– CF 2021: Fraternidade e Diálogo, Compromisso de Amor. Mas é isso o que está ocorrendo?

A Campanha da Fraternidade, normalmente organizada pela Igreja Católica no Brasil através da CNBB, em 2021 será elaborada pelo CONIC (Conselho Nacional de Igrejas Cristãs do Brasil), e terá (como em algumas outras oportunidades) o caráter ecumênico.

Sobre o Tema: “Fraternidade e Diálogo, Compromisso de Amor”, usando o Lema: “Cristo é a nossa paz. Do que era dividido, fez uma unidade.” (usando a passagem de Ef 2,14ª), a ideia é levar a unidade na diversidade. E isso tem causado tanta polêmica…

Embora existam várias igrejas cristãs, um só é o Senhor Jesus Cristo. Adorá-lo e segui-lo na igualdade se faz necessário, sabendo mesmo assim que há de se respeitar as interpretações diferentes. Estar em unidade no que se comunga, separando do que se diverge, é necessário para um mundo mais unido e tolerante.

Em 2021, a temática aborda a urgente carência de conversar com todos os fiéis e não fiéis, pois “ser cristão é amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a si mesmo”. Se eu desrespeito o marginalizado, como posso me intitular um “novo Cristo”? Lembremo-nos que insistentemente Jesus falava que os sadios não precisavam de médico, mas sim os doentes. Recordemo-nos ainda que Ele não julgou a prostituta, nem os cobradores de impostos (pessoas malquistas em seu tempo), nem condenou o tributo a César, mas chamava a todos à uma vida nova, “dando a Deus o que é de Deus, a César o que é de César”.

A grande preocupação é que, muitos extremistas conservadores, acabaram por taxar tal iniciativa como “comunista”, “anticristã” e “sacrilegial”, pois se busca conversar com aqueles que estão fora do Catolicismo – de outras crenças não cristãs a ateus, de comportamentos não tradicionais e de marginalizados. Inclua-se, ainda, o grito contra a violência aos LGBTs e outras comunidades discriminadas.

Ora, a caridade cristã constitui-se no amor indistinto, puro, verdadeiro e desinteressado. Cristo não anunciaria a todos eles também? Lembremo-nos da Samaritana! Ou, se preferir, reflita no lema da Campanha: “Cristo é a nossa paz. Do que era dividido, fez uma unidade”.

Que reino permanece firme se for dividido? Que sociedade teremos se formos todos separados por “categorias de humanos”?

As pessoas estão confundindo respeito à dignidade humana com apologia à práticas diversas. E isso é péssimo… nada de radicalismo que deturpa a própria fé

Vivamos e aprendamos acolhendo nossos irmãos nessa CF 2021!

O que me assusta, confesso: pessoas que se dizem católicas atacando a Igreja Católica no Brasil por tal campanha, e por empolgação criticando o clero e o Papa Francisco! Será que elas realmente são católicas, ou estão cegas pelo fanatismo? Ou pelo contrário: rasas pelo desconhecimento da Missão Social da Igreja e do legado de Jesus Cristo em si?

– Árbitras brasileiras em campo: o simbolismo da escala de um trio feminino em competição masculina da FIFA.

Quando selecionadas as brasileiras Edna Alves e Neuza Back pela FIFA para o Mundial de Clubes do Catar 2020, tal fato causou muita surpresa para muitos – devido ao ineditismo. Também houve ciúmes e, lamentavelmente, até torcida contra. Abordamos isso em: https://wp.me/p4RTuC-sLt.   

Agora, finalmente, as juízes brasileiras são escaladas para a disputa do 5o x 6o lugar entre Al Duhail (Catar) vs Ulsan Hyundai (Coreia do Sul). Uma vitória!
Alguns amigos acham que é uma medida apenas para “fazer média”, devido a insignificância da importância do jogo (cá entre nós, jogo que vale o “título de 5o colocado” é realmente sem graça), dizendo que, se é para quebrar tabu, que seja em algo que tenha maior valor (como uma semifinal ou final).
Respeito tais pontos de vista, mas penso e reforço: é uma vitória para elas

Quando foi que a FIFA escalou num torneio global um trio inteiramente feminino em evento mundial masculino entre profissionais? É uma “primeira vez”, uma quebra de paradigmas – que, tomara, seja “pra valer” – onde a meritocracia independerá de gênero.

O simbolismo disso é mais amplo: estarão em campo num local machista culturalmente, onde as mulheres daquela região do mundo são marginalizadas em boa parte das atividades.

Torcerei por elas, representando as mulheres competentes e um novo momento da própria FIFA.

Se corresponderem à altura, não terá sido relevante a ideia de “fazer média”, pois a demonstração de competência terá falado mais alto e aberto uma porta que não se fechará.

A equipe de arbitragem será composta por:

ARB: Edna Alves Batista (BRA).
Bd1: Neuza Back (BRA).
Bd2: Marianna de Almeida (ARG).
4ºArb: Abdelkader Zitouni (TUN).
5ºArb: Humberto Panjoj (GUA).
VAR: Nicollas Gallo (COL).
AVAR: Julio Bascunan (CHI).

Boa sorte a elas!

– O Radicalismo da Fé (ou da falta de) na Indústria do “Cancelamento”!

A falta de respeito ao próximo é um ato não-cristão, isso não se discute. Jesus combateu o proselitismo (vide quando ele não forçava a conversão de ninguém, respeitando o livre-arbítrio), sentou-se com marginalizados (foi muito criticado por isso em seu tempo) e separava o materialismo mundano da espiritualidade (a César o que é de César, a Deus o que é de Deus).

Pois bem: recentemente, o Papa Francisco foi criticado por negacionistas após dizer que não se vacinar ou ir contra a Ciência era um ato egoísta. Passou a ser chamado de “comunista” e outros adjetivos críticos por parte, acredite, de quem se diz cristão (incluindo alguns católicos) e que apoiam o boicote às vacinas.

Agora, não sei por quê, volta à Internet uma matéria do Padre Fábio de Melo, na qual ele posa para foto ao lado de um travesti que lhe pediu a lembrança. O fato foi em 2015, mas as postagens recentes dão a impressão de que é algo novo – e acompanhado por reclamações, nas quais taxam de pecado o ato do sacerdote.

Caramba, se Jesus Cristo cansou de dizer que não veio para os que têm saúde, mas sim para os que precisam da palavra de Deus, e por isso justificou quando comia juntamente à mesa com bandidos, prostitutas, pecadores e outros tantos rotulados pelas pessoas de sua época, não faz o mesmo o Padre Fábio (sendo que isso já foi dito e repetido na ocasião)?

Vivemos tempos de intolerância religiosa e de Cristofobia, é sabido. Mas ao mesmo tempo, contraditoriamente, de intolerância ao… tolerante!

Na dúvida, pense: o que Jesus faria em tal situação? É muito melhor discernir assim, do que seguir conselho de políticos que se rotulam como cristão (católico ou evangélico) e agem de maneira contra a vida.

A reportagem dita acima em: https://extra.globo.com/famosos/travesti-que-ficou-famosa-por-foto-com-padre-fabio-de-melo-morre-aos-56-anos-21304768.html

Jesus Cristo veio acolher a todos, não se duvide disso.

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Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.

– Uma Mensagem Atemporal

Ela já tem algum tempo que foi escrita, mas só li hoje. Tudo bem, serve para qualquer época do ano. Me refiro à mensagem de Natal do Papa Francisco que fala sobre o Amor Fraterno indistinto.

Abaixo:

“Fraternidade entre os indivíduos de cada nação e cultura. Fraternidade entre pessoas de ideias diversas, mas capazes de respeitar e ouvir umas às outras. Fraternidade entre fiéis de todas as religiões. Nossas diferenças não são um obstáculo ou um perigo. São uma fonte de riqueza.”

Que perfeição! A riqueza é a diversidade somada ao respeito, tratando-nos todos como irmãos! Que mundo perfeito teríamos se assim agíssemos ou ao menos pensássemos no dia-a-dia…

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Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida

– Respeitar a opinião alheia, só se for igual a sua?

Eu me impressiono com pessoas fanáticas e mal-educadas. Digo isso pois, ontem, escrevi sobre o começo da vacinação contra o Covid e citei o Governador Dória (não sou eleitor dele, nem de Bolsonaro ou do PT – não me rotulo Esquerda ou Direita, pois sou apartidário).

