– Quem dá mala branca, também dá mala preta?

Já ouviram falar de “malas de dinheiro no futebol”? No imaginário popular elas existem aos árbitros que estão “na gaveta”. Mas e quando ela vai para um jogador ou para um time?

Viram a manchete do UOL a respeito da mala branca de R$ 500 mil recebida pelos jogadores do Cruzeiro como incentivo a jogarem com mais determinação contra o Palmeiras?

Os jornalistas Danilo Lavieri, Gustavo Franceschini e Thiago Fernandes postaram nesta 5a feira no UOL Esporte que há “relatos de pessoas ligadas a pelo menos 5 atletas diferentes do time celeste, que confirmam a situação”.

Teria sido quem? O Corinthians, para atrapalhar o rival Palmeiras? O Santos, para brecar um concorrente?

O UOL ouviu os times do Cruzeiro e do Corinthians, e ambos confirmaram que não existiu nenhuma mala branca. A pergunta é: se receberam e agora negam, os atletas que toparam fazer isso foram éticos na sua atividade? Um clube grande como o Cruzeiro, com conquistas de Campeonato Brasileiro, Libertadores da América e recentemente a Copa do Brasil, aceitaria passivamente o fato de que um outro time daria dinheiro a seus atletas serem mais produtivos por interesse na classificação do Brasileirão?

Uma perturbação: será que quem aceita a mala branca, não aceitaria também mala preta?

Por fim: os jogadores do Cruzeiro (se é que receberam 500 mil reais mesmo), se não tivessem aceito a grana não honrariam a camisa do time da Raposa e jogariam com menos vontade? Se eu fosse torcedor cruzeirense, me preocuparia com tal situação…

E você, o que pensa sobre isso: houve ou não mala branca supostamente enviada pelo Corinthians ao Cruzeiro? Lembrando que a publicação do Universo On-Line é assinada por 3 jornalistas.

O mais curioso é: na pindaíba das contas e no sufoco em pagar as dívidas, como um clube ousaria usar tal artifício?

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– 75 anos de Zé Carioca! O que ele tem a ver com Jundiaí?

Meu personagem favorito do mundo de Walt Disney não é nenhum americano como o Mickey ou o Tio Patinhas. Mas é alguém brasileiro da gema: o mais carioca dos Josés: o Zé Carioca, que fez aniversário na última semana!

Curiosidades:

-o papagaio só surgiu pois o irmão de Walt Disney, Roy Disney, queria que o irmão criasse um personagem latino para a política da boa vizinhança.

-quer mais incorreto do que não trabalhar, fazer dívidas e não pagar, dar golpes e fumar charuto? A patrulha do politicamente correto conseguiu que o papagaio não fumasse mais (o que concordo), mas ainda bem que o malandro ainda não despertou a vontade de trabalhar (para isso existe o Zé Paulista, seu primo de SP workaholic), nem pagou a Anacozeca (Associação Nacional dos Cobradores do Zé Carioca), tampouco cortou a Feijoada e a Jaca (coitado do Pedrão…) e muito menos deixou de manipular resultados do Vila Xurupita FC (abra o olho, juizada)! Se tirassem esses defeitos do Zé, perderia a graça… ah, esqueci: ainda bem que continua enrolando a periquita Rosinha e enganando o sogro Rocha Vaz!

-por fim: na sua estréia no cinema com o Pato Donald e a Carmem Miranda, conhecemos a voz do papagaio, que foi emprestada do jundiaiense José do Patrocínio!

Qual figurino do Zé você prefere: o antigo, de gravata e guarda-chuva, o do final dos anos 80, com camiseta branca e calça azul, ou o mais novo, de boné e bermuda?

Extraído do Estadão (quando dos aniversário de 70 anos): http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,setentao-louro-e-carioca,955398,0.htm

SETENTÃO LOURO E CARIOCA

Edição especial comemora sete décadas de malandragem e polêmicas do Zé Carioca

por Jotabê Medeiros

Papagaio! A exemplo de Gilberto Gil, Milton Nascimento, Caetano Veloso, o Zé Carioca tá fazendo 70 anos!

Trata-se de uma data importante para o “carioca way of life“. O personagem Zé Carioca, criado por Walt Disney em 1942, morava na favela. Vivia de pequenos expedientes, golpes em restaurantes de hotéis, diversão de penetra em clubes grã-finos. A periquita Rosinha, sua namorada eternamente enrolada, surgiu nos quadrinhos como uma das mais sexy pin-ups da era pré-Jessica Rabitt.

Zé Carioca não cumprimentava friamente, como os americanos, mas dava abraços “quebra-costelas” nos chegados, como no turista gringo Pato Donald. Nas primeiras tiras, ele era identificado como José (Joe) Carioca. Agora, para celebrar a data, sua história é tema de um especial da Editora Abril, que reedita todas as tiras iniciais produzidas entre 1942 e 1944, além de uma seleção especial de histórias até 1962 recoloridas digitalmente.

Por causa de sua faceta de malandro e inimigo do trabalho, Zé Carioca já foi alvo de campanhas politicamente corretas. “O Zé Carioca é um personagem antiético terrível, com todos os clichês negativos”, disse, em 1999, a autora Denise Gimenez Ramos, professora titular da PUC e coautora da tese Os Animais e a Psique (Palas Athenas, 284 págs.), na qual buscava restabelecer conexões simbólicas entre as pessoas e os bichos – incluindo suas representações ficcionais. “O personagem de Disney nunca trabalha, fica em geral deitado numa rede sonhando em ganhar na loteria – é um arquétipo falso, que perpetua o Macunaíma”, afirmou.

O pioneirismo de Disney com o Zé Carioca sempre foi questionado. Já havia precedentes simultâneos e até anteriores. O cearense Luiz Sá (1907-1980) criou, nos anos 40, um papagaio vestido de gente chamado Faísca, que apareceu muitos anos antes do Zé Carioca. E há a eterna desconfiança que a inspiração de Disney tenha partido de um trabalho do cartunista brasileiro J. Carlos.

Em agosto de 1941, Walt Disney visitou o Brasil (além de alguns outros países da América do Sul), estimulado pelo irmão Roy, como parte do esforço da Política de Boa Vizinhança do governo Franklin Roosevelt, que visava a estreitar as relações dos Estados Unidos com os países latinos.

Para o pesquisador Celbi Vagner Pegoraro, jornalista, pós-graduado em Relações Internacionais e doutorando em Ciências da Comunicação pela Universidade de São Paulo, há muitas inspirações que resultaram no papagaio folgazão de Walt Disney, e não só os desenhos de J. Carlos. “Mas é fato que Walt Disney ficou encantado com a obra do brasileiro”, afirma.

Pegoraro lembra que a saison brasileira de Disney o mostrou menos interessado em eventos diplomáticos e mais em atividades artísticas (foi ao lançamento do filme Fantasia no Rio e em São Paulo), e seu primeiro encontro com J. Carlos ocorreu numa exposição na Associação Brasileira de Imprensa. Na mostra havia obras de diversos brasileiros, mas os desenhos de J. Carlos retratavam a fauna brasileira, incluindo aí o papagaio. Seus traços chamaram tanta atenção que dois fotógrafos da equipe de Disney gastaram muito tempo registrando os quadros. Durante um almoço promovido pelo chanceler Oswaldo Aranha no Palácio do Itamaraty, Disney fez pessoalmente um convite para que J. Carlos trabalhasse em seu estúdio, mas o brasileiro recusou. Foi então que o artista presenteou Disney com um desenho de papagaio.

Após 70 anos, Zé Carioca permanece sendo publicado pela Editora Abril. As revistas aproveitaram o sucesso do personagem nos filmes dos anos 1940 e 1950. Em 1944, ele estrelou o filme Você Já Foi à Bahia?, da Disney (nos quais sua voz não era de um carioca da gema, mas do paulista de Jundiaí José do Patrocínio Oliveira, indicado por Carmen Miranda).

A partir daí, o gibi do Zé Carioca inicialmente alternou números com o Pato Donald até ganhar a própria publicação em janeiro de 1961, época em que cartunistas brasileiros começaram a ter sua chance. “Porém, seu auge ocorreu mesmo nos anos 1970, pelas mãos do gaúcho Renato Canini, que aproximou de forma mais latente o Zé Carioca da realidade brasileira, consolidando sua identidade de malandro”, conta Pegoraro.

Suas aventuras ocorrem na Vila Xurupita, um bairro fictício nos morros do Rio, e o personagem ganha uma série de amigos e parentes, caso do Zé Paulista, um primo louco por trabalho. Desde então, outros artistas brasileiros prosseguiram com o personagem e há um desafio da nova geração, como a do quadrinista Fernando Ventura, de desenvolver o Zé Carioca para uma nova geração. Especialmente agora que o volume 2 terá duas histórias inéditas feitas por brasileiros.

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– Dia dos Santos Finados

Hoje, em especial, não deve ser um dia de tristeza. O dia de Finados é para relembrar das pessoas queridas que estão no Céu.

