– Desejar a morte de alguém? Pare com isso…

Eu me assusto quando percebo até onde chega o fanatismo político, desejando a morte de algumas pessoas. E explico:

Quando Lula teve câncer, apesar dos casos de corrupção nos quais esteve envolvido e da ilusão que promoveu no país com seus discursos populistas, me entristeci ao ler postagens de pessoas felizes pela doença.

Agora, ao ver Bolsonaro com seus delicados problemas intestinais, mesmo tendo desdenhado da Covid-19 e mais atrapalhado do que ajudado no combate à pandemia, o “outro lado” (como se existisse só dois) se alegra pelo infortúnio.

Desejar o mal para qualquer pessoa é de uma triste mesquinhice humana… que eles estejam sadios para, quando forem julgados por crismes (se forem), responderem por eles.

Aliás, vale lembrar as insensíveis postagens de Eduardo Bolsonaro no caso Lula e de José Dirceu no caso Bolsonaro…

A espiritualidade, a dignidade e a mansidão do homem sucumbem ao radicalismo, não?

Jair Bolsonaro (em entrevista a VEJA, na semana passada): “Há três, quatro anos eu não tenho tempo para falar em livro. (…) Eu fico no WhatsApp.”; Lula, em entrevista à Rádio Tupi, em 2009: “Eu não consigo ler muitas páginas por dia, dá sono. Vejo televisão. Quanto mais bobagem, melhor para mim. Eu quero é limpar a cabeça.”

Imagem extraída de: https://veja.abril.com.br/coluna/noblat/bolsonaro-torce-por-lula-livre-e-candidato-em-2022/ Crédito: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil; Cristiano Mariz/VEJA

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