

Lançada há menos de duas semanas, a campanha tem repercutido entre os usuários, e muitos usam as redes sociais para pedir que a iniciativa educacional seja estendida a outras cidades e aos demais meios de transportes.

“Já temos quatro empresas interessadas em se associar à marca dos Sovaquitos e ajudar a espalhar a mensagem. Há desde marca de higiene pessoal até clínica de tratamento para doenças que causem excesso de suor e mau cheiro”, diz Rodrigo Silva Gomes, CEO da Lola Normajean.

De passagem pelo metrô de Lisboa, a turista paulistana Flávia Dutra, 42, aprovou a iniciativa.

“Acho ótimo. Deviam inclusive levar para outros países da Europa, onde nesta época fria tem muita gente que parece fugir do banho”, diverte-se. “Passei antes por Paris e Londres e foi uma das primeiras coisas que notei.”

Já o estudante de engenharia João Campos, 19, que usa o metrô de Lisboa diariamente, diz que não vê tanta necessidade em enfatizar o uso de desodorantes.

“Não acho ruim, mas creio que há problemas mais urgentes na cidade, como a demora excessiva e a superlotação dos transportes”, diz.

Os personagens da campanha Sovaquitos, criada para orientar usuários do metrô de Lisboa

– Força, Vadão! Meu testemunho sobre sua generosidade:

Oswaldo Alvarez, o Vadão, sempre será lembrado por muitos pois montou o sensacional Carrossel Caipira em Mogi Mirim, com Leto, Válber e Rivaldo. Por outros, o responsável por firmar o então jovem Kaká no time profissional do São Paulo FC. Mas para mim, pela generosidade que presenciei in loco dele numa oportunidade.

Nos anos 2000, fui trabalhar como 4o árbitro em um jogo do Campeonato Paulista envolvendo Ponte Preta x São Paulo. Vadão era o técnico da Macaca, Muricy do Tricolor. Era um sábado de Carnaval, e o Supervisor de Futebol da Ponte era o Marcão Ribeiro, que foi diretor de árbitros da Liga Campineira de Futebol e ex-árbitro. Quando eu fui buscar no vestiário a escalação do time da casa, o Vadão (eu já havia trabalhado alguns jogos com ele) foi comigo junto ao Marcão buscar as fichas e definir o time titular. Enquanto eu preenchia o documento, não tive como não ouvir discretamente o pedido do treinador ao supervisor:

“Marco, vê com a Diretoria se não consegue arrumar um pouco de dinheiro para o pessoal [os salários estavam atrasados em 2 meses]. Nosso elenco é humilde, a moçada tem conta pra pagar, tem muito casado com filho na escola. Arranja pelo menos um tanto  para passar o mês, não precisa se preocupar com o da gente [Comissão Técnica].

O que dizer?

Vadão está internado na UTI do Hospital Albert Einstein, com um tumor no intestino (atingiu o aparelho digestivo e o fígado). Rezemos por ele.

Não me vejo trabalhando no futebol feminino, diz Vadão após ...

– A sina do Maracanã!

O Maracanã teve um custo absurdo quando reformado para os jogos Pan-americanos 2007. Outra reforma absurda para a Copa do Mundo 2014 e uma 3a para os Jogos Olímpicos 2016. Todas com denúncias de corrupção e atraso nas obras.

A sina maldita continua: o Hospital de Campanha do Maracanã, dentro do Complexo Esportivo, já teve princípio de incêndio, denúncia de contratos superfaturados, entrega atrasada das dependências e, pasmem, falta de remédios. E olha que ele abriu a pouquíssimo tempo!

Nunca teremos algo feito de maneira honesta e nos prazos adequados por lá?

Subsecretaria Jurídica da Saúde do RJ considera nulo contrato para ...

– #Tbt de muito exercício!

Olá amigos! E como toda 5a feira é dia de recordar fotos e momentos, um #tbt recente: nosso alongamento aqui em casa!

