– Análise da Arbitragem para Paulista 2×3 Olímpia

Coisas estranhas no futebol: chute no ar em furada bisonha (cometida pelo zagueiro), não substituições de atletas podendo realizar 5 (mesmo com o time cansado, lesionado e recebendo atendimento médico – e havia suplentes para isso, ocorrendo somente em último caso) e zaga plantada esperando o ataque. Este foi o time do Olímpia, que venceu o Paulista! Some-se a erros de arbitragem e falhas cruciais do Galo na zaga (que originou o 1o gol do Galo Azul), além da falta de capricho nas finalizações.

Dito isso, sobre a atuação do juizão e seus assistentes:

Uma arbitragem novamente polêmica de Alysson Matias, segurando a partida com uma arbitragem mais rigorosa no começo do jogo e soltando-a no decorrer da disputa. Correu bem (apesar de parecer um pouco acima do peso, não comprometendo), se posicionou corretamente, deixou de marcar uma ou outra falta que poderia.

O seu maior acerto foi aos 17m, quando o zagueiro Fernando vai dividir uma bola e se joga com os braços abertos e a busca com a mão esquerda durante a queda. Pênalti bem marcado. Seu maior erro foi a marcação do pênalti aos 62m, convertido por Doriva: uma bola bate no pé do atleta e explode involuntariamente no braço. Impossível dizer movimento antinatural, foi natural e no susto. Erro grotesco.

O bandeira 1 Edson dos Santos inverteu dois laterais nos primeiros minutos, mas depois se comportou bem. O bandeira 2 Patrick André tentou ajudar o árbitro mas atrapalhou: marcou uma falta inexistente de Rodolfo e, aos 39 minutos, um erro absurdo de desatenção, marcando impedimento de Rodolfo que veio de trás. Literalmente “matou o contra-ataque”.

Enfim: arbitragem ruim pelos detalhes citados (pois foram relevantes) para um jogo razoável.

EM TEMPO: Série A3 tem suspeita de manipulação, segundo Polícia. Aqui: https://www.esportejundiai.com/2020/09/serie-a3-do-paulistao-tem-suspeita-de.html

– Everton, Coca-cola azul e James Rodriguez

Viram que legal a ação mercadológica da Coca-Cola na Colômbia?

Imagem extraída da Web, autoria desconhecida.

– São Paulo 2×2 River Plate, com 4 gols argentinos. E aí, Diniz?

Parece que a “batata está assando no Morumbi” para o treinador Fernando Diniz. Já o elogiei pela sua ousadia em atacar e trabalhar a bola, mas já o critiquei pelo destemperamento emocional e descuido da zaga.

Na verdade, pela tabela e pelos resultados, o River Plate (que ficou sem jogar por meses devido a pandemia, e que só empatou no Morumbi – mesmo tendo jogado melhor – por dois gols contras) já é o “bola da vez” na sua chave, devendo ser o 1o classificado. O Binacional é fraquinho, estará eliminado em breve. Portanto, o Tricolor luta contra a LDU pela 2a vaga.

Classificará ou será eliminado na 1a fase?

Aguardemos. Imagine o prejuízo financeiro em ser eliminado tão precocemente e a pressão que, caso isso aconteça, independente da qualidade do elenco, sofrerá Fernando Diniz.

– A polêmica de Libertad x Boca Jrs e os jogadores com Covid-19

A Conmebol não é séria. Falou tanto sobre os protocolos de segurança, ameaçou WO mas liberou jogadores do Boca Jrs com positivo para Covid-19 para que joguem no Paraguai contra o Libertad.

A justificativa é: apesar de “positivos”, não transmitem mais o vírus. Mas pense: existe tranquilidade e segurança suficiente neste mundo pandêmico para crer nisso?

Entenda a situação, extraído de: https://esportes.yahoo.com/noticias/libertad-x-boca-com-jogadores-183625325.html

LIBERTAD X BOCA COM JOGADORES POSITIVOS PARA COVID-19?

A Libertadores da América mal retornou e já existe uma grande polêmica envolvendo a partida entre Boca Juniors e Libertad. O clube argentino teve diversos jogadores diagnosticados com Covid-19 nas últimas semanas e, mesmo assim, conseguiu liberação da Conmebol para que os atletas viajassem ao Paraguai para o duelo desta quinta-feira (17) . O Libertad repudiou o episódio e pode entrar na Justiça para pedir os pontos da partida. Após a confusão, o Boca afirmou que só levará jogadores que obtiveram resultados negativos.

No início de setembro, o Boca Juniors chegou a 26 casos positivos para o novo coronavírus, 18 atletas e oito funcionários. Porém, ao contrário do que era previsto anteriormente no protocolo da Libertadores, o clube conseguiu uma liberação da Conmebol e do Ministério de Saúde do Paraguai para que alguns jogadores ainda contaminados pudessem viajar para a partida desta quinta-feira, contra o Libertad.

