– Rezemos neste tempo de Conversão!

E nesta primeira sexta-feira do Tempo Quaresmal, pudemos receber a Eucaristia na Missa celebrada há pouco (penitencial das 5h30) pelo nosso querido padre Alex Motta, aqui na Paróquia Santa Luzia.

Que o Corpo e o Sangue de Cristo nos fortaleçam hoje e sempre!

“Qual é o verdadeiro jejum agradável ao Senhor?”, é a reflexão litúrgica para nós neste dia. Não nos esqueçamos dela.

🙏 #fé #catolicismo #Quaresma #Jesus #espiritualidade #jejum #caridade #oração #BragançaPaulista

– Hoje começa a Campanha da Fraternidade!

Começa nesta 4a feira a CF 2021. 

Para quem não conhece o Tema e o Lema, são respectivamente: “Fraternidade e Diálogo, Compromisso de Amor” e “Cristo é a nossa paz. Do que era dividido, fez uma unidade.” (Ef 2,14ª).

Falamos sobre a grande polêmica que criou-se em torno dela (infelizmente). Você pode acessá-la no link em: https://professorrafaelporcari.com/2021/02/12/cf-2021-fraternidade-e-dialogo-compromisso-de-amor-mas-e-isso-o-que-esta-ocorrendo/

Sobre o seu intuito, compartilho um texto muito bom do Padre Patriky Samuel Batista (Especialista em Teologia Pastoral e Missiologia, Secretário Executivo de Campanhas da CNBB). Abaixo:

Extraído de: https://www.diocesedesetelagoas.com.br/cf-2021-fraternidade-e-dialogo-compromisso-de-amor/

CAMPANHA DA FRATERNIDADE ECUMÊNICA 2021

A Campanha da Fraternidade é um dos modos de viver o período quaresmal na Igreja no Brasil. Desde a sua origem em 1964, ela tem como grande objetivo despertar a solidariedade dos seus fiéis e da sociedade em relação a um problema concreto que envolve a sociedade brasileira, buscando caminhos de solução, à luz da Palavra de Deus. É uma importante ação evangelizadora no horizonte da Doutrina Social da Igreja.

Tendo seu momento forte no período quaresmal, somos convidados a contemplar o mistério da Cruz de Cristo a fim de realizar uma conversão profunda de nossa vida. Eis a proposta: ”Deixar-se transformar pela ação do Espírito Santo, como São Paulo no caminho de Damasco; orientar com decisão a nossa existência segundo a vontade de Deus; libertar-nos do nosso egoísmo, superando o instinto de domínio sobre os outros e abrindo-nos à caridade de Cristo. O período quaresmal é momento favorável para reconhecer a nossa debilidade, acolher, com uma sincera revisão de vida, a graça renovadora do Sacramento da Penitência e caminhar com decisão para Cristo. ” (Bento XVI – mensagem para o período quaresmal de 2011)

Um coração que se converte está disposto a amar e servir como Cristo nos ensinou. Sobretudo os mais pobres e que se encontram nas periferias existências e geográficas. Um amor ousado e criativo que rompe com o egoísmo e a indiferença. Viver fraternalmente é um precioso exercício para naturalizar a caridade em nossas ações.

A caridade cristã, resposta de uma vida impelida pelo amor de Cristo, nos leva a amar o bem comum e a buscar eficazmente o bem de toda pessoa, considerando-a também em sua dimensão social.  Assim, assumir e viver a Campanha da Fraternidade é abraçar mais uma oportunidade para vivermos o amor como serviço ao próximo e a fé como missão. É se envolver com cada pessoa que encontramos no caminho. É agir como o Bom Samaritano: ver, compadecer, cuidar …. e dialogar!

Em 2021 viveremos a 57ª edição da Campanha da Fraternidade. O grande tema que nos é proposto é o diálogo. Dialogar como compromisso de amor. Inseridos num cenário marcado por polarizações, ódios, ausência de escuta, individualismos imperialistas e indiferença, somos convidados a recuperar nossa capacidade de relação, tolerância, amorosidade e fraternidade. Edificar um novo humanismo alicerçado na ética cristã. Não podemos permanecer indiferentes a esta realidade que banaliza a vida, gera conflitos, violências, discriminações e radicalizações.

O que vem acontecendo conosco que já não conseguimos dialogar como antes? O que foi feito da cordialidade, acolhida e gentileza? Qual a diferença entre uma simples conversa, uma discussão e o diálogo propriamente dito? Como anunciar a Boa Nova de Jesus Cristo em tempos tão turbulentos como o atual? Provocações que nos fazem pensar e nos estimulam a encontrar caminhos de superação desta realidade, à luz da fé.

A Campanha da Fraternidade surge como ocasião preciosa para redescobrir a força e a beleza do diálogo como caminho de relações mais amorosas, promovendo a convivência fraterna e a alegria do encontro como experiências humanas irrenunciáveis, em meio a crenças, ideologias e concepções, em um mundo cada vez mais plural. É preciso reaprender a dialogar!

Segundo afirma o Papa Francisco, “aproximar-se, expressar-se, ouvir-se, olhar-se, conhecer-se, esforçar-se por entender-se, procurar pontos de contato: tudo isso se resume no verbo dialogar. Para nos encontrarmos e ajudarmos mutuamente, precisamos dialogar. ” (FT 198). Não conseguiremos avançar neste horizonte se não assumirmos o diálogo como compromisso de amor.

Dialogar supõe a redescoberta do valor e da beleza do outro. Requer escuta, paciência, decisão e disposição. É um processo com ritmo próprio que visa a compreensão do outro. Por essa razão, no diálogo, não há vencedores e vencidos. Não há uma palavra que prevalece, mas palavras que desencadeiam processos de conhecimento. Isso não significa acolher como dogma a verdade do outro, mas sim, respeitá-lo e com ele compartilhar o que compreendemos da vida, do mundo e de toda teia de relações que nos envolvem.

 O diálogo deve proporcionar uma mútua compreensão que visa a boa convivência, a superação dos conflitos tornando-se caminho para a construção da paz e da civilização do amor. Dialogar é conviver. Supõe convívio. É processo onde, aos poucos, compartilhamos o sentido e os significados que atribuímos a situações, acontecimentos. É conhecer a visão de mundo do outro e também saborear a sua presença como pessoa única no mundo. Compreender o outro e perceber os pontos em comum que nos unem. Ele não simplesmente cria conexão; ele a releva demonstrando que existem mais coisas que nos unem do que aquilo que nos separa. Por esta razão, sem escuta, paciência, tempo, coração dedicado não existe diálogo.

Viveremos a Campanha da Fraternidade de 2021 em comunhão com diversas comunidades de fé. Esta será a 5ª Campanha da Fraternidade Ecumênica (CFE). As Igrejas membros do CONIC assumem esse compromisso de levar adiante o objetivo geral da CFE: convidar as comunidades de fé e pessoas de boa vontade a pensarem, avaliarem e identificarem caminhos para superar as polarizações e violências através do diálogo amoroso, testemunhando a unidade na diversidade. Sem dúvidas, o diálogo e a convivência fraterna é o nosso melhor testemunho.

São Igrejas pertencentes ao CONIC: Igreja Evangélica de Confissão Luterana no Brasil; Igreja Presbiteriana Unida do Brasil; Igreja Católica Apostólica Romana; Igreja Episcopal Anglicana do Brasil; Igreja Sírian Ortodoxa de Antioquia e a Aliança de Batista do Brasil. Em 2021 dois membros fraternos se associam ao CONIC para a realização da CFE: Igreja Betesda e o Centro de Serviços à Evangelização e Educação Popular (CESEEP).

O testemunho de diálogo e de convivência fraterna das Igrejas cristãos são um precioso testemunho para um mundo que já não dialoga mais. Segundo São João Paulo II o movimento ecumênico do século XX teve o grande mérito de reafirmar claramente a necessidade deste testemunho. Após séculos de separação, de imcompreenções, de indiferença e oposiçõies, voltou a surgir nos cristãos a consciência de que a fé em Cristo os une e oferece aquela força capaz de superar o que os divide.

Com o Concílio Vaticano II a Igreja empenhou-se de maneira irreversível em percorrer o caminho da busca ecumênica. Neste horizonte, “Não se devem e não se podem diminuir as diferenças ainda existentes entre nós. O verdadeiro empenho ecuménico não procura compromissos e não faz concessões no que se refere à Verdade. Sabe-se que as separações entre os cristãos são contrárias à vontade de Cristo; sabe-se que elas são um escândalo, que enfraquece a voz do Evangelho. O seu esforço não é ignorá-las, mas superá-las.” (João Paulo II – 25.01.2001 – homilia no encerramento da semana de oração pela unidade dos cristãos.)

