– Cada um “na sua praia”, pois todos temos valor e somos importantes!

Ouvi e concordo:

A lâmina de barbear é afiada, mas não pode cortar uma árvore.

O machado é forte, mas não pode cortar os pelos do rosto.

ASSIM SENDO: todo mundo é importante de acordo com o seu propósito único. Nunca menospreze ninguém, trate sempre com respeito.

Como não concordar? Respeite o próximo, sempre, do jeito que ele é!

– Como evitar o constrangimento da pornografia na frente da sua casa.

É sabido que em muitas ruas de São Paulo (e do Brasil em geral) existem mulheres e travestis semi-nus fazendo “ponto” e se prostituindo à plena luz do dia. Vide a região do Jockey Club paulistano e outras conhecidas avenidas.

Imaginou sair de casa com as crianças e na frente do seu portão ter lá uma pessoa quase pelada, com as partes íntimas à mostra? E não é exagero tal relato, muito se vê disso por aí (e à noite, nem se diga).

Pois bem: em Higienópolis, os moradores (há 3 anos) começaram a colocar faixas de alertas e a ameaçar os motoristas de divulgação das placas dos carros que parassem e contratassem o serviço de prostituição, a fim de desincentivar tal prática na frente de suas casas (já que o poder público estava omisso). Deu certo, “entre aspas”, pois o “ponto” saiu das residências e foi para outros lugares.

Como resolver tal pendenga, não? Somente com Educação e Emprego, buscando inserir no trabalho digno e formal as pessoas que se prostituem (imagino que nenhum indivíduo cresce com o desejo de se prostituir para ganhar dinheiro, mas sim ter uma profissão melhor).

– Ajude a divulgar o símbolo do Autismo.

O novo símbolo, abaixo, que ajuda a identificar e dar preferência ao atendimento de autistas. Vamos divulgar?

Fazer ele se tornar popular é importante para que as pessoas respeitem as diferenças e se permita um olhar mais humanizado.

Imagem

– A Oração do Doador de Sangue.

Sou doador voluntário de sangue e hemoderivados (uma causa esquecida por muitos: a doação de plaquetas). Por conta da pandemia e de outras questões de saúde, precisei “dar um tempo” nas minhas doações (o que me pesa muito).

Poucos tem a consciência do quanto é necessário ajudar o próximo, pois o sangue é um elemento essencial à vida e INSUBSTITUÍVEL! A tão moderna tecnologia não conseguiu ainda substituir esse líquido precioso.

Recebi, e compartilho com outros doadores-leitores a Oração do Doador de Sangue, que achei sensacional!

Abaixo:

ORAÇÃO DO DOADOR DE SANGUE

Senhor, Bom Jesus, que para Salvação derramastes Vosso Precioso Sangue, olhai para mim que lembrando da Vossa Palavra… “todas as vezes que fizestes isto ao menor de meus irmãos, foi a mim que o fizestes” (cf Mt 25,40) desejo oferecer parte do meu sangue. E a Vós, Senhor, que faço esta oferta, em reconhecimento e gratidão pelo Dom do Vosso Sangue, que me concedestes sem merecimento algum de minha parte. Que a dádiva de vida que agora faço, resulte em saúde e felicidade para os irmãos e irmãs que dela vão se beneficiar, bem como em bênçãos para mim e aqueles que me são queridos. Assim seja.

– O governador assumiu que é gay. E daí?

O governador Eduardo Leite (PSDB/RS) revelou durante entrevista ao Programa do Pedro Bial que é homossexual.

Em um país preconceituoso, tal fato é um ato de coragem – especialmente para um político. Palmas a ele. Mas lembremo-nos: Eduardo é um dos pré-candidatos à Presidência da República, e o cuidado para que se não faça confusão é: “ser gay” é diferencial positivo? No que implica a opção sexual de cada pessoa na presidência do país?

É lógico que isso será usado pela Situação e pela Oposição em campanha (positiva ou negativamente). E ficará a questão: não se ache que uma pessoa é melhor ou pior do que outra por ser gay ou não.

– A polêmica do 24 nas camisas de futebol: do discurso à prática, o caminho é longo…

Já repararam que nos clubes de futebol no Brasil, a camisa número 24 é deixada, na maior parte das vezes, de lado? Inclusive, na própria Seleção Brasileira, onde a Justiça está questionando a ausência da numeração.

O UOL resumiu bem a pendenga recentemente em um artigo:

“O número 24 está historicamente relacionado ao homem gay no Brasil por causa do Jogo do Bicho, que associa a numeração ao veado — animal é usado de forma homofóbica como ofensa à população LGBT+. Por conta disso, o futebolbrasileiro já viveu diversos episódios de homofobia. O mais recente deles ocorreu na chegada de Cantillo no Corinthians, quando o então diretor de futebol e hoje presidente, Duílio Monteiro Alves, disse “24 aqui não” no meio da apresentação. Ele usava o número no Júnior Barranquilla. Duilio classificou a própria fala como “brincadeira infeliz”. Menos de um mês depois de ser apresentado, Cantillo foi a campo com o 24 nas costas.”

Aqui, temos três situações gerais para entidades e jogadores “não usarem a camisa 24”. Duas aceitáveis e uma não:

  • No mundo comercial, existem atletas que têm em seus números a identificação: R9, CR7, R10, KK22… e por aí vai. Ter algo assim é instrumento de marketing, simplesmente. Seja pela posição de campo ou de mercado, ou ainda por superstição, jogadores escolhem o que melhor convier.
  • A outra é a preocupação em não querer estar com um número do qual seja “chacota”: um heterossexual convicto pode não gostar de estar com o 24 pelas brincadeiras que outros o importunarão. Uma clara comodidade que não precisa ser contestada. A pessoa não é homofóbica, apenas quer evitar situações indevidas ou desconfortáveis a ele.
  • Por fim, a óbvia e a mais comum (lamentavelmente): a do não desejar por homofobia, que, lembremos, é crime.

Nos últimos dias, as agremiações fizeram manifestações de apoio à causa LGBTQIA+, e pintaram seus escudos com as cores do arco-íris, além de outras ações. Inclusive, falamos da necessidade de não dizer que é “cidadania de uma causa exclusiva no discurso” e praticar outras ações erradas (vide em: https://wp.me/p4RTuC-vM4).

Muitos clubes, sejamos sinceros, estão se promovendo com as causas e não trabalhando por ela. Entrem nas Redes Sociais deles e vejam os comentários dos torcedores sobre o “pintar o escudo” do time. Existirão barbaridades impressionantes… que não foram contestadas pelos administradores das páginas.

Lembrando sempre: respeitar o direito do próximo não é fazer apologiae é aí que reside o problema do ignorante. Defender alguém pelo direito de se expressar não significa que você concorde com ele, apenas está lhe dando o sagrado direito democrático de fala e de respeito.

