– Contra o Fanatismo: Ponderação!

Impressiona como falar sobre Política de uma maneira isenta acaba sendo prejudicial para o cara sensato. “Isentão” virou palavrão e adjetivo negativo! TEM que ser Lula ou Bolsonaro, Direita ou Esquerda, a fim de agradar quem não respeita pensamento discordante.

O gozado são as pessoas brigando entre si! Vivem, respiram, verborrageiam Política. Ou melhor: seus ídolos políticos. E os blindam de qualquer erro – são imaculados!

Compartilho, pois foi dito há milênios, mas continua atual:

O ignorante afirma, o sábio duvida, o sensato reflete.”

Aristóteles, na Grécia Antiga

Não necessita de maiores discussões ou complementos.

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Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida. Crédito da arte na própria imagem.

– CF 2021: Fraternidade e Diálogo, Compromisso de Amor. Mas é isso o que está ocorrendo?

A Campanha da Fraternidade, normalmente organizada pela Igreja Católica no Brasil através da CNBB, em 2021 será elaborada pelo CONIC (Conselho Nacional de Igrejas Cristãs do Brasil), e terá (como em algumas outras oportunidades) o caráter ecumênico.

Sobre o Tema: “Fraternidade e Diálogo, Compromisso de Amor”, usando o Lema: “Cristo é a nossa paz. Do que era dividido, fez uma unidade.” (usando a passagem de Ef 2,14ª), a ideia é levar a unidade na diversidade. E isso tem causado tanta polêmica…

Embora existam várias igrejas cristãs, um só é o Senhor Jesus Cristo. Adorá-lo e segui-lo na igualdade se faz necessário, sabendo mesmo assim que há de se respeitar as interpretações diferentes. Estar em unidade no que se comunga, separando do que se diverge, é necessário para um mundo mais unido e tolerante.

Em 2021, a temática aborda a urgente carência de conversar com todos os fiéis e não fiéis, pois “ser cristão é amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a si mesmo”. Se eu desrespeito o marginalizado, como posso me intitular um “novo Cristo”? Lembremo-nos que insistentemente Jesus falava que os sadios não precisavam de médico, mas sim os doentes. Recordemo-nos ainda que Ele não julgou a prostituta, nem os cobradores de impostos (pessoas malquistas em seu tempo), nem condenou o tributo a César, mas chamava a todos à uma vida nova, “dando a Deus o que é de Deus, a César o que é de César”.

A grande preocupação é que, muitos extremistas conservadores, acabaram por taxar tal iniciativa como “comunista”, “anticristã” e “sacrilegial”, pois se busca conversar com aqueles que estão fora do Catolicismo – de outras crenças não cristãs a ateus, de comportamentos não tradicionais e de marginalizados. Inclua-se, ainda, o grito contra a violência aos LGBTs e outras comunidades discriminadas.

Ora, a caridade cristã constitui-se no amor indistinto, puro, verdadeiro e desinteressado. Cristo não anunciaria a todos eles também? Lembremo-nos da Samaritana! Ou, se preferir, reflita no lema da Campanha: “Cristo é a nossa paz. Do que era dividido, fez uma unidade”.

Que reino permanece firme se for dividido? Que sociedade teremos se formos todos separados por “categorias de humanos”?

As pessoas estão confundindo respeito à dignidade humana com apologia à práticas diversas. E isso é péssimo… nada de radicalismo que deturpa a própria fé

Vivamos e aprendamos acolhendo nossos irmãos nessa CF 2021!

O que me assusta, confesso: pessoas que se dizem católicas atacando a Igreja Católica no Brasil por tal campanha, e por empolgação criticando o clero e o Papa Francisco! Será que elas realmente são católicas, ou estão cegas pelo fanatismo? Ou pelo contrário: rasas pelo desconhecimento da Missão Social da Igreja e do legado de Jesus Cristo em si?

– Árbitras brasileiras em campo: o simbolismo da escala de um trio feminino em competição masculina da FIFA.

Quando selecionadas as brasileiras Edna Alves e Neuza Back pela FIFA para o Mundial de Clubes do Catar 2020, tal fato causou muita surpresa para muitos – devido ao ineditismo. Também houve ciúmes e, lamentavelmente, até torcida contra. Abordamos isso em: https://wp.me/p4RTuC-sLt.   

Agora, finalmente, as juízes brasileiras são escaladas para a disputa do 5o x 6o lugar entre Al Duhail (Catar) vs Ulsan Hyundai (Coreia do Sul). Uma vitória!
Alguns amigos acham que é uma medida apenas para “fazer média”, devido a insignificância da importância do jogo (cá entre nós, jogo que vale o “título de 5o colocado” é realmente sem graça), dizendo que, se é para quebrar tabu, que seja em algo que tenha maior valor (como uma semifinal ou final).
Respeito tais pontos de vista, mas penso e reforço: é uma vitória para elas

Quando foi que a FIFA escalou num torneio global um trio inteiramente feminino em evento mundial masculino entre profissionais? É uma “primeira vez”, uma quebra de paradigmas – que, tomara, seja “pra valer” – onde a meritocracia independerá de gênero.

O simbolismo disso é mais amplo: estarão em campo num local machista culturalmente, onde as mulheres daquela região do mundo são marginalizadas em boa parte das atividades.

Torcerei por elas, representando as mulheres competentes e um novo momento da própria FIFA.

Se corresponderem à altura, não terá sido relevante a ideia de “fazer média”, pois a demonstração de competência terá falado mais alto e aberto uma porta que não se fechará.

A equipe de arbitragem será composta por:

ARB: Edna Alves Batista (BRA).
Bd1: Neuza Back (BRA).
Bd2: Marianna de Almeida (ARG).
4ºArb: Abdelkader Zitouni (TUN).
5ºArb: Humberto Panjoj (GUA).
VAR: Nicollas Gallo (COL).
AVAR: Julio Bascunan (CHI).

Boa sorte a elas!

– Uma Mensagem Atemporal

Ela já tem algum tempo que foi escrita, mas só li hoje. Tudo bem, serve para qualquer época do ano. Me refiro à mensagem de Natal do Papa Francisco que fala sobre o Amor Fraterno indistinto.

Abaixo:

“Fraternidade entre os indivíduos de cada nação e cultura. Fraternidade entre pessoas de ideias diversas, mas capazes de respeitar e ouvir umas às outras. Fraternidade entre fiéis de todas as religiões. Nossas diferenças não são um obstáculo ou um perigo. São uma fonte de riqueza.”

Que perfeição! A riqueza é a diversidade somada ao respeito, tratando-nos todos como irmãos! Que mundo perfeito teríamos se assim agíssemos ou ao menos pensássemos no dia-a-dia…

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Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida

– Doe Sangue por Amor! Um vídeo muito importante:

Se você ainda não se conscientizou suficientemente sobre a necessidade em ser um doador de sangue, vale a pena assistir esse filme.

É rápido e tocante. Você vai gostar! E lembre-se: DOE SANGUE, a vida agradece.

