– Doe Vida!

Hoje é dia de colaborar doando #plaquetas.

Aproveite o feriado (ou a emenda dele) e procure um banco de #sangue.

Seja solidário, a vida agradece!
❤️
#DoeSangue
#DoePlaquetas
#DoeVida
#voluntariado

(Ops: estou acompanhado de uma futura doadora com seu cartaz motivacional. A minha filha Marina ajuda e muito a divulgar a causa).

– Elton John e suas Bobagens Gratuitas

Admiro a produção artística de Elton John e sua luta contra a homofobia. Mas seus pronunciamentos são polêmicos. Leio uma entrevista dele onde afirma categoricamente que Jesus Cristo era gay (e não é fake news…).

Para quê falar uma bobagem desta, polemizar e criar mal-estar? Repúdio total à sua declaração, mesmo respeitando sua crença. A fim de defesa de seus ideais, não precisa dizer algo que sabidamente não existe ou é.

Abaixo, extraído de: IG (clique aqui para a citação)

ELTON JOHN AFIRMA QUE JESUS ERA GAY

Uma entrevista de Elton John à revista americana Parade promete botou fogo na mídia. A revista chegou às bancas no domingo (21) e a principal declaração do cantor já caiu na rede. Elton afirmou que Jesus Cristo foi “um homem tolerante, super inteligente e gay, que entendia os problemas humanos”.”Na cruz, ele perdoou as pessoas que o crucificaram. Jesus queria que nós fossemos amáveis e capazes de perdoar. Eu não sei o que faz as pessoas serem tão cruéis. Tente ser uma lésbica vivendo no Oriente Médio… Seria melhor estar morto”, disse o cantor inglês.

Além das afirmações sobre Jesus, Elton também falou de seu passado e os envolvimentos com drogas e com homens mais novos. Até encontrar David Furnish, com quem se casou em 2005, Elton tinha o hábito de namorar rapazes desocupados. “Eu sempre escolhia alguém mais novo. Queria levá-los para conhecer o mundo, educá-los. Dava relógios, roupas de Versace, carros. Eles não trabalhavam. Dependiam de mim”.

Elton também falou sobre a fama e as mortes de John Lennon, Michael Jackson, Gianni Versace e a Princesa Diana. “Dois deles foram mortos na porta de casa. Nada disso teria acontecido se não fossem famosos. Fama atrai lunáticos”.

– A triste história da UTI Neo Natal com formigas sobres os bebês!

Vergonha!

Em Minas Gerais, o descaso das autoridades na área de saúde revolta. Formigas andam nas incubadoras dos recém-nascidos!

Onde é que esse país vai chegar…

Extraído do “O Estado de Minas”,
em: https://www.em.com.br/app/noticia/gerais/2018/03/26/interna_gerais,946829/video-mostra-formigas-em-bebe-no-cti-de-maternidade-em-bh.shtml

FORMIGAS INVADEM CTI DE MATERNIDADE EM BELO HORIZONTE E ANDAM SOBRE BEBÊS

Imagens em vídeo foram gravadas por funcionário da unidade e denunciadas pela Asthemg. Fhemig informou que intensificou dedetização no local

Por Cristiane Silva, Simon Nascimento e Benny Cohen

Um vídeo gravado por um funcionário da Maternidade Odete Valadares, em Belo Horizonte, mostra uma infestação de formigas em incubadoras, sondas de oxigênio e em cima de bebês no Centro de Terapia e Tratamento Intensivo (CTI) neonatal da unidade.

A denúncia foi feita pela Associação Sindical dos Trabalhadores em Hospitais de Minas Gerais (Asthemg).
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Nas imagens, vê-se a infestação das formigas na cabeça de um dos recém-nascidos, nos tubos de oxigênio e nos acessos para injeção de medicamento. O CTI neonatal é destinado à crianças prematuras e em tratamento de alguma enfermidade.

Em nota, a Asthemg condenou a presença dos insetos nos leitos dos bebês e disse que a situação é resultado “da negligência da administração do hospital com o cuidado dos pacientes”.

Ainda conforme a associação sindical, a situação vem se repetindo e já foi denunciada à direção do hospital anteriormente. O Estado de Minas tentou contato com a diretoria da Asthemg, para esclarecer as denúncias, mas os diretores não atederam as ligações até a publicação desta matéria.

A Fundação Hospitalar de Minas Gerais (Fhemig), responsável pela administração da maternidade, informou que investiga a presença de formigas no salão do CTI neonatal e uma dedetização foi programada para o local.

Sobre a reclamação de reincidência dos problemas, a Fhemig informou que notificou a empresa responsável por realizar a dedetização na maternidade anteriormente, e os técnicos deverão retornar à unidade para aplicação de “formicida mais potente”.

Enquanto a sala em que as formigas foram encontradas passa por operações de limpeza, os bebês foram levados para outros leitos. O recém-nascido que aparece nas imagens, segundo a Fhemig, está bem, mas segue no CTI.

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– Dia de Colaborar!

Mais uma oportunidade em estar feliz: hoje é dia da nossa costumeira doação de sangue e seus derivados no Banco de Sangue, visando incentivar a Solidariedade através do Voluntariado.

Já conversamos outras vezes sobre tal ato: a busca da cidadania e de ajudar àqueles que não podem agradecer. Doar Sangue, Plaquetas ou Hemoderivados quaisquer é importante para a saúde do seu corpo (afinal, você deve se policiar para estar tudo em ordem), da mente (tranquiliza-se por ajudar alguém) e da alma (a prática desinteressada do bem).

Faça a sua parte, abrace essa importante bandeira. Em especial, ajude seu próximo à conscientização da doação de sangue.

– A Execução da Vereadora Carioca não pode ser usada como mote demagógico.

Temos que lamentar a morte por execução (se realmente comprovada, e infelizmente parece ter sido) da vereadora Marielli Franco (PSOL-RJ), de história sofrida no Complexo da Maré e ativista feminista. Ao mesmo tempo, tomar cuidado com a forma que está sendo tratado tal fato: leio muitas pessoas escrevendo (e talvez quem mais realçou isso foi o humorista Gregório Duvivier em suas redes sociais e outros espaços que escreve) que ela foi assassinada por ser Negra e Mulher!

Ora, não foi nada disso. Ela morreu pela sua ideologia de defesa aos mais humildes. Se ela fosse Branca ou Homem isso seria amenizado? Claro que não!

Não se pode misturar as coisas aqui: ela é uma vítima, independente da raça ou gênero. Lamentavelmente, querem tirar proveito demagógico desta tragédia de uma maneira inescrupulosa.

Morreu uma pessoa guerreira, lutadora, independente qual seja a cor da pele ou o sexo, pois, claro, só existe uma raça: a humana.

Sobre a história / biografia dela: https://oglobo.globo.com/brasil/da-mare-marielle-franco-chega-camara-como-quinta-mais-votada-20228691

MARIELLE FRANCO

Numa eleição em que Pedro Paulo (PMDB), candidato apoiado pelo partido mais poderoso do Rio e pelo atual prefeito, sucumbiu à denúncia, mesmo arquivada, de ter agredido sua ex-mulher, o debate de gênero também teve peso na maior surpresa na corrida para a Câmara dos Vereadores.

Negra, nascida, criada e ainda moradora da Maré, mãe aos 19 anos, Marielle Franco (PSOL) foi uma candidata de carga simbólica forte demais em sua primeira campanha, ao levantar as bandeiras do feminismo e da defesa da população das favelas. Longe de estar entre as mais cotadas em agosto, sua candidatura virou uma bola de neve nas últimas semanas, e ela atraiu 46 mil eleitores no domingo, tornando-se a quinta mais votada em toda a cidade.

— Para ser sincera, este caso do Pedro Paulo, de se focar tanto na agressão específica a Alessandra (sua ex-mulher), tem até um quê de moralismo. Eu debato o feminismo no sentido mais amplo, de que este governo do PMDB agride as mulheres diariamente, na defasagem de vagas nas creches, no caos do transporte público — diz a vereadora eleita, de 37 anos. — A votação surpreendeu. Acho que havia uma demanda represada muito grande, em especial no debate de gênero.

Marielle é socióloga formada pela PUC, onde ingressou com bolsa integral, e fez mestrado em Administração Pública na UFF. A defesa de uma relação familiar em que o pai tenha responsabilidades iguais às da mãe na tarefa de criar os filhos tem lastro em sua própria experiência com a filha Luyara.

Em 2005, uma de suas amigas mais próximas morreu, vítima de bala perdida, durante um tiroteio entre policiais e traficantes na Maré. O episódio impulsionou seu engajamento na defesa dos direitos humanos e contra ações violentas nas favelas.

Um ano depois, ela fez campanha para Marcelo Freixo se tornar deputado estadual e, desde então, é sua assessora parlamentar. Na Zona Sul, Marielle esteve entre os cinco candidatos mais votados em quase todos os bairros (no Jardim Botânico, foi a segunda). Na zona eleitoral da Maré, foi a quinta.

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– A Vergonha do reajuste do Alvará em Jundiaí

Insisto neste tema que já escrevi dias atrás e que vejo absurdos maiores ainda: recebi minha anual “Taxa de Fiscalização da Licença para Localização e Funcionamento” (Alvará, a Taxa que o coitado do comerciante tem que pagar para trabalhar) com reajuste de 43,5%!

Não fui o único. Estou conversando com muita gente revoltada com tal aumento. E, acredite, há comércio que passou de 5.000,00 para mais de 16.000,00! Triplicou como?

A questão é: a Prefeitura do Município de Jundiaí reajusta tudo isso SEM JUSTIFICAR NADA? O país está em crise, as vendas caíram, ninguém tem dinheiro, e de onde surge esse índice inexplicável de aumento? Onde está o maldito indexador que comprova a necessidade de tais realinhamentos? Cadê o critério, a lógica, o entendimento, a justiça?

Como pode?

O mais revoltante é que, ao dar uma lida nas redes sociais, você vê defensores de tucanos (cujo partido está enrolado até o pescoço com os escândalos do Metrô paulistano), discutindo com os petistas (que nada podem falar devido ao Petrolão e Mensalão), somando os militantes do MDB (né, JBS, mala de dinheiro e tantas outras coisas…). Aí você vê gente radical de esquerda e de direita dizendo-se salvação (como se não tivessem apoiado essa gente em vários momentos, fazendo-se de esquecidos).

RIDÍCULO! Eu pago todos os meus impostos com muito sacrifício e em dia – e isso me custa demais, estou todo esfolado – e sou “assaltado” dessa forma? É por isso que o país não vai pra frente: ninguém incentiva o micro-empreendedor, não se fomenta a geração de emprego e se faz o que quer com o dinheiro do contribuinte.

Não era mais fácil a Prefeitura cortar os CC, reduzindo seus custos, ao invés de desforrar no imposto?

