– #Tbt: Curtindo um Carinho!

Há 1 ano, essa maravilhosa postagem:

O que é mais divertido: o sorriso espontâneo da filhota ou o figurino charmoso para andar de bicicleta?

S’imbora pedalar e aproveitar a graça de curtir a família, presente de Deus

– Amor e Vida!

‪Quando a filhotinha aprende a gozar da cara do papai…‬ (no vídeo abaixo).

‪Como as crianças enchem nossa vida de alegria e paz, não?‬

Em: https://youtu.be/uGdi1_Wa9qA

❤️ #família #criança #filha #bebê #paidemeninas #amor #sorriso #carinho #family

– Matemática Ancestral. Sensacional!

Li essa postagem do amigo Pedro Fávaro Júnior (jornalista, escritor e pessoa da melhor qualidade) em seu Facebook, dias atrás. Achei incrível!

Não pude deixar de compartilhar. Vale a leitura e a reflexão: quantas pessoas existiram somente para você estar vivo? E o que todas elas passaram?

Abaixo:

MATEMÁTICA ANCESTRAL 💫💫💫💫💫💫

Para nascer, precisamos de: 2 pais, 4 avós, 8 bisavós, 16 tataravós, 32 tetravós, 64 pentavós, 128 hexavós, 256 heptavós, 512 octavós, 1.024 nonavós e 2.048 decavós.

Somente nas últimas 11 gerações, 4.094 ancestrais foram necessários, cerca de 300 anos do seu nascimento, para você estar aqui hoje.

Pense por um momento: quantas lutas, quantas guerras, quantas fome, quantas dificuldades? Mas também quanto amor, quantas alegrias, quanta esperança, quanta força. Todos esses ancestrais tinham que viver para que você pudesse estar vivo.

E você ainda se pergunta, o que está fazendo aqui? Só existimos graças a tudo o que cada um deles passou. Gratidão a todos os antepassados, sem eles não teríamos a felicidade de saber o que é a VIDA.

(Copiado da amiga Maria Teresa Costa. Não se sabe quem é o autor, mas quis pegar e compartilhar, no dia que completo 44 anos de casado com a Tuca, Soninha Fávaro)

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– Todos unidos em casa!

E como a recomendação nesses últimos dias é para evitar espaços públicos e eventos com aglomeração, a melhor das diversões (sempre) será em casa e com a família!

Heróis e heroínas, em ação! Assim, inventando brincadeiras (como se isso fosse difícil…) curtiremos o ótimo domingo.

🚀 #Family #HomeSweetHome #Peace #Carinho

– Paciência e Diversão!

E numa bela manhã:

Até quando vou ficar balançando e o meu papai não vai se mancar que eu quero ir andar de bicicleta na rua…”, pensou a Maria Estela!

Ok, filhota. O seu pedido será atendido só para eu ver um sorriso bem lindo…

❤️ #PaiDeMeninas #Criança #Amor #Diversão #Família

– #Tbt com muito amor!

Pai de Menina tem que ser “pau pra toda obra”. Tem que levar na escola, tem que levar no médico, tem que brincar de boneca e… tem que levar no salão de cabeleireira!

Mas é justamente essas coisas que a gente “nunca pensa que vai fazer” que tornam a vida mais divertida.

❤️🧡💛💜

#PaiDeMeninas #Amor #Filha #Bebê #Carinho #Paternidade

– Crianças Birrentas: por quê elas agem dessa forma?

Li e compartilho: você sabia que alguns pais estimulam a birra das crianças?

  1. Pai ausente e que quando chega em casa mima o filho, como uma espécie de compensação pela sua ausência;
  2. Pai que não sabe falar não e faz tudo o que a criança pede; e
  3. Pai que acha graça nos choros e gritos do filho e não faz nada para reeducar a criança.

Ufa! Tomara que eu não esteja classificado nesta tipologia… embora, no meu íntimo, tenho medo de estar transitando entre os três…

Abaixo, a matéria que define “Birra”, extraída de: Revista Crescer (aqui, o link)

DEIXA DE BIRRA!

