– Esse tal de Monark…

Não acompanho o podcast Flow, mas vira-e-mexe aparecem notícias sobre o integrante Monark – e ele sempre entra em polêmicas de maneira negativa.

Salvo engano (e isso aconteceu com o iFood), ele sustenta a opinião até perder o patrocínio. Na sequência, pede desculpas para recuperá-lo.

Nesta última confusão, defendeu a liberdade de expressão para dizer que deveria ser permitido até um Partido Nazista! Que bobagem…

Lembremo-nos: o Nazismo defendia a purificação das raças e extermínio de judeus e outros grupos. Ideias nszistas são crime, no mundo civilizado.

Há pouco, pediu desculpas sobre a fala (após perder TODOS os patrocinadores e ser bombardeado pela sociedade).

Para ser eclético e falar sobre diversos assuntos, além de estudo, deve ter ponderação e sensatez. E se eu já não gostava dele pela defesa do uso de drogas, piorou.

Monark boa mesmo é essa barra-forte da foto abaixo! O resto, dispenso.


Imagem: reprodução da Internet.

– Parabéns ao Sadio Mané!

Eu sou fã do Salah, que muito faz por sua vila no Egito; e, impossível não citar, igualmente aplaudo Mané, justamente por essa consciência e responsabilidade social, abaixo:

Vida longa a pessoas assim!

– #tbt 2: Contagie a Solidariedade!

Há 3 anos…

Já escrevi o quão importante é para mim o incentivo da Prática da Doação de Sangue e Hemoderivados, como Plaquetas. Doar, sem dúvidas, é um ato de Amor – com A maiúsculo mesmo.

Me tornei doador por vias tortas, e contei em outras postagens a minha motivação em algumas linhas por esse blog. De maneira bem resumida, escrevi em: https://wp.me/p4RTuC-mHB.

Pois bem: hoje tenho a alegria de ter ao meu lado doando a Bianca, minha prima-sobrinha, que de maneira generosa se tornou voluntária por essa tão nobre causa. Ela não o fez pela dor, mas simplesmente por… Amor, que citamos agora há pouco!

Imagine se, a quantidade de jovens existentes no Brasil, resolvesse ter a mesma atitude desprovida de vaidade e plena em solidariedade dessa moça? Tenha certeza que, se ao menos 10% da parcela desses novos adultos assim o fizesse, não se necessitaria na realização de tantas campanhas e apelos por tal motivo.

Enfim, muito orgulhoso pela Bibi, muito feliz pela doação e muito esperançoso em ver essa geração obstinada em fazer um mundo melhor – mais humano e solidário.

Doe sangue, Doe Plaquetas, Doe VIDA!

– O índice de igualdade de gênero nos Conselhos de Administração de Grandes Empresas está aumentando!

Uma boa notícia: cada vez mais as mulheres têm maior participação nos conselhos de grandes empresas, contrariando outros momentos.

Sobre isso, extraído de: https://epocanegocios.globo.com/Empresa/noticia/2022/01/mulheres-lideram-31-dos-conselhos-de-empresas-globais-aponta-bloomberg.html

MULHERES OCUPAM 31% DOS ASSENTOS EM CONSELHOS DE EMPRESAS GLOBAIS

Índice de igualdade de gênero mostrou uma maior consciência e maturidade sobre o assunto

A Bloomberg divulgou nesta quarta-feira (26) o Gender-Equality Index 2022 (GEI), que mede a igualdade de gênero nas empresas. Neste ano, a empresa de tecnologia e dados para o mercado financeiro entrevistou 418 companhias de 45 países e regiões, somando um valor de mercado total na faixa dos US$ 16 trilhões. Entre elas estão 13 brasileiras: Afya, Bradesco, BB Seguridade, Braskem, Comgás, Cosan, Eletrobras, Itaú Unibanco, Odontoprev, GPA, Sul América, TIM e Telefônica Brasil.

saiba mais
O objetivo da pesquisa é trazer transparência às práticas e políticas relacionadas à questão de gênero nas empresas globais de capital aberto e possibilitar um melhor entendimento sobre os dados ESG para investidores.

O índice avalia cinco pilares: liderança feminina e pipeline de talentos, igualdade salarial e paridade de remuneração entre gêneros, cultura inclusiva, políticas contra assédio sexual e marca pró-mulher. As empresas fornecem respostas para uma lista detalhada de perguntas sobre cada área.

Um dos primeiros resultados analisados pela Bloomberg foi o aumento de 20% no número de participantes que revelaram dados de gênero em comparação à primeira edição do índice (lançado no ano passado). Para os pesquisadores, isso mostra uma maior consciência e maturidade sobre o assunto.

Nas companhias, 31% das lideranças nos conselhos administrativos são do sexo feminino e 39% dos cargos com responsabilidade direta por geração de receita são ocupados por mulheres.

A análise dos dados também mostrou que 72% das empresas participantes têm uma diretoria de diversidade ou profissional responsável pela área. Mais da metade delas (61%) exige uma lista de candidatos com diversidade de gênero na disputa por cargos de gestão.

A pesquisa ainda comparou as empresas integrantes do GEI com não integrantes e descobriu que as participantes contratam mais mulheres. Isso porque 83% delas têm uma estratégia direta para contratar pessoas do sexo feminino e 66% realizam análises abrangentes de remuneração por gênero.

Além disso, elas são mais propensas a adotar políticas voltadas para a família e as comunidades. 75% oferecem salas de lactação em suas instalações e 59% fornecem subsídios para creches ou outras ajudas financeiras. Mais da metade patrocina programas de educação financeira para mulheres (63%) e programas dedicados à educação de mulheres em STEM (65%).

“As mudanças no trabalho devido à pandemia destacaram a importância de abordar questões de igualdade de gênero na força de trabalho global”, diz Peter Grauer, presidente da Bloomberg, em comunicado. “O índice reconhece as empresas que concentram esforços para oferecer um ambiente de trabalho inclusivo que apoia as necessidades cada vez maiores dos funcionários.”

Para conferir a lista completa de companhias participantes, acesse a página da Bloomberg.

PESQUISA DE DIVERSIDADE E INCLUSÃO
Sua empresa quer mostrar o que já faz para ser mais diversa e inclusiva? É hora de participar da pesquisa de Diversidade e Inclusão em Organizações, feita pelo Instituto Ethos — o resultado será publicado em Época Negócios. Inscrições até o dia 11/2 no site.

Equipe; liderança; mulheres; gestão (Foto: Compassionate Eye Foundation/Getty Images)

Índice da Bloomberg para equidade de gênero  (Foto: Compassionate Eye Foundation/Getty Images)

 

– A faca no jogo entre SPFC 0x1 Palmeiras pela Copinha.

