– De olho nos vices em 2018…

No país em que os vices mandam, fica a incógnita de quem serão os vice-candidatos a presidente em 2018.

Perceba: Sarney era vice de Tancredo, Itamar o vice de Collor, Temer o vice de Dilma. O governador de São Paulo, Márcio França, também era v ice.

Josué Alencar, desejado nome do PR (MG) para a chapa como vice de Geraldo Alckmin do PSDB (PSDB) não confirma o aceite ao desafio. Lembrando que ele é filho do falecido José Alencar, vice de Lula, do PT (SP).

Aliás, quem será o vice de Bolsonaro? E de Ciro Gomes? E da Marina Silva? E do candidato (indefinido) da chapa petista?

As Eleições Presidenciais estão logo ali... Não está se bobeando muito?

– E se fosse no Brasil? O Imposto para se usar WhatsApp, Facebook, Viber e Twitter.

Uganda, paupérrimo país da África Negra, determinou: para se evitar fofocas sociais e boatarias contra o Governo, taxará os usuários das principais Redes Sociais!

Assustou?

Veja só, extraído de:

https://tecnologia.uol.com.br/noticias/redacao/2018/05/31/e-se-a-moda-pega-uganda-cria-imposto-diario-pra-usar-whatsapp-e-facebook.htm

E SE A MODA PEGA? UGANDA CRIA IMPOSTO DIÁRIO PRA USAR WHATSAPP E FACEBOOK

Imagine você ter que pagar o governo para poder usar o WhatsApp e Facebook. Parece uma coisa absurda, não? Mas se Zuckerberg ainda se recusa a criar uma opção do Facebook pago, outros países estão tornando isso realidade. É o caso de Uganda, que criou um imposto para diversas plataformas de mensagem.

O parlamento local aprovou uma polêmica lei que cobrará 200 shiling (US$ 0.05, cerca de R$ 0,20) diariamente para poder usar plataformas de mensagens como Facebook, WhatsApp, Viber e Twitter. O argumento da lei é que essas redes sociais impulsionam “fofocas” e boatos – aqui no Brasil não é muito diferente, né?

A legislação foi orquestrada pelo presidente local Yoweri Museveni, que iniciou os trâmites do projeto no último mês de março. Na época, ele escreveu para o ministro das Finanças que a renda coletada pelo imposto ajudaria a lidar com as “consequências das fofocas”. A lei deverá entrar em vigor no dia 1º de julho.

Na carta, ele deixou claro que não queria impor impostos nos dados da internet, já que ela é útil para “funções educacionais e de pesquisa”.

Nos últimos anos, as redes sociais viraram uma importante arma política em Uganda tanto para o atual governo quanto para a oposição. O acesso a plataformas do tipo foi derrubado durante a eleição presidencial de 2016 – segundo o atual presidente, isso foi feito para impedir que mentiras fossem espalhadas.

Outras nações da África também têm criado leis que ativistas dizem que afetam a liberdade de expressão. Na Tanzânia, blogueiros são obrigados a pagar uma taxa de licença e devem mostrar quem suporta eles financeiramente.

Já o Quênia criou uma nova legislação de cibercrime, mas jornalistas e blogueiros ganharam na Justiça uma ação que impede que o governo elimine supostas notícias falsas.

COMO O IMPOSTO SERÁ IMPLEMENTADO?

Especialistas e pelo menos um grande provedor de internet, no entanto, levantaram dúvidas sobre como o imposto diário poderia ser implementado, segundo a BBC britânica.

O governo está trabalhando para que todos os chips telefônicos estejam devidamente registrados. De acordo com a Reuters, dos 23,6 milhões de celulares do país, apenas 17 milhões usam a internet. Como o governo de Uganda vai conseguir identificar cidadãos acessando as redes sociais ainda é uma grande incógnita.

O imposto é polêmico por muitos acreditarem que é uma tentativa do governo reduzir a liberdade na internet. A lei ainda cria outras taxas, como 1% sobre transações financeiras realizadas pelo celular. Grupos civis sociais dizem que esse imposto vai afetar principalmente cidadãos mais pobres do país, já que eles raramente usam serviços bancários.

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– Eu não levo a Venezuela a sério. E você?

Dá para levar a Venezuela a sério?

Nicolas Maduro ganhou com 62% dos votos no último final de semana. Entretanto, faltaram à votação 58%.

Na miséria que eles vivem, com os protestos constantes, dá para acreditar que foram limpas as Eleições por lá?

Ah, as nossas urnas eletrônicas vem de Caracas…

– O Resquício do Militarismo do Brasil e a atriz Bete Mendes

Importante depoimento da atriz global sobre tortura:

“Fui presa duas vezes. Na primeira, não fui torturada fisicamente. Na segunda, foi total. Fui torturada [em 1970] e denunciei [o coronel Carlos Alberto Brilhante Ustra]. Isso me marcou profundamente. Não desejo isso para ninguém – nem por meus inimigos. A tortura física é a pior perversidade da raça humana; a psicológica, idem.

Não dá para ter raiva (de quem me torturou). A gente é tão humilhado, seviciado, vilipendiado que o que se quer é sobreviver e bem. Estou muito feliz, sobrevivi e bem. E não quero mais falar desse assunto.”

Complicado, hein? Tempos que (tomara) nunca voltem mais!

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– A Revoltante (mas não surpreendente) omissão de Geisel

A CIA, em seus documentos revelados após longo tempo (de acordo com a lei de sigilo de documentos norte-americana), mostrou que durante o regime militar brasileiro, o General Ernesto Geisel (que muitos “aliviavam” como um suposto presidente responsável pelo afrouxamento da ditadura) autorizou a execução de presos políticos e “subversivos perigosos ao sistema”.

Questionado sobre tal episódio, o candidato à presidência do PSL, Jair Bolsonaro, declarou que:

“Quem nunca deu um tapa no bumbum do filho e depois se arrependeu?”

Nossa! Que frase infeliz!!!

O que as famílias de inocentes mortos devem pensar sobre seus entes queridos e suas vidas ceifadas, chamando-os de “perigosos” (sim, eram “perigosos” por terem opinião contrária, pois qualquer regime de ditadura trata assim quem pensa diferente, seja de direita ou de esquerda)?

Quem lê, acha que se refere a um pai arrependido em dar uma palmada no filho desobediente. Aqui se refere à assassinatos, torturas, massacres!

É esse o homem que ajudará o Brasil? O candidato da conciliação e união do país?

Nada de radicalismo, nem de um lado e nem do outro.

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– Díaz-Canel começou como os Castros em Cuba

O novo ditador cubano Miguel Díaz-Canel mostrou que o regime comunista não vai amolecer. Em seus primeiros dias no poder:

1- Prendeu 9 integrantes do grupo oposicionista ao Partido Comunista, o “Damas de Branco”;

2- Confirmou que “a censura da Internet é necessária”,sendo que apenas 1/3 da população tem acesso à Rede Mundial de Computadores;

3- Fechou sites “capitalistas”, como o OnCuba.

Será que a esperança de abertura da ilha se dissipará? Miguel Díaz-Canel se tornará um “novo membro da família Castro” no Governo ou terá a coragem reformista de Gorbatchov (que implantou a Perestroika e a Glasnot)? Aliás, nunca me esqueci dos livros de história, onde o líder da União Soviética, com sua careca e mancha na cabeça inconfundíveis, era dito como alguém que seria preponderante a abertura econômica e política do império que ruía.

De fato, foi mesmo!

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– Descobrimento do Brasil. Você acredita?

Neste dia 22, a história conta que em 1500 foi “Descoberto o Brasil”. Pedro Álvares Cabral chegou nas nossas terras e fincou posse.

Ora, é sabido que já se conhecia sobre a existência das terras. Os portugueses apenas marcaram território. No Brasil, haviam pequenas colônias de navegadores aventureiros.

Mas aí vem um problema atual: as terras eram dos indígenas, e os colonizadores a tomaram. Hoje, nos confins do nosso território, os índios querem a demarcação de terras para fazer delas o que bem entenderem.

Cá entre nós: eles não são os verdadeiros donos do território? Vale refletir…

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– Chegou a Hora de Passar o Brasil a Limpo ou Não? Doa a quem doer (na Esquerda e na Direita).