Sem sombra de dúvidas, trazendo à tona um tema tão pertinente, a Campanha da Fraternidade Ecumênica deseja despertar para a importância de acionarmos disposições pessoais, favorecer espaços e meios que ajudem as pessoas e comunidades de fé a redescobrirem o valor do diálogo e assumir os passos, os caminhos, os processos que lhe possibilitam a existência. Diálogo é uma postura, um modo de ser. O Diálogo é um estilo de vida. O ecumenismo, uma forma de testemunhar a beleza da unidade em meio às diferenças.

O lema da Campanha é muito sugestivo: “Cristo é a nossa paz; do que era dividido, fez-se uma unidade. ” (Ef 2,14ª). A divisão a qual Paulo faz referência diz respeito um muro existente em Jerusalém que impossibilitavam os gentios a terem acesso ao Templo. Havia um pátio reservado para eles e também um muro, de 1,40 metro, que os separava da parte principal do espalho sagrado. Neste muro havia uma inscrição advertindo que, aqueles que adentrarem o espaço não permitido, seriam responsáveis pela própria morte. Era o mundo da divisão que impedia tanto o acesso ao espaço sagrado, como às pessoas que ali estavam.

Um fato interessante se dá com Paulo e Trófimo, um gentio, que em At 21 adentra ao recinto que não lhe era permitido. Isso gera uma série de conflitos e também convicções. Para Paulo, em Jesus Cristo, já não há nada mais que seja capaz de nos separar do seu amor. Se nada nos separa deste amor, nada também poderá no separar uns dos outros. Cristo cria a unidade rompendo o muro da divisão, estabelecendo unidades, promovendo a comunhão e possibilitando a paz. Paz que se torna realidade a partir do horizonte do encontro com o outro.

A Campanha da Fraternidade Ecumênica nos convida a destruição dos muros que nos separam. Não somente eliminar os muros, mas também abrir mão dos entulhos que podem ser instrumentos de violência quando trocamos acusações e ofensas. Quando não ouvimos e cuidamos de cada pessoa como irmãos e irmãs. Não é suficiente destruir os muros. É preciso ser construtor de pontes, elo de comunhão, promotores da cultura do encontro e da fraternidade.

 Inspiradora é a narrativa dos discípulos a caminho de Emaús, descrita pelo evangelista São Lucas. O diálogo não se restringe à duas pessoas. Aqueles dois, mesmo tento participado de todos os acontecimentos da paixão e morte de Jesus Cristos, sozinhos, não são capazes de avançar na compreensão dos fatos. É preciso redescobrir o olhar da fé. O ressuscitado poderia ter se revelado de imediato, assim que chega para participar daquela conversa do caminho. Mesmo sendo evidente as dúvidas e questionamentos, aquele que vence a morte também vence a pressa pondo-se a caminhar com eles.

Talvez tenhamos aqui alguns passos para reaprendermos a dialogar: viver a iniciativa de ir ao encontro sem medo de quem está com dúvida, aproximar-se, entrar na conversa, caminha juntos, ajudar na compreensão da vida e das escrituras, fazer o coração arder, acolher o convite para adentrar a casa do outro (chão sagrado sob o qual devemos retirar as sandálias Ex 3,5), sentar-se à mesa, e, nos gestos de partilha, encontrar aquele que dá sentido à vida.

Assim, percorrido tal itinerário ainda precisamos de algo a mais: voltar à comunidade, ao encontro daqueles que, encerrados no medo de anunciar, estão à espera daquele diálogo que aquece o coração, promove a unidade e envia em missão.

Somos imagem e semelhança de um Deus que dialoga, que é em si mesmo perfeita relação de amor trinitário. Como diria Futon Shen: “Se no amor tu me procurares a mim somente, não encontrarás nada: mas se através de mim procurares a Deus, encontrarás tudo, uma vez que, repito, é necessário sermos três para amarmos: tu, eu e Deus. ”

Fraternidade e diálogo, compromisso de amor. Que possamos abrir os corações a essa temática inaugurando processos dialogais com a partir de nossas escolhas e empenho evangelizador. Que a quaresma de 2021 nos ajude no caminho de conversão que nos coloque no caminho da partilha, da solidariedade, assumindo o diálogo como estilo de vida de quem ama, tal como Cristo nos ama.

– Quarta Feira de Cinzas e o seu significado!

Hoje começa a Quaresma, tempo forte, de conversão, destinado às práticas de jejum, caridade e oração. E esse novo tempo litúrgico temos como início a Celebração das Cinzas.

Veja que interessante sentido tem tal costume (extraído de: http://is.gd/BdBBKX )

QUARTA-FEIRA DE CINZAS

Na Bíblia, encontramos relatos no Antigo Testamento, e também na época de Jesus,  de pecadores públicos se que vestiam com panos de saco e colocavam cinzas na cabeça e no corpo como sinal de arrependimento. Era um sinal visível de mudança de vida. O pecador reconhecia suas ofensas a Deus e passava a fazer jejum e penitência.

Lá pelo século X, tornou-se costume na Igreja, que todos os fiéis recebessem cinzas em suas frontes. Isso acontecia no primeiro dia da Quaresma. Surgia então a Quarta-feira de Cinzas. Desde aquela época até os dias atuais, esse costume é mantido. Abre-se o tempo da Quaresma com a recepção das cinzas, sinal exterior de que a Igreja, Povo de Deus, manifesta claramente a disposição em submeter-se à penitência. Como Povo de Deus, todos nós damos sinal ao mundo de que somos pecadores e a penitência é o remédio eficaz no combate ao pecado em busca da conversão.

Somos peregrinos neste mundo em busca da Casa do Pai. Somos caminheiros rumo ao Reino definitivo. Nesta caminhada tropeçamos, erramos, pecamos e, a Igreja, Mãe e Mestra, nos indica a Quaresma como tempo apropriado para a penitência. Mas o que é penitência? Temos consciência do que essa palavra significa?  A tendência comum é de nivelarmos a penitência às práticas do jejum e abstinência. Sem dúvida essas duas práticas são realmente manifestações de penitência. São salutares e devem ser exercidas não apenas nos quarenta dias que antecedem a Páscoa, mas no decorrer de nossa vida. Procuremos então, aprofundar um pouco mais no significado cristão de penitência.

Tanto no Antigo como no Novo Testamento, penitência é sinônimo de conversão, de mudança do coração, de mudança de mentalidade, de correção de rumo, de volta para Deus por meio de Cristo, nosso Salvador. Fazer penitência implica mudança interior, exige oposição ao pecado, abandono de tudo o que era empecilho em nossas vidas e que nos afastava de Deus. Exercer a penitência é mergulhar  no mais profundo de cada um de nós, é atingir a essência do nosso ser e reorientar nossa vida para Cristo, nosso Senhor.

Na Quarta-feira de Cinzas, no momento em que recebemos as cinzas em nossas frontes, ouviremos o seguinte apelo da Igreja: “Convertei-vos e crede no Evangelho!” Esse apelo deve atingir o âmago de cada cristão para que ocorra a mudança do coração. É Deus quem nos chama à conversão. Abstinência, jejum e oração pela graça da conversão são instrumentos para esse fim.

Na maioria das vezes, a conversão é lenta e vai acontecendo aos poucos em nossa vida. O Senhor está sempre nos chamando, não cessa de nos convidar a mudar de vida. Por isso, a conversão é um processo gradativo, desde que nosso sim a esse chamado seja uma constante em nosso peregrinar.

Porque somos pecadores, necessitamos da graça de Deus para que a penitência ou conversão seja eficaz. Necessitamos dela o tempo todo, não apenas na Quaresma. A conversão nunca é total, sempre fica em nós uma resistência ao Evangelho e à graça: a dificuldade de oferecer o perdão a quem nos ofendeu profundamente, colocar em prática o amar ao próximo como a nós mesmos, as vezes o indiferentismo diante do sofrimento de tantos marginalizados. Enfim, resistências à graça de Deus que nos afastam do Senhor e nos tornamos necessitados de sua misericórdia. Por Cristo, o Pai está sempre disposto a nos conceder misericórdia e a graça da conversão. Mas é preciso responder à essa graça sem demora. O convite de Deus ao arrependimento é constante e insistente. Por isso a partir da Quarta-feira de Cinzas e em toda a época da Quaresma, o Povo de Deus é chamado à penitência e conversão.