Que absurdo o ocorrido em Barueri, no São Paulo 0x1 Palmeiras pela Copa São Paulo, não? Invasão de torcedores em campo e até uma faca!

Eu havia defendido que o jogo fosse sem torcida, pela histórica violência e pela pandemia.  Claro, não seria o ideal para um mundo utópico que queremos, mas é o que se deveria fazer pela necessidade.

Argumentei outros fatores aqui nesta postagem: https://professorrafaelporcari.com/2022/01/20/precisa-ter-torcida-para-o-choque-rei-da-copinha/

Se há presença de público, que as autoridades garantam a segurança de quem está assistindo e de quem está trabalhando. Já imaginaram uma facada num atleta? Ou em um árbitro por culpa de uma decisão polêmica?

Tudo isso é coisa de bandido. O infrator e seus companheiros devem ser presos; afinal, para que serve uma faca para quem vai assistir futebol, se não para algo criminoso?

Duas constatações:

1- A PM proíbe até rádio de pilha e álcool gel na entrada de torcedores, sendo excessivamente (e às vezes incoerentemente) rigorosa. Como passou esta arma branca?

2- A índole de torcedores que previamente vão ao estádio para brigar. Que tipo de elemento é esse que vive na sociedade?

Talvez a Educação e a Cidadania sejam elementos carentes demais nos dias de hoje… Tudo lamentável!

www.brasil247.com - Torcedores do São Paulo invadem campo com faca em jogo contra o Palmeiras

(Foto: Reprodução, extraída de: https://www.brasil247.com/esporte/video-torcedor-invade-campo-com-faca-durante-jogo-da-semifinal-da-copinha)

– #tbt 2: Hoje é dia de colaborar!

Há 4 anos…

Muito bom poder ajudar!

Hoje estou fazendo a costumeira doação voluntária de plaquetas, bem acompanhado pela minha filha Marina e seus cartazes motivacionais e de solidariedade.

AJUDE TAMBÉM!!! Seja doador, os bancos de sangue precisam muito de sua colaboração.

#DoeSangue, #DoePlaquetas, #DoeHemoderivados.
A vida agradece!

– Você acredita num mundo melhor?

Eu educo minhas filhas para que sempre acreditem na mudança do planeta (para melhor). Insisto que cada um de nós é um agente transformador – e devemos transformar no sentido do bem! Mudar a vida das pessoas; ajudar; incentivar; motivar…

Li essa “frase transformadora” e gostei demais. Veja as 3 etapas da afirmação:

“Eu creio em um mundo melhor / Eu creio em um mundo melhor / Eu crio um mundo melhor”

Se queremos mudanças, sejamos ela!

Estamos fazendo a nossa parte?

Imagem extraída de: https://www.pieceofpaper.com.br/produtos/ima-de-geladeira-porta-copos-eu-crio/

– Por que respeitar os mais velhos?

Objetivamente, os motivos para respeitar as pessoas mais idosas:

Imagem

 

– O que é ser cidadão?

Olhe só que resumo bacana: O que é ser cidadão, conceituando cidadania e o exercício dela, bem definidos:

– Repost: Homofobia na Copinha, Ironia do Cartola do Timão e a discussão dos Gays na arbitragem.

Há 2 anos, um tema atual:

O título da postagem mostra que as “pautas respeitosas quanto ao gênero” começaram com tudo neste começo de ano no futebol, não? Especialmente em São Paulo. Vamos a elas?

Fica o alerta para todos os torcedores: conforme alertamos anteriormente, a FPF fará em seus torneios com que os árbitros tenham rigor contra práticas discriminatórias, como manifestações políticas, gritos racistas, ofensas sexistas ou cânticos homofóbicos (seguindo a determinação da FIFA). E isso aconteceu nesta semana na prática.

Na partida entre Audax-SP vs Sport-PE pela Copa São Paulo de Futebol Jr, o goleiro do time pernambucano se distanciava para cobrar o tiro de meta e os torcedores começaram a gritar aquele manjado “biiiiiiicha”, imitando os mexicanos que inventaram essa prática com o “puuuuuto”. O árbitro Thiago Scarascati cumpriu a recomendação e praticou o que manda o Protocolo FIFA contra discriminação no seu 1o ato. (vide-o aqui: https://wp.me/p55Mu0-2hK). Ainda assim, posteriormente, houve novos gritos, e o 2o ato do Protocolo foi praticado.

Nesta mesma semana, ocorreu a polêmica de Duílio Monteiro Alves, diretor do Corinthians, que na apresentação do jogador Victor Cantillo deu a camisa 8 do time para o atleta, negando a 24 (número que ele gostava de utilizar no Junior Barranquilla) justificando em tom de brincadeira que “24 aqui não” (fazendo alusão do número, na cultura do Brasil, ser ligado a gays). Teve que se desculpar em público posteriormente. Afinal, se a maior torcida do Brasil é do Flamengo e a segunda do Corinthians, de maneira lógica e proporcional esses clubes possuem as maiores torcidas entre os homens, mulheres e homossexuais.

Por fim, vale lembrar o que a nova comandante dos árbitros da Federação Paulista de Futebol, Ana Paula de Oliveira, disse em entrevista ao Estadão: a ex-bandeirinha declarou que em sua gestão “aumentará para 20% a participação das mulheres nas escalas de jogos”  (se isso acontecer, em cada 5 jogos realizados, 1 será arbitrado por quarteto feminino) e de que, em outras palavras “dará tranquilidade para que não exista assédio aos árbitros gays e árbitras lésbicas do quadro” (vide a matéria completa clicando AQUI).

Dessa forma, respeitemos a diversidade. Isso não quer dizer que devamos fazer apologia, pois se beira na preocupação em aceitar o homossexual, quase uma louvação! Não é isso: não se pode praticar homofobia, mas não se deve também criar uma heterofobia (como que “ser hetero declarado” nos dias de hoje seja algo ruim).

O politicamente correto está (seja em excesso ou não) em pauta nas diversas áreas, inclusive no futebol, e não se pode negar.

Resultado de imagem para homofobia no futebol

Ilustração: Verena Antunes (Vice), extraído de: https://www.vice.com/pt/article/53m433/homofobia-no-futebol

– Descanse em paz, Desmond Tutu.

Hoje faleceu o grande Desmond Tutu, símbolo da luta contra o Apartheid. Relembro sobre ele na publicação abaixo, feita na oportunidade dos seus 90 anos:

90 ANOS DE DESMOND TUTU

Eu me lembro bem nos anos 80 do arcebispo anglicano Desmond Tutu. Foi o primeiro negro a ocupar tal posto na África do Sul, e viveu na pele o Apartheid.

