– Argentina supera a Suíça na prorrogação, avança à semifinal e mantém vivo o sonho do tetracampeonato.

A Argentina venceu a Suíça na prorrogação e avançou às semifinais, mantendo vivo o sonho do tetracampeonato mundial. #Linkezine ⚽ O post Argentina …

Continua em: Argentina supera a Suíça na prorrogação, avança à semifinal e mantém vivo o sonho do tetracampeonato

– França ou Espanha?

Quem passará para a final: França ou Espanha?

Não sei. Mas sei que deve ser um jogão!

Imagem

– Um pocket show no intervalo da Copa não é desnecessário?

Vários artistas importantes cantarão no intervalo da final da Copa do Mundo 2026.

Isso é válido ou não?

Não gosto disso (mas respeito quem pensa diferente). Afinal, o espetáculo deve ter o futebol como protagonista.

Pior: haverá um intervalo de 30 minutos entre o 1º e o 2º tempo. Os treinadores ficarão malucos… afinal, vai dar uma esfriada nos atletas (e no clima).

– Cada jogão!

Cada jogão!

Pra mim (e estou dizendo isso desde o começo da Copa), passarão Argentina e França, repetindo a final de 2022.

Porém, em 2026 os franceses alcançarão o Tri.

– Sobre o gol anulado de Noruega x Inglaterra e o pênalti reclamado.

Para muitos, foi uma surpresa. Mas está no pacote de mudanças na Regra e atribuições novas ao VAR: em cobranças de bola parada (falta, escanteio, etc), se existir uma falta e a bola não ter entrado em jogo, a cobrança deve ser repetida se o árbitro de vídeo informar.

Haaland deu azar. Óbvio que sem o VAR isso não aconteceria. Mas os tempos são outros… Acertou o árbitro francês ao anular o que seria o segundo gol norueguês.

Sobre o pênalti reclamado pelos ingleses e desmarcado, o VAR também acertou: o atacante joga a perna à frente do defensor, “cavando” o contato. Nada a marcar.

Fico imaginando: 40 anos depois do Argentina x Inglaterra no México, um jogo que até hoje é discutido (pelo contexto histórico), podemos ter essa repetição nos EUA. Ou a Suíça vai estragar a festa?

Ops: sobre a polêmica da bola ter batido no cabo de transmissão antes do gol, o sensor do chip não acusou. Se tivesse batido, era necessário dar bola ao chão.

– A Espanha jogou bem e ganhou da Bélgica. Mas…

Eu daria pênalti. Repare que o braço do defensor espanhol está muito aberto. Isso é movimento antinatural. Repare que ele não tenta evitar o contato. Imagino que a arbitragem interpretou que estava muito próximo e não dava para evitar o toque (é uma interpretação a se respeitar). Mas só tocou pois ele pulou com o braço extremamente erguido (ou de maneira não-convencional). Eu marcaria.

DE NOVO, a Bélgica prejudicada em uma Copa…

– Aposto em França vs Argentina na Final da Copa.

Continuo apostando: França e Argentina repetirão a final de 2022 em 2026…

Com uma diferença: os franceses, dessa vez, conquistarão o título da Copa. Eles estão jogando muita bola.

– Todas as bolas das Copas do Mundo:

Você conhece todas as bolas fabricadas para as Copas do Mundo?

Abaixo:

– Se repetirá na Copa de 2026 o que ocorreu em 2025?

Há 1 ano… (eu imagino que isso se repetirá).

Em: https://wp.me/p4RTuC-18C4

O IRANIANO E O AMERICANO

Futebol e política se misturam?

Em meio às tensões Irã – Israel / EUA, a Copa do Mundo de Clubes viu o iraniano Alireza Faghani apitando a final (contrariando a expectativa de Ramon Abatti Abel estar no jogo, pois foi muito bem no torneio, além dos elogoios da própria Comissão de Arbitragem).

Na foto, abaixo, o presidente americano Donald Trump ao lado do árbitro iraniano. Fiquei pensando: existiu alguma influência política na escolha do juizão, para um eventual momento como esse, ou não?