Após o ocorrido, o clube paraguaio enviou uma nota de repúdio à postura da entidade sul-americana e mostrou em suas redes sociais que o documento foi recebido.

“O Libertad manifesta sua total indignação, repúdio e absoluta preocupação pelo trato diferenciado e favorável que se outorga a essas pessoas em detrimento da saúde da população paraguaia”, escreveu o clube em comunicado.

“Lamentamos profundamente que a Conmebol ignore seus próprios protocolos sanitários, infringindo assim princípios fundamentais de convivência da associação, que colocam em risco a saúde das pessoas que entrarão em contato com membros da delegação do Boca Juniors”.

Após a reação do Libertad, a Conmebol respondeu em comunicado oficial afirmando que pessoas infectadas há pelo menos 10 dias sem manifestar sintomas não apresentam potencial de transmissão. A entidade ainda apresentou que uma atualização no protocolo havia sido feita no dia 8 de setembro contendo tal observação, com base em dados e recomendações da Organização Mundial da Saúde (OMS).

A partir de tal argumento, o Boca conseguiu a liberação, em conjunto com as entidades sanitárias do Paraguai, para que jogadores contaminados pudessem entrar em território paraguaio.

O ministro da Saúde do Paraguai, Julio Mazzoleni, concedeu entrevista coletiva e explicou a decisão.

“Há que fazer uma diferenciação entre o positivo e o que é transmissível. Quando temos um paciente com poucos sintomas, ou assintomático, a evidência científica mostra que em aproximadamente 10 dias, ela deixa de transmitir”, afirmou. “Esses jogadores, para colocar em termos concretos, são jogadores recuperados”, completou.

Nesta quarta-feira (16), dia em que o Boca Juniors viaja ao Paraguai, o clube argentino divulgou um comunicado afirmando que, apesar da liberação, apenas os jogadores que obtiveram resultado negativo vão viajar com o restante da delegação. Desta forma, o clube espera evitar que qualquer inconveniente possa surgir no país vizinho.

– E se sai um gol após um pênalti não marcado, mas “avisado”?

Veja só que pergunta interessante do amigo Marcelo Morandini, e que respondo abaixo (com adaptação da situação para melhor ilustração):

“Se um jogador comete pênalti mas o juiz não marca; o jogo prossegue e a bola não sai. Depois de algum tempo, com vários lances ocorridos, a equipe prejudicada marca o gol. O árbitro é informado pelo VAR de que existiu a penalidade. Anula-se o gol e marca-se o pênalti?”

De acordo com a Regra do Jogo, até é possível. Mas o “Espírito da Regra” mostra que o bom senso é mais inteligente do que a própria regra crua e fria: deve-se entender como “uma vantagem bem atrasada concretizada” (não houve nenhum reinício entre o pênalti não marcado e o gol assinalado, por isso a permissão dessa interpretação) e de que nunca se deve beneficiar o infrator (a anulação do gol para a marcação do pênalti promoveria isso).

Entretanto, fica o alerta: dependendo da natureza da infração do pênalti, pode-se punir com Cartão Amarelo ou Vermelho neste caso. Ou seja: você permite o gol mas não deixa de advertir ou expulsar.

– #RacismNO! Força, PC.

O amigo Paulo César de Oliveira foi vítima de racismo, só porquê um indivíduo discordou da sua opinião sobre um lance de pênalti no Fluminense x Corinthians.

O mundo está intolerante desse jeito? Por causa de uma avaliação de futebol, o sujeito acha que pode inferiorizar o seu semelhante chamando-o de macaco?

Força, Paulo César de Oliveira – você é maior do que isso. Xô, racismo.

– Análise Pré-Jogo para a Arbitragem de Paulista x Olímpia (Rodada 12 da A3).

Na volta da Terceirona, no confronto do Galo da Japi contra o Galo Azul, teremos a arbitragem de Alysson Fernandes Matias.

Alysson é professor de Educação Física, tem 44 anos de idade e está há 19 temporadas no quadro da FPF. Tem se notabilizado em jogos da A3 como árbitro central e na A2 como 4o árbitro. É alto, tem “presença” em campo, tecnicamente razoável, possui boa experiência mas disciplinarmente, nas partidas em que atuou do Paulista, não foi bem. Não dá “química” em Jundiaí.

Relembre, por exemplo, a última atuação em Jayme Cintra (2009) no Paulista 1×0 Rio Branco pela Copa Paulista, em: https://wp.me/p55Mu0-ha. De lá para cá, não consigo me recordar de nenhuma arbitragem excepcional nas divisões que trabalhou.

Curiosidade: Alysson foi árbitro da polêmica final do Campeonato Amador de Jundiaí em 2009, numa confusa decisão. Aqui: https://www.esportejundiai.com/2011/11/arbitro-da-final-confusa-do-amador-de.html.