Ouçamos a voz de Deus e façamos o nosso mergulho no mais íntimo do nosso ser para a conversão do coração, pois: “No tempo favorável, eu te ouvi; e no dia da salvação, vim em teu auxílio. Eis agora o tempo favorável, o dia da salvação.” (2 Cor 6, 2).

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– Sábias Palavras!

Acabei de ler e achei fantástico (e verdadeiro). É sobre momentos de tribulação:

Após uma conversa íntima com Cristo, tudo fica melhor”.

Autor Desconhecido.

– Salmo 31:

Salmodiai ao Senhor!

No link, minha esposa Andréia cantando o Salmo na Missa deste final de semana:

“— Sois, Senhor, para mim, alegria e refúgio.” (Salmo 31).

Nesta liturgia, Jesus cura leprosos e nos convida a nos limpar das impurezas da vida!

Reze. Vá à Missa. Encontre-se com Deus!

– Senhora do Equilíbrio, no Sábado Devocional.

Todo sábado, a Igreja Católica se volta às orações para a Virgem Maria, por conta das indulgências desta Santa Devoção.

Das invocações marianas, uma das que mais me toca é a de Nossa Senhora do Equilíbrio. Por ela, pedi intercessão a Deus neste dia.

Sua imagem, abaixo, diz tudo:

– CF 2021: Fraternidade e Diálogo, Compromisso de Amor. Mas é isso o que está ocorrendo?

A Campanha da Fraternidade, normalmente organizada pela Igreja Católica no Brasil através da CNBB, em 2021 será elaborada pelo CONIC (Conselho Nacional de Igrejas Cristãs do Brasil), e terá (como em algumas outras oportunidades) o caráter ecumênico.

Sobre o Tema: “Fraternidade e Diálogo, Compromisso de Amor”, usando o Lema: “Cristo é a nossa paz. Do que era dividido, fez uma unidade.” (usando a passagem de Ef 2,14ª), a ideia é levar a unidade na diversidade. E isso tem causado tanta polêmica…

Embora existam várias igrejas cristãs, um só é o Senhor Jesus Cristo. Adorá-lo e segui-lo na igualdade se faz necessário, sabendo mesmo assim que há de se respeitar as interpretações diferentes. Estar em unidade no que se comunga, separando do que se diverge, é necessário para um mundo mais unido e tolerante.

Em 2021, a temática aborda a urgente carência de conversar com todos os fiéis e não fiéis, pois “ser cristão é amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a si mesmo”. Se eu desrespeito o marginalizado, como posso me intitular um “novo Cristo”? Lembremo-nos que insistentemente Jesus falava que os sadios não precisavam de médico, mas sim os doentes. Recordemo-nos ainda que Ele não julgou a prostituta, nem os cobradores de impostos (pessoas malquistas em seu tempo), nem condenou o tributo a César, mas chamava a todos à uma vida nova, “dando a Deus o que é de Deus, a César o que é de César”.

A grande preocupação é que, muitos extremistas conservadores, acabaram por taxar tal iniciativa como “comunista”, “anticristã” e “sacrilegial”, pois se busca conversar com aqueles que estão fora do Catolicismo – de outras crenças não cristãs a ateus, de comportamentos não tradicionais e de marginalizados. Inclua-se, ainda, o grito contra a violência aos LGBTs e outras comunidades discriminadas.

Ora, a caridade cristã constitui-se no amor indistinto, puro, verdadeiro e desinteressado. Cristo não anunciaria a todos eles também? Lembremo-nos da Samaritana! Ou, se preferir, reflita no lema da Campanha: “Cristo é a nossa paz. Do que era dividido, fez uma unidade”.

Que reino permanece firme se for dividido? Que sociedade teremos se formos todos separados por “categorias de humanos”?

As pessoas estão confundindo respeito à dignidade humana com apologia à práticas diversas. E isso é péssimo… nada de radicalismo que deturpa a própria fé

Vivamos e aprendamos acolhendo nossos irmãos nessa CF 2021!

O que me assusta, confesso: pessoas que se dizem católicas atacando a Igreja Católica no Brasil por tal campanha, e por empolgação criticando o clero e o Papa Francisco! Será que elas realmente são católicas, ou estão cegas pelo fanatismo? Ou pelo contrário: rasas pelo desconhecimento da Missão Social da Igreja e do legado de Jesus Cristo em si?

– Despertando, parte 2 de 4.

🙏🏻 Durante a atividade física, vou correndo e meditando, rezando à #Mãe De #Deus:

“Ó #NossaSenhoraAparecida, #Padroeira do #Brasil, rogai por nós que recorremos a vós. Fazei-nos dóceis como crianças e puros de coração. #Amém.”

Rezar é buscar a Deus, fazer o homem conhecer seus limites e descobrir a Graça Divina.

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida

⛪😇 #Fé #Santidade #Catolicismo #Jesus #Cristo #Maria #NossaSenhora #Aparecida #PorUmMundoDePaz #Peace #Tolerância #Fraternidade

– Festa de Nossa Senhora de Lourdes e Dia dos Enfermos

Para os que veneram Maria sob o poderosíssimo título de Nossa Senhora de Lourdes, hoje é dia de festa: comemora-se o dia da sua memória (além disso, é o “Dia dos Enfermos”).

Já pediu a Mãe de Deus por saúde, pela família e por paz, junto ao Cristo Jesus?

ORAÇÃO DE NOSSA SENHORA DE LOURDES

Nossa Senhora de Lourdes, quando aparecestes à menina Bernardette, disseste-lhe: “Eu sou a imaculada Conceição”. Fostes concebida no ventre de Vossa Mãe, a Senhora de Sant’Ana, isenta da mancha do pecado original.

Rogo-vos, pois, sede a minha advogada perante o Vosso Amado Filho. Protegei-me com o vosso manto puríssimo, mais alvo do que neve. Dá-nos que possamos viver em paz e que a concórdia reine entre todos os povos.

Ó Maria concebida sem pecado, rogai por nós que recorremos a Vós (3X). 

– 5a de Adoração ao Santíssimo Sacramento.

Hoje é quinta-feira, dia de adorar Jesus Eucarístico, como pede a Igreja Católica. 

Que tal uma prece ao Senhor, que está presente na Hóstia Sagrada?

ORAÇÃO AO CRISTO SACRAMENTADO

Meu Jesus Cristo, Filho de Deus vivo, eis-­me aqui em companhia da Santíssima Virgem, dos Anjos, dos Santos do Céu e dos justos da Terra, para visitar-­Vos e adorar-Vos nesta Hóstia Consagrada. Creio firmemente que estais tão presente, poderoso e glorioso como estais no Céu; e pelos Vossos méritos, espero alcançar a glória eterna, seguindo em tudo Vossas divinas inspirações; e em agradecimento de Vosso divino amor, quero amar-­Vos com todo o meu coração e minha alma, potências e sentidos.

Suplico-­Vos, Salvador de minha alma, pelo Sangue precioso que derramastes em Vossa circuncisão e em Vossa Santíssima Paixão, que exerciteis comigo este ofício de Salvador, dando-­me, pela intercessão de Vossa Santíssima Mãe, os dons da oração juntamente com a perseverança, para que, quando deixar esta vida, me guieis à glória eterna que gozais no Céu. 

Amém.

Imagem extraída da Web, autor desconhecido. Quem conhecer a autoria, favor informar para os créditos.

– Dia da Primeira Santa Africana: Santa Josefina Bakhita

Hoje é dia de Santa Josefina Bakhita – a primeira santa africana, que foi escrava, porteira e bordadeira!

Conheça sua bela história, extraída de: https://instagram.com/p/kJZE1QnY0H/

A PRIMEIRA SANTA AFRICANA

Santa irmã morena, como era conhecida, nasceu no #Sudão, em 1869. Santa Josefina, como muitos naquele tempo, viveu a dureza da escravidão. Bakhita, que significa “afortunada”, não foi o nome dado a ela pelos pais, mas por uma das pessoas que, certa vez, a comprou.

Por intermédio de um cônsul italiano que a comprou, ela foi entregue a uma família amiga deste de Veneza. Ali, ela tornou-se amiga e também babá da filha mais nova deles que estava nascendo.