Abaixo, a origem, extraído do texto do Mons. Arnaldo Beltrami, vigário responsável pela comunicação da Arquiodiocese de SP:

(http://www.velhosamigos.com.br/DatasEspeciais/diafinados.html )

ORIGEM DO DIA DE FINADOS

O Dia de Finados é o dia da celebração da vida eterna das pessoas queridas que já faleceram. É o Dia do Amor, porque amar é sentir que o outro não morrerá nunca.

É celebrar essa vida eterna que não vai terminar nunca. Pois, a vida cristã é viver em comunhão íntima com Deus, agora e para sempre.

Desde o século 1º, os cristãos rezam pelos falecidos; costumavam visitar os túmulos dos mártires nas catacumbas para rezar pelos que morreram sem martírio. No século 4º, já encontramos a Memória dos Mortos na celebração da missa. Desde o século 5º, a Igreja dedica um dia por ano para rezar por todos os mortos, pelos quais ninguém rezava e dos quais ninguém se lembrava. Desde o século XI, os Papas Silvestre II (1009), João XVIII (1009) e Leão IX (1015) obrigam a comunidade a dedicar um dia por ano aos mortos. Desde o século XIII, esse dia anual por todos os mortos é comemorado no dia 2 de novembro, porque no dia 1º de novembro é a festa de “Todos os Santos”. O Dia de Todos os Santos celebra todos os que morreram em estado de graça e não foram canonizados. O Dia de Todos os Mortos celebra todos os que morreram e não são lembrados na oração.

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– Ídolo não deve ser Treinador?

Escrito nesse blog há 3 anos, mas serve para hoje! Abaixo:

Sempre tive a seguinte convicção: jogador brasileiro que é ídolo em seu clube não deve se aventurar como treinador. Na Europa, é diferente pela cultura. Aqui, se o técnico não ganha, torcedores nem se importam com o passado de glórias.

Recentemente tivemos alguns exemplos: Fernandão e Falcão foram vaiados no Internacional. Bobô, nome maior do Bahia, também foi ofendido quando esteve no comando do Tricolor Baiano. Leão no Palmeiras também serve de exemplo.

Será que Rogério Ceni ou Marcos, caso quisessem ser treinadores no São Paulo ou Palmeiras, seriam exceções? Penso que não.

Bem faz Zico, que fez uma carreira fora do Brasil e nem cogita dirigir o Flamengo.

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– E que seja um ótimo feriado de 5a feira, em 5 cliques!

Motivando o amanhecer,
logo cedo fui correr:
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Rezando para um dia de calmaria,
com Jesus e a Virgem Maria:
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Alongando no jardim,
com as flores me inspirando sim!
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Contemplando o amanhecer,
Esperando o céu aparecer:
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Curtindo as filhas nessa fotografia,
Pois ser pai é uma alegria.
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Ótimo quinta-feira a nós,
à mim, à você e a todos vós!

– Uso do Celular ao Volante já mata mais do que Motorista Embriagado

No Brasil, a Lei Seca conseguiu diminuir o número de mortes no trânsito em decorrência da bebida. Mas há outro problema: agora, as mortes causadas por uso de Mensagens de Texto no Celular superaram as do Álcool!

Extraído de: http://migre.me/eufCP

MENSAGEM DE TEXTO NO CELULAR CAUSA MAIS MORTES QUE BEBIDA AO VOLANTE

Pesquisa aponta que número de mortes não para de crescer, apesar das campanhas educativa

NOVA YORK – Enviar mensagens de texto pelo celular ao mesmo tempo em que se dirige já ultrapassou o uso de bebida associado à direção como principal causa de morte de adolescentes nos Estados Unidos, de acordo com um estudo do Centro Médico Infantil Cohen, em New Hyde Park.

Mais de três mil adolescentes morrem por ano por causa de acidentes provocados por distração durante o envio de mensagens de texto pelo celular diante do volante de veículos em movimento. Os mortos por acidentes provocados pelo uso de álcool  em acidentes automobilísticos são 2.700 por ano, segundo o estudo. 

Apesar de uma campanha publicitária nacional e inúmeros alertas de autoridades e especialistas, o estudo revela novos números impressionantes: 50% dos estudantes americanos costumam enviar mensagens de texto via celular enquanto dirigem.

”A realidade é que os jovens não bebem diariamente, mas eles levam o tempo todo os seus celulares e querem continuar conectados com os amigos mesmo quando estão dirigindo, e por isso esta ocorrência tornou-se mais comum, embora seja tão perigosa quando beber e dirigir”,  afirmou à rede de televisão CBS o médico  Andrew Adesman, chefe de Pediatria do Desenvolvimento e Comportamento do Centro Médico Infantil Cohen.

Principal autor do estudo, Andrew Adesman disse que as leis que proíbem mensagens de texto ao volante não são eficazes. 57% dos jovens disseram que mandam mensagens enquanto dirigem em estados com leis que proíbem o comportamento, e 59% disseram que fazem o mesmo em estados que não adotam legislação sobre o tema.

”As pessoas estão escrevendo e dirigindo o tempo todo”, disse Mike Xirinachs, um dos entrevistados pela emissora de TV. “Eu não sei o que deve ser feito, mas alguém precisa fazer alguma coisa””, disse.

”Todos os dias eu vejo isso”, disse um motorista. “As pessoas dirigindo e dedilhando ao celular, ou falando ao telefone. Eles não deveriam fazer isso, mas fazem – crianças, adultos, todo mundo faz isso”.

”É perigoso e irresponsável, mas virou uma cena comum”, disse o ex-policial John Montone. “Um veículo é uma arma, assim como um revólver ou uma faca, e você pode matar pessoas. Você não merece ter uma carteira de motorista se é irresponsável a esse pondo”, completou.

As estatísticas mostram que quem se comunica por celular enquanto dirige tem 23 vezes mais chances de causar um acidente do que se estiver prestando atenção.

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– No sorteio de Corinthians X Palmeiras deu a lógica: Daronco apita o Derby. E eu me lembrei do Prósperi…

Quando comemorei 1 ano que aposentei o “apito”, fui convidado para participar do Programa “No Pique da Pan”, apresentado por Wanderley Nogueira na Rádio Jovem Pan. Naquela semana, jogariam no Pacaembu Corinthians x Palmeiras pela semifinal do Paulistão-2011. De um lado, Tite. Do outro, Felipão.

Na 4a feira que antecedia o jogo, Luiz Antonio Próspori publicou no extinto e saudoso Jornal da Tarde que Paulo César de Oliveira seria sorteado para apitar aquele Derby, a pedido de ambas equipes. E de fato foi! A presidência da FPF, na pessoa de Marco Polo Del Nero, negou qualquer pedido. A Comissão de Árbitros da FPF, através do Coronel Marinho, alegou coincidência. Nunca se provou nada.

Por ser um assunto efervescente, fui questionado pelo Wanderley naquela entrevista sobre tal escala, e disse mais ou menos assim: “Como o Palmeiras não gosta do PC, o Corinthians o pediu para apitar o jogo só para enervar o adversário. E o Palmeiras deve ter pedido o PC por crer que, com tantos jogos reclamados contra ele, ‘pagaria a dívida’ e na dúvida erraria a favor dele”. Lembro que nos bastidores eu disse que conhecendo o Paulo César, entraria em campo “mordido”, atento, vibrante. E que na primeira reclamação de qualquer treinador, ele expulsaria não importanto quem fosse. Não me esqueci que alguém (talvez o próprio Wanderley Nogueira) disse: “se acontecer isso mesmo, na segunda-feira o programa [Esporte em Discussão] vai ser uma fumaça”!

E o que aconteceu? Aos 26 minutos do 1o tempo Felipão foi expulso por reclamação e Tite o ironizou com o “Fala Muito, gesticulando com as mãos. Relembre em: https://wp.me/p4RTuC-2DQ.

Mas não é que coincidências realmente acontecem periodicamente?

Escrevemos logo após o jogo São Paulo 2×1 Santos que, por passar despercebido, Anderson Daronco, pela lógica da CBF (olha a coincidência aí de novo: tendo Marco Polo Del Nero na Presidência e Coronel Marinho na Chefia dos Árbitros repetindo a dobradinha de 2011), teria grande chance de que os astros conjurassem entre si e o universo conspirasse a seu favor. E deu no que deu: Nessa 3a feira, o gaúcho fortão foi sorteado para o Derby, agradando os cartolas palmeirenses e corintianos.

IMPORTANTE: não estou menosprezando ou duvidando do sorteio, que é público e transmitido pela TV CBF (confesso não saber se é ao vivo). Acredito na lisura das pessoas que lá trabalham e apenas contei essa “histórinha” por ser repleta de coincidências – e claro, isso é extremamente curioso.

Boa sorte ao Daronco e seus companheiros, tenho certeza que será uma partida menos difícil de se arbitrar do que aquela de 2011, pois ao invés dos rodados Tite e Felipão estarão comandando as equipes os jovens e educados Fábio Carile e Alberto Valentim.

Em tempo: lembram-se que o “Fala Muito” virou até camiseta?

