– Os elencos bilionários do futebol mundial, com 3 brasileiros entre os 100:

O GE.com trouxe uma matéria muito interessante sobre os elencos mais caros do mundo. E os clubes de futebol ingleses são os 6 primeiros colocados. 

O valor do elenco do Chelsea ultrapassa R$ 8 bilhões! Veja na tabela abaixo:

Do Brasil: Flamengo, Palmeiras e Botafogo estão entre os TOP 100 (respectivamente nas posições 54, 63 e 73). Verdão e Mengão são os únicos brasileiros a ultrapassarem 1 bilhão de reais.

Sobre a matéria citada, acesso para ela no link em: https://ge.globo.com/futebol/futebol-internacional/noticia/2025/09/17/chelsea-tem-elenco-mais-caro-do-mundo-com-flamengo-palmeiras-e-botafogo-no-top-100-veja-lista.ghtml

OS ELENCOS MAIS CAROS DO MUNDO:

GE.com ran a very interesting story about the most expensive squads in the world. And English football clubs hold the top 6 spots.

Chelsea’s squad value exceeds R$ 8 billion! See the table below:

From Brazil: Flamengo, Palmeiras, and Botafogo are among the TOP 100 (in positions 54, 63, and 73, respectively). Verdão and Mengão are the only Brazilian teams to exceed R$ 1 billion.

– Os elencos bilionários do futebol mundial, com 3 brasileiros entre os 100:

O GE.com trouxe uma matéria muito interessante sobre os elencos mais caros do mundo. E os clubes de futebol ingleses são os 6 primeiros colocados. 

O valor do elenco do Chelsea ultrapassa R$ 8 bilhões! Veja na tabela abaixo:

Do Brasil: Flamengo, Palmeiras e Botafogo estão entre os TOP 100 (respectivamente nas posições 54, 63 e 73). Verdão e Mengão são os únicos brasileiros a ultrapassarem 1 bilhão de reais.

Sobre a matéria citada, acesso para ela no link em: https://ge.globo.com/futebol/futebol-internacional/noticia/2025/09/17/chelsea-tem-elenco-mais-caro-do-mundo-com-flamengo-palmeiras-e-botafogo-no-top-100-veja-lista.ghtml

OS ELENCOS MAIS CAROS DO MUNDO:

GE.com ran a very interesting story about the most expensive squads in the world. And English football clubs hold the top 6 spots.

Chelsea’s squad value exceeds R$ 8 billion! See the table below:

From Brazil: Flamengo, Palmeiras, and Botafogo are among the TOP 100 (in positions 54, 63, and 73, respectively). Verdão and Mengão are the only Brazilian teams to exceed R$ 1 billion.

– Quando falta dinheiro no futebol…

Quando um clube está com dívidas, qualquer “trocado” serve como receita. Quando não precisa, pode segurar o seu atleta e pedir quanto quiser.

É o atual caso entre São Paulo e Palmeiras: o Tricolor do Morumbi vendeu 5 promessas da base pelo mesmo valor que o Verdão vendeu um zagueiro!

Olhe só na matéria do GE, em: https://ge.globo.com/futebol/times/sao-paulo/noticia/2025/09/11/sao-paulo-vende-cinco-da-base-pelo-mesmo-valor-que-o-palmeiras-conseguiu-em-um-so-zagueiro.ghtml

Imagem extraída da Internet, quem souber o autor, informar para arte.

– Quando falta dinheiro no futebol…

Quando um clube está com dívidas, qualquer “trocado” serve como receita. Quando não precisa, pode segurar o seu atleta e pedir quanto quiser.

É o atual caso entre São Paulo e Palmeiras: o Tricolor do Morumbi vendeu 5 promessas da base pelo mesmo valor que o Verdão vendeu um zagueiro!

Olhe só na matéria do GE, em: https://ge.globo.com/futebol/times/sao-paulo/noticia/2025/09/11/sao-paulo-vende-cinco-da-base-pelo-mesmo-valor-que-o-palmeiras-conseguiu-em-um-so-zagueiro.ghtml

Imagem extraída da Internet, quem souber o autor, informar para arte.

– Quem é o consumidor que vai gastar de verdade?

Quem é o consumidor que realmente vai gastar as riquezas da Economia Global? Os Boomers, a Geração X ou os Millenials?

Muito bacana o artigo que compartilho abaixo, extraído de: https://www.istoedinheiro.com.br/consumidor-conectado-exigente-e-ansioso/

CONSUMIDOR CONECTADO, EXIGENTE E ANSIOSO

por Cecília Andreucci

Altamente digitalizado, pressionado por uma montanha de informações, consumidor desconfia das organizações e da propaganda

Não há mais como falar de consumo sem falar de tecnologia – aliás poucas coisas hoje escapam desta proposição. Nós, brasileiros, somos os mais ávidos por novas tecnologias, inovação e por consumir toneladas de informação disponibilizadas na rede (mesmo ficando ansiosos com tudo isso). O uso de smartphones disparou e nos colocou como uma das nações mais digitalizadas. Somos prodígios nas redes sociais, mas nos preocupamos muito com a possibilidade de nossos dados serem hackeados. E há razões concretas para essa preocupação. Especialistas concordam que não é uma questão de “se” os sistemas de informação serão atacados, mas “quando” e em “qual” proporção. Ninguém está protegido.

Essas informações foram reforçadas pelo presidente global para consumo e varejo de uma grande consultoria internacional em evento recente. Ele apresentou o resultado de uma ampla pesquisa sobre as profundas mudanças nas motivações, atitudes e expectativas do consumidor nesse século, realizada em oito países, dentre eles o Brasil.

O resultado de cada país retrata, naturalmente, seu momento social, econômico e político, mas seguem muitas tendências globais, dentre elas o protagonismo da internet como fonte de informação, a preocupação crescente com a segurança de dados pessoais, a expectativa por qualidade e conveniência, e experiências mais intuitivas e personalizadas.

Outro aspecto pesquisado foi a confiança nas instituições, que atinge 47%. As menos confiáveis são organizações governamentais e as de propaganda – 37% e 26%, respectivamente. Essa última poderia também ser explicada por uma sociedade cada vez mais letrada na disciplina, que nunca desconfiou tanto da comunicação publicitária. Bancos e empresas de saúde gozam o mais alto nível de confiança, ainda que não seja tão alto assim (aproximadamente 60%). No Brasil, saímos fora da curva, abaixo da média, em instituições governamentais, energia e serviços de utilidade pública. Fácil de entender. E confiamos mais nas empresas de tecnologia que os demais países, talvez porque façamos muito uso delas.