Sinceramente, quero crer na meritocracia.

– Um pocket show no intervalo da Copa não é desnecessário?

Vários artistas importantes cantarão no intervalo da final da Copa do Mundo 2026.

Isso é válido ou não?

Não gosto disso (mas respeito quem pensa diferente). Afinal, o espetáculo deve ter o futebol como protagonista.

Pior: haverá um intervalo de 30 minutos entre o 1º e o 2º tempo. Os treinadores ficarão malucos… afinal, vai dar uma esfriada nos atletas (e no clima).

– E o que será que Ancelotti faria diferente?

Antigamente, uma multidão de jornalistas se aglomerava no aeroporto, aguardando a aterrisagem do avião da Seleção Brasileira, após o término de uma Copa do Mundo (tanto para as pertinentes perguntas pós-derrota, quanto para os festejos pós-vitória).

Hoje, pouquíssimos atletas retornam ao Brasil. Muitos vão para as suas residências no Exterior ou ainda direto para férias em lugares paradisíacos.

Se, num exercício hipotético, Carlo Ancelotti voltasse ao Brasil e pudesse te dar uma entrevista: o que você perguntaria?

Eu não tenho dúvida: gostaria de saber quais seus arrependimentos depois da competição: se mudaria o esquema tático reativo, se teria outra formação ou escalação no meio-campo, ou ainda se procuraria entender um pouco mais os adversários.

E as suas perguntas, quais seriam?

– Quais seleções irão para as semifinais?

Dessas 8 equipes, sobrarão 4.

Quem serão elas?

Veja:

 

– 12 anos do 7×1.

Hoje faz exatamente 12 anos que a Seleção Brasileira foi humilhada e perdeu para a Alemanha por 7×1 na semifinal da Copa do Mundo.

Que os alemães eram melhores, tudo bem. Mas levar 7 em casa, e do jeito que foi, aí não tem desculpa.

Tenho certeza que tal vexame nos fez esquecer a perda da Copa de 50. Superamos um trama com outro pior!

E o que mais assusta é o fato dos cartolas continuarem fazendo as mesmas lambanças, a estrutura idem e, por incrível que possa parecer, Neymar, que era a referência única, continua tendo o mesmo fator de protagonismo, dividindo agora com Vini Jr.

Será que o 7×1 foi pouco para que existam mudanças de fato?

Talvez ficar fora de uma Copa do Mundo, não se classificando pelas Eliminatórias (o que será difícil acontecer), seja o nosso ápice de incompetência e o start para as mudanças começarem de verdade.

 

– Dois pesos e duas medidas? O gol anulado do Egito diante da Argentina e o gol validado para a Argentina diante da Áustria.

Eu não anularia o tão polêmico gol egípcio. Avalie:

  • Era uma situação iminente de gol?
  • Quantos jogadores antes da bola chegar ao gol poderiam interceptá-los?
  • Havia possibilidade de disputa?
  • Foi na imediatez?
  • Mais do que isso: Por culpa dessa falta não marcada é que saiu o gol, ou poderia ter acontecido qualquer outra coisa antes de se marcar o tento, como outra falta, uma roubada de bola ou outro lance?

Veja quanta gente havia antes para a interceptação, e pense: o VAR pode avaliar desde a origem da jogada, desde que partisse livre e fizesse o gol. Foi isso que aconteceu?

Me incomoda muito: um argentino apitando o jogo da França, e um francês apitando o jogo da Argentina, nessa rodada? Com tanta cautela que a FIFA está tendo nas escalas colocando continentes neutros, a fim de que não se pense em favorecimento…

Analise ainda isso aqui: em Argentina vs Áustria, Messi faz um gol onde houve uma falta na origem da jogada, e por estar distante do gol e com várias possibilidades, o VAR não interferiu. Dois pesos e duas medidas?

O link desse lance está em: https://x.com/oprahsideclark/status/2074557002408428006/video/1

 

– Os mais vitoriosos das Copas… fora!

As 3 Seleções Mundiais que são as maiores campeãs de Copas do Mundo são: Brasil (5 títulos), Itália (4) e Alemanha (4).