Estranho a FPF não se atentar a esse detalhe. Normalmente, existem praças esportivas que alguns árbitros são evitados para trabalhar, justamente por algum entrevero. Mas torço para que ele tenha uma grande atuação, afinal, não estaria há tanto tempo no quadro se não tivesse qualidades. É honesto e boa gente. Quem sabem, sem torcida, possa trabalhar sem nervosismo.

Acompanhe a transmissão de Paulista x Olímpia pela Rádio Difusora Jundiaiense AM 810, com o comando de Adilson Freddo. Narração de Edson Roberto (Didi); comentários de Robinson Berró Machado e Heitor Freddo; análise da arbitragem com Rafael Porcari; reportagens de Luiz Antonio “Cobrinha” de Oliveira. Na técnica externa Alexandre Bardi. Sábado, às 15h00 – mas a jornada esportiva começa a partir das 14h00 para você ter a melhor informação com o Time Forte do Esporte!

– Concordo e Assino Embaixo. Parabéns, Rodrigo!

A imagem da semana passada no Estádio Urbano Caldeira foi emblemática (em Santos x Atlético Mineiro). O sistema de árbitro de vídeo tem sido cruel e confuso, especialmente com os árbitros assistentes na marcação dos impedimentos. E ao perceber que sua marcação humana foi precisa, o bandeirinha Rodrigo Correia literalmente “comemorou seu acerto”.

Concordo com o texto escrito, abaixo, pelo jornalista Wanderley Nogueira. E parabenizo Rodrigo “por tabela”.

ALEGRIA SILENCIOSA. JUSTA.

O assistente Rodrigo Correia, foi assunto quando comemorou o acerto de uma marcação de impedimento.

Aconteceu na vitória do Santos contra o Atlético Mineiro, na Belmiro.

Os fiscais dos gestos humanos entraram em cena para discutir o assunto.

Normal, afinal, estamos todos sob observação constante.

“Sorria, você está sendo filmado” está cada vez mais em moda.

A conversa aqui é sobre a reação do bandeirinha.

Justa, justíssima.

A disputa dele é com o olhar eletrônico.

Não é fácil.

O VAR chegou – é o discurso atual – para corrigir as lambanças dos humanos.

Quando ele confirma a decisão do árbitro ou do assistente , é motivo de alegria, comemoração.

A dele, foi discreta. Elegante.

Acertando, nada de elogios.

Basta um erro para ser esculhambado.

Sua celebração foi solitária.

Olhando para o gramado .

Fechando a mão com força e no mínimo pensando: “acertei , cacete! “.

Erro, todos cometem.

Acerto, é tentativa constante.

Erro, tem avaliação pública.

Acerto, teve comemoração silenciosa…dele.

– E realmente acontecem tais coisas no futebol!

Práticas corriqueiras no Mundo do Futebol e semelhantes na Sociedade (adequadas ou não) sempre existirão.

Veja se não são reais, em: https://youtu.be/XV91GP2nPy0

– O fanatismo no futebol acabará com o esporte! O idiota que ameaçou Fagner pelo… filho de 10 anos!

Um “cidadão” cometeu esse crime: escreveu uma ameaça ao filho de 10 anos do jogador Fagner do Corinthians!

Ao ver a imagem abaixo, pense: o que fazer com um criminoso como esse?

Lamentável…

– O preço da fama: Neymar não pode ser uma vítima? Assustador…

Ganhar “fama” é algo complicado em qualquer setor da sociedade. Veja a situação de Neymar Jr:

Antes, ele tinha a fama de driblador e muitos jogadores tentavam parar ele cometendo faltas. Aí, começou a pular delas (para fugir da pancada e algumas vezes para simular) e a fama mudou para “cai-cai”. Tentou corrigir isso, mas como tinha ganho esse rótulo, até quando apanhava de verdade em campo, muitas faltas não eram marcadas. Na dúvida, o árbitro lembrava “da fama”.

Depois veio a fase da fama de “irresponsável”. Mesmo treinando e sendo pontual em seu clube na rotina diária, a cada foto em balada ele era criticado. Mas aí veio a história de estar machucado e pulando carnaval, Anitta, festas e… a fama aumentou.

Quando uma moça tentou extorquir dinheiro dele em Paris (assim entendeu a Justiça), muita gente cravou que Neymar era agressor de mulher! Foi o preço da fama…

Agora, fico impressionado com o episódio envolvendo Álvaro González, que é acusado de prática racista contra ele (vide em: https://wp.me/p4RTuC-rte), onde surgem teorias de que “como não apareceram imagens da fala, poderia ser jogada de marketing”.

Caramba, mesmo se ele for vítima, a primeira impressão é a de culpa? É o preço da fama?

Lógico, deve-se tomar cuidado em não acusar injustamente o espanhol, mas diante disso acusar preliminarmente o brasileiro, é uma sacanagem! 