No meu texto, falei sobre a felicidade de, enfim, ter início a um momento de acabar com a Pandemia. Aqui: https://professorrafaelporcari.com/2021/01/17/monica-calazans-o-simbolismo-da-vacinacao-e-a-invertida-de-doria-em-bolsonaro/

E não é que aparece gente que não lê texto (ou se lê, não entende) e mete o “seu governdorzinho” e te xinga com palavrões?

Os xingamentos eu exclui da imagem abaixo, não são delicados para a leitura. Mas os momentos de intolerância, aqui:

Pobre Brasil… Tanta gente boa, e intolerantes ditando o rumo da nação… Me assusta uma pessoa dizer que não vai tomar a vacina pois Deus o protege (sem entender que Deus é quem dá a iluminação para termos inteligência e produzirmos uma vacina). E no perfil desse senhor, se diz Cristão!

Nunca vi cristão de verdade ofender o próximo e desrespeitar quem pensa diferente, seja na política, no futebol e na religião.

– CSA 1×1 Avaí e os protocolos da discórdia. Como pode, Brasil?

Somos um país para levar a sério?

Como o futebol é um micro-cosmo da sociedade, veja o que aconteceu: jogavam CSA x Avaí pelo Brasileirão da Série B. Eis que o clube catarinense estava com todos os exames negativados para o jogo contra o alagoano, feito 72 horas antes. Este prazo, estipulado pelo protocolo da CBF, pode ser discutido. É um tempo razoável ou não?

Pois bem: o Avaí jogará 3a feira contra o Juventude, e fez, no dia da partida contra o CSA, os exames para o jogo contra o time gaúcho. No intervalo do jogo de ontem, recebeu-se a notícia que Valdívia estava com Covid-19. O atleta foi sacado da partida, depois de atuar o primeiro tempo inteiro.

Aí surgem questionamentos:

  • O protocolo funciona mesmo? O prazo não deveria ser menor?
  • Quais deveriam ser procedimentos mais seguros?
  • O laboratório que fez os exames entrou em contato com o representante da CBF. Isto é correto?
  • A queixa dos catarinenses é que Valdívia era o melhor da partida e o laboratório responsável é de cartola do CSA. Tudo bem ou não?

O Avaí anunciou que pedirá a anulação da partida. Abaixo: https://globoesporte.globo.com/sc/futebol/times/avai/noticia/presidente-do-avai-diz-que-pedira-a-anulacao-do-jogo-contra-o-csa.ghtml

– A solução para a crise é o número menor de prisões?

Ouviram essa?

Para resolver o problema dos presídios é só prender menos, para que se tenha mais dignidade e espaço suficiente!”.

A frase foi dita por uma defensora pública (ouvi na rádio, só peguei o primeiro nome: Vivian), e se refere à situação caótica dos presídios brasileiros.

A solução da crise carcerária, então, é “prender menos”??????

Não seria melhor educar o povo, coibir a bandidagem, fazer campanhas anti-drogas, desestimular a corrupção e a desonestidade…?

A ideia é de, em prendendo menos, dar mais conforto aos presos. Respeito que exista direitos humanos, mas não se pode confundir quem está pagando o preço da criminalidade com um hóspede mimado. Aí não dá.

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Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.

– FIFA escolhe árbitras do Brasil para o Mundial de Clubes 2020!

Divulgado nesta 2a feira, dia 04, no site da FIFA: o Brasil já está no Mundial de Clubes da FIFA!

Edna Alves como árbitra central, Neuza Back como árbitra assistente 1 e a argentina Mariana de Almeida como árbitra assistente 2: este deve ser o histórico e pioneiro trio feminino no Mundial de Clubes MASCULINO 2020 (FIFA Club World Cup Qatar 2020), que será realizado no Catar entre 01 e 11 de fevereiro de 2021.

É uma grande novidade para mim, afinal, Raphael Claus e Wilton Sampaio estavam cotados e sendo trabalhados para a Copa do Mundo de Seleções em 2022 no Catar desde 2018 (uma vaga como árbitro central e outra para VAR). Normalmente, a Copa do Mundo de Clubes é usada como preparação para os árbitros que irão ao Mundial de Seleções.

Diante disso, se a apresentação das brasileiras e da colega argentina for convincente, ficaria difícil a FIFA não pensar seriamente em quebrar paradigmas e levá-las em 2022. Afinal, estariam mais experientes, já teriam conhecimento e ambientação do próprio país do Oriente, e, claro, um fator importante: seria um “golaço” da FIFA em dar oportunidade às mulheres num país fechado, antidemocrático e machista como o Catar!

Vou torcer para elas. Edna tem sido a mais regular dos árbitros do Brasileirão 2020 e é competente (assim como Neuza). Confesso desconhecer o trabalho de Marina de Almeida, mas deve ter suas qualidades também.

A única preocupação é fisiológica: o desempenho físico delas (são bem condicionadas, é sabido) frente ao calor do país desértico terá relevância? Se não conseguirem acompanhar os lances de perto, haveria contestação?

Lembrando: no Brasil, na final do Brasileirão Feminino A1 entre Kindermann-SC x Corinthians-SP, apitaram Rodolpho Toski e Wilton Sampaio… Nem nas semi-finais a CBF teve coragem de escalar Edna Alves, colocando Paulo Roberto Alves Jr e Vinícius Furlan. Portanto, o mérito é exclusivamente da moça por tal indicação!

Neste exato momento, acreditem: alguns árbitros do quadro masculino estão com um enooooorme nariz torcido…

Confira a lista completa dos selecionados em: https://img.fifa.com/image/upload/ccvozk06oenutj7pafjr.pdf

– CovidFest mostra que o povo paga pelos seus próprios pecados!

Muitos se questionam sobre ações preventivas públicas, vacinas e remédios nesta pandemia. Mas e se as pessoas não fazem a sua parte?

Extraído de: https://jornaldebrasilia.com.br/brasil/covidfest-lota-ipanema-e-nao-esvazia-nem-com-chegada-da-pm/

COVIDFEST LOTA IPANEMA

Essa foi apenas uma das festas ilegais que tomaram a orla da cidade, bloqueada para o Réveillon como forma de mitigar aglomerações

por Anna Virginia Balloussier e Cristina Camargo

Cenas na areia de Ipanema abarrotada de jovens, numa festa que começou na tarde de quarta-feira (30) e varou a madrugada, fizeram da praia carioca o novo símbolo do descaso com a segunda onda de Covid-19 num Brasil que beira as 200 mil mortes pelo vírus.

Os vídeos espraiados por redes socias foram capturados na altura da rua Farme de Amoedo, point LGBTI do Rio de Janeiro. “Olha como está a praia. Simplesmente lotado uma hora dessa. Não tem mais festa, mas elas não deitam”, diz um rapaz numa gravação que mostra centenas de homens, a maioria só de sunga, no lusco-fusco. Não há ninguém com máscara.

Em outro vídeo, com o sol ainda a pino, há um ou outro com algum tipo de cobertura na cabeça: bonés e chapéus de palha. De novo, zero máscara.

Essa foi apenas uma das festas ilegais que tomaram a orla da cidade, bloqueada para o Réveillon como forma de mitigar aglomerações. Nas redes, celebrações ganharam o irônico título de CovidFest.

“Somos uma tragédia ambulante”, escreveu um internauta ao comentar as imagens que viralizaram de pessoas dançando e bebendo em Ipanema.

“Juro que quando vi os vídeos que estão circulando enxerguei um cemitério com vários túmulos amontoados”, disse outro rapaz.

A Polícia Militar diz estar “desempenhando esforços para atuar nesse complexo momento e conscientizar a população sobre as regras previstas nos decretos da pandemia”. Não sabe quantificar quantos eventos do tipo foram desbaratados pelos policiais.

A PM atuou em Ipanema, mas, mesmo após interromper a festança, muitos homens continuaram na areia e no calçadão.

A Prefeitura do Rio diz que intensificou a fiscalização para a manhã desta quinta-feira (31) e a noite da virada.

O município chegou nesta quarta a 14.743 mortos por Covid-19. Segundo a Secretaria Municipal de Saúde, a taxa de ocupação na UTI do SUS para pacientes com o vírus (que inclui leitos de unidades municipais, estaduais e federais) é de 92%.

