– O encontro dos homens brancos com uma tribo indígena isolada!

Dá para acreditar que ainda existem tribos indígenas isoladas no Brasil?

Elas existem, e nos últimos dias uma expedição de 30 pessoas (com um preparo especial) conseguiu com sucesso um contato pacífico com eles. Vale a pena ler como foi!

Extraído do Blog de Matheus Leitão, em: https://g1.globo.com/politica/blog/matheus-leitao/post/2019/04/05/expedicao-a-indios-isolados-teve-contato-pacifico-e-emocao-no-reencontro-de-parentes-diz-funai.ghtml

A EXPEDIÇÃO QUE FOI AO ENCONTRO AOS ÍNDIOS ISOLADOS

Expedição a índios isolados teve ‘contato pacífico e emoção no reencontro de parentes’, diz Funai

A maior expedição da Fundação Nacional do Indio (Funai) dos últimos 20 anos para fazer contato com índios isolados resultou, até o momento, em um encontro pacífico e acabou marcada pelo reencontro de parentes indígenas que estavam afastados. Também houve diálogos para evitar conflitos por terras.

Como o blog informou no início de março, a Funai preparou a maior expedição das últimas décadas para entrar em contato com um grupo de índios Korubo, na Terra Indígena (TI) Vale do Javari, no extremo oeste do Amazonas, que permanecia totalmente isolado.

A expedição, que começou a ser organizada no governo anterior, tinha dois objetivos principais: reaproximar parentes que se afastaram em 2015 e, também, evitar novos conflitos entre eles e os Matis, outra etnia indígena da região, pelas terras próximas ao Rio Coari.

Havia o risco de extinção física de uma das etnias, segundo a Funai, no caso de um contato inadvertido, porque existem muitas desavenças entre os dois grupos. Daí, a necessidade da expedição que fez a fundação abrir mão da política de “zero contato” com índios isolados, que vinha sendo adotada desde 1987.

Atualmente, a Funai evita ao máximo o contato com grupos indígenas para preservar a decisão dos índios de se isolar. Depois de aproximadamente 32 dias, o chefe da expedição e coordenador-geral de índios isolados e recém contatados da Funai, Bruno Pereira, conversou com o blog sobre os resultados da missão que, segundo ele, foi um sucesso.

Bruno Pereira lembra que a equipe da expedição era composta por 30 pessoas, entre profissionais de saúde, servidores da Funai, da Secretaria de Saúde Índigena (Sesai) e índios já contatados da região. Além da equipe que trabalhou efetivamente nas matas, a expedição teve o apoio da Polícia Militar, do Exército Brasileiro e da Polícia Federal.

Inicialmente, a equipe de trabalho passou por uma quarentena de 11 dias para se livrar de gripes e evitar a contaminação dos índios com doenças. Depois do período em quarentena, a equipe permaneceu oito dias na mata em busca dos Korubo isolados.

Bruno relata que a equipe usou como intérpretes índios Korubo já contatados, parentes que tinham se perdido do grupo dos Korubo isolados em 2015. Ao chegar nas roças mapeadas pela Funai, a equipe não encontrou imediatamente os índios isolados, que tinham saído em busca de alimento. Ao procurar pelos caminhos abertos pelos indígenas, a equipe conseguiu realizar o encontro.

Segundo a Funai, na manhã do dia 19 de março a equipe encontrou com dois indígenas isolados que caçavam. “Foi um encontro bastante emocionante, pois logo descobrimos que um dos dois Korubo que vieram em nossa direção era irmão consanguíneo de um Korubo que compunha a expedição. Eles não se viam desde 2015. Foi uma situação de bastante emoção e choro entre eles, que acreditavam que seu parente estava morto” conta o coordenador de Índios Isolados.

“Num primeiro momento, eles não estavam com suas armas, suas bordunas, e a gente também não. Nossos intérpretes Korubo são familiares que foram separados, então houve bastante emoção nesse momento, foi um contato bem pacífico e ele foi sendo construído”, explica Bruno Pereira.

De acordo com ele, no dia seguinte chegaram outros 22 indígenas que estavam nas proximidades. Duas famílias, compostas por 10 indígenas, se aproximaram nos três dias seguintes. Ao todo foram contabilizados 34 Korubos. Quatorze deles com idade aproximada entre 20 e 48 anos, sendo oito homens e seis mulheres, duas delas grávidas. O grupo conta, ainda, com 21 crianças e jovens de até 16 anos, sendo nove meninos e 12 meninas. Dessas, três bebês de menos de um ano de idade.

O chefe da expedição relata que não há registros de doenças que tenham sido passadas da equipe para os índios até o momento. Bruno explica que os Korubo estavam com uma malária “suave”, mas que não foi adquirida pelo contato com a equipe. Segundo ele, os índios “podem ter adquirido [a doença] nas visitas aos Matis ou pelos próprios caçadores ilegais que andam próximo ao Rio Coari”.

Questionado sobre o diálogo para evitar confrontos entre os Korubo do Coari e os Matis, Bruno Pereira revela que os índios entenderam que não devem se aproximar da região onde estão os Matis. No entanto, segundo o chefe da expedição, o contato ainda é muito inicial e precisa ser monitorado.

“Houve um entendimento, a gente conseguiu dialogar nesse sentido com eles. Disseram que não iam mais andar para lá e é fundamental entender que os intérpretes nossos são parentes deles, então a coisa pôde fluir um pouco mais. Mas está muito inicial, o processo é estável. São as primeiras informações de campo e a gente ainda tem que monitorar”, explica Bruno.

Bruno Pereira ressalta que a expedição não terminou. A ação vai diminuindo gradualmente até que a situação seja considerada segura e o contato esteja consolidado com os índios. Segundo ele, é preciso estar “alerta” por causa do histórico de conflitos na região.

“Agora ela [a missão] vai reduzindo um pouco conforme vamos ganhando segurança e estabilidade nessa relação. Leva um tempo. Não é algo feito em 10 dias, 15 dias. A gente não vira as costas e vai embora. Voltamos a repetir um monte de informações para eles com o intuito de que a gente não tenha dissabores após o contato”, explica.

Reencontro de parentes Korubo foi celebrado entre os índios — Foto: Bernardo Silva/Funai

Reencontro de parentes Korubo foi celebrado entre os índios — Foto: Bernardo Silva/Funai

– O “Amigo do Amigo” era Dias Tóffoli?

Emílio Odebrecht sempre foi visto como um grande amigo do ex-presidente Lula. Nas listas de delações premiadas e na famosa relação de propinas da sua mega-empreiteira, sempre apareceram personalidades importantes com codinomes.

Dizem que Marcelo, seu filho, nunca se deu com o pai, e com muita resistência teve que engolir o fato do pai, Emílio, ordenar a construção da Arena Corinthians para a Copa do Mundo a pedido pessoal do então presidente Lula.

A ideia, lógico, era fazer um favor ao amigo. E o retorno? Evidentemente todos sabem: desforrar em contratos.

Eis que agora para a Lava-Jato, segundo a “Revista Crusoé” com exclusividade (e mais tarde confirmada pelo Jornal “O Estado de São Paulo”) um dos nomes envolvidos na corrupção com a alcunha de “Amigo do Amigo” era o Ministro do Supremo Tribunal Federal, Dias Tóffoli – segundo Marcelo Odebrecht.

E agora?

A lógica mostra que deve ser mesmo. Tóffoli foi indicado por Lula ao STF após ser advogado do PT, defendendo inclusive José Dirceu. O Ministro era amigo do amigo de Emílio, que era Lula!

Aguardemos o desenrolar. Mas é algo gravíssimo e a chamada “Lava-Toga” deveria ser instalada com urgência!

