– Precisamos de Paz. Chega de Guerra.

O mundo não precisa de mais acordos de união para a guerra, mas sim pela paz.

Cansamos de Putin, Trump e outros homens raivosos. Me preocupo com essa matéria:

– Irã em reconstrução frágil: saúde resiste entre pausas da guerra.

Cessar-fogo no Irã não resolve crise na saúde, que segue sob pressão. Civis enfrentam acesso limitado a cuidados essenciais. #Linkezine 🏥 O post Irã…

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– O Efeito Borboleta: a guerra Trump vs Irã afeta o preço dos… preservativos!

Nesse mundo globalizado, o chamado “efeito borboleta” se faz presente cada vez mais na sociedade.

Um exemplo? 

O aumento do preço dos preservativos masculinos (as camisinhas) devido a crise do Oriente Médio.

Compartilho, extraído de: https://www.cnnbrasil.com.br/autor/david-goldman/

PRESERVATIVOS PODEM FICAR MAIS CAROS POR GUERRA COM IRÃ

Por David Goldman e Kit Maher, da CNN Internacional

Situação é “definitivamente muito frágil” e preços estão altos, segundo CEO da maior fabricante de preservativos do mundo.

Sexo seguro pode ficar mais caro se a guerra com o Irã continuar a interromper as cadeias de suprimentos globais, segundo o CEO da maior fabricante de preservativos do mundo.

O CEO da Karex, Goh Miah Kiat, disse à Reuters na terça-feira (21) que a empresa pode ser forçada a aumentar os preços em pelo menos 20% a 30%, dependendo da duração da interrupção.

As cadeias de suprimentos globais foram impactadas pela guerra desde o final de fevereiro e pelo bloqueio do Estreito de Ormuz, que interrompeu o fornecimento de alguns materiais usados ​​na produção de preservativos.

“A situação é definitivamente muito frágil, os preços estão altos”, disse Goh à Reuters. “Não temos outra opção a não ser repassar os custos para os clientes neste momento.”

Sediada na Malásia, a Karex produz preservativos, lubrificantes íntimos, luvas, cateteres médicos e capas para sondas.

A empresa fabrica preservativos masculinos de látex, incluindo as marcas ONE, Trustex, Carex e Pasante, e tem capacidade para produzir mais de 5 bilhões de preservativos por ano.

A Karex também exporta para mais de 130 países, segundo seu site.

Goh disse à Reuters que, além dos custos mais elevados de fabricação e embalagem de preservativos, também há atrasos no envio.

“Estamos vendo muito mais preservativos em embarcações que ainda não chegaram ao seu destino, mas que são extremamente necessários”, disse Goh.

CNN Internacional entrou em contato com a Karex para saber quando os aumentos de preço poderão ocorrer. Enquanto isso, Goh disse à Reuters que a empresa tem estoque suficiente para alguns meses.

Com a disparada dos preços da gasolina desde a guerra com o Irã, o petróleo e o gás natural têm recebido a maior parte das atenções. Economistas temem que a alta dos preços possa levar em breve a uma retração no consumo e que a escassez de petróleo possa prejudicar a produção.

Isso é particularmente preocupante na Ásia, região que depende fortemente do petróleo do Oriente Médio como combustível.

Mas a guerra também prejudicou a produção das chamadas matérias-primas – subprodutos do petróleo usados ​​na fabricação de plásticos e outros materiais.

Entre elas: a nafta, usada na fabricação de materiais de embalagem, e o óleo de silicone e a amônia, ingredientes essenciais na produção de preservativos.

“Ouvimos falar muito sobre o petróleo bruto e seus impactos no diesel e na gasolina, mas as matérias-primas e os produtos petroquímicos também estão em falta”, disse Angie Gildea, diretora global de petróleo e gás da KPMG, em uma entrevista separada.

Por exemplo, 41% da nafta da Ásia vem do Oriente Médio, observou Gildea. Se os países que produzem os produtos que compramos – incluindo a Malásia – não conseguem acessar as matérias-primas, eles precisam aumentar os preços para compensar.

Mas as matérias-primas não são o único problema.

Alguns países, incluindo Mianmar e Camboja, começaram a racionar combustível. Algumas escolas no sudeste asiático, incluindo no Vietnã, emitiram ordens de permanência em casa, pois o deslocamento se tornou muito caro para os alunos.