As informações são da Folhapress

– Inclusão Digital URGENTE!

Dr José Renato Nalini abordou um tema deveras importante: a necessidade de promover a inclusão digital como Política de Estado, devido às várias urgências!

Confira que visão importante, extraída de: https://renatonalini.wordpress.com/2020/12/28/era-da-inclusao-digital/

ERA DA INCLUSÃO DIGITAL

O mundo pós-pandemia será cada vez mais digital. A luta contra o coronavírus obrigou à tomada de providências drásticas, dentre as quais o confinamento da maioria das pessoas. Verdadeiro pânico se estabeleceu e nos primeiros meses observou-se o distanciamento social e um severo capítulo de medidas de higiene.
Aos poucos, o Brasil vai se acostumando com as seiscentas mortes diárias e mais de vinte mil novas contaminações. Isso significa que a epidemia continua e que teremos de conviver com ela nos próximos anos. Sem prejuízo da vinda de outras novas, associadas ao maltrato da natureza e à extinção da biodiversidade em todo o planeta.
Tal cenário impõe a absorção plena da cultura digital. Ela mostrou-se capaz de minorar os males decorrentes da peste. As aulas continuaram e a transmissão de conteúdo mostrou-se a tábua de salvação para milhões de estudantes. O contato virtual com familiares foi uma constante. As lives mostraram-se instrumento eficiente e idôneo de comunicação grupal. Ouvi de amigos conferencistas que nunca tiveram tanto auditório como nesses tempos.
Bancas para a arguição de dissertações e teses puderam funcionar. As compras online já eram exitosas e mostraram-se cada vez mais eficazes, assim como a movimentação financeira pelos bancos e demais instituições.
Isso evidencia a urgência de políticas sérias de inclusão digital de todos os brasileiros. Os millenials já dominam com desenvoltura as modernas tecnologias e descobrem funcionalidades de forma espontânea, desnecessária qualquer formação técnica específica. Eles podem ser de imensa serventia para treinar os adultos e aqueles da geração analógica, às vezes perdidos na parafernália dos mobiles.
Levar a inclusão digital a sério, como política de Estado, mas não condicionada a iniciativas de governo, é missão que se atribui a todo brasileiro lúcido e capaz de enxergar com acuidade a situação em que a Terra se encontra.
Todas as maiores empresas globais integram esse universo das tecnologias da comunicação e informação. O capital intangível da informação mostrou-se hábil a satisfazer a ânsia capitalista por amealhar fortunas e por dominar uma sociedade mundial cosmopolita, que aspira ter acesso ao que é mais atual e mais contemporâneo em termos de mercado.
Uma nação com desenvolvimento assimétrico, na verdade periférica em grande parte e emergente – talvez a mais atrasada dentre as BRICs – precisa imergir nessa cruzada de treinamento da cidadania, com empenho, garra e audácia.
A Quarta Revolução Industrial mudou profundamente a sociedade e os países que ficarem na rabeira dificilmente alcançarão aquelas que tomaram a dianteira. Não há progresso per saltum, o que significa a necessidade de percorrer todas as etapas do processo, mas em ritmo bastante acelerado.
Os municípios, entidades da Federação brasileira, precisam ser inteligentes e tentar suprir a ausência de planejamento que caracterizou o desordenado crescimento e a insensata conurbação que caracteriza grande parte do território brasileiro. As escolas não podem se resignar a transmitir conhecimento convencional, mas têm de entrar para valer no mundo digital. Ensinar os alunos a extrair consequências úteis para o uso híbrido de múltiplas tecnologias. Aprender programação. Criar aplicativos para a resolução de problemas aparentemente insolúveis.
Com a desenvoltura que os millenials têm, eles poderão se converter em tutores dos adultos. Nunca mais se poderá dispensar esse uso benéfico da internet, que multiplicou a produtividade de um setor emperrado e constantemente acusado de lentidão, que é o Judiciário. Os bancos e instituições financeiras já não dependem de comparecimento de seus clientes a sedes que serão drasticamente reduzidas e o PIX está aí, para facilitar ainda mais as coisas.
Tudo pode ser feito pelas redes sociais, que precisam ser instrumentos civilizatórios e abandonar esse desvio nefasto da produção de fake News e de disseminação de discórdia, ira, ódio e violência verbal.
Não se espere que governo seja o condutor de um processo que deve inspirar empresários e empresas, ONGs, Universidade, educadores e escolas, organizações, clubes, associações, entidades e pessoas físicas providas de empenho em transformar – para melhor – este sofrido Brasil.
Talvez chegue um dia em que até a vetusta Justiça venha a se comover e promova eleições pela internet, poupando recursos escassos, tempo e a obrigação de trabalho escravo requisitado à cidadania, assim como o uso de dependências privadas, numa grande e perigosa aglomeração de pessoas em plena crise da Covid19.
Já possuímos toda a estrutura para colher a manifestação da cidadania pelos seus mobiles. Com grande ganho em eficiência e rapidez, sem a invocação falaciosa de que uma eleição digital é mais perigosa do que a eleição convencional.
Inclusão digital movimenta a economia e habilita as pessoas ao exercício pleno de uma cidadania que foi prometida, mas que não virá como dádiva estatal, senão como conquista de quem quer participar dos destinos de sua Pátria e não ser massa de manobra para interesses nem sempre claros, nem sempre os mais legítimos.

_ José Renato Nalini é Reitor da UNIREGISTRAL, docente da Pós-graduação da UNINOVE e Presidente da ACADEMIA PAULISTA DE LETRAS – 2020-2021.

Imagem extraída da Web, autoria desconhecida.

– Chega de Redes Sociais intolerantes!

Cansou ver tanto extremismo nas Redes Sociais, não?

Pra quê tanto ódio?

Uma breve reflexão, em: https://www.youtube.com/watch?v=sPs_tMFbDTI

– PSG x Istambul Basaksehir: um marco na luta contra o Racismo! E a vergonhosa atitude do árbitro…

O árbitro de futebol é a figura de respeito que deve ZELAR pelo cumprimento das Regras do Jogo. Ele precisa inspirar atitudes corretas e exemplares, de honestidade e imparcialidade. E ao ver o quarto-árbitro Sebastian Colţescu, na partida entre o Paris Saint-Germain x Istambul, tratar com prepotência o camaronês Webó, fico envergonhado!

A forma como ele trata (não a palavra “negro” ou “preto” em si), é arrogante. Não identifica-o com respeito, mas fala com teor de menosprezo, conforme as imagens mostraram. Lamentável. E sabemos que há muito racismo na Europa.

A atitude dos jogadores se recusando a jogar, destacando a liderança de Neymar, foi positiva. E por ser um jogo da Champions League, tomara que seja um marco no futebol tal ocorrência.

Chega de Racismo. Cansou!

Acréscimo: achei sensacional essa afirmação:

“Todas as vidas importam, mas as vidas que foram segregadas e maltradas há séculos, importam mais.”

Mauro Beting, no Esporte Interativo.

– A tristeza de uma militância digital.

O ministro Luís Roberto Barroso disse que as milícias digitais são a “versão contemporânea do autoritarismo”.

Pode ser! Tanto de Direita ou de Esquerda, há grupos que querem te obrigar a pensar como eles. Na discordância de opinião, simplesmente difammr quem a omite.

Tempos, infelizmente, de intolerância.

– O que as mulheres desejam nas suas corporações?

ADM – Afinal o que as mulheres querem do seu ambiente de trabalho?

Em: https://www.youtube.com/watch?v=nep_w5Jt_04&t=4s

– O emprego mais difícil do Brasil: Diretor de Marketing do Carrefour Brasil!

Tempos atrás tivemos o episódio lamentável da morte de um cachorro por funcionário do Carrefour. Agora, algo incomparavelmente pior: o assassinato brutal por espancamento de uma pessoa (o negro João Alberto), ocasionado por seguranças do mercado, às vésperas do dia da Consciência Negra.

Como recuperar a imagem de uma empresa como essa?

Os executivos do grupo, certamente, estão de cabelos em pé. E os familiares da vítima, evidentemente, inconsoláveis.

carrefour-logo – KairósRH

– Respect

É por isso que sou fã do Mauricio de Sousa: sempre trazendo consciência social e representatividade para todas as causas!

