– Os 4 lances polêmicos de Flamengo 0x0 Athlético Paranaense.

O Zé Boca de Bagre, amigo do querido Professor Reynaldo Basile e que não tem papas na língua, me disse: “Ô Porcari, o juizão do ‘Framengo’ tentou apitar uma pelada sem expulsar ninguém e quase conseguiu, hein?”.

E com tristeza, foi mais ou menos essa a leitura do jogo: a preservação de atletas para não desfalcar por cartões as equipes na partida de volta (claro, de maneira inconsciente, sentindo a pressão). Ao menos, foi a impressão do que aconteceu. Ou foi falta de qualidade técnica da arbitragem?

Vamos aos lances:

Aos 39m: repare que após Gabigol (CRF) tocar a bola em um contra-ataque, Fernandinho (CAP) faz uma obstrução contra ele evitando que continuasse a corrida para possivelmente ele tentar receber a bola mais à frente. Como a “posse de bola” estava com o Flamengo e o ataque continuou, o árbitro Luiz Flávio de Oliveira aplicou a vantagem (se não existisse a continuidade do ataque, tem que parar o lance, dar cartão amarelo ao jogador do Athético Paranaense e marcar a falta, pois posse de bola não significa necessariamente vantagem; mas, se existir vantagem concreta, NÃO precisa aplicar o Cartão Amarelo pela obstrução quando a jogada terminar, pois esse tipo de infração não é de ação temerária, mas tática – daquelas que Felipão adora implantar no seu sistema de jogo, para “matar as jogadas”).
Porém… irritado por ser obstruído, Gabigol (sem bola) reage com um pontapé. E o que manda a Regra do Jogo?
Luiz Flávio, que tudo viu, deveria dar cartão amarelo ao Fernandinho (como corretamente deu) e dar cartão vermelho a Gabigol (por dar um pontapé sem bola no adversário). Erraram: o árbitro (por dar amarelo ao flamenguista), o jogador (por uma reação desproporcional à uma falta sofrida) e o VAR Wagner Reway (por não sugerir a revisão à expulsão).

Aos 67m: a bola está no ataque do Flamengo, e quando vai chegar a Léo Pereira (CRF), Fernandinho (CAP) puxa a camisa do seu adversário. Aqui, um detalhe importante da regra: desde 2020, a FIFA pediu atenção especial para que se avalie agarrões e puxões, pois eles devem realmente impedir que o jogador continue a jogada levando ao desequilíbrio ou evitando a projeção. Se um jogador tiver a camisa puxada, não é necessariamente infração (isso surgiu para evitar lances onde uma camisa é agarrada e o atleta abdica de jogar pedindo falta, pois a FIFA entende que ele deveria continuar ou tentar a jogada para se avaliar a infração).
No caso de ontem, para mim, há um desequilíbrio leve – mas é um lance de interpretação. Eu marcaria, mas entendo que alguns possam entender que não foi (pela dificuldade de imagens mais claras). Nessa situação, o árbitro, que é a autoridade máxima da partida, deve se socorrer a imagem do VAR para que avalie isso. Confiar na impressão de quem está na cabine é abrir mão da sua autoridade em campo e dividir responsabilidade (lembrando: se marcasse o pênalti, teria que dar o segundo cartão amarelo ao Fernandinho e expulsá-lo).

Aos 93m: Erick (CAP) está no campo de ataque e Arrascaeta (CRF) tenta roubar a bola, mas acaba aplicando um carrinho certeiro por trás. É o be-a-bá da expulsão, quando nos anos 90 a International Board mudou a regra, a fim de acabar com os carrinhos: violento ou não, imprudente ou intencional, esse lance é Vermelho. Entendi que o erro do Luiz Flávio aconteceu pois, como a continuidade da jogada resultou num ataque promissor ao clube paranaense, ele permitiu a vantagem e a situação ficou “esfriando”. Se existisse a recuperação de bola do Flamengo e a falta tivesse que ser marcada (ou seja, não tivesse vantagem), talvez naquele calor houvesse a expulsão. De novo, o VAR foi mal (aliás, como a dosagem do árbitro de vídeo em participar dos lances é confusa: ou se intromete onde não deve, ou se omite).

Aos 96m: A expulsão de David Luiz: não tem o que discutir, na súmula, há o relato de que recebeu o cartão vermelho “por fazer um movimento de tapa no ar com a palma da mão aberta, em minha direção, proferindo as seguintes palavras: ‘vai tomar no cú’!”.

Em tempo: 

1- Luiz Flávio registrou na súmula sinalizadores acesos e briga entre torcedores da equipe do Flamengo.

2- Felipão, depois de “levar a Copa do Brasil” com o Criciúma 31 anos atrás, é sério candidato ao título?

3- O Paulista de Jundiaí permanece como único campeão da Copa do Brasil que venceu a competição enfrentando somente equipes da serie A do Brasileirão, ao contrário do que um comentarista registrou na Televisão (perdoe-me não guardar o nome de quem disse).

Flamengo vai enfrentar Athletico-PR nas quartas de final da Copa do Brasil

Imagem extraída de: https://www.torcedores.com/noticias/2022/07/flamengo-enfrenta-athletico-pr-quartas-de-final-copa-do-brasil

– Expulsões ou não no empate do Mengão contra o Furacão pela Copa do Brasil?

Em vídeo, 4 lances didaticamente explicados: https://youtu.be/naZrFG6bUUI

(Ou em texto: https://professorrafaelporcari.com/2022/07/28/os-4-lances-polemicos-de-flamengo-0x0-athletico-paranaense/).