Uma menina de 2 anos pode realmente saber o que está fazendo em pleno ataque de birra? Descubra os segredos de pais e especialistas para sobreviver a essas tempestades

por Bruna Menegueço e Cristiane Rogério. Produção Astrid Van Rooy

“O menino chovia.
E não era chuva, chuvisco, chuvinha.
Era chuva, trovão, trovoada.
Por qualquer coisa, coisinha,o menino relampejava.
A casa toda tremia, o chão até balançava, raios por toda a cozinha sempre que tinha salada.
A empregada saía correndo, e a mãe também, chamuscada.
E o menino chovendo, chovendo, pedindo macarronada.
O pai imitava macaco, a mãe dançava na pia, tudo isso por medo da chuva, e pra ver se o menino comia.
E todo dia era assim, uma chuva sem fim, chuvarada.
Por qualquer coisa, coisinha…o menino relampejava.”

Os versos que começam essa reportagem são do livro O Menino que Chovia (Ed. Companhia das Letrinhas), de Cláudio Thebas, e descreve em poemas – e com muito humor, como vocês podem ver , o ataque de birra de um garoto irritado com sua família que, claro, faz todas as suas vontades. A história contada por Thebas acontece ou já aconteceu na minha, na sua e na maioria das casas com quase todas as crianças do mundo. Esse processo é normal e faz parte do desenvolvimento, do amadurecimento e da formação da personalidade. Mas, quem dera a gente conseguisse ter esse olhar bem-humorado na hora H, hein?

Primeiro, vamos aos fatos. A birra acontece para a criança testar os nossos limites, expressar suas vontades e funciona até mesmo como um pedido de ajuda. Mas é inconsciente! É como se ela nos falasse: Ei, eu não sei lidar com essa frustração e explodi! Nos poucos minutos que duram o ataque, você entra em desespero. Não sabe o que fazer para controlar seu filho enquanto seu nervosismo chega à flor da pele. Lidar com esses escândalos, principalmente quando acontecem em público, é difícil mesmo, mas é bom pensar que essa é uma ótima oportunidade para educá-lo e para reverter a cena de forma que não volte a acontecer. Pelo menos enquanto durar a nossa esperança.

“Educar é o desafio de toda uma vida, é cansativo, dá trabalho, mas traz recompensas maravilhosas. Para trilhar por esse caminho, o primeiro passo é manter a calma e não levar a provocação da criança para o pessoal, ou seja, se sentir desrespeitado, abusado, ou achar que seu filho está fazendo você de bobo. Não é por aí. Aquele ser tão pequenino não tem noção que mexeu com o seu orgulho ou que o desafiou. Não caia nessa!”, afirma Silvana Rabello, psicóloga e professora da PUC (Pontifícia Universidade Católica de São Paulo).

 Confira também:

 

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– Pais e Mães que sacrificam seu tempo pelos filhos

É cada vez maior o número de pais que preferem a companhia dos filhos do que de outros lazeres. E isso é muito bom!

Compartilho, extraído de: Folha de São Paulo, ed 19/03/2017

PAIS ABREM MÃO DE SONO, ACADEMIA E LAZER POR MAIS TEMPO COM OS FILHOS

FERNANDA MENA
DE SÃO PAULO

Desde que entraram de cabeça no mercado de trabalho, mulheres que são mães vivem às voltas com um insistente sentimento de culpa. Elas –e também seus pares– avaliam que não estão presentes por tempo suficiente no cotidiano dos filhos.

Duas pesquisas recentes, no entanto, apontam para a direção contrária.

A primeira, da Universidade da Califórnia em Irvine (UCI), nos EUA, demonstra que mães e pais hoje passam mais tempo com os filhos que há 50 anos. E que, para chegar a isso, abriram mão de horas de sono e de lazer e de cuidados pessoais e da casa.

É o caso de Luciana Périco, 29, gerente financeira de uma multinacional e mãe de Enrico, 2. “Tenho uma rotina bem louca de trabalho e abri mão de todo o resto para estar com meu filho quando posso.”

