– Não confunda Educação Sexual com a Ideologia de Gênero

Gosto muito de ouvir a discussão (mesmo detestando o teor do assunto) para tentar entender quais argumentos força-se à compreensão: a turma que defende a Ideologia de Gênero e a que defende como uma forma de Educação Sexual.

Ora, aqui não estamos falando em defesa da homofobia, preconceito ou coisa que o valha. Falamos de respeito indistinto ao cidadão, seja ele LGBTQ+ ou não, sem a apologia de qualquer prática sexual e erotização precoce.

Educação Sexual é prevenção à Saúde, uma forma de mostrar para as crianças a caminho da adolescência a respeito da existência dos órgãos sexuais, funcionalidades e cuidados. Um limiar delicado entre a inocência da infância e ao aprendizado das malícias da adolescência e juventude.

Pesa-me ver que muitos utilizam o argumento da Ideologia do Gênero (onde defende-se a escolha do sexo a querer se seguir) como algo travestido da tão necessária e correta Educação Sexual. São coisas distintas!

É constrangedor (e ouso dizer: um crime moral contra a Educação proporcionada pelos pais às suas crianças) querer forçar ao pobre garoto ingênuo ou a pura menina inocente a “escolher o sexo” ou a se “identificar com algo diferente do que nasceu”. Nasce-se homem ou mulher e o caminho natural da maioria é escolher o sexo oposto para se relacionar, casar e procriar. Sabido é que uma outra parcela acaba preferindo o mesmo sexo, e na nossa sociedade há de se respeitar. Mas insistir com o propósito de que se “escolhe ser homem ou mulher”, fazendo disso uma bandeira imposta nas escolas através de tal equivocada bandeira, é pregar que as crianças, precocemente, desejem o sexo que bem lhe convier ou que sejam influenciadas a escolher. Isso não é Educação Sexual, é Doutrinação / Influência / Apologia, que nada têm a ver com o amadurecimento do indivíduo como pessoa.

Aliás, repararam como tal assunto tornou-se uma bandeira política? A sala de aula não é lugar de tal coisa, nem de partidarismos de qualquer linha (aproveitando a deixa da militância partidária). É lugar de politização (mostrando todos os lados), permitindo o debate sadio e o desenvolvimento do espírito crítico, sem rotular os alunos de esquerdistas, direitistas, feministas ou até mesmo, criando a alcunha disfarçada da heterofobistas. Parece que um homem desejar casar com uma mulher e ter tal comportamento se tornou um pecado!.

Por fim, repetindo o que já foi dito mas com outras palavras que há coisas distintas numa instituição de ensino: cuidado com o Proselitismo a ser evitado versus a Educação Cidadã que deve ser fomentada, pois a escola não deve ser um lugar onde se dê mais importância ao prazer do gosto sexual do que o respeito aos seus semelhantes, aos valores cidadãos e corretos de uma sociedade que carece de mais ética e honestidade.

Sinto pena ao reparar que o sexo, para muita gente influente, passou a ser a coisa mais importante do mundo do que a solidariedade e o socorro para outras causas sociais.

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– E se Dom Pedro não quisesse ficar?

Foi em um dia 09 de janeiro que Dom Pedro Rafael Gabriel (e mais vários nomes) de Orleans e Bragança disse que ficava no Brasil e não voltaria para Portugal, onde se tornaria Dom Pedro IV. Foi em 1822! E virou “Dia do Fico”.

E se Dom Pedro não quisesse ficar?

QUANDO teria sido nossa independência?

Seríamos um só Brasil ou da colônia surgiriam outros países?

Economia: como estaríamos?

Não existe achismo, mas… o que você acha?

Ah se pudéssemos criar realidades alternativas, só por curiosidade.

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– Casagrande versus Tite: um conceito diferente de preparação e o desprezo à história.

Para quem assistiu ao novo Programa “Grande Círculo”, da Sportv (uma cópia esportiva do Roda Vida – algo que a ESPN já faz com o Bola da Vez), e que foi uma novidade muito bacana, pode ver dois conceitos diferentes de preparação para grandes jogos: o de Walter Casagrande (o entrevistador) e de Tite (o convidado).

“Casão” deu uma opinião sobre o erro de Tite na Rússia: disse que jogou a Copa de 86 e na véspera da estreia, junto com os companheiros, assistiram a vídeos, discutiram sobre o Mundial, se concentraram e estudaram a Espanha à exaustão, se preparando para o jogo pois, afinal, era Copa do Mundo. Já a Seleção de 2018, ao invés de estarem atentos, os jogadores estavam pintando o cabelo de verde-amarelo se divertindo. E emendou se Tite não errou em faltar com sua autoridade ali.

A resposta do treinador, delicada e constrangida, foi simplesmente de que são “gerações diferentes”. 

Aí me recordo: em 2010, Júlio César e Felipe Melo questionaram outras Seleções Brasileiras quando estavam na África. O goleiro, inclusive, disse que a de 70 não era “tudo aquilo”.

Rapaz… esses caras de hoje viram Tostão (70), Nilton Santos (62) ou Didi (58)? Sabem da importância de um Ademir de Meneses (50) e de um Leônidas (38) na história do futebol do nosso país? Conheceram Zizinho, Pepe, Vavá, Zagallo (como jogador, não como treinador)? Ouviram falar do “Marechal da Vitória” Dr Paulo Machado de Carvalho (não o “estádio”, mas a “pessoa”)? Ou só sabem do que está no vídeo-game?

Me pesa ver tamanho desrespeito àqueles que construíram a história grandiosa da camisa amarela (jogadores e dirigentes) e levam o Escrete Canarinho a um verdadeiro oba-oba.

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29/06/1958 – Brasil Campeão Mundial na Suécia (Suécia 2×5 Brasil).

– A Coxinha de Queijo (Patrimônio Imaterial de Jundiaí) e o seu “criador”!

Veja que bacana: o Jornal Tribuna de Jundiaí localizou o Sr Delbim, da Casa de Massas Padroeira, o inventor da Coxinha de Queijo, considerada hoje Patrimônio Imaterial de Jundiaí!

Abaixo, extraído de: https://tribunadejundiai.com.br/noticias/cidades/jundiai/5737-a-1-coxinha-de-queijo-foi-em-uma-lanchonete-no-centro-de-jundiai-que-tudo-comecou?fbclid=IwAR3bgvE6LUhbKaXiCKx7IE7ZrG2npZiqG4RXSylZHAlQRBVmcpYe_jmhhw4

A PRIMEIRA COXINHA DE QUEIJO

Há 36 anos nascia a primeira coxinha de queijo de Jundiaí. Invenção do comerciante José Carlos Delbim, dono da Casa de Massas Padroeira em 1982, ele jamais imaginava que a iguaria se tornaria um símbolo da cidade.

“Eu estava fazendo coxinha de frango, aí olhei para o queijo e pensei: ‘E se eu colocar de recheio?’, aí eu coloquei o queijo com o formato da coxinha e comecei a vender. O pessoal começou a pedir, gostar e espalhou nas outras lanchonetes da cidade”, contou o simpático comerciante de 72 anos ao Tribuna de Jundiaí.

Ele conta que tudo aconteceu sem ser premeditado. “Foi um acaso”, garantiu. Acaso este que criou uma receita que, hoje, é considerada até mesmo Patrimônio Imaterial de Jundiaí. Quem diria que um momento de invenção do seu José se tornaria um símbolo tão importante para a cidade, presente em todas as lanchonetes locais?

Aqui em Jundiaí não tem jeito: a gente sabe que a coxinha com palitinho é com queijo e a sem nada é a de frango. E, certamente, muito jundiaiense já foi alvo de olhares de estranheza fora da cidade, pedindo coxinha de queijo sem saber que isso é coisa só da Terra Querida’.

E a coxinha de queijo por aqui tem variadas receitas. Tem quem faça a massa com batata, como é o caso da coxinha da Casa de Massas Padroeira, tem quem use farinha de trigo e até mandioca. No recheio, podem ser utilizados queijos diferenciados. Nessas horas, é a critividade que conta.

A do seu José é feita, por exemplo, com batata. “Uso batata boa e um queijo apropriado. Mas o queijo que eu uso é segredo”, garantiu o comerciante.

O sucesso é grande: por dia, são vendidas cerca de 400 coxinhas de queijo. “Vende mais que a de frango, é o nosso carro-chefe”, pontuou, lembrando que o seu público é variado. “Todo mundo, sem distinção de classe social. Tem muita gente de São Paulo e Campinas também que encomenda a coxinha”.

E ele conta que já teve gente de tudo que é lugar do mundo experimentando a iguaria pora aqui. “O pessoal vem e traz eles aqui para experimentar. Eu passo a receita, para que possam levar a coxinha de queijo lá para fora”, disse. De Jundiaí para o mundo, já pensou?

Aqui não tem jeito: toda lanchonete vai ter a opção da coxinha com o palitinho em cima, recheada de queijo

– A lei que permite um maior número de atletas estrangeiros está prejudicando o futebol brasileiro?

