– Febraban contra Nubank?

Que os bancos digitais estão na moda e são um sucesso, não há o que discutir. Mas ao ler essa publicação da Febraban, não dá impressão que é um pouquinho de chororô?

Veja só, extraído de: https://www.istoedinheiro.com.br/febraban-viraliza-com-publicacao-contra-nubank-entenda-o-caso/

FEBRABAN VIRALIZA COM PUBLICAÇÃO CONTRA NUBANK

A Federação Brasileira dos Bancos (Febraban) fez uma publicação em suas contas nas redes sociais com críticas às fintechs. Entre as empresas citadas pela entidade estão o Nubank e a Zetta, associação fundada pelo Nubank, Mercado Pago e Google no início do ano.

A publicação questionava o posicionamento das fintechs em relação ao pagamento de impostos e obrigações trabalhistas. Além disso, a Febraban pontuou que as taxas do Nubank são mais altas que as dos bancos tradicionais.

O post repercutiu bem entre os executivos das grandes instituições financeiras do país. A publicação no LinkedIn conta com 517 reações, entre elas curtidas dadas por economistas do Itaú, Santander, Bradesco e XP.

Confira a sequência de posts no Twitter, a seguir:

– Modismos da Administração de Empresas.

Modismos de palavras estrangeiras que entraram no vocabulário dos administradores de empresas. Goste ou não, você precisa conhecê-los.

Extraído da Revista Época Negócios, ed Outubro/2012, pg 25, por Ariane Abdallah

IN ENGLISH, PLEASE

Anos 50:

BREAKEVEN – diz respeito ao equilíbrio financeiro, quando o valor que entra é equivalente ao que sai. a partir daí, o que vier é lucro.

Anos 60:

BRAINSTORMING – O termo “tempestade cerebral” nasceu na agência de publicidade americana BBDO. Hoje está na boca de profissionais de vários setores.

Anos 70:

FEEDBACK – Dar retorno sobre o desempenho das pessoas ganha um novo nome do departamento de RH.

JUST IN TIME – Originário do Japão, o método marcou uma mudança radical nas empresas, com a adoção de ferramentas que promoviam a eficiência nas operações.

Anos 80:

DOWNSIZING – Os termos difícies na economia trazem o termo que aponta profundo corte de custos.

STAKEHOLDERS – A relação com clientes, funcionários e fornecedores passa a ser estratégica. Nasce o termo que reúne todos eles num grupo.

Anos 90:

EXPERTISE – Aparece no momento em que as empresas passam a investir em conhecimentos segmentados para ganhar mercado.

STARTUPS – Os negócios nascentes de tecnologia passam a chamar a atenção do mundo, atraindo talentos e dinheiro.

NETWORKING: O termo lembra que não basta ser bom no que se faz. Tem que cultivar a rede de relacionamentos.

Anos 2000:

PLUS A MAIS: Como se plus (mais) já não bastasse, surgiu a redundância. Hoje o anglicanismodepõe contra o negócio. É melhor evitar.

SCHEDULE: Se ouvir “vou schedular a reunião”, não estranhe. O palavrão significa apenas que o interlocutor vai agendar o encontro.

– Custos no Brasil versus EUA: um XC60 Volvo.

Que o custo de vida aqui no Brasil assusta, não há dúvida. Mas veja um exemplo comparativo com o dos EUA, tirado do programa “Máquinas da Pan” (apresentado por Alex Ruffo), sobre carros de luxo:

Um Volvo XC60 custa, em nosso país R$ 364.000,00. Nos EUA, R$ 335.000,00. Porém, a renda anual familiar dos brasileiros é de R$ 40 mil e a dos americanos R$ 227 mil!

Assim não dá…

Volvo XC60 2021: preço, motor, consumo, versões, detalhes, fotos

– Sweet Strawberry!

Comprei hoje, em Jarinu, morangos frescos (colhidos na horta). Apenas R$ 3,75 a cumbuca! É mole?

E estavam docinhos… (verbo no passado, comemos tudo).

🍓 #saúde #delícia #frutas

– A composição do preço dos combustíveis.

Repare nos preços dos combustíveis deste posto (hoje, 30/08/2021): Gasolina a R$ 5,797, Etanol a R$ 4,497 e Diesel S10 a R$ 4,897.

Veja (abaixo), a composição de preços (com o valor de compra somado à absurda carga de tributos):

Não é um absurdo o que pagamos de impostos nesse país (seja para o Governo Federal ou Estadual)?

– Paulo Guedes, o insensato.

Frase do Ministro da Economia, Paulo Guedes (e não está fora de contexto, tomo sempre esse cuidado):

“Qual problema de a energia [elétrica] ficar um pouco mais cara”?

Caramba, que decepção desse senhor. Tão inteligente que dizem que ele é, já falou de maneira arrogante sobre “pobre ir na Disney” e outras coisas de “rico esnobe”. Insensibilidade ou desinformado da realidade?

Talvez, por viver outro patamar financeiro, nunca ficou inconsolável ao ver o alto valor da conta de luz. Nunca deve ter gritado para a filha sair do chuveiro pois o preço da força está alto, nem lavou louça na água fria para economizar na tarifa.

Aliás, como não deve ser significativo do seu orçamento a despesa de energia elétrica por ganhar bem, será que ele sabe quanto paga por mês dessa conta? Claro que não…

Lamentável. Deveria pedir desculpas para o desrespeito de quem todo mês se assusta com o valor e que pesa demais no orçamento do brasileiro “comum”. Todo aumento é mal-vindo.

Óbvio que o presidente Bolsonaro não puxará a orelha dele, já que virou refém do Ministro.

 

– Não seja seletivo nas críticas. Seja coerente!

No segundo mandato do Governo FHC, tivemos uma disparada nos preços dos combustíveis. Era para não quebrar a Petrobras.

No segundo mandato do Governo Lula, os preços aumentavam. Era para financiar a exploração do Pré-sal.

No governo Dilma, os aumentos foram constantes, por vários motivos. Idem ao Temer, e agora, ib idem ao Bolsonaro.

A Gasolina está cara, o pré-sal (que produz gasolina de péssima qualidade a um alto custo de exploração) não ajudou em nada e a Petrobras quebrou com a corrupção. O atual governo pensa nela comercialmente, não a subsidiando para ajudar o povo.

Portanto, lembremo-nos: TODOS têm culpa nesses preços absurdos que vemos… lógico, encarecendo o frete e demais produtos.

E a inflação…

– Cuidado com as Pirâmides Financeiras: o golpe contra Juliana Paes e outras celebridades.

Cuidado com a ganância e com a má orientação no trato com o dinheiro. 

Viram o golpe da pirâmide financeira em que artistas e jogadores de futebol estão caindo? Alguns nomes já apareceram…

Extraído de: https://www.istoedinheiro.com.br/juliana-paes-perde-r-500-mil-em-golpe-e-aciona-policia-diz-site/

JULIANA PAES PERDE R$ 500 MIL EM GOLPE E ACIONA A POLÍCIA

A atriz Juliana Paes acionou a polícia de São Paulo após ser vítima de um golpe. Ela assinou um contrato com a empresa F2S Intermed de Negócios. Juliana teria depositado R$ 500 mil e, em seguida, o homem que se passava por dono da marca desapareceu.

De acordo com a colunista Fábia Oliveira, do jornal O Dia, a atriz não chegou a tratar diretamente com o homem. O esquema de pirâmide financeira também teria afetado o ator Murilo Rosa e o jogador Luís Fabiano. Na proposta, o dinheiro investido seria usado na compra de carros a serem revendidos.

A empresa prometia um rendimento de 4% a 8% do valor investido. Segundo a publicação do Dia, o negócio teria sido acertado em maio de 2018, intermediado por um consultor financeiro de confiança da atriz.