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– A aposentadoria dos Senadores e a de um trabalhador brasileiro qualquer. Veja “somente” a questão do Plano de Saúde…

A Reforma da Previdência Social está sendo discutida nesta semana em Brasília. No Senado, os políticos debaterão especificamente a mudança do regime exclusivo que eles têm (hoje, ganhando aposentadoria integral quando aposentam) para o regime comum a todos, cujo teto é de R$ 5.839,45.

Você acredita que os senhores senadores aprovarão a redução da aposentadoria de R$ 33.763,00 (que recebem hoje) para o valor máximo de um brasileiro “normal”, citado acima?

É lógico que não. Mas ainda há os outros privilégios, ou melhor, mordomias! Pense: será que os senadores ficam na fila do SUS aguardando a “vez da consulta”? Ou no balcão dos planos de saúde esperando autorização para exames? Nada disso!

Veja se não é um tapa na cara: cada senador tem direito ao Plano de Saúde que atende uma rede credenciada ampla (incluindo Albert Einstein e Sírio-Libanês, os dois melhores do Brasil), além de qualquer outra consulta médica ou exame particular através de reembolso (não há limite de gastos). Isso inclui cônjuge e filhos de até 24 anos. Vale também a ex-senadores (o plano é VITALÍCIO, basta ter trabalhado 6 meses – incluindo a regra também aos suplentes de senadores).

O único limite, vejam só, é para dentistas, cujos valores não podem passar de R$ 25.998,96 anuais por pessoa.

Lembrando ainda: se o Senador for cassado por corrupção ou cometer crimes, não perde nenhum dos benefícios acima!

Um tapa na cara do povo, não? NUNCA eles votarão contra eles próprios.

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-80 tiros no inocente. Que despreparo…

O que se pode fazer com a morte covarde, inocente e injusta do músico negro confundido por uma equipe policial com bandidos, tão repercutida nessa semana?

Foram disparados 80 tiros no veículo do pobre coitado, que foi morto sem saber por quê. E agora?

Dar armas para pessoas despreparadas não funciona. Há de se treinar mais (e orientar os cuidados de maneira mais forte).

Aliás, a capa do diário carioca “EXTRA” foi emblemática! Abaixo:

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– Pobre Rio de Janeiro…

Quando não é a corrupção dos políticos ou a violência do crime organizado (via milicianos ou traficantes), é a catástrofe climática que assola a outrora Cidade Maravilhosa.

Viram que chuva assustadora e calamitosa caiu no Rio de Janeiro?

Claro que obras preventivas para enchentes devem ser cobradas, mas há situações que o volume d’água é descontrolado. O desta noite de segunda-feira foi um exemplo disso. As imagens que vem de lá comprovam:

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– Os Muçulmanos do Nordeste Brasileiro

Itabaianinha é uma cidade do interior do Sergipe que já foi manchete de vários programas de TV (alguns sensacionalistas) por ter um grande número de pessoas portadoras do nanismo. Agora, ganha destaque pela “conversão coletiva” de cristãos em islâmicos.

Maomé ganha muitos adeptos mundo afora, especialmente devido a imigração de refugiados árabes. Mas no Brasil, o fenômeno é diferente.

Abaixo a explicação, extraído de: Folha de São Paulo: https://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2019/03/isla-ganha-seguidores-e-muda-cara-de-cidade-no-agreste-nordestino.shtml

ISLÃ GANHA SEGUIDORES E MUDA CARA DE CIDADE NO INTERIOR NORDESTINO

Ex-pastor evangélico funda mesquita e trabalha para difundir o nome de Alá

Por Karime Xavier

​Por uma estrada sinuosa, deixando uma fila interminável de coqueiros para trás, chega-se a Itabaianinha, no interior do Sergipe, após rodar 118 km desde Aracaju. Ali, na cidade de 40 mil habitantes, o céu está cheio de nuvens branquinhas. Algumas até parecem prometer chuva, mas ela não vai chegar.

Em certa medida, o cenário faz Dedé se lembrar das fotos e dos vídeos da Arábia Saudita que ele vê pela internet. De tão árida e quente, a terra ocre poderia ser a de Meca. A diferença é que, para pedir chuva, o nordestino reza para Padre Cícero. Já a turma do Dedé reza para Alá.

“Eu comecei cortando o batismo em nome da Trindade, depois cortei a Trindade, daí o povo começou a me chamar de doido aqui na cidade.”

Foi dessa maneira que Dedé, o ex-pastor evangélico José Renato de Jesus Vieira, 50, presidente fundador da Religião Islâmica de Itabaianinha, começou a transição de seu rebanho.

A cidade, que ficou conhecida no país por ter uma população considerável de anões devido a uma mutação genética, é agora também terra de muçulmanos no Nordeste.

Todos os dias, eles podem ser vistos orando em direção à cidade sagrada de Meca, como o Alcorão (o livro sagrado do islã) manda fazer cinco vezes ao dia.

Convidado por um amigo para ir até Aracaju e conhecer o islã, Dedé ficou em dúvida. Afinal de contas, era pastor. Já na primeira conversa com um seguidor da religião, porém, ele conta que se “encontrou”.

Dedé passou dois anos pesquisando em redes sociais e na própria Bíblia — pois ainda não tinha o Alcorão — o que era aquela religião.

A ideia de um único deus, Alá, foi determinante para sua escolha — o islã, com o cristianismo e o judaísmo, forma o tríptico de grandes religiões monoteístas do mundo e tem o segundo maior séquito (o cristianismo tem 31% da população global, e o islamismo, 23%, segundo um estudo de 2010 feito pelo Centro de Pesquisa Pew, nos EUA).

Então pastor, ele começou a transição de seu rebanho evangélico de forma gradual. Além de cortar o batismo em nome da Trindade e a própria Trindade, remanejou o protagonismo de Jesus, que passou a ser tratado como um profeta de Deus — a forma como ele é descrito no Alcorão — e não como o próprio Deus, na descrição da Bíblia.

Rosineide Alves Ferreira Vieira, 49, mulher de Dedé, diz que começou a achar estranho o comportamento do marido. “Ué, Jesus era um Salvador, agora ele não salva mais?”

Segundo Dedé, “houve um tombo na consciência e pensamento do povo”. “Eu parava um tempo e voltava, daí já abria a mente deles e todos começaram a entender e aceitar que precisariam usar véus, não comer carne de porco, orar cinco vezes ao dia e fazer o Ramadã.”

Essa transição durou dois anos, e a conversão coletiva — que eles preferem chamar de reversão — ocorreu no dia 24 de julho de 2017. A comunidade muçulmana de Itabaianinha tem, atualmente, 37 adeptos, além de 8 crianças e 10 futuros muçulmanos que aguardam a reversão.

Com ajuda de outro irmão, Dedé conseguiu levar um xeque (autoridade religiosa) para sua mesquita, o moçambicano Ali Momade, 36.

Na rotina de Dedé e Ali, estão as visitas a casas nos arredores da cidade para apresentar o Alcorão. Assim, começaram a propagar o islã.

No início, essas ações não foram bem vistas. “Havia gente de outras religiões que fazia até jejum para que o islã não conseguisse adeptos por aqui”, diz. “As pessoas achavam que Alá era um boneco de Buda”, diz Rosineide.

Para o xeque Ali, o interesse pela religião islâmica cresceu muito após os atentados de 11 de setembro de 2001 nos EUA, quando quase 3.000 pessoas foram mortas por terroristas pilotando aviões.

Ele diz que ao pesquisar quem eram os muçulmanos em um impulso de curiosidade, muitos gostavam dos preceitos e se convertiam. Segundo ele, o islã —termo que em árabe significa “submissão voluntária a Deus”— é um código de vida que serve tanto no campo político quanto social.

