– Hoje é dia de Hangout no Google Plus!

Amigos, como é dia de finalíssima para os corinthianos, véspera de decisão para palmeirenses, e semana para “secar adversários”, segundo santistas e sãopaulinos, um convite bacana: vamos discutir esses jogos num bate-papo interativo, com som e imagem, num Hangout do G+ !

A rede social Google Plus possui uma ótima ferramenta interativa, chamada Hangout, que permite conversar em grupo do seu computador, vendo e ouvindo seus participantes. E, em particular, nesta quarta-feira às 19h, estaremos em um evento legal: um Hangout sobre futebol com o jornalista Fernando Sampaio (Rádio Jovem Pan e UOL); com o internacional Marcelo de Lima Henrique (árbitro FIFA – inclusive atuou no último sábado pelo Brasileirão no jogo Cruzeiro X São Paulo, e na última quinzena no jogo Santos X Corinthians, pela Libertadores); com o ex-árbitro e hoje comentarista da TV Bahia (afiliada Rede Globo), Rodrigo Martins Cintra (que atua como executivo FIFA junto ao COL da Copa do Mundo). Além, de mim, esse pobre colega que dará o ar da graça junto a essas feras.

Você pode participar, enviando perguntas, tirando dúvidas, matando a curiosidade e discutindo sobre os jogos conosco, cara-a-cara (ou melhor, “tela-a-tela”). Se preferir, pode apenas assistir também.

Para participar, basta ter uma conta no Google Plus (G+) e procurar por Hangout. Se perferir, haverá transmissão pelo YouTube.

Aguardo vocês!

Abraços,

Rafael Porcari

https://www.youtube.com/watch?v=hC5OJkVdSNQ&feature=player_embedded

– Pré-Análise da Arbitragem de Palmeiras X Coritiba, Final da Copa do Brasil

 Wilton Pereira Sampaio será o árbitro do primeiro jogo da final da Copa do Brasil. O árbitro que hoje é aspirante da FIFA por Goiás (mas que chegou a tal status pelo Distrito Federal) tem sido um dos mais regulares na competição. Porém, na última partida na competição, trabalhou na semifinal no jogo Coritiba 2 X 0 São Paulo, com atuação ruim.

 

Discreto, Sampaio não costuma deixar o jogo correr. Seu estilo é de marcar muitas infrações e opta por “preservar o atleta”, marcando demasiadas faltas de contato físico. Normalmente, sua linha de arbitragem é conservadora, sendo que não temos muito tempo de bola rolando em suas partidas.

 

Por tal critério, muitas vezes ele é contestado, embora, lances polêmicos não têm acontecido em seus jogos.

 

Seus assistentes serão: Alessandro Rocha de Mattos (FIFA-BA), considerado o “bandeira olho biônico”, por errar muito pouco os lances de impedimentos, e Fabrício Vilarinho (FIFA-GO), que foi escalado seguidamente nas duas semifinais e hoje volta a atuar.

 

A escala tem uma curiosidade: o árbitro reserva (4º árb) será também goiano, Elmo Resende, que apitou São Paulo X Atlético Mineiro e expulsou Luís Fabiano (denunciado para 12 jogos de suspensão e que levou apenas 2).

 

O bandeira reserva do jogo (5º árb) será de SP, João Boungauber. Apesar de ser competente, já que o restante da equipe de arbitragem é não-paulista, poderia ter seguido o mesmo critério e escalar alguém de outro estado.

 

Aqui vai uma crítica à CBF. A entidade escalou para complementar a equipe de arbitragem 2 DELEGADOS PARA OBSERVAREM OS ÁRBITROS E 1 PSICÓLOGA!

 

Por quê 2 avaliadores? Aristeu Tavares e Márcio Verri serão os delegados/observadores da partida (ou “assessores de arbitragem”, como costumam ser chamados). Excesso de zelo? É a primeira vez que isso acontece em jogos no Brasil (nem na final da Libertadores ou do Mundial de Clubes vemos isso). Além deles, temos a Dra Marta Sousa para auxiliar com os serviços de psicologia. Nada contra, mas ao invés de ser escalada para o estádio, tal profissional não deveria fazer um trabalho contínuo fora do gramado? Não vejo necessidade de se colocar uma psicóloga dentro do vestiário; mas sim, num treinamento planejado, a longo prazo, intermitente.