Pois é: pai e filha em sintonia com a saúde. Vamos alongar?

O clique tão bacana e doce, aqui:

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#FOTOGRAFIAéNOSSOhobby

– A pressão dos clubes para a volta do futebol chega até Bolsonaro!

No dia 30 de abril, para a Rádio Guaíba, disse Jair Bolsonaro sobre a volta do futebol:

“No momento, existe já muita gente que entende, que está no meio futebolístico, que é favorável à volta porque o desemprego está batendo à porta dos clubes também. Com essa idade jovem, o jogador, ele dificilmente, caso ele seja acometido do vírus, a chance de ele partir para a letalidade é infinitamente pequena. Até pelo estado físico, pela rigidez que tem esse atleta. Agora, eles têm que sobreviver.”

Sabendo que o Presidente da República é a favor da volta do futebol, e com a possibilidade de lockdown no Rio de Janeiro, dirigentes de Vasco e Flamengo se reuniram com ele para que os clubes façam uma pré-temporada em Brasília, já que por lá teriam a simpatia das autoridades políticas.

O que joga contra é: a antipatia dos jogadores pela ideia, que segundo noticiou o GloboEsporte.com, para que os clubes vençam essa animosidade dos atletas, pensam em levar os familiares deles para a Capital Federal.

Funcionará, se ocorrer? Mais do que isso: é prudente?

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– Como o Novo Coronavírus mata uma célula (na prática):

Curioso e impressionante: como o Coronavírus que transmite a Covid-19 age nas células humanas, em resolução colorida e mostrando sua ação.

Abaixo, extraído de: https://vivimetaliun.wordpress.com/2020/04/01/isso-e-o-coronavirus-matando-uma-celula-humana/

ISSO É O CORONAVÍRUS MATANDO UMA CÉLULA

O Instituto Nacional de Alergia e Doenças Infecciosas dos EUA (NIAID, na sigla em inglês) fez imagens microscópicas do Sars-CoV-2, o coronavírus que causa COVID-19, “matando” células humanas.

De acordo com os cientistas, elas foram feitas com o material coletado de um paciente norte-americano infectado, no momento em que as suas células entraram em apoptose, um processo conhecido como morte celular.

As fotos são coloridas digitalmente. Nelas, tudo que são “pontinhos” representa o vírus, enquanto a estrutura maior é a célula humana.

CONTAMINAÇÃO

Como é possível notar, o vírus é muito pequeno quando comparado às células do nosso corpo. Suas estruturas são muito mais simples.

Apesar disso, o vírus possui o que os cientistas chamam de proteínas spike, capazes de se ligar à membrana celular de um hospedeiro. Em última análise, o vírus comanda a célula, obrigando-a a replicar seu material genético.

Isso ocorre tantas vezes até que, eventualmente, a célula fica sobrecarregada e morre, causando uma “inundação” de material genético do vírus no organismo – que por sua vez leva à contaminação de novas células.

PREVENÇÃO

Além do isolamento pela maior parte possível do tempo e do distanciamento físico de outras pessoas, especialistas recomendam lavar a mão com água e sabão com frequência, não tocar os olhos e cuidar bem da saúde e da alimentação para evitar pegar o vírus.

fonte: via RevistaGalileu

– Nelson Teich também será rotulado de comunista?

Para os fanáticos defensores do Presidente Bolsonaro (não para os que fazem críticas merecidas e elogios moderados), todo mundo que desembarca do Governo é traidor e vira “comunista”.

Foi assim com Sérgio Moro. Será assim com Teich?

Como médico, Nelson Teich (que pediu demissão nesta 6a feira) “pecou” por dizer que a cloroquina deveria ser aplicada com restrições, já que existem contraindicações. Bolsonaro, como presidente, se ofendeu.