A seguir, em: https://www.youtube.com/watch?v=a5cvIpEpnsw

– CovidFest mostra que o povo paga pelos seus próprios pecados!

Muitos se questionam sobre ações preventivas públicas, vacinas e remédios nesta pandemia. Mas e se as pessoas não fazem a sua parte?

Extraído de: https://jornaldebrasilia.com.br/brasil/covidfest-lota-ipanema-e-nao-esvazia-nem-com-chegada-da-pm/

COVIDFEST LOTA IPANEMA

Essa foi apenas uma das festas ilegais que tomaram a orla da cidade, bloqueada para o Réveillon como forma de mitigar aglomerações

por Anna Virginia Balloussier e Cristina Camargo

Cenas na areia de Ipanema abarrotada de jovens, numa festa que começou na tarde de quarta-feira (30) e varou a madrugada, fizeram da praia carioca o novo símbolo do descaso com a segunda onda de Covid-19 num Brasil que beira as 200 mil mortes pelo vírus.

Os vídeos espraiados por redes socias foram capturados na altura da rua Farme de Amoedo, point LGBTI do Rio de Janeiro. “Olha como está a praia. Simplesmente lotado uma hora dessa. Não tem mais festa, mas elas não deitam”, diz um rapaz numa gravação que mostra centenas de homens, a maioria só de sunga, no lusco-fusco. Não há ninguém com máscara.

Em outro vídeo, com o sol ainda a pino, há um ou outro com algum tipo de cobertura na cabeça: bonés e chapéus de palha. De novo, zero máscara.

Essa foi apenas uma das festas ilegais que tomaram a orla da cidade, bloqueada para o Réveillon como forma de mitigar aglomerações. Nas redes, celebrações ganharam o irônico título de CovidFest.

“Somos uma tragédia ambulante”, escreveu um internauta ao comentar as imagens que viralizaram de pessoas dançando e bebendo em Ipanema.

“Juro que quando vi os vídeos que estão circulando enxerguei um cemitério com vários túmulos amontoados”, disse outro rapaz.

A Polícia Militar diz estar “desempenhando esforços para atuar nesse complexo momento e conscientizar a população sobre as regras previstas nos decretos da pandemia”. Não sabe quantificar quantos eventos do tipo foram desbaratados pelos policiais.

A PM atuou em Ipanema, mas, mesmo após interromper a festança, muitos homens continuaram na areia e no calçadão.

A Prefeitura do Rio diz que intensificou a fiscalização para a manhã desta quinta-feira (31) e a noite da virada.

O município chegou nesta quarta a 14.743 mortos por Covid-19. Segundo a Secretaria Municipal de Saúde, a taxa de ocupação na UTI do SUS para pacientes com o vírus (que inclui leitos de unidades municipais, estaduais e federais) é de 92%.

As informações são da Folhapress

– 100: Meu Dia de Agradecer!!!

Há exatos 4 anos, pude me regozijar por tal fato! Agora, devido a pandemia, fui obrigado a cessar as doações. Mas continuo incentivando! Abaixo, repost:

Muito feliz: hoje, dia de doar plaquetas! E ao todo: minha 100a vez.

A causa da doação voluntária surgiu em minha vida quando minha mãe estava doente, em 1995. Nunca havia doado nada e nem tinha noção da importância de tal gesto, e quando minha querida progenitora precisou, fraquejei.

Tentei doar a 1a vez logo quando ela necessitou. Desmaiei antes de começar o processo.

Tentei uma 2a vez, e ao ver o sangue passando pela mangueira à bolsa, idem.

Na 3a e última tentativa fracassada, em maio de 1997, meu estado emocional era ruim devido a gravidade da doença da minha mãe. A minha pressão caiu e fiquei extremamente perturbado. Uma senhora que estava à espera da doação se prontificou a doar para ela. Eu, ingênuo, agradeci e recusei, dizendo à generosa mulher que doasse sangue para o ente ou amigo que ela estava se prontificando. A resposta dela me marcou até hoje:

Eu não estou doando para ninguém que eu conheça, sou doadora voluntária e minha alegria é doar para aqueles que não podem agradecer e que eu nem sei quem é. O prazer em doar é simplesmente o de ajudar!“.

Foi um tapa em minha cara! Jamais pensei em “doação voluntária”, e por ter fobia de agulhas e sangue (não é medo da dor, é a soma da aicmofobia + hemofobia, o trauma de ser espetado e ver o líquido vermelhouma pura bobagem psicológica), não imaginei que eu poderia doar de verdade e justamente para pessoas que nem sei quem serão as receptoras.

Com a morte da minha mãe, insisti em fazer minha primeira doação voluntária pela honra da memória dela. Foi difícil, mas consegui.

Voltei uma segunda vez, com o propósito simbólico de agradecer à senhora doadora anônima (mesmo que essa pessoa que doou volutária e generosamente para a minha mãe não saiba). Também difícil, mas consegui.

Retornei a 3a vez, desta feita como um desafio pessoal para vencer minha barreira psicológica. Não a venci, mas fiz a doação.

Por fim, voltei ainda mais uma vez para doar voluntariamente, sem o propósito simbólico de devolver um favor, mas sim em ser cidadão solidário. Foi a melhor vez de todas! A alegria na alma extravasava o meu ser!!! Fiquei muito feliz.

Voltei a 5a, a 6a, a 7a… e resolvi encarar a dura missão de doar plaquetas (“dura” para quem é “panaca” como eu e pelas fobias citadas). Consegui, embora no começo pareça ser assustador (mas não é; é somente uma novidade).

Fui outras vezes, e junto dela com minha filhota Marininha, que se encantou com toda magia do “ajudar por amor sem desejar nada em volta” e abraçou a causa. Calma, é claro que ela não é doadora pela idade (um dia será, segundo ela própria), mas incentivando novos doadores sempre desenhando cartazes motivadores da doação.

Hoje, ciente da importância da doação de hemoderivados, estou acompanhado da minha esposa Andréia, das minhas filhas Marina e Estela (na barriga da mamãe), para a minha centésima doação. Pois é, a número 100!

Não sou eu quem deve ser aplaudido por tantas doações (acredite: há muitas pessoas com muito mais doações realizadas do que eu), mas sim as pessoas que INCENTIVAM novos doadores. O sangue e as plaquetas não são produzidos pela indústria farmacêutica, são obtidos por um ato de amor. E graças a uma ilustre e desconhecida voluntária, me tornei um abnegado por esse ato solidário.

Portanto: #DoeSangue, #DoePlaquetas, #DoeHemoderivados. A vida agradece e você sentirá o quão bom é ajudar!

E aqui destaco: agradeço ao Hospital Israelita Albert Einstein, que tão bem me acolhe e me suporta.

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(comemoramos com um delicioso bolo de brigadeiro branco com brigadeiro preto, coberto de morangos).

– Chega de Redes Sociais intolerantes!

Cansou ver tanto extremismo nas Redes Sociais, não?

Pra quê tanto ódio?