Curiosamente, nas quartas-de-final em 2026, nenhuma delas está lá (lembrando que a Itália nem se classificou).

A pergunta é: a geografia do futebol mundial está mudando, ou é só uma “fase ruim” das três?

– O adeus de um gigante: Cristiano Ronaldo encerra sua história nas Copas sob aplausos e lágrimas.

Cristiano Ronaldo encerra sua história nas Copas do Mundo sob aplausos, deixando um legado que atravessa gerações e redefine a grandeza no futebol. #…

Continua em: O adeus de um gigante: Cristiano Ronaldo encerra sua história nas Copas sob aplausos e lágrimas

– Como fica a situação de Claus, e o que fazer a respeito de Trump e o futuro da arbitragem?

No mundo ideal…

– Pochetino não escalaria Balogun;

– O atleta pediria para não jogar;

– A Bélgica não entraria em campo; e

– Em respeito ao Claus, a CBF traria seus árbitros para casa.

Reflita seriamente:

– Como estará a cabeça do árbitro da Jordânia, com medo de errar contra a Seleção de Trump?

– Como será a Copa de 2034, terra do príncipe ditador MBS, se alguém marcar pênalti contra a Arábia Saudita?

– Como agirá a FIFA se qualquer outra Seleção contestar um cartão vermelho recebido?

– Por fim, e se os EUA avançarem para uma final?

Uma abordagem, aqui: https://youtu.be/5kaXjX2wzOs?is=ai6oX21qyWxez8Cm

 

– A retirada do Cartão Vermelho de Balogun é uma vergonha.

O texto abaixo diz tudo. Expulso por Raphael Claus, “desexpulso” por Trump. 

ATUALIZANDO, EM: https://wp.me/p4RTuC-1gWz

– Como a Arábia conseguiu a Copa 2034 e porque os EUA sediarão novamente em 2038.

Em breve a Copa do Mundo 2026 se encerrará. Apesar da mesma ser na América do Norte (lembremos-nos: oficialmente é o Mundial Canadá – Estados Unidos – México), ganhou destaque (pela maioria dos jogos) a figura política de Donald Trump. Virou “Copa dos EUA”.

Gianni Infantino, em momento algum entrou em embate com o presidente norte-americano. Se calou quando o árbitro somali Omar Abdulkadir Artan (eleito o melhor juiz de futebol africano da atualidade) foi proibido de entrar no país. Nenhuma atitude quando as dificuldades da delegação do Irã foram latentes e ela tinha que fazer “bate-e-volta” do México para os EUA. Pudera, vale recordar que, antes da Copa começar, a FIFA criou um “Prêmio da Paz da Família do Futebol” e entregou a Trump (justamente dias depois do próprio Trump reclamar que merecia um Prêmio Nobel da Paz)…

Mas a subserviência do futebol à política é contemporânea e diz muitas coisas sobre as duas próximas edições do Mundial de Futebol (2030 e 2034), além de 2038.

Não podemos nos esquecer: tudo começou com a escolha do Catar para a Copa 2022. O projeto do emir Tamim bin Hamad Al-Thani (comprando a principal emissora de TV francesa e turbinando o então modesto Paris Saint-Germain), era de entrar no mundo esportivo e levar uma Copa do Mundo ao seu país. Turbinado por petrodólares, conseguiu por corrupção os votos necessários para a escolha de sua sede. Eis que eles concorriam com os próprios Estados Unidos! Na época, o presidente Barack Obama determinou uma mega investigação que resultou na prisão de importantes dirigentes esportivos, no episódio que ficou conhecido como “Fifagate”. Do presidente da FIFA, Joseph Blatter, ao presidente da CBF, José Maria Marin, vários cartolas estiveram presos por receberem propina para escolher o pequeno país para sediar um Mundial. Curiosamente, na Copa seguinte ao Catar… deu EUA como sede.