No episódio da “desautorização” mais recente, ficou nítido o recado de “quem manda sou  eu”, mesmo não sendo um profissional da saúde preparado para a pandemia. Neste momento, o mundo se apoia na cientificidade, não no populismo. Mas o presidente Jair Bolsonaro não quer entender…

Por fim, quando liberou vários setores da economia como essenciais, simplesmente desprezou o Ministro da Saúde, deixando-o vendido na coletiva em que ficou sabendo pela imprensa do ocorrido. No dia seguinte, Bolsonaro falou que era apenas um “detalhe” ter conversado com Teich (justamente em meio à Pandemia).

Tomara que não tenhamos Osmar Terra como Ministro da Saúde, o mesmo que menosprezou o número de mortos recentemente (no máximo “4000”).

Uma curiosidade: a esposa de Terra, no tempo em que ele era militante do Partido Comunista do Brasil, foi torturada pelo Cel Brilhante Ulstra. Depois disso foram embora do país.

Pobre Brasil… No prazo de um mês, vamos ao 3o Ministro da Saúde em meio a uma pandemia. Enquanto isso, segue a vaidade do presidente em bater no peito e dizer que é o Executivo quem manda em tudo (como fez aos repórteres ontem, dizendo que Teich era subordinado e a Palavra Final era sempre dele, Bolsonaro).

Bolsonaro inclui academias e salões de beleza como serviços ...

 

– Profissionais da Saúde: os Super-Heróis do Momento!

Enfermeiros, médicos, atendentes de PS, e tantas outras pessoas envolvidas na Saúde: são os verdadeiros heróis do Brasil, especialmente neste momento tão difícil, deixando seus lares e familiares, expondo-se aos doentes e males, fazendo seu trabalho por vocação à profissão e por espírito humanitário.

Lembrando: sem contar nas dificuldades de EPI’s que eles vêm enfrentando, longas jornadas de labuta e todo o desconforto emocional que estão vivendo.

Se existe alguém que merece aplausos nesse país, hoje, é o profissional de saúde!

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– Use máscaras. Não dói e nem dá trabalho.

Se puder, fique em casa.
Se não puder, previna-se!

É simples. E vida que segue…

(Ops: eu tenho enorme dificuldade para me “relacionar bem” com as máscaras – meu nariz que o diga – mas elas são necessárias).

#prevenção #cuidado #covid19 #UseMáscara.

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– Vespas Mandarinas

Se eu já fico assustado com a Vespa Paulistinha e o Marimbondo Cavalo, imagine com essa “nova vespa” de 5 cm, que veio da Ásia e assusta os norteamericanos!

Veja só que loucura, em: https://exame.abril.com.br/ciencia/vespas-assassinas-sao-vistas-pela-primeira-vez-nos-estados-unidos/

VESPAS GIGANTES “ASSASSINAS” INVADEM OS EUA E CAUSAM TEMOR

De origem asiática, a vespa mandarina pode destruir colmeias de abelhas e suas picadas podem matar humanos

Por Rodrigo Loureiro

Cientistas americanos estão caçando vespas gigantes que chegaram pela primeira vez aos Estados Unidos. Chamadas de assassinas, elas podem matar uma pessoa que seja picada múltiplas vezes.

Com origem asiática e vistas pela pela primeira vez nos EUA, os insetos já haviam sido descobertos voando na América do Norte em agosto do ano passado, no Canadá, segundo reportado pela BBC. Não há registros da presença no Brasil.

Chamadas de assassinas por matarem entre 30 e 40 pessoas por ano no Japão, as vespas gigantes asiáticas ou vespas mandarinas medem mais de 5 cm e podem matar uma pessoa caso sejam provocadas. O ataque é tão forte que um apicultor vestido com traje de proteção contra abelhas e calça de moletom descreveu a dor como “tachinhas em brasa perfurassem a pele”.

Para fazer isso, as vespas contam com mandíbulas afiadas e pontiagudas. A arma natural é usada para decapitar abelhas. Uma única vespa zangão pode matar mais de 40 abelhas e a destruição de uma colmeia com mais de 30 mil insetos não leva mais do que algumas horas..