Que os clubes que se manifestaram Brasil afora pratiquem o que pregam. Ou será que os gritos homofóbicos das arquibancadas voltarão quando os torcedores retornarem, com a desculpa de que “faz parte da cultura do futebol”?

Imagem extraída da Internet (Montagem).

– Gérman Cano, bandeira LGBTQIA+ e Vasco da Gama: o ato cidadão (mas que não pode ficar na demagogia).

Ontem, o atacante Cano comemorou seu gol ostentando a bandeira de escanteio, que estava pintada nas cores do arco-íris para lembrar a luta contra a homofobia (neste dia 28, é dia do Orgulho Gay, e vários clubes promoveram ações para lembrar a data).

O Vasco da Gama foi marcante na história por ser o primeiro grande clube de futebol a incluir os negros oficialmente em sua equipe no Rio de Janeiro (o racismo da época promovia até episódios patéticos, como o de passar pó-de-arroz no rosto para clarear a pele dos negros). O Estádio Sao Januário, ao longo do século XX, foi palco de manifestações públicas em defesa da democracia e dos direitos dos trabalhadores. Agora, na questão da inclusão de gênero e seus direitos, novo fato relevante para a sua grandiosa história.

Porém…

Sem desabonar o que foi feito, é necessário que ações sociais não sejam apenas jogadas promocionais e de marketing. Que a causa defendida seja trabalhada internamente também – não apenas para o mundo ver e aplaudir. E, o ponto mais delicado: não só a defesa de uma causa para mostrar cidadania, mas: pagar seus funcionários em dia, recolher os impostos sociais, estar em ordem perante os colaboradores é também ato cidadão.

Louvemos as boas iniciativas, mas que elas não sejam causas demagogas encobrindo ações ruins e que vão ao contrário do que uma empresa cidadã deve fazer.

Ops: a Regra do Jogo diz que, neste caso, por ter tirado o mastro, o jogador deve repô-lo e receber o cartão Amarelo (mesmo com a causa defendida sendo nobre). As leis, sabidamente, são frias e podem ser antipáticas…

– A confusão criada pela UEFA e por Orbán na Eurocopa (Alemanha x Hungria).

A Allianz Arena, em Munich, receberá Alemanha x Hungria pela Eurocopa. E como estão ocorrendo eventos do Orgulho Gay nesses dias, a direção do estádio resolveu iluminar a arena com as cores do arco-íris, símbolo do movimento LGBTQIA+.

Entretanto, a UEFA proibiu tal coloração alegando “manifestação política”. Por trás da decisão, está o primeiro-ministro ultraconservador Viktor Orbán, que mantém ótima relação com a entidade (Orbán promoveu a chamada “lei anti-gay”, que retirou alguns direitos / manifestações de seu país).

IMPORTANTE – A própria UEFA colocava mensagens de apoio aos homossexuais, frases de efeito sobre o orgulho dessa comunidade e tuitava que seria a “Eurocopa da inclusão / diversidade“.

Aqui, que se deixe bem claro: respeitar a opção sexual de cada um não é fazer apologia ou publicidade dela. Simplesmente: ter respeito ao próximo, que não significa concordância ou não.

Os clubes da Alemanha prometeram que, na hora do jogo, farão manifestações coloridas como represália à UEFA.

Já pensaram na repercussão que teremos (e a óbvia discussão polêmica) quando um craque do futebol se declarar homossexual?

Aguardemos.

– Parabéns às meninas da Seleção Brasileira de Futebol!

Muito bem, garotas! Após a vergonhosa atitude de assédio do presidente da CBF Rogério Caboclo, onde os jogadores da Seleção Brasileira de Futebol Masculino nada disseram, as jogadoras da Seleção Feminina não se calaram e se manifestaram, publicarando uma nota.

Tal ato mostra a coragem delas frente ao “migué” deles. Abaixo:

– #tbt 2: O Dia do Desafio!

Hoje é “Dia do Desafio”! Veja só como foi em 2017, já que hoje é 5a feira, oportunidade de #tbt:

Gostaria de parabenizar os organizadores do “Dia do Desafio” em Jundiaí (competimos com Uberlândia-MG), em especial à àrea de Esportes e de Cultura do município, pela manhã gostosa que passamos nesta quarta-feira.

Minha filha participou com seus colegas do Projeto Guri, unindo música e atividade física (cultura e esporte são sinônimos de educação para a mente e para o corpo). Saíram da sede (vizinha do Teatro Polytheama) e foram caminhando até o Solar do Barão. Em frente à Catedral Nossa Senhora do Desterro (Matriz), se reuniram em outras atividades – tocando, cantando, pulando e se exercitando. 

Aqui, um vídeo de 30 segundos da festa no Centro da Cidade. Isso sim vale a pena: iniciativa eficaz de socialização, prática sadia e educacional, além de ser de baixo custo

Assista o vídeo em: https://m.youtube.com/watch?v=mJd0FyRzpXc


Algumas fotos abaixo:

Mais um derradeiro e bacana vídeo:

– Pattaya, a Capital do Pecado

Cerca de 27.000 empregos são gerados pela “Sodoma e Gomorra” do século XXI, Pattaya, chamada de “capital do sexo“, onde mulheres, gays e outros gêneros se comercializam naturalmente.

Sim, existe um lugar onde a Luxúria e o Pecado reinam como algo correto (embora seja incompreensível para nós), com o argumento de que isso é feito para sustentar filhos bebês e pais idosos.

Assuste-se, extraído de: http://www.abr-il/pattaya

UMA NOITE EM PATTAYA, A “CAPITAL” DO SEXO

Conhecida como a “Sin City tailandesa” e “Sodoma e Gomorra moderna”, cidade é local de trabalho de dezenas de milhares de prostitutas

Por Vinicius Tamamoto

Quando começa a escurecer em Pattaya, na Tailândia, milhares de outdoors em neon são acesos em vários pontos da cidade para anunciar a principal atração local: a luxúria. Nos cerca de dois quilômetros da maior rua do país dedicada ao pecado, vejo placas cintilantes de casas como “The Hottest”, “Russian Girls” e “Lucifer Disko” enquanto garotas de salto alto me oferecem massagem a óleo a cada dez passos.

Entre a multidão, em plena segunda-feira, um homem me para e estende um menu com desenhos que lembram o kamasutra e opções tão intrigantes quanto pussy smoking cigarette show (“show da vagina fumante”) e pussy shooting banana show (“show da vagina atiradora de banana”). Não entro na casa, mas já dá para perceber o motivo que levou o local a ganhar a fama de “capital mundial do sexo”.

A VILA QUE VIROU POINT

Nem sempre foi assim. Tudo começou em 1959 quando 500 soldados americanos que lutavam na guerra do Vietnã foram passar os dias de folga do fronte na então pacata vila de pescadores. Sol, mar e calor elevaram Pattaya a um dos principais destinos de férias dos soldados, que chegavam aos montes.