E, resultado dos nossos últimos anos complicados, desenvolvemos uma cultura de barganha, passamos por um down trade, procurando produtos com melhor custo-benefício. Com isso, baixamos nosso padrão de consumo. Também reportamos o mais alto nível de preocupação com a aposentadoria (em termos financeiros). E vemos como principal indulgência na vida, a boa comida, o que é bastante frugal.

Outra perspectiva interessante da apresentação tratou da nova demografia etária do planeta e suas peculiaridades em termos de motivação, atenção, conexão, uso do tempo e gastos. Apesar de os Boomers (pessoas nascidas entre anos 40 e meados dos anos 60) terem acumulado muita riqueza, é a geração seguinte, a X, que deve herdá-la e gastá-la. Estima-se que um trilhão de dólares. Geralmente negligenciada pelas estratégias de marketing, é apelidada de geração-sanduíche ou geração-esquecida. A primeira a cuidar de seus pais e de seus filhos simultaneamente, sofre mais pressões por recursos e tempo. Apesar de terem nascidos antes da internet, são bastante digitalizados. Produtos e serviços devem refletir essa realidade.

Dentro da mesma casa que vive um “X”, há uma grande chance de viver um Millennial (nascido entre 1980 e 1999) e um “Z” (nascido depois de 2000). As nativas digitais cresceram na era da explosão das tecnologias de computação e de comunicação. Para a “Z” tudo ocorre, porém, numa dimensão e velocidade mais acentuadas. Se os Millennials queriam conhecer todas as possibilidades digitais, a geração “Z” chegou para fazer a curadoria, criar, projetar e mixar todas as mídias, conteúdos e experiências. Com baixíssima concentração, demandam que sejam seduzidos em segundos, ou outro estímulo vai atraí-los rapidamente.

Nessa casa hipotética, todos seguem se influenciando mutuamente, diariamente.

Não é fácil para a liderança das organizações capturar as necessidades destes grupos. Especialmente porque, como eu, muitos são da geração X, os imigrantes digitais. Para além das pesquisas e consultorias, que contribuem muito, aqueles que convivem de perto com as três outras gerações que habitam o planeta devem ter maior chance de sucesso.

(*) Cecília Andreucci é conselheira de administração, mercadologista e doutora em comunicação.

Consumidor conectado, exigente e ansioso

Imagem extraída do link acima:

– Como as fintechs estão transformando o dinheiro no Brasil.

Fintechs revolucionaram o sistema financeiro no Brasil, ampliando acesso e gerando debate sobre regulação. #Fintech #Economia #linkezine O post 💸 …

Continua em: 💸 Como as fintechs estão transformando o dinheiro no Brasil 🚀

– Os fatos absurdos da semana no futebol.

Durante a semana, revelou-se que

  • Memphis Depay mora em um flat a R$ 9.000,oo a diária, pago pelo Corinthians;
  • O Atlético SAF, propriedade de milionários empresários, estava com salários atrasados;
  • Pedrinho contou que as contas de água e luz do Vasco aumentaram porque mandou acabar com os gatos; e
  • A dívida do São Paulo aumentou para quase 1 bilhão de reais!

Não é fácil o futebol brasileiro…

– Seguindo Trump, Maduro tarifa o Brasil.

Virou moda: Nicolás Maduro, ditador da Venezuela, aumenta as tarifas de produtos brasileiros entre 15 a 77%. Pode?

Abaixo, por Ricardo Amorim, extraído da Rede Social X:

O governo venezuelano aproveitou a posição já fragilizada do Brasil por conta das tarifas do Trump e pegou os brasileiros de surpresa com o anúncio da aplicação de tarifas de importação que variam entre 15% e 77% sobre produtos vindos do Brasil.

A decisão contraria um acordo firmado em 2014 que previa isenção para mercadorias com certificado de origem. A medida pode impactar diretamente as exportações, principalmente em estados que mantêm forte relação comercial com a Venezuela, como a Roraima. A Venezuela possui uma dívida bilionária em atraso com o Brasil, mas o governo brasileiro vem concedendo condições benéficas de rolagem à Venezuela. Além disso, o presidente brasileiro não se posicionou contr indícios claros de fraude nas últimas eleições presidenciais na Venezuela.

Para o bem do Brasil e dos próprios venezuelanos, já passou muito da hora de Lula mudar sua postura de conivência com o atual governo venezuelano.

Bandeira da Venezuela: significado, cores, estrelas e história -  Significados

 

#tarifas #venezuela #brasil #acordo #comercio #economia #3os #manchete


It’s become a trend: Nicolás Maduro, Venezuela’s dictator, is increasing tariffs on Brazilian products by 15% to 77%. Is that acceptable?

Below, by Ricardo Amorim, extracted from the social media platform X:

The Venezuelan government took advantage of Brazil’s already weakened position due to Trump’s tariffs and caught Brazilians by surprise with the announcement of import tariffs ranging from 15% to 77% on products coming from Brazil.

This decision contradicts an agreement signed in 2014 that provided for exemption for goods with certificates of origin. The measure could directly impact exports, especially in states that maintain strong commercial ties with Venezuela, such as Roraima. Venezuela has a billion-dollar overdue debt with Brazil, yet the Brazilian government has been granting beneficial rollover conditions to Venezuela.Furthermore, the Brazilian president has not taken a stand against clear indications of fraud in the last Venezuelan presidential elections.

For the good of Brazil and the Venezuelans themselves, it’s long past time for Lula to change his stance of complicity with the current Venezuelan government.


– Os fatos absurdos da semana no futebol.

Durante a semana, revelou-se que

  • Memphis Depay mora em um flat a R$ 9.000,oo a diária, pago pelo Corinthians;
  • O Atlético SAF, propriedade de milionários empresários, estava com salários atrasados;
  • Pedrinho contou que as contas de água e luz do Vasco aumentaram porque mandou acabar com os gatos; e
  • A dívida do São Paulo aumentou para quase 1 bilhão de reais!