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– O ridículo machismo e insensibilidade do apresentador goiano

Viralizou a bobagem promovida pelo programa “Os Donos da Bola”, edição de Goiás, onde o apresentador Beto Brasil, em um surto de incrível falta de respeito, constrangeu a Musa do Goiás com perguntas maliciosas de duplo sentido.

Se você não viu, abaixo. extraído de UOL.com:

GOIÁS E VILA NOVA SE UNEM CONTRA TV QUE FEZ PERGUNTAS SEXUAIS A TORCEDORAS

 

– O Manual dos Bixos da Unicamp

Trote em universidade é coisa velha. Está ultrapassado, fora de moda. Bolinar sobre os calouros não tem graça.

Há dois anos, eis que um grupo de veteranos da Unicamp pisou na bola: criou um “manual dos bixos”; grosseiro, machista e indevido.

Como o assunto volta à discussão nesse período de início (ou reinício) de aulas para muitos no pós-Carnaval, compartilho abaixo, a fim de que se discuta e se evite tais bobagens como essas, abaixo.

Extraído de: http://www.istoe.com.br/assuntos/semana/detalhe/447423_?platform=hootsuite

MANUAL DOS BIXOS

Um manual de calouros causou polêmica e revolta entre alunos do curso de Engenharia Mecânica da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). O Manual de Sobrevivência do Bixo, com cerca de dez páginas, diz que “os bixos deve ser submisso ao veterano” e que “são uma raça inferior e por isso não podem exigir nada”. Há menção ao consumo de bebida alcoólica, mesmo que prejudique os estudos, e traz ainda frases machistas como “ache a beleza por partes: um dia você pega uma feia com coxa boa, outro dia uma feia com o peito bom”.

O manual dos calouros, tradicionalmente divulgado durante a recepção dos estudantes, traz dicas para se familiarizar ao ambiente universitário e mostra quais são as festas organizadas pelos alunos, entre outras informações. Mas o guia da Engenharia Mecânica foi “além” e traz até um “guia das mulheres”, com cantadas e frases consideradas machistas.

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– A Campanha da Fraternidade 2018 nos convida a sermos mais cidadãos!

Um tema oportuno tamanha a necessidade de se fazer algo:Fraternidade e Superação da Violência – esse é o tema da Campanha da Fraternidade 2018, que tem como lema as próprias palavras de Jesus no Evangelho de São Mateus, Capítulo 23, versículo 8: Vós sois todos irmãos“.

Por toda a Quaresma (que se inicia na 4a feira 14/02), os católicos são convidados a refletir sobre as inúmeras formas de violência: física, moral, emocional – incluindo roubos / assaltos, agressões e assédio.

Claro que tudo isso é importante e extrapola a questão religiosa. Cabe a cada um de nós (católicos, evangélicos, judeus, umbandistas, ateus, islâmicos, agnósticos ou seja no que se crê ou não crê) lutarmos para um mundo de paz!

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– Legalizar a prostituição não é solução indigna para as mulheres?

Há 3 anos, deparávamos com essa situação desagradável que merece sempre a reflexão: a legalização da prostituição?

Abaixo, deste mesmo blog:

LEGALIZAR OU NÃO?

Fiquei estarrecido com a proposta do Deputado Jean Willys (PSOL-RJ), sobre questões que envolvem a venda de sexo.

O nobre parlamentar quer legalizar a prostituição, e usou até um argumento condenável: disse que 60% do Congresso Nacional utiliza-se das profissionais do sexo.

Ora, não é muito melhor (e mais correto) combater a exploração sexual, prender os cafetões, e lutar pela dignidade da mulher?

Cada vez mais vejo que ao invés de resolvermos os problemas da sociedade brasileira, queremos contorná-los dando soluções que nada ajudam!

Turismo sexual é crime. Agora passa a ser legalizado?

Devemos lutar pelas oportunidades de trabalho e fim da escravização absurda pela sexualidade. Não é uma questão puritana, religiosa ou conservadora, mas social!

Fico imaginando como o pessoal voluntário da Casa Maria de Magdala, entidade jundiaiense que luta pela dignidade da mulher e realiza muitas e meritórias ações, deve estar recebendo tal indecente proposta…

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– O Primeiro Clube de Futebol Transgênero do nosso país!

Há muito polêmica sobre homossexualismo no esporte. Nos últimos dias, o assunto tem sido sobre atletas que mudam de sexo, e a “bola da vez” é a jogadora Tiffany, transexual contestada por outras jogadores pela sua fisiologia mais forte.

Mas você sabia que no Brasil há um time de futebol formado exclusivamente por meninos transgêneros?

Veja que curioso: o clube “Meninos Bons de Bola” é formado por atletas que um dia foram meninas e hoje mudaram de sexo. Abaixo, extraído do Jornal OESP, edição 29/10/17, página A26:

PRIMEIRO TIME TRANSGÊNERO DO BRASIL

Equipe de São Paulo é formada por atletas que nasceram meninas, mas fazem tratamento para se tornarem homens.

por Gonçalo Júnior

Raphael Henrique Martins é um homem transexual. Ele nasceu como mulher, mas se identifica com o gênero masculino. Por isso, fez cirurgia para a retirada dos seios e realiza tratamento hormonal que promove o crescimento de pelos e mudança na voz. No futebol, isso era um problema. Ele não queria jogar no time das meninas, pois não se sentia como elas. Por outro lado, era discriminado entre os meninos. Decidiu apostar na coluna do meio e criou o “Meninos Bons de Bola”, a primeira equipe transgêneros do País.

A possibilidade de inserção social, saber em que time você joga, é uma das conquistas do grupo. “O esporte é um modo de viabilizar o encontro entre essas pessoas, proporcionando lazer e bem-estar e um grupo de apoio entre pares”, diz a psicóloga Moira Escorse, que acompanha voluntariamente o time, mas também atende outras demandas da comunidade LGBT.

O futebol é um aliado importante na transição, a passagem de um sexo ao outro, também do ponto de vista físico e psicológico. O tratamento hormonal provoca alterações físicas, entre elas, o ganho de peso. O futebol ajuda no aperfeiçoamento da forma física e no controle da ansiedade.

Em campo, o time está só começando, é amador. São 25 jogadores que treinam uma vez por semana em quadra do Sindicato dos Bancários. No domingo passado, quando o Estado foi conhecer o elenco, os bancários haviam pedido o local. O jeito foi treinar em uma quadra pública. O “Meninos” só tem um uniforme. As ações de divulgação são feitas por alunos de Comunicação da Universidade Metodista. O time tem até apoio jurídico. Tudo é voluntário.

No próximo fim de semana, a equipe viaja para Curitiba para a Champions Alliance, evento esportivo e cultural da prefeitura local em prol da diversidade. Para conseguir os R$ 2,6 mil da viagem, os jogadores fizeram uma vaquinha de R$ 20 por mês e venderam balas e doces nos semáforos de São Paulo.

O calendário de 2018 é mais ambicioso. A ideia é dar um salto. Os organizadores estudam ampliar o elenco para atuar na várzea e treinar mais. Além disso, querem disputar os Gay Games, maior evento LGBT do mundo, em Paris. Para isso, vão fazer campanha nas redes sociais para arranjar patrocinadores e obter R$ 80 mil. Todos trabalham em outras atividades.

Cristiano Nunes é cabeleireiro e um dos craques do time. Sua habilidade vem dos treinos no Juventus, quando ainda era menina, dos 11 aos 16 anos. Naquela época, era Cristiane Henrique Nunes. Hoje, aos 33, o meia se prepara para fazer a retirada dos seios, um dos principais procedimentos – na visão dos atletas – para se tornar homem. No domingo, quando anunciou que não poderia viajar para Curitiba por causa da cirurgia, chamou o procedimento de “libertação”. E foi aplaudido pelos companheiros.

Cristiano não quis aguardar na fila no Sistema Único de Saúde (SUS) para fazer o procedimento. Demora. Claudio Galícia, outro jogador dos Meninos Bons de Bola, conta que sua cirurgia demorou cinco anos. Para juntar os R$ 10,5 mil do procedimento na rede privada, em São Bernardo do Campo, teve de economizar por mais de um ano. “Não sobrava para nada”.

Ele é casado há 15 anos e conta que sempre teve uma conversa aberta e franca com sua mulher sobre tudo. O restante da família se divide: uns apoiam, outros fingem não entender ou ignoram sua opção. “O futebol sempre foi uma dádiva e me ajuda em tudo: conter a ansiedade, fazer amigos e viver como sou”.

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Eles nasceram meninas – Wherther Santana / Estadão

– Como algumas escolas estão conseguindo vencer o bullying entre os alunos?

Sabemos que o bullying é uma triste realidade nas instituições de ensino do Brasil (e logicamente, em todos os setores da sociedade). E o que fazer para eliminá-lo definitivamente, a fim de que não cause efeitos tão nocivos como estão causando?

Extraído de: https://istoe.com.br/as-escolas-que-venceram-o-bullying/

AS ESCOLAS QUE VENCERAM O BULLYING

Na contramão da maior parte das instituições de ensino do País, que ainda não possuem práticas para coibir a discriminação, alguns colégios já adotam modelos bem-sucedidos para assegurar a boa convivência entre os alunos

Por Fabíola Perez

A imagem de um jovem cabisbaixo, isolado em um dos cantos do pátio, ou de uma criança acuada após ter sido vítima de provocações começa a se tornar rara em algumas escolas do País. Apesar de  numericamente ainda serem poucas, instituições de ensino têm desenvolvido metodologias específicas para combater a intimidação e se transformado em exemplos na batalha contra a discriminação e a propagação do ódio no ambiente escolar. O caminho não é simples, mas os resultados das iniciativas mostram que é possível coibir a prática.

“Os programas anti-bullying vão desde grupos
de jovens que aprendem a auxiliar as vítimas até
palestras para capacitar pais e professores”

Um desses colégios é o Bandeirantes, um dos mais tradicionais de São Paulo. Lá, as estudantes Mariana Avelar, 14 anos, e Isabela Cristante, de 12, fazem parte dos grupos de ajuda do Programa de Combate ao Bullying. Elas foram escolhidas pelos demais alunos para participar de dois dias de capacitação com uma equipe de professores universitários e psicólogos.

Por meio de situações hipotéticas, o treinamento deixou claro o que é bullying e como elas deveriam agir em diferentes casos. “As pessoas mais isoladas são aquelas com gostos diferentes da maioria. Tentamos nos aproximar até que o colega se sinta confiante para conversar”, diz Mariana, estudante do 9º ano. “Aprendemos que, às vezes, o problema é maior do que parece, e precisamos levá-lo aos orientadores”, conta Isabela, da 6ª série. Os estudantes também conversam com quem presencia ou pratica o bullying. “O agressor se conscientiza mais rapidamente” , afirma Isabela.

