– Tecnologia Eletrônica Finalmente Chega ao Futebol. Como se dará?

Três novas medidas adotadas pela FIFA hoje (em fase avançada de experiência):

1) Permissão de que atletas femininas islâmicas usem o véu nas partidas de futebol (ainda a regular como será o padrão da veste, em teste e aperfeiçoamento até 2014)

2) Escolha oficial da tecnologia para confirmar gols (dentre as muitas que foram oferecidas). A FIFA não escolheu uma, mas autorizou as duas que mais foram testadas até então: a do Hawk Eye (a de sistemas de câmeras, semelhante ao usado no tênis) e a do Goalref (a do Chip na Bola).

3) Aceite dos árbitros assistentes adicionais (AAA)

Claro que a medida radical é o aceite da Tecnologia de Ponta. Será utilizada em 3 competições FIFA nos próximos anos: em 2012 na Copa do Mundo de Clubes, 2013 na Copa das Confederações e 2014 na Copa do Mundo.

Diferente das 17 regras, que são obrigatórias, as medidas autorizadas hoje são OPCIONAIS. Assim, países pobres poderiam evitar custos altos da implantação, e torneios de ponta poderiam usar o que há de melhor.

Vale ressaltar que os estádios e clubes interessados em usá-las terão que ter a licença da FIFA (processo semelhante ao da aprovação de gramados sintéticos: a FIFA recebe o pedido, avalia e certifica as instalações).

Por fim, os AAA foram aceitos oficialmente, após as experiências reguladas. Entretanto, não foi dito como eles atuarão (se do lado direito ou esquerdo dos gols, testados no primeiro e segundo ano).

E você: gostou das novidades? Deixe seu comentário:

– Tecnologia Eletrônica Finalmente Chega ao Futebol. Como se dará?

Três novas medidas adotadas pela FIFA hoje (em fase avançada de experiência):

1) Permissão de que atletas femininas islâmicas usem o véu nas partidas de futebol (ainda a regular como será o padrão da veste, em teste e aperfeiçoamento até 2014)

2) Escolha oficial da tecnologia para confirmar gols (dentre as muitas que foram oferecidas). A FIFA não escolheu uma, mas autorizou as duas que mais foram testadas até então: a do Hawk Eye (a de sistemas de câmeras, semelhante ao usado no tênis) e a do Goalref (a do Chip na Bola).

3) Aceite dos árbitros assistentes adicionais (AAA)

Claro que a medida radical é o aceite da Tecnologia de Ponta. Será utilizada em 3 competições FIFA nos próximos anos: em 2012 na Copa do Mundo de Clubes, 2013 na Copa das Confederações e 2014 na Copa do Mundo.

Diferente das 17 regras, que são obrigatórias, as medidas autorizadas hoje são OPCIONAIS. Assim, países pobres poderiam evitar custos altos da implantação, e torneios de ponta poderiam usar o que há de melhor.

Vale ressaltar que os estádios e clubes interessados em usá-las terão que ter a licença da FIFA (processo semelhante ao da aprovação de gramados sintéticos: a FIFA recebe o pedido, avalia e certifica as instalações).

Por fim, os AAA foram aceitos oficialmente, após as experiências reguladas. Entretanto, não foi dito como eles atuarão (se do lado direito ou esquerdo dos gols, testados no primeiro e segundo ano).

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– Os Brasileiros do Burger King: Bons Números

O Burger King cresce forte no Brasil. Mas os brasileiros do 3G (os proprietários da rede americana) conseguiram ótimos números mundo afora: o prejuízo de 2 anos atrás (primeiro trimestre) era de 6,8 milhões de dólares. Nesse ano, reverteu-se para US$ 25 milhões de lucro.

O valor de mercado é de 6 bilhões de dólares. São 12.512 restaurantes. Porém, além da boa gestão, medidas impopulares foram tomadas: por exemplo, demissões em toda rede.

– Rivalidade Histórica e Comemorações

torcedores e torcedores…

Vejo amigos alegres e sorridentes comemorando o título do Corinthians. Que bacana, curtem, brincam e não prejudicam ninguém.

E os idiotas que quebraram agências bancárias na Avenida Paulista em São Paulo? São torcedores ou bandidos?

Todo fanatismo é perigoso e burro. Uma pena.

– Parceiras Retomam o Negócio: a Associação Semp e Toshiba

A brasileira Semp (da família Hennel) historicamente esteve associada com a japonesa Toshiba. Cresceram no país juntas, e depois de um certo tempo romperam. Tanto Semp quanto Toshiba perderam espaço para LG, Samsung e outras.

Assim, ambas voltam ao mercado juntas, e agora para um novo mercado: notebooks!

Será que perderam muito tempo separadas ou ainda há tempo para voltar ao sucesso dos anos 90?