Para atender aos anseios dos estrangeiros, ávidos por diversão, uma considerável indústria de entretenimento começou a ser estabelecida na cidade. A notícia do boom econômico gerado pelos soldados se espalhou rapidamente pelo país. Logo, muitos tailandeses deixavam suas casas no interior para tentar a vida no novo paraíso.

Hoje, a cidade tem um dos maiores distritos da luz vermelha do mundo, com milhares de estabelecimentos onde só os adultos entram. Vão do eufemismo das casas de massagem, passando pelos shows insanos das ladyboys, transexuais que se tornaram quase um símbolo do país, até casas com garotas especializadas na prática do pompoarismo.

O entretenimento atrai 1 milhão de homens à cidade todos os anos. A grande maioria é de europeus de cabelos grisalhos e barrigas salientes que normalmente desfilam orgulhosos com uma jovem e bonita tailandesa ao lado.

AUTORIDADES QUEREM ‘PURIFICAR’ A CIDADE

Desde o ano passado, no entanto, há uma cruzada em Pattaya contra a prostituição, atividade ilegal na Tailândia. Começou com a promessa da Ministra do Turismo, primeira mulher a ocupar o cargo no país, de erradicar a prática e reinventar o turismo tailandês, frequentemente associado ao sexo.

Mas foi a imagem libertina com que jornais ocidentais apresentaram a cidade em matérias publicadas entre o fim do ano passado e o início deste o que mais irritou o governo local. “Sin city” (cidade do pecado, em inglês) e “Sodoma e Gomorra moderna” foram algumas das definições nada polidas que pegaram muito mal em um país extremamente conservador.

Em fevereiro, um turista britânico de 62 anos foi agredido por policiais após ter sido pego em flagrante transando com uma prostituta dentro de um clube. No mesmo mês, duas dançarinas foram presas por se apresentarem nuas. As batidas policias aumentaram e a presença de oficiais na principal rua da cidade, onde se concentram as casas de shows, é grande.

LUTA POR DIREITOS

No Airport Club, uma das casas mais conhecidas de lá, moças com trajes curtos demais para comissárias de bordo tentam capturar os turistas. Para entrar, paga-se o equivalente a oito reais. No meio do salão apertado, dez dançarinas se apresentam de biquíni numa extensa passarela enquanto outras se sentam ao lado dos clientes para uma conversa mais íntima. Dois chineses enfiam uma porção de dólares na calcinha de uma delas.

“Escolhe uma”, diz uma garçonete que vem sentar ao meu lado. Digo que estou apenas conhecendo o lugar. Como a esmagadora maioria dos que trabalham ali, ela saiu de casa do interior do país, aprendeu inglês o suficiente para se comunicar com os turistas e hoje faz dinheiro em Pattaya. “Aqui é melhor, dá para ganhar mais”, afirma.

Quando outra moça, com um pouco mais de roupa, me oferece outra bebida, apresento-me como jornalista. “Ninguém aqui é má pessoa, todas estão ganhando dinheiro de forma honesta”, diz ela. “Muitas têm filhos ou pais idosos e precisam enviar o dinheiro que ganham para a família.”

Segundo os jornais, o mercado do sexo mantém 27.000 trabalhadores na cidade. O dado não é oficial. Enquanto as autoridades questionam a veracidade da informação, organizações como a Service Workers in Group Foundation, que trabalha para a integração das prostitutas na sociedade tailandesa, afirmam que o número é muito maior.

“Reprimir a atividade e prender dançarinas não irá resolver o problema”, disse Surang Janyam, diretora da fundação, a um jornal local. Para ela, é preciso pensar em políticas que melhorem a vida das prostitutas e garotos de programa. “Que tal descriminalizar a profissão trazendo esses trabalhadores à luz da lei para que eles possam ter direitos e serem tratados como seres humanos?”, indagou.

NÃO ERA AMOR…

A primeira vez que ouvi falar da “Sin city” tailandesa foi através de Peter H., um alemão de 52 anos e coração partido. Em Pattaya, ele conheceu um rapaz na Boyztown, uma área gigantesca com bares, saunas, baladas e clubes gays. Apaixonou-se à primeira vista. “Dei tudo para ele, viagens, presentes, mesada…” O relacionamento durou dois anos, mas não vingou. “Estava cego, não conseguia enxergar que ele só gostava do meu dinheiro”, ele me conta decepcionado.

Casos assim são comuns e, às vezes, até piores: pipocam histórias de europeus de meia idade que perderam tudo por lá. Segundo um levantamento feito pela Issarachon Foundation, que assiste moradores de rua, há no país mais de duzentos ocidentais desabrigados, muitos vivendo nas areias de Pattaya.

“Não vá lá, é muito perigoso”, me alertou o alemão iludido. Lembrei do conselho quando fui habilidosamente pescado para dentro de um bar por uma jovem e bela tailandesa. “I love you so much”, declarou-se depois de alguns minutos de conversa. Estivesse um pouquinho mais carente, teria acreditado.

– A Sociedade dos Esquizofrênicos: se o cara não gosta de um perfil na Web, por quê o segue na Rede Social? RESPEITE-SE A OPINIÃO!

Uma das coisas que mais me assusta no mundo virtual é a observação de que, em meio às pessoas de bem e sensatas que publicam suas opiniões, infiltram-se fanáticos que não aceitam as ideias alheias e querem impor a todo custo suas ideias.

São “donos da verdade”, “mestres do assunto” e justiceiros dos “tribunais de Facebook e Twitter”.

Cansa só de visualisá-los nas timelines, não?

E eles se fazem presentes nas 3 áreas mais conflitantes que o ditado popular tanto prega para se evitar discussão: Política, Futebol e Religião!

  1. Na POLÍTICA, se você critica o atual governo por alguma coisa qualquer, torna-se anti-Bolsonaro e por tabela lulista (mesmo tendo criticado Lula quando presidente e na época sendo taxado de fascista – termo que poucos conhecem profundamente mas que se usa popularmente desde  algum tempo). É Deus no Céu e Bolsonaro na Terra (ou: Deus no Céu e Lula na Terra, na visão extrema do outro radicalismo). Na verdade: bando de “paga-pau” de antes, que se tornam bajuladores de hoje e infelizmente podem ser influenciadores do amanhã. Isso vale àqueles que tem cargo de confiança em Prefeituras ou no Estado e se desesperam em garantir o emprego como ovelhas doutrinadas pelo pastor. Chega a ser nojento o fanatismo insensato e de conduta interesseira.
    Ops: não reclamo de quem apoia esse ou aquele, mas me perturba o “seguir cegamente” e querer impor sua opinião sobre a minha, desrespeitosamente.
  2. No FUTEBOL, acontece algo parecido. Se você criticar o Corinthians, é porque você é palmeirense. Na semana seguinte, dependendo do assunto, vira são-paulino. Dias depois santista ou volta a ser corintiano. E há aqueles que xingam, ofendem, falam o que querem pois alegam que “estão nas Redes Sociais”. E daí? A Educação só vale para o mundo real, no virtual prostitui-se a dignidade?
  3. Na RELIGIÃO, ficou tão chato quanto os outros tópicos. Dispensa se alongar no assunto.