Com pulseiras para identificação, os participantes percorrem a escola auxiliando nos casos em que percebem o isolamento. A estratégia está funcionando. “Observamos a redução de casos”, afirma Marina Schwarz, orientadora da escola. “Hoje temos mais acesso aos episódios de provocação, que normalmente ocorrem por trás das autoridades.”

Outro colégio que adotou medidas para coibir o bullying é o Soka, também de São Paulo. Há dois anos, a escola organiza palestras com advogados e psicólogos. “Conversamos com os pais sobre a responsabilidade deles em verificar os celulares dos filhos. É preciso identificar se há indícios de bullying nas conversas em grupos de redes sociais”, afirma o diretor James Jun Yamauti.

A instituição também capacitou orientadores para dar assistência a alunos que chegam de outras escolas. “Trabalhamos com jovens que tiveram dificuldade de adaptação para que tenham um entrosamento melhor”, afirma Edna Zeferino Menezes, assistente de orientação educacional. Na sexta-feira 27, a escola deu início à semana do “Preconceito Não”, com palestras sobre direitos da população negra, questões de gênero e indígenas e a trajetória da população LGBT. “A ideia é que os alunos reflitam sobre questões que interferem diretamente no bullying e identifiquem se já vivenciaram situações semelhantes”, explica Yamauti. “Os constrangimentos diminuíram bastante. Se uma brincadeira passa dos limites, deixa de ser brincadeira”, afirma Igor Seiji Ando Bomfim, 15 anos, que relata ter ajudado colegas que sofreram discriminação.

DESCONTROLE

Em um momento no qual o tema vem à tona mais uma vez após o bullying ter sido apontado pela polícia como um dos fatores que levaram um adolescente de 14 anos a atirar contra colegas em uma escola de Goiânia na sexta-feira 20, é fundamental que iniciativas como essas deixem de ser fatos isolados.

Os colégios devem começar a colocar em prática ações determinadas pela lei contra os atos de perseguição, em vigor desde abril do ano passado. Uma delas é a produção de relatórios bimestrais com eventuais casos. “O bullying não é controlado pelas autoridades pela falta de dados, o que dificulta o diagnóstico da extensão do problema”, afirma advogada Ana Paula Siqueira Lazzareschi, especialista em direito digital. Outro aspecto importante é que, além do suporte à vítima, as instituições devem oferecer assistência ao agressor.

A ocorrência ainda diária das intimidações mostra, no entanto, um descompasso muito grande entre o que faz a maioria das escolas e o que manda a legislação. Casos extremos, como o de Goiânia, evidenciam, porém, a urgência na adoção de medidas efetivas. “O bullying não pode ter sua gravidade subestimada e ser tratado como uma brincadeira de criança”, diz a advogada Ana Paula. “A cultura da vingança ainda é muito presente  na sociedade e é esse desejo que está por trás do comportamento do agressor”, diz.

Terminando em tragédias ou não, casos de bullying têm efeitos indeléveis para a vítima, o agressor e toda a escola. “Ocasionam rachas nas salas de aula, colocam metade dos alunos contra o agressor e a outra parte a favor da vítima”, diz Ana Paula. Por isso, os programas de combate a práticas tão cruéis são fundamentais para reverter o aumento da intolerância em ambientes de aprendizado. Não de destruição.

DISPOSIÇÃO PARA AJUDAR

Satisfação em ver os colegas enturmados é o que move as alunas Mariana Avelar e Isabela Cristante, do 9º e do 6º ano, respectivamente, do Bandeirantes, em São Paulo. Há um ano, elas foram escolhidas para fazer um treinamento de capacitação e saber como atuar em casos de bullying. Desde então, as estudantes percorrem os espaços da escola e sempre que percebem situações de isolamento ou provocação se aproximam da vítima ou dos que testemunharam a ação. “Saber que consegui ajudar é muito bom”, diz Isabela.

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– Como farão com a torcida única na Copa São Paulo de Futebol Jrs? Aniversariante não consegue ter festa?

Sou contra toda e qualquer manifestação de violência no esporte. E, no caso dos tumultos promovidos por torcedores organizados de futebol, todo o rigor da lei contra os infratores se faz necessário.

Mas agora surge a discussão: a resolução de “torcida única” nos confrontos profissionais vale para a Copa SP? Para o Sub 15? Para a categoria “chupetinha”?

Pense bem: no aniversário da cidade de São Paulo, no jogo festivo marcado para o Estádio Municipal Paulo Machado de Carvalho, o Município de São Paulo não poder ver uma disputa entre dois times grandes paulistanos que a orgulham (como Palmeiras x São Paulo, não cito o Corinthians pois está fora da competição) é o fim da picada!

O que as autoridades farão?

1- Aceitar, por necessidade de combater a violência e por incapacidade de organizar um evento esportivo com duas numerosas torcidas, a resolução de “torcida única” – lembrando que o mando é da FPF (inclua-se a renda, se tiver cobrança de ingressos), que decidirá qual clube grande poderá estar no estádio e qual será barrado por algum critério técnico a definir;

2- Majorar sensivelmente o preço do ingresso para que poucos torcedores tenham acesso ao jogo;

3 – Limitar numa quantidade bem inferior de bilhetes da capacidade do público no Pacaembu;

4 – Torcer para que o universo tenha convergência com os astros e a final seja de um grandão paulistano contra um pequeno “de fora”.

Enfim: o ideal seria um jogo com duas torcidas fazendo a festa comemorando a civilidade, prosperidade, segurança e boa educação dos torcedores de futebol paulistanos. Mas como a PM pode entender que não há garantias para isso… uma pena!

Em tempo: nos grandes eventos, com dor no coração e como medida extraordinária: sim, sou a favor de torcida única mas até o momento que se prendam os brigões e tumultuadores (o que já deveria ter acontecido).

E você, o que pensa sobre isso? Deixe seu comentário:

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– Um manifesto da GM contra o comando feminino?

Li no Jornal de Jundiaí e só resta dizer: que vergonha!

Quer dizer que os Guardas Municipais fizeram um abaixo assinado pedindo que não sejam comandados por mulheres?

Confere?

Extraído de: http://www.jj.com.br/noticias-53015-gm-faz-abaixo-assinado-para-frear-ascensão-de-mulheres-na-liderança

GM FAZ ABAIXO-ASSINADO PARA FREAR ASCENSÃO DE MULHERES NA LIDERANÇA

“Se metade da corporação for mulher, a Guarda acaba”. Foi isso que um grupo de mulheres da Guarda Municipal de Jundiaí (GMJ) escutou de um colega homem sobre a tentativa de estabelecer, em lei, medidas para que a igualdade de gênero seja alcançada na instituição.

Um abaixo-assinado foi protocolado na prefeitura pedindo veto ao trecho da lei municipal que assegura um percentual de vagas femininas nos cargos de inspetor e subinspetor. A medida vai contra o Estatuto Geral das Guardas Municipais, definido sob a lei federal 13.022/14.

Atualmente, a GMJ conta com efetivo de 349 oficiais, dos quais apenas 38, ou 10,8%, são mulheres. Nenhuma delas ocupa um cargo de liderança na corporação.

Mesmo assim, o documento teria sido assinado por cerca de 200 membros, mais da metade do efetivo total, segundo as mulheres que conversaram com a reportagem do Jornal de Jundiaí no anonimato e disponibilizaram uma cópia da primeira página do abaixo-assinado.

PERCENTUAL MÍNIMO

A lei 13.022, sancionada em agosto de 2014, prevê a reserva de um percentual mínimo para o sexo feminino em cargos de todos os níveis da Guarda, definido em lei municipal. O texto diz, ainda, que os municípios teriam dois anos – contados a partir da sanção – para que possam se adequar à legislação. Isso significa que, desde agosto de 2016, a GMJ está irregular.

Em março de 2017, uma comissão de guardas foi criada para debater o estatuto e elaborar uma minuta de projeto de lei para a adequação do município à legislação federal. A princípio, segundo contam as GMs de Jundiaí, o texto da lei definia que 30% das vagas de ingresso e promoção na instituição fossem assegurados às mulheres.

Porém, no texto da minuta ao qual a reportagem teve acesso e que supostamente tramita na prefeitura hoje, consta que apenas 10% das vagas para a promoção aos cargos de inspetor e subinspetor ficam asseguradas ao efetivo feminino. O grupo diz que o trecho foi alterado depois que duas das três mulheres da comissão foram afastadas.

Agora, o abaixo-assinado da GMJ pede que o trecho em questão seja vetado, de forma que nenhuma vaga fique reservada para a liderança feminina. “Eles dizem que, se houver a cota, as mulheres vão ser promovidas pelo gênero e não pelo mérito”, disse uma delas.

“Esse argumento de que as cotas colocam pessoas menos preparadas nas vagas é comum, mas infundado”, diz Raquel Marques, presidente da ONG Artemis, que promove políticas públicas pelos direitos da mulher. “Diversos estudos provam que o desempenho dos cotistas não é menor que o dos demais”.

Ela afirma que as cotas obrigam a instituição a olhar para o problema. “Se hoje não existem mulheres suficientes em condições de ocupar a liderança, a cota obriga a guarda a capacitá-las melhor”.

Ela diz, ainda, que a maioria das organizações de ponta possui políticas afirmativas para garantir mais mulheres, negros e LGBTs em seus quadros de liderança. “Me parece que este abaixo-assinado em Jundiaí está na contramão de 2018”, revela Raquel.
LIDERANÇA

Isis Regina de Abreu, a única mulher em 68 anos de GMJ que conquistou um cargo de liderança, afirma que a cota para as mulheres é necessária, principalmente se o concurso interno para a promoção continuar sendo realizado pela própria instituição.

“Se ele fosse feito por uma empresa independente, a cota nem seria necessária. Se abrissem 10 vagas e 10 mulheres tivessem um desempenho melhor, todas as vagas seriam delas, sem necessidade de reservar uma parte”, analisa Isis.

Porém, ela diz que existem interesses machistas por trás do abaixo-assinado. “Os guardas pensam que vão ter que dar o lugar às mulheres mesmo tendo um bom desempenho, mas eu sei muito bem como as coisas funcionam lá dentro. Sem o percentual reservado, os homens vão fazer de tudo para ‘queimar etapas’ e impedir que uma mulher seja graduada”, emenda.

O jeito que as coisas funcionam, segundo a ex-subinspetora da Guarda, é contornar o processo de todas as formas para que sejam graduados apenas quem as lideranças querem. “No concurso que eu prestei, um guarda administrativo fez a prova a lápis, já que era a própria administração da GMJ que iria corrigir”, lembra.

