– Assistiu o Debate da TV Bandeirantes?

Quando se pensa que não dá para piorar a política brasileira, aí se vê que é um equívoco pensar assim. Que “show de horrores” o debate ontem, não?

Sem o provável candidato do PT, Fernando Haddad (já que Lula está justamente na cadeia – e anseia esperar outros companheiros E ADVERSÁRIOS por lá, não tenho dúvida), a discussão foi vazia, sem respostas a contento e fraco em propostas.

Aliás, o começo foi ridículo: uma decepção ver Álvaro Dias demagogicamente fugindo das perguntas e querendo ganhar popularidade nas costas de Sérgio Moro. Aí, na sequência, aparece o “cabo Daciolo”, dando uma de pastor!

Pobre eleitor… o que esperar de Alckmin, Bolsonaro, Ciro e até da Marina Silva? E Boulos: nem pensar!

Assista na íntegra em: https://www.youtube.com/watch?v=9EnJeUKwX_c

– Pobre eleitor… Em quem votar?

E foram inscritas as chapas dos candidatos às Eleições para a Presidência 2018. São 13 candidatos, abaixo:

  1. Álvaro Dias (Podemos),
  2. Abo Daciolo (Patriota),
  3. Ciro Gomes (PDT),
  4. Geraldo Alckmin (PSDB),
  5. Guilherme Boulos (PSOL),
  6. Henrique Meirelles (MDB),
  7. Jair Bolsonaro (PSL),
  8. João Amoedo (Novo),
  9. João Goulart Filho (PPL),
  10. José Maria Eymael (DC),
  11. Luiz Inácio Lula da Silva (PT) – que apesar de estar inelegível, foi inscrito e será substituído por Fernando Haddad.
  12. Marina Silva (Rede)
  13. Vera Lucia (PSTU).

É difícil crer que tenhamos 13 ideologias diferentes em nosso país para tanto nome, não é verdade? Mas se tem de tudo: dos mais liberais economicamente como Amoedo até os radicais de carteirinha, como Vera Lúcia (que promete estatizar as 100 maiores empresas do Brasil).

A verdade é: temos quantidade mas pouca qualidade!

Cuide bem do seu voto, é o mínimo que o pobre eleitor brasileiro deve fazer… E quem sucederá esses últimos mandatários? Dá arrepio imaginar o quanto judiaram do Brasil.

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– Os candidatos à Presidência em 2018

Onde estão os nomes que darão esperança ao Brasil e cumprirão a difícil missão de melhorar o país pela competência, moderação, diálogo, ação, respeito e honestidade?

Como está complicado escolher um presidenciável!

Neste final de semana, os partidos estão realizando suas convenções e oficializando os nomes. Não votarei em quem já é político, está ou esteve no poder, e não correspondeu (assim, descarto Ciro, Bolsonaro, Alckmin, Marina e Lula). Tampouco em radicais de esquerda e de direita (ficam fora Bolsonaro e Boulos). Manuela D’Àvila tanto agitou e sucumbiu ao desejo de ser vice do PT (que insiste no Luís Inácio, ex-presidente comprovadamente corrupto e que não pode se candidatar).

Sobrará quem? Álvaro Dias, Henrique Meirelles, José Maria Eymael e João Amoêdo – este último, o que possivelmente levará meu voto por não ser político profissional, mostrar respeito ao dinheiro público e alardear que o Estado não deve se meter na vida das pessoas (e no bolso delas) como faz hoje, mas sim, cuidá-las e fomentar a sustentabilidade para elas.

Mas que está duro este 2018, ô se está!

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– Sobre Bolsonaro no Roda Viva

Ouvi muita coisa sobre a entrevista de Jair Bolsonaro no Programa Roda Viva. Impossível comentar sem ter assistido na íntegra. E, após assistir, inegável: muito polêmica.

A propósito: parabéns à TV Cultura, que levou os candidatos da Esquerda à Direita, nos permitindo ver os extremos radicais.

Especificamente, Bolsonaro: não me passa sensação de competência alguma! A impressão que eu tenho é que não passa de um valentão tentando conseguir os votos dos descontentes tucanos e petistas. Só!

Aliás, tanto o candidato como os entrevistados ficaram a desejar – apesar de criarem debates.

  • Onde ficaram as propostas?
  • Onde ficaram as perguntas mais específicas e técnicas sobre um futuro governo?

O que se viu foi a discussão de democracia e ditadura, por pessoas que não viveram na sua totalidade.

Eu sei que só os que viveram desde 64 até 85 podem falar algo. Mas o pouco que vi, e o resto que estudei, mostram o quão violento foi o período militar (em que pese o crescimento econômico). O problema é a teimosia em Bolsonaro em querer que pareça ter sido um tempo de paz, se fazendo de mocinho contra bandidos. E, por outro lado, os “contras” dele são no caminho radical inverso: fazem de conta que não foram também cometidos crimes por quem queria uma ditadura de esquerda. Quem sofreu, verdadeiramente, foi o cidadão comum que desejava democracia e liberdade.