Ô mundo complicado, vaidoso e de ocasiões oportunas…

Dito isso, fica a pertinente colocação: o cara se incomoda com o perfil do outro mas não deixa de seguir no Facebook, no Instagram ou no Twitter? Incompreensível! A Rede Social é livre, segue-se a quem quiser (ou não se segue a quem não se quer). Ponto final.

E pensar que as pessoas brigam por homens que buscam o poder, por alguns que jogam bola ou ainda por aqueles que se dizem ser mais íntimos dos outros junto a Deus…

– Empresas Transformadoras!

Dona Luiza Helena Trajano, a dona do Magazine Luiza, está na capa da Exame na matéria a respeito de “empresas transformadoras durante a COVID-19”.

Justo! Tem feito por merecer, não só no Comércio, mas na agenda de Cidadania proposta em muitas ocasiões para o nosso país!

– V P S, o “bonzão” racista do prédio!

REVOLTANTE! Veja só que ridículo o papelão que esse senhor racista promoveu, humilhando uma correta e humilde porteira negra.

Abaixo, extraído de: https://br.noticias.yahoo.com/morador-ameaca-porteira-em-predio-de-goiania-e-faz-ofensas-racistas-chimpanze-voce-nao-presta-185750241.html

MORADOR AMEAÇA PORTEIRA

Um homem ameaçou e fez ofensas racistas contra uma porteira de um prédio residencial do Jardim Goiás, em Goiânia (GO), neste domingo (18). Segundo a vítima, o homem, identicado como Vinícius Pereira da Silva, é morador do prédio e alegou ser policial.

Em uma gravação, feita pela própria vítima, divulgada pelo G1, o homem aparece disparando as ofensas. Mesmo com a câmera do celular ligada, Vinícius Pereira não se intimida e xinga a mulher de “macaca”. “Grava, macaca. Chimpanzé. Chipanga. Me encara, desgraça”, esbrabeja.

De acordo com a porteira, que preferiu não ter a identidade divulgada, a discussão começou porque o morador chegou de carro em frente ao portão da garagem e piscou os faróis, querendo entrar sem se identificar.

A funcionária, por sua vez, explicou que não poderia abrir para qualquer um que fizesse um sinal e que precisava que o homem se identificasse. Segundo o G1, isso teria irritado o morador.

Após as ofensas racistas, o homem subiu ao apartamento onde mora. Em seguida, ligou na portaria e continuou com a discussão. A porteira relatou ao G1 que perguntava a todo momento o motivo de estar sendo ofendida, mas Vinícius Pereira continuava com as injúrias raciais.

“Porque você não presta, desgraça. Você é uma merda, abaixo de zero”, teria dito ele.

Por fim, o homem ameaçou a porteira, dizendo ser policial e que iria descer armado. “Vou meter minha arma na cintura e vou aí resolver”.

A reportagem do Yahoo! Notícias não encontrou Vinícius Pereira da Silva, que aparece nas imagens, para pedir uma posição sobre a situação.

A Polícia Civil também não o encontrou para conduzi-lo à delegacia e colher depoimento. A corporação informou que ainda não levantou se o morador realmente é um policial, conforme se identificou à porteira. O nome do agressor também não consta na lista de pagamentos da policia civil de Goiás.

– Usar máscara é algo tão traumático? Não, né…

A prevenção e a boa vontade em ajudar contra o contágio da Pandemia não custa caro.

Eu acho desconfortável o uso de máscara de proteção. Mas e daí? É necessário e não é sacrificante.

A boa dica abaixo, na figura. Mas o lembrete: USE MÁSCARA!

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida. Quem puder colaborar e informar para o crédito, agradeço.

– Criança ajudando a explicar a prevenção contra a Covid.

Até criança consegue explicar sobre os cuidados durante a pandemia:

“- A criança triste não usou máscara e não usou ‘alquinho’ nas mãozinhas, e pegou o vírus. A criança feliz obedeceu o papai e a mamãe, e não saiu sozinha na rua”.

(Porcari, Maria Estela.)

Por quê nós, adultos, não entendemos (ou insistimos em não entender)?

Imagem

– Luiz Adriano confirma a pesquisa da USP / FAPESP: não há protocolo que resista à irresponsabilidade.

O atacante Luiz Adriano, do Palmeiras, testou positivo para Covid-19. Ao invés de ficar em casa em quarentena, levou a mãe ao mercado, foi ao shopping, atropelou uma pessoa e a socorreu!

Quantas outras pessoas ficaram expostas ao contágio por conta da irresponsabilidade dele?

Dias atrás, falamos sobre a volta ou não dos campeonatos profissionais de futebol, e abordamos uma pesquisa que mostrava a alta taxa de contágio entre os atletas brasileiros (12% no futebol de SP, contra 0,6% da Alemanha e 0,07% da Inglaterra). Ela está acessível aqui: https://wp.me/p4RTuC-tYy. Naquela oportunidade, a conclusão foi: os protocolos brasileiros são falhos por conta da indisciplina dos jogadores em se cuidarem!

Parece que o palmeirense (que foi punido pela sua equipe) comprova o trabalho científico, não?

Não é apenas questão educacional, é de cidadania não expor seu contágio ao próximo, levando risco de infectá-lo.

– Ouçam as crianças e se cuidem!

Criança é pura. Criança é inocente. Criança é sincera.

Ensine-as a fazerem as coisas certas, e elas se tornarão adultos corretos no futuro.

Sigam o conselho desta pequenina,

Em: https://youtu.be/DW_gLDCi-74

– Universidades se preocupam com os Transtornos Mentais dos Estudantes

Repost de 2 anos, mas atual (especialmente nessa época pandêmica):

Pressão da sociedade, insensibilidade dos docentes e despreparo dos alunos: alguns problemas que estão fazendo as universidades se preocuparem com a saúde mental dos estudantes.

Sobre esse sério problema, extraído de: http://uol.com/bbkh78

TRANSTORNOS MENTAIS ENTRE JOVENS PREOCUPAM UNIVERSIDADES

A euforia sentida por Evair Canella, 25, ao entrar em Medicina na Universidade de São Paulo (USP) se transformou em angústia e tristeza. Ao encarar a pressão por boas notas, a extenuante carga horária de aulas, as dificuldades financeiras para se manter no curso e os comentários preconceituosos por ser gay, ele foi definhando. “Tinha muitas responsabilidades, com muitas horas de estudo.” Em maio, no 4.º ano do curso, foi internado no Instituto de Psiquiatria da USP, com depressão grave. Ficou lá durante um mês e segue com antidepressivos e acompanhamento psicológico.