Outra forma de impedir a graduação das mulheres, segundo Isis, é encontrar um motivo qualquer para que elas respondam a um processo na corregedoria interna da GM, ficando assim impedidas de serem promovidas. “Basta você espirrar mais alto que já te mandam para lá”, afirma.

Ela diz que um grupo de guardas tentou impedir sua graduação. “Primeiro pediram recurso, depois foram ao jurídico reclamar que não poderia ter uma subinspetora sem CNH, como eu, mas o edital não exigia”, conta. O processo levou oito meses até que ela pudesse, finalmente, assumir o cargo e, mesmo na liderança, enfrentou grandes dificuldades.

Algumas formas de afrontar sua autoridade eram sutis. “Eu dava ordens e o guarda se recusava a obedecer. Mesmo eu colocando isso no relatório, ele não sofria nenhum tipo de consequência”, diz. Mas Isis também recebeu ameaças mais diretas.

“Uma vez, um dos comandantes apoiou as duas mãos na minha mesa e disse que faria de tudo para me tirar da guarda. Depois de um tempo, me colocaram para ficar na sede da GM olhando para a parede. Foi então que decidi me aposentar. Nunca me deixaram exercer a liderança de fato”, desabafa.

GUARDA HUMANIZADA

Segundo Isis, a Guarda Municipal precisa de mais mulheres em todos os cargos para tornar a GM mais humana. “Querendo ou não, a mulher tem mais sensibilidade e sabe a hora de ser turrona ou flexível”, diz.

Ela acredita que mais mulheres na liderança da GMJ poderiam melhorar o jeito como a instituição lida com os problemas internos da corporação. “Muitos guardas sofrem com depressão, bipolaridade, alcoolismo ou vício em drogas – e ainda trabalham armados. É impressionante como todos entram saudáveis e ficam doentes. As sequelas não vêm das situações que vivemos na rua, mas do jeito que superiores tratam subordinados”.

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Foto: Jornal Regional

– A precaução contra o Assédio está extrapolando ou não?

Toda forma de assédio, moral ou sexual, deve ser banida das empresas. Entretanto, há os exageros de quem vê em tudo um motivo para reclamar.

Digo isso pois leio na Revista Veja desta semana (ed 10/01/2018, pg 69) algumas medidas que as empresas brasileiras estão tomando como precaução.

Veja se você concorda:

1- A rede Dr Consulta baniu entre seus colaboradores a saudação / cumprimento através de beijos no rosto ou abraços.

2- A Intel proibiu que se toque em outra pessoa quando você conversa com ela. O exemplo mais claro é o sujeito que encosta em você para conversar de maneira quase que “pegajosa.

3- O Sesi orienta para que homens evitem elogios às roupas, forma física e perfumes de mulheres, devido a dificuldade entre o espontâneo e a intenção disfarçada.

4- Via WEB – Não se despedir em mensagens de e-mails com “Beijos”, a fim de não ampliar uma intimidade indesejada. Encerre a mensagem escrita com “obrigado” ou “abraços”.

5- Reuniões a portas fechadas: a um professor, por exemplo, nesses novos tempos, nunca deve se reunir com um aluno individualmente em uma sala fechada.

Será que a ordem natural hoje é achar que todos os homens são tarados? A mim, particularmente, tal excesso parece ofensivo.

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– Islândia e as leis trabalhistas igualando salários de homens e mulheres.

Que sirva de exemplo: a pequena Islândia é um dos poucos países onde a lei igualitária salarial para homens e mulheres funciona. Mais do que isso: os islandeses podem se gabar do reconhecimento de que lá é o melhor lugar do mundo para o sexo feminino viver.

O Brasil?

Na lista de 144 países de respeito às mulheres, é apenas o 90o.

Abaixo, extraído de: https://www.nexojornal.com.br/expresso/2018/01/03/Como-a-Islândia-tornou-se-o-primeiro-pa%C3%ADs-a-proibir-salários-menores-para-mulheres

COMO A ISLÂNDIA TORNOU-SE O PRIMEIRO PAÍS A PROIBIR SALÁRIOS MENORES PARA MULHERES

A Islândia se tornou o primeiro país do mundo a tornar ilegal e punir com multas quem paga um salário maior para um homem, em relação a uma mulher, quando eles ocupam o mesmo cargo. A lei contra a discriminação salarial entrou em vigor no dia 1º de janeiro de 2018.

A nova legislação exige que empresas e agências do governo com mais de 25 empregados obtenham um certificado garantindo que adotam políticas de igualdade salarial. Aquelas que não conseguirem demonstrar isso serão multadas. O valor da multa será definido caso a caso, mas pode chegar a 50 mil coroas islandesas (cerca de R$ 1.500) por dia de descumprimento.

“Direitos iguais são direitos humanos. Precisamos garantir que homens e mulheres tenham oportunidades iguais no local de trabalho. É nossa responsabilidade tomar as medidas necessárias para garantir isso”, disse o ministro da Igualdade e Assuntos Sociais da Islândia, Thorsteinn Viglundsson, quando a lei foi anunciada, no início de 2017.

A Islândia, país europeu com população de cerca de 320 mil pessoas, é considerada o melhor país do mundo para mulheres devido à adoção de políticas de igualdade de gênero. Mesmo assim, as estimativas do governo indicavam que, em 2015, na média, mulheres ainda recebiam 30% a menos que homens.

É possível explicar essa diferença salarial entre homens e mulheres por fatores não relacionados a gênero: desempenhando a mesma função, pessoas com idades diferentes, diferentes níveis de escolaridade, anos de carreira ou atribuições podem apresentar diferenças salariais significativas.

Quando levados em conta todos esses fatores – ou seja, quando a comparação se dá entre homens e mulheres de perfil muito semelhante -, ainda assim as mulheres ganhavam 5,7% a menos que homens. Esse é o percentual de diferença salarial real em 2013, na Islândia, de acordo com relatório da Comissão Europeia. Essa diferença só pode ser explicada por discriminação de gênero.

COMO FUNCIONA A NOVA LEI

A Islândia já tem leis que visam garantir igualdade salarial entre homens e mulheres. A primeira legislação nesse sentido foi aprovada em 1961, de acordo com a Associação de Direitos das Mulheres da Islândia. À época, esperava-se que salários iguais fossem atingidos em apenas seis anos, já em 1967. Como isso não ocorreu, uma nova regra com o mesmo intuito foi aprovada em 1976. Em 2008, o Parlamento islandês aprovou novamente uma regra semelhante.

O que a nova legislação faz, então, não é exatamente exigir que os salários sejam os mesmos, mas que as empresas provem que os salários são os mesmos. A nova regra foi aprovada em 1º de junho de 2017 e passou a valer em 2018, com prazos diferentes para cumprimento, dependendo do tamanho da empresa. Companhias com mais de 250 funcionários, por exemplo, precisam se adequar até o final de 2018. Já firmas com menos de 90 funcionários têm até 2021 para se adaptar.

O MELHOR PAÍS PARA SER MULHER

A nova regra reforça a posição da Islândia como o “melhor país do mundo para ser mulher”. Desde o ano 2000, o país ocupa o topo do ranking de igualdade de gênero do Fórum Econômico Mundial, que considera economia, educação, saúde e empoderamento político. Em 2017, o Brasil estava na 90ª posição (dos 144 países na lista).

A luta pela igualdade na Islândia foi marcada por uma greve geral de mulheres realizada em 24 de outubro de 1975, quando 90% delas paralisaram todas as suas atividades, de empregos formais a atividades não remuneradas como tarefas domésticas, cuidados com crianças e até cozinhar. Depois disso, as mulheres da Islândia voltaram a paralisar suas atividades em protesto outras quatro vezes. Normalmente, elas deixam o trabalho à tarde, marcando a hora em que, devido à diferença salarial, as mulheres passam a trabalhar de “graça” no país.

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– Desrespeito do Yes Ideal Living! Sacanagem…

Que noite comprida… estou desde às 03h30 em pé, trabalhei o dia inteiro, cheguei cansado às 20h em casa e sou obrigado a aguentar folgados que se acham acima do bem e do mal, desrespeitando as leis e fazendo o que querem durante a noite/madrugada. Não importa o respeito ao próximo, importa o cronograma das obras e o faturamento das vendas.

GUARDEM BEM ESSE NOME: “YES IDEAL LIVING JUNDIAÍ”, o empreendimento imobiliário no Bairro Medeiros (na Avenida Reynaldo Porcari, 2788) que está trabalhando às 23h45 de hoje (do dia 28 para 29/12), fazendo barulho à vontade sem se importar com os vizinhos.

QUEM CONSTRÓI PRÉDIOS A ESSE HORÁRIO DA NOITE é porque tem algo suspeito. Ou não?

Fazer armação de ferragem nesse horário? Concretar de madrugada? Baldear tábuas? Tão de sacanagem!!!

EMPRESA CORRETA NÃO TRABALHA ASSIM, nem nesse horário, ignorando a Lei do Silêncio.

As primeiras trincas na minha casa já surgem. Alguém veio verificar o impacto da construção desses prédios antes da liberação? NÃO, é claro! Para ajudar, trabalham sem respeito algum com os vizinhos a esta hora da noite / madrugada. Tenha Santa Paciência!!! Sem contar com a minha filhota caçula com gripe e febre, acordando a cada barulho da construção dos prédios e chorando. Como uma nenê vai entender que o “poderio econômico” dos construtores faz isso? Cadê o engenheiro responsável para uma manifestação? E o incorporador, fica quieto?

Daqui a pouco tenho que “levantar” de novo (e nem fui dormir, pois não é possível). Como fazer? É uma sacanagem muito grande eu ter que pedir para fazerem silêncio (como já fui) e o barulho continuar. A Polícia Militar (que é próxima) nada faz, pois há outras prioridades. A quem recorrer?

Uma das culpadas é a Prefeitura Municipal, que permitiu a liberação dos prédios em área de chácaras de recreio, sem infraestrutura alguma. Aliás, aqui desmataram, fizeram o diabo, mudaram o zoneamento justo nos terrenos da obra e ninguém nem liga. Será que os empreendedores são tão próximos das autoridades? E não me refiro a esta ou aquela administração municipal, estou generalizando mesmo! Muito chata tal situação.

Acesse o link do estudo de impacto da vizinhança desta construção, e veja que nas páginas 41 a 50 eles minimizam os vizinhos (eu nunca fui procurado) Nas páginas 97 e 98, itens 8.4.5 e 8.4.6, fala-se de que não existirá vibração ou barulho significativo (durante o dia); as trincas que estão surgindo na minha casa devem ser fruto da minha imaginação…. Na página 103, item 8.9, parece que tudo é feito para alegrar os vizinhos. RIDÍCULO, quem lê pensa que fomos consultados, nossas casas avaliadas e que estamos alegres. NADA DISSO ACONTECEU!