Não é fácil o futebol brasileiro…

– A Relação Entre Emoções e Finanças Pessoais.

Infelizmente, apesar dos milênios de evolução humana, as pessoas continuam cometendo os mesmos erros, por todos esses milênios. E estamos vivendo na …

Continua em: A Relação Entre Emoções e Finanças Pessoais

– Nvidia atinge US$ 3,9 trilhões e se aproxima do topo histórico do mercado global.

💻 Nvidia atinge US$ 3,92 trilhões e lidera corrida global da IA com chips de ponta. #nvidia #inteligenciaartificial #linkezine 🚀📊 O post Nvidia …

Continuas em: Nvidia atinge US$ 3,9 trilhões e se aproxima do topo histórico do mercado global

– Corinthians: uma hora, a “fonte vai secar”!

Há coisas que assustam: o Corinthians, por exemplo, mesmo devendo bastante, trouxe Memphis Depay e abusou dos valores oferecidos ao atleta. O que era previsto, aconteceu: está devendo para o holandês (R$ 6,1 mi), que por sua vez ameaçou não se reapresentar para os treinos.

Agora, surge a história de que Coronado tem quase 10 milhões a receber! Pode?

A solução? Buscar no mercado financeiro ou se socorrer com dinheiro emprestado pelos empresários de atletas. Ou ainda: adiantar cotas da FPF, adiantar cotas de TV, e, no caso específico desse episódio, adiantar a renovação de patrocínio da Nike.

Se eu adianto o dinheiro lá na frente, não terei para receber naquela oportunidade. E quando chegar o “lá na frente”, adianto o que eu ainda nem acertei direito. Em algum momento desse círculo vicioso, a grana a receber acaba.

O que fazer, Coringão? Não é melhor repensar os gastos?

O que mais assusta: muita gente “batendo palma” para as caríssimas contratações.

– Borderôs de crédito.

Fala galera, vocês estão bem? Borderôs de Crédito: Como Funcionam no Serasa, SPC e Boa Vista Consumidor Os borderôs de crédito são documentos …

Continua no original, em: Borderôs de crédito.

– Corinthians: uma hora, a “fonte vai secar”!

Há coisas que assustam: o Corinthians, por exemplo, mesmo devendo bastante, trouxe Memphis Depay e abusou dos valores oferecidos ao atleta. O que era previsto, aconteceu: está devendo para o holandês (R$ 6,1 mi), que por sua vez ameaçou não se reapresentar para os treinos.

Agora, surge a história de que Coronado tem quase 10 milhões a receber! Pode?

A solução? Buscar no mercado financeiro ou se socorrer com dinheiro emprestado pelos empresários de atletas. Ou ainda: adiantar cotas da FPF, adiantar cotas de TV, e, no caso específico desse episódio, adiantar a renovação de patrocínio da Nike.

Se eu adianto o dinheiro lá na frente, não terei para receber naquela oportunidade. E quando chegar o “lá na frente”, adianto o que eu ainda nem acertei direito. Em algum momento desse círculo vicioso, a grana a receber acaba.

O que fazer, Coringão? Não é melhor repensar os gastos?

O que mais assusta: muita gente “batendo palma” para as caríssimas contratações.

– Os valores dos patrocínios das Bets nos clubes de futebol no Brasil:

As Casas de Apostas, inegavelmente, financiam o futebol brasileiro.

O que os clubes fariam sem elas hoje?

Vide o quadro:

– Is Investing in Crypto a Good Idea?

When it to the world of investment, the surge of cryptocurrencies like Bitcoin and Ethereum has sparked a global debate on whether diving into the …

Continua em: Is Investing in Crypto a Good Idea?

– A falência da Revista “Isto É”.

O mercado de revistas no Brasil está em crise, todos sabemos. Vide o que aconteceu com a Editora Abril e a Revista Veja recentemente…

Agora, é a vez da Revista Isto É quebrar! A Editora Três, infelizmente, não aguentou as dificuldades do mercado editorial.

Abaixo, extraído de: https://www.conjur.com.br/2025-fev-03/justica-decreta-falencia-da-editora-tres-dona-da-istoe-por-nao-pagar-credores/

– Desenhamos os “planos B” das nossas carreiras no auge?

Buscamos uma fonte de renda alternativa, independente de nossos empregos?
É isso que essa matéria discute: sobre novos recursos financeiros, independente da demissão do emprego ou se é desejo de incremento.

Muito bom! Compartilho, extraído de: http://www1.folha.uol.com.br/sobretudo/carreiras/2017/07/1897575-profissional-deve-desenhar-seu-plano-b-no-auge-diz-administrador.shtml

PROFISSIONAL DEVE DESENHAR SEU PLANO B NO AUGE

Por Carolina Muniz

O que fazer logo depois de ser demitido: descansar ou agir rápido? Vale a pena investir o dinheiro da rescisão em um novo negócio? No recém-lançado “Emprego 2.0 – Como Conquistar, Manter e Crescer na Carreira”, o administrador e palestrante Marcelo Simonato, 39, dá um passo a passo de como conquistar uma nova vaga -desde a formulação do currículo até a chegada à empresa. Em entrevista, ele fala sobre como planejar a carreira em tempos de instabilidade.

RAIO-X

Idade 39 anos
Atuação Diretor financeiro da consultoria Everis, palestrante e mentor
Formação Administração de empresas e comércio exterior pela Universidade Paulista; MBA em finanças empresariais pele FGV; e MBA em gestão empresarial pela Lassale University, na Filadélfia (EUA)
Obra “Emprego 2.0 – Como Conquistar, Manter e Crescer na Carreira” (editora Preparando Recursos, 127 págs., R$ 30)*

Folha – Qual é o maior erro que os profissionais costumam cometer ao serem demitidos?
Marcelo Simonato – Um grande equívoco é aproveitar a demissão para tirar um tempo de descanso como recompensa por tantos anos de trabalho. Quando a pessoa sai da empresa, carrega por um curto espaço de tempo o sobrenome da organização, um cartão de visitas que pode abrir portas. Se tirar férias durante esse período, esse sobrenome pode acabar esfriando. Então, assim que a demissão acontece, o primeiro passo é comunicá-la a colegas, clientes e fornecedores. Não é preciso ter vergonha por estar desempregado. Em boa parte dos casos, é exatamente por uma indicação desses contatos que surgem novas oportunidades de trabalho.