– Casão!

Muito legal: Goste ou não do Casagrande, o ex-jogador e ex-comentarista da Globo é uma atração, e ele falou tudo (de tudo) ao Tiago Asmar e ao Vampeta no “Reis da Resenha” da Jovem Pan.

Das drogas ao sexo, das desavenças políticas ao estilo de vida alternativo. E até de futebol!

Vale a pena assistir: https://www.youtube.com/watch?v=0OGYi9boy_Q

– A reunião de Seneme com Leila Pereira.

Na 2ª feira retrasada, Wilson Luís Seneme, chefe da arbitragem na CBF, reuniu todos os árbitros, bandeiras, VARs e afins para “chamar a atenção e dar um puxão de orelha”. Disse que erros não seriam mais tolerados e lamentou muito pois “a imprensa deveria falar dos acertos na mesma proporção que os erros”.

E quais são os acertos?

Aqueles costumeiros de decisões que impactam as estatísticas. Marcou lateral correto? Decisão acertada, vai para a conta… Nesses power-points divulgados para os presidentes de clubes, procurando justificar o trabalho, vale tudo.

Nesta 3a feira (ontem), me chamou a atenção a entrevista coletiva que a presidente do Palmeiras, Leila Pereira, deu após uma reunião particular com Seneme. Segundo ela, ele pediu desculpas pelos erros contra a sua equipe. Mas falou muito mais!  Vi o vídeo e o texto eu transcrevi da ESPN.com, abaixo:

“Que isso [erro grave e determinante] não volte a acontecer. Retiraram o direito do Palmeiras de participar de um campeonato extremamente importante, um prejuízo milionário, um prejuízo esportivo [em referência à Copa do Brasil] (…) Como investidora, fico muito preocupada. O que o investidor procura? Credibilidade. Sem credibilidade, você não tem investidor. Não podemos banalizar o erro. Não pode errar. O erro tem que ser exceção. Pelo que eu vejo, as pessoas tratam com muita banalidade. Não pode ser assim, o árbitro não pode errar. E se errar, tem que ser punido. Tudo bem, alguns erros merecem reciclagem, treinamento profissional. Outros erros, não, merecem ser punido (…). O Seneme fez uma apresentação muito bonita de Power Point. Mas quando eu administro o Palmeiras, quando tenho que pagar as contas, não é com Power Point, é com atitude. No Power Point, tudo é possível. Agora eu quero ver. O futuro nos dirá se tudo o que foi apresentado aqui, na prática, vai funcionar. Sem punição, as coisas não acontecem (…) Qual a punição? Tem que ser desligado, tem que ser demitido. Não queremos a profissionalização do futebol? O que acontecer em qualquer empresa? Dependendo do erro, é demitido”.

Concordo com tudo que ela disse, PORÉM, acho muito pertinente que não se reclame apenas quando é prejudicado, mas também quando for favorecido. Está se pedindo melhora VERDADEIRA na arbitragem? Pois bem, queixe-se: “A bola bateu no braço de Calleri involuntariamente, que tentou tirá-lo, e não foi movimento antinatural. Vuaden marcou um pênalti inexistente ao nosso favor, fomos beneficiados com esse erro de arbitragem. Tem que melhorar”.

Cartolas só se preocupam com a melhora da arbitragem quando são prejudicados. Quando são favorecidos, alegam que “não vi o lance, preciso estudar melhor, é interpretativo” e mudam de assunto.

Leila Pereira falou bem em reunião da CBF? - MONDO VERDE

Imagem extraída de: https://www.mondopalmeiras.net/2022/07/leila-pereira-falou-bem-em-reuniao-da-cbf/

– Quem é o melhor treinador de futebol do Brasileirão 2022 até agora?

Abel Ferreira é “incaível” até agora no Palmeiras.

Rogério Ceni tem tirado “leite de pedra” no São Paulo.

Vítor Pereira faz “milagre” com o Corinthians endividado.

Neste Campeonato Brasileiro 2022, quem (desses 3) tem que ser ainda mais aplaudido do que já está sendo?

Os comportamentos de Corinthians, Palmeiras e São Paulo no mercado da bola | 90min

Imagem extraída de: https://www.90min.com/pt-BR/posts/2825596-os-comportamentos-de-corinthians-palmeiras-e-sao-paulo-no-mercado-da-bola

 

– Está valendo a pena ter VAR no futebol brasileiro?

Está valendo a pena utilizar o árbitro de vídeo no futebol brasileiro, além de AVAR, gerente de qualidade, observador de protocolo e outros tantos integrantes?

A polêmica nos jogos aumentou com sua implantação. Temos vistos barbaridades em nosso país, como:

– VAR descalibrado em Bragança Paulista (lembram das linhas tortas de impedimento, contra o Botafogo?).
– VAR inexistente em linhas, em Palmeiras x São Paulo.
– VAR com apagão em Volta Redonda (Fluminense x Red Bull Bragantino).
– VAR intrometido, a cada rodada do Brasileirão, procurando detalhes que não lhe caberia aparecer.
– VAR protagonista, em toda escala, querendo REAPITAR jogos com narrações ilusórias de lances (lembram de Gustavo Gomez e Calleri?).

VALERÁ A PENA TER VAR, se em mesmas condições, em 2023?

Lembrando que seu uso é optativo a um campeonato inteiro (o que não pode é em apenas alguns jogos de um mesmo torneio).

