– Violência gera violência. Armas na Faculdade com a Campus Carry ?

Você se sentiria a vontade andando em uma faculdade com alunos armados?

Eu, como professor, não.

Digo isso para lembrar que nos EUA foi permitido, tempos atrás, que os universitários andem armados para se protegerem. Há 50 anos, na Universidade de Austin, no Texas, um maluco matou dezenas de pessoas. Assim, a lei chamada de Campus Carry permite hoje que estudantes tenham armas para se defenderem de desequilibrados.

Boa ou má iniciativa?

Como pacifista, acho que não estamos preparados para andarmos com armas em qualquer lugar…bomba.jpg

– A Bipolaridade (ou Estratégia) de Trump?

Donald Trump e Vladimir Putin se reuniram nesta 2ª feira e, após o encontro, o presidente dos EUA disse que a Rússia não influenciou em nada a eleição americana, como se desconfia.

Horas depois… o mesmo Trump se negou e diz que há fortes indícios de houve influência no pleito.

Afinal, influenciou ou não influenciou nas Eleições?

Isso só mostra o quão instável o chefe de estado americano. Ou é estratégia para confundir a todos?

Resultado de imagem para Donald Trump Vladimir

– Trump e Kim se entenderão mesmo?

Sinceramente, eu não imaginava que os truculentos Donald Trump e Kim Jong-un se encontrassem. Afinal, o diálogo não é o forte deles. Mas tendo acontecido o histórico encontro em Singapura, que frutifique!

Mas, cá entre nós: você não fica com a pulga atrás da orelha? Outros negociadores pacifistas nada conseguiram, e agora, “de graça”…. E justo eles, “senhores da guerra”?

KIM E TRUMP ASSINAM ACORDO HISTÓRICO EM SINGAPURA

Via LinkedIn

O tratado prevê a desnuclearização total da península coreana. Os líderes de Coreia do Norte e Estados Unidos comprometeram-se também com a “paz e prosperidade” na região. Antes de assinar o documento, Kim e Trump almoçaram juntos e falaram à imprensa. O presidente americano afirmou que a reunião foi “melhor do que todos poderiam esperar”. Kim Jong-un, por sua vez, disse que “o mundo verá uma grande mudança” após o encontro desta terça. Não há detalhes ou prazos para o processo de desnuclearização, mas o acordo enfatiza o que foi acertado entre Kim e o presidente da Coreia do Sul, Moon Jae-in, em abril passado.

Resultado de imagem para trump e kim

– Você acredita em Trump ou em Kim?

Paz de verdade?

Parece que Trump e Kim estarão se entendendo em breve. Mas é algo real? Teremos calmaria / trégua entre EUA e Coréia do Norte?

Veja que coisa: há 1 ano, o governo norte-coreano disse que descobriu um plano da CIA para envenenar seu ditador Kim Jong-un, e que isso seria uma declaração de guerra. Donald Trump, presidente americano, disse que era mentira.

Em quem você acreditou?

Confesso que é difícil aceitar a verdade vindo desses dois senhores loucos, armados até os dentes… Coitado do planeta Terra! Espero que essa reunião que os dois chefes de Estado farão realmente produza frutos (para o nosso bem).

bomba.jpg

– Um Novo Nicho de Mercado a ser Explorado nos EUA!

Nos EUA, o assunto sobre a legalização do casamento homossexual está em pauta. E muitas organizações aproveitam o assunto e se ligam à causa para ganhar clientes e a imagem de “politicamente correta”. Veja:

Extraído de Época, ed 13 de abril, pg 52-54

A NOVA SUSTENTABILIDADE?

Empresas americanas aderem à causa do casamento gay depois que ela se tornou majoritária nos Estados Unidos

Por Margarida Telles

O casamento gay é a nova sustentabilidade? Ou seja, uma causa tão majoritária que os departamentos de marketing das empresas abraçam entusiasticamente? Há indícios de que tal processo possa estar em curso nos Estados Unidos. Lá, marcas como Absolut, Nike, Microsoft e Apple manifestaram apoio à equiparação dos direitos entre os casais homossexuais e heterossexuais. Quando o movimento ganhou como logomarca o símbolo matemático de igualdade, marcas como Budweiser e Smirnoff publicaram as imagens em suas contas no Facebook e Twitter, gerando uma avalanche de curtidas e compartilhamentos. Claro que não dá ainda para comparar o apoio ao casamento gay, que envolve riscos, com a sustentabilidade, que é praticamente uma unanimidade. A rede de cafeterias Starbucks perdeu clientes dos setores conservadores ao defender os direitos dos homossexuais.

O publicitário Hiran Castelo Branco, vice-presidente de operações da ESPM, afirma ser improvável o mesmo tipo de boicote no Brasil. “Aqui, mesmo que a pessoa não seja adepta de uma determinada situação, ela não costuma ser radicalmente contra”, diz. Mesmo assim, marcas ainda relutam em assumir a causa gay. A Bonafont publicou em sua conta no Facebook o símbolo da igualdade, feito com duas garrafas de água. Procurada, limitou-se a dizer: “A Bonafont é uma marca reconhecida por respeitar e valorizar cada um de seus consumidores”. Já o site Decolar, cuja garota-propaganda é Daniela Mercury, assumiu um posicionamento neutro perante a questão. “A Decolar.com considera que assuntos particulares de nossos contratados só dizem respeito a eles próprios. Gostamos de todos e respeitamos suas decisões”, disse a empresa, num comunicado oficial, depois que a cantora assumiu seu relacionamento gay.

776_daniela6.jpg

– O Senhor das Armas! Professores Pistoleiros?

A Educação nos EUA, vira e mexe, é associada a manchetes sobre ataques de malucos armados às instituições de ensino. Com pesar, em meio a esses tiroteios, inocentes alunos morrem.

Sempre fui contra o desarmamento; afinal, o sujeito com uma pistola na mão fica valente. Além disso, há a questão das pessoas transtornadas e que acabam desforrando em outros sua falta de lucidez através de assassinatos.

Eis que na semana em que mais um jovem armado invadiu uma escola e vitimou vários estudantes, o presidente americano Donald Trump resolveu sugerir que o ideal fosse ARMAR OS PROFESSORES, podendo, assim, intimidar esses alunos assassinos.

É professor dando aula ou justiceiro à paisana que Trump quer?

Mestre tem que ter giz à mão, nunca armas!

bomba.jpg

– O Torpedo do Juízo Final é apenas o reinício da Guerra Fria por Trump e Putin?

Não gosto de coisas como essa que leio no G1: a Rússia está promovendo uma nova arma nuclear intercontinental, chamada de “Torpedo do Juízo Final” (que nome tenebroso!) e os EUA responderão, segundo Donald Trump, com o desenvolvimento de novos armamentos acabando com a pasmaceira dos últimos anos provocada por Barack Obama.