Vejam esse quadrinho:

– Precisamos de um dia da Consciência Negra?

Sou contra certas datas festivas: Todo dia é dia das mães; dos pais; das mulheres; dos homens ou dos negros.

Muitas vezes, temos datas comerciais: o dia dos namorados, por exemplo. Ou outras demagógicas: não seria a de hoje um exemplo disso?

Detesto rotulações: raça branca, negra, amarela… Ora, somos todos uma única raça, a RAÇA HUMANA! Não importa a cor da pele, a preferência sexual ou a religião: todos somos iguais em direitos e deveres.

Perceberam que o “dia de reflexão” virou descanso para uns e aproveitamento político para outros? Pior: o fato das cidades determinarem feriado municipal ou não acaba desacreditando no dia como feriado em si. Ou é para todos os municípios, nacionalizando a data, ou não.

Mais grave do que isso é tratar o dia como se fossem os negros gente inferior que precisassem de piedade. Nada disso. A história de cotas ou privilégios não pode ser uma caridade de gente subestimada, pois para ser inteligente ou competente não há cor (diferente das cotas sociais – por pobreza – as quais defendo).

Que o Dia da Consciência Negra sirva para refletir a igualdade, não aumentar discussões discriminatórias ou comparações de raças; coisas que são bobagens abomináveis nos dias atuais.

– Por quê a Política exige dois lados no Brasil?

Nunca tivemos uma dualidade política tão tomada pelo fanatismo no Brasil quanto agora. A Direita e a Esquerda radicais obrigam a pessoa responder “na lata”: Bolsonaro ou Lula?

Se você critica um, automaticamente te rotulam como “simpático a outro”. Nada disso, existem inúmeras outras correntes e formas de se pensar e viver – sem extremismo ou, por incrível que possa parecer, com maior ainda em alguns casos.

O certo é: não se rotule o próximo e respeite quem pensa diferente de você. O grande problema em nosso país tem sido a discordância de opiniões (que deve ser válida) baseada no ódio (ao invés do respeito).

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Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.

– A Irresponsável aglomeração no Mundo do Futebol! E aí, torcedor do Tricolor?

Assino embaixo tudo o que o grande e respeitado jornalista Wanderley Nogueira escreveu sobre as aglomerações no Morumbi, promovidas por torcedores do São Paulo FC. As pessoas são desinformadas ou irresponsáveis? E os cartolas que silenciam?

Aliás, com a Segunda Onda se tornando real, eventos como jogos de futebol (vide o número de contágios de atletas) e até mesmo o segundo turno das Eleições Municipais (vide os descuidos do 1o turno e a irresponsabilidade de muitos políticos ) precisam ser rediscutido, não?

Abaixo, extraído de: https://blog.jovempan.com.br/wanderleynogueira/geral/aglomeracao-na-porta-do-morumbi-irresponsabilidade-ou-desinformacao-triste/

AGLOMERAÇÃO NA PORTA DO MORUMBI: IRRESPONSABILIDADE OU DESINFORMAÇÃO. TRISTE.

Torcedores do São Paulo no lado externo do Morumbi, recepcionando a chegada do ônibus da delegação e prometendo ficar no local para “apoiar o time”, mesmo sem ver o jogo.
Considero um grupo de irresponsáveis ou desinformados, no mínimo.
Condeno a falta de empatia, a desconsideração pela dor alheia .
Aglomeração – todas elas – nesse momento é reprovável. Um ato escandaloso.
Perto dalí , hospitais públicos e particulares se desdobram para atender casos de infectados.
As pessoas ocupam leitos durante vários dias , lutando para voltar para a família.
Alguns não conseguem…
Quem precisa trabalhar para sobreviver, enfrenta o transporte público e todas as dificuldades já conhecidas. Usa máscara, carrega seu álcool em gel…tentando driblar o vírus assustador.
Mas, esses grupos que vão – nesse momento – em portas de estádios, centros de treinamento ou nos aeroportos para “abraçar” os jogadores, não merecem notas de entusiasmo pela dedicação aos clubes.
Pelo contrário.
Os dirigentes e jogadores, todos eles, deveriam usar as redes sociais e pedir a colaboração da imprensa para pedir que não façam isso.
Não é o momento. É perigoso.
É contra a saúde.
É um tapa na cara da ciência.
Esse tipo de manifestação, dispensável, provoca indignação pela falta de respeito. O silêncio dos cartolas e dos jogadores sobre isso também é assustador.

– Fanatismo.

Não podemos deixar que o fanatismo político, religioso ou esportivo deturpe a ética, a moral, o respeito ao próximo e o sentimento de empatia.

E (cont abaixo)

– Quando suas Preferências o tornam ignorante por culpa das Redes Sociais!

As redes sociais estão por trás do fanatismo de muitos. Em especial, os algoritmos do Facebook, onde você lê o que “só se quer”.

Pegue Haddad ou Bolsonaro na última Eleição Presidencial: se você tem preferência por um deles, as publicações que lhe aparecem são de louvor ao amado e demonização ao outro. Não existe bom senso!

Aliás, o Internauta centrado, que tem espírito crítico aguçado, é obrigado a receber publicações dos dois lados! E isso cansa.

Talvez o texto abaixo, publicado na Folha de São Paulo em 12 de Outubro passado (5 dias depois do 1º turno presidencial), diga muita coisa sobre essa bolha criada pelas Redes Sociais (e aqui a observação é precisa, independente da preferência política da autora do texto). Aliás, é por esse motivo que estou me “desentoxicando das Redes Sociais” por alguns dias.

Abaixo o texto, e meu “até mais”. Volto em breve com outras postagens nos próximos dias – e aí em retorno definitivo.

BOLHA

Por FERNANDA TORRES

WhatsApp, fake news e engajamento dos cultos evangélicos ganharam de lavada as eleições

No programa de David Letterman na Netflix, Barack Obama cita um teste realizado pela Casa Branca durante a Primavera Árabe, que pretendia avaliar o poder de direcionamento do algoritmo nas redes sociais. Internautas de direita, de esquerda e de centro digitaram a palavra Egito, a fim de descobrir o que cada segmento obteria como resposta.

Os conservadores foram direcionados para links relacionados ao terrorismo, ao jihad e à ameaça muçulmana. A busca dos progressistas resultou em notícias que festejavam o levante egípcio como um auspicioso despertar do mundo árabe. Já os de centro foram brindados com inofensivos sites turísticos, que anunciavam os “Best Places to Visit in Egypt”.

Vivemos isolados em bolhas de preferência, ignorando, por completo, a do vizinho.

Quem esteve presente na manifestação do #EleNão vivenciou uma multidão pacífica de senhoras, senhores, crianças e militantes feministas. Os que não foram às ruas viram versões distorcidas de meninas de peito de fora, enfiando crucifixos no meio das pernas, fumando maconha e clamando pela volta de Satanás.

A assombrosa alavancada de um candidato a governo do Rio de Janeiro, o ex-juiz Wilson Witzel —que, em dois dias, atingiu 39% de preferência nas urnas—, prova que os métodos de convencimento da velha política foram parar na lata de lixo da história.

O WhatsApp, as fake news e o engajamento dos cultos evangélicos ganharam de lavada as eleições de 2018.

Num vídeo gravado, Witzel se dirige à Polícia Militar, prometendo extinguir a Secretaria de Segurança Pública para eliminar a má influência dos políticos nos órgãos de policiamento investigativo e ostensivo.

A medida, acredito, receberá o apoio de uma massa de eleitores que associam a política ao crime. Um cidadão que, fora de sua bolha, levantar a voz em favor da secretaria de Segurança corre o risco de ser crucificado pela conivência com a corrupção.

A classe artística, cuja opinião vem sendo inoculada pelo simples teclar de dez letras: Lei Rouanet, tem enfrentado rejeição semelhante à da política.

No último debate presidenciável, na TV Globo, os candidatos presentes repetiram a retórica de acusações ao PT e ao PSDB, além das réplicas do Lula Livre. Indefesos diante da nova máquina eleitoral, eles pareciam falar do túnel do tempo do milênio passado.