Em maio de 2021, o Ministério Público de São Paulo pediu a prisão preventiva de três homens, sendo um deles o dono da F2S, e de uma mulher, que seria sua esposa. Ela estaria encarregada de receber o dinheiro das vítimas e transferir para uma conta pessoal.

No caso de Murilo Rosa, o prejuízo foi de R$ 460 mil. Já o jogador Luís Fabiano perdeu R$ 280 mil. Enquanto o gestor de investimentos da atriz teria perdido R$ 84 mil. Nenhum deles, até o momento, conseguiu reaver o dinheiro.

– Messi na fila da CEF?

Kk Quero ver se o Barcelona depositou o Fundo de Garantia do Lionel na Caixa Econômica Federal!

Será que o Messi conferia os extratos?

Cada meme que o pessoal inventa… abaixo:

Imagem: extraída do twitter de Milton Neves, em: https://twitter.com/miltonneves/status/1426539611074056199?lang=cs

– A Contaminação das Cédulas de Real

Já imaginaram quantas pessoas põe a mão no dinheiro, do trajeto da Casa da Moeda até as nossas mãos? E do nosso bolso pelo comércio afora, quantas e que tipos de pessoas as pegam? E em que ambiente elas passam? E como se contaminam?

Pois bem: Universidade comprova que 80% das cédulas de Real que circulam no Brasil contém resíduos de COCAÍNA. Nas notas de dólar, nos EUA (especificamente Washington), o número atinge impressionantes 95%.

Assustador, não? Mas acalme-se: a quantidade é insignificante para trazer danos graves à saúde, segundo o mesmo estudo.

Abaixo, a matéria (de 4 anos( extraída da Folha de São Paulo, 08/06/2013, Caderno cotidiano, pg 1

NOTAS DE REAL TEM TRAÇOS DA DROGA, DIZ ESTUDO

Um estudo realizado pela Universidade de Massachusetts em 2009 em mais de 30 cidades de cinco países concluiu que 80% das cédulas de dinheiro que circulam no Brasil têm traços de cocaína.

Foram avaliadas dez notas no país. O Brasil foi superado apenas por Canadá, que, de acordo com o teste, tem 85% das notas contaminadas, e Estados Unidos.

A pesquisa diz que cerca de 95% das notas de dólar que circulam em Washington têm vestígios de cocaína. Em Boston, Baltimore e Detroit, os índices são de 80%.
Ainda de acordo com dados da pesquisa, a China e o Japão foram os países que apresentaram o menor nível de cocaína no dinheiro em circulação.
De acordo com os cientistas, as cédulas conservam restos da droga quando são usadas como “canudo” para inalação. Essas notas podem acabar contaminado outras que não serviram para consumir cocaína.
Segundo Yuegang Zuo, o autor da pesquisa, de maneira geral aumentou o número de cédulas com vestígios da droga nos últimos anos.
“Não sabemos com certeza por que houve esse aparente aumento, mas ele pode estar relacionado à crise econômica mundial, que fez com que mais pessoas estressadas recorressem à cocaína”, disse.

– Como Viveram os Fundadores do McDonald’s?

A cadeia internacional de fast food McDonald’s tem esse nome devido aos seus fundadores. Mas antes do sucesso se tornar global, venderam a rede de lanchonetes e não ficaram bilionários (milionários, sim)!

Um caso de empreendedorismo e oportunismo do comprador,

Extraído de Superinteressante, Ed Março 2012, pg 51.

OS VERDADEIROS MCDONALD’S

Os irmãos Dick e Mac McDonald criaram o conceito de fast food e abriram sua primeira lanchonete em 1941, na Califórina. A ideia fez um sucesso moderado até que, na década de 1950, outra pessoa teve uma ideia. Ray Kroc, que vendia máquinas de milkshake para os irmãos MdDonald, propôs que eles abrissem franquias pelos EUA. Em 1958, já eram 34 restaurantes, e mais 68 foram abertos só em 1959. Mas aí, em 1961, os irmãos resolveram vender sua parte no negócio para Kroc – que pagou o equivalente a US$ 19 milhões em valores de hoje. Um belo dinheiro, com certeza. Mas um péssimo negócio. A rede se transformou numa multinacional gigantesca, com mais de 33 mil lanchonetes espalhadas por 119 países e faturamento de US$ 24 bilhões por ano. E os irmãos McDonald viram outra pessoa ficar multibilionária explorando a ideia e o nome deles. Mac morreu em 1971, e Dick, em 1998.

– Gostoso e barato!

Fazia tempo que eu não comia um “bandeijão”. Estou lecionando neste sábado no prédio do Senai de Campinas, e aqui na cantina, esse delicioso prato de comida (foto abaixo) custa R$ 13,50!

Quem disse que não tem coisa barata por aí?

Alguém está servido?



🍴 #BomAlmoço!

– O ano começará em Agosto mesmo?

Costumeiramente, você já ouviu falar que o ano começa depois do Carnaval. Ou da Páscoa. Ou em qualquer outra data do 1o semestre. Mas nesses tempos pandêmicos…

Será que 2021 está finalmente começando hoje, dia 02 de agosto, início do 2o semestre letivo e afrouxamento das regras contra a COVID (devido a taxa de vacinação e queda de contágio / letalidade)?

Não sei. Mas uma hora tudo há de voltar, se Deus quiser. Com vacinação na população, uso intenso de máscaras e cuidados preventivos diversos, permitindo a atividade econômica de maneira segura para, aos poucos, a normalidade voltar.

Ufa, que volte logo!

– Mitos que os Jovens Empreendedores Costumam Acreditar.

Cada vez mais os jovens brasileiros querem empreender. Mas, para muitos, não é fácil, devido aos medos e a falta de dinheiro. Saiba 7 mitos que existem no ideário do administrador:

Extraído de: http://exame.abril.com.br/pme/noticias/7-mitos-que-os-jovens-empreendedores-ainda-acreditam

7 MITOS QUE OS JOVENS EMPREENDEDORES AINDA ACREDITAM

Não buscar sócios com conhecimentos complementares é um dos erros dos jovens empreendedores

por Priscila Zuini

Está comprovado: ter um negócio próprio é o sonho de maioria dos jovens brasileiros. Segundo uma pesquisa realizada pela Cia de Talentos em parceria com a Nextview People, 56% dos ouvidos disseram que pretendem empreender em algum momento da vida.

Os jovens também são maioria entre os que já empreendem. De acordo com o levantamento GEM 2012,33,8% dos negócios iniciais estão nas mãos de pessoas entre 25 e 34 anos. “O empreendedorismo está consolidado na cabeça do jovem como opção de vida, o que não está é o preparo desse jovem”, diz Bruno Caetano, diretor-superintende do Sebrae/SP.

Além das várias dificuldades de um negócio, os jovens costumam ter que lidar, muitas vezes, com a descrença. “Tem muitas pessoas que acham que precisam de mais capacitação ou vivência e não podem ter seu negócio próprio”, diz Marcelo Nakagawa, coordenador do Centro de Empreendedorismo do Insper. Veja abaixo alguns mitos sobre ter uma pequena empresa antes dos 30 anos.

1. Uma boa ideia basta

Muitas vezes, os jovens escolhem um hobby ou passatempo para transformar em negócio. “Muitos acreditem que basta ter uma boa ideia para que vire um negócio de sucesso”, diz Caetano.

Além de gostar da atividade, o jovem precisa se preparar para tirar o negócio do papel e não só apostar na sorte. “Ter uma grande ideia inovadora não é ter um grande negócio. Sem um time, a empresa cai por terra no primeiro contato com o cliente porque não vai ter quem execute”, alerta Nakagawa.

2. Empreender durante a faculdade é difícil

Largar a faculdade pelo negócio foi um passo para empreendedores como Mark Zuckerberg. Mas não é a regra. “Tem muitos que conseguem conciliar as duas coisas, principalmente quando o negócio é na área dele”, diz o professor do Insper.