Porém, outro desdobramento ocorreu: a Arábia Saudita, inimigo político e cultural do Catar, não se consolava em ver uma Copa se desenrolar lá. E entrou com muita força financeira para ter o seu país escolhido para um Mundial. O Príncipe Mohammed bin Salman (MBS), mandatário local, revolucionou o futebol doméstico, através da compra dos 4 principais times árabes e cessão aos seus próprios primos enriquecidos. Trouxe jogadores renomados para as equipes (Benzema, Cristiano Ronaldo e Neymar, entre outros) e procurou se fortalecer. A promessa é de que a Saudi League Pro se torne uma espécie de “Liga das Estrelas”. Mas no extra-campo…

O príncipe MBS custeou parte dos gastos com o Mundial de Clubes 2025 da FIFA, ajudando na premiação e na indireta negociação dos Direitos de Transmissão, pagando uma fortuna por eles, agradando Gianni Infantino e esperando reconhecimento à Arábia pelo esforço financeiro.

Conclusão: como existe o rodízio de sedes por continente (a FIFA tem a América dividida em 2 confederações: a Concacaf para América do Norte e Caribe, e a Conmebol para os principais países sulamericanos), algo precisava ser feito. Afinal, depois do Catar 2022 e EUA 2026, precisava ir para a África em 2030, América do Sul em 2034, Europa em 2038 e Ásia em 2042.
E não é que o “golpe” foi feito: para 2030, a Copa começará no Uruguai, passará pelo Paraguai e pela Argentina; atravessará o Atlântico e irá para Marrocos; subirá a Ibéria para se jogar em Portugal e terminar na Espanha. Ou seja: 12 anos de encurtamento de caminho, por fazer uma copa multi-sede continental!

Como isso acontecerá (pois está certo), pense: se em 2034 já será na Ásia de novo (Arábia Saudita), a de 2038, que pela sequência deverá ser em algum país da Concacaf, será disputada provavelmente… nos EUA?

A lógica diz que sim. E o próprio Trump disse que, ao terminar a Copa 2026, se reunirá com a FIFA pelo desejo de repetir em 38 mais um Mundial.

– A Seleção de hoje e a do futuro.

Uma importante abordagem sobre a Seleção (em razão da eliminação no domingo) e o futuro,

em: https://youtu.be/LaUFDpcNRnk?is=Grv3gSl6F_TZv6Hn

– Os mais vitoriosos das Copas… fora!

As 3 Seleções Mundiais que são as maiores campeãs de Copas do Mundo são: Brasil (5 títulos), Itália (4) e Alemanha (4).

Curiosamente, nas quartas-de-final em 2026, nenhuma delas está lá (lembrando que a Itália nem se classificou).

A pergunta é: a geografia do futebol mundial está mudando, ou é só uma “fase ruim” das três?

– E a Seleção Brasileira está eliminada da Copa.

Uma equipe que não empolgou. Um Neymar como ex-jogador. Um treinador teimoso.

Não tem muito o que falar. Continuo achando que França e Argentina farão a final da Copa 2026.

Aguardemos 2030.

– Os candidatos a artilheiros da Copa.

A briga pela artilharia da Copa do Mundo está boa!

Vejam os números:

– A retirada do Cartão Vermelho de Balogun é uma vergonha.

O texto abaixo diz tudo. Expulso por Raphael Claus, “desexpulso” por Trump. 

ATUALIZANDO EM: https://wp.me/p4RTuC-1gWz

 

– Que jogo feio! Sobre Paraguai 0x1 França.

Eu até estava torcendo para o Paraguai, mas desisti.

Muito antijogo, mereceu ser eliminado. E ressalto: arbitragem conivente, o juizão deverá voltar pra casa depois desse péssimo trabalho…

– Messi é o melhor jogador dessa Copa?

Veterano, Lionel Messi desfila na Copa do Mundo.

Simplesmente marcou em TODOS os jogos até agora da Copa do Mundo (Em 1970, Jairzinho, o Furacão da Copa, fez o mesmo).

Ele é “o cara” desse Mundial, por ainda é cedo para falar algo?

– Argentina vence Cabo Verde na prorrogação e avança às oitavas após jogo decidido nos minutos finais.