O que me impressionou é que tudo se resolve de maneira demagoga. Bolsonaro age como um “Lula de Direita”, com o mesmo discursinho de enrolar o próximo quando está acusado e ser simplório demais na resolução dos problemas.

Está difícil escolher candidato esse ano. Minhas condições são:

  • ser ponderado;
  • ser competente;
  • não ser demagogo;
  • ser honesto;
  • não querer dividir o país em mortadelas e coxinhas;
  • fim dos rótulos e da vitimização dos grupos sociais.

Bem direto: há muito artificialismo nesses candidatos, e o medo é que os mais caricatos e teatrólogos vençam. E quero registrar: RESPEITO OS ELEITORES, mas não nutro empatia nenhuma com os candidatos radicais e seus “aspones” de plantão!

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– De olho nos vices em 2018…

No país em que os vices mandam, fica a incógnita de quem serão os vice-candidatos a presidente em 2018.

Perceba: Sarney era vice de Tancredo, Itamar o vice de Collor, Temer o vice de Dilma. O governador de São Paulo, Márcio França, também era v ice.

Josué Alencar, desejado nome do PR (MG) para a chapa como vice de Geraldo Alckmin do PSDB (PSDB) não confirma o aceite ao desafio. Lembrando que ele é filho do falecido José Alencar, vice de Lula, do PT (SP).

Aliás, quem será o vice de Bolsonaro? E de Ciro Gomes? E da Marina Silva? E do candidato (indefinido) da chapa petista?

As Eleições Presidenciais estão logo ali... Não está se bobeando muito?

– Senador Datena?

O jornalista José Luiz Datena será candidato ao Senado Federal por SP.

Vai conseguir se eleger? Eu acho que terá chance, pois entram 2 nessas eleições.

Se é uma boa?

Aí é outro papo. Ser popular / populista são coisas distintas; ter competência é outro assunto…

Aliás, ele não disse que seria um péssimo político quando justificou sua desistência à candidatura de ser prefeito na Capital Paulista?

Eu o acho uma incógnita e me questiono: o que o fez mudar de opinião?

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– Parabéns à Pré-Candidata Marina Silva

Disse a pré-candidata Marina Silva à Rádio Jovem Pan na sabatina de 5a feira, na sua última frase:

“Não quero que os filhos do Bolsa Família se tornem mães do Bolsa-Família!”

Ótimo! Muitos políticos têm medo de falar que um viés deste Programa de Assistencialismo tão discutido em nosso país, é justamente o do beneficiado encarar ajuda como salário.

Não sou contra o Bolsa-Família em si, pois entendo que o pobre merece atenção e solidariedade. Sou contra a perpetuação da assistência sem dar dignidade ao assistido: ou seja, arrumar-lhe EMPREGO para que possa sustentar sua família e tornar-se independente da caridade. Por consequência, tal recurso pode ir para outros necessitados.

Candidatos têm uma preocupação em perder voto ao ponderar a necessidade de corte do Bolsa-Família à quem não quer trabalhar… será que isso se tornou uma “compra de voto institucionalizada”?

Quantas vezes você ouviu dizer que se o eleitor não votar em X, vai perder o Bolsa-Família porquê Y vai tirá-lo? E dessas boatarias surge uma enxurrada de votos daqueles que se tornaram dependentes da verba.

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– Muitas opções para votar a Presidente do Brasil?

Eu escolhendo um candidato a presidente (me sinto como a cachorrinha do vídeo):

– esse é corrupto,

– esse é incompetente,

– esse é radical,

– esse é pau-mandado,

– esse não vai ganhar,

– esse vai aumentar os impostos,

– esse está preso,

– esse está enrolado com escândalo do Metrô,

– esse quer resolver na bala…

VIXI!!! Tá difícil, hein? Mas, brincadeiras à parte, meu candidato está no “não vai ganhar” (mesmo assim, votarei com a esperança de que o quadro mude – afinal, se ninguém votar nele achando que não vai ganhar, não ganha mesmo).

 

– Eu não levo a Venezuela a sério. E você?

Dá para levar a Venezuela a sério?

Nicolas Maduro ganhou com 62% dos votos no último final de semana. Entretanto, faltaram à votação 58%.

Na miséria que eles vivem, com os protestos constantes, dá para acreditar que foram limpas as Eleições por lá?

Ah, as nossas urnas eletrônicas vem de Caracas…

– A Revoltante (mas não surpreendente) omissão de Geisel

A CIA, em seus documentos revelados após longo tempo (de acordo com a lei de sigilo de documentos norte-americana), mostrou que durante o regime militar brasileiro, o General Ernesto Geisel (que muitos “aliviavam” como um suposto presidente responsável pelo afrouxamento da ditadura) autorizou a execução de presos políticos e “subversivos perigosos ao sistema”.

