– O Todo Poderoso Trump versus a Frágil Hillary

A candidata Hillary Clinton é criticada por sua pouca força política e problemas de saúde. Já o bilionário Donald Trump exacerba seu autoritarismo e suas opiniões xenófobas.

Mas nessa semana, um escândalo: uma gravação onde ele fala sobre seu vigor sexual e a sedução às mulheres casadas. Citou que tratava uma específica como uma cadela e que, “quando se é uma estrela, pode-se de tudo com as mulheres”.

Se eu fosse americano, não aceitaria as desculpas dele, que se limitou a dizer que era uma conversa de “foro privado”.

Como os americanos polarizam em dois tão fracos candidatos, não?

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– O sacrifício de um pai que perde o filho é mensurável ao de um batalhador que gera emprego e riquezas? Sobre Trump e Khizr Khan

A resposta a esta pergunta-título da postagem parece ser lógica, embora não seja para alguns. Se refere ao discurso emocionado de um pai paquistanês que perdeu o filho, que heroicamente serviu o exército dos EUA (morrendo por americanos). Para Donald Trump, candidato republicano à presidência dos Estados Unidos e xenófobo, ele próprio, por ter se tornado um empreendedor rico e gerado empregos, está no mesmo patamar de sofrimento.

É mole?

Compartilho, em: http://epoca.globo.com/tempo/noticia/2016/08/o-discurso-de-um-pai-expoe-os-absurdos-propagados-por-trump.html

O VERDADEIRO SENTIDO DE SER AMERICANO

por Flávia Tavares

O discurso de um pai expõe os absurdos propagados por Trump

Humayun Khan estava no Iraque havia três meses. Aos 27 anos, chegara a Baquba, a cerca de 50 quilômetros ao norte de Bagdá, como capitão do Exército americano. Em tão pouco tempo, com sua postura conciliadora e aberta, conseguira engajar iraquianos a ajudar na patrulha da região em troca de US$ 5 por hora – uma proximidade com a população local almejada pelos senhores da guerra e só possível porque Khan era muçulmano. Na manhã de 8 de junho de 2004, ele se dirigiu a seu posto nos portões da base militar mais cedo que seus homens, como de hábito. À frente de um batalhão de apoio à infantaria, Khan era responsável pela manutenção e pela segurança da base. Quando um táxi alaranjado com dois homens a bordo se aproximou das grades, em alta velocidade, Khan ordenou que seus comandados se atirassem ao chão. Gesticulou com o braço estendido para que o motorista parasse. Caminhou dez passos em direção ao carro, que explodiu. Khan morreu na hora – e impediu ali um ataque contra centenas de soldados que tomavam café da manhã num galpão metros adiante. Aos 27 anos, o rapaz muçulmano, que migrara dos Emirados Árabes para os Estados Unidos com 2, sacrificava sua vida em nome do país que o acolheu. Em nome da liberdade e da democracia.

Foi para honrar esse rapaz que seu pai, Khizr Khan, subiu ao palco da convenção do Partido Democrata em Filadélfia, no dia 29 de julho. Naquela semana, Hillary Clinton se consagrou a candidata democrata à Presidência dos Estados Unidos. Discursos como o da primeira-dama, Michelle Obama, aclamaram as virtudes que o país deve perseguir e manter, a despeito da truculência do adversário republicano, Donald Trump. Mas foi o senhor Khan quem esparramou diante dos eleitores americanos, por vezes cínicos e desinteressados, a dor que uma decisão equivocada, uma frase mal colocada, um arroubo de um governante podem infligir. O senhor Khan, um advogado formado em Harvard, lembrou que há consequências para desmandos. Muito frequentemente, essas consequências provocam chagas incuráveis. É por isso que o posto de presidente dos Estados Unidos, ou de qualquer país, não pode ser encarado como uma aventura pessoal, uma massagem de quatro a oito anos no ego de alguém.

Com o sotaque pesadíssimo de um paquistanês que se mudou para os Estados Unidos em 1980, e a voz vacilante de quem está com lágrimas represadas por todo o corpo, o senhor Khan discursou por pouco mais de seis minutos. “Donald Trump, você pede aos americanos que confiem a você seu futuro. Deixe-me perguntar: você ao menos leu a Constituição dos Estados Unidos?” Sacando um exemplar do bolso, Khan prosseguiu. “Eu posso te emprestar a minha cópia. Neste documento, procure as palavras ‘liberdade’ e ‘proteção igualitária da lei’.” O senhor Khan se referia à proposta insana de Trump de banir os muçulmanos do país. A essa altura, o público da convenção já o ovacionava. Mas o senhor Khan não havia terminado. Ainda se dirigindo a Trump, ele perguntou: “Você já esteve no cemitério de Arlington?”. É lá que Humayun está enterrado, no fim de uma fileira de lápides de mármore. Ele foi a 66a vítima da guerra do Iraque a ser sepultada ali. O senhor Khan intimou Trump. “Vá olhar os túmulos dos bravos patriotas que morreram defendendo a América. Você verá todas as fés, os gêneros e as etnias. Você não sacrificou nada nem ninguém.” Essa última frase, ao sair da boca de um pai enlutado, não é ofensiva. É uma retaliação a quem há meses fala cada vez mais alto o que quer, sem considerar as repercussões na vida das pessoas.

Trump reagiu como uma criança de 6 anos. Em uma entrevista à rede ABC, ele questionou, inicialmente, o fato de a mulher do senhor Khan, Ghazala, ter se mantido em silêncio a seu lado no palco. “Ela estava ali, ela não tinha nada a dizer, ela provavelmente – talvez ela não tivesse permissão para ter algo a dizer, você me diz”, disse Trump. Dias depois, a própria mãe de Humayun tinha algo a dizer. “Caminhando por aquele palco, com uma foto imensa de meu filho atrás de mim, eu mal pude me controlar. Que mãe poderia? Donald Trump tem filhos que ele ama. Ele realmente tem de se perguntar por que eu não falei nada?” Mais adiante, em entrevista, Trump retrucou o senhor Khan. Sem nenhuma alteração no tom de sua voz, Trump disse: “Eu sinto profundamente pela perda de seu filho, mas o senhor Khan, que não me conhece, não tem o direito de ir diante de milhões de pessoas e dizer que eu nunca li a Constituição, o que é falso, e dizer outras coisas imprecisas”. Bem, pela Constituição americana, o senhor Khan tem, sim, esse direito… Trump, então, concluiu sua reação com o malabarismo que melhor o define: o “salto triplo de ego carpado”. Sobre os sacrifícios que ele fez pelo país, Trump – dispensado de servir na Guerra do Vietnã por ter um esporão no calcanhar – respondeu assim: “Eu fiz muitos sacrifícios. Eu trabalho muito, muito. Eu criei milhares e milhares de empregos, dezenas de milhares, eu construí ótimas estruturas. Eu tenho um enorme sucesso. Acho que fiz muito”. Na mente de Donald Trump, ter sucesso é um sacrifício comparável a perder um filho.

