Que jogo feio presenciamos no Jayme Cintra, não?
Quando fizemos a nossa análise pré-jogo, falamos que o árbitro gostava que a partida “corresse”; ou seja: que não ficasse parada por faltinhas cavadas e que ele permitia o contato físico legal. E cumpriu a risca não fugindo das suas características. Lamentavelmente, os atletas do Paulista não se atentaram e, errando muitos passes, tentaram cavar faltas ao longo dos 90 minutos. O juizão não entrou.
Assim, Thiago Scarascati se apresentou em alto nível, aplicando corretamente a vantagem nas oportunidades que teve, bem posicionado em campo e tecnica-disciplinarmente correspondendo a expectativa. Não teve influência alguma no resultado. O jogo (fraquinho) pode ter ajudado seu trabalho, mas a boa atuação do árbitro foi preponderante.
Destacando os seguintes 4 lances:
1- Aos 32 m quando Rafael Sena (PFC) tentou cavar um pênalti e o árbitro acertadamente não deu;
2- Idem a Barbosa (PFC) aos 39m;
3- Diga-se o mesmo aos 57m com Barbosa (PFC) novamente. Ou seja: 3 “pedidos de pênalti bem simulados” e que Scarascati não entrou (e olha que era para o time da casa…).
4- A excelente vantagem dada aos 75m em favor do Itararé, resultando no 2º gol dos visitantes.
Faltas: PFC 16×13 AAI (6 cometidas pelo atacante Jonathan Brito do Paulista FC, que jogou somente o 2o tempo).
Cartões Amarelos: PFC 2×1 AAI
Cartões Vermelhos: PFC 0x0 AAI
Renda: R$ 11.525,00
Público Pagante: 1250
Gol: 67 minutos, Arisson (AAI), 75 minutos Rodrigo Pelé (AAI).
Melhor em Campo: Rodrigo Pelé (olho nele, que é muito bom).