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– E se Atlético Nacional x São Paulo fosse como Lanus x River Plate? A diferença de duas semifinais em 1 ano!

Meus amigos que são são-paulinos se recordarão, sem sombra de dúvida: nesta mesma altura da Taça Libertadores da América, no ano passado (semi final), o São Paulo de Edgard Bauza tentava chegar à finalíssima e parou no bom time do Atlético Nacional (o campeão do torneio) e na péssima arbitragem de Patrício Polic, um chileno com histórico negativo em torneios nacionais e pouco aproveitado pela Conmebol. Relembre aqui: https://wp.me/p55Mu0-ZR

E se existisse o vídeo-árbitro naquela semifinal, como existiu na semifinal deste ano no emocionante Lanús x River Plate?

Nesta oportunidade, não tivemos um inexperiente, mas o rodadíssimo Wilmar Roldán, além do VAR presente. Duas polêmicas ontem: uma sobre um pênalti não marcado ao River Plate (teria sido perguntado ao árbitro de vídeo, sem interromper o jogo, se foi ou não?) e outra em um pênalti a favor do Lanus marcado com o auxílio do mesmo VAR.

Enfim: digo isso pois gostemos ou não a tecnologia chegou. Placares podem ser outros graças à correção com o auxílio da tecnologia. Ou não corrigidos, graças a erros de operadores: os elementos humanos.

Está gostando do uso do árbitro de vídeo nos torneios que você assiste?

Deixe sua opinião:

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– O que Mudou na sua Vida com o Cadastro Positivo?

Desde 1o de Janeiro de 2014 está valendo o Cadastro Positivo, que nada mais é do que a Lista dos Bons Pagadores. Se preferir, é o inverso da Lista Negra de maus pagadores.

A idéia é de que aqueles que nunca atrasam suas contas ganhem benefícios pela pontualidade, como créditos mais baratos e menor burocracia em negociações.

Eu confesso que não senti nenhuma alteração na minha vida financeira ou nas relações com os bancos. E você?

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– Triste atentado (outro) do Estado Islâmico e as ameaças repetidas.

E o mais recente atentado terrorista promovido pelo ISIS (Estado Islâmico)? Foi o primeiro em Nova York depois do fatídico 11 de setembro.

Um jovem uzbeque de 29 anos atirou o seu carro contra os pedestres. E aí fica a questão: como se prevenir desta covardia de um “lobo solitário”?

Impossível!

O que assusta também são os diversos cartazes divulgados nos últimos dias contra jogadores considerados estrelas e que estarão na Copa da Rússia. Nano devemos crer em blefe!

Triste. O mundo está com medo e há razão em estar!

Ah, o fanatismo…

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– Bom dia, dona 4a feira!

Olá amigos. Apesar da preguiça, valeu verticalizar o esqueleto logo cedo. Iniciando mais um mês, começando mais desafios e mirando ainda mais metas pessoais e profissionais.

  • Em 5 cliques mobgráficos:

1. Ir correr para produzir endorfina:

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2. Rezando e conversando com o Menino Jesus pela intercessão de Nossa Senhora:

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3. Alongando e relaxando entre as flores do jardim (rosa vermelha sem filtros):

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4. Curtindo a Natureza que ressurge em linda manhã, apesar do frio:

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5. Admirando o sol bucólico em céu colorido:

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Que seja uma excelente quarta-feira a todos nós – com disposição, entusiasmo, alegria e paz!

– Gilmar Mendes acaba mandando Cabral para a cadeia VIP com Cinema?

Quem acompanha as coisas do Judiciário sabe que o Ministro Gilmar Mendes é antipopular e polêmico. Dessa vez, ele sofrerá críticas por um benefício direto a um presidiário e que, por uma tremenda ação inusitada, acarretará indiretamente outro benefício.

O ex-governador Sérgio Cabral, preso por alta corrupção (e que quebrou o RJ), seria transferido para um Presídio Federal no Mato Grosso do Sul. Entretanto, Gilmar Mendes proibiu a transferência para lá e Cabral ficará na cadeia de Benfica. Neste local, a Igreja Batista do Méier financiou uma sala de cinema com home theater e vários títulos, a fim de ajudar na ressocialização dos detentos.

Abaixo, extraído da Isto É Dinheiro (31/10/2017)

CADEIA VIP

Cabral poderá ter acesso à sala de cinema com home theater na cadeia

O ex-governador do Rio Sérgio Cabral (PMDB) poderá usufruir de uma nova sala de cinema com home theater, que está sendo instalada na Cadeia Pública José Frederico Marques, em Benfica, zona norte do Rio. A oportunidade será possível graças à decisão do ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal de Justiça (STF), desta terça-feira, 31, que impediu o ex-governador de ser transferido para um presídio federal em Mato Grosso do Sul.

A informação sobre a sala de cinema da cadeia, que é conhecida como “Presídio VIP”, foi publicada pelo jornal O DIA, nesta terça-feira, 31, e confirmada pelo jornal O Estado de S. Paulo. A sala, que será equipada com uma TV grande, aparelho de DVD e filmes à disposição dos presos com nível superior, foi financiada pela Igreja Batista do Méier e pela Comunidade Cristã Novo Dia.

O controle da videoteca será feito por outro preso da Lava Jato, o ex-secretário de governo de Cabral, Wilson Carlos Carvalho, condenado a 45 anos de prisão por corrupção. A cada três dias no local, cuidando dos DVDs e do tempo que cada preso ficará assistindo aos filmes, irá diminuir um dia na prisão. Já o acesso dos internos a essa videoteca será definido pelo diretor da prisão. Ele que irá estabelecer dias e horários de cada galeria para usufruir do benefício.

De acordo com a nota da assessoria de imprensa da Secretaria de Administração Penitenciária, enviada ao Estado, os aparelhos foram doados pela Igreja Batista do Méier juntamente com a Comunidade Cristã Novo Dia, “unidades religiosas cadastradas nesta pasta para trabalhos missionários dentro das unidades prisionais”. Além disso, afirmou que “a instalação de videotecas nas unidades prisionais estão dentro das previsões da Lei de Execuções Penais que cita a ressocialização dos internos”.

“Cabe ressaltar que na Cadeia Pública José Frederico Marques (presídio de Benfica), tal videoteca está sendo instalada e funcionará nos mesmos moldes das outras unidades, com doação total dos equipamentos feitos pela referida igreja”. “Esclarecemos que também há videotecas em unidades prisionais como Pedrolino Werling de Oliveira, Instituto Penal Benjamim de Moraes Filho, Penitenciária Moniz Sodré e Unidade Materno Infantil, todas atendidas com equipamentos doados”, informou a nota.

A Seap informou ainda que “o interno Wilson Carlos Cordeiro da Silva Carvalho foi classificado para trabalhar na referida videoteca, também dentro das previsões da Lei de Execuções Penais”. “Nesse caso, o interno que trabalha tem direito a remissão de pena. A cada três dias trabalhados ele tem um dia a menos na sua pena”, disse, acrescentando que “o acesso dos internos não será todos os dias”, informou.

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– Empresas que “Tuitam”

O Twitter é uma das primeiras grandes redes sociais globais e que hoje luta para não perder seu público, ávido por novidades.  Mas veja que interessante o que o mestre dos négocios Jack Welch disse há tempos, quando ele surgiu:

Extraído de: http://portalexame.abril.com.br/revista/exame/edicoes/0946/gestao/rendemos-ao-twitter-479640.html

PORQUE NOS RENDEMOS AO TWITTER

A rede social não é apenas um modismo divertido. Ela poderá ajudar algumas empresas a dar visibilidade às suas marcas e a se relacionar de maneira mais direta com seus consumidores

Você sabe que está fazendo uma coisa diferente e nova – no mínimo, nova – sempre que o assunto vem à tona numa rodinha informal e alguém faz um comentário ácido do tipo: “Por que você perde tempo com uma bobagem dessas?” É o que se passa com o Twitter, essa coisa inventada pelas redes sociais que adotamos recentemente e com um entusiasmo tal que deixou surpresos amigos, familiares e inclusive a nós mesmos.

De uns meses para cá, nos apaixonamos pelo Twitter. Não queremos dizer com isso que ele vai mudar o mundo, conforme dizem alguns de seus adeptos, mas o fato é que conseguimos compreender perfeitamente seu potencial para os negócios. Se o Twitter continuar a crescer no ritmo que vem crescendo atualmente, ele pode se tornar uma ferramenta extremamente valiosa, já que poderá ajudar as empresas a dar visibilidade às suas marcas e a se concentrar de forma mais direta em grupos específicos de consumidores. Talvez seja também uma ferramenta muito útil para executivos que necessitem de uma maneira original de interagir com seu pessoal, e vice-versa.

Mas isso não explica por que ultimamente estamos sempre castigando nossos teclados com rajadas de 140 caracteres – na verdade, umas três ou quatro vezes ao dia.

Usamos o Twitter simplesmente porque não dá para parar.