Toda troca de conhecimento / experiência / intercâmbio sempre é muito válida, em qualquer área que seja. No futebol, isso não deve ser diferente: diretores de clubes europeus, treinadores de fora, gestores com outra mentalidade do que a nossa, são sempre peças fundamentais.

E se os estrangeiros forem os jogadores?

Nada contra! Tivemos Dario Pereira, “Dom” Elias Figueroa, Ramoz Delgado, Pedro Rocha… grandes craques que fizeram a diferença por aqui dentro dos gramados. Fora deles, não se pode deixar de mencionar Béla Guttmann, o treinador húngaro que revolucionou o futebol brasileiro, trazendo Zizinho para o SPFC alegando que ele “representava o futebol-arte” (talvez a primeira vez que esse termo foi usado em nosso país). Dizem que Vicente Feola (que foi do próprio São Paulo), inspirou-se demais nos ensinamentos dele na montagem da Seleção Brasileira de 1958, quando ganhamos a primeira Copa do Mundo.

Mas e hoje?

Se tivermos Messi, Xavi, Ibraimovich e outros jogando pelos clubes daqui, tudo bem. Idem a José Mourinho, Guardiola, Pocchetinno e outros tantos treinadores estudiosos que fazem bem à Ciência do Futebol (parece um “pecado” falar em Estudo no Futebol, onde automaticamente o termo “estudioso” passa a ser pejorativo por aqui).

O problema é que passamos a contratar jogadores de fora como mão de obra barata – não como acréscimo à condição técnica, mas como uma ação econômica necessária para se diminuir os custos.

Entendo o problema econômico e financeiro que toda a América do Sul passa. Mas veja: antes, permitíamos 2 atletas de outros países em nossas equipes. Aí a CBF criou uma lei que liberou 5 estrangeiros por time no Brasil dentro de campo. Mas será que isso está trazendo resultados indesejados? Apesar de permitir redução na folha de pagamento de muitos clubes, pense: quantos jovens nacionais perderam espaço?

O próprio São Paulo FC gasta milhões com o Centro de Formação de Cotia, mas tem em seu elenco Rojas, Trellez, Arboleda… (lembram-se de Piris, Isasi, Buffarini, Jonathan Gomez, Rondón, Wilder Guisao…?). O Flamengo dizia que “craque se faz em casa”, mas contratar Uribe, Cuéllar, Berrio, Marlos Moreno e Trauco, não inibe o surgimento de talentos? Diga-se o mesmo do Fluminense com seus equatorianos e o celeiro de jovens em Xerém.

Em 2018, vimos uma Seleção Italiana ausente do Mundial e repleta de jogadores da Atalanta, Sampdória, Gênova… Na Inglaterra, que só ganhou uma Copa do Mundo quando a sediou, temos equipes inteiras jogando com atletas não ingleses! Aliás, isso aconteceu com o Arsenal pela primeira vez em 2011, com 14 nacionalidades diferentes em seu elenco (aqui: https://professorrafaelporcari.com/2011/11/26/globalizacao-do-futebol-arsenal-joga-com-atletas-de-14-paises-diferentes/)

Será que um dos problemas da renovação da Seleção Brasileira e dos clubes nacionais não seria o excesso de estrangeiros com qualidade duvidosa nas equipes, em prejuízo às bases (que em muitos casos acabam sendo entregues aos empresários)?

É para se pensar… quando o gringo é diferenciado, se dá o nome de “Professor Pardal” para treinador ou “em fim de carreira” para jogador que vem pra cá. Mas quando é medíocre, os cartolas taxam-o de “desconhecido pela mídia” ou de “promessa”. Foi assim com Matias Defederico, (o “novo Messi” que está na Índia atualmente) Matosas, Patito Fernandes, Acosta, Tobio… ou até mesmo Kazim!

O que você pensa sobre isso?

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– A boa turminha do Projeto Guri!

O Projeto Guri já foi apresentado aqui no nosso blog por mais de uma oportunidade. E vejam que maravilhoso: as crianças que lá tocam diversos instrumentos deram “show” na apresentação de final de ano aos seus pais – tão bem estão que farão uma apresentação pública no Teatro Polytheama.

Papai e Mamãe (eu e minha mulher) ficamos emocionados com o que vimos nessa semana. Nossa filha Marina (a 2a da direita para a esquerda) compôs “Caminho de Luz“, que foi tocada pela turma. Depois, uma apresentação solo da clássica “Terezinha de Jesus“.

Coisa boa deve ser compartilhada. No link abaixo, extraído do YouTube:

– O oportunismo sobre o incêndio do Museu Nacional

A maioria dos brasileiros desconhecia sobre a existência do importante Museu Nacional. JK foi o último presidente a vista-lo (e faz tempo, hein). Aliás, e o Museu do Ipiranga, a quanto tempo está fechado?

Tudo isso (o triste incêndio) é fruto de anos de descaso. Mas eis que leio a seguinte postagem no Twitter do radical candidato a Presidência da República pelo PSOL, Guilherme Boulos:

Muito triste o incêndio do Museu Nacional no Rio de Janeiro, atingindo 20 milhões de itens da nossa história. Os cortes criminosos de Temer em recursos da Cultura e em investimentos estão condenando nosso futuro e destruindo nosso passado.

Ué, mas e o Minc, quando foi Ministro da Cultura e da linhagem do Boulos? Não poderia dar verba à UFRJ, a mantenedora do Museu? Isso é oportunismo, pois os amigos do próprio Guilherme Boulos, Lula e Dilma, nada fizeram também. Idem ao antecessor FHC. Creditar ao Temer, por mais defeitos que ele tenha, é sacanagem.

Se questione: e os valores que os artistas recebem pela Lei Rouanet? Não são (muito) maiores do que os destinados ao Museu?

Nessa época de Eleição, aparecerá muito oportunista tentando tirar proveito de tudo. Haja paciência para tanta demagogia…

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– 53 anos de Yesterday!

Dizem que foi em 20 de agosto. Outros em 03 de setembro. Alguns de que foi em Abril. Não importa. A certeza é que foi em 1965!

Há 53 anos, The Beatles celebravam o lançamento do álbum Yesterday!

Boa música é sempre atemporal.

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– Você conhece o “Projeto Guri”?

Uma das coisas boas realizadas pelo Governo do Estado em conjunto com a Iniciativa Privada é o PROJETO GURI!

Lá, crianças têm oportunidade de estudar música e praticá-la com instrumentos cedidos pelo próprio programa. Gratuito, não exige comprovação de renda ou qualquer conjunto de condições prévias. Se pede, incondicionalmente, presença nas aulas, pontualidade e interesse.

Para quem é de Jundiaí, o pessoal do Guri oferecerá audições abertas em sua sede na Rua Barão de Jundiaí, além de uma apresentação no Polytheama.

Abaixo, na lousa:

– A Aldeia do Temer

Muito interessante: nosso presidente Michel Temer descende de uma família libanesa do interior do país. Um vilarejo onde ele é adorado, cuja população é repleta de primos.

Se tiver que fugir dos problemas de corrupção que estouram dos seus aliados do MDB, já temos um provável destino para ele…

Veja só, extraído de: http://brasil.elpais.com/brasil/2016/05/13/internacional/1463162200_784930.html?id_externo_rsoc=TW_CM

A ALDEIA DOS TEMER NO LÍBANO FESTEJA A MUDANÇA DE GOVERNO DO BRASIL

Uma pequena aldeia do Líbano tem estado especialmente atenta ao Brasil nos últimos dias porque Michel Temer, filho de dois cidadãos locais, é desde quinta-feira o novo presidente interino do gigante sul-americano. Os familiares que ele ainda tem em Btaaboura e parte dos 300 moradores se reuniram nesta sexta-feira na rua principal, que, desde a última visita do então vice-presidente, em 2011, lhe rende homenagem. “Rua Michel Temer, vice-presidente do Brasil”, lê-se em português e árabe.

Com um spray de tinta na mão, Bassam Barbar, primo de Temer e prefeito do vilarejo, atualizou o cartaz, apagando a palavra vice. Mais de uma centena de moradores, entre os quais doze da família Temer, aplaudiram ao mesmo tempo em que uma jovem apresentava a dança do ventre ao som de tambores. “Estou muito orgulhoso de meu padrinho”, disse emocionado Alain Temer, estudante de engenharia civil de 21 anos e afilhado do novo chefe de Estado brasileiro. “Saiu de um povoado de 200 habitantes e hoje é presidente de um país de 200 milhões”, afirmou.

“Estamos muito orgulhosos e espero que represente os brasileiros tão bem como o fez com os habitantes do povoado de Btaaboura e do Líbano”, diz Barbar, o prefeito.