O relatório do impacto da obra está disponível em: https://www.jundiai.sp.gov.br/planejamento-e-meio-ambiente/wp-content/uploads/sites/15/2014/09/EIV_RIV_Proc_20700-2_13.pdf

1-Aliás, era “bola cantada” que teríamos problemas desde o início. Relembre: https://professorrafaelporcari.com/2015/10/13/para-construir-no-medeiros-vale-tudo/

2-Complementando a falta de infraestrutura (se não bastasse o descaso, veja o que acontece quando chove aqui): https://professorrafaelporcari.com/2017/03/07/alagamentos-que-deveriam-ser-evitados/

3-Por fim, veja como a contrapartidas não acontecem para se construir em nosso bairro (e talvez na cidade toda): https://professorrafaelporcari.com/2015/02/28/bairro-medeiros-crescer-sem-planejamento-e-perigoso/

E o descaso dessa noite/madrugada está gravado: Assista (observação – enfim silêncio aos 21 minutos (00h21) dessa sexta-feira). Abaixo:

– O Racismo de Day McCarthy contra a menina Titi

Nunca ouvi falar da tal de Day McCarthy. Só sei que ela chamou Titi, a filha de Bruno Gagliasso e Giovana Ewbank (uma criança maravilhosa, adotada e nascida na África) de “macaca, com cabelo de pico de palha e nariz de preto horrível”.

Que desprezo enorme é esse a uma pobre criança? A mesma “socialite” (ou idiota, não sei o que essa “senhora racista” é) já houvera ofendido outras crianças e ameaçou divulgar um vídeo da cantora Anitta cheirando cocaína.

É claro que Day McCarthy quer popularidade. Mas para isso aceita se tornar uma pessoa ofensiva como essa?

Extraído de: http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/diversao-e-arte/2017/11/27/interna_diversao_arte,643708/quem-e-a-socialite-day-mccarthy-que-xingou-a-pequena-titi.shtml

QUEM É A SOCIALITE DAY MCCARTHY, QUE XINGOU A PEQUENA TITI NO INSTAGRAM

Por Gabriela Vinhal

Ela se diz escritora, mas é conhecida pela série de ofensas que publica na internet. Além da filha de Giovanna Ewbank e de Bruno Gagliasso, outras crianças, como Rafa Justus, já foram vítimas de seus ataques

Brasileira, naturalizada norte-americana e radicada no Canadá, Day McCarthy, a mulher que usou o Instagram para chamar de “macaca” a filha dos atores Bruno Gagliasso e Giovanna Ewbank já protagonizou várias polêmicas envolvendo ataques preconceituosos na internet.

Com mais de 700 mil seguidores no Instagram, McCarthy se autointitula “escritora” e afirma ter diplomas de três das mais renomadas universidades dos Estados Unidos, embora seja difícil comprovar a veracidade da afirmação. Enquanto uma legião de haters a ataca, admiradores criam fã-clubes para enaltecer seus feitos. Atualmente, há ao menos quatro grupos desse tipo na internet.

Em um site de viagens que leva seu nome, a socialite conta que estudou arte na New York Film Academy e em Harvard, além de administração e negócios na Universidade de Geroge Washington. Na descrição, McCarthy afirma que é poliglota e fala fluentemente alemão, italiano, inglês, português e francês e diz ter planos de deslanchar na carreira de digital influencer pelo mundo.

Ela conta ainda que começou a escrever aos 14 anos e não parou desde então. Já teria publicado quatro livros. “Se houver uma coisa que Day McCarthy quer fazer em sua vida amorosa e compassiva é inspirar. Ela quer escrever para incentivar a felicidade, a esperança e o pensamento das pessoas de todo o mundo. Day cresceu em um ambiente único que moldou e alimentou sua paixão por escrever e inspirar”, escreveu.

Veja algumas das ofensas que ela já propagou pela internet:

RAFA JUSTUS FOI COMPARADA COM CHUCKY

Em agosto deste ano, outra criança foi vítima da socialite. Rafaella Justus, filha da apresentadora Ticiane Pinheiro e de Roberto Justus, foi comparada com o boneco assassino de filmes de terro Chucky. McCarthy disse que a menina, de apenas 9 anos, havia sido “separada ainda na maternidade” do personagem.

“Brasileiro quer processar tudo, mas eu moro no Canadá e o Justus não tem cidadania canadense. Pra ele vir aqui me processar, ele teria que ter a cidadania. E outra: as leis aqui [no Canadá] e no Brasil são diferentes. Eu achar a Rafaella Justus feia não é crime, tá? Ela é feia, tem um metro de testa, olho torto, e daí? Eu também sou feia”, disse.

“As pessoas me chamam de feia e é ‘ok’, mas chamar a menina de feia não é ‘ok’. Esse povo puxa muito o saco de famoso. Vocês acham ela a cara do Chuck mas não têm coragem de falar. Mas eu tenho. Isso porque a Ticiane deu o golpe em velho. Filho de velho nasce com doença”, continuou.

OFENSAS AOS FILHOS DE HICKMANN E SAFADÃO

Outra criança vítima de ofensas da internauta foi o filho da apresentadora Ana Hickmann. A socialite chamou Alexandre Júnior, 3 anos, de “horroroso e magrelo nojento!”. A apresentadora prestou queixa contra ela, como fez Gagliasso na manhã desta segunda-feira (28/11). Já a pequena Ysis Oliveira não seria filha do cantor Wesley Safadão. Ela afirmou que o pai da criança é o ex da atual esposa dele, Thyane Dantas.

AMEAÇA DE DIVULGAR VÍDEO DE ANITTA USANDO DROGAS

McCarthy agora ameaça divulgar um vídeo que mostraria a funkeira Anitta cheirando cocaína. “Tô esperando o processo da Anitta até hoje. O povo não falou: ‘Ah, a Anitta vai te processar’. Querida, a Anitta cheira pó sim, cheirou pó na minha frente e eu ainda filmei sem querer e, se me irritar muito, eu posto o vídeo mesmo pra mostrar”, disse. Como “prova”, ela mostrou uma foto durante uma festa com a cantora e um vídeo filmado do banco traseiro de um carro dirigido pela famosa.

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– Dia Nacional do Doador de Sangue. Você costuma doar?

Hoje é Dia Nacional do Doador de Sangue. Já contei algumas vezes, sou doador voluntário apesar das minhas fobias com sangue e agulha. Porém, a satisfação em saber que ajudo alguém, sem nem conhecer quem receberá meu sangue, não tem preço.

Doe sangue, é algo que faz bem para o corpo e para a alma. Se eu que sou medroso costumo doar, por quê você não?

Veja esse vídeo: sangue não se compra em Lojas de Conveniência!

– MOficcer proibida de comercializar no Brasil devido ao trabalho escravo.

Nos últimos dias, muito se tem discutido sobre a legislação pertinente ao “trabalho análogo à escravidão”.

Entretanto, uma empresa bem conhecida nos shoppings está sofrendo sanções…

Abaixo, extraído de: http://economia.estadao.com.br/noticias/geral,mofficer-e-condenada-por-trabalho-escravo-e-pode-ficar-fora-de-sp-por-10-anos,70002076906

M.OFFICER É CONDENADA POR TRABALHO ESCRAVO E PODE FICAR FORA DE SP POR 10 ANOS

Varejista de roupas foi condenada em 1ª instância e a 4ª Turma do Tribunal Regional do Trabalho de São Paulo manteve a decisão que prevê o pagamento de R$ 6 milhões em multas

A M5 Indústria e Comércio, dona da marca M. Officer, condenada em 1ª instância por submeter trabalhadores a condições análogas à de escravidão, pode ficar proibida de comercializar roupas no Estado de São Paulo por até 10 anos.

A decisão da 4ª Turma do Tribunal Regional do Trabalho de São Paulo (TRT-SP) nesta quarta-feira, 8, mantém a condenação em 1ª instância e o pagamento de R$ 6 milhões pela prática de trabalho análogo à escravidão e para o ‘cumprimento de várias obrigações trabalhistas’.

A empresa terá que pagar R$ 4 milhões por danos morais coletivos e mais R$ 2 milhões pelo chamado dumping social, quando uma empresa se beneficia dos custos baixos resultantes da precarização do trabalho para praticar a concorrência desleal.

O cumprimento de mais uma série de obrigações trabalhistas está prevista na condenação da dona da M. Officer, conforme informou o Ministério Público do Trabalho (MPT), em nota.

O coordenador nacional de Erradicação do Trabalho Escravo do MPT, procurador do Trabalho Muniz Cavalcanti, destacou que a decisão confirma que a M.Officer foi a responsável pelo trabalho escravo. “Com essa decisão, vamos oficiar ao governo de São Paulo para aplicar a lei estadual, que determina a cassação da inscrição no cadastro de contribuintes de ICMS pelo prazo de 10 anos de quem foi condenado por trabalho escravo em segunda instância”.

De fora. A lei prevê que será cassada a inscrição no cadastro de ICMS das empresas “que comercializarem produtos em cuja fabricação tenha havido, em qualquer de suas etapas de industrialização, condutas que configurem redução de pessoa a condição análoga à de escravo”.

Segundo o MPT, a cassação ocorrerá quando a empresa for condenada em decisão colegiada, independente da instância ou do tribunal. A cassação abrangerá os sócios, pessoas físicas ou jurídicas, que ficam impedidos de entrar com pedido de nova inscrição por 10 anos.

Denúncia. A ação contra a dona da M.Officer foi movida em 2014 pelos procuradores do Trabalho, que argumentaram que peças da marca eram produzidas por trabalhadores que realizavam jornadas exaustivas em ambiente degradante, com risco à saúde, à segurança e à vida, além de relacionarem o caso ao tráfico de pessoas.

Para os procuradores, esse tipo de exploração é um “modelo consagrado de produção da ré, como forma de diminuição de custos, através da exploração dos trabalhadores em condições de vulnerabilidade econômica e social”.

Segundo o MPT, a varejista utilizava empresas intermediárias para subcontratar o serviço de costura, realizado em grande parte por imigrantes em oficinas clandestinas submetidos a jornadas excessivas em condições precárias, sem qualquer direito trabalhista.

Em um desses locais, descoberto em diligência conduzida no dia 6 de maio de 2014 pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) em atuação conjunta com MPT, Defensoria Pública da União (DPU) e Receita Federal, constatou-se que os trabalhadores ganhavam de R$ 3 a R$ 6 por peça produzida e cumpriam jornadas médias de 14 horas, muito acima do limite legal de 8 horas.

Os seis bolivianos resgatados quase não falavam português e viviam com suas famílias no mesmo local de trabalho, costurando em máquinas próximas a fiação exposta, botijões de gás e pilhas de roupas, representando grave risco de incêndio, destacou o MPT.