Será que hoje estaremos dando um pontapé ainda maior na consolidação da Democracia e na esperança do fim da Impunidade?

Tomara que sim, mas não pode ficar somente no Lula e no PT, tem que ir para cima, sem vacilar, em Aécio e Temer, respectivamente do PSDB e PMDB.

O que entristece é ver jovens que não viveram a ditadura militar apoiando o tuíte do general Villa Boas, dando uma indireta “ameaçada” nas instituições democráticas.

Já fui jovem também (sou ainda de espírito) e sei bem do radicalismo que essa faixa etária nos proporciona…

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– Fidel Castro e o espanto / encanto com a Web

Fidel Castro, que se foi há pouco tempo, descobriu a Internet somente em 2010. E quando o fez, disse:

“Estamos diante da arma mais poderosa que já existiu: a comunicação”.

Para a maioria dos cidadãos do mundo desenvolvido (e dos países em desenvolvimento também), isso é uma realidade. E para que a comunicação seja sempre plena, deve existir liberdade de expressão e democracia (coisas que não existem em Cuba, na China ou Coréia do Norte).

Deve ser por tal motivo o “pé atrás” de Fidel? Permitir comunicação sem censura seria sinônimo da queda da ditadura em Havana?

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– Só aceito discutir política com quem não é fanático! Para coxinhas, mortadelas e bolsonaristas:

Minha geração viu a ditadura cair e o povo sofrido comemorar. Viu Maluf versus Andreazza na Eleição Indireta e enfim Tancredo posteriormente dando ar de esperança!

Minha geração acreditou num cara jovem e ao mesmo tempo um grande ator: Collor, o falso caçador de marajás.

Minha geração viu o primeiro impeachment do Brasil, liderado por Luís Inácio, um sindicalista que dizia não aceitar a corrupção.

Minha geração viu Itamar Franco ressuscitar a produção do fusquinha e se envolver no que era chamado escândalo na época: o presidente do “topete” namorar uma mocinha que curtia o Carnaval sem calcinha (e hoje existe tanta coisa por aí, que isso seria irrelevante).

Minha geração viu o preço dos produtos ser um valor X na manhã, Y à tarde e Z no dia seguinte. Ela tinha sido outrora iludida como “fiscal do Sarney” no congelamento de preços, engoliu o sequestro da poupança por parte da Zélia Cardoso e teve que ter esperança na URV do FHC, que um dia sentou na cadeira da prefeitura paulistana, afirmou ser ateu e que tinha fumado maconha – tudo isso em entrevista na Playboy e perdendo a Eleição para o Jânio por conta disso.

Minha geração vibrou com o frango a R$ 1,00, comemorou a horrorosa Seleção de 94 quebrar o jejum de títulos na Copa do Mundo e se encantava com a mocinha Maitê Proença contracenar com Lima Duarte, o Sassá Mutema. Não dava para fazer même dessas coisas, pois o Orkut (que nasceu e morreu) não existia, o Teletrin, sucessor do BIP, só aceitava texto e o embrião do telemóvel iria nascer com a Telesp Celular nesse período. 

Minha geração por muito tempo só tinha a viva lembrança de um único Papa – que ousava em ser polonês (um não europeu ocidental), e que nunca pensou em ter um representante no Vaticano que veio do “fim do mundo”, como o argentino cardeal Bergoglio dissera.

Minha geração viu o tumultuador Lula surgir e depois virar “paz e amor” de maneira demagógica para vencer as Eleições. E SEMPRE desconfiou dele pelo passado complicado.

Assim, se você não nasceu “na década de 70 para trás”, não tem familiaridade e nem viveu essas lembranças, como você vai querer polarizar uma discussão sobre política? Como dizer que Messi jogou mais bola do que Maradona (pior – duvidar de Pelé!)? De que forma querer me catequizar a respeito do que é “democracia” e mundo moderno?

Respeito todas as pessoas mais jovens e que não são dessa época. Mas é difícil entender que esses moços e moças querem ser donos da verdade, defendem cegamente a honestidade de Lula & Cia e pior: se acham “acima do bem e do mal”! Não viveram nada, não tem experiência de vida e ainda são fantochezinhos na mão de políticos – dos “bolsomitos, dos coxinhas e dos mortadelas (aí você identificou alguns termos do seu dia-a-dia). 

Pobres de espírito… não sabem nada, inocentes! E são enganados com alegria, gostam de causar na Web e, apesar dos pesares, ainda vão querer dizer que no tempo da Dilma a “poupança Bamerindus continuava numa boa”!

São ainda pessoas a amadurecer, mas que não ouse discutir com elas (elas – essas pessoas, os radicais). Jovens estudados se encaixam no rol de pessoas que vale a pena debater, além daqueles que têm uma vida suada e já estão no tempo da aposentadoria (e se recusam a aceitar o discurso de Temer sobre a Reforma da Previdência, defendida por aqueles que não largam o isso dos vencimentos acumulados desde o tempo do INPS).

Como é duro falar de política nesse país com respeito ao voto alheio!

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– Teremos demonstração de intolerância em Porto Alegre?

Foi o José Simão quem postou com tom de ironia / brincadeira, só que é importante: teremos uma verdadeira contenda entre MST x MBL no Beira Rio dia 24, no julgamento de Lula no TRF-4?

Para o bem do Brasil, tomara que não seja esse time de “torcedores” eleitores fanáticos. Que tenhamos um julgamento democrático e passivo.

O povo precisa disso: paz! E xô “políticos de estimação”. Acorda Brasil!

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– Que vergonha, comunidade vascaína!

Nossa, que coisa triste ocorreu dentro do Vasco da Gama, não?

Depois de tanto tempo levado por pessoas retrógradas, estando o pleito eleitoral prestes a acabar com a hegemonia de Eurico Miranda e permitir a ascensão do administrador Júlio Brant (aparentemente competente), eis que no referendo do conselho vascaíno o vice-candidato de Brant, Alexandre Campello, traiu sua chapa e foi para a de Eurico como candidato a presidente, numa estratégia pensada pelos situacionistas e repleta de falta de ética e moral! Eleito Campello, foi ovacionado, pasmem, pelos gritos de “Eurico, Eurico”.

Coitado do Vascão… vai virar cada vez mais vasquinho com essa tropa!

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– A Censura Chinesa e o Ocidente nada faz!

Para fazer negócios com a China, grandes empresas de comunicação aceitam “numa boa” a censura imposta pelo governo ditador.

Palavras como “Democracia”, “Direitos Humanos” e outras que remetam à Liberdade de Expressão são simplesmente banidas. Apple e Google obedecem as ordens de Pequim. Facebook e Twitter são proibidos de atuarem por lá.

Nesta semana, mais um caso de proibição, abaixo, extraído de: http://istoe.com.br/a-censura-chinesa/

A CENSURA CHINESA

Depois de bloquear acesso a redes sociais, governo de Xi Jinping exige que a Apple remova de sua loja no país o aplicativo do jornal “The New York Times”

No país mais populoso do planeta, os cidadãos são proibidos de acessar redes sociais como Facebook e Twitter. Nem mesmo pesquisas na internet pelo Google são toleradas. Há duas semanas, os chineses foram surpreendidos com mais uma forma de censura: o aplicativo que permitia acessar as notícias do jornal “The New York Times” por meio do sistema iOS também foi banido. O site do jornal americano já havia sido bloqueado na China em 2012, após a publicação de um artigo que detalhava a fortuna do ex-primeiro ministro Wen Jiabao e sua família. A pedido do governo do presidente Xi Jinping, a Apple, fabricante do iPhone e do iPad, removeu o aplicativo de sua loja no país.

Em junho, a agência de administração do ciberespaço da China baniu aplicativos que possam “publicar ou divulgar informações proibidas”. As restrições incluem “participar de atividades que coloquem em risco a segurança nacional, interrompam a ordem social ou violem os interesses e direitos legítimos de outros”. É difícil imaginar de que forma o “The New York Times” viola essas normas.

Curiosamente, ao acatar o pedido do PC chinês a Apple vai contra a liberdade que sempre pregou. No ano passado, a empresa recusou um pedido do governo dos Estados Unidos para desbloquear o iPhone de um suspeito de terrorismo. Na época, Tim Cook, o sucessor de Steve Jobs, disse que seria um precedente perigoso, “que ameaça as liberdades civis.”