Defensor dos pobres, do diálogo e da luta contra o racismo (foi Prêmio Nobel da Paz em 1984), deixou uma das mensagens (abaixo) mais significativas. E hoje ele completa 90 anos de idade!

Que o imitemos em propósito:

“Meu pai costuma dizer: ‘Não eleve a sua voz. Melhore seus argumentos’.”

– Vem aí o novo filme do Porta dos Fundos com deboche a Jesus Cristo. Não é “Cristofobia”, pessoal da lacração?

E pelo 3o ano, o grupo “Porta dos Fundos” fará um filme de humor com temática religiosa – e desta vez em desenho animado.

“Te prego lá fora” (fazendo alusão à crucificação) conta a história de um Jesus Cristo adolescente, sofrendo e praticando bullying na escola e se comportando como um “bad boy”, a fim de disfarçar que é o Messias. Para tanto, consome pornografia e irrita o diretor do colégio, que é Barrabás.

No ano passado, o grupo produziu para a Netflix “A Primeira Tentação de Cristo”, onde Jesus era gay e escandalizava a família após se recolher por 40 dias com o namorado. Em 2018, o filme era “Se beber, não ceie”, onde os Apóstolos ficaram drogados na Santa Ceia que instituiu a Eucaristia.

Existe no Brasil uma turma denominada “Progressista”, que ganhou uma alcunha de “galera da lacração” por “cancelar” pessoas que pratiquem atos preconceituosos. Por exemplo: homofobia, racismo, identitarismo, entre outras pautas politicamente corretas. Maurício de Souza, jogador de vôlei, foi o exemplo mais recente quando se manifestou sobre os rumos da animação do filho do Superman, Jonathan Kent, que seria bissexual.

É obvio que vivemos uma democracia e temos que respeitar (que não significa fazer apologia ou proselitismo) a todas as pessoas, independente de posição política / ideológica, gênero, raça ou credo. Sendo assim, há de se esperar que tal produção seja alvo desse “pessoal da lacração”, correto? Afinal, discriminar / ofender / desdenhar da fé de alguém está nesse ambiente (seja protestante, católico, espírita, umbandista, judeu ou islâmico).

Ou, por estar ligado a muitas celebridades progressistas, o Portal dos Fundos passará  “imune” a essa galera?

Eu acho tão desnecessário fazer humor com a alheia… pra quê?

Foto: Divulgação Porta dos Fundos.

– Fuja da bolha virtual!

INTERNET E FANATISMO – Uma bolha? Um mecanismo de bipolarização?

No que as Redes Sociais estão atrapalhando a sociedade?

Entenda: https://www.youtube.com/watch?v=5xXOYlJufYI

– Não ao Aborto. Sim à Vida!

Há 1 ano, mas bem atual o assunto:

Eu sou totalmente contra o Aborto! Defendo a vida, e conheço pessoas famosas e anônimas que, se tudo fosse legalizado, não teriam nascido.

Guga Noblat, jornalista, escreveu em seu twitter:

“Legalizar o aborto é o futuro de todo país civilizado. Demoraremos mais ou menos para chegar lá. Ao gosto do populismo político.”

Na sequência, li o Padre Joãozinho, SCJ, criticando tal pensamento, falando que:

“O aborto é apenas mais um sinal de atraso civilizacional. Culturas desenvolvidas defendem a vida do início ao seu ocaso natural”.

Não poderia se esperar outra coisa de quem defende o Direito do Nascituro! Correta a atitude do sacerdote. Mas… a resposta de Guga foi pior que a sua primeira postagem:

“Defender o aborto é defender a vida, não venha com demagogia por favor. Vê-se que o sr está alinhado com o pensamento de regimes autoritários, tipo Afeganistão, Somália, Líbia e Sudão. Toma aí o mapa do aborto e procura país mais atrasado que os que pensam como o sr.”.

Defender o aborto é defender a vida? Aí não dá…

Imagem extraída de: https://pt.wikipedia.org/wiki/Nascituro

– O Altruísmo de quem quer viver para o bem! Volunturismo é uma boa prática

Já ouvi falar do termo destinado a quem quer fazer turismo e ainda assim praticar ações solidárias voluntárias: o “Volunturismo”.

Sabia que tal nobre atitude está em alta?

Compartilho, extraído de: https://veja.abril.com.br/mundo/dando-duro-nas-ferias/

DANDO DURO NAS FÉRIAS

Imagine passar uma semana ensinando refugiados a cozinhar. É o “volunturismo”, um tipo de viagem para prestar ajuda a quem precisa

por Fernanda Thedim

Enfim, férias. Construa casas em uma comunidade indígena do Panamá, cuide de elefantes idosos na Tailândia ou monitore crianças em uma creche de favela do Rio de Janeiro — sim, isso são férias. E tem uma turma que está disposta a pagar caro por elas. Esqueça luxo e vida boa. A ideia é fazer uma imersão completa em uma nova cultura como voluntário, pegando no pesado para valer. Quem vai atrás desses pacotes já rodou outros países à moda turística e agora quer viver uma experiência original, da qual possa extrair lições únicas e ao mesmo tempo ajudar — tudo feito sob medida para estes tempos politicamente corretos. O “volunturismo”, como a modalidade é chamada, movimenta hoje cerca de 10 milhões de pessoas por ano, incluindo brasileiros.

A maioria dos volunturistas, aqui e no exterior, é jovem, tem outros carimbos como voluntários e não s incomodam com a qualidade do colchão nem com a falta de privacidade. O que importa é, para usar o verbo da vez, conectar-se com outros povos – e que isso seja do jeito local. A chef carioca Tuti Land, 32 anos, ficou 15 dias na Jordânia alojada em um acampamento de refugiados sírios: deu aulas de culinária e visitou famílias que fugiram da guerra (cont no link acima)…

ÁFRICA SEM SAFÁRI - Mariana, em favela do Quênia: reforço escolar para crianças e mergulho na cultura local (Michel Coeli/.)

– Dia Nacional de Mobilização dos Homens pelo Fim da Violência Contra as Mulheres.

Repost, com a referência abaixo:

Dia Nacional de Mobilização dos Homens pelo Fim da Violência Contra as Mulheres

Hoje, 6 de dezembro é uma data que tem o objetivo de sensibilizar os homens na lutar pelo fim da violência de gênero.

Nessa mesma data houve uma tragédia ocorrida no ano de 1989, em Montreal, Canadá.

Neste dia, um homem teria entrado armado numa sala e ordenado que todos os outros saíssem, restando portanto só as mulheres. Esse homem de posse de uma arma teria disparado contra as mulheres, matando 14 delas, e deixando dez feridas. O motivo? Ele era contra o avanço das mulheres na sociedade. Em seguido, ele teria tirado a própria vida.

