– Tino Marcos, bem à vontade.

Uma aula de jornalismo esportivo, além de histórias muito legais: foi assim a entrevista de Tino Marcos ao “The Noite”.

Que simpatia. Vale a pena assistir!

Para quem gosta do assunto, aqui: https://youtu.be/W_c9fd2k3Lc

– Éric Faria, Mengão, Paulo Sousa e Diego Alves.

Que repercussão gigantesca a história da “pergunta encomendada” feita pelo repórter Eric Farias, não?

Ora, o termo “encomendado” pode pegar mal, mas o método é normal. Foi uma pergunta pertinente. O problema é que ele disse ter sido do treinador do Flamengo, Paulo Sousa, e depois disse que não foi.

Vou repetir o que já escrevi anteriormente: todos estão sem clima na Gávea. Diego Alves não ficará a curto prazo, e acho que Paulo Sousa também.

Aliás, que enrolada essa diretora, não?

– A Prática do Slow Work nas Empresas

Um movimento ganha corpo no mundo organizacional: o de reduzir o ritmo frenético de trabalho que tanto estressa os profissionais.

Você conseguiria participar da turma do Slow Work?

Extraído de: http://is.gd/t1YoBz

DESACELERE O TRABALHO

Essa é a máxima do movimento slow work: quanto mais flexível for o ambiente profissional, mais produtiva será a equipe.

Natália Martino

Executivo de uma multinacional espanhola, Leonardo Ricciardi, 35 anos, iniciou 2012 como um típico profissional de sucesso. Mas a remuneração alta cobrava seu preço: a diferença de fuso horário com a Espanha fazia seu dia começar às 4h30. Cansado dessa rotina, Ricciardi resolveu trocar de emprego em fevereiro. Hoje gerente de operações de uma empresa de tecnologia no Rio de Janeiro, ele ganha duas vezes menos do que no emprego anterior. Em compensação, trabalha como, quando e onde quer. “Abaixei meu padrão financeiro, mas acompanho o crescimento da minha filha e finalmente vou terminar meu curso de chinês, que adio há seis anos”, diz. Essa flexibilidade é uma das vertentes do slow work, “trabalho lento”. Apesar do nome, especialistas garantem que a estratégia pode aumentar significativamente a produtividade da empresa. “Somos bombardeados com informação o tempo todo e se espera que a resposta seja sempre instantânea, mas a resposta mais rápida nem sempre é a melhor”, disse à ISTOÉ Peter Bacevice, consultor da DEGW, multinacional especializada em melhorias nos ambientes corporativos.

“O conceito de slow work é basicamente facilitar a vida dos empregados”, diz Clara Linhares, professora de gestão de pessoas da Fundação Dom Cabral. A satisfação deles, por sua vez, aumenta seu comprometimento com a empresa e sua produtividade. Para gerar esse contentamento vale tudo que favoreça o florescimento de novas ideias e o equilíbrio da vida profissional e pessoal. Mas as mudanças precisam ser feitas com cuidado. “A dica é incorporar as mudanças aos poucos e depois de muito diálogo com os funcionários”, diz Clara Linhares. Sem pressa e com mais eficiência, como o próprio slow work.

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Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.

– Ser Professor é… Cachaça!

Muito verdadeira tal declaração de Amor pelo Ensino do prof Nalini! Ser professor é ser vocacionado, não tendo na remuneração sua satisfação maior, mas o reconhecimento do aluno.

Compartilho, pois vale a leitura! Abaixo:

Em: https://renatonalini.wordpress.com/2020/05/25/o-retrato-de-um-mestre/

O RETRATO DE UM MESTRE

Por Prof Dr José Renato Nalini

Ser professor é uma cachaça. Passei a lecionar em 1969, a convite do inesquecível Professor Nassib Cury, Diretor do Instituto de Educação Experimental de Jundiaí. Hoje o nome é Escola Estadual Dom Gabriel Paulino Bueno Couto, o primeiro Bispo de Jundiaí, a caminho dos altares.

Nunca mais deixei de ter esse encontro criativo com o alunado. Continuo a aprender com eles. Vivenciei a experiência de participar do drama dos 230 mil professores da Rede Pública Estadual, quando não consegui recusar a convocação do Governador Geraldo Alckmin para assumir a Secretaria da Educação em fase terrível de múltiplas crises. Vi que há verdadeiros heróis nas salas de aula. Lutam contra tudo: estrutura carcomida, falta de reconhecimento, salários vis. Mesmo assim, muitos deles não perdem o idealismo.

Ensinar é vocação. O prêmio que o professor recebe não está na remuneração. Ela é insuficiente a satisfazê-lo. Ele precisa do reconhecimento do aluno. Mais do que isso, do carinho, da amizade, do respeito do aluno.

Tais sentimentos existem, ainda que em proporção diminuta, considerado o prestígio do Magistério em outros tempos. Basta verificar como é que os ex-alunos antigos se referiam a seus mestres.

A leitura de “Velhas Figuras de São Paulo”, de Pelágio Lobo, me fornece exemplo singular dessa devoção. Ele reconstitui seu curso de Ciências Jurídicas na Faculdade de Direito do Largo de São Francisco. Faz um perfil de cada professor. Escolhi Herculano de Freitas, porque ele é ascendente de meus filhos. Meu sogro, Francisco Glicério de Freitas Filho, era neto de Herculano.

Vejam como ele é descrito pelo seu discípulo: “Na Cadeira de Direito Público tivemos Herculano de Freitas. Era um dominador da tribuna que, na cátedra, e no nosso curso de excepcional e inesperada assiduidade, se impôs à nossa benquerença, como se impusera à nossa admiração fervorosa pelo brilho de suas lições, a variedade e vivacidade dos seus argumentos e o tom risonho com que sublinhava fatos políticos e históricos ou críticas a intérpretes da lei básica, numa profusão de ideias que nos deixavam dominados pelo fulgor daquelas cintilações. Com ele estudamos, além das bases do Direito Constitucional e Público, a Constituição de 1891 e aprendemos a conhece-la e admirá-la; o regime republicano, as funções dos três poderes, o sistema de contrapesos, destinado a manter sua harmonia e equilíbrio, a autonomia dos Estados e a questão de distribuição de rendas – tudo isso era exposto com a clareza de um mestre consumado e a esbelteza de um conferencista de alta linhagem tribunícia. Todos os sistemas eleitorais, escrutínio simples e de lista, voto cumulativo e os regimes eleitorais desde os da Monarquia, tudo isso era exposto, criticado com fertilidade de fatos e noções e com o tom risonho, muitas vezes faceto em que o mestre era exímio”.

Herculano de Freitas, genro de Francisco Glicério, o prócer da República, foi Ministro da Justiça e, em seguida, Ministro do Supremo Tribunal Federal. Morreu em 1926. Daqui a alguns anos, celebrar-se-á o seu aniversário de morte. Mas enquanto houver quem dele se lembre, viverá na memória coletiva, como um brasileiro de que a Pátria deve se orgulhar.

_ José Renato Nalini é Reitor da UNIREGISTRAL, docente da Pós-Graduação da UNINOVE e Presidente da ACADEMIA PAULISTA DE LETRAS – 2019-2020.

Qual a importância do professor na formação do aluno?

Foto extraída de: https://blog.unicep.edu.br/qual-a-importancia-do-professor-na-formacao-do-aluno/

– Vinícius Jr, pela TV do Madrid.

Cada vez mais eu concordo com Guardiola: precisamos dar tempo aos jovens jogadores, e não exercer abrupta pressão.

Digo isso pois vejam só o Vini Jr no Real Madrid: parece que há décadas ele está lá, pois foi muito contestado e ironizado. Pô, o cara chegou “criança” de tudo.

Nos últimos meses, ele tem jogado muita bola e se tornou uma joia dos merengues. E hoje tem… apenas 21 anos!

Vai crescer muito ainda, certamente. E mais: não entra em polêmica, não manda recadinho nas Redes Sociais nem fica de mimimi.

Será que o “veterano Neymar” não deveria se espelhar nele?

Assista esse clip:

https://platform.twitter.com/widgets.js

Ou em: https://twitter.com/madridistatvYT/status/1525185729495765004

Imagem: Jorge Guerreiro, AFP, extraído de UOL (na imagem, o endereço).

– A “ilusão JJ” no Flamengo.

Jorge Jesus fez um ótimo trabalho quando foi treinador do Flamengo. Tudo deu certo! Mas lembremo-nos: quando você extrapola as expectativas com condições inesperadas, dificilmente tal evento se repete no futuro.

