– Burger King X McDonald’s: a Batata Olímpica da Discórdia

Briga de gigantes no período olímpico: McDonald’s patrocina a Olimpíada, mas Burger King usa Anderson Silva para promoção do evento (mesmo sem patrocínio). Haverá problemas?

Extraído de: http://epocanegocios.globo.com/Informacao/Olimpiada/noticia/2012/07/anderson-silva-revela-promocao-do-burger-king-para-jogos-olimpicos.html

EM AÇÃO ARRISCADA, BURGER KING USA ANDERSON SILVA PARA LUCRAR COM OLIMPÍADA

LUTADOR ANTECIPOU PELO TWITTER UMA PROMOÇÃO QUE SE CONFIGURA COMO MARKETING DE EMBOSCADA, SEGUNDO ADVOGADO, E PODE RENDER PUNIÇÃO À REDE DE FAST FOOD

Embora não seja patrocinador oficial dos Jogos Olímpicos de Londres, o Burger King acaba de lançar uma campanha voltada para a competição. Em seu perfil no Twitter, o lutador Anderson Silva, garoto-propaganda da rede de fast food, antecipou que cada medalha do Brasil irá render batata frita em dobro nos restaurantes da companhia no dia seguinte. A promoção vale apenas para combos.

O perfil do atleta no microblog, com 2,3 milhões de seguidores, vem sendo usado não só pelo Burger King, mas por vários de seus patrocinadores oficiais, como a Nike e a Philips, para gerar comentários sobre ações e campanhas feitas pelas empresas. Na última terça-feira (24/07), por exemplo, Silva perguntou a seus fãs se era “dia de churrasco”, uma alusão ao lanche oferecido pela rede.

Marketing de emboscada?
Como o Burger King não é patrocinador oficial dos Jogos Olímpicos de Londres e, pior, é concorrente direto do McDonald’s, que comprou uma das cotas oferecidas pelo Comitê Olímpico Internacional (COI), a ação se caracteriza como marketing de emboscada, isto é, quando uma empresa se aproveita de um evento esportivo para divulgar sua marca ou seus produtos sem fechar um patrocínio oficial. Esta é a opinião de Eduardo Carlezzo, advogado desportivo.

“Esta é uma ação coordenada do Burger King, e não só uma frase no Twitter, então ela ganha outra envergadura. Se aplicarmos estritamente os conceitos de marketing de emboscada, essa ação é irregular”, afirma o advogado.

Pelas regras impostas pela organização dos Jogos, não é permitido, por exemplo, usar as palavras “ouro”, “prata” e “bronze”, todas elas citadas na página oficial da marca no Brasil.

A imagem criada pela companhia também fere as regras, pois ela representa uma óbvia alusão entre um produto do Burger King, a batata frita, e a tocha olímpica, símbolo pertencente à Olimpíada.

Agora, resta saber se haverá alguma ação jurídica para proibir ou punir a rede de fast food. De acordo com Carlezzo, há um vácuo jurídico nesse caso, pois não há no Brasil uma legislação específica para punir o marketing de emboscada no caso de Jogos Olímpicos.

“O marketing de emboscada foi colocado na legislação pela primeira vez na Lei Geral da Copa, mas ela é válida apenas para a Copa do Mundo de 2014. Há um Ato Olímpico, que foi assinado quando o Brasil se candidatou para receber os Jogos do Rio, mas ele também vale apenas para a edição de 2016. Normalmente, em uma discussão jurídica, a empresa que se sente lesada se apoia no código civil, basicamente, e em concorrência desleal, porque o concorrente tirou vantagem de um direito que não possui. Mas nesse caso existe um limbo jurídico”, afirma Carlezzo.

O Burger King tem como meta para o Brasil chegar às mil lojas até 2016, quando os Jogos Olímpicos serão realizados no Rio de Janeiro, para se aproximar das 1,4 mil unidades que o McDonald’s, seu principal concorrente, possui no país. Para se ter uma ideia, a companhia cresceu 30% em 2011, saltando de 190 para 230 pontos de venda, mas, para cumprir o objetivo, o ritmo terá de ser acelerado.