Questionado sobre tal episódio, o candidato à presidência do PSL, Jair Bolsonaro, declarou que:

“Quem nunca deu um tapa no bumbum do filho e depois se arrependeu?”

Nossa! Que frase infeliz!!!

O que as famílias de inocentes mortos devem pensar sobre seus entes queridos e suas vidas ceifadas, chamando-os de “perigosos” (sim, eram “perigosos” por terem opinião contrária, pois qualquer regime de ditadura trata assim quem pensa diferente, seja de direita ou de esquerda)?

Quem lê, acha que se refere a um pai arrependido em dar uma palmada no filho desobediente. Aqui se refere à assassinatos, torturas, massacres!

É esse o homem que ajudará o Brasil? O candidato da conciliação e união do país?

Nada de radicalismo, nem de um lado e nem do outro.

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– A desistência de Joaquim Barbosa.

Que ôba-ôba do ex-presidente do STF, Joaquim Barbosa, não?

Se filiou ao PSB, criou expectativas de que seria candidato (eu não acreditava), mas apesar da boa imagem perante os brasileiros, não tinha nenhuma plataforma de Governo ou ideia divulgada.

Para ser Presidente da República, o Brasil precisa de duas coisas: Competência e Honestidade. Não sei se Joaquim seria competente como administrador da nação.

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– Sou a favor dos candidatos divulgarem seus ministros. Frota na Cultura, não!

Sempre disse que, nas Eleições do Mundo Ideal, dever-se-ia exigir que os candidatos à Presidência da República divulgassem durante a campanha seus Ministros. Dessa forma, o eleitor esclarecido teria um pouco mais de subsídio para escolher o Presidente do Brasil.

Segundo a Rádio Bandeirantes em seu twitter, o deputado e candidato ao executivo Jair Bolsonaro (PSL-RJ) declarou em tom de brincadeira ao ator Alexandre Frota:

“Quero te ver Ministro da Cultura”.

É claro que não será. Mas esse agrado faz que a questão da qualidade da escolha dos homens e mulheres que estarão a frente do Ministério de quem pleiteia governar o país, sejam extremamente discutidos!

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– Michel Temer assume que tentará o Planalto. A troco de quê?

Com imensa rejeição do eleitorado, o presidente Michel Miguel Elias Temer Lulia, com seus 78 anos bem vividos, confirmou nesse final de semana à Revista Isto É que será candidato à presidência em 2018.

Cá entre nós: nem ele acredita que se elegerá no pleito. Mas a questão é: por quê?

Para manter o foro privilegiado? Se for, a estratégia será inútil pois não será o presidente em 2019.

De fato, incompreensível essa sanha em querer o poder. Nem para Deputado ele ganhará…

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– Aécio e Dilma quatro anos depois… e o Temer?

Na semana passada, foi revelado que a Operação Patmos, deflagrada dias atrás, encontrou bloqueador de celular externo e “fazedor de ruído” em extensão telefônica, no escritório do Senador Aécio Neves.

Nunca imaginei que existissem equipamentos como esse do “barulhador de linha”. Mas ele dificulta escuta telefônica, né? Será que foi o dono do escritório quem colocou para que não fosse investigado?…

Aliás, os dois últimos candidatos à Presidência do Brasil (e que bipolarizaram a nação) estão em descrédito. Aécio acabou politicamente, igual a Dilma. Mas a ex-presidente não se cansa em “pagar micos” e ousou dizer que a morte de Marielle Franco faz parte do “golpe em andamento”!

Caramba, seu (justo) impeachment não tem nada a ver com essa execução sumária! Que picaretagem fazer uso do triste assassinato da vereadora ativista para proveito próprio. Coisa feia, dona Rousseff.

Aliás, o que tem de gente se aproveitando dessa tragédia…

Ops: enquanto redijo, escuto no rádio a notícia de que Michel Temer deve, em breve, anunciar sua candidatura para ser presidente pelo MDB em Outubro. Se confirmada tal informação, é uma tremenda falta de bom senso… Tá se achando, Temer?

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– Uma população governada por vices? Adianta votar?

Perceberam que, caso se confirme as candidaturas de diversos políticos especulados, o cidadão paulistano será governado apenas por vices?

Bruno Covas será o novo prefeito da Capital, no lugar de João Dória Jr;

Márcio França será o novo governador do Estado, no lugar de Geraldo Alckmin; e,

Michel Temer já é o presidente da República, no lugar de Dilma Rousseff.

São todos políticos profissionais, não? Aliás: não está na hora de desvincular as candidaturas das chapas (eleições para o Mandatário e voto à parte para o Vice)?

