– Análise da Arbitragem de Fluminense 2×1 Red Bull Bragantino.

No Maracanã, o árbitro Rodrigo José Pereira de Lima começou inseguro e depois se firmou. Com 8 minutos de jogo, tínhamos apenas 1 falta marcada e 3 Amarelos! Estava se escondendo atrás das advertências…

No primeiro tempo, apesar de 5 cartões amarelos, o jogo foi pouco faltoso e leal. Me pareceu que se fosse um árbitro de “mais nome”, a partida seria mais amistosa.

No segundo tempo, nenhum lance técnico polêmico, e mais cartões aplicados (dessa feita, todos de forma justa).

Enfim: não teve qualquer influência do árbitro na partida, mas precisa ter mais autoridade e não “queimar cartões” como fez no começo.

As anotações dos lances mais relevantes da arbitragem, abaixo:

Aos 4m, Cartão Amarelo para Nino (FLU) por reclamação.
Aos 5m, Cartão Amarelo para Ganso (FLU) por falta em Matheus Fernandes.
Aos 8m, Cartão Amarelo para Luan Patrick (RBB) por agarrão antes do escanteio.
Curiosidade: só temos 1 falta marcada até agora.
Aos 12m: Felipe Melo (FLU) entra duro nas costas de Sasha (RBB), a falta não é marcada e ele opta por vantagem.

Aos 20m, Vitinho (RBB) adianta a bola e quando Nino (FLU) vai disputar, o atleta bragantino tenta cavar. Acertou o árbitro em não marcar.

Aos 23m, Eric Ramires (RBB) coemte falta em Samuel Xavier (FLU) e árbitro corretamente dá a vantagem.

Aos 25m, Matheus Fernandes (RBB) deu uma entrada forte em Samuel Xavier (FLU) e recebeu o Cartão Amarelo.

Aos 36m: Lima (FLU) “pega” Vitinho (RBB) e recebe Cartão Amarelo. Agora, 5 cartões amarelos e 5 faltas marcadas.
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Aos 50m: Felipe Melo (FLU) parou com uma falta temerária Lucas Evangelista (RBB) e recebeu Cartão Amarelo. E se ele tivesse recebido Amarelo antes, nas outras oportunidades que pode receber?

Aos 73m: Samuel Xavier (FLU) entra duro em Sasha (RBB), e receb corretamente o Cartão Amarelo.

Os dois times cansaram, e a grande dificuldade foi: agilizar o jogo.

Fluminense x Red Bull Bragantino: Transmissão AO VIVO e online pelo  Campeonato Brasileiro - Hoje no Brasil

Imagem extraída de Terra.com

– O VAR Light pode ser mais um problema, não uma solução.

Posso estar indo contra a maré, mas a ideia do VAR Light (que em tese seria algo bom para inclusão, por ser mais barato) não me parece boa: menor número de câmeras e a falta de linhas para traçar o impedimento podem ser um grande problema.

Se com linhas já temos reclamações, imagine sem elas!

Abaixo, extraído de: https://www.uol.com.br/esporte/futebol/colunas/perrone/2023/06/01/conheca-o-var-light-ele-promete-chegar-onde-o-arbitro-de-video-nao-chega.htm

CONHEÇA O VAR LIGHT. ELE PROMETE CHEGAR AONDE O ÁRBITRO DE VÍDEO NÃO CHEGA.

Por Ricardo Perrone

Sob a batuta da Fifa, está em desenvolvimento um VAR com menos recursos e custo menor em relação à versão tradicional. Trata-se do VAR light, tecnologia que já tem sido testada no Brasil.

A nova ferramenta é vista pela Fifa como instrumento de democratização da arbitragem de vídeo, pois ela poderá chegar a eventos com menor capacidade financeira e que hoje estão barrados do baile. O VAR tradicional continuará nos campeonatos de primeira linha.

A Fifa não fechou o formato definitivo do novo modelo. Reunião de grupo da federação internacional, em outubro do ano passado, previa para o início da temporada 2023/2024 na Europa (depois da metade deste ano) a implantação definitiva da versão light. A Fifa não respondeu à reportagem quando o modelo final será homologado.

VAR x VAR light

Documento da Fifa aponta que o VAR light pode atingir redução de custos de até 50%. Segundo Daniel Bernardino de Campos Ferreira Neves, gerente de novas tecnologias da 2Live, uma das empresas que disponibilizam o novo modelo no Brasil, a operação pode custar de um terço a um quinto do preço do sistema tradicional. “O valor é difícil de falar porque depende muito da logística que a gente vai encarar. Mas pode ficar entre R$ 8 mil e R$ 15 mil por jogo”, afirmou Neves.

Segundo Paulo Silvio dos Santos, presidente da comissão de arbitragem da Federação Cearense de Futebol, a entidade gasta R$ 25 mil por partida que faz com o VAR tradicional.

O protocolo autorizado para testes prevê que o VAR light pode ser usado com no mínimo quatro câmeras e no máximo oito. O modelo tradicional, normalmente, conta com até 18 câmeras. Nos dois casos, são usadas câmeras das equipes de TV.

Cada kit de VAR light da 2Live trabalha com quatro câmeras. “Hoje, as transmissões usam no mínimo seis câmeras. O VAR light, pela proposta inicial deles, custa R$ 12 mil para quatro câmeras. Com oito câmeras vai para R$ 24 mil. Aí não compensa. O tradicional, eu contrato por R$ 25 mil”, disse o presidente da comissão de arbitragem da Federação Cearense, citando quantias diferentes em relação ao gerente da empresa. A Federação do Ceará usou o sistema sem custos, como degustação. Pagou apenas despesas de deslocamento e estadia do pessoal da empresa, que é de São Paulo.

Uma das principais diferenças entre os modelos é que o light não traça linhas para checar impedimento. Ele também não tem operador de replay. O árbitro de vídeo faz esse trabalho.

Relatório produzido pela Federação Polonesa aponta que a versão enxuta usa três monitores na sala do VAR contra seis do modelo original. É corriqueiro o uso no Brasil de oito monitores no sistema tradicional.

O VAR light da 2Live trabalha com dois monitores e um iPad, no qual é operado o replay. O tablet substitui um dos dois computadores que costumam ser usados na versão tradicional. Outra diferença é que o modelo light da 2Live não tem sistema de comunicação por áudio entre os árbitros. É preciso ter equipamentos independentes.

Vantagens e desvantagens

O preço reduzido em relação à versão “completa” é a principal vantagem do VAR light. Ela provoca outra: a possibilidade de uso em competições de menor porte.

O modelo menos sofisticado também tem como ponto positivo o fato de poder ser usado em estádios acanhados, já que exige uma sala menor.

O transporte dos equipamentos é mais fácil. “O VAR tradicional usa um computador de mais ou menos 60 cm de largura por 1,20 m de altura. O light usa uma caixinha, que cabe numa mochila”, comparou o presidente da comissão de arbitragem da Federação Cearense. A “caixinha” é o equipamento que recebe os sinais de quatro câmeras e os envia para os servidores.

A Federação Polonesa aponta entre as desvantagens do VAR Light menor quantidade de evidências e menor precisão por causa do número inferior de câmeras.

A ausência das linhas de impedimento é outra desvantagem. No mesmo pacote está a inexistência de operador de replay, o que faz com que o processo de decisão seja mais longo, de acordo com o estudo polonês.

1,2,3, testando

Os testes precisam de autorização da Fifa, que recebe relatórios sobre eles. Além da utilização online, é possível fazê-los de forma off-line (o árbitro de campo não tem acesso às análises do VAR light).

