– Parabéns ao São Paulo FC pela iniciativa contra a Homofobia, mas parte dos torcedores…

Na semana passada, ocorreu o “Dia Nacional do Orgulho Gay”, e o SPFC (assim como outros times de futebol) fizeram postagens nas Redes Sociais pedindo o fim da homofobia (e o ambiente das arquibancadas é carregado disso).

A foto da esquerda é uma postagem do São Paulo, e nos comentários, há elogios e muitas críticas, beirando a própria homofobia, e algumas mais descaradas como “desnecessário” e outras com palavrões que me recuso a publicar aqui.

A foto da direita tem uma pergunta pertinente do perfil de “Estrelinha @Lekass_”: Me diga, se fosse 2 homens tirando uma foto dessa na arquibancada laranja?”

Enfim, a questão é: por mais que se peça respeito nas arquibancadas, haverá o machismo, o preconceito e a confusão de que “respeitar é fazer apologia”.

Parabéns por quem, ao menos, tenta respeitar e promover o respeito no futebol. E paciência pelas críticas que surgirão.

– Distinguishing Between Dislike and Disrespect

There can be respect without like. However, there can never be like without respect. Put more straightforward, a person doesn’t have to like you to …

continua em: Distinguishing Between Dislike and Disrespect

– A superação de quem tem Síndrome de Down e os universitários especiais!

Hoje é Dia internacional da Síndrome de Down. E sabe que os downs são pessoas especiais mesmo? Claro, pois veja cada coisa maravilhosa que eles são capazes!

Extraído de: http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2017/03/1868259-inclusao-leva-downs-a-universidade-e-forma-de-chefe-de-cozinha-a-professor.shtml

INCLUSÃO LEVA DOWNS A UNIVERSIDADE E FORMA DE CHEFE DE COZINHA A PROFESSOR

Por JAIRO MARQUES

Ao menos 44 pessoas com síndrome de Down passaram ou estão em bancos de universidades brasileiras desde 2005 –quando se tem registro do primeiro ingresso.

O levantamento e monitoramento dos estudantes é do Movimento Down, ONG mais atuante no país em defesa dos direitos do grupo social.

Segundo a organização, o número, o mais relevante da América Latina, mostra o efeito da educação inclusiva no Brasil e revela mudança de postura diante do entendimento da pessoa com down.

As carreiras mais escolhidas pelo grupo são educação física, gastronomia e pedagogia. O montante ainda é pequeno em relação aos universitários ingressantes em geral 2,9 milhões, de acordo com censo de 2015, do MEC. Há uma concentração maior de estudantes no Estado de São Paulo, mas existem alunos em instituições de ensino superior públicas e privadas de norte a sul do país.

Não há oficialmente nenhuma diretriz específica para atendimento do aluno com down no ensino superior. Cada instituição recebe e dá condições de estudo a esse público por iniciativa própria. Também não há no país
uma contagem oficial dessas pessoas –estima-se em cerca de 270 mil, com base na prevalência de nascimento.

A pedagoga Maria Teresa Eglér Mantoan, professora do Programa de Pós-Graduação em Educação da Universidade Estadual de Campinas e coordenadora do Laboratório de Estudos e Pesquisas em Ensino e Diferença avalia que “a possibilidade de todos estarem na escola é possibilidade de todos chegarem à universidade”.

“Pessoas com síndrome de Down, como qualquer pessoa, estudando em uma escola para todos, inclusiva, têm chances de chegar à universidade e isso é um privilégio. É dever das universidades oferecerem serviços educacionais especializados de apoio a esses alunos e para quaisquer que precisem de atenção diferenciada no ensino superior. Não necessariamente a pessoa vai precisar acionar o serviço, mas é fundamental oferecê-lo”, afirma a pedagoga.

Pedro Brandão, 22, formou-se neste ano em gastronomia, pelo Centro Universitário Senac. Ele já está empregado, em uma das unidades do bar Pirajá, de São Paulo, e avalia que apoio familiar é fundamental para conseguir chegar ao ensino superior.

“Meu pai e minha mãe me deram segurança, apoio e amor. Eles foram minha inspiração para ser chefe de cozinha”, diz ele, que desde o ano passado ajuda na preparação de alimentos e demais serviços da cozinha do bar.

Daniela Montesano, coordenadora do serviço de acessibilidade e apoio psicopedagógico do Senac, explica que Pedro “não foi café com leite” durante o curso.

“Trabalhamos com o potencial do aluno e não com sua deficiência. As necessidades do Pedro foram repassadas aos professores do curso e, durante as aulas práticas, ele teve um acompanhamento de um mediador. Não se muda o currículo ou as disciplinas, mas, sim, trabalha-se e cobra-se o essencial. Nada é diferenciado, apenas atende-se a uma demanda específica”, afirma.

Para Patrícia Almeida, cofundadora do Movimento Down, o acesso ao ensino superior “é importante porque mostra a famílias e professores que as pessoas com síndrome de Down podem aprender”. “Antes isso era inimaginável, porque todos achavam que eram ineducáveis, então não valia a pena investir e buscar maneiras de ensinar”, afirma.

Segundo ela, o movimento nas universidades é reflexo da inclusão escolar. “Nenhum destes universitários [da lista de 44] passou por escola especial. A inclusão escolar não é apenas um direito, mas é também melhor para todos. Não quer dizer que todos vão para a universidade, até porque nem todo mundo vai”, diz.

Nesta terça-feira (21) celebra-se o Dia Internacional da Síndrome de Down. Estão programadas cerca de 160 atrações pelo país.

bomba.jpg

Pedro Brandão. Crédito da Imagem: Diego Padgurschi/Folhapress

– As crianças com HIV nas escolas da Tanzânia!

Chegamos a um tempo onde a falta de noção e desrespeito às condições mínimas de dignidade deveriam ter sido extirpadas do planeta. Mas em algumas nações, o preconceito ridículo ainda ocorre.

Veja só nessa matéria da BBC (http://is.gd/Y4aX5S) a absurda situação: na Tanzânia, país que sofre com a epidemia de Aids, as crianças são obrigadas a se identificarem como portadoras do HIV nas escolas, vestindo-se diferente!