Como deve ser a rotina do profissional que está em busca de de uma recolocação?
Ele deve encarar a procura por emprego como um novo projeto na carreira, que requer planejamento e disciplina como qualquer outro. Não estou dizendo que ele tem de ficar 12 horas em frente ao computador. Aliás, isso não é eficaz e gera ainda mais estresse. O mais interessante é ter uma rotina bem definida de trabalho, de cerca de três horas pela manhã e outras três à tarde. No tempo livre, é importante se exercitar e ficar com a família. Afinal, de nada adianta encontrar vagas, mas não estar bem emocionalmente na hora das entrevistas.

Quanto tempo vale procurar antes de aceitar uma posição abaixo das expectativas?
Primeiro, é preciso entender se a nomenclatura do cargo que o profissional ocupava anteriormente é compatível com a realidade atual do mercado. Em alguns casos, a pessoa descobre que era gerente na empresa em que trabalhava, mas hoje já se exige mais dessa posição. Aí, ela tem duas alternativas: ou procura emprego para um cargo inferior ou busca se qualificar para preencher essas lacunas. Se o indivíduo tem reservas financeiras, pode continuar batalhando. Se não, é preciso deixar o ego de lado.

Quando perguntado sobre pretensão salarial, o candidato está com receio de fazer exigências? Como negociar?
Sim, muitos estão aceitando qualquer coisa. O profissional não pode derrubar o valor do seu salário logo de cara. Precisa valorizar sua experiência dentro do que a empresa está buscando. Ele pode dizer que imagina receber um valor próximo ao que ganhava na ocupação anterior, mas está aberto a uma proposta da empresa. Provavelmente, o entrevistador vai dizer que o mercado não está pagando tudo isso. Aí, começa a negociação. Nesse momento, ele não pode focar apenas no salário, mas deve usar também os benefícios para chegar em um acordo mais vantajoso.

Como planejar a carreira para se sentir mais seguro diante das incertezas?
É comum a pessoa ficar desempregada e querer montar um negócio. Ela nunca foi empresária e tenta fazer isso com o último recurso que lhe resta. O que acontece, normalmente, é que a empresa quebra alguns anos depois. Por isso, o indicado é começar uma atividade paralela quando ainda se está na ativa, mesmo no auge da carreira. Escolha uma ocupação que tenha prazer em fazer nas horas livres sem se preocupar em transformar isso na sua fonte principal de renda. Numa situação de desemprego, você já terá um plano B desenvolvido.

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Por Marcelo Justo / Folhapress

– 42 anos que a Haspa se foi…

Quando garotinho, meu pai abriu uma Caderneta de Poupança da Haspa, que era do então Ministro da Fazenda Delfim Neto. Lembram da propaganda e dos cofrinhos? Poupe que o Delfim garante…”

Pois é: Há 42 anos ela quebrou! Ainda bem que os meus trocadinhos de criança foram para o já falecido Banco Real…

Eu gostava de ir lá só por causa da Turma da Mônica…

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Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida. Quem conhecer o autor, favor informar para créditos.

– As celebridades mais lucrativas (já falecidas):

Veja só que quadro: personalidades que ainda ganham dinheiro, depois que partiram dessa vida (os detentores de seus direitos, óbvio):

– O transfer ban do Corinthians: se tem noção da gravidade?

Sofrer um transfer ban da FIFA é algo muito sério, e parece que os times brasileiros não entenderam isso.

Não é “estar com o nome sujo na praça”, como se fosse uma negativação pelo Serasa ou SPC (que já é péssimo). É pior, pois você fica impedido de registrar jogadores!

Certa vez, surgiu a ideia de Score para Cadastro Positivo de pagadores. Já pensou tal medida no futebol brasileiro? A lista ficaria vazia, já que não se vê preocupação nem em pagar-se o que é obrigação… vide o Corinthians, que sofreu a punição, por não pagar Balbuena.

O que será que Depay pensa, ao ver tais notícias? Certamente, seus contrato deve ter ótimas garantias…

– PIX Agendado Recorrente: O Que É e Como Funciona a Nova Modalidade de Pagamentos Automáticos.

Começou a valer nesta segunda-feira (28) o PIX Agendado Recorrente, uma nova modalidade do sistema de pagamentos instantâneos do Banco Central do …

Continua em: PIX Agendado Recorrente: O Que É e Como Funciona a Nova Modalidade de Pagamentos Automáticos

– O Fair Play financeiro pedido pelo presidente do Vitória contra o Corinthians:

E o presidente do Vitória, Fábio Mota, foi preciso quanto ao fair Play financeiro no futebol brasileiro, citando o Corinthians:

“[Clubes com] investimento muito maior, que continuam contratando sem pagar ninguém. Não têm fair play no Brasil. O Corinthians contratou jogador para pagar R$ 3 milhões por mês, brigando com a gente cabeça a cabeça. Enquanto isso, não consegue pagar o salário do mês e deve mais de R$ 2,5 bilhões. Isso é o futebol brasileiro, essa loucura tem que acabar. (…) Tem que ser responsabilizado. Tudo no Brasil tem lei, o futebol não é assim. Ou muda isso ou o futebol brasileiro vai ficar cada vez descredenciado para o mundo. Uma das razões para ter poucos investidores no futebol brasileiro é isso”.

De fato, não é mais possível que as gestões sejam tão amadoras: contrata-se, faz-se dívidas sem dinheiro, e não há responsabilização alguma!

O que você acha do Fair Play financeiro? Eu penso ser uma urgente necessidade.

– O Fair Play financeiro pedido pelo presidente do Vitória contra o Corinthians:

E o presidente do Vitória, Fábio Mota, foi preciso quanto ao fair Play financeiro no futebol brasileiro, citando o Corinthians:

“[Clubes com] investimento muito maior, que continuam contratando sem pagar ninguém. Não têm fair play no Brasil. O Corinthians contratou jogador para pagar R$ 3 milhões por mês, brigando com a gente cabeça a cabeça. Enquanto isso, não consegue pagar o salário do mês e deve mais de R$ 2,5 bilhões. Isso é o futebol brasileiro, essa loucura tem que acabar. (…) Tem que ser responsabilizado. Tudo no Brasil tem lei, o futebol não é assim. Ou muda isso ou o futebol brasileiro vai ficar cada vez descredenciado para o mundo. Uma das razões para ter poucos investidores no futebol brasileiro é isso”.