Isso inclui menos horas de sono, menos cuidados com a casa e o abandono da academia. “Também não vou mais tanto ao supermercado. Compro mais pela internet.”

Ainda assim, diz ela, o sentimento de culpa persiste.

TEMPO DE QUALIDADE

A segunda pesquisa, canadense, não encontrou relação de causalidade entre quantidade de horas de convivência com os pais e benefícios na vida escolar e emocional de crianças de 3 a 11 anos.

A conclusão: qualidade vale mais que quantidade quando o assunto é a construção de vínculos e a influência no desenvolvimento dos filhos.

Isso quer dizer que interagir com as crianças e dedicar-lhes atenção exclusiva por algum período é mais interessante para o seu desenvolvimento do que passar muitas horas em sua presença, mas desempenhando outras atividades como trabalhar, assistir TV, usar o celular ou cuidar da casa, por exemplo.

Segundo Melissa Milkie, professora da Universidade de Toronto, no Canadá, e uma das autoras do estudo, ler para as crianças, passear e brincar com elas ou simplesmente conversar são exemplos de como atribuir qualidade ao tempo que se tem de convívio em oposição às rotinas de cuidado, como preparar refeições ou dar banho.

Os resultados de seu estudo, no entanto, não são consensuais. “É o tipo de pesquisa que reforça a velha desculpa de pais que não encontram tempo para estar com os filhos”, diz José Martins Filho, presidente da Academia Brasileira de Pediatria.

“A sociedade acha que a produtividade é tão mais importante que as crianças não precisam da presença dos pais. Mas, do nascimento até os dois anos, o afeto e o vínculo com os pais são essenciais para o desenvolvimento. Essas crianças precisam de qualidade e quantidade”, diz o professor de pediatria.

ACIMA DA MÉDIA

Milkie diz haver forte dissonância entre o tempo subjetivo dos pais e aquele que eles de fato gastavam com os filhos. “Muitos sentem que o tempo dedicado não foi suficiente ainda que, objetivamente, ele tenha sido bem acima da média.”

O estudo de Judith Treas, diretora do Centro de Demografia e Análise Social da UCI, mediu o tempo dedicado aos filhos por mães e pais desde 1965 em 11 países da Europa e América do Norte.

Se nos anos 1960 mães dedicavam 54 minutos diários aos filhos, nos anos 2010 já eram 104 minutos diários. Já os pais foram de 16 minutos em 1965 para 59 minutos diários com os filhos. As médias atuais são mais altas entre pais com maior escolaridade.

“A gente sempre acha que tem de ser um pouquinho mais”, admite o personal chef Ed Canholi, 47, pai de Duda, 4. Entre outras coisas, ele abandonou o futebol com os amigos e a carreira de analista de sistemas para se dedicar mais à paternidade. “Antes, passava pouco tempo em casa. E, agora, não adianta passar 20 horas com a Duda se não consigo dar atenção. Busco estar disponível a ela.”

Segundo Patrícia Camargo, sócia da Tempojuntos, projeto que promove o brincar como meio de construção do vínculo entre pais e filhos, é interessante desconstruir o “senso comum de que antigamente as coisas eram melhores”. “A verdade é que os adultos não dedicavam muito tempo aos filhos e as crianças tinham que se virar.”

TUTELA PARENTAL

Estudo da Universidade de Toronto, no Canadá, não encontrou relação de causalidade entre a quantidade de tempo que pais dedicavam aos filhos e efeitos benéficos no comportamento ou desempenho escolar de crianças de 3 a 11 anos.

Quando o foco foram adolescentes de 12 a 18 anos, no entanto, a pesquisa identificou que, quanto mais tempo passado com os pais, menos os jovens apresentavam comportamentos delinquentes e mais demonstravam resultados positivos na escola.

Resultado parecido foi encontrado por um projeto de tutela parental desenvolvido pelo Centro Educacional e Assistencial (CEAP), ONG que atua como escola profissionalizante no distrito de Cidade Ademar, uma das regiões de maior vulnerabilidade juvenil da capital paulista.

