– Uma época em que ser cristão, heterossexual e discreto passou a ser errado. A quem interessa o Bullying contra a família tradicional?

Tempos que não nos permite ter concordância absoluta, embora a tolerância se faz necessária. Mas e quando a sua parte é feita, mas a de outros não?

Sejamos tolerantes, respeitosos e educados. Mas defendamos a família, a fé e as coisas que cremos! Ser ecumênico e cidadão não quer dizer ser bobo ou abrir mão das suas convicções, tampouco deixar que se ofenda a sua crença.

Não importa ser ateu / religioso, direita / esquerda , político / apolítico , conservador / moderninho, hetero / homo / trans / pan ou assexuado.

Importa ser correto. 

O PROBLEMA É: o proselitismo religioso (a forçação para uma conversão), o radicalismo político (a maldita dualidade entre os prós e contra Lula/PT e Aécio-Dória-Alckmin/PSDB criada em nosso país) e, mais recentemente, a apologia ao fim dos costumes tradicionais à morte do modelo cristão de família e a supremacia do “ser gay”.

Calma. Não estou sendo preconceituoso com ninguém, releia acima o que está escrito (em especial ao respeito necessário à boa convivência de todos). Apenas quero ressaltar: a IMPOSIÇÃO de novos conceitos que parecem ser os “corretos” e que todos os outros são errados

Ter família, ser discreto e possuir uma religião parece ERRO para alguns da sociedade, que defendem a erotização a todo custo, a precoce sexualização das nossas crianças e a libertinagem como meio de satisfação.

Quer 3 exemplos recentes?

1) Veja a propaganda do sabão em pó OMO, que instiga aos pais sobre o sexo das crianças, onde menino e menina podem escolher ser o que quiserem! É a ditadura do modismo do “x”, ou seja, assexuar o indivíduo colocando, por exemplo, o termo meninx ou alunx para ser politicamente correto à criança que “ainda não escolheu o seu sexo“!

Se você acha que é um fake news, abaixo o anúncio do OMO nas grandes revistas e sites, defendendo a Ideologia de Gênero, onde pede para se fazer “um recall das brincadeiras” sem se preocupar com os padrões.

Assista em: https://youtu.be/CKqCidMktkY

2) E se eu questionar o modelo de Educação Sexual e/ou Religiosa lecionado em sala de aula?

Aí temos dois problemas distintos:

A) Falar sobre Educação Sexual não é incentivar uma Revolução Sexual, mas sim falar da Saúde do Corpo. Não se deve confundir a defesa da Ideologia de Gênero com ensino do Sexo de maneira didática e salutar. Há, inclusive, casos de pais que processaram escolas e professores por ultrapassarem a barreira do bom senso e transgredir o conteúdo de ensino sexual.

(Sobre esse processo, veja em: http://deolhonolivrodidatico.blogspot.com.br/2016/02/familia-podera-processar-escola-e.html).

B) Falar sobre Religião é assunto das Igrejas e das Famílias. A orientação para que se dê aula de religião nas Escolas Públicas (como disciplina optativa) acabou se tornando um problema a ser discutido, pois não será uma aula ecumênica, mas especificamente de alguma crença. Se eu sou judeu e o meu professor de religião é católico, devo sair da sala de aula. Se eu sou evangélico e meu professor do candomblé, idem. E se for um mestre hinduísta e eu ateu, vale a mesma situação. Assim, não se deve impor uma religião devido a liberdade de crenças do nosso país.

Perceberam que sexo e fé estão interligados com a Educação dos Pais, das Igrejas, dos costumes das Famílias e que merece uma preocupação absurdamente delicada quando levados aos professores da rede de ensino que devem se manter isentos? Lembrando que o Estado é laico, ou seja: nem crente, nem ateu ou agnóstico.

3) Falamos bastante sobre outros fatos de “forçação de barra” nas últimas semanas. A exposição Queermuseum do Rio Grande do Sul (relembre aqui: http://wp.me/p4RTuC-kjH), a encenação pornográfica com crianças tocando homem nu no MAM (releia aqui: http://wp.me/p4RTuC-kyH) e a sábia e humilde dona Regina, que deixou sem palavras artistas da Rede Globo que defendiam a arte pornográfica para crianças (reveja aqui: http://wp.me/p4RTuC-kL7).

Pois bem: o Banco Santander resolveu transformar a exposição que patrocinou em Porto Alegre, recheada de imagens com zoofilia, pedofilia e blasfêmia da fé alheia em livro para a Rede Pública de Ensino do RS.

Assista a esse vídeo (abaixo) e diga: está fácil educar os filhos na fé que você tem, ensinando que menino vira homem e menina vira mulher, e que ser manso de coração e respeitar a opinião do outro é uma virtude?

O que me deixa encucado é: temos, como princípio do Cristianismo amar o próximo, mesmo que radicais não nos amem e queiram até mesmo impor costumes hereges e que simplesmente deveríamos e poderíamos falar NÃO. Parece que, dentro em breve, desejar que o filho vire homem, case com uma mulher, tenha filhos e possa mandá-los à Igreja e à Escola seja politicamente INCORRETO. A moda é atender os anseios da minoria até que ela se torne maioria.

Insisto: há de se ter respeito entre todos, sem radicalismo ou divisão, respeitando as diferenças. Impor uma opção sexual, a ideologia de gênero e os costumes contrários dos pais em conduta e crença não é o correto. Dá para todos viverem em harmonia e paz.

Não deixe de assistir esse vídeo que vem de Uruguaiana-RS, abaixo:​

Anúncios

Um comentário sobre “– Uma época em que ser cristão, heterossexual e discreto passou a ser errado. A quem interessa o Bullying contra a família tradicional?

  1. Com todo o respeito, discordo em alguns pontos e , fique tranquilo, não há motivos para tanta revolta! Talvez ajude a esclarecer, sou cristã, hetero e discreta, é não me incomodam certas exposições em locais fechados, ou um livro que irá para bibliotecas, aos cuidados dos bibliotecários, que sabem muito bem que a obra Queermuseum dirige -se a um público adulto. Posso lhe tranquilizar que a mãe da menininha observando o homem nu já foi questionado pela Justiça, o estrago foi grande também por manifestantes agredindo funcionários do MAM. A exposição do Santander tinha mais de 260 obras , apenas 5 geraram polêmica e foi provado NÃO haver zoofilia nem pedofilia, algumas imagens divulgadas foram editadas e distorcidas…Por favor não acredite em tudo que vemos na internet, vários grupos conservadores, como o MBL espalham notícias falsas ou tendenciosas, infelizmente criam grandes estragos com suas intrigas e não merecem credibilidade. Fique tranquilo, há problemas bem maiores do que nudez ou expressão de minorias. Enquanto pessoas discutem, somos roubados o tempo todo, principalmente pelos governos, isso sim merece indignação e protestos!

    Curtir

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

w

Conectando a %s