As federações de São Paulo, Goiás, Ceará e Distrito Federal já experimentaram o sistema. O modelo da 2Live foi usado por todas elas. A federação do Distrito Federal testou também o sistema da Broadmedia. O profissional indicado pela empresa para falar sobre o assunto, porém, não concedeu entrevista até a publicação desta reportagem.

Em 2022, num jogo da categoria sub-20, a Federação Paulista fez um teste off-line com o VAR light da empresa Dartfish. O modelo da 2Live foi testado nas semifinais dos campeonatos Brasiliense, Goiano e Cearense. Todos na primeira divisão.

O que diz a CBF

Wilson Seneme, presidente da Comissão de Arbitragem da CBF, afirma que assim que a Fifa definir os modelos de VAR light definitivos, a confederação adotará a nova tecnologia. “Em princípio, o VAR light é para ser usado em categorias menores, sub-20, sub-17, no futebol feminino fora da principal divisão. Assim como nas fases iniciais da Série D e da Série C, porque reduz o custo”, disse Seneme.

Ele vê a nova versão como boa opção para ajudar a detectar erros grosseiros em competições fora da elite. “A grande dificuldade é que até agora a Fifa não conseguiu reproduzir um modelo de economia. Normalmente, o VAR light, para fazer economia, perde muita qualidade”, ponderou Seneme.

O que diz quem testou:

No meu jogo, todos os lances de possível impedimento a gente conseguiu matar sem a linha [de impedimento traçada pela VAR tradicional.

Magno Cordeiro, árbitro de vídeo sobre atuação no Campeonato Cearense

Uma das coisas que ainda pegam é você integrar a comunicação no vídeo.

Ednilson Corona, membro do Comitê de Assessoramento ao VAR da Federação Paulista de Futebol

A versão light é uma excelente alternativa para auxiliar com a Justiça esportiva.

Marrubson Melo, presidente da comissão de arbitragem da Federação de Futebol do Distrito Federal

O VAR light pode chegar na sua pelada?

A resposta é “sim”, segundo o gerente de novas tecnologias da 2Live. “É uma questão de tempo, eu acho. Estou batalhando nesse nível também. O mais caro, é a captação das imagens”, afirmou Neves. Não seria preciso seguir as exigências feitas pela Fifa, o que significa menos gastos.

VAR light utiliza estrutura menor e é mais barato que o modelo tradicional. Imagem: divulgação.

– Messi vaiado pela própria torcida?

Ídolos devem ser reverenciados, onde quer que estejam.
Lionel Messifoi vaiado pela torcida do PSG no seu último jogo pelo time. Ganhou Copa do Mundo pela Argentina sendo jogador do esquadrão francês (além de todas as outras conquistas na carreira) e elevou o nome do clube.

Isso se chama “pecado”, “heresia”, “ingratidão” ou “burrice”?

– Que mico, Brasil Sub 20!

No Mundial Sub 20, a Seleção Brasileira foi eliminada por Israel!

Sem comentários. Com jovens e badaladas estrelas, foi um vexame. Estamos a pé de treinador tanto na Principal quanto na Sub 20…

– Análise da Arbitragem de Ska Brasil 1×0 Paulista.

Jogo fácil para Alceu Lopes Jr apitar. E sendo fácil, ele não complicou e atuou bem.

Aplicou corretamente o cartão amarelo a Vitor Zaga (SKA) por ação temerária, a Wilson Silva (SKA) e a Vitinho (PFC) por indisciplina. Em uma partida pouquíssima faltosa, nada muito polêmico. Anulou também com precisão o gol de Rafael Lucas (SKA), por infração cometida.

Foi uma partida Fair Play, onde os atletas se comportaram muito bem, e o único destaque preocupante foi o choque de cabeça entre Arthur Pierino e Marcos Uberaba no 2º tempo.

A lamentar: as torcidas organizadas barradas na entrada (Gamor e Raça Tricolor). Algo bem esquisito…

– No ar!

Já estamos no ar!

Acompanhe a transmissão de Ska Brasil x Paulista de Jundiaí pela Rádio Difusora Jundiaiense AM 810, com o comando de Adilson Freddo. Narração de Rafael Mainini, comentários de Robinson Berró Machado e análise da arbitragem com Rafael Porcari.

Paulistão 4a divisão – direto de Santana de Parnaíba.

Imagem

Foto: Rafael Mainini

– Sobre a história do “bastidor do árbitro FIFA” a Hernan e sobre Abel Ferreira: Perseguição ou Não?

O jornalista André Herman, ao Programa “3 na área”, disse a Tiago Leifert:

“Vou a um bastidor de um cafezinho com um árbitro Fifa e o tema foi Abel Ferreira. E esse árbitro Fifa me disse: ‘No grupo dele dos principais árbitros, já existe uma mentalidade de que o Abel, tem que chegar nele e já dar um amarelo nele, caso contrário você perde o controle’. Na resenha dos árbitros, já existe uma perseguição, uma mentalidade de que ‘esse cara não pode crescer em cima da gente’. Existe uma perseguição e principalmente uma má vontade em cima do Abel”

Vamos lá: nessa fala, o árbitro FIFA fala da necessidade do Cartão Amarelo para não perder o controle, algo comum a qualquer treinador que passa do ponto e no bolerês: “quer apitar apitar o jogo”. Esse suposto árbitro FIFA não disse que “existe uma perseguição e uma má vontade ao Abel”, essa foi uma conclusão do jornalista que está sendo imputada.

Vamos entender como realmente funciona um bastidor de arbitragem pré-jogo, e se há jogador / treinador marcado?

Há os visados, pela lógica do bom ou mal comportamento:

Samuel Xavier (Fluminense), contra o Flamengo e contra o Corinthians, fingiu ter sido agredido. Gabigol contra o Bahia, idem. É óbvio que o árbitro que for apitar os próximos jogos desses atletas, terão atenção para não serem enganados.
Cocito, Chicão, Dinho, Felipe Melo, Gralak, entre outros: na dúvida se ”pegou na bola ou no adversário”, pelo histórico, o árbitro vai dar cartão.
Romário, Vampeta, Raí, Dida: em mesma situação, o árbitro decide que “não tem cartão, pois sempre se comportavam muito bem”.

Nesse ponto, me recordo de um São Paulo x Palmeiras apitado por Rodrigo Braguetto, onde Miranda cometeu um pênalti em Edmundo (e não foi marcado). Ali, o lance era duvidoso e o árbitro pensou: “quem reclama é o Edmundo (que reclama de tudo) e quem se envolveu é o Miranda (que nunca faz falta). Então não foi pênalti”. Errou, mas decidiu pela “fama dos jogadores” pois tinha dúvida técnica. Ou seja: a imagem construída acaba sendo levada a campo (poucos a reconstroem: Evair, no começo de carreira, e Dudu, eram altamente indisciplinados com os juízes e isso mudou).

Sobre ir a campo premeditado:

Isso é relativo. Como em todas as profissões, existem os bons e os maus. Na maioria das vezes, o árbitro não torce para seu colega em um clássico (porque ele queria estar no lugar do seu concorrente – e é uma triste realidade, pois nenhum juiz gosta de estar fora da rodada). Porém, o corporativismo nasce na hora que um árbitro é agredido ou sofre com alguém. Tipo: “fez com ele, mas não faz comigo”.

Existe ir PREPARADO, o que é diferente de premeditado. Você tem que estar pronto para as corriqueiras e para as eventuais situações. E isso é normal (e necessário), pois é plano de jogo. Equipes estudam seus adversários (e até as características dos árbitros) para vencerem o jogo. Árbitros estudam (ou deveriam, quem não faz) as equipes as quais arbitrarão para cumprir à perfeição seu trabalho, que é aplicar a regra do jogo (e não ser ludibriado durante a partida, ou “errar em algum lance evitável” pois não sabiam de alguma peculiaridade.