RETROCESSO
A mudança de postura tem explicação econômica. A China é o terceiro maior mercado da Apple, com uma receita de US$ 8,8 bilhões apenas no quarto trimestre do ano passado. A maior concorrência de rivais domésticos, contudo, tem feito as vendas caírem. O faturamento recuou 30% em 2016. Tim Cook visitou a China algumas vezes no ano passado para tentar recuperar os clientes perdidos.

Para o governo chinês, todos os sites estrangeiros vistos como uma ameaça ao Partido Comunista são automaticamente afastados do alcance dos cidadãos. Wikipédia, Youtube, Instagram e até o Linkedin entram na lista de sites proibidos no país.

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– E por quê se fica quieto contra o Irã, Venezuela, Coréia do Norte…?

Existe muita hipocrisia em nosso país na defesa do próximo. Quer uma prova disso?

Há movimentos radicais que reclamam da violação de Direitos Humanos. Não os critico, pois, afinal, são pessoas sensíveis que lutam, como o próprio nome diz, pelos direitos das pessoas.

Entretanto, àqueles que defendem os Direitos Humanos MAS estão atrelados aos partidos políticos de ideologia simpática ao fanatismo lulo-político (preste atenção: não citei a pessoa filiada ao PT, mas o “doente apaixonado por Lula”), parece que tais atos de luta pela igualdade são, conforme agem, de acordo com a posição política e não ao sofrimento de quem tem os direitos violados.

Veja só o que o Irã está fazendo contra a democracia e a covardia de como tratam as mulheres por lá: você viu a falsa corja de intelectuais tupiniquins reclamando disso?

Observe a miséria e a humilhação da indignidade que Hugo Cháves e depois Nicolas Maduro deixaram na Venezuela: aqueles que sempre aparecem na TV e que defendem Lula e esses seus amigos (não nos esqueçamos: o Brasil de Luiz Inácio fazia tudo para os vizinhos que abusavam da ditadura de esquerda) não aparecem condenando essas barbaridades?

Por fim: vide os comunistas da Coréia do Norte, regidos por um louco que se gaba por ter um dedo pronto para apertar um botão nuclear! Como o povo é tratado como gado, num mundo fechado em um paupérrimo lugar, confinados a ali morrerem. Quem dos defensores de Direitos Humanos “de interesse político” aparecem para gritar?

Saúdo aos defensores interessados de defender a humanidade sem estarem atrelados a legenda política. Aos outros, com interesses escusos, não há porque deixar de criticar.

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– Enfim a Arábia Saudita poderá ter Cinema!

Neste ano de 2017, duas revoluções na rigorosa vida dos sauditas: A Arábia permitiu que mulheres possam dirigir e, depois de 35 anos, liberou a abertura de salas de cinema!

Ainda bem que estamos no século XXI…

Extraído de: https://brasil.elpais.com/brasil/2017/12/11/internacional/1512986577_424315.html

ARÁBIA SAUDITA AUTORIZA ABERTURA DE SALAS DE CINEMA

por Angeles Espinosa

Ministério da Cultura e Informação vai começar a conceder alvarás imediatamente e espera que os primeiros multiplex abram em março de 2018

A Arábia Saudita autorizou nesta segunda-feira a abertura de salas de cinema no reino pela primeira vez em quase quatro décadas. O Ministério de Cultura e Informação vai começar a conceder alvarás de forma imediata e calcula que os primeiros multiplex abram ao público em março do ano que vem. A medida, longamente esperada, é parte do programa de reformas lançado pelo príncipe herdeiro Mohamed bin Salman (conhecido pelas iniciais MBS) para modernizar o país. Prevê-se que o primeiro cinema de Riad seja inaugurado com a projeção de Born a King (“nascido rei”), primeira superprodução rodada no reino sunita, com direção do espanhol Agustí Villaronga.

“Isto marca um antes e um depois no desenvolvimento da economia cultural no reino”, declarou o ministro da Cultura e Informação, Awwad Alawwad. Em nota, ele antecipou também que a Comissão Geral de Meios Audiovisuais iniciou um processo para facilitar as autorizações necessárias. “Esperamos que os primeiros cinemas abram em março de 2018”, afirma o ministro, que preside essa comissão.

Estes serão os primeiros alvarás para a abertura de salas comerciais de cinema desde a sua proibição, no começo da década de 1980. Naquela época, a monarquia saudita, alarmada pela revolução islâmica do Irã e pela revolta de Meca, procurou se proteger reforçando seus laços com a cúpula religiosa wahabita, à qual concedeu enormes poderes em matéria educacional e de controle social. Esse pacto fez da Arábia Saudita um dos países com as normas mais anacrônicas do mundo.

A ausência de cinemas era só a ponta do iceberg de um sistema social que até agora proibia qualquer tipo de diversão em público. Entretanto, a conjunção de baixos preços do petróleo e a mudança geracional representada pela ascensão de MBS, o verdadeiro detentor do poder por trás do trono do seu pai, o rei Salman, motivaram uma reviravolta no reino. Necessitado de um novo modelo produtivo, o príncipe compreendeu que a mudança seria impossível sem reformas sociais radicais. Junto com a decisão de autorizar as mulheres a dirigirem carros, a medida anunciada nesta segunda-feira representa um dos pilares desse projeto.

“A abertura de cinemas servirá como catalisador para o crescimento econômico e a diversificação; ao desenvolver o setor cultural em geral, criaremos novos empregos e oportunidades de formação, além de enriquecer as opções de entretenimento no reino”, afirmou Alawwad.

Desde o lançamento do programa de reformas Visão 2030, os sauditas sabiam que a abertura de cinemas não era questão de se, mas de quando. Durante a recente visita desta correspondente a Riad, os interlocutores observavam que os projetos de vários shopping-centers atualmente já previam espaço para os cinemas multiplex. Também davam como certo que a honra de inaugurar esta nova fase caberia a Born a King, que na época estava terminando de ser rodado complexo palaciano de Atheriyah, na periferia da capital saudita.

Com um orçamento de 20 milhões de dólares (65,8 milhões de reais), a produção hispano-britânica Born a King narra a missão diplomática que Abdulaziz ibn Saud, o primeiro monarca saudita, encomendou ao seu filho caçula Faisal em 1919. Com apenas 13 anos, o príncipe foi enviado a Londres para convencer os ingleses a apoiarem o reino que Saud tentava fundar na Arábia. Realizar esse filme foi uma aventura sem precedentes, num país que não só carece de tradição cinematográfica como também é, ainda hoje, muito fechado ao turismo.

“Tivemos que inventar tudo, porque não havia infraestrutura”, dizia Villaronga numa pausa das filmagens. E referia-se literalmente a tudo, começando pela própria produtora que lhes prestou serviços de apoio, a Nebras Film, criada por um construtor que viu uma oportunidade de negócio num setor até então praticamente inexistente na Arábia Saudita.

Até hoje, apenas dois longas-metragens foram filmados no reino com atores sauditas: O Sonho de Wadjda, de 2012, e Barakah Yoqabil Barakah, de 2016. Num país onde 70% da população tem menos de 30 anos, só quem tem mais de 50 se lembra das salas que existiam em Riad e Jidá até a década dos setenta do século passado. Essa carência obriga os cinéfilos sauditas a peregrinarem a Dubai ou ao Bahrein, como faziam os espanhóis na época franquista indo a Biarritz ou Perpignan para ver filmes proibidos pela censura.

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– Excessos de Extremismo Político no Brasil são e serão sempre nocivos.

A Comissão da Verdade está revendo várias barbaridades cometidas no período do regime militar brasileiro. Existiram crimes absurdos naquele período (das duas partes, claro; mas a da ditadura de direita foi muito maior). E esse é um tema muito atual, já que se dividiu o Brasil em Direita e Esquerda radicais. Os admiradores de Bolsonaro versus os apaixonados por Lula!

Infelizmente, pouco importa a esses militantes plano econômico e honestidade. Não adianta falar aos bolsonaristas sobre a competência e maleabilidade do seu candidato que ele não entenderá; tampouco convencer os lulistas que ele é um criminoso, que iludiu um país inteiro com assistencialismo demagogo sem alicerçar a dignidade do cidadão. Com pesar, não temos uma representativa candidatura moderada centrista.