Essa história é inclusive, lembrada pela ONU ( Organização das Nações Unidas), como a maior iniciativa contra a violência.

Na nossa sociedade, apesar da legislação assegurar direitos no combate à violência, muitas vezes, sentimos que ainda há um despreparo no Congresso Nacional que assegure medidas mais severas em relação aos caso de violência os quais continuamos sendo vítimas. O risco de morte continua o mesmo, quer dizer, a mulher continuam fazendo parte de uma estatística absurda. Dados revelam que a violência contra a mulher não deve só despertar polêmica, mas, ganhar uma nova consciência no intuito de tentar inibir histórias trágicas.

Até quando vamos viver em busca de um hospital, ao invés de uma delegacia? Porque é mais fácil curar aonde foi ferido, ou lesionado, ainda que superficialmente, ao invés disso ter um basta? Quantas mulheres irá precisar morrer para que sejam vistas como pessoas de direito? Não basta dizer ” morreu porque foi vítima da violência “. Morreu porque estava disponível demais, ou porque se recusou a fazer algo para o marido.

Considere os fatores que gera essa violência que na maioria das vezes acontece de modo silencioso. Diferente dos hospitais, das unidades de saúde de modo geral, a delegacia é um lugar, onde a vítima de violência tem que se sentir segura. É triste olhar o mapa da violência, os dados, números crescentes, casos que continuam ganhando repercussão na mídia nacional e perceber como essa mulher continua insegura dentro do lar, bem como, fora dele. Quando uma mulher vai a uma delegacia por exemplo, dizer que não suporta mais tanta agressão e humilhação, ela já tem o corpo e a alma cheios de dores de tanto apanhar do companheiro, do marido ou do namorado. A maioria não vai, por não querer se expor e passar por constrangimentos novamente. Porém, quando ela faz isso, compreende que não precisa mais passar por nada disso. Simplesmente ela quer respeito.

Todavia, quando a mulher será respeitada pelo fato de ser mulher? E não de sofrer porque é mulher? Quem irá nos oferecer essa resposta? Nós, obviamente. A mulher tem que resistir. A mulher, a sociedade devem atuar juntos, serem firmes em relação ao enfrentamento da violência.

Homem, tenha consciência, faça a sua parte!…

Não a violência contra a mulher .

Marii Freire Pereira

https://pensamentos.me/ VEM comigo!

Imagem: google. Olhadelondrina.com.br.

Fonte: OAB-PR, com informações CUT-PR

Santarém, Pá 6 de dezembro de 2020

– Político, mas Apartidário.

Sempre aprendi que a política é a arte de se relacionar. Entretanto, a má prática vira politicagem.

Neste mundo difícil, não devemos ser apolíticos. Podemos ser apartidários, mas não alienados. Gosto desse pensamento:

A política perfeita é um ato de amor ao próximo; não basta viver, é necessário conviver e participar.”

Santo Agostinho, Doutor da Igreja.

Perfeito.

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– #tbt 4: Vamos doar Sangue ou Plaquetas?

Repost de 5 anos:

Hoje (e todo dia) é dia de #Doação de #Sangue e #Hemoderivados. Estou fazendo a minha doação de #plaquetas aqui no #BancoDeSangue do #HIAE. Seja #voluntário também. Você ajuda o próximo e faz o #bem sem olhar a quem

Lembrando: até 4 doações de sangue e 12 doações de plaquetas / hemoderivados anuais. Não faz mal, não dói e não lhe fará falta. E, certamente, sua #solidariedade + #cidadania despertará a outros!

#DoaçãoDeSangue 

#Voluntariado

#DoeSangue 

#DoeHemoderivados

@hiae

(OPS: gostaram do cartaz motivacional? Foi feito pela artista e voluntária-mirim Marina Porcari)

 

– #tbt: Diploma Capitão Nivaldo Bonassi.

Há exatamente 4 anos…

Nesta semana, na 5a feira (26), a Câmara Municipal de Jundiaí promoveu a distribuição dos títulos honoríficos às pessoas da cidade. Com alegria, por indicação do vereador Antonio Carlos Albino, fui agraciado com a homenagem intitulada “Diploma ‘Capitão Nivaldo Bonassi’ de Incentivo ao Esporte Jundiaiense”.

Realizado no Teatro Polytheama, o evento mostrou o quão forte é a cidade de Jundiaí e como são relevantes seus munícipes. Uma festa da democracia e em especial da sociedade. Muito bonito, extravasando momentos da nossa cultura e exaltando nosso sentimento de amor e dedicação às causas sociais da Terra da Uva.

Muito honrado fiquei com a cerimônia. Honra maior por ver tantos amigos e receber tanto carinho.

De coração a todos, obrigado!

Nas fotos: com minha esposa e filhas (canto esquerdo superior), com meu pai e minha madrasta (canto direito superior) e a homenagem com minha filha e o vereador Albino.

– Doe Sangue e Plaquetas!

Alguns aprendem pelo AMOR, outros pela DOR. Uma breve história:

Foi pela DOR que me conscientizei e me tornei doador de sangue e de plaquetas. Após uma experiência pessoal, vi que tal ato humanitário é essencial, embora desprezado pela maioria.

Mas não venho usar espaço para isso nesse momento. Venho pedir: os bancos de sangue de todo o Brasil estão precisando com urgência de Doadores de Sangue e Doadores de Plaquetas! Com as festas de final de ano, o número de doadores voluntários cai muito.

Que tal um ato solitário que dignifica o homem? Doe sangue ou doe plaquetas. Não dói nada, é rápido e faz bem para o corpo e para a alma. Até eu que tenho “fobia de agulhas” sou doador! Qual o problema então?

Os necessitados de sangue e plaquetas agradecem!

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– Comungar-se com as Coisas que se Convive

Se você costuma praticar o bem, o hábito lhe transforma numa pessoa sempre boa. Se convive com solidários, a solidariedade se torna intrínseca em seu coração. Se procura pessoas sábias, a sabedoria se tornará cotidiana.

Acredito que a convivência influencia as pessoas (algumas em muito; outras, em pouco). Há de se ter muita resiliência para não se influenciar.

Compartilho tal reflexão:

Tudo o que amamos profundamente converte-se em parte de nós mesmos.

Helen Adams Keller, educadora americana(1880-1968)

Concordo e assino embaixo!

– O caso Zara e o suposto Racismo: como pode?

Estamos no século XXI. O homem explora o Universo, desenvolve máquinas que têm inteligência artificial, cria ambientes virtuais e metaversos, mas… ainda julga pessoas por conta da cor da pele?

De nada adianta a Evolução Tecnológica se há regressão de dignidade. A história da Zara no Ceará, que viralizou no Brasil, é um desses exemplos não críveis nos dias de hoje, tamanho o absurdo (caso seja comprovado).