Um exemplo:
Jogos do Fernando Diniz, onde o posicionamento é um inferno, devido aos toques de bola. Se o árbitro não souber que ali não dá para ficar na “tradicional diagonal à esquerda da bola”, dançou. Ou jogos em que um time tem dificuldade de armar jogadas no meio-campo: esteja atento pois terá “bicão da defesa para o ataque”, e seus tiros terão que ser rápidos na passada para não ficar longe do lance.

Outros exemplos:

Grêmio do Felipão e o rodízio de faltas: sabendo da estratégia de matar o jogo com inúmeras infrações, pode e deve aplicar o “cartão coletivo”;
“Abraço de Jacaré” do Aloísio Chulapa: No São Paulo, ele se posicionava como um pivô na frente de um zagueiro, abraçava o adversário e se jogava para cavar faltas na entrada da área, para o Rogério Ceni cobrar e fazer o gol. Árbitro que estudava, dava a falta para a zaga (corretamente) e não para o ataque (pois foi o contrário).

De tal forma, é muito mais fácil Abel se comportar do que se criar narrativas. “Haja perseguição” para 50 cartões recebidos em tão pouco tempo…

Abel Ferreira: «Fez muito mal ao Danilo ter ido à seleção» - CNN Portugal

Imagen extraída de: https://cnnportugal.iol.pt/internacional/brasil/abel-ferreira-fez-muito-mal-ao-danilo-ter-ido-a-selecao

– Prestigie!

Hoje é dia de Galo!

Acompanhe conosco a partir das 14h: https://professorrafaelporcari.com/2023/06/01/analise-pre-jogo-da-arbitragem-para-ska-brasil-x-paulista-fc/

– Lousano Paulista x Pinhalense, 1995.

Recebi do amigo Wilson Faustino esse jogo: a estreia do Toninho Cerezo no Paulista FC, com o timaço montado pela Lousano (a empresa que depois “pisou na bola”, anos à frente dessa partida, com uma história complicada dita e repetida por Adilson Freddo, que acompanhou o episódio e corajosamente denunciou à época, ajudando o Galo a não perder o Jayme Cintra).

Vejam só a escalação desse timaço, logo no início da transmissão (era A3 – até então, o pior posicionamento do Paulista na história, com as divisões remanejadas pelo Farah).

Eu estava na arquibancada, recém-formado árbitro. E o inusitado: o jogo atrasou para que a multidão chegasse ao estádio. Aos 3’50”, começa a transmissão da Difusora (Hélio Luiz Lourencini, Luciana Mariano, Rivelino Teixeira, Cassiano da Silva e Cobrinha).

Em: https://youtu.be/DE4oCH5czhE

– Flamengo 2×0 Fluminense: Gabigol e Diniz em entrevistas dos anos 80.

Como é bom ouvir personagens do futebol com personalidade! Saindo da mesmice das entrevistas, dias atrás, Fabrício Bruno “soltou o verbo” para falar do desempenho da equipe. No pós-jogo do FlaFlu de ontem, Eric Faria, da Rede Globo, fez boas perguntas a Gabigol, que não fugiu da raia!

Não tem “mi-mi-mi”, e também não há do que se reclamar. Diálogo forte, e ao mesmo tempo, respeitoso (como sempre foi antes). Ótimo.

Abaixo, extraído do UOL, o diálogo entre repórter e jogador:

Eric Faria: “Ano passado, o Flamengo conseguiu virar um confronto contra o Atlético-MG e muita gente diz que ali foi uma virada de chave na temporada. Você acha que chegou esse momento de o Flamengo finalmente entrar em uma nova era, em um novo rumo em 2023?”

Gabigol: “Não concordo [que chegou o momento de virada de chave]. Acho que o trabalho tem que ser feitos desde os treinos, desde o momento que a gente entra no Ninho e é isso que é feito. A gente sabe que tem muita gente que fala um monte de merda, desculpa o palavreado, você falou também sobre as coisas que saíram. Acho que vocês da imprensa criam umas coisas com a torcida, a torcida vem para o Maracanã com um pouco de dúvida, de má intenção com os jogadores e isso nunca aconteceu aqui no clube desde a época do Diego, do Arão.”

Eric Faria: “No momento não tem nenhum problema de relacionamento entre vocês?”

Gabigol: “Tem problema da gente com vocês, a imprensa.”

Eric Faria: “Entre vocês não tem?”

Gabigol: “Tem problema da gente com vocês da imprensa. Vocês criam coisas na cabeça do torcedor, aí começa a criar um clima ruim para dentro do clube que os verdadeiros flamenguistas não podem acreditar. O Flamengo é o nosso amor, a gente joga pelo Flamengo, estamos todos os dias lá para correr pelo clube. O Flamengo não é Big Brother. O Big Brother é aquele negócio de câmeras, de fofoquinhas. O Flamengo não é isso, é time grande, o maior do Brasil, onde tem jogadores de futebol atrás do sonho próprio e do clube.”

Destaque também para Fernando Diniz, que não abandonou os seus princípios (podemos reclamar da ortodoxia dos seus métodos, mas não de incoerência).

Não consegui assistir a partida, então, não posso comentar se realmente Claus contemporizou cartões, como alguns me perguntam. Mas não duvidaria…

Flamengo x Fluminense: onde assistir, horário e escalação das equipes

Imagem extraída de Terra.com.br

– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Fluminense x Red Bull Bragantino.

Para o confronto entre o Tricolor Carioca e o Massa Bruta, a CBF escalou:

Árbitro: Rodrigo José Pereira de Lima – PE
Árbitro Assistente 1: Bruno Boschilla – PR
Árbitro Assistente 2: Karla Renata Cavalcanti de Santana – PE
Quarto Árbitro: Yuri Elino Ferreira da Cruz – RJ
Assessor de Arbitragem: Renato Cardoso da Conceição – MG
VAR: Pablo Ramon Gonçalves Pinheiro – RN
AVAR1: Fabrício Vilarinho da Silva – GO
AVAR2: Elmo Alves Resende da Cunha – GO
Observador de VAR: Giuliano Bozzano – MG

Rodrigo tem 36 anos e é Guarda Municipal em Jaboatão de Guararapes / PE. No ano passado, teve a oportunidade de trabalhar na Série A pela 1ª vez. Nesse ano, está tendo mais escalas e atuando com certa regularidade. Entretanto, destoou negativamente em Vasco x Santos (não marcou nenhum lance polêmico, errando especialmente em um pênalti para o time da casa). Tomara que tenha se corrigido.

Torço para um bom jogo e uma ótima arbitragem.

Acompanhe conosco o jogo do Fluminense X Red Bull Bragantino pela Rádio Futebol Total, acessando:
YouTube: https://www.youtube.com/c/CANALDOLOREDO, ou
Facebook: https://www.facebook.com/radiofuteboltotalbraganca, ou
Twitter: https://twitter.com/radiodaverdade,
ou ainda pelo site: http://radiofuteboltotal.com.
Narração de Sérgio Loredo, reportagens de Pietro Loredo, comentários de Lucas Salema e análise da arbitragem com Rafael Porcari. Domingo, 04/06, 16h00. Mas desde às 15h00 estaremos no ar para levar a melhor transmissão para você!

– O extremismo político vai fazer a UEFA trocar o árbitro da final da UCL?

Manchester City e Internazionale poderão ver algo inédito: um árbitro de final de Uefa Champions League ser trocado na semana da decisão!