Além da preocupação com a saúde das pessoas, pesquisadores da Washington State University estão atentos ao risco do desaparecimento dos produtores naturais de mel dos Estados Unidos. Entre 1947 e 2017 o número de colmeias diminuiu de 6 milhões para 2,5 milhões e somente em outubro de 2018 mais de 40% delas foi dizimada pela chegada do inverno.

vespa

– As Drogas da Inteligência

As drogas da inteligência (chamadas de “smarts drugs”) funcionam?

Aliás, para que servem?

Abaixo, uma matéria muito interessante sobre quem tem interesse sobre elas.

Em: https://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2018/12/01/quais-sao-as-drogas-da-inteligencia-e-o-que-aconteceria-se-todos-recorressem-a-elas-para-turbinar-o-cerebro.ghtml

O QUE ACONTECERIA SE TODOS TOMASSEM AS DROGAS DA INTELIGÊNCIA E TURBINASSEM O CÉREBRO?

Cada vez mais pessoas estão fazendo uso dos chamados nootrópicos para melhorar seu desempenho no trabalho. Mas eles realmente funcionam?

Honoré de Balzac era um grande entusiasta dos benefícios do café para o cérebro. O renomado escritor francês seguia uma rotina rígida – todas as noites, vagava pelas ruas de Paris à procura de um local que estivesse aberto até meia-noite para tomar a bebida. Depois, escrevia até a manhã seguinte. Relatos indicam que ele consumia 50 xícaras de sua bebida favorita em um único dia.

Em determinado momento, ele passou a comer colheradas inteiras de café moído, que acreditava trazer benefícios quando em jejum.

Pode ter funcionado. Balzac foi um escritor prolífico e produziu quase cem romances, novelas e peças de teatro durante sua vida. Morreu de insuficiência cardíaca aos 51 anos.

Durante séculos, trabalhadores de todo o mundo fizeram o mesmo: consumiam café para enfrentar sua jornada diária. Mas isso vem mudando. Jovens que ingressam no mundo corporativo têm experimentado uma gama de substâncias que, segundo eles, melhoram suas habilidades mentais e os ajudam progredir em suas carreiras.

De fato, algumas dessas chamadas “drogas inteligentes” já são incrivelmente populares. Uma pesquisa recente com dezenas de milhares de pessoas descobriu que 30% dos americanos entrevistados afirmaram tê-las tomado nos últimos 12 meses.

Parece que em breve todos estaremos fazendo o mesmo – e é fácil se deixar levar pelas consequências. Será que essas substâncias vão nos levar a deslumbrantes invenções da era espacial? Ou talvez a uma explosão no crescimento econômico? A semana de trabalho pode ficar mais curta, à medida que as pessoas se tornem mais eficientes?

Para responder a essas perguntas, primeiro precisamos entender quais são essas drogas.

A “droga inteligente” original é o piracetam, que foi descoberto pelo cientista romeno Corneliu Giurgea no início dos anos 1960. Na época, ele estava buscando uma substância química que pudesse penetrar no cérebro e deixar as pessoas com sono. Após meses de testes, ele criou o “Compound 6215”.

Era seguro, tinha muito poucos efeitos colaterais – mas não funcionou. A droga não possibilitou uma melhor noite de sono a ninguém e pareceu funcionar de maneira oposta àquela pretendida.

O piracetam teve um efeito colateral surpreendente. Quando os pacientes fizeram uso da substância pelo menos uma vez por mês, suas memórias registraram melhorias substanciais. Giurgea imediatamente reconheceu a importância de suas descobertas e cunhou o termo “nootrópico”, que combina as palavras gregas para “mente” e “flexão”.

Hoje, esse medicamento é o favorito entre estudantes e jovens profissionais que buscam uma maneira de melhorar seu desempenho, embora até hoje, décadas depois da descoberta, não haja evidências de que a substância de fato ajude a incrementar as habilidades mentais de pessoas saudáveis.