Analistas do setor temem que isso também esteja prejudicando a capacidade dos trabalhadores das fábricas de chegar às instalações de produção, o que pode atrasar a produção de produtos essenciais destinados à exportação.

camisinha-preservativo

– Trégua no Golfo: acordo entre Irã e EUA reabre rota vital do petróleo.

Acordo entre Irã e EUA reabre o Estreito de Ormuz e alivia tensão global. Trégua ainda é temporária e mantém incertezas. #Linkezine 🌐 O post Trégua …

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– O ultimato de Donald Trump ao Irã.

Será que Trump será louco ao ponto de atacar um povo, e não o líder que o escraviza?

Eu entendo os EUA ameaçarem o Aiatolá ou as autoridades militares, afinal, estão em guerra (não digo que eu concordo, isso é outra discussão).

Sabemos que o regime iraniano matou milhares de inocentes e que a ditadura deve acabar. Mas ameaçar “libertar” uma nação, atingindo o próprio povo, é digno de uma falácia demagoga dita por um austríaco que reinou na Alemanha chamado Adolf

Enfim: a assustadora mensagem do presidente americano, na imagem, diz em outras palavras: “o povo deve derrubar o regime até o final dessa terça-feira. Caso não aconteça, atacamos e fazemos o serviço.”

Porém… ninguém vai condenar a ameaça de “uma civilização inteira (a persa) morrerá esta noite, para nunca mais ser ressuscitada”?

 

– Como a Rússia está ganhando dinheiro com a Guerra do Irã.

O consultor Ricardo Amorim explicou detalhadamente em suas redes sociais algo que passa despercebido pela população: como a Rússia está ganhando bilhões com a guerra dos EUA e Israel contra o Irã.

Entenda, abaixo:

Enquanto os olhos do mundo se voltavam para o conflito no Irã, a Rússia, silenciosamente, recuperou mais de US$ 20 bilhões do prejuízo financeiro causado pela guerra na Ucrânia.
Com o fechamento do Estreito de Hormuz em março de 2026, o preço do petróleo disparou como nunca antes na história. Para a Rússia, segundo maior exportador mundial, isso foi um maná dos céus, ou do Kremlin. Cada barril mais caro injetou dinheiro direto nos cofres russos.
Só que a ironia não para por aí. Para evitar uma crise energética global ainda maior, as sanções contra o petróleo russo foram aliviadas, dando mais um empurrão financeiro a Putin. Segundo o presidente Zelensky, esse dinheiro extra está financiando diretamente a guerra contra a Ucrânia.
O resultado é um ciclo perverso: um conflito no Oriente Médio alimenta outro no Leste Europeu. Enquanto a mídia se distrai com um front, o outro avança nas sombras.
Conclusão impactante: em guerras, o maior ganhador raramente é quem está no campo de batalha. Desta vez, o troféu está indo para Moscou, sem que Putin precise disparar um único míssil no Irã

A relação entre EUA e Irã em 10 capítulos - BBC News Brasil

– Tensão no Golfo: Irã ameaça fechar Ormuz e eleva risco global.

Irã ameaça fechar o Estreito de Ormuz em meio a tensões com os EUA, elevando riscos geopolíticos e econômicos globais. #Linkezine 🌍 O post Tensão no…

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– Afinal, o Irã irá para a Copa do Mundo ou não?

Como a FIFA fará com o Irã se recusando ir aos EUA, como disse dias atrás?

Não pode se dar a vaga para a Seleção seguinte na classificação, pois há a repescagem asiática e os direitos dos jogos já foram vendidos. 

Por outro lado, surgiu a especulação na Internet de que o Irã aceitaria jogar no México, se recusando a entrar no território dos Estados Unidos.

É obvio que, mesmo com boa vontade, o Irã não tem chance de jogar a final do Mundial. Mas mesmo se fosse, duvido que a FIFA tiraria a final da terra de Donald Trump…

 

– Afinal, o Irã irá para a Copa do Mundo ou não?

Como a FIFA fará com o Irã se recusando ir aos EUA, como disse dias atrás?

Não pode se dar a vaga para a Seleção seguinte na classificação, pois há a repescagem asiática e os direitos dos jogos já foram vendidos. 

Por outro lado, surgiu a especulação na Internet de que o Irã aceitaria jogar no México, se recusando a entrar no território dos Estados Unidos.

É obvio que, mesmo com boa vontade, o Irã não tem chance de jogar a final do Mundial. Mas mesmo se fosse, duvido que a FIFA tiraria a final da terra de Donald Trump…