E especificamente sobre “ditaduras” (não que chegaremos a tal ponto com Bolsonaro ou Lula, por pior que possam ser, pois o país não permitirá tal condição), sejam elas de esquerda ou de direita, nunca mais devemos deixar que surjam.  Nada de extremistas simpatizantes da esquerda de Cuba ou da China, tampouco aos radicais direitistas que de verde-oliva dominaram o Brasil. 

Digo tudo isso pois ao ler um dos relatos (veja abaixo), me impressionou a crueldade e a insensibilidade daqueles que se intitulavam “autoridade” no triste período da história recente da nossa nação.

Abaixo, extraído de: http://uol.com/bwd366

TORTURA

Baleado, preso, amputado, torturado, exilado. Sobrevivente da ditadura militar (1964-1985). Falamos de Manoel da Conceição, 80, líder camponês do interior do Maranhão, cuja história é contada no relatório da CNV (Comissão Nacional da Verdade). Os abusos cometidos contra o lavrador nos porões da ditadura chamaram tanto a atenção na década de 1970 que o papa Paulo 6º chegou a intervir a seu favor e pedir sua libertação.

De família evangélica, seguidora da Assembleia de Deus, Conceição presidia o Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Pindaré-Mirim, município situado 177 km ao sul de São Luís, quando os militares tomaram o poder com um golpe em 1964. Formado na luta pela reforma agrária, a organização era o primeiro sindicato rural da história do Maranhão.

De imediato, o Exército ocupou a sede da entidade e ali ficou por 60 dias. Duzentos lavradores foram presos. Somente no mês de junho daquele ano, Conceição foi preso cinco vezes na cadeia municipal.

Mesmo fechado pela ditadura, o sindicato tinha 4 mil filiados em 1968, quando a polícia invadiu uma de suas sedes e baleou o dirigente na perna direita. Após seis dias preso e sem ser medicado, teve de amputar a perna.

Nesta época, Conceição e outros lavradores integravam a organização de esquerda Ação Popular, que lhe ajudou a obter uma perna mecânica. O Maranhão era governado por José Sarney, ex-presidente do país (1985-1990) e atual senador pelo PMDB-AP.

O camponês conseguiu reorganizar o movimento de lavradores na região, mas em janeiro de 1972, durante o governo do general Emílio Médici, auge da repressão no Brasil, foi preso no município vizinho de Trufilândia e transferido para a capital maranhense.

“Em 24 de fevereiro, foi sequestrado por agentes do DOI-Codi e movido para o Rio de Janeiro. Foi entregue ao Comando do I Exército e levado para o quartel da PE [Polícia do Exército] no bairro da Tijuca. Logo que chegou à ‘antessala do inferno’, nome que os próprios agentes davam ao lugar, a perna mecânica foi arrancada e, nu, foi colocado na ‘geladeira’, a solitária, onde era tratado literalmente a pão e água, entre sessões de interrogatório e torturas”, afirma a Comissão da Verdade.

PREGO NO PÊNIS

O documento contém um relato chocante feito por Conceição em depoimento à comissão. As torturas que sofreu foram além do choque elétrico, do pau de arara e do espancamento. “Levantaram meus braços com cordas amarradas ao teto, colocaram meu pênis e os testículos em cima da mesa e com uma sovela fina de agulhas de costurar pano deram mais de trinta furadas. Depois bateram um prego no meu pênis e o deixaram durante horas pregado na mesa”.

O paradeiro de Conceição, que tinha à época dois filhos do primeiro casamento, era desconhecido pela família. Depois de sete meses sob tortura no Rio, foi levado para Fortaleza.

Em maio de 1975, Conceição foi condenado a três anos de reclusão pela Justiça Militar. Como já tinha passado mais tempo do que isso na prisão, foi libertado. Anos depois, após recursos, a Justiça decidiu absolvê-lo.

De acordo com a Comissão da Verdade, o sindicalista contou com o apoio do arcebispo de Fortaleza, dom Aloísio Lorscheider, então presidente da CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil), para viajar para São Paulo, onde foi internado no hospital Santa Catarina graças à ajuda do cardeal dom Paulo Evaristo Arns e do pastor presbiteriano Jaime Wright.

“Devido à tortura, o agricultor urinava através de sonda e ficou impotente por anos. Depois de um mês de tratamento no hospital, ele foi para a casa do padre Domingos Barbé, em Osasco. Na manhã de 28 de outubro de 1975, a casa foi invadida por policiais, que levaram Manoel para o Deops paulista, onde o jogaram nu numa fossa cúbica, não muito longe da sala de torturas (…). Além do espancamento e choques elétricos, Conceição era ameaçado por policiais do DOI-Codi, que avisavam: ‘Sua prisão não tem nada a ver com a Justiça, que foi incapaz de julgá-lo. O problema é nosso'”, afirma o relatório.

INTERVENÇÃO DO PAPA

Tamanho abuso provocou uma mobilização que ultrapassou as fronteiras do país. “Na ocasião, o papa Paulo 6º enviou um telegrama ao general Ernesto Geisel [então presidente do país], pedindo por sua vida e exigindo libertação. Em 11 de dezembro de 1975, Manoel foi finalmente solto e ficou sob a proteção da Anistia Internacional, que providenciou seu exílio em Genebra, na Suíça, para onde partiu em março de 1976”, relata a Comissão da Verdade.

Conceição foi para a Europa com a assistente social Maria Denise Barbosa Leal, que trabalhava no presídio de Aquiraz, na região metropolitana de Fortaleza. A filha única do casal nasceu durante o exílio. 

Com o processo de abertura política no Brasil e a aprovação da Lei da Anistia, a família decidiu voltar ao país em 1979 e se instalar no Recife. Conceição ajudou a fundar o PT. Segundo Denise, o marido assinou a ficha de filiação de número três quando o partido foi criado em fevereiro de 1980. 

Na primeira eleição que o PT disputou, em 1982, Conceição candidatou-se a governador de Pernambuco. Ficou em último lugar entre os quatro candidatos, com 4.027 votos. “A campanha não tinha absolutamente nada. Ele [Conceição] fazia discurso em cima de um caixote”, lembra Denise, 74, que se formou em Direito e também foi filiada ao PT.

Em 1986, a família se mudou para o Maranhão e se fixou em Imperatriz, no sul do Estado. Conceição se candidatou a deputado federal e a senador, mas não se elegeu. Em 2010, ele e o deputado federal Domingos Dutra (então PT-MA) fizeram greve de fome contra o apoio da direção nacional petista à reeleição de Roseana Sarney (PMDB) para o governo do Maranhão.

Segundo Denise, Conceição debilitou-se desde então. Hoje, está bem fisicamente, diz a companheira, mas tem problemas de memória, o que prejudica sua comunicação. “Só volta a viver quando discute reforma agrária, a luta pelo meio ambiente e a luta por justiça. Aí toma alma nova”, conta.

EVANGÉLICOS PERSEGUIDOS

Por sua origem na Assembleia de Deus, o caso de Manoel da Conceição aparece no relatório da Comissão da Verdade na parte dedicada à perseguição de religiosos protestantes, também chamados de evangélicos.

O documento lista sete evangélicos que morreram ou desapareceram por causa das ações dos órgãos de repressão da ditadura. A relação tem os presbiterianos Juarez Guimarães de Brito, Ivan Mota Dias e Paulo Stuart Wright; os irmãos metodistas Daniel, Joel e Devanir de Carvalho; e a também metodista Heleny Telles Ferreira Guariba.

“Os protestantes com engajamento social, especialmente, aqueles vinculados ao movimento ecumênico, eram identificados pelos agentes do sistema como inimigos da nação. Protestantes e o movimento ecumênico estiveram sob constante investigação das agências de inteligência, com base na compreensão de que tinham poder de disseminação de ideias contrárias à Doutrina de Segurança Nacional”, aponta o relatório.

Fundada em 1934, a CEB (Confederação Evangélica do Brasil), organização das principais igrejas protestantes brasileiras, foi invadida logo após o golpe de 1964 e teve seus arquivos apreendidos. “Diversos integrantes do movimento ecumênico protestante passaram pela experiência do enquadramento em inquéritos policiais militares (…): foram presos, outros torturados ou tiveram de fugir do Brasil”.