O andamento dessa triste história, extraído de: https://www.bbc.com/portuguese/brasil-59005086

– Quanto custa a Virgindade de uma Jovem Índia Amazônica

Meu Deus! Leio na Internet (Portal Terra) que na Amazônia, meninas indígenas de 15 anos se prostituem a R$ 5,00. Se virgens, o preço sobe para R$ 20,00.

Chegamos aos tempos apocalípticos, da perda dos valores morais, materiais e emocionais?

A culpa maior não é dos cafajestes que pagam isso para as mocinhas? Aliás… são homens ou animais? Só existe cafetão e prostituição pois há mercado consumidor.

Que mundo cão!

– O Comércio de Bebês para adoção via Facebook!

Foi de dias atrás, mas é assustador… Veja:

Onde é que chegaremos?

Leram a respeito de grupos de “compra e venda de crianças” pelas Redes Sociais?

Assombroso…

Extraído de: https://vejasp.abril.com.br/cidades/rede-adocao-clandestina-facebook/

MP DESCOBRE REDE DE ADOÇÃO CLANDESTINA DE BEBÊS PELO FACEBOOK

Grupos pedem e ofertam crianças com naturalidade; caso veio à tona com denúncia de um casal arrependido de ter entregado a filha

Por Adriana Farias

No dia 28 de agosto, o núcleo de investigação do Ministério Público de São Paulo na Barra Funda denunciou à Justiça dois advogados por falsidade ideológica na realização de uma adoção clandestina de bebê na capital. Durante nove meses, os promotores monitoraram uma série de páginas do Facebook que intermedeiam encontros entre pais e interessados em recém-nascidos, burlando a fila pública de adoção.

É a primeira vez que a equipe reúne provas suficientes para confirmar a irregularidade. A lei que rege o assunto foi endurecida em outubro do ano passado, quando a prática passou a ser classificada como crime de tráfico de seres humanos, com pena prevista de quatro a oito anos de prisão. “Antes era necessário haver violência ou abuso, agora a simples fraude na adoção pode ser enquadrada nesse delito”, explica o promotor José Reinaldo Guimarães Carneiro.

Durante um mês, VEJA SÃO PAULO teve acesso às conversas entre usuários do grupo fechado Meu Bebê Não Usa Quero Doar, que se passava por uma comunidade para a troca de roupinhas infantis. Ali, pedem-se e ofertam-se crianças com uma naturalidade assustadora (leia quadro ao fim do texto). Foi em uma página semelhante a essa, chamada Doar Bebê, que o casal Rebeca, de 20 anos, então no quarto mês de gestação, e Higor, 23, entrou no ano passado quando decidiu entregar a filha (eles concederam entrevista com a condição de não ter o sobrenome divulgado).

Moradores de um bairro pobre da Zona Leste e pais de outras duas crianças, eles se viram sem condições financeiras de sustentar o terceiro rebento. “A ideia era entregar a neném a uma família que pudesse lhe oferecer o melhor”, justifica Rebeca.

Em conversas na rede, eles conheceram a advogada Elisabete dos Santos, que intermediou o contato com o casal de também advogados Eliseu Minichillo de Araujo e Cristiane Aparecida Sanches, interessado na bebê. Elisabete, Rebeca e Higor encontraram-se pessoalmente três vezes, uma delas no Shopping Aricanduva, e acertaram os detalhes da entrega, que seria realizada sem o pagamento de dinheiro.

A bebê nasceria em uma clínica particular em Santo André onde o esquema estaria acertado. Araujo registraria a criança como pai e, após um ano, entraria com um pedido de guarda para sua mulher, a fim de tentar regularizar a situação. Esse processo é ilegal. “De cada dez casos de adoção, pelo menos um ocorre dessa forma”, conta a juíza Monica Arnoni, da 7ª Vara da Família.

O plano deu errado porque Rebeca entrou em trabalho de parto antes do previsto e a criança acabou nascendo às pressas dentro de um carro do Uber no estacionamento do Hospital Municipal Dr. Alípio Corrêa Netto, em Ermelino Matarazzo, em 25 de agosto do ano passado.

Araujo e Elisabete tentaram manter o negócio e, passando-se por parentes da mãe biológica, conseguiram tirar a recém-nascida da maternidade. Em nota, a Secretaria de Saúde afirma que a criança deixou o local com a mãe e o “namorado”, e diz estar colaborando com as investigações do Ministério Público.

Naquele mesmo dia, no entanto, Rebeca e Higor se arrependeram e pediram a bebê de volta. Após três dias de tentativas frustradas de recuperá-la, acionaram a polícia, Vara da Infância e Conselho Tutelar. Uma semana depois, a pequena foi devolvida em uma delegacia. Araujo e Elisabete acabaram denunciados pelo MP, mas, até quarta (13), ainda não haviam sido citados como réus pela Justiça.

“Não houve maldade, só pensamos no bem da criança”, diz Araujo. Caso condenados, os dois podem pegar cinco anos de reclusão. “Só quis ajudar uma amiga a realizar o sonho de ser mãe”, afirma Elisabete. Como a lei brasileira não enquadra como criminoso quem doa o filho em caso de desespero, Rebeca e Higor não serão indiciados. A bebê completou 1 ano recentemente, e o casal está recebendo ajuda financeira de parentes e acompanhamento da Vara da Infância.

NEGOCIAÇÃO ÀS CLARAS

Postagens em páginas do Facebook

“Espero encontrar uma mulher decidida a doar seu bebê de 0 a 4 anos.” Clésia, em 10 de agosto

“Quero doar o meu filho.” Maria, em 2 de agosto

“Desejo adotar uma menina, busco em qualquer estado.” Livia, em 24 de julho

“Me perdoem o desabafo, mas não quero ficar com esse bebê.” Marli, em 30 de julho

“Estou querendo um bebê, pois não posso ter filhos, me chama no WhatsApp.” Ana Paula, em 24 de julho.

– 90 anos de Desmond Tutu.

Eu me lembro bem nos anos 80 do arcebispo anglicano Desmon Tutu. Foi o primeiro negro a ocupar tal posto na África do Sul, e viveu na pele o Apartheid.

Defensor dos pobres, do diálogo e da luta contra o racismo (foi Prêmio Nobel da Paz em 1984), deixou uma das mensagens (abaixo) mais significativas. E hoje ele completa 90 anos de idade!

Que o imitemos em propósito:

“Meu pai costuma dizer: ‘Não eleve a sua voz. Melhore seus argumentos’.”

– A era da contraditória esquizofrenia social.

Recebi esse texto, cujo autor (Almir Favarin) por ignorância eu não conheço, mas que é sensacional ao explicar com perfeição esses tempos de intolerância a certas coisas e, contraditoriamente, tolerância irrestrita a outras.