Estúpido, não?

ESCOLAS DA TANZÂNIA OBRIGAM ALUNOS COM AIDS A USAREM UNIFORMES COM ETIQUETA

Ativistas de direitos humanos na Tanzânia denunciaram a prática adotada por algumas escolas de obrigar alunos portadores do vírus HIV a usar etiquetas vermelhas em seus uniformes.

A ativista Rebecca Mshumbusi, diretora de um grupo local que luta pelos direitos dos portadores do vírus HIV, descreveu a prática como um abuso de direitos humanos e disse que é ilegal obrigar uma pessoa a revelar seu estado de saúde.

Diretores de escolas na Tanzânia, porém, defendem a prática. Segundo eles, estudantes com a etiqueta no uniforme são poupados de tarefas mais pesadas, que poderiam prejudicar sua saúde.

bomba.jpg

Foto extraída do link acima citado.

– Lixo: Descartar corretamente também é ser cidadão responsável!

Com certeza você ja viu alguém jogar lixo no chão. Qual foi a sua reação no momento em que você viu a cena? Se foi de indignação, parabéns, você está…

Continua no link abaixo: 

Lixo (clique aqui).

– O Racismo que não tem justificativa: até o diretor de “Pantera Negra” foi vítima…

Ryan Coogler, respeitado diretor de cinema de Hollywood, foi sacar US$ 12,000.00 no Bank of America, de sua própria conta corrente.

Sem ser reconhecido como alguém famoso, estava lá ele (que é negro) tranquilo, até que… foi surpreendido por policiais chamados pela caixa, achando que era algum assalto…

Que tristeza. Puro racismo! No link, ou na imagem abaixo, a cena:

Em: https://twitter.com/flaviocostaf/status/1501858547721715713

https://platform.twitter.com/widgets.js

Energia 97 FM - Notícias - OMG! Diretor de "Pantera Negra" é ALGEMADO ao  ser confundido com assaltante de banco, diz site

Imagem extraída de: https://www.97fm.com.br/noticias/noticia.php?n=7622

– Argumentar e discutir é ótimo, mas IMPOR a sua opinião é desrespeito, fanatismo ou falta de educação.

Se você for de Esquerda ou de Direita, gay ou hétero, crente em qualquer crença ou ateu, palmeirense ou corintiano, caipira ou caiçara, moderninho ou conservador, que seja. MAS… respeite quem não pensa igual! Não insista para que eu tenha a mesma opinião que a sua, que aja como você e tampouco tenha os seus mesmos anseios e valores.

A minha opinião é minha, sem viés, sem manipulação de ninguém. Só minha. Assim como creio que a sua, seja qual for, seja somente de você – sem influência de Fake News ou de lavagens ideológicas de quem for.

Mais especificamente, não estou nem aí se você é Bolsonaro, Lula, Dória, Marronzinho, Enéias ou Eymael. Seja da ARENA ou do PCO, respeitarei seu direito de expressão. Respeite o meu também.

Vivemos numa sociedade onde a pessoa quer ser seu amigo em Rede Social (seja qual for), mas vai lá encher o saco dela. E depois fica “magoadinha” porquê é bloqueada. Mas por quê isso ocorreu? Sou obrigado a aguentar chato tentando me catequisar, converter, lavar minha mente?

O pior: você emite educadamente sua ideia, procura manter o bom senso e, de repente, aparecem as pessoas que discordam de você que, ao invés de recíproca e educadamente escrever no mesmo tom de educação que leu, enche seu espaço de CTRL C + CTRL V com um monte de argumentos dos outros, já prontos e com palavras raivosas. Abarrota de palavrões, ofensas, e outras bobagens, achando que é natural fazer isso (sim, sou politicamente correto e entendo ser necessária a boa conduta). Se a pessoa não teve tom ofensivo mas sim opinativo, que raio de sanha maldosa e imbecil que o outro tem em perder tempo e ir te ofender gratuitamente? Eu não vou na sua página escrever coisas que você possa se ofender, não vá à minha também. E se veio, por quê insiste em ser amigo virtual?

O cara escreve te chamando de vários “nomes”, mas depois diz que não se referiu a você. Então cite a quem! Saiba escrever, arranhe e arrisque algumas palavras entendíveis e inteligentes. Mas o principal: seja educado, cidadão, democrático e justo.

As pessoas falam nas Redes Sociais como se “tudo pudesse”, um mundo sem escrúpulos nem leis de convivência. “Rasga a saia” e desanda a digitar o que não tem coragem de falar no frente-a-frente. Se dói por qualquer coisa. Liberdade de expressão não é direito de calúnia!

Insisto: argumentar e discutir é ótimo, mas IMPOR a sua opinião é desrespeito, fanatismo ou falta de educação.

Enfim, vida que segue onde as pessoas gratuitamente perdem tempo de entrar na postagem alheia simplesmente para exercer a atividade da imbecilidade, sem entender que se pode opinar contrariamente e não percebendo e nem tendo a sensibilidade de que não pode é atacar simplesmente por ignorância.

Que necessidade idiota é essa de atacar? A maldita ideia do “nós contra eles” dos anos 2000 voltou a todo vapor em 2022.

O apelo é: cada um respeitando o próximo, é o mínimo que a cidadania exige.

Resultado de imagem para respeito

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida. Quem conhecer o autor, favor avisar para informar o crédito.

– O sofrimento em opinar nas Redes Sociais… os 5 “tipos de discordantes da Web”.

Quando falamos em Dar Opiniões no Mundo Virtual sabemos das várias formas (a maioria agressiva) de como discordar de quem pensa diferente de você. 

Elenquei as 5 mais comuns que percebo:

A) A pessoa pode não ter entendido o que você escreveu e reclama veementemente (mesmo sendo ignorante);

B) Faz de conta que não entendeu (e quer te minimizar disfarçadamente);

C) Entendeu seu ponto de vista e expõe educadamente o seu entendimento (concordando, sendo alternativo ou discordando), sempre respeitando-o;

D) Apesar de ter observado atentamente suas colocações, discorda prontamente e quer que você concorde com ela “na marra” (pois só ela é “dona da verdade”);

E) Nem lê, mas se é contra o que ela pensa, já te xinga (as opiniões desses radicais devem sobrepujar a de todos outros, dispensando qualquer conhecimento).