– Importação de Gasolina quebra Recordes!

Você sabia que o Brasil já gastou mais de US$ 1.5 bilhão para o país não parar por falta de Gasolina?

A história do pré-sal, da autosuficiência, do etanol como combustível do futuro…?

E aí, como ficam esses bla-bla-blás?

Extraído de: http://www.opovo.com.br/app/economia/2012/07/30/noticiaseconomia,2888498/importacao-de-gasolina-cresce-315.shtml

IMPORTAÇÃO DE GASOLINA CRESCE 315%

Para evitar um colapso no mercado doméstico, Brasil é obrigado a fazer compra recorde de combustível no exterior por US$ 1,4 bilhão

O Brasil está batendo recordes na importação de combustível. Sem etanol suficiente, produção de gasolina estagnada e consumo em alta, o País foi obrigado a elevar as compras externas para evitar um colapso no mercado doméstico. Só neste ano (até maio), o volume de gasolina importada cresceu 315%, segundo dados da Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).

As operações custaram cerca de US$ 1,4 bilhão. O valor representa 83% dos gastos realizados em todo o ano de 2011, quando as importações já haviam crescido 332%. Por enquanto, não há expectativa de mudança no cenário. 

O ritmo de importação deve continuar em alta, pelo menos, até o ano que vem. Depois, o crescimento deve se acomodar. A previsão de especialistas é de que as importações se estabilizem num nível elevado.

A solução do problema depende de uma série de fatores, como a entrada em operação das refinarias da Petrobras e a definição sobre o papel do etanol na matriz energética brasileira.

O setor, que passou os últimos anos trabalhando para liderar a exportação de etanol no mundo, teve de importar 1,45 bilhão de litros de etanol para atender o mercado. Enquanto isso, o consumo de combustíveis não parou de crescer, especialmente porque o governo deu subsídio para a compra do carro zero – de janeiro a junho deste ano, 1,6 milhão de carros novos entraram no mercado. As informações são do jornal O Estado de São Paulo.

– Protesto Incabível

Coisas incompreensíveis: um caminhão atropelou um garoto de bicicleta na Avenida Roberto Marinho, em São Paulo. Moradores, revoltados, queimaram um ônibus que passava por perto em protesto.

Que raio de manifestação é essa? O usuário do transporte coletivo e a empresa de ônibus, que nada têm a ver com isso, “pagam o pato”?

É claro que deve existir preocupação com esses tristes fatos. Mas proteste-se contra quem deva!

– Apagão do Speedy

Internet, nesta segunda-feira, só pelas operadoras de celular, usando o iPhone como modem ou direto deles. Pois, se depender da Net e do Speedy…

No domingo, a Net (a uso para o trabalho) me deixou na mão pela manhã. Hoje, 2ª feira, dia corrido, foi a vez do Speedy.

Estamos a pé no quesito “infraestrutura tecnológica”, não? Pagamos caro pela Internet e ela frequentemente falha.

– O Enésimo Cartão Amarelo de Luís Fabiano. Jogador conhece a Regra?

Neste domingo, lance infantil do atleta sãopaulino Luís Fabiano. Recebeu pela enésima vez um cartão amarelo evitável.

A Regra 4 fala sobre os “Uniformes/equipamentos dos atletas”. E desconfigurá-lo é uma infração passível de cartão amarelo.

As diretrizes sobre essa regra foram modificadas nos últimos anos. Antes, tirar a camisa não era infração. Por um certo período, se punia por “excesso de comemoração” ou “retardamento no reinício da partida”, como se a camisa fosse culpada por isso. Hoje, as coisas estão bem mais norteadas: o termo usado pelo árbitro é: “desconfigurar o uniforme”.

Vamos lá: se você jogar com o meião baixo ou com mangas arregaçadas, deve ser advertido verbalmente para que corrija o uniforme (pois as meias devem encobrir as caneleiras e as camisas devem ter mangas). Porém, se você erguer a camisa, nas diretrizes da Regra, a orientação é clara: deverá ser punido com cartão amarelo.