Segundo ele, depende do empreendedor saber aproveitar os recursos e contatos da faculdade. “A dica que eu deixo é que ele se prepare para virar empreendedor. Está mais fácil para o jovem que está mais acostumado com o ambiente de escola, de estudo, de preparação”, sugere Caetano.

3. Negócios inovadores não têm concorrência

Confundir otimismo e ingenuidade é, para Nakagawa, um erro dos empreendedores mais jovens. “Ele tem que ser otimista, mas não pode ser ingênuo a ponto de achar que não tem concorrência”, diz. Segundo ele, é comum que nesta fase o empreendedor se sinta infalível. “Se o negócio der certo, vão aparecer dez negócios similares ao seu”, alerta o professor.

Outro mito, segundo ele, é achar que a concorrência vai demorar a reagir a sua inovação. “Em alguns casos é verdade. Em outros, é mito e o concorrente vai para cima e ocupa o espaço da startup”, explica.

4. Jovens têm mais chances de quebrar

Segundo Caetano, não há nenhum estudo que indique que empresas de jovens estão mais propensas ao fracasso. “Não há diferença significativa nas taxas de mortalidade de empresas chefiadas por jovens. Existe um preconceito da própria sociedade e os próprios jovens ficam inibidos de empreender”, justifica.

5. Reunir amigos na sociedade é melhor

Na universidade, muitos empreendedores reúnem um grupo de amigos da mesma turma para abrir um negócio. A afinidade pode parecer um bom motivo para estabelecer uma sociedade, mas pode ser uma armadilha. “Muitos começam a empresa com colegas da faculdade e o sócio é um espelho dele, com a mesma formação e os mesmos hábitos”, diz.

É preciso saber formar uma equipe que se complemente. “Basicamente, a regra é ter de alguém que sabe vender, alguém que sabe fazer e um terceiro sócio que cuide da gestão mais burocrática”, ensina o professor.

Para Caetano, achar que pode fazer tudo sozinho também pode acabar com o negócio. “É um erro fatal, precisa ter sócios que se complementem”, indica o executivo do Sebrae/SP.

6. O fracasso é o fim

Ninguém começa um negócio pensando em fracassar. Mas, se isso acontecer, não é o fim do mundo. “Uma questão que precisa ficar clara é que ele acha que não pode fracassar. É comum encontrar empreendedores que na primeira tentativa não deram certo, mas usaram isso como fonte de aprendizagem para negócios posteriores”, explica Caetano.

7. Um produto bom dispensa experiência

Assim como só uma boa ideia não é suficiente, o empreendedor não pode dispensar o conhecimento confiando apenas no produto ou serviço. “Achar que vai sustentar o negócio sem ter experiência em gestão é um erro”, diz Caetano. Outro mito é acreditar que as vendas vão acontecer facilmente. “Venda é uma estratégia, precisa ser estudada e exige dedicação”, afirma.

– Como a inflação corrói nosso dinheiro…

Se eu tivesse uma nota de R$ 100,00 em 1994, compraria muito mais do que hoje…

Olhe aí esse gráfico, mostrando o poder de compra (abaixo):

– O estrago que a China tem feito com as criptomoedas.

Desde que começou um movimento contra o Bitcoin e outras modalidades virtuais de dinheiro, a China conseguiu fazer com que o preço dessas moedas desabasse!

Quem tem esse tipo de investimento, precisa ficar atento.

Extraído de: https://portaldobitcoin.uol.com.br/dificuldade-de-mineracao-do-bitcoin-registra-a-maior-queda-da-historia-entenda/

DIFICULDADE DE MINERAÇÃO REGISTRA A MAIOR QUEDA DO BITCOIN NA HISTÓRIA

Redução é decorrente do aumento da repressão da China contra o setor

A dificuldade de mineração do Bitcoin caiu 28% hoje, a maior queda da história da rede. O declínio mostra o severo impacto da recente repressão da China sobre seus mineradores da criptomoeda.

A dificuldade de mineração mede o poder computacional necessário para validar transações do Bitcoin e, consequentemente, o quão difícil é ganhar novas criptomoedas. A rede ajusta a dificuldade a cada quinze dias para refletir o nível de competição entre os mineradores. A dificuldade mais baixa indica menos competição.

A queda de hoje é decorrente do aumento da repressão da China contra os mineradores de Bitcoin do país, que eram responsáveis ​​por cerca de 65% do hashrate da rede. Bem antes de o governo começar a fechar as mineradoras, o hashrate do BTC atingiu o pico de 198 EH/s (ou seja, muito) em 15 de abril. Após a repressão, no entanto, caiu para 89 EH/s.

Os mineradores chineses estão agora emigrando em massa ou vendendo suas máquinas. Mas até que encontrem novas casas, os mineradores de fora da China se beneficiarão da dificuldade reduzida, o que torna mais barato e mais fácil a extração da criptomoeda.

“Todas as outras mineradoras que continuam a operar ganham uma quantidade proporcional de participação de mercado e, portanto, recompensas diárias em bloco”, disse Ben Gagnon, diretor de mineração da Bitfarms, baseada em Toronto, à Decrypt.

Peter Wall, CEO da Argo Mining, com sede em Londres, falou ao veículo que enquanto as mineradoras no Ocidente estão tentando capitalizar a lacuna deixada pela repressão chinesa, o mercado de mineração local está crescendo.

“Minerados chineses deslocados estão procurando no mundo por lugares apropriados para suas máquinas, e isso significa que, em lugares como a América do Norte, energia e espaço são valiosos como nunca antes”, disse ele.

A repressão do governo chinês e o êxodo subsequente de mineradores contribuíram para reduzir pela metade o preço do Bitcoin (de cerca de US$ 64 mil para US$ 33 mil). O hashrate reduzido também significa que não há tantos computadores dando suporte à rede, tornando-a menos segura.

Mas a repressão é boa para o Bitcoin no longo prazo, disse Josh Goodbody, que costumava liderar as vendas de mineração da Huobi no Ocidente antes de se tornar COO da empresa de criptomoedas Qredo. Ele disse que a rede agora depende menos do governo chinês.

Mais dificuldade pela frente

Os problemas podem não acabar tão cedo. O Bitcoin, mais uma vez, se ajustará à dificuldade em duas semanas. Mas é improvável que a mudança seja tão dramática, disseram os mineradores à Decrypt.

“Embora possamos ver um pouco mais de hashrate na China ficando offline nas próximas semanas, isso será pequeno em comparação com o que já vimos e provavelmente será compensado pelos primeiros mineradores se mudando para novas instalações”, falou Gagnon. Em qualquer caso, “quase todo o hashrate chinês já está off”, completou.

Wall disse que os mineradores chineses querem voltar ao normal o mais rápido possível: “Para aqueles que desejam se mudar, o tempo é essencial. A redução no hashrate e a subsequente queda na dificuldade de mineração não vão durar para sempre.”

Mas é difícil determinar quando e onde os empresários chineses de mineração de BTC reinstalarão suas máquinas, segundo Gagnon, uma vez que a escala da infraestrutura chinesa simplesmente não existe em nenhum outro lugar. “O mundo não funciona na velocidade chinesa”, disse.

A moeda digital, então, ainda está sujeita às restrições do mundo real.

*Traduzido e republicado com autorização da Decrypt.co

– Nos EUA, há recorde de pedido de demissões.

Um fenômeno que assusta: o recorde de pedidos de demissão de trabalhadores norte-americanos.

E por que isso acontece?

Compartilho, extraído de: https://g1.globo.com/mundo/noticia/2021/07/04/por-que-trabalhadores-nos-eua-estao-pedindo-demissao-em-ritmo-recorde.ghtml

POR QUE TRABALHADORES NOS EUA ESTÃO PEDINDO DEMISSÃO EM RITMO RECORDE

No último mês de abril, quase 4 milhões de pessoas deixaram seus trabalhos — o valor mais alto desde que este tipo de dado passou a ser registrado.