Situação parecida viveu a estudante de Engenharia da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) Bárbara (nome fictício), de 21 anos, que trancou a matrícula após desenvolver um quadro de ansiedade e depressão que a levou à automutilação e a uma tentativa de suicídio no fim de 2016. Ela passou por tratamento, mudou de cidade e de faculdade, e retomou em agosto os estudos.

Relatos como esses se tornaram cada vez mais frequentes e mobilizam universidades e movimentos estudantis a estruturar grupos de prevenção e combate aos transtornos mentais. As ações, para oferecer ajuda ou prevenir problemas como depressão e suicídio, incluem a criação de núcleos de atendimento mental, palestras e até o acompanhamento de páginas dos alunos nas redes sociais.

Dados obtidos pelo Estado por meio da Lei de Acesso à Informação dão uma ideia da gravidade do problema. Apenas na UFSCar, foram 22 tentativas de suicídio nos últimos cinco anos. Nas universidades federais de São Paulo (Unifesp) e do ABC (UFABC), cinco estudantes concretizaram o ato no mesmo período. Mapeamento feito pela UFABC mostrou que 11% de seus alunos que trancaram a matrícula em 2016 o fizeram por problemas psicológicos.

A falta de compreensão de parte dos docentes é uma das principais queixas. “Alguns parecem ter orgulho em pressionar, reprovar”, conta Bárbara.

O psicólogo André Luís Masieiro, do Departamento de Atenção à Saúde da UFSCar, diz que a busca por auxílio psicológico está frequentemente ligada à exigência constante que se faz dos jovens. “Sem dúvidas há um aumento do fenômeno da depressão em universitários. A ameaça do desemprego e do fracasso profissional são fatores desencadeantes de depressão.”

A UFSCar informou ainda que, entre outras iniciativas, distribuiu cartilha de práticas de acolhimento em saúde mental para docentes e funcionários que recebem alunos em situação de sofrimento psicológico.

Para combater o problema, instituições tentam, aos poucos, se aproximar dos alunos. Na Medicina da Universidade Estadual Paulista (Unesp), em Botucatu, são estratégias a indicação de professor mentor para quem teve mudança repentina no rendimento acadêmico e a participação de grupos estudantis nas redes sociais.

Na Federal de Minas Gerais (UFMG), foram criados neste ano dois núcleos de saúde mental, após dois suicídios entre alunos. Até então, só a Medicina tinha atendimento do tipo. “Se um fato já aconteceu, é sinal de que falhamos no processo”, diz a vice-reitora Sandra Almeida.

Já a Federal da Bahia (UFBA) criou, também em 2017, programa para prevenir e ajudar alunos, principalmente os de baixa renda. “Os cotistas sofreram rejeição, até mesmo de alguns professores”, diz o psicanalista e assessor da UFBA Marcelo Veras.

MOBILIZAÇÃO

Alunos também têm criado grupos para auxiliar colegas e sensibilizar as instituições. A principal iniciativa do tipo foi a Frente Universitária de Saúde Mental, criada em abril por alunos de instituições públicas e privadas de São Paulo.

O movimento surgiu após tentativas de suicídio na Medicina da USP. “Eram muitos alunos com esgotamento, sem acompanhamento adequado, e percebemos que isso não era particularidade da Medicina”, conta a aluna do curso Karen Maria Terra, de 23 anos, da Frente. Eles organizaram, em junho, uma semana de palestras para abordar questões sobre a saúde mental. A página do grupo no Facebook tem 27 mil seguidores.

Alunos da Veterinária da USP também criaram uma página no Facebook para desabafar. “Com o tempo, começaram a aparecer relatos de problemas de saúde e, este ano, o que mais tem é depressão e ansiedade”, diz Bianca Cestaro, 30.

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Imagem extraída da Internet, autor desconhecido.

– Em defesa da Cidadania e pelas Mulheres: o Projeto “Mete a Colher”

Nesses dias tão sofridos para o sexo feminino, onde o desrespeito tem-se feito maior, uma iniciativa louvável: o Projeto “Mete a Colher”, que trabalha com as mulheres vítimas de violência doméstica.

Compartilho esse vídeo com os detalhes,

Em: http://g1.globo.com/pernambuco/videos/v/projeto-mete-a-colher-reune-voluntarias-para-ajudar-mulheres-vitimas-de-violencia/5211026/

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– Brigar em Rede Social? Tô fora!

Pois é, amigos virtuais… o ambiente nas Redes Sociais está difícil, hein?

O que mais me impressiona é: as pessoas perderam a Educação! 

Briga-se por política, por coronavírus, por religião… Cá entre nós: as pessoas não entendem que cada um pode ter a sua opinião, e essa é a BELEZA DA DEMOCRACIA?

Não brigue / ofenda / desdenhe de quem simplesmente pensa diferente de você.

Em: https://youtu.be/CqCQzajhwj0

– Ignorância, Orgulho ou Intolerância: o que é pior para o enfrentamento da expansão do Coronavírus no Brasil?

PRECONCEITO vem de PRÉ – CONCEITO, ou seja, conceituar algo anteriormente. 

Se você acha que o Coronavírus, meses atrás, era uma bobagem, você tinha preliminarmente um conceito. O pré-conceito de que não era perigoso.

Porém, depois de tudo o que aconteceu (mortes e contágio pandêmico), aquele pré-conceito deixou de ser verdadeiro. Se você o mantém como correto, tornou-se um preconceituoso (aceitou o pré-conceito e não mais o mudou).

Em nosso país, há uma divergência grande entre governadores estaduais e presidente da República em gerir a crise pandêmica, e isso influência a vida do brasileiro.

Assim, independente se os políticos estão preparados para o combate efetivo, se auto-avalie:

  • Se você discordar de alguma ideia, respeitando a diferença do próximo, é algo democrático (e isso é bom!) Mas…
  • Se você discordar de alguma ideia, e querer prevalecer unicamente a sua, é intolerância.
  • Se você discordar de alguma ideia por desconhecimento e mantê-la, é ignorância.
  • Se você discordar de alguma ideia por birra, aí é orgulho.

Enfim: qual o grande empecilho para o Brasil frente o Covid-19?

 

– A importância da participação em Conselhos de Direitos

Recebi e compartilho: sobre a necessidade de, enquanto cidadãos, nos organizarmos e participarmos nas pastorais e conselhos pertinentes às nossas realidades, fazendo isso com capacitação e propriedade.