Em meio aos sofrimentos e a uma memória toda marcada pela dor e pelos medos, ela foi visitada pelo amor de Deus. Porque essa família de Veneza teve de voltar para a África, em vista de negócios, tanto a filha pequena quanto a babá foram entregues aos cuidados de irmãs religiosas de Santa Madalena de Canossa. Ali, Santa Bakhita conheceu o Evangelho; conhecendo a pessoa de Jesus, foi se apaixonando cada vez mais Ele. Quando aqueles amigos voltaram para pegar Bakhita e a criança, foi o momento em que ela expressou o seu desejo de permanecer no local, porque queria ser religiosa. Passado o tempo de formação, recebeu a graça de ser acolhida como religiosa. Isso foi sinal de Deus para as irmãs e para o povo que rodeava aquela região.

Santa Josefina Bakhita, sempre com o sorriso nos lábios, foi uma mulher de trabalho. Exerceu várias atividades na congregação. Como porteira e bordadeira, ela serviu a Deus por intermédio dos irmãos. Carinhosamente, ela chamava a Deus como seu patrão, “o meu Patrão”, ela dizia.

Conhecida por muitos pela alegria e pela paz que comunicava, ela, com o passar dos anos, foi acometida por uma grave enfermidade. Sofreu por muito tempo, mas na sua devoção a Santíssima Virgem Maria, na sua vida de oração, sacramental, de entrega total ao #Senhor, ela pôde se deixar trabalhar por Deus, seu verdadeiro libertador. Ela partiu para a glória e foi canonizada pelo Papa João Paulo II no ano 2000.

Santa Bakhita, rogai por nós!

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Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.

– E imitamos Jesus verdadeiramente?

Na liturgia da Santa Missa deste domingo, nós vemos Jesus curando pessoas, chamando e incentivando seus discípulos e, principalmente, conforme São Marcos no Evangelho deste domingo, Ele dizendo:

“‘Vamos a outros lugares, às aldeias da redondeza! Devo pregar também ali, pois foi para isso que eu vim’. E andava por toda a Galileia, pregando em suas sinagogas e expulsando os demônios.

Ficamos, então, instigados: se somos cristãos de verdade (ou seja: imitadores dEle, “novos Cristos”), praticamos sua Palavra e O imitamos?

Se queremos ser bons católicos, precisamos pregar e agir. Os “milagres dos dias modernos” mais necessários são o acolhimento, a paz, a coesão e a concórdia.

Ter empatia e amor ao próximo, cá entre nós, são verdadeiras proezas nestes tempos tão materialista e pouco espiritualizado

– O Radicalismo da Fé (ou da falta de) na Indústria do “Cancelamento”!

A falta de respeito ao próximo é um ato não-cristão, isso não se discute. Jesus combateu o proselitismo (vide quando ele não forçava a conversão de ninguém, respeitando o livre-arbítrio), sentou-se com marginalizados (foi muito criticado por isso em seu tempo) e separava o materialismo mundano da espiritualidade (a César o que é de César, a Deus o que é de Deus).

Pois bem: recentemente, o Papa Francisco foi criticado por negacionistas após dizer que não se vacinar ou ir contra a Ciência era um ato egoísta. Passou a ser chamado de “comunista” e outros adjetivos críticos por parte, acredite, de quem se diz cristão (incluindo alguns católicos) e que apoiam o boicote às vacinas.

Agora, não sei por quê, volta à Internet uma matéria do Padre Fábio de Melo, na qual ele posa para foto ao lado de um travesti que lhe pediu a lembrança. O fato foi em 2015, mas as postagens recentes dão a impressão de que é algo novo – e acompanhado por reclamações, nas quais taxam de pecado o ato do sacerdote.

Caramba, se Jesus Cristo cansou de dizer que não veio para os que têm saúde, mas sim para os que precisam da palavra de Deus, e por isso justificou quando comia juntamente à mesa com bandidos, prostitutas, pecadores e outros tantos rotulados pelas pessoas de sua época, não faz o mesmo o Padre Fábio (sendo que isso já foi dito e repetido na ocasião)?

Vivemos tempos de intolerância religiosa e de Cristofobia, é sabido. Mas ao mesmo tempo, contraditoriamente, de intolerância ao… tolerante!

Na dúvida, pense: o que Jesus faria em tal situação? É muito melhor discernir assim, do que seguir conselho de políticos que se rotulam como cristão (católico ou evangélico) e agem de maneira contra a vida.

A reportagem dita acima em: https://extra.globo.com/famosos/travesti-que-ficou-famosa-por-foto-com-padre-fabio-de-melo-morre-aos-56-anos-21304768.html

Jesus Cristo veio acolher a todos, não se duvide disso.

Pin em Jesus Misericordioso

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.

– Hora de rezar!

O futebol que me desculpe, mas agora é hora de ir à Missa, agradecer a Deus e pedir perdão das minhas culpas.

Ah! O Salmo será cantado pela minha filha Marininha: “Não fecheis o coração, ouvi hoje a voz de Deus!.”, diz o refrão.

(altar da Paróquia Santa Luzia, Bragança Paulista – SP)

– Senhora do Equilíbrio, no Sábado Devocional.

Todo sábado, a Igreja Católica se volta às orações para a Virgem Maria, por conta das indulgências desta Santa Devoção.

Das invocações marianas, uma das que mais me toca é a de Nossa Senhora do Equilíbrio. Por ela, pedi intercessão a Deus neste dia.

Sua imagem, abaixo, diz tudo:

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.

– Dia de Santa Ângela de Mérici, protetora das crianças e adolescentes desregrados!

Pensa que “aborrecentes” – os adolescentes rebeldes – não tem uma santa protetora?

Conheça essa bela história (extraido da CancaoNova.com), abaixo:

SANTA ÂNGELA MÉRICI

Ângela Mérici nasceu no ano de 1474 no norte da Itália. De uma família muito honesta, materialmente pobre, mas espiritualmente riquíssima, amava muito Cristo e sua Igreja. Os filhos foram crescendo assim, com o testemunho dos pais, inclusive Santa Ângela que, desde pequenina, já tinha vida de oração e penitência, buscava amar, cada vez mais, Deus. Ela teve uma irmã e, com o tempo, seus pais vieram a falecer. Os filhos tiveram que sair de sua terra e morar com um tio. Ali, a irmã faleceu e, mais tarde, o tio. Quantas perdas! Mas Santa Ângela, mulher de oração, nunca acusou Deus, nunca se revoltou. Isso não quer dizer que não sentiu, não sofreu. Até Nosso Senhor, verdadeiro Deus, verdadeiro homem sofreu. Inspirada pelo Espírito Santo, retornou para a sua terra natal e ali começou a fazer um trabalho muito providencial, confirmado pelo céu, porque teve um sonho de ver jovens com coroas de lírios caminhando para o céu. Naquele discernimento, ela agarrou a inspiração e foi trabalhar servindo jovens que corriam riscos morais. O grupo daquele que se dedicavam a Deus foi crescendo, servindo no resgate à evangelização dos jovens e também na restauração das famílias. Ela foi com o coração aberto, cheio de amor para auxiliar, com as outras jovens, as famílias. Promoveu a restauração das jovens, das famílias, também foi ao encontro dos pobres e enfermos. O Papa aprovou esta nova congregação que foi consagrada a Santa Úrsula, por isso, eram chamadas ursulinas, pois a própria Santa Úrsula apareceu para Santa Ângela. Ela que, aos 66 anos, partiu para o céu, hoje intercede não só pelas ursulinas, mas por todos que são Igreja.

– Santa Ângela Mérici, rogai por nós!

– Bom domingo (Parte 2 de 4)

🙏🏻 Enquanto vou correndo, estou meditando com a Virgem Maria:
“Ó Mãezinha do Céu, rogai por nós para que sejamos puros e dóceis como as crianças, confiando sempre na Providência Divina. Amém.”
Rezando no clique 2 de 4:

⛪😇 #Fé #Santidade #Catolicismo #Jesus #Cristo #Maria #NossaSenhora #PorUmMundoDePaz #Peace #Tolerância #Fraternidade

– Esperando a Missa, tomando meu “mamá”!

Hora de desligar os equipamentos e se preparar p/ a Missa.

Quem chegou cedo, como a Estelinha, não aguentou à espera e resolveu tomar sua mamadeira kk (vide abaixo):

Até mais! Enquanto isso, peçamos perdão de nossas culpas e agradeçamos o dom da vida:

— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Marcos.

— Glória a vós, Senhor!

14Depois que João Batista foi preso, Jesus foi para a Galileia, pregando o Evangelho de Deus e dizendo: 15“O tempo já se completou e o Reino de Deus está próximo. Convertei-vos e crede no Evangelho!”