Por quê? Não pelos motivos que a princípio imaginamos. Na verdade, um de nós (a Suzy, mais conhecida como suzywelch no linguajar da rede) começou a usar o Twitter movida pelos velhos e bons propósitos de marketing. Ela estava para lançar um livro, e todo mundo que sabia disso insistia com Suzy: “É na mídia social que as coisas estão acontecendo”. O conselho não poderia ter sido melhor. A acessibilidade do Twitter, sua informalidade e seu alcance ajudaram Suzy a conseguir entrevistas excelentes (principalmente em blogs). Isso levou muita gente para as sessões de autógrafos, gerou dezenas de resenhas, engrossou o tráfego do site do livro e, o melhor de tudo, criou uma comunidade simpática e estimulante para o público leitor do livro. Foi lá no suzywelch que a Suzy começou a chamar seu grupo de twiffers – “amigos do Twitter” (Twitter friends) – depois que muitos responderam de maneira muito solidária à sua mensagem de Páscoa. “Acabei de ser informada por minha família que não preciso fazer o purê de batatas neste ano. O que será que eles quiseram dizer com ‘manteiga demais’?”

Por fim, Suzy se deixou seduzir a tal ponto pelo Twitter (ficou fanática mesmo) que conseguiu me convencer a entrar na onda. Assim, jack_welch decidiu aderir à nova moda, ainda que fizesse a seguinte restrição: “Não consigo entender para que serve este negócio”.

Bastaram 24 horas para que eu entendesse. Todas as vezes em que fazia alguma observação sobre o time de beisebol Red Sox ou sobre a equipe de basquete do Boston Celtics, dezenas de fãs do esporte enviavam seus comentários. O mesmo acontecia com política e negócios, o que proporcionou dezenas de minidebates fascinantes sobre tudo, desde a política econômica de Obama até a falência da Chrysler e da GM.

Com o Twitter, qualquer um pode participar de coquetéis do tamanho do mundo e bater um papo muito diversificado e (geralmente) bastante civilizado. Algumas coisas que ouvimos (e dizemos) são bem frívolas. No entanto, a maior parte das coisas sobre as quais conversamos tem o dom de nos provocar, informar e, de modo geral, de nos envolver de uma maneira tal que é simplesmente impossível reproduzir quando estamos offline.

O melhor de tudo, pelo menos para nós, é que o Twitter nos ajuda a testar e a melhorar as ideias. Há algumas semanas, postei uma mensagem citando dois eventos que talvez fossem “indícios promissores” de um novo movimento bipartidário nos Estados Unidos. A argumentação de alguns opositores – ainda que eles tivessem apenas 140 caracteres para se expressar – sem dúvida contribuiu para o debate.

Contudo, não nos empolguemos demais em relação ao uso do Twitter como ferramenta de trabalho. Qualquer chefe ficaria irritado com o tempo que gastamos com nosso novo brinquedo. Prova disso é que esta coluna demorou o dobro do tempo usual para ser escrita porque a todo momento checávamos as reações à pergunta “O que há de tão especial no Twitter?”, postada lá por nós.

As respostas vieram bem depressa e com um bocado de entusiasmo, como é próprio do Twitter. As pessoas nos disseram que usavam o Twitter “porque é divertido”, “para se sentir conectadas em um mundo desconectado” e “para se comunicar com a equipe”. São todas razões muito boas, sem dúvida. Mas um comentário em especial nos chamou a atenção: “Tenho tentado explicar às pessoas por que uso o Twitter”, dizia a mensagem, “mas a melhor resposta que me ocorreu foi a seguinte: comece a usar o Twitter e você vai entender”. Foi exatamente isso o que aconteceu conosco. Topamos com uma conversa que parece estar só começando. Nossa ideia é ficar por aqui.

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– Ser contra, a favor ou neutro à Ideologia de Gênero defendida por Judith Butler

Judith Butler, 61 anos, é uma filósofa americana conhecida internacionalmente. É dela o trabalho “Undoing Gener” (Desfazendo o Gênero), e se tornou ídolo “queer” (pessoas adeptas a um movimento onde se defende que a orientação e a identidade sexual – que julgam ser coisas separadas – são resultado da construção social da pessoa).

Ela é uma das defensoras da Ideologia de Gênero, tão polemizada nos últimos tempos, e estará no Sesc Pompéia entre o dia 07 e 09 de novembro, juntamente com outros professores, no evento “Os Fins da Democracia”, que falará amplamente de diversos assuntos da Sociedade.

Entretanto, há uma grande manifestação de pessoas contrárias à vinda dela em nosso país. Outros, simpatizantes das suas ideias e dos seus ideias, prometem fazer uma recepção digna de pop star à teórica.

Claro, existem ações extremadas de radicais dos dois lados, mas o mote é outro: defensores da Ideologia de Gênero têm Judith como um símbolo da causa. Respeito quem pratica essa Ideologia (a de que crianças nascem e se definem meninos héteros ou meninos gays, idem às meninas ou ainda se tornam sem identidade e orientação sexual e que conformem crescem podem ser moldadas). Mas importante: respeitar não é defender ou fazer apologia!

Assim como discordo (embora respeite democraticamente quem defenda) a Ideologia de Gênero, posso (e é meu direito) expressar que defendo, faço apologia, luto pela causa de que a família nuclear constituída por pai, mãe e filhos (meninos que crescerão homens e gostarão de mulheres e meninas que crescerão mulheres e que gostarão de homens) é a coisa natural e correta.

Ué, por que uma senhora do movimento queer pregando que a sexualidade é construída ao longo do tempo e que criança não é menino e nem menina, mas meninx (detesto essa moda do x para dizer que não tem sexo definido), pode estar certa para alguns, e eu, católico, casado e pai de duas lindas filhas crianças não posso pregar que o ideal é que minhas meninas um dia casem com homens honrados, respeitosos, trabalhadores e que constituam uma linda família me dando netos tão maravilhosos quanto elas são?

Se você olhar pela ótica cristã, Deus fez o homem e a mulher, mandando-os que povoassem a Terra (claro que Adão e Eva na Bíblia representam os primeiros homens e as primeiras mulheres, o Catolicismo sabe que essa forma foi a encontrada pelos autores do Gênesis para apresentarem um Deus Criador e Senhor). É meu direito ter crença, acreditar na minha Fé e fazer disso a minha verdade (é inclusive garantia inconstitucional de um Estado que é laico – laico não significa ateu, mas independente/ neutro na acepção da palavra). É natural, então, que homens se casem com mulheres e tenham filhos, na minha verdade (na nossa e da maioria), que é diferente da verdade defendida por Butler e seus seguidores. Há de se permitir a fala de todos, mesmo discordando.

Entretanto, se alguém entende que criança nasça com o sexo a definir em identidade (se vai escolher ser homem ou mulher) e em orientação (se vai querer gostar de homem ou de mulher ou de qualquer outra identidade criada), deve-se respeitar. SÓ QUE… Não venha me impor tal verdade – que é a do pessoal que defende a Identidade de Gênero! Assim como querem ser respeitados, que respeitem quem pensa como eu. Em hipótese alguma isso deve ser levado às escolas como método de tratamento aos nossos inocentes e ensino às criancinhas.

Parem URGENTEMENTE de confundirem a cabeça dos pequenos e sexualizar tão precocemente nas instituições de ensino. Desenvolvimento e orientação sexual não é para tal ambiente, mas sim para os pais e mães ensinarem. Escola é para ensinar Matemática, Geografia, Português, História, Sociologia, Política (apartidariamente). Essas outras coisas ensinam-se em casa!

Com pesar, parece que o sexo se tornou a coisa mais importante do mundo. Estamos virando uma nação de tarados?

Deixem Judith Bluter falar aos seus adeptos e seguidores. Eu, você que pensa como eu, católicos, evangélicos, judeus, ateus e agnósticos e tantas outras pessoas (a maioria delas) que entende ser errado querer IMPOR a Ideologia de Gênero nas instituições públicas de ensino, ignorem a filósofa (não por ser queer, mas pelo seu ideário).

Vivemos de fato uma democracia torta. Está virando pecado pensar diferente daqueles que querem impor a sua cultura. A pessoa pode defender a ideologia de Gênero pois vivemos uma democracia; mas eu não posso criticar, e vivo nessa mesma democracia?

Aí a gente fica louco… Simplesmente e no português “das ruas”: quem gosta, se delicie. Quem é contra, não se contamine por esses propósitos. E “cada um no seu quadrado”.

O que não pode, insisto, é essa maldita IMPOSIÇÃO de que a criança deve escolher o seu sexo no comportamento do dia-a-dia e que tipo de sexo quer fazer. Deixem as crianças serem puras, inocentes e infantis.

Por fim: eu não quero professor (eu sou professor!) falando às minhas filhas que elas podem ser meninos e gostarem de meninos e meninas. Repito: não é esse o papel das escolas.

E você, o que pensa sobre isso?