VAR do VAR: os lances mais polêmicos – e as dúvidas permanecem | Placar - O futebol sem barreiras para você

Imagem extraída de: https://placar.abril.com.br/placar/var-do-var-os-lances-mais-polemicos-e-as-duvidas-permanecem/

– Sobre o gol anulado equivocadamente em Palmeiras 2×1 Internacional.

E você pode ampliar à vontade essa imagem: não é conclusiva, não é um lance óbvio e claro, e precisa estar dentro do 3º parágrafo do item 3 desta recomendação no link em: https://wp.me/p4RTuC-of8. Não dá para afirmar que Murilo estava ou não impedido.

Sendo assim, deveria prevalecer a decisão de campo. Errou a arbitragem.

A questão é: por quê não se cumpre o protocolo?

Falamos sábado na matéria em: https://wp.me/p4RTuC-Fj3.

Em tempo: quando falamos que há equívoco, não é porque está “claramente em condição”, mas sim que o Protocolo exige a manutenção da decisão de campo. Se o bandeira deu gol e a imagem é inconclusiva, com a dificuldade citada no primeiro link dessa postagem, o equívoco é tomar a decisão pelo VAR.

– Que cáca, juizão! Sobre o gol anulado do Avaí contra o Flamengo.

Acabo de ver o gol anulado do Avaí por falta no goleiro Santos.

Falta?

Ali há um contato natural de jogo. Aliás, pelas imagens, me parece que o goleiro sai atabalhoado e colide com seu adversário. Ao menos que apareça uma imagem diferente, erro absurdo de “perigo de gol”.

Já inventamos a Regra 12B de mão na bola jabuticaba e o VAR protagonista. Teremos agora “contato corpóreo antinatural”?

Lamentável…

– Análise da Arbitragem de São-Carlense x Paulista.

Leia esse relato (até os 40 minutos do segundo tempo). E depois se surpreenda:

Um primeiro tempo tranquilo para a arbitragem de Alceu Lopes Jr. Com a colaboração dos jogadores, a partida foi disputada sem violência (eu temia os nervos à flor da pele, devido ao final do jogo da semana passada entre ambos). Correu bem, porém, no final do período, cansou. Vi algo que não gosto: pedir água para os times. Lógico que o árbitro deve se hidratar, mas tome a sua água e não demonstre cansaço. E o segundo tempo estava indo no mesmo sentido, sem lances polêmicos.

Mas…

Aos 40 minutos do segundo tempo, uma cáca, que tirou o árbitro do seu equilíbrio emocional (e os atletas do Paulista, também).

Nesse momento, Moreira sofreu um pênalti claro, fácil de se marcar. Lance sem discussão, o zagueiro comete a chamada “ação temerária” (falta com cartão amarelo). Na sequência, um atleta do Paulista deu um pontapé e não foi expulso. Aí houve uma confusão generalizada, onde o árbitro distribuiu cartões amarelos e só teve peito para expulsar membros do banco. Por fim, Koiote, nervoso, deu uma cotovelada em seu adversário e levou Vermelho.

O Paulista perdeu pela incompetência emocional dele próprio, e também pela incompetência do árbitro (que estava indo bem até essa lambança que ele cometeu – depois disso, ficou “perdidinho”). Uma pena.

– Análise da Arbitragem de Fluminense 2×1 Red Bull Bragantino (e o VAR sem energia elétrica, “vai-e-volta”).

Arbitragem ruim em Volta Redonda. No primeiro tempo, o árbitro André Luís de Freitas Castro deixou de marcar “uma ou outra falta real”, e marcou “uma ou outra cavada”, não comprometendo pois o jogo estava tranquilo. No segundo tempo, teve dificuldade em controlar os ânimos dos atletas.

Sua virtude foi se posicionar muito bem em campo. Em jogos de times de Fernando Diniz (pela forma que os times que ele dirige jogam), é difícil se posicionar.

Seus defeitos foram dois (e relevantes):

1- A falta de visão periférica: em duas tabelas do Red Bull Bragantino, o atleta que iria receber a bola sofreu a infração e ele nada marcou pois estava vendo apenas a bola. Na segunda, em Aderlan, Maurício Barbieri reclamou e foi advertido pelo quarto-árbitro.

2- A dificuldade em se impor e acalmar os nervos, especialmente com Felipe Melo, que tumultuou a partida quando entrou. Conseguiu desagradar os dois times.

Os Bandeiras: impedimentos bem marcados pelos bandeiras na primeira etapa, mas uma participação negativa do assistente 2 Fábio Pereira: o árbitro mandou seguir um lance de ataque onde a bola bateu na barriga de Raul, no final do 1o tempo, e o bandeira invalidou o ataque do Massa Bruta insistindo que foi mão (inexistente).

Curiosidade: jogou-se boa parte do 2o tempo sem energia elétrica. A partida acabou no escuro e tivemos quase 40 minutos sem VAR. É nesse período que surgiu o gol de Arias, duvidoso, pois não teve linha do VAR nem replay na transmissão quanto ao posicionamento ajustado. Também um carrinho lateral muito forte de Felipe Melo, que poderia ser revisado de Amarelo para Vermelho e não foi. Quando voltou o VAR, Marrony foi corretamente expulso por falta fora do lance.

  • E se tivéssemos VAR o jogo inteiro?

Para mim, quando os atletas mais experientes perceberam que não tinha VAR, abusaram dos unfair-plays e tomaram conta da arbitragem (infelizmente).