O CEAP promove encontros de educadores com os pais de seus alunos, além de encontros individuais para a discussão de questões específicas da família.

“O princípio é o de que uma formação humana e cidadã tem de ter, como eixo principal, a família”, explica Carlos Henrique Lima, diretor de Desenvolvimento Institucional.

Mitos sobre dedicar tempo aos filhos

MITO: Mães que trabalham não passam tempo suficiente com os filhos

Essa questão tem sido posta desde que as mulheres entraram em maior número no mercado de trabalho, nos anos 1970, devido à ideia de que, sem as mães em casa o tempo todo, as crianças sofreriam graves consequências –o que tende a gerar culpa entre aquelas que trabalham fora. Estudos, no entanto, apontam que essas mães hoje passam mais tempo com os filhos do que as que ficavam em casa. Especialistas dizem que as mães diminuem horas de sono, deixam de cuidar de si mesmas e dedicam quase todo o tempo livre aos filhos.

MITO: QUANTO MAIS TEMPO PASSAR COM SEUS FILHOS, MELHOR

O estudo canadense de que a professora Melissa Milkie é coautora não encontrou relação entre a quantidade de tempo com os pais e o desempenho escolar, emocional ou comportamental das crianças. O que contava era a qualidade do tempo de cuidado. O estudo apontou uma relação positiva no caso de adolescentes, que tendiam a ter menos questões ligadas à delinquência e ao abuso de drogas quanto mais tempo passavam com seus pais.

MITO: Os melhores pais são os que mais se dedicam aos filhos

O estudo de Milkie aponta que pais estressados e culpados por não conseguirem passar tanto tempo com seus filhos prejudicam as crianças com essa tensão. O excesso de zelo, dizem especialistas, pode diminuir a habilidade das crianças de resolver problemas por elas mesmas. Muitos profissionais dizem que brincar livremente ajuda os pequenos a desenvolverem sua imaginação e suas habilidades sociais.

Fonte: “Education Gradients in Parent’s Child-Care Time Across Countries, 1965-2012”, Giulia Dotti e Judith Treas

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A gerente financeira Luciana Périco e o gerente de projetos Thiago Guedes brincam com o filho Enrico

– Ufa! O tempo passou e…

Quando a cabeça ajuda, a barriga encolhe. Quando o sorriso é puro, cresce e se mantém!

Emagreci de uma foto para outra algumas “dezenas de quilos”. O sobrepeso deveu-se a vários fatores, embora, creiam, corri igualmente todos os dias (a prática diária do cooper sempre existiu). Hoje, voltando à normalidade, muito feliz.

Mas sabe o que chama a atenção? Minha Marina continua com o mesmo sorriso encantador, com a diferença que de banguelinha passou a usar aparelho.

O tempo passa… vale a pena aproveitá-lo e viver a vida!

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– Menina de 6 anos é presa nos EUA por se comportar mal na escola. Ops: como?

Parece irreal, mas aconteceu e acontece: na Flórida, uma criança de 6 anos foi presa por mau comportamento na escola.

Não sei bem o que pensar; só sei que, nesta idade, pai e mãe deveriam ter plena responsabilidade pelos desvios dela. Mas… polícia? Me parece um absurdo.

Já imaginaram se fosse no Brasil?

Extraído de: https://noticias.uol.com.br/internacional/ultimas-noticias/2020/02/26/menina-de-6-anos-e-detida-algemada-em-escola-dos-eua-por-mau-comportamento.htm

MENINA DE 6 ANOS É ALGEMADA E PRESA EM ESCOLA DOS EUA POR MAU COMPORTAMENTO NA ESCOLA

Uma menina de seis anos identificada como Kaia Rolle foi detida e algemada na escola Lucious & Emma Nixon, em Orlando, no estado norte-americano de Flórida, por mau comportamento. O caso aconteceu em 19 de setembro do ano passado, mas as imagens só foram divulgadas ontem.