As pesquisas ainda não apontam o efeito da controvérsia com os Khans na candidatura de Trump. É possível que ele tenha subestimado o fato de que há um sentimento que une todos os americanos, de ambos os partidos: o amor à guerra e aos guerreiros que lutam pelos Estados Unidos. Maldizer os pais de um herói de guerra pode ser o sacrilégio definitivo, depois de muitos outros. Em sua campanha, Trump já chamou os mexicanos de estupradores. Disse não respeitar John McCain, ex-candidato republicano herói e prisioneiro de guerra, porque verdadeiros heróis não se tornam prisioneiros. Mais recentemente, convidou o presidente russo, Vladimir Putin, a hackear e-mails de Hillary Clinton. A cada novo desatino alguém do partido reprovava seu tom. Mas nada realmente grave acontecia. E ele cresceu, cresceu, até se tornar o candidato incontornável. Depois que o próprio McCain e o presidente da Câmara dos Deputados, Paul Ryan, desautorizaram a fala de Trump sobre os Khans, Obama cobrou: “A pergunta que eles têm de se fazer é ‘Se você está repetidamente tendo de dizer, em palavras fortes, que o que Trump disse é inaceitável, por que você ainda o está endossando? O que isso diz sobre o seu partido?’”. A aposta de analistas é que o eleitor indeciso vai questionar mais seriamente o temperamento de Trump daqui para a frente. Talvez tenha sido preciso que um pai que perdeu o filho derramasse sua dor publicamente para que os americanos percebessem isso.

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– Teremos baixaria na disputa entre Trumph e Hillary? Sobre Obama e a Rússia…

A disputa entre Donald Trumph e Hillary Clinton promete ser quente. Ambos não me transmitem confiança, mas é o que Republicanos e Democratas ofereceram.

Trumph é sabido xenófobo e gosta de mostrar a força e poderio que tem. Hillary é frágil, se atrapalha e é contestada por muitos.

Me surpreendeu Barack Obama, o atual presidente, dizer que teme pelo fato da Rússia estar simpática a Trumph e que pode estar dando ajuda velada a ele.

Xiii… a campanha eleitoral dos EUA vai ser pesada como as nossas têm sido.

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– Democratas ou Republicanos?

Os americanos escolherão entre Donald Trumph e Hillary Clinton para a presidência do país.

Cá entre nós? Um é radical extremista, a outra não me convence. Talvez nunca os EUA tiverem candidatos tão fracos…

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– Donald Trump e o Império do Poder Bélico

Enquanto Barack Obama visita a cidade japonesa de Hiroshima e pede para que o mundo abandone as armas nucleares, Donald Trump, o possível candidato do Partido Republicano à presidência dos EUA, declara em Bismark, na Dakota do Norte:

Quero que tenhamos o maior poderio militar da história”.

Que rumo o mundo tomará?

Sim, “o mundo”, pois as decisões dos americanos refletirão novos (bons ou ruins) caminhos para a humanidade.

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– O Vídeo da Coreia do Norte ameaçando os EUA

Em que mundo vivemos?

Os norte-coreanos vivem numa redoma; isolados do mundo por um maluco ditador comunista cuja família há décadas governa um país no qual perdeu a liberdade.

Investe-se em armamentos, provocações, desenvolvimento nuclear bélico… tudo às custas da sociedade!

Nesta semana, mais um capítulo: um vídeo de 4 minutos da propaganda oficial do Governo contando a história das relações da Coréia do Norte e dos EUA, com uma simulação da destruição de Washington.

Desprezível…

Veja em: https://www.youtube.com/watch?v=qjQDGEvy3FQ

– Obama em Havana!

Novos tempos na América: um presidente americano visitando um ditador cubano.

Venceu a Democracia?

Tomara que sim.

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– Obama, Aspirinas e Armas

O presidente dos EUA Barack Obama já demonstrou preocupação por diversas vezes quanto aos assassinatos promovidos por desequilibrados com armas de fogo em colégios. E procurando medidas legais para o controle do porte de arma, disse, emocionado:

Se uma criança não pode abrir um frasco de aspirina, nós devemos assegurar que ela também não possa acionar o gatilho de uma arma.”

Cerca de 30.000 pessoas morrem por ano por causa de violência armada por civis nos Estados Unidos. É realmente muita coisa…

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– Donald Trump e o discurso fascista

O bilionário Donald Trump é um fanfarrão! Apesar de todo o dinheiro que tem, quer concorrer à Presidência dos Estados Unidos para, segundo ele, mostrar a verdadeira força da América.

Entretanto, o discurso parece ser xenófobo. Meses atrás, declarou que construiria um muro por toda a fronteira para evitar a invasão indesejada de mexicanos, e criticou até mesmo o caráter de latinos que entrevam ilegalmente por lá. Agora, quer proibir a entrada de muçulmanos nos EUA! Quem for cidadão americano, tudo bem. Os de fora, não.

Como é que faz para descobrir a fé alheia? Coloca detector de religião nos aeroportos?

Hitler também falava de Alemanha para alemães e purificação da raça ariana…

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– Mais um Tiroteio nos EUA. Virou rotina?

Vira e mexe escutamos notícias de tiroteios promovidos por malucos nos EUA. Agora aconteceu outro, dessa vez na Universidade de Umpqua (Oregon).

Pelo menos 13 mortos e 20 machucados, segundo a Polícia. E o que fazer?

Lá, é permitido o porte de armas. Barack Obama, o presidente, até ventilou discutir o assunto e disse: “o país perdeu a capacidade de se indignar”!

A quantidade de incidentes como esse faz com que a população se acostume com tal noticiário.

Aqui no Brasil discutimos o desarmamento. E se o porte fosse liberado?

O assunto é de difícil discussão, já que alguns alegam que a população precisa se proteger enquanto os bandidos estão armados. Mas será que o cidadão com uma arma na mão saberia se comportar prudentemente? E os que não tem condição psicológica?

Temo que, se as armas forem liberadas no Brasil, algo mais grave aconteça. O outro problema ainda é: e quem desarma o bandido?

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– Uma Vitória da Pinga Brasileira nos EUA!

Ufa! Depois de muito tempo brigando com os EUA, uma vitória da pinga brasileira!

A nossa Aguardente era classificada como Rum, sofrendo com isso uma alta carga de impostos. Alguns chamavam a bebida pura pelo nome de Caipirinha. Mas, enfim, os americanos aceitaram a classificação como “Cachaça”.

Extraído de: http://www.istoedinheiro.com.br/noticias/113073_EUA+RECONHECEM+A+CACHACA+COMO+BEBIDA+BRASILEIRA

EUA RECONHECEM A CACHAÇA COMO BEBIDA BRASILEIRA

Por Carla Jimenez

Depois de anos de negociações, a Tax Tariff Bureau, divisão responsável pela regulamentação tarifária de produtos comercializados nos Estados Unidos, chancelou a classificação da aguardente brasileira como “cachaça”, abandonando o rótulo improvisado pelos importadores estrangeiros de “rum brasileiro”.

Segundo Ricardo Gonçalves, diretor superintendente da Cia Muller de Bebidas, que fabrica a caninha 51, o Brasil tentava o reconhecimento nos Estados Unidos, com apoio de entidades, desde o ano 2000. “Agora, só as bebidas destiladas no Brasil terão essa denominação”, diz Gonçalves, que também é presidente do Conselho Deliberativo da Associação Brasileira de Bebidas (Abrabe).
 
O reconhecimento da bebida brasileira era esperada desde que a presidenta Dilma Rousseff visitou o presidente Barack Obama, em abril do ano passado. Na ocasião, ficou acertado que os americanos certificariam a ‘branquinha’, e o Brasil fariam o mesmo para o bourbon, o uísque americano.
 
Hoje o Brasil exporta, globalmente, apenas US$ 14 milhões em cachaça. Com a nova denominação, há oportunidades de aumentar esse número, avalia Cesar Rosa, presidente das Indústrias Reunidas de Bebidas, que produz a Velho Barreiro. “Este foi um grande passo, mas é apenas o primeiro”, diz Rosa. “O setor ganha mais força para ganhar a denominação oficial da cachaça em todo o mundo, a partir de agora.”