Szymon Marciniak, o polonês que apitou a final da Copa do Mundo Catar 2022 entre França e Argentina, foi escalado para o jogo do dia 10. Entretanto…

A Polônia viveu o radicalismo do Comunismo, e criou movimentos contra-revolucionários. Nos anos 80, Lech Walesa, líder sindical anticomunista do movimento Solidariedade, conseguiu ajudar a derrubar o regime. Surgiram outros ícones pacifistas, como o Cardeal Karol Woytilla (que se tornou o Papa João Paulo II). Porém, como todo movimento político, surgiram os extremistas, como Slawonir Mentzen, do Partido de Extrema Direita Konfederancia – que defende causas xenófobas, homofóbicas e anti-imigração.

E não é que o juizão se envolveu com esse pessoal?

No último dia 29 de maio, o Konfederancia promoveu uma manifestação radical em Varsóvia chamada Everest, onde Szymon Marciniak participou ativamente.

Como a UEFA está preocupada com qualquer questão que fuja das pautas politicamente corretas (e isso é bom), o polonês poderá ser substituído… ao menos, a pressão é grande. Aguardemos!

Cartaz promocional do Konfederancia, anunciando o árbitro como “estrela’ do evento “Everest”

– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Ska Brasil x Paulista FC.

Para Ska Brasil x Paulista a FPF designou a seguinte equipe de arbitragem:

Árbitro: Alceu Lopes Junior
Árbitro Assistente 1: Felipe Camargo Moraes
Árbitro Assistente 2: Matheus Guilherme Biselli da Cruz
Quarto Árbitro: Claudemir de Araujo Silva
Analista de Vídeo: Adriano Stange

Alceu tem 41 anos, é professor de Educação Física e fora a categoria Sub 23, apitou somente 1 jogo da A3 (em 2022). Tem 19 anos de FPF, e curiosamente, apesar de tanto tempo, costuma trabalhar em partidas júniores ou na própria Bzinha.

Só trabalhou em dois jogos em partidas do Paulista: como quarto árbitro em 2015, contra o São Bento, e como árbitro central em 2022, contra a São Carlense. Não se poderá cobrar muito dele, é um árbitro típico da divisão.

Sobre os bandeiras: ambos são jovens e já têm experiência na A2.

Desejo um bom jogo e uma ótima arbitragem.

Acompanhe a transmissão de Ska Brasil x Paulista pela Rádio Difusora Jundiaiense AM 810, com o comando de Adilson Freddo. Narração de Rafael Mainini; comentários de Robinson Berró Machado; análise da arbitragem com Rafael Porcari; reportagens de Luiz Antonio “Cobrinha” de Oliveira. Sábado, às 15h00 – mas a jornada esportiva começa a partir das 14h00 para você ter a melhor informação com o Time Forte do Esporte!

– As “Zebras” da Copa do Brasil e o 50º cartão de Abel Ferreira.

Em três tempos:

1- A emoção do mata-mata da Copa do Brasil: alguns que estão abaixo na tabela no Brasileirão, se classificaram vencendo os que estão acima. Seriam zebras? Pela grandeza das equipes, penso que na maioria dos casos, não. Vide:

Botafogo (1º) eliminado pelo Athletico Paranense (11º)
Atlético Mineiro (4º) eliminado pelo Corinthians (14º)
Santos (12º) eliminado pelo Bahia (16º)
Internacional (13º) eliminado pelo América (19º)

Aliás, em 2005 o Internacional foi eliminado numa mesma oitava-de-final por Vagner Mancini (que estava no Paulista de Jundiaí), com o mesmo placar e o mesmo drama. Para os supersticiosos… dá-lhe Coelho.

2- “Grife” não ganha jogo: Coudet “desmontou” o Galo Mineiro ontem à noite, permitindo que Luxemburgo levasse o Corinthians a passar de fase. O visitante ajudou e o mandante se superou.

3- E o Abel? Recebeu seu 50º cartão (entre amarelos e vermelhos). Num mesmo período, não creio que há no futebol brasileiro algum atleta ou treinador tão punido (e merecidamente). Mas veja:

Estando no agregado 3×0, Abel e sua comissão técnica ficaram reclamando de tudo. Desnecessário… Lembrando que no jogo de ida, quem poderia reclamar seria o Fortaleza, pelo pênalti inexistente em Rony (o árbitro Wagner Magalhães continuou apitando todas as rodadas, esteve no Fluminense x Flamengo onde “pipocou primeiramente” para Felipe Melo e estará em SPFC x Sport nessa noite). 

Aliás, sobre Abel Ferreira, escrevemos ontem sobre esse comportamento aqui: https://wp.me/p4RTuC-N1N.

Em tempo: sobre o “cansaço dos árbitros”, onde Abel pediu juiz “mais fresco” (como ele se referiu), abordamos essa maratona aqui: https://wp.me/p4RTuC-MZO.

Por fim, na entrevista, ele debochou que ficaria em casa “com a perna cruzada” e “tomando água com gás”, assistindo o time. Imagine a “felicidade” do empregador, que paga R$ 2,3 mi por mês, ao ouvir isso

A Copa do Brasil é muito legal, permite “zebras”, mas, sinceramente, acho que sempre a prioridade para torneios deveria ser o Campeonato Brasileiro (que curiosamente, paga menos em premiação).

Arte extraída de: https://mundoconectado.com.br/noticias/v/34873/cruzeiro-x-gremio-pela-copa-do-brasil-2023-onde-assistir-ao-vivo

– Seu Emídio no Doc BandSports.

Recebi do Seu Euclydes Zamperetti Fiori o arquivo do programa Doc Band Sports, com o seu Emídio Marques de Mesquita.

Um dos árbitros mais míticos da história da arbitragem brasileira, respeitadíssimo, infelizmente acaba sendo desconhecido pelas gerações mais novas por pura ignorância.

Aos jovens juízes de futebol, tal vídeo faz parte da formação técnica, cultural, e porque não, de caráter de um árbitro.

Assista em: https://www.youtube.com/watch?v=SFlPKW_O3pE

– Racismo contra Vini Jr.: quem são os ultras, as torcidas extremistas que protagonizam manifestações de ódio.

Ataques racistas ao craque brasileiro não são fatos isolados causados por “rivalidade”, mas prática recorrente nos estádios espanhóis, há décadas …

Continua em:Racismo contra Vini Jr.: quem são os ultras, as torcidas extremistas que protagonizam manifestações de ódio

– Abel vs Abel: A Melhor e a Pior Versão.

Eu fico impressionado como o competente treinador Abel Ferreira criou uma legião de admiradores. Em alguns casos, seguidores adoradores!

Beirando religiosidade e fanatismo, ou idolatria política de extremos, dá a impressão que é uma “seita abelista”. Falar mal dele (ou dEle, dependendo da paixão) é pecado, e você receberá o ódio dos haters (não é redundância, é apenas para reforçar o quanto isso não é permitido). E na mesma proporção, a cada elogio, os lovers surgirão.

Ninguém tem direito de julgar ninguém (nem Abel), mas se separássemos as virtudes e os defeitos, teríamos:

ABEL POSITIVO:

  • Foi humilde em receber o trabalho de Luxemburgo / assistente Cebola, e pouco modificá-lo até a final da Libertadores da América;
  • Brigou até o fim com a diretoria por reforços;
  • Soube administrar a carreira dos jovens atletas, promovendo-os ou afastando-os;
  • Montou uma equipe com sua própria cara, vencendo a sua segunda Libertadores.
  • Variou os esquemas de jogo, aprendendo a atacar mais e buscar variações dentro de campo;
  • Defendeu melhores gramados, melhores arbitragens, melhor calendário e outras melhorias.
  • É adepto da Inteligência Emocional e Equilíbrio das Ações.
  • Tem conquistado títulos.