 

E você, o que pensa sobre isso? Deixe seu comentário:

 

Obs: Wilton Sampaio não é a cara do ex-jogador Denilson? Veja a foto:

– Pré-Análise da Arbitragem de Palmeiras X Coritiba, Final da Copa do Brasil

 Wilton Pereira Sampaio será o árbitro do primeiro jogo da final da Copa do Brasil. O árbitro que hoje é aspirante da FIFA por Goiás (mas que chegou a tal status pelo Distrito Federal) tem sido um dos mais regulares na competição. Porém, na última partida na competição, trabalhou na semifinal no jogo Coritiba 2 X 0 São Paulo, com atuação ruim.

Discreto, Sampaio não costuma deixar o jogo correr. Seu estilo é de marcar muitas infrações e opta por “preservar o atleta”, marcando demasiadas faltas de contato físico. Normalmente, seu estilo de arbitragem é conservador, sendo que não temos muito tempo de bola rolando em suas partidas.

Por tal critério, muitas vezes ele é contestado, embora, lances polêmicos não têm acontecido em seus jogos.

Seus assistentes serão: Alessandro Rocha de Mattos (FIFA-BA), considerado o “bandeira olho biônico”, por errar muito pouco os lances de impedimentos, e Fabrício Vilarinho (FIFA-GO), que foi escalado seguidamente nas duas semifinais e hoje volta a atuar.

A escala tem uma curiosidade: o árbitro reserva (4º árb) será também goiano, Elmo Resende, que apitou São Paulo X Atlético Mineiro e expulsou Luís Fabiano (denunciado para 12 jogos de suspensão e que levou apenas 2).

O bandeira reserva do jogo (5º árb) será de SP, João Boungauber. Apesar de ser competente, já que o restante da equipe de arbitragem é não-paulista, poderia ter seguido o mesmo critério e escalar alguém de outro estado.

Aqui vai uma crítica à CBF. A entidade escalou para complementar a equipe de arbitragem 2 DELEGADOS PARA OBSERVAREM OS ÁRBITROS E 1 PSICÓLOGA!

Por quê 2 avaliadores? Aristeu Tavares e Márcio Verri serão os delegados/observadores da partida (ou “assessores de arbitragem”, como costumam ser chamados). Excesso de zelo? É a primeira vez que isso acontece em jogos no Brasil (nem na final da Libertadores ou do Mundial de Clubes vemos isso). Além deles, temos a Dra Marta Sousa para auxiliar com os serviços de psicologia. Nada contra, mas ao invés de ser escalada para o estádio, tal profissional não deveria fazer um trabalho contínuo fora do gramado? Não vejo necessidade de se colocar uma psicóloga dentro do vestiário; mas sim, num treinamento planejado, a longo prazo, intermitente.

E você, o que pensa sobre isso? Deixe seu comentário:

Obs: Wilton Sampaio não é a cara do ex-jogador Denilson? Veja a foto:

– Síria e Irã: os calcanhares de Aquiles dos EUA

A Síria tem feito barbaridades com a população local em meio a guerra civil. O Irã, costumeiro em se militarizar.

Nos EUA, a campanha eleitoral corre solta, e há muita pressão dos adversários de Obama para que ele tome providências. Porém, nada pode ser feito contra a Síria, pois a Rússia veta qualquer medida na ONU (A Síria é um dos países com grande número de russos em seu território, devido a cooperações do tempo da URSS), e o Irã ameaça bloquear um estreito pérsico que dá acesso ao transporte de petróleo.

O que fazer?

Tomara que a solução não seja a guerra.

– Schincariol poderá Mudar a Matriz para o Nordeste?

Segundo a Revista Exame (Ed 1019), os japoneses da Kirin, controladores da Schincariol, estudam deixar Itu e mudar a matriz para o Nordeste. Os motivos seriam vários:

– O Crescimento da Itaipava em praças como Bahia e Pernambuco, locais onde a Schin lidera.

Incentivos fiscais, já que o estado de São Paulo não beneficia com isenções /reduções de impostos.

Uma grande perda de prestígio ao Governo Paulista, sem dúvida, caso ocorra tal mudança.