O número recorde de pedidos de demissões nos Estados Unidos em abril parece materializar uma tendência que o pesquisador Anthony Klotz, especialista em psicologia organizacional, batizou há alguns anos de “a Grande Renúncia” — um realinhamento no mercado de trabalho em que uma parcela considerável de pessoas, por diversos motivos, estão escolhendo largar seus empregos.

Naquele mês, quase 4 milhões de trabalhadores, o equivalente a 2,7% de toda a força de trabalho do país, deixaram seus empregos. É um recorde desde 2000, quando esse tipo de dado começou a ser registrado.

A pandemia de coronavírus atingiu o emprego nos EUA com força brutal. Em apenas dois meses, entre fevereiro e abril de 2020, o número de desempregados passou de 5.717.000 para 23.109.000. A partir daí, começou uma gradual retomada, à medida que governos, empresas e funcionários encontraram uma forma de se adaptar ao novo cenário.

A onda de demissões compõe um quadro ambíguo: ela ocorre no mesmo país em que há mais de 9,3 milhões de desempregados, segundo dados de maio do Departamento do Trabalho.

Então, por que enquanto milhões de americanos estão procurando empregos, há outros milhões que estão pedindo demissão?

Esgotamento e epifanias

Embora sejam inúmeras as razões individuais pelas quais trabalhadores podem decidir pedir demissão, Anthony Klotz, professor associado de administração na Escola de Negócios Mays, da Universidade Texas A&M, diz que há quatro grandes explicações para a “Grande Renúncia” estar se concretizando agora.

A primeira é que muitos funcionários que já queriam deixar seus empregos em 2020 adiaram essa decisão.

“Entre 2015 e 2019, o número de demissões nos Estados Unidos cresceu ano a ano, mas esse número caiu muito em 2020, o que faz sentido dada a incerteza da pandemia. As pessoas permaneceram nos seus empregos, mesmo que quisessem deixá-los”, explicou Klotz à BBC News Mundo (serviço em espanhol da BBC).

Estima-se que em 2020 houve quase 6 milhões de demissões a menos nos EUA do que o esperado.

Com o avanço da vacinação e a melhoria da economia no país, essas pessoas podem ter sentido um cenário mais favorável para concretizar a saída.

“As mais recentes estatísticas do Departamento do Trabalho têm mostrando um recorde histórico de demissões em abril me levam a crer que muitas dessas pessoas já começaram a deixar seus empregos”, diz Klotz.

O segundo fator que pode ter impulsionado esse fenômeno é o “esgotamento do trabalho”.

“Sabemos por diversas pesquisas que, quando as pessoas se sentem esgotadas no trabalho, é mais provável que saiam.”

“Vimos inúmeras histórias de trabalhadores essenciais, mas também de muitas pessoas que trabalharam de casa e tentaram equilibrar o tempo da família e do trabalho, que experimentaram altos níveis de esgotamento (na pandemia). No momento, há mais trabalhadores ‘esgotados’ do que o normal”, aponta o especialista, acrescentando que a “única” cura para esta situação é um bom período de descanso, mas como este nem sempre é possível, a saída se torna inevitável.

Um terceiro fator que pode explicar essa onda de demissões, segundo Klotz, são os momentos de revelação ou epifania.

Eles acontecem quando uma pessoa, que pode estar feliz com seu trabalho, de repente vive uma situação que a faz querer deixar o cargo — como não conseguir a promoção que esperava ou ver algum colega ser demitido.

“Com a pandemia, quase todos nós sofremos um impacto que nos fez reavaliar nossas vidas. Tantas pessoas tiveram essas epifanias! Algumas perceberam que querem ficar mais tempo com sua família; outras agora sentem que seu trabalho não é tão importante quanto pensavam, ou querem abrir seu próprio negócio”, explica.

“Muitas pessoas estão considerando fazer mudanças em suas vidas, e isso muitas vezes significa mudar suas carreiras.”

A ampliação do trabalho remoto

A quarta possível explicação para a “Grande Renúncia” estar se concretizando agora tem a ver com o trabalho remoto, expandido na pandemia. Muitas pessoas se adaptaram a trabalhar de casa e agora não querem voltar ao escritório, embora para Klotz esta parcela de pessoas seja menor.

“Como seres humanos, temos a necessidade fundamental de desfrutar da autonomia. Quando você trabalha à distância, consegue estruturar o dia à sua maneira e tem muito mais flexibilidade do que no escritório. Por isso, muitas pessoas não querem perder essa liberdade. Existem pessoas que estão se demitindo para buscar empregos remotos ou híbridos”, afirma o especialista.

Um estudo internacional encomendado pela Microsoft revelou que 70% dos funcionários querem que as empresas mantenham a opção flexível do trabalho remoto, e 45% dos que trabalham remotamente têm planos de se mudar para um novo local de moradia, já que não precisam mais ir para o escritório.

E cada vez mais empresas estão dispostas a oferecer essa possibilidade a seus funcionários. De acordo com dados fornecidos pelo LinkedIn à BBC News Mundo, anúncios na plataforma oferecendo cargos remotos aumentaram cinco vezes entre maio de 2020 e maio de 2021.

O setor de mídia e comunicação lidera a oferta de empregos remotos (27%), seguido pela indústria de software e tecnologia da informação (22%).

Ao mesmo tempo, quase 25% de todas as inscrições para vagas feitas entre o final de abril e maio foram para empregos remotos.

Oportunidades para carreiras específicas

Analistas apontam ainda uma outra explicação para essa onda de pedidos de demissão nos EUA.

Trabalhadores antes considerados mal pagos, como funcionários de restaurantes e hotéis, estão um pouco mais valorizados no país.

Segundo números do Departamento do Trabalho, entre aqueles que deixaram seus cargos no último mês de abril, mais de 740 mil eram do setor de lazer, hotelaria e restaurantes. Esse número de pessoas que fizeram a transição equivale a 5,3% do total de trabalhadores do setor.

A reabertura abrupta da economia criou uma grande demanda por esses funcionários, o que obrigou as empresas a oferecerem incentivos, inclusive melhores salários, para preencher as vagas.

“Há muita rotatividade em cargos de baixa remuneração, nos quais as pessoas realmente não têm uma progressão na carreira. Se você encontrar um emprego que lhe ofereça um pouco mais, mudar não tem nenhum custo para você”, explicou Julia Pollak, economista da consultoria ZipRecruiter, ao jornal The New York Times.

Nos Estados Unidos, quase 4 milhões de trabalhadores pediram demissão em abril — Foto: GETTY IMAGES via BBC

– Um Stormtrooper pedindo ajuda no RJ?

Coisas da carestia brasileira?

Talvez.

Um stormtrooper, saído diretamente de Star Wars, vindo sei lá de qual galáxia, pedindo esmola / contribuição / ajuda nas ruas (esse, no Rio de Janeiro).

E não estou debochando: repararam quantas pessoas estão vestindo fantasias de personagens famosos do cinema e pedem colaboração nos semáforos?

Será que, em condições normais da Economia, num mundo ideal, estariam em um subemprego como esse?

Certamente não é exclusividade tal situação em nosso país.

– Planejou os seus gastos?

Um número preocupante: 38% da população do Brasil gasta sem pensar! Seja por impulso, por falta de planejamento ou por qualquer outro motivo, os gastos descontrolados só fazem aumentar a dívida dos consumidores.

Extraído de: Folha de São Paulo, 08/10/12, pg B3, por Agnaldo Brito

MAIS DE 1/3 DA POPULAÇÃO GASTA SEM PENSAR

Endividamento do brasileiro chega a 44% da renda anual, com espaço para contratar novos empréstimos.

Pesquisa da BoaVista, administradora do banco de dados dos serviços centrais de proteção ao crédito no país, revela que 38% dos brasileiros não usam qualquer tipo de planejamento financeiro para organizar seus ganhos e seus gastos.