Uma breve reflexão, em: https://www.youtube.com/watch?v=sPs_tMFbDTI

– O Racismo contra Gerson, por parte de Ramírez no Flamengo 4×3 Bahia: o que o juiz poderia ter feito?

Índio Ramírez, jogador colombiano do Bahia, foi acusado de praticar racismo contra o flamenguista Gerson. E, por enquanto, fica o protesto do brasileiro ao ato negado do seu adversário.

Que se investigue, se chegue a uma conclusão e que se puna, caso tudo se confirme.

Fui perguntado: e o árbitro nisso tudo?

O árbitro Flavio Rodrigues de Souza não poderia expulsar Ramírez sem ter flagrado o xingamento. Ele também não pode advertir o jogador simplesmente pela reclamação do outro (porque, poderia até – e não estou dizendo que foi neste caso – ter sido uma forma de mentir e prejudicar a outra equipe). O juiz tem que presenciar a ofensa.

E o VAR? Poderia ter ajudado?

Veja que curioso: NÃO neste caso!

O árbitro de vídeo só pode trabalhar com imagens e não sons. Imagine que Flávio fosse à cabine e ouvisse uma fala: ele não poderia, por protocolo, fazer uso do som e tomar a decisão (por incrível que possa parecer), nem tentar leitura labial ou algo parecido. O VAR se refere às imagens, pura e simplesmente, de atos.

Como o racismo é um assunto sério, a atitude do árbitro passa a ser: relatar em súmula que existiu a reclamação mas, como não ouviu a ofensa, não pode tomar as providências por falta de comprovação.

O outro lance discutido do jogo foi a expulsão de Gabigol. Sobre ela, aqui: https://professorrafaelporcari.com/2020/12/20/a-expulsao-de-gabigol-em-flamengo-x-bahia/.

Lembrando ainda que a proibição de som pelo VAR também foi discutida no episódio de racismo sofrido por Neymar no entrevero com Gonzáles. Recorde aqui: https://professorrafaelporcari.com/2020/09/14/acredite-o-var-nao-poderia-interferir-no-caso-do-racismo-sofrido-por-neymar/.

STJD investigará acusação de Gerson de racismo de Ramirez com imagens

– O uso errado das máscaras contra o Coronavírus.

De nada adianta o uso de máscaras, se não for da maneira correta. Vide um erro comum: colocar as mãos na própria máscara depois de usá-la!

Se o vírus não entra na nossa boca e no nosso nariz (nem sai por ele, caso exista o contágio), as partes frontais e internas podem estar contaminadas justamente pela proteção do tecido. Portanto, só podemos tocar nas alças! Tocando em outra parte dela, colocamos em risco toda a proteção.

Pense: você está fazendo o uso correto do equipamento de segurança ou é apenas protocolar?

Não é só a sua saúde que está em jogo, mas a de outras pessoas também.

– PSG x Istambul Basaksehir: um marco na luta contra o Racismo! E a vergonhosa atitude do árbitro…

O árbitro de futebol é a figura de respeito que deve ZELAR pelo cumprimento das Regras do Jogo. Ele precisa inspirar atitudes corretas e exemplares, de honestidade e imparcialidade. E ao ver o quarto-árbitro Sebastian Colţescu, na partida entre o Paris Saint-Germain x Istambul, tratar com prepotência o camaronês Webó, fico envergonhado!

A forma como ele trata (não a palavra “negro” ou “preto” em si), é arrogante. Não identifica-o com respeito, mas fala com teor de menosprezo, conforme as imagens mostraram. Lamentável. E sabemos que há muito racismo na Europa.

A atitude dos jogadores se recusando a jogar, destacando a liderança de Neymar, foi positiva. E por ser um jogo da Champions League, tomara que seja um marco no futebol tal ocorrência.

Chega de Racismo. Cansou!

Acréscimo: achei sensacional essa afirmação:

“Todas as vidas importam, mas as vidas que foram segregadas e maltradas há séculos, importam mais.”

Mauro Beting, no Esporte Interativo.

– #DezembroVerde contra a Paralisia Cerebral

Já ouvimos falar do Outubro Rosa contra o câncer de mama e o Novembro Azul contra o câncer de Próstata. Em Dezembro, a campanha é pelas crianças com Paralisia Cerebral.

Para saber mais dessa importante iniciativa, visite o site da instituição que mais cuida desses pequenos, a Cruz Verdehttp://www.cruzverde.org.br/.

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– A tristeza de uma militância digital.

O ministro Luís Roberto Barroso disse que as milícias digitais são a “versão contemporânea do autoritarismo”.

Pode ser! Tanto de Direita ou de Esquerda, há grupos que querem te obrigar a pensar como eles. Na discordância de opinião, simplesmente difammr quem a omite.

Tempos, infelizmente, de intolerância.

– O emprego mais difícil do Brasil: Diretor de Marketing do Carrefour Brasil!

Tempos atrás tivemos o episódio lamentável da morte de um cachorro por funcionário do Carrefour. Agora, algo incomparavelmente pior: o assassinato brutal por espancamento de uma pessoa (o negro João Alberto), ocasionado por seguranças do mercado, às vésperas do dia da Consciência Negra.

Como recuperar a imagem de uma empresa como essa?

Os executivos do grupo, certamente, estão de cabelos em pé. E os familiares da vítima, evidentemente, inconsoláveis.

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– Respect

É por isso que sou fã do Mauricio de Sousa: sempre trazendo consciência social e representatividade para todas as causas!

Vejam esse quadrinho:

– Fanatismo.

Não podemos deixar que o fanatismo político, religioso ou esportivo deturpe a ética, a moral, o respeito ao próximo e o sentimento de empatia.

E (cont abaixo)

– Quando suas Preferências o tornam ignorante por culpa das Redes Sociais!

As redes sociais estão por trás do fanatismo de muitos. Em especial, os algoritmos do Facebook, onde você lê o que “só se quer”.

Pegue Haddad ou Bolsonaro na última Eleição Presidencial: se você tem preferência por um deles, as publicações que lhe aparecem são de louvor ao amado e demonização ao outro. Não existe bom senso!

Aliás, o Internauta centrado, que tem espírito crítico aguçado, é obrigado a receber publicações dos dois lados! E isso cansa.

Talvez o texto abaixo, publicado na Folha de São Paulo em 12 de Outubro passado (5 dias depois do 1º turno presidencial), diga muita coisa sobre essa bolha criada pelas Redes Sociais (e aqui a observação é precisa, independente da preferência política da autora do texto). Aliás, é por esse motivo que estou me “desentoxicando das Redes Sociais” por alguns dias.

Abaixo o texto, e meu “até mais”. Volto em breve com outras postagens nos próximos dias – e aí em retorno definitivo.

BOLHA

Por FERNANDA TORRES

WhatsApp, fake news e engajamento dos cultos evangélicos ganharam de lavada as eleições

No programa de David Letterman na Netflix, Barack Obama cita um teste realizado pela Casa Branca durante a Primavera Árabe, que pretendia avaliar o poder de direcionamento do algoritmo nas redes sociais. Internautas de direita, de esquerda e de centro digitaram a palavra Egito, a fim de descobrir o que cada segmento obteria como resposta.