Nesse caso, as situações são as seguintes:

tirar a camisa;

erguer a camisa até a cabeça, sem tirá-la do corpo.

Na última modificação, de anos anteriores, se você erguia a camisa e tivesse outra camisa por baixo, não era infração (Rivaldo fazia tal comemoração com constância no Barcelona). Hoje, o atleta só não será punido se tiver uma camisa idêntica por baixo.

É claro que dirão que esta regra só existe para privilegiar patrocinadores que querem sua marca mostrada no momento mais importante: a comemoração do gol com a estampa da empresa à vista do público. Outros dirão que tirar a camisa não machuca ninguém e que tudo não passa de bobagem. Concordo com tudo isso, porém, assim é a Regra. Quer queira ou não, deve ser cumprida.

Admiro ver que atletas rodados, calejados e importantes, como Luís Fabiano, ainda recebam cartões amarelos infantis como o da partida São Paulo X Flamengo. Será que ele não sabia que tirar a camisa é para cartão amarelo?

Jogador não lê livro de Regra e desconhece as 17 leis do jogo. E quando sabe a Regra, muitas vezes não a cumpre e prejudica sua equipe.

Obs: não dá para passar batido: e o árbitro Jaílson Macedo apitando a partida no Morumbi, a quase 30º.C, com camisa térmica de mangas longas? Deve ter se desidratado dentro do uniforme.

– Quando é que se “Desconfigura o Uniforme”?

Neste domingo, lance infantil do atleta sãopaulino Luís Fabiano. Recebeu pela enésima vez um cartão amarelo evitável.

 

A Regra 4 fala sobre os “Uniformes/equipamentos dos atletas”. E desconfigurá-lo é uma infração passível de cartão amarelo.

 

As diretrizes sobre essa regra foram modificadas nos últimos anos. Antes, tirar a camisa não era infração. Por um certo período, se punia por “excesso de comemoração” ou “retardamento no reinício da partida”, como se a camisa fosse culpada por isso. Hoje, as coisas estão bem mais norteadas: o termo usado pelo árbitro é: “desconfigurar o uniforme”.

 

Vamos lá: se você jogar com o meião baixo ou com mangas arregaçadas, deve ser advertido verbalmente para que corrija o uniforme (pois as meias devem encobrir as caneleiras e as camisas devem ter mangas). Porém, se você erguer a camisa, nas diretrizes da Regra, a orientação é clara: deverá ser punido com cartão amarelo.

 

Nesse caso, as situações são as seguintes:

 

tirar a camisa;

erguer a camisa até a cabeça, sem tirá-la do corpo.

 

Na última modificação, de anos anteriores, se você erguia a camisa e tivesse outra camisa por baixo, não era infração (Rivaldo fazia tal comemoração com constância no Barcelona). Hoje, o atleta só não será punido se tiver uma camisa idêntica por baixo.

 

É claro que dirão que esta regra só existe para privilegiar patrocinadores que querem sua marca mostrada no momento mais importante: a comemoração do gol com a estampa da empresa à vista do público. Outros dirão que tirar a camisa não machuca ninguém e que tudo não passa de bobagem. Concordo com tudo isso, porém, assim é a Regra. Quer queira ou não, deve ser cumprida.

 

Admiro ver que atletas rodados, calejados e importantes, como Luís Fabiano, ainda recebam cartões amarelos infantis como o da partida São Paulo X Flamengo. Será que ele não sabia que tirar a camisa é para cartão amarelo?

 

Jogador não lê livro de Regra e desconhece as 17 leis do jogo. E quando sabe a Regra, muitas vezes não a cumpre e prejudica sua equipe.

 

Obs: não dá para passar batido: e o árbitro Jaílson Macedo apitando a partida no Morumbi, a quase 30º.C, com camisa térmica de mangas longas? Deve ter se desidratado dentro do uniforme.