Essa negligência com o próprio dinheiro é mais grave no Centro-Oeste do país, onde 43% da população não usa nenhum tipo de instrumento para elaborar e executar orçamentos. O Sul do país é mais disciplinado nessa tarefa: apenas 30% declararam não usar qualquer planejamento financeiro.

Nas regiões Sudeste e Nordeste, o contingente de entrevistados que admitiram não planejar ganhos e gastos alcançou 39%. No Norte, 35% afirmaram não fazer qualquer tipo de plano para administrar a renda e a despesa.

O levantamento mostra como ainda há no Brasil um descompasso entre o avanço na oferta de crédito (hoje um componente que representa metade do PIB) e o cuidado no uso desse instrumento financeiro pelas famílias.

“O que se vê é que o aumento da oferta de crédito não veio acompanhada de orientação sobre como usar esse instrumento de maneira correta. O resultado foi o aumento da inadimplência”, disse Fernando Cosenza, diretor de inovação e sustentabilidade da BoaVista.

Para Cosenza, a inadimplência é o principal desafio do país na ampliação da oferta de crédito, que promete continuar mediante a gradual queda dos juros.

Segundo Banco Central, o endividamento do brasileiro alcança apenas 44% da renda anual, portanto ainda há no país amplo espaço para a expansão. Há países em que o endividamento supera os 100% da renda anual.

O problema é que, no Brasil, os juros ainda são excessivamente altos. E, mais grave: negligenciados. De novo, efeito da má qualidade ou ausência de edução financeira.

“A pesquisa confirmou que o brasileiro não observa a taxa de juros, mas o tamanho da parcela mensal sobre seu orçamento”, afirmou.

A inadimplência é o principal componente no cálculo do risco de crédito que define a taxa de juros sobre as operações.

A pesquisa da BoaVista ouviu 1.300 pessoas por telefone escolhidas de forma aleatória. A pesquisa tem margem de erro de 3 pontos percentuais para mais ou para menos.

– O poder das marcas: CR7 vs Coca-cola!

Quando uma grande marca confronta com outra, algo certamente pode ocorrer. Foi o que aconteceu na coletiva da Eurocopa, quando o jogador Cristiano Ronaldo (notoriamente um atleta de vida saudável), fez “cara de quem não gostou” ao ver duas garrafas de Coca-cola em sua mesa e lembrou que prefere água (ele não bebe refrigerantes).

Por tal gesto, vejam que loucura, as ações da Coca se desvalorizaram e a empresa perdeu num só dia 4 bilhões de dólares!

Em tempo: a água que estava sobre a mesa também era um produto da The Coca-Cola Company. Assim, não foi algo “contra a empresa”.

Extraído de: https://exame.com/casual/gesto-de-cristiano-ronaldo-faz-coca-cola-perder-us-4-bilhoes

GESTO DE CRISTIANO RONALDO FAZ COCA-COLA PERDER US$ 4 BILHÕES

Durante entrevista coletiva na segunda-feira, 14, o astro português retirou duas garrafas da gigante americana mantidas à sua frente

Por André Martins

Cristiano Ronaldo parece não ser fã de refrigerantes e a demonstração pública disso custou bilhões para a Coca-Cola. Durante entrevista coletiva na segunda-feira, 14, o astro português retirou duas garrafas da gigante americana mantidas à sua frente.

Ao sentar para iniciar a coletiva antes do jogo de abertura do Grupo F contra a Hungria, o jogador, de 36 anos, retirou as duas garrafas, pegou uma de água e disse: “Água. Coca-cola …”, fazendo referência que o que se deve fazer é beber água.

O gesto de Cristiano teve um impacto negativo para a marca, que é uma das patrocinadoras da competição. Segundo o jornal espanhol Marca, o valor das ações da empresa caíram 1,6% na bolsa de valores 30 minutos depois da fala do jogador português. O valor da Coca-Cola passou naquele momento de US$ 242 bilhões para US$ 238 bilhões, com perdas totais de US $ 4 bilhões.

A agência Reuters procurou a Coca-Cola, mas não teve resposta.

As entrevistas coletivas de grandes competições esportivas, como a Eurocopa ou a Copa do Mundo, são a oportunidade dos organizadores associarem as marcas de seus patrocinadores aos principais jogadores do torneio. Desta vez, não deu certo.

Cristiano Ronaldo é conhecido por defender a importância de uma alimentação saudável, longe de açúcares e gorduras. O jogador não faz propaganda de nenhuma marca de refrigerante.

Com informações da Reuters.

– As maiores empresas do mundo e a geografia econômica mudando.

Há 30 anos, as 50 maiores empresas do mundo representavam 5% do PIB mundial. Hoje, representam 28%.

Neste mesmo período, das 50 maiores do mundo, 30 eram dos EUA, 15 da Europa e 5 da Ásia (Nenhuma da China). Hoje: 32 são dos EUA, 8 da China, 7 da Europa, 2 do Japão e 1 da Arábia Saudita.

Em 1990, as empresas automotivas e de petróleo eram predominantes (somente 2 de tecnologia estavam na lista). Hoje, 14 são da área tecnológica e apenas uma do Petróleo: a saudita Aramco.

(Informações de: https://jovempan.com.br/opiniao-jovem-pan/comentaristas/samy-dana/lista-das-maiores-empresas-do-mundo-revela-mudancas-na-economia.html).

LISTA DAS MAIORES EMPRESAS DO MUNDO REVELA MUDANÇAS NA ECONOMIA

por Samy Dana

As maiores empresas do mundo estão ainda maiores, mais ligadas à tecnologiae também à China. A lista das cinquenta maiores companhias do mundo, revelada na última sexta-feira pela Bloomberg, é um exemplo disso. O ranking acompanha a cada dez anos a evolução das maiores empresas e serve como um termômetro das mudanças na economia global e também de como esse grupo de empresas vem adquirindo mais peso nos negócios. Elas adicionaram US$ 4,5 trilhões em valor de mercado no ano passado e correspondem atualmente a 28% do Produto interno bruto (PIB) global. Há trinta anos, essa participação era de apenas cinco por cento. Outro dado é a entrada na lista de empresas chinesas. Trinta anos atrás, não havia nenhuma. Hoje, são oito, com nomes já conhecidos fora do país, como o Ant Group, Ali Baba, Tencent, Baidu e outras.

Ocupam espaço que antes era das empresas europeias. Eram quinze representantes do velho continente em 1990, hoje são sete. Só a liderança não mudou e continua sendo dos Estados Unidos, que possuía 30 empresas no ranking em 1990 e hoje possui 32. E, além da mudança da geografia econômica, existe a mudança na atividade das principais empresas. Qualquer lista histórica das mais ricas sempre foi dominada pelas petroleiras. Mas hoje restou apenas uma no topo, a Aramco, estatal árabe do petróleo que vale US$ 7 trilhões e que é um caso à parte, uma vez que pertence a um reinado à moda antiga, sem uma economia livre.

Lista de empresas por países

Empresas           EUA      China     Europa

  • 1990                30             0                   15
  • 2000                30             0                   16
  • 2010                25            7                    11
  • 2020                32            8                     7

Fonte: Bloomberg

Mas, no geral, hoje, as maiores empresas do mundo são muito mais ligadas à tecnologia do que em qualquer outro momento: Amazon, Apple, Alphabet (dona do Google) e Microsoft, todas surgiram e atuam ligadas ao setor. Outra característica é que são empresas que não só lucram mais como cada vez pagam menos impostos. No começo da lista da Bloomberg, a tributação média no grupo era de 35%. Hoje, segundo a Bloomberg, fica em torno de 17%.

Empresas de tecnologia

  • 1990   – 2
  • 2000   – 3
  • 2010   – 4
  • 2020   – 14

REUTERS/Pascal Rossignol/File Photo

– Como identificar notas falsas?

Na região de Jundiaí, constantes golpes com notas falsas têm sido tentados; alguns frustrados, outros com sucesso.