Para seguir à risca esses códigos, adaptações são necessárias, como a adoção dos véus e lenços, que o próprio xeque “importa” de São Paulo (o Alcorão recomenda que as mulheres se vistam com modéstia fora de casa, o que costuma ser interpretado como esconder corpo e cabelos).

Em meio ao tom pastel quase monocromático do sertão, os lenços coloridos sobressaem nas cabeças femininas.

Mas, além de curiosidade, os véus também geram preconceito. Josete Guimarães dos Santos, 52, uma das convertidas de Itabaianinha, diz que é comum ser chamada de “mulher bomba”. Ela afirma não ligar, pois acredita estar agradando a Alá.

Os hábitos alimentares também causam confusão. Muçulmanos não comem carne de porco, que consideram impura. Bebidas alcoólicas são proibidas e o abate de animais para consumo precisa seguir regras (é a carne halal).

Após a reversão de Neilma Santana, 22, filha de evangélica, houve uma pequena revolução em sua casa. “Sempre comi galinha sufocada (morta por estrangulamento) em casa, mas depois do islã, só posso comer galinha sangrada (por corte)”, diz. “Então para agradar a todos, matamos sempre duas galinhas.”

Se Neilma achou um meio de adaptar a dieta, o relacionamento ainda carece de oração. Ela vive com um rapaz não convertido e se pergunta se isso é permitido por Alá. Antes que alguém responda, dispara: “Não pode. Mas como se diz? Tudo tem seu tempo”.

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Mulheres nordestinas convertidas no mercado em Itabaianinha / SP (fot: Agência Folha)

– Se Renan disse…

Há certas coisas que nos fazem ter certeza do certo ou do errado.

Disse o senador Renan Calheiros, que desde os tempos de Collor na Presidência da República se envolve com o poder (seja quem for o mandatário):

“O que aconteceu com ele [a prisão de Temer] foi uma injustiça, assim como aconteceu com o Lula.”

Se é o Renan que está criticando a Operação Lava-Jato, é por que realmente ela é muito boa para o país! Me preocuparia se um político do naipe dele a elogiasse...

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– A Briga de Rodrigo Maia e Bolsonaro faz com que tenhamos medo dos rumos do país.

Temos ouvido falar sempre de abandonar as práticas da Velha Política. Mas como fazer isso com os mesmos políticos?

A história (e a lógica) mostram: o quanto antes um Governo tentar aprovar seus projetos na Câmara dos Deputados, melhor! Depois fica difícil com a natural queda de popularidade (quando assume o cargo, normalmente está com índices mais elevados) e os desgastes do relacionamento são naturais.

Mas eis que leio no Estadão, no sábado:

“Bolsonaro precisa ter mais tempo para cuidar da Previdência e menos tempo cuidando do Twitter, porque senão a reforma não vai avançar”.

E eu que pensei que jamais concordaria com Rodrigo Maia!…

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– A perspicácia de Boechat com o bandido do golpe do Celular!

O falecido jornalista Ricardo Boechat era um cara realmente acima da média. Veja só esse incrível vídeo onde ele liga a um dos caras que envia mensagens que você “ganhou um prêmio pelo celular” e pede para entrar em contato.

Tudo sobre como funciona o golpe, os “finalmentes” e… com excepcional bom humor ele acaba dizendo ao bandido que já sabia que era golpe e acaba conseguindo para que o militante, preso em Fortaleza-CE, também de forma bem-humorada, conte sobre sua vida e os seus esquemas.

O futuro do golpista quando sair da cadeia?

Só assistindo o vídeo para descobrir, em: https://www.youtube.com/watch?v=MoG6Z_Yrd08

– A cultura da Vaidade na Tragédia da EE Prof Raul Brasil

Depois de alguns dias, cada vez mais que se fala sobre as conclusões do atentado à escola Estadual de Suzano, mais se percebe o “mundo à parte” que existe na sociedade.

Conversas no submundo da Internet, fóruns virtuais que beiram à fixação de acontecimentos reais e ode à violência como “fim de Justiça”.

Justiça de quê?

Nessas mentes doentias de atiradores desajustados à sociedade, qualquer coisa é motivo de intimidação e revolta. Claro que são cabeças perturbadas e que se confortam com outros “promotores de justiça virtuais”. No fundo, se fazem de excluídos e querem a inclusão social – e essa se faz de forma trágica para chamar a atenção e ser notado.

E é esse o ponto que quero chegar: a cada passo da investigação, se vê que a motivação era a promoção pessoal! Chamar a atenção como o estúpido acontecimento de Columbine (EUA) ocorrido tempos atrás; ser notado como “poderoso” modificador social e, por mais macabro que seja, ser aplaudido e louvado por aqueles que se identificam “com o confrade”, como relatado em um dos textos descobertos nas investigações.

O pior é: imaginar que toda essa vaidade pessoal simplesmente cega o indivíduo de todo o sofrimento alheio, perda e prejuízo social / emocional dos outros (sem contar que o “retorno” do reconhecimento desejado não é recebido em vida, justamente pois o término é o suicídio).

Difícil aceitar sem emoção. Mais difícil é entender.

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– E deu cana para Temer! Quem pode criticar a Lava Jato?

Não me canso de escrever: a Operação Lava-Jato foi uma das coisas mais corretas que pôde acontecer na história do nosso país, desde a Independência do mesmo.

Políticos corruptos que se faziam como demagogos populares, como Lula e Maluf, estão encarcerados. Um sem-número de pessoas ligadas ao antigo PMDB, PT, PP e outras siglas, idem. Poucos ainda do PSDB, mas aos que estão sob vigia, tenho certeza que na primeira oportunidade serão pegos também . Uma pena que os ex-senadores Aécio Neves (PSDB) e Gleise Hofmann (PT), para não serem também detidos, de maneira ridícula resolveram concorrer a deputados para garantir o maldito foro privilegiado.

Michel Temer, que não poderia (por que não conseguiria) se ele eleger a nada, foi preso nessa histórica quinta-feira (juntamente com Moreira Franco, Cel Lima e outros comparsas).

O juiz Marcelo Bretas, em seu mandado de prisão, escreveu que:

“MICHEL TEMER é o líder da organização criminosa a que me referi [apelidado de ‘Quadrilhão do MDB’], e o principal responsável pelos atos de corrupção aqui descritos”.

Dessa forma, temos, dos três últimos presidente eleitos, dois na cadeia e um que sofreu impeachment (Lula, Temer e Dilma, respectivamente).

Fica a dúvida: Michel Temer terá as mesmas regalia que o criminoso Luís Inácio Lula da Silva tem em Curitiba? Afinal, são dois ex-chefes do Executivo.

Por coerência, àqueles que desqualificam a Lava-Jato agora terão que gritar TEMER LIVRE e argumentar que ele é “preso político”. Ou aí não vale?

Não importa o partido ou a ideologia: político corrupto tem que ser preso! Vale para Lula, Temer, Aécio, Bolsonaro, FHC, ou quem venha a pisar na bola.

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– Parabéns Folha de São Paulo! Olhem para isso, professores.

Um marketing do bem, que agrada a muitos e ainda reforça sua marca: a Folha de São Paulo está dando 1 ano de assinatura digital grátis aos professores da Rede Pública de Ensino.

Tenho inúmeras restrições à linha da Folha, confesso preferir o Estadão. Mas uma jogada como essa é sensacional.

Agora, fica a questão: quantas empresas querem fazer publicidade ajudando a categorias relevantes? Poucas! E tal atitude, tão bacana, deveria ser incentivada (afinal, todos saem ganhando com o retorno final).