16E, passando à beira do mar da Galileia, Jesus viu Simão e André, seu irmão, que lançavam a rede ao mar, pois eram pescadores. 17Jesus lhes disse: “Segui-me e eu farei de vós pescadores de homens”. 18E eles, deixando imediatamente as redes, seguiram a Jesus. 19Caminhando mais um pouco, viu também Tiago e João, filhos de Zebedeu. Estavam na barca, consertando as redes; 20e logo os chamou. Eles deixaram seu pai Zebedeu na barca com os empregados e partiram, seguindo Jesus.

_Palavra da Salvação: Glória a vós, Senhor.

 

(3o domingo do Tempo Comum: Segue-me e farei pescadores de homens, convida Jesus).

– Você conhece a banda Siervas?

Olha só que bacana: um grupo de rock / pop católico, formado por jovens freirinhas de um convento do Peru e que faz sucesso nos países de língua espanhola do nosso continente.

Mais do que isso: a canção mais famosa, “Confía em Díos”, foi produzida por Joe Martlet e Francisco Murias, que produziram trabalhos do Foo Fighters e Nirvana.

Boa música em: https://youtu.be/2B2nWFe4scw

Ops: em todas as turnês, no pós-show, há trabalhos em obras de caridade promovidos e com participação das irmãzinhas.

– A força do Sacramento da Confissão! Perdoar-se, perdoar por Deus, perdoar ao Próximo e sentir a Graça do perdão!

Em tempos de ódio e de falta de perdão, num mundo tão competitivo, vale questionar: temos nos reconhecidos pecadores? Estamos cientes de quando erramos? E buscamos nos limpar espiritualmente, com o desejo ardente de buscar um dia-a-dia mais pleno, amoroso e ardoroso?

Bem direto: Temos nos confessado ou dado o devido valor à permissão de galgar tal presente dado pelo próprio Cristo?

Muitas vezes, ouvimos o termo Sacramento da Penitência e temos uma imagem sisuda de tal graça que nos é concedida por Deus. Ao contrário: a Igreja Católica nos convida a reconciliar com Deus, consigo e com o próximo, permitindo, através da Confissão, apagar nossas mágoas e faltas, remorsos e erros, ressentimentos e equívocos, buscando a abundância da alegria de uma vida plena.

Claro, deve-se estar arrependido de coração e ter o árduo desejo de não pecar mais. A importância e eficácia deste sacramento são abordados ao longo do CIC (Catecismo da Igreja Católica), mas destaco em particular:

“O Senhor ressuscitado instituiu este sacramento quando, na tarde de Páscoa, se mostrou aos apóstolos e lhes disse: ‘recebei o Espírito Santo; àqueles a quem perdoardes os pecados serão perdoados, e àqueles a quem os retiverdes serão retidos’ (jo 20, 22-23)”.

Tal preciosidade não pode ser colocada em dúvida, e nem devemos nos questionarmos se fomos “perdoados mesmos“. Creia na Misericórdia, sem vacilar!

Alguém disse (me perdoe a não citação, tenho anotado em meus rascunhos):

“Que direito eu tenho de ainda me sentir culpado, mesmo depois de me reconhecer pecador e buscar a absolvição de Deus que vem pela Igreja, se o Perdão ocorre pelo Sacramento instituído pelo próprio Cristo, que deu sua vida em favor da nossa purificação?”.

Dessa forma, não tenhamos medo de gozar da reconciliação que nos foi dada pelo mesmo Jesus Cristo, Filho do Pai, que morreu por amor a nós e vivo está ressuscitado! O perdão está aí: para nos ajudar a viver em paz; caindo e levantando, mas sempre confiando no Amor que reconstrói (que é o perdão).

– Adoremos o Santíssimo Sacramento.

Toda 5a feira é dia dedicado à Adoração do Cristo Eucarístico pela Igreja Católica. Sendo assim, façamos como os anjos: nos prostremos diante do Senhor!

– Dia de São Sebastião

Hoje é dia de um dos santos mais valorosos e corajosos da Igreja Católica: São Sebastião, que levou flechadas mas não negou sua fé!

Sua história, abaixo, extraída de: http://santo.cancaonova.com

SÃO SEBASTIÃO

O santo de hoje nasceu em Narbonne; os pais eram oriundos de Milão, na Itália, do século terceiro. São Sebastião, desde cedo, foi muito generoso e dado ao serviço. Recebeu a graça do santo batismo e zelou por ele em relação à sua vida e à dos irmãos.

Ao entrar para o serviço no Império como soldado, tinha muita saúde no físico, na mente e, principalmente, na alma. Não demorou muito, tornou-se o primeiro capitão da guarda do Império. Esse grande homem de Deus ficou conhecido por muitos cristãos, pois, sem que as autoridades soubessem – nesse tempo, no Império de Diocleciano, a Igreja e os cristãos eram duramente perseguidos –, porque o imperador adorava os deuses, enquanto os cristãos não adoravam as coisas, mas as três Pessoas da Santíssima Trindade.

Esse mistério o levava a consolar os cristãos que eram presos de maneira secreta, mas muito sábia; uma evangelização eficaz pelo testemunho que não podia ser explícito.

São Sebastião tornou-se defensor da Igreja como soldado, como capitão e também como apóstolo dos confessores, daqueles que eram presos. Também foi apóstolo dos mártires, os que confessavam Jesus em todas as situações, renunciando à própria vida. O coração de São Sebastião tinha esse desejo: tornar-se mártir. E um apóstata denunciou-o para o Império e lá estava ele, diante do imperador, que estava muito decepcionado com ele por se sentir traído. Mas esse santo deixou claro, com muita sabedoria, auxiliado pelo Espírito Santo, que o melhor que ele fazia para o Império era esse serviço; denunciando o paganismo e a injustiça.

São Sebastião, defensor da verdade no amor apaixonado a Deus!

O imperador, com o coração fechado, mandou prendê-lo num tronco e muitas flechadas sobre ele foram lançadas até o ponto de pensarem que estava morto. Mas uma mulher, esposa de um mártir, o conhecia e aproximou-se dele percebendo que ele estava ainda vivo por graça. Ela cuidou das feridas dele. Ao recobrar sua saúde depois de um tempo, apresentou-se novamente para o imperador, pois queria o seu bem e o bem de todo o Império. Evangelizou, testemunhou, mas, dessa vez, no ano de 288 foi duramente martirizado.

São Sebastião, rogai por nós!

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Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.

– Socorra os doentes, Mãe Querida.

Mãe de Deus, Virgem Maria, Nossa Senhora do Amparo, da Ajuda e dos Remédios. Senhora da Saúde, do Equilíbrio e da Paz; rogai por doentes e pelos pacientes, pelos seus familiares saudáveis e pelos moribundos. Socorrei-nos, querida Rainha. Amém.

🙏 🇪🇸 Oh Maria, ruega por nosotros que recurrimos a ti. Amén. 🇧🇷 Ó Maria, Nossa Senhora, rogai por nós que recorremos a vós. Amém. / 🇺🇸 O Mary, pray for us that we turn to you. Amen. / 🇮🇹 O Madonna, prega per noi che ci rivolgiamo a te. Amen.

– Acaso não sabeis? Uma Consagração à Nossa Senhora:

Essa música é um louvor à Imaculada Conceição! Uma veneração justa à Virgem Maria, que nos mostra todo o seu amor. A letra da canção é uma Consagração maravilhosa.

Compartilho em: https://www.youtube.com/watch?v=5arHVgqn3Tk&feature=youtu.be

ACASO NÃO SABEIS

A música “Acaso não sabeis” é uma consagração a Nossa Senhora, composta pela Comunidade Católica Colo de Deus.
Esta Canção é tudo que meu coração quer dizer a minha Mãezinha.

Por Ana Júlia Pettini

Eu me consagro a Ti
Mãe de Deus e minha
Eu me consagro a Ti
Mestra e Rainha

Acaso não sabeis
Que eu sou da Imaculada?
Acaso não sabeis
Tenho uma advogada?

Só quem já foi órfão
Sabe o valor do amor de mãe
Só quem já foi órfão
Sabe o valor do colo de mãe

Eu me consagro a Ti
Mãe de Deus e minha
Eu me consagro a Ti
Mestra e Rainha

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– Bom dia, sábado. Parte 2 de 4:

Durante o cooper da manhã, aproveito e vou correndo / meditando na Virgem Maria (uma devoção de todos os sábados na qual a Igreja Católica contempla com indulgência tal fé).
“- Ó Mãe de Deus, rogai por nós que recorremos a vós. #Amém.