Compartilho:

ESQUIZOFRENIA SOCIAL

Por Almir Favarin, Teólogo e Psicanalista

Vivemos numa época onde querem que os padres se casem e que os casados se divorciem.

Querem que os héteros tenham relacionamentos líquidos sem compromisso, mas que os gays se casem na Igreja.

Que as mulheres tenham corpos masculinizados e se vistam como homens e assumam papéis masculinos. Querem  que os homens se tornem “frágeis” e delicados e com trejeitos, como se fossem mulheres. Uma criança com apenas cinco ou  seis anos de vida já tem o direito de decidir se será homem ou mulher pelo resto da vida, mas um menor de dezoito anos, não pode responder pelos seus crimes.

Não há vagas para os doentes nos hospitais, mas há o incentivo e o patrocínio do SUS para quem quer fazer mudança de sexo.

Há acompanhamento psicológico gratuito para quem deseja deixar a heterossexualidade e viver a homossexualidade, mas não existe nenhum apoio deste mesmo SUS para quem deseja sair da homossexualidade e viver a sua heterossexualidade e se o tentarem fazer, é crime.

Ser à favor da família e religião é ditadura, mas urinar em cima dos crucifixos é liberdade de expressão.

Se isso não for o Fim dos Tempos, deve ser o ensaio…

– Jovens Desprovidos de Vaidade

Como é bom ver pessoas desprovidas de interesses particulares obscuros e que se comprometem a ajudar o próximo simplesmente pela solidariedade!

Compartilho esse ótimo exemplo, sobre como jovens abdicam do lazer para trabalho voluntário em favelas da Grande SP.

Extraído de: http://www1.folha.uol.com.br/fsp/cotidian/ff1608200917.htm

UNIVERSITÁRIOS CONSTROEM CASAS EM FAVELAS

Jovens de classe média de São Paulo atuam em comunidade em Suzano para construir casas mais dignas para famílias carentes . 120 voluntários se reuniram para construir dez casas de madeira, com 18 metros quadrados cada uma, durante um final de semana

De Márcio Pereira:

Sábado ensolarado na Grande São Paulo. Enquanto muitos jovens de classe média ainda curtiam as férias prorrogadas por conta da propagação do vírus da gripe suína no Estado, uma estudante de relações internacionais da ESPM (Escola Superior de Propaganda e Marketing) segue com seu carro, um Polo preto, para uma favela em Suzano.

Marina Santos, 20, mora na Granja Julieta (bairro nobre na zona sul de SP), é filha de um auditor e de uma professora. Sua única irmã está cursando arquitetura na Faap.

Ela é uma das personagens que fazem parte da história da ONG chilena Um Teto para Meu País no Brasil. Entidade instalada em São Paulo há três anos e que construiu 195 “casas de emergência” em quatro cidades paulistas: Guarulhos, Itapeva, São Paulo e Suzano.

As casas são de madeira, pré-fabricadas, têm 18 metros quadrados e podem ser erguidas em dois dias de trabalho, com a ajuda de oito a dez voluntários.

Cada unidade sai por R$ 3.500 e a família que recebe a “casa de emergência” paga 10% desse valor, o restante é custeado por meio de doações de empresas e das prefeituras. “Em Suzano, conseguimos um valor melhor. Cada família pagou R$ 150 pela casa”, conta Larissa Dantas, 24, diretora social da ONG. (Continua em: Universitários constroem casas em favela)

– A triste discriminação contra as meninas do Red Bull Bragantino.

Não é possível que as jogadoras de futebol feminino ainda sejam rotuladas pejorativamente em nosso país. Vide o que aconteceu com as garotas do Red Bull Bragantino: nessa semana, desfilaram na cidade e foram aplaudidas pela conquista do título do Brasileirão da 2a divisão da categoria. Mas nas redes sociais… ataques racistas e homofóbicos.

Abaixo, extraído de: https://jornalempauta.com.br/jogadoras-do-red-bull-bragantino-sao-alvo-de-racismo/

JOGADORAS DO RED BULL BRAGANTINO SÃO ALVO DE RACISMO

por Filipe Granado

Um perfil falso no Instagram iniciou na noite de ontem, 17, ataques racistas as jogadoras do Red Bull Bragantino.

A primeira vítima foi a atleta Isabela, que recebeu uma mensagem privada escrito: macaca feia nojenta.

Ainda na noite de ontem, ela postou em seu Instagram o print do ato de racismo, com a mensagem: “Sofri um ato racista e essa pessoa está proferindo palavras ofensivas não só pra mim, mas para pessoas conheço e até mesmo em lives”. E na sequência, mostrava o perfil falso e pediu para que as pessoas denunciassem a página racista.

Hoje, 18, Isabela gravou um vídeo de agradecimento. “Quero agradecer as mensagens, as denúncias que vocês têm feito a este fake, justamente para que outras pessoas não passem por este tipo de constrangimento. Deus abençoe”, disse.

Após a exposição do caso, o criminoso passou então a atacar todas as jogadoras do Red Bull Bragantino, como um todo. Em seus stories, postou mensagens racistas e homofóbicas.

“Quando essas negritas eram escravas, não acontecia isto”, “As horríveis do Bragantino feminino ganharam uma p… e acha que tem moral pra falar. Volta pra cozinha minha escrava” e republicando um post do time masculino , trazia a frase: “o verdadeiro futebol! Sem LGBTQI+ e macaco”, expressos por meio de emojis, foram algumas das ofensas publicadas, parte delas já apagadas.

Aparentemente, pela foto de perfil cuja visualização não é nítida, trata-se de um adolescente que utiliza um nome falso. Inclusive ele teve a audácia de publicar um novo perfil fake, para as pessoas seguirem, caso este seja desativado.

Até a publicação desta reportagem, ambos perfis não haviam sido banidos pelo Instagram.

POSICIONAMENTO DO RED BULL

A assessoria do clube informou ao Em Pauta que departamento jurídico do Red Bull está em contato com o supervisor do time feminino e dará toda assistência que as atletas precisarem.

Inclusive, o Facebook, proprietário do Instagram também já foi contatado.

POSICIONAMENTO DO INSTAGRAM

O Em Pauta entrou em contato também com a assessoria de imprensa do Instagram, em busca de um posicionamento da empresa. Até a publicação desta reportagem, não obtivemos retorno.

O Em Pauta repudia qualquer ato de racismo e se solidariza com a equipe que recentemente brilhou trazendo para Bragança Paulista o título de campeão Brasileiro A2.

– Os Drones que poderão fiscalizar as Rodovias. Realidade ou Fake?

É Fake News, mas poderia ser real com os avanços tecnológicos!