É difícil identificar uma boa falsificação. Vez ou outra ouvimos notícias de que até mesmo em caixas eletrônicos pessoas recebem notas falsas. Mas vão algumas dicas:

(Extraído de http://www.acescp.com.br/ace2012/index.php/scpc/2012-03-21-22-23-24/76-dicas-sobre-como-reconhecer-notas-falsas.html)

DICAS PARA EVITAR NOTAS FALSAS

Quando você receber uma cédula veja sempre os principais elementos de segurança: a marca d’água, a imagem latente e o registro coincidente.
Cerca de 60% das cédulas falsas não possuem marca d’água. O fato do papel ser aparentemente verdadeiro, porém, não garante que a cédula seja autêntica. 15% das falsificações do Real são obtidas a partir da lavagem de cédulas de menor valor. As demais cédulas falsificadas (aproximadamente 25% do total) utilizam papel parecido, mas não autêntico, com marcas de água diferentes e vários outros detalhes alterados em relação as cédulas verdadeiras.

1. Observe a marca d’água. Cerca de 60% das cédulas falsas retidas pelo Banco Central não apresentam marca d’água.

Segure a cédula contra a luz, olhando para o lado que contém a numeração. Observe na área clara à esquerda, as figuras que representam a República ou a Bandeira Nacional, em tons que variam do claro ao escuro.

As cédulas de R$50,00 e R$100,00 apresentam como marca d’água apenas a figura da República.

As cédulas de R$1,00, R$5,00 e R$10,00 podem apresentar como marca d’água a figura da República ou a Bandeira Nacional.

A cédula de R$2,00 apresenta como marca d’água apenas a figura da tartaruga marinha com o número 2.

A cédula de R$20,00 apresenta como marca d’água apenas a figura do mico-leão-dourado com o número 20.

2. Sinta com os dedos o papel e a impressão.

O papel legítimo é menos liso que o papel comum.
A impressão apresenta relevo na figura da República (efígie), onde está escrito “BANCO CENTRAL DO BRASIL” e nos números do valor da cédula.

3. Observe a estrela do símbolo das Armas Nacionais nos dois lados da cédula.

Olhando a nota contra a luz, o desenho das Armas Nacionais impresso em um lado deve se ajustar exatamente ao mesmo desenho do outro lado.

4. Observe as micro impressões.

Com o auxílio de uma lente, pequenas letras “B” e “C” poderão ser lidas na faixa clara entre a figura da República (efígie) e o registro coincidente (Armas Nacionais) e no interior dos números que representam o valor.

5. Observe a imagem latente.

Observando o lado da cédula que contém a numeração, olhe a partir do canto inferior esquerdo, colocando-a na altura dos olhos, sob luz natural abundante: ficarão visíveis as letras “B” e “C”.

6 . Linhas multidirecionais.

As notas de real também contam com linhas retas, paralelas, extremamente finas e bastante próximas entre si, dando a idéia de que houve uma impressão contínua no local. Apesar de estarem em toda a extensão da cédula, as linhas podem ser vistas mais facilmente na área da marca d’água.

7 . Fibras coloridas.

Ao longo de toda a cédula, podem ser vistos pequenos fios espalhados no papel, nas cores vermelha, azul e verde, em ambos os lados.

8 . Fio de segurança.

Um fio vertical, de cor escura, está embutido no papel da cédula. Ele pode ser facilmente visto contra a luz. Está presente em todas as cédulas, menos nas de R$ 1 e R$ 5, que apresentam, como marca d’água, a figura da Bandeira Nacional.

9 . Fibras sensíveis à luz ultravioleta.

São pequenos fios espalhados no papel, que se tornam visíveis, na cor lilás, quando expostos à luz ultravioleta. São encontrados nos dois lados da cédula.

10 . Microchancelas.

São as duas assinaturas – uma do Ministro da Fazenda, outra do Presidente do Banco Central do Brasil. Sem as assinaturas as cédulas não têm valor legal.

11. Sempre que possível, compare a cédula suspeita com outra que se tenha certeza ser verdadeira.

Resultado de imagem para nota de 3,00

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida. Quem conhecer o autor, favor avisar para informar o crédito.

– Alguns clubes de futebol profissionais serão somente mercadores de jovens?

Não há problema algum se um clube de futebol direcionar seu trabalho para a formação de jovens atletas e vendê-los como futuros profissionais a outros. Isso é normal, é mercado, negócio, business.

O problema é: quando isso passa a ser o motivo de sobrevivência dos grandes clubes históricos do Brasil, tornando a base como principal receita financeira ao elenco profissional! Ou seja: a categoria principal “não se paga ,e é refém da venda de talentos.

Disserto em: https://youtu.be/AYY2rkMOuP4

– O insensível calendário abusivo do futebol resultará em problemas.

Fico pasmo ao ver a omissão total do Sindicato dos Atletas quanto a questão da maratona de jogos dos atletas no Paulistão. Os clubes estão entrando em campo a cada 48 horas, sendo que eles não tem elenco suficiente para essa loucura, e nem conseguem treinar a contento. Por quê o silêncio?

Pense na Libertadores da América: como os plantéis cansados e sem tempo para treinar (vivendo do “pijama training” – expressão criada por Vanderlei Luxemburgo para dizer que o time sai do estádio e volta para o hotel dormir, até a próxima partida seguida) enfrentarão equipes descansadas e treinadas? É obvio o prejuízo físico, técnico e tático dos brasileiros – em decorrência do excesso de jogos e falta de treinamento.

E é só um problema para os grandes?

Veja só: Audax x Sertãozinho jogarão às 22h nesta 3a feira, pela A2 (seguindo o mesmo protocolo sanitário, a bolha de prevenção e arcando com os custos). E depois de amanhã, retornam a campo. Dia sim, dia não, tem jogo na 2a divisão! E por conta das dificuldades de infraestrutura desta categoria, temos coisas impensáveis: o “Clássico da Cidade Azul”, Rio Claro x Velo Clube Rioclarense, será jogado em Santa Bárbara do Oeste, por conta da falta de iluminação na casa do mandante.

Quer cenário tão insensível quanto esse, mas ao inverso?

Dos 150 clubes filiados à FPF em suas diversas divisões, 2 equipes profissionais amargam um recorde de inatividade pela indefinição do campeonato: faz 6 meses e 10 dias que Grêmio Osasco e Paulista não entram em campo! Essas equipes estavam na 3a divisão e caíram para a 4a. Como essa divisão (oficialmente chamada de 2a divisão Sub 23) ainda não tem nem previsão de início, os remanescentes dela estavam ativos há mais tempo do que os dois citados, por conta do calendário de 2020 que foi estendido. 

Quem os ajuda a se manterem vivos?

Nem Sindicato dos Clube, nem Federação Paulista de Futebol. E depois se fala da preocupação em democratizar o futebol, contra o elitismo e a favor dos pequenos (discurso muito ouvido por conta da Superliga)… O que nós, no Brasil, estamos fazendo para sermos coerentes com o discurso?

(Sobre a Superliga da Europa, citada acima, abordamos aqui: https://professorrafaelporcari.com/2021/04/19/calma-pessoal-da-superliga/)

Campeonato Paulista da Segunda Divisão Já Tem Data Para Começar

– O abismo entre os grandes e pequenos no futebol pandêmico.

A pandemia travou o mundo. Fez as empresas repensarem processos, profissionais se reinventarem e governos se adaptarem.

No futebol, depois de um início incerto na 1a onda e reposicionamentos na 2a, algumas coisas estão se tornando cristalinas:

Os grandes clubes estão abrindo muita distância dos pequenos co-irmãos, não porque os maiores se agigantam mais do que os humildes, mas porque o impacto da queda de ambos – dos grandes e dos pequenos – é desproporcional. O São Caetano, que perdeu por 5×1 do São Paulo, tem menos condições de sobrevivência pelas próprias pernas do que o seu adversário, que tem mais receita, patrimônio, torcedores-consumidores e amplitude de mercado. Em tese, o quarteto formado por SPFC, SEP, SCCP e SFC tende a “aguentar mais o tranco” do que os clubes do interior.