Deixe seu comentário de maneira respeitosa (palavrões / radicalismos chulos são bloqueados pelo filtro):

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– Os dois lances reclamados em Palmeiras 2×2 Cruzeiro

Heber Roberto Lopes apitou o empate entre o Porco e a Raposa, um importante e difícil clássico brasileiro, de interesse muito grande para a classificação na ponta da tabela. E dois lances foram reclamados:

1.Diogo Barbosa e o pênalti em Keno: você deve avaliar se a força do puxão da camisa seria suficiente ou não para que o atleta continue a jogada. Se “não”, não há porque marcar a falta já que isso se torna tentativa de cavar a infração (já que abdica da continuidade do lance). Entretanto, se há um desequilíbrio real, não importando se foi um puxão fraco ou forte, aí não pode deixar seguir o lance, pois o jogador não tem como continuar a jogada. E foi justamente isso o que aconteceu: um leve (mas existente) desequilíbrio. Fora da área é falta; dentro é pênalti (equivocadamente não marcado, mas difícil de se perceber imediatamente e fazer a correta avaliação da intensidade do puxão).

2.Gol de cabeça de Borja: Manoel vai dividir com o atacante palmeirense. Não existe tranco nem dividida de jogo. Borja se antecipa e pula, a queda do zagueiro não se dá por um puxão por força excessiva (embora exista o braço no adversário), mas por consequência de ter perdido a disputa de bola. Ao sentir o contato físico, se joga! Portanto, o árbitro errou na interpretação do lance, já que Manoel força a queda que não aconteceria se ele disputasse a bola e erroneamente o juiz anula o gol. Detalhe: ele sinaliza de imediato um empurrão, o que não acontece na jogada (será que o árbitro de vídeo “sopraria” algo diferente no ouvido de Heber, neste momento, se ele existisse?).

Respeito a dificuldade dos lances e entendo perfeitamente quem interpretasse diferentemente as duas decisões. Mas discordo do comentarista da Rede Globo, Arnaldo César Coelho, que disse ter sido “uma das melhores arbitragens do Campeonato Brasileiro.

Alguém questionará: “cadê o critério: num lance deixa seguir, no outro não deixa mais”? Aí já não é questão de estilo de jogo ou critério, mas lances pontuais.

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– Jô e a não expulsão, além da pressão psicológica a Corinthians e Palmeiras.

Parece que a coisa desandou para o atacante Jô do Corinthians. Após algumas entrevistas mostrando que de fato mudou sua vida pessoal (marcada por farras que acabavam o prejudicando dentro de campo), ajustou a relação familiar e se destacou com gols importantes na temporada.

Entretanto, após o lance do Fair Play de Rodrigo Caio, houve muita cobrança se Jô, que havia cavado pênaltis, caso tivesse alguma oportunidade retribuísse a gentileza para outro atleta.

Não só isso não ocorreu como Jô fez até gol de mão contra o Vasco; e ontem, contra a Ponte Preta, após tentar simular um pênalti no final do jogo, deu uma solada certeira na canela do defensor Rodrigo. O árbitro não viu para sorte do corintiano, pois ele deveria ser expulso e desfalcaria assim o Timão contra o Palmeiras no próximo final de semana por ter que cumprir a suspensão automática.

A questão agora é: com o campeonato novamente aberto, quem sofrerá mais com a cobrança psicológica: o Corinthians pela sequência de derrotas ou o Palmeiras que se sente obrigado a ganhar?

Aqui vale um pouco de atenção: qual Departamento de Psicologia terá mais trabalho pré-clássico?

Aguardemos.

Em tempo: teremos Anderson Daronco ou Raphael Claus no próximo Derby? Se manter a lógica, apitará o gaúcho.

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– 8 casos de suicídio em Jundiaí somente nesse mês.

No mês passado ocorreu a Campanha “Setembro Amarelo”, visando a Prevenção do Suicídio. Um assunto sério e delicado neste mundo que sofre com cobranças, depressão e de uma enxurrada de informações positivas e negativas on-line.

Digo isso pois ouço na Rádio Cidade 730 AM, durante o seu jornal do período da manhã, que em Jundiaí ocorreram, só em Outubro, 8 casos de suicídio – a maioria de pessoas com depressão e dificuldades financeiras.

Para muitos, depressão é uma bobagem. Mas que tem, sabe o quanto é uma doença gravíssima!

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– Baterias recuperadas para uma ótima 2a feira!

Bom dia! Uma nova semana começa (alguns mais felizes do que o costume, já que há feriado no meio dela).

Neste domingo, ausentei-me da Internet. Como é bom dar essa desligada para curtir a família sem cobranças do mundo do trabalho (ou dos “chatos de plantão” também – falaremos em outra oportunidade). Curti a rara folga indo ao cinema assistir Thor 3. E como eu e a minha pequenona gostamos de filmes… Foto-relaxamento:

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Com o descanso merecido, acordei nesta segundona bem disposto. Sem vacilar, fui para o cooper de 5km no melhor estilo “corujão da madrugada”. Nossa foto-motivação:

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Durante a corrida, pedindo paz no mundo, na minha família e em meu coração a Jesus Ressuscitado, nosso único Deus e Salvador, pela intercessão da Virgem Maria. Nossa foto-meditação:

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Pós-treino, alongando entre as coloridas flores do jardim. Cheias de vida, esses beijinhos dão alegria à manhã cinzenta. Nossa foto-contemplação:

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Pronto para a labuta e certo da garoa que viria (e que realmente veio), admirando o céu com alguns raios de sol ao longe. Nossa foto-inspiração:

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E para que o dia seja perfeito, ter como porta-retrato o sorriso da bochechuda mais linda do mundo, a minha pequenina. Nossa foto-fofurice:

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Ótima segunda-feira para todos!

– Flores para desestressar

Domingo – dia de pausa para contemplar a natureza. Minha terapia contra o stress é a Jardinagem!

Flores do nosso jardim, colhidas há pouco, para colorir o dia nublado:

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– Agradecimento Público à Homenagem Recebida pela Câmara dos Vereadores de Jundiaí!

Nesta semana, na 5a feira (26), a Câmara Municipal de Jundiaí promoveu a distribuição dos títulos honoríficos às pessoas da cidade. Com alegria, por indicação do vereador Antonio Carlos Albino, fui agraciado com a homenagem intitulada “Diploma ‘Capitão Nivaldo Bonassi’ de Incentivo ao Esporte Jundiaiense”.

Realizado no Teatro Polytheama, o evento mostrou o quão forte é a cidade de Jundiaí e como são relevantes seus munícipes. Uma festa da democracia e em especial da sociedade. Muito bonito, extravasando momentos da nossa cultura e exaltando nosso sentimento de amor e dedicação às causas sociais da Terra da Uva.

Muito honrado fiquei com a cerimônia. Honra maior por ver tantos amigos e receber tanto carinho.

De coração a todos, obrigado!

Nas fotos: com minha esposa e filhas (canto esquerdo superior), com meu pai e minha madrasta (canto direito superior) e a homenagem com minha filha e o vereador Albino.

– Os fiscais corruptos presos do INMETRO!

Imagine a responsabilidade e a honestidade que um fiscal encarregado de fazer a aferição de postos de combustíveis deve ter.

Pois bem: essa matéria mostra como um Delegado da PF se disfarçou como oficial do INMETRO e acabou com uma quadrilha de fiscais corruptos de Goiás, após denúncia de proprietária de Posto refém das propinas exigidas.

Extraído da Revista Época, Ed 1009, pg 32-43:

TEM UM INFILTRADO NA REPARTIÇÃO
Por Matheus Coutinho

Delegado da PF vira técnico do Inmetro para desmontar quadrilha de fiscais

Um fiscal do Inmetro é preso  na operação Pesos e Medidas,no dia 17 (Foto: Reprodução)
Um fiscal do Inmetro é preso na Operação Pesos e Medidas, no dia 17 (Foto: Reprodução)

Em 14 de julho deste ano, Michel Silva cruzou o portão de grades baixas enferrujadas da Rua 148, sem número, para seu primeiro dia de trabalho na sede da Superintendência do Inmetro, em Goiânia. Nomeado para um cargo, Michel trazia em seu currículo um apadrinhamento político do PRB que o tornou bem-vindo na repartição. O rapaz, não mais de 40 anos, iniciou um curso de formação para poder atuar como técnico de metrologia e fiscalizar postos de combustíveis no estado. Boa-praça, articulado, em pouco tempo Michel não só cumpria sua nova tarefa, como foi convidado a integrar o grupo que comandava um esquema de corrupção e cobrança de propinas em postos de gasolina de Goiás. Instituto federal ligado ao Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços, o Inmetro tem, entre outras, a missão de fiscalizar as bombas de combustíveis para que o consumidor receba no tanque o que pagou em litros. Apenas em Goiás, há 1.620 postos, com bombas que precisam ser calibradas periodicamente. Era aí que Michel e a gangue atuavam, inventando multas por problemas inexistentes e exigindo um pedágio para não formalizá-las. A vida de barnabé corrupto escondia uma identidade secreta. Por trás do codinome Michel estava um delegado da Polícia Federal (cujo nome tem de ser preservado) que se infiltrara no órgão federal em uma missão sigilosa com outro tipo de fiscalização em mente: a dos servidores do órgão suspeitos de achacar donos de postos de combustíveis no estado.