De fato, não é mais possível que as gestões sejam tão amadoras: contrata-se, faz-se dívidas sem dinheiro, e não há responsabilização alguma!

O que você acha do Fair Play financeiro? Eu penso ser uma urgente necessidade.

– Educação Financeira.

Estivemos hoje no Fundo Social de Hortolândia, falando de Finanças a uma turma muito dedicada!

É com a Educação que melhoraremos o Brasil!

– A possível falência da 777.

Sempre questionei: não é pelo fato de ser um grupo estrangeiro, ou ainda por montar uma SAF, que a vida de um clube de futebol melhorará de maneira mágica.

Nacional ou Internacional, SAF ou Clube Associativo (ou qualquer outra forma de gestão), o que vale é: competência administrativa e capacidade financeira de gerir seus recursos.

Brasil afora vemos clubes tendo problemas com suas SAFs (especialmente os pequenos clubes do Interior). Agora, a 777 é quem está à beira da falência.

Entenda os detalhes, no artigo do GE Extraído de: https://ge.globo.com/futebol/times/vasco/noticia/2024/10/07/com-problemas-na-justica-a-cap-coloca-a-venda-ativos-da-777-incluindo-todos-os-clubes-aviao-e-ate-iate.ghtml

777 À VENDA

O site norueguês “Josimar Football” voltou a publicar informações sobre a 777 Partners, empresa afastada judicialmente do controle da SAF do Vasco desde maio deste ano. A companhia norte-americana, que enfrenta processos na Justiça e agora é controlada pela A-CAP, está à beira da falência. Por isso, a seguradora colocou todos os clubes de futebol do grupo à venda, mas há dificuldade para encontrar possíveis investidores.

A reportagem aponta que a A-CAP colocou à venda até um luxuoso iate, chamado 777, anteriormente propriedade de Steven Pasko, um dos sócios-fundadores, por US$ 1,8 milhão (R$ 9,8 milhões). Além disso, o jato particular usado pelos executivos para viajar pelo mundo, avaliado em US$ 20 milhões (R$ 109 milhões), também está sendo vendido.

Os ativos da 777 no futebol agora são controlados pela A-CAP, que tem dialogado com o Vasco em busca de um novo investidor para o clube carioca. A empresa solicitou um estudo de viabilidade para a venda de todas as equipes de futebol do grupo.

Na semana passada, a informação já havia sido divulgada pelo CEO do Genoa, Andrés Blazquez. Em reunião com dirigentes da equipe italiana, Blazquez, que assumiu o cargo indicado pela 777, afirmou que a divisão de esportes do grupo estava se encerrando, com todos os clubes do portfólio sendo colocados à venda.

– O grupo está saindo e não sei o que fará – disse Blazques, acrescentando que “três ou quatro” empresas demonstraram interesse no Genoa.

De acordo com a reportagem da “Josimar Football”, a A-CAP tem encontrado dificuldades para vender os clubes, entre eles o Vasco. O maior empecilho é o processo movido pelo fundo inglês Leadenhall, que recentemente entrou na Justiça dos EUA com uma liminar contra a dissipação de ativos da 777. A depender da decisão judicial, a A-CAP pode ser impedida de negociar os clubes da empresa de Wander e Pasko.

O único clube da 777 com negociação avançada é o Red Star FC, da França, que pode ser vendido para Steve Pagliuca, dono da Atalanta e de parte do Boston Celtics, da NBA.

Além de Vasco, Genoa e Red Star, a 777 comprou Standard Liège (Bélgica), Hertha Berlim (Alemanha), Melbourne Victory (Austrália) e Sevilla (é sócia minoritária do clube espanhol).

A reportagem conta ainda como os problemas da 777 mundo afora têm contagiado os clubes. Em maio deste ano, a A-CAP tomou um empréstimo de US$ 40 milhões (R$ 218 milhões) para manter em operação as equipes de futebol. O dinheiro foi concedido por uma empresa do dono do Chelsea, Todd Boehly, a uma taxa de juros de 46%. Boehly, no entanto, não tem interesse na compra dos clubes da 777.

Apesar das dificuldades, a A-CAP tem pressa para se desfazer das equipes de futebol. Segundo a Josimar, a seguradora aceitou receber imediatamente 66 milhões de libras (R$ 473 milhões) pelos empréstimos feitos ao Everton, que superaram 200 milhões de libras (R$ 1,4 bilhão). Para ficar com a quantia de imediato, a A-CAP topou que o valor restante fosse convertido em ações preferenciais na venda do clube inglês aos americanos do grupo Friedkin.

Recentemente, a 777 foi despejada de seus escritórios em Miami e Newport Beach por não pagar aluguel. Há problemas judiciais em diversas frentes. Um tribunal inglês, por exemplo, ordenou a liquidação da filial em Londres e tirou a empresa do controle do London Lions, time de basquete do qual era dona na capital britânica.

Além disso, a 777 Asset Management, da qual Pasko é diretor, nomeou um liquidante voluntário na Inglaterra. Outra empresa subsidiária da 777, a EFOA, entrou com pedido de falência nos EUA, e a companhia aérea econômica do grupo, Bonza, está sendo encerrada na Austrália.

A reportagem revelou outro processo contra a ex-controladora do Vasco, desta vez movido pela “Obra Capital Management” contra a 777 e Steven Pasko, em que acusa a empresa de “transferência fraudulenta” de duas “subsidiárias ricas” para Pasko em novembro de 2023. A tentativa é recuperar esses ativos para ajudar a pagar uma dívida de US$ 20 milhões (R$ 109 milhões). Uma audiência sobre esse caso foi marcada para o dia 19 de novembro.

– A possível falência da 777.

Sempre questionei: não é pelo fato de ser um grupo estrangeiro, ou ainda por montar uma SAF, que a vida de um clube de futebol melhorará de maneira mágica.

Nacional ou Internacional, SAF ou Clube Associativo (ou qualquer outra forma de gestão), o que vale é: competência administrativa e capacidade financeira de gerir seus recursos.

Brasil afora vemos clubes tendo problemas com suas SAFs (especialmente os pequenos clubes do Interior). Agora, a 777 é quem está à beira da falência.