Fico pensando em toda a confusão ocorrida nos últimos dias, tentando entender o que o português quis fazer:

  • Se ele jantou na casa de Kleber Leite (rival político do atual grupo que comanda o Flamengo), se criticou o diretor Marcos Braz por não ter se esforçado na negociação de sua contratação (quando ele estava no Benfica e demonstrava não querer vir), não parece que ele quer ser treinador do Mengão agora, né?
  • Ao dar “prazo” até o dia 20, pareceu-me que ele quis simplesmente pressionar a atual diretoria, sabendo que ela não faria nenhuma movimentação (seria uma espécie de “vingança”?), agradando o grupo político contrário – e que lhe foi anfitrião. Ou não?
  • Por tabela, tais atos (baixos, podemos classificar) feriram a ética e, em especial, foram desagradáveis ao treinador Paulo Sousa.

Portanto, sem ilusões: Jorge Jesus, até o final do mandato da atual diretoria, tornou-se persona non grata aos dirigentes que lá estão. Isso quer dizer que se voltar ao Flamengo, não será a curto / médio prazo.

Por fim, e se JJ voltasse agora, com jogadores 3 anos mais envelhecidos, sem a mesma motivação de conquistas (pois alguns já conquistaram muito) e com “um time inteiro no DM”: o que poderia fazer?

Tudo me cheirou intrigas e sentimentos inadequados a pessoas de bem, lamentavelmente.

Benfica nega que Jorge Jesus tenha pedido para deixar o clube para voltar  ao Flamengo | Jovem Pan

Imagem extraída de: https://jovempan.com.br/esportes/futebol/benfica-nega-que-jorge-jesus-tenha-pedido-para-deixar-o-clube-para-voltar-ao-flamengo.html

– Ser um profissional extraordinário é…

… praticar e buscar esses 3 pilares do quadro abaixo:

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.

– Para se dar bem com o seu “líder”.

O extinto jornal Diário de São Paulo trouxe certa vez em seu Caderno de Empregos uma matéria interessante: como se dar bem com os chefes, sem parecer bajulador (ou puxa-saco, como queiram).

Compartilho, extraído de: http://www.diariosp.com.br/_conteudo/2011/09/139304-para+se+dar+bem+com+o+chefe.html

PARA SE DAR BEM COM O CHEFE

De carona com o filme “Quero Matar Meu Chefe”, o DIÁRIO lista os dez piores tipos de líder e dá dicas de como domar as feras

No mundo corporativo há todo tipo de chefe, como tirano, acomodado, workaholic (viciado em trabalho), baladeiro, o que só promove os amigos etc. No filme “Quero Matar Meu Chefe” (Horrible Bosses), ainda em cartaz, é possível ver como líderes que não trabalham em equipe e não têm bom relacionamento interpessoal podem criar situações ruins no ambiente de trabalho. Nessa comédia, três empregados insatisfeitos com a chefia decidem recorrer a um ex-presidiário para matar seus gestores e acabar com seus problemas.

No livro “Como Gerenciar seu Chefe”, os autores Armênio Rego, Miguel Pina e Cunha e Thomaz Wood Jr. identificam dez tipos de chefe que podem ser encontrados no mundo corporativo e dão dicas de como domar essas feras. Entre eles há o chefe barata burocrática, que é fixado em normas, regras e procedimentos e baseia todas suas ideias e estratégias nessas premissas. Já o gestor preguiça procrastinador vive cansado e demora a realizar suas tarefas e obrigações.

Exageros à parte, esses líderes comprometem o desempenho e os resultados da equipe e, normalmente, são responsáveis pela alta rotatividade dos colaboradores, que não aguentam a pressão, o assédio moral ou outros problemas. De acordo com pesquisa da Robert Ralf, empresa especializada em seleção e recrutamento, as principais razões para aumentar o estresse no universo corporativo são: pressão desnecessária e insatisfação com a capacidade de gestão.

“A maioria dos profissionais que troca de emprego sai para não ter de trabalhar com aquele gestor. O conceito de chefes que abusam do poder está ultrapassado”, afirma Fabiano Kawano, da Robert Half. Não conhecer o funcionário, não saber dar feedbacks (retornos) negativos, não conversar com o subordinado e subestimar a capacidade do colaborador são os erros mais comuns cometidos pela liderança.

“Os gestores precisam saber onde o profissional quer atuar, devem conhecer seu perfil para conseguir entender como ele quer estruturar a carreira”, ressalta Ricardo Rocha, gerente da Michael Page, especializada em recrutamento. “O que as empresas buscam hoje são bons líderes, um conceito muito mais complexo do que o de chefes. A liderança, por exemplo, de chefes que inspiram seus funcionários”, diz Kawano.

Responsabilidades da chefia:

-Incentivar e motivar a equipe
-Dar exemplo aos funcionários
-Promover a integração do grupo
-Conhecer o perfil dos profissionais
-Apresentar desafios e novos projetos
-Ter bom relacionamento interpessoal
-Dar feedbacks (retornos) sobre tarefas realizadas

Qualificação é essencial para um líder:

Com 22 anos de trabalho na rede de fast food Mc Donald’s, João Célio Oliveira, de 42, passou por vários cargos antes de se tornar diretor de treinamento. “Comecei como gerente de trainee em um restaurante, passei por todos os postos dentro da loja e fui para o escritório, com o objetivo de fazer carreira”, recorda o gestor.

Com a ajuda da empresa, Oliveira fez faculdade de marketing, pós-graduação em gestão de negócios e, agora, se prepara para investir em um master of business administration (MBA). “Formação e conhecimento são fundamentais para que você se mantenha firme e atualizado”, acredita o profissional.

De acordo com ele, os principais aprendizados que adquiriu para se tornar um líder foram saber ouvir e dar feedbacks (retornos) para seus funcionários. Para Oliveira, é preciso ouvir todas as opiniões, inclusive as negativas, para aprimorar os negócios e resolver situações. “O líder tem de estar atento e saber ouvir as verdades. Além de dar feedbacks, o chefe também precisa recebê-los. Pensar coletivamente e se comunicar é importante.”

Despreparo leva ao assédio moral:

Abusar do poder e humilhar os funcionários são atitudes que podem ser consideradas assédio moral. “No geral, a empresa tem chefes despreparados que fazem isso com seus funcionários e a diretoria não sabe. Assim, não há como evitar”, fala Wolnei Tadeu, diretor jurídico da Associação Brasileira de Recursos Humanos Nacional (ABRH Nacional).

Como proceder ao ser humilhado:

Segundo Tadeu, quem sofre assédio deve procurar o RH ou a diretoria da empresa e contar sua experiência. Casos que não são resolvidos podem chegar à Justiça do Trabalho.

Gestores que estão em alta:

Pró-atividade, liderança e bom relacionamento interpessoal são as principais características buscadas em gestores pelo mercado, de acordo com Ricardo Rocha, gerente da Michael Page.

Puxa-saco - Brasil Escola

Imagem extraída de: https://brasilescola.uol.com.br/curiosidades/puxasaco.htm

– O polêmico pênalti de Always Ready x Boca Jrs e sobre a prática de “dar presentes”.

O árbitro Kevin Ortega deu um pênalti duvidoso para o Boca Júnior contra o Always Ready, na Bolívia. O atacante argentino divide com o goleiro boliviano e cai. Na imagem, o pé esquerdo do arqueiro divide a bola com o pé direito do adversário (isso não é pênalti), mas simultaneamente o pé direito do defensor bloqueia o oponente (aí é pênalti).

Se a “prensada” fosse antes, segue o jogo. Entretanto, simultaneamente é infração, sem aplicação de cartão. Dentro da área, é pênalti (lance não tão comum, até porque não foi ríspido).

Tal fato seria minimizado, caso o presidente do time da casa não denunciasse que os árbitros teriam recebido “presentes” do Boca Jrs. Vide a reportagem da ESPN Brasil: https://www.espn.com.br/futebol/artigo/_/id/10321810/presidente-do-always-ready-questiona-suposto-presente-do-boca-a-arbitragem-e-cita-penalti-duvidoso-gera-suscetibilidades

Nas fotos, os policiais estão revistando sacolas do Boca com artigos esportivos, supostamente no vestiário da arbitragem. Digo “supostamente”, pois fica a dúvida: como entraram lá?

Se os árbitros estavam em campo, como os policiais adentraram aos seu local reservado? Arrombaram? Alguém pode ter dado a chave ou até mesmo plantado. Ou, por fim: foi um flagrante pós-jogo, com os árbitros lá? E se os bolivianos tivessem vencido?

Muito esquisito…

Mas é comum o costume de receber presentes?