– Análise do Árbitro: Corinthians X Boca Jrs, Finalíssima da Libertadores

O Corinthians é campeão da Libertadores da América, e a êxtase do título faz com que a arbitragem nem seja discutida e passe desapercebida, com seus erros e acertos. Mas, na neutralidade que exige tal análise, vamos falar da atuação de Wilmar Roldán.

A partida foi de muita paciência, inteligência e malandragem por parte das equipes. O árbitro, com muita rodagem na Libertadores (10 jogos na temporada), apesar da juventude (apenas 32 anos, porém, como seu compatriota colombiano Oscar Ruiz, também surgiu cedo na arbitragem internacional), teve muito trabalho no jogo que se mostrou nervoso.

Veja o cenário inicial e diga se a atenção não deveria ser máxima:

– 16 segundos e primeira falta em Jorge Henrique. Cobrada aos 47s.

– 01 minuto e 05 segundos, falta de Emerson em Sosa, cobrada aos 01m34s.

– 02 minutos e 50 segundos, nova falta, agora para o Corinthians. Cobrada aos 03m10s.

Com 3 minutos, já tínhamos 3 faltas e pouca bola rolando. E esse seria o panorama do jogo: muita pegada, catimba e cera.

Aos 3m22s, falta de Mouche em Chicão. Chicão revida e Mouche cai. Amarelo para ambos. Perfeito, certou o árbitro.

Chega de contabilizar faltas e bola parada no minuto-a-minuto, já ficou claro que tivemos pouquíssimo jogo efetivo. E Wilmar Roldán não se fez de rogado: segurou o jogo mesmo, sentindo o clima unfair-play da partida. Talvez a melhor opção a ser adotada, pois se não tomasse cuidado, muitas expulsões poderiam acontecer.

E como o jogo era tenso, fatos não-corriqueiros aconteceram: aos 32 minutos, o goleiro Oreon se machuca. Sua saída é lenta, com sorriso amarelo, sem graça… E muita demora. Os 5 minutos de acréscimos ao término da etapa foram poucos, se somado com toda a cera da partida.

Aliás, onde é que estava o quarto árbitro Buitrago, que não viu que as cores do goleiro reserva Sosa Silva eram parecidas com a do Corinthians? Ridícula a demora para o reinício do jogo, trocando o shorts à beira do gramado. Deveria ter visto isso bem antes…

No segundo tempo, o árbitro continuava a apitar tudo; para times que gostam de amarrar o jogo, o Pacaembu é ótimo para tal estratégia. Mais faltas, e mais cera. Vide falta em Riquelme aos 40 segundos, cobrada somente a 1m36s. Ou o primeiro escanteio, que demorou quase 1 minuto para ser cobrado. Cera pura!

Porém, no segundo escanteio: novamente cera e Santiago Silva agride Jorge Henrique sem bola. Errou o árbitro, deveria ter expulsado El tanque, que socou o adversário.

06m: Schiavi atinge Danilo com um pontapé, amarelo bem aplicado.

09m: Caruzzo acerta Emerson, cartão amarelo bem aplicado.

12m: Jorge Henrique atinge Riquelme no contra-ataque, Cartão Amarelo.

Como vale tudo em final (para alguns), após o gol, é a vez do Corinthians fazer cera: expulsão do gandula que retia a bola. Aí é fácil: tomar providência contra cera de gandula, mas não tomar providência contra cera de atleta.

Outro erro do árbitro no segundo tempo: aos 32m, Schiavi atinge Danilo com forte pontapé, deveria receber 2º amarelo e ser expulso. É o segundo não-expulso do Boca Jrs.

Dos 35m aos 38m, Emerson Sheik e Caruzzo se ameaçam de todas as formas, sendo que o corinthiano toma a iniciativa. No auge das provocações (feitas sem a percepção do árbitro no começo, mas à sua vista no final) deveriam receber a advertência. O fim das provocações se deu com Emerson mordendo a mão de Caruzzo! Deveria ser expulso, mas a arbitragem não viu. Será que a Conmebol procederá como a UEFA (que utiliza o recurso eletrônico para tais lances), usará as imagens e punirá severamente Sheik pela selvageria?

Nos acréscimos, não houve jogo. Só foram minutos protocolares.

Enfim, a arbitragem não influenciou no resultado da partida, acertou nos lances técnicos com estratégia de arbitragem conservadora (que não vai de encontro com seu costumeiro estilo), razoável tecnicamente em jogo difícil e fraco disciplinarmente, sendo conivente com a cera. Na várzea, se costuma dizer que “o juizão não quis se complicar”, já que com pouca bola rolando, menor as chances de lances polêmicos surgirem.

Parabéns ao Corinthians. Para nós, brasileiros, é muito mais prazeroso assistir a um possível Corinthians X Chelsea no Mundial Interclubes do que ver o Boca em seu lugar. Desde que não apareça um Mazembe no meio do caminho…

– Análise do Árbitro: Corinthians X Boca Jrs, Finalíssima da Libertadores. Como foi o árbitro?