No mundo ideal, a alternativa C, infelizmente, está em baixa… não só no tripé dito popularmente difícil de discutir (religião, política e futebol), mas na sociedade em geral… Vivemos um mundo de pouca tolerância e de muita ignorância. Somente a Educação há de mudar isso (começando pela dada pelos pais – se é que ela ainda é a correta de muitos, afinal, há muitos pais que “deseducam” hoje em dia e incentivam a discórdia desrespeitosa).

450E0099-344B-426A-A548-905247910155

Para mais textos, visite meu blog de Assuntos Contemporâneos Gerais, o Discutindo Contemporaneidades, em: https://ProfessorRafaelPorcari.com

– Santa Princesa Isabel, ou uma fraude abolicionista?

A Princesa Isabel, uma das personagens mais importantes da História do Brasil, pode se tornar Santa, devido ao engajamento de um grupo de católicos que defende sua canonização, por ter livrado os negros da escravidão com a Lei Áurea. Porém, outra corrente catolicista, ao contrário, alega que ela assinou a abolição apenas por formalidade, pois nunca lutou pela causa.

Santa ou Não?

Entenda o curioso caso, extraído de:

http://istoe.com.br/reportagens/267071_SANTA+PRINCESA+ISABEL+

SANTA PRINCESA ISABEL?

Historiadores e movimento negro questionam projeto para beatificar a responsável por assinar a Lei Áurea, que acabou com a escravidão no País

por João Loes

Na mesa do cardeal arcebispo do Rio de Janeiro, d. Orani João Tempesta, repousa uma indigesta questão que ele está sendo pressionado a resolver. Desde que o pedido de abertura do processo de beatificação da princesa Isabel foi oficialmente apresentado ao religioso, autoridade máxima da Igreja do Rio de Janeiro e única figura com investidura legal para dar início à causa, o cardeal se encontra em delicada situação, acuado entre grupos de católicos. De um lado estão os que defendem com fervor a santificação da princesa, filha de d. Pedro II e signatária da Lei Áurea, liderados pelo escritor e professor curitibano Hermes Rodrigues Nery, um estudioso da família real brasileira. De outro, estão historiadores e parte do movimento negro, que questionam o papel de protagonista de d. Isabel na abolição dos escravos e não querem vê-la num altar de jeito nenhum.

Diante de uma causa de beatificação envolta em polêmica, d. Orani retarda uma resposta sobre o início – ou não – do processo. Alheio às questões políticas, Nery, postulador que pesquisou durante meses documentos em lugares como os arquivos do Museu Imperial de Petrópolis e bibliotecas do Brasil, para levantar detalhes da vida da princesa e preparar sua biografia, pede uma definição. Segundo especialistas ouvidos por ISTOÉ, a causa pela beatificação da princesa até tem força para caminhar, mas uma avalanche de complicadores certamente surgirão durante o processo. Afinal, d. Isabel está longe de ser uma unanimidade.

Há uma representativa corrente de historiadores, por exemplo, que relativizam a atuação da princesa na abolição, tida como um dos principais argumentos de quem defende sua beatificação. “Canonizar d. Isabel a partir do episódio da assinatura da lei de 13 de maio é uma tentativa de reiterar uma memória que silencia sobre o papel do negro na sua própria história”, diz Wlamyra Albuquerque, historiadora, professora-adjunta da Universidade Federal da Bahia (UFBA) e autora do livro “O Jogo da Dissimulação” (Cia. das Letras, 2009). Com o avanço da causa pela santificação, a importância dos levantes de negros cativos e das lideranças abolicionistas poderia acabar em segundo plano, o que seria, no mínimo, injusto. “A emancipação foi resultado da luta desesperada dos cativos, de suas rebeliões e do ódio aos seus senhores”, afirma a historiadora Mary de Priore, que lança em abril o livro sobre Isabel e seu marido, o conde D’Eu, intitulado “O castelo de papel” (Ed. Rocco, 2013). “Mas na pintura da princesa emancipacionista, tudo era cor-de-rosa como seu palácio em Petrópolis.”

Para os críticos, esse esforço da monarquia em pintar a princesa e suas ações como fundamentais para o fim da escravidão tinha razão óbvia e pouco nobre. Em 1888, a realeza vivia seus últimos momentos em um Brasil já dominado pelos republicanos. Associar-se a uma causa tão popular quanto o abolicionismo era uma das últimas esperanças de dar sobrevida ao regime. Não seria fácil, porém, convencer o povo de que os motivos da coroa para tanto entusiasmo com a abolição eram nobres e legítimos. Afinal, desde 1850, quando a Inglaterra proibiu o tráfico internacional de escravos, a abolição virou assunto corriqueiro no País. Com leis como a do Ventre Livre, de 1871, e dos Sexagenários, de 1885, a causa ganhou ainda mais visibilidade. “Quando chegou 1888, era evidente que insistir na manutenção do regime escravocrata não fazia mais sentido”, afirma Roderick Barman, professor da University of British Columbia (UBC) e autor do livro “Princesa Isabel do Brasil: Gênero e Poder no Século XIX” (Unesp, 2005).

Quando a abolição oficial finalmente veio, ela não era nova nem inesperada. Era quase protocolar. Nesse sentido, era mais fácil o povo suspeitar da demora da realeza em acabar com esse anacronismo – e o Brasil foi o último País no mundo a extingui-lo – do que aceitar que o fim veio graças a uma figura política de pouca ou nenhuma relevância. Até houve celebrações da d. Isabel e homenagens a ela como redentora dos negros, muitas das quais patrocinadas pela casa imperial, que organizou festas, regatas, corridas de cavalo e eventos religiosos para incensar sua figura. Mas quando ela foi exilada, logo foi esquecida, assim como toda sua família.