A Argentina derrotou Cabo Verde por 3 a 2 na prorrogação, em Miami, e avançou às oitavas de final da Copa do Mundo após um jogo equilibrado. #…

Continua em: Argentina vence Cabo Verde na prorrogação e avança às oitavas após jogo decidido nos minutos finais

– O Impedimento por IA está tirando nota 10 até agora!

Não tivemos polêmicas de arbitragem na Copa do Mundo 2026 até agora. Um ou outro lance a discutir, mas nada grave. Aliás uma novidade de 2022, aperfeiçoada nessa edição, é o uso da tecnologia por IA no impedimento semiautomático.

A grande contribuição do Mundial até então: o impedimento por Inteligência Artificial, com alerta aos bandeiras. Nada de “na dúvida, deixe o jogo seguir” (como acontece aqui, onde os narradores narram e esperam o VAR confirmar o gol, ou não narram e aguardam pra gritar gol).

O uso do árbitro de vídeo em impedimentos é angustiante para jogadores e torcedores. E a pergunta é: quando veremos esse bom sistema, automático, de tecnologia nos campos brasileiros? Se nem o semi-automático “primeira versão” (lá da Copa de 2022) ainda temos, quiçá esse tão moderno?

Nos resta aguardar.

– Messi é o melhor jogador dessa Copa?

Veterano, Lionel Messi desfila na Copa do Mundo.

Simplesmente marcou em TODOS os jogos até agora da Copa do Mundo (Em 1970, Jairzinho, o Furacão da Copa, fez o mesmo).

Ele é “o cara” desse Mundial, por ainda é cedo para falar algo?

– The Last Dance de Cristiano Ronaldo ou Modric?

Hoje teremos Portugal x Croácia, ou, se preferir, Cristiano Ronaldo x Modric.

Quem jogará a sua última partida por uma Copa do Mundo, aposentando-se de Mundiais?

“The Last Dance…”

– Harry Kane supera Pelé e entra para a elite dos maiores artilheiros da história das Copas do Mundo.

Harry Kane ultrapassou Pelé na lista histórica de artilheiros das Copas e segue em busca de novos recordes com a Inglaterra. #Linkezine ⚽ O post …

Continua em: Harry Kane supera Pelé e entra para a elite dos maiores artilheiros da história das Copas do Mundo

– Ibrahimovic sobre a Seleção Brasileira e sobre Vini Jr:

O sueco Ibrahimovic deu a seguinte entrevista pós-Brasil x Japão:

“As pessoas vão dizer que o Brasil sofreu. Eu digo que os campeões devem sofrer. Se vencer fosse fácil, toda nação teria cinco Copas do Mundo. Grandes times nem sempre dominam: eles sobrevivem, lutam e terminam o trabalho (…) É por isso que Vini Jr é um dos jogadores mais temidos do futebol mundial. Quatro defensores superados com pura confiança e habilidade… e de alguma forma, a trave nega o que deveria ter sido um dos gols mais bonitos da Copa“.

Eu concordo com ele. E você?

 

– Como a Arábia conseguiu a Copa 2034 e porque os EUA sediarão novamente em 2038.

Em breve a Copa do Mundo 2026 se encerrará. Apesar da mesma ser na América do Norte (lembremos-nos: oficialmente é o Mundial Canadá – Estados Unidos – México), ganhou destaque (pela maioria dos jogos) a figura política de Donald Trump. Virou “Copa dos EUA”.

Gianni Infantino, em momento algum entrou em embate com o presidente norte-americano. Se calou quando o árbitro somali Omar Abdulkadir Artan (eleito o melhor juiz de futebol africano da atualidade) foi proibido de entrar no país. Nenhuma atitude quando as dificuldades da delegação do Irã foram latentes e ela tinha que fazer “bate-e-volta” do México para os EUA. Pudera, vale recordar que, antes da Copa começar, a FIFA criou um “Prêmio da Paz da Família do Futebol” e entregou a Trump (justamente dias depois do próprio Trump reclamar que merecia um Prêmio Nobel da Paz)…

Mas a subserviência do futebol à política é contemporânea e diz muitas coisas sobre as duas próximas edições do Mundial de Futebol (2030 e 2034), além de 2038.