Os grupos fechados do meu celular aplaudiram o discurso de Boulos contra a ditadura militar, mas a indignação morria ali, entre muros. A ditadura não está na pauta dos que cresceram na redemocratização com o celular em punho. A Lava Jato e a crise na segurança, sim.

O golpe de 1964 e o AI-5 são tão distantes da experiência histórica dos que têm menos de 40 anos quanto Juscelino, o tenentismo e a política do café com leite.

No colégio abastado do filho de um amigo meu, todos os garotos de 18 que votaram no partido Novo migrarão para o PSL, convencidos de que a aliança do livre mercado com a “sociedade de bem” armada trará benefícios para o país.

Nenhum deles se preocupa com uma possível ascensão de forças paramilitares —muito menos com a perseguição a grupos identitários. Tudo é visto como petismo travestido de mimimi humanitário para esconder os anos de roubalheira.

O que impressiona é perceber que, assim como na eleição de Donald Trump, os chamados progressistas, que deveriam estar atentos ao futuro das novas mídias, permaneceram fiéis aos mesmos instrumentos de divulgação de ideias do tempo da vovó menina.

Enquanto isso, a ultra direita vem agindo cirurgicamente, há bastante tempo, em dois campos aparentemente antagônicos e difíceis de serem vencidos agora: a inteligência artificial e a fé em Cristo, em voga desde o fim da Antiguidade.

Vai encarar?

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Charge de Thiago Lucas

– Inclusão, de maneira bem didática:

Se você tem dúvida de como explicar o que é INCLUSÃO, o desenho abaixo lhe ajudará a entender de maneira claríssima:

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– Cristofobia e Islamofobia: o discurso e a “real”.

Vivemos num mundo multicultural. Existem democracias (Brasil, EUA, Itália, França), ditaduras (Venezuela, Cuba, China, Coreia do Norte) e teocracias (Irã, Arábia Saudita, Vaticano). Mas independente de que ideologia político-governamental as nações sejam, todas têm algo em comum no mundo moderno: a discussão do convívio harmonioso e a existência de tolerância ou intolerância religiosa – se deve existir o aceite ou não da liberdade de crença.

Enquanto a Europa vai ficando cada vez mais descrente, envelhece sua população e tem cada vez um número menor de crianças por casal, o Mundo Árabe expande-se com uma taxa de natalidade muito alta, trazendo ao mundo novos seguidores do islamismo. Portanto, os muçulmanos (pela matemática) serão a grande parcela religiosa do planeta dentro em breve.

Diante de todo isso, com a migração de povos árabes da África e da Ásia para outros continentes (especialmente à Europa), começa ocorrer a chamada Islamofobia (a discriminação por ser do Islã).

Infelizmente, é comum que isso ocorra a estrangeiros que habitam uma terra que não é sua (esse é um dos fatores), somada às ações de grupos radicais, como observados em ações de terrorismo (que não representam o Islamismo na sua integralidade), deixando muita gente com aversão desse povo. Portanto, tornou-se uma variável específica de xenofobia.

A Cristofobia, a variante de fobia contra cristãos, existia na perseguição do Império Romano aos convertidos. Tanto que as catacumbas eram o local de celebração das primeiras missas, em decorrência da necessidade de se esconder. Nos dias atuais, vê-se não mais um ataque contra os católicos em si (ou seja: por ser praticante), mas pelo fato de existirem cristãos que se fanatizam e deturpam a fé, onde ocorre a generalização equivocada. Outros, de maneira charlatã, explorando a crença alheia. Por fim, outros ainda usando o nome de Cristo como bandeira mas defendendo contraditoriamente causas como armamento e aborto. O cristão (evangélico ou católico) que vive corretamente sua fé, tende a sofrer a Cristofobia justamente daqueles que nada creem e concomitantemente desdenham de quem crê por conta destes que não vivem corretamente como cristãos (exceção feita às regiões que proíbem o Cristianismo radicalmente, como China e outras ditaduras).

O católico verdadeiro não prática a Islamofobia ou qualquer prática de discriminação. Ele ama o seu próximo e não pratica proselitismo (Jesus nos ensina isso à exaustão nos Evangelhos). Sabe conviver com quem pensa ou crê diferente. Não violenta o direito do outro, e espera a reciprocidade, mas de maneira franciscana (que saibamos amar e perdoar do que ser amados e perdoados, dando sem esperar receber).

Independente da profissão de fé, sejamos lembrados pela acolhida, inclusão, respeito e paciência com outros povos de cultura diferente – não caindo no erro de enxergar em atos de fanatismo violento (sejam eles de muçulmanos, judeus, cristãos ou ateus), uma maneira incorreta de colocar a culpa numa generalizada população.

Por fim: nada tem a ver com Cristofobia a queima de igrejas no Chile, pois ali foi vandalismo de anárquicos travestidos de manifestantes políticos, onde procuraram depredar símbolos que remetiam às origens dos colonizadores, com a desculpa de era necessária uma “nova constituição”. Dessa forma, as “Casas de Deus” sofreram pelos pecados dos outros.

Como cristãos, façamos sempre a nossa parte, imitando os ensinamentos do nosso Salvador.

Imagem extraída da Web, autoria desconhecida.

– SEMPRE a Vivo Fibra te deixa na mão…

Você paga caro pela Internet fixa da sua casa, tem um serviço que oscila constantemente, e chega no sábado, às 9h, e a Vivo Fibra sai do ar. Você liga e o prazo prometido para a volta é de duas horas por manutenção na rede da minha região. Às 11h a resposta é a mesma. Às 15h, 18h, 22h a mesma resposta padrão, sem se preocupar em atender bem o cliente.

Na madrugada, o sistema pelo atendimento telefônico está fora do ar. E no domingo às 09h (24 horas depois), o “prazo de duas horas ainda é válido”. E continuo sem Internet…

Ah, vá se catar, Vivo. Num país sério isso nunca seria aceito.

– Igualdade no Trabalho não deveria ser discutida. É obrigação moral!

TRABALHO – Homens e Mulheres devem ter iguais oportunidades. Não se discrimine (nem se use como vantagem) a questão do gênero.

Uma abordagem rápida em: https://youtu.be/6RcIdUnwtjk

– #PrayForNice, e sejamos todos tolerantes.

A França é um dos países europeus que mais está envolvido com a miscigenação dos povos imigrantes do recente êxodo da Ásia e da África (fuga de populações de pobres e ex-colônias, além de refugiados). Os negros e árabes estão cada vez mais numerosos, levando suas dificuldades e cultura.

Respeitar e acolher se faz necessário, mas o choque cultural é sempre algo real. E vimos isso com a discussão sobre “total liberdade de expressão versus ofensas religiosas” com o caso da Charle Hebdo, a revista de humor que sempre fez sátiras com assuntos delicados, como Cristianismo e Islamismo (lembrando do ataque terrorista à edição da publicação, motivado por radicais árabes que ficaram chocados com as charges de Maomé).

Sou a favor da liberdade de expressão, mas entendo que algumas coisas podem ser evitadas – como as que podem ofender a espiritualidade das pessoas. Claro, isso não é motivo para matar, como foi a reação do grupo citado.

Agora, duas semanas depois de um professor (Samuel Paty) ser degolado pelo mesmo motivo na França (o de mostrar uma imagem ofensiva à cultura árabe), um ataque terrorista perto da Catedral de Notre-Dame em Nice vitimou pessoas. As autoridades já ligam os fatos como “Islamofacismo”.

Aí ficarão duas situações: um certo sentimento de “Islamofobia” (franceses cristãos e ateus assustados com tanta violência e que começam a discriminar os árabes que por lá vivem) com “Islamofacismo” (árabes revoltados que usam da violência para defender as causas que acreditam).

Quem perde? Todos! A democracia e a paz precisam de tolerância para coexistirem…

– Encontro de Catequese para o Sacramento do Crisma: Ciência e Fé, ser Ateu e ser Crente, Religião e Ciência.

Já falava o saudoso Papa Peregrino, hoje carinhosamente São João Paulo II, em uma de suas mais belas encíclicas: “fé e razão são duas asas que nos elevam para o céu”!
Por que é tão difícil para alguns aceitar que a Ciência e a Fé são complementares, não rivais?
 
Qual o motivo que faz ateus serem cada vez mais racionais e antiteístas cada vez mais sedentos de “contra-catequizar” sobre Deus?
 