Para Nery, críticas impiedosas como essas têm origem conhecida. Segundo ele, quem escreveu a história da abolição e do papel da princesa Isabel nesse processo foram historiadores republicanos, pouco interessados em registrar que, no Brasil, o fim da escravidão veio pelas mãos de uma princesa. “E mais, ela não só acabou com o regime escravocrata como negociou para viabilizar uma solução católica para a abolição”, afirma o postulante da causa. “Em vez de ruptura, como se viu nos Estados Unidos ou no Haiti, onde houve violência e derramamento de sangue, ela buscou o reformismo pela via institucional – e conseguiu”, diz. Prova disso seria a Rosa de Ouro que ela recebeu do papa Leão XIII, como reconhecimento pela boa condução dada à questão.

Um prêmio de tamanha importância, jamais concedido a outro brasileiro, certamente terá peso se a causa pela beatificação da princesa chegar ao Vaticano. Aliada aos detalhes da vida particular de d. Isabel, tida como inquestionavelmente devota tanto por seus admiradores quanto por seus críticos, ela fortalece em muito a candidatura à beatitude. “O que importa é o compromisso do candidato a beato com a missão que Deus deu a ele na Terra”, afirma a irmã Célia Cadorin, responsável pelas causas que resultaram na canonização de São Frei Galvão e da Santa Madre Paulina, os dois únicos santos brasileiros. Na avaliação da religiosa, o retrato biográfico produzido por Nery tem grande potencial de deslanchar. “Mesmo com as críticas dos historiadores e do movimento negro, que devem ser incluídas porque fazem parte da história dela, essa é uma história muito forte e bonita.” O debate está aberto.

bomba.jpg

Princesa Isabel, castelo d’Eu, Normandia, França, 1919, em imagem extraída de: https://blogdorosuca.wordpress.com/2011/07/21/retratos-de-um-imperio/princesa-isabel-em-paris-em-foto-de-1910/

– Todos somos iguais.

Vejo tanta gente intolerante com religião, cor da pele, comportamento, ideologia, preferências

Somos todos cidadãos, irmãos, filhos de um mesmo pai. Pobre, rico, branco, negro, capitalista, comunista… todos têm o mesmo fim!

Ou não?

Veja:

bomba.jpg
bomba.jpg
bomba.jpg

Imagens extraídas da Internet, autoria desconhecida. Quem conhecer, favor informar para crédito.

– Tolerar nas Redes Sociais é importante!

Gostei demais dessa imagem, que retrata uma grande realidade: as Redes Sociais estão muitíssimo intolerantes!

Educação, Democracia, Empatia… aceitar o pensamento diferente (que não significa concordar com ele, mas respeitar a opinião alheia) é questão de cidadania.

Imagem

– Combata a Violência contra a Mulher.

Acusar a mulher de algo que não fez, xingá-la diante dos amigos e obviamente qualquer tipo de agressão verbal (entre outros comportamentos) configuram violência moral. Se você é vítima ou sabe de alguma situação de violência, denuncie!

Disque 190 para emergências e Ligue 180 para Central de Atendimento à Mulher.

– Não retire o vídeo do Monark não, MP! Calma, explico…

O Ministério Público quer retirar da Internet o vídeo do YouTube Monark, onde ele defende um partido nazista legalizado (já falamos sobre essa sandice aqui, neste link: https://wp.me/p4RTuC-ALb). 

Eu não faria isso! Ao contrário, o vídeo deve ser mantido pois justamente mostra os dois lados: um cara bobo, visivelmente alterado (por alguma droga legal ou ilegal) falando idiotices (a defesa do nazismo) e uma moça estudada, batalhadora, argumentando sabiamente dentro da sua sobriedade (Tábata Amaral).

Esse momento é perfeito: um desqualificado dando mal exemplo e uma exemplar pessoa o corrigindo. Deve ser visto por todos, para que os mais jovens possam se espelhar e inspirar.

Depois de fala de Monark, autoridades repudiam nazismo - Notícias - R7  Brasília

Imagem extraída de: https://noticias.r7.com/brasilia/depois-de-fala-de-monark-autoridades-repudiam-nazismo-08022022

– Esse tal de Monark…

Não acompanho o podcast Flow, mas vira-e-mexe aparecem notícias sobre o integrante Monark – e ele sempre entra em polêmicas de maneira negativa.

Salvo engano (e isso aconteceu com o iFood), ele sustenta a opinião até perder o patrocínio. Na sequência, pede desculpas para recuperá-lo.

Nesta última confusão, defendeu a liberdade de expressão para dizer que deveria ser permitido até um Partido Nazista! Que bobagem…

Lembremo-nos: o Nazismo defendia a purificação das raças e extermínio de judeus e outros grupos. Ideias nszistas são crime, no mundo civilizado.

Há pouco, pediu desculpas sobre a fala (após perder TODOS os patrocinadores e ser bombardeado pela sociedade).

Para ser eclético e falar sobre diversos assuntos, além de estudo, deve ter ponderação e sensatez. E se eu já não gostava dele pela defesa do uso de drogas, piorou.

Monark boa mesmo é essa barra-forte da foto abaixo! O resto, dispenso.


Imagem: reprodução da Internet.

– Parabéns ao Sadio Mané!

Eu sou fã do Salah, que muito faz por sua vila no Egito; e, impossível não citar, igualmente aplaudo Mané, justamente por essa consciência e responsabilidade social, abaixo:

Vida longa a pessoas assim!

– #tbt 2: Contagie a Solidariedade!

Há 3 anos…

Já escrevi o quão importante é para mim o incentivo da Prática da Doação de Sangue e Hemoderivados, como Plaquetas. Doar, sem dúvidas, é um ato de Amor – com A maiúsculo mesmo.

Me tornei doador por vias tortas, e contei em outras postagens a minha motivação em algumas linhas por esse blog. De maneira bem resumida, escrevi em: https://wp.me/p4RTuC-mHB.

Pois bem: hoje tenho a alegria de ter ao meu lado doando a Bianca, minha prima-sobrinha, que de maneira generosa se tornou voluntária por essa tão nobre causa. Ela não o fez pela dor, mas simplesmente por… Amor, que citamos agora há pouco!

Imagine se, a quantidade de jovens existentes no Brasil, resolvesse ter a mesma atitude desprovida de vaidade e plena em solidariedade dessa moça? Tenha certeza que, se ao menos 10% da parcela desses novos adultos assim o fizesse, não se necessitaria na realização de tantas campanhas e apelos por tal motivo.