De Btaaboura, uma aldeia cristã greco-ortodoxa neste país de 18 confissões, situada 70 quilômetros ao norte de Beirute, emigraram os pais do presidente interino. Dedicado ao cultivo das azeitonas, como a maior parte dos filhos deste vilarejo, Nahul Temer buscou fortuna no Brasil em 1925. Levou os três filhos que tinham nascido em Btaaboura e teve outros três no Brasil. Somente Michel, de 75 anos, e o caçula, Abid, continuam vivos.

Nesta sexta-feira sua nomeação era festejada pelos moradores no Líbano – um país que está há dois anos órfão de presidente por falta de acordo entre os partidos, e apesar de ter chegado às últimas consequências –, depois da aprovação do afastamento de Dilma Rousseff.

“Orgulho” é a palavra que se escuta de boca em boca nesta aldeia em que Temer pisou duas vezes na vida. A primeira, como representante do Parlamento do Brasil, em 1997, e com a primeira esposa, com quem teve três filhas. A segunda, em 2011, já como vice-presidente do Governo e com a terceira mulher, Marcela, de 32 anos, com quem tem um filho.

Em Btaaboura dizem saber pouco da política brasileira, embora todos se apressem a eximir de qualquer acusação a quem consideram seu filho predileto: “Não acredito nas acusações de corrupção. Nem tampouco de um golpe de Estado, já que foi nomeado pelas instituições do país”, defende Nizar Temer, primo do presidente interino.

Nas ruas do vilarejo se escuta o português, herança dos laços que unem seus moradores com mais de 2.000 parentes assentados no Brasil. Mariam Bou Ghassam, na casa dos 60 anos, está de visita e foi cumprimentar a família Temer. Vive há 55 anos em São Paulo. “As pessoas no Brasil não estão contentes com a situação econômica. Espero que em dois anos Michel ponha as coisas no lugar”, comenta, otimista.

“Estudamos no mesmo colégio e sempre foi um aluno brilhante”, diz Elias Bajish, eletricista de 70 anos. Seus pais emigraram com os de Michel para Tietê, cidade brasileira onde ambos nasceram e cresceram. “Era uma cidade muito pequena onde só podíamos ir ao cinema ou passear nos parques. Hoje cresceu muito”, recorda. Na sala de sua casa, Nizar mostra as fotos tiradas com o primo Michel durante a visita que lhe fez no Brasil em 1997. Define-o como um homem inteligente, carinhoso e próximo. “Quando veio a Btaaboura em 2011 cumprimentou cerca de 2.000 pessoas, uma por uma”, observa. A casa vizinha à de Nizar, e que está em ruínas, pertence a Michel Temer. “Ele se emocionou ao vê-la”, diz a também prima Sumaya Temer, que guarda um retrato do pai de Michel em sua sala de refeições. Nenhum de seus primos conseguiu ainda entrar em contato com ele pelo telefone para cumprimentá-lo. E quando o fizerem, será em francês, diz Sumaya: “Porque Michel, embora entenda alguma coisa, não fala árabe”.

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– A censura da Peppa Pig!

O inocente desenho da Peppa Pig, adorado por 10 de cada 10 crianças devido a sua infantilidade, foi banido na China!

O motivo? 

Segundo a Imprensa Oficial daquele país, Peppa Pig é um:

“Ícone cultural subversivo e sua imagem está sendo explorada por pessoas que se afastam dos valores da sociedade, não estudam e não tem emprego fixo, a antítese da juventude que o Partido [Comunista da China] quer cultivar”.

Caramba, a doce porquinha e seus amiguinhos provocam tanto temor assim no Governo chinês? 

Infelizmente, esperar o quê de uma trupe de ditadores antidemocráticos? Se não fosse a força econômica (o mundo tem medo de perder os sino-dólares), todos estariam cobrando a mudança do regime.

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– A velha polêmica da transfusão de sangue em Testemunhas de Jeová

Sou, há décadas, doador voluntário de sangue e sei o quanto tal causa é importante. Não existe nada que substitua o sangue humano, e ele ajuda a salvar vidas.

Apesar de eu respeitar todas as crenças e costumes, pesa-me ler uma notícia como essa acontecida no Interior de SP: um hospital entrou na Justiça para poder salvar a vida de uma criança que precisava de transfusão de sangue, mas foi proibida pelo fato da religião não permitir.

Abaixo, extraído de: Notícias.uol.com.br/Saúde

JUSTIÇA AUTORIZA TRANSFUSÃO DE SANGUE EM BEBÊ DE PAIS TESTEMUNHA DE JEOVÁ

Por Lucas Borges Teixeira

A Justiça de São Paulo autorizou, na última terça-feira, que a Santa Casa de São José do Rio Preto (SP) realizasse uma transfusão de sangue em um bebê recém-nascido, internado no hospital. Os pais, fiéis da religião Testemunha de Jeová, haviam negado o procedimento. 

Nascido no dia 14 de abril, o bebê foi admitido à UTI Neonatal do hospital após apresentar problemas de coagulação, sangramento digestivo e anemia. De acordo com os médicos do hospital, a transfusão de sangue era indispensável para salvar sua vida.

Ao serem consultados, os pais da criança, Maria Eleni e Reizinaldo, negaram a operação. Em uma carta escrita e assinada por eles, reconheceram o problema do filho, mas não liberaram o procedimento.

“Estou ciente que meu filho corre risco de sangramento ativo a qualquer momento com risco de morte”, diz a mensagem. “E mesmo assim sabendo de todos os riscos e gravidade não autorizo as transfusões sanguíneas.”

De acordo com o processo judicial, o motivo da negativa seria a religião dos pais. “Ressalta que os genitores do menor são seguidores da crença de Testemunha de Jeová e que tal crença não permite o procedimento clínico indicado, posto que seus adeptos não admitem transfusão de sangue”, diz a liminar à qual o UOL teve acesso.

Ciente do risco da criança, a Santa Casa entrou na Justiça para forçar a realização da operação. Em decisão do juiz Lavínio Paschoalão, a 1ª Vara Cível de São José do Rio Preto concedeu o pedido de tutela cautelar antecedente ao hospital para que este realizasse o procedimento.

“A documentação que veio acompanhando o pedido inicial revela o estado grave em que se encontra a criança, de molde a não prescindir da transfusão sanguínea, o que, como alega a autora na inicial, se mostra provável, revelando, pois, a presença do periculum in mora [perigo de demora]”, afirma o juiz a medida liminar.

“Preservada a garantia constitucional do direito a crença e culto religioso, o direito à vida é de ser tutelado em primeiro lugar pelo Estado”, argumentou Paschoalão.

O procedimento foi realizado no mesmo dia. Nesta quinta-feira (26), a assessoria do hospital informou ao UOL que a criança estava em estado estável, mas seguia na UTI Neonatal sem previsão de alta.

– Enfim o Cinema chega à Arábia Saudita!

Demorou, mas liberou! Os príncipes sauditas deram a permissão real para que a população possa ter salas de cinema em seu país.

Mundo moderno, aí estamos! E a primeira produção exibida será “Pantera Negra”

Extraído de: https://g1.globo.com/pop-arte/cinema/noticia/arabia-saudita-abrira-seu-primeiro-cinema-em-tres-decadas-e-exibira-pantera-negra.ghtml

ARÁBIA SAUDITA ABRIRÁ SEU PRIMEIRO CINEMA EM TRÊS DÉCADAS

País ultraconservador não tem uma sala de cinema há mais de 35 anos; plano é inaugurar até 40 novos espaços.

A Arábia Saudita abrirá seu primeiro cinema em mais de 35 anos no dia 18 de abril na capital Riad, disseram autoridades na quarta-feira depois de fecharem um acordo com a AMC Entertainment Holdings para inaugurar até 40 salas de cinemas nos próximos cinco anos.

As salas não serão segregadas por gênero, como a maioria dos espaços públicos do reino profundamente conservador, e a primeira exibição será do filme de super-herói “Pantera Negra”, dos estúdios Marvel, disse à Reuters uma fonte a par da questão.

A Arábia Saudita teve alguns cinemas na década de 1970, mas seus poderosos clérigos conseguiram fechá-los, refletindo a influência islâmica crescente na região árabe à época.

Em 2017 o governo anunciou que acabaria com a proibição, parte das reformas econômicas e sociais ambiciosas do príncipe herdeiro, Mohammed bin Salman. Atualmente ele está nos Estados Unidos buscando investimentos que ajudem a expandir a economia e reduzir sua dependência do petróleo.

Os sauditas são consumidores ávidos da mídia e da cultura ocidentais. Apesar da proibição de cinemas, filmes de Hollywood e séries de televisão recentes são amplamente assistidos e debatidos nos lares do país.

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– Os erros e acertos no desabafo de Romero, atacante estrangeiro do Corinthians

O jogador corintiano Romero reclamou que há má vontade por parte da imprensa com ele pelo fato de ser paraguaio. Deixou no ar que sofre de xenofobia e se entristece quando seu país é denegrido.

E ele tem razão?