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.

🙏 #Fé #Santidade #Catolicismo #Jesus #Cristo #Maria #NossaSenhora #PorUmMundoDePaz #Peace #Tolerância #Fraternidade

– Não deixe a Graça de Deus passar sem você perceber.

O “trem passando” e a Graça de Deus estando ao nosso lado

Veja que interessante reflexão,

em: https://www.youtube.com/watch?v=aaDcoEARhL0

– O testemunho tocante e lúcido da conversão de um ateu (outrora católico não-praticante)!

Li a postagem de Guilherme Angra, um escritor que tem dois livros publicados e que mantém um blog muito bacana no link em: https://guilhermeangra.wordpress.com (clique e conheça mais sobre sua obra e seu trabalho),  a respeito das suas inquietações de fé.

Ele aborda sua própria experiência de católico não-praticante (e disserta sobre o que é essa “característica de crença descompromissada”), sua fase de ateu e depois como agnóstico, até o momento em que buscou conhecer mais a fé católica – em momentos decisivos da sua trajetória de vida.

É bastante interessante, de leitura prazerosa e com uma mensagem de busca pelas coisas do Alto. Vale a pena a leitura, abaixo:

Extraído de: https://guilhermeangra.wordpress.com/2021/01/14/to-so-pela-proxima-missa-de-domingo/

TÔ SÓ PELA PRÓXIMA MISSA DE DOMINGO

por Guilherme Angra

Comecei 2021 indo na primeira missa do ano. E fazia tempos que não pisava dentro de uma igreja. Eu usava a desculpa que o meu Deus era pessoal, eu não precisava visitar Sua casa, eu era Sua casa celestial, então bastava eu rezar um Pai Nosso antes de dormir e pronto, dívida paga com o sagrado. E, para ser sincero, raramente eu rezava. Sim, eu sou o legítimo católico não-praticante, ou seja, não sou nada. Por que diabos você diz ser católico se não pratica sua fé? E eu sempre fui este católico não-praticante. Desisti da catequese, não fiz a Sagrada Comunhão, nunca tomei a hóstia, nunca me confessei para um padre. Pelo menos fui batizado. Já é alguma coisa, eu acho.

Ali pelos meus vinte e um anos tornei-me ateu. Era fácil: “Eu vivo em um mundo sem sentido, repleto de sofrimento e maldade, e ainda vou morrer no final. Que tipo de Deus faria um mundo assim? Ou é um Deus mau, ou Deus não existe!” Fiquei com a segunda opção. E como eu me achava inteligente por ser ateu! Me achava o diferentão da galera. Lembro-me de ler Richard Dawkins, Sam Harris, Carl Sagan, Charles Darwin. Depois disso, quem iria me segurar? Tornei-me o ateu militante. Gozava em debates onde ateus massacravam cristãos com seus argumentos cientificistas irrefutáveis. Ficava a pensar, dentro de minha arrogância de jovem que acha que sabe tudo: “Imagine viver se reprimindo por causa de um Deus que não existe?” Esta ideia, vez ou outra, passava pela minha cabeça.

Não me entendam mal. Eu não era o sujeito que chegava na cara de um cristão e o chamava de “burro”. Eu nunca fui esse cara. Porém, por dentro, este pensamento pairava sobre minha consciência. O máximo que cheguei a fazer nesta época, foi entrar em um debate sobre o aborto, no qual, obviamente, defendi o aborto em qualquer fase da gestação, pois, na minha visão cientificista, colocar uma criança no mundo para passar fome, era pior do que lhe tirar a vida; ter um filho deficiente, era pior do que lhe tirar a vida; a mulher ter uma criança cujo nascimento fosse lhe causar mal-estar, era pior do que ceifar a vida do bebê. Lembrar disso me causa estranheza e pudor, graças a Deus.

Este pensamento de que “nada importa, somos todos um acidente da matéria”, me fez cair em hedonismo e niilismo, ou seja, nada tem sentido, preciso sentir prazer o máximo que eu puder. Na época traí minha namorada inúmeras vezes. Aquele namoro perdera o significado. Meu ideal de fidelidade fora destruído, assim como outros valores. Minha vida era uma bagunça. Morava em um apartamento, onde raramente eu o limpava. Escrevia pouco, lia pouco e estudava pouco. Passei a preencher meu vazio com pecados. E, de todos eles, a luxúria era o meu vício. Marcava encontros durante o dia para realizá-los à noite. Vez ou outra, eu precisava caminhar quilômetros para satisfazer o meu desejo. E eu caminhava, pois não tinha carro. Ao voltar para casa, sentia-me vazio, sentia-me em uma vida insignificante. Eu tinha consciência que estava me afundando, e pasmem! No outro dia eu fazia tudo novamente. Em meu livro, Ninguém Deveria Envelhecer Sozinho, explico em detalhes toda esta fase sombria da minha vida.

Resumindo: saí deste buraco. A vida me sorriu, ou eu sorri para ela, não sei dizer, só sei que foi uma troca mútua. Consegui sair daquele lugar sombrio e pude recomeçar a minha vida, pude ressignificá-la em outra cidade, com novas rotinas, novas pessoas, novas atitudes. Aquela fase de ateuzinho de internet havia passado, graças a Deus! Dizia-me que era um agnóstico: “Sei lá se Deus existe, é impossível provar, então ficarei aqui em cima do muro.” Nesta época eu comecei a ler de maneira obsessiva autores como Nelson Rodrigues, Santo Agostinho, Luiz Felipe Pondé e Dostoiévski. A visão destes autores diante do cristianismo, me enterneceu, principalmente a de Nelson e a de Dostoiévski.

A virada de agnóstico para um cristão aconteceu em uma terça-feira à noite. Juro! Estava finalizando uma biografia de Nelson Rodrigues. Aquela leitura confessional fez-me sentir coisas que eu nunca havia sentido antes. Eu só pude atribuir este sentimento a Deus. Eu senti Deus! Eu senti algo transcendente. E a cada frase lida era um soco na alma. Era como se o Nelson estivesse ali comigo, do meu lado; e através disto tudo, pairava um sentimento inexplicável, forte e insano. Não é demagogia, aconteceu, eu senti tudo, e foi uma das sensações mais profundas que tive na vida. “Ah, Guilherme, mas por que o Deus cristão?” Talvez porque o cristianismo tem, pelo menos, dois mil anos de existência no currículo. Talvez porque as pessoas mais admiráveis que conheci e que sigo atualmente, possuem uma relação direta com o cristianismo, talvez porque o cristianismo formou a cultura ocidental e nos deu um norte. Acho que é por isso.

Outro momento que marcou-me o espírito, foi quando eu e minha mulher fomos ao cemitério visitar o pai dela. O cemitério estava vazio, éramos apenas eu e ela andando entre os milhares de túmulos. Não há como não sentir a limitação da existência, não há como sair daquele lugar sem refletir sobre vida, morte e transcendência. Esta experiência gerou-me uma das melhores coisas que já escrevi na vida: Deus Visita Apenas Cemitérios Vazios. Quando puder, leia.

No fim de 2019, eu e minha mulher se juntamos com as famílias do bairro para a Novena de Natal. Eu nunca tinha participado de algo assim antes. Eu não conhecia quase ninguém que estava ali. A maioria das famílias eram de casais velhinhos, daqueles que fazem bodas de ouro. Rezávamos, refletíamos sobre algumas passagens da Bíblia, cantávamos e trocávamos experiências de vida. Aquilo me gerou um sentimento de união e paz de espírito. Era como se a esperança na humanidade renascesse dentro de mim. Mas o que marcou-me foram os casais de velhinhos, unidos, rezando. Eles olhavam para mim e para a Adeline com brilho nos olhos, como se estivessem se enxergando em nós, na juventude, quando se conheceram. Eram todos educadíssimos e com um bom senso de humor.

Eis o que eu queria dizer: comecei 2021 me propondo ir à missa todo o domingo. Já fui nas duas que aconteceram este ano. Ao adentrar na igreja, é impossível não admirar-se com a casa de Deus. Só de contemplá-la, você se sente bem. Há uma crônica em que Nelson escreve: “Dentro da igreja, mesmo a tosse, mesmo o pigarro, eram diferentes. O sujeito que ia à missa entrava em relação direta, fulminante, com o Sobrenatural. Até o mau-caráter prostrava-se em adoração.” É isso: nos prostramos em adoração a algo maior.