Entre anglicanos, metodistas, presbiterianos e integrantes da Assembleia de Deus, 14 evangélicos foram expulsos ou fugiram do país durante a ditadura.

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– Dilma Rousseff e a ridícula declaração sobre Coisa de Preto!

Tolice ou Mau uso de Expressão?

A ex-presidente Dilma Rousseff quis fazer demagogia (não há outra explicação) e falou uma bobagem absurda, reproduzida no twitter oficial dela (@dilmabr), compilada de uma fala dela própria ao jornal alemão Deutsche Welle.

Disse:

Sabe o que eu acho que é o novo? Esse foi um pensamento que tive depois do caso do William Waack. Você sabe o que é coisa de preto? O PT é coisa de preto. O Lula é coisa de preto. Nós somos coisa de preto. Eu sou uma coisa de preto”.

Não, Dilma. Nunca se relacione a “Preto” e seja mais correta: é NEGRO! E negro não é bandido. O PT, a Senhora e o Lula são indubitavelmente incomparáveis aos Negros.

O negro é sofrido, ainda sente os resquícios históricos de sofrimento dos seus antepassados escravos. São batalhadores, trabalhadores e honestos. Já a sua turma, dona Dilma (incluindo José Genoíno, Zé Dirceu, Palocci, Gleise e outros) não se pode comprovadamente dizer o mesmo.

Enquanto o partido se corrompe, enriquece e diz ser vítima, o cidadão negro que labuta é a real vítima. O PT (assim como outros partidos) tem corruptos de sobra e roubam milhões enquanto o negro procura trabalhar honestamente para garantir seu pão.

É até constrangedor ler tal declaração…

Aliás, não existem raças, existe apenas uma raça: a raça humana, onde todos devem ter os mesmos direitos e deveres, independente da cor da pele ou etnia.

Ops, não vejo negros na equipe de Dilma enquanto Chefe de Governo (e não é que o Temer estava lá)?

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– Ser contra, a favor ou neutro à Ideologia de Gênero defendida por Judith Butler

Judith Butler, 61 anos, é uma filósofa americana conhecida internacionalmente. É dela o trabalho “Undoing Gener” (Desfazendo o Gênero), e se tornou ídolo “queer” (pessoas adeptas a um movimento onde se defende que a orientação e a identidade sexual – que julgam ser coisas separadas – são resultado da construção social da pessoa).

Ela é uma das defensoras da Ideologia de Gênero, tão polemizada nos últimos tempos, e estará no Sesc Pompéia entre o dia 07 e 09 de novembro, juntamente com outros professores, no evento “Os Fins da Democracia”, que falará amplamente de diversos assuntos da Sociedade.

Entretanto, há uma grande manifestação de pessoas contrárias à vinda dela em nosso país. Outros, simpatizantes das suas ideias e dos seus ideias, prometem fazer uma recepção digna de pop star à teórica.

Claro, existem ações extremadas de radicais dos dois lados, mas o mote é outro: defensores da Ideologia de Gênero têm Judith como um símbolo da causa. Respeito quem pratica essa Ideologia (a de que crianças nascem e se definem meninos héteros ou meninos gays, idem às meninas ou ainda se tornam sem identidade e orientação sexual e que conformem crescem podem ser moldadas). Mas importante: respeitar não é defender ou fazer apologia!

Assim como discordo (embora respeite democraticamente quem defenda) a Ideologia de Gênero, posso (e é meu direito) expressar que defendo, faço apologia, luto pela causa de que a família nuclear constituída por pai, mãe e filhos (meninos que crescerão homens e gostarão de mulheres e meninas que crescerão mulheres e que gostarão de homens) é a coisa natural e correta.

Ué, por que uma senhora do movimento queer pregando que a sexualidade é construída ao longo do tempo e que criança não é menino e nem menina, mas meninx (detesto essa moda do x para dizer que não tem sexo definido), pode estar certa para alguns, e eu, católico, casado e pai de duas lindas filhas crianças não posso pregar que o ideal é que minhas meninas um dia casem com homens honrados, respeitosos, trabalhadores e que constituam uma linda família me dando netos tão maravilhosos quanto elas são?

Se você olhar pela ótica cristã, Deus fez o homem e a mulher, mandando-os que povoassem a Terra (claro que Adão e Eva na Bíblia representam os primeiros homens e as primeiras mulheres, o Catolicismo sabe que essa forma foi a encontrada pelos autores do Gênesis para apresentarem um Deus Criador e Senhor). É meu direito ter crença, acreditar na minha Fé e fazer disso a minha verdade (é inclusive garantia inconstitucional de um Estado que é laico – laico não significa ateu, mas independente/ neutro na acepção da palavra). É natural, então, que homens se casem com mulheres e tenham filhos, na minha verdade (na nossa e da maioria), que é diferente da verdade defendida por Butler e seus seguidores. Há de se permitir a fala de todos, mesmo discordando.

Entretanto, se alguém entende que criança nasça com o sexo a definir em identidade (se vai escolher ser homem ou mulher) e em orientação (se vai querer gostar de homem ou de mulher ou de qualquer outra identidade criada), deve-se respeitar. SÓ QUE… Não venha me impor tal verdade – que é a do pessoal que defende a Identidade de Gênero! Assim como querem ser respeitados, que respeitem quem pensa como eu. Em hipótese alguma isso deve ser levado às escolas como método de tratamento aos nossos inocentes e ensino às criancinhas.

Parem URGENTEMENTE de confundirem a cabeça dos pequenos e sexualizar tão precocemente nas instituições de ensino. Desenvolvimento e orientação sexual não é para tal ambiente, mas sim para os pais e mães ensinarem. Escola é para ensinar Matemática, Geografia, Português, História, Sociologia, Política (apartidariamente). Essas outras coisas ensinam-se em casa!

Com pesar, parece que o sexo se tornou a coisa mais importante do mundo. Estamos virando uma nação de tarados?

Deixem Judith Bluter falar aos seus adeptos e seguidores. Eu, você que pensa como eu, católicos, evangélicos, judeus, ateus e agnósticos e tantas outras pessoas (a maioria delas) que entende ser errado querer IMPOR a Ideologia de Gênero nas instituições públicas de ensino, ignorem a filósofa (não por ser queer, mas pelo seu ideário).

Vivemos de fato uma democracia torta. Está virando pecado pensar diferente daqueles que querem impor a sua cultura. A pessoa pode defender a ideologia de Gênero pois vivemos uma democracia; mas eu não posso criticar, e vivo nessa mesma democracia?

Aí a gente fica louco… Simplesmente e no português “das ruas”: quem gosta, se delicie. Quem é contra, não se contamine por esses propósitos. E “cada um no seu quadrado”.

O que não pode, insisto, é essa maldita IMPOSIÇÃO de que a criança deve escolher o seu sexo no comportamento do dia-a-dia e que tipo de sexo quer fazer. Deixem as crianças serem puras, inocentes e infantis.

Por fim: eu não quero professor (eu sou professor!) falando às minhas filhas que elas podem ser meninos e gostarem de meninos e meninas. Repito: não é esse o papel das escolas.

E você, o que pensa sobre isso?

Deixe seu comentário de maneira respeitosa (palavrões / radicalismos chulos são bloqueados pelo filtro):

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– George Weah eleito presidente da Libéria!

Monrovia, a capital liberiana, está em festa. Pelo CDC (traduzindo de forma rebuscada: Partido da Mudança Democrática), o ex-jogador do Milan, melhor do mundo em 1995 (e que nunca pode jogar uma Copa do Mundo por motivos óbvios), George Weah, foi eleito Presidente da República na 1a eleição por voto direto em 73 anos!

Weah foi um dos craques mais emblemáticos que vi, justamente por vir de uma nação sem representatividade do futebol e sempre se preocupar com a pobreza do país. Ele foi o 1o africano a ser eleito o melhor jogador do mundo, e creio que também se tornou o 1o jogador de futebol a ser eleito Presidente de uma nação.

Boa sorte a ele e parabéns ao povo da Libéria por resgatar a Democracia em seu país neste momento tão ruim da diplomacia mundial.

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– E o Bullying às Avessas?