Quem tem elenco e estrutura, se saíra melhor nessa retomada, com maratona de jogos e intensidade de partidas: vide os resultados do sábado. Por exemplo, a vitória do Red Bull Bragantino fora de caso contra o São Bento (veja o poderio de um contra o outro).

Por fim: o preparo físico será fundamental. O São Paulo e o Santos, em seus jogos, nítida e naturalmente “tiraram o pé” em alguns momentos (mesmo com o resultado ruim para o Peixe). Poupar-se, há de ser uma necessidade.

O Paulistão (mais uma vez) terá como campeão um dos 3 grandes da Capital, somados ao Santos e ao Red Bull Bragantino. Nenhum outro time do Interior, por tudo isso que foi dito acima, tem condições de reverter o quadro por conta do cenário econômico-social do país.

– A noção inexata dos preços

Para onde tudo vai?

Uma das coisas mais baratas que existe é macarrão, mas… nos comércios de artigos de luxo que anda em alta em muitos lugares, um pote de massas custa mais de R$ 100,00!

Há quem pague, mas uma massa caseira bem simples ainda é mais saborosa e gostosa.

– O Consumo on-line ficará como herança destes tempos de Pandemia, comercialmente falando?

Com toda essa confusão envolvendo o Novo Coronavírus e o fechamento do Comércio, evidentemente que as empresas precisaram se reinventar!

Sabidamente, as pessoas estão com dificuldade econômica e precisam trabalharpois as empresas também quebram. Entretanto, diante do dilema financeiro-sanitário, não pode-se esquecer de que a Saúde vem em primeiro lugar (virá o bordão de que teremos “mais falidos do que falecidos”, uma infeliz invenção social). Delivery, Home Office e outras modalidades bem usadas nesse momento deixarão de ser alternativas para se consolidarem como costume.

O equilíbrio entre Trabalho e Bem-Estar é difícil, mas há de existir o quanto logo, para que as organizações não quebrem. Por isso, se faz relevante o apoio do Governo (ninguém quer que se #FiqueEmCasa eternamente, nem que se deixe de trabalhar).

Não confundamos relaxar a prevenção pela preocupação econômica, isso precisa ficar claro. Precisamos nos resguardar para o quanto antes sairmos da Quarentena e retomar a vida, que será, logicamente, diferente.

– Carlos França, o Chanceler da Lucidez!

Arre um elogio pertinente: a troca do chefe do Itamaraty, Ernesto Araújo, por Carlos França, foi ótima!

O embaixador nomeado para cuidar das Relações Exteriores foi corretíssimo no seu discurso: as 3 preocupações dele, no momento, serão: Insumos e Vacinas para conter a Pandemia, Economia e Meio Ambiente.

Como discordar dele? É um tripé que incomoda o Brasil hoje, que precisa ser levado a sério no seu trato com as outras nações. Para resolvê-lo, “construir pontes” é muito melhor do que “chutar o pau da barraca”, como o seu antecessor.

– A vaquinha solidária do Corinthians para pagar as contas. O que você pensa sobre isso?

Dias atrás, falamos sobre as dívidas e pendengas financeiras absurdas do Corinthians, e que não fogem muito do retrato da má gestão de Botafogo, São Paulo ou Santos, entre tantos outros. (vide aqui: https://wp.me/p4RTuC-tZC). E agora, leio que o Timão quer fazer uma “vaquinha virtual solidária” entre os torcedores, a fim de amortizar seu saldo negativo.

Trocando em miúdos: a diretoria gastou demais, está sem dinheiro e pede ajuda de doações dos torcedores para pagar as contas!

Dias atrás, falamos de algo parecido com a equipe paraense da Tuna Luso, que pediu a seus simpatizes o envio de pix em seu CNPJ, já que com a crise financeira estava com muitos problemas em seu caixa (reveja aqui: https://wp.me/p4RTuC-tLk). Mas… o Corinthians?

Um clube de torcida nacional, com milhões de torcedores (que podem ser consumidores), precisa chegar a tal ponto? Não seria, talvez, por ventura, quem sabe… (estou escolhendo as palavras), meio que… humilhante?

Seus rivais Palmeiras, Flamengo e Grêmio estão dando demonstrações de equilíbrio / sobra financeira (se preferir: dinheiro no cofre), e o Alvinegro tomando tal atitude?

Insisto: clubes de médio / pequeno porte, ou de torcida regional ou ainda novatos, há de se entender a dificuldade de recursos. Mas com apelo popular tão grande quanto ao Corinthians, não é algo irreal?

Não sei como funciona a lei para permitir tais doações, mas se for concretizado o desejo, corroboro a opinião do jornalista Ricardo Perrone, do UOL, que sugeriu condições para isso. Abaixo, o texto dele: https://www.uol.com.br/esporte/futebol/colunas/perrone/2021/04/05/sete-exigencias-que-a-fiel-deveria-fazer-em-caso-de-vaquinha-por-dividas.htm

SETE EXIGÊNCIAS QUE A FIEL DEVERIA FAZER EM CASO DE VAQUINHA POR DÍVIDAS

Na última quinta (1°), membros da Gaviões da Fiel discutiram com a diretoria do Corinthians a possibilidade de criação de uma vaquinha para torcedores ajudarem a pagar dívida do clube, entre outros assuntos. Na opinião deste blogueiro, não será justo se a Fiel for convocada para ajudar a cobrir o estrago feito pela incompetência de seguidas administrações. A dívida é de R$ 956,9 milhões, sem contar o débito pela construção do estádio.

A torcida não foi ouvida antes de o clube contratar Luan, Araos, Ramiro, Davó, Everaldo, Richard, Jonathan Cafu e Sornoza, entre outros. Assim, não faz sentido ela ajudar a pagar a conta.

Porém, se o projeto sair do papel, os eventuais doadores deveriam exigir contrapartidas, já quem ninguém coloca dinheiro no clube sem uma compensação e/ou garantia. Abaixo sugestões do blog de pedidos que os torcedores deveriam fazer para abraçar uma eventual campanha de doação.

1 – Documento assinado pela diretoria no qual ela se compromete a usar o dinheiro apenas para pagar dívidas. Os débitos a serem quitados devem ser detalhados. Em caso de não pagamento, as quantias devem ser devolvidas.

2 – Prestação de contas publicada no site do Corinthians.

3 – Antes de a doação ser feita, o Conselho Deliberativo deve aprovar alteração estatutária que dê direito a voto ao sócio-torcedor.

4 – Inclusão no estatuto, antes de as doações começarem, de artigo que proíba o clube de pegar empréstimos com empresários. O descumprimento daria motivo para abertura de processo de impeachment.

5 – Criação de artigo no estatuto definindo que todas as contratações de funcionários do clube devem ser feitas por processo seletivo criado por empresa especializada. Não poderão se candidatar às vagas parentes e pessoas que tenham ou já tiveram relação profissional com diretores, conselheiros, funcionários e patrocinadores do Corinthians.

6 – Mudança no estatuto que defina que apenas diretores profissionais contratados por processo seletivo possam atuar nas categorias de base. Conselheiros e sócios ficariam proibidos até de frequentar o departamento e de integrar as delegações em viagens.

7 – Novo artigo no estatuto que torne inelegível no clube por período a ser definido todos os integrantes de uma diretoria que aumente a dívida do Corinthians, a menos que o alvinegro seja ressarcido por eles. Esses dirigentes também perderiam direito a voto no conselho e para presidente, além de não poderem ocupar nenhum cargo enquanto durar a punição.

A seguir, os valores bilionários recebidos pelos clubes de futebol, divulgados pela Pluri Consultoria, compreendendo o período anterior ao da pandemia:

– Pobre bolso…

Dia de preparar documentação para cálculo do… Imposto de Renda!

