Leia esse relato (até os 40 minutos do segundo tempo). E depois se surpreenda:
Um primeiro tempo tranquilo para a arbitragem de Alceu Lopes Jr. Com a colaboração dos jogadores, a partida foi disputada sem violência (eu temia os nervos à flor da pele, devido ao final do jogo da semana passada entre ambos). Correu bem, porém, no final do período, cansou. Vi algo que não gosto: pedir água para os times. Lógico que o árbitro deve se hidratar, mas tome a sua água e não demonstre cansaço. E o segundo tempo estava indo no mesmo sentido, sem lances polêmicos.
Mas…
Aos 40 minutos do segundo tempo, uma cáca, que tirou o árbitro do seu equilíbrio emocional (e os atletas do Paulista, também).
Nesse momento, Moreira sofreu um pênalti claro, fácil de se marcar. Lance sem discussão, o zagueiro comete a chamada “ação temerária” (falta com cartão amarelo). Na sequência, um atleta do Paulista deu um pontapé e não foi expulso. Aí houve uma confusão generalizada, onde o árbitro distribuiu cartões amarelos e só teve peito para expulsar membros do banco. Por fim, Koiote, nervoso, deu uma cotovelada em seu adversário e levou Vermelho.
O Paulista perdeu pela incompetência emocional dele próprio, e também pela incompetência do árbitro (que estava indo bem até essa lambança que ele cometeu – depois disso, ficou “perdidinho”). Uma pena.