Trata-se de uma droga que não tem aprovação da FDA (Food and Drugs Administration, órgão governamental que fiscaliza medicamentos e alimentos) nos EUA. No Brasil, é vendida em farmácias mediante receita médica.

O empresário e podcaster do Texas Mansal Denton toma o fenilpiracetam, um parente próximo de uma versão do piracetam originalmente desenvolvida pela União Soviética como um remédio para ajudar os astronautas a suportar as dificuldades da vida no espaço.

“O fenilpiracetam me deixa uma pessoa mais articulada. Então, acabo fazendo várias gravações (de podcasts) quando tomo”, diz ele.

Na verdade, esse cenário proporcionado por essas drogas é bastante típico. Embora muitas tenham uma legião de seguidores apaixonados, seus benefícios no cérebro são mínimos ou não comprovados por estudos científicos. O que nos leva a uma conclusão menos instigante: nada seria diferente.

E a creatina monohidratada? Esse suplemento dietético consiste em um pó branco, que geralmente é misturado em bebidas açucaradas ou milkshakes, ou tomado em forma de pílula. A substância química é encontrada naturalmente no cérebro, e agora já há algumas evidências de que tomar uma quantidade extra de creatina pode melhorar sua memória operacional e sua inteligência.

Mas, apesar de ser relativamente uma novidade entre jovens profissionais ambiciosos, a creatina tem uma longa história com fisiculturistas, que fazem uso dela há décadas para melhorar seus ganhos musculares. Nos EUA, suplementos esportivos são uma indústria multibilionária – e a maioria contém creatina.

De acordo com uma pesquisa realizada pelo instituto Ipsos Public Affairs no ano passado, 22% dos adultos disseram que tinham tomado um suplemento esportivo no período. Se a creatina tivesse um grande impacto no local de trabalho, certamente já teríamos visto alguns sinais disso.

Claro, existem drogas com mais poderes transformadores. “Acho que é muito claro que algumas funcionam”, diz Andrew Huberman, neurocientista da Universidade Stanford, nos EUA.

De fato, há uma categoria de drogas inteligentes que recebeu mais atenção de cientistas e biohackers – aqueles que buscam alterar sua própria biologia e habilidades – do que qualquer outra. São os chamados estimulantes.

Duas opções cada vez mais populares são anfetaminas e metilfenidato, medicamentos vendidos sob as marcas Adderall e Ritalina. Nos Estados Unidos, ambos são aprovados como tratamentos para pessoas com Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH), um distúrbio comportamental caracterizado por sintomas de desatenção, inquietude e impulsividade.

Agora, essas drogas são amplamente usadas por pessoas em ambientes altamente competitivos, como uma forma de elas permanecerem focadas em tarefas específicas.

As anfetaminas têm um longo histórico como “drogas da inteligência” – do matemático húngaro Paul Erdös, que contou com elas para solucionar enigmas matemáticos, ao escritor inglês Graham Greene, que as usou para escrever dois livros ao mesmo tempo. Mais recentemente, há uma abundância de relatos em revistas sobre seu amplo uso em certas áreas, como jornalismo, artes e finanças.

Aqueles que tomaram anfetaminas juram que elas funcionam – embora não da maneira como você talvez pense. Em 2015, pesquisas mostraram que seu impacto sobre a inteligência é “modesto”. Mas a maioria das pessoas não as toma para melhorar suas habilidades mentais. O objetivo é melhorar sua energia mental e motivação para trabalhar.

Uma observação importante: tanto o Adderall quanto a Ritalina trazem sérios riscos e efeitos colaterais (ver abaixo).

Um dos resultados de tomar essas substâncias é a habilidade de solucionar tarefas mentalmente desgastantes, especialmente aquelas que proporcionam uma recompensa no final. Um estudo descobriu que muitas pessoas consideravam um problema matemático “interessante” quando faziam uso delas.