Voltaremos à corrida armamentista de Estados Unidos e União Soviética, somando-se agora a China e a Coréia do Norte?

Extraído de: https://g1.globo.com/mundo/noticia/qual-a-ameaca-real-do-torpedo-do-juizo-final-a-arma-nuclear-da-russia-que-preocupa-os-eua.ghtml

QUAL A AMEAÇA REAL DO ‘TORPEDO DO JUÍZO FINAL’, A ARMA NUCLEAR DA RÚSSIA QUE PREOCUPA OS EUA

Em documento com novas diretrizes para sua estratégia nuclear, o governo Donald Trump cita um sistema russo que está em desenvolvimento como uma das ameaças aos Estados Unidos.

Sigiloso, implacável e devastadorassim é descrito o Sistema Oceânico Multipropósito Status-6, uma arma nuclear russa que está em fase de desenvolvimento e que tem preocupado os Estados Unidos.

Em sua Revisão de Postura Nuclear (NPR, da sigla em Inglês) divulgada em 2 de fevereiro, o Departamento de Defesa americano incluiu a arma como uma das ameaças que justificam os EUA modernizarem seu arsenal atômico.

O presidente dos EUA, Donald Trump, acredita que o país está sendo alcançado por seus grandes concorrentes – Rússia e China – por causa do que considera “anos de abandono da era Obama”.

A NPR, que dita o plano de atuação do governo em relação às armas de dissuasão, caracteriza o Status-6 como “um novo torpedo intercontinental autônomo e submarino, de combustível e armamento nuclear”.

Já a Rossikaya Gazeta, o jornal oficial do governo russo, o batizou como o “artefato do dia do juízo final”.

EXPLOSÃO NUCLEAR

O Pentágono garante que a Rússia desenvolve ao menos outros dois sistemas de alcance intercontinental (Foto: US Navy )

O Status-6 foi projetado como um veículo autônomo capaz de atravessar o Oceano Pacífico e lançar um ataque radioativo mortal sobre a costa oeste dos Estados Unidos.

Ele é adaptado para mergulhos tão profundos que se tornaria invisível a sistemas de detecção. Sua carga incluiria ogivas nucleares de alta potência.

“Sua detonação provocaria uma enorme nuvem radioativa”, explica à BBC Mundo, o serviço em espanhol a BBC, Pavel Podvig, autor do blog Russian Forces, que divulga informações sobre armas nucleares, controle de armas e desarmamento na Rússia, baseadas em análises científicas.

O plano russo é contar com o que os especialistas chamam de “arma de terceira onda” definitiva.

Caso tanto os mísseis balísticos terrestres como submarinos fossem neutralizados por um hipotético ataque inimigo, leia-se americano, o Status-6 teria a capacidade de lançar uma resposta atômica em terreno adversário.

Ele seria lançado a partir de um submarino adaptado para isso.

Hans Kristensen, da Federação de Cientistas Americanos, destaca que os “Estados Unidos têm capacidade para perseguir os submersíveis inimigos, mas, uma vez que se lança um torpedo, a história é diferente”.

“Se essa arma fosse concluída, certamente causaria danos enormes”, diz Podvig.

Mas a dúvida é justamente essa, se o Status-6 será realidade algum dia.

Apesar de ter sido oficialmente reconhecido como uma ameaça pelo Pentágono, os especialistas encontram muitas razões para ceticismo.

“Não está claro que ele vá ficar operacional”, diz Podvig.

Os Estados Unidos e seus aliados souberam dos planos de desenvolvimento dessa arma durante um encontro do presidente russo Vladimir Putin com seus generais na cidade de Sochi, na Rússia.

Em imagens divulgadas por canais controlados pelo Kremlin, é possível ver rapidamente um dos militares mostrando um documento confidencial a Putin. A folha continha desenhos e detalhes do Status-6, desenhado pela Rubin, uma fabricante de submarinos nucleares de São Petesburgo. Logo surgiram especulações sobre se a divulgação das imagens foi acidental ou estratégia para intimidar potenciais adversários.

Kristensen lembra que “os russos fazem frequentemente essas coisas, de manter, durante anos, programas dos quais posteriormente não sai nada”.

“Eu não acho que vai ser operacional da maneira como foi descrito”, reforçou Podvig.

Então, por que os estrategistas do Pentágono o incluíram em um documento oficial como uma ameaça real para a segurança nacional?

“O Status-6 é tecnicamente possível e, na comunidade de inteligência, eles acham melhor estarem preparados para algo assim”, ressalta Podvig.

Kristensen descarta que esse sistema de armas em desenvolvimento tenha sido uma das razões para a revisão da política nuclear de Washington.

“Eles o usaram como um dos exemplos assustadores de que os russos são maus e podem obter suas próprias armas para respaldar o argumento de que os Estados Unidos precisam melhorar suas armas nucleares.”

De acordo com informações recentes divulgadas pela agência de notícias Bloomberg, Trump espera que o Congresso aprove um aumento de 7,2% no orçamento da Defesa para o próximo ano.

Em seu discurso sobre o Estado da União, relatório que os presidentes americanos apresentam anualmente aos parlamentares, ele pediu a construção de um arsenal nuclear “tão forte e poderoso que possa impedir qualquer tentativa de agressão de outro país”.

OUTRAS AMEAÇAS

Embora o NPR tenha citado, além do Status-6, “pelo menos dois outros sistemas de alcance intercontinental”, os especialistas fizeram poderações em relação à fala de Trump sobre uma deterioração das capacidades dos EUA.

“O fato de que a Rússia estava há algum tempo modernizando seus equipamentos não significa que os EUA não o fizeram também, mas que isso aconteceu muitos anos antes”, diz Povdig.

Agora, depois de anos de política de não proliferação de armas nucleares em Washington, essa corrida parece prestes a recomeçar.

“Já na época da Guerra Fria sempre se citava as armas da grande potência alheias como justificativa para as próprias. É assim que sempre funciona.” 

bomba.jpg
Submarino russo Yuri Dolgoruky: O sistema nuclear da Rússia deve ser lançado a partir de submarinos adaptados (Foto: AFP)

 

– Uma Privada de Ouro ao invés de um Van Gogh para Trump?

Eu pensei que era alguma trolagem, mas não era! O presidente Donald Trump pediu um quadro de Van Gogh ao Museu Guggenheim. Só que seu pedido não foi atendido, e como alternativa, foi oferecido uma obra escultural de Maurizio Cattelan: um vaso sanitário de ouro!

Olha só, do Washington Post: https://www.washingtonpost.com/local/dc-politics/the-white-house-wanted-a-van-gogh-the-guggenheim-offered-a-used-solid-gold-toilet/2018/01/25/38d574fc-0154-11e8-bb03-722769454f82_story.html?utm_term=.b93e5c75c777

THE WHITE HOUSE ASKED TO BORROW A VAN GOGH. THE GUGGENHEIM OFFERED A GOLD TOILET INSTEAD.