Os conservadores foram direcionados para links relacionados ao terrorismo, ao jihad e à ameaça muçulmana. A busca dos progressistas resultou em notícias que festejavam o levante egípcio como um auspicioso despertar do mundo árabe. Já os de centro foram brindados com inofensivos sites turísticos, que anunciavam os “Best Places to Visit in Egypt”.

Vivemos isolados em bolhas de preferência, ignorando, por completo, a do vizinho.

Quem esteve presente na manifestação do #EleNão vivenciou uma multidão pacífica de senhoras, senhores, crianças e militantes feministas. Os que não foram às ruas viram versões distorcidas de meninas de peito de fora, enfiando crucifixos no meio das pernas, fumando maconha e clamando pela volta de Satanás.

A assombrosa alavancada de um candidato a governo do Rio de Janeiro, o ex-juiz Wilson Witzel —que, em dois dias, atingiu 39% de preferência nas urnas—, prova que os métodos de convencimento da velha política foram parar na lata de lixo da história.

O WhatsApp, as fake news e o engajamento dos cultos evangélicos ganharam de lavada as eleições de 2018.

Num vídeo gravado, Witzel se dirige à Polícia Militar, prometendo extinguir a Secretaria de Segurança Pública para eliminar a má influência dos políticos nos órgãos de policiamento investigativo e ostensivo.

A medida, acredito, receberá o apoio de uma massa de eleitores que associam a política ao crime. Um cidadão que, fora de sua bolha, levantar a voz em favor da secretaria de Segurança corre o risco de ser crucificado pela conivência com a corrupção.

A classe artística, cuja opinião vem sendo inoculada pelo simples teclar de dez letras: Lei Rouanet, tem enfrentado rejeição semelhante à da política.

No último debate presidenciável, na TV Globo, os candidatos presentes repetiram a retórica de acusações ao PT e ao PSDB, além das réplicas do Lula Livre. Indefesos diante da nova máquina eleitoral, eles pareciam falar do túnel do tempo do milênio passado.

Os grupos fechados do meu celular aplaudiram o discurso de Boulos contra a ditadura militar, mas a indignação morria ali, entre muros. A ditadura não está na pauta dos que cresceram na redemocratização com o celular em punho. A Lava Jato e a crise na segurança, sim.

O golpe de 1964 e o AI-5 são tão distantes da experiência histórica dos que têm menos de 40 anos quanto Juscelino, o tenentismo e a política do café com leite.

No colégio abastado do filho de um amigo meu, todos os garotos de 18 que votaram no partido Novo migrarão para o PSL, convencidos de que a aliança do livre mercado com a “sociedade de bem” armada trará benefícios para o país.

Nenhum deles se preocupa com uma possível ascensão de forças paramilitares —muito menos com a perseguição a grupos identitários. Tudo é visto como petismo travestido de mimimi humanitário para esconder os anos de roubalheira.

O que impressiona é perceber que, assim como na eleição de Donald Trump, os chamados progressistas, que deveriam estar atentos ao futuro das novas mídias, permaneceram fiéis aos mesmos instrumentos de divulgação de ideias do tempo da vovó menina.

Enquanto isso, a ultra direita vem agindo cirurgicamente, há bastante tempo, em dois campos aparentemente antagônicos e difíceis de serem vencidos agora: a inteligência artificial e a fé em Cristo, em voga desde o fim da Antiguidade.

Vai encarar?

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Charge de Thiago Lucas

– Inclusão, de maneira bem didática:

Se você tem dúvida de como explicar o que é INCLUSÃO, o desenho abaixo lhe ajudará a entender de maneira claríssima:

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– O Futebol da Inglaterra contra o Racismo!

Louvável iniciativa da Premier League. Segundo o twitter de PL Brasil:

“Em reunião com os capitães das equipes, foi acordado que os jogadores usarão, ao longo da temporada 2020/21, um distintivo na manga escrito ‘Não há espaço para o racismo’ “.

Claro, será meritória essa ação se nós não observarmos nenhum caso de injúria racial ao longo do certame. Felizmente, parece que casos de racismo no futebol aqui no Brasil diminuíram no pós-pandemia.

Lembremo-nos que só existe uma raça: a raça humana. Todos somos iguais, independente da cor da pele.

Imagem: divulgação PL

– Igualdade no Trabalho não deveria ser discutida. É obrigação moral!

TRABALHO – Homens e Mulheres devem ter iguais oportunidades. Não se discrimine (nem se use como vantagem) a questão do gênero.

Uma abordagem rápida em: https://youtu.be/6RcIdUnwtjk

– #PrayForNice, e sejamos todos tolerantes.

A França é um dos países europeus que mais está envolvido com a miscigenação dos povos imigrantes do recente êxodo da Ásia e da África (fuga de populações de pobres e ex-colônias, além de refugiados). Os negros e árabes estão cada vez mais numerosos, levando suas dificuldades e cultura.

Respeitar e acolher se faz necessário, mas o choque cultural é sempre algo real. E vimos isso com a discussão sobre “total liberdade de expressão versus ofensas religiosas” com o caso da Charle Hebdo, a revista de humor que sempre fez sátiras com assuntos delicados, como Cristianismo e Islamismo (lembrando do ataque terrorista à edição da publicação, motivado por radicais árabes que ficaram chocados com as charges de Maomé).

Sou a favor da liberdade de expressão, mas entendo que algumas coisas podem ser evitadas – como as que podem ofender a espiritualidade das pessoas. Claro, isso não é motivo para matar, como foi a reação do grupo citado.

Agora, duas semanas depois de um professor (Samuel Paty) ser degolado pelo mesmo motivo na França (o de mostrar uma imagem ofensiva à cultura árabe), um ataque terrorista perto da Catedral de Notre-Dame em Nice vitimou pessoas. As autoridades já ligam os fatos como “Islamofacismo”.

Aí ficarão duas situações: um certo sentimento de “Islamofobia” (franceses cristãos e ateus assustados com tanta violência e que começam a discriminar os árabes que por lá vivem) com “Islamofacismo” (árabes revoltados que usam da violência para defender as causas que acreditam).

Quem perde? Todos! A democracia e a paz precisam de tolerância para coexistirem…

– Para os pais pensarem!

Saí há pouco de uma reunião escolar onde conversamos sobre Política e Cidadania para crianças. Fantástico o tema!

Não posso deixar de compartilhar essa reflexão: o que estamos plantando (ou ensinando a plantar) para as nossas crianças? Somos exemplos de cidadãos a elas?

Boa questão…

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– O que o Papa Francisco falou sobre os homossexuais não pode ser deturpado.

Li as manchetes envolvendo Francisco e os homossexuais nas páginas da Globo, da Folha e até da Record: a impressão, para o desavisado, é que o Papa iria liberar o casamento gay nas Igrejas. E não era nada disso…

O Papa Francisco declarou num documentário o que sempre vem pregando: acolhimento às pessoas que se descobrem LGBTs, evangelização e respeito à diversidade. Para isso, pregou cidadania e reconhecimento de direitos civis, como a união legal (algo que ele próprio já havia dito).