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– Os 21 candidatos a Presidente do Brasil

Por ser época de Carnaval, não repercutiu tanto. Mas o Jornal O Globo trouxe uma matéria mostrando os presidenciáveis para 2018, e, acredite, foram elencados 21 nomes!

Destes, quem você simpatiza?

Extraído de: https://oglobo.globo.com/brasil/no-desfile-de-pre-candidatos-mais-de-20-nomes-querem-disputar-planalto-22392703

NO DESFILE DE PRÉ-CANDIDATOS, MAIS DE 20 NOMES QUEREM DISPUTAR O PLANALTO

Desde 1989 não há tantos nomes colocados para a disputa pela Presidência

Por Juliana Castro

A oito meses das eleições presidenciais, mais de duas dezenas de pré-candidatos já colocaram o bloco na rua sonhando com o Palácio do Planalto. O desfile de nomes é variado, retrato de um cenário de indefinição semelhante à disputa de 1989, quando 22 candidatos participaram da corrida eleitoral. O pleito de outubro pode ter nas urnas representantes dos mais variados estilos: além dos políticos tradicionais, estão se mobilizando apresentadores de TV, banqueiros, um líder sem-teto, um cabo bombeiro e até um cirurgião plástico exótico.

O bloco dos novatos, formado por aqueles que nunca concorreram ao Executivo, tem como mais inusitado representante o médico Dr. Robert Rey, mais conhecido como Dr. Hollywood devido às cirurgias plásticas que já fez em diversas celebridades. Ele anunciou a intenção de ser candidato caso consiga refundar o Prona, partido que lançou o folclórico Enéas Carneiro à Presidência nos anos 1990. Na semana passada, Rey gravou vídeo na página oficial da legenda pregando um Brasil “mais conservador”.

Sua página no Facebook mistura dicas para dar fim às olheiras e à calvície com ideias, sem qualquer detalhamento programático, para “trazer o sistema americano para escolas brasileiras”. Rey também já defendeu, em entrevista, que o hino nacional toque todo dia de manhã em cadeia nacional de rádio e TV.

Convites à espera de resposta

Propostas excêntricas também estão nos discursos de outros novatos. Repleto de menções a Deus, o discurso do deputado federal Cabo Daciolo, pré-candidato pelo Avante, sai frequentemente em defesa da intervenção militar como uma solução para o país. No ano passado, o bombeiro chegou a defender o fechamento do Congresso Nacional, onde “só tem corruptos”.
Já a ex-apresentadora de televisão Valéria Monteiro (PMN) tem pregado medidas como licença maternidade de três anos e isenção de Imposto de Renda para quem ganha menos de R$ 3.700. O impacto fiscal das ideias, contudo, não foi calculado pela pré-candidata.

— Esses candidatos não têm visibilidade eleitoral, mas acabam aparecendo com suas atividades um tanto folclóricas. As eleições de 1989 e a de 2018 têm uma relação no que se refere à possibilidade de muitas candidaturas, mas a conjuntura política é muito diferente. No final dos anos 1980, a esperança era muito grande. Agora, há o pessimismo generalizado, as pessoas estão desencantadas com o sistema político — diz o cientista político Paulo Baía, da UFRJ.

Ao contrário de Rey, Daciolo e Valéria, apoiados por partidos nanicos, há ainda os novatos com maior relevância, que permanecem com o futuro indefinido. Caso do apresentador Luciano Huck e do ex-presidente Supremo Tribunal Federal (STF) Joaquim Barbosa, cortejados pelo PPS e PSB, respectivamente. Embora Huck tenha conversas periódicas com economistas liberais, seu discurso de forte apelo social tem potencial de crescimento em segmentos lulistas, apontam institutos de pesquisa. Já Barbosa mantém-se em silêncio sobre o que seriam seus projetos presidenciais, mas sua plataforma, apontam os socialistas, estaria focada na sua trajetória pública de combate à corrupção.

Guilherme Boulos, que estuda a filiação ao PSOL, fecha a lista de novatos em dúvida. Embora não admita, a candidatura do líder do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST) está diretamente relacionada ao futuro político do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Boulos dividiria votos da esquerda com a deputada estadual no Rio Grande do Sul Manuela D’Ávila (PCdoB).

— Não tem um candidato competitivo no cenário eleitoral, e isso estimula o lançamento de várias pré-candidaturas. Quando existe este nome, os partidos menores tendem a ser atraídos pela coalizão. Tem que ter tempo de TV para haver um bom desempenho — explica Fernando Antonio Azevedo, cientista político da Universidade Federal de São Carlos (Ufscar).