Sim, como souvenires, e TODOS os clubes fazem isso, sem a intenção de “comprar” a arbitragem. Conto algumas passagens curiosas aqui, neste link: https://youtu.be/rpFvKLT_daI

Imagem: Twitter do @BocaJrsOficial, extraído de: https://www.oliberal.com/esportes/futebol/always-ready-x-boca-juniors-onde-assistir-ao-vivo-o-jogo-de-hoje-04-05-pela-libertadores-1.531229

– Treinadores brasileiros precisam se reinventar.

Leio que Fernando Diniz se diz “melhor” na sua volta ao Fluminense. E isso é ótimo. Se reinventar é necessário para todos nós.

Se surtiu efeito (a frase abaixo na imagem, dita por ele), não sei. Mas gostei da fala (vide):

Tomara que no relacionamento ele também tenha evoluído. Ao menos, com a arbitragem, era péssimo. Mas aí vem outra questão: e os demais técnicos de futebol do Brasil?

Eu me recordo que Tite, num certo momento, parou suas atividades e foi estudar! Se readequou, oxigenou-se, ganhou mais conhecimento… e hoje é o treinador da Seleção Brasileira. Salvo engano, Rogério Ceni, pós-saída do São Paulo, fez a mesma coisa. E por aí vai. Mas me questiono: experientes profissionais, como Abel Braga, Vanderlei Luxemburgo, Felipão, Renato Gaúcho e tantos outros, teriam a mesma percepção de que necessitam de atualização, ou, pelas conquistas alcançadas, não estariam dispostos a aprender mais nada?

O mercado dirá!

– Palmeiras e Athletico Paranaense: os opostos na Libertadores

Verdão e Furacão foram à Bolívia jogar pela Libertadores da América. O primeiro, faz uma campanha impecável e venceu por 5×0 o Petrolero. O segundo, faz uma temporada lamentável e perdeu de 5×0 para o Strongest.

Abel é aplaudido, e Carille, depois de apenas 21 dias, demitido.

É vida que segue no futebol brasileiro. Eu nunca fui fã do Petraglia, e as escolhas dele de contratação de treinador e demissão precoce me assustam. Vide o que fez com Dorival Jr e o episódio da Covid.

Palmeiras x Atlético-PR: acompanhe o jogo AO VIVO

Imagem extraída de: https://www.torcedores.com/noticias/2018/09/palmeiras-x-atletico-pr-vivo

– Dia de Luta contra o Assédio Moral.

Hoje se recorda o Dia de Luta contra o Assédio Moral – esse comportamento tão nocivo que ocorre no meio profissional!

Que os chefes sejam corretos na cobrança diária, bem como os empregados saibam identificar o que é assédio ou normas de conduta aceitáveis.

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.

– Trabalhe com afinco!

Nunca trabalhe com vontade. Tenha propósito e se dedique!

Gosto desta mensagem, abaixo:

– As Profissionais e o Sonho da Maternidade: como retomar a carreira?

Um assunto importante: muitas mulheres deixam o trabalho para se tornarem mães, desejosas de retomar a carreira profissional. Mas na prática… não é bem assim que funciona.

Extraído de: http://epoca.globo.com/vida/noticia/2016/05/ambicao-profissional-das-mulheres-aumenta-apos-o-nascimento-dos-filhos.html

A AMBIÇÃO PROFISSIONAL DAS MULHERES AUMENTA APÓS O NASCIMENTO DOS FILHOS

Por Marcos Coronato e Ana Helena Rodrigues

Há 154 anos, a americana Jennie Douglas entrava no Departamento do Tesouro dos Estados Unidos, em Washington – a primeira mulher na história a ser contratada pelo governo americano. A Guerra Civil arrancava os homens dos postos de trabalho. Jennie era uma experiência. Havia dúvidas sobre a capacidade dela para cortar e aparar cédulas recém-impressas, outra novidade naquele momento. Mas, como avaliou o chefe da área, “o primeiro dia de trabalho resolveu o assunto, em favor dela e das mulheres”. O governo contratou mais centenas de funcionárias nos anos seguintes. Terminada a guerra, em 1865, muitas poderiam voltar a se dedicar só à família. Mas a tendência era irreversível. Em 1870, o censo americano registrou pela primeira vez a categoria pequena, mas crescente, das mulheres com empregos formais fora de casa (antes, as mulheres tinham, usualmente, ocupações informais, autônomas e braçais). O censo passou também a dimensionar uma questão em debate até hoje. Como mulheres e homens podem trabalhar fora, obter realização profissional e criar filhos de forma saudável?

Entre as mulheres, em países democráticos, as oportunidades se multiplicam. Mas o avanço não acompanha o ritmo de crescimento das ambições femininas. Uma enquete organizada pela revista Crescer, feita em fevereiro e março, colheu opiniões de mais de 3 mil mães de crianças com até 11 anos de idade. E mostra a largura do fosso entre ambições e realidade. A pesquisa listou e ordenou sonhos e prioridades. Somemos as indicações recebidas por um certo sonho ou uma certa prioridade como “primeiro mais importante” e como “segundo mais importante”. De acordo com a pesquisa, o maior sonho das mulheres após ter filhos é retomar a carreira. Isso vem à frente de viajar o mundo (11%) e muito à frente de ter um bom relacionamento (2%) (leia o quadro abaixo). Sete em cada dez das mães sonham com um trabalho que as realize (71% indicam essa opção como o maior sonho ou o segundo maior sonho). Mas, diante das demandas familiares, apenas uma em cada dez consegue tratar isso como uma prioridade (9% indicam essa opção como a maior prioridade ou a segunda maior prioridade). Além das próprias mulheres, saem perdendo a sociedade e as organizações.

Uma mudança ainda incipiente vem indicando um rumo interessante. Parte dela é difusa – os parceiros mais atentos atuam pela igualdade de oportunidades para suas mulheres. Durante os três últimos anos, a administradora financeira Ana Paula Santos, de 30 anos, precisou dedicar mais tempo à carreira, na escola híbrida de negócios e design Polifonia. Seu marido, Eduardo, é designer de interiores e tem horário flexível no trabalho. Assim, ele consegue arrumar a agenda para trabalhar somente até o horário de buscar na escola o filho de Ana, Caio, de 10 anos. “Meu marido sempre fez tudo. Pega meu filho na escola, dá janta, ajuda na lição de casa. Coisas que não consigo fazer”, diz Ana. O avanço na carreira satisfaz Ana e beneficia a família. “Meu salário aumentou em 70% nos últimos três anos.”

Outra parte da mudança, porém, precisa vir de quem tem poder – empresas e governos. Organizações modernas vêm propondo benefícios para a mulher, o que é ótimo. Mas organizações extremamente modernas, interessadas em participar da solução do problema em grande escala, devem pensar em benefícios não apenas para a mulher, e sim para a família. Isso significa definir sistemas e culturas de trabalho que apoiem todos os funcionários, inclusive os homens, a planejar, ter e cuidar de filhos. Incentivar os homens a dividir meio a meio a responsabilidade parental significa apoiar as ambições femininas. “Muitas empresas e países ainda parecem pensar que a maioria das crianças só tem mãe”, diz a consultora Avivah Wittenberg-Cox, atuante há 20 anos nessa frente e fundadora da Rede de Mulheres Profissionais da Europa. “A cultura da maior parte das empresas é dominada e definida por homens. Essas companhias sofrem uma hemorragia de talentos femininos.”

A mudança apareceu em destaque no Relatório de Tendências do Ambiente de Trabalho de 2015 da Sodexo, uma empresa multinacional de benefícios trabalhistas, presente em 80 países. Uma tendência destacada no ano passado foi a “redefinição do ambiente de trabalho amigável para a família”. As organizações mais sensíveis ao tema perceberam o que as mães já sabiam. “Mães e pais tendem a ter responsabilidades substanciais tanto no trabalho como em casa. Em resposta, as organizações estão implementando ações ‘amigáveis à família’”, afirma o relatório, assinado por um painel de especialistas. As políticas incluem horários flexíveis para mulheres e homens com filhos pequenos. O estudo admite que os resultados ainda não são conclusivos – estamos desbravando território novo. Os governos terão papel fundamental nisso.

A Suécia, que ocupa a quarta posição no índice de igualdade de gênero do Fórum Econômico Mundial, foi o primeiro país a adotar a licença-paternidade, em 1974. Atualmente, o casal recebe por lei 480 dias de licença parental, a partir do nascimento da criança, e os dois juntos decidem como dividir esse tempo. Nos primeiros 390 dias, quem optar por ficar em casa recebe 80% do salário, pago pelo Estado. “Na Suécia, os homens (com filhos recém-nascidos) são obrigados a tirar pelo menos oito semanas de licença, ou perdem o benefício”, diz Avivah. A licença parental pode permitir que mãe e pai fiquem em casa, trabalhem meio período ou tenham horários mais flexíveis. Trata-se de um impulso igualitário – e benéfico para todos.