Não se deturpe uma notícia sensacionalista com um consciente apelo papal como dito por Francisco. Entenda abaixo, sem fake news ou fanatismo,

extraído de: https://www.acidigital.com/noticias/papa-incentiva-uniao-civil-para-casais-homossexuais-uma-mudanca-na-postura-do-vaticano-99893

PAPA INCENTIVA UNIÃO CIVIL PARA CASAIS HOMOSSEXUAIS, UMA MUDANÇA NA POSTURA DO VATICANO

Em um documentário que estreou nesta quarta-feira em Roma, o Papa Francisco se mostrou favorável à aprovação de leis de união civil para casais do mesmo sexo, tomando assim distância da atual posição do Vaticano e dos seus predecessores em relação ao tema.

Os comentários surgiram em meio a uma parte do documentário que reflete, entre outros temas, sobre a pastoral dedicada a pessoas que se identificam como LGBT.

“Os homossexuais têm o direito de fazer parte da família. Eles são filhos de Deus e têm direito a uma família. Ninguém deve ser expulso ou ter uma vida miserável por causa disso”, disse o Papa Francisco no filme ao comentar o trabalho desta pastoral.

Após essas observações, e em comentários que provavelmente causarão controvérsia entre os católicos, o Papa Francisco emitiu uma opinião pessoal sobre o tema das uniões civis para casais do mesmo sexo.

“O que precisamos é criar uma lei da união civil. Dessa forma, eles estarão cobertos pela lei”, disse o Papa. “Eu defendi isso,” asseverou.

Os comentários são expostos no novo documentário sobre o Papa chamado, “Francesco”, que fala sobre a vida e o ministério do Papa Francisco que estreou hoje, 21, no Festival de Cinema de Roma, e está programado para fazer sua estreia na América do Norte este domingo.

O filme narra a abordagem do Papa Francisco às questões sociais urgentes e ao ministério pastoral entre aqueles que vivem, nas palavras do pontífice, “nas periferias existenciais”.

Apresentando entrevistas com personalidades do Vaticano, incluindo o cardeal filipino Luis Tagle e outros colaboradores do papa, “Francesco” analisa a defesa que o Papa faz dos migrantes e refugiados, dos pobres, seu trabalho no tema dos abusos sexuais do clero, o papel das mulheres na sociedade e aqueles que se identificam como LGBT.

O filme aborda o alcance pastoral do Papa Francisco àqueles que se identificam como LGBT, incluindo uma história do pontífice encorajando dois homens italianos a manter um relacionamento do mesmo sexo a criarem seus filhos em sua igreja paroquial, que, segundo um dos homens, era muito benéfico para seus filhos.

“Ele não mencionou qual era a sua opinião sobre a minha família. Provavelmente ele está seguindo a doutrina sobre este ponto”, disse o homem, enquanto elogiava o Papa por sua disposição e atitude de boas-vindas e encorajamento.

Os comentários do Papa sobre as uniões civis aparecem precisamente nesta parte do documentário. O cineasta Evgeny Afineevsky disse à CNA, a agência em inglês do grupo ACI, que o Papa expressou o pedido por uniões civis na entrevista que o produtor conduziu com o pontífice.

O apelo direto do Papa por leis de união civil representa uma mudança da perspectiva de seus antecessores e de suas próprias posições a respeito das uniões civis no passado.

Em 2010, enquanto era arcebispo de Buenos Aires, o Papa Francisco se opôs aos esforços para legalizar o casamento entre pessoas do mesmo sexo. Entretanto, Sergio Rubin, futuro biógrafo do Papa, sugeriu que Francisco apoiava a ideia de uniões civis como uma forma de evitar que crianças fossem dadas em adoção massivamente a estes casais, Miguel Woites, que trabalhou diretamente com a Conferência Episcopal da Argentina e a Arquidiocese de Buenos Aires dizia que esta afirmação era falsa.

Porém, o fato do próprio Papa afirmar no documentário ter “defendido” anteriormente as uniões civis homossexuais parece confirmar os relatos de Rubin e outros que afirmavam que, de forma reservada, o então cardeal Bergoglio apoiava a ideia.

No livro “No Céu e na Terra”, de 2013, o Papa Francisco não descarta por completo a possibilidade das uniões civis, mas afirma que as leis que “assimilam” ao casamento as práticas homossexuais eram “uma regressão antropológica”. Ele expressou ainda preocupação de que casais do mesmo sexo “tenham direito a adotar filhos, pois isto poderia afetar as crianças”. “Cada pessoa precisa de um pai e uma mãe que possam ajudá-los a formar sua identidade”, afirmava.

Em 2014, Pe. Thomas Rosica, que então trabalhava na assessoria de imprensa da Santa Sé, disse à CNA que o Papa Francisco não expressou apoio às uniões civis de pessoas do mesmo sexo, depois que alguns jornalistas relataram que ele o teria feito durante uma entrevista. Naquela altura, uma proposta de união civil era debatida na Itália e Pe. Rosica enfatizou que Francisco não iria opinar no debate, mas que ele daria ênfase à doutrina católica sobre o casamento.

Em 2003, sob a liderança do Cardeal Joseph Ratzinger e sob a direção do Papa João Paulo II, a Congregação para a Doutrina da Fé do Vaticano ensinou que “o respeito pelos homossexuais não pode levar de forma alguma à aprovação do comportamento homossexual ou ao reconhecimento legal de uniões homossexuais. O bem comum exige que as leis reconheçam, promovam e protejam o casamento como a base da família, a unidade primária da sociedade”.

“O reconhecimento legal das uniões homossexuais ou colocá-las no mesmo patamar do casamento significaria não só a aprovação do comportamento desviante, com a consequência de torná-lo modelo na sociedade atual, mas também obscureceria valores básicos que pertencem à comum herança da humanidade. A Igreja não pode deixar de defender esses valores, para o bem de homens e mulheres e para o bem da própria sociedade”, acrescentou a CDF, chamando estas uniões de “gravemente imorais”.

“Nem mesmo em um análogo sentido remoto, as uniões homossexuais cumprem o propósito pelo qual o casamento e a família merecem reconhecimento categórico específico. Pelo contrário, existem boas razões para sustentar que tais uniões são prejudiciais ao bom desenvolvimento da sociedade humana”, afirma o documento.

A assessoria de imprensa do Vaticano não respondeu às perguntas da CNA sobre os comentários do Papa no filme.

Enquanto os bispos em alguns países não se opuseram às propostas de união civil do mesmo sexo e tentaram diferenciá-las do casamento civil, os oponentes das uniões civis há muito alertam que elas servem como ponte legislativa e cultural para iniciativas de casamento entre pessoas do mesmo sexo, alegando ainda que a sociedade não deve aprovar a imoralidade nem podem deixar de proteger o direito das crianças de serem educadas por um pai e uma mãe.