O escritor Rodrigo Constantino, em sua coluna semanal na Revista Isto É, cutucou um tema doloroso para o mundo de extremo-liberalismo: o “bulliyng do ‘corretinho’ cidadão”.

Antes, a preocupação era bolinar (sim, o termo aportuguesado é esse) contra as minorias. Mas quem são esses indivíduos “diferentes dos dias atuais”?

Leia o texto até o final e depois responda: você tem vergonha de ser o que você realmente é?

Extraído de: http://istoe.com.br/saindo-do-armario/?platform=hootsuite

SAINDO DO ARMÁRIO

João era um aluno exemplar. Não matava aula para fumar maconha, não fazia bagunça, não desrespeitava o professor, nem mesmo quando ele aparecia com um broche do seu partido na escola, o que é proibido. Sentava na primeira fila e tirava notas boas. Mas João tinha um “problema”, e por isso sofria bullying dos colegas, era alvo do escárnio de seus pares, e até o professor o intimidava.

Pedro queria muito ser um cineasta. Desde cedo via tudo que era filme, adorava os melhores diretores, lia sobre o assunto, era muito esforçado. Acabou acumulando um vasto conhecimento na área, de dar inveja aos melhores profissionais do ramo. Mas Pedro tinha um “defeito”, e por isso era constantemente boicotado, não recebia um só centavo da Lei Rouanet.

Mariana era uma boa menina. Numa vizinhança dominada pelo tráfico, ela fazia questão de usar uma roupa decente, de falar um português correto, gostava de música clássica e lia Shakespeare, além de cuidar da avó. Ela namorava firme e frequentava a missa aos domingos. Mas Mariana tinha um grave “ponto fraco”, e por isso era ameaçada pelos vizinhos.

Tanto João como Pedro e Mariana eram liberais com viés conservador. Eram, portanto, a menor minoria de todas em seus respectivos ambientes. Na escola de João, a maioria era socialista, inclusive o professor, que bancava o militante em sala de aula e escrevia “Fora, Temer” no quadro. Havia adesivos do PSOL no mural, e o grande “problema” de João era não aderir ao politicamente correto, preferir ler os clássicos em vez de repetir slogans marxistas. Sofria represália por isso.

Já Pedro tinha excelentes ideias de filmes, queria falar sobre o amor entre um homem e uma mulher, sobre virtudes como o heroísmo individual, a coragem, a determinação. Coitado! Era ridicularizado por todos, alvo dos mais duros ataques daqueles que recebiam polpudas verbas públicas e faziam filmes elogiando comunistas. Pedro era um estranho naquele ninho, uma minoria punida por seu “defeito”: a ideologia errada.

Mariana, por sua vez, só queria ser feliz com seu namorado, absorver as lições bíblicas aos domingos, mergulhar nas incríveis histórias shakespearianas sobre a natureza humana, imutável ao longo dos séculos. Mas não a deixavam em paz. Ela era vítima dos mais sujos rótulos, pois não simpatizava com o movimento feminista, não era da turma LGBT, não achava que banalizar o aborto era algo legal.

Por muito tempo os três sofreram calados a condição de minorias atormentadas. Não mais! Agora eles decidiram sair de vez do armário. Resolveram se assumir pelo que são: liberais clássicos e conservadores, fãs de Reagan e Thatcher, ou “coxinhas reacionários” pela ótica de seus detratores. Passara da hora de reagir…

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– ESCLARECIMENTO: sobre o educado e respeitoso debate em mais de 140 caracteres com ex-árbitros.

Como a conversa foi pública, e recebi algumas mensagens via E-mail, Messenger e WhatsApp perguntando sobre uma determinada situação via Twitter, acho importante esclarece-la a fim de não precisar responder individualmente às pessoas que têm me questionado (afinal, a minha caixa de mensagens lotou com perguntas de quem possa estar interpretando mal, envolvendo outras pessoas).

Na manhã do dia 24 de agosto, fui citado num tuíte do ex-árbitro Guilherme Ceretta ao ex-árbitro da FIFA Sálvio Spinola Fagundes, atualmente comentarista dos canais ESPN. A questão se iniciou com essa pertinente postagem sobre a má escala de um bom árbitro carioca no jogo entre Cruzeiro x Grêmio, que definiria o adversário na final da Copa do Brasil com o vencedor de Flamengo x Botafogo (o que concordo plenamente com Sálvio – se temos 10 árbitros FIFA, por que justo um carioca?). Veja:

1

Meu comentário foi a respeito da independência de quem pode criticar, já que muitos árbitros e ex-árbitros procuram afagos dos dirigentes atuais e se submetem à defesa dos cartolas do apito, inconteste. E reafirmo a minha concordância com o amigo Sálvio Spinola, discordando respeitosamente do também ex-colega Daniel Destro, pois isso não é, em meu parecer, “alimentar imaginário popular”, mas é sim colocar o dedo na ferida de um erro de escala. Para minha surpresa, fui citado por Ceretta. Abaixo, onde tento entender o motivo ao qual sou questionado:

2

Ora, repito aqui: se fez por merecer, elogios. Se não foi bem, críticas respeitosas acusando o erro e a regra correta. Normal. E mais: quem disse que precisa ter apitado clássico para conhecer as Regras? Pelé, maior jogador de futebol de todos os tempos, nunca foi treinador de ponta. Tite, Felipão, Luxemburgo ou Parreira, só tiveram o devido reconhecimento como treinadores. Ou vai me dizer, por essa lógica, que comentarista esportivo nada entende? Na discordância respeitosa, abaixo:

3

Na nova resposta, lembro que os homens mais corretos do entendimento das Regras do Futebol, assim como eu, não foram árbitros do quadro da FIFA. Alguém se recorda do grande professor e instrutor FIFA Gustavo Caetano Rogério apitando Flamengo x Vasco no Maracanã? Ou de Roberto Perassi, professor da Escola de Árbitros e também instrutor FIFA, quando encerrou a carreira num Palmeiras x Corinthians? Pois bem: nem sempre o “craque em campo” é o melhor professor, e vice-versa. Segue na ordem do twitter:

4

Educadamente, mostrei a contradição. Se eu nunca apitei uma situação semelhante de semifinal de Copa do Brasil (assim como os citados Perassi e prof Gustavo, anos-luz à minha frente em estudos e conhecimento), e por tal motivo não poderia comentar arbitragem (segundo a lógica dita pelo colega), me causa espanto a defesa de Ceretta do Coronel Marcos Marinho, que nunca foi árbitro de futebol, mas que pode escalar os apitadores! Como explicar? O que o militar apitou? Abaixo:

5

Enfim: ser educado com o trato das pessoas não é sinal de competência na área técnica. Sou muito cortês com todos, mas eu não posso dirigir uma ação de combate da Polícia Militar. A situação inversa se faz verdadeira também. Ademais, é notório que houve regressão na qualidade da arbitragem paulista. Continua:

6

Penúltimo comentário dos tuítes: a minha discórdia vai pela questão técnica e da competência do cargo. Nada pessoal contra o Coronel Marinho e seu assessor da época de FPF, Arthur Alves Júnior (o Arthurzinho do Sindicato). Creio que são pessoas honestas, mas entendo que o cargo que exerceram/exercem trouxe/traz regressão à qualidade dos árbitros do estado de São Paulo, respingando na má atuação no Campeonato Brasileiro também. Nossa última mensagem:

Ultima

Claro que desejo credibilidade, e nesse ponto concordo com Ceretta mas faço uma correção: tem que acabar não com a política, mas com a politicagem!

Portanto, reitero: foi um bate-papo respeitoso, esclarecedor, que vez por outra pode ser um pouco confuso pela permissão de apenas 140 caracteres do Twitter. Aceito as opiniões do ex-árbitro Daniel Destro do Carmo, que por sinal é o tradutor do Livro de Regras para o português (parabéns pelo esforço), ao Guilherme Ceretta de Lima (que estava ou está nos EUA, é micro-empresário e não sei se ainda exerce o ofício de modelo) e ao Sálvio Spinola Fagundes Filho (este conhecido internacionalmente e que dispensa apresentações).