E SE O USO FOSSE DISSEMINADO?

Mas se toda a nossa força de trabalho começasse a se dopar com estimulantes desse tipo, parece provável que eles teriam dois efeitos principais.

Em primeiro lugar, as pessoas deixariam de evitar tarefas desagradáveis, e funcionários preguiçosos que talvez tenham aperfeiçoado a arte da procrastinação passariam a realizar suas tarefas agilmente, mantendo planilhas atualizadas e participando entusiasticamente de reuniões enfadonhas.

Em segundo lugar, os escritórios se tornariam ambientes significativamente mais competitivos.

O empresário e podcaster do Mansal Denton concorda. “Acho que os nootrópicos apenas tornam tudo cada vez mais competitivo. A facilidade de acesso ao capital intelectual russo e chinês nos Estados Unidos, por exemplo, está aumentando. E há uma disposição para obter qualquer vantagem possível que esteja disponível.”

Mas também estima-se que haveria prejuízos significativos. As anfetaminas são estruturalmente semelhantes à metanfetamina – uma droga recreativa potente e altamente viciante que arruinou diversas vidas e que pode ser fatal.

Tanto o Adderall quanto a Ritalina são medicamentos conhecidos por provocarem vício, e já existem inúmeros relatos de funcionários que lutaram para se livrar deles. Há também efeitos colaterais, como nervosismo, ansiedade, insônia, dores de estômago e até queda de cabelo, entre outros.

HAVERIA IMPACTO NA PRODUTIVIDADE?

Por fim, uma força de trabalho baseada em estimulantes não seria necessariamente mais produtiva no geral.

Considerando essas desvantagens, parece justo prever que os estimulantes vendidos sob receita médica provavelmente não mudarão o mundo tão cedo. Mas existe uma versão mais leve na praça, que você pode comprar em praticamente qualquer lugar: cafeína.

Nos Estados Unidos, as pessoas consomem mais café do que refrigerantes, chá e suco juntos. Infelizmente, ninguém jamais estimou seu impacto no crescimento econômico – mas muitos estudos encontraram muitos outros benefícios. Curiosamente, a cafeína traz comprovadamente mais benefícios do que o suplemento comercial à base de cafeína que a empresa de Woo criou, que atualmente é vendido a US$ 17,95 por 60 comprimidos.

Outra opção popular é a nicotina. Os cientistas estão cada vez mais certos de que essa droga é um poderoso nootrópico, com a capacidade de melhorar a memória de uma pessoa e ajudá-la a se concentrar em certas tarefas – embora também apresente riscos óbvios bem documentados e efeitos colaterais.

“Existem alguns neurocientistas muito famosos que mastigam Nicorette para melhorar seu funcionamento cognitivo. Mas eles são ex-fumantes e esse é o substituto deles”, diz Huberman.

Então, o que aconteceria se todos nós tomássemos pílulas da inteligência? Na verdade, a maioria de nós já faz uso delas todos os dias, enquanto bebemos nosso café da manhã. Mas Balzac poderia ter dito isso a você antes.

Pílulas, comprimidos, remédios, medicamentos — Foto: stevepb/Creative Commons

– Não confie em Políticos. Na hora da Pandemia, confie em Médicos e na Ciência.

A pesquisadora que sequenciou geneticamente o Novo Coronavírus, a brasileira Ester Cerdeira Sabino, falou à Revista FAPESP (que é sensacional). Na matéria, ela abordou os cuidados contra o contágio e alertou sobre o pico ocorrer no final de abril / começo de maio.

Veja a reportagem toda em: https://revistapesquisa.fapesp.br/2020/03/12/ester-cerdeira-sabino-na-cola-do-coronavirus/

Nesse trabalho, ela fala da importância do isolamentomostrando que a pandemia dura mais com ela em dias, porém o número de mortos é muito menor (veja nas figuras ou no link).

Alerta, ainda, a gravidade das sequelas que provocam nas pessoas. Importantíssimo ler!