Entenda os detalhes, no artigo do GE Extraído de: https://ge.globo.com/futebol/times/vasco/noticia/2024/10/07/com-problemas-na-justica-a-cap-coloca-a-venda-ativos-da-777-incluindo-todos-os-clubes-aviao-e-ate-iate.ghtml

777 À VENDA

O site norueguês “Josimar Football” voltou a publicar informações sobre a 777 Partners, empresa afastada judicialmente do controle da SAF do Vasco desde maio deste ano. A companhia norte-americana, que enfrenta processos na Justiça e agora é controlada pela A-CAP, está à beira da falência. Por isso, a seguradora colocou todos os clubes de futebol do grupo à venda, mas há dificuldade para encontrar possíveis investidores.

A reportagem aponta que a A-CAP colocou à venda até um luxuoso iate, chamado 777, anteriormente propriedade de Steven Pasko, um dos sócios-fundadores, por US$ 1,8 milhão (R$ 9,8 milhões). Além disso, o jato particular usado pelos executivos para viajar pelo mundo, avaliado em US$ 20 milhões (R$ 109 milhões), também está sendo vendido.

Os ativos da 777 no futebol agora são controlados pela A-CAP, que tem dialogado com o Vasco em busca de um novo investidor para o clube carioca. A empresa solicitou um estudo de viabilidade para a venda de todas as equipes de futebol do grupo.

Na semana passada, a informação já havia sido divulgada pelo CEO do Genoa, Andrés Blazquez. Em reunião com dirigentes da equipe italiana, Blazquez, que assumiu o cargo indicado pela 777, afirmou que a divisão de esportes do grupo estava se encerrando, com todos os clubes do portfólio sendo colocados à venda.

– O grupo está saindo e não sei o que fará – disse Blazques, acrescentando que “três ou quatro” empresas demonstraram interesse no Genoa.

De acordo com a reportagem da “Josimar Football”, a A-CAP tem encontrado dificuldades para vender os clubes, entre eles o Vasco. O maior empecilho é o processo movido pelo fundo inglês Leadenhall, que recentemente entrou na Justiça dos EUA com uma liminar contra a dissipação de ativos da 777. A depender da decisão judicial, a A-CAP pode ser impedida de negociar os clubes da empresa de Wander e Pasko.

O único clube da 777 com negociação avançada é o Red Star FC, da França, que pode ser vendido para Steve Pagliuca, dono da Atalanta e de parte do Boston Celtics, da NBA.

Além de Vasco, Genoa e Red Star, a 777 comprou Standard Liège (Bélgica), Hertha Berlim (Alemanha), Melbourne Victory (Austrália) e Sevilla (é sócia minoritária do clube espanhol).

A reportagem conta ainda como os problemas da 777 mundo afora têm contagiado os clubes. Em maio deste ano, a A-CAP tomou um empréstimo de US$ 40 milhões (R$ 218 milhões) para manter em operação as equipes de futebol. O dinheiro foi concedido por uma empresa do dono do Chelsea, Todd Boehly, a uma taxa de juros de 46%. Boehly, no entanto, não tem interesse na compra dos clubes da 777.

Apesar das dificuldades, a A-CAP tem pressa para se desfazer das equipes de futebol. Segundo a Josimar, a seguradora aceitou receber imediatamente 66 milhões de libras (R$ 473 milhões) pelos empréstimos feitos ao Everton, que superaram 200 milhões de libras (R$ 1,4 bilhão). Para ficar com a quantia de imediato, a A-CAP topou que o valor restante fosse convertido em ações preferenciais na venda do clube inglês aos americanos do grupo Friedkin.

Recentemente, a 777 foi despejada de seus escritórios em Miami e Newport Beach por não pagar aluguel. Há problemas judiciais em diversas frentes. Um tribunal inglês, por exemplo, ordenou a liquidação da filial em Londres e tirou a empresa do controle do London Lions, time de basquete do qual era dona na capital britânica.

Além disso, a 777 Asset Management, da qual Pasko é diretor, nomeou um liquidante voluntário na Inglaterra. Outra empresa subsidiária da 777, a EFOA, entrou com pedido de falência nos EUA, e a companhia aérea econômica do grupo, Bonza, está sendo encerrada na Austrália.

A reportagem revelou outro processo contra a ex-controladora do Vasco, desta vez movido pela “Obra Capital Management” contra a 777 e Steven Pasko, em que acusa a empresa de “transferência fraudulenta” de duas “subsidiárias ricas” para Pasko em novembro de 2023. A tentativa é recuperar esses ativos para ajudar a pagar uma dívida de US$ 20 milhões (R$ 109 milhões). Uma audiência sobre esse caso foi marcada para o dia 19 de novembro.

– De Onde Vêm os Unicórnios? A Jornada de Fundadores nos EUA e Países Emergentes.

Nos últimos anos, os unicórnios — startups avaliadas em mais de US$ 1 bilhão — deixaram de ser figuras mitológicas e passaram a fazer parte do …

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– O enigmático caso Memphis Depay e as nuances que não podem ser ocultadas.

Ao ler muita gente aplaudindo a contratação do atacante Memphis Depay pelo Corinthians, penso: seria uma “burra empolgação”? Ou, longe de julgamentos, uma empolgação pueril e inocente?

O Corinthians tem uma dívida aproximada de 1 bilhão de reais, é sabido. Ainda não pagou Raniele ao Cuiabá e o Flamengo teve que reclamar oficialmente o não pagamento de Matheuzinho. Agora, se comprometerá a um contrato de 28 meses ao valor de quase 3 milhões por mês?

Ninguém questiona: “de onde vem o dinheiro”? Ou: “não é importante pagar os calotes?” Ou ainda: “qual será o custo-benefício?”

O torcedor mais apaixonado, obviamente, fica iludido. Mas a imprensa não pode cair no ôba-ôba e deve fazer os questionamentos devidos.

Por outro lado, qual a motivação de Depay, ao ser convidado para jogar num clube na zona de rebaixamento com tamanhas pendengas, aqui na América do Sul? Se eu sou ele, peço garantias bancárias, para não ter dor de cabeça para ficar cobrando lá na frente. Ou ele já tem essas garantias?