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– A quem interessa a Mudança do Conceito dos crimes de caixa 2 para Eleitoral, simplesmente?

A quem interessa a mudança do conceito dos crimes de caixa 2 para crimes eleitorais, em tese, aliviando-os?

À Justiça Eleitoral?

Mas se sim, por quê?

Viram o discurso ofensivo de Gilmar Mendes, o  Ministro que o Brasil (e talvez nem seus pares do Judiciário) não entende? Aliás, a arrogância das suas palavras é incrível, parece que esta acima do bem, do mal e da própria Justiça.

Fico com temor ao ouvir o entendimento do Ministro Barroso e do Procurador Deltan Dallagnon sobre os prejuízos que a Operação Lava-Jato sofrerá com isso. 

Se está dando certo, por quê mudar? Beneficiará a quem: aos bandidos do passado ou do futuro?

Mais perguntas sem respostas…

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– Os limites da dor e do jornalismo no caso de Suzano!

Pavoroso o que aconteceu em Suzano, na escola onde inocentes foram mortos por dois jovens transloucados.

Não cabe comentar especulações da motivação neste momento (mas sim em breve); a vida das pobres vítimas não voltará e tampouco diminuirá a dor dos parentes.

Mas o que me deixou confuso, foi: até onde os limites do jornalismo deveriam ir?

É inimaginável o sofrimento de quem perdeu seu ente por uma morte tão sem sentido. E eis que um repórter da Bandeirantes (não vale citar o nome) encontrou a mãe de um dos assassinos. Foi lá e tentou fazer o seu trabalho jornalístico. Mas…

A mulher é mãe, e mãe de bandido nunca admite que seu filho é criminoso. E nesse caso, a mulher acabava de saber que seu filho morreu e era responsável brutalmente pela morte dos outros. Assustada, ela tentou evitar a conversa mas o repórter insistia em lhe perseguir e forçar a entrevista.

Repito: ela é mãe! Imagine o remorso que ela pode estar sentindo dos erros do próprio filho. NUNCA ela dormirá em paz: pelo filho e pelos outros filhos e mães.

Se tiver estômago, assista no link abaixo esses dois minutos constrangedores. Posso estar equivocado, mas aqui há um “falta de se mancar” quando força alguém que está sofrendo a falar a contragosto, insensivelmente.

Em: t.co/RnpYJP80ne

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– Os bandidos dos dois crimes mais comentados dos últimos tempos: caso morte de Marielle e ataque de Adélio resolvidos!

Ronnie Lessa e Elcio Queiroz são os responsáveis pelo atentado que vitimou a vereadora carioca Marielle Franco e do seu motorista. É isso que a Polícia divulgou nessa manhã de 3a feira, prendendo os bandidos há pouco (que eram ex-policiais).

Ótimo que tenha sido resolvido mais um caso (embora tenha levado tempo pela complexidade). Na semana passada se concluiu outro crime complicado: o caso da tentativa de assassinato a faca do então candidato a presidente Jair Bolsonaro, por parte do doente mental Adélio Bispo. 

Ficará agora a questão que assusta a sociedade:

  • Os fanáticos bolsonaristas de direita e os fanáticos lulistas / psolistas de esquerda aceitarão tais conclusões?

Insisto: o medo do radicalismo político me assusta. Surgem extremistas e pessoas insensatas de todos os lados.

Sobre o caso de hoje, abaixo, extraído de: https://epoca.globo.com/como-policia-chegou-aos-suspeitos-de-matar-marielle-23515054

COMO A POLÍCIA CHEGOU AOS SUSPEITOS DE MATAR MARIELLE

O passo a passo da investigação que levou aos nomes do PM Ronnie Lessa e do Ex-PM Elcio Queiroz

Histórico de atentados: Ronnie Lessa, o sargento reformado indicado pela polícia como principal suspeito Foto: Editoria de Arte
Histórico de atentados: Ronnie Lessa, o sargento reformado indicado pela polícia como principal suspeito Foto: Editoria de Arte

“É inconteste que Marielle Francisco da Silva foi sumariamente executada em razão da atuação política na defesa das causas que defendia. A barbárie praticada na noite de 14 de março de 2018 foi um golpe ao Estado Democrático de Direito”, afirmam as promotoras Simone Sibilio e Leticia Emile na denúncia contra Ronnie Lessa e o Elcio Vieira de Queiroz por envolvimento no assassinato da vereadora.

A polícia demorou meses para chegar ao nome de Ronnie Lessa, 48 anos, sargento reformado da Polícia Militar. Ele, que mora no mesmo condomínio de classe média alta do presidente Jair Bolsonaro, o Vivendas da Barra, na Barra da Tijuca, zona oeste do Rio de Janeiro, teve o nome aventado a partir de informações recebidas pela polícia de dentro e de fora de presídios.

Sem conseguir coletar provas físicas e depoimentos que “entregassem” a participação de Lessa, apostou nos dados digitais do PM. Eles verificaram os arquivos acessados por Lessa pelo celular, antes do crime, armazenados na “nuvem. Assim, ficaram sabendo que o suspeito acompanhava a agenda da vereadora. Segundo investigadores, ele utilizava um celular comprado no CPF de um terceiro. O que estava registrado sob o seu cadastro foi utilizado, no mesmo dia dos assassinatos de Marielle e Anderson Gomes, na Zona Sul do Rio.

O ex-PM Elcio Vieira de Queiroz é acusado de ter dirigido o carro usado no crime  Foto: Reprodução
O ex-PM Elcio Vieira de Queiroz é acusado de ter dirigido o carro usado no crime  Foto: Reprodução

Marielle e Anderson foram mortes em 14 de março de 2018, quase um ano atrás, na Rua João Paulo I, no bairro do Estácio, zona norte do Rio. Segundo a PM, Lessa teria atirado nas vítimas, e Elcio era quem dirigia o Cobalt prata usado na emboscada.

Com a troca dos celulares, o suspeito tentava enganar a polícia, caso os agentes verificassem as antenas de telefonia para checar se Lessa estaria no local do crime naquele momento.

Por vários meses, os policiais da área de tecnologia da Delegacia de Homicídios trabalharam na pesquisa, reduzindo o número de aparelhos investigados. Baseados numa imagem de câmaras de segurança da Rua dos Inválidos, no Centro, no dia 14 de março, os investigadores registraram os horários em que um suposto celular aparece com a tela ligada dentro do Cobalt prata dos executores. O carro deles estava estacionado perto da Casa das Pretas, onde Marielle participava como mediadora de um debate.

A partir do horário que o aparelho estava possivelmente em uso, os investigadores fizeram uma nova triagem na lista de celulares até descobrir que um destes telefones fez contato com uma pessoa relacionada à Lessa. Desse ponto, a polícia trabalhou para buscar os dados na nuvem do policial.

A operação Lume, deflagrada nesta quarta e que levou à prisão de Lessa e Queiroz, além de estar fundamentada na interceptação dos dados digitais do suspeito, também se sustenta em depoimentos de informantes, inclusive presos no sistema carcerário. Após quase 12 meses de investigação, polícia e o Ministério Público do Rio concordaram em desmembrar o inquérito em duas partes para não perder mais tempo. Uma das partes foi transformada em denúncia, identificando os atiradores. A outra, que ainda está em andamento, está focada em encontrar os mandantes do crime – que ainda não foram identificados. Apesar da prisão de Lessa e Queiroz, a Polícia tem a certeza de que um terceiro homem estava dentro do Cobalt que alvejou o carro de Marielle e Anderson.