ABEL NEGATIVO:

  • Briga com os jornalistas, pautando as perguntas e censurando-os conforme o interesse (vide o episódio do celular no Mineirão).
  • Intimida nas coletivas (por quê NINGUÉM perguntou no Palmeiras x Fortaleza sobre o pênalti inexistente de Rony?).
  • Reclama da arbitragem, mesmo quando ela está certa. Faz escândalos até em arremessos laterais contrários, e quando tem erros para, de fato, reclamar, extrapola a razão e cria um clima de que é perseguido.
  • Recebe justos cartões amarelos e vermelhos, igualmente com o seu assistente. Mas discorda de todos eles.
  • Costuma se referir negativamente aos problemas do futebol do país como “vocês aqui fazem isso / aquilo”, dando uma impressão de arrogância por sua origem europeia.
  • Criou uma narrativa que só ele defende melhores gramados, melhores arbitragens, melhor calendário e outras melhorias – coisa que historicamente já fazíamos no Brasil.
  • Reclama das arbitragens somente nos erros contrários; nos favoráveis, não toca no assunto, dando a ideia de que só são queixas egocêntricas, não pelo bem do esporte.

Abel não é santo e nem capeta, ele é como qualquer um de nós (diferenciado-se pelo alto salário, claro) – não estando acima do bem e do mal. Mas se endemonia quando acha que está certo e os outros errados. O controle emocional tão pregado (e necessário) em seu livro, não deve ser apenas para situações de jogo, mas para o relacionamento de todos que estão no “negócio futebol”. Quando ele começou com seus chiliques, dava a impressão de que era um personagem como “novo Mourinho“, ou ainda um “novo Felipão“, criando um clima de “nós contra eles”. Mas nada disso: ele é assim mesmo e não será low profile. Mas não quer dizer que devemos, por conta de seus hábitos, aplaudi-lo e não defender correções.

Talvez a questão seja: mais coerência nas causas e mais educação no trato, Abel. Para defender o Palmeiras tão bem como faz, não precisa ultrapassar os limites da razoabilidade, do comportamento e até mesmo da ética. Não se faça vítima de xenofobia ou de qualquer perseguição inexistente. A propósito, as críticas são sempre ao profissional, de maneira respeitosa, e nunca ao pai de família (que desconhecemos a intimidade e não nos interessa).

Aqui, pela enésima vez: se fosse na Espanha, na Inglaterra ou na Alemanha, as multas e punições sofridas seriam muito maiores, e ele não agiria assim. Dá a impressão de que, por estar com moral de campeão, virou (no bolerês) folgado.

Mais respeito não faz mal para ninguém, né?

Imagem: Crédito de César Greco / Palmeiras.

– E Ted Lasso chega ao fim…

Hoje vai ao ar o último episódio de Ted Lasso (sobre a série, aqui: https://wp.me/p4RTuC-JH0).

E o bate-papo dele com o Guardiola? Sensacional!

Aqui: https://twitter.com/rafaelporcari/status/1663602724414291971

Ou em:

https://platform.twitter.com/widgets.js

– A (in)coerência do futebol brasileiro: Marinho e a sua (quase) despedida no Flamengo.

As negociações do SPFC com Marinho estão avançadas. O flamenguista recebe R$ 800.000,00 / mensais (segundo 99,99% da grande mídia), e terá que reduzir a pedida, que foge dos padrões atuais no Morumbi. O “fator” Dorival conta muito para a concretização do negócio.

Mas o curioso de tudo isso é que ele estava brigado com o clube desde a semana passada, e ontem, 3 horas antes do seu afastamento, foi parabenizado pelo Twitter do próprio Flamengo!

Ironia, ou insensibilidade de quem mexe no aplicativo? Nada disso. Bobeada mesmo

Independente disso, que todos sejam felizes: Flamengo, Marinho, e, quem sabe, o São Paulo. A infelicidade laboral é um problema…

Em tempo: a possível chegada de Marinho mostra o quão é saudável o ambiente criado por Dorival Jr. Já escrevi por aqui e insisto: desde os tempos em que Dorival era chamado apenas de “Júnior”, trabalhando como assistente técnico no Paulista de Jundiaí no final dos anos 90/começo de 2000 (lá nasceu a sua grande amizade com o então meio-campista Vágner Mancini), que admiro sua conduta. Sempre foi respeitoso comigo e com todos que se relacionavam com ele. Merece sempre sucesso.

– As casas de apostas não são as culpadas no escândalo da Máfia Esportiva.

E as Casas de Apostas Esportivas estão na boca do povo, devido à máfia das apostas. Mas não podemos nos esquecer: assim como os clubes, elas são vítimas!

Se há apostadores que querem “comprar” jogadores a fim de ganhar nas apostas, eles acabam “quebrando a banca”. Com isso, as Casas de Apostas são as maiores interessadas na lisura do futebol.

Quando se pede o fim delas, é a mesma coisa da velha história de “tirar o sofá da sala” para evitar traição conjugal. O culpado não é o sofá (ou melhor, a Casa de Apostas), mas o infiel (ou melhor: o Apostador desonesto).

Aqui, uma insistente e derradeira observação: não apareceu nenhum árbitro, dirigente ou treinador até agora… Era só com os jogadores os esquemas, pois os demais estavam blindados?

Segredos de apostas bem sucedidas no futebol

Imagem extraída de: https://www.abcdoabc.com.br/brasil-mundo/noticia/voce-sabe-quais-sao-segredos-se-dar-bem-apostas-futebol-147447

– Poupar atleta, pode. E o árbitro?

Muito se fala em praticar rodízio de atletas no Campeonato Brasileiro, a fim de que os jogadores não se esgotem fisicamente. Mesmo com elencos preparados para a maratona de partidas, não há corpo que aguente.

E os árbitros, também precisam ser poupados?

Seneme está usando pouca gente no Brasileirão, e como são raros os nomes que estão conseguindo apitar razoavelmente os jogos, eles são repetidamente escalados. A arbitragem brasileira sofre em qualidade e em quantidade.

Veja esse número de escalas, até a 7ª rodada desse e de outros anos:

Em 2020, com 70 jogos, foram utilizados 33 árbitros;

Em 2021, 30;

Em 2022, 20;

E nesse mesmo número de rodadas, em 2023, apenas 17.

Considere: são rodadas intercaladas com Copa do Brasil, Sulamericana e Libertadores. Especialmente para os árbitros FIFAs, a quantidade de jogos é absurda (sem contar com a Série B, onde Seneme também os escala).

Aguentarão, nesse ritmo, até o final do ano?

Por exemplo: Wagner Magalhães, com 8 rodadas do Brasileirão, trabalhou em 11 jogos domésticos (contando Copa do Brasil) Igualmente Claus, Klein ou Luiz Flávio. Bráulio da Silva Machado, que esteve no polêmico Atlético Mineiro x Palmeiras, 12. Idem a Daronco. Bruno Arleu (dos erros em Corinthians 1×1 São Paulo), esteve em 14 (nessa conta, lógico, não estão os números dos Estaduais).

Repetir escalas ajuda a dar ritmo de jogo. Mas em tudo deve ter bom senso.

– Noriega é muito bom!

Eu sempre gostei da lucidez e da simpatia do competente Maurício Noriega. E agora, fora do grupo Globo, pode dar entrevistas em outras emissoras.

Veja que legal esse bate-papo no The Noite (e mais do que isso: ele citou o jundiaiense Anelso Paixão num interessante episódio)!

Em: https://youtu.be/3MTdyJYH7Hk

– Abel e o Celular: descontrole emocional ou censura?

O treinador Abel Ferreira estava calmo, “bem manso” na entrevista coletiva pós-jogo contra o Atlético Mineiro. Falou sobre a arbitragem de maneira menos agressiva do que costuma fazer (os lances polêmicos, já abordamos em: https://wp.me/p4RTuC-MY0) e até questionou a dificuldade dos árbitros, falando da maratona de jogos deles.