Enfim, muito orgulhoso pela Bibi, muito feliz pela doação e muito esperançoso em ver essa geração obstinada em fazer um mundo melhor – mais humano e solidário.

Doe sangue, Doe Plaquetas, Doe VIDA!

– O índice de igualdade de gênero nos Conselhos de Administração de Grandes Empresas está aumentando!

Uma boa notícia: cada vez mais as mulheres têm maior participação nos conselhos de grandes empresas, contrariando outros momentos.

Sobre isso, extraído de: https://epocanegocios.globo.com/Empresa/noticia/2022/01/mulheres-lideram-31-dos-conselhos-de-empresas-globais-aponta-bloomberg.html

MULHERES OCUPAM 31% DOS ASSENTOS EM CONSELHOS DE EMPRESAS GLOBAIS

Índice de igualdade de gênero mostrou uma maior consciência e maturidade sobre o assunto

A Bloomberg divulgou nesta quarta-feira (26) o Gender-Equality Index 2022 (GEI), que mede a igualdade de gênero nas empresas. Neste ano, a empresa de tecnologia e dados para o mercado financeiro entrevistou 418 companhias de 45 países e regiões, somando um valor de mercado total na faixa dos US$ 16 trilhões. Entre elas estão 13 brasileiras: Afya, Bradesco, BB Seguridade, Braskem, Comgás, Cosan, Eletrobras, Itaú Unibanco, Odontoprev, GPA, Sul América, TIM e Telefônica Brasil.

saiba mais
O objetivo da pesquisa é trazer transparência às práticas e políticas relacionadas à questão de gênero nas empresas globais de capital aberto e possibilitar um melhor entendimento sobre os dados ESG para investidores.

O índice avalia cinco pilares: liderança feminina e pipeline de talentos, igualdade salarial e paridade de remuneração entre gêneros, cultura inclusiva, políticas contra assédio sexual e marca pró-mulher. As empresas fornecem respostas para uma lista detalhada de perguntas sobre cada área.

Um dos primeiros resultados analisados pela Bloomberg foi o aumento de 20% no número de participantes que revelaram dados de gênero em comparação à primeira edição do índice (lançado no ano passado). Para os pesquisadores, isso mostra uma maior consciência e maturidade sobre o assunto.

Nas companhias, 31% das lideranças nos conselhos administrativos são do sexo feminino e 39% dos cargos com responsabilidade direta por geração de receita são ocupados por mulheres.

A análise dos dados também mostrou que 72% das empresas participantes têm uma diretoria de diversidade ou profissional responsável pela área. Mais da metade delas (61%) exige uma lista de candidatos com diversidade de gênero na disputa por cargos de gestão.

A pesquisa ainda comparou as empresas integrantes do GEI com não integrantes e descobriu que as participantes contratam mais mulheres. Isso porque 83% delas têm uma estratégia direta para contratar pessoas do sexo feminino e 66% realizam análises abrangentes de remuneração por gênero.

Além disso, elas são mais propensas a adotar políticas voltadas para a família e as comunidades. 75% oferecem salas de lactação em suas instalações e 59% fornecem subsídios para creches ou outras ajudas financeiras. Mais da metade patrocina programas de educação financeira para mulheres (63%) e programas dedicados à educação de mulheres em STEM (65%).

“As mudanças no trabalho devido à pandemia destacaram a importância de abordar questões de igualdade de gênero na força de trabalho global”, diz Peter Grauer, presidente da Bloomberg, em comunicado. “O índice reconhece as empresas que concentram esforços para oferecer um ambiente de trabalho inclusivo que apoia as necessidades cada vez maiores dos funcionários.”

Para conferir a lista completa de companhias participantes, acesse a página da Bloomberg.

PESQUISA DE DIVERSIDADE E INCLUSÃO
Sua empresa quer mostrar o que já faz para ser mais diversa e inclusiva? É hora de participar da pesquisa de Diversidade e Inclusão em Organizações, feita pelo Instituto Ethos — o resultado será publicado em Época Negócios. Inscrições até o dia 11/2 no site.

Equipe; liderança; mulheres; gestão (Foto: Compassionate Eye Foundation/Getty Images)

Índice da Bloomberg para equidade de gênero  (Foto: Compassionate Eye Foundation/Getty Images)

 

– A faca no jogo entre SPFC 0x1 Palmeiras pela Copinha.

Que absurdo o ocorrido em Barueri, no São Paulo 0x1 Palmeiras pela Copa São Paulo, não? Invasão de torcedores em campo e até uma faca!

Eu havia defendido que o jogo fosse sem torcida, pela histórica violência e pela pandemia.  Claro, não seria o ideal para um mundo utópico que queremos, mas é o que se deveria fazer pela necessidade.

Argumentei outros fatores aqui nesta postagem: https://professorrafaelporcari.com/2022/01/20/precisa-ter-torcida-para-o-choque-rei-da-copinha/

Se há presença de público, que as autoridades garantam a segurança de quem está assistindo e de quem está trabalhando. Já imaginaram uma facada num atleta? Ou em um árbitro por culpa de uma decisão polêmica?

Tudo isso é coisa de bandido. O infrator e seus companheiros devem ser presos; afinal, para que serve uma faca para quem vai assistir futebol, se não para algo criminoso?

Duas constatações:

1- A PM proíbe até rádio de pilha e álcool gel na entrada de torcedores, sendo excessivamente (e às vezes incoerentemente) rigorosa. Como passou esta arma branca?

2- A índole de torcedores que previamente vão ao estádio para brigar. Que tipo de elemento é esse que vive na sociedade?

Talvez a Educação e a Cidadania sejam elementos carentes demais nos dias de hoje… Tudo lamentável!

www.brasil247.com - Torcedores do São Paulo invadem campo com faca em jogo contra o Palmeiras

(Foto: Reprodução, extraída de: https://www.brasil247.com/esporte/video-torcedor-invade-campo-com-faca-durante-jogo-da-semifinal-da-copinha)

– #tbt 2: Hoje é dia de colaborar!

Há 4 anos…

Muito bom poder ajudar!

Hoje estou fazendo a costumeira doação voluntária de plaquetas, bem acompanhado pela minha filha Marina e seus cartazes motivacionais e de solidariedade.