– Alavancando Partidos – As eleições vem aí!

por Reinaldo Oliveira

Junho é tempo das quermesses e de decisões político-partidárias, algumas impensáveis, anos atrás. Estamos no período do ano eleitoral no qual os partidos realizam as convenções para escolha dos candidatos ou candidatas a prefeito, vice-prefeito, vereadores e vereadoras e decidem, também, se vão fazer coligações, com e quais partidos. Até dia 05 de julho, os nomes daqueles que vão concorrer às eleições deverão ser entregues nos cartórios eleitorais. Talvez você tenha sido convidado a se candidatar. Você pensou, conversou com a família, com o padre e se decidiu: sim, acredito que sendo candidato poderei ajudar a melhorar a situação do município. É verdade, os partidos precisam contar com a presença de cristãos e cristãs, que entendem a atuação dos políticos como serviço à coletividade. É o vereador que, pela elaboração de leis significativas, possíveis de serem cumpridas, organiza a vida da cidade, as relações entre seus habitantes e entre os que disputam o espaço da cidade, para seus negócios. É também o vereador que decidirá sobre o uso do dinheiro dos impostos, devendo zelar pela sua aplicação em favor do bem daqueles que mais necessitam, fiscalizar a atuação do prefeito e verificar, em nome dos munícipes se ele ou ela, prefeito, ou prefeita, está governando a favor de todos. Mas, pense bem! E se você for apenas um candidato “alavanca”? Candidato “alavanca”? Sim, isso mesmo. O candidato mobiliza família, amigos, comunidade, conhecidos e desconhecidos, faz campanha, vai às ruas a caça de votos.  Mas, de repente, percebe que não tem espaço nos encontros partidários, que não é chamado a falar quando convidam o candidato a prefeito, que não recebe ajuda do partido para financiar a campanha. Verifica, também, que existem no partido, ou na coligação da qual o partido faz parte, candidatos que talvez já sejam vereadores e estejam se candidatando novamente. E observa que recebem apoio partidário e tem o nome estreitamente vinculado ao candidato a prefeito. E agora? Qual era o interesse do partido ou coligação nesta candidatura? Atenção, possíveis candidatos e amigos e amigas eleitores, que nos ouvem. A resposta está nas regras do jogo eleitoral. As vagas na Câmara Municipal são distribuídas entre os partidos ou coligação de partidos que conseguem maior número de votos válidos. Assim, nem todos os partidos tem assegurada vagas na Câmara e um candidato com muitos votos pode não ser eleito, se o partido pelo qual ele se candidatou não tiver votos suficientes para garantir pelo menos uma vaga de vereador.  E agora, amigo eleitor ou candidato, qual o resultado de todo esforço que fez para conseguir algumas dezenas de votos? Você, simplesmente, alavancou outros candidatos, isto é, deu fôlego para que seu partido ou coligação ocupasse um número maior de vagas na Câmara Municipal. Tudo bem! Não há problema nenhum em alavancar uma disputa eleitoral! Mas, vamos ser alavancas com muita consciência. Para isso, considere três alertas amarelos, três sinais de atenção:

1o.)  Tenha consciência de que, ao se candidatar ou votar num candidato alavanca, você poderá estar apenas prestando um serviço ao partido ou coligação, ajudando a eleger candidatos mais conhecidos.

2o.) Tão importante quanto o primeiro alerta, é ter consciência da seriedade do programa do partido e dos partidos que integram a coligação, de suas histórias de luta em favor do povo.

3o.) E da mesma importância que os alertas anteriores, conheça muito bem quais serão os candidatos mais fortes do partido ou coligação e tenha certeza absoluta que não estará trabalhando para algum picareta.

Que são Tomás Morus padroeiro dos políticos, ilumine a população brasileira para que cheia do Espírito Santo e seguindo o exemplo de João Batista, vote consciente e eleja candidatos que legislem com  visão plena de vida para todos e todas.

(Caci Amaral – Coordenadora da Pastoral Fé e Política da Arquidiocese de São Paulo)

– Cigarro Continental, a Preferência Nacional… dos Boleiros?

Coisas raras e hoje equivocadas: vejo uma antiga edição da Revista Placar, de 1982, falando sobre a Seleção de Zico, Falcão, Sócrates… e , ao lado, a propaganda do “Cigarro Continental, a Preferência Nacional”, um dos patrocinadores do escrete canarinho.

Hoje, nem pensar em cigarro patrocinar futebol. Aliás, o Continental era o famoso “Arrebenta Pulmão”. Chega a ser bizarro pensar na associação esporte X fumo.