Alguns trabalhadores resgatados afirmaram ainda estar pagando pela passagem ao Brasil com o “salário” recebido pelas peças costuradas, o que, segundo o MPT, poderia ser indício de tráfico de pessoas para fins de trabalho.

Explicação. Procurada pela reportagem, a empresa informou por meio de nota que “afirma e comprova nunca ter praticado trabalho escravo e irá recorrer da injusta decisão trabalhista. A fiscalização do trabalho é frágil e inconsistente, partindo de premissas equivocadas para tentar vincular a M5 aos produtos encontrados nas oficinas”.

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O cumprimento de mais uma série de obrigações trabalhistas está prevista na condenação da dona da M. Officer Foto: Divulgação

– William Waack e a mancada racista no vídeo antigo.

Há dúvida de que alguém quis sacanear o jornalista Willian Waack da Rede Globo, ao deixar vazar um bastidor pré-gravação do ano passado onde ele soltou uma infeliz frase?

Prestes a entrevistar uma pessoa em Washington, cobrindo a Eleição de Donald Trump, Waack se incomodou com a buzina de um motorista próximo onde estavam. Disse:

Tá buzinando por quê, seu merda do cacete?”.

Na sequência, sussurrou ao convidado:

“É preto, é coisa de preto”.

Claro que os amigos de Waack estão se solidarizando a ele, dizendo que não é racista. Pode até não ser, mas a frase foi de puro racismo, daquelas que antigamente ouvíamos com frequência e que diminuem a dignidade do negro.

Lamentável. Que tenha sido um “único ponto fora da curva”. Certamente, está arrependido do que disse e, tomara, não tenha espírito racista dentro de seu coração.

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– Ser contra, a favor ou neutro à Ideologia de Gênero defendida por Judith Butler

Judith Butler, 61 anos, é uma filósofa americana conhecida internacionalmente. É dela o trabalho “Undoing Gener” (Desfazendo o Gênero), e se tornou ídolo “queer” (pessoas adeptas a um movimento onde se defende que a orientação e a identidade sexual – que julgam ser coisas separadas – são resultado da construção social da pessoa).

Ela é uma das defensoras da Ideologia de Gênero, tão polemizada nos últimos tempos, e estará no Sesc Pompéia entre o dia 07 e 09 de novembro, juntamente com outros professores, no evento “Os Fins da Democracia”, que falará amplamente de diversos assuntos da Sociedade.

Entretanto, há uma grande manifestação de pessoas contrárias à vinda dela em nosso país. Outros, simpatizantes das suas ideias e dos seus ideias, prometem fazer uma recepção digna de pop star à teórica.

Claro, existem ações extremadas de radicais dos dois lados, mas o mote é outro: defensores da Ideologia de Gênero têm Judith como um símbolo da causa. Respeito quem pratica essa Ideologia (a de que crianças nascem e se definem meninos héteros ou meninos gays, idem às meninas ou ainda se tornam sem identidade e orientação sexual e que conformem crescem podem ser moldadas). Mas importante: respeitar não é defender ou fazer apologia!

Assim como discordo (embora respeite democraticamente quem defenda) a Ideologia de Gênero, posso (e é meu direito) expressar que defendo, faço apologia, luto pela causa de que a família nuclear constituída por pai, mãe e filhos (meninos que crescerão homens e gostarão de mulheres e meninas que crescerão mulheres e que gostarão de homens) é a coisa natural e correta.

Ué, por que uma senhora do movimento queer pregando que a sexualidade é construída ao longo do tempo e que criança não é menino e nem menina, mas meninx (detesto essa moda do x para dizer que não tem sexo definido), pode estar certa para alguns, e eu, católico, casado e pai de duas lindas filhas crianças não posso pregar que o ideal é que minhas meninas um dia casem com homens honrados, respeitosos, trabalhadores e que constituam uma linda família me dando netos tão maravilhosos quanto elas são?

Se você olhar pela ótica cristã, Deus fez o homem e a mulher, mandando-os que povoassem a Terra (claro que Adão e Eva na Bíblia representam os primeiros homens e as primeiras mulheres, o Catolicismo sabe que essa forma foi a encontrada pelos autores do Gênesis para apresentarem um Deus Criador e Senhor). É meu direito ter crença, acreditar na minha Fé e fazer disso a minha verdade (é inclusive garantia inconstitucional de um Estado que é laico – laico não significa ateu, mas independente/ neutro na acepção da palavra). É natural, então, que homens se casem com mulheres e tenham filhos, na minha verdade (na nossa e da maioria), que é diferente da verdade defendida por Butler e seus seguidores. Há de se permitir a fala de todos, mesmo discordando.

Entretanto, se alguém entende que criança nasça com o sexo a definir em identidade (se vai escolher ser homem ou mulher) e em orientação (se vai querer gostar de homem ou de mulher ou de qualquer outra identidade criada), deve-se respeitar. SÓ QUE… Não venha me impor tal verdade – que é a do pessoal que defende a Identidade de Gênero! Assim como querem ser respeitados, que respeitem quem pensa como eu. Em hipótese alguma isso deve ser levado às escolas como método de tratamento aos nossos inocentes e ensino às criancinhas.

Parem URGENTEMENTE de confundirem a cabeça dos pequenos e sexualizar tão precocemente nas instituições de ensino. Desenvolvimento e orientação sexual não é para tal ambiente, mas sim para os pais e mães ensinarem. Escola é para ensinar Matemática, Geografia, Português, História, Sociologia, Política (apartidariamente). Essas outras coisas ensinam-se em casa!

Com pesar, parece que o sexo se tornou a coisa mais importante do mundo. Estamos virando uma nação de tarados?

Deixem Judith Bluter falar aos seus adeptos e seguidores. Eu, você que pensa como eu, católicos, evangélicos, judeus, ateus e agnósticos e tantas outras pessoas (a maioria delas) que entende ser errado querer IMPOR a Ideologia de Gênero nas instituições públicas de ensino, ignorem a filósofa (não por ser queer, mas pelo seu ideário).

Vivemos de fato uma democracia torta. Está virando pecado pensar diferente daqueles que querem impor a sua cultura. A pessoa pode defender a ideologia de Gênero pois vivemos uma democracia; mas eu não posso criticar, e vivo nessa mesma democracia?

Aí a gente fica louco… Simplesmente e no português “das ruas”: quem gosta, se delicie. Quem é contra, não se contamine por esses propósitos. E “cada um no seu quadrado”.

O que não pode, insisto, é essa maldita IMPOSIÇÃO de que a criança deve escolher o seu sexo no comportamento do dia-a-dia e que tipo de sexo quer fazer. Deixem as crianças serem puras, inocentes e infantis.

Por fim: eu não quero professor (eu sou professor!) falando às minhas filhas que elas podem ser meninos e gostarem de meninos e meninas. Repito: não é esse o papel das escolas.

E você, o que pensa sobre isso?

Deixe seu comentário de maneira respeitosa (palavrões / radicalismos chulos são bloqueados pelo filtro):

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– Agradecimento Público à Homenagem Recebida pela Câmara dos Vereadores de Jundiaí!

Nesta semana, na 5a feira (26), a Câmara Municipal de Jundiaí promoveu a distribuição dos títulos honoríficos às pessoas da cidade. Com alegria, por indicação do vereador Antonio Carlos Albino, fui agraciado com a homenagem intitulada “Diploma ‘Capitão Nivaldo Bonassi’ de Incentivo ao Esporte Jundiaiense”.

Realizado no Teatro Polytheama, o evento mostrou o quão forte é a cidade de Jundiaí e como são relevantes seus munícipes. Uma festa da democracia e em especial da sociedade. Muito bonito, extravasando momentos da nossa cultura e exaltando nosso sentimento de amor e dedicação às causas sociais da Terra da Uva.

Muito honrado fiquei com a cerimônia. Honra maior por ver tantos amigos e receber tanto carinho.

De coração a todos, obrigado!

Nas fotos: com minha esposa e filhas (canto esquerdo superior), com meu pai e minha madrasta (canto direito superior) e a homenagem com minha filha e o vereador Albino.

– E se Você pudesse comprar Sangue em uma Loja de Conveniência?

Os bancos de sangue sofrem com a falta de doadores. Mas… e se o precioso elemento, tão vital à nossa vida, fosse encontrado nas prateleiras para comprar?

Veja esse bem humorado vídeo do Hospital Albert Einstein, onde bolsas de sangue são colocadas em geladeiras de uma loja de conveniência e as pessoas (não são atores), inesperadamente, se deparam com o inusitado!

Hilário e de grande poder de conscientização. Vale a pena compartilhar:

Extraído de: http://www.youtube.com/watch?v=1ujkX7N2bFg (Clique no Link)

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– E o “INPS” do Presidente Michel Temer?

Sou do tempo em que a Previdência Social era chamada de INPS. E muito se tem falado sobre as mudanças nas regras da aposentadoria, onde costumeiramente é o segurado quem perde. Mas cá entre nós: elas não deveriam ocorrer aos Militares e aos Políticos também, ao invés de atingir somente o cidadão comum e trabalhador?

O próprio presidente Temer declarou no ano passado:

Meu exemplo serve para revelar como há aposentadorias precoces”.

E sabe porque ele disse isso? Temer aposentou-se aos 55 anos (em 1996), e recebe R$ 33.000,00 como aposentado da Procuradoria do Estado. E quanto será que ele recebe das outras aposentadorias (como a de deputado, por exemplo)?

Vale pensar sobre essas mordomias. São elas que afundam o cofre do Governo, não o pagamento ao pobre trabalhador. 

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– O número de Analfabetos no Brasil: que vergonha!

Não dá para aceitar que, em pleno século XXI, o analfabetismo seja um problema em nosso país.

A média da população (sempre contando acima de 15 anos, pois menor do que essa idade está em processo de alfabetização) é de 11,4%.

E sabe onde o analfabetismo é maior? Em Alagoas (20%), terra de Fernando Collor e Renan Calheiros!

Abaixo, extraído de: https://educacao.uol.com.br/noticias/2017/10/10/analfabetismo-no-ne-entre-pessoas-acima-de-15-anos-e-dobro-da-media-do-pais.htm?utm_content=geral&utm_campaign=twt-noticias&utm_source=t.com&utm_medium=social

ANALFABETISMO NO NE ACIMA DE 15 ANOS É DOBRO DA MÉDIA DO PAÍS, DIZ ESTUDO

Por Felipe Redondo

Mais de 16% da população do Nordeste acima de 15 anos é analfabeta, mostrou um estudo da Fundação Abrinq baseado em números do Pnad 2015 (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios) e apresentado nesta terça-feira (10).

No entendimento da fundação, este e outros números regionais da educação brasileira podem dificultar que o país alcance as metas assumidas em 2015 nos ODSs (Objetivos de Desenvolvimento Sustentável) da ONU (Organização das Nações Unidas).