Atentado contra Lessa

Em 27 de abril do ano passado, Lessa sofreu um atentado. Ele e um amigo, bombeiro, foram baleados no Quebra-Mar, na Barra da Tijuca. Um motociclista teria abordado o carro dos dois. Os dois, militares, reagiram e balearam este homem, que fugiu. À época, a Polícia Civil informou que não descartava nenhuma hipótese para o crime, mas que considerava como a principal linha de investigação uma tentativa de assalto. Lessa foi obrigado a entrar com um boletim de ocorrência porque ele foi baleado e levado ao Hospital Municipal Lourenço Jorge, também na Barra da Tijuca. A cadeia de eventos também chamou a atenção dos investigadores que trabalhavam no caso Marielle.

Essa não é a primeira vez que Lessa aparece no noticiário. Em 2009, ele foi vítima de um outro atentado, em Bento Ribeiro. Uma bomba explodiu dentro de seu carro, um Toyota Hilux blindado. Ele perdeu uma das pernas no crime e, desde então, utiliza uma prótese.

(Com informações do Globo)

– O grupo de países MINT sobrepujará o BRICS?

Jim O’Neil, economista-mor do Goldman Sachs, foi quem cunhou o termo BRICS em um importante relatório para a agência Bloomberg, em 2001. Ele se referia a Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul como motores da economia mundial para aquela década que se iniciava. Por razões óbvias: esses países estavam em ótimo momento nas suas finanças e com bom panorama para empresas se instalarem!

Há pouco tempo, ele chamou a atenção de um novo grupo de países muito mais interessante para investimentos e cujo PIB cresce a passos largos, sendo ele o novo eldorado de recursos e negócios: o MINT – México, Indonésia, Nigéria e Turquia, com cenário favorável para os próximos 20 anos, em contraponto ao BRICS, que desacelera por questões político-econômicas.

Será que Jim acertará? Aguardemos os próximos anos. Aparentemente, está com a razão!

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– Impostômetro marca quase ½ trilhão de somente no começo de março!

Cerca de ½ trilhão de reais! Esse é o valor que o Impostômetro da Associação Comercial de São Paulo alcançou neste dia 09 de março.

O valor é de quanto se arrecadou aproximadamente em impostos no Brasil. E olha que não estamos nem a ¼ do ano ainda…

Os impostos brasileiros arrecadados, percentualmente falando, se dividem em: 59% para a União, 29% para os Estados da Federação e 12% para os Municípios.

Por muito menos Tiradentes chiou, e parece que de nada adiantou.

Em tempo: no ano passado, atingiu-se mais de R$ 2 tri em impostos… Será que foi bem gasto esse dinheiro?

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– Cuidado com o que registra, Presidente! Linguajar respeitoso se faz necessário para o seu cargo.

Escreveu na Internet, ficou registrado!

Postagens indevidas de todas as correntes ideológicas, além de gente defendendo e acusando a Esquerda e a Direita. A falta de bom senso predomina entre muitos militantes radicais nas Redes Sociais.

Dos fanáticos, não se pode esperar nada mais do que isso. Mas de autoridades, o cuidado com o que se escreve deve ser grande.

Que tristeza um país onde Dilma “estocava vento e exaltava a mandioca”, Lula falava do “grelo duro das mulheres feministas” e agora Bolsonaro tuitando “homem com dedo no ânus” para criticar os blocos carnavalescos. Ainda pergunta publicamente algo particular de quem gosta do fetiche, o tal do Golden Shower (urinar quando faz sexo).

Ridículo demais! Não temos um estadista, um líder político de fato, que governe por todos, para todos e que seja exemplar para que se diga: esse respeita e é respeitado.

Pobre Brasil…

 

– O importante tema da Campanha da Fraternidade 2019

A Campanha da Fraternidade de 2019 trará a temática Fraternidade e Políticas Públicas, inspirada pelo versículo bíblico: “Serás libertado pelo direito e pela justiça” (Is 1, 27).

Extremamente relevante a ideia, a fim de encorajar as pessoas a fazerem parte de uma sociedade mais participativa e inclusiva.

Segundo a CNBB, “O objetivo desta campanha é ‘estimular a participação em políticas públicas, à luz da Palavra de Deus e da Doutrina Social da Igreja para fortalecer a cidadania e o bem comum, sinais da fraternidade’.”

Que durante esse período possamos refletir sobre nossa ação como agentes da mudança de uma sociedade que carece de mais paz e solidariedade. Se preferir, de “Fraternidade”!

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– 1 hora na mesma música de Carnaval?

Claro que é só para quem gosta: mas ficar quase 1 hora (ou mais de) ouvindo a mesma Música DE CARNAVAL é cansativo, não é?

Na arquibancada do Sambódromo, 60 minutos, para quem não é do ramo como eu, devem ser longas horas…

Para os foliões: bom proveito! E sem mágoas. Mas que não consigo ficar tanto tempo acompanhando os desfiles, ô se não consigo. Faz parte da minha cultura.

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– Cantar o Hino faria Cabral roubar menos no RJ?

Quanta polêmica sobre “cantar o Hino Nacional nas escolas”, não?

Penso que vulgarizar o Hino (como a decisão de tocar nos estádios de futebol, com o público totalmente o ignorando – sem contar os hinos municipais que muitas vezes também ocorrem) é algo ruim. Somente deveria ser feito em solenidades importantes, significativas e necessárias. Mas fazer com que as crianças aprendam a letra e hasteiem a bandeira não é pecado algum também.

A bobagem (e pensei que era fake news quando eu li) é a história do MEC em filmar crianças cantando o Hino. Difícil acreditar em tamanha bizarrice pedida pelo Ministro da Educação Ricardo Vélez, aquele da entrevista ridícula de que brasileiro é um “canibal no Exterior“. Relembre aqui: https://wp.me/p4RTuC-mO2.

Pior ainda a Ministra dos Direitos Humanos, a dona Damares,  dizer que “executar o hino é ‘obrigatório’ e filmar crianças é para mostrar aos pais que as leis se cumprem no Brasil“, segundo noticiou o consagrado jornalista Jamil Chade em seu novo espaço em um blog que estreou no UOL.

Fico pensando: se até os canalhas envelhecem e têm cabelos brancos, como diz o ditado (se referindo que para ser bandido não tem idade), os patriotas podem também ser corruptos. Uma coisa independe da outra, se essa foi a proposta em se incentivar o civismo com a medida do Hino. Como explicar Sérgio Cabral, ex-governador do RJ que foi preso por corrupção (que era reconhecidamente um cara atencioso com idosos, apaixonado pelo Rio de Janeiro e que se fazia demagogicamente de povão), ao vê-lo dando depoimento hoje com uma frieza absurda, contando como eram as negociatas de 3% nos contratos, golpes, falcatruas e tudo mais?

Mais do que patriotismo, precisamos de gente honesta! 

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– Uma inesperada e grata surpresa!

Às vezes, de onde nada se espera, algo bom acontece! Digo isso pois “pintaram o capeta” sobre ele, dava pinta que seria um temor, mas… viram a conduta do temido Mourão, supostamente candidato a “ditador do Brasil”?

O General Hamilton Mourão, Vice Presidente da República, na reunião do Grupo de Lima (nessa 2a feira) disse que contra a Venezuela “a opção militar nunca foi ou será uma opção”, existindo a “necessidade de promover a democracia com diálogo é fundamental”, que “trabalha por uma solução pacifista” e afirmou categoricamente que “não existirá permissão aos americanos para entrarem no território brasileiro a fim de entrar no país vizinho”.

Irrepreensível! Merece todos os aplausos e mostrou uma conduta / outra face desconhecida por muitos brasileiros (eu me incluo nessa relação daqueles que ignoravam esse comportamento): a da diplomacia acima de tudo!