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– O Acordo Histórico do Fim do Embargo Econômico entre EUA e CUBA

E não é que nesta semana Barack Obama anunciou que os Estados Unidos voltarão a manter relações diplomáticas com Cuba?

Hoje, o embargo econômico não faz mais sentido… e por quê ele ainda existia?

Vaidade? Necessidade estratégica? 

Nada disso. Culpa dos dois lados, como crianças birrentas que não querem se dar as mãos.

Antes, Cuba era vital para a União Soviética tentar amedrontar os EUA durante a guerra fria, devido a localização geográfica. Com a falência do comunismo, tudo isso deixou de ser importante. O problema é que só Fidel e Raul Castro não aceitavam essa realidade, além da nítida falta de política agregadora americana, que preferiu virar as costas ao seu vizinho pobre.

Que venha a paz!

E, lendo há pouco, descubro que o Papa Francisco foi o grande interlocutor para esse dia histórico! 

Abaixo, extraído do OESP

ATUAÇÃO DE FRANCISCO FOI CRUCIAL PARA O ACORDO

Por Cláudia Trevisan

A atuação do papa Francisco foi crucial para o acordo que permitiu aos Estados Unidos e Cuba anunciarem ontem a retomada de suas relações diplomáticas. Muitos dos encontros entre os dois lados ocorreram no Vaticano e pelo menos um deles teve a participação do pontífice.

Nos discursos que realizaram ontem, os presidentes Barack Obama e Raúl Castro agradeceram o empenho do papa nas negociações. Segundo assessores da Casa Branca, o pontífice enviou cartas aos dois líderes pedindo mudanças na relações bilaterais. Ainda de acordo com o assessores, Cuba foi o principal assunto discutido entre Obama e o papa no encontro que ambos tiveram no Vaticano em maio.
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– Dia das Bruxas ou Dia do Saci?

Tenho amigos que acreditam em Saci-Pererê. Aliás, são criadores de sacis e possuem até mesmo uma associação (ANCS – Associação Nacional dos Criadores de Saci)! E duvide deles para você ver…

Digo isso pois hoje é o Dia do Saci! A data foi criada em 2005, contrapondo-se à festa do HalloweenÉ uma espécie de resposta do folclore brasileiro a uma inculturação americana.

Entretanto, tanto o Saci como o Halloween tem origens diversas. Uma das estórias conta que o Saci era uma entidade indígena que conhecia as plantas, uma espécie de “deus das ervas”, e misturando-se com a cultura afro, virou negrinho e começou a fumar cachimbo. Depois, nossos escritores o tornaram mais simpático com gorrinho e molecagens! Já o Halloween tem origem Celta e era a festa das vésperas do Dia de Todos os Santos, uma celebração pagã que encontrou um sentido sincrético-religioso.

Dois textos abaixo sobre esse assunto, com as citações abaixo:

DIA DO SACI

O Saci, ou Saci-pererê, é um personagem bastante conhecido da mitologia brasileira, que teve sua origem presumida entre os indígenas da região das Missões, no Sul do país. Inicialmente retratado como um endiabrado, é uma criança indígena, com uma perna e de cor morena, com a diferença de possuir um rabo. Suas histórias se espalharam e chegando à Região Norte do Brasil, a mitologia africana o transformou em um negrinho que perdeu uma perna lutando capoeira, imagem que prevalece nos dias de hoje. Herdou também a cultura africana do pito, uma espécie de cachimbo, e da mitologia européia, herdou o píleo, um gorrinho vermelho.

Considerado uma figura brincalhona, que se diverte com os animais e pessoas, fazendo pequenas travessuras que criam dificuldades domésticas, ou assustando viajantes noturnos com seus assobios. O mito existe pelo menos desde o fim do século XVIII. O saci não tem amigos, vivendo solitário nas matas. Também conhecido como menino de uma só perna.

A função desta “divindade” era o controle, sabedoria, e manuseios de tudo que estava relacionado às plantas medicinais, como guardião das sabedorias e técnicas de preparo e uso de chá, mezinhas, beberagens e outros medicamentos feitos a partir de plantas.

Como suas qualidades eram as da farmacopéia, também era atribuído a ele o domínio das matas onde guardava estas ervas sagradas, e costumava confundir as pessoas que não pediam a ele a autorização para a coleta destas ervas.

O primeiro escritor a se voltar para a figura do Saci-Pererê foi Monteiro Lobato, que realizou uma pesquisa entre os leitores do jornal O Estado de S. Paulo, colhendo depoimentos sobre o nosso “diabinho”. O resultado foi publicado (1918) em forma de livro: ‘O Sacy-Pererê – resultado de um inquérito’; além de publicar ‘O saci’ – obra-prima sobre o folclore brasileiro – Lobato utilizou a figura do simpático diabrete no conto Pedro Pichorra, em que um menininho se vê confrontado com o seu medo ao Saci. Imortalizado nas histórias contadas à beira das fogueiras nas cidades do interior do Brasil, o Saci ganhou um novo e importante aspecto cultural nos livros de Monteiro Lobato e nas histórias em quadrinhos de Ziraldo, criador da ‘Turma do Saci Pererê’, alcançando desta forma, também as crianças da cidade grande. Figura ainda em muitas histórias do Chico Bento, personagem criada por Maurício de Sousa, típico caipira do interior paulista. Com a contribuição destes escritores o mito do Saci sobrevive à invasão das culturas estrangeiras amplamente divulgadas pela mídia. Com a transposição dos textos de Lobato para a Televisão, o Saci deixou o imaginário para ser personificado numa figura de carne e osso.

O Saci é apenas o mais famoso integrante do Dia das Bruxas nacional.

DIA DO HALLOWEEN

Todos os anos, na noite de 31 de outubro, milhões de crianças de toda a América do Norte pintam seus rostos, vestem fantasias e vão de porta em porta coletando doces. Os adultos freqüentemente decoram suas casas com figuras fantasmagóricas, esculpem rostos assustadores em abóboras e põem velas dentro delas para criar lanternas. Infelizmente, em meio a milhões de norte-americanos satisfeitos em suas fantasias, muitos são ademais muçulmanos. Esse artigo ira emitir alguma luz no significado e nas origens da véspera do Dia de Todos os Santos e porque muçulmanos não deveriam participar desta data.

Origens do festival da Véspera do Dia de Todos os Santos

O clássico festival celta (irlandês/escocês/galês), chamado “Samhain”, é considerado por muitos historiadores e eruditos o predecessor da atual Véspera do Dia Todos Santos. Samhain era o dia de Ano Novo dos celtas pagãos. Era também o Dia dos mortos, época em que se acreditava que às almas dos que morreram durante o ano era permitido acessar na “terra dos mortos”. Muitas crenças tradicionais e costumes associados ao Samhain continuam sendo praticados atualmente no dia 31 de outubro.

Os costumes mais notáveis são a prática de deixar oferendas como comida e bebida (hoje doces) para foliões mascarados e fantasiados e, o ato de acenderem fogueiras. Elementos desse festival foram incorporados ao festival cristão de Véspera de Todos os Santos, a noite que precede o Dia de Todos os Santos.

O significado do nome “hallow-even” (Véspera do Dia de Todos os Santos) foi o que nos deu o nome “halloween”. Até recentemente, em algumas partes da Europa acreditava-se em que nessa noite os mortos andavam entre eles e que as bruxas e feiticeiros voavam com eles. Preparando-se para isso, fogueiras eram feitas a fim de repelir esses espíritos maléficos.