De certo modo, quanto à imagem do Paraguai, sim. Se um whiski é falsificado, falamos que não é escocês, mas deve ser paraguaio. Se um time está na ponta de cima da tabela mas se duvida da força de conquistar um campeonato, se chama de “cavalo paraguaio”.

Sobre a perseguição pessoal, aí não. Romero é voluntarioso, mas tecnicamente fraco. Veja se outros estrangeiros como Dario Pereira (Uruguai), Elias Figueroa (Chile), Conca (Argentina), Arce e Gamarra (ambos do Paraguai) reclamaram de má vontade da imprensa pelo local de nascimento deles.

Repito: Romero tem razão quando fala que vê o desdém do brasileiro às coisas do seu país (imagine um brasileiro vendo um compatriota sendo chamado de “macaquito”), mas não a tem quando se queixa do pouco reconhecimento à sua habilidade como futebolista.

E você, pensa o quê: Romero tem ou não razão?

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– Tapetão no Carnaval Carioca de novo?

Diziam que no Brasil a única coisa que “era levada a sério” seria o Carnaval. Parece que não é mais…

Pelo segundo ano seguido, cancelaram o rebaixamento das escolas da 1a para a 2a divisão, salvando a Grande Rio e a Império Serrano. A decisão foi tomada pela Liga das Escolas de Samba, pelo prefeito do Rio de Janeiro Marcelo Crivella, pelo governador Pezão e pelo presidente da Câmara dos Deputados Rodrigo Maia.

Detalhe: a Tuiuti e a Beija Flor, que criticaram a corrupção e a ética no país, votaram a favor de tal “virada de mesa”.

Triste retrato do país… nem isso é mais respeitado!

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– 0,1 ponto e a diferença que faz o vencedor!

A Beija-Flor de Nilópolis ganhou o título de campeã do Carnaval Carioca 2018, com 269,6 pontos.

As vice-campeãs foram a Paraíso do Tuituti e a Salgueiro, com 269,5 pontos. Incríveis 0,1 de diferença! Aliás, a Unidos da Tijuca, 7a colocada, ficou distante da Beija-Flor por míseros meio ponto.

Pense: se um dos muitos jurados está mais azedo ou mais bonzinho, esse 0,1 se dissolve instantaneamente.

E isso quer dizer o quê?

Que nesse ano, do 1o ao 7o colocado, qualquer que fosse o conjunto sambista campeão, seria justo! É difícil ser objetivo e explicar o porquê de 0,1 a menos ou a mais para cada escola.

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– São Valentim: Dia dos Namorados no Mundo; Dia da Amizade no Brasil

Aqui no Brasil, credita-se a Santo Antonio a fama de padroeiro dos namorados. Entretanto, o verdadeiro padroeiro dos casais apaixonados, mundo afora, é São Valentim, que se celebra hoje.

Porém, como seria inviável dois dias dos namorados por aqui, comercialmente se aproveitou a data e transformamos o dia mundial dos namorados em DIA DA AMIZADE.

Gostou, ou é muito artificial?

Se não gostou, olha o porque São Valentim é o dia mundial dos namorados (da Wikipedia):

SÃO VALENTIM E SUA HISTÓRIA

São Valentim (ou Valentinus em latim), é um santo reconhecido pela Igreja Católica e igrejas orientais que dá nome ao Dia dos Namorados em muitos países, onde celebram o Dia de São Valentim.  O imperadorCláudio II, durante seu governo , proibiu a realização de casamentos em seu reino, com o objectivo de formar um grande e poderoso exército. Cláudio acreditava que os jovens, se não tivessem família, alistar-se-iam com maior facilidade. No entanto, um bispo romano continuou a celebrar casamentos, mesmo com a proibição do imperador. Seu nome era Valentim e as cerimónias eram realizadas em segredo. A prática foi descoberta e Valentim foi preso e condenado à morte. Enquanto estava preso, muitos jovens jogavam flores e bilhetes dizendo que os jovens ainda acreditavam no amor. Entre as pessoas que jogaram mensagens ao bispo estava uma jovem cega, Astérias, filha do carcereiro, a qual conseguiu a permissão do pai para visitar Valentim. Os dois acabaram apaixonando-se e, milagrosamente, a jovem recuperou a visão. O bispo chegou a escrever uma carta de amor para a jovem com a seguinte assinatura: “de seu Valentim”, expressão ainda hoje utilizada. Valentim foi decapitado em 14 de Fevereiro de 270.

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– O “pau comendo” e o prefeito sumiu?

Não é “fake news” – o Rio de Janeiro está na sua principal época turística: o Carnaval! Mas enquanto viajantes chegam, os bandidos fazem a festa. Arrastões em Ipanema e assaltos em Copacabana aos montes são noticiados nos jornais.

E onde está o chefe da cidade, o comandante-mor da Cidade Maravilhosa, o senhor Prefeito Marcelo Crivella?

Está na Alemanha, visitando a Agência Espacial Européia, e segundo ele próprio em vídeo gravado, buscando idéias “inovativas” (não seria melhor “inovadoras”?) para o RJ.

Caraca! Não é possível que ninguém tenha dado um toque em Crivella que, mesmo não gostando de Carnaval, é um evento financeiro e cultural importante, e que ele deve estar por aqui. Mais do que isso: foi ver o quê na Agência Espacial? Vai lançar ônibus espacial carioca?

Tenha a Santa Paciência…

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– Eu troco o Carnaval por…

… Por um bom descanso e ficar junto à beleza das flores!

Para quem gosta da folia, aproveite as festas carnavalescas. No meu caso, trabalharei boa parte do período (aliás, já estou na labuta) e me contentarei com um repouso merecido à tarde, curtindo a família e cuidando do nosso florido jardim. Mas principalmente, estando com as pessoas que amo e fazendo o que gosto.

E você, vai pular ou descansar? Seja o que fizer, lembre-se da necessária moderação.

– Proibido o uso de celular mesmo quando o carro estiver parado no acostamento

Na França, devido a situações que envolveram acidentes, os motoristas que estiverem com o carro parado, mas usando o telefone celular, levarão multa idêntica àqueles que estão dirigindo.

E se fosse aqui no Brasil? Cairia no gosto popular essa lei?

Extraído de: https://blogdoiphone.com/2018/02/nova-lei-francesa-proibe-motorista-de-usar-celular-mesmo-com-o-carro-parado/

NOVA LEI FRANCESA PROÍBE MOTORISTA DE USAR CELULAR MESMO COM O CARRO PARADO

O celular hoje faz parte integrante de nossas vidas, pois se transformou em uma ferramenta múltipla que nos permite fazer muitas coisas. Porém, esta integração muitas vezes é exagerada pois não queremos largar do mundo online nem em momentos que precisamos prestar atenção em outra coisa, como em um jantar, no cinema ou ao dirigir um carro. Este último é bem mais grave, pois pode custar vidas ou, na mais leve das consequências, atrapalhar o trânsito.

Em todos os países há leis que proíbem o uso do celular enquanto se dirige, mas a França resolveu ser ainda mais radical: mesmo se você parar o carro e desligar o motor, pode ser multado se usar o celular no volante.

A lei em si continua a mesma: “O uso de um telefone nas mãos de um motorista de um veículo em circulação é proibido”. O que mudou na lei foi o conceito de veículo em circulação. Se o motorista simplesmente parar em um acostamento ou na beira de uma rua, o carro continua sendo considerado em circulação, mesmo se o motor for desligado. Isto significa que nem mesmo aquele tempinho parado no semáforo servirá para mexer no celular.

Para evitar a multa e a perda de pontos na carteira, o motorista que quiser usar o celular terá que estacionar o carro em lugar específico de estacionamento (vale também zona azul) para o veículo não mais ser considerado em circulação. A exceção vale em casos de acidentes ou quando o carro tem alguma pane; neste caso, o motorista pode ligar para o socorro.

O assunto é cada vez mais relevante e digno de atenção por parte de todos. Usar o celular no volante é uma péssima ideia sempre, mesmo quando “é rapidinho, nem vai atrapalhar“. Um levantamento da Abramet (Associação Brasileira de Medicina de Tráfego) mostra que o uso de celular na condução de veículos é responsável por pelo menos 150 mortes por dia nas ruas do país. Trata-se da terceira causa mais frequente, atrás apenas de excesso de velocidade e embriaguez.

No início do ano passado, uma família entrou com processo contra a Apple por causa de um homem que usava o iPhone enquanto dirigia. Coincidência ou não, após isso a empresa incorporou no iOS 11 uma função chamada Não Perturbe ao Dirigir, que dificulta o acesso ao celular quando o aparelho identifica que você está em um carro em movimento.

Fixar o celular no painel ou usar um sistema integrado ao som do carro ajuda bastante a diminuir o perigo, desde que você mantenha as duas mãos no volante e olho constantemente na estrada. Mas nada disso adianta se você continuar mexendo nele para ler mensagens ou acessar menus. Nestes casos, sempre pare o carro para fazer isso. Afinal, mexer no celular com o carro parado ainda não é proibido no Brasil.