(Clique na Imagem abaixo para ampliá-la:)

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– Pobre Vascão…

Futebol profissional é outro papo, não?

Vejam só o que o treinador Zé Ricardo, do Vasco da Gama, teve que passar… mas também: quem mandou ele deixar Messi no banco e não escalar Cristiano Ronaldo na posição dele?

Em: https://twitter.com/antoniotabet/status/1517258206854193152

https://platform.twitter.com/widgets.js

– Parabéns, Luciana!

Em Jundiaí, quem é primo de 1o, 2o ou 3o grau, é carinhosamente chamado de primo. Primo é primo e ponto final. E a Luciana Mariano é uma prima querida, batalhadora, que desde os tempos da Rádio Difusora esbanjava competência.

Fico extremamente feliz que ela não deixou que os gratuitos, injustos e imbecis ataques sexistas que ela recebe (justamente por homens invejosos) ficassem impunes. Nas Redes Sociais, idiotas pensam que “tudo podem”, pois equivocadamente acham que é uma “terra sem lei”.

As pessoas não conhecem a história de luta, os momentos de sofrimento, angústia e até mesmo depressão que alguém pode vivenciar na batalha de um simples trabalho honesto. Especialmente as mulheres em um mundo machista.

Todos os meus aplausos à Luciana, e que tal atitude inspire outras tantas mulheres. Abaixo:

Extraído de: https://www.uol.com.br/universa/noticias/redacao/2022/04/19/narradora-da-espn-entra-na-justica-contra-comentarios-de-odio-em-suas-redes.htm?utm_source=twitter&utm_medium=social-media&utm_content=geral&utm_campaign=noticias

NARRADORA DA ESPN ABRE 156 PROCESSOR POR ATAQUES EM REDES

Toda vez que abre o microfone pra trabalhar, a narradora de futebol Luciana Mariano recebe uma enxurrada de mensagens. Muitas são elogios. Mas junto das palavras de apoio, a jornalista diz que também é atacada por comentários de ódio. As mensagens vão desde “você é horrível” a desejos como “quero que você morra de câncer” ou “quero que sua família morra em um acidente de carro e só você sobreviva, para que sofra”.

“É uma coisa muito revoltante. Quando a gente entra para narrar começam a surgir milhares de tuítes. Imagine você trabalhando e o tempo todo alguém dizendo que você faz mal seu trabalho. Se isso não é uma espécie de assédio moral, não sei o que é”, conta, em entrevista a Universa. Cansada dos ataques, Luciana decidiu entrar na justiça. E já abriu 156 processos e ganhou 48.

As mensagens mais pesadas costumam vir por inbox no Instagram, rede social que Luciana quase não usa para falar de suas transmissões. A narradora conta com uma equipe legal de oito pessoas que monitoram as redes e como seu nome é citado 24 horas por dia. Os conteúdos são analisados por advogados e uma psicóloga para saber se é possível enquadrá-los em algum crime ou não. Muitos dos agressores têm perfil falso e, segundo ela, 90% alegam não ser empregados, o que os impede de pagar multa, mas não de fazer trabalho social. “Eu não vou abrir mão de nada”, diz.

A ideia da Luciana não é ganhar dinheiro com isso, tanto que não lucrou um real com as ações. “Meu foco não é dinheiro, e sim, a justiça”, diz.

Machismo na carreira

Com 30 anos de carreira no esporte, Luciana Mariano foi a primeira narradora de futebol na televisão do Brasil. E por mais que o quadro de nomes tenha aumentado nos últimos anos, o preconceito com a voz feminina no esporte continua. Após um longo período de ataques online, a jornalista resolveu tomar medidas legais.

“Esse é um processo que está acontecendo há bastante tempo. Não só comigo. Todas as mulheres que narram relatam a mesma coisa: o ódio e a invasão que recebemos na internet”, diz Luciana, que reforça que a princípio as mulheres no esporte precisavam ser bonitas e eram usadas como acessórios, mas com o passar do tempo, o movimento feminista deu força a elas, mostrando que a inclusão era importante. “Foram necessários 20 anos para termos uma comentarista mulher. Ser narradora é última barreira”, conta.

“Quando dizem que não gostam de mulher narrando é porque não estão acostumados com a gente. Em 20 anos, por exemplo, um narrador homem chegou a fazer 6 mil jogos. Eu tenho apenas 400. É como comparar o desempenho de uma criança de um ano com alguém que já está fazendo mestrado. E por que não temos esse entendimento e paciência? Por causa do machismo. Caso contrário, entenderiam que é importante dar oportunidade”, diz Luciana.

Ela, inclusive, já recebia apoio de um nome de peso do jornalismo para exercer sua função desde o início da carreira: Luciano do Valle. “Ele me alertou sobre isso há 30 anos. Dizia que o problema não era eu narrar, porque conteúdo eu tinha, e sim, que eu precisava de sequência. Outra coisa que escutei dele e que entendi agora foi que quando uma mulher narra, não vão prestar atenção no jogo, e sim, na mulher e procurar erros”, conta.

Só porque exerço uma função que é normalmente masculina para uma sociedade machista e patriarcal mereço ser xingada, hostilizada e ofendida?none

Com tantos ataques e constantes, a jornalista pensou em desistir milhares de vezes. Para ela, ler esse tipo de conteúdo constantemente pode fazer adoecer devido ao grande desgaste emocional. “Acredito que é difícil para toda mulher que entra nesta função. Chega um ponto em que as pessoas ficam normalizando a situação, dizendo que é normal. Eu não acho”, questionaLuciana.

Conscientização necessária

Com esses processos, Luciana afirma que sua tentativa é conscientizar as pessoas que a internet não é terra de ninguém. “Embora tenha que ser por punição. Não tem outro caminho. Estou lutando por algo que já deveria ser meu, mas é necessário fazer isso para que haja um exemplo. Não dá para virar saco de pancada só porque eu trabalho”, diz.

Após o post comentando os processos, os ataques diminuíram. Teve até quem comentou que estava se sentindo ameaçado.

Luciana Mariano trabalhando ao lado de Larissa Erthal da Band e a Milene Domingues ex jogadora e comentarista - Acervo pessoal  - Acervo pessoal
Luciana Mariano trabalhando ao lado de Larissa Erthal da Band e a Milene Domingues ex jogadora e comentarista. Imagem: Acervo pessoal

Luciana tem uma reunião com o departamento de inclusão e diversidade da ESPN em breve e quer levar o assunto para se der discutido dentro da empresa também. “É algo que interessa a todos e temos que trabalhar juntos. Sei que é muito difícil uma emissora se pronunciar por algo que não é público, já que as piores ofensas chegam via inbox. Como me pronuncio frente a um cara que paga para assistir ao canal e não gosta? Sei que me afeta, mas, às vezes, não é um assunto para a emissora”, diz.

Para ela, além das medidas legais, é preciso um trabalho de conscientização também dentro das empresas. Funcionária da ESPN, onde há um núcleo de inclusão e diversidade, Luciana diz que é preciso pensar uma forma de proteger as mulheres.

“Não estou falando no sentido de privilegiá-las. Mas, por exemplo, dar sequência de jogos, não mudar o time toda hora, porque isso causa um alvoroço. E também evitar jogos como, por exemplo, que um Galvão Bueno narraria. Ainda estamos passando por um processo de aprendizagem”, diz.

– Sucesso ao Metropolitano FC.

Eu gosto de iniciativas empreendedoras no esporte, como as de criar um clube-empresa.

Em meu Mestrado, lá no ano 2000, pude falar de Marketing e Gestão Profissional, e defendi os “clubes que tinham dono”, saindo do provincianismo de associações que tinham presidentes irresponsáveis e que davam prejuízo.

No meu projeto para o Doutorado (que por duas vezes “quase engatei”, mas fiquei somente como Aluno Especial), eu quis falar da Responsabilidade Social dos clubes, formando não só atletas, mas cidadãos!

Disse tudo isso por ver que o Metropolitano FC, do amigo Vinícius Pontes, que é de Jundiaí mas está jogando em Campo Limpo Paulista, abraça esses propósitos. É um clube-empresa que trabalha corretamente, como se fosse qualquer outra instituição do mercado, e que tem princípios comerciais (não é nenhum pecado, pois é uma empresa), esportivos e humanitários. E isso está bem claro em seu site, na Missão do Clube.

Neste último final de semana, o time estreou no Paulistão Sub-17 da FPF, vencendo o tradicionalismo Juventus.

Que surjam outras entidades sérias e responsáveis como o Metropolitano!

Visite em: https://www.metropolitanofc.com.br/

– O poeta Daniel Alves sobre o São Paulo FC.

Quando você sai de um emprego, bem ou mal, evite qualquer comentário que possa polemizar.

É sabido que o SPFC ficou devendo salários ao lateral Daniel Alves. É direito dele reclamar. Mas tendo feito um acordo, vida que segue para ambos.

Eis que ontem, o jogador “filosofou”, dizendo, segundo a TNT Sports:

“Ao falar sobre sua passagem pelo São Paulo, Dani Alves relembrou o efeito da Olímpiada na sua decisão de deixar o clube: ‘Comecei a pensar muito se nos estávamos fazendo bem, porque quando você começa a viver lindos momentos em lugares diferentes, você começa a comparar uma coisa boa e uma coisa ruim. Aí você fala: ‘Cara, a abelha não tem tempo de ensinar a mosca que mel é melhor que m*erda.'”
Créditos: Dani Crazy Dream/FIFA+
Pra quê dizer isso? Não tem assessor de imprensa ou alguém para orientar a não falar coisas sem sentidos, ou a “inventar ditos equivocados”?

– Especialista em Currículo de Trabalho para LinkedIn?

De fato, se vê de tudo. Já repararam como existem especialistas que “transformam” seu conteúdo em um passe de mágica?

Vi essa gravura na Internet e concordo: se não tiver uma boa história profissional, não adianta maquiar sua experiência de vida.

Abaixo:

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Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida. Quem conhecer o autor, favor informar.

– Dicas do “Sucesso” em pessoa! Qual é a fórmula do bom êxito?

Li uma reportagem a respeito do SUCESSO. A matéria trouxe uma entrevista de Malcoml Gladwell, conhecido como “doutor Sucesso”, e um dos campeões de venda de livros nos EUA.

Basicamente, ele diz que a fórmula do sucesso é um mix composto de:

  1. TALENTO GENIAL;
  2. ESFORÇO OBSTINADO;
  3. AMIGOS INFLUENTES; e
  4. SORTE.

O texto, extraído em duas partes, de: 

http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI17730-15204,00-O+DOUTOR+SUCESSO.html

http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI17725-15228,00.html

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Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida. Quem conhecer, favor informar para crédito.

– E se Paulo Sousa e Vítor Pereira voltassem no tempo, assinariam com Flamengo e Corinthians?

Os treinadores de Flamengo e Corinthians estão assustados com o que estão vendo em seus clubes, não tenhamos dúvida.

O flamenguista vê críticas ao seu trabalho, uma diretoria confusa no relacionamento com torcedores organizados e uma certa má vontade dos seus jogadores. O corintiano idem, somando-se às dificuldades financeiras da equipe, que são públicas e notórias.

Será que tanto Paulo Sousa e Vítor Pereira, se pudessem voltar no tempo, recusariam esses trabalhos no Brasil?

Acrescente-se a questão envolvendo, em particular, ao Timão: ameaças ao goleiro Cássio e reuniões com torcedores organizados.

Cá entre nós: se Flamengo ou Corinthians fossem clubes-empresas, SAFs ou simplesmente tivessem uma gestão mais profissional e não passional, tudo isso estaria acontecendo?

Fica para a reflexão: a passionalidade incontrolável dos dirigentes e torcedores está acabando com o futebol brasileiro, ou o problema é outro?

Destaque do Brasileirão é descartado no Flamengo e Corinthians em 2022 |  Futebol | iG

Imagem extraída de: https://esporte.ig.com.br/futebol/2021-10-27/destaque-do-brasileirao-e-descartado-no-flamengo-e-corinthians-em-2022.html?Foto1

– Que feio, Calleri.

E o atacante são-paulino Jonathan Calleri “pisou na bola”, dando um desnecessário tapa no celular de um palmeirense que estava quieto, na dele, sem provocar ninguém, após o Choque-Rei.

Eu sei que até o mais frio profissional, depois de perder de 4×0 para um rival, acaba sentindo o baque. Mas deve se controlar. Faz parte do ofício.

O ocorrido no link em: https://www.band.uol.com.br/esportes/calleri-do-sao-paulo-joga-celular-de-torcedor-do-palmeiras-no-chao-apos-final-16503498/amp

– A Felicidade Organizacional depende de quem?

Compartilho o ótimo artigo sobre bem-estar e clima organizacional, produzido pela i9 Consultoria Empresarial. Nele, a boa e inteligente discussão sobre crenças e mitos do ambiente de trabalho, bem como relacionamentos e condutas.

Vale a pena ler!

Extraído de: http://i9consultoriaempresarial.blogspot.com.br/2014/01/o-cracha-da-felicidade.html

O CRACHÁ DA FELICIDADE

por Cristiana Almeida, psicóloga

Será que a felicidade tem crachá para adentrar os portões das empresas? Se você já conversou com pessoas cujo repertório resume-se a reclamações e a angústias quanto ao ambiente corporativo, certamente notou que, para elas, a satisfação profissional é utopia. Mas será possível viver esse sentimento em um contexto onde as subjetividades caminham juntas às metas a cumprir?

Onde é preciso atuar diante de incertezas e de exigências de desempenho cada vez mais elevadas? No qual os relacionamentos são pautados pela diversidade de pensamentos e de valores pessoais e em que são necessários inúmeros malabarismos para prover o mínimo de dedicação à vida pessoal?

A resposta para essas questões dependerá das percepções que temos a respeito da nossa vida profissional que, muitas vezes, estão posicionadas sobre destrutivos paradigmas. Dentre as várias crenças que impedem o bem-estar no ambiente de trabalho, existem três muito comuns. Desde já, pense em deletá-las!

A primeira é a de que “Trabalho serve para ganhar dinheiro e só!”. Ela também pode ser observada em frases como “A parte boa do trabalho é o dia 5 e o dia 20” ou “eu sou somente um número”. Por essa ótica, é evidente que a pessoa não enxerga o significado nem a importância do trabalho que executa, porque sua visão está “embaçada”. É necessário romper essa barreira para recobrar a consciência em relação ao significado dele. O trabalho deve ser emancipador, mas não apenas sob a ótica financeira e sim pelo crescimento que traz ao nos colocar diante de desafios e de situações inesperadas. Lembre-se de que a atividade profissional deve ter o sentido de contribuição e de prestígio para a própria pessoa que a desenvolve. Isso traz felicidade!

A segunda crença a ser eliminada é aquela em que se condiciona a felicidade profissional a fatores sobre os quais não é possível exercer controle. Os portadores desse tipo de convicção manifestam seus sintomas por frases assim: “Esse trabalho seria muito bom, não fosse o meu chefe, o colega, o sistema, o cliente etc.” ou por falas como: “Se as coisas voltassem a ser como antes, aí sim”.

Tais profissionais posicionam-se como vítimas das circunstâncias e vivem em função de suas próprias reclamações. Eles se esquecem de que sempre há pelo que agradecer, a começar pela própria oportunidade de trabalho, passando pelo convívio com os colegas, pelos impasses que geram aprendizado, pelo salário e pela saúde para trabalhar. A gratidão desperta a felicidade! Além do que, não há tempo mais apropriado do que agora para mudar sua história. Desavenças não podem ser prioritárias ao ponto de desestimular a satisfação no contexto profissional. Se havia maior felicidade no início da carreira, é preciso refletir sobre quais elementos eram responsáveis por esse sentimento, a fim de que ele seja rapidamente resgatado.

A terceira crença leva seu adepto a imaginar que as pessoas são coadjuvantes de sua própria história. O chamado “perfil conformista” é notado em falas como “O meu tempo já passou, olha a minha idade!”; “Aqui é difícil crescer, não vou perder tempo me esforçando, nem dinheiro com estudos”; “Eu não penso em sair daqui porque todo lugar é a mesma coisa” ou ainda “O sol brilha somente para alguns”.

Os antídotos para os efeitos dessa crença estagnante são posicionar-se como protagonista de sua trajetória, assumir o controle, não se dar prazo de validade, ousar se desconfortar, pensar em mudanças, e, principalmente, provocá-las. Quando a pessoa acredita ser a única responsável por “fazer acontecer”, percebe que o crescimento no ambiente de trabalho depende de suas próprias atitudes e entende que os limites são impostos por ela mesma, a satisfação profissional aparece, sem demora!

A felicidade no ambiente de trabalho existe e é uma responsabilidade pessoal, que não pode ser delegada a terceiros ou atribuída a todo tipo de circunstâncias, como a sorte. Então, quanto à pergunta: a felicidade tem crachá para adentrar os portões das empresas? A resposta é simples: depende de você!

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Imagem extraída da Internet, autor desconhecido.

– Neymar está doente por conta dos outros ou é vítima de si próprio…?

O tema saúde mental me preocupa demais. Por questões pessoais e profissionais envolvendo pessoas queridas, tal assunto me é caro e, sempre que possível, gosto de abordar questões do gênero (como depressão, pânico, s.p.a. e similares).

Rico ou Pobre, vítima de si mesmo ou por situação causada por outrém, tais desequilíbrios emocionais não escolhem cor ou raça. E tudo isso para falar de Neymar! Thierry Henry (ex-jogador da Seleção da França e ídolo do Arsenal, hoje comentarista) abordou dias atrás que Neymar demonstra estar precisando de ajuda pelos sinais que demonstra. E não tem certa razão?

Calma, antes de criticar o jogador (que faz por merecer inúmeras críticas) é preciso entender: ele não é igual à maioria de nós! Da pobreza à riqueza rápida, talentoso, com muita gente o colocando em um altar antes mesmo de qualquer ato que valesse tal reconhecimento. Excelente e habilidoso, cresceu mimado (René Simões alertou dos perigos de não segurar o salto do garoto que estava se tornando altíssimo, mas poucos levaram a sério). Mas o “cresceu” é relativo, pois não amadureceu.

Cobrado por protagonismo em todo jogo, assumiu responsabilidades que não era capaz: por exemplo, o de ser líder e exemplo de comportamento.

Líder de quê?

Neymar seria outro se alguém o alertasse sobre questões como respeito, responsabilidade e profissionalismo. Adolescente com holofotes, não pode ir ao shopping “tomar sorvete” ou jogar “video-game” como a maioria dos meninos da sua idade. E isso faz mal… (embora, a primeira consideração que se faça é: “ele ganhou e ganha milhões (quem sabe alcançou a marca de bilhão em faturamento acumulado), e isso é um ônus de quem é uma celebridade”.

Me parece que ele é um “Peter Pan dos dias atuais” (o menino da terra encantada do Reino do Nunca, que se recusa a crescer e que quer ser divertir, especialmente fazendo troça ao Capitão Gancho). O problema é: na vida real, ele não está num mundo imaginário nem há capitães ganchos.

Neymar: molecão, folgado, festeiro (que ontem cavou um cartão para estar suspenso na próxima rodada e não jogar em La Paz, podendo curtir as festividades do Brasil em folga – e qualquer árbitro já cansou de dar cartões como ele recebeu ontem, sabendo que é uma forma “leve” de ser advertido, sem machucar ninguém nem correr o risco de ser expulso). Mas esse rapaz, pessimamente orientado a respeito dos valores sociais e levado a crer que ele tem razão em tudo (no documentário da Netflix, confessou que não está preocupado com as críticas – e isso é péssimo para qualquer ser humano, pois elas nos ajudam a enxergar nossos erros, se bem digeridas) ou superestimado por outros (como seu agente Vágner Ribeiro, que insiste em dizer aos quatro cantos que Neymar é melhor do que Pelé), precisa se reinventar como pessoa e como profissional!

  • Como pessoa (quem sou eu para escrever isso sobre ele), a fim de ser mais humilde aos que verdadeiramente querem lhe dar um carinhoso puxão de orelha, e não estar apenas com quem lhe presta galanteios ou elogios. Precisa abandonar o mundo dos afagos e da bajulação.
  • Como profissional, saber lidar com as contusões que estão lhe prejudicando e com as regras formais e informais que um jogador de futebol deve se submeter, como uma rotina séria de privações e cuidados (eu sei, manter o condicionamento físico “em dia” requer abdicar de festas e farras, alcoólicas e sexuais, e que quem tem muito dinheiro e acesso à elas, não vai abrir mão pois tornaram-se o seu dia-a-dia).

Quando Neymar aparece no Carnaval se recuperando de contusão, estando de muleta num camarote, ele põe o “bumbum na janela” para ser criticado. Não tem ninguém para lhe dar um “toque”?

Parece que o Menino Ney corre o mesmo risco de Ronaldinho Gaúcho, que igualmente se tornou astro desde cedo e não viveu a infância e a juventude: cansar do mundo profissional do futebol.

Não me surpreenderia se Neymar não jogasse mais pela Seleção Brasileira. Tite não vai tirá-lo do time, nem deixá-lo de o escalar. Mas a irritabilidade de Neymar, as cobranças que vem sofrendo (a maioria justas, algumas injustas) e tudo o que está acontecendo com sua condição física, mostram que ele precisa tomar novos ares! E eles são sociais e futebolísticos.

Na Inglaterra, se especulou que o novo-rico Newcastle poderia na próxima janela tentar sua contratação. Ótimo se isso acontecer, pois será recomeçar do zero e um novo fator motivacional. O problema é que seu amigos migrarão de país com ele (eu não entendo como alguém pode ter ‘parças’ que orbitam sobre ele e que são remunerados… amizade paga?).

Com todo dinheiro que tem, se o seu pai ou seu staff forem realmente competentes, devem convencer Neymar a procurar ajuda psiquiátrica, juntamente com psicológica (se você torceu o nariz nesse parágrafo, não deve saber qual é o real trabalho desses dois profissionais).

Neymar está triste? Não digo isso. Me aparenta, realmente, doente – sem ele estar sabendo /percebendo.

Aqui, entra uma máxima popular: “você deve estar preparado para o sucesso, tanto para o bônus quanto para o ônus”. E o jogador brasileiro nunca esteve verdadeiramente bem preparado (é o que se percebe).

O jogador Douglas Souza abandonou a Seleção de Vôlei para tratar da saúde mental. Simone Biles, a mega campeã ginasta americana, o fez em meio a uma Olimpíada! Qual a vergonha de Neymar fazer o mesmo?

Pobre menino rico… vítima de si mesmo?

Neymar sofreu e converteu pênalti na goleada da seleção brasileira por 4 a 0 sobre o Chile - Lucas Figueiredo/CBF

Imagem: Lucas Figueiredo (CBF), extraído de https://www.uol.com.br/esporte/futebol/ultimas-noticias/2022/03/25/neymar-diz-que-sente-prazer-na-selecao-e-entrega-coutinho-sobre-penalti.htm).

– Você cuida da sua Saúde Mental?

Acho que essa imagem com algumas dicas para cuidar da saúde mental são válidas tanto para a vida pessoal quanto para a profissional, não?

Avalie, reflita e responda: de acordo com as dicas desse quadro (abaixo), estou evitando esses contratempos no meu dia-a-dia?

Aqui:

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida. Quem souber sobre a origem, informar para crédito.

– Que pisada na bola, Morsa… Ofensas gratuitas pra quê?

Paulo Roberto Martins, o “Morsa”, é um senhor de idade respeitado. Ou era… pelo menos, até pisar na bola ontem. O comentarista de futebol (ex-Record, ex-Band e atualmente na Transamérica) ofendeu gratuitamente o treinador do Palmeiras com termos de “Boçal”, “Desgraça”, entre outros.

Pra quê?

Fazer alguma crítica ao trabalho profissional é normal. Mas sem conhecer a pessoa, levar para o pessoal?

Realmente não entendi… Que Abel às vezes passa do ponto, ironizando comentários, é sabido. Que o comentarista faça o mesmo: restrinja-se à relação profissional. Individualizar e questionar a “pessoa física”, aí é totalmente desnecessário…

Em: https://twitter.com/Infos_palestra/status/1503485424093876228

Ou abaixo no player:

https://platform.twitter.com/widgets.js

Palmeiras Conmebol

Foto: Reprodução Band extraída de: https://diariodoverdao.com.br/palmeiras-toma-medida-radical-contra-radio-apos-ofensas-abel/

– Faça com propósito!

Nunca trabalhe com má vontade. Tenha propósito e se dedique!

Gosto desta mensagem, abaixo:

– Walter é “só mais um”…

Rodou a Web a foto do atacante Walter, que fez muito sucesso no Sul do Brasil e que sempre teve problemas com o peso.

Nesta semana que passou, ele estreou no Amazonas FC, e o registro da foto abaixo (não tenho aqui a autoria, quem souber informar para o crédito) mostra que ele “relaxou de vez”.

Que potencial tinha esse jogador. E mesmo com sobrepeso, jogava muito. Não sei como está tecnicamente agora…

Já imaginaram ele com um staff competente, a fim de conseguir deixá-lo em boa forma? Teria chegado à Seleção Brasileira.

Walter e o peso, Adriano e a Depressão, Pedrinho e as contusões… tantos talentos que o futebol brasileiro nos mostra, mas que por percalços não atingem o topo.

– Rogério Ceni acertou no detalhe, mas errou no discurso.

Aplausos e vaias para o observador treinador Rogério Ceni ao dizer, em referência ao gol de Rony:

“Tivemos a infelicidade de o Diego tomar aquela bolada no rosto, ter que deixar o campo, e nesse tempo que ele ficou fora… ele entrou pelo lado errado do campo, o médico devia dirigi-lo pela esquerda do campo, já que ele joga pelo setor defensivo esquerdo, e não pela direita, já que ele teria que atravessar o campo inteiro. Um pouco de atenção também do médico, que tem que estar atento a isso. No tempo que ele ficou fora, a gente tomou o gol do Palmeiras. E o Palmeiras estava melhor naqueles primeiros minutos do jogo”

Aplausos, pois percebeu que sofreu o gol do Palmeiras pela falta de um jogador que estava recebendo atendimento médico e voltou atrasado do lado do campo mais distante. Poucos conseguem ser sensíveis com tais detalhes.

Vaias, pois percebeu que poderia jogar a culpa no médico Dr Tadeu Moreno, que não é treinador de futebol mas profissional de Medicina, e que não tem obrigação nenhuma de enxergar detalhes como os citados pelo insensível treineiro.

Naquele momento da entrevista, recordei-me do goleiro que não admitiu o erro quando era dirigido por Vanderlei Luxemburgo no “frango” em Barcelona 2×2 Seleção Brasileira. Ou nas coletivas pós-jogo em que insistia em números frios para justificar “derrotas com bom jogo”. Ou, ainda, a birra com os jornalistas na demora com suas palavras.

Gênio na carreira, mas de “gênio forte” como profissional e pessoa. Não tinha que expor o médico injustamente como ele fez. 

Imagem extraída de: https://spfc.net/news.asp?nID=214286

– Pra quê submeter o profissional para jogar às 15h?

SÉRIO?

Água Santa x SPFC está marcado p/ 15h?

Verão brasileiro e profissionais caríssimos sendo submetidos a esse horário?

Cadê dirigente, sindicato ou alguém preocupado?

Quando os treinadores estrangeiros se assustam com essas coisas do futebol brasileiro, há quem reclame deles. Estão certíssimos!

– O Corinthians não estaria se humilhando na busca por um treinador português?

No ano passado, Sylvinho só tornou-se treinador do Corinthians pelas recusas de Renato Gaúcho e Diego Aguirre. Neste ano, novamente uma novela para se contratar um técnico (se é que precisa, pois Fernando Lázaro está indo muito bem na função).

O Timão cismou que quer um profissional vindo de Portugal (e parece não importar a linha de trabalho ou quem seja).

Por enquanto, recusaram a oferta:

1.Jorge Jesus

2.Vitor Pereira,

3.Paulo Fonseca,

e 4.Rui Vitória (ontem, segundo o Portal “Meu Timão”).

Especulam-se nomes como Bruno Lage, Nuno Espírito Santo e até Leonardo Jardim, que recebia alto salário no Oriente Médio e agora está no mercado.

São 7 nomes portugueses (que não têm a mesma filosofia de jogo). Afinal, querem um técnico dentro das diretrizes do time ou simplesmente alguém nascido na Pátria-Mãe?

O excesso de recusas, cá entre nós, pode fazer o clube virar chacota… ou não?

Corinthians - Últimas notícias, rumores, resultados e vídeos - ESPN

Imagem: Reprodução Internet

– Carreira ou Família: Quando as Mulheres têm que Decidir!

No mundo da Administração de Empresas, muitas vezes os profissionais se vêm obrigados a tomar decisões que afetam a vida pessoal num grau muito significativo. Àqueles que já passaram pela experiência de um difícil conflito entre carreira X família X anseios, sabem como é martirizante e sacrificante tal momento.

Sendo assim, compartilho um artigo interessante sobre as mulheres na hora de decidir o futuro no trabalho! A Revista Época (Ed 09/03 pg 56-59), traz uma pertinente reportagem de Suzana Villaverde sobre esse complicado instante da vida profissional delas.

Abaixo:

PRESIDENTE? NÃO, OBRIGADA

As mulheres preferem abrir mão dos cargos de dedicação integral para cuidar melhor da vida pessoal e da família

É tarde de terça-feira, e Christina Munte, de 43 anos, aproveita para passear com as filhas Juliana, de 9 anos, e Lara, de 5, em um clube da Zona Sul de São Paulo. Almoçam juntas e em seguida lá vai ela, para o alto da arquibancada, assistir ao jogo de tênis da mais velha. Depois, é hora de acompanhar as acrobacias da caçula na aula de ginástica olímpica. O programa é repetido todas as terças-feiras. Embora pareça fazer parte da rotina típica de uma dona de casa, essas cenas têm como protagonista uma profissional muito bem-sucedida, diretora da Atlantica International, uma rede internacional de hotéis. Exceto pelo dia tranquilo que passa com as meninas, no resto da semana Christina se desdobra em reuniões, feiras e viagens internacionais. A vida é corrida, mas ela garante que o ritmo já foi muito pior.

O mercado hoteleiro estava em ebulição nove anos atrás, quando Christina teve seu primeiro bebê. Nessa ocasião, ela trabalhava nos fins de semana, chegava em casa tarde e ficava muito frustrada. “Por cansaço e pela vontade de curtir minha filha”, diz ela. Em 2005, Christina engravidou novamente e sentiu que estava diante de um dilema. “Tinha pavor de abrir mão de uma carreira que me dava imenso prazer, mas precisava aproveitar minha família”, afirma. A solução veio durante uma conversa franca com seu supervisor, ao final da qual ele fez uma proposta tentadora: reduzir em 20% a carga horária semanal, assim como o salário de Christina. “Foi a solução perfeita, pois não precisei abrir mão de nada”, diz.

Profissionais como Christina constituem um grupo em expansão. Elas querem chegar ao topo da pirâmide corporativa, mas, ao contrário das pioneiras, que começaram a percorrer esse caminho na década de 1970 – e tiveram de deixar de lado marido, filhos e até a vaidade para concorrer em pé de igualdade com os homens –, não admitem abdicar de sonhos pessoais ou perder as alegrias oferecidas pela vida privada. Na prática, abrem mão dos postos de dedicação integral para exercer também o papel de mulher, mãe e esposa. A constatação desse fenômeno tem levado à conclusão polêmica de que a desigualdade no topo do mercado de trabalho é incorrigível – e nem sequer deveria ser vista como um problema. Uma pesquisa realizada no ano passado pelo Sophia Mind, um instituto de pesquisa voltado para as mulheres, perguntou a 340 mulheres brasileiras entre 25 e 50 anos, com nível superior completo, se elas desejavam ser presidentes de empresa. Apenas 37% disseram que sim.

“Apesar das queixas das feministas, a verdade é que homens e mulheres têm diferentes aspirações de carreira”, afirma a conceituada socióloga britânica Catherine Hakim, pesquisadora da London School of Economics. “Homens e mulheres têm diferentes objetivos na vida, e as autoridades não deveriam esperar que eles tivessem resultados idênticos na carreira profissional.” No Brasil, segundo uma pesquisa coordenada pelo Instituto Ethos, as mulheres representam 43,6% s da população economicamente ativa, mas estão em apenas 13,7% dos cargos de liderança.

Desacelerar ou recusar cargos invejáveis pode ser o desejo de centenas de trabalhadoras, mas existe espaço para expressar essa demanda? No Brasil, é comum encontrar mães que voltam ao trabalho antes do término da licença-maternidade ou passam anos sem conseguir conciliar suas férias com as das crianças. “Muitas acham um absurdo usufruir esses direitos básicos quando conquistam uma carreira de sucesso”, diz a consultora de Recursos Humanos Carmelina Nicke. Para ela, gerentes e diretoras ainda temem se mostrar mais vulneráveis que os homens no escritório e preferem se submeter a um cotidiano extenuante. Mas essa seria, segunda a consultora, uma realidade com os dias contados. “A tendência é que nas próximas décadas as companhias ofereçam de antemão uma jornada flexível para segurar a profissional competente”, diz Carmelina. Uma pesquisa divulgada na semana passada pela consultoria Accenture mostrou que 41% das mulheres gostariam de ter “formatos flexíveis de trabalho”. Uma possível explicação: um levantamento do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) publicado em 2010 revelou que as mulheres gastam 24 horas semanais em atividades domésticas, enquanto os homens fazem somente 9,7 horas de trabalho doméstico.

Para contornar essas dificuldades, a paranaense Ana Carolina Haracemiv, de 35 anos, montou uma “miniempresa” em casa. “Tenho duas empregadas que moram comigo, motorista e até jardineiro”, afirma. Somente assim ela consegue acompanhar a lição das crianças e curtir o marido, sem perder o foco da empresa em que trabalha, a Dow Brasil. “Se você tem de fazer tudo, não consegue pensar em nada direito”, diz. Orgulhosa do esquema que criou, a engenheira não se arrependeu ao recusar uma proposta de ouro: um cargo de liderança na sede da empresa, nos Estados Unidos. “Meu marido é médico, seria complicado para ele. Seria fantástico para minha carreira, mas não era interessante para todos.” É claro que recusar a promoção deixou Ana Carolina apreensiva, mas ela acabou se surpreendendo. Seis meses depois, foi promovida. Disse adeus ao cargo de gerente de marketing para se tornar diretora comercial da América Latina. “A responsabilidade aumentou, mas o impacto na minha família foi mínimo”, diz ela. “Só deixei de lado a ginástica, mas, sinceramente, nunca gostei muito de malhar.”

Imagem extraída de: https://sescap-pr.org.br/index.php/noticias/post/e-possivel-ter-sucesso-no-trabalho-e-na-familia

– Gabriel Moleque? Sobre o menino do Palmeiras que… torceu contra?

A juventude sempre é uma fase de empolgação, descobertas, deslumbres e novidades. E isso varia de intensidade conforme a origem, educação, condição social e econômica.

Quando os pais conseguem orientar o jovem, ótimo. Às vezes não é possível, e eles se tornam rebeldes e auto-suficientes (pois serem “donos-da-verdade” é algo comum a eles neste período imaturo).

Dito isso, neste final de semana repercutiu negativamente o fato do jogador Gabriel Menino ter curtido a postagem do Chelsea na qual os Blues comemoravam a vitória no Mundial (e, consequentemente, a derrota do Palmeiras).

Por não ter sido levado para o torneio pelo treinador Abel, o atleta se revoltou e cometeu tal erro (que a torcida pegará muito no pé, juntamente com seus colegas de time e os diretores do Palmeiras – já que é funcionário do clube).

Dizem que o sucesso subiu rápido na cabeça dele, segundo a imprensa. É o risco da idade e de uma formação não tão bem orientada… O certo é: clima para continuar no clube e ter o “perdão” dos torcedores, no momento, não tem.

Fico pensando: fez isso (a curtida) num momento de raiva, ou… de caso pensado, orientado por alguém, a fim de sair do Verdão?

Foto: reprodução da página do Chelsea (esse perfil “gabrielmenino00” é do próprio atleta).

– Will Dantas indicou o técnico do Corinthians? Pode?

Há coisas inacreditáveis no futebol: leio (referência na figura extraída do twitter abaixo) que o empresário do atacante Pedrinho, Will Dantas (aquele que um dia disse que o Barcelona o procurou pois queria seu atleta como substituto de Messi, relembre aqui: https://wp.me/p4RTuC-nmS) quer emplacar o novo técnico do Corinthians – indicando o português Bruno Lage.

Se realmente isso acontecer…

  • Empresário manda em clube de futebol? É tão forte assim?
  • Onde está a convicção, filosofia, linha de trabalho dos clubes, respeitabilidade de um presidente de agremiação?

Aliás, tá demorando para termos “fumaça branca” no Parque São Jorge, não?

– Como é a Vida de um Puxa-Sacos!

Gosto de bons artigos e, mais ainda, de bons escritores, lógico. Um deles, Fábio Steinberg, beirou a perfeição em um artigo na antiga Revista Alpha, Ed 25, pg 53-54, ao falar da Vida dos Puxa-Sacos.

Veja se ele não foi perfeito nesse artigo: como é o dia-a-dia dessas pessoas…

A VIDA DURA DOS PUXA-SACOS

Eles riem de piadas sem graça, elogiam atos insanos e concordam com qualquer
asnice dita pelo chefe

Ninguém sabe ao certo como surgiu o puxasaquismo, mas há uma corrente de estudiosos que põe a culpa de tudo nos chimpanzés. Organizados por hierarquia de comando desde que surgiram na Terra, até hoje os primatas mais fraquinhos passam dias e noites paparicando os mais fortes. Para esses primos dos humanos, o ritual inclui beijar os pés do chefão, levar oferendas meio bestas, como folhas e gravetos, e até entrar em fila para fazer cafuné nos nobres pelos do mandatário. Seja por gene, seja por observação direta, o fato é que a chegada desse comportamento bizarro ao universo dos homens foi só um pulo. O “processo adaptativo para garantir a sobrevivência”, como alguns cientistas sociais costumam rotular a bajulação aos poderosos, segue os mesmos princípios da era das cavernas, mais tarde repetidos na adoração aos faraós e na adulação aos reis absolutos dos séculos seguintes, até se disseminar hoje como uma praga no mundo corporativo.
Coube ao jornalista americano Richard Stengel, hoje editor da revista Time, escrever o primeiro e, provavelmente, único tratado sobre a bajulação. Com o título You’re Too Kind (“Você é muito gentil”), ele considera essa prática uma epidemia social, embora amenize o estrago sob a classificação de “mentiras inofensivas que fazem o gerador e o receptor se sentirem melhor”. Assim, no universo empresarial, o puxa-saquismo não seria nada além de um mal necessário indispensável ao equilíbrio das relações profissionais. Para o autor, a soma de elogios exagerados esconde a estratégia do profissional de buscar um resultado prático — desde se tornar o mais querido dos subordinados até garantir um escritório com janela ou turbinar a carreira. Trilhando o caminho da ambiguidade, o ato de bajular se confunde com educação e respeito à etiqueta social.
Stengel se animou tanto com o conceito que desenvolveu que chegou a elevar o puxa saquismo à condição de arte. Uma forma de sedução em que a meta é nunca cair no lugar-comum. É saber elogiar a beleza se a pessoa for inteligente. E destacar a inteligência se a pessoa for muito bonita. Com isso, o autor acabou fazendo em sua obra uma megagentileza tão grande aos puxa-sacos que o livro se esgotou. A experiência demonstrou a essência da bajulação, que é obter um benefício direto dos que concentram o poder por meio de um tratamento privilegiado por quem precisa do favor.
A tese de Stengel passa um pouquinho além da conta. Enquanto na vida social a noiva está sempre linda, o recém-nascido é sempre uma gracinha e o morto era uma ótima pessoa, nas empresas é o chefe que está sempre elegante e bem-vestido, suas ideias são inovadoras e criativas e suas iniciativas não deram certo por serem muito avançadas em relação ao tempo. Os princípios que regem a bajulação são os mesmos em qualquer contexto. Só que, enquanto no campo social se mostram em geral inofensivos, nas empresas carregam um interesse oculto.
Ao oferecer um ambiente acolhedor que permite aos puxa-sacos crescer e se multiplicar, as empresas se tornaram santuários modernos para o exercício da adulação. Pode-se falar até em carreira para eles, que começam como simplórios juniores que riem de piadas sem graça, elogiam atos insanos e concordam com qualquer asnice dita pelo chefe até os mais seniores, que aprendem a se anular como indivíduo para viver a vida daqueles que mandam no pedaço e, num desprendimento inédito, praticam um mimetismo que os faz se confundir com os superiores como se ambos fossem uma única alma. Sutis, os mais tarimbados não cometem erros primários de chamar o chefe de gênio, pois sabem que o contrário é que soaria como autêntico. No entanto, adotam métodos subliminares de identificação com o dirigente da vez: copiar cortes de cabelo, modo de vestir e até assumir o mesmo time de futebol.
Em retribuição à eliminação da vontade própria e ao alinhamento absoluto e fidelidade canina ao patrão, o funcionário espera dele a retribuição, de singelos sorrisos de aprovação a demonstrações explícitas, como aumento de salário e promoção de carreira. Como parasita, o puxa-saco só existe porque encontra quem patrocine seu comportamento. Isso se explica pela solidão do poder, que isola e fragiliza seus detentores e, ironicamente, os torna emocionalmente dependentes de mercenários que topem se ajustar aos seus caprichos, opiniões e atos. O final a gente já conhece: de tanto viver à custa da hospedeira, os parasitas acabam por matá-la. E, sem ter mais do que se nutrir, também vão para o brejo.

(*) Fabio Steinberg, jornalista e escritor, autor dos livros Ficções Reais e Viagem de Negócios, há 20 anos dá consultoria sobre comunicação a empresas. Escreva para ele: fabionet@uol.com.br

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