Tomamos rumos diferentes em nossas carreiras pós-arbitragem dentro de campo, e todos podemos ter discordância de opiniões, afinal é a democracia – desde que sejam educadas, sem animosidades e conflitos de relacionamento, mesmo que haja simpatia por determinado estilo literário ou caminho ideológico do mundo do futebol. O meu, certamente, é desprovido de vaidade, de aproximação de dirigentes ou bajulação de membros das entidades citadas (como também devo crer dos meus amigos citados na pública conversa). Aliás, se não fosse aberta, é claro que não faria esse necessário esclarecimento. Gosto e sou apaixonado pela prática e pelo estudo do futebol, seja na questão tática/prática/teórica, na sociologia do esporte como entretenimento/ciência/business e, evidentemente, na arbitragem e suas regras de futebol. Estamos sempre humildemente estudando e aprendendo, pois nunca seremos donos da razão – sejam nas searas do futebol (como colunista e comentarista em Rádio, TV e Jornal), nas minhas atividades comerciais (que nada têm a ver com o esporte) ou nas acadêmicas (que são de ciências gerenciais).

Esporte é amizade, é ética, é honestidade. Fair play. Que todos tenham a opinião respeitada e nunca censurada.

Atenciosamente,

Rafael Porcari
rafaelporcari@gmail.com
ProfessorRafaelPorcari.com
PergunteAoArbitro.Wordpress.com

MENSAGEM PARA REFLEXÃO
“O esporte deve servir para inspirar os valores éticos e cristãos” – Papa João Paulo II

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– A Intolerância tomando conta do Mundo.

CharlottesVille é o retrato de um mundo intolerante! Por lá, americanos dizem que querem “tomar o país de volta”, se autointitulam sem vergonha alguma de nazistas e bradam contra hispânicos, muçulmanos, judeus, negros e gays!

A Sociedade, tão avançada tecnologicamente, regride socialmente?

E, lamentavelmente, um ex-presidente no Brasil diz que se eleito for novamente, regulará a imprensa. Tucanaram o termo “censura”?

O que o homem está fazendo das suas relações sociais, meu Deus!… Dando voz à supremacia branca e calando os opositores?

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– O Discurso de Trump sobre a Venezuela. É pra valer ou somente chantagem militar?

Será que a ditadura de Nicolás Maduro, que censura a oposição e deixa sem recursos a população, acabará por conta do uso bélico dos EUA?

Donald Trump é sabidamente austero. Quando há dias declarou que poderia fazer uso da força militar para acalmar Caracas, o sinal de alerta sobre a América do Sul foi ligado.

Será que a intervenção americana nos hermanos acontecerá o é apenas discurso para amedrontar os malucos chavistas?

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– Como solucionar um país politicamente rachado?

Ninguém tem dúvida que o Brasil está dividido: é “esquerda contra direita”, “nós contra eles”, “PT x PSDB”, “Mortadela x Coxinha” e outras coisas que criam.

É assim que resolveremos? Bipartidariamente? Criando um muro ideológico? Com fanatismo de Fla-Flu?

É claro que não. Já se começou uma suposta eleição nas redes sociais de Lula ou Haddad ou Marina ou Ciro versus Alckmin ou Dória ou Serra ou Bolsonaro.

Essa turma que salvará nossa nação?

O Brasil precisa de UNIÃO, do povo se juntando contra a corrupção e contra os políticos viciados em defender o interesse deles próprios. Não se pode rachar a própria população.

Ou será que temos uma 3a parte do país: aquela que não se interessa por nada?

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– A torta democracia na Venezuela e a ridícula conversação no Brasil

Foram 16 mortos e 50 feridos em brigas nas eleições parlamentares venezuelanas (ocorridas ontem), onde a ditadura iniciada por Hugo Chávez e continuada por Nicolas Maduro (mesmo não se assumindo oficialmente ditador) impede a liberdade de expressão e a ação da oposição dos populares. Triste é ouvir a presidente do PT, Gleise Hoffmann, fazer tal defesa dos governantes situacionistas de lá e declarar abertamente apoio ao PSVU (lembrando que lá falta comida e sobra petróleo). Sem contar que, na hora de votar, não foi achado o cadastro de eleitor de Maduro, que até fez pose em frente a cabine, tornando-se um mico imenso.

Tão triste é ver Aécio Neves jantando alegremente com Michel Temer a fim de “discutirem o futuro do Brasil”. São eles, tão sujo quantos os demais envolvidos na Lava-Jato, que salvarão a nação?

Parem o país que eu quero descer… Ou deveria dizer: “Parem a América do Sul”?

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– Dever-se-ia protestar contra Temer sim (pacificamente). Mas para Lula, Dilma, Aécio e Alckmin também!

Perguntar não ofende: onde estavam os “pseudos guerrilheiros da democracia” quando Dilma fazia suas artes e Lula tentava dar o golpe como Ministro da Casa Civil? Não sei, só sei que ontem eles “quebraram e incendiaram” a Capital Federal. Puro vandalismo…

Desejo a prisão de Temer, Aécio, Lula, Dilma e tantos outros corruptos. Mas é curioso ver que os Sindicatos que promoveram baderna (sim, não foi protesto pacífico) não fizeram esses atos contra a corrupção contra os governantes anteriores.

Por quê será não? Os quase 14 milhões de desempregados surgiram nesse atual, criminoso e incompetente Governo Temer ou foram herança do igualmente criminoso e incompetente Governo anterior?

Fica a reflexão.

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– A Demissão de Reinaldo Azevedo e o Grampo de Andrea Neves

Viram que o jornalista Reinaldo Azevedo, amado por muitos e odiado pelo mesmo tanto, pediu demissão da Revista Veja após aparecer em conversa com Andrea, a irmã de Aécio Neves?

E olha que já ouvi o Reinaldo criticar (sem dó nem piedade – mas com razão) Lula, Dilma, PMDB, PSDB e recentemente o próprio Aécio.

Na conversa divulgada, ele criticou a capa da Revista Veja (onde trabalha) e dialogava com Andréa Neves como jornalista questionando a fonte. Não teve nada demais, nenhuma combinação de matéria tendenciosa ou outra coisa questionável para a investigação da Lava-Jato.

Sabe o que é preocupante? O fato de se divulgar uma conversa de jornalista com fonte – e que de nada era importante!

ACRÉSCIMO/ Atualizando: ele também pediu demissão da Jovem Pan, sendo o fim do “Os Pingos nos Is”.

Abaixo, a postagem do Reinaldo Azevedo em seu blog na Veja sobre o caso:

MEU ÚLTIMO POST NA VEJA

PF divulga trechos de conversa minha com Andrea Neves, uma das minhas fontes, em que faço críticas a uma reportagem da VEJA. Pedi demissão. Direção aceitou

Por Reinaldo Azevedo

Andrea Neves, Aécio Neves e perto de uma centena de outros políticos são minhas fontes. Trechos de duas conversas que mantive com Andrea, que estava grampeada, foram tornados públicos. Numa delas, faço uma crítica a uma reportagem da VEJA e afirmo que Rodrigo Janot é pré-candidato ao governo de Minas e que estava apurando essa informação. Em outro, falamos dos poetas Cláudio Manuel da Costa e Alvarenga Peixoto.

Fiz o que deveria fazer: pedi demissão — na verdade, mantenho um contrato com a VEJA e pedi o rompimento, com o que concordou a direção da revista.

Abaixo, segue a resposta que enviei ao BuzzFeed, que vai fazer ou já fez uma reportagem a respeito. Volto para encerrar. Mesmo!

Comecemos pelas consequências.

Pedi demissão da VEJA. Na verdade, temos um contrato, que está sendo rompido a meu pedido. E a direção da revista concordou.