No século XIX, brincadeiras de bruxas foram substituídas por travessuras de crianças. O espírito do samhain, uma vez acreditado ser selvagem e poderoso, é agora reconhecido como sendo maligno. Devotos cristãos começaram a rejeitar esse festival. Eles descobriram que os supostos deuses, deusas e outros seres espirituais das religiões pagãs eram trapaças diabólicas. As forças espirituais as quais as pessoas experimentaram duramente o festival eram certamente reais, mas eram manifestações do mal que desencaminhava as pessoas para o culto de falsos ídolos. Conseqüentemente, eles rejeitaram os costumes associados à Véspera do Dia de Todos os Santos, incluindo todas as representações de fantasmas, vampiros e esqueletos humanos – símbolo dos mortos, do diabo e de outras malignas criaturas. É preciso ser notado também que, ate hoje, muitos adoradores de “satã” consideram a noite a noite de 31 de outubro como sendo a mais sagrada e, muitos devotos cristãos hoje continuam se distanciando desse festival pagão.

Texto 1- Extraído de: CLIQUE AQUI

Texto 2 – Extraído de: CLIQUE AQUI

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– Silverdomme e a Decadência de uma Arena

Lembram do Silverdome, em Detroit? Há 20 anos o “estádio coberto” dos EUA foi um grande atrativo na partida Brasil x Suécia no Mundial de 1994.

Pois é… olha o que sobrou dele: se deteriorou! Acontecimentos esportivos, shows, encontros religiosos e outros atrativos não foram suficientes para capitalizá-lo. Virou um elefante branco em terra capitalista onde a promoção de eventos fala mais alto!

Se lá nos Estados Unidos aconteceu isso, imagine no pós-Copa brasileiro em Cuiabá, Manaus…

Olha ele:

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Extraído de: http://www.gazzetta.it/Sport-Vari/Football-Americano/09-06-2014/mondiali-triste-fine-silverdome-romario-abbandono-80879285295.shtml

MONDIALI, LA TRISTE FINE DEL SILVERDOME: DA ROMARIO ALL’ABBANDONO

L’impianto di Detroit ospitò 4 gare di Usa ’94 (le prime coperte), oltre all’Nfl, l’Nba, concerti e una Messa del Papa. Oggi, dopo la crisi che ha messo in ginocchio la città, il tetto crolla, il campo è abbandonato, sedie e tabelloni vanno all’asta.

Il tetto in teflon, che lo aveva reso il più grande impianto coperto degli Stati Uniti, è ormai in gran parte crollato. Il campo, su cui correvano i ricevitori dei Detroit Lions, è pieno di detriti. Gli spalti, da cui decine di migliaia di persone avevano ammirato Isiah Thomas, vanno a pezzi. I corridoi, da cui Romario e Bebeto entravano in campo durante i Mondiali di Usa 94, sono allagati. Il Silverdome, stadio di Detroit, è abbandonato e in fase di disfacimento.

DA ROMARIO AL PAPA — Non è un impianto qualunque: qui si giocò la prima partita al coperto di un Mondiale, quello americano: Usa-Svizzera, della fase a gruppi. In quel torneo il glorioso Silverdome, nato nel 1975 e praticamente un’astronave, per i tempi, ospitò altri tre match: Svizzera-Romania, Svezia-Russia e Brasile-Svezia. Ma non fu una singola estate di gloria: lì giocavano regolarmente le franchigie di Detroit di Nfl (fino al 2001) e di Nba (i Pistons, fino al 1988). Ospitava concerti, eventi di wrestling e motoristici, e persino una messa del Papa, Giovanni Paolo II, con 93mila persone presenti. E l’impianto di Pontiac (sobborgo di Detroit), non è morto di vecchiaia: rimodernato più volte, era tuttora se non all’avanguardia, quasi. Si è spento per “crisi”, la crisi economica che ha colpito la città di Detroit più che ogni altra, in America. La ex-capitale dei motori Usa ha dimezzato la sua popolazione negli ultimi 50 anni, con un picco nell’ultimo decennio, quando interi quartieri sono rimasti disabitati, dopo il crollo dell’industria dell’automobile e la crisi dei mutui americani. La stessa città, nel 2013, ha dichiarato bancarotta.

SVALUTATION — E la storia del Silverdome, e la sua svalutazione, sono indicati da molti, negli Usa, come un simbolo del decadimento della città. La costruzione dello stadio coperto costò nel 1975 circa 55 milioni di dollari: una somma che rivalutata secondo gli indici, porta a oltre 250 milioni attuali. Il 2001 è l’inizio della fine. I Lions si trasferiscono a Ford Field, il Superdome resta senza un “impiego fisso”, limitandosi per anni a “lavori saltuari”, kermesse, spettacoli. Nel 2009 il magnate canadese di orgine greca Andreas Apostolopoulos lo compra all’asta per meno di 600mila dollari: una svalutazione (da 250 milioni) che va di pari passo con quella di molte case di Detroit e sobborghi. C’è un piano di rilancio, ma non funziona: ospita per un anno la squadra di Detroit di frisbee (sic), il Milan nel 2010 è una delle ultime squadre di calcio a calcarne il terreno, in una amichevole col Panathinaikos. Dopo il nulla: nel 2013 il Silverdome è definitivamente abbandonato, e inizia il decadimento che lo porta alle condizioni attuali.

ALL’ASTA — Oggi, tutte el strutture interne, quelle ancora salvabili, sono messe all’asta: prezzo di partenza 5 dollari, dalle sedie degli spalti fino al tabellone dei punteggi e lo zamboni. memorabilia in vendita su internet, inizio dello smembramento definitivo. ma anche l’asta ha qualche intoppo, al momento è stata rinviata. Restano le immagini di un “tempio storico” distrutto dalla furia degli elementi. Immagini da tenere bene presente, in giorni in cui molti stadi, in Brasile, vengono inaugurati con poche certezze sull’utilizzo futuro.

– Obama e o dito sobre o Martelo e o Prego

Barack Obama foi pontual ao responder sobre as questões militares americanas. A respeito das intervenções do Exército dos EUA em alguns conflitos, disse:

Termos o melhor martelo não significa que devemos tratar todos os problemas como se fossem pregos”.

Boa! O diálogo sempre deve sobrepor o uso da força!

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– Dicas dos EUA para americanos que virão à Copa

Ora essa! O Governo dos Estados Unidos divulgou uma série de dicas/aconselhamentos ao cidadão que virá ao Brasil assistir a Copa do Mundo.

Veja só se algumas delas são válidas ou não:

  1. “Carreguem camisinhas compradas em seu país natal, pois, ao comemorar gols, as pessoas podem incentivar viajantes a fazer sexo sem proteção, especialmente se álcool e drogas estiverem envolvidos
  2. “Opte por acomodações entre o 2º e o 6º andares nos hotéis. Um quarto no 1º andar de um hotel pode oferecer acesso mais fácil para criminosos. Quartos no 7º andar e acima podem dificultar a fuga em caso de um incêndio”.
  3. “É recomendável tomar injeções contra sarampo, rubéola, caxumba, difteria, tétano, coqueluche, catapora, poliomielite e gripe. Se possível, também para hepatite A e B, febre amarela e raiva.”
  4. Não nadar em rios e lagos.”
  5. “Cuidado com sequestros-relâmpago, crimes de rua e furtos em lugares públicos, como aeroportos, recepção de hotéis e estações de ônibus, pois a taxa de homicídios é quatro vezes maior que a dos EUA e a de outros crimes é tão alta quanto“.
  6. “A polícia costuma usar gás lacrimogênio e unidades montadas para dispersar manifestantes políticos, tenha cuidado”.
  7. “Se souber de protestos nas proximidades, permaneça dentro de um local com portas e janelas fechadas”.