The emailed response from the Guggenheim’s chief curator to the White House was polite but firm: The museum could not accommodate a request to borrow a painting by Vincent van Gogh for President and Melania Trump’s private living quarters.

Instead, wrote the curator, Nancy Spector, another piece was available, one that was nothing like “Landscape With Snow,” the 1888 van Gogh rendering of a man in a black hat walking along a path in Arles, France, with his dog.

The curator’s alternative: an 18-karat, fully functioning, solid gold toilet — an interactive work titled “America” that critics have described as pointed satire aimed at the excess of wealth in this country.

For a year, the Guggenheim had exhibited “America” — the creation of contemporary artist Maurizio Cattelan — in a public restroom on the museum’s fifth floor for visitors to use.

But the exhibit was over and the toilet was available “should the President and First Lady have any interest in installing it in the White House,” Spector wrote in an email obtained by The Washington Post.

The artist “would like to offer it to the White House for a long-term loan,” wrote Spector, who has been critical of Trump. “It is, of course, extremely valuable and somewhat fragile, but we would provide all the instructions for its installation and care.”

Sarah Eaton, a Guggenheim spokeswoman, confirmed that Spector wrote the email Sept. 15 to Donna Hayashi Smith of the White House’s Office of the Curator. Spector, who has worked in various capacities at the museum for 29 years, was unavailable to talk about her offer, Eaton said.

The White House did not respond to inquiries about the matter.

Cattelan, reached by phone in New York, referred questions about the toilet to the Guggenheim, saying with a chuckle, “It’s a very delicate subject.” Asked to explain the meaning of his creation and why he offered it to the Trumps, he said: “What’s the point of our life? Everything seems absurd until we die and then it makes sense.”

He declined to reveal the cost of the gold it took to create “America,” though it has been estimated to have been more than $1 million.

“I don’t want to be rude. I have to go,” the artist said, before hanging up.

It is common for presidents and first ladies to borrow major works of art to decorate the Oval Office, the first family’s residence and various rooms at the White House. The Smithsonian loaned the Kennedys a Eugène Delacroix painting, “The Smoker.” The Obamas preferred abstract art, choosing works by Mark Rothko and Jasper Johns.

On the face of it, President Trump might appreciate an artist’s rendering of a gilded toilet, given his well-documented history of installing gold-plated fixtures in his residences, his properties and even his airplane. But the president is also a self-described germaphobe, and it’s an open question whether he would accept a previously used toilet, 18-karat or otherwise.

Cattelan’s “America” caused something of a sensation after the Guggenheim unveiled it in 2016, drawing more than a few headlines.

“WE’RE NO. 1! (And No. 2)” was the New York Post’s front-page offering, the huge lettering over a photograph of the toilet. The tabloid’s coverage included a reporter’s first-person account (“I rode the Guggenheim’s golden throne”) and a photograph of that reporter seated on the toilet (reading the New York Post, naturally).

“More than one hundred thousand people” had “waited patiently in line for the opportunity to commune with art and with nature,” Spector wrote in a Guggenheim blog post last year. The museum posted a uniformed security guard outside the bathroom. Every 15 minutes or so, a crew would arrive with specially chosen wipes to clean the gold.

Cattelan, 57, is well known in the art world for his satirical and provocative creations, including a sculpture depicting Pope John Paul II lying on the ground after being hit by a meteorite. Another was a child-size sculpture of an adult Adolf Hitler, kneeling. The artist’s works have sold for millions of dollars.

Cattelan has resisted interpreting his work, telling interviewers he would leave that to his audience. He conceived of the gold toilet before Trump’s candidacy, though he has acknowledged that he might have been influenced by the mogul’s almost unavoidable place in American culture.

“It was probably in the air,” he told a Guggenheim blogger in 2016 as “America” went on display.

Cattelan has also suggested that he had in mind the wealth that permeates aspects of society, describing the golden toilet “as 1 percent art for the 99 percent.”

“Whatever you eat, a $200 lunch or a $2 hot dog, the results are the same, toilet-wise,” he has said.

Cattelan is not the first artist to immortalize a bathroom fixture. In 1917, Marcel Duchamp, the French dadaist, unveiled “Fountain,” a porcelain urinal that was rejected when he initially submitted it for exhibition. A replica is owned by the Tate galleries in London.

At the Guggenheim, when Cattelan raised the notion of a gold toilet in mid-2015, Spector embraced the idea and got approval from the museum’s director, Richard Armstrong. Asked whether Armstrong supported the curator’s offer of the toilet to the White House, the Guggenheim’s spokeswoman replied, “We have nothing further to add.”

Spector, in blog posts and on social media, has made plain her political leanings.

“This must be the first day of our revolution to take back our beloved country from hatred, racism, and intolerance,” the curator wrote on Instagram a day after Trump’s election in 2016. Her post was accompanied by a Robert Mapplethorpe photo of a frayed American flag.

“Don’t mourn, organize,” she wrote.

In August, as Cattelan’s “America” was approaching its final weeks on display at the museum, Spector wrote on the Guggenheim blog that Trump had “resonated so loudly” during the sculpture’s time at the museum. She described his term as having been “marked by scandal and defined by the deliberate rollback of countless civil liberties, in addition to climate-change denial that puts our planet in peril.”

A month later, the curator crafted her response to the White House’s request for van Gogh’s “Landscape With Snow.” She explained that the painting — “prohibited from travel except for the rarest of occasions” — was on its way to be exhibited at the Guggenheim’s museum in Bilbao, Spain, and then would return to New York “for the foreseeable future.”

“Fortuitously,” Spector wrote, Cattelan’s “America” was available after having been “installed in one of our public restrooms for all to use in a wonderful act of generosity.”

She included with the email a photograph of the toilet “for your reference.”

“We are sorry not to be able to accommodate your original request,” the curator concluded, “but remain hopeful that this special offer may be of interest.”

bomba.jpg

– Os 3 mais influentes homens e mulheres na América!

O respeitado Instituto Gallup realizou a pesquisa de personalidades mais admiradas nos Estados Unidos no ano passado. E sabe quem são eles?

Obama, Trump e Papa Francisco – os 3 homens mais admirados nos EUA / Hillary, Michelle Obama, Oprah – as 3 mulheres mais admirados nos EUA.

O ex-presidente e a ex-candidata democratas em 1 lugar. Isso mostra o quanto Trump é rejeitado, seria outrismo devido à má gestão ou nada disso?

bomba.jpg

– O provocador Trump

Donald Trump, o polêmico presidente dos EUA, parece não se importar em ser manchete negativa. Aliás, quando ele some do noticiário, faz questão de querer voltar a criar cizânia.

É sabido que a capital política de Israel é Tel Aviv, pois Jerusalém, a cidade sagrada para muçulmanos, cristãos e judeus, não tem condição de ser o centro administrativo devido aos conflitos religiosos.