O Corinthians é campeão da Libertadores da América, e a êxtase do título faz com que a arbitragem nem seja discutida e passe desapercebida, com seus erros e acertos. Mas, na neutralidade que exige tal análise, vamos falar da atuação de Wilmar Roldán.

 

A partida foi de muita paciência, inteligência e malandragem por parte das equipes. O árbitro, com muita rodagem na Libertadores (10 jogos na temporada), apesar da juventude (apenas 32 anos, porém, como seu compatriota colombiano Oscar Ruiz, também surgiu cedo na arbitragem internacional), teve muito trabalho no jogo que se mostrou nervoso.

 

Veja o cenário inicial e diga se a atenção não deveria ser máxima:

 

– 16 segundos e primeira falta em Jorge Henrique. Cobrada aos 47s.

– 01 minuto e 05 segundos, falta de Emerson em Sosa, cobrada aos 01m34s.

– 02 minutos e 50 segundos, nova falta, agora para o Corinthians. Cobrada aos 03m10s.

 

Com 3 minutos, já tínhamos 3 faltas e pouca bola rolando. E esse seria o panorama do jogo: muita pegada, catimba e cera.

 

Aos 3m22s, falta de Mouche em Chicão. Chicão revida e Mouche cai. Amarelo para ambos. Perfeito, certou o árbitro.

 

Chega de contabilizar faltas e bola parada no minuto-a-minuto, já ficou claro que tivemos pouquíssimo jogo efetivo. E Wilmar Roldán não se fez de rogado: segurou o jogo mesmo, sentindo o clima unfair-play da partida. Talvez a melhor opção a ser adotada, pois se não tomasse cuidado, muitas expulsões poderiam acontecer.

 

E como o jogo era tenso, fatos não-corriqueiros aconteceram: aos 32 minutos, o goleiro Oreon se machuca. Sua saída é lenta, com sorriso amarelo, sem graça… E muita demora. Os 5 minutos de acréscimos ao término da etapa foram poucos, se somado com toda a cera da partida.

 

Aliás, onde é que estava o quarto árbitro Buitrago, que não viu que as cores do goleiro reserva Sosa Silva eram parecidas com a do Corinthians? Ridícula a demora para o reinício do jogo, trocando o shorts à beira do gramado. Deveria ter visto isso bem antes…

 

No segundo tempo, o árbitro continuava a apitar tudo; para times que gostam de amarrar o jogo, o Pacaembu é ótimo para tal estratégia. Mais faltas, e mais cera. Vide falta em Riquelme aos 40 segundos, cobrada somente a 1m36s. Ou o primeiro escanteio, que demorou quase 1 minuto para ser cobrado. Cera pura!

 

Porém, no segundo escanteio: novamente cera e Santiago Silva agride Jorge Henrique sem bola. Errou o árbitro, deveria ter expulsado El tanque, que socou o adversário.

 

06m: Schiavi atinge Danilo com um pontapé, amarelo bem aplicado.

09m: Caruzzo acerta Emerson, cartão amarelo bem aplicado.

12m: Jorge Henrique atinge Riquelme no contra-ataque, Cartão Amarelo.

 

Como vale tudo em final (para alguns), após o gol, é a vez do Corinthians fazer cera: expulsão do gandula que retia a bola. Aí é fácil: tomar providência contra cera de gandula, mas não tomar providência contra cera de atleta.

 

Outro erro do árbitro no segundo tempo: aos 32m, Schiavi atinge Danilo com forte pontapé, deveria receber 2º amarelo e ser expulso. É o segundo não-expulso do Boca Jrs.

 

Dos 35m aos 38m, Emerson Sheik e Caruzzo se ameaçam de todas as formas, sendo que o corinthiano toma a iniciativa. No auge das provocações (feitas sem a percepção do árbitro no começo, mas à sua vista no final) deveriam receber a advertência. O fim das provocações se deu com Emerson mordendo a mão de Caruzzo! Deveria ser expulso, mas a arbitragem não viu. Será que a Conmebol procederá como a UEFA (que utiliza o recurso eletrônico para tais lances), usará as imagens e punirá severamente Sheik pela selvageria?

 

Nos acréscimos, não houve jogo. Só foram minutos protocolares.

 

Enfim, a arbitragem não influenciou no resultado da partida, acertou nos lances técnicos com estratégia de arbitragem conservadora (que não vai de encontro com seu costumeiro estilo), razoável tecnicamente em jogo difícil e fraco disciplinarmente, sendo conivente com a cera. Na várzea, se costuma dizer que “o juizão não quis se complicar”, já que com pouca bola rolando, menor as chances de lances polêmicos surgirem.

 

Parabéns ao Corinthians. Para nós, brasileiros, é muito mais prazeroso assistir a um possível Corinthians X Chelsea no Mundial Interclubes do que ver o Boca em seu lugar. Desde que não apareça um Mazembe no meio do caminho…