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– Vai Malandra? Mas e a mercantilização do corpo?…

O professor Marco Antonio Villa é um historiador conhecido por suas fortes opiniões políticas. Uns gostam dele, outros não. Mas ele resolveu falar sobre o “Culto para Anitta” e a transformação da música “Vai Malandra” como sucesso e representatividade do Brasil.

Em certo ponto, sobre a música, ele diz: “NÃO É PORQUE TODO MUNDO GOSTA QUE EU TENHO QUE GOSTAR”. E disserta sobre a vulgarização do corpo da mulher, a mercantilização do sexo e o orgulho da falta de cultura.

Sinceramente? Concordei com tudo o que ele falou… o mais engraçado é o professor recitando a letra em 1’46” do vídeo.

Assista a opinião dele em: https://www.youtube.com/watch?v=KCWB1cQ1C1k

 

– Nossos filhos viverão em um mundo Sino-Árabe?

A França está vivendo e sofrendo na pele a invasão de árabes em seu território. O choque de culturas é inevitável, além, claro, da existência de extremistas que perturbam o aceite dos povos migrantes.

Os muçulmanos crescem em “progressão geométrica”, com muito mais filhos que os casais europeus (estes, têm a população envelhecendo).

Levando em conta que ¼ do mundo é formado por população chinesa, e graças ao crescimento econômico eles estão saindo da sua terra e ganhando o planeta, não é difícil dizer: teremos um mundo sino-árabe em breve?

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– Enfim a Arábia Saudita poderá ter Cinema!

Neste ano de 2017, duas revoluções na rigorosa vida dos sauditas: A Arábia permitiu que mulheres possam dirigir e, depois de 35 anos, liberou a abertura de salas de cinema!

Ainda bem que estamos no século XXI…

Extraído de: https://brasil.elpais.com/brasil/2017/12/11/internacional/1512986577_424315.html

ARÁBIA SAUDITA AUTORIZA ABERTURA DE SALAS DE CINEMA

por Angeles Espinosa

Ministério da Cultura e Informação vai começar a conceder alvarás imediatamente e espera que os primeiros multiplex abram em março de 2018

A Arábia Saudita autorizou nesta segunda-feira a abertura de salas de cinema no reino pela primeira vez em quase quatro décadas. O Ministério de Cultura e Informação vai começar a conceder alvarás de forma imediata e calcula que os primeiros multiplex abram ao público em março do ano que vem. A medida, longamente esperada, é parte do programa de reformas lançado pelo príncipe herdeiro Mohamed bin Salman (conhecido pelas iniciais MBS) para modernizar o país. Prevê-se que o primeiro cinema de Riad seja inaugurado com a projeção de Born a King (“nascido rei”), primeira superprodução rodada no reino sunita, com direção do espanhol Agustí Villaronga.

“Isto marca um antes e um depois no desenvolvimento da economia cultural no reino”, declarou o ministro da Cultura e Informação, Awwad Alawwad. Em nota, ele antecipou também que a Comissão Geral de Meios Audiovisuais iniciou um processo para facilitar as autorizações necessárias. “Esperamos que os primeiros cinemas abram em março de 2018”, afirma o ministro, que preside essa comissão.

Estes serão os primeiros alvarás para a abertura de salas comerciais de cinema desde a sua proibição, no começo da década de 1980. Naquela época, a monarquia saudita, alarmada pela revolução islâmica do Irã e pela revolta de Meca, procurou se proteger reforçando seus laços com a cúpula religiosa wahabita, à qual concedeu enormes poderes em matéria educacional e de controle social. Esse pacto fez da Arábia Saudita um dos países com as normas mais anacrônicas do mundo.

A ausência de cinemas era só a ponta do iceberg de um sistema social que até agora proibia qualquer tipo de diversão em público. Entretanto, a conjunção de baixos preços do petróleo e a mudança geracional representada pela ascensão de MBS, o verdadeiro detentor do poder por trás do trono do seu pai, o rei Salman, motivaram uma reviravolta no reino. Necessitado de um novo modelo produtivo, o príncipe compreendeu que a mudança seria impossível sem reformas sociais radicais. Junto com a decisão de autorizar as mulheres a dirigirem carros, a medida anunciada nesta segunda-feira representa um dos pilares desse projeto.

“A abertura de cinemas servirá como catalisador para o crescimento econômico e a diversificação; ao desenvolver o setor cultural em geral, criaremos novos empregos e oportunidades de formação, além de enriquecer as opções de entretenimento no reino”, afirmou Alawwad.

Desde o lançamento do programa de reformas Visão 2030, os sauditas sabiam que a abertura de cinemas não era questão de se, mas de quando. Durante a recente visita desta correspondente a Riad, os interlocutores observavam que os projetos de vários shopping-centers atualmente já previam espaço para os cinemas multiplex. Também davam como certo que a honra de inaugurar esta nova fase caberia a Born a King, que na época estava terminando de ser rodado complexo palaciano de Atheriyah, na periferia da capital saudita.

Com um orçamento de 20 milhões de dólares (65,8 milhões de reais), a produção hispano-britânica Born a King narra a missão diplomática que Abdulaziz ibn Saud, o primeiro monarca saudita, encomendou ao seu filho caçula Faisal em 1919. Com apenas 13 anos, o príncipe foi enviado a Londres para convencer os ingleses a apoiarem o reino que Saud tentava fundar na Arábia. Realizar esse filme foi uma aventura sem precedentes, num país que não só carece de tradição cinematográfica como também é, ainda hoje, muito fechado ao turismo.

“Tivemos que inventar tudo, porque não havia infraestrutura”, dizia Villaronga numa pausa das filmagens. E referia-se literalmente a tudo, começando pela própria produtora que lhes prestou serviços de apoio, a Nebras Film, criada por um construtor que viu uma oportunidade de negócio num setor até então praticamente inexistente na Arábia Saudita.

Até hoje, apenas dois longas-metragens foram filmados no reino com atores sauditas: O Sonho de Wadjda, de 2012, e Barakah Yoqabil Barakah, de 2016. Num país onde 70% da população tem menos de 30 anos, só quem tem mais de 50 se lembra das salas que existiam em Riad e Jidá até a década dos setenta do século passado. Essa carência obriga os cinéfilos sauditas a peregrinarem a Dubai ou ao Bahrein, como faziam os espanhóis na época franquista indo a Biarritz ou Perpignan para ver filmes proibidos pela censura.

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– Funcionários e Empresas Zen

Um dos assuntos que gosto de discutir em aula é o tema “Espiritualidade nas Empresas”, abordando as correntes religiosas e suas influências no trabalho.

Agora, compartilho um material bacana (citação em: http://is.gd/Tnhz0u), onde se trata da prática da meditação Zazen no emprego!

(Obs: tenho medo quando uma prática religiosa conflita com outra… Há de se ter cuidado, pois, afinal, nem todos os funcionários irão aceitar tais filosofias)

MEDITAÇÃO PRODUTIVA

Por Dárcio Oliveira

Conheça a empresa que levou seus funcionários a um templo budista, usou a doutrina como ferramenta de treinamento e criou o conceito de “personal monk”

A primeira regra era o silêncio absoluto. Não se admitia um pio, nem mesmo uma conversinha paralela, sussurrada que fosse, entre os jovens executivos que acabavam de entrar no templo budista de Barra do Sahy, no litoral paulista. Eles chegaram à noite, vindos de ônibus, da capital, com o propósito de participar de um retiro espiritual de dois dias. Após o jantar, deveriam se dirigir aos dormitórios, em grupos de seis ou sete, acomodando-se em colchonetes espalhados pelo chão. No dia seguinte, bem cedo, depois de arrumar os quartos, rumariam em fila e sempre em sepulcral quietude a uma das salas da casa. Era hora do exercício de alongamento, seguido de Zazen, uma espécie de meditação em que os integrantes ficam ajoelhados sobre almofadas, de frente para a parede, com os olhos semiabertos. “O Zazen é o momento único de cada um, a busca pela luz interior”, define Ângelo Palumbo, ou Anju, um aprendiz de monge da Zendo Brasil, comunidade zen-budista criada há dez anos em São Paulo. Foi Anju quem conduziu a cerimônia, os exercícios de alongamento e de respiração e as tarefas comunitárias do grupo. Cuidou até do cardápio, baseado em peixes e pão caseiro. A única extravagância foi a pizza do último dia para celebrar o sucesso da vivência espiritual.

A experiência zen-budista de Barra do Sahy reuniu 20 funcionários da Pieracciani, uma consultoria paulistana especializada em gestão da inovação. Criada em 1992, a empresa vem se destacando nos últimos anos por adotar internamente um modelo de administração inspirado em conceitos humanistas e espirituais. Eis o credo da casa: pessoas de bem com a vida transformam o ambiente de trabalho. “E essa transformação só ocorre por meio do autoconhecimento, algo que pode ser estimulado pelos preceitos budistas”, afirma Valter Pieracciani, fundador da companhia e pai da iniciativa de contratar a consultoria monástica de Anju para lapidar seus consultores executivos. Segundo Valter, o retiro no litoral paulista foi tão bem recebido pelo time que deu origem a outra ideia: as sessões individuais com os monges. O “personal monk” é realizado na própria Pieracciani.