Sabe qual o problema de Neymar hoje? A fama de “estourado”. Todo mundo quer provocar ele. Se em seu lugar a vítima de racismo fosse Gabriel Jesus, Rodrygo ou outro jovem bem comportado, ninguém estaria comentando com dúvidas.

Em tempo: o racismo é algo a ser abolido da humanidade, urgentemente. 

– O árbitro de vídeo é uma boa para o futebol, se usado com moderação.

Muito cuidado ao usar o VAR! Ele é muito bom, mas se usar inadequadamente, estraga o jogo.

Refletindo em: https://www.youtube.com/watch?v=ISZkhwnvbmY

– Qual “estilo” e qual “nome” para treinador do Corinthians?

Para organizar o time do Corinthians, imagino que a diretoria esteja procurando um treinador de “linha dura” para instigar o comprometimento dos jogadores e acertar a tática da equipe. Ou o perfil que ela procura seria outro?

Sendo esse estilo, quem estaria disponível na praça para ser contratado (e que agradaria a torcida)?

Não imagino que o interino Coelho será efetivado neste momento tão particular que o clube vive.

– Acredite: o VAR não poderia interferir no caso do racismo sofrido por Neymar

Álvaro González, zagueiro espanhol do Olympique, no jogo contra o PSG, supostamente ofendeu o brasileiro Neymar com o ato racista de chamá-lo de Macaco “Filho da Puta”. O árbitro não viu e nada fez. No final do jogo, Neymar perdeu a cabeça, o agrediu e foi expulso.

Mas e o VAR?

Acredite: o árbitro de vídeo não pode interferir em questões de ÁUDIO! Somente nas de imagem. Portanto, caso o VAR tenha visto, ele não pode interferir pelo protocolo oficial.

Fora essa explicação, é insuportável ver (caso se confirme) mais uma manifestação racista).

– Santos 2×2 São Paulo com VAR na “dose certa”.

Na Vila Belmiro, houve com o árbitro de vídeo o que a FIFA pede: “Mínima interferência do VAR e Máximo acerto”.

Cá entre nós: quando o jogo não para demasiada e desnecessariamente, a partida fica bem mais agradável, não?

Viva o protagonismo dos atletas, não da arbitragem! O futebol agradece.

– E morreu o Ferreirão…

E faleceu Luiz Carlos Ferreira, carismático treinador de futebol que se notabilizou no Interior Paulista como “O Rei do Acesso” (depois dele, outros técnicos ganharam esse título, mas o “Ferreirão” foi intitulado primeiro).

Sempre ele pegava as equipes na A2 e as levava para a A1, e se especializou nisso. Me recordo que em determinado momento na sua carreira, o São Paulo FC procurava um “nome novo” no cenário dos técnicos – alguém que tinha feito trabalhos importantes nos clubes menores e que pudesse oxigenar o rol de nomes já conhecidos. Porém, a experiência negativa de alguns anos atrás com Afrânio Riul (que foi contratado pelo Corinthians após uma trajetória parecida na Ponte Preta) desmotivou o Tricolor do Morumbi a ousar com ele.

Em Jundiaí, Ferreira foi muito querido e trabalhou por várias vezes (aliás, pelos clubes que passou sempre deixou amigos). Eu tinha um carinho especial por ele pois sempre que o Paulista FC fazia amistosos, eu apitava e ele me chamava antes e dizia: “eu gosto de você pois você apita igual ao jogo do campeonato, esquece que é treino e manda ver”. E quando eu apitava pela A2 e A3 e o encontrava em alguma outra equipe, sempre comportava-se extremamente cortês comigo na área técnica.

A propósito disso, na história recente do Galo da Japi (últimos 40 anos), temos (na minha humilde opinião) Vagner Mancini, Giba e Luiz Carlos Ferreira como os 3 principais nomes que dirigiram o time, lembrando ainda do Zetti pelo vice-campeonato de 2004 e do Nicanor de Carvalho pelo acesso de 1984.

Descanse em paz, Ferreirão!

Imagem extraída da Web, autoria desconhecida.

– Os mecenas que colocavam dinheiro do bolso no futebol (sem pedir de volta). Existem?

A ilusão das finanças no mundo do esporte!

Existem “mecenas” que põe gratuitamente dinheiro no clube, nos dias atuais?

Em: https://www.youtube.com/watch?v=Rqn6C2AIj48

– Klopp 4×3 Bielsa. Ou Liverpool 4×3 Leeds?

No Campeonato Inglês, uma mostra do “futebol-entretenimento” (que não deixa de ser business também): Liverpool e Leeds United jogaram pra frente, fazendo o apaixonado por bola não tirar os olhos do jogo.

Pra quem gosta, como eu, o que menos importa é o placar. Claro que os times querem a vitória, mas o estilo de jogo de ambos treinadores também é uma atração que faz aficcionados consumirem os produtos do clube e darem audência.