Como se paga imposto neste país, meu Deus!!!

É de chorar literalmente

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– Ovos de Páscoa ou Ovos de Ouro?

E os preços dos Ovos de Páscoa?

Caramba, estão custando uma fortuna! Seriam eles de ouro, não de chocolate?

Chegará um tempo em que compraremos ovos pagando em 10 vezes, ou teremos a modalidade de consórcio.

Com a carestia atual, como é que alguém ousa cobrar tanto dinheiro por algumas gramas de chocolate? Compare o peso dos ovos e das barras de chocolate.

– Acredite: nesse momento, é preferível estar na 4a do que na 3a divisão paulista.

Um exercício racional, lúcido, financeiro e social, pode nos dizer algo que aparentemente é contraditório: jogar a Série B da FPF, em 2021, pode ser melhor do que a Terceirona.

Compartilho, a partir da realidade do Paulista de Jundiaí:

Já imaginaram se o Galo estivesse na A3, que desespero todos nós estaríamos?

É óbvio que estar na 3a divisão é melhor do que na 4a, mas considere que a tendência é termos o início do Paulistão dessa categoria quando os índices da Pandemia serem menos críticos como os de agora.

E o que implica isso?

Muita coisa: mais segurança sanitária para os atletas (menos risco de contágio dessa cepa tão agressiva e que tem atacado os mais jovens), menos despesas de prevenção (os protocolos estão mais rigorosos, caros e frequentes), e menos deslocamentos (existe o risco de fechamento de cidades quando o índice for mais elevado de leitos ocupados – previsto para os próximos 10 dias). E, se a vacinação for mais intensa, há a chance de torcida nos estádios nas rodadas finais da Bzinha (considerando-a no final do ano, coisa que não será na A3).

Assim, CIRCUNSTANCIALMENTE, quem está na 2a divisão Sub23 (ou 4a divisão ou B), momentaneamente está mais seguro financeiramente e sanitariamente do que na A3, com perspectivas mais animadoras ao longo do torneio.

Considere ainda: na reunião de 2a feira, o futebol continuou proibido em todo o Estado de SP. À noite, a FPF se reuniu com o Ministério Público e ainda assim continuou proibido. E qual o próximo passo?

Sabendo-se que o Comitê de Contingência do Governo do Estado de SP não é o proibidor do futebol profissional neste momento, mas sim o MP (isso ficou bem claro no discurso das autoridades), a FPF nessa 3a feira cedo deverá apresentar em conjunto com os órgãos de fiscalização uma proposta mega-preventiva (e cara) de intensificação de protocolos de cuidados, possivelmente incluindo isolamento dos atletas do dia da testagem até o dia do jogo, e sendo recusada, levar as partidas para outro estado.

A decisão deve sair na hora do almoço / tarde, dependendo de MG, que deverá fechar o estado nas próximas horas. Até o jogo Palmeiras x São Bento, marcado para Belo Horizonte no Estádio Independência, pode estar comprometido. Aí as opções seriam ES e MS, como se especulou.

Já imaginaram na A3, o custo de exames, isolamentos e viagens para um Paulista x Comercial em Campo Grande ou Cariacica? Afinal, a decisão vale para todas as divisões do Estado de São Paulo.

Por tudo isso, é melhor estar na Bzinha (repito: neste momento), com a perspectiva futura de um campeonato mais tranquilo e até mesmo com possibilidade de torcida presente nas rodadas finais, dependendo da involução da crise do COVID.

Times de futebol incentivam a prevenção ao coronavírus | Exame

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.

– Há 31 anos, Collor sequestrava nossas poupanças!

Dia triste do Brasil: em 16 de março de 1990, Fernando Collor de Melo congelava a poupança (e o Overnight também). Decretava feriado bancário e deixava malucos os cidadãos.

Um dia antes, no Jornal Nacional, Zélia Cardoso, a Ministra da Economia, dizia: “se eu tivesse dinheiro para guardar, deixaria na poupança”.

Enganou todo mundo…

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– Qual das ondas será, ao final das contas, mais violenta? Sem resposta…

Há exatamente um ano…

São de tamanhos e impactos diferentes, mas ambas terríveis. 

Uma mexe com a vida, o outro com o bolso, que de certo ponto, também mexe com a vida. E a vida, sabemos é inegociável.

Mas ao final dessa turbulência, qual delas terá trazido piores impactos, independente do tamanho?

Compartilho, extraído do Facebook do Prof Marcos Eberlin, esse comentário perfeito:

ONDAS

O grande perigo é exagerar no combate da primeira e substimar a segunda onda. Mas como? Hora de dobrar o joelho e pedir sabedoria aos nossos governantes. Ninguém, absolutamente ninguém, sabe qual a melhor estratégia!

Só Ele sabe, e é Ele que devemos invocar, na hora da angústia.

Que dobremos todos os nossos joelhos, não somos mais da esquerda ou da direita, crentes ou ateus, negros ou brancos, ricos ou pobres, SOMOS TODOS NAVEGANTES DO MESMO BARCO.

Que cesse o motim

E que Deus ilumine nosso comandante e sua equipe para que cheguemos todos a um porto seguro.

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Imagem extraída da Internet, autor desconhecido.

– Novo Aumento dos Combustíveis faz a Gasolina acumular 54% de alta no ano!

Cá entre nós: enquanto o discurso das autoridades fica no blablablá, nós vamos pagado a conta…

Novo aumento nos combustíveis? E a inflação nunca mostra isso?

Em: https://www.band.uol.com.br/noticias/petrobras-volta-a-reajustar-precos-da-gasolina-e-do-diesel-16326466

PETROBRÁS VOLTA A REAJUSTAR OS PREÇOS

Os preços da gasolina e do diesel vão passar por reajuste mais uma vez em 2021. A informação foi confirmada pela Petrobras nesta segunda-feira (8). Essa é a sexta alta do ano nos preços da gasolina e a quinta no valor do litro do diesel.

A partir desta terça-feira (9), o valor médio de venda da gasolina passa a ser de R$ 2,84 por litro, uma alta de R$ 0,23. Já a média do diesel, reajustado pela quinta vez, vai ser de R$ 2,86 por litro, o que representa um aumento de R$ 0,15.

Segundo a estatal, as mudanças são fundamentais para garantir que o mercado brasileiro siga sendo suprido, sem riscos de desabastecimento. Ainda de acordo com a empresa, as variações são associadas ao mercado internacional e à taxa de câmbio e têm influência limitada sobre os preços percebidos pelos consumidores finais.

Desde o início de 2021, a gasolina subiu 54% nas refinarias, enquanto o diesel acumula alta de 41,6%. No comparativo com o mês de dezembro de 2020, o diesel passou de R$ 2,02 para R$ 2,86. Já a gasolina, de R$ 1,84 para R$ 2,84.

Os reajustes ocorrem em meio à troca de comando da Petrobras, onde o presidente Jair Bolsonaro anunciou a decisão de mudar o comando da estatal, tomada em 19 de fevereiro, após o quarto reajuste no preço dos combustíveis. O general Joaquim Silva e Luna será indicado para o lugar de Roberto Castello Branco, cuja gestão se encerra em 20 de março.

Dias após o anúncio de Bolsonaro, quatro membros do conselho de administração da Petrobras disseram que não querem ser reconduzidos aos cargos por razões pessoais. Eles ocupavam os postos com indicação do governo federal, que é o acionista majoritário que controla a estatal.

Em 1º de março, um decreto e uma medida provisória editados por Bolsonaro reduziu a zero as alíquotas da contribuição do PIS/Cofins sobre a comercialização e a importação do óleo diesel e do GLP (gás de cozinha).

Desde o início de 2021, a gasolina subiu 54% nas refinarias, enquanto o diesel acumula alta de 41,6%

Desde o início de 2021, a gasolina subiu 54% nas refinarias, enquanto o diesel acumula alta de 41,6%
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