Fala-se à boca pequena que a empresa “Esportes da Sorte”, patrocinadora do Timão, bancaria a contratação. Mas seu proprietário, Darwim Henrique da Silva Filho, foi preso dias atrás, na mesma operação que deteve influencers, sob a acusação de lavagem de dinheiro. Além disso, pesa sobre a instituição a acusação de estar associada ao “Jogo do Bicho”, conforme reportagem da Infomoney (em: https://www.infomoney.com.br/consumo/jogo-do-bicho-era-usado-para-lavagem-de-dinheiro-pela-esportes-da-sorte-diz-policia/).

Seria mais um episódio como a Taunsa, a empresa que contratou Paulinho por uma fortuna e que nunca pagou um centavo de salário, sobrando a conta para o Coringão?

Tudo isso é muito estranho (ou amador demais). O certo é: algo não fecha nessa conta.

Dos males, o menor: Depay é acusado de pagar a fiança de Daniel Alves devido a prisão por estupro na Espanha, e a assessoria dele sempre negou veementemente. Que não tenha feito essa imoralidade mesmo…

Eu penso que Depay não ficará até Dezembro de 2026 no Corinthians, por motivos financeiros. E você?

Imagem extraída de: https://www.cnnbrasil.com.br/esportes/futebol/corinthians/corinthians-aguarda-resposta-de-depay-para-esta-quinta-feira-5-entenda-o-negocio/

– Com esse preço… não compre!

O melhor remédio contra preços altos, é não comprar o produto (se puder).

Na prateleira, ele vai ficar ali, parado, “cansado“, até o preço reduzir! Ou melhor: ser mais razoável.

Ao ver esses chocolates num posto à beira da estrada, custando esses valores absurdos, pensei: próximo ao vencimento, reduzirão à metade. Afinal, há quanto tempo estão lá.

Muito caro, totalmente fora da realidade:

– Na Casa da Juventude.

Estivemos hoje em Cabreúva, no Distrito do Jacaré , falando de Fluxo de Caixa e Finanças na “Casa da Juventude”!

É muito bom ver gente sedenta de aprendizado.

✒️ #Educação

– Os atletas mais bem pagos do mundo (a diferença em 30 anos):

Eu não consegui a lista de 2024, mas vejam que alta nos valores em 30 anos dos atletas mais bem pagos do mundo (da Revista Forbes).

Passando do Boxe para o Futebol, as cifras mudaram demais!

Abaixo:

– Paulista na A1 do Paulistão e na B do Brasileirão em 5 anos?

Eu gosto da ideia de SAF, Gestão Empresarial e Clube-empresa. Mas precisamos tomar cuidados. Sempre!

Conheço da mídia o Pedro Mesquita, ex-XP e que quer comprar a SAF do Tricolor Jundiaiense. É um cara sério. Mas ao ler a entrevista dele no Estadão de hoje, me preocupo com um discurso demagogo. Disse ele:

“É possível colocar o clube na elite do Estadual e, ao menos, na Série B do Campeonato Brasileiro. (…) Essa seria uma meta viável. Futebol é muito subjetivo. Se eu for perfeito, em cinco anos estamos na primeira divisão”.

Não dá para estar na Série B do Brasileirão em 5 anos… isso é impossível, pois precisa estar na A1 do Paulistão e daí entrar para a Série D do Campeonato Nacional (a não ser que volte a jogar a Copa Paulista, vença e opte por disputar a Série D, ao invés da Copa do Brasil – que paga muito mais). Precisaria de 8 anos, imaginando que todo ano o Paulista tivesse um acesso no Estadual e depois de chegar na A1, idem nos torneios da CBF.

Aí eu penso: tal fala é “empolgação demasiada”, ou “discurso para fazer logo o negócio”?

Nessa entrevista, abaixo, gostei da fala do presidente do Paulista, Rodrigo Alves. Foi humilde ao dizer que o “clube precisa de uma injeção financeira e administrativa”. Teria sido um mea culpa da sua gestão?

Abaixo, do “O Estado de São Paulo de hoje”: https://www.estadao.com.br/esportes/futebol/empresario-amigo-de-ronaldo-compra-clube-campeao-da-copa-do-brasil-e-quer-coloca-lo-na-elite/#:~:text=Foi%20Mesquita%20que%20sugeriu%20a,futebol

Empresário amigo de Ronaldo compra clube e prevê: ‘São Paulo, Inter e Grêmio serão SAFs no futuro’.

por Ricardo Magatti:

Intermediário na venda da SAF do Cruzeiro, Pedro Mesquita abre gestora de investimentos e aguarda diligências para concluir aquisição do Paulista de Jundiaí

Campeão da Copa do Brasil de 2005, o Paulista de Jundiaí está na iminência de ter um dono. A EXA Capital, fundo de investimentos criado pelo empresário Pedro Mesquita, ex-chefe do banco de investimentos da XP, deve concluir nos próximos meses a compra de 90% da SAF do tradicional time do interior de São Paulo. No mês passado, foi assinado um memorando de entendimento para aquisição da SAF do clube.

Está em um curso um processo de diligência para efetivar a aquisição da porcentagem do Paulista. Passaram mais de 30 dias desde que essa averiguação, procedimento normal nesses casos, começou. O prazo é de 120 dias. Terminado esse período, caso a proposta seja positiva para o fundo de investimentos, o Conselho de Administração do clube votará pela aprovação ou não da venda de 90% das ações do Paulista.

O clube negociou com outros investidores no passado, mas os acordos nunca foram efetivados. Em maio de 2023, a venda foi encaminhada à empresa Two Me, que, porém, não pagou o valor que havia sido acordado. Desta vez, há a confiança dos dirigentes que a EXA assuma a SAF do Paulista em breve.

“A gente já contratou advogados especialistas para diagnosticar a situação. Se essa situação for que a gente acredita, pelas análises iniciais, a gente vai seguir com a compra e com o projeto”, diz Mesquita em entrevista ao Estadão na sede de sua empresa na zona sul de São Paulo. Sua equipe está devassando os passivos e problemas do Paulista. “Primeiro você negocia, depois você identifica os passivos para seguir ou não com o negócio”, afirma.

Quando chefiava seu departamento na XP, o executivo intermediou a venda da SAF do Cruzeiro a Ronaldo, de quem é amigo, e participou também do mesmo processo no Botafogo, cuja SAF foi negociada com o magnata americano John Textor. Depois de atuar por trás dos bastidores nessa área, Mesquita saiu da X e resolveu fundar sua própria gestora para investir em algum clube.