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– E os pobres saudosos dos defuntos de Brumadinho?

Há um mês aconteceu a tragédia socio-economico-ambiental em Brumadinho. Muito se tem falado sobre o andamento do pagamento das indenizações da Vale, mas algo mais tocante tem que ser entendido e discutido: a dor de quem não se despediu da pessoa querida e nem viu o corpo do ente desaparecido (que provavelmente faleceu no desastre).

Já imaginou o que é sofrer morrendo na lama? E o desespero da incerteza do parente que no fundo tem uma esperança em encontrá-lo em algum lugar?

Será que essas pessoas, independente do dinheiro, estão tendo ajuda psicológica adequada após tamanha violência emocional?

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– A Aventura da CVS para vender remédio no Brasil não deu certo!

O mercado farmacêutico brasileiro movimenta cerva de 20 bilhões de dólares, e é dominado pela Raia/Drogasil e a Pacheco/Drogaria São Paulo.

Eis que há pouco tempo, a gigante americana CVS (que sozinha movimenta US$ 200 bi, ou seja, 10 vezes o nosso mercado) adquiriu a rede Onofre para buscar a liderança. E o resultado… pífio!

Depois dessa péssima investida, a Onofre está a venda para tentar se reerguer. Alguém quer comprá-la?

Extraído de: https://economia.estadao.com.br/noticias/negocios,gigante-cvs-tenta-vender-a-onofre-e-articula-saida-do-mercado-brasileiro,70002730004

GIGANTE CVS TENTA VENDER A ONOFRE E ARTICULA SAÍDA DO MERCADO BRASILEIRO

Grupo americano, que desembolsou mais de R$ 700 milhões pela rede, viu a operação virar uma grande fonte de problemas: além de resultados aquém do esperado e da forte concorrência, aquisição foi alvo de briga discutida em tribunal arbitral

Seis anos após entrar no Brasil com a compra da rede Onofre, a gigante americana CVS avalia deixar o País, apurou o Estado. A maior rede de varejo farmacêutico dos Estados Unidos, que fatura quase US$ 200 bilhões por ano, iniciou conversas com bancos de investimentos para tentar vender a Onofre depois de falhar na estratégia de dar escala ao negócio para enfrentar gigantes como a Raia Drogasil e a DPSP (união das drogarias Pacheco e São Paulo).

Fontes ouvidas pelo Estado afirmaram que a CVS estaria disposta a vender a rede por um valor inferior ao que pagou para entrar no Brasil. Bancos começaram a oferecer a rede para as principais companhias do País e para fundos de investimentos. A gigante americana entrou no País em 2013, ao pagar pouco mais de R$ 700 milhões para a família Arede, que fundou em 1934 a Pharmacia Onofre, rebatizada Drogaria Onofre em 1957.

Enquanto a CVS tem 10 mil lojas e faturou US$ 194,8 bilhões nos Estados Unidos, por aqui sua presença é tímida. De 2013 para cá, a companhia não conseguiu avançar a posição de mercado da Onofre – a cadeia, na verdade, perdeu espaço. A rede, em 2012, ocupava a 8.ª posição do setor, segundo a Associação Brasileira de Farmácias e Drogarias (Abrafarma). Passou para o 17.º lugar em 2016 e desapareceu da lista dos 20 maiores a partir de 2017. A Onofre tem hoje 51 lojas, contra 44 de seis anos atrás – apenas três fora de São Paulo. A líder Raia Drogasil tem cerca de 1,8 mil unidades.

Além de não conseguir a escala esperada, o grupo americano trava uma disputa com a família fundadora da Onofre – a briga foi levada à arbitragem em 2016. Após fechar o negócio, a CVS questionou os antigos donos por ter se deparado com passivos trabalhistas e fiscais não listados à época das negociações. Com faturamento de cerca de R$ 700 milhões, conforme dados de 2017, a Onofre anunciou no ano passado que iria priorizar investimentos para expansão das vendas pela internet.

Há três anos, diante da dificuldade em fazer a Onofre crescer de forma orgânica, o grupo tentou fazer uma grande aquisição para virar o jogo: fez uma proposta pela DPSP, mas as negociações não avançaram. A família Arede também tentou retomar o controle do grupo, sem sucesso, segundo fontes.

Especialistas ouvidos pela reportagem afirmaram que, com seu atual porte, os negócios da CVS no Brasil não fazem sentido para os americanos. “O mercado ficou muito surpreso com a entrada do grupo CVS no Brasil. O mercado de varejo farmacêutico no Brasil movimenta cerca de US$ 20 bilhões, enquanto a CVS fatura quase US$ 200 bilhões sozinha”, diz Sérgio Mena Barreto, presidente da Abrafarma.

Consolidação. O processo de consolidação do varejo farmacêutico no Brasil começou pouco antes da chegada da CVS no Brasil. Em 2011, foram anunciadas duas importantes transações que criaram as duas líderes do setor: Raia Drogasil e Drogaria Pacheco-São Paulo (DPSP).

A cearense Pague Menos atraiu o fundo General Atlantic ao negócio – o aporte ajudou a promover a expansão da rede para a região Sudeste, consolidando a companhia como terceira força do setor. O grupo Ultra comprou a paraense Extrafarma, que havia sido cortejada pela BR Pharma, em outubro de 2013. Agora, a companhia está ampliando a presença da marca pelo País, abrindo lojas dentro da rede de postos Ipiranga.

O segmento, no entanto, não viveu só de êxitos. A BR Pharma, que pertencia ao banco BTG Pactual, tentou criar uma gigante ao adquirir companhias regionais. No entanto, o grupo teve dificuldades em várias operações e falhou na tentativa de integrar os diferentes negócios que adquiriu. Vendida pelo BTG por preço simbólico após bilionário prejuízo, a BR Pharma hoje está em recuperação judicial e é administrada pelo empresário Paulo Remy.

Procuradas pela reportagem, a CVS e a Onofre disseram que não comentam rumores de mercado.

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– Quando 100 milhões tomando sol não assustam mais!

Paulo Vieira de Souza, o famigerado “Paulo Preto” do esquema do DERSA, que funcionava supostamente ao PSDB nos mesmos moldes de Geddel Vieira Lima ao MDB ou de tantos outros casos envolvendo gente do PT, segundo a Polícia Federal, tinha um bunker com dinheiro guardado.

Agora, leio em matéria da Rádio Bandeirantes, que Paulo chegava a colocar os mais de R$ 100 mi (sim, cem milhões de reais em espécie, cash, dinheiro vivo) para “tomar sol” a fim de evitar bolor!

Onde vamos parar? Será que a corrupção se tornou algo normal da vida das pessoas? Não se escandaliza mais com nada? Um caso desse era para prender imediatamente todos os pares envolvidos nessa trapaça.

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– Bebianno e Bolsonaro: aula de comunicação via WhatsApp? E o Moro…

Quem não se comunica, se trumbica, dizia Chacrinha, o Velho Guerreiro. Certo?

Os áudios vazados entre Bolsonaro e Bebianno são exemplo disso (aliás, foram colocados na imprensa por Augusto Nunes, jornalista respeitado e que os tinha recebido do próprio Bebianno). Que repercussão deram, não?

Isso mostra algo corriqueiro em nossos dias: essas conversas de “recados curtos via WhatsApp” são um perigo. Recados mandados, recados recebidos, recados reenviados, e por aí vai… A comunicação por esse sistema não permite interrupção da pessoa, com um falando e outro retrucando. Não seria mais fácil ligar para a pessoa, dialogar (e não fazer pergunta-resposta)? As conversas ficam mais esclarecedoras e as situações menos conflitantes justamente pela clareza e a prontidão.