Bombou na Internet há dois anos o vídeo onde um drone consegue captar nas rodovias paulistas os motoristas que falam ao celular, dirigem com o braço para fora e cometem outras infrações. 

Muitos ficaram assustados. Mas, verdade ou mentira, independente o que seja, para o bom motorista nunca haverá problemas. Certo?

Assista abaixo: ​

– Os Filhos Vítimas de Mães que usam Drogas

Assustador. Não há outro adjetivo para descrever o que acontece com as crianças cujas mães usam drogas.

Você sabia que bebês filhos de viciadas em heroína tem que receber a droga para se acalmarem? Absurdo, mas necessário.

E que algumas deficiências mentais são resultantes de mães que usam crack?

Veja que situação triste, na reportagem de Cristiane Segatto, da Revista Época, Ed 22/06/2011, pg 67-68.

OS BEBÊS DO CRACK

Cresce o número de recém-nascidos expostos à droga na gestação. Estudos sugerem que ela afeta o desenvolvimento cerebral das crianças.

Cerca de 600 bebês nascem todos os meses na Maternidade Estadual Leonor Mendes de Barros, a principal da Zona Leste de São Paulo. A neonatologista Graziella Pacheco Velloni é responsável pelos primeiros cuidados que eles recebem. Na semana passada, a médica tentava aliviar o sofrimento de gêmeos prematuros nascidos no início do mês com pouco mais de 1.200 gramas. Os meninos ainda precisavam receber oxigênio e eram alimentados por meio de uma sonda gástrica. Do lado de fora da UTI, não havia pai, mãe, avó ou parente distante torcendo por eles.

A mãe, uma moça de 22 anos, recebeu alta e não voltou mais. Graziella suspeita que as crianças tenham sido expostas ao crack na gestação. A médica está acostumada a lidar com dramas desse tipo, que não são raros naquele hospital. Mas acostumada não significa conformada. “Meu sentimento é de total impotência”, afirma. “A gente fica em dúvida sobre o que seria melhor para essas crianças: viver com os pais viciados ou viver sem os pais?”

Em 2007, apenas uma criança nascida na maternidade foi encaminhada à adoção porque a mãe, dependente química de crack ou cocaína, abriu mão do bebê. Em 2008, foram 15 casos. No ano seguinte, mais 26. Em 2010, outros 43. Só no primeiro trimestre deste ano, o hospital encaminhou 14 recém-nascidos para a Vara da Infância e Juventude. Eles vão para abrigos e ficam à espera de adoção.

“O consumo de crack durante a gestação é um grave problema médico e social”, afirma Corintio Mariani Neto, diretor do hospital. Ele diz que a droga pode provocar diversos problemas: descolamento da placenta, falta de oxigenação, retardo do crescimento, baixo peso no nascimento e morte neonatal. Quando o bebê sobrevive, surgem preocupações sobre a extensão dos danos provocados pela droga. Há os problemas visíveis e imediatos e há os danos posteriores, relacionados ao desenvolvimento – sobre os quais ainda se sabe pouco. Quando a grávida usa crack ou cocaína, o bebê costuma nascer hiperexcitado, irritado, choroso. É sinal de que a droga chegou ao cérebro e pode ter provocado alterações de desenvolvimento. Mas o resultado desse contato precoce só pode ser observado anos depois, quando a criança começar sua vida escolar.

Nos primeiros dias depois do parto, a droga é metabolizada pelo fígado do bebê e expelida nas fezes. Em cerca de uma semana, a criança está livre da substância. Bebês expostos à cocaína e ao crack durante a gestação não nascem com síndrome de abstinência evidente, como ocorre quando a mãe usa heroína, morfina e qualquer outro derivado do ópio. Nesses casos, o organismo dos bebês sente falta da substância. Para tratá-los é preciso dar a mesma droga e reduzir a dose aos poucos.

A grande preocupação em relação ao crack e à cocaína é o desenvolvimento futuro da criança. “As drogas alteram a arquitetura cerebral do feto. Elas mudam a formação de sinapses, conexões e circuitos. Ao final, podem provocar alterações cognitivas que prejudicam a vida social e escolar da criança. Sua capacidade de entender conceitos abstratos e fazer associações pode ser comprometida”, diz Ruth Guinsburg, professora de pediatria neonatal da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).

Um dos grupos mais dedicados ao estudo desse problema é o da americana Emmalee S. Bandstra, professora de pediatria, obstetrícia e ginecologia da Universidade de Miami. No final dos anos 1990, a equipe dela reuniu 476 recém-nascidos (nenhum prematuro) para realizar um amplo estudo sobre os efeitos da exposição à cocaína e ao crack durante a gestação. Metade das mães usava drogas de forma frequente e metade não usava. O estudo, que ainda continua, deu origem a vários artigos científicos. Em um deles, a equipe avaliou funções intelectuais e capacidade de aprendizagem aos 7 anos. O risco de apresentar dificuldades de aprendizagem foi três vezes mais elevado no grupo de crianças que teve contato com a droga.

“As habilidades matemáticas parecem ser as mais afetadas”, escreveu Emmalee num artigo publicado na revista científica Developmental Neuropsychology. “Essa descoberta desperta questões sobre os processos neuropsicológicos que podem ser afetados.” As competências matemáticas são comandadas por várias regiões do cérebro, entre elas o hemisfério direito, o lobo frontal e o lobo temporal. Em tese, portanto, o consumo de crack durante a gestação poderia ter impacto sobre diversas regiões do cérebro do bebê. O primeiro passo para tentar entender a extensão do problema é identificar as crianças afetadas. Mas o Ministério da Saúde do Brasil não tem ideia de quantos recém-nascidos são expostos a drogas durante a gestação. “Precisamos ficar atentos a esse problema porque deve haver muita subnotificação”, diz a professora Ruth, da Unifesp. A equipe do Leonor fez um esforço para contar os casos e investigá-los. É um exemplo a ser seguido.

– Enquanto alguns passam fome…

A FAO (organismo da ONU que cuida sobre o tem “alimentação”) informa: 1/3 da comida do mundo é desperdiçada!

Desde pequeno aprendi que se deve comer o necessário (embora a gula prejudique), mas nunca jogar resto de alimento, pois comida é algo sagrado.

E é mesmo! Quanta gente passando fome e a gente ignorando isso. Fato!

– Faça o bem sem esperar nada em troca.

Esse meme com o Snoopy é bacaninha, mas respeitosamente discordo: a vida não é um “toma lá, dá cá”. Sendo assim, devemos fazer o bem sempre, sem nada esperar!

Fazer o bem esperando retribuição é conveniente. Fazer o bem despropositalmente, aí sim é grandioso.