Detalhe: segundo o Protocolo do VAR, se algo acontecer durante o jogo:

“Uma partida não pode ser invalidada devido a Defeito(s) na tecnologia do VAR (inclusive na tecnologia da linha de gol – GLT)”.

A questão é: os equipamentos do VAR têm bateria, que aguentam um certo período, insuficiente para um “tempo inteiro mais acréscimos”, necessitando de geradores. Não deveriam ter condição de aguentar mais?

Esse tem VAR, sem VAR, volta VAR é ridículo. São duas regras num jogo só.

Imagem extraída de: http://www.sveletrica.com/blog/queima-constante-lampadas-que-fazer/

– Fazendo o que gosto no futebol:

Olá amigos, hoje estaremos em duas frentes, comentando a arbitragem:

Em São Carlense x Paulista, pela 4a divisão paulista: – Análise Pré-Jogo da Arbitragem para SãoCarlense x Paulista.

Em Fluminense x Red Bull Bragantino, pela série A do Brasileirão: – Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Fluminense x Red Bull Bragantino.

Agradecemos a audiência!

– Minha participação na JP falando sobre VAR:

Olá amigos! Estive na Rádio Jovem Pan e falei um pouco sobre os problemas do VAR brasileiro.

Abaixo, para quem queira acompanhar a matéria e entender “o que está dando errado” e “como melhorar o sistema”, em:

– Cuca voltou de onde não deveria sair.

Cuca está de volta ao Atlético Mineiro. Não é muito “estranho” tudo isso?

Por quê saiu? Agora, está tudo em ordem para voltar?

Ah, o futebol…

Mercado da bola: Atlético-MG mira Cuca e Corinthians perto de volante

Imagem: Marcel Lisboa/AGIF. Imagem extraída de: https://www.uol.com.br/esporte/futebol/ultimas-noticias/2022/07/22/mercado-da-bola-22-de-julho.htm

– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Fluminense x Red Bull Bragantino.

Para o confronto entre o Tricolor Carioca e o Massa Bruta, a CBF escalou:

Árbitro: André Luís de Freitas Castro – GO
Árbitro Assistente 1: Cristhian Passos Sorence – GO
Árbitro Assistente 2: Fábio Pereira – TO
Quarto Árbitro: Philip Georg Benett – RJ
Analista de Campo: Marcelo Silva Nascimento – RJ
VAR: Igor Benevenuto – MG (FIFA)
AVAR: Celso Luís da Silva – MG
Observador de VAR: Giuliano Bozzano – MG

André é professor de Educação Física, já tem 48 anos de idade e é da categoria “Master” na classificação da CBF. Na “gestão Seneme”, tem sido mais aproveitado na série B do que na A.

No apito, é discreto. Não costuma dar muitos cartões e nem se envolve muito em polêmicas. A única preocupação é: a questão física. Afinal, o jogo rápido, corrido e intenso que promovem tanto Fluminense quanto Red Bull Bragantino pedem que o condicionamento físico esteja em alta.

Torço para um bom jogo e uma ótima arbitragem.

Acompanhe conosco o jogo do América-MG X Red Bull Bragantino pela Rádio Futebol Total, acessando:
YouTube: https://www.youtube.com/c/CANALDOLOREDO, ou
Facebook: https://www.facebook.com/radiofuteboltotalbraganca, ou
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ou ainda pelo site: http://radiofuteboltotal.com.
Narração de Sérgio Loredo, reportagens de Pietro Loredo, comentários e análise da arbitragem com Rafael Porcari. Domingo, 24/07, 16h00. Mas desde às 15h00 estaremos no ar para levar a melhor transmissão para você!

– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para SãoCarlense x Paulista.

Para São-Carlense x Paulista, foi escalada a seguinte equipe de arbitragem:

Árbitro: Alceu Lopes Junior
Árbitro Assistente 1: Miguel Cataneo Ribeiro da Costa
Árbitro Assistente 2: Felipe Camargo Moraes
Quarto Árbitro: Renan Pantoja de Quequi
Analista de Vídeo: Marcio Luiz Augusto

Alceu tem 40 anos, é professor de Educação Física e apitou 1 jogo da A3 em 2022, além de algumas partidas no Campeonato Sub23, tendo sido escalado Quarto Árbitro na Copa Paulista. Tem 18 anos de FPF, e curiosamente, apesar de tanto tempo, costuma trabalhar em partidas júniores ou na própria Bzinha.

Só trabalhou um único jogo em partidas do Paulista: como quarto árbitro em 2015, contra o São Bento. E por tudo isso, confesso: esperava um árbitro mais experiente para esse jogo, devido principalmente ao clima criado ao final da partida entre os atletas.

Miguel Cataneo, de jogos mais importantes, será o bandeira 1. Felipe Camargo, jovem e com jogos na A3, o bandeira 2. Renan Pantoja, que apitou Paulista 2X1 Rio Branco, será o 4o árbitro.

Desejo um grande jogo e uma ótima arbitragem.

Acompanhe a transmissão de São-Carlense x Paulista pela Rádio Difusora Jundiaiense AM 810, com o comando de Adilson Freddo. Narração de Rafael Mainini; comentários de Robinson Berró Machado; análise da arbitragem com Rafael Porcari; reportagens de Luiz Antonio “Cobrinha” de Oliveira. Domingo, às 10h00 – mas a jornada esportiva começa a partir das 109h00 para você ter a melhor informação com o Time Forte do Esporte!

– Sampaoli seria uma boa para o Atlético Mineiro?

