– Risos pela Internet em Outros idiomas!

Achei curiosa essa matéria da última edição da Revista Superinteressante. Ela aborda como se escrevem os “risos” em diversos outros países.

No Brasil, um modismo é escrever “kkkk”.

Sabia que na Grécia os internautas usam “Xaxaxaaxa”?

Na Inglaterra é “Lol”; na Coréia do Sul é “Kekekkeke”; em francês há duas formas: “MDR” (morrendo de rir) e “PDR” (peidando de rir).

Já em japonês são várias letras w: “wwwwwwwww”; na Dinamarca é “GGGG”; por fim, na Tailândia, o mais esquisito: “555555”.

Coisas de um mundo globalizado mas que guarda as suas coisas regionais. É por isso que gosto dos escritos da minha sogra na Internet. A Zabezinha, minha segunda mãe, escreve docemente: “ki ki ki”.

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– Que bobeada do juizão em Santos 2×0 Atlético-PR!

Assistiram à vitória do Santos frente ao Atlético Paranaense?

Um árbitro como Péricles Bassols, que está na FIFA há algum tempo, não pode cair na milonga como ele caiu ao marcar pênalti após a simulação de Emiliano Vecchio. O juiz já é bastante rodado para tais erros…

O atacante argentino do Santos merecia o Cartão Amarelo. Falha importante do árbitro.

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– Dia do Santo Anjo da Guarda

Hoje (02/10) a Igreja Católica celebra o Dia do Anjo da Guarda!

Crê-se que, a cada indivíduo, Deus dá um anjo para o guardar. Os irmãos espíritas acreditam que são centelhas divinas. Os esotéricos atribuem inúmeros poderes e até algumas correntes os caracterizam como entidades. Os evangélicos, confesso, não sei como encaram os anjos.

A nós, católicos, são servos de Deus, que nos ajudam e protegem. Não tem poder divino, muito menos realizam qualquer magiaApenas servem e nos cuidam com carinho. São amigos protetores.

Você tem o hábito de conversar com o seu anjo da guarda? Ele está ao seu lado, espiritualmente. Já o agradeceu?

Sinceramente, o meu anjo da guarda deve reclamar a Deus diariamente: “como esse cara dá trabalho a mim”…

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– As bolas na mão de São Paulo 0x0 Flamengo

Sandro Meira Ricci sempre foi no meio da arbitragem um suposto “inimigo” de Sérgio Correa da Silva na CA-CBF.

Por ser da FIFA, ousava discordar de algumas colocações e orientações polêmicas. E isso se viu na partida entre São Paulo 0x0 Flamengo: em dois lances de bola que bate despretensiosamente na mão, corretamente mandou o jogo seguir. Se fosse árbitro querendo cumprir a ordem equivocada da Regra 12B brasileira, seriam duas infrações erroneamente marcadas! E não pensemos que mudou: o Coronel Marinho, novo chefe do apito, comunga desse equívoco de Correa.

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– O polêmico gol de Botafogo x Corinthians

Sobre o 1o gol tão discutido no jogo entre Fogão x Timão na Arena da Ilha, pelo Campeonato Brasileiro, só vi o lance neste domingo. E para mim, desde o 1o momento, o lance foi LEGAL.

Explico: o impedimento deve ser marcado quando um jogador estiver avançado sem ter entre ele e a linha de fundo 2 atletas, no caso de receber a bola, verificando-se o momento do lançamento. Claro, existem algumas exceções como tiro de meta, arremesso lateral e outras situações específicas.

Nesta jogada, Vinícius Tanque (BOT) está em posição de impedimento, mais enfiado para a região centro-direita do ataque carioca. Neilton (BOT) avança pelo meio. Há um atacante do Botafogo também em posição de impedimento pela esquerda. Quando Yago vai dividir, a bola é desviada e sobra para Vinícius Tanque, que continua a jogada devolvendo para Neilton que faz o gol. Válido ou não?

Entenda: Se Neilton desejasse tocar para Vinícius Tanque originalmente na jogada, com ou sem desvio deveria ser sancionado o impedimento. Desvio, neste caso, não tira impedimento. Entretanto, crendo que Neilton queria prosseguir a jogada e que não iria tocar para Vinícius Tanque, e que a bola sobra para ele somente em decorrência da participação de Yago, é uma nova jogada e o lance deve prosseguir (isso mudou em 2013,  veja o item 9 desta postagem: http://wp.me/p55Mu0-bW).

Neste mesmo Brasileirão, houve um lance de mesma natureza e discussão em um gol na partida entre Ponte Preta x Palmeiras, também debatido na ocasião.

Em tempo: o pênalti desperdiçado por Marquinhos Gabriel surgiu de lance mal marcado. Não foi mão intencional na bola, falha do bom árbitro Caio Max Vieira, que havia trabalhado bem em outros jogos.

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