Afineevsky disse à EWTN News este mês que tentou em “Francesco” apresentar o Papa como ele o viu, e que o filme pode não agradar a todos os católicos. Ele disse à CNA na quarta-feira que, em sua opinião, o filme não é “sobre” o apelo do papa a favor de uniões civis, mas “sobre muitas outras questões globais”.

“Não estou olhando para ele como o Papa, estou olhando para ele como um ser humano humilde, um grande modelo para a geração mais jovem, um líder para a geração mais velha, um líder para muitas pessoas, não no sentido católico , mas no sentido de liderança pura, no terreno, nas ruas ”, acrescentou Afineevsky.

O cineasta disse que começou a trabalhar com o Vaticano para produzir um filme sobre o Papa Francisco em 2018 e teve acesso sem precedentes ao Papa até a conclusão das filmagens em junho, em meio aos bloqueios devido à pandemia na Itália.

Afineevsky, é um cineasta russo que mora nos EUA e que em 2015 foi indicado ao Oscar e ao Emmy pela obra “Winter on Fire”, um documentário que narra os protestos Euromaidan de 2013 e 2014 na Ucrânia. Seu filme de 2017, “Cries from Syria”, foi indicado a quatro prêmios Emmy de notícias e documentários e a três prêmios de escolha da crítica.

Na quinta-feira, Afineevsky receberá nos Jardins do Vaticano o prestigioso Prêmio Kineo Movie for Humanity, que reconhece cineastas que apresentam questões sociais e humanitárias em documentários. O prêmio foi criado em 2002 pelo Ministério da Cultura da Itália.

Rosetta Sannelli, a criadora dos Prêmios Kineo, observou que “cada viagem do Papa Francisco a várias partes do mundo está documentada na obra de Afineevsky, em imagens e notícias, e se revela como um olhar autêntico dos acontecimentos de nosso tempo, uma obra histórica em todos os aspectos”.

– Viva as mulheres iranianas que gostam do futebol!

Há 1 ano, uma vitória das mulheres… relembrando:

Não é o ideal, mas saber que ao menos existe um começo de boa vontade, já anima: mulheres foram, enfim, permitidas para assistirem futebol no Irã (eram extrema minoria, mas tomara que aumente o número de torcedoras).

Espero que também as árbitras e jogadoras de lá sejam respeitadas e tenham maiores oportunidades!

Extraído de: http://agenciabrasil.ebc.com.br/esportes/noticia/2019-10/apos-40-anos-mulheres-retornam-estadio-de-futebol-no-ira

APÓS 40 ANOS, MULHERES RETORNAM A ESTÁDIO DE FUTEBOL NO IRÃ

O Irã goleou o Camboja por 14 a 0 nesta quinta (10) em jogo válido pelas eliminatórias asiáticas para a Copa do Mundo de 2022. Mas, apesar do placar elástico, as atenções se concentravam nas arquibancadas no estádio Azadi, onde cerca de 4 mil mulheres acompanharam a partida.

Estas foram as primeiras mulheres em mais de 40 anos que viram um evento esportivo protagonizado por homens. Isto acontece porque desde a Revolução Iraniana, que aconteceu em 1979, as autoridades locais passaram a reprimir este tipo de iniciativa. O movimento tinha como uma de suas principais bandeiras afastar, e suprimir, as influências ocidentais na cultura local.

Segundo a agência oficial de notícias do Irã (Irna), a partida de hoje contou com um público de 6 mil pessoas, sendo 4 mil delas mulheres.

Posição da Fifa

Após a partida, o presidente da Federação Internacional de Futebol (Fifa), o italiano Gianni Infantino, divulgou uma mensagem na qual afirmou que a entidade “continuará trabalhando (…) para ajudar a garantir que a coisa certa seja feita, que é permitir que todos os torcedores, independentemente do sexo, tenham a chance de ir aos estádios e desfrutar de uma partida de futebol”.

Essa mudança do governo do Irã em relação à presença feminina em eventos esportivos masculinos ocorre após pressão da Fifa, que enviou uma delegação a Teerã no mês de setembro para buscar formas de viabilizar o acesso de mulheres ao jogo contra o Camboja.

Críticas

Em setembro, o Irã se tornou alvo de críticas internacionais após uma mulher termorrido ao colocar fogo em si mesma depois de ser condenada à prisão pela tentativa de assistir a um jogo de futebol.

A mulher teria tentado entrar no estádio vestida como homem.

jogo no irã com a presença de mulheres no estádio

Imagem extraída do link acima.

– O que as Mulheres Desejam nas Empresas?

Veja que interessante: a Revista Época Negócios trouxe uma matéria sobre quais benefícios as mulheres desejam nas empresas.

E você, mulher, concorda com a pesquisa abaixo? Deixe sua opinião:

A EMPRESA FEMININA

Pesquisa realizada pela consultoria Sophia Mind aponta os benefícios mais valorizados pelas mulheres

Por Sílvia Balieiro

Em seu primeiro emprego num grande banco, Regina Nunes, hoje presidente da agência de classificação de risco Standard & Poor’s, enxergou uma oportunidade para ser promovida. “Queria ir para uma área, mas o banco me mandou para outra”, diz Regina, que optou por deixar a instituição. “Tinha carinho pela empresa, mas não havia oportunidades”, afirma. A experiência de Regina está longe de ser um caso isolado. Uma pesquisa realizada pela consultoria Sophia Mind, e divulgada com exclusividade por Época NEGÓCIOS, mostra quais são os benefícios mais valorizados pelas mulheres. Foram entrevistadas 465 profissionais com idade entre 25 e 50 anos, de empresas privadas e públicas. As entrevistadas avaliaram 57 benefícios, classificando-os de acordo com sua satisfação ou aspiração.
O que as mulheres mais valorizam? Em primeiro lugar aparece o aconselhamento de carreira, citado por 63%; em segundo, plano de cargos e salários, importante para 59% das entrevistadas. “Isso mostra que hoje a vida profissional está totalmente ligada à realização pessoal”, diz Andiara Petterle, CEO do Bolsa de Mulher, grupo do qual faz parte a Sophia Mind.
O levantamento aponta ainda um desencontro entre o que as mulheres gostariam e o que as empresas oferecem, como horário flexível, por exemplo, desejado por 86%, mas oferecido por 37% das empresas. Cláudia Pagnano, vice-presidente de mercado da companhia aérea Gol, está entre as mulheres que valorizam o horário flexível oferecido pela empresa. Com dois filhos e dois enteados, Cláudia pode acompanhar mais de perto a vida das crianças. “Isso não interfere na produtividade. Além disso, a empresa sabe que estou à disposição sempre que precisar”, diz.
A pesquisa perguntou ainda em quais empresas as entrevistadas gostariam de trabalhar. As três mais citadas: Petrobras, Google e Natura. Por quê? “A Petrobras, além da estabilidade, oferece um plano de carreira aos funcionários. O Google é uma empresa moderna e meritocrática. Já a Natura é reconhecida como uma empresa responsável. Todas essas características são desejadas pelas mulheres”, diz Andiara.
A nota final média dada pelas mulheres aos benefícios que suas empresas oferecem foi 5,3, numa escala de 0 a 10. “A pesquisa mostra que as empresas precisam ser ainda mais sensíveis às necessidades da mulher”, afirma Andiara. Apenas 7% deram notas 9 ou 10.