E aí, preocupações pertinentes ou não? Aliás, se você fosse americano e recebesse esse guia, como reagiria?

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– Autosuficiência desnecessária do Governo Obama: a declaração de John Kerry.

Barack Obama está sofrendo com deslizes dos seus colegas democratas. John Kerry, ex-senador e que já foi candidato a presidente pelo Partido Democrata (ele faz parte da atual administração), declarou dias atrás:

O mundo não tem medo de ser invadido pelos EUA; o mundo tem medo dos americanos não chegarem a tempo para salvá-lo.

É esse tipo de declaração que trás antipatia pelos que têm sentimento antiamericanista. Bobagem (ou verdade?) que não deveria ser dita publicamente.

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– Ameaças Norte Coreanas que Assustam

O ditador da Coréia do Norte Kim Jong-un é sabidamente maluco. Declarou que está pronto para uma guerra contra os Estados Unidos. Pior: seu porta-voz declarou que a presidente da Coréia do Sul, Park-Geun-hye é “uma prostituta desprezível e bajuladora iníquia do seu cafetão, Barak Obama”.

Caramba. Insanos como esse é que tomam a iniciativa de começar uma louca batalha. Tomara que as pessoas sensatas que restarem na Coréia do Norte repensem uma decisão de atacar qualquer alvo.

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– Os Olhos Eletrônicos que Tudo Observam

E essa agora?

Há fortes indícios de que a agência de espionagem americana NSA espionava as pessoas escondida em aplicativos como o Google Maps ou jogos como o Angry Birds.

Cá entre nós: os americanos são muiiiiito bons nisso. Se bobear, rastreiam nosso computador mesmo se ele estiver desligado.

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– Não, Obama…

Há certas declarações que poderiam ser ditas de uma forma mais inteligente. Barack Obama, presidente dos EUA, disse nessa semana:

Fumei Maconha na Juventude e não a acho mais perigosa que o Álcool“.

Tal frase pode dar a impressão de que a coisa é leve. Mas a entonação correta deveria ser:

O Álcool pode ser tão perigoso quanto a Maconha, pois já a fumei na Juventude“.

Mesma afirmação e de um jeito mais responsável…

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– Contra nós não pode, mas a favor…

E essa agora? A ABIN (Agência Brasileira de Inteligência) espionou Rússia, Iraque e Irã nas suas embaixadas por vários anos. E reconheceu isso, alegando que a ação era para:

proteger segredos do Estado Brasileiro

O Brasil não gosta de ser espionado, mas espiona também?

Sobre a justificativa brasileira, vale a observação: os americanos não falam a mesma coisa?

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– Saci, Bruxas e Halloween

Tenho amigos que acreditam em Saci-Pererê. Aliás, são criadores de sacis e possuem até mesmo uma associação (ANCS – Associação Nacional dos Criadores de Saci)! E duvide deles para você ver…

Digo isso pois hoje é o Dia do Saci! A data foi criada em 2005, contrapondo-se à festa do HalloweenÉ uma espécie de resposta do folclore brasileiro a uma inculturação americana.

Entretanto, tanto o Saci como o Halloween tem origens diversas. Uma das estórias conta que o Saci era uma entidade indígena que conhecia as plantas, uma espécie de “deus das ervas”, e misturando-se com a cultura afro, virou negrinho e começou a fumar cachimbo. Depois, nossos escritores o tornaram mais simpático com gorrinho e molecagens! Já o Halloween tem origem Celta e era a festa das vésperas do Dia de Todos os Santos, uma celebração pagã que encontrou um sentido sincrético-religioso.

Dois textos abaixo sobre esse assunto, com as citações abaixo:

DIA DO SACI

O Saci, ou Saci-pererê, é um personagem bastante conhecido da mitologia brasileira, que teve sua origem presumida entre os indígenas da região das Missões, no Sul do país. Inicialmente retratado como um endiabrado, é uma criança indígena, com uma perna e de cor morena, com a diferença de possuir um rabo. Suas histórias se espalharam e chegando à Região Norte do Brasil, a mitologia africana o transformou em um negrinho que perdeu uma perna lutando capoeira, imagem que prevalece nos dias de hoje. Herdou também a cultura africana do pito, uma espécie de cachimbo, e da mitologia européia, herdou o píleo, um gorrinho vermelho.

Considerado uma figura brincalhona, que se diverte com os animais e pessoas, fazendo pequenas travessuras que criam dificuldades domésticas, ou assustando viajantes noturnos com seus assobios. O mito existe pelo menos desde o fim do século XVIII. O saci não tem amigos, vivendo solitário nas matas. Também conhecido como menino de uma só perna.

A função desta “divindade” era o controle, sabedoria, e manuseios de tudo que estava relacionado às plantas medicinais, como guardião das sabedorias e técnicas de preparo e uso de chá, mezinhas, beberagens e outros medicamentos feitos a partir de plantas.

Como suas qualidades eram as da farmacopéia, também era atribuído a ele o domínio das matas onde guardava estas ervas sagradas, e costumava confundir as pessoas que não pediam a ele a autorização para a coleta destas ervas.

O primeiro escritor a se voltar para a figura do Saci-Pererê foi Monteiro Lobato, que realizou uma pesquisa entre os leitores do jornal O Estado de S. Paulo, colhendo depoimentos sobre o nosso “diabinho”. O resultado foi publicado (1918) em forma de livro: ‘O Sacy-Pererê – resultado de um inquérito’; além de publicar ‘O saci’ – obra-prima sobre o folclore brasileiro – Lobato utilizou a figura do simpático diabrete no conto Pedro Pichorra, em que um menininho se vê confrontado com o seu medo ao Saci. Imortalizado nas histórias contadas à beira das fogueiras nas cidades do interior do Brasil, o Saci ganhou um novo e importante aspecto cultural nos livros de Monteiro Lobato e nas histórias em quadrinhos de Ziraldo, criador da ‘Turma do Saci Pererê’, alcançando desta forma, também as crianças da cidade grande. Figura ainda em muitas histórias do Chico Bento, personagem criada por Maurício de Sousa, típico caipira do interior paulista. Com a contribuição destes escritores o mito do Saci sobrevive à invasão das culturas estrangeiras amplamente divulgadas pela mídia. Com a transposição dos textos de Lobato para a Televisão, o Saci deixou o imaginário para ser personificado numa figura de carne e osso.

O Saci é apenas o mais famoso integrante do Dia das Bruxas nacional.

DIA DO HALLOWEEN

Todos os anos, na noite de 31 de outubro, milhões de crianças de toda a América do Norte pintam seus rostos, vestem fantasias e vão de porta em porta coletando doces. Os adultos freqüentemente decoram suas casas com figuras fantasmagóricas, esculpem rostos assustadores em abóboras e põem velas dentro delas para criar lanternas. Infelizmente, em meio a milhões de norte-americanos satisfeitos em suas fantasias, muitos são ademais muçulmanos. Esse artigo ira emitir alguma luz no significado e nas origens da véspera do Dia de Todos os Santos e porque muçulmanos não deveriam participar desta data.

Origens do festival da Véspera do Dia de Todos os Santos

O clássico festival celta (irlandês/escocês/galês), chamado “Samhain”, é considerado por muitos historiadores e eruditos o predecessor da atual Véspera do Dia Todos Santos. Samhain era o dia de Ano Novo dos celtas pagãos. Era também o Dia dos mortos, época em que se acreditava que às almas dos que morreram durante o ano era permitido acessar na “terra dos mortos”. Muitas crenças tradicionais e costumes associados ao Samhain continuam sendo praticados atualmente no dia 31 de outubro.