1: não sou investigado;

2: a transcrição da conversa privada, entre jornalista e sua fonte, não guarda relação com o objeto da investigação;

3: tornar público esse tipo de conversa é só uma maneira de intimidar jornalistas;

4: como Andrea e Aécio são minhas fontes, achei, num primeiro momento, que pudessem fazer isso; depois, pensei que seria de tal sorte absurdo que não aconteceria;

5: mas me ocorreu em seguida: “se estimulam que se grave ilegalmente o presidente, por que não fariam isso com um jornalista que é crítico ao trabalho da patota?”;

6: em qualquer democracia do mundo, a divulgação da conversa de um jornalista com sua fonte seria considerada um escândalo. Por aqui, não;

7: tratem, senhores jornalistas, de só falar bem da Lava Jato, de incensar seus comandantes;

8: Andrea estava grampeada, eu não. A divulgação dessa conversa me tem como foco, não a ela;

9: bem, o blog está fora da VEJA. Se conseguir hospedá-lo em algum outro lugar, vocês ficarão sabendo;

10: o que se tem aí caracteriza um estado policial. Uma garantia constitucional de um indivíduo está sendo agredida por algo que nada tem a ver com a investigação;

11: e também há uma agressão a uma das garantias que tem a profissão. A menos que um crime esteja sendo cometido, o sigilo da conversa de um jornalista com sua fonte é um dos pilares do jornalismo.

ENCERRO – No próximo 24 de junho, meu blog completa 12 anos. Todo esse tempo, na VEJA. Foram muitos os enfrentamentos e me orgulho de todos eles. E também sou grato à revista por esses anos.

Nesse tempo, sob a direção de Eurípedes Alcântara ou de André Petry, sempre escrevi o que quis. Nunca houve interferência.

O saldo é extremamente positivo. A luta continua.

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– Venezuela e o Guru de Maduro

Você sabia que Nicolas Maduro, o ex-vice presidente de Hugo Chavez e que hoje é o mandatário da Venezuela, impondo uma ditadura sofrível e tornando o outrora rico país em uma sociedade comunista paupérrima, é seguidor do guru indiano Sathya Sai Baba?

Dessa forma, tornou-se um fanático místico, manifestando publicamente 3 “duvidosas” situações:

1) Disse que Chávez, falecido, lhe apareceu em formato de passarinho;

2) Atribuiu a eleição do Papa Francisco no conclave graças a intercessão de Chavez junto a Jesus; e

3) Criou a pedido de uma força superior o Ministério da Suprema Felicidade Social do Povo.

Tá bem o país vizinho ou não?

Enquanto isso, nossos irmãos venezuelanos cruzam a fronteira brasileira e, mesmo com o caos daqui, tentam uma vida melhor do que a Terra Natal deles, onde até papel higiênico falta!

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– 14 milhões de desempregados: sobre a greve, democracia, direito e vandalismo!

Há pouco o IBGE divulgou o índice de desemprego do Brasil: um recorde de mais de 14 milhões de brasileiros sem trabalho!

Curiosamente, hoje há a Greve Geral programada por algumas instituições. Lamentavelmente, vide quantas bandeiras vermelhas de movimentos radicais estão participando: MST, CUT e outros sindicatos.

Ôpa! Antes de criticar a postagem achando que sou de direita ou do partido X ou Y, sou apartidário, mas não alienado. Portanto, leia:

É claro que precisamos das reformas da Previdência e da Política, mas de maneira razoável. O trabalhador não pode ser onerado da forma que se pretende. A garantia dos direitos dos trabalhadores é fundamental, mas afrouxar o sem-número de obrigações do empregador, a fim de gerar mais emprego, idem.

O que me chama a atenção é: a data marcada! Uma sexta-feira, final de mês, emendando com o feriado prolongado? Além disso: o medo dos sindicalistas em perder a “boquinha” da poupada contribuição sindical que recebem. E o menos instruído (ou alienado, se você preferir), nem se manca ou faz vista grossa. E são os mesmos que acham que Lula e sua turma são pessoas honestas e que pensam no bem do cidadão. Diga-se o mesmo dos mais radicais ao contrário, iludidos por um tucanato de Aécio e Alckmim tão enrolado quanto os petistas.

E sabe o que mais dói? Ver tanto vagabundo e bandido tacando fogo em pneu nas rodovias, proibindo o direito de ir e vir das pessoas, usando maldosamente o discurso de “direito à greve” (que é sagrado, todos devem tê-lo) com a prática do vandalismo.

Por quê não se faz a manifestação em um domingo? Por quê forçar as pessoas que querem trabalhar a paralisar suas atividades? Por quê não respeitar a opinião alheia?

Insisto: eu sou contra as reformas da forma como foram propostas. Mas da maneira como se arquiteta esse protesto (com jeitão de coisa armada e com interesses de centrais sindicais tão nefastas), não compactuo.

Aliás: a herança do desemprego do nosso país não foi motivo de protesto dessa pessoal? Por quê MST, CUT e outros não saíram as ruas contra a corrupção do PT e de Lula (não vai dizer que ela não existiu) durante todo esse tempo? Dos 14 milhões de brasileiros na rua, a maior parte foi vitimada por essa cambada.

O pior é que existe uma geração tão crente em “notícia de WhatsApp”, afeita a Fake News, que dá dó… é o contraponto da geração que balança a cabeça para tudo: a que vê o “zip” e compartilha sem nem saber…

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– TSE e os novos partidos

Sabiam que há pedidos de 56 novos partidos políticos, a se somarem com os já exagerados 35 existentes?

Não dá para perceber nitidamente meia dúzia de ideologias, quanto mais quase 100! Dos pretendentes, existem: Partido Manancial de Direita, Partido Republicano Cristão (da Igreja Assembleia de Deus), Partido Nacional Indígena, Partido Muda Brasil (do condenado ao mensalão Valdemar da Costa Neto), o Novo Prona (em memória ao falecido Dr Enéas) e até o Partido Nacional Corintiano!

Não dá para levar a política brasileira a sério mesmo…

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– E a confusão na ACE Jundiaí?

Interminável essa novela das eleições na Associação Comercial Empresarial de Jundiaí, não?

Sou associado e conheço (não intimamente) o Regis Donatti Filho (candidato à reeleição) e Roberto Rezende (da oposição). Tenho por mim ambos como pessoas do bem. Uma pena que estejam ocorrendo desentendimentos entre eles (sem aqui fazer valor de juízo).

O Dirceu Cardoso (ou “Dirceuzinho” para os amigos), figuraça e pessoa boníssima, será o interventor escolhido pela Justiça até o fim do imbrólho.

Que tudo acabe bem, sem prejuízo para os comerciantes e/ou associados.

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– Trump barrando CNN e NYT?

Está parecendo garotinho mimado: o polêmico presidente americano Donald Trump proibiu a presença da Rede de Notícias CNN e do Jornal New York Times nas entrevistas coletivas na Casa Branca.

Motivo: eles criticam sua gestão…

Imaginem se um país contrariar os interesses desse cara? É guerra sem diálogo, certamente.

Trump não combina com o espírito democrático dos EUA, o tão propagado american way!

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– Censura cometida ou Regra cumprida? O Protesto da torcida do Paulista FC. 

A foto abaixo foi tirada por mim no jogo Paulista 0x2 Matonense, durante nossa transmissão pela Rádio Difusora. Quando falamos da existência desse protesto pacífico da torcida do Paulista (salvo engano, encabeçada pela Raça Tricolor), lembramos que não havia nada de condenável por tal ato. As orientações da FIFA proíbem (gostemos ou não) faixas com manifestações politico-partidárias, religiosas, racistas, homofóbicas e contra o organizador do evento. Nada impede de você criticar o cartola do seu clube. 

A PM retirou as faixas dos torcedores. Mas qual a justificativa?

NENHUMA. Qual das orientações foi violada?

Sem saber, talvez por excesso de autoridade ou pura ignorância, foi censurado tal protesto dos torcedores. 

– A Carta Capital tem um Perfil Fake ou escreveram a sério?

Custa a crer que não “sabotaram” o redator do twitter da Revista Carta Capital: um dos tuítes do perfil @cartacapital diz: “Queimar ônibus é uma das expressões da luta pelo direito humano ao transporte público”.

Ô louco! Isso é incitação à violência, uma grande bobagem. Manifestações, sejam quais forem elas, em uma sociedade democrática e ideal devem ser pacíficas. Aliás, se isso fosse correto, imagine se os manifestantes ateassem fogo nas redações em nome do direito humano de livre expressão”?

Pisada total na bola.

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– Dória, o Gari: demagogia ou simbolismo positivo?

O novo prefeito de São Paulo, João Dória, às 06h da manhã se vestiu como Gari (juntamente com seus secretários) para simbolizar a limpeza de uma nova SP e disposição para trabalhar.

Populismo?

Talvez… não precisa fazer isso, não? É só trabalhar honestamente.

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