Com dinheiro do investidor, o Atlético Mineiro tem condições de bancar um treinador caro e competente. Afinal, El Turco não funcionou.

Sampaoli está na praça e já é conhecido. Seria ele o “bola da vez”? Aliás, há  dias que ele saiu do Olympique de Marseille.

Bom nome ou não?

– Já está no ar o episódio 54 do Passes e Impasses (Copa de 58).

O tema do nosso quinquagésimo quarto episódio é a Copa do Mundo de 1958: o primeiro triunfo. Com apresentação de Filipe Mostaro e Abner Rey, gravamos…

Continua em: Já está no ar o episódio 54 do Passes e Impasses

– Lisca Doido no Santos FC? Já começou confuso…

Depois da entrevista conturbada e das palavras incisivas de Lisca Doido na 3ª feira após o jogo do Sport Recife, onde garantiu que não tinha nada acertado com o Santos FC (afinal, estava só há 3 jogos no clube), imaginei que o polêmico treinador não iria para a Vila Belmiro.

Lêdo engano… logo após, no dia seguinte, o Peixe o anunciou.

Futebol é um lugar onde a ética e a transparência passam longe, não?

Em tempo: se eu sou o Lisca, tiro o “Doido” do nome artístico. Só atrapalha e não ajuda a ser levado a sério.

Imagem: Twitter do Santos FC

– O custo da arbitragem para Palmeiras x São Paulo.

Sabe quanto custou para o mandante a arbitragem de Palmeiras x São Paulo?

Cerca de R$ 44.000,00, mais R$ 1.500,00 de impostos.

Olhe só o boletim financeiro:

– Na Jovem Pan!

Hoje estive na Rádio Jovem Pan, gravando com a Livian Weber para o Programa Camisa 10 (irá ao ar no sábado).

Assunto: Arbitragem e VAR (e deu assunto…).

Muitíssimo legal!!!👍🏻 ⚽️ 🔴🟡 🥅

Valeu a pena! Coloco o podcast do programa assim que ficar pronto. Mas garanto: exploramos os problemas do VAR.

– Ted Lasso no Emmy 2022.

Eu já disse o quanto sou fã de Ted Lasso (sobre ele, aqui: https://wp.me/p4RTuC-DKI). Não vejo a hora da estréia da 3a temporada!

A notícia é: as indicações de premiações ao Emmy 2022 da série extrapolaram as expectativas. Vejam só: https://www.goldderby.com/article/2022/ted-lasso-emmy-submissions/

Ted Lasso”: gravações da 3ª temporada começam em janeiro

Imagem extraída de Apple TV+ (divulgação).

– Brigando com a imagem: a nota da CBF sobre SEP x SPFC e o jogo que não acaba.

É impressionante a nota da Comissão de Arbitragem da CBF, divulgada ontem, dizendo que houve correção no pênalti marcado pela dupla Vuaden e Emerson Ferreira. Agrada o Palmeiras (por condenar o impedimento) e encobre o problema (o pênalti inexistente).

Árbitro e VAR “brigam com a imagem”, falando sobre uma infração inexistente. Não corresponde em nada com o que aconteceu (abordamos em: https://wp.me/p4RTuC-F8A).

Qual a credibilidade da avaliação?

Já falamos sobre o erro crasso não ter sido esse impedimento polêmico que não foi marcado (vide aqui: https://wp.me/p4RTuC-FaU), mas sim o pênalti assinalado. E ressalto: não há, na voz oficial da CBF, a avaliação do outro pênalti inexistente: a mão na bola de Carelli, no tiro penal desperdiçado por Raphael Veiga (esqueceu-se desse episódio?).

Quando a questão fica resumida no lance de Gustavo Goméz e do impedimento questionado (desprezando que não foi infração e não colocando em xeque o outro lance contra o São Paulo) percebe-se: é a forma de justificar o afastamento do VAR e do AVAR, além da preservação de Vuaden (que já foi escalado em Ceará x Corinthians).

Tem que ser “artista” para dizer que Carelli sofreu o pênalti… parece que o problema da troca de Gaciba por Seneme nada resolveu. Importemos cartolas para a arbitragem, urgente.

Imagem extraída de G1.com

– Não vejo polêmica em Botafogo x Atlético: o árbitro errou ao não marcar o pênalti, simplesmente.

Não tem muito o que discutir no lance derradeiro que surgiu o gol de Keno: a falta é cobrada, a bola bate na trave e em condição legal sobra para Ademir. Ademir sofre o pênalti (ali: para tudo e marca pênalti). A continuidade da jogada (gol de Keno) não vale mais nada a partir desse momento.

Entretanto, Claus errou e não marcou pênalti. Por isso, ele considerou que a jogada seguiu e Keno, que faz o gol, está realmente impedido.

Se Ademir não tivesse sofrido o pênalti, seria impedimento corretamente marcado. Mas, mesmo com VAR, desconsiderou a infração sofrida prejudicando o time.

Ops: John Textor, dessa vez, não reclamou da arbitragem. A favor, pode?

Botafogo x Atlético-MG: veja onde assistir, escalações, desfalques e arbitragem | brasileirão série a | geImagem extraída de Ge.com

– O que pensaria o racista do Morumbi?

Durante o jogo São Paulo 2×2 Fluminense, flagrou-se um torcedor bobão do Tricolor Paulista imitando um macaco (em clara prática de deboche racista) para um torcedor do Tricolor Carioca.