O bloco dos indefinidos também contempla nomes da base do governo, como o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles (PSD), o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM), e o presidente do BNDES, Paulo Rabello de Castro (PSC). Os três sonham em ser o nome que unificaria o centro político para acabar com a polarização entre Lula e o deputado Jair Bolsonaro, em negociações para migrar para o PSL. No mesmo espectro político, também apresentam-se João Amoêdo (Novo), com carreira ligada ao mercado financeiro, e o senador Álvaro Dias (Podemos).

Estão no páreo ainda os veteranos que já concorreram à Presidência em outras ocasiões: a ex-senadora Marina Silva (Rede), que disputou pelo PV em 2010 e pelo PSB em 2014; o governador Geraldo Alckmin, candidato em 2006 pelo PSDB; o ex-governador do Ceará Ciro Gomes (PDT), que concorreu em 1998 e 2002; e o senador Cristovam Buarque, que disputou em 2006.

A campanha também terá velhos conhecidos do eleitorado como Eymael (PSDC), dono do jingle chiclete “Ey-Ey-Eymael, um democrata cristão”, e Levy Fidelix, autor do controverso projeto do “aerotrem”. Sem contar o ex-presidente Fernando Collor (PTC), que, em discurso na semana passada, disse estar “diante da retomada de uma missão”. Slogan esse que, aliás, já aparece na foto de capa de sua página no Facebook.

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– Huck, FHC, Alckmin, Lula, Bolsonaro… ou Hulk?

O cenário dos presidenciáveis está pegando fogo. Lula será candidato ou vai para a cadeia? Bolsonaro terá fôlego em partido nanico? E Alckmin, deslancha ou não? Teremos Ciro, Meirelles, Marina e Manuela? De certo, somente Levy Fidelix como candidato pelo seu PRTB.

Tanto o PPS quanto parte do PSDB querem que Luciano Huck se candidate. Veja que o ex-presidente Fernando Henrique foi visita-lo nesta semana…

Será que Geraldo Alckmin será abandonado por seus pares?

Sincera e honestamente, acho que somente Hulk (não o Huck, mas o herói da Marvel) e os outros Vingadores, através de uma força-tarefa, darão um jeito nesse país…

Brincadeiras à parte, não tenho nada contra o apresentador da Globo. Me parece um cara muito bem intencionado (já escrevi isso aqui em: https://wp.me/p4RTuC-lv4) Não quer dizer que terá meu voto, mas a rejeição é menor.

Ao menos, é um nome diferente das atuais raposas velhas…

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– Você confia nas urnas eletrônicas usadas na Política e nos Esportes?

Sabidamente, é uma empresa VENEZUELANA (e atualmente isso é preocupante) a responsável pelas urnas eletrônicas no Brasil. Pois bem: ao ler na Internet que o TSE fará auditoria em tempo real durante as Eleições Gerais em Outubro de 2018, ouço na Rádio que Paulo Garcia, o 2o colocado nas Eleições do Corinthians, pede anulação do pleito em seu clube por ter sido detectada uma possível fraude durante as votações: a reprogramação das urnas durante a votação.

Será que votos “migraram” de candidato ou “inseriu-se” alguns a mais?

Evidentemente, se isso ocorreu e beneficiou o 1o colocado, o vencedor Andrés Sanches, é caso para expulsão do clube, polícia, cadeia…

A questão é: o grupo político do Deputado Federal Andrés Sanches realmente ousaria fazer isso?

É de arrepiar os cabelos, caso algo seja comprovado. Parece-me um pouco exagerado. Ou não?

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– Que vergonha, comunidade vascaína!

Nossa, que coisa triste ocorreu dentro do Vasco da Gama, não?

Depois de tanto tempo levado por pessoas retrógradas, estando o pleito eleitoral prestes a acabar com a hegemonia de Eurico Miranda e permitir a ascensão do administrador Júlio Brant (aparentemente competente), eis que no referendo do conselho vascaíno o vice-candidato de Brant, Alexandre Campello, traiu sua chapa e foi para a de Eurico como candidato a presidente, numa estratégia pensada pelos situacionistas e repleta de falta de ética e moral! Eleito Campello, foi ovacionado, pasmem, pelos gritos de “Eurico, Eurico”.

Coitado do Vascão… vai virar cada vez mais vasquinho com essa tropa!

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– Agora vai! Collor presidente?

Fernando Collor de Mello, o ex-caçador de Marajás alagoano (mas que era um deles), e que por corrupção sofreu impeachment, anunciou que tentará ser novamente Presidente da República!

Collor anunciou que está pré-candidato pelo PTC, e que por ter mais experiência, sabe como colocar o Brasil nos eixos.

Ó, dúvida cruel! Votar em Lula, Alckmin, Bolsonaro, Collor, Marina Silva, Levi Fidélix, Eymael ou em ninguém?