De acordo com a BBC, que veiculou o vídeo, o escritório de advogacia Smith & Eulo afirmou que a família decidiu tornar público o registro porque quer mostrar como a prisão da garota aconteceu.

A gravação foi feita pela câmera corporal usada por Dennis Turner, um dos policiais que atenderam ao caso. Ele e outro agente foram chamados à escola após reclamações da escola de que a menina estaria se comportando mal em sala de aula.

“OK, ela terá que ir conosco agora”, diz Turner na gravação ao se encontrar com a Kaia em uma dependência da escola.

“Você tem que ir com eles agora”, reforça uma pessoa possivelmente ligada à escola.

“Levante-se. OK, venha aqui”, diz o policial, mostrando à menina um par de algemas plásticas.

“Isso aqui é para quê?”, questiona a garota.

“São para você”, responde o policial.

Kaia então começa a chorar. “Não coloque as algemas… Me ajude!”, pede a menina no vídeo.

“Vamos”, diz o policial.

“Sua avó virá e vai te levar para casa, OK?”, reforça a pessoa da escola.

“Eu não quero ir para o carro de polícia”, implora a menina enquanto deixa o prédio da escola.

“Você não quer?”, pergunta a pessoa da escola.

“Não, por favor”, responde.

“Você precisa”, responde a interlocutora.

“Não, por favor. Me dê uma segunda chance”, pede a menina, enquanto é colocada no banco traseiro da viatura. “Por favor! Por favor, não!”

Mais tarde, uma responsável por Kaia Rolle compareceu à escola e perguntou se as algemas de plástico “eram necessárias” na menina.

“Sim. Se se ela fosse maior, ela teria usado algemas comuns. A pessoa mais jovem que eu já prendi tinha sete anos. Já prendi seis mil pessoas em 28 anos. Muita gente”, afirmou o policial responsável pela prisão.

“Ela tem seis anos”, informou a familiar.

“Ela tem seis? Agora ela quebrou o recorde. Caramba, ela quebrou o recorde”, respondeu o oficial.

Segundo a imprensa da Flórida, Dennis Terner prendeu outra criança — um menino — de seis anos no mesmo dia. No entanto, segundo a procuradora Aramis Ayala, as acusações de mau comportamento contra Kaia foram retiradas. A menina foi transferida para outra escola.

De acordo com a BBC, o policial Dennis Turner não seguiu o protocolo correto, que afirma que um agente de segurança pública precisa de autorização de um supervisor para prender qualquer criança com menos de 12 anos no estado da Flórida. Após investigação interna, ele foi demitido.

Ouça o podcast Ficha Criminal (https://noticias.uol.com.br/podcast/ficha-criminal/), com as histórias dos criminosos que marcaram época no Brasil.

Este e outros podcasts do UOL estão disponíveis em uol.com.br/podcasts, no Spotify, Apple Podcasts, Google Podcasts e outras plataformas de áudio.

Vídeo registra Kaia Rolle sendo colocada em viatura; menina foi transferida de escola pela família, e policial foi demitido - BBC/Reprodução

– É bom ou é ruim chupar chupeta?

O tema é interessante para nós, papais e mamães: a chupeta!

Alguns dizem que nunca se deve dar a chupeta antes dos 14 dias de vida para não atrapalhar na amamentação. Ao mesmo tempo, outros dizem que a chupeta é indispensável, pois o bebê que não se acostuma com ela começa a chupar o dedo e acaba se tornando um vício ruim.

Algumas coisas interessantes que você deve saber sobre a chupeta,

Extraído da Revista Crescer: http://revistacrescer.globo.com/Revista/Crescer/0,,EMI305314-15046,00-COISAS+SOBRE+A+CHUPETA+QUE+VOCE+PRECISA+SABER.html

7 COISAS SOBRE A CHUPETA QUE VOCÊ PRECISA SABER

Novo estudo sugere que ela ajuda no aleitamento e reacende a polêmica sobre seu uso

O assunto é sempre polêmico. A maioria dos pediatras condena o uso da chupeta, mas algumas mães alegam que o acessório tem lá suas vantagens, desde que usada com moderação. O mais recente estudo, da Universidade de Saúde e Ciência do Oregon, nos Estados Unidos, diz que ela pode (quem diria!) até mesmo estimular a amamentação. Os pesquisadores americanos analisaram os dados de 2.249 crianças nascidas entre junho de 2010 e agosto de 2011. Os resultados mostraram que a taxa de aleitamento natural diminuiu de 79% para 68% após a abolição das chupetas. O que os autores do estudo ainda não descobriram é o que estaria por trás dessa estatística.
Contradições à parte, antes de você (com a orientação do pediatra) decidir se o seu filho vai ou não usá-la, melhor ficar por dentro do assunto. A seguir, sete coisas que toda mãe tem de saber.

1 – Atrapalha a amamentação?

Apesar da pesquisa norte-americana citada acima, Luciano Borges, presidente do Comitê de Aleitamento da Sociedade Mineira de Pediatria, discorda. Ele diz que inúmeros estudos anteriores mostram que a chupeta está sempre associada com um tempo menor de duração do aleitamento materno. Segundo Luciano, o fato acabou sendo decisivo para que a Organização Mundial de Saúde (OMS) e o Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) optassem como recomendação oficial não utilizar bicos e chupetas desde o nascimento. Essa orientação é compartilhada pelo Ministério da Saúde do Brasil. “Tenho um caso de paciente que ofereceu chupeta à sua filha quando ela tinha 1 mês e meio. Na mesma época, a criança largou o peito e começou a perder peso. Bastou a mãe tirar a chupeta para a amamentação voltar ao normal”, conta o pediatra. A explicação para isso é que a musculatura e a posição da língua que o bebê usa para sugar a chupeta é diferente da usada para mamar, o que confunde a criança. A pediatra Tania Shimoda, do Instituto da Criança do Hospital das Clínicas de São Paulo, também faz um alerta: “Vale lembrar que a chupeta só deve ser oferecida ao bebê quando a amamentação estiver estabilizada, depois de três ou quatro semanas de vida da criança”, reforça a pediatra Tania Shimoda.

2 – Prejudica a dentição?

Se a sua preocupação é que os dentinhos do seu filho fiquem tortos, há indícios de que, se a criança largar o acessório até os 2 anos, eles voltariam ao normal. No entanto, há outros problemas. “Um hábito oral pode gerar outro. Por exemplo, o uso da chupeta pode favorecer alterações na respiração (pode predominar a respiração pela boca), na postura corporal, na fala e na mastigação”, diz Dóris Rocha Ruiz, odontopediatra da Unifesp.

3 – Até que idade meu filho pode usá-la?

Ela deve ser retirada a partir de 1 ano de idade e, no máximo, até os 2. A chupeta tem de ser usada com moderação. Ou seja, não dá para a criança ficar o dia inteiro com ela na boca. Assim, o uso deve ser limitado apenas para dormir, já que a criança tende a cuspi-la depois, e em alguns casos específicos. Por exemplo, no avião, para proteger o ouvido durante a subida e a descida da aeronave, após a vacinação e quando a criança estiver chorando muito. Mas, nesses casos, o efeito é o mesmo do que dar o peito.

4 – O que é pior, chupeta ou dedo?

O dedo é pior, pois será mais difícil a criança abandonar o hábito. O bebê não pega a chupeta sozinho, mas pode colocar o dedo na boca mesmo dormindo.

5 – A chupeta alivia a cólica do bebê?

Em um primeiro momento, pode ser que sim, porque acalma (ou mesmo distrai) a criança. Mas, por outro lado, a criança pode engolir ar – e isso só piora a cólica.

6 – Ela previne a morte súbita?
A Academia Americana de Pediatria afirma que o uso do acessório diminui a incidência de morte súbita. Mas isso não quer dizer que, se o seu filho não gosta ou não usa, você deve forçá-lo.

7 – Que cuidados devo tomar com a higiene?

A chupeta deve ser lavada com água corrente toda vez que cair no chão e, de preferência, esterilizada diariamente.

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