Em minha ingenuidade, achei que chegaria lá e a igreja estaria vazia. “Ora, quem vai à missa ainda?” Ledo engano. Estava abarrotada de gente, gente de todas as cores, classes e até credos diferentes. Enfim, tive o mesmo sentimento da Novena de Natal: união e paz de espírito. É isso! O cristianismo une as pessoas. O nazismo também unia pessoas, o comunismo une pessoas até hoje, entretanto, o cristianismo as une e as coloca na busca do maior bem possível. Vez ou outra eu escrevo por aqui que temos de mirar neste “maior bem possível”. O cristianismo é um ótimo alvo: dois mil anos no currículo, lembram? Que alvo seria melhor que este? Há uma entrevista com Jordan Peterson, onde o entrevistador lhe faz a pergunta monumental: “— Você acredita em Deus?” E ele responde, lacônico: “— Eu ajo como se Deus existisse.” Isso martelou na minha cabeça. Ora, o que Peterson de fato quis dizer com sua resposta objetiva, foi algo como: você não precisa acreditar em Deus para seguir os valores cristãos. Há mais conhecimento humano na Bíblia do que em qualquer outro livro. Dois mil anos, lembram?

Deixe-me voltar à missa. Descobri que não sei bulhufas sobre a prática da igreja, sobre a prática de uma missa. Momentos onde todas as pessoas precisavam repetir aquelas frases prontas após a fala do padre, eu boiava; nas belas canções tocadas, eu boiava; perguntava-me o que diabos significa “Hosana nas alturas”, “Kyrie eleison” ou se o Cordeiro de Deus é Jesus Cristo. Enquanto eu estava lá, de joelhos sobre o estrado de madeira, com a cabeça baixa, passou todo este filme pela minha consciência. Eis o milagre: mesmo eu me dedicando tanto ao ateísmo, lendo os autores, entendendo os argumentos, vencendo debates; mesmo eu me dedicando ao agnosticismo, acreditando que o muro era o melhor lugar para se ficar; mesmo diante de tudo isso, o cristianismo me resgatou, mesmo eu tendo lutado contra ele durante anos, ele me resgatou. Por que eu não daria uma chance? Por que não me dedicar a ele como me dediquei a milhares de coisas fúteis e mesquinhas em minha vida?

Tô só pela próxima missa de domingo.

Publicado por Guilherme Angra

Me chamo Guilherme Angra, sou um escritor com dois livros publicados e diversos textos postados na internet. (Crônicas, artigos, contos, poemas). Me formei em Administração, pós-graduei-me em Gerenciamento de Projetos e atualmente estudo Psicanálise. Além disso, crio conteúdo nas plataformas do YouTube, Facebook e Instagram. Meu conteúdo baseia-se em reflexões filosóficas sobre as várias nuances da vida: relacionamento, felicidade, tristezas, angústias, trabalho, finanças, intelecto e etc. Espero poder ajudá-lo de alguma forma.

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.

– Você costuma acender velas?

Uma crendice católica: acender velas!

Fazia tempo que eu não praticava esse costume: ir ao velário e oferecer uma vela por uma causa. A chama é como a oração que sobe aos céus, deve ser como Cristo a iluminar nossa vida, deve-se consumir como nós devemos no altar!

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Foto: acervo pessoal.

– Graças de Deus, por ajuda da Virgem Maria e de Santa Luzia!

Todos os dias faço minhas orações. Sou católico praticante, devoto de Nossa Senhora e recente apaixonado por Santa Luzia.

Hoje, especialmente, após rezar o Santo Terço (cotidianamente, falhando eventualmente mas nunca abandonando tal prática), pedi um favor especial à Virgem Maria, invocada como Nossa Senhora do Carmo. Carinhosamente, em minha prece, pedi também a intercessão por outra graça – agora à Santa Luzia de Siracusa.

E não é que, durante a jornada, consegui as duas?

Testemunho que Jesus concedeu-me os pedidos que fiz, pois Ele está com o Pai e nos envia o Espírito Santo, e ouviu meu clamor com a ajuda da sua Santa Mãe e da sua Santa Serva Luzia (justamente porque Deus é bom e amável).

Muitas vezes, não entendemos as cosias que acontecem na nossa vida. Afinal, o Senhor sabe o que é melhor para nós e nem sempre o que pedimos, seria salutar espiritualmente. Mas às vezes, como hoje, “calha” da nossa carência ser atendida pois era desejo do Criador nos ajudar.

Louvado e adorado seja Deus, na Trindade Santa, para sempre. Salve Maria, que veneramos com tanto amor. E nossa devoção à querida Santa Luzia.

– Aplaudamos o Papa contra o negacionismo suicida dos anti-vacina.

O Papa Francisco, no último sábado, anunciou que começará a vacinação contra a Covid no Vaticano, e criticou o egoísmo de quem é contra as vacinas, chamando de negacionismo suicida.

Disse o Pontífice:

“Na próxima semana começaremos [a vacinação], já tenho minha data. Temos que fazê-la, pois há um negacionismo suicida que não consigo explicar. Acredito que do ponto de vista ético, todos devem ser vacinados, porque você não só põe em risco a sua saúde, a sua vida, mas também a dos outros. Não sei por que alguns dizem ‘não, a vacina é perigosa’, mas se os médicos a apresentam como algo que pode ser bom, que não apresenta riscos particulares, por que não fazê-lo?”.

Taí. Neste momento tão triste da humanidade, onde o mundo está parado e travado em alguns pontos do planeta, ter consciência no coletivo passa a ser uma questão humanitária.

Particularmente, insisto em questionar: os movimentos “anti-vacina” são incompreensíveis em nosso tempo e servem pra quê?

– Com qual intensidade vivemos nosso Batismo?

A liturgia desse final de semana nos fala do “Batismo de Jesus Cristo” por parte de João, seu primo, que ficou conhecido como “Batista” – o precursor, às margens do Rio Jordão. E nos traz um grande convite à reflexão: vivemos o nosso Batismo?

Estamos na última semana do “Tempo Litúrgico do Natal”. A partir de 2a feira, recomeça o “Tempo Comum”. E toda a celebração católica nos recorda hoje, derradeiro dia desse período, o que é ser, literalmente, cristão. Ser cristão significa: “ser novo Cristo”. E… de fato, estamos sendo?

  • Quanto tempo dedicamos à oração e a prática das boas obras?
  • Qual a “qualidade / intensidade” do exercício do nosso Batismo?

Como os cantos dessa Missa costumam dizer, Cristo é a Água Viva. E devemos ser essa água corrente, nunca parada ou turva. Devemos fazer a diferença para um mundo melhor.

“Que o Senhor abençoe, com a Paz, o seu povo”, diz o Salmo 28, deste domingo. Assim esperamos para que com o fogo do Espírito Santo vivamos o nosso Batismo! E mais do que isso: quando crianças, recebemos esse fogo pelos nossos pais, e o confirmamos com a Crisma, para ajudar-nos ainda mais na missão salvífica. Diante disso, só podemos concluir: o quanto maravilhoso é nosso Deus, que capacita os seus filhos constantemente…

Compartilho abaixo:

SALMO 28:

— Que o Senhor abençoe, com a paz, o seu povo!

— Que o Senhor abençoe, com a paz, o seu povo!

— Filhos de Deus, tributai ao Senhor,/ tributai-lhe a glória e o poder!/ Dai-lhe a glória devida ao seu nome;/ adorai-o com santo ornamento!

— Eis a voz do Senhor sobre as águas,/ sua voz sobre as águas imensas!/ Eis a voz do Senhor com poder!/ Eis a voz do Senhor majestosa.

— Sua voz no trovão reboando!/ No seu templo os fiéis bradam: “Glória!”/ É o Senhor que domina os dilúvios,/ o Senhor reinará para sempre!

Salmo 28 cantando abaixo, no link: https://www.youtube.com/watch?v=dfaNKX9_szU

Capela São Paulo – celebração da Santa Missa no Bairro do Paiol Velho / Jundiaí-SP (2019).
“Que o Senhor abençoe, com a paz, o seu povo!”, canta a Salmista!

– Cantar para Deus!

Missa do Batismo do Senhor Jesus!

Muito feliz por ver esposa e filha cantando para Deus. Que Nossa Senhora sempre as abençoe (assim como toda a equipe: Maria Edna, Mariane, Luís Henrique e Rivaldo) 🙏

Aqui, o canto final:

– A tradição da devoção à Virgem Maria aos sábados.