Segundo o levantamento, o analfabetismo atinge 8% da população brasileira acima de 15 anos. Na região Nordeste, porém, a taxa é mais do que o dobro da média nacional: 16,2%. Apenas a região Norte, com 9,1%, também tem um índice de analfabetos acima da taxa brasileira.

Percentual de analfabetos entre a população de 15 anos ou mais – Brasil e regiões:

Brasil: 8,0%

Nordeste: 16,2%

Norte: 9,1%

Centro-Oeste: 5,7%

Sudeste: 4,3%

Sul: 4,1%

Fonte: IBGE-Pnad

Não por coincidência, os cinco estados que concentram a maior taxa de analfabetismo do país estão no Nordeste, com Alagoas chegando a 20% de população não alfabetizada acima de 15 anos. Maranhão, Piauí, Ceará e Paraíba completam o ranking dos estados mais mal colocados.

Percentual de analfabetos entre a população de 15 anos – Estados:

Alagoas: 20%

Maranhão: 18,8%

Piauí: 18,2%

Ceará: 17,3%

Paraíba: 17,1%

Fonte: IBGE-Pnad

Entre os estados, as menores taxas de analfabetismo da população acima de 15 anos estão no Rio de Janeiro e Distrito Federal: 3% em ambos. Rio Grande do Sul, São Paulo e Santa Catarina vêm em seguida, cada um com 3,5%.

“O indicador de analfabetismo entre a população maior de 15 anos é capaz de mensurar a população adulta analfabeta, ou seja, aqueles que não foram alfabetizados nem enquanto estavam em idade escolar e/ou posteriormente. Além de adolescentes e jovens que, idealmente, até o final do Ensino Fundamental, ainda não haviam sido devidamente alfabetizados”, informa o estudo.

Norte tem pior índice de analfabetismo entre crianças e adolescentes

Entre jovens entre 5 e 17 anos, os índices de analfabetismo também se mostram bem superiores nas regiões Norte e Nordeste, respectivamente 15,6% e 13,9%. A média nacional é de 11,4%.

Percentual da população entre 5 e 17 anos não alfabetizada – Brasil e regiões:

Brasil: 11,4%

Norte: 15,6%

Nordeste: 13,9%

Centro-Oeste: 10,3%

Sul: 9,5%

Sudeste: 8,9%

Fonte: IBGE-Pnad

Na mostra por estados, o Maranhão lidera o índice negativo com 18,7% de crianças e adolescentes não alfabetizados, seguido por Pará, Alagoas, Acre e Rio Grande do Norte.

Entre os mais bem avaliados, Minas Gerais é quem tem a menor taxa de analfabetismo do país para pessoas entre 5 e 17 anos: 8,2%. Paraná (8,3%), Rio de Janeiro (8,9), Distrito Federal (9,1%) e São Paulo (9,2%) aparecem em seguida.

Dificuldades para cumprir as metas

O levantamento da Abrinq tem por intuito discutir as metas assumidas pelo Brasil nos ODS, especificamente o ODS4 (garantia de educação inclusiva e equitativa de qualidade) e o ODS8 (erradicação do trabalho infantil, entre outros pontos). Na avaliação da fundação, as discrepâncias entre os estados e regiões nos índices levantados podem dificultar o alcance dos objetivos firmados até 2030.

As metas do Brasil nos ODSs se associam também aos objetivos traçados em 2014 no PNE (Plano Nacional de Educação). Uma das metas do Plano é erradicar o analfabetismo absoluto no Brasil até 2024.

“A maior preocupação recai sobre as condições de vulnerabilidade de algumas regiões, com indicadores bastante discrepantes da média nacional”, afirma Heloisa Oliveira, administradora executiva da Fundação Abrinq. “Não deixar ninguém para trás significa assegurarmos o acesso à educação pública de qualidade para todas e todos. Isso é condição fundamental para o desenvolvimento sustentável no Brasil”.

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– Salário para formar vidas e salário para cuidar de deputados.

Li e me sensibilizei. Sabe quanto custa pagar um deputado? E um bombeiro, um professor ou um humilde aposentado?

Extraído do blog do jornalista Paulo Pontes, em: https://paulopontespp.wordpress.com/2017/09/26/um-desabafo-de-um-leitor-real-que-passo-adiante/

UM DESABAFO DE UM LEITOR, REAL, QUE PASSO ADIANTE

Um leitor que pediu para não ser identificado me mandou uma longa mensagem, retratando o momento do País, com o sentido de grande desabafo, mas que reflete exatamente o que eu e milhões de brasileiros pensam. Por isso vou reproduzir a íntegra aqui.

”Lutei contra a ditadura, sim!

Tomei borrachadas, engoli gás lacrimogênio, corri da cavalaria na Av. São João em direção à Praça Antonio Prado e à Praça da Sé.

Participei das perigosas Assembléias dos Sindicatos, onde milicos escondidos na massa guardavam na memória o rosto dos mais exaltados.

Arrisquei o emprego, pichei muro com o slogan:

“Abaixo a Ditadura”.

Distribui panfletos.

Morri de medo.

Chorei quando anunciaram a devolução do poder ao povo: eu e mais alguns milhões.

Hoje, vendo pessoas morrendo em filas de Hospitais, bandidos matando por R$ 10,00 e pessoas andando feito zumbis nas ruas por causa das drogas, adolescentes que não sabem quanto é 6 x 8, meninas de 14 anos parindo filhos sem pais, toda a classe política desse país desfilando uma incompetência absurda, o nosso país sendo ridicularizado por tantos escândalos…

Eu peço perdão ao Brasil pela porcaria que fiz…

Deveria ter ficado em casa quieto lutei pra ver corrupto no poder fazendo manobras pra se manter no poder e por que estamos quietos? Cade você nas ruas? Esqueçam cor de bandeiras. Vamos nos unir e lutar por só um motivo: nossos direitos

SOMOS mais de trinta milhões de aposentados!

Não podemos admitir!

Policial R$ 3.660,00 para arriscar a vida;

Bombeiro R$ 3.960,00 para salvar vidas;

Professor R$ 2,200,00 para preparar para a vida;

Médico R$ 9.260,00 para manter a vida;

E o Deputado Federal?
R$ 26.700,00 (Salário)

R$ 94.300,00 (Verba de Gabinete)

R$ 53.400,00 (Auxílio Paletó)

R$ 5.000,00 (Combustível)

R$ 22.000,00 (Auxílio Moradia)

R$ 59.000,00 (Passagens Aéreas)

R$ 17.997,00 (Auxílio Saúde)

R$ 12.100,00 (Auxílio Educação)

R$ 16.400,00 (Auxílio Restaurante)

R$ 13.400,00 (Auxílio Cultural)

Auxílio Dentista

Auxílio Farmácia

E outros, para LASCAR a vida dos outros!

E o trabalhador R$ 937,00 para sustentar a família.

Será que o problema do Brasil são os aposentados?”

Essa é a dura realidade do nosso País. Longe de mim, e entendo que deste leitor, fazer qualquer defesa da volta da ditadura militar. Isso seria o pior dos mundos, hipótese inaceitável. Mas para mudarmos o Brasil, tirando essa canalhada toda do cenário político nacional, cabe a nós a mobilização para mostrar que o Brasil é nosso, não desses bandidos que sugam nosso dinheiro e nos matam pouco a pouco.

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– A Bobagem da Polêmica das Motoristas na Arábia Saudita

Enfim a Arábia Saudita permitirá que as mulheres possam tirar a sua Carteira de Habilitação. Demorou, mas aconteceu.

Sabem qual era a desculpa para a proibição? Leia nessa postagem aqui do Blog há 3 anos e surpreenda-se:

POR QUÊ AS SAUDITAS NÃO PODEM DIRIGIR?

Parece incrível que isso aconteça nos dias atuais, mas é verdade: a Arábia Saudita é um regime islâmico rigoroso, e até há pouco tempo proibia as mulheres de dirigirem.

Agora, para desincentivar as mulheres da busca da carteira de habilitação, o sheik Saleh al-Lohaidin faz campanha para a mudança da lei. Mas os motivos são curiosos: ele diz que dirigir lesa os ovários e empurra o útero para cima”.

Se não bastasse, disse ainda que em caso de acidentes, “tanto seio e útero podem inflar”!

Caramba… impossível não tripudiar: ele não está confundindo com ‘air bag’? Inflar???

Coitadas das mulheres árabes.

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– Comunidades Eclesiais de Base e os Desafios do Mundo Urbano

por Reinaldo Oliveira

O 14º Interclesial das Comunidades Eclesiais de Base, cuja realização acontecerá de 23 a 27 de janeiro de 2018, em Londrina/PR, terá como tema “CEBs e os Desafios no Mundo Urbano”, e como lema “Eu vi e ouvi os clamores de meu povo e desci para liberta-lo” (Ex 3,7).

Em preparação para este 14º Interclesial, a Diocese de Jales/SP, sediou de 15 a 17 de  setembro, um Encontro de Delegados e Delegadas, das 47 Dioceses do Regional Sul 1 da CNBB.

Estiveram presente mais de 380 delegados/as, que em janeiro estarão em Londrina/PR. A assessoria do Encontro foi do padre Manoel de Godoy, de Belo Horizonte/MG, que falou sobre o tema e lema, oficiais para o 14º Interclesial. Inicialmente ele falou que é necessário “amar a cidade”, pois só assim se vive melhor estes desafios urbanos.

Destacou que como cristãos devemos ser alegres, ser cristãos na cidade, mas além de amar a cidade ser crítico, porém a criticidade não significa azedume, mal humorado. É importante compreender os novos desafios das comunidades urbanas, pois tudo ainda é muito ligado com a questão histórica e principalmente rural.

Um Encontro como este é sempre momento de reencontros, partilhas e de significativa expressão de um povo que luta por justiça e dignidade dos povos oprimidos, independente de credo, cor, raça, etc. O Encontro foi na Escola Vocacional de Jales, e os participantes foram acolhidos por famílias jalenses.

Importante lembrar que o mundo urbano se apresenta hoje com grandes desafios para as políticas públicas, tendo em vista que de acordo com o IBGE 85% da população brasileira vive nas cidades, sobretudo nos grandes centros urbanos, com altos índices de desemprego e condições precárias de trabalho.

Estes e muitos outros desafios exige a participação nos Conselhos Municipais, de composição paritária entre Estado e sociedade civil. São eles que vão definir/controlar as políticas publicas para a criança, o idoso, saúde, segurança, sociais e outras. De políticas globais como o transporte e meio ambiente, seguindo o princípio de cidadania responsável.

Num mundo multiterligioso e pluricultural o cristão e as igrejas como desafio a redução da religião na esfera privada, orientados por uma espiritualidade autentica cristã. Importante – neste momento lembrar de que vivemos num mundo de consumismo, de estranhos costumes de moral, e cabe nos desafios urbanos uma atuação fraterna.