O que esse pobre idiota pensa (se é que tem raciocínio)? Depois de exposto, como será o relacionamento com os negros do dia-a-dia? Me refiro aos seus vizinhos, parceiros de trabalho, pessoas da comunidade que se relacionar e outros contatos.

Se for empregado de alguma empresa, como ela reagiu a tal ato nojento?

Que o vagabundo seja identificado e punido confirme a lei.

Imagem extraída do print

de UOL.com

– Análise da Arbitragem de América 0x3 Red Bull Bragantino.

Boa arbitragem de Wagner Magalhães no Estádio Independência! Jogo pouco faltoso, sem lances polêmicos, com os atletas colaborando. E algo maravilhoso: não teve polêmica com VAR!

O árbitro de vídeo só foi acionado uma vez, e manteve-se (com correção) a decisão de campo.

Ah se todo jogo de futebol fosse assim…

Grande vitória do Massa Bruta em cima do Coelho fora de casa. Aliás, 7 gols marcados e nenhum sofrido nos últimos dois jogos.

– 28 anos da Conquista do Tetracampeonato Mundial.

Em 17 de Julho de 1994, a Seleção Brasileira conquistava a Copa do Mundo dos EUA!

Seleção de futebol pragmático e que quase não se classificou. Parreira teve que trazer a contragosto Romário (que havia brigado com ele desde que foi reserva de Müller, contra a Alemanha, em Porto Alegre). No Maracanã, contra o Uruguai, o Baixinho chamou a responsabilidade pra si e carimbou-se ali o passaporte.

Duas coisas marcantes daquele Mundial: o baixíssimo nível técnico da competição e o pênalti desperdiçado pelo italiano Baggio, na final.

Puxa, voltamos aos anos 90 na memória ao escrever tudo isso…

Imagem extraída da Internet. Quem conhecer a autoria, favor indicar para crédito na postagem.

– Porque o VAR não poderia ter marcado o impedimento a favor do Palmeiras:

Respeito todas as opiniões contrárias às minhas, converso com muita gente que entende mais de “regra do jogo” e de “futebol jogado” do que eu, mas ao ouvir os áudios (enfim liberados pela CBF), dá para humildemente esclarecer o ocorrido no polêmico lance que resultou no gol para o São Paulo (sobre os 3 lances polêmicos, já abordamos aqui: https://wp.me/p4RTuC-F8A, para quem queira acompanhar):

  • Ninguém fez as linhas de impedimento pois não era um lance crasso, era lance de campo. Entendo também que o VAR e o AVAR, na preocupação de “caçar uma infração” entre ataque e defesa de Calleri e Gustavo Gómez, nem bola deu para isso.
  • O árbitro de vídeo vai procurar um impedimento QUANDO SAI UM GOL, não um ato infracional (é sua atribuição). Ele não pode fazer isso aleatoriamente, a não ser se for um erro crasso (repare que percebeu-se o impedimento bem depois do ocorrido, pois naquele momento – por ser um lance rápido – não havia a percepção).
  • É lance para o bandeira (e se ele errar, é o erro tolerável, que acontece nas partidas comumente).
  • Se o bandeira tivesse dúvida, ele deveria falar pelo rádio que é um lance duvidoso e deixar o jogo seguir (é recomendação oficial). Afinal, se ele levantar seu instrumento, pode matar uma jogada de gol legal, já que tem uma incerteza. Portanto, deve permitir a continuidade da jogada, e saindo o gol, o VAR fazer a verificação. Se não sair o gol, aquele impedimento fica não marcado (já que não ocorreu um gol ilegal e a jogada prosseguiu).
  • Lembre: em lances ajustados deve prevalecer a marcação de campo (por isso a insistência em “lance do bandeira”). Só serão vistos se o bandeira manifestar que está deixando seguir em dúvida. Serão verificados pelo VAR, por iniciativa dele próprio, se forem lances CLAROS e ÓBVIOS.

Portanto, o impedimento (que houve) não é um erro crasso de marcação, mas corriqueiro pela dificuldade (os troncos estão em mesma linha, é ajustada a questão das partes não-jogáveis e jogáveis), que deveria ter sido acertado pelo bandeira e não obrigatoriamente traçado pelo VAR. O erro foi: o pênalti inexistente marcado.

O pepino é esse, a palavra oficial da CBF: “CBF diz que é lance ajustado e precisa ser checado”.

AO CONTRÁRIO!

Lance ajustado é do bandeira, deve prevalecer a decisão de campo. Quem falou em nome da CBF errou, e levou as pessoas a crerem ao contrário!

Em: https://www.uol.com.br/esporte/futebol/ultimas-noticias/2022/07/16/palmeiras-x-spfc-cbf-admite-que-var-nao-checou-impedimento-de-calleri.htm?utm_source=twitter&utm_medium=social-media&utm_campaign=esporte&utm_content=geral

Em tempo 1: com a tecnologia do impedimento semi-automático por inteligência artificial, essa discussão deve acabar (essa tecnologia foi aprovada para a Copa do Mundo, com sensores espalhados e chip na bola). Vide em: https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2021/11/25/na-copa-arabe-o-teste-do-impedimento-automatico-por-ia-enfim-ocorrera-dara-certo/

Em tempo 2: a citação “clara e óbvia” está no protocolo oficial, em: https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2022/07/07/o-grande-erro-do-uso-do-var-no-brasil-a-partir-do-livro-de-regras/

Em tempo 3: sobre decisão do bandeira ou lance do VAR (lances ajustados), no 3o item do 3o parágrafo, aqui: https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2019/11/05/o-que-a-ifab-pede-ao-var-e-o-que-o-brasil-faz-com-ele/

Imagem extraída do print de GE.com

– Análise da Arbitragem de Paulista 0x1 São-Carlense.