ÉPOCA teve acesso aos documentos sigilosos da investigação, uma das pioneiras no uso de agentes infiltrados. Em uma trama com um quê do filme Donnie Brasco, de 1997, interpretado por Johnny Depp, que retratou a vida do agente do FBI que se infiltrou na máfia em Nova York, uma estrutura de inteligência foi mobilizada. O Núcleo de Inteligência da Polícia Federal em Goiás, dois juízes federais e duas unidades da Procuradoria da República no estado atuaram no episódio que levou à criação e ao monitoramento do personagem que conseguiu assumir o cargo graças a uma decisão judicial. A medida da Justiça corrigia a nota que o verdadeiro Michel Silva havia obtido em um concurso para o órgão realizado em 2015. O fato chamou a atenção de outros servidores e, por isso, Michel espalhou a versão de que possuía indicação política por trás. O Donnie Brasco tupiniquim não poderia existir sem este incremento: um funcionário público com padrinho político.

A história do delegado da Polícia Federal no órgão durou 71 dias. Michel pôde se aproximar das entranhas da corrupção envolvendo servidores públicos federais. Ele conseguiu declarações de seus colegas temporários admitindo que a cobrança de propinas, de R$ 200 a R$ 6 mil, era uma prática comum entre os responsáveis pela fiscalização do Inmetro. O trabalho culminou na Operação Pesos e Medidas, desencadeada pela Polícia Federal na terça-feira (17). Em um diálogo de 11 de setembro, o infiltrado conversa explicitamente sobre propinas com um fiscal do órgão identificado como “Fernando”. “Corro risco de algum outro metrologista me colocar numa fria? De ele me envolver e eu sair dali algemado?”, indagou Michel. O interlocutor sugeriu cautela, mas lhe deu senha para prosseguir.

Michel mapeou meticulosamente a estrutura do órgão e os locais onde a PF poderia encontrar provas das irregularidades, como os computadores em que eram registradas as fiscalizações fraudadas. Vantagem considerável para os investigadores em tempos nos quais os grampos da Lava Jato acenderam o alerta nos corruptos. “Os mecanismos tradicionais de investigação estão se exaurindo, como os grampos telefônicos. Hoje em dia ninguém mais usa celular, as pessoas usam aplicativos como WhatsApp e Telegram (que não são pegos em grampos), e essa é uma ferramenta nova de investigação que permite driblar isso”, comentou o procurador da República responsável pela investigação, Raphael Perissé.

Risco a que todo infiltrado está sujeito, o delegado teve de cometer crimes. Em fiscalizações de radares de velocidade instalados em rodovias, serviço que também está no escopo do órgão, por ordem de seu superior no Inmetro, ele alterou as leituras de aparelhos fiscalizados para que elas batessem com os dados enviados pelas empresas que geriam os equipamentos. Na prática, ele deixou de checar se alguma infração havia passado batido pelas empresas que administram os radares. No papel de infiltrado, contudo, Michel estava protegido pela lei e não pode ser punido. Toda a atividade de Michel era reportada em relatórios semanais encaminhados à Justiça e ao Ministério Público.

Em um dos momentos mais tensos, Michel pediu e conseguiu autorização judicial para andar armado, já que alguns integrantes da quadrilha que achacava os postos carregavam armas. O Núcleo de Inteligência da Polícia Federal recomendou ao delegado que encerrasse a infiltração porque o delegado saía em missão de recolher propina com s a gangue armada. Em uma manifestação encaminhada à Justiça em setembro, Michel reconheceu que estava “sob perigo concreto”. Mas desobedeceu à recomendação da Inteligência “haja vista que não se me afigura que haverá outra melhor sorte na colheita de provas do ilícito que se investiga, o que justifica o sacrifício de vidas”, afirmou.

Rasgados (Foto: reprodução)
(Imagem: reprodução)

Seu último dia de infiltrado foi 23 de setembro. Dois dias depois, a Polícia Federal refez os caminhos dos fiscais corruptos atrás dos donos de postos que pagavam propina e não concordavam com o esquema. Muitos tiveram medo de falar com as autoridades, mas ainda assim a PF conseguiu o depoimento de seis deles nos municípios de Goiânia, Goianira, Caturaí e Anápolis. Sete fiscais e três donos de postos foram presos na operação. A articulação da Polícia Federal em Goiás para a ação de Michel começou ainda em 2016 durante uma investigação iniciada em dezembro de 2014, a partir do depoimento da proprietária de um posto de combustível em Anápolis. Temendo represálias, ela depôs anonimamente, confessou pagar propinas a fiscais do Inmetro havia 15 anos e disse que vários fiscais e até o chefe de fiscalização do Inmetro em Goiânia estavam envolvidos no esquema. A Polícia Federal começou a monitorar os fiscais suspeitos. Em 2 de dezembro de 2016, contudo, a PF viu sua investigação ameaçada porque dois fiscais do Inmetro, Divino Antônio da Silva e Carlos Alberto Araújo, foram presos em flagrante pela Polícia Civil ao achacar um dono de posto em Goianira, no interior do estado. Os dois foram soltos após oito dias. Pouco depois os fiscais de Anápolis descobriram uma das escutas implantadas pela PF em um veículo do órgão usado por eles. Os dois episódios deixaram a quadrilha em alerta máximo e podiam impedir o aprofundamento das investigações. Era hora de acionar o dispositivo agora permitido por lei e infiltrar alguém entre os criminosos. Michel foi chamado.

A investigação com o uso de um policial federal infiltrado só foi possível graças à Lei das Organizações Criminosas, de 2013. A nova legislação ficou conhecida por regulamentar as delações premiadas que permitiram à Lava Jato atingir a cúpula do poder político. Diferentemente das colaborações, contudo, os agentes infiltrados só podem ser utilizados quando não houver outra forma de conseguir provas. Lançar mão deles representa um risco muito maior aos investigadores, como ficou registrado no caso de Michel. O procurador-geral do Inmetro, Daniel Almeida de Oliveira, informou que o órgão sempre esteve aberto a auxiliar nas investigações, mas que a denúncia de irregularidades veio de fora do Inmetro e a investigação estava em segredo de Justiça e, por isso, o órgão não pôde fazer nada até então.

A PF não comenta investigações em andamento. A advogada Ana Paula Aris, que defende os fiscais Carlos Alberto Araújo e Divino Antônio da Silva, classificou a prática como uma forma de “coroar a traição”. “A infiltração de agentes é o método mais invasivo de investigação. Envolve conquista de confiança e é coroada com a traição, é absolutamente desleal”, disse. O instrumento, ainda novo no Brasil, começa a ser posto à prova.

– Luxemburgo é o Rivaldo dos Treinadores?

Rivaldo foi um cracaço de bola. Mais do que Ronaldo Nazário em 2002! Foi o pacato jogador natural de Paulista-PE que encantou os amantes do futebol. Surgiu e sumiu no Mogi-Mirim, quando veio do Santa Cruz para o Interior Paulista. Do carrossel caipira de Vadão foi para o Corinthians, depois ao Palmeiras e de lá para o continente europeu. No Barcelona, reconheceu-se sua genialidade (e sua introspecção também). Mas foi se apagando, até parar no Uzbequistão para “resolver a vida”, já que o dono do time era o dono do país. Voltou para o Brasil e seu último time expressivo foi o São Paulo.

Vanderlei Luxemburgo, nos anos 90, foi genial. O “estrategista” costumava “botar a banca” para cima dos seus comandados. Gozava de respeito, ganhava títulos e dinheiro. Foi para a Seleção Brasileira e lá começou a ser questionado. Mas depois de estar fazendo ótimo trabalho no Santos chegou ao Real Madrid, com um espanhol parecido com o inglês de Joel Natalino. Naufragou por lá, até, tal qual como Rivaldo ter ido para a Ásia ganhar dinheiro, Luxemburgo fez a mesma coisa na 2a divisão chinesa. Voltou para o Brasil e seu último time expressivo foi o Sport (demitido nessa semana).

Rivaldo e Luxemburgo foram gênios em seus tempos áureos. Mas o jogador depende do seu físico para continuar a carreira, enquanto que o treinador depende da sua atualização (pois se a mente não se renovar, atrofia). Infelizmente Vanderlei Luxemburgo perdeu o foco nos últimos tempos?

Talvez. Aquela equivocada entrevista onde minimizou Pep Guardiola foi uma dessas demonstrações.

Aliás, sobre a desastrada fala, clique aqui: https://professorrafaelporcari.com/2016/10/09/a-bola-fora-de-luxemburgo-sobre-guardiola/

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– Tenhamos um bom sábado!

Bom dia. Uma ausência na 6a feira repleta de compromissos, mas voltei.
Preparado para suar, acordando bem cedo, fui correr. Nossa foto-motivação:

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Durante o cooper, pensando nas coisas do Alto. Hoje em Nossa Senhora do Rosário, mãe de Jesus. Nossa foto-meditação:

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Pós-treino, alongando entre as roseiras do jardim. E hoje com nossa creme, de beleza ímpar. Nossa foto-inspiração:

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Hora de trabalhar! Contemplando a paisagem com o ainda tímido sol em meio as nuvens escuras. Nossa foto admiração:

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Ótimo sabadão de descanso ou de trabalho para todos!