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– Pense rápido e cite um nome para o Palácio do Planalto frente as 6 virtudes:

Para ser Presidente do Brasil, um país tão necessitado de bons políticos, o candidato ideal deve ter os seguintes atributos:

  1. Capacidade / Competência de gestão,
  2. Honestidade com o dinheiro público,
  3. Sensibilidade para entender as carências da população,
  4. Determinação a fim de resistir às dificuldades,
  5. Humildade em reconhecer possíveis equívocos e corrigi-los,
  6. Disposição em abandonar sua vida pessoal e viver um sacerdócio ao país.

Está fácil achar um nome? Com o que se tem oferecido ao eleitor, o cargo ficará vago…

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– Por que não Huck?

Soube que Luciano Huck apareceu no Programa do Fausto Silva, domingo último, e que o PT entrou na Justiça contra ele pedindo inelegibilidade e multa por “demonizar a política”. Na entrevista, criticou a atual política e corrupção do Brasil.

É claro que se ventila uma possível candidatura de Huck à presidência, afinal, é um nome popular e o próprio Lula disse querer concorrer contra um candidato global. De fato, a corrida eleitoral já começou no Brasil.

A questão é: por que não Luciano Huck como presidente?

Alguém já parou para fazer essa reflexão?

1.Pensando bem, quais os defeitos que o inviabilizam?

2.E os seus concorrentes, teriam mais virtudes do que ele?

Ele é um empresário de sucesso, empreendedor nato (isso desde antes de entrar com o Programa “H” na TV Bandeirantes), apresentador, tem uma bela esposa e um estável casamento com filhos.

A juventude o atrapalharia? Por quê? Preferimos as velhas raposas da Política?

Não digo que votarei ou não em Luciano Huck se candidato for (aliás, no momento a única certeza é que não votarei em nenhum dos “cabeças” / populares: Lula, Ciro, Alckmin, Dória, Bolsonaro. Mas por que está se demonizando tanto Huck? Ou melhor: a mando de quem?

Vale pensar nisso… Se queremos gente nova e competente (sendo honesto, lógico) por quê descarta-lo?

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– Bolsonaro se filia ao PSL para concorrer a Presidência. Mas você se mancou quem é o presidente do partido?

Jair Bolsonaro, pré-candidato a Presidente da República, namorou o PEN (Partido Ecológico Nacional). A pequena sigla mudou o nome para Patriota a fim de receber o futuro presidenciável. Só que “na hora H” Bolsonaro se filiou ao PSL, que articulava para mudar de nome para Livres, mas que devido a adesão de Jair, dividiu-se.

O certo é que a proposta do presidente Luciano Bivar, do PSL, para aceitar a entrada do candidato, foi tão negociada que o próprio filho dele, Sérgio Bivar, que seria candidato a deputado federal pelo partido, deixou a legenda com a alegação de que o Partido Socialista Liberal vendia sua ideologia ao aceitar as condições dos bolsonaristas.

Mas sabem que é esse senhor, Luciano Bivar?

É aquele ex-presidente do Sport-PE, hiper-polêmico, que disse à imprensa ter subornado membros da CBF para que se convocasse Leomar (ex-jogador da equipe) na Seleção Brasileira. Na época, especulou-se que Bivar forçou a barra com o propósito de valorizar o jogador e pagar dívidas com Leão, também ex-treinador da equipe e que foi comandante da Seleção. No STJD, negou tudo o que disse (mas que ficou gravado nas grandes rádios).

Sinceramente?

Bolsonaro começa muito mal ao se associar a político que vem do meio do futebol. Dificílimo confiar em gente assim…

Aliás, reafirmo: tenho pena do nosso país com candidatos como Lula, Bolsonaro, Alckmin, Ciro… falta gente nova, competente e honesta para administrar o país (nenhum deles possuem as 3 virtudes citadas).

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foto: Blog do Cleuber Carlos

– E se a Eleição para Presidente da República fosse entre os jogadores de futebol…

Nesta última segunda-feira, o UOL divulgou uma pesquisa com 111 jogadores de futebol a respeito das intenções de voto para a Presidência da República em 2018. Em resposta espontânea, houve o seguinte resultado:

Jair Bolsonaro: 20,72%

Lula: 5,4%

Luciano Huck: 2,7%

Tite: 1,8%

Em dúvida: 58,55%

Brancos ou Nulos: 7,2%

Sabemos que a categoria dos jogadores é desunida, vive de desigualdades sociais maiúsculas e que o universo da pesquisa (111 atletas) é bem contestável (se levarmos em conta o plantel de 25 jogadores só da 1a divisão/equipe, sem contar com as outras 3 divisões e os torneios regionais, são 500 eleitores). Mas… o que tal pesquisa lhe diz?

A mim, nada. Aliás, os dois mais citados são ruins demais para o meu gosto. O primeiro é radical, o segundo é marginal.

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– O nome agregador não existe para a Presidência em 2018.