Abaixo:

A IMPORTÂNCIA DA PARTICIPAÇÃO EM CONSELHOS DE DIREITO

Por Reinaldo Oliveira

A Constituição Federal de 1988 possibilitou a criação dos Conselhos de Direitos, através do afirmado no parágrafo 1º …”todo o poder emana do povo”, e também através dos parágrafos 194, 196, 204, 206 e 227. Os Conselhos de Direitos têm por objetivo facilitar, para os conselheiros e conselheiras a compreensão do papel das políticas públicas, despertando a consciência e participação do cidadão na construção destas ações. Eles existem em âmbito nacional, estadual, regional e municipal, compostos por voluntários vindos de movimentos sociais, pastorais sociais, sindicatos, associações de classes e outros, cujas participações demandam questões voltadas aos mais frágeis e vulneráveis.

E esta participação se torna bastante importante, tendo em vista que nos últimos tempos vem sendo de crise, dos modelos econômico e democrático, com uma conjuntura, sujeita a mudanças, que tem provocado graves perdas nos direitos sociais, causando extrema desigualdade e pobreza. Por este e outros motivos os voluntários nos Conselhos de Direitos têm relevante participação reivindicando, debatendo, defendendo e sugerindo a manutenção das políticas, bem como articulando outras que venham em prol dos mais frágeis e vulneráveis.

Neste sentido em 2019 a Igreja Católica, sempre atuante com trabalho continuo na área social, através de seus movimentos e pastorais, lançou como contribuição e reflexão a Campanha da Fraternidade com o tema “Fraternidade e Políticas Públicas”, onde através de três ações: Ver, julgar e Agir, trouxe visibilidade, debate e proposições sobre este importante assunto. Ainda na visibilidade do tema e ação efetiva, setores da Igreja que promovem formação/educação realizaram e continuam realizando cursos voltados aos agentes de pastorais, líderes comunitários e outros.

Em 2020, o CEFEP – Centro Nacional de Fé e Política “Dom Helder Câmara”, promoveu de agosto a novembro o curso “Formação em Políticas Públicas para Conselheiros Municipais”, com a participação de mais de uma centena de participantes de várias regiões do país. A Arquidiocese de Porto Alegre em parceria com a Caritas Diocesana, realizou de novembro de 2020 a fevereiro de 2021 o curso “Formação Cidadã em Políticas Públicas para Conselheiros Municipais” também com a participação de mais de uma centena de participantes.

Durante todo o ano de 2020 o Núcleo de Fé, Política e Cidadania “Dom Amaury Castanho”, de Jundiaí/SP ministrou vários cursos com conteúdo voltados para agentes que atuam na vida pública. E continua oferecendo estes cursos, de forma online e gratuitos, também em 2021. A REC – Rede de Escolas da Cidadania, de São Paulo, que tem mais de uma dezena de Escolas de Fé e Cidadania também realiza durante todo o ano, cursos de formação para a atuação nas esferas públicas. Ainda importante falar que várias Universidades também oferecem cursos de graduação, online e gratuitos nas mais diversas áreas da administração pública. Então…você também é convidado a pesquisar/consultar uma destas entidades, escolher um dos cursos oferecidos, se inscrever e breve atuar nestes espaços, de participação popular, atuando como conselheiro, desenvolvendo esta atividade muito gratificante. É isso! (* Conselheiro dos Conselhos Municipal do Idoso e Conselho Municipal da Saúde).

– Dia Internacional da Mulher

Hoje é Dia Internacional da Mulher. Sou meio contra certas comemorações, pois, afinal, deve-se respeitar as mulheres todos os dias, assim como todo dia é dia dos pais, das mães, entre outras datas.

Mas já que existe o simbolismo da data: Feliz Dia das Mulheres!

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Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida. Quem conhecer o autor, favor informar para créditos na postagem.

– Tolerância na Web

A Internet permitiu coisas muito boas a serem divididas, mas também a livre expressão de intolerantes de todos os assuntos.

Se eu não gosto de A, não quer dizer que eu seja admirador de B. Posso ser de C ou de D, desgostando de todos os outros. Se penso “isso de algo”, respeito se você pensa “aquilo desse mesmo algo”. Mas atenção: respeitar não é impor a sua opinião sobre a minha, é simplesmente compartilhar o ponto de vista alternativo (com educação).

Discordar de uma ideia não quer dizer que se deve sobrepujar a ela; caso contrário, o conceito se confunde!

Li e compartilho essa postagem (não me recordo do autor) que transmite exatamente o que penso (abaixo):

– Respeite-se a opinião alheia.

Quando você publica uma opinião, não queira ser desagradável e tentar fazer quem pensa diferente “pensar igual a você, na marra”.

Ideias são, simplesmente, ideias. Ninguém é melhor ou pior do que ninguém porquê votou em B, D ou L.

Vídeo em: https://www.youtube.com/watch?v=h56oG8AKcbk

– Desperdício de alimento no Mundo é algo que assusta!

A FAO (organismo da ONU que cuida sobre o tema “alimentação”) informa: 1/3 da comida do mundo é desperdiçada!

Desde pequeno aprendi que se deve comer o necessário (embora a gula prejudique), mas nunca jogar resto de alimento, pois “comida é algo sagrado“.

E é mesmo! Quanta gente passando fome e a gente ignorando isso. Fato!

– Quem são os jovens que podem mudar o mundo?

Você já ouviu falar de Zygmunt Bauman?

Eu também não. Mas ele é um dos maiores pensadores do século XXI. Polonês, foi expulso de seu país no tempo do comunismo por ter idéias contrárias ao regime.

Em entrevista à Revista Época (ed 543, pg 68-70 a Luís Antonio Giron), falou sobre o futuro da humanidade. E declarou-se meio que desesperançoso, alegando que só os jovens indignados podem mudar o mundo.

Os jovens que podem mudar o mundo, segundo o sociólogo Bauman, são aqueles fora da “alienação do mundo da Web”, e, apesar de se mostrar melancólico com o rumo que a Sociedade tomou, esperançosamente (talvez sua única demonstração de fé na matéria) disse:

Confio que os jovens possam perseguir e consertar o estrago que os mais velhos fizeram. Como e se forem capazes de pôr isso em prática, dependerá da imaginação e determinação deles. Para que se deem uma oportunidade, os jovens precisam resistir às pressões da fragmentação e recuperar a consciência da responsabilidade compartilhada para o futuro do planeta e seus habitantes. Os jovens precisam trocar o mundo virtual pelo real”.

Ótimo! Penso como ele. Que valores e referências são determinantes nos dias de hoje? A violência, a corrupção, o descaso com o próximo, a ostentação e a individualidade foram legado triste de alguns pais, que com dificuldade de moral e falta de oportunidade educacional, contaminaram uma nação inteira com a história de “levar vantagem em tudo”.

Cabe a nós encontramos e encorajarmos jovens diferenciados com vontade de mudar. E, em muitos casos, sermos esses próprios jovens.

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Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.

– Contra o Fanatismo: Ponderação!