Se eu posso tentar ganhar uma partida jogando feio ou bonito, vale escolher a opção 2. Klopp e Bielsa, os treinadores de ambas equipes, sabem bem disso.

– Fernando Diniz e o aplauso irônico para Luciano: não tá tudo errado?

No meio de semana, após cometer um pênalti infantil na partida contra o Red Bull, o atacante são-paulino Luciano (que fez mais um gol vestindo a camisa tricolor) foi aplaudido de maneira irônica pelo seu treinador Fernando Diniz (que, inclusive, é formado em Psicologia).

No momento em que o time precisa de Equilíbrio Emocional, tal atitude não vai justamente ao contrário de tudo o que se prega?

Era o momento adequado do comandante do clube fazer isso? Não era justamente ele quem deveria ser o primeiro a acalmar os ânimos?

Eu entendo que Diniz foi infeliz e teve que se desculpar no vestiário, pois o grupo não aceita passivamente essa “imputação de culpa”. E você, o que acha disso?

– Saudade de um joguinho de futebol na cabine…

A linha do tempo do Facebook nos maltrata! Ô boa lembrança de quando a normalidade nos permitia transmissões de futebol in loco…

Voltarão em breve, se Deus quiser!

Aqui: o Time Forte do Esporte da Rádio Difusora AM 810 cobrindo Paulista de Jundiaí x São Bento de Sorocaba.

– Compliance no Futebol: deveria ser uma obrigatoriedade moral!

Se no mundo corporativo o Compliance já é uma realidade, no esporte estamos bem distantes destas práticas éticas e responsáveis.

Refletindo sobre isso em: https://www.youtube.com/watch?v=CcQIk88x84s

– Por que ninguém demite quem contrata mal?

Tiago Nunes, técnico do Corinthians, foi demitido pelo presidente Andrés Sanches. Mas já pareceram o seguinte: Ele, Leco, Peres, e tantos outros cartolas, é que são responsáveis pela contratação dos treinadores que eles próprios demitem.

O problema não seria os “contratados”, mas a competência de “quem contrata”?

Por fim: era bola cantada que sobraria para Tiago. Não “ornou” como técnico do Coringão, além de ter que administrar o elenco com salários de até 4 meses atrasados.

– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Red Bull Bragantino x Grêmio.

Para o importante jogo entre o Massa Bruta e o Tricolor Gaúcho, apitará:

Árbitro: André Luiz Skettino Policarpo Bento – MG
Bandeira 1: Guilherme Dias Camilo – MG (FIFA)
Bandeira 2: Antonio Adriano de Oliveira – MA
4º Árbitro: Thiago Luís Scarascati – SP
Assessor de Arbitragem: Antonio Pereira da Silva – GO
VAR: Rodrigo D’Alonso – SC
AVAR: Eder Alexandre – SC
AVAR 2: Lucas Paulo Torezin – PR
Observadora de VAR: Giuliano Bozzano – SC

André tem 29 anos, é de Sabará/MG, e no ano passado apitou Série D e Série C. Nesse ano, pulou para a Série B e Série A. Apitou seus primeiros jogos mostrando um grande defeito: se tornou refém do VAR. E essa insegurança faz parte da “nova geração”: os jovens árbitros mudam a opinião conforme a sugestão o árbitro de vídeo, fazendo até mesmo com que decisões corretas se tornem equivocadas.

Recentemente, André apitou Fortaleza 0x3 Red Bull Bragantino, e foi bem (apesar do começo vacilante). Nossa análise está em: https://wp.me/p55Mu0-3jj. Porém, dias depois fez uma tremenda lambança em Santos x Athletico Paranaense… vide aqui: https://wp.me/p55Mu0-3jP.

É torcer para que o árbitro esteja numa boa noite.

Acompanhe conosco o jogo do Red Bull Bragantino x Grêmio pela Rádio Futebol Total, acessando:
YouTube: https://www.youtube.com/c/CANALDOLOREDO, ou
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ou ainda pelo site: http://radiofuteboltotal.com.
Narração de Sérgio Loredo, reportagens de Pietro Loredo e comentários de Lucas Salema. Quinta, 14/09, 21h30. Mas desde as 20h30 estaremos no ar para levar a melhor transmissão para você!

– Não confunda a orientação da Regra de “Não expulsar um atleta que evita o gol em disputa de bola” com “Evitar o gol usando indevidamente as mãos”.

Até anos atrás, quando um jogador fazia uma falta contra um adversário dentro da área que estava prestes a marcar um gol, você marcava o pênalti e o expulsava. E isso mudou!

A FIFA achava que a punição era muito rigorosa, e passou a distinguir a aplicação do Vermelho: se a falta for em disputa de bola, quando um jogador praticar uma infração tentando roubar a mesma, deve-se aplicar o Cartão Amarelo (mesmo se for para evitar o gol). Porém, se a infração não for em disputa da posse de bola (usar a mão para evitar o gol ou agredir o adversário), continua valendo o Vermelho.