O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, discursando na Universidade de Columbia, foi correto: disse que o Brasil foi dividido (e concordo com isso), e que justamente por tal motivo o país precisa de um presidente agregador, um líder que una com emoção.

Até o começo do discurso, onde marquei um comentário entre parênteses, corroboro. Mas daí pra frente, FHC esquece-se que membros do seu partido se omitiram na mudança da nação e os principais membros do PSDB (cite-se Aécio Neves) caíram na mesma vala comum do PT e seus associados.

E aí reside outro problema: QUEM é o nome AGREGADOR para as Eleições de 2018?

Até agora, não existe um candidato de união.

Em tempo e aproveitando: devido aos feriados, o Congresso Nacional estará 10 dias parado. Pode?

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– Perguntar não ofende: Lula e Bolsonaro estão em campanha antecipada? Já pode?

Reflita: todo brasileiro sabe que Luís Inácio Lula da Silva e Jair Bolsonaro são candidatos à Presidência da República. Se fala também em Dória, Alckmim, Meirelles, Marina e outros nomes. Mas nas manchetes só se fala dos dois em visitas públicas.

Neste momento, só poderiam se apresentar como pré-candidatos. Mas não estão claramente em campanha?

Isso não pode, e o TSE deveria lembra-los insistentemente (embora, sabemos, ninguém cumprirá tal ordem).

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– Bolsonaro e um Mea Culpa?

Segundo a Folha de São Paulo, Jair Bolsonaro, deputado federal e pré-candidato à Presidente da República em 2018, disse ser admirador de Donald Trump. E em palestra fechada a convidados em Nova York nesta semana, disse que:

“Tem muita gente mais preparada do que eu, mas no Brasil hoje o pessoal está alvejado. Praticamente não tem candidato deles que se apresenta aí que não tenha problemas com a Lava Jato ou já tiveram no Mensalão (…) Estendo a minha mão aos senhores, entendam a minha inexperiência em algumas áreas, a minha vontade é de acertar. De vez em quando me perco nas palavras sim, mas peço desculpas”.

Tenho medo de radicais de Direita ou de Esquerda. O Brasil precisa de gente honesta, competente e mansa. Nada de radicalismos!

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– Os Políticos mais Inteligentes do Brasil

Alguns nomes são gênios e podemos conviver com eles em nosso tempo: Lula, Renan, Cunha, Aécio e tantos outros políticos.

Por quê são diferenciados?

Eles têm o poder político na mão, fazem o que querem e muitas vezes o que não podem. Quando se dão mal, apenas “param de faturar”.

Vai negar que são inteligentíssimos e se sustentam no topo, apesar das críticas e denúncias? Pena que não usam a genialidade para o bem.

Aliás, Lula disse que se fosse culpado de algo iria a pé para a cadeia em Curitiba. Vai mesmo? Eu acho que não, pois ele tem apoio de muita gente fanática e que se sacrificaria por ele nas ruas. Enquanto isso, a estratégia do bla-bla-blá rola solta…

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– Não é contraditória a pesquisa DataFolha sobre a Presidência?

Perceberam quantos candidatos acusados de corrupção (tanto de direita quanto de esquerda) teremos no ano que vem tentando chegar ao Planalto?

E as pesquisas, dizem o quê?

Em minha cabeça, os números mais recentes não batem. A última pesquisa DataFolha sobre intenção de voto apontava Luís Inácio Lula da Silva com 35% dos votos.

Na simulação, havia também outros nomes citados no esquema de propina da Odebrecht, como Geraldo Alckmin; além, é claro, de diversos cenários com outros candidatos acusados de bandidagem.

Só que na mesma pesquisa (divulgada em pílulas), Lula tem rejeição de 70% dos votos. Assim…

Ué (parte 1): Se Lula tem 35% dos votos, somando-se 70% dos que o rejeitam, temos 105%! De duas, uma: ou há 5% dos entrevistados que votarão duas vezes, ou incrivelmente há gente que não quer a volta do corrupto Lula mas votará nele!

Ué (parte 2): Do universo entrevistado, 87% responderam que não votarão em candidatos envolvidos em denúncias de corrupção. Ora, sendo assim, não teremos presidenciáveis do PT, PSDB, PMDB, PP, DEM… teremos WO em 2018 em Brasília?

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– Óleo de Peroba para Renan Calheiro e Lula!

É muita cara de pau ouvir e ver o que os políticos fazem nesse país. E não é que em Alagoas, Lula se juntou a Renan Calheiros (que dispensa apresentações) e fez campanha para presidente por lá?

Pior foi ouvir o Senador Renan dizer: “Governo do povo, para o povo, diferentemente deste de agora”!

Carambola! Ele foi Governo e é Governo. Renan não está nem aí se as pessoas questionarão tal disfarce?