AJUDE TAMBÉM!!! Seja doador, os bancos de sangue precisam muito de sua colaboração.

#DoeSangue, #DoePlaquetas, #DoeHemoderivados.
A vida agradece!

– Você acredita num mundo melhor?

Eu educo minhas filhas para que sempre acreditem na mudança do planeta (para melhor). Insisto que cada um de nós é um agente transformador – e devemos transformar no sentido do bem! Mudar a vida das pessoas; ajudar; incentivar; motivar…

Li essa “frase transformadora” e gostei demais. Veja as 3 etapas da afirmação:

“Eu creio em um mundo melhor / Eu creio em um mundo melhor / Eu crio um mundo melhor”

Se queremos mudanças, sejamos ela!

Estamos fazendo a nossa parte?

Imagem extraída de: https://www.pieceofpaper.com.br/produtos/ima-de-geladeira-porta-copos-eu-crio/

– Por que respeitar os mais velhos?

Objetivamente, os motivos para respeitar as pessoas mais idosas:

Imagem

 

– O que é ser cidadão?

Olhe só que resumo bacana: O que é ser cidadão, conceituando cidadania e o exercício dela, bem definidos:

– Repost: Homofobia na Copinha, Ironia do Cartola do Timão e a discussão dos Gays na arbitragem.

Há 2 anos, um tema atual:

O título da postagem mostra que as “pautas respeitosas quanto ao gênero” começaram com tudo neste começo de ano no futebol, não? Especialmente em São Paulo. Vamos a elas?

Fica o alerta para todos os torcedores: conforme alertamos anteriormente, a FPF fará em seus torneios com que os árbitros tenham rigor contra práticas discriminatórias, como manifestações políticas, gritos racistas, ofensas sexistas ou cânticos homofóbicos (seguindo a determinação da FIFA). E isso aconteceu nesta semana na prática.

Na partida entre Audax-SP vs Sport-PE pela Copa São Paulo de Futebol Jr, o goleiro do time pernambucano se distanciava para cobrar o tiro de meta e os torcedores começaram a gritar aquele manjado “biiiiiiicha”, imitando os mexicanos que inventaram essa prática com o “puuuuuto”. O árbitro Thiago Scarascati cumpriu a recomendação e praticou o que manda o Protocolo FIFA contra discriminação no seu 1o ato. (vide-o aqui: https://wp.me/p55Mu0-2hK). Ainda assim, posteriormente, houve novos gritos, e o 2o ato do Protocolo foi praticado.

Nesta mesma semana, ocorreu a polêmica de Duílio Monteiro Alves, diretor do Corinthians, que na apresentação do jogador Victor Cantillo deu a camisa 8 do time para o atleta, negando a 24 (número que ele gostava de utilizar no Junior Barranquilla) justificando em tom de brincadeira que “24 aqui não” (fazendo alusão do número, na cultura do Brasil, ser ligado a gays). Teve que se desculpar em público posteriormente. Afinal, se a maior torcida do Brasil é do Flamengo e a segunda do Corinthians, de maneira lógica e proporcional esses clubes possuem as maiores torcidas entre os homens, mulheres e homossexuais.

Por fim, vale lembrar o que a nova comandante dos árbitros da Federação Paulista de Futebol, Ana Paula de Oliveira, disse em entrevista ao Estadão: a ex-bandeirinha declarou que em sua gestão “aumentará para 20% a participação das mulheres nas escalas de jogos”  (se isso acontecer, em cada 5 jogos realizados, 1 será arbitrado por quarteto feminino) e de que, em outras palavras “dará tranquilidade para que não exista assédio aos árbitros gays e árbitras lésbicas do quadro” (vide a matéria completa clicando AQUI).

Dessa forma, respeitemos a diversidade. Isso não quer dizer que devamos fazer apologia, pois se beira na preocupação em aceitar o homossexual, quase uma louvação! Não é isso: não se pode praticar homofobia, mas não se deve também criar uma heterofobia (como que “ser hetero declarado” nos dias de hoje seja algo ruim).

O politicamente correto está (seja em excesso ou não) em pauta nas diversas áreas, inclusive no futebol, e não se pode negar.

Resultado de imagem para homofobia no futebol

Ilustração: Verena Antunes (Vice), extraído de: https://www.vice.com/pt/article/53m433/homofobia-no-futebol

– Descanse em paz, Desmond Tutu.

Hoje faleceu o grande Desmond Tutu, símbolo da luta contra o Apartheid. Relembro sobre ele na publicação abaixo, feita na oportunidade dos seus 90 anos:

90 ANOS DE DESMOND TUTU

Eu me lembro bem nos anos 80 do arcebispo anglicano Desmond Tutu. Foi o primeiro negro a ocupar tal posto na África do Sul, e viveu na pele o Apartheid.

Defensor dos pobres, do diálogo e da luta contra o racismo (foi Prêmio Nobel da Paz em 1984), deixou uma das mensagens (abaixo) mais significativas. E hoje ele completa 90 anos de idade!

Que o imitemos em propósito:

“Meu pai costuma dizer: ‘Não eleve a sua voz. Melhore seus argumentos’.”

– Vem aí o novo filme do Porta dos Fundos com deboche a Jesus Cristo. Não é “Cristofobia”, pessoal da lacração?

E pelo 3o ano, o grupo “Porta dos Fundos” fará um filme de humor com temática religiosa – e desta vez em desenho animado.

“Te prego lá fora” (fazendo alusão à crucificação) conta a história de um Jesus Cristo adolescente, sofrendo e praticando bullying na escola e se comportando como um “bad boy”, a fim de disfarçar que é o Messias. Para tanto, consome pornografia e irrita o diretor do colégio, que é Barrabás.

No ano passado, o grupo produziu para a Netflix “A Primeira Tentação de Cristo”, onde Jesus era gay e escandalizava a família após se recolher por 40 dias com o namorado. Em 2018, o filme era “Se beber, não ceie”, onde os Apóstolos ficaram drogados na Santa Ceia que instituiu a Eucaristia.