Mesquita faz elogios às gestões de Athletico-PR e Fortaleza. O seu pensamento é que, com exceção de Palmeiras e Flamengo, que têm gestões exemplares, e Corinthians, em razão do seu potencial de receita, todos os outros principais clubes do País se tornarão SAF no futuro.

Se você não tiver um midas, como foi Paulo Nobre (ex-presidente do Palmeiras) acho que é questão de tempo São Paulo, Inter, Grêmio e Fluminense virarem SAF. Não consigo enxergar esses clubes competindo em alto nível nos próximos cinco anos sem injeção de capital. Ou eles encontram algum midas ou se tornam SAF. Não tem um modelo que sustente uma dívida alto em longo prazo.

De volta à elite em cinco anos

O executivo escolheu investir no Paulista em virtude de suas glórias, potencial e localização. “Jundiaí tem uma localização privilegiada e o Paulista tem uma história incrível, mas está em uma condição ruim. Foi um misto de onde está a melhor oportunidade e o desafio de fazer um processo de transformação”.

O Paulista vive há anos uma profunda crise financeira, chegou a ficar perto de perder seu estádio, o Jayme Cintra, graças a dívidas, e, durante a pandemia, precisou rifar medalha do título da Copa do Brasil para pagar as contas. Hoje, está sem divisão nacional nacional desde 2009 e disputa a quinta e última divisão do Campeonato Paulista. Na avaliação de Mesquita, em cinco anos, é possível colocar o clube na elite do Estadual e, ao menos, na Série B do Campeonato Brasileiro. “A gente tem que sonhar alto, mas sem deixar de ser realistas. Essa seria uma meta viável. Futebol é muito subjetivo. Se eu for perfeito, em cinco anos estamos na primeira divisão”.

As agruras são muitas, mas a tradição traz visibilidade e, com investimento, o cenário pode mudar, acredita o presidente do Paulista, Rodrigo Peternelli Alves. “O que despertou interesse nos investidores é a oportunidade de negócio em um clube com estrutura e projeção de sucesso, que hoje se encontra em baixa, mas com uma injeção financeira e administrativa tem tudo para voltar para a elite estadual e nacional”, avalia o dirigente.

“Do nosso lado, muita coisa foi feita nos últimos anos de gestão para organizar o clube tanto na parte jurídica como contábil, administrativa e demais áreas do clube. Somando isso com a história e tradição de uma instituição de 115 anos com títulos nacionais, mais a força da torcida e o potencial financeiro de uma cidade como Jundiaí, nosso papel é buscar uma grande parceria para ambos: investidor e clube”, acrescenta Alves.

Fundado em 1909 por funcionários da Companhia Paulista de Estradas de Ferro, o Paulista sempre foi um tradicional participante de Campeonatos Estaduais das duas principais de divisões. Ao longo de seus 115 anos, o clube já atendeu por outros nomes. Seja como Lousano Paulista ou Etti Jundiaí, notabilizou-se nas últimas décadas por conseguir surpreender times grandes, assim como por revelar jogadores que inclusive chegaram à integrar a seleção brasileira.

O Paulista viveu seu auge em 2005, quando deixou pelo caminho Botafogo, Cruzeiro e Fluminense para erguer o troféu de que mais se orgulha: o da Copa do Brasil. Em 2006, disputou a Libertadores e chegou a derrotar o poderoso River Plate.

“O torcedor quer ver o Paulista novamente com força no cenário estadual e nacional, voltar onde já estivemos um dia, fazendo a cidade e o estádio pulsar com as nossas cores. E nós entendemos que, hoje, a forma mais saudável e de longo prazo para isso acontecer é com a transformação do clube em SAF”, afiram o presidente, mencionando a migração do modelo associativo para o empresarial, aprovada em 2022 pelos sócios.

Menos dívidas, mais receita

A equação para um clube saudável financeiramente, opina Mesquita, passa por pagar dívidas, estabelecer metas e orçamentos, investir nas categorias de base e vislumbrar o aumento de receita. “A maioria dos clubes não investe o quanto deveria na base. Só ver o caso do Palmeiras, hoje a melhor base do Brasil graças a um grande investimento no passado”, pontua.

Para o CEO da Exa, clubes que migraram do modelo associativo sem fins lucrativos para o empresarial não têm de existir como uma empresa que gera lucro e dividendo para o seu acionista. “É uma geração de valor em cima de uma marca, de componentes que não são o lucro”, argumenta. “Com maior receita, você sempre busca maior investimento para que o clube figure entre os principais do País”.

Só geraria lucro para uma eventual venda no futuro, ele aponta. Sua ideia é “ficar no 0 a 0″ enquanto estiver no controle da SAF e que o clube cresça em cima da valorização da marca. “É isso que acontece lá fora”, diz o executivo, citando uma série de equipes, do futebol ao basquete, com casos como o do Boston Celtics. Avaliado em R$ 22 bilhões, o atual campeã da NBA foi colocado à venda pela família dona da franquia.

Foi Mesquita que sugeriu a Ronaldo que comprasse o Cruzeiro no fim de 2021 e foi ele também que aconselhou o ex-jogador a vender todas as suas ações para o empresário Pedro Lourenço, dono da rede de supermercados BH. “O futebol brasileiro está muito competitivo. Tem o Flamengo, o Palmeiras. Pra você chegar lá e competir com eles é preciso mais aporte financeiro e o Ronaldo não podia, a situação financeira dele não permitia fazer investimentos maiores do que ele já havia feito”, conta.

– Como uma consultoria pode ajudar sua empresa a obter mais dos seus dados?

A cultura de dados tem se destacado como um dos elementos cruciais para o sucesso das organizações na era da informação. À medida que a quantidade de…

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– 30 anos do Plano Real.

Hoje: 30 anos que o Plano Real – O plano econômico de Itamar Franco (criado pelo então Ministro da Fazenda Fernando Henrique Cardoso) – salvou o país da hiper-inflação.

Lembram que loucura era ter 20 a 30% de inflação todo mês? E quando entrou a URV, “dolarizando a economia”?

Eu me recordo perfeitamente… até de quem foi contra!

Queiramos ou não, o país virou “outro mundo” depois dele