Ontem, na Neo Química Arena, Fagner usou as mãos na jogada de ataque do Palmeiras. Se você entendeu que ele realmente evitou o gol, foi correto o Cartão Vermelho. Mas se você entendeu que a bola não iria para o gol e considerou que havia um zagueiro atrás que poderia disputá-la, era para Amarelo (pois não seria mais considerada uma situação clara e manifesta de gol).

Sobre a consideração deste lance, ontem, escrevi aqui: https://professorrafaelporcari.com/2020/09/10/a-expulsao-de-fagner-foi-justa/

– Dia do Árbitro de Futebol

… e também do de vôlei, basquete, críquete, pólo-aquático… É dia do Árbitro Esportivo!

Orgulho-me de estar incluído nesta lista. Afinal, uma vez árbitro, sempre árbitro!

Feliz 11 de setembro, nosso dia! Que tenhamos o que comemorar e que nessa data nossas mamães sejam poupadas.

– Corinthians x Palmeiras: a expulsão de Fágner foi correta?

Intervalo de jogo, SCCP 0x1 SEP: estou sem imagens do Derby, somente escutando pelo rádio. Mas fiquei na seguinte dúvida, de acordo com a locução: quando o Palmeiras chuta para o gol e Fágner evita o tento contra o Corinthians, ele usa as mãos / braço na bola. Sendo assim:

– Se a bola fosse para o gol escancaradamente (a situação de evitar um gol claro), é Cartão Vermelho. Se fosse para fora ou com o goleiro ainda podendo evitar, é Cartão Amarelo. A expulsão de um atleta só se dá se ele EFETIVAMENTE “tira uma bola do gol”. Se existir a chance de defesa do goleiro, de um companheiro alcançá-la ou se ela pode sair pela linha de fundo, não se expulsa.

Pelo que ouço, Vuaden errou na cor do cartão. Teria ele consultado o VAR e verificado se a bola iria ou não para fora?

– A Conmebol terá peito em dar WO em quem tiver problema com Covid_19?

No regulamento da Libertadores, a Conmebol determinou que se um clube tiver problemas com o Novo Coronavírus, e o elenco ficar desfalcado por conta disso, não poderá pedir adiamento para a entidade. Ou joga, ou leva WO!

Será que, na prática, se gigantes como Boca Júnior ou Flamengo passarem por essa situação, serão realmente punidos e as datas não serão remarcadas? Não creio.

Neste momento, vemos a Argentina e o Peru assustados com a Pandemia. No caso do River Plate, que enfrentará o São Paulo, o clube argentino faz MESES que não entra em campo. Estaria sem ritmo de competição? Poderá jogar em Buenos Aires?

Aguardemos o desenrolar de tudo isso.

– As cobranças intimidatórias no futebol funcionam? O momento é: RECONSTRUÇÃO e PACIÊNCIA!

Cobrar com violência ou intimidação no futebol resolve nos dias atuais?

Não. No presente e no passado mais recente, eu nunca vi. Aliás, desde quando “dedo na cara” faz time jogar mais bola?

Avalie: quando o Corinthians estava às vésperas de ser rebaixado para a Segunda Divisão do Brasileirão (Dualib já tinha saído e Andrés Sanches entrado), os atletas foram intimidados pelas torcidas Gaviões da Fiel e Rua São Jorge e, ao invés de “jogar mais”, assustaram e o time acabou caindo. Idem ao Palmeiras do último rebaixamento, quando a Mancha Verde deu uma prensa nos atletas (que haviam vencido a Copa do Brasil no mesmo ano).

A verdade é: os jogadores, hoje, são descartáveis nos times e vice-versa. Passam, simplesmente, e pouquíssimos criam raízes. Não conhecem a história das agremiações e estas, por sua vez, cambaleadas por dívidas e dificuldades, não conseguem se impor, tornando-se uma relação trabalhista temporária. Se o jogador vê seu clube ser invadido, “ele entrega o boné” e cai fora. A Comissão Técnica desanima e a Diretoria fica ainda mais enrolada.

Estamos no século 21 – de profissionalismo e futebol-business, onde a paixão deve ficar na arquibancada. Todos têm uma função bem clara no esporte hoje: o torcedor deve consumir os produtos ou não, incentivando ou vaiando sua equipe; os jogadores devem receber em dia e mostrar serviço em campo (ganhar ou perder é outra história, a questão é: dedicação e trabalho honesto). A imprensa deve reportar e ser isenta, clareando o que acontece e não se omitindo nas situações desagradáveis. A diretoria deve unir forças para os recursos financeiros aparecerem e promover ações agregadoras, a fim de que a gestão profissional, aliada ao marketing, traga a confiança da sociedade e atraindo assim novos parceiros.