Estranho?

Sim. Mas deu para entender. Abel tinha acabado de impedir o registro de uma discussão do diretor Anderson Barros com a arbitragem, tomando o celular do jornalista do Globo Esporte.com.

Ele pediu desculpas no começo da mesma coletiva. Mas não é uma ação desequilibrada (o ato de censura) de quem preza controle mental? Aliás, ainda não vi a defesa da melhora da arbitragem indistinta (e não só para o seu interesse particular), questionando a expulsão de Halter no jogo do Goiás ou o pênalti equivocado no jogo do Fortaleza (jogos com erros a favor do Palmeiras).

Está em:

https://www.espn.com.br/futebol/palmeiras/artigo/_/id/12121478/abel-toma-celular-jornalista-filmava-discussao-diretor-palmeiras-equipe-arbitragem?platform=amp

– Simulações no Brasileirão: por quê se tolera? Samuel, Gabigol…

Nos anos 90, foi a última vez que vi uma cartilha de uniformização de critérios impressa aos árbitros (para ser preciso: 1997).

Nela, tínhamos os alertas como:

  • se jogou na área e pediu pênalti, não se esqueça: Cartão Amarelo e lembre o atleta que ele não deve fazer isso, usando a sua autoridade como árbitro.
  • simulou ser agredido: idem.

É tão fácil praticar essas recomendações! Qual a dificuldade?

Na Inglaterra, quando um atleta finge ter sido atingido e pede a penalidade máxima, a própria torcida o vaia pela atitude antidesportiva. Aqui no Brasil, o malandro é elogiado como se esse unfair-play fosse uma virtude. Tá tudo errado!

Em toda rodada do Brasileirão, temos jogadores simulando penalidade e inventando agressões sofridas. Contatos físicos normais levam a gritos e escândalos (incluindo por parte dos bancos de reservas). Sem contar a rídicula moda de colocar a mão no rosto como se tivesse levado um tapa.

Samuel Xavier, Gabigol e até Pedro estão entre os simuladores. Aliás, Samuel Xavier simulou contra o Flamengo e de novo contra o Corinthians. É o sentimento de impunidade que encoraja esses caras a repetirem a transgressão?

Não é muita cara-de-pau o jogador fazer isso, e achar que ninguém vai condenar? Depois, quando ocorrer algo de verdade, o juiz ficará na dúvida se apanhou ou se simulou, pelo histórico negativo.

Imagem de master1305 no Freepik, extraído de: https://www.fashionbubbles.com/esporte/cartao-amarelo/

– Pitaco da Noite: E o Fluminense?

#SCCPxFLU – O futebol brasileiro é tão maluco que, não nos assustemos, se Fernando Diniz (tão elogiado pelos 5 gols contra o River Plate) ser contestado na sequência do Brasileirão…

– O gol de bicicleta anulado de Rony em Atlético Mineiro 1×1 Palmeiras (e o suposto pênalti de Marcos Rocha).

Lance dificílimo para a arbitragem no Mineirão. Um belo gol de bicicleta de Rony gera descontentamento dos palmeirenses, por conta de impedimento.

Aqui, há de se ter cautela. No recorte do Premiere, abaixo, parte do tronco de Rony está à frente do penúltimo defensor (o último zagueiro). Isso é impedimento, não é interpretação. Se deve marcar tiro livre indireto se alguma das partes jogáveis estiver à frente (mão e braço, por exemplo, não são considerados, pois não se pode jogar com eles; ombro, tronco, perna ou cabeça, sim).

Muita gente está confundindo orientação com regra, tentando validar o lance. Seneme, por exemplo, falou de “linhas sobrepostas”, ou seja, se no tracejar das linhas a linha vermelha estiver em cima da linha azul, é para seguir o jogo, pois está em mesma linha (isso é obvio, nem sei porque ele disse isso). Veja, na mesma imagem abaixo, e agora pense: na Inglaterra, engrossaram a linha. Provavelmente, lá, esse lance seria mesma linha pois as linhas estariam misturadas entre si pelo tamanho delas.

É claro que talvez o volume de reclamações se dê pelo fato da distância ser diminuta, mas sempre foi assim! E ainda sendo de bicicleta o gol anulado, fica-se “mais com dó” da anulação. O árbitro Bráulio da Silva Machado seguiu a fala do VAR (e isso é correto), além do bandeira 2 Alex dos Santos ter seguido a orientação correta: na dúvida, dê o gol e deixe o VAR fazer a revisão.

Portanto, a Regra é: está na frente nas condições citadas, anula-se. A Orientação é: se tiver dúvida, veja se a linha está sobreposta ou não para validar ou anular.

Uma confusão com Rony, na entrevista que deu, ao dizer:

“Sei nem o que te falar. Eu acho que, acabei de olhar o lance. Para mim, não estava. Mas faz parte. Como o juiz falou: é erro lá de cima. A gente fica triste, mas faz parte do futebol. Infelizmente a gente acabou pecando num lance. Mas também faz parte do futebol. Voltamos mais ligados e quem sabe sair com o resultado positivo”.

NENHUM ÁRBITRO vai dizer que houve “erro lá de cima”, pois ninguém é louco. Até porque se o Bráulio disse que houve erro, ele deveria ser suspenso por aceitar um erro, compactuando sua decisão, estando ciente que era erro. Provavelmente Rony interpretou mal algo que o árbitro disse.

Por fim: na coletiva de Coudet, um jornalista perguntou ao treinador “como era difícil enfrentar uma adversário difícil, o gramado ruim e uma arbitragem tendenciosa”, em referência a um pênalti supostamente cometido por Marcos Rocha. Não foi nada! O defensor estava em movimento natural, numa bola que bateu em seu braço sem intenção, após um chute forte desviado. Provavelmente, alguém se lembrou do ridículo pênalti em mesma condição que o próprio Bráulio marcou equivocadamente no Morumbi, em São Paulo x Internacional.

Em tempo: que pressão o treinador Abel (talvez sem querer) jogou para o quarto-árbitro. Hoje, é expressamente proibido oferecer qualquer souvenir para a arbitragem. Ainda mais “camisa de treinador”…

Acréscimo: em 2020, até a 7ª rodada, foram utilizados no Brasileirão 33 árbitros; em 2021, 30; em 2022, 17. E nesse mesmo número de rodadas, em 2023, apenas 17 (essa foi a referência que Abel fez na coletiva)

– Seleção em transição ou apenas um Combinado?

A Seleção Brasileira está convocada para os próximos amistosos, digamos, não tão importantes. E o treinador interino Ramon vai ficando no cargo…

A questão é: a lista mostra uma Seleção em transição, em renovação, ou nada disso: apenas um combinado de atletas para cumprir acordos comerciais, sem a preocupação em formar uma base para o Mundial de 2026 (que é o que interessa)?

Os nomes são:

GOLEIROS

Alisson – Liverpool (ING)

Ederson – Manchester City (ING)

Weverton – Palmeiras 

LATERAIS

Alex Telles – Sevilla (ESP)

Ayrton Lucas – Flamengo 

Danilo – Juventus (ITA)

Vanderson – Monaco (MON)

ZAGUEIROS 

Ibañez – Roma (ITA)

Éder Militão – Real Madrid (ESP)

Marquinhos – PSG (FRA)

Nino – Fluminense

MEIO-CAMPISTAS

André – Fluminense

Bruno Guimarães – Newcastle (ING)

Casemiro – Manchester United (ING)

Joelinton – Newcastle (ING)

ATACANTES

Lucas Paquetá – West Ham (ING)

Malcom – Zenit (RUS)

Pedro – Flamengo

Richarlison – Tottenham (ING)

Rodrygo – Real Madrid (ESP)

Rony – Palmeiras

Vinicius Júnior – Real Madrid (ESP)

Raphael Veiga – Palmeiras

Ramon Menezes, técnico interino da Seleção Brasileira, convocará equipe para amistosos de junho

Créditos: Thais Magalhães/CBF

– Sou a #ForçaInterior.