Para 1023 pagantes no Estádio Jayme Cintra, vimos um jogo com arbitragem fraca e desentrosamento entre árbitro e bandeira 1.

Aos 4m: o assistente Claudenir Donizeti inverteu um lateral bisonho… O próprio jogador do Paulista (Amarildo) se lamentou pelo toque a mais, e o bandeira deu a saída de bola do seu adversário (foi o chamado “branco”, pois foi um lateral muito claro). Com 8 minutos, precisou da ajuda do árbitro Flávio Mineiro Ribeiro para definir o lado. Aos 28m, árbitro e bandeira ficaram “namorando” (um linguajar da arbitragem para situações de indecisão) e nada foi marcado, e nesse momento, quem gritou, ganhou o lateral (momento demorado e vexatório… ) Aos 48m, outro lance bizarro: árbitro insistindo para um lado e bandeira insistindo para outro. (o estádio não xingava, mas ria!).
Também tivemos problemas do outro lado: aos 19m, o bandeira Ricardo Buzzi ficou indeciso numa dividida que era a favor do São-Carlense e “ficou esperando o árbitro, que ficou esperando o bandeira… que ficaram olhando um para o outro”, e … inverteram. A mesma coisa aconteceu aos 21m.
Aqui, uma observação: elogiei o plano de trabalho do árbitro Danilo Silva com seus assistentes no jogo contra o Manthiqueira. Hoje, contra o São-Carlense, é justamente o inverso. Não conversaram entre si?

Tecnicamente:
Somente aos 11m aconteceu a primeira falta do jogo. Jogadores “queriam jogo”, ótimo. Mas aí o árbitro gostou da situação e não marcou faltas reais. Por exemplo: aos 14minutos, uma falta de Zé Vitor em João Vitor, onde o juizão não marcou. A partida estava fácil até esse momento, entretanto, houve a impressão (especialmente nesse lance) que o juizão queria aplicar o “Estilo Vuaden”, sem saber fazer isso.
Aos 20m, nova falta não marcada ao Paulista. De novo, a impressão de que levaria o jogo sem querer marcar faltas. Vaidade do árbitro? Talvez. Nesse momento, tínhamos : 1 falta e 2 bolas ao chão apitadas.
Aos 21m: uma falta forte no jogador do Paulista (apenas a 2ª que o árbitro apitou) e um bololô se formou. Nesse momento, comentei na transmissão: ou o árbitro leva a sério a partida, ou ele vai transformar um jogo fácil de se apitar, com jogadores que estavam preocupados apenas com a partida , em uma confusão.”
Aos 28m: Kennedy deu um pontapé no Carlos Eduardo, deveria ter recebido Cartão Amarelo. Enfim, mais tarde, na falta de Marcelo, o justo Cartão aplicado.
Aos 53m: Carlos Eduardo sofreu a falta (novamente não marcada) e aí precisou parar o jogo para atendimento e dar “bola ao chão” (pela 4ª vez). Ou seja, beneficiou o infrator.
Aos 57m: Morungaba sofreu uma “pernada” que lhe arrancou a caneleira. O árbitro estava próximo demais e não marcou. Seu posicionamento “em cima demais” o atrapalhou. Na sequência, uma “desforra”, que ele marcou.
Aos 63m: Gol anulado do São-Carlense: aparentemente, pareceu-me um gol legal. Entretanto, o árbitro anulou alegando que a bola bateu na mão na hora da finalização. Da cabine, eu não vi a mão. No estúdio, não achou-se essa mão. O árbitro estava próximo e, até surgir uma imagem, continuo na dúvida. O São-Carlense reclamou demais.

Resumidamente: a arbitragem não teve influência no placar, mas irritou equipes e torcedores ao não apresentar um bom trabalho.

Em tempo: após o apito final, ocorreu uma confusão envolvendo jogadores do Paulista e do São-Carlense, onde aparentemente houve uma expulsão em meio ao bololô, não identificada. Para saber o que aconteceu, aguardando a súmula (clique aqui para acesso a ela – até 17h15, ainda em branco): http://2016.futebolpaulista.com.br/sumulas2.php?cat=74&cam=104&jog=199&ano=2022)

– Sobrou somente para o VAR e o AVAR?

Vejo com preocupação que, depois das lambanças de Palmeiras x São Paulo (vide aqui: https://wp.me/p4RTuC-F8A), a CBF suspendeu o VAR e o AVAR. Porém, o árbitro foi mantido em sua escala (Vuaden apitará Ceará x Corinthians).

Se o pessoal do vídeo sugeriu, e o juizão (que é muito experiente) aceitou numa boa a sugestão dos seus colegas, por que ele é poupado?

Abaixo:

– Análise Pré-jogo da Arbitragem para América x Red Bull Bragantino, Rodada 17 do Brasileirão Série A.

Para o confronto do Massa Bruta contra o Coelho em Minas Gerais, apitará:

Árbitro: Wagner do Nascimento Magalhaes (RJ)
Árbitro Assistente 1: Thiago Henrique Neto Correa Farinha (RJ)
Árbitro Assistente 2: Luiz Cláudio Regazone (RJ)
Quarto Árbitro: Wanderson Alves de Souza (MG)
Analista de Campo: Joel Tolentino Damata Jr (MG)
VAR: Pablo Ramon Goncalves Pinheiro (RN) – que estará também em Ceará x Corinthians, sábado.
AVAR: Flávio Barroca (RN)
Observador de VAR: Hilton Moutinho Rodrigues (RJ).