Ana Paula Keller, gerente de projeto da consultoria, garante que as experiências aperfeiçoaram aspectos como domínio da ansiedade, concentração, organização e administração do tempo. Seu colega Francisco Tripodi também lembra com entusiasmo do princípio zen-budista do “não eu”. Traduzindo: é a prática cotidiana de se livrar do egocentrismo, privilegiando o espírito de equipe. “São conceitos que valem para a vida e para o trabalho”, diz Tripodi.

O problema é que conversas sobre luz interior e “não eu” ainda causam certo estranhamento no ambiente corporativo, movido geralmente pela objetividade dos números e das tradições administrativas. Existem, claro, empresários e executivos adeptos do budismo, mas a maioria não costuma socializar os ensinamentos. E só os pratica fora do escritório. Steve Jobs é o exemplo mais famoso desta casta: um cidadão budista, mas um homem de negócios egocêntrico e materialista. O que a Zendo Brasil propõe é algo diferente: a utilização das técnicas do budismo como ferramenta de recursos humanos, uma experiência pioneira no Brasil.

“Aos poucos as empresas perceberão que pessoas de bem com a vida tendem a ser mais produtivas e inspiradoras”, diz a monja Coen, mestre de Anju e fundadora da Zendo Brasil. No caso da Pieracciani, o zen-budismo também ajudou a manter em seus quadros os talentos da irrequieta geração Y. “Nosso programa de retenção não se resume às meditações, claro, mas elas foram importantes para reduzir o nível de ansiedade da galera”, afirma Valter. “O controle emocional traz perenidade à equipe.”

 

– O Choque Político entre os Países da Copa do Mundo na Rússia

Em 2018, no Mundial de Futebol da Rússia, teremos algumas nações que demonstram inimizade política muito clara com possibilidade de se enfrentarem. Um dos casos: Arábia Saudita X Irã, nações que se estranham entre os governantes por conta da linha islâmica Sunita X Xiita, da questão do apoio ao Iêmem (iranianos são parceiros desta nação inimiga do povo saudita) e da simpatia ou não para com os EUA. Sem contar com o Egito, vítima recente de terrorismo e a questão do próprio medo do Estado Islâmico atacar a Rússia, que está em combate contra eles.

Lembram-se que por muito menos (felizmente de pouca significância para o mundo) tivemos um “choque conflitante” no Mundial de 2014 no Brasil? Mas aqui não era questão geo-politico-economica, mas simplesmente… cultural.

A culpa? Por incrível que possa parecer, da beleza de Fernanda Lima!

Compartilho, publicado aqui no blog logo após o sorteio das chaves da Copa do Brasil 14:

O CHOQUE CULTURAL ENTRE OS PAÍSES DA COPA DO MUNDO 2014

Rapidamente, responda: quais os clichês que costumam ser lembrados quando se cita o Brasil?

Praia, Carnaval, Samba, Bossa Nova, Mulata, Caipirinha, Mulher Bonita, Futebol…

E isso agrada a todos?

A muitos, sim. Em especial aos que gostam de muita farra. Mas para povos mais conservadores, isso pode chocar. É o caso do Irã, uma teocracia onde os costumes são tradicionalistas ao extremo e o conservadorismo dita a vida das pessoas.

Digo isso pelo episódio que envolveu a belíssima atriz Fernanda Lima, que apresentou o Final Draw FIFA (o sorteio final da Copa). Os iranianos postaram mensagens de protesto contra a FIFA e contra a Fernanda Lima, alegando que a roupa da apresentadora era indecente e a entidade maior do futebol deveria pensar em não ferir os costumes de pessoas de outras partes do mundo, já que o evento é global.

Decotes são proibidos em boa parte do Oriente Médio, e, cá entre nós, censuram até imagens fotografadas, esticando as roupas por computação gráfica, a fim de evitar a exposição de tais vestimentas nas mídias. A TV estatal cortou o vídeo de Fernanda, enquanto que uma jornalista iraniana pedia desculpas aos telespectadores, alegando que tentariam fazer a melhor transmissão possível.

A mim choca ver algumas iranianas de burca e sem liberdade de expressão, mas eu respeito, afinal é a cultura local.

E você, o que pensa sobre isso: falta tolerância religiosa/cultural?

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– Fazer Turismo em Favela (ou Turismo de Realidade) é um bom programa?

Quando vamos passear, sempre procuramos algo aprazível e seguro. E já faz algum tempo, vemos pessoas fazendo turismo nas comunidades carentes do Rio de Janeiro.

Isso seria uma boa ideia? Um tour em locais onde sabidamente os traficantes fazem a população de refém não deveria ser recomendado.

Sobre isso, veja abaixo,

Extraído de Revista Isto É, ed 2500, pg 60-61

TURISMO QUESTIONÁVEL

Visitas de celebridades e tours estrangeiros nas favelas suscitam o debate sobre a glamourização das mazelas nacionais. 

por Fabíola Perez

De tempos em tempos, as músicas, as motos apressadas e o emaranhado de fios da rede elétrica cortando o céu dos morros do Rio de Janeiro despertam o interesse de turistas estrangeiros. Guiados por pessoas que conhecem becos estreitos, os grupos percorrem as comunidades da Rocinha, Vidigal e do Morro Dona Marta, na zona sul. Na zona norte, uma das mais procuradas era o Complexo do Alemão. Nos últimos anos, porém, esse cenário foi afetado pela onda de violência no Estado. Mais recentemente, moradores da Rocinha testemunharam a morte da turista espanhola Maria Esperanza Ruiz Jimenez, baleada por policiais militares. Fatos como esse fizeram o turismo em favelas perder pelo menos 75% de sua clientela e jogaram luz em uma complexa realidade. Outro fator que também impactou na atividade foi o colapso das Unidades de Polícia Pacificadora (UPP) que, anos atrás, possibilitaram a visita de milhares de turistas a locais que receberam o policiamento comunitário.

ÁREAS EVITADAS

O boom desse tipo de turismo – também chamado pelas operadoras do setor de turismo de realidade – ocorreu entre 2010 e 2013. Nesse período, a demanda de estrangeiros interessados em conhecer os pontos turísticos dos morros cariocas chegou a 1,1 mil pessoas ao mês. Segundo guias locais, a atividade tem como objetivo incentivar a economia e fortalecer o comércio. Com paradas estratégicas em uma feira de artesanato, uma laje com vista para o morro e a passarela Oscar Niemeyer, a operadora Favela Tour foi uma das primeiras a levar grupos de estrangeiros aos becos da Rocinha. O diretor Marcelo Armstrong afirma que o roteiro apresenta a realidade socioeconômica da favela a quem quer conhecê-la. Em 1992, quando a empresa começou a fazer os passeios, havia apenas um turista interessado em conhecer as comunidades a cada 15 dias. Com o passar dos anos, artistas como Michael Jackson utilizaram o cenário do morro Dona Marta para gravar videoclipes (ele fez isso em 1996). Semanas atrás, a cantora Madonna visitou o morro da Providência, posou para fotos com roupas semelhantes às de soldados e foi criticada nas redes sociais.

A reflexão que se coloca é que, ao mesmo tempo em que esses espaços não deveriam ser glamourizados, também não faz sentido a tentativa de proteger somente turistas das agruras das favelas. “Houve um momento que o Brasil era uma vitrine para o mundo e todos tinham interesse em conhecer essas regiões”, diz Armstrong. “Hoje são áreas evitadas por turistas.” Para ele, as favelas são, sobretudo, chagas sociais à espera de políticas públicas. Contudo, muitas vezes são vistas apenas sob a ótica da espetacularização. Na quarta-feira 8, a Favela Tour voltou a fazer passeios turísticos após alguns dias sem operar.

No dia 25 de outubro, a vereadora Teresa Bergher deu entrada em projeto de lei que estabelece requisitos especiais para a prestação desse tipo de serviço em comunidades. O texto exige que as empresas façam seguro de vida para os visitantes, comuniquem a entrada na favela às polícias, advirtam previamente o grupo sobre eventuais riscos, utilizem um veículo com identificação e contratem um monitor que conheça a região. “Nem mesmo a polícia é capaz de garantir a segurança de qualquer um de nós”, afirmou ela. Criticado pelos agentes de turismo que lucram com a atividade, o projeto deve ser votado em regime de urgência e prevê uma multa de R$ 10 mil se a empresa não informar previamente a polícia sobre a visita. No caso de reincidência, a multa sobe para R$ 20 mil e o infrator estará sujeito à cassação do alvará de funcionamento.