E Lula dizendo que a mulher dele, dona Marisa, “morreu por culpa dos ‘meninos da Lava Jato'”? É demais…

É nessa gente sem-vergonha, mentirosa e demagoga que as pessoas depositarão confiança em 2018?

Repito: Jucá, Aécio, Serra, Alckmim, Lula, Gleise… chega desses políticos!!!

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– Dória será efetivamente Prefeito de São Paulo ou está testando o eleitorado para a Presidência?

João Dória Jr está testando o eleitorado, não há dúvida. Discurso anti-Lula e dizendo que cumpre o mandato, verifica assim qual a real possibilidade de vencer uma Eleição Nacional. Como qualquer político (sim, é evidente que político ele é) dirá em um determinado momento que “atenderá um pedido do povo e se candidatará ao Planalto”, já que Alckmin, o suposto primeiro nome do PSDB, não tem força para ganhar as Eleições 2018.

Se continuar a ser o bom gestor que me parece estar sendo na Capital, por quê não acreditar que ele seria um bom nome para Presidente?

Não me empolgo com nenhum político, mas me parece não radical (o oposto de Jair Bolsonaro), bem ativo no trabalho e nas decisões / opiniões (diferente de Marina Silva), sem crimes de corrupção (vide Lula) e com boa popularidade (antônimo de Michel Temer).

Aguardemos.

Ops: e a ovada que ele levou em Salvador, não?

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– Tudo é questão de interpretação: está com ou sem moral Luís Inácio?

De acordo com a última pesquisa Datafolha (divulgada na 2a feira), se a Eleição para Presidente da República fosse hoje, Lula seria o mais votado entre os candidatos com 30% das intenções de voto. Ao mesmo tempo, Lula seria o mais rejeitado entre todos eles, com 46% das repulsas de voto.

Ou seja, uma parcela (significativa) da população quer Lula; outra parcela (com significância ainda maior), não o quer!

Num dos cenários, o 1o turno seria composto por (em %): Lula 30, Jair Bolsonaro 16, Marina Silva 15, Geraldo Alckmin 8, Ciro Gomes 5, Luciana Genro 2, Eduardo Jorge 2, Ronaldo Caiado 2, Brancos / Nulos 10%, Indecisos 10.

Em quem você não votaria (em %): Lula 46, Geraldo Alckmin 34, Jair Bolsonaro 30, Fernando Haddad 28, Ciro Gomes 26, Marina Silva 25, Luciana Genro 24%, Ronaldo Caiado 23, Sérgio Moro 22, Eduardo Jorge 21, João Dória Jr 20, Joaquim Barbosa 16.

A pergunta é: serão esses senhores realmente candidatos? O que eles podem contribuir ao Brasil? Todos são honestos?

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– Lula 2018 e o presídio de si mesmo

Viram ontem o discurso de Lula aos seus aficionados correligionários?

Disse que “Temer está entregando a Petrobrás aos estrangeiros“, que a culpa da crise é dos outros, que “precisamos recuperar a economia” (como se não fossem partícipes ele e o PT da quebradeira e da corrupção que os políticos têm proporcionados).

Que mundo ele está vivendo ou tentando criar na cabeça das pessoas?

O que mais assusta é que ele se lançou candidato a presidente para 2018. Seria uma estratégia para pressionar a Lava Jato, não cassando seus direitos políticos? Aliás, Lula é um “prisioneiro solto” vivendo nos lugares onde sabe que não corre o risco de vaias.

O pior é que há quem vote nele, tornado o cenário horroroso se acompanhado das opções: Marina, Aécio, Serra, Alckmin, Bolsonaro…

Salvem o Brasil, pois se dependermos desses pré-candidatos, estamos perdidos.

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– Justus, o Trump brasileiro ou o Dória nacional?

Roberto Justus, o empreendedor e celebridade brasileira, ex-apresentador do “O Aprendiz”, disse que não descarta se candidatar à Presidência do Brasil em 2018.

Será que se inspirou em Dória na prefeitura paulistana ou em Trump como presidente dos EUA? Afinal, ambos apresentaram o mesmo programa que ele.

Aliás, seria ele um bom nome ou não?

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– E agora, Itupeva?

Marcão Marchi não será mais prefeito em Itupeva (por enquanto), pois a Justiça Eleitoral indeferiu sua vitória, devido ainda a pendenga que o perturbou durante a campanha.

Uma questão: se havia alguma irregularidade, por que o liberou durante a Eleição?

Outra ainda mais pertinente: se o liberou, por que agora o cassou?

Quem perde é a cidade de Itupeva, pois o candidato mais votado, temporariamente, não está eleito. E como algumas coisas só acontecem no Brasil, fica a dúvida: assumirá o segundo colocado ou se convocará um novo pleito eleitoral? Ou ainda: Marcão poderá reverter a decisão?

Tudo isso só acontece por um motivo: a falta de clareza da Lei. Simples.

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