Existe no Brasil uma turma denominada “Progressista”, que ganhou uma alcunha de “galera da lacração” por “cancelar” pessoas que pratiquem atos preconceituosos. Por exemplo: homofobia, racismo, identitarismo, entre outras pautas politicamente corretas. Maurício de Souza, jogador de vôlei, foi o exemplo mais recente quando se manifestou sobre os rumos da animação do filho do Superman, Jonathan Kent, que seria bissexual.

É obvio que vivemos uma democracia e temos que respeitar (que não significa fazer apologia ou proselitismo) a todas as pessoas, independente de posição política / ideológica, gênero, raça ou credo. Sendo assim, há de se esperar que tal produção seja alvo desse “pessoal da lacração”, correto? Afinal, discriminar / ofender / desdenhar da fé de alguém está nesse ambiente (seja protestante, católico, espírita, umbandista, judeu ou islâmico).

Ou, por estar ligado a muitas celebridades progressistas, o Portal dos Fundos passará  “imune” a essa galera?

Eu acho tão desnecessário fazer humor com a alheia… pra quê?

Foto: Divulgação Porta dos Fundos.

– Fuja da bolha virtual!

INTERNET E FANATISMO – Uma bolha? Um mecanismo de bipolarização?

No que as Redes Sociais estão atrapalhando a sociedade?

Entenda: https://www.youtube.com/watch?v=5xXOYlJufYI

– Não ao Aborto. Sim à Vida!

Há 1 ano, mas bem atual o assunto:

Eu sou totalmente contra o Aborto! Defendo a vida, e conheço pessoas famosas e anônimas que, se tudo fosse legalizado, não teriam nascido.

Guga Noblat, jornalista, escreveu em seu twitter:

“Legalizar o aborto é o futuro de todo país civilizado. Demoraremos mais ou menos para chegar lá. Ao gosto do populismo político.”

Na sequência, li o Padre Joãozinho, SCJ, criticando tal pensamento, falando que:

“O aborto é apenas mais um sinal de atraso civilizacional. Culturas desenvolvidas defendem a vida do início ao seu ocaso natural”.

Não poderia se esperar outra coisa de quem defende o Direito do Nascituro! Correta a atitude do sacerdote. Mas… a resposta de Guga foi pior que a sua primeira postagem:

“Defender o aborto é defender a vida, não venha com demagogia por favor. Vê-se que o sr está alinhado com o pensamento de regimes autoritários, tipo Afeganistão, Somália, Líbia e Sudão. Toma aí o mapa do aborto e procura país mais atrasado que os que pensam como o sr.”.

Defender o aborto é defender a vida? Aí não dá…

Imagem extraída de: https://pt.wikipedia.org/wiki/Nascituro

– O Altruísmo de quem quer viver para o bem! Volunturismo é uma boa prática

Já ouvi falar do termo destinado a quem quer fazer turismo e ainda assim praticar ações solidárias voluntárias: o “Volunturismo”.

Sabia que tal nobre atitude está em alta?

Compartilho, extraído de: https://veja.abril.com.br/mundo/dando-duro-nas-ferias/

DANDO DURO NAS FÉRIAS

Imagine passar uma semana ensinando refugiados a cozinhar. É o “volunturismo”, um tipo de viagem para prestar ajuda a quem precisa

por Fernanda Thedim

Enfim, férias. Construa casas em uma comunidade indígena do Panamá, cuide de elefantes idosos na Tailândia ou monitore crianças em uma creche de favela do Rio de Janeiro — sim, isso são férias. E tem uma turma que está disposta a pagar caro por elas. Esqueça luxo e vida boa. A ideia é fazer uma imersão completa em uma nova cultura como voluntário, pegando no pesado para valer. Quem vai atrás desses pacotes já rodou outros países à moda turística e agora quer viver uma experiência original, da qual possa extrair lições únicas e ao mesmo tempo ajudar — tudo feito sob medida para estes tempos politicamente corretos. O “volunturismo”, como a modalidade é chamada, movimenta hoje cerca de 10 milhões de pessoas por ano, incluindo brasileiros.

A maioria dos volunturistas, aqui e no exterior, é jovem, tem outros carimbos como voluntários e não s incomodam com a qualidade do colchão nem com a falta de privacidade. O que importa é, para usar o verbo da vez, conectar-se com outros povos – e que isso seja do jeito local. A chef carioca Tuti Land, 32 anos, ficou 15 dias na Jordânia alojada em um acampamento de refugiados sírios: deu aulas de culinária e visitou famílias que fugiram da guerra (cont no link acima)…

ÁFRICA SEM SAFÁRI - Mariana, em favela do Quênia: reforço escolar para crianças e mergulho na cultura local (Michel Coeli/.)

– Dia Nacional de Mobilização dos Homens pelo Fim da Violência Contra as Mulheres.

Repost, com a referência abaixo:

Dia Nacional de Mobilização dos Homens pelo Fim da Violência Contra as Mulheres

Hoje, 6 de dezembro é uma data que tem o objetivo de sensibilizar os homens na lutar pelo fim da violência de gênero.

Nessa mesma data houve uma tragédia ocorrida no ano de 1989, em Montreal, Canadá.

Neste dia, um homem teria entrado armado numa sala e ordenado que todos os outros saíssem, restando portanto só as mulheres. Esse homem de posse de uma arma teria disparado contra as mulheres, matando 14 delas, e deixando dez feridas. O motivo? Ele era contra o avanço das mulheres na sociedade. Em seguido, ele teria tirado a própria vida.

Essa história é inclusive, lembrada pela ONU ( Organização das Nações Unidas), como a maior iniciativa contra a violência.

Na nossa sociedade, apesar da legislação assegurar direitos no combate à violência, muitas vezes, sentimos que ainda há um despreparo no Congresso Nacional que assegure medidas mais severas em relação aos caso de violência os quais continuamos sendo vítimas. O risco de morte continua o mesmo, quer dizer, a mulher continuam fazendo parte de uma estatística absurda. Dados revelam que a violência contra a mulher não deve só despertar polêmica, mas, ganhar uma nova consciência no intuito de tentar inibir histórias trágicas.