Wagner esteve em Operário 0x0 Sport 0 na última 5a feira, pela série B. Foi ele o árbitro de Red Bull Bragantino 0x2 Internacional no Nabizão, neste ano. No ano passado, apitou 3 empates do Braga: 0x0 contra o Ceará, 0x0 contra o Sport e 2×2 contra o Ceará, no 2o turno. No ano retrasado, apitou o empate de 1×1 contra o Athlético.

Não gosto do seu estilo de jogo: paralisa muito a partida, não tendo muito tempo de bola rolando. É experiente, pertence ao quadro da FIFA e não costuma dar muitos cartões.

Desejo um ótimo jogo e uma boa arbitragem!

Acompanhe conosco o jogo do América-MG X Red Bull Bragantino pela Rádio Futebol Total, acessando:
YouTube: https://www.youtube.com/c/CANALDOLOREDO, ou
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ou ainda pelo site: http://radiofuteboltotal.com.
Narração de Sérgio Loredo, reportagens e comentários de Sílvio Loredo, análise da arbitragem com Rafael Porcari. Domingo, 17/07, 19h00. Mas desde às 18h00 estaremos no ar para levar a melhor transmissão para você!

– Análise Pré-jogo da Arbitragem para Paulista x Grêmio São-Carlense, Rodada 13 do Paulistão Sub23.

Para o confronto do Galo da Japi contra o Lobo da Central, apitará: Flávio Roberto Mineiro Ribeiro, que apitou Rio Branco 3×0 Paulista na 1a fase.

Flávio é um caso de má gestão de carreira: apitou muito mal os jogos do Paulista no Sub 23, logo que o Galo foi rebaixado. Na pressa de lançar novos nomes, a FPF o escalou na A1 em São Paulo x Novorizontino, marcando dois pênaltis inexistentes e anulando dois gols, queimando etapas. Caiu de divisão e recentemente tem apitado a A3.

É jovem, tem 9 anos de FPF e 27 anos de idade – mas uma carreira mal administrada. Tomara que os erros do passado (se mostrar mais importante que os atletas, deixar o jogo correr demais, e outros equívocos) tenham sido consertados.

Acompanhe Paulista x São-Carlense pela Rádio Difusora AM 810 ou nos Apps, com a narração de Rafael Mainini, comentários de Robinson Berró Machado, reportagens de Luiz Antonio “Cobrinha” de Oliveira e análise da arbitragem de Rafael Porcari. No comando: Adilson Freddo! O jogo, no sábado, começa às 15h, mas desde às 14h o Time Forte do Esporte já estará no ar.

 

– Nacionalidade não significa qualidade.

Rogério Ceni eliminou Abel Ferreira. Mancini eliminou Luís Castro. Dorival Jr eliminou El Turco (pela Copa do Brasil). Lembrando: Diniz goleou Victor Pereira.

Nossos treinadores brasileiros estão se capacitando mais ou foram situações circunstanciais?

Imagem de Freepik

– Os 3 lances polêmicos de Palmeiras 2×1 São Paulo pela Copa do Brasil.

Que cáca fez Vuaden ontem, não?

Já havíamos falado que sua escala era evitável, devido aos acontecimentos anteriores e as queixas “prontas” de Abel. Vide em: https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2022/07/13/vuaden-no-palmeiras-x-sao-paulo-o-desejo-nao-realizado-de-abel/

Dos erros, o pênalti marcado para o Palmeiras talvez seja o erro mais grosseiro. O pênalti a favor do São Paulo também não foi. Idem ao lance de Dudu. Abordamos o 1º aqui, em: https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2022/07/14/que-vacilada-vuaden/

Em vídeo, didaticamente, um rápido resumo das 3 situações: https://youtu.be/XGUL3c5egg4

– Que vacilada, Vuaden!

Há lances que não podem ser considerados interpretativos, de tão claros e objetivos que são. Um exemplo disso: o pênalti marcado na bola que bateu no braço de Calleri!

A bola é chutada, o jogador está em movimento natural e tenta tirar o braço como reflexo. Não houve intenção, não houve movimento antinatural ou quaisquer outras nuances.

Leandro Pedro Vuaden não marcou. O VAR “protagonista” novamente apareceu e o juizão, de novo, foi “Maria VAR com as outras”.

Confesso: eu fiquei constrangido ao ver o lance. Esse tipo de arbitragem estraga o jogo no Brasil…

Precisa ser mágico para jogar futebol neste país. Como fazer o braço desaparecer instantaneamente?

Cartola e varinha de mágico. | Cartola de eva, Como fazer cartola,  Artesanato em eva

Imagem extraída de: https://br.pinterest.com/pin/373517362827560602/, empatyartesanatoemeva.blogspot.com

– Fuzuê e Pressão antes dos jogos de futebol: cansou!

Fogos de artifício nas janelas do hotel, ônibus apedrejado, ameaças diversas… Flamengo x Atlético Mineiro teve de tudo, não?

Tudo desnecessário e que vai contra o espírito esportivo. Providências serão tomadas somente quando alguém morrer?

Em tempo: tudo isso vale para o pós-jogo também: vide a invasão em campo na Vila Belmiro para bater no goleiro Cássio (Santos x Corinthians).

Imagem: reprodução do Uol em seu twitter (ônibus do CAM apedrejado).