Em todo caso, a imagem abaixo:

– Pobres Juízas Afegãs…

Se “ser mulher no Afeganistão” é algo surreal nos dias atuais, imagine ser juíza e ter condenado um terrorista talibã!

No atual cenário, é óbvio que as mulheres do Judiciário de lá correm risco de morte… E o Brasil poderá ser um lugar de refúgio a elas.

Extraído de: https://jovempan.com.br/programas/jornal-da-manha/juizas-afegas-pedem-ajuda-ao-brasil-para-fugirem-do-taliba-fux-sinaliza-apoio-a-iniciativa.html

JUÍZAS AFEGÃS PEDEM AJUDA AO BRASIL PARA FUGIREM DO TALIBÃ.

Centenas de juízas afegãs pediram ajuda ao Brasil para fugirem do Talibã, grupo extremista que assumiu o controle do Afeganistão após a saída das tropas norte-americanas do país. Em entrevista ao Jornal da Manhã, da Jovem Pan, a ministra do Superior Tribunal Militar, Elizabeth Rocha, defendeu a necessidade do país conceder asilo político para essas mulheres. Segundo a magistrada, as juízas enviaram um pedido de socorro por meio da Associação das Juízas Afegãs. A solicitação de ajuda também foi enviada à IAWJ, que é Associação Internacional de Juízas Mulheres. “Elas enviaram o pedido porque as suas vidas estão correndo risco na medida em que, quando exerceram a magistratura, elas julgaram e condenaram homens do Talibã”, explica a ministra. Inicialmente, 260 juízas pediram o apoio do Brasil. Agora, esse número é menor, pois muitas delas foram assassinadas pelo grupo terrorista. “Infelizmente, não são mais 260 juízas. Nós já soubemos que várias delas já morreram e que suas famílias estão sendo perseguidas”, contou Elizabeth.

A ideia inicial é trazer as magistradas para o Brasil com asilo político e passaportes humanitários para as suas famílias. “O nosso país tem uma tradição de acolher os exilados políticos. Fez assim com os sírios e haitianos. A ‘Operação Acolhida’, realizada pelo exército brasileiro em Roraima, é um sucesso, um exemplo humanitário para o mundo. E mais do que isso, o Brasil é signatário de tratados internacionais de direitos humanos. Está na hora desses tratados se fazerem valer e terem efetividade”, defendeu. De acordo com Elizabeth Rocha, algumas autoridades brasileiras já se posicionaram favoravelmente à iniciativa. Entre elas, o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), o ministro Luiz Fux, e o ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ), Humberto Martins. A ministra do Superior Tribunal Militar afirmou que uma reunião ministerial está marcada para esta quinta-feira, 2, para discutir o assunto. Estarão presentes os ministros da Defesa, das Relações Exteriores, da Justiça, da Casa Civil e Mulher, da Família e dos Direitos Humanos. “O ministro da Defesa foi extremamente sensível aos nossos apelos e se prontificou a nos ajudar dentro daquilo que fosse possível. Hoje haverá uma reunião ministerial com a presença do Ministério das Relações Exteriores, porque o nosso chanceler está empenhado a lidar com a questão com a maior celeridade”, relatou Elizabeth.

Além das forças nacionais, será necessária a ajuda internacional. “O ministro Luiz Fux ventilou com a possibilidade de uma cooperação internacional, já que já existem acordos firmados entre o Supremo, o Conselho Nacional de Justiça e os Estados internacionais nesse sentido. Mas esses acordos, lamentavelmente, ainda não têm um caráter oneroso e essas mulheres precisam sobreviver no país”, lamentou a ministra, que justificou que essa cooperação internacional é indispensável para a execução da iniciativa. “Nós estamos buscando uma cooperação internacional, porque o Brasil não tem condições de enviar aviões e fazer resgates no solo afegão. É preciso que elas estejam, ao menos, no Paquistão para que nós possamos buscá-las”, disse. O governo do Paquistão ainda relatou precisar de ajuda financeira, já que não há estrutura no país para manter as juízas e suas famílias. O país precisa que elas sejam retiradas em, no máximo, 30 dias.

Em: https://youtu.be/alXcqql4frk.

– #tbt 3: Para Prefeito de Jundiaí, votarei em… Marina Porcari, 7 anos.

Há 5 anos…

Uma ótima atividade na escola da minha filha, que me deixou muito orgulhoso com seu desempenho (pai coruja, mas com justo motivo). Com seus errinhos de português, mas com grande sabedoria e sinceridade, disse um pouquinho do que faria se fosse prefeita da nossa cidade. Abaixo:

TATO ECOLÉGIO, 2o ano, profa. Maria Edith:

PERGUNTA: Muitos jovens pedem esmolas para comprar um simples pãozinho. Mas o que fazer para resolver esse problema tão sério de falta de moradia, emprego, comida e escola para as pessoas? Imagine que você é o prefeito da cidade e resolverá esse problema. A partir do seu mandato ninguém mais dorme na rua, todos têm o que comer e uma escola para estudar. Escreva algumas soluções encontradas por você para resolver tudo isso.

RESPOSTA: Eu dividira o dinheiro dos impostos em 8 partes, uma para cada coisa:

1- Escola,

2- Hospital,

3- Casas,

4- Orfanato,

5- Emprego,

6- Fatecs,

7- Etecs,

8- Creches.

Com isso acredito que o mundo pode melhorar. O Governo tem esse papel. Se o Governo não faz, nós, as crianças, vamos fazer! É um grande passo! Jesus disse: “vinde a mim as criancinhas, porque a elas pertence o Reino do Céu”.

Devemos começar essa atitude! Podemos mudar isso! Vamos tomar essa atitude? Vamos fazer isso?

Vamos mudar o mundo? Não sei, mas se tentarmos é isso que importa. Mas uma coisa eu tenho certeza: sozinhos, isso não podemos fazer. Os números falam que as crianças não têm o direito de governar [pela idade], mas isso não está certo. As crianças não são corruptas. Isso depende de você, de mim, de nós! Vamos conseguir porque a união faz a força. Então vamos lá! Nós vamos fazer isso sim! E nós vamos conseguir porque não tem ninguém mais honesto que as crianças. Vamos!!!

Ah se nossos políticos fossem puros como nossas crianças…

Um detalhe: ela criou o PHP – Partido da Honestidade Presente, e declarou que “vai ter que entrar na Política para acabar com a corrupção. Mas enquanto ela não pode ser candidata a nada, vai ajudar do jeito que puder”.

Meu voto é para ela (e o coração também).

– Setembro Amarelo: ligue o alerta!

O CVV é uma das ONGs mais antigas do país. Fundado em São Paulo em 1962, atua no apoio emocional e na prevenção do suicídio por meio do telefone 188,…

Continua no link em: Setembro amarelo