O que a empresa já oferece

1. Clima de camaradagem : 69%

2. Informalidade nos trajes : 51%

3. Avaliação de desempenho : 50%

4. Treinamentos internos : 50%

5. Festas de confraternização : 9%

O que elas gostariam de ter :

1. Salário compatível com o mercado : 98%

2. Plano de carreira definido : 93%

3. Bolsa para pós-graduação : 93%

4. Cursos de idioma : 93%

5. Salário maior que o mercado : 92%

O que as mantém na empresa :

1. Aconselhamento de carreira : 63%

2. Plano definido de cargos e salários : 59%

3. Sala de aleitamento para mães : 54%

4. Salário maior que o do mercado : 53%

5. Oportunidade de carreira no exterior : 52%

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Imagem extraída da Web, autoria desconhecida.

– A Sábia Ação Simpática de Morata

Repost de 6 anos (e para ser aplaudido todos os dias):

Dias atrás, uma louvável ação de carinho. Veja:

O jogador espanhol Morata (Real Madrid) não é um dos craques tão badalados do seu time, como Cristiano Ronaldo ou Bale. Mas mostrou muita categoria fora das 4 linhas com um gesto plausível: ao visitar garotos que fazem tratamento quimioterápico para o combate ao câncer (e que por isso ficam carecas), ouviu deles que gostavam do seu cabelo arrepiado, mas que não poderiam imitá-lo devido ao triste efeito colateral.

Assim, Morata teve uma ótima ideia: passou a lâmina de barbear na cabeça e ficou careca! E disse:

Alguns meninos com câncer queriam imitar meu penteado; como não podiam, eu imitei o deles“.

Atitude simples e significativa. Parabéns ao atleta do time madrilenho.

– Os patrocinadores que foram decisivos para o Santos romper com Robinho, ou o altruísmo de uma causa?

Depois da revelação impactante das conversas de Robinho com seus amigos no caso do “estupro coletivo na Itália” (se você não leu as chocantes transcrições, vide aqui: https://wp.me/p4RTuC-rQs), TODOS os patrocinadores do Santos FC ameaçaram romper seus contratos com o Peixe, caso o atleta continuasse.

Mediante as notas oficiais das empresas nas Redes Sociais, ficou impossível sustentar a contratação. Mas ficará uma dúvida: se não fosse a questão financeira relevante, o Santos, por iniciativa própria, romperia o contrato ou não (em nome da moralidade e respeito às mulheres)?

Fica a pergunta.

– Seja solidário: Doe Sangue e Plaquetas / Hemoderivados!

Costumeiramente faço doação de sangue (4 por ano) e de hemoderivados (a cada 15 dias). A preferência tem sido doar plaquetas (por conta da pandemia e de questões particulares de saúde, não estou podendo fazer minha ajuda).

Não dói, não faz mal para a saúde e alegra a alma (a SUA e a de inúmeras OUTRAS PESSOAS).

Seja um doador voluntário! Você ajuda o próximo e exerce a cidadania.

Os bancos de sangue agradecem.

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Foto: Arquivo Pessoal.

#DoeSangue
#DoePlaqueta
Cartaz de incentivo feito pela filhotinha.
❤️️
#Solidariedade
#voluntariado

– Tolerância e Fé, por Francisco.

Repost de 4 anos:

Viram a frase do Papa Francisco sobre a relação de Deus com os gays, durante o voo que o levou do Azerbaijão ao Vaticano, após visita àquele país?

Disse o Pontífice:

Nunca abandonei ninguém. Quando uma pessoa tem essa condição (atração por alguém do mesmo sexo) e chega diante de Jesus, o Senhor não lhe dirá: Vá embora porque você é homossexual!’.

Sim, é exatamente isso: não fazer apologia ao pecado, acolher o fiel e lembrar que Cristo não veio para os judeus exclusivamente, mas principalmente para os marginalizados e excluídos daquela e desta época.

– Santos e Robinho: tudo poderia ser evitável…

A repercussão da contratação de Robinho por parte do Santos repercutiu muito mal nas redes sociais. Condenado por estupro na Itália, o brasileiro não pode entrar no país pois poderá ser preso.

Mulheres santistas bombardearam o clube pela contratação. Homens se dividiram: alguns pedindo para separar a instituição do problema pessoal do profissional; outros, criticando por conta da relação jogador/pessoa ser dissociável.

Seu sou cartola santista, nunca teria feito o negócio:

  • Para evitar a polêmica;
  • Por respeito às torcedoras do clube; e,
  • Porque faz tempo que Robinho não joga nada!

Escondido na Turquia, pouco fez por lá. O jogador Robinho de 20 anos era sensacional dentro de campo. O atual, penso não ser mais produtivo o suficiente.

– A Arrogância de uma Juventude Mal Educada versus o Despojamento dos Jovens de Bem!

Quando somos mais novos, os hormônios estão a flor da pele. Isso faz com que a verdadeira instrução que recebemos em nosso lar floresça. E a partir daí você pode observar, em nossa sociedade, vários comportamentos, permitindo diferenciar os jovens por “bem ou mal” educados; respeitosos ou folgados; inteligentes ou burros; de boa formação familiar ou delinquentes. 

Me pesa ver alguns membros da juventude do país desprezando a experiência dos mais velhos, achando que sabem tudo e que o “mundo começou com eles”, desprezando o passado! Acham-se donos da verdade, acima de qualquer julgamento e pior: em muitos momentos, mesmo com comportamento agressivo, praticam o “mi-mi-mi” quando interessam a si próprios!

Tudo isso pode ser chamado de: mania de perseguição (pensam que tudo se refere a eles e que são vítimas sociais), falta de regramento social (não aprenderam a ter limites) e ausência de comprometimento com as causas alheias (só pensam no interesse do grupo a que pertencem). Uma pena!

Felizmente, por outro lado, há aqueles que pensam no coletivo, no respeito ao próximo e no aprendizado contínuo. Têm a força da juventude e o desejo de mudar, somada à sanha incansável de aproveitar os conhecimentos dos mais experientes. Respeitosos, esses jovens tornam-se uma parcela diminuta mas solidária; responsável e comprometida por um mundo melhor e mais civilizado. 

Difícil falar em cidadania com aqueles que tem o adversário como inimigo; no contraponto, é fácil falar em sociabilidade quando o espírito de bandidagem e arruaça não existe dentro da pessoa!

Lutemos pela educação dos nossos jovens. Urgente!

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Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.

– A falta de empatia na festa dos endinheirados.