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Turistas poloneses aproveitavam o clima de tranquilidade para visitar o morro
Fotos Pablo Jacob/Agencia O Globo; Estefan Radovicz/Agência O Dia; Bruno Domingos/ REUTERS

– Meia hora negociando com Sílvio Santos: pensa que é fácil?

Olha que interessante: o pessoal do Teatro Oficina negocia há tempos uma permuta de terreno a fim de montarem uma entidade cultural. E acompanhados do prefeito João Dória Jr foram conversar com o proprietário da terra: Sílvio Santos.

Com os pés no chão, o Homem do Baú ficou questionando a todo instante que, se fizesse o acordo, com qual dinheiro o Teatro Oficina utilizaria para as obras. Enfim: de onde viriam as verbas, se ainda não tinham conseguido nenhum recurso financeiro (dando a entender que não adiantaria fazerem o negócio).

Negociar com SS, em sua sala, é algo muito curioso… Ninguém dobra ele!

Interessante, assista aqui: https://youtu.be/IQEtGSJYMMc

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– 75 anos de Zé Carioca! O que ele tem a ver com Jundiaí?

Meu personagem favorito do mundo de Walt Disney não é nenhum americano como o Mickey ou o Tio Patinhas. Mas é alguém brasileiro da gema: o mais carioca dos Josés: o Zé Carioca, que fez aniversário na última semana!

Curiosidades:

-o papagaio só surgiu pois o irmão de Walt Disney, Roy Disney, queria que o irmão criasse um personagem latino para a política da boa vizinhança.

-quer mais incorreto do que não trabalhar, fazer dívidas e não pagar, dar golpes e fumar charuto? A patrulha do politicamente correto conseguiu que o papagaio não fumasse mais (o que concordo), mas ainda bem que o malandro ainda não despertou a vontade de trabalhar (para isso existe o Zé Paulista, seu primo de SP workaholic), nem pagou a Anacozeca (Associação Nacional dos Cobradores do Zé Carioca), tampouco cortou a Feijoada e a Jaca (coitado do Pedrão…) e muito menos deixou de manipular resultados do Vila Xurupita FC (abra o olho, juizada)! Se tirassem esses defeitos do Zé, perderia a graça… ah, esqueci: ainda bem que continua enrolando a periquita Rosinha e enganando o sogro Rocha Vaz!

-por fim: na sua estréia no cinema com o Pato Donald e a Carmem Miranda, conhecemos a voz do papagaio, que foi emprestada do jundiaiense José do Patrocínio!

Qual figurino do Zé você prefere: o antigo, de gravata e guarda-chuva, o do final dos anos 80, com camiseta branca e calça azul, ou o mais novo, de boné e bermuda?

Extraído do Estadão (quando dos aniversário de 70 anos): http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,setentao-louro-e-carioca,955398,0.htm

SETENTÃO LOURO E CARIOCA

Edição especial comemora sete décadas de malandragem e polêmicas do Zé Carioca

por Jotabê Medeiros

Papagaio! A exemplo de Gilberto Gil, Milton Nascimento, Caetano Veloso, o Zé Carioca tá fazendo 70 anos!

Trata-se de uma data importante para o “carioca way of life“. O personagem Zé Carioca, criado por Walt Disney em 1942, morava na favela. Vivia de pequenos expedientes, golpes em restaurantes de hotéis, diversão de penetra em clubes grã-finos. A periquita Rosinha, sua namorada eternamente enrolada, surgiu nos quadrinhos como uma das mais sexy pin-ups da era pré-Jessica Rabitt.

Zé Carioca não cumprimentava friamente, como os americanos, mas dava abraços “quebra-costelas” nos chegados, como no turista gringo Pato Donald. Nas primeiras tiras, ele era identificado como José (Joe) Carioca. Agora, para celebrar a data, sua história é tema de um especial da Editora Abril, que reedita todas as tiras iniciais produzidas entre 1942 e 1944, além de uma seleção especial de histórias até 1962 recoloridas digitalmente.

Por causa de sua faceta de malandro e inimigo do trabalho, Zé Carioca já foi alvo de campanhas politicamente corretas. “O Zé Carioca é um personagem antiético terrível, com todos os clichês negativos”, disse, em 1999, a autora Denise Gimenez Ramos, professora titular da PUC e coautora da tese Os Animais e a Psique (Palas Athenas, 284 págs.), na qual buscava restabelecer conexões simbólicas entre as pessoas e os bichos – incluindo suas representações ficcionais. “O personagem de Disney nunca trabalha, fica em geral deitado numa rede sonhando em ganhar na loteria – é um arquétipo falso, que perpetua o Macunaíma”, afirmou.

O pioneirismo de Disney com o Zé Carioca sempre foi questionado. Já havia precedentes simultâneos e até anteriores. O cearense Luiz Sá (1907-1980) criou, nos anos 40, um papagaio vestido de gente chamado Faísca, que apareceu muitos anos antes do Zé Carioca. E há a eterna desconfiança que a inspiração de Disney tenha partido de um trabalho do cartunista brasileiro J. Carlos.

Em agosto de 1941, Walt Disney visitou o Brasil (além de alguns outros países da América do Sul), estimulado pelo irmão Roy, como parte do esforço da Política de Boa Vizinhança do governo Franklin Roosevelt, que visava a estreitar as relações dos Estados Unidos com os países latinos.

Para o pesquisador Celbi Vagner Pegoraro, jornalista, pós-graduado em Relações Internacionais e doutorando em Ciências da Comunicação pela Universidade de São Paulo, há muitas inspirações que resultaram no papagaio folgazão de Walt Disney, e não só os desenhos de J. Carlos. “Mas é fato que Walt Disney ficou encantado com a obra do brasileiro”, afirma.

Pegoraro lembra que a saison brasileira de Disney o mostrou menos interessado em eventos diplomáticos e mais em atividades artísticas (foi ao lançamento do filme Fantasia no Rio e em São Paulo), e seu primeiro encontro com J. Carlos ocorreu numa exposição na Associação Brasileira de Imprensa. Na mostra havia obras de diversos brasileiros, mas os desenhos de J. Carlos retratavam a fauna brasileira, incluindo aí o papagaio. Seus traços chamaram tanta atenção que dois fotógrafos da equipe de Disney gastaram muito tempo registrando os quadros. Durante um almoço promovido pelo chanceler Oswaldo Aranha no Palácio do Itamaraty, Disney fez pessoalmente um convite para que J. Carlos trabalhasse em seu estúdio, mas o brasileiro recusou. Foi então que o artista presenteou Disney com um desenho de papagaio.

Após 70 anos, Zé Carioca permanece sendo publicado pela Editora Abril. As revistas aproveitaram o sucesso do personagem nos filmes dos anos 1940 e 1950. Em 1944, ele estrelou o filme Você Já Foi à Bahia?, da Disney (nos quais sua voz não era de um carioca da gema, mas do paulista de Jundiaí José do Patrocínio Oliveira, indicado por Carmen Miranda).

A partir daí, o gibi do Zé Carioca inicialmente alternou números com o Pato Donald até ganhar a própria publicação em janeiro de 1961, época em que cartunistas brasileiros começaram a ter sua chance. “Porém, seu auge ocorreu mesmo nos anos 1970, pelas mãos do gaúcho Renato Canini, que aproximou de forma mais latente o Zé Carioca da realidade brasileira, consolidando sua identidade de malandro”, conta Pegoraro.

Suas aventuras ocorrem na Vila Xurupita, um bairro fictício nos morros do Rio, e o personagem ganha uma série de amigos e parentes, caso do Zé Paulista, um primo louco por trabalho. Desde então, outros artistas brasileiros prosseguiram com o personagem e há um desafio da nova geração, como a do quadrinista Fernando Ventura, de desenvolver o Zé Carioca para uma nova geração. Especialmente agora que o volume 2 terá duas histórias inéditas feitas por brasileiros.

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– Somos Todos Dona Regina!

A Nudez em obras de arte, fomentada para as crianças, é realmente arte?

Já escrevi sobre minha percepção quanto ao caso da peça do MAM, onde creio que o erro é o da mãe em levar a filha para uma encenação erotizada e avisada para menores. O museu avisou que não era recomendado para crianças, mas…

Uma verdade é: o mundo está jogando uma educação sexualizada ao extremo, erotizando precocemente nossos inocentes. Criança tem que brincar e estudar, não se preocupar com as questões de sexo na infância.

Agora, muitos apoiam uma senhora idosa (dona Regina) que, durante um programa da Rede Globo, colocou-se contra a arte com pornografia exposta para as crianças. Embora os globais forçassem a barra no programa, na simplicidade ela colocou argumentos que deixavam os artistas “pró-exposição ao nú com crianças” sem o que falar. 

Extraído de: https://www.youtube.com/watch?v=i8YLXFp_HKU, a partir de 6’10”. Vale a pena assistir!