Grandes padres e grandes universidades católicas apoiaram a Ciência e por eles nasceram maravilhosos inventos e significativas descobertas. Isso não se lembra?
 
Enfim: tudo que circunda o infinito do Universo é por acaso, assim como a vida, na qual se crê por céticos cientistas que bilhões de combinações químicas a formaram, ao invés de ser um dom generoso pela Providência do Criador? Ou que esse próprio Deus moldou com sua criação o surgimento da célula vital?
 
Como é difícil falar da Fé e da Razão (de Religião e Ciência) a um mundo cada vez mais racionalista, materialista e descrente de esperança.
 
Abaixo, alguns tópicos criados para discussão com os crismandos da Paróquia São João Bosco, meses atrás, a respeito desses embates de “provar ou não” a existência do Criador:
​Enfim: é tão bom, estudar, aprender, pesquisar, descobrir e revelar a partir da Inteligência que nos é dada pelo Espírito Santo, fonte de Amor do Pai e revelada pelo Filho que em Comunhão estão!​ A figura abaixo com a frase de Einstein é perfeita:
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Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.

– O que o Papa Francisco falou sobre os homossexuais não pode ser deturpado.

Li as manchetes envolvendo Francisco e os homossexuais nas páginas da Globo, da Folha e até da Record: a impressão, para o desavisado, é que o Papa iria liberar o casamento gay nas Igrejas. E não era nada disso…

O Papa Francisco declarou num documentário o que sempre vem pregando: acolhimento às pessoas que se descobrem LGBTs, evangelização e respeito à diversidade. Para isso, pregou cidadania e reconhecimento de direitos civis, como a união legal (algo que ele próprio já havia dito).

Não se deturpe uma notícia sensacionalista com um consciente apelo papal como dito por Francisco. Entenda abaixo, sem fake news ou fanatismo,

extraído de: https://www.acidigital.com/noticias/papa-incentiva-uniao-civil-para-casais-homossexuais-uma-mudanca-na-postura-do-vaticano-99893

PAPA INCENTIVA UNIÃO CIVIL PARA CASAIS HOMOSSEXUAIS, UMA MUDANÇA NA POSTURA DO VATICANO

Em um documentário que estreou nesta quarta-feira em Roma, o Papa Francisco se mostrou favorável à aprovação de leis de união civil para casais do mesmo sexo, tomando assim distância da atual posição do Vaticano e dos seus predecessores em relação ao tema.

Os comentários surgiram em meio a uma parte do documentário que reflete, entre outros temas, sobre a pastoral dedicada a pessoas que se identificam como LGBT.

“Os homossexuais têm o direito de fazer parte da família. Eles são filhos de Deus e têm direito a uma família. Ninguém deve ser expulso ou ter uma vida miserável por causa disso”, disse o Papa Francisco no filme ao comentar o trabalho desta pastoral.

Após essas observações, e em comentários que provavelmente causarão controvérsia entre os católicos, o Papa Francisco emitiu uma opinião pessoal sobre o tema das uniões civis para casais do mesmo sexo.

“O que precisamos é criar uma lei da união civil. Dessa forma, eles estarão cobertos pela lei”, disse o Papa. “Eu defendi isso,” asseverou.

Os comentários são expostos no novo documentário sobre o Papa chamado, “Francesco”, que fala sobre a vida e o ministério do Papa Francisco que estreou hoje, 21, no Festival de Cinema de Roma, e está programado para fazer sua estreia na América do Norte este domingo.

O filme narra a abordagem do Papa Francisco às questões sociais urgentes e ao ministério pastoral entre aqueles que vivem, nas palavras do pontífice, “nas periferias existenciais”.

Apresentando entrevistas com personalidades do Vaticano, incluindo o cardeal filipino Luis Tagle e outros colaboradores do papa, “Francesco” analisa a defesa que o Papa faz dos migrantes e refugiados, dos pobres, seu trabalho no tema dos abusos sexuais do clero, o papel das mulheres na sociedade e aqueles que se identificam como LGBT.

O filme aborda o alcance pastoral do Papa Francisco àqueles que se identificam como LGBT, incluindo uma história do pontífice encorajando dois homens italianos a manter um relacionamento do mesmo sexo a criarem seus filhos em sua igreja paroquial, que, segundo um dos homens, era muito benéfico para seus filhos.

“Ele não mencionou qual era a sua opinião sobre a minha família. Provavelmente ele está seguindo a doutrina sobre este ponto”, disse o homem, enquanto elogiava o Papa por sua disposição e atitude de boas-vindas e encorajamento.

Os comentários do Papa sobre as uniões civis aparecem precisamente nesta parte do documentário. O cineasta Evgeny Afineevsky disse à CNA, a agência em inglês do grupo ACI, que o Papa expressou o pedido por uniões civis na entrevista que o produtor conduziu com o pontífice.

O apelo direto do Papa por leis de união civil representa uma mudança da perspectiva de seus antecessores e de suas próprias posições a respeito das uniões civis no passado.

Em 2010, enquanto era arcebispo de Buenos Aires, o Papa Francisco se opôs aos esforços para legalizar o casamento entre pessoas do mesmo sexo. Entretanto, Sergio Rubin, futuro biógrafo do Papa, sugeriu que Francisco apoiava a ideia de uniões civis como uma forma de evitar que crianças fossem dadas em adoção massivamente a estes casais, Miguel Woites, que trabalhou diretamente com a Conferência Episcopal da Argentina e a Arquidiocese de Buenos Aires dizia que esta afirmação era falsa.

Porém, o fato do próprio Papa afirmar no documentário ter “defendido” anteriormente as uniões civis homossexuais parece confirmar os relatos de Rubin e outros que afirmavam que, de forma reservada, o então cardeal Bergoglio apoiava a ideia.

No livro “No Céu e na Terra”, de 2013, o Papa Francisco não descarta por completo a possibilidade das uniões civis, mas afirma que as leis que “assimilam” ao casamento as práticas homossexuais eram “uma regressão antropológica”. Ele expressou ainda preocupação de que casais do mesmo sexo “tenham direito a adotar filhos, pois isto poderia afetar as crianças”. “Cada pessoa precisa de um pai e uma mãe que possam ajudá-los a formar sua identidade”, afirmava.

Em 2014, Pe. Thomas Rosica, que então trabalhava na assessoria de imprensa da Santa Sé, disse à CNA que o Papa Francisco não expressou apoio às uniões civis de pessoas do mesmo sexo, depois que alguns jornalistas relataram que ele o teria feito durante uma entrevista. Naquela altura, uma proposta de união civil era debatida na Itália e Pe. Rosica enfatizou que Francisco não iria opinar no debate, mas que ele daria ênfase à doutrina católica sobre o casamento.

Em 2003, sob a liderança do Cardeal Joseph Ratzinger e sob a direção do Papa João Paulo II, a Congregação para a Doutrina da Fé do Vaticano ensinou que “o respeito pelos homossexuais não pode levar de forma alguma à aprovação do comportamento homossexual ou ao reconhecimento legal de uniões homossexuais. O bem comum exige que as leis reconheçam, promovam e protejam o casamento como a base da família, a unidade primária da sociedade”.

“O reconhecimento legal das uniões homossexuais ou colocá-las no mesmo patamar do casamento significaria não só a aprovação do comportamento desviante, com a consequência de torná-lo modelo na sociedade atual, mas também obscureceria valores básicos que pertencem à comum herança da humanidade. A Igreja não pode deixar de defender esses valores, para o bem de homens e mulheres e para o bem da própria sociedade”, acrescentou a CDF, chamando estas uniões de “gravemente imorais”.

“Nem mesmo em um análogo sentido remoto, as uniões homossexuais cumprem o propósito pelo qual o casamento e a família merecem reconhecimento categórico específico. Pelo contrário, existem boas razões para sustentar que tais uniões são prejudiciais ao bom desenvolvimento da sociedade humana”, afirma o documento.

A assessoria de imprensa do Vaticano não respondeu às perguntas da CNA sobre os comentários do Papa no filme.