O novo comercial do Red Bull Bragantino, de 1 minuto, direcionado à Bragança Paulista mostrando o passado e o presente, se auto intitulando “Massa Bruta” e “Força do Interior”.

Em: https://www.youtube.com/watch?v=WF_OEUnkyrk

– Análise da Arbitragem de Paulista 4×3 Rio Branco.

Tivemos dois jogos em Jayme Cintra: um, com 45 minutos de jogo (7 faltas apenas), e que o Paulista FC fez uma das suas piores apresentações nos últimos anos, perdendo de 3×2. Outro (com 15 faltas) onde o Paulista FC envolveu o Rio Branco e virou para 4×3.

No “primeiro jogo”, o árbitro não teve trabalho, e no pouco que fez, errou numa falta cometida por Yuri (RBEC) que iniciou um pequeno tumulto com Koyote (PFC). Acertou ao acalmar os ânimos, intervindo.

No “segundo jogo”, marcou tudo o que pode, mudando seu critério. Distribuiu 3 Cartões Amarelos a jogadores substitutos e comissão técnica do Rio Branco.  Aos 63m, poupou um possível cartão amarelo ao Koyote por matar o contra-ataque de Anderson Brito (resultaria em expulsão).

Há muito para corrigir do árbitro: dar bronca em gandula por agilizar o jogo (como fez, e ninguém entendeu), não pode.

Destaque da partida: as falhas de Morungaba e Eduardo Porto; a mudança de postura do Rio Branco (o treinador tirou os melhores jogadores), o acerto na correção das substituições de Roberval Davino, as ótimas apresentações de Paulinho e Koyote, além do esforço de Natan.

Gols: 02’Gustavo RBEC, 12’Gustavo REBC, 15’Paulinho PFC, 30’Jair REBC, 42’Arian PFC, 54’Arthur Moura PFC e 88’Natan PFC.

Público: 969 torcedores. Renda: R$ 16.320,00.

Algumas anotações da partida:

 Árbitro “bem formal antes do jogo”. Se colocou na lateral e chamou os treinadores para irem até ele cumprimenta-lo. Estranho e diferente.

Antes do apito inicial, todos com punhos cerrados, de joelhos (equipes e árbitro) contra o racismo (em solidariedade a Vinícius Jr (RMD), Ângelo e Joaquim (SFC). Joaquim, inclusive, foi jogador do Galo em 2019.

2m: falha de Eduardo Porto, Gustavo ficou com a bola e encobriu de longe o goleiro.

12m : Gol de Gustavo novamente.

15m: Paulinho diminui: 2×1.

Aos 22m, Eduardo Porto (PFC) perdeu 4 jogadas para Gustavo (RBEC). Aí o treinador Roberval tirou ele da zaga e o colocou na lateral direita. Eis que o treinador visitante mudou o Gustavo de lugar também.

28m: Morungaba perdeu a bola para Anderson Brito. Só não foi gol pois Felipe Viotti salvou.

30m: Jair marcou o 3º gol para o Rio Branco.

32m: Bronca no gandula que agilizou a devolução de bola. Tem que fazer isso se ele retarda o jogo!

38m: Yuri (RBEC) rouba a bola e o árbitro marca (equivocadamente) falta para o Paulista. Koiote e Yuri começam a discutir e o árbitro teve que intervir. Errou tecnicamente, acertou disciplinarmente,

42m: Arian diminui: 2×3.

Paulinho: corre na lateral, no meio, na frente. O lúcido da Paulista: constrói jogadas e finaliza.
——

48m: Cartão Amarelo para Koiote (PFC) que atingiu Yuri (REBC) – foi ele quem discutiu no final do 1º tempo.

51m: árbitro mudou o critério: disputas de bola em que ele não marcava falta, agora marca.

54m: Arthur Moura empata: 3×3.

63m: Koiote (PFC), que já tinha Cartão Amarelo, matou o contra-ataque de Anderson Brito empurrando-o. O árbitro poderia ter dado o segundo amarelo e não o fez. Na sequência, o treinador do Rio Branco reclamou e levou o Cartão.

72m: Arthur Moura, Arthur… substituições por lesões.

88m: Natan virou – e estava machucado. Um prêmio pela dedicação.

Jogadores e árbitro fizeram um gesto contra o racismo, ajoelhando em campo e cerrado os punhos.

– A cara-de-pau de Mateusinho, ao cumprir o acordo com a Máfia das Apostas.

O lateral Mateusinho não deve ter dormido nos últimos dias… o atleta que hoje está no Cuiabá, teve conversas reveladas com apostadores e colegas de clube, quando jogava no Sampaio Corrêa, e que são bem desagradáveis.

Contratado pela Máfia das Apostas, ele deveria cometer um pênalti no jogo da Série B, na partida diante do Londrina. E escreveu:

“Me deu uma missão pra mim matar… ou mato ou morro, mano. Não tinha jeito mano. Eu falei: ‘Ihh, alguém vai se fud… aí, porque eu vou dar o carrinho”.

Imagine o treinador do time, ao ler isso? E a torcida? E o presidente da agremiação?

Há coisas mais cabeludas nessa matéria do UOL:

Em: https://www.uol.com.br/esporte/futebol/ultimas-noticias/2023/05/27/jogadores-combinavam-manipulacao-e-apostas-em-grupo-chamado-lula-13.htm

JOGADORES COMBINAVAM MANIPULAÇÃO E APOSTAS EM GRUPO CHAMADO “LULA 13”

Por Diego Garcia e Adriano Wilson

Cinco jogadores do Sampaio Corrêa usavam um grupo do WhatsApp chamado “Lula 13” para falar de apostas e da manipulação de resultados da Série B. O grupo foi criado em novembro do ano passado, dias depois das eleições para presidente.

O que aconteceu

Os prints com as mensagens do grupo foram encontrados no celular do lateral Mateusinho, um dos membros mais ativos. Nas mensagens, ele é elogiado pelos colegas por ter cometido um pênalti na partida Sampaio 2 x 1 Londrina na última rodada da Série B. “Me deu uma missão pra mim matar… ou mato ou morro, mano. Não tinha jeito mano. Eu falei: ‘Ihh, alguém vai se fud… aí, porque eu vou dar o carrinho”, disse o lateral, hoje no Cuiabá, da Série A.

Segundo o MP, o pênalti tinha sido encomendado pelos empresários que fraudavam partidas pra lucrar com apostas. Os jogadores do grupo “Lula 13” comemoram o pênalti, mas lamentaram que outra aposta na mesma rodada deu errado, o que causou prejuízo ao esquema.

Além de Mateusinho, faziam parte do grupo os zagueiros Paulo Sérgio e Allan Godoi, o volante André Queixo e o atacante Ygor Catatau. Todos foram denunciados por manipulação de evento esportivo. Outros dois participantes do grupo, um goleiro e um jogador de pôquer, não foram denunciados e, por isso, seus nomes não serão publicados.

O MP encontrou um comprovante de depósito de R$ 10 mil na conta de Paulo Sérgio, o que seria um adiantamento aos jogadores pelo pênalti.Questionados pelos promotores, os atletas negaram o crime e disseram que apenas falavam no grupo sobre apostas legalizadas, pôquer e videogame.

Por que esse nome pro grupo?

Não há no processo o motivo pelo qual os jogadores escolheram o nome do atual presidente para o grupo. Entre as mensagens que tratam de apostas há duas que mencionam Lula.