Impressiona como falar sobre Política de uma maneira isenta acaba sendo prejudicial para o cara sensato. “Isentão” virou palavrão e adjetivo negativo! TEM que ser Lula ou Bolsonaro, Direita ou Esquerda, a fim de agradar quem não respeita pensamento discordante.

O gozado são as pessoas brigando entre si! Vivem, respiram, verborrageiam Política. Ou melhor: seus ídolos políticos. E os blindam de qualquer erro – são imaculados!

Compartilho, pois foi dito há milênios, mas continua atual:

O ignorante afirma, o sábio duvida, o sensato reflete.”

Aristóteles, na Grécia Antiga

Não necessita de maiores discussões ou complementos.

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Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida. Crédito da arte na própria imagem.

– CF 2021: Fraternidade e Diálogo, Compromisso de Amor. Mas é isso o que está ocorrendo?

A Campanha da Fraternidade, normalmente organizada pela Igreja Católica no Brasil através da CNBB, em 2021 será elaborada pelo CONIC (Conselho Nacional de Igrejas Cristãs do Brasil), e terá (como em algumas outras oportunidades) o caráter ecumênico.

Sobre o Tema: “Fraternidade e Diálogo, Compromisso de Amor”, usando o Lema: “Cristo é a nossa paz. Do que era dividido, fez uma unidade.” (usando a passagem de Ef 2,14ª), a ideia é levar a unidade na diversidade. E isso tem causado tanta polêmica…

Embora existam várias igrejas cristãs, um só é o Senhor Jesus Cristo. Adorá-lo e segui-lo na igualdade se faz necessário, sabendo mesmo assim que há de se respeitar as interpretações diferentes. Estar em unidade no que se comunga, separando do que se diverge, é necessário para um mundo mais unido e tolerante.

Em 2021, a temática aborda a urgente carência de conversar com todos os fiéis e não fiéis, pois “ser cristão é amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a si mesmo”. Se eu desrespeito o marginalizado, como posso me intitular um “novo Cristo”? Lembremo-nos que insistentemente Jesus falava que os sadios não precisavam de médico, mas sim os doentes. Recordemo-nos ainda que Ele não julgou a prostituta, nem os cobradores de impostos (pessoas malquistas em seu tempo), nem condenou o tributo a César, mas chamava a todos à uma vida nova, “dando a Deus o que é de Deus, a César o que é de César”.

A grande preocupação é que, muitos extremistas conservadores, acabaram por taxar tal iniciativa como “comunista”, “anticristã” e “sacrilegial”, pois se busca conversar com aqueles que estão fora do Catolicismo – de outras crenças não cristãs a ateus, de comportamentos não tradicionais e de marginalizados. Inclua-se, ainda, o grito contra a violência aos LGBTs e outras comunidades discriminadas.

Ora, a caridade cristã constitui-se no amor indistinto, puro, verdadeiro e desinteressado. Cristo não anunciaria a todos eles também? Lembremo-nos da Samaritana! Ou, se preferir, reflita no lema da Campanha: “Cristo é a nossa paz. Do que era dividido, fez uma unidade”.

Que reino permanece firme se for dividido? Que sociedade teremos se formos todos separados por “categorias de humanos”?

As pessoas estão confundindo respeito à dignidade humana com apologia à práticas diversas. E isso é péssimo… nada de radicalismo que deturpa a própria fé

Vivamos e aprendamos acolhendo nossos irmãos nessa CF 2021!

O que me assusta, confesso: pessoas que se dizem católicas atacando a Igreja Católica no Brasil por tal campanha, e por empolgação criticando o clero e o Papa Francisco! Será que elas realmente são católicas, ou estão cegas pelo fanatismo? Ou pelo contrário: rasas pelo desconhecimento da Missão Social da Igreja e do legado de Jesus Cristo em si?

– Árbitras brasileiras em campo: o simbolismo da escala de um trio feminino em competição masculina da FIFA.

Quando selecionadas as brasileiras Edna Alves e Neuza Back pela FIFA para o Mundial de Clubes do Catar 2020, tal fato causou muita surpresa para muitos – devido ao ineditismo. Também houve ciúmes e, lamentavelmente, até torcida contra. Abordamos isso em: https://wp.me/p4RTuC-sLt.   

Agora, finalmente, as juízes brasileiras são escaladas para a disputa do 5o x 6o lugar entre Al Duhail (Catar) vs Ulsan Hyundai (Coreia do Sul). Uma vitória!
Alguns amigos acham que é uma medida apenas para “fazer média”, devido a insignificância da importância do jogo (cá entre nós, jogo que vale o “título de 5o colocado” é realmente sem graça), dizendo que, se é para quebrar tabu, que seja em algo que tenha maior valor (como uma semifinal ou final).
Respeito tais pontos de vista, mas penso e reforço: é uma vitória para elas

Quando foi que a FIFA escalou num torneio global um trio inteiramente feminino em evento mundial masculino entre profissionais? É uma “primeira vez”, uma quebra de paradigmas – que, tomara, seja “pra valer” – onde a meritocracia independerá de gênero.

O simbolismo disso é mais amplo: estarão em campo num local machista culturalmente, onde as mulheres daquela região do mundo são marginalizadas em boa parte das atividades.

Torcerei por elas, representando as mulheres competentes e um novo momento da própria FIFA.

Se corresponderem à altura, não terá sido relevante a ideia de “fazer média”, pois a demonstração de competência terá falado mais alto e aberto uma porta que não se fechará.

A equipe de arbitragem será composta por:

ARB: Edna Alves Batista (BRA).
Bd1: Neuza Back (BRA).
Bd2: Marianna de Almeida (ARG).
4ºArb: Abdelkader Zitouni (TUN).
5ºArb: Humberto Panjoj (GUA).
VAR: Nicollas Gallo (COL).
AVAR: Julio Bascunan (CHI).

Boa sorte a elas!

– Uma Mensagem Atemporal

Ela já tem algum tempo que foi escrita, mas só li hoje. Tudo bem, serve para qualquer época do ano. Me refiro à mensagem de Natal do Papa Francisco que fala sobre o Amor Fraterno indistinto.

Abaixo:

“Fraternidade entre os indivíduos de cada nação e cultura. Fraternidade entre pessoas de ideias diversas, mas capazes de respeitar e ouvir umas às outras. Fraternidade entre fiéis de todas as religiões. Nossas diferenças não são um obstáculo ou um perigo. São uma fonte de riqueza.”

Que perfeição! A riqueza é a diversidade somada ao respeito, tratando-nos todos como irmãos! Que mundo perfeito teríamos se assim agíssemos ou ao menos pensássemos no dia-a-dia…

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Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida

– Doe Sangue por Amor! Um vídeo muito importante:

Se você ainda não se conscientizou suficientemente sobre a necessidade em ser um doador de sangue, vale a pena assistir esse filme.

É rápido e tocante. Você vai gostar! E lembre-se: DOE SANGUE, a vida agradece.