Digo tudo isso pois às vésperas da volta da Série A3, o Paulista FC (como também outros clubes) vivem um momento diferente, de recomeçar um torneio como se fosse o início dele – e de tiro curto! No Galo, em especial, um momento de transição no comando, onde Rodrigo Alves está tendo a árdua missão com seus pares de trazer confiabilidade à comunidade tricolor.

É sabido que o Galo passou por inúmeras parcerias: algumas positivas, outras nocivas e muitas polêmicas. Atualmente, a oportunidade de fazer diferente foi concedida a quem fazia críticas anteriormente (e que eram de maneira justa em muitos momentos). Dessa forma, há de se ter paciência!

O Paulista Futebol Clube nunca foi “de alguém”, embora possa ter parecido o contrário; ele é uma agremiação privada de sócios, que como muitas, passam por ciclos de sucesso ou de infortúnio. Formado por pessoas, é natural que se tenha tanta paixão e manifestações diversas envolvidas. Mas a verdade e a realidade são: torçamos para que tudo ocorra com tranquilidade, para que as cobranças no tom adequado possam existir, longe da violência ou de especulação, e que os resultados nos jogos sejam entendidos dentro das possibilidades ocorridas de maneira normal, sem criminalizar uma pessoa ou um grupo (tanto em caso de vitória como em derrota).

Talvez a grande novidade da nova gestão – e isso deve ser abordado – seja o OTIMISMO e a vontade de fazer algo diverso. Dê-se então crédito a isso por hora.

O que não pode acontecer em Jundiaí (de forma alguma) é o incentivo à violência, como ocorrido em Santa Catarina. Todos viram o vídeo de Cíntia Carvalho, nutricionista que trabalha no Figueirense e que foi uma das vítimas da invasão no Estádio Orlando Scarpelli. Talvez ela tenha dito algo muito relevante e pouco debatido:

“Essa história do torcedor ou qualquer cara enfiar o dedo na cara do profissional que trabalha com o futebol e querer ensinar como deve ser, sem respeito com o próximo, tem que acabar”.

Por fim: dê-se tempo aos profissionais que estão trabalhando, e termino com a frase do amigo jornalista Fernando Sampaio, que por diversas vezes me falou sobre o cuidado de misturar paixão e razão no futebol, lembrando que “o torcedor torce, mas tem que tomar cuidado pois também, com raiva, ‘distorce'”. E é isso mesmo: o equilíbrio deve sempre existir para que os resultados possam ser cobrados. Sem ele, fica difícil trabalhar.

(O depoimento citado acima da nutricionista, na íntegra e com a profissional aos prantos, em: https://www.lance.com.br/figueirense/video-nutricionista-faz-forte-desabafo-relata-agressao-torcedores-invasao.html).

– Bruno usará a tornozeleira dentro de campo?

Eu nunca vi uma tornozeleira eletrônica pessoalmente. Então pesquisei como ela é.

Se você também tem curiosidade, clique aqui: https://www.uol.com.br/tilt/noticias/redacao/2019/04/04/como-a-tecnologia-da-tornozeleira-eletronica-mantem-presos-na-linha.htm

Fiz essa introdução para abordar a exigência da Justiça ao goleiro Bruno, ex-Flamengo, que quer obrigá-lo a usar a tornozeleira eletrônica por 24h, incluindo quando estiver jogando futebol profissionalmente.

Na Regra do Futebol, ninguém pode jogar com um equipamento que possa levar à insegurança do seu adversário ou de si próprio. Também não se deve jogar com qualquer coisa desnecessária ao jogo ou à proteção. Lembrando que as caneleiras são obrigatórias e, portanto, uma tornozeleira eletrônica na perna impactaria essas avaliações.

Como Juiz de Direito (que não sou), entenderia que Bruno não pode ter privilégios sobre os demais condenados e deva jogar com tornozeleira (cumprindo a legislação penal). Se pode, é outra história.

Como Juiz de Futebol, entendo que Bruno não pode ter privilégios sobre os demais jogadores e deva jogar sem a tornozeleira (cumprindo a regra do jogo). Se não pode, é outra história.

Enfim: taí um “pepinaço” para o Rio Branco do Acre, sua equipe, resolver.

– A Libertadores vai ou não para o SBT?

Como a Conmebol não quis reduzir os valores da Libertadores para a Rede Globo, a Vênus Platinada reincidiu seu contrato. A entidade sul-americana ofereceu para diversos canais o torneio e encontrou no SBT seu possível futuro novo parceiro.

As negociações são reais, e caso se concretize, teremos as duas emissoras em embate direto às 4as feiras. E vejam que interessante: Teríamos 3 semanas seguidas da Globo transmitindo jogos do Corinthians pelo Brasileirão, batendo de frente com o SBT na transmissão de Palmeiras, Flamengo e São Paulo.

A briga vai ser boa! Aguardemos os nomes dos profissionais a serem contratados pela emissora de Sílvio Santos!

– Ansu Fati: Espanha ou Guiné Bissau?