Os costumes mais notáveis são a prática de deixar oferendas como comida e bebida (hoje doces) para foliões mascarados e fantasiados e, o ato de acenderem fogueiras. Elementos desse festival foram incorporados ao festival cristão de Véspera de Todos os Santos, a noite que precede o Dia de Todos os Santos.

O significado do nome “hallow-even” (Véspera do Dia de Todos os Santos) foi o que nos deu o nome “halloween”. Até recentemente, em algumas partes da Europa acreditava-se em que nessa noite os mortos andavam entre eles e que as bruxas e feiticeiros voavam com eles. Preparando-se para isso, fogueiras eram feitas a fim de repelir esses espíritos maléficos.

No século XIX, brincadeiras de bruxas foram substituídas por travessuras de crianças. O espírito do samhain, uma vez acreditado ser selvagem e poderoso, é agora reconhecido como sendo maligno. Devotos cristãos começaram a rejeitar esse festival. Eles descobriram que os supostos deuses, deusas e outros seres espirituais das religiões pagãs eram trapaças diabólicas. As forças espirituais as quais as pessoas experimentaram duramente o festival eram certamente reais, mas eram manifestações do mal que desencaminhava as pessoas para o culto de falsos ídolos. Conseqüentemente, eles rejeitaram os costumes associados à Véspera do Dia de Todos os Santos, incluindo todas as representações de fantasmas, vampiros e esqueletos humanos – símbolo dos mortos, do diabo e de outras malignas criaturas. É preciso ser notado também que, ate hoje, muitos adoradores de “satã” consideram a noite a noite de 31 de outubro como sendo a mais sagrada e, muitos devotos cristãos hoje continuam se distanciando desse festival pagão.

Texto 1- Extraído de: CLIQUE AQUI

Texto 2 – Extraído de: CLIQUE AQUI

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– Motivos para os EUA espionarem o Brasil

Quer saber se os americanos vão parar de espionar o Brasil depois do escândalo revelado pela mídia?

Claro que não. Eles espionaram, espionam e espionarão porque é de interesse da nação deles. E está matéria da Veja.com é bem esclarecedora: além do interesse econômico, há o político- o que dizer de um país que a partir do Governo Lula assinou documentos de cooperação com a Síria do ditador Bashar Assad, da Líbia do ex-general (morto) Kaddaffi, da Venezuela de Chávez e da Bolívia de Morales? Sem contar com o aceite da influência de Cuba (o paraíso para a turma de José Dirceu)…

Extraído de: http://veja.abril.com.br/blog/rodrigo-constantino/corrupcao/um-embaixador-americano-explica-porque-seu-governo-espiona-dilma/#.UkXB9ToxoIB.twitter

UM EMBAIXADOR AMERICANO EXPLICA PORQUE SEU GOVERNO ESPIONA DILMA

Por Rodrigo Constantino

Carlos Alberto Montaner é um jornalista e escritor cubano, autor do clássico e imperdível Manual do Perfeito Idiota Latino-Americano, em parceria com o peruano Alvaro Vargas Llosa e o colombiano Plinio Apuleyo Mendonza. Em sua coluna no Miami Herald, ele conta que um antigo embaixador americano lhe confidenciou porque o governo Dilma é espionado pelo governo americano.

Sua resposta não poderia ser mais franca e direta:

“Do ponto de vista de Washington, o governo brasileiro não é exatamente amigável. Por definição e história, o Brasil é um país amigo que ficou do nosso lado durante a II Guerra Mundial e na Coréia, mas seu atual governo não é.”

O embaixador pediu para não ter seu nome revelado, pois isso iria gerar um grande problema para ele. Mas autorizou que o jornalista, de quem é amigo, transcrevesse a conversa, sem citar a fonte. O embaixador conhece mais o nosso governo do que nossa imprensa, pelo visto. Diz ele (tradução livre):

“Tudo que você tem a fazer é ler os registros do Foro de São Paulo e observar a conduta do governo brasileiro. Os amigos de Luis Inácio Lula da Silva, de Dilma Rousseff e do Partido dos Trabalhadores são os inimigos dos Estados Unidos: a Venezuela chavista, pela primeira vez com (Hugo) Chávez e agora com (Nicolás) Maduro; Cuba de Raúl Castro, Irã, a Bolívia de Evo Morales, Líbia nos tempos de Kadafi; Síria de Bashar Assad.

Em quase todos os conflitos, o governo brasileiro concorda com as linhas políticas da Rússia e da China, em oposição à perspectiva do Departamento de Estado dos EUA e da Casa Branca. Sua família ideológica mais parecida é a dos BRICS, com quem ele tenta conciliar sua política externa.

A grande nação sul-americana não tem nem manifesta a menor vontade de defender os princípios democráticos que são sistematicamente violados em Cuba. Pelo contrário, o ex-presidente Lula da Silva, muitas vezes leva os investidores a ilha para fortalecer a ditadura dos Castros. O dinheiro investido pelos brasileiros no desenvolvimento do super-porto de Mariel, próximo a Havana, é estimado em US $ 1 bilhão.

A influência cubana no Brasil é secreta, mas muito intensa. José Dirceu, ex-chefe de gabinete e o ministro mais influente de Lula da Silva, tinha sido um agente dos serviços de inteligência cubanos. No exílio em Cuba, ele teve o rosto cirurgicamente alterado. Ele voltou para o Brasil com uma nova identidade e funcionou nessa condição até que a democracia foi restaurada. De mãos dadas com Lula, ele colocou o Brasil entre os principais colaboradores com a ditadura cubana. Ele caiu em desgraça porque ele era corrupto, mas nunca recuou um centímetro de suas preferências ideológicas e de sua cumplicidade com Havana.

Algo semelhante está acontecendo com o professor Marco Aurélio Garcia, atual assessor de política externa de Dilma Rousseff. Ele é um contumaz anti-ianque, pior do que Dirceu mesmo, porque ele é mais inteligente e teve uma melhor formação. Ele fará tudo o que puder para frustrar os Estados Unidos.

Mas isso não é tudo. Há outras duas questões sobre as quais os Estados Unidos querem ser informados sobre tudo o que acontece no Brasil, pois, de uma forma ou de outra, elas afetam a segurança dos Estados Unidos: a corrupção e as drogas.

O Brasil é um país notoriamente corrupto e tais práticas afetam as leis dos Estados Unidos de duas maneiras: quando os brasileiros utilizam o sistema financeiro americano e quando eles competem de forma desleal com empresas norte-americanas, recorrendo a subornos ou comissões ilegais.

A questão das drogas é diferente. A produção de coca boliviana se multiplicou cinco vezes desde que Evo Morales assumiu a presidência, e a saída para essa substância é o Brasil. Quase tudo acaba na Europa, e os nossos aliados nos pediram para obter informações. Essa informação, por vezes, está nas mãos de políticos brasileiros.”

A pergunta final feita por Montaner foi se o governo americano continuaria espionando o brasileiro. A resposta do embaixador não poderia ser mais objetiva: “Claro, é nossa responsabilidade para com a sociedade americana”.

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– Dilma não visitará mais os EUA

A presidente Dilma não visitará mais os EUA e frustra Obama. Isso mostra o relacionamento diferente entre os chefes de Estado do que os habituais: lembram-se da cordialidade entre Bill Clinton e FHC, ou mesmo Lula e George W Bush?

Pergunta: isso resolve o problema da espionagem americana?

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– Segredos Industriais entre China e EUA

Cada vez mais ouvimos falar de roubo de segredos industriais, espionagem, benchmarking disfarçado e outras estratégias. Mas compartilho interessante artigo sobre “Como a China rouba Inovações dos EUA”.

Abaixo, extraído de: OESP, 07/04/2012, por Richard Clarck

COMO PEQUIM ROUBA OS SEGREDOS AMERICANOS

Hackers tiram competitividade de empresas dos EUA

Nos dois últimos meses, funcionários de alto escalão do governo e especialistas do setor privado desfilaram diante do Congresso e descreveram em termos alarmantes uma ameaça silenciosa: ciberataques realizados por governos estrangeiros. Robert S. Mueller III, diretor do FBI, a polícia federal americana, disse que esses ataques em breve substituiriam o terrorismo como a preocupação principal da agência. Hackers estrangeiros, em particular da China, penetram nos computadores de empresas americanas e roubam quantidades enormes de dados valiosos e propriedade intelectual.
Não é difícil imaginar o que ocorre quando uma empresa americana paga por pesquisa e uma empresa chinesa consegue os resultados de graça. Isso destrói sua vantagem competitiva. Shawn Henry, ex-diretor-assistente executivo do FBI, disse ao Congresso há duas semanas que uma empresa americana teve todos os seus dados de um programa de pesquisa de 10 anos e US$ 1 bilhão copiados por hackers em uma noite.

O general Keith B. Alexander, chefe do Cyber Command das forças militares, qualificou o roubo digital contínuo, desenfreado, de “a maior transferência de riqueza da história”.

Entretanto, o mesmo Congresso que ouviu todos esses testemunhos perturbadores está atolado em discordâncias sobre um projeto de lei de cibersegurança que não faz muito para enfrentar o problema da ciberespionagem chinesa. O projeto, que estabeleceria padrões de cibersegurança não compulsórios para o setor está atolado em disputas ideológicas.

O senador John McCain, que o considera uma forma de regulamentação desnecessária, propôs um projeto alternativo que não trata de ciberdefesas inadequadas de companhias que rodam elementos de infraestrutura nacional. Como o Congresso parece incapaz e sem vontade de enfrentar a ameaça, o Poder Executivo precisa fazer alguma coisa para impedi-la.

No passado, agentes do FBI estacionavam do lado de fora dos bancos que consideravam prestes a ser roubados e dessa forma capturavam os ladrões e o saque quando eles saíam. Capturar os ladrões no ciberespaço não é tão fácil, mas capturar o saque é possível.

O general Alexander testemunhou na semana passada que sua organização viu um ataque de fora que pretendia roubar arquivos sensíveis de um fabricante de armas americano. O Pentágono advertiu a companhia, que teve de agir por conta própria. O governo não interveio diretamente para barrar o ataque porque nenhuma agência federal acredita que tem hoje a autoridade ou a missão de fazê-lo.

Interceptação. Com a autorização apropriada, o governo dos Estados Unidos poderia impedir os arquivos que estão sendo roubados de chegarem aos hackers chineses. Se agências do governo fossem autorizadas a criar um grande programa para interceptar dados roubados que estão saindo do país, elas poderiam reduzir drasticamente o roubo atual no atacado de segredos corporativos americanos.
Muitas companhias nem sabem quando estão sendo invadidas. Segundo os testemunhos ao Congresso da semana passada, 94% das companhias servidas pela empresa de segurança de computadores Mandiant não tinham conhecimento de estarem sendo invadidas. E embora a Securities and Exchange Commission (SEC, que normatiza atividades da bolsa) insista para as empresas revelarem quando forem vítimas de ciberespionagem, a maioria não o faz. Algumas, entre as quais Sony, Citibank, Lockheed, Booz Allen, Google, EMC e a Nasdaq, admitiram ter sido vítimas. Os National Laboratories, do governo, e centros de pesquisa com financiamento federal também foram invadidos.

Por temor de que o monitoramento do governo seja visto como uma cobertura para a bisbilhotice ilegal e a violação da privacidade dos cidadãos, o governo de Barack Obama nem mesmo tentou desenvolver uma proposta para localizar e barrar a espionagem industrial em geral. Ele teme uma reação negativa dos defensores de direitos à privacidade e da liberdade na internet que não querem o governo monitorando o tráfego na internet. Outros no governo temem também prejudicar as relações com a China. Algumas autoridades receiam até que enfrentar a China possa desencadear ataques paralisantes à vulnerável infraestrutura controlada por computadores dos Estados Unidos.

Com sua inércia, porém, Washington está efetivamente preenchendo os requisitos de pesquisa da China enquanto ajuda a tirar trabalho de americanos. Obama precisa enfrentar a ciberameaça e ele nem mesmo precisa de uma nova autoridade do Congresso para tal.

Pela autoridade da Alfândega, o Departamento de Segurança Nacional poderia inspecionar o que entra e sai dos Estados Unidos pelo ciberespaço. A Alfândega já busca a pornografia infantil online que cruza fronteira virtuais. E pela Lei da Inteligência, o presidente poderia emitir um decreto autorizando agências a monitorar o tráfego na internet fora dos Estados Unidos e reaver arquivos sensíveis roubados no território americano.

E isso sem pôr em risco os direitos à privacidade dos cidadãos. Aliás, Obama poderia construir proteções como nomear um defensor privado com poderes que poderia barrear abusos ou qualquer atividade que fosse além de impedir o roubo de arquivos importantes.

Se o Congresso não agir para proteger as empresas dos Estados Unidos das ciberameaças chinesas, o presidente Obama deveria fazê-lo. / TRADUÇÃO DE CELSO PACIORNIK

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– Trem Bala Brasileiro é mais caro e obsoleto do que o super Hyperloop

O “inventor” é genial: Elon Musk, o empreendedor do PayPal e da SpaceX (ele foi a inspiração viva para o personagem Tony Stalker, o personagem criador do “Homem de Ferro”). E anunciou um projeto sensacional: um sistema de transporte mais evoluído do que o Trem Bala, que ligará de ponta-a-ponta os EUA: o Hyperloop, que viajará a 1.220 km/h, sendo que os vagões são cápsulas e os assentos parecidos com Cockpits de fórmula 1.

Custo: 6 bilhões de dólares.

Se você achou caro, o Trem Bala RJ-SP tem previsão de gastos de R$ 50 bilhões… e a velocidade média será de 130 km/h.

Por quê aqui custa tão caro?

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– O Mais Caro Veículo Naval dos EUA

Quem sabe com a espionagem americana em voga, o Obama lê e não se sensibiliza: os EUA estão construindo o maior porta-aviões do mundo, a um custo de R$ 31,5 bilhões. Pesará 100 mil toneladas e terá 25 andares!

Com tanta gente passando fome, e considerando o armistício já existente, não é um desrespeito aos pobres?

Hoje, o maior equipamento desse tipo é o USS Enterprise, que foi aposentado.

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– O Big Brother do Povo Americano

O presidente Barack Obama confirmou: a agência de inteligência dos EUA realmente faz escutas telefônicas e leitura de e-mails da população americana, precavendo-se contra atentados terroristas.

Primeiro, a arapongagem começou com as empresas de telefonia. Em 2007, o Yahoo e o Hotmail permitiram que as autoridades tivessem acesso às caixas de e-mails dos seus clientes. Em 2009, o Google resolveu colaborar com o Governo e liberou seus dados também. Em 2011 o Facebook abriu as portas dos seus provedores e no ano passado, a Apple.

Ou seja: a espionagem atinge toda a população. Eles vasculham a vida de quem eles quiserem.

Por lá, fica o debate: ação inteligente e necessária para se evitar ações de grupos radicais, ou invasão de privacidade?

Aliás, o próprio Obama disse que ataques cibernéticos em diversas partes do mundo são promovidos ou evitados graças a essa ação. Mas e aqui no Brasil, será que tem alguém nos ouvindo e lendo nossas mensagens, sem que saibamos?

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– Como explicar a Tragédia de Boston?

Fiquei impressionado com as bombas que explodiram em Boston (EUA), durante a tradicional maratona.

O que leva alguém a explodir tais artefatos em meio a gente inocente, que nada tem a ver com idiotas terroristas, e que estão ali covardemente desprotegidos?

Não importa se foram fanáticos islâmicos, terroristas natos americanos, ação norte-coreana ou algum maluco que seja; os responsáveis por esse ato maldito mataram 3 pessoas, dentre elas, uma criança de 8 anos!

A troco de quê? Não existe sentido para isso…

Meu Deus… perdoe esses imbecis e console as famílias das vítimas dos três falecidos e centenas de feridos.

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– Coréia do Norte: Blefe ou Loucura?

Kim Jong-un, o jovem de 28 anos que herdou o comando da Coréia do Norte, parece que não tem noção do perigo. O país hermeticamente fechado e militarizado até os dentes resolveu há dias provocar os EUA. Sugere até um ataque nuclear!

Seu pai, antigo ditador norte-coreano, fazia isso e em troca conseguia alimentos para a população. O atual mandatário faz as ameaças gratuitamente.

Ele está blefando que possui armas nucleares ou é um insano?

Pior de tudo é ouvir a declaração dele na sua TV estatal, dizendo que:

As armas nucleares garantem a paz”.

Meu Deus… quanta idiotice!

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– Coréia do Norte Simula Ataque Virtual aos EUA!

O mundo parece estar perdendo o senso de paz. Contraditoriamente a mensagem do papa Francisco, alguns líderes incentivam a Guerra.

Agora, foi a vez da Coréia do Norte (de novo) desafiar os EUA para uma guerra. E o fazem abusadamente: vejam esse vídeo do Governo onde eles fazem montagens sobre pontos a serem atacados e como ficarão.

Clique em: http://is.gd/RqPefe

Ridículos…

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– Irã Imoral com excesso de Moralidade

E os absurdos de um país de ditadores?

Quer exemplo?

Na festa da transmissão do Oscar, Michelle Obama (a primeira dama dos EUA) apareceu com os ombros à mostra. Mas na TV do Irã, ela estava com uma roupa bem mais comportada!!!

Ô gente antidemocrática… Veja:

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– Yes, Rum não é Cachaça!

Ufa! Depois de muito tempo brigando com os EUA, uma vitória da pinga brasileira!

A nossa Aguardente era classificada como Rum, sofrendo com isso uma alta carga de impostos. Alguns chamavam a bebida pura pelo nome de Caipirinha. Mas, enfim, os americanos aceitaram a classificação como “Cachaça”.

Extraído de: http://www.istoedinheiro.com.br/noticias/113073_EUA+RECONHECEM+A+CACHACA+COMO+BEBIDA+BRASILEIRA

EUA RECONHECEM A CACHAÇA COMO BEBIDA BRASILEIRA

Por Carla Jimenez

Depois de anos de negociações, a Tax Tariff Bureau, divisão responsável pela regulamentação tarifária de produtos comercializados nos Estados Unidos, chancelou a classificação da aguardente brasileira como “cachaça”, abandonando o rótulo improvisado pelos importadores estrangeiros de “rum brasileiro”.

Segundo Ricardo Gonçalves, diretor superintendente da Cia Muller de Bebidas, que fabrica a caninha 51, o Brasil tentava o reconhecimento nos Estados Unidos, com apoio de entidades, desde o ano 2000. “Agora, só as bebidas destiladas no Brasil terão essa denominação”, diz Gonçalves, que também é presidente do Conselho Deliberativo da Associação Brasileira de Bebidas (Abrabe).
 
O reconhecimento da bebida brasileira era esperada desde que a presidenta Dilma Rousseff visitou o presidente Barack Obama, em abril do ano passado. Na ocasião, ficou acertado que os americanos certificariam a ‘branquinha’, e o Brasil fariam o mesmo para o bourbon, o uísque americano.
 
Hoje o Brasil exporta, globalmente, apenas US$ 14 milhões em cachaça. Com a nova denominação, há oportunidades de aumentar esse número, avalia Cesar Rosa, presidente das Indústrias Reunidas de Bebidas, que produz a Velho Barreiro. “Este foi um grande passo, mas é apenas o primeiro”, diz Rosa. “O setor ganha mais força para ganhar a denominação oficial da cachaça em todo o mundo, a partir de agora.”

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– Custo da Gasolina dos EUA e do Brasil

Essa vem da Revista Veja desta semana (Ed 13/02/2013, pg 51). Na Matéria intitulada “Um Mau Exemplo“, por Marcelo Sakate, há a conta da composição dos Preços da Gasolina nos Estados Unidos e aqui no Brasil.

Veja que absurdo: na terra do Tio Sam, em reais, o preço pós-refino é de 1,52 (no BR – 1,37). Porém, lá se paga de impostos 0,26 (no BR – 1,00!). Somando-se os Custos de Distribuição e Revenda, nos EUA o valor é de 0,22 (no BR – 0,43).

Assim, o custo da Gasolina em média no nosso país é de R$ 2,80, sendo que nos EUA é de R$ 2,00. Mas lembre-se: eles tem uma renda per capita 3 vezes maior que a nossa…

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– O Risco de Comprar iPhone nos EUA e ele se tornar um mico aumenta!

Aqui no Brasil, as autoridades entendem que as operadoras de celulares devem desbloquear os aparelhos. Nos EUA, o contrário!

Se você pensa em trazer um iPhone de lá, prepare-se para algumas mudanças:

Extraído de: http://blogdoiphone.com/2013/01/a-partir-de-hoje-torna-se-ilegal-desbloquear-iphones-nos-estados-unidos/#more-42185

TORNA-SE ILEGAL DESBLOQUEAR IPHONES NOS ESTADOS UNIDOS

Legislações são diferentes em cada país. Enquanto no Brasil as operadoras são obrigadas por lei a desbloquear os celulares caso o cliente peça, nos Estados Unidos esta prática torna-se proibida a partir de hoje. Quem tentar desbloquear sem autorização seu iPhone (ou qualquer outro celular) para usar em outra operadora, estará cometendo crime. A decisão foi aprovada em outubro pelo congresso americano.

O que isso muda para nós?

Bem, só influenciará para quem gosta de comprar aparelho bloqueado. A Apple continuará disponibilizando nos EUA versões unlocked de seus aparelhos, como já fazia antes.

Para quem insistir em comprar um aparelho bloqueado, o que pode complicar seja o fato de que talvez métodos de desbloqueio fiquem mais escassos. Sites que até ontem desbloqueavam iPhones por IMEI podem deixar de funcionar se sua base de operações for os Estados Unidos. É provável que os hackers do jailbreak deixem de criar ferramentas de desbloqueio de operadora (como o ultrasn0w), pois eles sempre se preocuparam em ficar dentro das leis.

Ao contrário do desbloqueio, o jailbreak do iPhone ainda não é ilegal no país do Obama, o que nos garante que equipes como os Evad3rs possam continuar a buscar soluções de liberar nossos iPhones desbloqueados. Mas a lei que proíbe o desbloqueio lá também não permite fazer jailbreak em iPads.

Portanto, o que antes era apenas uma dica nossa, agora é regra: nunca compre um iPhone bloqueado com outra operadora.

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