#SomosTodosDonaRegina

ARTISTAS DA GLOBO SE IRRITAM COM SENHORA DA PLATEIA E FICAM EM SAIA JUSTA AO VIVO

A atração, comandada interinamente por Ana Furtado e Lair Rennó, discutia sobre a polêmica da nudez nos museus, quando uma senhora da plateia, chamada dona Regina, discordou dos convidados ao dar sua opinião e os deixou em saia-justa. “Eu não sou contra a arte que foi exposta, mas sou contra a exposição da criança, ali daquela forma”, disse.

– Você levaria sua filha para a encenação pornô do MAM?

O Museu de Arte Moderna (MAM) trouxe uma performance onde havia um homem nu. Mas diferente da mostra gaúcha de péssimo gosto Queermuseum, onde havia ofensas à religião, imagens de pedofilia e zoofilia abertas ao público, aqui o museu paulistano reservou um espaço com TODOS OS AVISOS do conteúdo que seria encontrado, já que La Bête (ou em português: A Besta) é uma encenação forte para menores de idade. Ou seja: um evento para adultos que simpatizam com tal obra, em ambiente fechado (não me incluo naqueles que entendem isso como “arte”, mas respeito quem pensa diferente). Entretanto, algumas mamães com crianças resolveram participar com suas filhas por lá. 

É culpa da Arte, do Museu ou das Mamães extremamente ultra-liberais o fato de tanta repercussão?

Imagine essa imagem (abaixo) se acontecesse na casa do vizinho; na rua; ou em um lugar qualquer… se uma inocente criança fosse incentivada a tocar um estranho pelado, como isso seria chamado?

Criança deve ser criança. Sempre!

Erotização precoce, aliás, é sinônimo de boa Educação? Desde quando?


Foto 1: La Bête exibida em Salvador-BA

Foto 2: La Bête exibida em São Paulo-SP

– A polêmica exposição do Santander com suposto viés pedófilo e de ofensa religiosa

Para ser obra de arte, precisa ser apelativa? Repare nos detalhes de crítica ao Cristianismo e imagens de pedofilia com zoofilia retratadas na exposição Queer, bancada pelo Museu Santander e depois fechada.

Infelizmente, para defender uma cultura, as pessoas acham que devem desmerecer outras. Nada disso! Para se ter respeito, há de se respeitar! 

Compartilho essa matéria na qual os grupos defensores de um trabalho artístico retratam seus ideais de maneira ofensiva a outros, e ainda assim reclamam que se sentem ofendidos pela resposta negativa.

Extraído de: http://veja.abril.com.br/blog/rio-grande-do-sul/veja-imagens-da-exposicao-cancelada-pelo-santander-no-rs/

EXPOSIÇÃO QUEER

Exposição Queer Museu é suspensa após polêmica

“Há pouco tinha crianças olhando essa ‘arte’ escarnecendo a Cristo”, disse o blogueiro Felipe Diehl, durante o vídeo em que ele circula pela exposição e critica as obras acompanhado de outro blogueiro, Rafinha BK, do MBL de Porto Alegre. “Olha o Satanás no meio”, diz Rafinha sobre outra obra. No vídeo, os blogueiros censuram as imagens com um “borrão”.

Exposição Queer Museu é suspensa após polêmica

Gilberto Schwartsmann, presidente da Fundação Bienal do Mercosul, o maior evento de arte latino-americana do mundo, disse a VEJA que lamenta o fechamento da exposição. “Fiquei triste. As pessoas têm o direito de gostar e de não gostar, de querer e de não querer. Mas precisam respeitar. O que a gente precisa é de uma lição de tolerância. Entendo todos os lados. As pessoas não estão preparadas para certas coisas. Isso aconteceu muito na história. Coisas que nos assustam em 2020, não nos assustam em 2040”, disse Schwartsmann a VEJA sobre o fechamento .

 Exposição Queer Museu é suspensa após polêmica

Exposição Queer Museu é suspensa após polêmica

Outras obras retratavam a prática sexual (imagem acima). “Só tem putaria, só tem sacanagem” , disse o blogueiro Felipe Diehl, no seu vídeo, queixando-se que as obras são “reconhecidas como arte”.

O prefeito de Porto Alegre, Nelson Marchezan Jr. (PSDB) comentou o fechamento da exposição. Na sua página do Facebook, Marchezan diz que a mostra tinha “imagens de zoofilia e pedofilia”. Horas mais tarde, Marchezan apagou sua postagem. O prefeito, que é apoiado pelo MBL, obteve liminar na Justiça para que os protestos contra sua administração fossem proibidos.

Exposição Queer Museu é suspensa após polêmica

Defesa da exposição

Grupos de defesa dos direitos dos LGBT organizam, pela internet, um ato em apoio em “defesa da cultura e democracia” em frente ao Santander Cultural para próxima terça-feira, às 16h. Críticos ao conservadorismo do MBL, os organizadores do ato apontam a contradição de um suposto movimento liberal atuar pela censura da exposição.

Exposição Queer Museu é suspensa após polêmica

Exposição Queer Museu no Santander Cultural em Porto Alegre (RS) (Reprodução/Facebook)

Pra quê?
É chocante!
A exposição do Banco Santander em Porto Alegre chamada _QUEER_, traz “obras de arte”, mostrando *Hóstias com palavras eróticas*. Jesus, ao invés de chagas, com *uma vagina no peito;* ao invés do cordeiro de Deus, *a imagem do Sagrado Coração de Jesus com um veado branco*; uma *Virgem Maria erotizada com um Chimpanzé ao invés do Menino Jesus*, além de uma torre de *Sodoma e Gomorra com pessoas mantendo relações sexuais com animais!!!*
TRISTE E REVOLTANTE!
Em: https://professorrafaelporcari.com/2017/09/11/a-polemica-exposicao-do-santander-com-suposto-vies-pedofilo-e-de-ofensa-religiosa/

*Ops: é patrocinado pelo Ministério da Cultura*

– 52 anos de Yesterday!

Dizem que foi em 20 de agosto. Outros em 03 de setembro. Alguns de que foi em Abril. Não importa. A certeza é que foi em 1965!

Há 52 anos, The Beatles celebravam o lançamento do álbum Yesterday!

Boa música é sempre atemporal.

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– Criminoso Machismo na Índia

Muito me assustou uma matéria antiga publicada pela Revista Superinteressante (Junho/2009). Nela, há uma reportagem a respeito das Castas Indianas. Mas o que impressiona são os números e hábitos das mulheres locais!

Na Índia, é um fardo para as famílias criar uma menina. Muitos abortos são cometidos, pois ter uma filha é um custo alto: a maioria das mulheres não trabalha, e ao crescer, ela é entregue a um novo e o pai dela deve dar presentes à família do noivo, o que inclui desde pedras preciosas até veículos!

Naquele país, apenas 48% das mulheres são alfabetizadas (e entenda alfabetizada na Índia o fato de apenas escrever o próprio nome.

Lá, abortar uma menina não é um pecado, mas uma “providência” (que absurdo!). Tanto que o governo proibiu que os médicos divulguem o sexo do bebê nas ultrassonografias, a fim de evitar o aborto. Muitos aceitam sacrificar sua filha, para que o primeiro filho seja homem e o pai possa “reencarnar” nele.

Devido a isso, hoje há 9 homens para cada mulher. Casar tem sido difícil, o que faz com que exista  o comércio cada vez maior de “compra de esposas”. Nas vilas pobres, troca-se mulher por búfalos. Amor no casamento? Lá não é assim… Amor se constrói aos poucos, depois de casado.

Quando a mulher fica viúva, ou o seu cunhado a toma por esposa, ou ela faz voto perpétuo de castidade. Ou seja, casamento de mulheres viúvas, não existe!

Em caso de divórcio, a mulher só tem direito as jóias que ganhou. Nada do marido deve pertencer a ela. E, como é perceptível até na novela, a esposa é proibida de citar o nome do esposo. Apenas deve chamá-lo de “Marido”. Em alguns vilarejos, ela só pode fazer as refeições depois do marido, pois é sinal de submissão a ele.

Modos e hábitos diferentes dos nossos. O que mais impressiona é que, para eles, nós somos os diferentes…

– Ganhar o Carnaval depois de 2 meses é bem sem graça!

Depois da Liga das Escolas de Samba do Rio de Janeiro cancelar o rebaixamento e promover uma virada de mesa, após tanto tempo que se encerrou o Carnaval resolveu-se revisar uma nota de um jurado. Conclusão: a Mocidade de Padre Miguel empatou em pontos com a Portela e divide o titulo.

Tem graça?

O gostoso é vencer no dia, na hora, comemorar com sua torcida no instante em que vence.

Ficou meio “xoxo”.

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– O Aeroporto com o busto desfigurado de Cristiano Ronaldo

O Aeroporto da Ilha da Madeira, em Portugal, passou a se chamar Cristiano Ronaldo. E para tanto, uma homenagem com um busto foi feita.

Repare: que cara de bobo, meio vesgo e de sorriso estranho acabou saindo na obra de arte (abaixo na figura):

Faltou bom senso a quem autorizou…

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