Não podemos nos esquecer: tudo começou com a escolha do Catar para a Copa 2022. O projeto do emir Tamim bin Hamad Al-Thani (comprando a principal emissora de TV francesa e turbinando o então modesto Paris Saint-Germain), era de entrar no mundo esportivo e levar uma Copa do Mundo ao seu país. Turbinado por petrodólares, conseguiu por corrupção os votos necessários para a escolha de sua sede. Eis que eles concorriam com os próprios Estados Unidos! Na época, o presidente Barack Obama determinou uma mega investigação que resultou na prisão de importantes dirigentes esportivos, no episódio que ficou conhecido como “Fifagate”. Do presidente da FIFA, Joseph Blatter, ao presidente da CBF, José Maria Marin, vários cartolas estiveram presos por receberem propina para escolher o pequeno país para sediar um Mundial. Curiosamente, na Copa seguinte ao Catar… deu EUA como sede.

Porém, outro desdobramento ocorreu: a Arábia Saudita, inimigo político e cultural do Catar, não se consolava em ver uma Copa se desenrolar lá. E entrou com muita força financeira para ter o seu país escolhido para um Mundial. O Príncipe Mohammed bin Salman (MBS), mandatário local, revolucionou o futebol doméstico, através da compra dos 4 principais times árabes e cessão aos seus próprios primos enriquecidos. Trouxe jogadores renomados para as equipes (Benzema, Cristiano Ronaldo e Neymar, entre outros) e procurou se fortalecer. A promessa é de que a Saudi League Pro se torne uma espécie de “Liga das Estrelas”. Mas no extra-campo…

O príncipe MBS custeou parte dos gastos com o Mundial de Clubes 2025 da FIFA, ajudando na premiação e na indireta negociação dos Direitos de Transmissão, pagando uma fortuna por eles, agradando Gianni Infantino e esperando reconhecimento à Arábia pelo esforço financeiro.

Conclusão: como existe o rodízio de sedes por continente (a FIFA tem a América dividida em 2 confederações: a Concacaf para América do Norte e Caribe, e a Conmebol para os principais países sulamericanos), algo precisava ser feito. Afinal, depois do Catar 2022 e EUA 2026, precisava ir para a África em 2030, América do Sul em 2034, Europa em 2038 e Ásia em 2042.
E não é que o “golpe” foi feito: para 2030, a Copa começará no Uruguai, passará pelo Paraguai e pela Argentina; atravessará o Atlântico e irá para Marrocos; subirá a Ibéria para se jogar em Portugal e terminar na Espanha. Ou seja: 12 anos de encurtamento de caminho, por fazer uma copa multi-sede continental!

Como isso acontecerá (pois está certo), pense: se em 2034 já será na Ásia de novo (Arábia Saudita), a de 2038, que pela sequência deverá ser em algum país da Concacaf, será disputada provavelmente… nos EUA?

A lógica diz que sim. E o próprio Trump disse que, ao terminar a Copa 2026, se reunirá com a FIFA pelo desejo de repetir em 38 mais um Mundial.

– O Impedimento por IA está tirando nota 10 até agora!

Não tivemos polêmicas de arbitragem na Copa do Mundo 2026 até agora. Um ou outro lance a discutir, mas nada grave. Aliás uma novidade de 2022, aperfeiçoada nessa edição, é o uso da tecnologia por IA no impedimento semiautomático.

A grande contribuição do Mundial até então: o impedimento por Inteligência Artificial, com alerta aos bandeiras. Nada de “na dúvida, deixe o jogo seguir” (como acontece aqui, onde os narradores narram e esperam o VAR confirmar o gol, ou não narram e aguardam pra gritar gol).

O uso do árbitro de vídeo em impedimentos é angustiante para jogadores e torcedores. E a pergunta é: quando veremos esse bom sistema, automático, de tecnologia nos campos brasileiros? Se nem o semi-automático “primeira versão” (lá da Copa de 2022) ainda temos, quiçá esse tão moderno?

Nos resta aguardar.

– Os treinadores da Seleção Brasileira ao longo das copas:

Nessa propícia épica, vale essa curiosidade: