– Toyota compartilha Deveres e Lucros com fornecedores!

Muito boa a matéria da Revista Exame, de 17/12 (link abaixo), sobre a preocupação da Toyota em cobrar esforços dos seus fornecedores e repartir o lucro obtido com os mesmos. É por isso que o Toyotismo do século XXI tem-se destacado tão revolucionário quanto o Fordismo do século XX, com medidas extremamente diferentes.

Clique a seguir, em: O PROBLEMA É DE TODOS. O LUCRO TAMBÉM

– Redecard presenteia consumidores e lojistas com apagão natalino

Além das altíssimas taxas de juros, a Redecard inova: às vésperas do Natal, prejudica lojistas e consumidores com uma pane no sistema.

Imagine as lojas na véspera do Natal sem poderem aceitar os cartões Mastercard, Diners Club e Redeshop! Meu comércio foi muito prejudicado por essa falha…

“Presente” de Natal… Quem arcará com os prejuízos?

Extraído de: Último Segundo

Cartões da Redecard sofrem “apagão” na véspera do Natal

Quem deixou para fazer compras na véspera do Natal enfrentou dificuldades com os cartões de crédito e débito da Redecard. Desde o fim da manhã desta quinta-feira, o sistema da operadora ficou fora de operação e os consumidores não conseguiram utilizar os cartões para pagamentos. Por volta das 17h, a assessoria de imprensa da Redecard informou que o sistema havia se normalizado.

NOTA: neste dia 25, nova pane nos cartões Redecard! Até as 12:00h, nada de voltar a funcionar…

– Resistência Comercial a Mitos

Compartilho interessante material que envolve mitos sobre determinados produtos. No Brasil, por exemplo, absorventes internos femininos tem disparadamente suas vendas em baixa, se comparado aos números de outros países ocidentais. Motivo: pesquisas mostram que o “mito” da perda da virgindade é preponderante na decisão de compra da consumidora.

Extraído de: http://revistagalileu.globo.com/Revista/Galileu/0,,EDG86970-8489-216,00-OB.html

o.b. – “Para a mulher sem amarras.”

Como surgiu o absorvente interno que não sai das bolsas de mulheres há 59 anos.

Por Haidi Lambauer

Apesar de os absorventes internos já existirem na Grécia Antiga e a versão moderna, com aplicador, estar completando 80 anos, no Brasil, os primeiros absorventes começaram a ser produzidos somente em 1945. E o o.b., primeiro absorvente interno lançado no País, só chegou às prateleiras em 1974, cercado de polêmica. Havia quem achasse que o produto atentasse contra a virgindade (o que não é verdade). Talvez por isso, até hoje o mercado desse tipo de absorventes é ainda pequeno se comparado ao resto. Numa comparação realizada pela consultoria AC Nielsen em 2005, os absorventes externos abocanhavam 78,3% do mercado, seguido pelos protetores diários de calcinha, com 19%. Os internos, por sua vez, representavam apenas 2,7% do mercado.

1950>>>LANÇAMENTO
Introduzido na Alemanha em 1950, o.b. são as iniciais de ohne binden – sem amarras, em alemão. A criação é creditada a Carl Hahn, médico que se inspirou num anúncio de jornal. No primeiro ano foram vendidos cerca de 10 milhões de unidades.

1974>>>BRASIL
O o.b. chega às prateleiras brasileiras nos tamanhos médio e super. É o primeiro absorvente interno lançado no Brasil.

1980>>>INIMIGO INVISÍVEL
Epidemiologistas diagnosticaram a Síndrome de Shock Tóxico (SST). A doença é causada por bactéria que tem maior incidência em mulheres que ficam com o tampão por mais de 8 horas.

1980>>>FORA DO MERCADO
Por conta da SST, o Rely, da Procter & Gamble, é retirado do mercado. O produto era capaz de reter todo o fluxo sem a necessidade de ser trocado.

1997>>>SEM APLICADOR
De 1997 a 2003, o produto passou a ser oferecido em versão com aplicador. No entanto, como a fabricante identificou que a preferência da mulher brasileira era pela versão manual, a versão foi descontinuada.

2008>>>PELO RALO
Antigamente de algodão, passa a ser feito de fibras de raiom e galaxy. O envoltório, que era de celofane, passou a ser de polipropileno. Até o cordão foi melhorado: deixou de ser de náilon e passou a ser de algodão, que é biodegradável

MITOS

1. O o.b. não tira a virgindade. O hímen possui uma abertura por onde passa o fluxo menstrual. O absorvente passa por ele, sem perfuração

2. Não há perigo do o.b. se perder dentro da usuária. Há uma abertura que liga a vagina ao útero, mas ela é menor do que a cabeça de um alfinete

– Hotel Ca’d’Oro fecha as portas hoje!

Na onda de hotéis luxuosos que fecham no Centro da cidade de SP, o tradicionalíssimo Ca’d’Oro encerra as atividades hoje. O hotel que hospedou o Rei Juan Carlos da Espanha, Mandela, Nat King Cole e tantas outras celebridades, sofre de um mal crônico: a degradação do ponto. Situado na rua Augusta, certamente a proximidade com alguns dos inúmeros “inferninhos” contribuiu para o fim…

– Brasil na 3a. Divisão no Faturamento do Futebol!

Veja só: Henrique Ribeiro, da revista Superinteressante, trouxe um matéria bacana sobre o “faturamento dos clubes de futebol brasileiros X clubes mundiais”. Intitulada NA TERCEIRA DIVISÃO, a reportagem diz que o país não é o país do futebol, apesar do esporte ser o mais popular do Brasil. Mais: diz que o futebol é um péssimo negócio!

Abaixo os números que o jornalista trouxe:

R$ 1,4 bilhão é a receita dos 21 principais times do Brasil (série A de 2009 + Vasco). Se fossem uma empresa, seria apenas a 130a. do Ranking Nacional. O Estado de São Paulo representa 40,2% dessas receitas.

Todos os times profissionais juntos representam 0,048% do Pib Brasileiro.

Somente Real Madrid e FC Barcelona representam 0,062% do Pib Espanhol.

Exatos 1.176 jogadores saíram do país para jogar no exterior.

R$ 40.000,00 custa em média para se manter anualmente um jogador de categorias de base no Brasil.

26 milhões de chineses jogam futebol, contra 13 milhões de brasileiros (mas esse número não vale. Tinha que ser número relativo, percentual; não absoluto!)

A pedidos: números relativos, ao invés de absolutos: 19% dos alemães jogam futebol, contra 7% de brasileiros.

A Inglaterra possui 40 mil clubes, contra 29 mil no Brasil.

Números para se pensar, não?

– L’Oreal e a Personificação de Produtos no Brasil

Há alguns dias, falamos em sala de aula sobre a personificação e a adaptação de produtos ao gosto dos clientes em determinados países. A L’Oreal, empresa que amargava maus resultados no Brasil, personalizou seus produtos e está tendo bons resultados. Compartilho interessante estudo de caso sobre o mesmo:

Extraído de: http://portalexame.abril.com.br/revista/exame/edicoes/0957/gestao/brasileiras-gostam-514082.html

DO QUE AS BRASILEIRAS GOSTAM

Como a subsidiária da L’Oréal se reorganizou para, pela primeira vez em cinco décadas de atuação no Brasil, criar produtos que seguem as preferências de suas consumidoras locais.

Por dever de ofício, o francês François-Xavier Fenart tem sempre à mão alguma estatística a respeito do gosto feminino no que se refere ao uso de cosméticos. É um repertório que vem ganhando cor local ao longo de seus quase cinco anos como presidente da subsidiária da L’Oréal no Brasil. Para ele, isso significou em grande parte se tornar um especialista em cuidados com cabelos — uma verdadeira obsessão no país, a começar pelo uso trivial do xampu. As brasileiras lavam as madeixas em média 4,9 vezes por semana — enquanto as francesas se dedicam à tarefa 2,9 vezes no mesmo período. Também há poucos lugares do mundo em que as mulheres façam tantos tratamentos para alisar os cabelos. Com uma notável predileção por fios lisíssimos, um terço das brasileiras quer se livrar das ondas. A desenvoltura em discorrer sobre essas e outras preferências reflete o interesse de Fenart pelo segundo maior mercado de produtos para cabelos do mundo, atrás apenas dos Estados Unidos, com vendas de 7 bilhões de dólares em 2008. Para entregar cada vez mais a essas consumidoras o que buscam, Fenart criou algo inédito para a subsidiária da L’Oréal, fundada em 1960 — um laboratório brasileiro. As primeiras fórmulas 100% nacionais começaram a chegar ao mercado em setembro de 2008. “Antes tínhamos de disputar com outros países nossos laboratórios no exterior”, afirma Fenart. “Agora temos autonomia para fazer tudo aqui mesmo.”

Atualmente, existem seis linhas de produtos e mais de 100 fórmulas de marcas como Elsève e Garnier à venda, que saíram diretamente do centro de pesquisas inaugurado em abril de 2008, em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense. É o quarto laboratório da L’Oréal em funcionamento fora da Europa — os demais estão nos Estados Unidos, no Japão e na China. Sua abertura, que exigiu investimentos estimados em 50 milhões de reais, demonstra a relevância que o Brasil assumiu para a matriz francesa, que atua em 130 países. Em 2008, a subsidiária tornou-se a segunda maior do mundo para a empresa, com faturamento estimado em 1,2 bilhão de reais. No primeiro semestre deste ano, as receitas da L’Oréal no Brasil cresceram 21% em relação ao mesmo período do ano passado. Os produtos criados pelos pesquisadores brasileiros correspondem já à metade desse aumento — ou cerca de 60 milhões de reais. “Esse é um mercado muito fragmentado, com um ritmo acelerado de lançamentos”, diz Ruy Santiago, da consultoria Bain & Company. “Quem conseguir multiplicar a oferta e entender melhor a consumidora vai crescer mais.”

A L’Oréal começou a criar produtos para atender aos desejos das brasileiras cerca de um ano mais tarde que a sua principal concorrente, a Unilever. Dona das marcas Seda, Dove e Clear, a Unilever montou um centro de pesquisa e desenvolvimento no Brasil no final de 2006. A estratégia estancou a queda que seus produtos registravam desde 2003. A  Unilever, ainda é a líder, mas sua participação passou de 20% para 17% entre 2003 e 2006, segundo a consultoria Euromonitor. Com o lançamento de novos produtos, manteve uma fatia de mercado no patamar de 16% nos últimos três anos. (Parte da perda se deve ao crescimento de concorrentes locais, como a carioca Niely, criada nos anos 80 no subúrbio carioca e que hoje tem cerca de 6% de participação no segmento de xampus e condicionadores do país.) No caso da L’Oréal, cuja participação se mantém estável em 14%, a tática é se mexer para ganhar espaço.

O marco zero do laboratório foi a contratação de um diretor de desenvolvimento em fevereiro de 2007 — o francês Roland de La Mattrie, vindo de uma trajetória de três décadas na pesquisa de produtos na França. Uma de suas primeiras medidas foi buscar especialistas para iniciar a área — três pesquisadores e quatro técnicos. “Pela primeira vez, procuramos em universidades e concorrentes gente capaz de desenvolver fórmulas a partir do zero”, diz Claudia Klein, diretora de RH da L’Oréal. Um mês após a contratação, pesquisadores e técnicos partiram para um ano de treinamento prático na sede da empresa, em Paris. Ao longo desse período, eles levaram os resultados de uma pesquisa realizada com consumidoras brasileiras para a criação de um produto que combatesse ao mesmo tempo cinco problemas — quebra dos fios, ressecamento, opacidade, rigidez e pontas duplas. “As mulheres usavam muitos produtos ao mesmo tempo e não ficavam satisfeitas”, diz Olivier Blayac, diretor de desenvolvimento para a América Latina, que chegou ao país em abril deste ano para substituir Mattrie, que se aposentou. Em agosto de 2008, a empresa chegou à primeira versão dessa linha de produtos, lançada em setembro com o nome Elsève Reparação Total 5. Em abril deste ano, a linha já era a mais vendida da marca Elsève no Brasil e a terceira mais vendida entre as centenas de produtos para cabelos vendidos no país, com participação de quase 2%, segundo a Nielsen.

Para testar as fórmulas, a L’Oréal montou uma espécie de campo de testes em sua sede, na zona sul do Rio de Janeiro. Além das pesquisas quantitativas e qualitativas de praxe, o centro inclui a filmagem de consumidoras voluntárias tomando banho para entender detalhes do uso de cada xampu ou condicionador. O centro é capaz de filmar simultaneamente até 15 mulheres. “Se uma delas aplica o produto muitas vezes, podemos concluir que a consistência não é espessa o suficiente. Ou, se o enxágue é muito demorado, talvez esteja denso demais”, diz Ana Paula Rosa, técnica que coordena a avaliação de produtos. Antes e depois do banho, os técnicos pesam a embalagem para calcular a porção usada. Em seguida, entrevistam as mulheres antes de enviar as recomendações de mudança. Em seguida, o produto reformulado é testado de novo com até 300 mulheres, em pesquisas de opinião ou qualitativas, conforme a informação de que a companhia precisa. Até a linha de produção, o período de criação de uma nova linha de cosméticos leva de seis meses a um ano. Concluída a fase, a versão final da fórmula segue para uma minilinha de produção montada ao lado da fábrica em Duque de Caxias — outra invenção local. “A minifábrica acabou com interrupções na produção”, diz o diretor Blayac. Um dos lançamentos mais recentes é o Garnier Liso Absoluto, para tornar escovas e chapinhas mais duradoras, que chegou ao mercado em abril deste ano.