A seguir, em: https://www.youtube.com/watch?v=a5cvIpEpnsw

– CovidFest mostra que o povo paga pelos seus próprios pecados!

Muitos se questionam sobre ações preventivas públicas, vacinas e remédios nesta pandemia. Mas e se as pessoas não fazem a sua parte?

Extraído de: https://jornaldebrasilia.com.br/brasil/covidfest-lota-ipanema-e-nao-esvazia-nem-com-chegada-da-pm/

COVIDFEST LOTA IPANEMA

Essa foi apenas uma das festas ilegais que tomaram a orla da cidade, bloqueada para o Réveillon como forma de mitigar aglomerações

por Anna Virginia Balloussier e Cristina Camargo

Cenas na areia de Ipanema abarrotada de jovens, numa festa que começou na tarde de quarta-feira (30) e varou a madrugada, fizeram da praia carioca o novo símbolo do descaso com a segunda onda de Covid-19 num Brasil que beira as 200 mil mortes pelo vírus.

Os vídeos espraiados por redes socias foram capturados na altura da rua Farme de Amoedo, point LGBTI do Rio de Janeiro. “Olha como está a praia. Simplesmente lotado uma hora dessa. Não tem mais festa, mas elas não deitam”, diz um rapaz numa gravação que mostra centenas de homens, a maioria só de sunga, no lusco-fusco. Não há ninguém com máscara.

Em outro vídeo, com o sol ainda a pino, há um ou outro com algum tipo de cobertura na cabeça: bonés e chapéus de palha. De novo, zero máscara.

Essa foi apenas uma das festas ilegais que tomaram a orla da cidade, bloqueada para o Réveillon como forma de mitigar aglomerações. Nas redes, celebrações ganharam o irônico título de CovidFest.

“Somos uma tragédia ambulante”, escreveu um internauta ao comentar as imagens que viralizaram de pessoas dançando e bebendo em Ipanema.

“Juro que quando vi os vídeos que estão circulando enxerguei um cemitério com vários túmulos amontoados”, disse outro rapaz.

A Polícia Militar diz estar “desempenhando esforços para atuar nesse complexo momento e conscientizar a população sobre as regras previstas nos decretos da pandemia”. Não sabe quantificar quantos eventos do tipo foram desbaratados pelos policiais.

A PM atuou em Ipanema, mas, mesmo após interromper a festança, muitos homens continuaram na areia e no calçadão.

A Prefeitura do Rio diz que intensificou a fiscalização para a manhã desta quinta-feira (31) e a noite da virada.

O município chegou nesta quarta a 14.743 mortos por Covid-19. Segundo a Secretaria Municipal de Saúde, a taxa de ocupação na UTI do SUS para pacientes com o vírus (que inclui leitos de unidades municipais, estaduais e federais) é de 92%.

As informações são da Folhapress

– 100: Meu Dia de Agradecer!!!

Há exatos 4 anos, pude me regozijar por tal fato! Agora, devido a pandemia, fui obrigado a cessar as doações. Mas continuo incentivando! Abaixo, repost:

Muito feliz: hoje, dia de doar plaquetas! E ao todo: minha 100a vez.

A causa da doação voluntária surgiu em minha vida quando minha mãe estava doente, em 1995. Nunca havia doado nada e nem tinha noção da importância de tal gesto, e quando minha querida progenitora precisou, fraquejei.

Tentei doar a 1a vez logo quando ela necessitou. Desmaiei antes de começar o processo.

Tentei uma 2a vez, e ao ver o sangue passando pela mangueira à bolsa, idem.

Na 3a e última tentativa fracassada, em maio de 1997, meu estado emocional era ruim devido a gravidade da doença da minha mãe. A minha pressão caiu e fiquei extremamente perturbado. Uma senhora que estava à espera da doação se prontificou a doar para ela. Eu, ingênuo, agradeci e recusei, dizendo à generosa mulher que doasse sangue para o ente ou amigo que ela estava se prontificando. A resposta dela me marcou até hoje:

Eu não estou doando para ninguém que eu conheça, sou doadora voluntária e minha alegria é doar para aqueles que não podem agradecer e que eu nem sei quem é. O prazer em doar é simplesmente o de ajudar!“.

Foi um tapa em minha cara! Jamais pensei em “doação voluntária”, e por ter fobia de agulhas e sangue (não é medo da dor, é a soma da aicmofobia + hemofobia, o trauma de ser espetado e ver o líquido vermelhouma pura bobagem psicológica), não imaginei que eu poderia doar de verdade e justamente para pessoas que nem sei quem serão as receptoras.

Com a morte da minha mãe, insisti em fazer minha primeira doação voluntária pela honra da memória dela. Foi difícil, mas consegui.

Voltei uma segunda vez, com o propósito simbólico de agradecer à senhora doadora anônima (mesmo que essa pessoa que doou volutária e generosamente para a minha mãe não saiba). Também difícil, mas consegui.

Retornei a 3a vez, desta feita como um desafio pessoal para vencer minha barreira psicológica. Não a venci, mas fiz a doação.

Por fim, voltei ainda mais uma vez para doar voluntariamente, sem o propósito simbólico de devolver um favor, mas sim em ser cidadão solidário. Foi a melhor vez de todas! A alegria na alma extravasava o meu ser!!! Fiquei muito feliz.

Voltei a 5a, a 6a, a 7a… e resolvi encarar a dura missão de doar plaquetas (“dura” para quem é “panaca” como eu e pelas fobias citadas). Consegui, embora no começo pareça ser assustador (mas não é; é somente uma novidade).

Fui outras vezes, e junto dela com minha filhota Marininha, que se encantou com toda magia do “ajudar por amor sem desejar nada em volta” e abraçou a causa. Calma, é claro que ela não é doadora pela idade (um dia será, segundo ela própria), mas incentivando novos doadores sempre desenhando cartazes motivadores da doação.

Hoje, ciente da importância da doação de hemoderivados, estou acompanhado da minha esposa Andréia, das minhas filhas Marina e Estela (na barriga da mamãe), para a minha centésima doação. Pois é, a número 100!

Não sou eu quem deve ser aplaudido por tantas doações (acredite: há muitas pessoas com muito mais doações realizadas do que eu), mas sim as pessoas que INCENTIVAM novos doadores. O sangue e as plaquetas não são produzidos pela indústria farmacêutica, são obtidos por um ato de amor. E graças a uma ilustre e desconhecida voluntária, me tornei um abnegado por esse ato solidário.

Portanto: #DoeSangue, #DoePlaquetas, #DoeHemoderivados. A vida agradece e você sentirá o quão bom é ajudar!

E aqui destaco: agradeço ao Hospital Israelita Albert Einstein, que tão bem me acolhe e me suporta.

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(comemoramos com um delicioso bolo de brigadeiro branco com brigadeiro preto, coberto de morangos).