Enquanto os bispos em alguns países não se opuseram às propostas de união civil do mesmo sexo e tentaram diferenciá-las do casamento civil, os oponentes das uniões civis há muito alertam que elas servem como ponte legislativa e cultural para iniciativas de casamento entre pessoas do mesmo sexo, alegando ainda que a sociedade não deve aprovar a imoralidade nem podem deixar de proteger o direito das crianças de serem educadas por um pai e uma mãe.

Afineevsky disse à EWTN News este mês que tentou em “Francesco” apresentar o Papa como ele o viu, e que o filme pode não agradar a todos os católicos. Ele disse à CNA na quarta-feira que, em sua opinião, o filme não é “sobre” o apelo do papa a favor de uniões civis, mas “sobre muitas outras questões globais”.

“Não estou olhando para ele como o Papa, estou olhando para ele como um ser humano humilde, um grande modelo para a geração mais jovem, um líder para a geração mais velha, um líder para muitas pessoas, não no sentido católico , mas no sentido de liderança pura, no terreno, nas ruas ”, acrescentou Afineevsky.

O cineasta disse que começou a trabalhar com o Vaticano para produzir um filme sobre o Papa Francisco em 2018 e teve acesso sem precedentes ao Papa até a conclusão das filmagens em junho, em meio aos bloqueios devido à pandemia na Itália.

Afineevsky, é um cineasta russo que mora nos EUA e que em 2015 foi indicado ao Oscar e ao Emmy pela obra “Winter on Fire”, um documentário que narra os protestos Euromaidan de 2013 e 2014 na Ucrânia. Seu filme de 2017, “Cries from Syria”, foi indicado a quatro prêmios Emmy de notícias e documentários e a três prêmios de escolha da crítica.

Na quinta-feira, Afineevsky receberá nos Jardins do Vaticano o prestigioso Prêmio Kineo Movie for Humanity, que reconhece cineastas que apresentam questões sociais e humanitárias em documentários. O prêmio foi criado em 2002 pelo Ministério da Cultura da Itália.

Rosetta Sannelli, a criadora dos Prêmios Kineo, observou que “cada viagem do Papa Francisco a várias partes do mundo está documentada na obra de Afineevsky, em imagens e notícias, e se revela como um olhar autêntico dos acontecimentos de nosso tempo, uma obra histórica em todos os aspectos”.

– Viva as mulheres iranianas que gostam do futebol!

Há 1 ano, uma vitória das mulheres… relembrando:

Não é o ideal, mas saber que ao menos existe um começo de boa vontade, já anima: mulheres foram, enfim, permitidas para assistirem futebol no Irã (eram extrema minoria, mas tomara que aumente o número de torcedoras).

Espero que também as árbitras e jogadoras de lá sejam respeitadas e tenham maiores oportunidades!

Extraído de: http://agenciabrasil.ebc.com.br/esportes/noticia/2019-10/apos-40-anos-mulheres-retornam-estadio-de-futebol-no-ira

APÓS 40 ANOS, MULHERES RETORNAM A ESTÁDIO DE FUTEBOL NO IRÃ

O Irã goleou o Camboja por 14 a 0 nesta quinta (10) em jogo válido pelas eliminatórias asiáticas para a Copa do Mundo de 2022. Mas, apesar do placar elástico, as atenções se concentravam nas arquibancadas no estádio Azadi, onde cerca de 4 mil mulheres acompanharam a partida.

Estas foram as primeiras mulheres em mais de 40 anos que viram um evento esportivo protagonizado por homens. Isto acontece porque desde a Revolução Iraniana, que aconteceu em 1979, as autoridades locais passaram a reprimir este tipo de iniciativa. O movimento tinha como uma de suas principais bandeiras afastar, e suprimir, as influências ocidentais na cultura local.

Segundo a agência oficial de notícias do Irã (Irna), a partida de hoje contou com um público de 6 mil pessoas, sendo 4 mil delas mulheres.

Posição da Fifa

Após a partida, o presidente da Federação Internacional de Futebol (Fifa), o italiano Gianni Infantino, divulgou uma mensagem na qual afirmou que a entidade “continuará trabalhando (…) para ajudar a garantir que a coisa certa seja feita, que é permitir que todos os torcedores, independentemente do sexo, tenham a chance de ir aos estádios e desfrutar de uma partida de futebol”.

Essa mudança do governo do Irã em relação à presença feminina em eventos esportivos masculinos ocorre após pressão da Fifa, que enviou uma delegação a Teerã no mês de setembro para buscar formas de viabilizar o acesso de mulheres ao jogo contra o Camboja.

Críticas

Em setembro, o Irã se tornou alvo de críticas internacionais após uma mulher termorrido ao colocar fogo em si mesma depois de ser condenada à prisão pela tentativa de assistir a um jogo de futebol.

A mulher teria tentado entrar no estádio vestida como homem.

jogo no irã com a presença de mulheres no estádio

Imagem extraída do link acima.

– O que as Mulheres Desejam nas Empresas?

Veja que interessante: a Revista Época Negócios trouxe uma matéria sobre quais benefícios as mulheres desejam nas empresas.

E você, mulher, concorda com a pesquisa abaixo? Deixe sua opinião:

A EMPRESA FEMININA

Pesquisa realizada pela consultoria Sophia Mind aponta os benefícios mais valorizados pelas mulheres

Por Sílvia Balieiro

Em seu primeiro emprego num grande banco, Regina Nunes, hoje presidente da agência de classificação de risco Standard & Poor’s, enxergou uma oportunidade para ser promovida. “Queria ir para uma área, mas o banco me mandou para outra”, diz Regina, que optou por deixar a instituição. “Tinha carinho pela empresa, mas não havia oportunidades”, afirma. A experiência de Regina está longe de ser um caso isolado. Uma pesquisa realizada pela consultoria Sophia Mind, e divulgada com exclusividade por Época NEGÓCIOS, mostra quais são os benefícios mais valorizados pelas mulheres. Foram entrevistadas 465 profissionais com idade entre 25 e 50 anos, de empresas privadas e públicas. As entrevistadas avaliaram 57 benefícios, classificando-os de acordo com sua satisfação ou aspiração.
O que as mulheres mais valorizam? Em primeiro lugar aparece o aconselhamento de carreira, citado por 63%; em segundo, plano de cargos e salários, importante para 59% das entrevistadas. “Isso mostra que hoje a vida profissional está totalmente ligada à realização pessoal”, diz Andiara Petterle, CEO do Bolsa de Mulher, grupo do qual faz parte a Sophia Mind.
O levantamento aponta ainda um desencontro entre o que as mulheres gostariam e o que as empresas oferecem, como horário flexível, por exemplo, desejado por 86%, mas oferecido por 37% das empresas. Cláudia Pagnano, vice-presidente de mercado da companhia aérea Gol, está entre as mulheres que valorizam o horário flexível oferecido pela empresa. Com dois filhos e dois enteados, Cláudia pode acompanhar mais de perto a vida das crianças. “Isso não interfere na produtividade. Além disso, a empresa sabe que estou à disposição sempre que precisar”, diz.
A pesquisa perguntou ainda em quais empresas as entrevistadas gostariam de trabalhar. As três mais citadas: Petrobras, Google e Natura. Por quê? “A Petrobras, além da estabilidade, oferece um plano de carreira aos funcionários. O Google é uma empresa moderna e meritocrática. Já a Natura é reconhecida como uma empresa responsável. Todas essas características são desejadas pelas mulheres”, diz Andiara.
A nota final média dada pelas mulheres aos benefícios que suas empresas oferecem foi 5,3, numa escala de 0 a 10. “A pesquisa mostra que as empresas precisam ser ainda mais sensíveis às necessidades da mulher”, afirma Andiara. Apenas 7% deram notas 9 ou 10.

O que a empresa já oferece

1. Clima de camaradagem : 69%

2. Informalidade nos trajes : 51%

3. Avaliação de desempenho : 50%

4. Treinamentos internos : 50%

5. Festas de confraternização : 9%

O que elas gostariam de ter :

1. Salário compatível com o mercado : 98%

2. Plano de carreira definido : 93%

3. Bolsa para pós-graduação : 93%

4. Cursos de idioma : 93%

5. Salário maior que o mercado : 92%

O que as mantém na empresa :

1. Aconselhamento de carreira : 63%

2. Plano definido de cargos e salários : 59%

3. Sala de aleitamento para mães : 54%

4. Salário maior que o do mercado : 53%

5. Oportunidade de carreira no exterior : 52%

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Imagem extraída da Web, autoria desconhecida.