E falando em “se comunicar”, que decepção a entrevista do Sérgio Moro na fala dele sobre o Caixa 2! Em 2017, o “Caixa 2 é mais nocivo quanto a corrupção”. Agora, em 2019, o discurso de que “Caixa 2 não é tão grave quanto a corrupção”.

Ora, eu prefiro o Juiz Sérgio Moro, que condenou sem medo os políticos corruptos de maneira correta e firme. Já o Ministro Sérgio Moro, que tenho algumas ressalvas depois dessa fala, não disse que o Caixa 2 é algo aceito pela lei, mas o rigor da ilegalidade, nas palavras dele em 2 anos, tornou-se diferente. Uma pena que tenha dito isso. 

Vai corrigir um dos dois discursos contraditórios? Não sei. Tomara que sim!

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– Ufa! Último dia do Horário de Verão

Enfim está acabando o danado do horário de verão. Já estava na hora…

Para quem sai as 18h do trabalho, a tarde é agradável para curtir o dia comprido. Mas para quem acorda cedo… Cruz-credo.

Noites abafadas e manhãs escuras? Chega!

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– Leilane e os fotógrafos: uma reflexão sobre a insensibilidade humana!

A humanidade está se caracterizando por “gente que vive a vida real, fala e age”, dividindo espaço com “gente que vive o mundo virtual, filma e posta”.

Nesta semana, vimos o caso da moça Leilane Rafael da Silva, que estando na Rodovia Anhanguera e vendo o acidente do helicóptero que vitimou Ricardo Boechat e o seu piloto, correu salvar o motorista do caminhão que atingiu a aeronave em meio a faixa de rolamento.

Detalhe: Leilane, que tem 29 anos e é uma humilde vendedora, tem uma doença vascular rara, não pode fazer esforço e nem sofrer situações de stress. Mas apesar do risco foi corajosamente socorrer uma das vítimas.

Enquanto isso…

Um bando de marmanjos, insensivelmente armados de celulares, filmava o desespero da heroína e não ajudavam ela.

Pode?

Que raio de mundo de aparências e flashs é esse? O virtual dominou a mente e o coração das pessoas?

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– Como é ter um “presente de corrupção”?

Poderia ser de político do PT, do PSDB, não importa o nome da partido ou do representante. A ideia é: como é triste ver nosso país mergulhado em crimes de corrupção e o funcionamento da máquina das empreiteiras desonestas.

Aqui o exemplo do famigerado Sítio de Atibaia, que resultou na segunda condenação do ex-presidente Lula (insisto: poderia ser outro nome de outra ideologia, mas o mote a discutir é: a ganância e a vontade de levar sempre vantagens nefastas…).

Abaixo: https://epoca.globo.com/o-sitio-de-atibaia-23435625

O SÍTIO DE ATIBAIA

Espaço que Lula usava como refúgio originou a segunda condenação do ex-presidente: mais 12 anos e 11 meses de prisão

por Gustavo Schmitt

Quando investigadores chegaram a Atibaia, no interior paulista, e entraram no sítio alvo da Operação Lava Jato, há pouco mais de dois anos, não tiveram dúvidas da ligação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e da ex-primeira-dama Marisa Letícia com o lugar. A propriedade podia estar em nome de Fernando Bittar e Jonas Suassuna, sócios de Fábio Luís da Silva, o Lulinha. Mas os principais usuários eram mesmo Lula e Marisa.

O local era a casa dos bichos de estimação de Marisa, alguns vindos de Brasília. Havia pavão, pato, ganso, peru e marreco. Havia remédios de farmácias de manipulação em nome do casal, presentes e anotações. No lago, um bote de pesca tinha a inscrição Lula e Marisa. No Instituto Lula, funcionários costumavam se referir ao sítio de Atibaia de forma natural, sem censura. Até mesmo alguns petistas que torcem o nariz para a condenação de Lula no caso do tríplex no Guarujá, no litoral paulista, reconhecem que o caso do sítio era difícil de defender. Tão difícil que Lula foi condenado a mais 12 anos de prisão em primeira instância na quarta-feira 6 de fevereiro.

As digitais do ex-presidente estavam presentes desde a compra da propriedade, no segundo semestre de 2010, último ano do segundo mandato. A aquisição foi formalizada no escritório de advocacia de Roberto Teixeira, amigo de longa data de Lula. Fernando Bittar, um dos donos oficiais do sítio, é filho de Jacob Bittar, um dos fundadores do Partido dos Trabalhadores na década de 80. Fernando cresceu com os filhos de Lula e os tinha como irmãos.

Quando Lula ainda era presidente, Marisa pediu a José Carlos Bumlai, empresário próximo à família e acusado de ter se beneficiado de contrato superfaturado na Petrobras, para que ele fizesse melhorias na propriedade. Diante da lentidão das obras sob responsabilidade de Bumlai, Marisa pediu, em 2010, para que a Odebrecht ajudasse. Um dia antes de Lula deixar a Presidência, Emílio Odebrecht avisou ao então presidente que a obra seria entregue em breve. “Ele (Lula) não fez nenhum comentário, mas também não mostrou nenhuma surpresa (…). Entendi não ser mais surpresa”, disse Odebrecht ao Ministério Público Federal em depoimento de seu acordo de colaboração premiada.

Seguindo a velha máxima que reforma é fácil de começar e difícil de sair — ainda mais se há alguém pagando —, Lula e Marisa pediram, em 2014, para Léo Pinheiro, presidente da OAS, dar um jeito na cozinha, que era velha e pouco atraente. Projeto com cara de revista aprovado, tudo foi trocado, do telhado à geladeira. De tão moderna, a cozinha passou a destoar do restante da casa, de modo geral bastante rústica.

Durante as investigações do caso, o Ministério Público Federal encontrou fotos de Lula no sítio acompanhado de Pinheiro. Após ser preso e se transformar em candidato a delator na Lava Jato, o ex-presidente da OAS afirmou, em audiência em novembro do ano passado, que Lula se comportava como proprietário do sítio e real beneficiário das obras. Pinheiro ainda declarou que foi Lula quem o convidou para falar sobre as obras do sítio. Declarou que foi ao sítio com o então diretor da OAS Empreendimentos, Paulo Gordilho, condenado por lavagem de dinheiro. Nessa época, a OAS estava “prestando” serviços no sítio e no litoral. Pinheiro disse que Lula “já tinha conhecimento dos serviços que nós vínhamos fazendo no tríplex do Guarujá”. Relatou ainda que o petista pediu aos funcionários da OAS que não usassem uniformes durante a obra para não chamar a atenção.

Ao todo, a propriedade rural tem cerca de 173.000 metros quadrados, o equivalente a 24 campos de futebol. O imóvel tem uma casa principal e outras duas edificações anexas com quatro suítes. Há ainda um lago com dois pedalinhos em forma de cisne para os netos de Lula. Na entrada do sítio, em frente à piscina, uma imagem em miniatura do Cristo decorava um pequeno jardim. Além da cozinha, outro cômodo destoa na casa, a adega, que abrigaria os vinhos que Lula acumulou durante a Presidência. Em audiência na Justiça Federal de Curitiba em novembro, Lula se referiu à adega como “quarto de cachaças”. Não exatamente.

A principal característica do sítio é a discrição. Da estrada, nada se enxerga. É rodeado de mata preservada. Lula deu mostras do que queria do sítio ao reunir amigos para festas juninas, com todos vestidos a caráter. Um lugar sem grandes luxos para passar os finais de semana. Embora simples, o sítio de Atibaia era muito melhor que o Los Fubangos, uma chácara em Riacho Grande, em São Bernardo do Campo, que o petista frequentava antes de ser eleito presidente da República. O local fica próximo da Represa Billings, conhecida por suas águas turvas e poluídas.