– O futuro do Futebol poderá ser muito diferente na prática esportiva. Não é melhor esperar?

A insistência em jogar futebol profissional mesmo com o Covid-19 em alta, pode permitir o surgimento de um outro esporte sem ser o que conhecemos.

Vimos dias atrás a vontade da FPF em retornar os seus campeonatos (em: https://wp.me/p55Mu0-2w8). Falamos de algumas ideias estapafúrdias para que isso ocorra, como isolar atleta por 15 dias ou não ter contato físico algum durante o jogo, proibindo abraço em comemoração de gol (texto em: https://wp.me/p4RTuC-puS)

No Campeonato Holandês, já houve o encerramento do torneio (vide em: https://wp.me/p4RTuC-pyy) Nesta semana, na terra do bilionário PSG, o Campeonato  Francês também foi encerrado pela FFF (sem que tenha-se decidido campeão ou rebaixado).

Agora, leio que o importante médico Michel D’Hooghe, responsável pelas principais questões de saúde da FIFA, sugeriu que se aplique Cartão Amarelo para o atleta que cuspir em campo, pois isso poderia disseminar o Novo Coronavírus. Ora se, existe o risco, simplesmente não tenha futebol, ao invés de criar regras que deverão ser contestadas pelos jogadores e possivelmente não cumpridas.

Ao menos, o próprio Dr D’Hooghe usou o bom senso quando disse: o ideal é que não se faça futebol nem com portões fechados, pois existiria o risco dos atletas expostos, já que seria impossível manter a distância necessária entre eles de 1,5m.

Já imaginaram que tal medida (o distanciamento de 1,5m) for sido colocado como regra, assim como não cuspir?

A verdade é: enquanto existir risco de contágio entre os boleiros, não se realize futebol de jeito algum.

Extraído de: https://globoesporte.globo.com/futebol/futebol-internacional/noticia/medico-da-fifa-quer-cartao-amarelo-para-quem-cuspir-no-gramado-quando-futebol-for-retomado.ghtml

MÉDICO DA FIFA QUER CARTÃO AMARELO PARA QUEM CUSPIR NO GRAMADO QUANDO FUTEBOL FOR RETOMADO

“(Cuspir) não é higiênico e é uma boa maneira de espalhar o vírus”, afirma Michel D’Hooghe, presidente do comitê médico da entidade máxima do futebol mundial

O retorno do futebol em meio à pandemia do coronavírus ainda está cercado de dúvidas e incertezas. Para Michel D’Hooghe, presidente do Comitê Médico da Fifa, além de protocolos de segurança, serão necessárias medidas punitivas aos atletas quando a bola voltar a rolar. Mais especificamente àqueles que cuspirem em campo.

– É uma prática comum no futebol e pouco higiênica. Por isso, quando o futebol voltar, penso que deveríamos evitá-la ao máximo. A questão é se isso será possível. Talvez com um cartão amarelo – disse D’Hooghe, em entrevista ao jornal inglês “Daily Telegraph”.

– (Cuspir) não é higiênico e é uma boa maneira de espalhar o vírus. E essa é uma das razões pelas quais temos de ter muito cuidado antes de a bola voltar a rolar. Não sou pessimista, mas neste momento sou muito cético relativamente a isso – frisou Michel D’Hooghe.

Esta não é a primeira vez que o presidente do comitê médico da Fifa manifesta algumas reservas quanto ao retorno do futebol nesta temporada. No início do mês, D’Hooghe pediu cautela na tomada de decisões sobre o regresso das competições, mesmo com portões fechados, uma vez que “é impossível que os jogadores respeitem uma distância de 1,5 m entre si”.

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– Arejando a cabeça.

Vamos pedalar?

Com todas as prevenções necessárias e longe da multidão (depois do pessoal trabalhar e estudar por aqui), fomos brincar

Saúde e cabeça arejada – coisas fundamentais em tempos de pandemia.

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