– Só o que a FIFA diz é o que vale?

A FIFA se pronunciou nesta 6a feira a pedido da Conmebol e aceitou o reconhecimento dos Campeões dos Títulos Intercontinentais da Toyota Cup como Campeões Mundiais de Futebol (coisa que ela não havia feito até então).

Nesta oportunidade, não citou o Palmeiras e o Fluminense (que pleiteavam o mesmo reconhecimento via Taça Rio, um Torneio de Clubes Campeões Mundiais da época, em 1951 e 1952, não organizado pela FIFA na época).

Essa grande discussão, em janeiro, foi instigada sabiamente por Jamil Chade, e nela a FIFA reconheceu os clubes que disputaram torneios fora da sua organização como “campeões de dimensão mundial“.

Abaixo, na época, deste blog:

A FIFA QUIS CRIAR A POLÊMICA DOS TÍTULOS MUNDIAIS DE CLUBES POR INTERESSE PRÓPRIO.

Uma discussão provocativa ou até mesmo desnecessária, causada intencionalmente pela FIFA: a pedido do jornalista Jamil Chade do jornal O Estado de São Paulo, a entidade se manifestou sobre quem são os campeões mundiais de futebol nos torneios entre clubes.

Para ela, são reconhecidamente campeões, de maneira oficial, os vencedores dos torneios organizados em 2000 e de 2005 em diante (até hoje). Os da Copa Rio e os do Torneio Intercontinental Europa – América do Sul, segundo ela, são reconhecidamente vencedores de torneios de dimensão mundial.

Ora, e muda o quê?

NADA, embora ela queira instigar o valor dos torneios, sem desvalorizá-los diretamente. E existe uma lógica na “estratégia” da FIFA, pois ela cita em seu pronunciamento, e o faz de maneira escrita e nominal, que a Copa Rio de 1951 e 1952, além do Intercontinental disputado entre os campeões europeus e sulamericanos (via UEFA pela Champions League e CONMEBOL pela Libertadores da América) são iniciativas de “torneios de dimensões mundiais” nas quais não pode dar sua chancela. E isso é evidente, já que não foi ela quem os organizou!

Mais do que isso: ela acaba ratificando que o Palmeiras (vencedor da Copa Rio 51) é o 1o campeão de dimensão mundial de um torneio entre clubes (no qual ela se recusa a chamar de campeão mundial unicamente por não ter sido de sua promoção), aceita o Fluminense tão campeão mundial quanto o Palmeiras (afinal, ela fala do torneio vencido pelos cariocas em 52) e assume que os jogos intercontinentais da década de 60 até o último do ano 2000, organizados pela Toyota (não cita explicitamente a montadora japonesa já que coreanos da Hyundai, parceiros atuais da FIFA, não ficariam à vontade) são da mesma importância. Por fim, destaca, disfarçadamente, que só pode reconhecer os que ela criou.

Trocando em miúdos: a FIFA admite a existência de torneios mundiais em outros tempos antes do dela, mas se recusa a reconhecê-los, pois, afinal, ela só valida o que ela mesmo criou.

Vaidade e necessidade de valorizar seu torneio. Simples. Afinal, como sugeriria australianos, japoneses, africanos e outros times do mundo para dar caráter global, se não fosse por essa competição? Tanto que ela não consegue dizer aberta e claramente que o Santos de Pelé, o São Paulo de Telê, o Flamengo de Zico ou qualquer time argentino que venceu o Intercontinental não são campeões mundiais de futebol via outros organizadores. Ou alguém um dia conseguiu registrar tal afirmação, ou melhor, negação?

E sabe de quem é a culpa de tudo isso? Dos INGLESES, os “pais” do futebol! Eles relutaram em aceitar a FIFA como instituição “dona do esporte” (na época, repleta de franceses, seus arquirrivais), se filiando em 1906 mas saindo em 1928, se recusando a participar das Copas do Mundo até 1950 (ficaram mais de 20 anos fora da FIFA). Quase montaram uma instituição concorrente, o que não se concretizou. Lembre-se, a FIFA é uma empresa privada, não uma ONG solidária de ciência e cultura esportiva.

Objetivamente: quer dizer que o futebol, em geral, inexistia antes da FIFA? É claro que não, mas pelo seu peso e importância, ela forçosamente quer criar tal situação. Portanto, esqueça tal balela de botequim e reconheça: existem os Campeões Mundiais de Clubes dos torneios oficiais da FIFA e outros Campeões Mundiais de Clubes dos torneios não promovidos por ela (pois ela não tinha interesse comercial de fazê-lo até aquele momento). E nem diga que o fato de não ter todos os continentes nas edições não-FIFA não é algo mundial, pois também na Copa do Mundo de Seleções nem sempre tivemos também todos os 5 continentes (que para ela são 6)!

Abaixo, o “print” do comunicado oficial da FIFA gentilmente publicado por Jamil Chade em seu twitter:

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– E a Câmara dos Deputados barrou a segunda denúncia contra Temer!

Deve ter custado caro para Michel Temer ter sobrevida, não? Afinal, quantos bilhões (sim, BI) foram distribuídos em emendas parlamentares aos nobres deputados para agradá-los?

  • Cadê os Direititas e o MBL que protestaram?
  • Cadê os Esquerdistas e Sindicalistas que fizeram auê?
  • Cadê o pessoal dos R$ 0,20?

As ruas, antes cheias de manifestantes, curiosamente agora vazias… Eram massa de manobra?

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– 5a de muita chuva com 6 cliques:

Olá! Começando uma nova jornada, com a madrugada garoando e depois virando temporal. Então, sendo assim, na esteira, vamos correr? Nossa foto-meditação:

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Durante o suador, meditando na memória de São Luís Orione (celebrado pela Igreja Católica hoje), fundador da Congregação dos Eremitas da Divina Providência. Este santo italiano se destacou por cuidar dos doentes e excluídos. Nossa foto-reflexão:

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Pós-treino, alongando na sacada com vista ao aguaceiro e as flores do jardim. Para o clique ficar bonito, uma pose das primaveras vermelhas de ontem. Nossa foto-contemplação:

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E já que a chuva virou temporal, adiantamos o horário da labuta. Como não temos paisagem, vai simplesmente o retrato do tempo chuvoso, tentando um instante de arte na madrugada em meio a estrada. Nossa foto-corujão:

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Como comparativo de beleza (só para postar um click mais legal), aqui vai o amanhecer da última quarta neste mesmo horário em que estou digitando (às 06h30) – e este sou obrigado a reconhecer: espetacular! Em frente ao jardim Teresa Cristina, em Jundiaí, nossa foto-inspiração:

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Enfim, para que o dia seja mais colorido e alegre, me despeço com o sorriso da minha filha Estelinha. Olha só nossa caçulinha na foto-fofurice:

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Que seja uma ótima quinta-feira a todos!

– A Preguiça é o segredo do sucesso!

Curioso. Walcyr Carrasco, autor de novelas, escreveu em sua coluna semanal na Revista Época que sua grande fonte de inspiração é a… preguiça!

Além disso, para ele:

A preguiça é uma vantagem para a sobrevivência, que faço questão de exercer.

Como eu não tenho um salário polpudo como noveleiro da Globo, não posso exercer minha vontade de nada fazer. Que pena!

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– O ISIS ameaça o Mundial de 2018 com Messi sangrando?

Lamentável. Neste mundo que carece de paz, os terroristas do Estado Islâmico deixam a entender que planejariam assustar o mundo promovendo atentados na Rússia durante a próxima Copa do Mundo ao divulgar o cartaz abaixo, com Lionel Messi entre lágrimas de sangue.

Na ridícula foto-montagem, a mensagem: JUST TERRORISM.

Pra quê?

O mesmo Deus monoteísta dos cristãos é Allah para os árabes ou Javeh para os judeus. Não parece mais guerra religiosa promovida por fanáticos, mas algo além da cegueira que não se tem explicação – a não ser o fator financeiro!

Dizem que Deus é brasileiro. Mas ele também é argentino, judeu, árabe, sírio, iraquiano… 

Será que o assunto “segurança” estará acima do assunto “futebol” no Mundial?

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– Como a ANAF impedirá as transmissões da Globo?

Há 2 anos, a ANAF fazia protestos nos jogos do Brasileirão pedindo direito de imagem. Aconteceu algo depois? Relembre, abaixo:

A ANAF (Associação Nacional dos Árbitros de Futebol) insiste em querer 0,5% de direito de imagem, e critica o veto da presidente Dilma.

Pedir, pode. Levar, é outra história (aliás, foi pedido inicialmente 5%).

Tudo é muito confuso: o chefe da ANAF, Marco Antonio Martins, trabalha para a CBF como observador. É sindicalista a serviço do patrão durante os jogos, o que, particularmente, é incompatibilidade dos cargos (e aqui não julgo sua honestidade, mas a função exercida).