Porém, leio no blog do jornalista Lelé Arantes (citação abaixo) um texto pertinente sobre o assunto: condenamos o cigarro + esporte, mas aceitamos cerveja + futebol?

Extraído de: http://bdnovo.lecom.com.br/blog/detalhe/966/Sobre+cigarros+e+cervejas

SOBRE CIGARROS E CERVEJAS

Na Copa de 1970 eu estava completando dez anos. Duas horas antes do primeiro jogo do Brasil, contra a Tchecoslováquia, do temível goleiro Viktor, eu queimei o pé direito numa montanha de casca de arroz que havia pegado fogo nos fundos da máquina do Hermínio Féboli. Mas na hora do jogo, com o pé empastado de pomada, lá estava eu sentado no chão da loja do Edgard Matiel com os olhos grudados no aparelho de tevê.

Naquela copa aprendi que fumar Continental king size filtro era uma preferência nacional para quem quisesse torcer pela vitória do Brasil, animado pela musiquinha de Miguel Gustavo dos “90 milhões em ação/Pra frente Brasil/Do meu coração”.

Vinha a música e com ela o maço azul de cigarros. O tempo correu, o Brasil foi tri, tetra, penta e hoje aprendemos que bom mesmo é ser brameiro porque todos os nossos heróis do futebol são tomadores de cerveja Brahma. E mais, tomar cerveja é sinônimo de vencedor, de batalhador, de sucesso conquistado a duras penas.

Não sou moralista, longe de mim. Eu gosto de uma cervejinha estupidamente gelada e de um bom chope, seja ele Brahma, Antárctica, Sol, Heineken, Germânia ou da Riopretana, que é tão bom quanto o Batuta, de Manaus. Agora, vincular os jogadores da seleção brasileira ao consumo de cerveja é nocivo para as nossas crianças e nossos jovens. E depois não adianta a imprensa criticar os jogadores baladeiros!

Além do mais, é uma tremenda mentira que beber cerveja significa sucesso e todos nós sabemos disso.

Eu fumei por longos 17 anos e confesso que sofri influência da propaganda que vinculava o cigarro Continental à conquista do tricampeonato. Tanto que meu primeiro maço foi um Continental. Mais tarde eu mudei para Albany, Shelton, Chanceller, Galaxy até jogar fora meu último Free quando passei a fumar 40 cigarros por dia.

Os mais liberais dirão que a propaganda não influencia. A verdade é: se não influenciasse as empresas não gastariam milhões de reais para patrocinar o futebol, as festas de rodeio e todos os eventos que arrastam multidões. Passou da hora de o Congresso Nacional banir a propaganda de bebidas alcoólicas. Por mais que a indústria cervejeira se esforce para dizer o contrário, a cerveja é bebida alcoólica e vicia. Ponto final. Portanto, ela é tão nociva à sociedade quando o crack, a maconha, a cocaína, o cigarro e outras drogas.

A propaganda de cigarro foi banida e hoje é proibido fumar em lugares públicos. O tabaco virou o vilão social. Mas eu pergunto: você já viu alguém provocar acidente ou matar alguém porque fumou demais? Há algo de muito errado em tudo isso. Cigarro não embriaga nem faz a pessoa perder a noção das coisas.

Do outro lado, a bebida alcoólica está ligada direta e indiretamente à maioria dos crimes contra vida dentro e fora dos lares. Mas a bebida não está banida, ao contrário, ela é apresentada como sinônimo de sucesso, de gente que se dá bem. Beba isso e ganhe essa morenaça ou saia com essa loiraça…! Beber cerveja é chique, é delicioso, é a senha para ser aceito no grupo.

Estou com saudade do velho cigarro Continental. Com certeza era menos maléfico e não tão vergonhoso quanto os “brameiros” da nossa seleção. Convenhamos, é bastante sugestivo aquele gesto do goleiro Julio Cesar e o grito de guerra dos jogadores no vestiário; só faltou cada um beber uma lata de Brahma antes de entrar em campo.

Gerson ficou estigmatizado por causa do cigarro Vila Rica. Dunga e seus jogadores ficarão estigmatizados como bêbados? Ave, acho que estou ficando velho!

Lelé Arantes, jornalista e escritor,   escreve aos domingos / e-mail  lele@prp.org.br