A irresponsabilidade e a arrogância de pessoas descompromissadas com um mundo melhor impressiona. Digo isso pois vejo que há 15 dias, no Guarujá, uma festa com muita bebida alcoólica, nenhuma máscara e iates caros, foi corada com uma chuva de dinheiro ao mar.

Além do menosprezo aos cuidados em meio a pandemia, é um desrespeito à vida dos que mais sofrem. Afinal, pode-se jogar dinheiro fora?

Extraído de: https://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2020/09/festa-com-barcos-de-luxo-causa-aglomeracoes-no-litoral-de-sp.shtml

FESTA COM BARCOS DE LUXO CAUSA AGLOMERAÇÃO

Em vídeo, homem lança notas de dinheiro ao mar; após denúncias, prefeitura dispersou público

Uma rave (tipo de festa com música eletrônica) clandestina com dezenas de barcos de luxo chamou atenção nesta sexta-feira (18/09) em Guarujá, no litoral paulista, após a divulgação de vídeos em redes sociais.

Mesmo em meio à pandemia da Covid-19 no país, a festa de nome Summer Beach aconteceu ao longo de mais de 12 horas, com cerca de 350 pessoas aglomeradas sem uso de máscara. O evento foi promovido por um grupo de WhatsaApp.

“Encontro de lanchas, iates e jet ski terá DJ, várias modelos de São Paulo. Bora curtir um evento único que só terá aqui em Guarujá [sic]”, diz um trecho do convite.

Nos vídeos, é possível ver diversas pessoas dançando com som alto e bebidas alcoólicas. Há, também, o registro de um homem lançando notas de reais ao mar.

De acordo com a Prefeitura de Guarujá, a festa aconteceu no Canto do Tortuga, no trecho final da praia da Enseada, uma das mais populares da cidade.

A prefeitura diz que, após receber denúncias, acionou a Polícia Militar e enviou equipes da guarda municipal, além de fiscais de comércio, para pôr fim ao evento.

O município conta ter acionado, também, a Capitania dos Portos para a retirada das lanchas, motoaquáticas e todas as pessoas que estivessem no local. De acordo com a prefeitura, a marina responsável pela locação das embarcações já foi identificada.

As investigações quanto aos envolvidos no evento ainda seguem. Até o momento, foram realizadas seis autuações.

As festas clandestinas no litoral estão cada vez mais comuns. No Litoral Norte, circularam há cerca de três semanas convites nas redes sociais para um evento nas ilhas próximas à Barra do Sahy. O evento não aconteceu, principalmente, pela proporção das reações nas redes sociais e pelas movimentações de proprietários de marinas, que cobraram fiscalização.

Na semana anterior à do feriado de Sete de Setembro, foram flagradas diversas lanchas e pessoas aglomeradas nas ilhas, sem a utilização da máscara. Pousadas locais também atingiram lotação máxima.

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Imagem extraída da Web, autoria desconhecida. Quem souber, favor informar para crédito na postagem.

– E Viva a Iniciativa do Outubro Rosa

Outubro é o mês em que historicamente se chama a atenção para a prevenção do Câncer de Mama. Para isso, o “Cor-de-Rosa” é usado para lembrar as mulheres do auto exame.

Aliás, sabe como surgiu a iniciativa?

Abaixo, extraído de: http://www.outubrorosa.org.br/historia.htm

OUTUBRO ROSA

O movimento popular internacionalmente conhecido como Outubro Rosa é comemorado em todo o mundo. O nome remete à cor do laço rosa que simboliza, mundialmente, a luta contra o câncer de mama e estimula a participação da população, empresas e entidades. Este movimento começou nos Estados Unidos, onde vários Estados tinham ações isoladas referente ao câncer de mama e ou mamografia no mês de outubro, posteriormente com a aprovação do Congresso Americano o mês de Outubro se tornou o mês nacional (americano) de prevenção do câncer de mama.

A história do Outubro Rosa remonta à última década do século 20, quando o laço cor-de-rosa, foi lançado pela Fundação Susan G. Komen for the Cure e distribuído aos participantes da primeira Corrida pela Cura, realizada em Nova York, em 1990 e, desde então, promovida anualmente na cidade (www.komen.org). 

Em 1997, entidades das cidades de Yuba e Lodi nos Estados Unidos, começaram efetivamente a comemorar e fomentar ações voltadas a prevenção do câncer de mama, denominando como Outubro Rosa. Todas ações eram e são até hoje direcionadas a conscientização da prevenção pelo diagnóstico precoce. Para sensibilizar a população inicialmente as cidades se enfeitavam com os laços rosas, principalmente nos locais públicos, depois surgiram outras ações como corridas, desfile de modas com sobreviventes (de câncer de mama), partidas de boliche e etc. (www.pink-october.org).

A ação de iluminar de rosa monumentos, prédios públicos, pontes, teatros e etc. surgiu posteriormente, e não há uma informação oficial, de como, quando e onde foi efetuada a primeira iluminação. O importante é que foi uma forma prática para que o Outubro Rosa tivesse uma expansão cada vez mais abrangente para a população e que, principalmente, pudesse ser replicada em qualquer lugar, bastando apenas adequar a iluminação já existente.

A popularidade do Outubro Rosa alcançou o mundo de forma bonita, elegante e feminina, motivando e unindo diversos povos em em torno de tão nobre causa. Isso faz que a iluminação em rosa assuma importante papel, pois tornou-se uma leitura visual, compreendida em qualquer lugar no mundo.

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– Marinho e a consciência coletiva

Muitos tratam o jogador Marinho, do Santos FC, com ironia e desdém, devido as brincadeiras e memes surgidos de suas falas. Mas repare que são simples brincadeiras, sem maldade ou prejuízo para alguém. Folclore de um cara espirituoso!

Entretanto, Marinho tem falado ultimamente de cidadania, respeito, combate à discriminação e inclusão. Inclusive, disse no programa “Bem Amigos” da Sportv sobre o ativismo de atletas importantes como Lebron James ou Louis Hamilton:

“Quando o Hamilton faz isso, o Lebron faz isso lá nos EUA, eles têm muito respeito. Se no Brasil você vai fazer é muito mimimi, ‘Nutella’, isso e aquilo. Mas eu vou defender a bandeira porque muita gente passa por isso e não tem voz ativa. Não ligo para o que vão falar de mim. O importante é eu saber, olhar para o próximo, pessoas que passam por isso diariamente, sofrem com isso nos empregos e não podem falar, senão vão ser mandadas embora.”

É isso mesmo: ter empatia faz a diferença na dignidade de alguém. Parabéns, Marinho!

– Jairzinho e a ofensa à bandeirinha

O carismático Jairzinho, o Furacão da Copa, pisou feio na bola. Durante a transmissão de Vasco x Botafogo, ao criticar um impedindo da árbitra assistente Neuza Back (que é da FIFA), mandou ela “lavar roupa”!

Que desagradável…

Ao menos, pediu desculpas.

Aqui: https://globoesporte.globo.com/google/amp/futebol/times/botafogo/noticia/jairzinho-se-diz-arrependido-apos-comentario-machista-em-transmissao-da-botafogo-tv.ghtml