Até quando vamos viver em busca de um hospital, ao invés de uma delegacia? Porque é mais fácil curar aonde foi ferido, ou lesionado, ainda que superficialmente, ao invés disso ter um basta? Quantas mulheres irá precisar morrer para que sejam vistas como pessoas de direito? Não basta dizer ” morreu porque foi vítima da violência “. Morreu porque estava disponível demais, ou porque se recusou a fazer algo para o marido.

Considere os fatores que gera essa violência que na maioria das vezes acontece de modo silencioso. Diferente dos hospitais, das unidades de saúde de modo geral, a delegacia é um lugar, onde a vítima de violência tem que se sentir segura. É triste olhar o mapa da violência, os dados, números crescentes, casos que continuam ganhando repercussão na mídia nacional e perceber como essa mulher continua insegura dentro do lar, bem como, fora dele. Quando uma mulher vai a uma delegacia por exemplo, dizer que não suporta mais tanta agressão e humilhação, ela já tem o corpo e a alma cheios de dores de tanto apanhar do companheiro, do marido ou do namorado. A maioria não vai, por não querer se expor e passar por constrangimentos novamente. Porém, quando ela faz isso, compreende que não precisa mais passar por nada disso. Simplesmente ela quer respeito.

Todavia, quando a mulher será respeitada pelo fato de ser mulher? E não de sofrer porque é mulher? Quem irá nos oferecer essa resposta? Nós, obviamente. A mulher tem que resistir. A mulher, a sociedade devem atuar juntos, serem firmes em relação ao enfrentamento da violência.

Homem, tenha consciência, faça a sua parte!…

Não a violência contra a mulher .

Marii Freire Pereira

https://pensamentos.me/ VEM comigo!

Imagem: google. Olhadelondrina.com.br.

Fonte: OAB-PR, com informações CUT-PR

Santarém, Pá 6 de dezembro de 2020

– Político, mas Apartidário.

Sempre aprendi que a política é a arte de se relacionar. Entretanto, a má prática vira politicagem.

Neste mundo difícil, não devemos ser apolíticos. Podemos ser apartidários, mas não alienados. Gosto desse pensamento:

A política perfeita é um ato de amor ao próximo; não basta viver, é necessário conviver e participar.”

Santo Agostinho, Doutor da Igreja.

Perfeito.

bomba.jpg

– #tbt 4: Vamos doar Sangue ou Plaquetas?

Repost de 5 anos:

Hoje (e todo dia) é dia de #Doação de #Sangue e #Hemoderivados. Estou fazendo a minha doação de #plaquetas aqui no #BancoDeSangue do #HIAE. Seja #voluntário também. Você ajuda o próximo e faz o #bem sem olhar a quem

Lembrando: até 4 doações de sangue e 12 doações de plaquetas / hemoderivados anuais. Não faz mal, não dói e não lhe fará falta. E, certamente, sua #solidariedade + #cidadania despertará a outros!

#DoaçãoDeSangue 

#Voluntariado

#DoeSangue 

#DoeHemoderivados

@hiae

(OPS: gostaram do cartaz motivacional? Foi feito pela artista e voluntária-mirim Marina Porcari)

 

– #tbt: Diploma Capitão Nivaldo Bonassi.

Há exatamente 4 anos…

Nesta semana, na 5a feira (26), a Câmara Municipal de Jundiaí promoveu a distribuição dos títulos honoríficos às pessoas da cidade. Com alegria, por indicação do vereador Antonio Carlos Albino, fui agraciado com a homenagem intitulada “Diploma ‘Capitão Nivaldo Bonassi’ de Incentivo ao Esporte Jundiaiense”.

Realizado no Teatro Polytheama, o evento mostrou o quão forte é a cidade de Jundiaí e como são relevantes seus munícipes. Uma festa da democracia e em especial da sociedade. Muito bonito, extravasando momentos da nossa cultura e exaltando nosso sentimento de amor e dedicação às causas sociais da Terra da Uva.

Muito honrado fiquei com a cerimônia. Honra maior por ver tantos amigos e receber tanto carinho.

De coração a todos, obrigado!

Nas fotos: com minha esposa e filhas (canto esquerdo superior), com meu pai e minha madrasta (canto direito superior) e a homenagem com minha filha e o vereador Albino.

– Doe Sangue e Plaquetas!

Alguns aprendem pelo AMOR, outros pela DOR. Uma breve história:

Foi pela DOR que me conscientizei e me tornei doador de sangue e de plaquetas. Após uma experiência pessoal, vi que tal ato humanitário é essencial, embora desprezado pela maioria.

Mas não venho usar espaço para isso nesse momento. Venho pedir: os bancos de sangue de todo o Brasil estão precisando com urgência de Doadores de Sangue e Doadores de Plaquetas! Com as festas de final de ano, o número de doadores voluntários cai muito.

Que tal um ato solitário que dignifica o homem? Doe sangue ou doe plaquetas. Não dói nada, é rápido e faz bem para o corpo e para a alma. Até eu que tenho “fobia de agulhas” sou doador! Qual o problema então?

Os necessitados de sangue e plaquetas agradecem!

img_9626

– Comungar-se com as Coisas que se Convive

Se você costuma praticar o bem, o hábito lhe transforma numa pessoa sempre boa. Se convive com solidários, a solidariedade se torna intrínseca em seu coração. Se procura pessoas sábias, a sabedoria se tornará cotidiana.

Acredito que a convivência influencia as pessoas (algumas em muito; outras, em pouco). Há de se ter muita resiliência para não se influenciar.

Compartilho tal reflexão:

Tudo o que amamos profundamente converte-se em parte de nós mesmos.

Helen Adams Keller, educadora americana(1880-1968)

Concordo e assino embaixo!

– O caso Zara e o suposto Racismo: como pode?

Estamos no século XXI. O homem explora o Universo, desenvolve máquinas que têm inteligência artificial, cria ambientes virtuais e metaversos, mas… ainda julga pessoas por conta da cor da pele?

De nada adianta a Evolução Tecnológica se há regressão de dignidade. A história da Zara no Ceará, que viralizou no Brasil, é um desses exemplos não críveis nos dias de hoje, tamanho o absurdo (caso seja comprovado).

O andamento dessa triste história, extraído de: https://www.bbc.com/portuguese/brasil-59005086