Defender que a milionária CBF profissionalize os árbitros remunerando-os e pagando 13o, FGTS, INSS e Férias, neca de pitibiriba. Brigar contra as geladeiras e a péssima gestão de Sérgio Correa da Silva, idem (a propósito, é Sérgio quem escolhe os observadores… aí fica difícil!).

Agora, a entidade quer proibir na Justiça que a Rede Globo mostre a imagem dos árbitros, já que nada recebe da emissora. Conseguirá? Como ficariam as transmissões?

Tudo isso se resume em: “diálogo flácido para acalentar bovino”! Ou, se preferir: “conversa mole para boi dormir”.

Você acredita que a Globo apagará virtualmente a imagem dos árbitros durante as partidas ou se está desviando o foco de outros problemas na CBF?

Deixe sua opinião:

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– A estreia em Container do Árbitro de Vídeo Sulamericano

Sandro Meira Ricci se tornou o primeiro árbitro do mundo a usar num torneio FIFA de importante magnitude o equipamento de “Gol-não Gol” na Copa do Mundo do Brasil, no jogo da França em Porto Alegre (o famoso chip na bola para saber se ela ultrapassou totalmente a linha de meta). Na Copa das Confederações Russia 2017 foi pioneiro no torneio como árbitro de vídeo. E agora, o juiz brasileiro que esteve na Copa de Seleções 2014, que está confirmado na Copa de Clubes 2017 e que certamente irá novamente para a Rússia 2018, foi o primeiro vídeo-árbitro da Libertadores da América, na partida entre River 1×0 Lanús (onde não se necessitou de sua ajuda durante os 90 minutos).

Juntamente com seu bandeira de vídeo e assistente de vídeo-árbitro, ficaram instalados confortavelmente no estacionamento do estádio trabalhando nessa nova função do futebol dentro deste… container!

Uma simples curiosidade: teria ao lado um banheiro químico? Pois imagino que as condições de trabalho ali, digamos, estejam meio que adaptadas.

Se no Brasileirão for da mesma forma (se é que será, já que as promessas demagógicas nunca foram cumpridas), talvez teremos depois de alguma decisão polêmica a turma dos descontentes que tentará virar o container! Aliás, a recepção do áudio, dali, é adequada?

Para Barcelona x Grêmio, também haverá um container. Seria ele blindado?

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– A Gafe da Propaganda do Papel Higiênico Preto

Que bola fora!

A fabricante do Papel Higiênico Personal foi ousada e lançou um produto preto, ao invés de branco. Contratou a atriz Marina Ruy Barbosa e soltou no ar a campanha.

Em que pese o inusitado de que os papéis higiênicos serem brancos justamente para se verificar a limpeza total ou não após o seu uso (e em alguns países, como no Japão, através das fezes no papel identificar ou não possíveis infecções e ser uma questão de saúde), a marca usou a hastag #BlackIsBeautiful na divulgação.

Só que…

“Black is Beautiful” é uma frase internacionalmente usada por movimentos negros em busca da dignidade, criada na década de 60 e ligada hoje a ativistas contra o racismo!

Depois de muitos compartilhamentos com críticas negativas, a Santher, fabricante do Personal Vip Black, retirou o slogan e emitiu uma nota dizendo:

“A mensagem criativa da campanha para o produto Personal Vip Black foi selecionada com o objetivo de destacar um produto que segue tendência de design já existente no exterior e trazida pela Santher para o Brasil. Nenhum outro significado, que não seja esse, foi pretendido.

Refutamos toda e qualquer insinuação ou acusação de preconceito neste caso e lamentamos outro entendimento que não seja o explicitado na peça.

Desta forma, Santher e Neogama vem a público informar que tal assinatura foi retirada de toda comunicação da campanha e apresentar suas desculpas por eventual associação da frase adotada ao movimento negro, tão respeitado e admirado por nós.”

Taí! Se a cor do papel higiênico já traz discussões sanitárias, o uso de uma frase tão emblemática usada inapropriadamente (e que poderia ser evitada com uma simples busca na Internet) trouxe uma antipatia ainda maior.

Quem desenvolveu a peça publicitária deve estar se remoendo de raiva por tal bobeada, não?

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– Por uma ótima 4a feira!

Bom dia. Mais uma oportunidade para se viver!

Para começar bem a jornada, vamos correr? Nossa foto-motivação:

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Durante o cooper, pensando nas coisas do Alto. Hoje em Nossa Senhora, Mãe de Deus e nossa também. Nossa foto-meditação:

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Pós-treino, alongando entre as flores do jardim. Que tal nossa foto-inspiração?

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Enfim, hora de trabalhar! E no caminho, olha só o céu na nossa foto-contemplação:

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Ótima quarta-feira para todos!

– Pênalti ou não em Jô, no Botafogo 2×1 Corinthians?

Que lance “danado” no Engenhão nesta 2a feira, não?

Ao ver o suposto pênalti sofrido pelo atacante Jô pelas imagens disponibilizadas, não consigo ter uma conclusão objetiva instantânea. Se eu estivesse apitando, talvez também não marcaria. Entretanto, há de se ver o ângulo e o campo de visão do árbitro para sabermos se ele acertou ao não marcar ou errou ao interpretar. 

Do sofá, vendo pelo vídeo com calma e com tempo, minha decisão seria de MARCAR O PÊNALTI (lembrando que o juiz não tem tempo nem câmeras para auxilia-lo). O desequilíbrio de Jô que pode parecer forçado realmente ocorre (apesar da chamada “valorizada”, que certamente fez o árbitro se enganar).

 E como julgar a situação para assinalar ou não o tiro penal?

 Você tem subsídios para os mais fanáticos a favor e contra o Corinthians, baseando-se em teorias conspiratórias.

 4 ÍTENS A FAVOR DO CORINTHIANS (àqueles que entenderam que o Timão foi prejudicado):

  • Há um contato físico claro que desequilibra o atacante. Juizão não deu porque não quis.
  • pagou o preço pelos pênaltis cavados e pelo gol de mão contra o Vasco. Por causa dessa fama, o árbitro, em dúvida, mesmo sendo pênalti preferiu não marcar.
  • Precisa dar emoção final ao campeonato, pois se acabar logo o Brasileirão, a Globo perde a audiência.
  • Rodrigo Raposo é árbitro caseiro. Aliás, veja a lambança que ele fez quando apitou (mesmo sem ter história no Futebol Nacional e levado a aspirante da FIFA sabe lá Deus como) o jogo entre Internacional x Santos. Aqui: https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2016/09/09/os-por-ques-de-rodrigo-batista-raposo-em-internacional-2×1-santos/

 4 ÍTENS CONTRA O CORINTHIANS (àqueles que entenderam que o Timão não foi prejudicado):

  • É nítido de que o leve contato físico sofrido não seria capaz de derrubar Jô e ele cai fazendo um grande teatro. 
  • Por ser final de jogo e não tendo como vencer o seu marcador, o atacante corintiano vê como último recurso se jogar.
  • Havia árbitro e AAA (árbitro assistente de linha). Ambos estavam atentos e não errariam de onde estavam. 
  • Em dúvida e não querendo beneficiar o Corinthians com um erro, o árbitro Rodrigo Raposo lembrou-se do pênalti equivocado em Guilherme Arana que deu a vitória ao Timão no 1o turno curiosamente contra o mesmo Botafogo. Em: https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2017/07/02/o-equivocado-penalti-em-arana-no-corinthians-x-botafogo/

Enfim: tal lance é difícil até mesmo para uma rápida decisão do Árbitro de Vídeo, pois as imagens não são claras. Reforço: eu marcaria tiro penal por entender ter existido (leve, mas existido) o contato que é suficiente para desequilibrar o jogador. Mas sem radicalismos, pois é sim uma interpretação difícil pelo calor e clima da partida, pelo local da infração e pelo tempo da partida. A decisão, portanto, é perfeitamente discutível.

– Quer pagar quanto, senhor Presidente?

Ouço agora bem cedinho que hoje o presidente Michel Temer receberá 40 deputados descontentes no Planalto.

Em época de denúncias de compras de voto (que parecem cada vez mais comprovadas, sendo com propina de grandes empresas ou dinheiro público), resta perguntar: quanto valerá cada verba destinada aos parlamentares?

Isso envergonha o nosso Brasil

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– Por uma boa 3a feira…

Minha segunda-feira não foi muito legal. Mas que hoje seja bem melhor do que ontem.

Buscando relaxar e animar ao mesmo tempo, bem cedo fui correr. Foto motivação:

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Durante meu cooper, pensando nas coisas que vem de Deus. Hoje, nas lindas mensagens de Nossa Senhora em Medjugorje. Nossa foto-meditação:

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Pós-treino, alongando na madrugada com as roseiras de casa. Nossa foto-contemplação:

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Enfim, indo ao trabalho inspirando esse céu totalmente colorido! Bonito ou não? Nossa foto-admiração:

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Ótima terça-feira para todos nós!