Neste ano, a L’Oréal contratou a 20a funcionária de seu laboratório, uma pesquisadora para se dedicar ao desenvolvimento de cremes para a pele — um mercado menor que o de cabelos, mas também em expansão. Segundo a Associação Brasileira da Indústria de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos, o Brasil ocupa o sexto lugar entre os maiores do mundo nesse segmento, com vendas de 3,6 bilhões de dólares em 2008. Em 2005, ocupava apenas o nono lugar. Recentemente, a empresa também começou a exportar os produtos desenvolvidos no Brasil. É o caso da linha Elsève Reparação Total 5 — hoje vendida em dez países da América Latina e da Europa. Segundo Fenart, o Brasil tem sete entre os oito tipos de cabelos catalogados pela indústria de cosméticos. A grande variedade permite, portanto, a criação de novidades de apelo universal. “O Brasil é um laboratório vivo”, diz Fenart. “Vamos nos tornar uma base de pesquisas para todas as partes do mundo.”

– Álcool se chamará Etanol e Mudanças na Cor

Os postos de combustíveis terão 9 meses para se adaptarem: agora, deverão manifestar o nome do produto como Etanol nas bombas e nas notas fiscais.

Para combater a sonegação, os diversos tipos de álcool (etílico, anidro) terão cores específicas, do transparente ao laranja (abaixo, maiores explicações):

Extraído de: iG

ANP OBRIGA POSTOS A TROCAREM O NOME DO ÁLCOOL PARA ETANOL

Os postos de combustíveis do País terão de exibir o nome etanol, em vez de álcool, em todas as bombas, painéis e quaisquer peças visuais referentes ao combustível em até 270 dias (nove meses). A obrigatoriedade consta na resolução número 39 da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), publicada nesta sexta-feira no Diário Oficial da União, e assinada pelo diretor-geral do órgão, Haroldo Lima.

A medida vale para o etanol hidratado, utilizado no abastecimento dos veículos flex ou nos movidos exclusivamente pelo combustível, diferentemente do etanol anidro, que é misturado em 25% à gasolina e não é vendido em bombas.

O texto publicado nesta sexta-feira altera o parágrafo terceiro do artigo 10 da portaria 116, de 5 de julho de 2000, da ANP, que passa a vigorar com a seguinte redação: “Os revendedores varejistas de combustíveis que comercializarem álcool etílico hidratado combustível ou etanol hidratado combustível deverão exibir na bomba abastecedora de combustível, no painel de preços, e nas demais manifestações visuais, se houver, a denominação ‘Etanol’, devendo, entretanto, ser mantida a nomenclatura de álcool etílico hidratado combustível ou etanol hidratado combustível na documentação fiscal”.

A resolução altera ainda o artigo 13 da resolução número 36, de 6 de dezembro de 2005, da ANP, que determinava sobre a coloração do etanol anidro em tom laranja, para diferenciá-lo do hidratado, incolor e assim evitar a fraude chamada de “álcool molhado”. Na prática, água era adicionada ao anidro, sobre o qual não incide o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), que era comercializado como hidratado, cuja alíquota mínima é de 12%.

Segundo a nova redação “fica estabelecida a obrigatoriedade dos revendedores varejistas de combustíveis automotivos fixarem nas bombas de Álcool Etílico Hidratado Combustível (AEHC), para perfeita visualização do consumidor, adesivo com logotipo da ANP com os seguintes dizeres em letras vermelhas (fonte Arial tamanho 42) em fundo branco: “Consumidor, este etanol combustível somente poderá ser comercializado se estiver límpido e incolor. Denúncias: 0800-900-267”.

A iniciativa de alterar para etanol o nome nas bombas atende um pedido antigo dos usineiros, levado à ANP pela União da Indústria de Cana-de-açúcar (Unica). A entidade, que representa usinas e destilarias do Centro-Sul do País, alegou que o nome álcool nas bombas era relacionado com o álcool consumido em bebidas alcoólicas.

 

– Motocicletas Volkswagen?

Calma, não é um projeto nem a curto nem a longo prazo. É que nesta quarta-feira, a montadora alemã acertou a compra de 20% da montadora japonesa Suzuki. Aos poucos, a VW deseja assumir a empresa.

Como a Volks não fabrica motos, o mercado já brinca com a ideia de que a Suzuki será a divisão de motos da VW, assim como a Audi é a de luxo e a Porsche a de esportivos.

Extraído de: http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u663848.shtml

VOLKSWAGEN COMPRA PARTE DA SUZUKI

A montadora alemã Volkswagen, líder europeia, anunciou nesta quarta-feira que comprará 19,9% da japonesa Suzuki até janeiro de 2010 e que esta última receberá uma participação na empresa da Alemanha.

“Volkswagen e Suzuki assinaram uma carta de intenções para estabelecer uma aliança a longo prazo”, afirmam as empresas em um comunicado conjunto.

“As empresas preveem um enfoque conjunto a respeito da demanda mundial crescente de veículos mais ecológicos”, acrescenta.

A Volkswagen pretende comprar 19,9% das ações da Suzuki até janeiro e a montadora japonesa investirá metade do dinheiro recebido em participações na empresa alemã.

A Suzuki é especializada em pequenos modelos econômicos, área em que a Volkswagen está pouco presente, e em motos. Também está bem presente no sudeste da Ásia e na Índia, o que pode beneficiar Volks.

A Volkswagen acaba de comprar 49,9% da compatriota Porsche, que pretende adquirir completamente até 2011. A Porsche será a 10ª marca do grupo Volkswagen.

– O Google poderá restringir notícias devido ao Bing

Depois de muita chiadeira, o Google resolveu repensar suas ações frente jornais e revistas. Murdoch, o maganta australiano da mídia mundial, ameaçou há dias o Google por publicar notícias de seus veículos. E acenou com a possibilidade de proibir a divulgação do conteúdo, passando-o para o Bing, da Microsoft, como serviço pago.

O Google teve que se “reinventar”. Ao menos, é o que parece!

Extraído de: http://veja.abril.com.br/091209/google-cedeu-p-154.shtml

O GOOGLE CEDEU, por Carlos Rydlewski

O site de buscas reconhece que a informação tem custo – e propõe mudar as regras para o acesso a notícias na internet

Na semana passada, o Google anunciou que cogita restringir a cinco por dia o número de notícias que cada pessoa pode acessar por meio de sua ferramenta de busca. Foi uma resposta inesperada aos protestos de empresas de comunicação que se avolumam em todo o mundo. Para os grupos jornalísticos, produzir informação qualificada tem um custo elevado. Para sites como o Google, essa mesma informação tem custo zero. Eles a difundem de graça, sem remunerar a fonte original. A longo prazo, dizem as empresas de comunicação, isso é uma receita para a sua morte. O crítico mais incisivo desse estado de coisas é o australiano Rupert Murdoch, dono da News Corp., um conglomerado que reúne desde os canais de TV da Fox até jornais como o Wall Street Journal. Murdoch decidiu se contrapor frontalmente ao Google. Negocia com a Microsoft, por exemplo, a formalização de um acordo inédito. A empresa de Bill Gates pagaria pelo direito de exibir com exclusividade, em seu site de buscas, o Bing, os links das publicações da News Corp.

Também na semana passada, em um congresso da Associação Mundial de Jornais (WAN, na sigla em inglês) realizado na Índia, o presidente da entidade, Gavin O’Reilly, reafirmou, de maneira categórica, a posição de Murdoch. “Ser capaz de obter retorno comercial é algo essencial para justificar nosso investimento em conteúdo. Foi para isso que o direito autoral foi inventado há 300 anos. Não queremos migalhas do Google”, disse. Há anos, O’Reilly define como “cleptomaníaca” a atitude do site de buscas em relação aos direitos autorais da mídia. Agora, porém, a situação é agravada por um quadro pouco animador para a imprensa tradicional. Nos Estados Unidos, nos seis meses entre abril e setembro, a circulação de jornais caiu 10,6% de segunda a sábado e 7,5% no domingo.

Depois do anúncio sobre as possíveis novas regras para o acesso a notícias no site, o presidente do Google, Eric Schmidt, publicou um artigo sobre o tema no próprio Wall Street Journal, de Murdoch. No texto, reconheceu que reportagens bem apuradas e análises precisas são críticas para o funcionamento da democracia. Tentou ainda demonstrar que o Google não é um inimigo das empresas jornalísticas, mas uma “fonte para a sua promoção”. Segundo Schmidt, os serviços do Google direcionam, “gratuitamente”, 4 bilhões de cliques mensais a sites de notícias. “São 100 000 oportunidades por minuto para a conquista de leitores e a criação de receita”, escreveu. Schmidt disse que o Google está pronto a “fazer a sua parte” e ajudar a encontrar um novo caminho para o jornalismo na era digital. Esses gestos de boa vontade foram recebidos com algum ceticismo. Em tempos de crise, é difícil convencer os grupos jornalísticos a contentar-se com ganhos futuros – e, ainda assim, hipotéticos.

– OI & VIVO: o marketing de emboscada

Dias atrás citávamos em aula o chamado “marketing de emboscada“. Nesta semana, a operadora de telefonia OI praticou isso muito bem, ao acertar o patrocínio pessoal do treinador da Seleção Brasileira, Dunga. A equipe é patrocinada pela concorrente VIVO, que deverá engolir o comandante evitando sua associação.

Como resolver esse problema? Ué, era “só” a VIVO se blindar patrocinando todos os atletas…

– Pão de Açúcar adquire Casas Bahia!

Há pouco, o Grupo Pão de Açúcar anunciou a compra de 50% +1 das ações das Casas Bahia! Agora, Casas Bahia, Ponto Frio e Eletro são todas do grupo de Abílio Diniz!

Em: http://economia.terra.com.br/noticias/noticia.aspx?idNoticia=200912041325_RED_78593862

Pão de Açúcar controlará Casas Bahia, Ponto Frio e Extra Eletro

por Fabiano Klostermann
Direto de São Paulo

A Companhia Brasileira de Distribuição (CBD), controladora do Pão de Açúcar, irá formar uma associação com a Casas Bahia em que terá 50% mais um das ações. Segundo comunicado divulgado nesta sexta-feira pela CBD, o objetivo é unir as operações do Ponto Frio, Extra Eletro (ambos de controle da CBD) e Casas Bahia sob a administração de uma única sociedade para aumentar a eficiência do negócio.

A CBD irá transferir para a Globex (nome da controladora do Ponto Frio), por R$ 120 milhões, todos os estabelecimentos comerciais (lojas Extra Eletro) onde ela atualmente opera negócios com varejo de bens duráveis. Isto não inclui as operações de eletroeletrônico que o CBD possui dentro de seus supermercados e hipermercados.

A Casas Bahia constituirá uma nova sociedade chamada Nova Casas Bahia, com uma dívida líquida de aproximadamente R$ 950 milhões. Não integrarão os ativos transferidos para a Nova Casas Bahia os imóveis de propriedade da Casas Bahia, a participação da Casas Bahia na indústria de móveis Bartira, as participações societárias em sociedades exclusivamente patrimoniais, não operacionais, aeronaves e hangares e uma parcela da carteira de crédito no valor de R$ 1,067 bilhão.

Após a conclusão da transferência dos ativos e passivos, as partes vão transferir a totalidade do capital social da Nova Casas Bahia para o patrimônio da Globex. Uma vez concluída a integração dos negócios de varejo da Globex e Casas Bahia, a CBD será titular de 50% mais um das ações ordinárias, enquanto a Casas Bahia será dona de 47,84% das ordinárias e 2,21% das preferenciais.

A intenção é que a Casas Bahia atinja 49% do capital votante da Globex. A expectativa das companhias é de que a associção seja implementada no prazo de 120 dias. A Casas Bahia tem presença em 11 Estados do País, além do Distrito Federal, e emprega cerca de 60 mil pessoas em mais de 500 lojas, segundo informações do site da companhia.

» Ações do Pão de Açúcar sobem 11%
» União pode trazer prejuízos para o consumidor

– O Teste dos Protetores Soares

A Associação Pro Teste realizou mais uma de suas pesquisas sobre produtos, e agora o escolhido foi Protetor Solar. E o resultado é preocupante: as indicações nem sempre correspondem com a eficácia real do produto – e isso é muito, mas muito sério!

Veja as marcas avaliadas e o resultado:

Extraído de: Terra Vida & Saúde

Teste reprova 8 de 10 protetores solares FPS 30

O verão está chegando e uma avaliação da entidade Pro Teste – Associação Brasileira de Defesa do Consumidor (www.proteste.org.br) reprovou oito de dez marcas de protetores solares de FPS 30 loção. O considerado melhor do teste foi o L’Oréal Solar Expertise e, a escolha certa, Cenoura &Bronze. Os outros produtos que participaram são Avon Sun, Banana Boat Bloqueador Solar Ultra, Coppertone Loção, Episol Loção Oil Free, La Roche-Posay Anthelios/Hélioblock, Natura Fotoequilíbrio, Nivea Sun Loção Solar Protetora e Sundown Suncomplex.

Para chegar a tal conclusão, foram analisados rotulagem, composição, desperdício, irritabilidade, hidratação, proteção (UVA e UVB), resistência (calor, água e luz) e teste em uso. Entre os problemas mencionados está que a maioria dos protetores (com exceção do L’oréal, Cenoura & Bronze e Helioblock) apresenta um ingrediente potencialmente cancerígeno, o benzophenone-3, já proibido em alguns países.

Proteção
Todos os testados oferecem proteção aos raios UVB. No entanto, o Coopertone declara um fator de proteção (FPS 30) maior que o medido (FPS 25). Quando o quesito é raios UVA, que atingem as camadas mais profundas da pele, Coopertone, Episol, Natura e Banana Boat têm proteção muito baixa (menor que 1/3 do FPS, o considerável aceitável na Europa). No Brasil, não há controles ou exigências sobre proteção UVA.

Resistência
Depois da exposição do produto à radiação solar e ao calor por uma hora, mediram o FPS. Avon, Hélioblock, Nivea, Banana Boat e Sundown se mostraram fotoinstáveis, pois não mantiveram nem 80% (alguns nem 60%) da proteção inicial. Portanto, não seria possível garantir sua eficácia após uma hora de uso.
Todos os protetores se dizem resistentes à água e foram testados logo após imersão em água por 30 minutos. O da Natura obteve a pior avaliação, uma vez que sua proteção caiu para 30% da inicial. O da Sundown reduziu para 55%.

Outros dados
Todos têm as informações exigidas por lei nos rótulos. Apenas L’Oréal Solar Expertise, Cenoura & Bronze e Natura indicam o fator de proteção UVA, o que não é obrigatório, enquanto os outros apenas dizem proporcioná-la.

O campeão no problema de retenção na embalagem é o Coppertone, com 20% de desperdício. Os que menos retiveram produto foram Natura e L’Oréal (em média 6%).

No quesito hidratação, os protetores não se saíram muito bem, sendo que o melhor é o Natura, aumentando em até 16% a hidratação da pele (contra média de 8% da maioria). Apenas o Banana Boat provocou irritação (uma leve vermelhidão em algumas voluntárias).

Reinvindicações
A Pro Teste reivindica a obrigatoriedade de o fator de proteção UVA ser no mínimo de 1/3 do FPS e que isso seja indicado no rótulo, testes de fotoestabilidade, redução do prazo de validade (de dois anos para um) e proibição da substância benzophenone-3.

– Chocolates, Saúde e Nestlé

Em pesquisas conhecidas como “Rede Associativa”, voltadas ao comportamento do consumidor, costuma-se ligar impressões marcantes a determinadas marcas. Parmalat, é associada de pronto a palavra “leite”. Johnson & Johnson, “nenê”, “higiene”. Se pedir Nestlé, lembraremos de “chocolate”, por exemplo.

Acostumada com a liderança de mercado de chocolates, a transnacional Suiça triplica seus lucros com uma linha bem diferente do que a altamente calórica: produtos saudáveis!

Extraído de: http://www.terra.com.br/istoedinheiro/edicoes/634/o-bem-estar-da-nestleempresa-reconhecida-pelos-produtos-caloricos-triplica-a-157055-1.htm

O BEM ESTAR DA NESTLÉ

por Adriana Mattos

Num projeto construído a toque de caixa, a Nestlé inaugurou na semana passada uma nova fábrica em Araraquara, no interior de São Paulo. A partir da nova unidade, vão seguir para todo o País lotes de leites premium Ninho e Molico. Todos esses produtos, de alto valor nutricional, fazem parte do esforço da empresa para expandir sua linha de itens saudáveis.

“A nova unidade reforça a Nestlé como uma empresa voltada para nutrição, saúde e bem-estar”, disse o presidente da companhia, Ivan Zurita, no discurso que selou a abertura do local. O plano de Zurita está alinhado com as metas estabelecidas pela matriz, na Suíça – metas, aliás, bastante ambiciosas. Reconhecida pelos produtos altamente calóricos, como o Nescau e o leite condensado Moça, a Neslté quer se transformar na maior companhia de alimentos e bebidas para bem-estar do planeta.

“É uma forma de criarmos mais valor para consumidores e acionistas”, disse recentemente Paul Bulcke, presidente mundial da corporação. É consenso entre especialistas que o mundo vai assistir a uma demanda crescente por produtos saudáveis. Na própria Nestlé isso já é traduzido em números consistentes. Enquanto as vendas totais da empresa crescem 6% por ano, a linha de produtos voltados para a saúde registra alta de 23%.

No Brasil, o fenômeno também começa a ser observado. Segundo uma fonte ligada ao grupo, a área de produtos nutricionais e funcionais no Brasil, que inclui cereais como Nesfit e os iogurtes light Molico, responde hoje por 8% da receita da empresa. Há três anos, a participação era inferior a 3%. Investimentos em marketing e a ampliação da oferta de produtos nas gôndolas dos supermercados fizeram com que alguns itens superassem o desempenho da concorrência.

De acordo com dados da ACNielsen, no período de agosto e setembro de 2009 os iogurtes lights da Molico detinham 16,6% de mercado, ante 13,6% um ano atrás. Enquanto isso, a participação da rival Pense Light, da Batavo, subiu menos, de 13,3% para 14,3%. “Acreditamos em forte expansão da área de produtos nutricionais da Nestlé em 2010, em todos os mercados, inclusive o brasileiro”, disse à DINHEIRO Philip Gorham, analista da consultoria americana MorningStar.

“Essa é uma forma de criarmos maior valor para acionistas e para o consumidor”
Paul Bulcke, PRESIDENTE mundial DA NESTL É

Se a participação das linhas naturais cresce no bolo, os ganhos financeiros da empresa são maiores e os dividendos pagos aos acionistas engordam imediatamente. Considerando apenas os itens saudáveis da Nestlé, as margens de lucro (antes de impostos) atingiram no primeiro semestre mais de 17%. Elas superam com folga os 11% de retorno dos sorvetes e chocolates da marca e das sopas e temperos, com taxa de 12%, segundo um relatório mundial.

É por causa disso que a Nestlé não para de colocar dinheiro nesse negócio. Em 2008, o grupo Nestlé gastou R$ 3,4 bilhões em pesquisa e desenvolvimento em itens funcionais e nutricionais. O valor equivale a 2% das vendas mundiais. Para efeito de comparação, a Danone investe 1% de seu faturamento. Na cesta de 58 marcas ativas da Nestlé no Brasil, apenas 18 são classificada s como nutricionais. Portanto, há grande espaço para avançar nesse segmento.

– A volta da Pakalolo

Para quem se lembra da marca Pakalolo (anos 80 e 90), sabe da força que esse nome tinha entre os jovens.

A Marisol, potência da indústria têxtil, relançará em breve essa marca que foi uma febre naquele tempo. Extraído de Gestão & Ideias da Revista Exame

A RESSURREIÇÃO DE UMA MARCA

Quatro anos depois de comprar a marca Pakalolo, a catarinense Marisol prepara enfim o relançamento da marca de roupas jovens que fez sucesso nos anos 80. Durante esse longo hiato, a empresa estudou uma estratégia capaz de dar fôlego novo à marca. Seus executivos decidiram mudar, por exemplo, o público-alvo — de crianças e pré-adolescentes para jovens de 18 a 23 anos. Além disso, ampliaram a linha de produtos, antes formada basicamente por malhas. Agora, a Pakalolo terá também acessórios como bolsas e sapatos. Para distribuir os produtos, a Marisol optou por criar seu próprio canal de vendas. As primeiras três lojas Pakalolo serão inauguradas no fim de novembro, em São Paulo e Florianópolis. Até 2014, outras 100 devem ser abertas em sistema de franquia. “Até lá, nosso faturamento vai chegar a 110 milhões de reais”, afirma Juliano Reghini, gerente contratado pela Marisol para relançar a Pakalolo.

– A Nova Lei do Perdimento

Tomara que funcione! Uma nova força-tarefa está punindo os postos de combustíveis que mais fraudam o consumidor. Os golpes são os mais variados. Veja como se “pegam os bandidos” e as ações tomadas, com base na nova Lei do Perdimento:

Realizada primeira apreensão de combustível adulterado com base na Lei do Perdimento em São Paulo 

A Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo e o Procon SP – Fundação de Proteção e Defesa do Consumidor realizaram nesta terça-feira (24/11) a primeira apreensão de combustível adulterado com base na Lei do Perdimento em São Paulo. Os técnicos constataram que o posto “Portelinha”, localizado na Avenida Cupecê, 3.440, Cidade Ademar, zona Sul, misturava álcool à gasolina em proporção superior ao permitido, além do uso de solvente. O proprietário do posto foi preso por agentes da Polícia Fazendária por crime de venda de combustível adulterado. Outros dois postos foram inspecionados por uma força-tarefa que reuniu promotores do Ministério Público Estadual, técnicos da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), Instituto de Pesos e Medidas (Ipem), Policia Civil – por meio de agentes da Polícia Fazendária, do Meio Ambiente e de Defesa do Consumidor, e a Prefeitura de São Paulo, por meio do Contru – Departamento de Controle e Uso de Imóveis.

Parte dos 10 mil litros de combustível que estavam armazenados no “Portelinha” foram recolhidos por um caminhão tanque. São 6 mil litros que apresentaram proporção de álcool superior ao permitido e irão para reprocessamento. Após isso, poderão ser doados pelo governo ou aproveitados em veículos do Corpo de Bombeiros, ambulâncias, polícia ou outros veículos oficiais, sem prejuízo aos seus desempenhos. Segundo a Lei do Perdimento, o combustível recuperado pode ser incorporado ao patrimônio do Estado após o seu reprocessamento, que devolverá todas as propriedades originais ao álcool e gasolina adulterados. Os outros 4 mil litros, que apresentaram solvente misturado à gasolina, não terão como ser reaproveitados e serão recolhidos posteriormente para serem incinerados pelo governo do Estado.

No Autoposto Joara, na Avenida Adolfo Pinheiro, 1.171, em Santo Amaro, zona Sul, amostras recolhidas e analisadas pelo IPT também apresentaram adição de álcool à gasolina superior a permitida por lei. Mais de mil litros de combustível foram recolhidos das bombas e encaminhados para o reprocessamento. Ainda no posto, o Ipem constatou adulteração na volumetria das bombas, ou seja, a máquina colocava no tanque menos combustível do que era mostrado no visor (e cobrado). Uma gerente foi detida e encaminhada para prestar depoimento. No posto Mega Flora, na Avenida Washington Luiz, 1.354, zona Sul, agentes da Polícia Ambiental encontraram um poço artesiano irregular. O responsável pelo posto foi encaminhado para registro de boletim de ocorrência.

A operação realizada hoje foi viabilizada pela assinatura de convênio entre o governo de São Paulo e o Sindicato Nacional das Empresas Distribuidoras de Combustíveis (Sindicom). A parceria com os distribuidores agregou ao trabalho de combate à venda de produtos adulterados a estrutura técnica necessária para a reutilização de combustíveis apreendidos nas operações com base na Lei do Perdimento (Lei 12.675/07).

Pelo acordo, assinado em setembro pelo governador José Serra e representantes do setor de combustíveis durante a abertura do Fórum Internacional de Postos de Serviços, na capital, o Sindicom assumiu a responsabilidade de indicar uma empresa associada para efetuar a retirada, transporte, reprocessamento e devolução ao Estado do combustível recolhido em condições de reutilização.

Além do convênio, a Secretaria da Fazenda assinou Termo de Cooperação com a Secretaria da Justiça e Defesa da Cidadania, o Ministério Público (MP) e o Procon-SP para aumentar a eficiência das ações de combate à adulteração de combustíveis no Estado. Desde dezembro de 2004, com a aprovação da Lei 11.929, que instituiu a cassação da inscrição estadual de postos de combustíveis quando constatada a adulteração dos produtos, a Operação De Olho na Bomba cassou a Inscrição Estadual de 735 postos em todo o Estado.

O combustível adulterado aumenta a emissão de poluentes, é fonte provável de prejuízo à saúde, induz o consumidor a erro, pode causar danos ao motor dos veículos, gerando perda de potência e aumento do consumo, além da sonegação de impostos.

Com base na Lei do Perdimento, sancionada pelo governador José Serra em julho de 2007, o Procon-SP pode aplicar penalidades que vão desde multa e apreensão até a interdição parcial ou total do estabelecimento que adquirir, transportar, estocar, distribuir ou revender combustível impróprio para consumo, em razão de sua desconformidade com as especificações fixadas pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), órgão que regulamenta o setor. A Lei também permite que a Secretaria da Justiça delegue à administração tributária as incumbências de apuração e imposição das penalidades.

A aplicação da Lei do Perdimento também mudou o processo de fiscalização. No modelo anterior, três amostras de combustível eram retiradas por técnicos da Secretaria da Fazenda para análise do Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT). Durante o processo, que durava até 30 dias, o posto continuava funcionando normalmente. Confirmada a adulteração do combustível, a Fazenda dava início ao processo de cassação da Inscrição Estadual do estabelecimento.

Agora, durante as fiscalizações dos postos as três amostras continuam sendo recolhidas para análise do IPT. Contudo, um teste preliminar é feito na mesma hora e, confirmada suspeita de adulteração, o tanque com o combustível em desconformidade e suas respectivas bombas são lacrados. Após o processo de análise do IPT, confirmada a fraude, a Fazenda inicia o processo de cassação da inscrição estadual do estabelecimento e o Procon-SP inicia o processo para decretar o perdimento do combustível.

Após essa etapa, o Sindicom indica um de seus associados para efetuar a retirada desse combustível do posto e realizar testes para saber se ele é passível de reprocessamento. Não sendo, a Secretaria da Fazenda contrata empresa ambiental especializada em queima de resíduos tóxicos para descartar o produto. Caso seja possível, após a recuperação o Sindicom devolverá o combustível ao Estado, que poderá utilizá-lo em carros da polícia, bombeiros, ambulâncias, outros veículos do Estado ou ainda para doação.

– Quem é quem no combate à fraude nos combustíveis

Secretaria da Fazenda

• Coordena a Operação de Olho na Bomba, que verifica a conformidade dos combustíveis e o movimento fiscal nos postos.
• Tem poder para cassar a inscrição estadual do posto, caso seja confirmada a desconformidade do combustível.
• Contrata empresa especializada para queimar o combustível apreendido que não possa ser recuperado.
• Faz o teste preliminar de combustíveis nos postos.

Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT)

• Verifica se as amostras de combustível colhidas nos postos estão dentro das especificações determinadas pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).

Fundação de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon-SP)

• Faz o teste preliminar de combustíveis nos postos.
• Lacra os tanques e bombas, caso seja encontrada alguma irregularidade no teste preliminar.
• A partir da confirmação da desconformidade do combustível, pode decretar o perdimento do produto.
• Pode interditar postos que rompam os lacres e também aplicar multa de direito do consumidor a proprietários de postos que voltem a comercializar combustível suspeito.

Sindicato Nacional das Empresas Distribuidoras de Combustíveis – Sindicom

• Retira o combustível adulterado das bombas dos postos que foram fechados.
• Faz a análise para saber se o produto pode ou não ser reaproveitado.
• Caso seja possível, efetua o reprocessamento do combustível e o devolve para o Estado.
• Caso não seja possível, o devolve para que o Estado providencie sua incineração.

Entenda como o combustível é recuperado

1. Após ser decretado o perdimento do combustível, o Sindicato Nacional das Empresas Distribuidoras de Combustíveis e Lubrificantes (Sindicom) faz uma análise para verificar se o produto tem condições de ser recuperado.

2. Se durante a análise for constatada a presença em excesso de marcador de solvente, o combustível não pode ser reaproveitado. Neste caso, o Sindicom devolve o produto ao Estado que, por sua vez, contrata empresa especializada em queima de resíduos tóxicos para efetuar a incineração do combustível.

3. Se existir a possibilidade de recuperação do combustível, o Sindicom tem duas opções:

  3.1) Se for álcool combustível em desconformidade, empresa ligada ao Sindicom faz mistura do combustível impróprio apreendido com uma quantidade superior de álcool puro. Desta forma, o combustível será equalizado de acordo com as normas, tornando-se próprio para reutilização, não causando danos ao motor dos veículos, perda de potência, desgaste de peças ou prejuízo ao Estado.

  3.2)  A gasolina vendida nos postos é conhecida como gasolina C. Nela existem 75% de gasolina do tipo A e 25% de álcool anidro. Se a quantidade de álcool anidro for superior à permitida, empresa ligada ao Sindicom efetua mistura de gasolina do tipo A até que as porcentagens estejam em conformidade com a determinação da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). Desta forma, a gasolina devolvida ao Estado torna-se própria para utilização, não causando danos ao motor dos veículos, perda de potência, desgaste de peças e nem prejuízo ao Estado.

Fonte: Site da Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo

– Estelionatários desfalcam clientes do MercadoLivre.com

O Jornal da Tarde trouxe impressionante matéria sobre como golpistas estão clonando páginas do site de vendas Mercado Livre e lesando os consumidores.

Cuidado com a autenticidade.

Extraído de: http://txt.jt.com.br/editorias/2009/11/24/ger-1.94.4.20091124.1.1.xml

ESTELIONATÁRIOS DESFALCAM CLIENTES DO “MERCADO LIVRE”

por Camilla Haddad – camilla.haddad@grupoestado.com.br

Os golpistas clonam páginas de vendedores bem cotados, anunciam mercadorias,são pagos e desaparecem. Polícia e site investigam casos

 A Polícia Civil de São Paulo investiga a ação de estelionatários suspeitos de utilizar o site MercadoLivre.com, que faz a intermediação de compra e venda de produtos entre terceiros, para aplicar golpes pela internet. As vítimas, na maioria das vezes, estão interessadas em eletrônicos como notebooks, celulares e MP3. Elas acessam páginas que acreditam ser de ‘vendedores’ de confiança e fazem o depósito bancário. Horas depois da confirmação da compra, o vendedor desaparece e o produto não é entregue. O site também apura as denúncias.Segundo policiais, os golpistas clonam a conta de vendedores que receberam classificações positivas e selos de graduação, sistema criado pelo site para orientar os compradores, levando-se em conta as transações já realizadas pelos vendedores. Nas páginas, são oferecidas mercadorias novas e na caixa, geralmente com o preço um pouco abaixo do das lojas. Até o momento, a 4ª Delegacia de Delitos Cometidos por Meios Eletrônicos do Departamento de Investigação sobre o Crime organizado (Deic) concentra as ocorrências, mas não divulga números. Há inquéritos sobre casos nos 15º DP (Itaim Bibi) e 14º DP (Pinheiros). O Jornal da Tarde recebeu reclamações de 12 vítimas.

Como os falsos vendedores apresentam boa qualificação, o internauta tem a sensação de garantia na compra. Quando é feito o depósito, ocorre a surpresa: não é mais possível entrar em contato com o vendedor. Os telefones não atendem e os e-mails cobrando a entrega são ignorados.

Há casos em que os golpistas estão sendo rastreados pelo MercadoLivre.com. Quando isso acontece, clientes recebem mensagens online do site para não confiar em determinados vendedores. Foi o que ocorreu com o consultor de tecnologia da informação Marcelo Cardoso, de 35 anos, uma das vítimas que enviaram reclamação ao JT. Em outubro deste ano, Cardoso comprou um netbook com uma maleta de brinde. O valor anunciado era R$ 799. Se pago à vista, receberia um desconto de 13,5%. Segundo Cardoso, o valor final foi de R$ 691. Ele depositou a quantia, mais R$ 40 pelo frete. O vendedor do produto, que se identificava como Cleodinei, tinha qualificações positivas. Ao concluir a compra, Cardoso recebeu uma mensagem do MercadoLivre.com com a mensagem: “Demos início a um processo de investigação sobre o usuário Cleodinei. Aconselhamos que não dê continuidade à transação”.

“Eu tentei falar sem sucesso com vendedor e depois vieram mais ou menos seis e-mails do MercadoLivre.com, dizendo para não avançar nas negociações pois o vendedor estaria sob suspeita de fraude e investigação. Só que já era tarde”, contou Cardoso.

Situação semelhante passou o engenheiro Rodrigo Araújo, de 40 anos. Em setembro, ele procurou um celular usado no site. O vendedor escolhido por ele era credenciado e autorizado, segundo as classificações do MercadoLivre.com. No mesmo dia, Araújo comprou um aparelho com cartão de crédito no valor de R$ 700. A compra foi dividida em 12 vezes. “Tive fé que ia receber o aparelho em cinco dias úteis, mas recebi, sim, um e-mail do MercadoLivre.com quatro dias depois, me dizendo que o vendedor estava sob investigação e portanto a negociação estaria paralisada até o fim do processo.” Segundo ele, a compra não foi cancelada pelo cartão.

O delegado Antônio Carlos Menezes Barbosa, da Divisão de investigações sobre Infrações contra o Consumidor, afirma que queixas de compras na internet são constantes. “A vítima pode procurar nossa delegacia. Se for do interior ou da Grande SP, deve ir à delegacia mais próxima de casa.” Segundo ele, o suspeito pode ser acusado de estelionato, com pena de um a cinco anos de detenção, e publicidade enganosa (de três meses a um ano de prisão).

 

DICAS DE SEGURANÇA1 Ao utilizar o site MercadoLivre.com, observe a qualificação do vendedor e a seção de perguntas e respostas do produto. Leia os comentários dos outros usuários

2 Desconfie dos produtos novos com preço muito abaixo da média do mercado. A venda na web permite uma redução de custos, mas não de forma exagerada

3 Tire todas as suas dúvidas sobre o produto no campo de perguntas. Pergunte cor, modelo, tamanho, marca, custo do frete, trocas e devoluções

4 Prefira negociações que aceitem o sitema mercadopago. Por ele, o comprador deposita no mercadopago, mas o dinheiro só é enviado ao vendedor quando o comprador receber o produto, conferir e liberar o pagamento. Pelo mercadopago, o comprador pode usar cartão de crédito, parcelar em várias vezes e o vendedor recebe à vista

5 Se for pagar por meio de depósito bancário, verifique se o nome do vendedor coincide com o nome do titular da conta. Nunca deposite em contas de terceiros

6 Desconfie de depósitos em conta-poupança e em cidades distantes de onde o anúncio informa estar o produto

7 Garanta que o vendedor ofereça mais de um meio de contato (telefone, e-mail, celular) para situações posteriores de trocas e devoluções

8 Navegue pelo site. Comprar ou vender é apenas uma das ferramentas que o MercadoLivre.com disponibiliza. Entre nas comunidades, peça informações, deixe suas perguntas. Participe de fóruns, visite a área de tendências, guias de compra, melhores vendedores, portal de segurança, produtos mais ofertados. Sinta-se seguro na escolha do usuário e do produto comprado

 

Em caso de dúvidas, acesse:

Guia do comprador pelo link: http://www.mercadolivre.com.br/ajuda_compra.html
Portal de segurança: inclui questões sobre como comprar e vender de forma segura, como funciona o sistema de qualificações dos vendedores e como proteger o cadastro. O link é: http://www.mercadolivre.com.br/brasil/ml/p_loadhtml?as_menu=CSEG&as_html_code=CSEG01

Proteção ao comprador:

www.mercadolivre.com.br/brasil/ml/p_loadhtml?as_menu=M08S03&as_html_code=PPC_PROGRAMA

– O Banco da Favela

Buscando lucros e inclusão social, o Bradesco toma uma nova iniciativa: quer ser o banco das favelas!

Extraído de: Ig

BRADESCO INAUGURA AGÊNCIA NA FAVELA DE HELIÓPOLIS

Os bancos acirraram a disputa pela clientela das classes D e E, que estão consumindo mais por causa do aumento da renda e do emprego. Hoje, o Bradesco inaugura a primeira agência dentro de uma favela de São Paulo.

A comunidade escolhida foi a de Heliópolis, na zona sul da capital paulista, a maior favela da cidade, com população estimada de 120 mil pessoas, das quais 40 mil com potencial de abrir conta em banco. A renda familiar é de até três salários mínimos, equivalente a R$ 1.395
A agência de Heliópolis não é a primeira investida do Bradesco na inclusão bancária em comunidades da chamada baixa renda nas grandes metrópoles brasileiras. Há cerca de dois anos, o banco abriu uma agência na Favela da Rocinha, no Rio de Janeiro, uma das maiores do País.
“Estamos muito satisfeitos com os resultados”, contou o presidente executivo do Bradesco, Luiz Trabuco Cappi.

Hoje, a agência na Rocinha tem 2,5 mil correntistas, dos quais 85% são pessoas físicas e os 15% restantes, empresas. A taxa de inadimplência está dentro dos padrões considerados normais, de 5% da carteira de crédito da agência.

“Existe uma lenda, que acabou virando verdade, segundo a qual pobre não dá prejuízo a ninguém”, disse o diretor executivo do Bradesco, Odair Afonso Rebelato. “Isso é verdade, desde que o volume de dinheiro que ele tenha no bolso seja suficiente para pagar a todos.”
Se houver qualquer intempérie, o primeiro segmento que vai deixar de receber é banco, ressaltou o executivo. “Ele vai priorizar o mercado e a farmácia, mas, como o patrimônio dele é o nome, em algum momento ele volta a pagar.”
Além agência na favela, o Bradesco também inaugura hoje o primeiro posto avançado de atendimento de Novo Santo Antônio, em Mato Grosso. Com 2.250 habitantes, a cidade está distante 220 quilômetros da agência bancária mais próxima, em São Félix do Araguaia. Com isso, o Bradesco atinge 5.564 municípios, ou seja, 100% das cidades do País.

“O Bradesco tem como estratégia central o crescimento orgânico, e o Brasil tem uma enorme população que nunca teve conta em banco. Ao mesmo tempo, a economia brasileira vivencia um extraordinário processo de mobilidade social, as pessoas estão mudando de renda, para melhor”, disse Cappi.

“Assim, ter presença em todos os municípios brasileiros é fundamental para nosso objetivo de crescer, conquistar novas contas, inclusive junto a esse público, e ampliar fatias de mercado”, concluiu.

 

– Amil compra Medial Saúde

Depois de um grande crescimento (investiu em marketing e patrocínio no Corinthians), a Medial Saúde foi vendida à Amil, fazendo o grupo ter 15% d mercado de planos de saúde do país.

E como ficarão os beneficiários dos planos Medial?

Extraído de: http://portalexame.abril.com.br/financas/amil-precisa-digerir-medial-rapidez-se-beneficiar-aquisicao-dizem-analistas-513632.html

Fusão Amil-Medial agrada mercado, mas envolve desafios

Amil vai ampliar sua base de consumidores e tornar a Medial mais eficiente, mas precisará absorver rapidamente os ganhos de sinergia (por Peri Dias)

A compra da operadora de planos de saúde Medial pela Amil, anunciada nesta quinta-feira, pode aumentar a eficiência de ambas as companhias e abrir caminho para uma consolidação maior do setor, segundo analistas de duas corretoras que acompanham a Amil. No curto prazo, porém, a empresa precisa provar que é capaz de digerir os ganhos de sinergia que a aquisição pode trazer num prazo que compense o valor pago pela transação, visto como relativamente alto.

A visão mais positiva sobre a compra vem do analista da corretora do Santander, Daniel Gewerh. Responsável pela cobertura das empresas do setor de saúde, ele afirma que o principal benefício para as companhias é a possibilidade de a Medial melhorar seus processos de precificação dos planos de saúde comercializados, ao adotar os padrões da Amil.

Segundo o analista, a Medial praticava preços abaixo da média de mercado para alguns produtos como forma de conquistar clientes da concorrência, mas amargava prejuízo nessas operações. No longo prazo, a empresa saía muito prejudicada pela estratégia.”Nesse setor, a precificação é fundamental, é o ponto mais importante desse negócio”, afirma.

A aquisição também pode melhorar os índices de sinistralidade da Medial – ou seja, reduzir os gastos da empresa com serviços de saúde – e gerar economia com a diluição dos custos administrativos.

Para a Amil, por sua vez, o negócio amplia a base de clientes e fortalece a capacidade de distribuição no mercado paulista, o mais importante do país. A fatia da empresa em São Paulo vai praticamente dobrar, dos atuais 7,9% para 15,1%.”Essa compra se encaixa perfeitamente na estratégia da Amil. Ela adquiriu a empresa que precisava adquirir”, diz Gewerh.

Consolidação em andamento

O analista do Santander acredita que o negócio também aumenta as chances de a Amil se tornar a grande consolidadora do mercado de saúde, a partir da aquisição, em médio e longo prazo, de outras concorrentes. Alguns dos negócios mais importantes do setor nos últimos cinco anos foram protagonizados pela Medial, ao comprar a Amesp, e pela Amil, ao adquirir a Amico e a Blue Life.

– A Azul e o Bioquerosene

A Azul Linhas Aéreas acaba de divulgar que por confiar no Brasil, sua frota de aeronaves brasileiras voará com… bioquerosene brasileiro! E assumirá os custos, pois acredita no país!

Discurso bonito; com marketing e responsabilidade ambiental. É uma boa receita para se ter vantagem competitiva.

– China censura discurso de Obama sobre a Censura

Ditadura é ditadura em qualquer lugar! O mundo quer negociar de todo jeito com a China; lógico, 1/4 do mundo está lá… Para isso, esquecem-se dos direitos humanos e da opressão.

Pois o presidente dos EUA, Barack Obama, está em visita a China e visitou Hu Jintao. Após o encontro, falou a estudantes e criticou a censura. Resultado: o governo chinês simplesmente CENSUROU o discurso de Obama!

Já que eles fecharão bons negócios, a censura foi “permitida”… Uma pena!

Extraído de: http://oglobo.globo.com/pais/noblat/posts/2009/11/17/na-china-obama-critica-censura-internet-241862.asp

Na China, Obama critica censura à Internet

O presidente americano Barack Obama criticou a censura contra a internet na China em encontro ontem à tarde com 200 universitários em Xangai.

No único evento aberto em sua visita de três dias, a primeira à China, ele disse não temer a ascensão do país asiático. “A China é bem-vinda como um membro forte e próspero na comunidade das nações”, disse.

O governo americano queria mil estudantes na plateia e transmissão ao vivo para todo o país. Os membros da audiência mais enxuta foram escolhidos pelas autoridades chinesas, e as perguntas evitaram temas polêmicos.

Vários jovens presentes, de terno e gravata, são membros da Liga da Juventude Comunista, braço do partido.

O encontro foi transmitido apenas em Xangai, por um canal de televisão local, além do site da Casa Branca. Nele, Obama disse que “o fluxo livre de informação fortalece a sociedade” e que “quanto mais ideias houver, mais dinâmica fica a sociedade, é uma fonte de força que deve ser encorajada”.

“Defendo a abertura e sou contra a censura, o que é uma tradição nos EUA”, disse. A declaração ficou poucos minutos nos portais chineses, até ser substituída por declarações mais amenas. Centenas de blogs e sites como Facebook, Twitter e Youtube são bloqueados no país.

Apesar de apresentado como uma tentativa de Obama de chegar à opinião pública chinesa, o evento frustrou quem esperava um debate franco sobre a relação bilateral.

Na maior parte do tempo, os dois lados foram vagos. Estudantes perguntaram se ele levaria a família à Exposição Universal de Xangai, que acontece no ano que vem e o que ele estudou para se tornar um premiado com o Nobel da Paz. Assinante do jornal leia mais em: Na China, Obama critica censura à internet

– Lucro da Petrobras cai 26% no último trimestre

Dá para acreditar? A Petrobras anunciou que seu lucro no terceiro trimestre desse ano foi de “apenas” US$ 7 bilhões, ou seja, 26% menor do que o ano passado.

Motivo? A queda nos preços do combustível no Brasil!

Assim como você, eu não vejo queda alguma…

Extraído do G1:

LUCRO DA PETROBRAS CAI 26%

por Denise Lima

RIO DE JANEIRO (Reuters) – A Petrobras registrou no terceiro trimestre um lucro líquido de 7,3 bilhões de reais, que representa queda de 26 por cento na comparação com igual período de 2008, devido principalmente ao preço menor dos combustíveis no mercado brasileiro e a um pagamento extraordinário de taxas.

Apesar da queda na comparação anual, o resultado ficou ligeiramente acima do que esperava o mercado. Estimativa média de sete analistas ouvidos pela Reuters indicava lucro de 7 bilhões de reais no terceiro trimestre.

O Ebitda da empresa, que mede a capacidade de geração de caixa, foi de 13,99 bilhões de reais no período, contra 15,13 bilhões registrados no terceiro trimestre do ano passado.

Um dos fatores que influenciou negativamente no resultado da empresa no trimestre foi o provisionamento de 1,3 bilhão de reais para ajuste no pagamento de participação especial sobre a produção no campo de Marlim, disse o diretor financeiro da companhia, Almir Barbassa, a jornalistas.

“Dado o ajuste do acordo com Marlim, é um resultado muito bom e reflete o aumento de produção da companhia e a manutenção de custos operacionais”, afirmou Barbassa, acrescentando que a tendência do quarto trimestre é manter os custos operacionais estáveis, já que três plataformas implantadas nesse ano estão em crescimento de produção.

EXPORTAÇÕES

A companhia obteve uma reversão em sua balança comercial. Nos primeiros nove meses de 2008 ela estava negativa em 1,8 bilhão de dólares e nos nove primeiros meses de 2009 o resultado ficou positivo em 1,795 bilhão de dólares.

A mudança ocorreu porque a companhia elevou as exportações de combustíveis como gasolina, já que a demanda no mercado local caiu em alguns momentos do ano.

A Petrobras registrou receita operacional líquida de 47,8 bilhões de reais no terceiro trimestre, 20 por cento menor que o montante há um ano, mas superior aos 44,6 bilhões de reais do faturamento no segundo trimestre.

“A queda do preço do petróleo levou à redução da receita. Desde o terceiro trimestre de 2008 o Brent caiu 49 por cento e provocou a redução no preço médio de venda”, acrescentou Barbassa.

Do lado positivo, segundo Barbassa, além do aumento do preço do petróleo, houve a queda da diferença entre o preço do Brent e o do petróleo do campo de Marlim, que chegou a atingir 12,8 dólares no terceiro trimestre do ano passado e que nesse ano está em apenas 4,28 dólares por barril.

Essa redução se deu devido à maior oferta de óleo leve, de maior valor comercial, no mercado durante a crise. Quando há cortes de produção dos países produtores, para ajustar à demanda, normalmente eles optam por cortar o óleo pesado, que vale menos.

Mas com a queda geral na oferta do pesado, o preço deste, relativamente ao do óleo leve, acabou melhorando.

CÂMBIO E INVESTIMENTOS

A empresa teve impacto cambial positivo no trimestre, devido, entre outros fatores, a empréstimo feito com o BNDES que é atrelado ao dólar. Com a queda da moeda norte-americana, a empresa obteve ganho financeiro.

No relatório sobre o resultado trimestral, a companhia ressaltou ainda o aumento da produção de petróleo e derivados no Brasil, que ficou 5 por cento superior a igual período de 2008.

“Apesar da redução de 18 por cento no preço médio de venda dos derivados, o lucro líquido caiu somente 13 por cento sem considerar o impacto pontual negativo de 2,1 bilhões de reais (1,3 bilhão após Imposto de Renda) pelo pagamento de cobrança adicional de participação especial do campo de Marlim decorrente do acordo com a Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis”, disse o presidente da companhia, José Sergio Gabrielli, em carta aos acionistas.

O investimento total da Petrobras até setembro somou 50,7 bilhões de reais, 49 por cento acima do volume investido em todo o ano passado (34,1 bilhões de reais), refletindo o pesado plano de negócios da companhia.

Por fim, Barbassa afirmou que a Petrobras deverá cumprir nesse ano a meta de produção de petróleo no Brasil de 2,05 milhões de barris, com uma faixa de tolerância de 2,5 por cento, indo de 2 a 2,1 milhões de barris.

“Vamos cumprir, mas vamos ficar na parte inferior da faixa”.

– Google é processado pelo Street View!

Algumas cidades importantes no mundo já possuem o serviço do Street View, do Google. Funciona assim: carros circulam pelas ruas, filmando o dia-a-dia e colocando na Web em tempo real. é uma espécie de “Big Brother” com anônimos, sem censura.

E é esse o problema: a invasão de privacidade. Cidadãos e governos reclamam que não querem pessoas, bens ou cotidianos aparecerem filmados na Web. A Suiça, por exemplo, processou o Google por esse serviço. O país exige que as pessoas que sejam filmadas tenham os rostos escondidos e as placas do carro apagadas, para evitar constrangimento.

No Brasil, algumas capitais começaram a ser filmadas em breve. Em São Paulo, a FIAT, por exemplo, fez um acordo para o Google acoplar as câmeras nos 30 veículos que prestarão o serviço, circulando pela capital.

Extraído de: http://diariodigital.sapo.pt/dinheiro_digital/news.asp?section_id=30&id_news=127105

SUIÇA PROCESSA O GOOGLE PELO STREET VIEW

A entidade suíça responsável pela protecção de dados abriu um processo judicial no Tribunal Administrativo Federal contra o Google. Em causa está o desrespeito pela privacidade dos cidadãos no site Street View, apenas dois meses depois de este serviço ter sido lançado no país.

O comissário para a protecção de dados, Hanspeter Thür, defende que o Google não fez tudo o que estava ao seu alcance para tornar as caras dos cidadãos e as matrículas dos carros irreconhecíveis no serviço que disponibiliza a vista panorânica das ruas.

Esta é a primeira vez que o Google enfrenta um processo levantado por uma agência governamental de um país. Os regularores de países como Itália, Alemanha e Japão já tinham mostrado preocupações em relação ao serviço, mas o Google conseguiu negociar medidas que garantiram a privacidade dos cidadãos.

– A Irresponsabilidade dos Pseudos-Dirigentes

Há muito dirigente esportivo que se intitula profissional, mas que no fundo age como o mais fanático torcedor. Sem razão e pleno em emoção, distribui acusações e levanta suspeitas para todos os lados.

Um coerente e fiel retrato da atual situação dos clubes e seus cartolas na reta final do Campeonato Brasileiro deste ano, foi elaborado pelo jornalista Fernando Sampaio, o qual reproduzo (extraído do seu blog, em: http://blogs.jovempan.uol.com.br/fernandosampaio/geral/cartola-torcedor-e-prejudicial/comment-page-1/#comment-4606)

CARTOLA TORCEDOR É PREJUDICIAL AO FUTEBOL

As declarações de cartolas torcedores só prejudicam o futebol. Acusam árbitros de ladrões, mas não apresentam provas. Fazem declarações passionais e levianas. Ninguém apresenta uma denúncia concreta. Insinuam, mas não dão os nomes. A única intenção é pressionar a arbitragem. Esta tática infantil tira a credibilidade do próprio futebol. Não é profissional. Prejudica o próprio negócio.

O torcedor fanático acredita e fica revoltado.

Outro dia, um dirigente disse que todos os cinco primeiros colocados pagam mala branca. E quando seu time está disputando o título será que paga também? Ah, não o meu clube não paga. Cara de pau. Palhaçada.

Nos últimos jogos do Verdão, existiram erros grosseiros da arbitragem. Ok, é preciso discutir isso, mas e o futebol? E a superação de Ronaldo no clássico, debaixo de 40 graus? E a recuperação do Fluminense, não só no Brasileirão? Sport x Palmeiras foi espetacular. A audiência bombou. Ora, se é tudo armado, porque assistir na TV? Vai ver novela e pára de chororô.

Se o campeonato é armado, porque o cartola não pede para o torcedor ficar em casa?

Quando o cartola vai vender o patrocínio do clube, ele não avisa o cliente que seu time será roubado e que existe um esquema para o rival ser campeão. Ele vai lá vender o sonho de títulos. Depois, quando o sonho não se realiza, vira um bebê chorão. Denegrir a imagem do produto futebol é uma burrice monumental. Isso cabe à todos os clubes.

É preciso ter espírito esportivo e saber reconhecer os méritos dos vencedores.

No Palestra, torcedores queriam bater nos jogadores e na imprensa. O sujeito sai do estádio revoltado, querendo achar um culpado. Ridículo. Futebol tem que ser diversão. O cara tem que sair do estádio e ir namorar, jantar, ler, dormir, fazer qualquer coisa, menos brigar. O resultado de uma partida não pode ser tão importante na vida. Senão, é melhor gastar o dinheiro no psicólogo. O futebol não pode fazer tão mal á saúde.

Futebol tem que gerar alegria ou tristeza, não raiva e ódio.

– O Cartel de Brinquedos do Brasil

Você acha que os brinquedos brasileiros custam caro? Acha também que existe uma invasão de produtos chineses?

Seu achismo está correto! A Secretaria de Defesa Econômica do governo aponta a existência de um grande cartel no setor de brinquedos, que controla desde a importação até a política de preços do setor.

Extraido da Folha de São Paulo, 12/11/2010, caderno Economia, pg e3, por Julianna Sofia

SECRETARIA QUER CONDENAÇÃO PARA CARTEL DE BRINQUEDOS

Depois de três anos de investigação, a SDE (Secretaria de Direito Econômico) -ligada ao Ministério da Justiça- recomendará a condenação da Abrinq (Associação Brasileira dos Fabricantes de Brinquedos) e de seu presidente, Synésio Batista da Costa, sob a suspeita de induzir o mercado nacional de brinquedos a formar um cartel na importação de produtos da China.
O parecer com o pedido de punição, ao qual a Folha teve acesso, será encaminhado hoje ao Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica), que julgará o caso.
No caso de condenação, a multa a ser aplicada pode variar de 1% a 30% da receita da entidade, além de outras punições a serem arbitradas pelo tribunal administrativo.
A prática de cartel traz prejuízos diretos ao consumidor, pois elimina a concorrência, provocando aumento de preços no mercado.
A denúncia contra a Abrinq e Costa foi apresentada à SDE, em 2006, pela Mattel do Brasil- subsidiária da multinacional americana que comercializa brinquedos fabricados principalmente na China.
De acordo com as acusações, a associação e seu dirigente incentivaram a adoção de uma conduta uniforme por parte de fabricantes, importadores e lojistas do setor.
Gravações
As principais provas apresentadas no caso são a pauta de uma reunião convocada pela Abrinq e a gravação desse encontro, que foi realizado em setembro de 2006.
Na reunião, a associação teria proposto: fixação e gerenciamento de cotas fixas individuais por importador; estabelecimento de preços mínimos para as importações; e criação de barreiras à entrada no mercado de novos concorrentes.
As informações levantadas no processo mostram que a entidade pretendia diminuir a exposição do mercado nacional à concorrência dos produtos chineses, limitando as compras com cotas individuais por CNPJ do importador e fixando preços mínimos.
A Abrinq, destaca a secretaria, tem como associados empresas que respondem por 30% do mercado nacional, e a produção local equivale a 55% dos brinquedos vendidos no país. O setor reúne 300 fabricantes locais e 50 importadores.

Acordo
O parecer relata que, em agosto de 2006, empresários brasileiros e a Abrinq foram à China negociar um acordo com a indústria de brinquedos daquele país. Na volta da viagem, Costa convocou uma reunião com todos os 42 associados para discutir o tema.
No encontro, afirma a SDE, a Abrinq passou aos empresários a impressão de que o acordo com a China autorizava a associação a fixar e distribuir as cotas individuais e a estabelecer preços mínimos.
Na prática, a associação teria usado o acordo para induzir a formação de cartel. A investigação ainda aponta que Costa dava a entender que o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio do Brasil chancelava as medidas.
“A reunião na sede da Abrinq e as afirmações de seu presidente a respeito do acordo travado com entidades chinesas foram voltadas a influenciar a adoção de comportamento uniforme no mercado”, diz o relatório. “Jamais foi ou poderia ter sido competência da Abrinq estabelecer ou distribuir cotas de importação ou atuar na fixação de preços mínimos de importação”, continua o texto.
Em ofício à secretaria, o ministério informou que o acordo entre Brasil e China -homologado pelo governo em dezembro de 2006- envolve cotas globais de importação de produtos e trazia “disposições gerais a serem adotadas pelas empresas para garantir o equilíbrio do comércio”.
A SDE, em sua análise, pondera que, em nome da defesa comercial da indústria brasileira, a associação não poderia ter desrespeitado as regras de defesa da concorrência.
“O objetivo de impedir um excesso de entrada de produtos chineses no Brasil não legitima a conduta adotada pela Abrinq”, afirma. 

– Vende-se um Pedaço de Paraíso Não Lucrativo

O Costão do Santinho está a venda. Leia bem: não são casas no Costão, mas ele próprio. Deficitária, endividada e até mesmo “azarada”, a empresa que detém o resort mais badalado do Brasil procura um comprador.

Extraído da Revista Exame, com o link publicado em: http://portalexame.abril.com.br/revista/exame/edicoes/0949/negocios/paraiso-venda-489444.html

UM PARAÍSO À VENDA

Considerado o melhor resort do Brasil, o Costão do Santinho, em Florianópolis, envia carta a potenciais interessados em comprá-lo — uma reação à queda no número de turistas e à falta de investidores

por Denise Carvalho

Localizado a 35 quilômetros de Florianópolis, em Santa Catarina, o complexo hoteleiro Costão do Santinho está encravado numa reserva de 750 000 metros quadrados de mata nativa, entre uma praia paradisíaca, dunas preservadas e costões rochosos. Sua infraestrutura é comparada à de resorts internacionais. Possui 600 apartamentos, campo de golfe, spa, seis restaurantes, oito quadras esportivas, bares e danceteria. Há quatro anos consecutivos, o resort conquista o título de melhor do Brasil no prêmio concedido pela revista VIAGEM E TURISMO, da Editora Abril (que publica EXAME). Com tantas atrações e honrarias, era de esperar que o negócio estivesse em situação tão privilegiada quanto a localização do hotel. Pois não está. Segundo três fontes independentes ouvidas por EXAME, Fernando Marcondes, fundador do complexo, busca um comprador para o Costão do Santinho Turismo e Lazer, a empresa que administra o resort e é dona das áreas comuns. Há cerca de dois meses, o Costão enviou a potenciais interessados uma carta-convite assinada por Alan D. Briskin, presidente da consultoria Allenby Enterprises, na Flórida, nos Estados Unidos. Na carta, Briskin diz que foi autorizado por Marcondes a iniciar conversas com grupos interessados, explica o tamanho e as características do resort e revela que o proprietário deseja se aposentar. Procurados pela reportagem, os executivos do resort negaram a venda.

As dificuldades do grupo começaram há dois anos, com a prisão de Marcondes pela Polícia Federal. Dono e “alma” da empresa, ele foi detido por suspeita de envolvimento em um esquema de compra e venda de licenças para construção em áreas de preservação ambiental. Segundo pessoas próximas a Marcondes, o caso diminuiu o interesse de investidores na compra de imóveis dos condomínios Costão das Gaivotas e Costão Golf, dois novos empreendimentos em implantação nas redondezas do resort. Apenas 60% dos 124 imóveis do projeto Gaivotas, por exemplo, foram comercializados desde o lançamento, há mais de dois anos. Além do desgaste provocado pelo caso, o Costão do Santinho foi afetado financeiramente por dois episódios recentes. O primeiro foram as fortes chuvas que mataram e desabrigaram centenas de pessoas em parte de Santa Catarina, em novembro de 2008. Em razão da tragédia, estima-se que 20% dos pacotes tenham sido cancelados pelos clientes para o verão de 2009. O segundo fator foi uma queda no movimento em razão da crise. Com a redução no número de hóspedes, a ocupação do Costão do Santinho no verão de 2009 foi de 60% — cerca de 15% menor do que a registrada em 2008. “A crise abateu o setor. Tivemos o pior desempenho dos últimos 15 anos”, diz Tarcísio Schmitt, presidente do Sindicato de Hotéis, Bares, Restaurantes e Similares de Florianópolis.

Esse cenário colocou em questão o modelo de negócios do Costão. Trata-se do sistema de “condo-hotel”, em que os apartamentos são vendidos a investidores. Em certa medida, é como se essas pessoas se tornassem sócias do Costão. Só que, em vez de ter ações, elas são donas de uma fração do empreendimento. Quando os proprietários não estão no hotel, os imóveis são oferecidos aos hóspedes. Marcondes seria o sócio majoritário. Ele é dono de imóveis e das áreas comuns, além de ser responsável pelo equilíbrio financeiro do negócio. Com o aumento da concorrência nos últimos anos, ficou mais difícil atrair turistas. Hoje, o Costão do Santinho disputa clientes com resorts que proliferaram pelo país. Apenas no Nordeste, os quartos de hospedagem se multiplicaram por 10: de 300, em 1999, para mais de 3 200 no ano passado. Com a competição pelos clientes, a média de ocupação nacional também caiu: de 70%, em 2005, para 45%, em 2008. Para um resort começar a ter lucro, estima-se, o mínimo deve ser 50%. “Estamos acima disso”, diz Felipe Marcondes, filho de Fernando Marcondes e executivo do grupo.

O movimento do Costão do Santinho para atrair um comprador ocorre em um dos momentos mais difíceis da história recente da indústria hoteleira mundial. Com a economia global em recessão e a falta de crédito, os compradores ficaram mais criteriosos na avaliação de investimentos e mais seletivos na escolha de projetos. Sobretudo no Brasil, que, depois da valorização do real, se tornou mais caro para os turistas brasileiros e estrangeiros. Em paralelo, a concorrência e a baixa ocupação dos quartos de hotéis disponíveis transformaram as redes hoteleiras do Brasil em um negócio de baixo retorno. Hoje, a taxa média de retorno dos empreendimentos hoteleiros no país varia de 12% a 14% ao ano, enquanto nos Estados Unidos, por exemplo, supera 25%. “Com esse baixo nível de retorno, os investidores tendem a comprar hotéis em Paris ou Madri, capitais desejadas pelos turistas”, diz José Ernesto Marino Neto, presidente da BSH International, consultoria especializada em turismo. O resort Costão do Santinho poderia interessar, no entanto, companhias que têm um modelo de negócios verticalizado. Empresas como a alemã Tui. Com um sistema integrado, que inclui agências de viagens, hotéis e uma frota de cerca de 130 aviões, o grupo seria capaz de trazer turistas de qualquer ponto da Europa — e, assim, dar continuidade ao paraíso.

– Flamengo, Olimpikus e Esoterismo

Em tempos de profissionalismo, assusta tal medida da Olimpikus, fabricante de material esportivo: segundo a coluna “De Prima”, do Jornal Lance de 06/11/2009, a empresa abriria uma nova loja temática com artigos do Flamengo, mas não o fez, pois a “lua não estava na melhor conjunção”. A diretoria do Mengão ficou magoada… Crendices & Negócios de mãos dadas!

Em: http://www.lancenet.com.br/flamengo/noticias/09-11-06/648687.stm?fla-ficou-contrariado-com-decisao-da-olympikus-mas

– Senso Incomum: Boas Ideias, Criatividade e Interação

A inovação é algo marcante para o empreendedorismo. Compartilho interessante matéria sobre a empresa “Senso Incomum”, que resolveu colocar a expressão das suas ideias, literalmente, no peito.

A iniciativa é do amigo Prof Eduardo Sangion, e compartilho abaixo:

Extraído de: http://cpopular.cosmo.com.br/metropole/conteudo/mostra_noticia.asp?noticia=1660385&area=2230&authent=AAAEA8D7653742AB9CA9E564054399

Papo-cabeça para vestir

Novidade: grupo de amigos põe suas ideias em roupas e cria a linha de camisetas Senso Incomum que estampa o inconformismo com bom humor

Sammya Araújo
sammya@rac.com.br

Uma ideia na cachola, um ideal expresso no peito. Os papos-cabeça de uma turma de amigos de Campinas chegaram à internet e acabaram não em mais um blog dos que proliferam na rede, mas embalados “para viagem” em camisetas que declaram o modo de ver a vida e estampam inconformismo com o establishment. A tal coisa do meio e mensagem.Tudo partiu da inquietude do publicitário Eduardo Sangion, de 35 anos, que se fartou da estagnação percebida em si mesmo diante do mundo e das “pequenezas” que atravancam o dia a dia. Evocando a capacidade que cada ser humano tem de se inflamar com um sonho, uma reivindicação, uma bandeira, ele criou o site Senso Incomum (www.sensoincomum.com.br), chamando os internautas à interação e à reflexão. O que sai dali vai parar nas peças de roupa comercializadas on-line, veia prática das lucubrações que se tornaram projeto de voo solo.

A página, no ar há pouco mais de dois meses, é composta de artigos escritos pelo grupo de “incomunistas”, como se qualificam o pai da ideia e três colaboradores. São eles o bacharel em Letras Gustavo Almeida, que hoje toca o escritório de contabilidade do pai; o engenheiro elétrico Marcelo Braz e o também publicitário Alexandre Tauil. O quarteto expõe ao debate situações rotineiras para a maioria dos mortais e teoriza sem grandes pretensões filosóficas. Não raramente, põe o dedo em temas por vezes nevrálgicos.

É da lavra de Tauil, por exemplo, um texto que questiona: “Falta ao brasileiro, ainda, um senso de disputa social, de orgulho em ser o que é; existe no brasileiro uma sensação de que o que vem de fora é melhor.” O resultado? Além de vários comentários de um grupo que participa de verdade dos debates, a camiseta com o slogan “Brazuca tipo exportação”, que traz uma bandeira nacional estilizada em código de barras.

Braz matuta, entre outros assuntos, sobre a relatividade da segurança de se morar em condomínio, pauta sempre fértil para estudos sociológicos. Diz ele que, independentemente dessas supostas proteções, “a miséria chega até você. Inevitavelmente. Ela pega do lado de fora dos muros. Ela também invade os muros, cria frestas. Ela também surge por dentro dos muros, no vizinho, nos serviçais. E por mais que você não assuma, muitas vezes ela nasce dentro do que você chama de lar”. A camiseta: “Neofeudalismo – A sociedade e seus muros.”

Sangion pondera em um de seus artigos a respeito da aridez da modernidade que praticamente extinguiu a boa educação. Como de regra, convoca os leitores à atitude. “É justamente a falta de coragem de mudar e ser diferente que tem nos levado a um estado de convivência pouco agradável e gentil. Sempre esperamos que os outros mudem primeiro… Isto está errado! Se eu quero que algo aconteça, devo ser o primeiro agente dessa mudança”. O caldo desembocou no lema “Atitude 3G: gentileza gera gentileza”, materializado em camiseta.

Sangion conta que o site nasceu de uma crescente insatisfação, não apenas profissional, mas pessoal, com os rumos tomados em seu “estado adulto”. Atuando na área de consultoria em marketing e vendas para grandes corporações, o publicitário apressou o balanço que muitos fazem a partir dos 40 anos e reviu objetivos. “Durante muito tempo, meu sonho foi ser diretor de marketing de uma dessas empresas para as quais trabalho. Mas vi que esse não era meu caminho e decidi empreender”, comenta.

A Senso Incomum ainda não virou o almejado negócio próprio porque, recente no mercado, não garante renda. A empresa é tocada pelo publicitário em parceria com a mulher, Eveline Telles, que já deixou carreira insatisfatória na área administrativa e se dedica 100% ao empreendimento. Os três mosqueteiros que lhes ajudam raciocinando temas não fazem parte da sociedade, no aspecto financeiro. Incomumente, entraram nessa pela amizade.

“Eu pensava que a nossa galera era tão boa, tantas cabeças legais, e nunca tínhamos pensado em expandir de modo prático o nosso modo de ver a vida. Bolei o projeto e eles toparam colaborar na hora”, diz Sangion. Basicamente, formam o “núcleo criativo” da empresa. O restante, marca, design de produto, plano de divulgação e toda a formatação da empresa foi obra de Sangion e de Eveline.

Em breve, o site vai passar por um upgrade e ficará mais interativo, anuncia o publicitário. Os leitores poderão sugerir títulos que pretendem ver debatidos e a comunidade votará se o tema rendeu a ponto de virar um slogan carregado a peito aberto.

Chave do negócio

Também tomando como aliados os próprios clientes do negócio, os cariocas Fábio Seixas e Rodrigo David fazem sucesso na web há quatro anos com o seu Camiseteria.com (www.camiseteria.com), site de venda de camisetas com desenhos exclusivos. Todas as estampas são desenvolvidas e enviadas pelos internautas e depois submetidas à aprovação da comunidade. Os autores dos modelos selecionados levam R$ 1,3 mil, parte em dinheiro parte em produtos, e ainda divulgam o nome na etiqueta da peça.

O sistema foi inspirado na empresa norte-americana Threadless, que igualmente se apoia em concursos para produzir suas camisetas. A chave do negócio é uma combinação dos acessos num universo virtual colaborativo (mas também competitivo), produção terceirizada, demanda certa e estrutura operacional enxuta. “O fato de termos pessoas que comentam de antemão o que acharam do produto cria uma demanda prévia que é, sem dúvida, um fator importante para o sucesso”, analisa Seixas.

Os números confirmam. Desde que foi criado, o Camiseteria.com já produziu perto de 300 modelos. Atualmente, vende cerca de três mil unidades por mês, a preços que variam entre R$ 45,00 e R$ 55,00. Há também modelos infantis e para bebês.

Melhor propaganda é difícil

O Senso Incomum segue tendência marcante do empreendedorismo na web: uma plataforma que combina comércio eletrônico a redes sociais. É o tal do “comércio social”, que extrapola o modelo batido de “vitrine” virtual e carrinho de compras. Nesses sites, as rotinas de vendas são casadas a ações que promovem a geração de conteúdo colaborativo. Tornando a navegação interessante e criando motivos para que o cliente volte ao site para mais que a compra em si, a marca ganha com a fidelização, defendem especialistas no e-business.

Assim também é o Camiseteria.com, citado como emblemático no mercado. O site hospeda blogs pessoais dos clientes, que posam nas fotos usando as camisetas vendidas ali. Melhor propaganda é difícil.

Grito de independência

A Senso Incomum lançou-se na internet no dia 7 de setembro, data emblemática para o publicitário Eduardo Sangion. “Foi como um grito de independência mesmo. E não podia ser mais senso incomum começar a trabalhar num feriado”, diverte-se.

 

– Lojas Americanas: 1 bilhão de reais em investimentos!

As Lojas Americanas prometem uma ação ousada: dobrar de tamanho em 4 anos, investindo R$ 1 bi.

Extraído de: http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u648839.shtml

Lojas Americanas investirá R$ 1 bi para abrir 400 novas lojas

A Lojas Americanas planeja abrir 400 novas lojas no Brasil nos próximos quatro anos, como parte de um plano de expansão cujos investimentos estimados alcançam R$ 1 bilhão.

Com a implantação das novas lojas, a Americanas estará presente em todos os Estados brasileiros e quase que dobrará de tamanho ante as 471 unidades em operação atualmente. O lançamento do plano, batizado “Sempre Mais Brasil”, veio na esteira da divulgação do balanço trimestral da companhia.

Em teleconferência com analistas para comentar o desempenho trimestral, o diretor financeiro da Lojas Americanas, Roberto Martins, afirmou que a companhia estima obter uma expansão anual média de vendas nas lojas entre 22% e 25%, nos próximos quatro anos, considerando-se crescimento orgânico e a abertura das novas unidades até 2013.

Os recursos previstos no programa, afirmou, serão aplicados tanto na abertura de lojas quanto em reformas e construção de novos centros de distribuição, caso necessário. “Vamos buscar recursos do BNDES [Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social] para esse projeto”, disse Martins.

A empresa já tem programadas 62 novas lojas, dentro da previsão de abertura de unidades para o próximo ano, que está entre 60 e 70.

Em relação à logística exigida pelo investimento, o executivo afirmou que os três centros de distribuição operados hoje podem suportar a expansão prevista para os próximos dois anos. “Depois disso, teremos de avaliar”, acrescentou.

Conforme a Americanas, entre 2000 e 2008, seu número de lojas aumentou em cinco vezes, a receita bruta consolidada cresceu em seis vezes e a geração de caixa operacional medida pelo Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização), subiu em 120 vezes, “o que demonstra solidez na nossa estratégia de crescimento e reforça as oportunidades existentes no país.”

Trimestre positivo

A companhia registrou lucro líquido consolidado de R$ 36,5 milhões no terceiro trimestre, ante ganho de R$ 6,7 milhões um ano antes. O Ebitda totalizou R$ 221,6 milhões de julho a setembro, em comparação a R$ 201,8 milhões em igual intervalo de 2008.

A receita líquida consolidada somou R$ 2 bilhões no trimestre, com alta de 20,5% frente à receita verificada um ano antes. A margem Ebitda consolidada no terceiro trimestre ficou em 11%, ante 12,1% um ano antes.

Considerando-se apenas a controladora, a receita líquida foi de R$ 1 bilhão, comparada a R$ 891 milhões um ano antes.

No conceito “mesmas lojas” –onde só se contabiliza o desempenho das lojas abertas há pelo menos 12 meses–, o crescimento da receita líquida do terceiro trimestre de 2009 sobre 2008 foi de 8%.

A Lojas Americanas informou ainda que a Financeira Americanas Itaú alcançou 2,5 milhões de cartões emitidos, e carteira de recebíveis de R$ 649 milhões.

– Medidas para conter a alta do preço do álcool

A ANP calculou o preço médio do álcool no último mês acima de R$ 1,60! Algumas medidas para serem tomadas em breve: como é sabido, a gasolina contém 25% de álcool na sua composição, e o governo em breve anunciaria a redução para 20%, possibilitando a maior oferta no mercado; em discussão, o aumento do imposto para a exportação de açúcar, estimulando a produção de álcool ; e até a compra de maior quantidade de álcool por parte da Petrobrás.

Extraído de: http://economia.terra.com.br/noticias/noticia.aspx?idNoticia=200911071300_RED_78532689

Preço do álcool chega ao maior valor desde maio de 2006

Fabiano Klostermann
Direto de São Paulo

Os preços do álcool no Brasil vêm subindo desde junho deste ano. Em outubro, o valor pago em média pelo brasileiro por litro do combustível chegou a R$ 1,624 – o maior valor desde maio de 2006 (R$ 1,765), segundo pesquisa da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). Apesar da alta de 16,67% acumulada em cinco meses, creditada a um aumento dos preços do açúcar no mercado internacional, a normalidade deve voltar aos preços do segmento no ano que vem.

Segundo Eduardo Moreira, professor do departamento de Administração da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), a alta do preço do combustível desde maio, em plena safra, está relacionada a um aumento do valor cobrado pelo açúcar no exterior, o que leva a um desvio de parte da produção de cana-de-açúcar (matéria prima de ambos os produtos) para este fim.

Um dos motivos desta alta do preço do açúcar foi a quebra da safra de cana da Índia, que vai levar o país – que é o maior consumidor mundial do produto – a terminar o ano com um déficit de cerca até 7 milhões de t da commodity, segundo informou o Ministério da Agricultura indiano na última quarta-feira.

A alta do açúcar levou então a um fenômeno atípico para os brasileiros: a elevação nos preços do álcool durante a safra de cana no Centro-Sul, a maior região produtora da gramínea no País. “O que aconteceu este ano foi um problema não usual. O normal é pico de preço na entressafra (do Centro-Sul)”, disse Moreira.

Outro fator para a alta no preço do álcool, aposta o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq/USP), são as chuvas ocorridas durante a colheita, que prejudicaram a safra brasileira da cana-de-açúcar. Com as fortes chuvas, segundo a consultoria alemã F.O. Licht, entre 40 milhões a 50 milhões de t de cana serão deixadas nos campos no Centro-Sul após a temporada atual (2009/10).

Mais um motivo, de acordo com o professor, foi o aumento da demanda pelo combustível dentro do próprio País, com um avanço na frota de veículos bicombustível (flex).

Contudo, de acordo com Moreira, a partir da alta do álcool, mais pessoas vão migrar para a gasolina, o que vai equilibrar a demanda pelo combustível e, por consequência, os preços. Um levantamento feito pelo Terra nesta semana mostrou que, com o avanço dos valores cobrados nos postos pelo combustível renovável, já é mais vantajoso abastecer o carro flex na maior parte do País (17 das 27 unidades da federação) com gasolina.

O professor ressaltou que não há falta do produto para o consumidor, como já ocorreu em outras épocas no País. Por isso, diz ser desnecessária uma intervenção do governo no setor.

“Não é um produto essencial para que haja interferência governamental. E não está havendo uma falta, como já ocorreu anteriormente no País. O mercado vai equalizar normalmente. Desde que tivemos a abertura do mercado do álcool no País, não houve falta do combustível”, afirmou.

Normalização em 2010
O professor da PUC-SP afirma que o mercado do álcool deve se normalizar no ano que vem, puxado principalmente por um aumento na área plantada de cana, que deve ocorrer por conta dos bons preços do álcool e do açúcar.

“No álcool, os ciclos são mais curtos (do que no petróleo). De um ano para o outro há aumento de área plantada pela formação de novos canaviais. Com o preço alto deve ocorrer um processo como esse no ano que vem. Preço mais alto estimula a produção”, disse.

Outro motivo que deve tirar a pressão dos preços é uma recuperação na produção de açúcar indiana. Um da F.O. Licht, divulgada na última quarta-feira, aponta que a produção da Índia de açúcar deve saltar de 18,5 milhões de t, na safra 2009/10, para cerca de 24 milhões de t em 2010/11, reduzindo o déficit do maior consumidor mundial do produto.

A mesma consultoria ressalta ainda que a moagem de cana do Centro-Sul brasileiro deve crescer 9,4% da temporada atual para a 2010/11, passando de 530 milhões de t para 580 milhões de t.

“A normalização seguramente vai acontecer no ano que vem. Mesmo com os preços do açúcar em alta, porque há um ajuste na produção (de cana)”, diz o professor da PUC-SP.

» Abastecer com gasolina já é mais vantajoso na maior parte do País

– O Besouro e a Formiga

Compartilho belo artigo sobre o Funcionamento do Mundo Corporativo, enviado pela jornalista Maríla Porcari Gerciano, intitulado: “O Besouro e a Formiga”:

O BESOURO E A FORMIGA

‘Todos os dias, uma formiga chegava cedinho ao escritório e pegava duro no trabalho.

A formiga era produtiva e feliz.

O gerente besouro estranhou a formiga trabalhar sem supervisão.

Se ela era produtiva sem supervisão, seria ainda mais se fosse supervisionada.

E colocou uma barata, que preparava belíssimos relatórios e tinha muita experiência, como supervisora.

A primeira preocupação da barata foi a de padronizar o horário de entrada e saída da formiga.

Logo, a barata precisou de uma secretária para ajudar a preparar os relatórios e contratou também uma aranha para organizar os arquivos e controlar as ligações telefônicas.

O besouro ficou encantado com os relatórios da barata e pediu também gráficos com indicadores e análise das tendências que eram mostradas em reuniões.

A barata, então, contratou uma mosca, e comprou um computador com impressora colorida. Logo, a formiga produtiva e feliz, começou a se lamentar de toda aquela movimentação de papéis e reuniões!

O besouro concluiu que era o momento de criar a função de gestor para a área onde a formiga produtiva e feliz trabalhava.

O cargo foi dado a uma cigarra, que mandou colocar carpete no seu escritório e comprar uma cadeira especial.

A nova gestora cigarra logo precisou de um computador e de uma assistente – a pulga (sua assistente na empresa anterior) para ajudá-la a preparar um plano estratégico de melhorias e um controle do orçamento para a área onde trabalhava a formiga, que já não cantarolava mais e cada dia se tornava mais chateada.

A cigarra, então, convenceu o gerente marimbondo, que era preciso fazer um estudo de clima.

Mas, o besouro, ao rever as cifras, se deu conta de que a unidade na qual a formiga trabalhava já não rendia como antes e contratou a coruja, uma prestigiada consultora, muito famosa, para que fizesse um diagnóstico da situação. A coruja permaneceu três meses nos escritórios e emitiu um volumoso relatório, com vários volumes que concluía : Há muita gente nesta empresa!!

E adivinha quem o besouro mandou demitir?

A formiga, claro, porque ela andava muito desmotivada e aborrecida. ‘

por Ana Paula Lisboa – Psicóloga – CRP-06/92490

 

 

– A rua 25 de Março estudada pelo MIT

Olha que legal: o PhD em Comportamento do Consumidor e psicólogo israelense Dan Ariely , que leciona no famoso MIT, veio passear na Rua 25 de Março, o comércio popular a céu aberto mais conhecido do Brasil.

Em vídeo da TV Exame (Um Gringo na 25 de Março – referência no link), o professor se impressionou! Veja o vídeo clicando em:

http://portalexame.abril.com.br/exametv/economia/gringo-25-marco-cc65507e7f5eabea7fbb384592e8eab1.shtml

– Parece que a crise acabou. Ford anuncia lucro!

Se marolinha ou tsunami, é certo que a crise veio. Se já foi, talvez. Tomara que vá e não volte mais… Indicadores disso é o anúncio da Ford nos EUA: o lucro voltou!

Extraído de: Ig – Último Segundo

Ford anuncia lucro de US$ 997 milhões no 3º trimestre

WASHINGTON – A montadora Ford obteve um lucro líquido de US$ 997 milhões no terceiro trimestre do ano, em contraste com a perda de US$ 161 milhões do mesmo período de 2008, anunciou a companhia nesta segunda-feira.

A Ford apontou que, embora sua receita tenha se reduzido em US$ 800 milhões em relação ao período de janeiro a setembro de 2008, a empresa foi capaz de reduzir seus custos estruturais em US$ 1 bilhão, o que facilitou sua rentabilidade.No total, a empresa faturou no terceiro trimestre do ano US$ 30,9 bilhões, em comparação com os US$ 31,7 bilhões do mesmo período de 2008. Até o mês de setembro, a companhia arrecadou US$ 82,9 bilhões, frente aos US$ 109,1 bilhões registrados no mesmo intervalo de 2008.

Nos nove primeiros meses de 2009, a Ford anunciou um lucro de US$ 1,831 bilhão, o que significa uma mudança radical em relação às perdas de US$ 9,788 bilhões registradas durante o mesmo período de 2008.

A fabricante de automóveis destacou que suas operações na América do Norte foram rentáveis pela primeira vez desde o primeiro trimestre de 2005, ao registrar um lucro de US$ 357 milhões antes do desconto dos impostos.

Também antes de descontadas as taxas, o lucro operacional da companhia foi de US$ 1,107 bilhão, em comparação com a perda de de US$ 2,78 bilhões registrada há um ano. Foi o primeiro resultado positivo operacional desde os três primeiros meses de 2008.

Após estes resultados, a Ford disse que espera ter uma “sólida rentabilidade em 2011”, com um fluxo de caixa de suas operações positivo.

“Os resultados do terceiro trimestre claramente mostram que a Ford está realizando um tremendo progresso, apesar da prolongada contração da economia mundial”, afirmou através de um comunicado o presidente e executivo-chefe da empresa, Alan Mulally.

 

A Ford também anunciou que terminou o terceiro trimestre com uma reserva de US$ 23,8 bilhões, US$ 2,8 bilhões a mais que após o segundo trimestre de 2009, mas US$ 4,9 bilhões a menos que no mesmo período de 2008.

– Ronaldo, Bozzano e o Suposto Plágio

Nâo entendi como plágio comercial, mas a Bayern, laboratório fabricante da Aspirina, entrou na justiça contra a propaganda do Creme de Barbear Bozzano, onde Ronaldo Fenômeno é o garoto-propaganda, e conseguiu retirá-la do ar. Nela, o jogador diz que “se é Bozzano então é bom“. Acontece que a Bayern usa a frase “se é Bayern, é bom” desde 1922 !

Veja o vídeo, as fotos e a matéria em: http://blogs.abril.com.br/croquidamoda/2009/09/ronaldo-novo-garoto-propaganda-bozzano.html

– Nasce um Gigante no Ramo de Combustíveis

O Grupo Pão de Açúcar entrou pra valer na briga no ramo de Combustíveis. Já incrementando em seus supermercados da bandeira Extra os postos “Extra”, agora inaugurará postos de combustíveis fora dos supermercados. O grupo anuncia expansão, e acaba de vencer o banqueiro André Esteves (dono da Univen, Via Brasil e Aster), adquirindo a Rede Duque de Postos.

Abriga parece que será boa. Seu principal concorrente na área supermercadista, o grupo Carrefour, utiliza da mesma estratégia.

Extraído de: http://portalexame.abril.com.br/blogs/primeirolugar/20091029_listar_dia.shtml?permalink=205629

Pão de Açúcar assume rede de postos…

Por Marcelo Onaga 

O Pão de Açúcar, líder do setor varejista brasileiro, vai anunciar no dia 1 de novembro que assume a gestão da Rede Duque de postos de combustível. O grupo comandado por Abílio Diniz já opera alguns postos e decidiu investir pesado no setor. O acordo com a Rede Duque prevê a injeção de capital e direito de compra do controle da operação. Os executivos do Pão de Açúcar devem passar pelo menos um mês à frente da operação para analisar resultados, desempenho e rentabilidade da Duque. Depois disso o grupo varejista deve ficar sozinho na operação.

A Rede Duque tem cerca de 40 postos em São Paulo, todos em regiões nobres, onde o combustível chega a custar 40% a mais do que em bairros mais afastados. Para fechar o negócio, que não teve valores revelados, o Pão de Açúcar precisou superar a proposta do banqueiro André Esteves, do BTG Pactual, que também queria comprar a Rede Duque. 

Essa é a segunda vez que Esteves leva a pior na disputa por um negócio no setor de combustíveis. O banqueiro, que já adquiriu a rede Aster, também tentou comprar a área de distribuição da Esso no país, mas foi superado pela Cosan. O Pão de Açúcar continua de olho em outras redes de distribuição de combustíveis.

– Beautiful People: a futilidade virtual e discriminatória

Em tempos nos quais a Administração de Empresas procura ser politicamente correta, uma excessão! Chegou ao Brasil o “Beautiful People”, rede de relacionamentos que começa a operar em nosso país já causando polêmica: o seu negócio de namoro online EXCLUI FEIOS. O que é um “feio”? Para quem ama, todos são belos…

Extraído de: http://radiobandeirantes.com.br//colunistas.asp?ID=115

BeautifulPeople: a futilidade virtual chega ao Brasil

por Cesar Monteiro

Você já ouviu falar do BeautifulPeople ? O site que é uma agência de namoro online e exclui a participação de integrantes “feios” chegou ao Brasil nesta segunda-feira. Apesar da futilidade que a ideia possa representar, o site conta até agora com cerca de 180 mil membros em todo o mundo.Com uma versão traduzida para o português, os brasileiros podem se aventurar sem restrições e sem custos no site de relacionamentos de origem dinamarquesa. Nem todos, a bem dizer. Para integrar a rede, os internautas passam por um processo de avaliação baseado em apenas um critério subjetivo: os atributos físicos que aparecem em suas fotos. Homens julgam mulheres e as mulheres avaliam os homens. Se o usuário for bem avaliado pelo sexo oposto nas 48 horas seguintes ao seu cadastro, passa a fazer parte da rede e se está liberado para interagir com outros aprovados.

No tempo de espera, ou o purgatório que separa o belo do feio, o usuário pode acompanhar suas estatísticas e ver quantas pessoas votam a favor de sua entrada na rede e quantas a rejeitam. Também é possível alterar informações e colocar mais fotos para reverter o quadro. Mas se você estiver mais para Shrek do que príncipe, saiba que apenas uma em cada cinco tentativas de participação dos internautas na rede é bem sucedida. A invenção está no ar desde 2002 e de acordo com as estatísticas globais do site, 80 mil membros já tiveram pelo menos um encontro romântico marcado. Seu fundador define, que outros sites são reservas de hipopótamos e javalis africanos. O BeautifulPeople é uma maravilhosa reserva de caça de gatos e tigresas.

Quer tentar? beautifulpeople.com, o egotrip no seu micro, a partir de hoje em português.