Os sábados são dedicados pelo Catolicismo às preces para Nossa Senhora. E você sabe por quê?

Abaixo, extraído do site da Comunidade Canção Nova, em: https://santuario.cancaonova.com/artigos-religiosos/figura-da-virgem-maria-no-sabado-santo/

A FIGURA DA VIRGEM MARIA NO SÁBADO SANTO

Por Áurea Maria

De acordo com a tradição Católica, o sábado é dedicado à Maria Santíssima, porque no Primeiro Sábado Santo Ela esteve sem Jesus vivo e por isso este foi o dia de sua fé absoluta e perfeita. Dia no qual a fé permaneceu apenas na Virgem Maria, de tal maneira que somente Ela, naquele dia, foi a única Igreja. De fato, Maria foi naquele sábado a chama ardente, a lâmpada inextinguível que iluminou com sua fé a terrível noite da Paixão (Pv 31,18). Enquanto tudo ao seu redor vacilava com medo, Ela ficou como coluna imóvel: Junto à cruz de Jesus estava de pé sua mãe (Jo 19, 25). Neste dia de trevas profundas e do abandono mais cruel, também foi o dia em que Sua fé brilhou de maneira mais sublime.

Foi durante a paixão de Jesus que Maria conquistou a coroa e mereceu estar associada à Sua redenção e, apesar do sofrimento atroz que enfrentou, guardou o recolhimento mais perfeito e o silêncio mais inefável. O Primeiro Sábado Santo foi o dia mais amargo para Nossa Senhora, no qual ela participou no mais alto grau do mesmo abandono e da mesma aflição misteriosa do Filho no Calvário. Nunca, como neste dia, Maria fez próprias, as palavras de Jesus: “Meu Deus, meu Deus, por que me abandonastes?” (Mc 15,34). Assim sendo, pode-se afirmar que as palavras de São Paulo: “o justo vive pela fé” (Rom. 1,17), se aplicam de maneira excelente a Nossa Senhora, pois é a mais perfeita das almas depois de Jesus Cristo. 

“Bem-aventurada aquela que acreditou que se cumpriria o que lhe foi dito da parte do Senhor” (Lc 1,45)

De fato, nunca existiu nem haverá fé mais profunda que a dela: “Bem-aventurada aquela que acreditou que se cumpriria o que lhe foi dito da parte do Senhor” (Lc 1,45). Como no momento da Anunciação, também no da Paixão, seu ato de fé foi perfeito, visto que não deixou de acreditar que seu Filho fosse verdadeiramente o Filho de Deus, o próprio Deus, vitorioso sobre o diabo, sobre o pecado, sobre a carne. Entretanto, esse sublime ato de fé não terminou na Sexta-feira Santa, mas se estendeu e se intensificou durante todo o sábado, o dia em que a fé de Maria, como sua dor, atingiu seu auge. 

 Naquele Sábado Santo Maria compendiou em seu coração a fé da Igreja e, portanto, foi o Coração da Igreja, que vigiou com uma fé inabalável: naquele coração, naquele Sábado sagrado, diz São Boaventura, Deus construiu como em uma pedra mística sua Igreja. De acordo com inúmeros testemunhos de santos e doutores da Igreja, pode-se afirmar que, no terrível tríduo em que cessaram os batimentos do Coração do Redentor, toda a fé e toda a vida do Corpo Místico estavam encerradas no Imaculado e Sábio Coração de Maria e assim o Seu Imaculado Coração foi a Igreja. O Papa Leão XIII, afirma que Maria tem uma tarefa misteriosa de nos fazer alcançar a fé (Encíclica Adiutricem Populi, n. 5) e nela, como no fundamento mais nobre depois de Jesus Cristo – acrescenta São Pio X – repousa a fé de todos os séculos (Encíclica Ad diem illum laetissimum n. 5). 

São Luís Maria Grignion de Monfort assegura que, com o consentimento do Altíssimo, Maria conservou a fé na glória, para mantê-la na Igreja militante em seus servos mais fiéis. Afirma que, entre os principais frutos da verdadeira devoção a Nossa Senhora, está precisamente a participação na fé de Maria: fé autêntica, viva e animada pela caridade, sólida e imóvel como uma rocha, ativa, penetrante e corajosa. É, portanto, a fé que será a tua tocha ardente, a tua vida divina, o teu tesouro secreto de sabedoria divina e tua arma todo-poderosa da qual você vai se servir para iluminar aqueles que jazem nas trevas e nas sombras da morte, para atear aqueles que estão mornos e que precisam do ouro ardente da caridade, para dar vida aos que estão mortos no pecado, para ferir e derrubar, com suas palavras doces e capazes os corações de mármore e, finalmente para resistir ao diabo e a todos os inimigos da salvação (MONFORT, 2014)

Pode-se constatar que o pedido de Nossa Senhora em Fátima para honrar o sábado (dia de sua perfeita fé), pela prática da Devoção Reparadora dos Cinco Primeiros Sábados, está relacionado com a terrível perda de fé do gênero humano nos dias atuais. Assim sendo, a fé da Igreja ensina que na “escuridão” hodierna, a fé de Maria permanece como aquela cidade localizada na montanha (Mt 5, 14), como o arco-íris nas nuvens (Gn 9, 13), como a bandeira levantada entre as nações (Is. 62, 10) e como a tocha que brilha em um lugar escuro (1 Pd, 1,19). 

Peçamos ardentemente a Ela o dom da pureza e a integridade da fé para que a seu exemplo possamos permanecer incólumes na fé em Seu Filho e com Ele ressuscitar na glória. Que a fé de Maria brilhe cada vez mais nos nossos corações e o quanto antes, cumpra-se a maravilhosa promessa:  No fim meu imaculado Coração triunfará!

REFERÊNCIAS

LEÃO XIII. Carta Encíclica Adiutricem Populi. 05 set 1895. Disponível em: http://www.vatican.va/content/leo-xiii/pt/encyclicals/documents/hf_l-xiii_enc_05091895_adiutricem.html. Acesso em: 09 abr 2020.

MONFORT, Luís Maria Grignion de. Tratado da Verdadeira Devoção à Santíssima Virgem. 44. ed. Petrópolis: Vozes, 2014.

PIO X. Carta Encíclica Ad Diem Illum Laetissimum. 02 fev 1904. Disponível em: http://www.vatican.va/content/pius-x/en/encyclicals/documents/hf_p-x_enc_02021904_ad-diem-illum-laetissimum.html. Acesso em: 09 abr 2020.

SCHOKEL, Luís Alonso. Bíblia do Peregrino. Tradução de Ivo Storniolo, José Bortolini e José Raimundo Vidigal. São Paulo: Paulus, 2002.

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Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.

– Dia de Adorar Jesus na Eucaristia!

Em toda 5a feira a Igreja Católica dedica suas orações à Adoração do Santíssimo Sacramento. Sendo assim, rezemos:

  • Jesus Eucarístico, vivo e presente em nosso meio, iluminai-nos e nos alimentai na fé. Amém.

– Viva os Santos Reis Magos!

Hoje, 06 de janeiro, o povo celebra os Santos Reis. A Bíblia não fala que eram reis, nem que eram três. Mas o povo sabe dar nomes a eles: Gaspar, Melquior e Baltasar. Talvez fossem sábios, estudiosos das Escrituras e das estrelas. Astrônomos, não astrólogos. Tendo visto uma estrela, de brilho diferente, confrontaram-na com o relato da Bíblia no livro dos Números (24,17): “Eu vejo, mas não é agora; eu avisto, mas não de perto: uma estrela sai de Jacó; um cetro surge de Israel. Oráculo de Balaão”.

Os magos viram naquela estrela o sinal da chegada do Messias e saíram à procura do pequeno rei, guiados por ela. Sua fé foi recompensada. Chegando, adoraram o Menino Deus e deram presentes de ouro, incenso e mirra, como era costume entre os reis.

E o povo rompe em folias, cantando em versos toda a peripécia dos santos reis. A poesia que envolve o ambiente natalino, favorece e cria toda uma epopéia, revestida de respeito e piedade. Viva os santos reis magos!

(texto extraído – com adaptações – de: http://www.boletimpadrepelagio.org/index.php?option=com_content&view=article&id=6146:6-de-janeiro-santos-reis-magos&catid=23:o-santo-do-dia&Itemid=158)

Crédito: © DR, extraído de: https://pt.aleteia.org/2013/12/24/os-reis-magos-uma-licao-de-fe/2/