1ª referência a Lula: depois de Mateusinho postar uma figurinha de si mesmo segurando um maço de dinheiro, o goleiro do grupo manda uma figurinha de Lula com a frase “Já pode roubar?”

2ª referência a Lula: no dia 13 de novembro, Mateusinho escreve “Hoje o Lula tem que ganhar, pra gente ficar bem.” Nesse dia não havia eleições — o segundo turno já tinha acontecido, em 30 de outubro. Mas era a última rodada da Série A. Em seguida, os participantes do grupo combinam as apostas que fariam na rodada.

Jogadores cobram valores devidos pelo pênalti

O grupo “Lula 13” foi criado no dia 3 de novembro, três dias depois de Lula ser eleito. No dia 5 de novembro, na última rodada da Série B, o Sampaio enfrentou o Londrina, e Mateusinho cometeu um pênalti. Depois do jogo, ele foi celebrado no grupo pelos amigos.

Segundo o MP, os empresários que fraudavam os jogos tinham combinado pênaltis com os jogadores do Sampaio e do Vila Nova, que também jogou naquela rodada. Os atletas do Sampaio fizeram sua parte, mas os do Vila desistiram, o que causou prejuízo aos apostadores. Como os jogadores do Sampaio não receberam sua parte do combinado, eles passaram a cobrar dos apostadores.

O MP descobriu a existência de um segundo grupo, que tinha como nome um emoji de óculos escuro. Nele, os cinco atletas do time maranhense “debatem sobre a expectativa de recebimento de valores, a existência da dívida e forma de cobrança, externando, por mais de uma vez, que teriam cumprido com sua parte no esquema — leia-se, cometimento do pênalti — e esperavam receber todo o valor prometido”, escreveram os promotores da “Penalidade Máxima”.

Veja abaixo diálogos do “Lula 13”:

O que os jogadores dizem

Segundo a defesa de Paulo Sérgio, o zagueiro não conhece o jogador de pôquer com quem trocava mensagens no WhatsApp e nunca fez negócio com ele relacionado a futebol. Ele também não conhece outros envolvidos no esquema. O advogado Servigaldo Cobel relembrou que o zagueiro sequer jogou na última rodada da Série B do ano passado.

Sergivaldo Cobel também defende o goleiro e o jogador de pôquer que fazem parte do grupo “Lula 13”, mas ambos não viraram réus no processo e não tiveram seu nome citado no texto desta reportagem. Como os promotores mencionam a dupla nos interrogatórios, Cobel acrescentou que vai representar contra os membros do MP. Segundo ele, o processo está em segredo de Justiça e os vídeos não deveriam ter sido divulgados à imprensa.

A defesa do jogador André Queixo, por sua vez, disse que o processo ainda está em fase embrionária. Os advogados aguardam a citação do seu cliente pela Justiça para que possam esclarecer os fatos.

Mateusinho não atendeu aos pedidos de contato da reportagem, feitos através de seu perfil no Instagram, e por uma assessoria que aparece conectada à sua página..As defesas de Allan Godoi e Ygor Catatau não foram encontradas pela reportagem.

– Hoje é dia de Galo!

Criançada feliz torcendo para o Galo! É dia de Paulista FC no Estádio Jayme Cintra!

Ajude nós, Tricolor! Vamos vencer o Rio Branco a fim de animar a torcida.

Recado dos torcedores-mirins: https://youtube.com/shorts/KtOqVTjPhzE?feature=share

– Os árbitros na CPI das Apostas.

Sinceramente, entendo que crimes devem ser investigados pela Polícia, e não por Políticos. Digo isso pois a CPI das Apostas colherá depoimento de várias pessoas envolvidas na Máfia das Apostas, inclusive de Árbitros de Futebol.

Assim, os deputados convocaram Bráulo da Silva Machado, Edina Alves Batista, Caio Max Augusto Vieira, Jeferson Ferreira de Moraes, Marcelo de Lima Henrique e Dyorgenes Padovani de Andrade, que são os árbitros que aplicaram os “Cartões Amarelos Forçados” nas partidas de jogadores flagrados em mensagens pelo WhatsApp.

Respeitosamente, mas… um deputado fazer um árbitro sair da sua casa, perder o dia de serviço, e ir para Brasília falar sobre cartão amarelo… não é muito “não ter o que fazer”?

Isso é caso de Polícia, repito. O Congresso que trate de coisas mais importantes para o país.

CPI das Apostas convida presidente de clube que revelou esquema e  promotores de Goiás

Imagem extraída de: Renato Araújo/Câmara dos Deputados, extraída de https://oglobo.globo.com/esportes/noticia/2023/05/cpi-das-apostas-convida-presidente-de-clube-que-revelou-esquema-e-promotores-de-goias.ghtml

– E o Racismo sofrido pelo Santos no Chile, dona Conmebol?

Quer dizer que a Conmebol faz nota de repúdio ao Racismo sofrido por Vinícius Jr, e não se manifesta a respeito das manifestações racistas que o Santos FC sofreu no Chile?

Que hipocrisia

– Vanderlei Luxemburgo contradiz um dos seus grandes ensinamentos, no Argentinos Jr 0x0 Corinthians?

Eu sempre afirmei: nos anos 90 / 2000, quando pude trabalhar por algumas temporadas na Série A1 do Paulistão como quarto-árbitro, ficava tentando aprender e entender os grandes treinadores c’os quais eu tinha oportunidade de conviver nos jogos. E dos vários que pude acompanhar “do ladinho” na área técnica (dos mais famosos aos mais jovens), eu sempre me impressionei com o Luxemburgo. Ele se fazia entender com o boleiro, gritava, mudava o jogo, e até para eu que em tese não conhecia nada de tática, entendia o que ele queria pela leitura de jogo que ele mostrava com seu excepcional trabalho.

Claro, quando perdia o jogo, tergiversava e colocava assuntos polêmicos em pauta, para não dar o “braço a torcer” quando outro técnico o superava.

Porém, o Luxa atual (que continuo respeitando, pois todos merecem dignidade no tratamento por sua história) é diferente. Observaram as entrevistas confusas, sem sentido, e até mesmo folclóricas?

Não quero dizer que ele desaprendeu a trabalhar (ele era o cara da vanguarda), mas as frases como “mudou o tamanho do campo”, “ter que escolher entre dois banheiros”, e, especialmente ontem, do “ponto positivo”, me impressionam negativamente. É dele, no auge da carreira, a expressão de alerta:

“O medo de perder tira a vontade de ganhar”.

Ele está fazendo exatamente aquilo que ele alertava para não se fazer!

Os resultados dentro de campo também assustam: em 7 jogos, 0V, 3E e 4D. Ou seja: um pouco mais de 14% de aproveitamento de pontos (dos 21 disputados, conquistou míseros 3).

Será que o Coringão vai cair, mantendo esse ritmo de falta de vitórias?

Desempenho do Corinthians contra o Argentino Juniors não agradou a Fiel

Imagem extraída de MeuTimão.com

– O L’Equipe diz: QSI pode investir no Santos FC?

Meses atrás, a imprensa internacional noticiou que o QSI (dono do PSG) quer expandir seus negócios no futebol, imitando o processo expansionista do City Group, e que desejaria adquirir um clube importante na América do Sul.

Eis que o respeitado jornal francês L’Equipe traz uma notícia relevante para o futebol brasileiro: o Santos FC seria o alvo dos investidores cataris! Na matéria, é citado inclusive o fato de que o Peixe passa por situação financeira delicada, e que poderia ser uma oportunidade.

Sairá algum negócio, seja SAF ou como uma parceira em outro modelo?

O link em: https://www.lequipe.fr/Football/Actualites/Qsi-proprietaire-du-psg-en-negociations-pour-investir-a-santos/1398200