– Os patrocinadores que foram decisivos para o Santos romper com Robinho, ou o altruísmo de uma causa?

Depois da revelação impactante das conversas de Robinho com seus amigos no caso do “estupro coletivo na Itália” (se você não leu as chocantes transcrições, vide aqui: https://wp.me/p4RTuC-rQs), TODOS os patrocinadores do Santos FC ameaçaram romper seus contratos com o Peixe, caso o atleta continuasse.

Mediante as notas oficiais das empresas nas Redes Sociais, ficou impossível sustentar a contratação. Mas ficará uma dúvida: se não fosse a questão financeira relevante, o Santos, por iniciativa própria, romperia o contrato ou não (em nome da moralidade e respeito às mulheres)?

Fica a pergunta.

– Tolerância e Fé, por Francisco.

Repost de 4 anos:

Viram a frase do Papa Francisco sobre a relação de Deus com os gays, durante o voo que o levou do Azerbaijão ao Vaticano, após visita àquele país?

Disse o Pontífice:

Nunca abandonei ninguém. Quando uma pessoa tem essa condição (atração por alguém do mesmo sexo) e chega diante de Jesus, o Senhor não lhe dirá: Vá embora porque você é homossexual!’.

Sim, é exatamente isso: não fazer apologia ao pecado, acolher o fiel e lembrar que Cristo não veio para os judeus exclusivamente, mas principalmente para os marginalizados e excluídos daquela e desta época.

– Ecumenismo, Tolerância e… Traficantes Evangélicos atacando Homossexuais e Terreiros?

Repost de 1 ano:

O mundo está “endoidecendo”, literalmente. Leia:

Manchete da Folha de São Paulo, edição de 02 de Outubro de 2017: “NO RJ, TRAFICANTES EVANGÉLICOS FAZEM ATAQUES A TERREIROS”. E dias depois dessa reportagem, outros ataques nas cidades de São Paulo, Jundiaí e Campinas.

Agora (edição da 2a semana de Outubro de 2019), na matéria de capa Revista Época abordando as barbaridades de NARCOEVANGÉLICOS CARIOCAS. 

Como entender? Pessoas do crime “em nome de Jesus”? Claro que não… Loucos e criminosos, simplesmente.

Aliás, estamos no século XXI, convivemos com inúmeras crenças e com descrença. Como não viver civilizadamente, respeitando o direito da profissão de fé do próximo? 

As pessoas confundem RESPEITO com PARTICIPAÇÃO. Se você respeita determinada denominação religiosa, não quer dizer que seja praticante dela; você é praticante da sua! Fora isso, o resto é fanatismo.

Sou Católico, e tenho vários amigos de outras religiões / ateus e agnósticos. Convivemos pacificamente, pois religião é re-ligar, ligar a Deus, e não dividir em Deus (seja o mesmo Deus que você acredita ou um deus que você descrê). Aceitar a fé do outro é condição sine qua non da democracia e da civilidade.

Reforçando: não parece bizarro e contraditório o título “Traficantes Evangélicos”? Meses atrás, li na mesma FSP o título de uma página como: TRAFICANTES PROIBEM PARADA GAY EM COMUNIDADE POR MOTIVO RELIGIOSO. Ué? Crê em Deus mas cerceia o Direito dos outros, além de traficar drogas?

Coisas de um país sem noção ou de um mundo em involução. Precisamos defender cada vez mais o Ecumenismo!

Isso serve não só para os relacionamentos em questões de fé, mas para o dia-a-dia profissional e pessoal!

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Imagem extraída da Web, autoria desconhecida. Quem souber, favor informar para crédito na postagem.

– A Arrogância de uma Juventude Mal Educada versus o Despojamento dos Jovens de Bem!

Quando somos mais novos, os hormônios estão a flor da pele. Isso faz com que a verdadeira instrução que recebemos em nosso lar floresça. E a partir daí você pode observar, em nossa sociedade, vários comportamentos, permitindo diferenciar os jovens por “bem ou mal” educados; respeitosos ou folgados; inteligentes ou burros; de boa formação familiar ou delinquentes. 

Me pesa ver alguns membros da juventude do país desprezando a experiência dos mais velhos, achando que sabem tudo e que o “mundo começou com eles”, desprezando o passado! Acham-se donos da verdade, acima de qualquer julgamento e pior: em muitos momentos, mesmo com comportamento agressivo, praticam o “mi-mi-mi” quando interessam a si próprios!

Tudo isso pode ser chamado de: mania de perseguição (pensam que tudo se refere a eles e que são vítimas sociais), falta de regramento social (não aprenderam a ter limites) e ausência de comprometimento com as causas alheias (só pensam no interesse do grupo a que pertencem). Uma pena!

Felizmente, por outro lado, há aqueles que pensam no coletivo, no respeito ao próximo e no aprendizado contínuo. Têm a força da juventude e o desejo de mudar, somada à sanha incansável de aproveitar os conhecimentos dos mais experientes. Respeitosos, esses jovens tornam-se uma parcela diminuta mas solidária; responsável e comprometida por um mundo melhor e mais civilizado. 

Difícil falar em cidadania com aqueles que tem o adversário como inimigo; no contraponto, é fácil falar em sociabilidade quando o espírito de bandidagem e arruaça não existe dentro da pessoa!

Lutemos pela educação dos nossos jovens. Urgente!

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Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.

– A falta de empatia na festa dos endinheirados.

A irresponsabilidade e a arrogância de pessoas descompromissadas com um mundo melhor impressiona. Digo isso pois vejo que há 15 dias, no Guarujá, uma festa com muita bebida alcoólica, nenhuma máscara e iates caros, foi corada com uma chuva de dinheiro ao mar.

Além do menosprezo aos cuidados em meio a pandemia, é um desrespeito à vida dos que mais sofrem. Afinal, pode-se jogar dinheiro fora?

Extraído de: https://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2020/09/festa-com-barcos-de-luxo-causa-aglomeracoes-no-litoral-de-sp.shtml

FESTA COM BARCOS DE LUXO CAUSA AGLOMERAÇÃO

Em vídeo, homem lança notas de dinheiro ao mar; após denúncias, prefeitura dispersou público

Uma rave (tipo de festa com música eletrônica) clandestina com dezenas de barcos de luxo chamou atenção nesta sexta-feira (18/09) em Guarujá, no litoral paulista, após a divulgação de vídeos em redes sociais.

Mesmo em meio à pandemia da Covid-19 no país, a festa de nome Summer Beach aconteceu ao longo de mais de 12 horas, com cerca de 350 pessoas aglomeradas sem uso de máscara. O evento foi promovido por um grupo de WhatsaApp.

“Encontro de lanchas, iates e jet ski terá DJ, várias modelos de São Paulo. Bora curtir um evento único que só terá aqui em Guarujá [sic]”, diz um trecho do convite.

Nos vídeos, é possível ver diversas pessoas dançando com som alto e bebidas alcoólicas. Há, também, o registro de um homem lançando notas de reais ao mar.

De acordo com a Prefeitura de Guarujá, a festa aconteceu no Canto do Tortuga, no trecho final da praia da Enseada, uma das mais populares da cidade.

A prefeitura diz que, após receber denúncias, acionou a Polícia Militar e enviou equipes da guarda municipal, além de fiscais de comércio, para pôr fim ao evento.

O município conta ter acionado, também, a Capitania dos Portos para a retirada das lanchas, motoaquáticas e todas as pessoas que estivessem no local. De acordo com a prefeitura, a marina responsável pela locação das embarcações já foi identificada.

As investigações quanto aos envolvidos no evento ainda seguem. Até o momento, foram realizadas seis autuações.

As festas clandestinas no litoral estão cada vez mais comuns. No Litoral Norte, circularam há cerca de três semanas convites nas redes sociais para um evento nas ilhas próximas à Barra do Sahy. O evento não aconteceu, principalmente, pela proporção das reações nas redes sociais e pelas movimentações de proprietários de marinas, que cobraram fiscalização.

Na semana anterior à do feriado de Sete de Setembro, foram flagradas diversas lanchas e pessoas aglomeradas nas ilhas, sem a utilização da máscara. Pousadas locais também atingiram lotação máxima.

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