Tudo estava indo dentro do controle até que… Trump fez o pronunciamento que reconhece Jerusalém como a capital israelense-judia, desagradando aos outros não judeus que vivem na Palestina.

Pior: agora sabe-se, conforme divulgado neste final de semana, que o presidente americano fez pedido aos presidentes de nações do Ocidente para que mudassem também as suas embaixadas para lá.

Todos querem uma solução pacífica naquela região do mundo, e em especial um pedaço de Terra para que judeus possam viver sem confusão (aliás, no próximo ano deve-se atingir o mesmo número de judeus no mundo do que se existia no tempo do Holocausto – vejam só que loucura foi a sanha de Hittler), mas sem prejuízo aos seus vizinhos, que querem igualmente a paz.

A pergunta é: PRA QUÊ tumultuar, Trump?

bomba.jpg

– Irã também está provocando os EUA? Ai, ai, ai…

Virou moda: depois de Kim Jong-un disparar mísseis balísticos provocando os Estados Unidos para demonstrar o “poder da Coréia do Norte”, agora é a vez do Irã lançar foguetes de longo alcance, tentando intimidar os americanos.

Estão cutucando Donald Trump com a vara curta, não? Loucos mexendo com louco não pode dar certo…

bomba.jpg

– Trump e a ameaça à Coréia do Norte

Na ONU, sem papas na língua, o presidente dos EUA ameaçou literalmente destruir a Coréia do Norte caso os americanos sejam atacados. Disse ele (e depois reproduziu no twitter):

“USA has great strength & patience, but if it is forced to defend itself or its allies, we will have no choice but to totally destroy ‪#NoKo.”

Precisamos mesmo que Kim Jong-um fique provocando? E que Trump continue respondendo?

A questão é: porque um fica cutucando o outro? Que ambas as nações cuidem do seu umbigo. O mundo não precisa pagar o preço de mais uma cara guerra ao planeta…

bomba.jpg

– Uma 3a Guerra Mundial por conta das Coréias?

Não, não teremos uma Guerra Mundial aos moldes das duas anteriores em breve. Teremos um conflito localizado entre Coréias do Norte e do Sul, atingindo Japão e EUA, por conta de Washington, Seul e Pyongyang. Entretanto, com a atual tecnologia armamentista, as proporções de catástrofes são maiores. O Mundo não estará participando ativamente da Guerra, mas sofrerá consequências econômicas por isso.

Uma bomba atômica norte-coreana, já possível, seria considerada “pouco potente”. Porém, nos dias atuais, esse ‘pouco potente” equivale a 8 vezes o poderio da que foi lançada em Hiroshima. Imaginem só as muito potentes dos Estados Unidos o que podem fazer…

Uma pena que nesse imbróglio não serão o jovem ditador enlouquecido Kim e o milionário turrão Trump que lutarão e sairão machucados, mas sim os inocentes comandados por eles.

bomba.jpg

– Coréia do Norte e Estados Unidos só chantageiam ou estão falando sério?

Kim Jong-un diz que a Coréia do Norte está pronta para um ataque atômico às bases dos EUA, se sentir incômodo com os inimigos, pois já consegue minimizar o tamanho de ogivas nucleares para serem transportadas em mísseis balísticos. Donald Trump diz que os Estados Unidos revidarão com uma fúria nunca vista.

O mundo vive uma paranoia, é só teatro ou esses malucos estão falando sério?

Pobre Planeta Terra…

bomba.jpg

– O Papa, Trump e o Protocolo exigido para as mulheres

Muita coisa para se falar sobre as visitas internacionais do presidente americano Donald Trump, que fez uma viagem mundo afora que o deixou dias ausente da Casa Branca.

Trump visitou os 3 lugares com maior concentração de seguidores das 3 grandes religiões mundiais, e, estrategicamente, falou sobre a paz em todas elas: Israel (Judaísmo), Arábia Saudita (Islamismo) e Vaticano (Cristianismo). Foi uma oportunidade ímpar para que se discutisse uma trégua em diversos conflitos, especialmente no Oriente Médio.

Dará certo? Difícil, mas a torcida é para que sim. Trump esteve hoje na Itália, na reunião de cúpula do G7, onde não aceitou discutir questões ecológicas.

Circulou uma foto em que o Papa Francisco estava com a cara “amarrada” ao lado de Trump. Claro, viralizou, mas foi um instante curioso – nada de constrangimento ou má vontade. E nessa viagem soube-se ainda que, curiosamente, apenas 7 mulheres não ordenadas possuem o direito de vestir roupas brancas na frente do Papa!

Inimaginável tradição? Pode ser. Mas é um costume antigo que poucos conheciam.

Abaixo, extraído de: http://segredosdomundo.r7.com/quem-sao-as-unicas-7-mulheres-do-mundo-que-podem-usar-branco-na-frente-do-papa/

QUEM SÃO AS ÚNICAS 7 MULHERES DO MUNDO QUE PODEM USAR BRANCO NA FRENTE DO PAPA?

Entenda o “privilégio do branco”

O direito de usar branco em encontros e audiências com o Papa é chamado de “privilégio do branco”. Esse direito está reservado a princesas e rainhas católicas e especialmente em encontros importantes no Vaticano, como audiências privadas, canonizações, beatificações ou missas especiais.

O protocolo diz ainda que qualquer outra mulher que não tenha o “privilégio do branco” deve usar um vestido preto sem decote e com mangas compridas e uma mantilha preta na cabeça ao se encontrar com o Papa.

Durante visita do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ao papa, por exemplo, suas filhas Melanie Trump e de Ivanka usavam vestidos preto de mangas longas e véus cobrindo a cabeça.

Quem são as mulheres com o privilégio do branco?

Princesa Charlene do Mônaco

Rainha Letizia da Espanha

Rainha emérita Sofia da Espanha

Rainha Matilde da Bélgica

Rainha Paola da Bélgica

Grã-duquesa Maria Teresa do Luxemburgo

Princesa Marina de Nápoles

Papa Francisco

Apesar de ser um protocolo do Vaticano, fotos recentes revelam que o atual Papa Francisco é mais flexível que seus antecessores. Em 2014 a a rainha Elizabeth, da Inglaterra, “visitou” o Papa usando um vestido lilás, e não preto como manda a regra.

– Uma MOAB americana lançada no Afeganistão

Donaldo Trump não está brincando em serviço.

Sempre ouvi que, para movimentar a economia local, uma guerra seria importante para os EUA, movimentando a indústria bélica e repondo estoques de armas.

Pois bem: eis que nessa semana os americanos lançaram a “mãe de todas as Bombas”, chamada de MOAB, a bomba mais poderosa não nuclear já fabricada.

Extraído de : notícias.uol.com.br

EUA LANÇAM PELA PRIMEIRA VEZ SUA BOMBA NÃO NUCLEAR MAIS POTENTE.

Os Estados Unidos usaram nesta quinta-feira (13), pela primeira vez em um conflito, sua maior bomba não-nuclear, a chamada ” mãe de todas as bombas”, ao lançá-la contra um complexo de túneis do Estado Islâmico (EI) na província de Nangarhar, no Afeganistão, informou o Pentágono.

Pela primeira vez, os americanos utilizaram a bomba GBU-43 Massive Ordnance Air Blast (MOAB), um gigantesco projétil de 10 toneladas, criado para destruir complexos de cavernas e túneis subterrâneos.

O lançamento, normalmente feito por um Hércules C130, foi anunciado poucas horas depois de acontecer no distrito de Achin às 19h32 (horário local, 12h02 de Brasília), uma rapidez pouca habitual em operações deste tipo.

A província de Nangarhar, no leste afegão e perto da fronteira com Paquistão, é a remota região na qual os jihadistas do EI se assentaram para estender sua presença na que chamam província de Khorasan (parte de seu autodeclarado califado).

“O bombardeio foi pensado para minimizar o risco para as forças afegãs e americanas que realizam operações sobre o terreno nessa área, ao mesmo tempo que maximiza a destruição de combatentes e instalações do EI-Khorasan”, explicou o Pentágono em um comunicado.

“Esta é a munição adequada para reduzir os obstáculos e manter o ritmo da ofensiva contra o EI-Khorasan”, acrescentou o general John W. Nicholson, comandante das forças americanas no Afeganistão, que lembrou que os jihadistas estiveram trabalhando em defesas subterrâneas e bunkers.

O uso da “Mãe de todas as bombas”, que mata com a imponente pressão de ar que gera, indicaria que a área estava amplamente ocupada por operativos e instalações do EI, sem evidente presença civil.

O Pentágono assegurou hoje que “foram tomadas as precauções para evitar vítimas civis”, apesar de o projétil, que é guiado ao alvo apenas durante a queda, não ser considerada de precisão.

Além disso, o uso deste projétil é uma mensagem de combate clara para o EI e serve de amostra ao mundo do poderio militar americano.

Segundo a emissora “CNN”, o Pentágono enviou drones de reconhecimento e está utilizando satélites para quantificar o dano e resultado do lançamento da bomba.

bomba.jpg

– Você acredita que Trump resolverá a paz no mundo com a força das armas?

Ao ver as repercussões negativas dos mísseis lançados pelos EUA na Síria, e a movimentação de turcos, chineses e principalmente Putin, o todo-poderoso da Rússia, fico pensando: a guerra se resolverá com mais guerra?

Se alguém falar que sim (e muitos dirão ser um mal necessário), por quê não criar uma força de paz multinacional comandada pela ONU para assegurar a garantia de estabilidade na região?

bomba.jpg

– Marte e os Projetos de Trump

Donald Trump, presidente americano, anunciou o desejo de que a NASA envie o homem para o planeta Marte até 2033. Com tecnologia atual, uma viagem de ida levaria 180 dias. E para tal “reforçou o caixa” da agência especial em US$ 20 bilhões só para esse ano.

A polêmica é que a NASA, durante o governo Obama, teve como foco os estudos sobre aquecimento global. Agora, o foco volta a ser a corrida espacial e os investimentos no módulo espacial Orion, uma cápsula revolucionária para transportar astronautas.

Será que se existirem marcianos eles serão receptivos ao viajantes espaciais? Pela lógica da imigração terráquea dos EUA, “pero no mucho”…

bomba.jpg

– Bem-vindos, Refugiados!

Abaixo, a faixa colocada na Estátua da Liberdade, nos EUA, e que foi clicada pela brasileira Vitória Londero, em defesa dos refugiados.

Ganhará um prêmio de fotografia do ano ou não? Rodou o mundo esta foto!

bomba.jpg

– Trump barrando CNN e NYT?

Está parecendo garotinho mimado: o polêmico presidente americano Donald Trump proibiu a presença da Rede de Notícias CNN e do Jornal New York Times nas entrevistas coletivas na Casa Branca.

Motivo: eles criticam sua gestão…

Imaginem se um país contrariar os interesses desse cara? É guerra sem diálogo, certamente.

Trump não combina com o espírito democrático dos EUA, o tão propagado american way!

bomba.jpg

– O terremoto Trump começou!

Uau, que estrago tem feito Donald Trump em seus primeiros dias!

Começou rápido, cancelando o Acordo de Livre Comércio do Pacífico com uma canetada. Iniciou o polêmico muro da separação de fronteiras dos EUA e do México, querendo que os mexicanos paguem a conta (e se não pagarem, ele avisou que aumentará os impostos e pagará com os tributos). Agora, proibiu a entrada de refugiados de diversos países e ameaça a permanência de diversos estrangeiros. Chegou a afirmar nessa semana que se os sírios fossem cristãos, poderia até receber alguns, mas muçulmanos não.

Coitado do mundo moderno… o radicalismo falará mais alto?

bomba.jpg

– O tempo e a realidade serão realmente os senhores da razão na América?

De Barack Obama, atual presidente dos EUA, sobre quem poderá pressionar seu sucessor Donald Trump:

A pressão virá pela realidade e pelo tempo“.

Quer pressão mais sábia e verdadeira aos homens de caráter do que essa?

Resta saber se Trump se classifica nesse rol de pessoas…

bomba.jpg

– Fazer um Churrasco em Miami é mais barato que em SP

Coisas da carga tributária brasileira: veja esse vídeo (extraído do programa Radioatividade da Jovem Pan) a respeito do custo da Picanha e de outros apetrechos para uma churrascada nos EUA.

É curioso (e de chorar), assista abaixo, em: https://youtu.be/1vz-xO81y-A

– Presidente Trump. E agora, José?

O candidato do Partido Republicano, Donald Trump, foi eleito como o 45o presidente dos Estados Unidos da América. O mundo está assustado…

A imagem que nós temos é de truculência beirando o nazi-fascismo (eu me lembro dele como “Rei das Calcinhas, bilionário do ‘O Aprendiz’ e dono do Cassino falido Taj Mahal”).

Algumas considerações:

– Sempre vi tanto Trump como Hillary ruins opções. A candidata democrata seria a opção “menos ruim”.

– Alguém acredita realmente que o novo presidente expulsará muçulmanos e construirá muros para isolar mexicanos? É claro que não, isso é discurso demagogo de quem quer ganhar o voto do americano nato e descontente com a crise econômica.

– Muita gente se preocupa com a frase de que “voltará a fomentar os empregos nos EUA”. Isso é bom aos cidadãos de lá, se conseguir por em prática. Mas será péssimo para o Exterior, se elevar impostos de importação e criar taxações.

O mundo não acabou (embora o futuro possa ser um pouco mais sombrio). Os americanos vivem em uma democracia plena, e o Congresso não deixará Trump governar sozinho. Existem acordos a serem cumpridos, tratados e compromissos internacionais inegociáveis. Ademais, Donald Trump não seria louco de jogar o país num regime ditatorial de direita.

A real preocupação é: o comportamento temperamental dele. Escondam as maletas com os códigos das bombas atômicas…

O irônico é quem em 1988, Trump declarou que se um dia fosse candidato à presidência, “ganharia fácil, já que os eleitores acreditam em todas as bobagens que lhes são ditas… Ô fanfarronice sem fim.

Enfim: para mim foi surpresa a vitória do xenófobo republicano, mas é entendível num mundo onde os refugiados entram em diversos países que não estão preparados econômica e socialmente.

bomba.jpg

– Dia das Bruxas ou Dia do Saci?

Tenho amigos que acreditam em Saci-Pererê. Aliás, são criadores de sacis e possuem até mesmo uma associação (ANCS – Associação Nacional dos Criadores de Saci)! E duvide deles para você ver…

Digo isso pois hoje é o Dia do Saci! A data foi criada em 2005, contrapondo-se à festa do HalloweenÉ uma espécie de resposta do folclore brasileiro a uma inculturação americana.

Entretanto, tanto o Saci como o Halloween tem origens diversas. Uma das estórias conta que o Saci era uma entidade indígena que conhecia as plantas, uma espécie de “deus das ervas”, e misturando-se com a cultura afro, virou negrinho e começou a fumar cachimbo. Depois, nossos escritores o tornaram mais simpático com gorrinho e molecagens! Já o Halloween tem origem Celta e era a festa das vésperas do Dia de Todos os Santos, uma celebração pagã que encontrou um sentido sincrético-religioso.

Dois textos abaixo sobre esse assunto, com as citações abaixo:

DIA DO SACI

O Saci, ou Saci-pererê, é um personagem bastante conhecido da mitologia brasileira, que teve sua origem presumida entre os indígenas da região das Missões, no Sul do país. Inicialmente retratado como um endiabrado, é uma criança indígena, com uma perna e de cor morena, com a diferença de possuir um rabo. Suas histórias se espalharam e chegando à Região Norte do Brasil, a mitologia africana o transformou em um negrinho que perdeu uma perna lutando capoeira, imagem que prevalece nos dias de hoje. Herdou também a cultura africana do pito, uma espécie de cachimbo, e da mitologia européia, herdou o píleo, um gorrinho vermelho.

Considerado uma figura brincalhona, que se diverte com os animais e pessoas, fazendo pequenas travessuras que criam dificuldades domésticas, ou assustando viajantes noturnos com seus assobios. O mito existe pelo menos desde o fim do século XVIII. O saci não tem amigos, vivendo solitário nas matas. Também conhecido como menino de uma só perna.

A função desta “divindade” era o controle, sabedoria, e manuseios de tudo que estava relacionado às plantas medicinais, como guardião das sabedorias e técnicas de preparo e uso de chá, mezinhas, beberagens e outros medicamentos feitos a partir de plantas.

Como suas qualidades eram as da farmacopéia, também era atribuído a ele o domínio das matas onde guardava estas ervas sagradas, e costumava confundir as pessoas que não pediam a ele a autorização para a coleta destas ervas.

O primeiro escritor a se voltar para a figura do Saci-Pererê foi Monteiro Lobato, que realizou uma pesquisa entre os leitores do jornal O Estado de S. Paulo, colhendo depoimentos sobre o nosso “diabinho”. O resultado foi publicado (1918) em forma de livro: ‘O Sacy-Pererê – resultado de um inquérito’; além de publicar ‘O saci’ – obra-prima sobre o folclore brasileiro – Lobato utilizou a figura do simpático diabrete no conto Pedro Pichorra, em que um menininho se vê confrontado com o seu medo ao Saci. Imortalizado nas histórias contadas à beira das fogueiras nas cidades do interior do Brasil, o Saci ganhou um novo e importante aspecto cultural nos livros de Monteiro Lobato e nas histórias em quadrinhos de Ziraldo, criador da ‘Turma do Saci Pererê’, alcançando desta forma, também as crianças da cidade grande. Figura ainda em muitas histórias do Chico Bento, personagem criada por Maurício de Sousa, típico caipira do interior paulista. Com a contribuição destes escritores o mito do Saci sobrevive à invasão das culturas estrangeiras amplamente divulgadas pela mídia. Com a transposição dos textos de Lobato para a Televisão, o Saci deixou o imaginário para ser personificado numa figura de carne e osso.

O Saci é apenas o mais famoso integrante do Dia das Bruxas nacional.

DIA DO HALLOWEEN

Todos os anos, na noite de 31 de outubro, milhões de crianças de toda a América do Norte pintam seus rostos, vestem fantasias e vão de porta em porta coletando doces. Os adultos freqüentemente decoram suas casas com figuras fantasmagóricas, esculpem rostos assustadores em abóboras e põem velas dentro delas para criar lanternas. Infelizmente, em meio a milhões de norte-americanos satisfeitos em suas fantasias, muitos são ademais muçulmanos. Esse artigo ira emitir alguma luz no significado e nas origens da véspera do Dia de Todos os Santos e porque muçulmanos não deveriam participar desta data.

Origens do festival da Véspera do Dia de Todos os Santos

O clássico festival celta (irlandês/escocês/galês), chamado “Samhain”, é considerado por muitos historiadores e eruditos o predecessor da atual Véspera do Dia Todos Santos. Samhain era o dia de Ano Novo dos celtas pagãos. Era também o Dia dos mortos, época em que se acreditava que às almas dos que morreram durante o ano era permitido acessar na “terra dos mortos”. Muitas crenças tradicionais e costumes associados ao Samhain continuam sendo praticados atualmente no dia 31 de outubro.

Os costumes mais notáveis são a prática de deixar oferendas como comida e bebida (hoje doces) para foliões mascarados e fantasiados e, o ato de acenderem fogueiras. Elementos desse festival foram incorporados ao festival cristão de Véspera de Todos os Santos, a noite que precede o Dia de Todos os Santos.

O significado do nome “hallow-even” (Véspera do Dia de Todos os Santos) foi o que nos deu o nome “halloween”. Até recentemente, em algumas partes da Europa acreditava-se em que nessa noite os mortos andavam entre eles e que as bruxas e feiticeiros voavam com eles. Preparando-se para isso, fogueiras eram feitas a fim de repelir esses espíritos maléficos.

No século XIX, brincadeiras de bruxas foram substituídas por travessuras de crianças. O espírito do samhain, uma vez acreditado ser selvagem e poderoso, é agora reconhecido como sendo maligno. Devotos cristãos começaram a rejeitar esse festival. Eles descobriram que os supostos deuses, deusas e outros seres espirituais das religiões pagãs eram trapaças diabólicas. As forças espirituais as quais as pessoas experimentaram duramente o festival eram certamente reais, mas eram manifestações do mal que desencaminhava as pessoas para o culto de falsos ídolos. Conseqüentemente, eles rejeitaram os costumes associados à Véspera do Dia de Todos os Santos, incluindo todas as representações de fantasmas, vampiros e esqueletos humanos – símbolo dos mortos, do diabo e de outras malignas criaturas. É preciso ser notado também que, ate hoje, muitos adoradores de “satã” consideram a noite a noite de 31 de outubro como sendo a mais sagrada e, muitos devotos cristãos hoje continuam se distanciando desse festival pagão.

Texto 1- Extraído de: CLIQUE AQUI

Texto 2 – Extraído de: CLIQUE AQUI

saci_perere.jpg

– O Todo Poderoso Trump versus a Frágil Hillary

A candidata Hillary Clinton é criticada por sua pouca força política e problemas de saúde. Já o bilionário Donald Trump exacerba seu autoritarismo e suas opiniões xenófobas.

Mas nessa semana, um escândalo: uma gravação onde ele fala sobre seu vigor sexual e a sedução às mulheres casadas. Citou que tratava uma específica como uma cadela e que, “quando se é uma estrela, pode-se de tudo com as mulheres”.

Se eu fosse americano, não aceitaria as desculpas dele, que se limitou a dizer que era uma conversa de “foro privado”.

Como os americanos polarizam em dois tão fracos candidatos, não?

bomba.jpg

– O sacrifício de um pai que perde o filho é mensurável ao de um batalhador que gera emprego e riquezas? Sobre Trump e Khizr Khan

A resposta a esta pergunta-título da postagem parece ser lógica, embora não seja para alguns. Se refere ao discurso emocionado de um pai paquistanês que perdeu o filho, que heroicamente serviu o exército dos EUA (morrendo por americanos). Para Donald Trump, candidato republicano à presidência dos Estados Unidos e xenófobo, ele próprio, por ter se tornado um empreendedor rico e gerado empregos, está no mesmo patamar de sofrimento.

É mole?

Compartilho, em: http://epoca.globo.com/tempo/noticia/2016/08/o-discurso-de-um-pai-expoe-os-absurdos-propagados-por-trump.html

O VERDADEIRO SENTIDO DE SER AMERICANO

por Flávia Tavares

O discurso de um pai expõe os absurdos propagados por Trump

Humayun Khan estava no Iraque havia três meses. Aos 27 anos, chegara a Baquba, a cerca de 50 quilômetros ao norte de Bagdá, como capitão do Exército americano. Em tão pouco tempo, com sua postura conciliadora e aberta, conseguira engajar iraquianos a ajudar na patrulha da região em troca de US$ 5 por hora – uma proximidade com a população local almejada pelos senhores da guerra e só possível porque Khan era muçulmano. Na manhã de 8 de junho de 2004, ele se dirigiu a seu posto nos portões da base militar mais cedo que seus homens, como de hábito. À frente de um batalhão de apoio à infantaria, Khan era responsável pela manutenção e pela segurança da base. Quando um táxi alaranjado com dois homens a bordo se aproximou das grades, em alta velocidade, Khan ordenou que seus comandados se atirassem ao chão. Gesticulou com o braço estendido para que o motorista parasse. Caminhou dez passos em direção ao carro, que explodiu. Khan morreu na hora – e impediu ali um ataque contra centenas de soldados que tomavam café da manhã num galpão metros adiante. Aos 27 anos, o rapaz muçulmano, que migrara dos Emirados Árabes para os Estados Unidos com 2, sacrificava sua vida em nome do país que o acolheu. Em nome da liberdade e da democracia.

Foi para honrar esse rapaz que seu pai, Khizr Khan, subiu ao palco da convenção do Partido Democrata em Filadélfia, no dia 29 de julho. Naquela semana, Hillary Clinton se consagrou a candidata democrata à Presidência dos Estados Unidos. Discursos como o da primeira-dama, Michelle Obama, aclamaram as virtudes que o país deve perseguir e manter, a despeito da truculência do adversário republicano, Donald Trump. Mas foi o senhor Khan quem esparramou diante dos eleitores americanos, por vezes cínicos e desinteressados, a dor que uma decisão equivocada, uma frase mal colocada, um arroubo de um governante podem infligir. O senhor Khan, um advogado formado em Harvard, lembrou que há consequências para desmandos. Muito frequentemente, essas consequências provocam chagas incuráveis. É por isso que o posto de presidente dos Estados Unidos, ou de qualquer país, não pode ser encarado como uma aventura pessoal, uma massagem de quatro a oito anos no ego de alguém.

Com o sotaque pesadíssimo de um paquistanês que se mudou para os Estados Unidos em 1980, e a voz vacilante de quem está com lágrimas represadas por todo o corpo, o senhor Khan discursou por pouco mais de seis minutos. “Donald Trump, você pede aos americanos que confiem a você seu futuro. Deixe-me perguntar: você ao menos leu a Constituição dos Estados Unidos?” Sacando um exemplar do bolso, Khan prosseguiu. “Eu posso te emprestar a minha cópia. Neste documento, procure as palavras ‘liberdade’ e ‘proteção igualitária da lei’.” O senhor Khan se referia à proposta insana de Trump de banir os muçulmanos do país. A essa altura, o público da convenção já o ovacionava. Mas o senhor Khan não havia terminado. Ainda se dirigindo a Trump, ele perguntou: “Você já esteve no cemitério de Arlington?”. É lá que Humayun está enterrado, no fim de uma fileira de lápides de mármore. Ele foi a 66a vítima da guerra do Iraque a ser sepultada ali. O senhor Khan intimou Trump. “Vá olhar os túmulos dos bravos patriotas que morreram defendendo a América. Você verá todas as fés, os gêneros e as etnias. Você não sacrificou nada nem ninguém.” Essa última frase, ao sair da boca de um pai enlutado, não é ofensiva. É uma retaliação a quem há meses fala cada vez mais alto o que quer, sem considerar as repercussões na vida das pessoas.

Trump reagiu como uma criança de 6 anos. Em uma entrevista à rede ABC, ele questionou, inicialmente, o fato de a mulher do senhor Khan, Ghazala, ter se mantido em silêncio a seu lado no palco. “Ela estava ali, ela não tinha nada a dizer, ela provavelmente – talvez ela não tivesse permissão para ter algo a dizer, você me diz”, disse Trump. Dias depois, a própria mãe de Humayun tinha algo a dizer. “Caminhando por aquele palco, com uma foto imensa de meu filho atrás de mim, eu mal pude me controlar. Que mãe poderia? Donald Trump tem filhos que ele ama. Ele realmente tem de se perguntar por que eu não falei nada?” Mais adiante, em entrevista, Trump retrucou o senhor Khan. Sem nenhuma alteração no tom de sua voz, Trump disse: “Eu sinto profundamente pela perda de seu filho, mas o senhor Khan, que não me conhece, não tem o direito de ir diante de milhões de pessoas e dizer que eu nunca li a Constituição, o que é falso, e dizer outras coisas imprecisas”. Bem, pela Constituição americana, o senhor Khan tem, sim, esse direito… Trump, então, concluiu sua reação com o malabarismo que melhor o define: o “salto triplo de ego carpado”. Sobre os sacrifícios que ele fez pelo país, Trump – dispensado de servir na Guerra do Vietnã por ter um esporão no calcanhar – respondeu assim: “Eu fiz muitos sacrifícios. Eu trabalho muito, muito. Eu criei milhares e milhares de empregos, dezenas de milhares, eu construí ótimas estruturas. Eu tenho um enorme sucesso. Acho que fiz muito”. Na mente de Donald Trump, ter sucesso é um sacrifício comparável a perder um filho.

As pesquisas ainda não apontam o efeito da controvérsia com os Khans na candidatura de Trump. É possível que ele tenha subestimado o fato de que há um sentimento que une todos os americanos, de ambos os partidos: o amor à guerra e aos guerreiros que lutam pelos Estados Unidos. Maldizer os pais de um herói de guerra pode ser o sacrilégio definitivo, depois de muitos outros. Em sua campanha, Trump já chamou os mexicanos de estupradores. Disse não respeitar John McCain, ex-candidato republicano herói e prisioneiro de guerra, porque verdadeiros heróis não se tornam prisioneiros. Mais recentemente, convidou o presidente russo, Vladimir Putin, a hackear e-mails de Hillary Clinton. A cada novo desatino alguém do partido reprovava seu tom. Mas nada realmente grave acontecia. E ele cresceu, cresceu, até se tornar o candidato incontornável. Depois que o próprio McCain e o presidente da Câmara dos Deputados, Paul Ryan, desautorizaram a fala de Trump sobre os Khans, Obama cobrou: “A pergunta que eles têm de se fazer é ‘Se você está repetidamente tendo de dizer, em palavras fortes, que o que Trump disse é inaceitável, por que você ainda o está endossando? O que isso diz sobre o seu partido?’”. A aposta de analistas é que o eleitor indeciso vai questionar mais seriamente o temperamento de Trump daqui para a frente. Talvez tenha sido preciso que um pai que perdeu o filho derramasse sua dor publicamente para que os americanos percebessem isso.

bomba.jpg

– Teremos baixaria na disputa entre Trumph e Hillary? Sobre Obama e a Rússia…

A disputa entre Donald Trumph e Hillary Clinton promete ser quente. Ambos não me transmitem confiança, mas é o que Republicanos e Democratas ofereceram.

Trumph é sabido xenófobo e gosta de mostrar a força e poderio que tem. Hillary é frágil, se atrapalha e é contestada por muitos.

Me surpreendeu Barack Obama, o atual presidente, dizer que teme pelo fato da Rússia estar simpática a Trumph e que pode estar dando ajuda velada a ele.

Xiii… a campanha eleitoral dos EUA vai ser pesada como as nossas têm sido.

bomba.jpg

– Democratas ou Republicanos?

Os americanos escolherão entre Donald Trumph e Hillary Clinton para a presidência do país.

Cá entre nós? Um é radical extremista, a outra não me convence. Talvez nunca os EUA tiverem candidatos tão fracos…

bomba.jpg

– Donald Trump e o Império do Poder Bélico

Enquanto Barack Obama visita a cidade japonesa de Hiroshima e pede para que o mundo abandone as armas nucleares, Donald Trump, o possível candidato do Partido Republicano à presidência dos EUA, declara em Bismark, na Dakota do Norte:

Quero que tenhamos o maior poderio militar da história”.

Que rumo o mundo tomará?

Sim, “o mundo”, pois as decisões dos americanos refletirão novos (bons ou ruins) caminhos para a humanidade.

bomba.jpg

– O Vídeo da Coreia do Norte ameaçando os EUA

Em que mundo vivemos?

Os norte-coreanos vivem numa redoma; isolados do mundo por um maluco ditador comunista cuja família há décadas governa um país no qual perdeu a liberdade.

Investe-se em armamentos, provocações, desenvolvimento nuclear bélico… tudo às custas da sociedade!

Nesta semana, mais um capítulo: um vídeo de 4 minutos da propaganda oficial do Governo contando a história das relações da Coréia do Norte e dos EUA, com uma simulação da destruição de Washington.

Desprezível…

Veja em: https://www.youtube.com/watch?v=qjQDGEvy3FQ

– Obama em Havana!

Novos tempos na América: um presidente americano visitando um ditador cubano.

Venceu a Democracia?

Tomara que sim.

bomba.jpg

– Obama, Aspirinas e Armas

O presidente dos EUA Barack Obama já demonstrou preocupação por diversas vezes quanto aos assassinatos promovidos por desequilibrados com armas de fogo em colégios. E procurando medidas legais para o controle do porte de arma, disse, emocionado:

Se uma criança não pode abrir um frasco de aspirina, nós devemos assegurar que ela também não possa acionar o gatilho de uma arma.”

Cerca de 30.000 pessoas morrem por ano por causa de violência armada por civis nos Estados Unidos. É realmente muita coisa…

bomba.jpg

– Donald Trump e o discurso fascista

O bilionário Donald Trump é um fanfarrão! Apesar de todo o dinheiro que tem, quer concorrer à Presidência dos Estados Unidos para, segundo ele, mostrar a verdadeira força da América.

Entretanto, o discurso parece ser xenófobo. Meses atrás, declarou que construiria um muro por toda a fronteira para evitar a invasão indesejada de mexicanos, e criticou até mesmo o caráter de latinos que entrevam ilegalmente por lá. Agora, quer proibir a entrada de muçulmanos nos EUA! Quem for cidadão americano, tudo bem. Os de fora, não.

Como é que faz para descobrir a fé alheia? Coloca detector de religião nos aeroportos?

Hitler também falava de Alemanha para alemães e purificação da raça ariana…

bomba.jpg

– Mais um Tiroteio nos EUA. Virou rotina?

Vira e mexe escutamos notícias de tiroteios promovidos por malucos nos EUA. Agora aconteceu outro, dessa vez na Universidade de Umpqua (Oregon).

Pelo menos 13 mortos e 20 machucados, segundo a Polícia. E o que fazer?

Lá, é permitido o porte de armas. Barack Obama, o presidente, até ventilou discutir o assunto e disse: “o país perdeu a capacidade de se indignar”!

A quantidade de incidentes como esse faz com que a população se acostume com tal noticiário.

Aqui no Brasil discutimos o desarmamento. E se o porte fosse liberado?

O assunto é de difícil discussão, já que alguns alegam que a população precisa se proteger enquanto os bandidos estão armados. Mas será que o cidadão com uma arma na mão saberia se comportar prudentemente? E os que não tem condição psicológica?

Temo que, se as armas forem liberadas no Brasil, algo mais grave aconteça. O outro problema ainda é: e quem desarma o bandido?

bomba.jpg