O município de Atibaia é um conhecido destino de classe média, não atrai ricos ou famosos. Amigos do casal contam que o sítio era o sonho de Lula, e o apartamento tríplex no Guarujá de Marisa, que queria passar na praia as férias de verão com os netos.

Lula e Marisa, morta em 2017, sempre negaram, com veemência, serem os donos do sítio ou mesmo terem pedido qualquer reforma na propriedade. Após a condenação assinada pela juíza Gabriela Hardt, a substituta de Sergio Moro na Lava Jato de Curitiba, a defesa anunciou que vai recorrer, dizendo que Lula é vítima de perseguição política.

Vários pôsteres de Lula foram encontrados no sítio de Atibaia Reprodução
Vários pôsteres de Lula foram encontrados no sítio de Atibaia Reprodução
Outro pôster de Lula com Marisa encontrado no sítio de Atibaia Reprodução
Outro pôster de Lula com Marisa encontrado no sítio de Atibaia Reprodução

– O susto dos Radares a 40 km no Pedágio

Vira-e-mexe vemos fake news de que concessionárias de rodovias estão multando nas praças de pedágio para quem passa nas cancelas acima de 40km na cobrança de SEM PARAR ou Conectcar (e seus concorrentes).

Agora, o que era mentira começa a se tornar uma verdade: a concessionária das estradas que cortam a região de Jau vai sim colocar radares a 40km a título de “manter a segurança no local”. A próxima iniciativa seria na região de Marília. Nas demais rodovias não há previsão.

Quer uma boa dica para evitar a multa? Respeite a lei de trânsito e não ultrapasse a velocidade máxima permitida. Quarenta km/h na praça do pedágio é razoável e, cá entre nós, não me parece ser mais um dos inúmeros casos da detestável “indústria da multa”!

– Que dor, Boechat!

Um dos maiores jornalistas do Brasil, Ricardo Boechat, morreu pavorosamente nesta segunda-feira, junto com o piloto Ronaldo Quattrucci. Seu helicóptero caiu na Rodovia Anhanguera e ainda sofreu a batida frontal de uma carreta.

Não se consegue dizer nada, a não ser lamentar uma morte tão assustadora. Cair de aeronave, numa via movimentada, e ainda ser atingido por outro veículo!

Boechat era um dos caras mais legais para dar atenção, e as pessoas que conviviam com ele só o exaltavam.

José Luiz Datena, às 13h51, foi o incumbido pela emissora a fim de interromper a programação para a triste confirmação:

“Com profundo pesar, desses quase 50 anos de jornalismo, cabe a mim informar a vocês que o jornalista, amigo, pai de família, companheiro, que na última quarta, que eu vim aqui apresentar o jornal, me deu um beijo no rosto, fingido que ia cochichar alguma coisa, e, no fim, brincalhão como ele era, falou: ‘É, bocão, eu só queria te dar um beijo’. Queria informar aos senhores que o maior âncora da televisão brasileira, o Ricardo Boechat, morreu hoje num acidente de helicóptero, no Rodoanel, aqui em São Paulo“.

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Normalmente, escrevo desejando que esteja no conforto divino / descansando em paz, quando tento uma expressão de conforto. Mas Ricardo Boechat era declaradamente ateu, e em respeito a tal convicção particular dele, fica apenas o: “terminou sua passagem”. E que o consolo seja rápido aos seus entes queridos, pois aos seus telespectadores e ouvintes, já nos faz falta.

– Você se comporta no Exterior como o Ministro da Educação exemplificou? Ou pensa como ele sobre as consequências do ensino superior atual?

Que coisa! Li hoje a tão polêmica entrevista do Ministro da Educação Ricardo Vélez Rodríguez, o colombiano naturalizado brasileiro, e que somente não repercutiu mais devido aos assuntos tristes que rondaram o Brasil nesses últimos dias.

Vamos lá: 

  • Ricardo Vélez concordou com a opinião do presidente Jair Bolsonaro de que havia um problema de Marxismo no MEC, denunciando que em 30 anos nunca conseguiu uma bolsa por causa do aparelhamento da instituição montado pelo PT. Se verdade, é para lamentar que a Educação era vivida por ideologistas radicais e as queixas procederiam.
  • Disse que a Universidade “Não chega a todos em país algum, pois é a elite intelectual que chega a ela. Não deve ser destinada a elite econômica e sociológica, mas aos mais inteligentes. Mas que a universidade prepara para o desemprego, pois o ensino a ser valorizado é o fundamental”. Ôpa, não concordo que somente a elite deve chegar, mas que existam vagas suficientes para quem quiser e alcançar a chance de estudar. FORMAR-SE é outra coisa. Nunca o estudo gerará desemprego.
  • Ele é a favor da “Escola Sem Partido”, pois “a idealização nas escolas é um abuso e uma invasão de militância. E doutrinas ideológicas devem ser ensinadas pelos professores nas escolas, mas não induzidas para que o aluno siga uma ou outra, a gosto do docente”. Nessa, enfim concordo com ele. Todos os lados devem ser mostrados para o discente e discutidos os prós e contras, nunca privilegiar que ele seja de Esquerda ou de Direita.
  • Sobre respeitar as leis e ter disciplina, aqui levei um susto: ele exemplificou sobre adolescentes que viajam no mundo, e emendou que: “O brasileiro viajando no Exterior é um canibal. Rouba coisas dos hotéis, rouba o assento salva-vidas do avião: ele acha que sai de casa e pode carregar tudo. Esse é o tipo de coisa que tem de ser revertido na escola”.

Encerro aqui. Difícil concordar com o que o Ministro pensa sobre os brasileiros, não?

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– O pacote anti-crime de Sérgio Moro

Leio algumas pessoas criticando a proposta do Ministro da Justiça Sérgio Moro, onde ele apresenta um conjunto de ideias chamado de “pacote anti-crime”.

Eu achei muito bom! Está colocando no mesmo patamar o crime de corrupção (que tanto tira dinheiro para os investimentos na Saúde, Educação, Saneamento) com o do Crime Organizado. Dá também mais tranquilidade aos Policias Honestos, que tem medo de dar tiros pois têm que responder um processo cansativo e quase os “macula”. Por fim, luta Peo fim da impunidade na sociedade.

Se passará pelo Congresso ou vai dar certo, é outra história. Mas a idéia é muito boa. Tomara que siga em frente.

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– Quem votou duas vezes?

Saber que 81 senadores votaram e tivemos 82 votos, é para investigar a fundo. São Senadores da República, ou seja, seniors! Em tese, os que mais deveriam ser respeitados e se dar em respeito.

Tem que esclarecer quem votou duas vezes de propósito e cassar o mandato do senador-bandido.

Aliás, que força do Renan, hein? Quem conseguiria uma liminar do STF de sexta para sábado às 03h da madrugada…

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– A incompreensível insensibilidade humana!

Perceberam que, em meio a tanta tristeza por conta do desastre em Brumadinho (que não é apenas um crime ambiental, mas logicamente fruto de descaso da fiscalização responsável), as pessoas ousam transformar as redes sociais em plataforma política?

“A culpa é da Dilma; ou do Bolsonaro; ou do Lula; ou até mesmo do Ministro do Meio Ambiente recém-empossado! Ou do Fernando Pimentel! “, dizem os internautas militantes e fanáticos.

Claro que existem culpados que devem ser responsabilizados. Infelizmente, a vida das centenas de vítimas mortas não se recuperarão mais. Entretanto, existe mais a preocupação em se escrever tal episódio lamentável em narrativa politco-eleitoral do que humano-solidária…

Triste até onde chega o fanatismo!

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