Que bolão o jovem jogador do Barcelona, Ansu Fati, mostrou no final de semana pela Liga das Nações, defendendo a “Fúria”! Esse menino vai longe…

Veja que interessante: há 1 ano, discutia-se o que seria melhor para ele: jogar pela sua Terra Natal (Guiné Bissau) ou no país que o adotou (Espanha)?

Será que ele escolheu certo, optando pela Seleção Espanhola?

Abaixo:

ANSU FATI: GUINÉ BISSAU OU ESPANHA?

É fato que o jovem de apenas 16 anos Anssumane Fati (ou Ansu Fati, como está sendo chamado no mundo da bola) é um fenômeno do futebol. Jogando ao lado de Messi no Barcelona, com tão pouca idade tem feito maravilhas. Inevitavelmente será um dos craques incríveis que a nova geração de torcedores verá.

O detalhe é: Ansu nasceu em Guiné Bissau (sabidamente, não é uma potência futebolística e dificilmente poderá jogar uma Copa do Mundo). E a Federação Espanhola quer naturalizá-lo para que jogue pela Espanha.

O que deverá optar o garoto: tentar levar seu país a jogar uma Copa do Mundo ou virar um espanhol? Lembrando que muitos falam da verossimilhança do fato que Lionel Messi deveria ter recusado a Argentina e se tornado cidadão da Espanha por conta do seu não-reconhecimento na terra natal.

Seria esse o caso de Ansu?

– O “gol do árbitro” no acerto de São Paulo x Fluminense

Quando um árbitro acerta uma marcação importante, que parecia errada para jogadores e público (mas fiel à Regra do Jogo), por dentro ele quer vibrar. É o “gol do juiz” em seu íntimo!

Isso aconteceu no Morumbi, no confronto de tricolores paulista e carioca. Vítor Bueno (SPFC) recebe uma bola após a falta acontecida a seu companheiro. Ele ameaça abdicar da jogada, mas o árbitro insiste na aplicação da Lei da Vantagem. O são-paulino resolve continuar o lance e dele sai um chute que acerta o gol, marcando o 3o tento do São Paulo.

É para o juiz comemorar ou não? Parabéns ao árbitro Paulo Roberto Alves Jr por antever a jogada!

– O incompreensível pênalti no Beira-Rio em Internacional 2×2 Bahia

Gregore, do Bahia, supostamente empurra seu adversário colorado na área e o árbitro Bráulio Machado marca pênalti, validando-o via VAR. Galhardo cobra e faz o gol para o Internacional.

Confesso: tentei ver por todos os poucos ângulos disponíveis e não acho uma só infração no lance. Alguém teria uma imagem esclarecedora?

A cada rodada, está muito difícil acompanhar tantos erros e polêmicas. Não é só o VAR, mas também é o árbitro em si, os cartolas, o rendimento ruim dos atletas… tá chato o futebol.

– Os treinos do VAR no Brasil: a culpa é dos treinadores ou dos treinados?

Para compreendermos bem os problemas do VAR brasileiro mostrando que não é nenhuma implicação contra a tecnologia ou contra algo/alguém, mas sim a preocupação da correta funcionalidade, faça o seguinte exercício de reflexão:

– Compare as intervenções e tempo do árbitro de vídeo SOMADOS em todos os jogos eliminatórios pós-pandemia na Uefa Champions League, com um ÚNICO jogo polêmico (qualquer um) do Brasileirão 2020: por empirismo (e talvez também por cientificidade), a demora das decisões e o número de paradas é assustadoramente inadequado em nosso país (e não é exagero tal apontamento tão discrepante).

Leonardo Gaciba, o homem que escala os árbitros, os orienta. Sérgio Corrêa da Silva, o Diretor do VAR, os treina (e trabalharam bastante durante a paralisação do Campeonato, seja por vídeo ou presencialmente, incluindo intertemporada em um resort na cidade de Águas de Lindóia)Se existe orientação e treino, mas a coisa não funciona adequadamente, algo está errado. A culpa é de todos os árbitros treinados ou também dos seus treinadores?

Sobre o que a IFAB deseja do VAR, está na leitura atenta do 3o parágrafo do 3o item desta postagem, no link em: https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2019/11/05/o-que-a-ifab-pede-ao-var-e-o-que-o-brasil-faz-com-ele/).

(Na foto, um dos treinos do VAR em pré-temporada recente, extraído do site da CBF)

– E Messi ficará no Barcelona

Acabou o mistério: criticando a diretoria atual e elogiando o clube, companheiros e torcida, Lionel Messi afirma que permanecerá no Barcelona até o final do seu contrato (meio do ano que vem).

Com isso, Messi se mostra politicamente correto, evita briga jurídica e sai de graça para onde quiser.

O mundo do futebol é quem agradece. Imaginaram se ele resolve ficar parado, sem jogar, resolvendo essa pendenga?