Em Londrina/PR com a ampliação deste debate, com conhecimento de outras realidades do Brasil, peçamos pois que continuemos no espírito desta Fé encarnada, e que o exemplo Nosso Senhor Jesus Cristo nos anime, nos dê perseverança na caminhada.

Vamos companheiro/as s marcar mais um ponto ….

mais unidos e fortalecidos com este encontro. 

(Com informações presencial e do WWW.diocesedejales.org.br)

Delegados CEBs Jales 003

– Por quê não praticar a Homofobia nas Arquibancadas? Por tais motivos:

Pela 4a vez, a torcida brasileira praticou gritos homofóbicos nas cobranças de tiro de meta do goleiro adversário em jogos da Seleção Brasileira.

Não é uma grande bobagem?

Veja essa postagem de dias atrás sobre esse assunto, que a revivo aqui (extraído do meu próprio blog):

PAREMOS COM GRITOS HOMOFÓBICOS: PELO HÁBITO, PELA FORÇA OU PELA MULTA

Tempos atrás, a FIFA se preocupou com os atos racistas que eram acompanhados de ações políticas em jogos na Europa, em especial nos países que formavam a Iugoslávia (Sérvia, Croácia, Montenegro, especificamente). Posteriormente, a “moda das ofensas” passou para a Itália (objetivamente: ofensas a negros e saudações fascistas). Mais recentemente, esse fenômeno racista migrou para a Espanha e alguns atos isolados na Argentina e Brasil.

Em todos eles, ocorreram algum tipo de punição: a Lazio (ITA) jogou com portões fechados, o Estrela Vermelha (SER) perdeu mando, o Villareal (ESP) foi multado e o Grêmio (BRA) eliminado na Copa do Brasil.

No conjunto de medidas contra a intolerância, a FIFA solicitou que os árbitros relatem em súmula (e parem o jogo, se for o caso) qualquer manifestação racial, religiosa, política e homofóbica.

Se a torcida jogar bananas em campo (como certa feita aconteceu com Daniel Alves, enquanto atleta do Barcelona), o jogo deve parar pois é racismo explícito. Se o jogador comemorar um gol tirando a camisa com os dizeres Jesus é o Rei ou Alá é Grande, o atleta deve receber cartão amarelo por desconfigurar o uniforme e ser citado para julgamento por apologia religiosa. Se o jogador, após um gol, saudar a torcida com o gesto de Hi Hitler imortalizado pelos nazistas, ele não recebe o cartão mas é citado por manifestação política. E, por fim, se os torcedores fazerem cânticos ou gritos homofóbicos, o árbitro deve relatar nos documentos da partida (se eles forem contínuos, o jogo pode até ser paralisado).

É nesse último item que chamo a atenção: no México, os torcedores gritavam PUTO (que é uma palavra similar a VIADO no coloquial espanhol) quando o goleiro cobrava o tiro de meta. Tal prática, ao mesmo tempo que começou a ser abolida aos poucos lá fora, passou a ser praticada no Brasil pela torcida do Corinthians, especificamente tendo nascida num jogo contra o São Paulo, a cada tiro de meta cobrado por Rogério Ceni (trocando-se o PUTO por BICHA, com um longo tempo no IIIIII até o chute do arqueiro). Palmeirenses, santistas e até os próprios são-paulinos, primeiras vítimas do ato, começaram a imitar.

Nesta cruzada contra a homofobia, a FIFA resolveu reforçar a orientação para que tal prática fosse extinta. Recentemente, a CBF foi punida por 20 mil francos suiços (65 mil dólares) por tais gritos na partida pelas Eliminatórias entre Brasil x Colômbia em Manaus, ocorrida em setembro. Neste mesmo “pacotão de punições” foram multadas equipes e seleções em Honduras, Albânia, Itália, México, Canadá, Argentina, Paraguai e Peru. O Chile, além da multa, perdeu um mando de jogo nas Eliminatórias da Copa do Mundo de 2018.

Em parceira com a ONG Fare Network, a FIFA, depois destas punições, reforçou o pedido e o monitoramento (replicado pelas Federações / Confederações Nacionais e suas entidades filiadas), para que árbitros, clubes e federações sejam agentes denunciadores de tais situações, sejam essas personagens testemunhas ou vítimas. Ou seja: um árbitro deve relatar se presenciar os gritos, uma equipe pode denunciar se sentir atacada ou um goleiro pode até pedir a punição ao clube cuja torcida praticou a homofobia.

Porém, esses gritos de BICHA foram praticados novamente em jogo da Seleção Brasileira, dessa vez contra a Bolívia em Natal, também pelas Eliminatórias, com punição de  R$ 83 mil. Outros nove países também foram punidos por gritos homofóbicos, além do Irã, por cânticos religiosos do Islã.

Aqui no Brasil, os grandes clubes da Capital têm pedido, através do sistema de som, que os torcedores não pratiquem tal ato. Infelizmente, há aqueles que ainda não sabem das medidas recomendadas e as punições que podem receber.

Então, seja na Copa São Paulo de Futebol Jr ou em Copa do Mundo, os clubes e Seleções podem ser severamente multados ou até perderem o mando caso os torcedores gritem BICHA na arquibancada.

IMPORTANTE – sabemos que na cultura do futebol algumas situações são discutíveis (eu, que fui árbitro de futebol por tanto tempo, sei bem disso). Xingar o juiz de ladrão ou outros impropérios é algo “aceitável e comum” (não levando em conta o politicamente correto e nem que se ofende a pessoa, mas sim uma personagem). Mas se existe um novo momento no futebol, uma mudança de cultura, seja ela forçada por multas e punições ou por clamor social, que cumpra-se!

Torcedor, diante de tudo isso: seja prudente!

EM TEMPO – a FIFA colocou em seu game, o FIFA 17, a opção de “vestir o atleta nas cores do arco-íris”, em alusão à campanha contra homofobia (Stonewall’s Rainbow Laces). E aqui acrescento: não confunda a opção sexual, particular de cada um, com APOLOGIA (sempre condenável).

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– Sobram exames de Mamografia em Jundiaí: DIVULGUEM!

Em tempos que muito se fala sobre a Prevenção ao Câncer de Mama, leio no Jornal de Jundiaí (ed 29/09/2017, matéria de Niza Souza), que a oferta do Exame de Mamografia (que é o principal meio de se diagnosticar precocemente os tumores) foi de quase 30.000 exames no último semestre na cidade. Entretanto, em média, SOBRAM 570 exames / mês (segundo a Secretaria de Saúde de Jundiaí, renomeada Unidade de Gestão e Promoção da Saúde)!

E sabe qual é a grande facilidade? Não é necessário marcar consulta, é só se dirigir a uma UBS e pedir o agendamento da mamografia (não há fila de espera).

Diante das campanhas preventivas, por quê não se cuidar?

Se você conhece alguém que não faz a prevenção, oriente-a!

A matéria do JJ está disponível em: http://www.jj.com.br/noticias-49644-em-jundiai-sobram-mais-de-500-exames-de-mamografia-por-mes

EM JUNDIAÍ, SOBRAM MAIS DE 500 EXAMES DE MAMOGRAFIA POR MÊS

Há dois dias do início do tradicional mês de campanha de prevenção do câncer de mama, o chamado Outubro Rosa, um dado chama a atenção em Jundiaí: sobram vagas para o exame de mamografia, principal aliado do diagnóstico precoce. De acordo com dados da Unidade de Gestão de Promoção da Saúde, da prefeitura, por ano são ofertados 29.892 exames e no primeiro semestre deste ano sobraram, em média, 570 por mês.

De acordo com dados da Unidade de Gestão de Promoção da Saúde, no ano passado deixaram de ser agendados 1.555 mamografias. Somente nos meses de outubro e novembro, por conta dos eventos do Outubro Rosa, a quantidade de agendamentos aumentou.

“Em 2016, nesse período, foram realizados 5.253 mamografias. Isso significa o dobro do que foi realizado nos demais meses do ano”, informa a diretora de Atenção Básica à Saúde, Viviane dos Santos Vacchi.

A campanha Outubro Rosa foi criada justamente para chamar a atenção e alertar as mulheres sobre a importância do diagnóstico precoce. Estudos mostram que o câncer de mama, quando detectado precocemente, tem 88% de chances de cura. Mas, mesmo com o índice positivo, ainda existe a resistência entre muitas mulheres em realizar o exame.

“A realização da mamografia é o principal exame para identificação da doença. O autoexame somente detecta nódulos a partir de um centímetro. A precocidade é fundamental para as chances de cura”, explica Viviane, lembrando que o exame está disponível na rede pública de saúde gratuitamente. A solicitação pode ser feita sem a necessidade de uma consulta. Basta pedir o agendamento na unidade básica de saúde (UBS) do bairro. Não há fila de espera para realizar o procedimento.

No ano passado foram registrados 165 novos casos de câncer de mama entre as mulheres em idade fértil. Até maio de 2017, 60 novos casos da doença foram registrados na rede pública municipal.

O tratamento – cirurgia, quimioterapia ou radioterapia – é feito no Hospital São Vicente de Paulo e não há fila de espera para nenhum dos procedimento, segundo a prefeitura. São realizadas, em média, 20 cirurgias por mês para a retirada de câncer de mama. Segundo a Unidade de Saúde, o tempo entre o diagnóstico da doença e o início do tratamento é de 30 dias, em média, podendo ser reduzido conforme o estágio do tumor.

A abertura do Outubro Rosa será no domingo (1), no Parque da Cidade, com atividades esportivas e exames. As Unidades Básicas de Saúde também estão preparando atividades específicas para o mês.

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– Sobre intolerância social: Escola sem Partido, a Ideologia de Gênero, Cura Gay e outras considerações.

Causa muita repercussão as manifestações nas Redes Sociais contra a aprovação do Projeto “Escola sem Partido” em Jundiaí. Alguns dizem que o projeto é inconstitucional, outros alegam censura e demais pessoas colocam inúmeros defeitos. Claro, são manifestantes contrários.

Mas manifestam cientes do conteúdo? Quem se sente atacado? A troco de quê?

Sinceramente, você sabe / entende / está por dentro do que é isso?

O professor ético não está nem aí com o projeto, pois ele já pratica o ensino apartidário em sua sala de aula, sem ferir conteúdos que o faça tendencioso a alguma coisa.

Quer exemplo?

Eu tinha uma professora quando era criança que era eleitora (e fanática devota) de Orestes Quércia! Ela não gostava do Maluf, tinha medo do Suplicy, odiava o Antonio Ermírio de Moraes (candidatos a governadores da época) e falava a nós, talvez com 8 a 9 anos, da importância de falar aos pais sobre votar no Quércia, “contra a inércia do Estado(decorei e não esqueci mais a fala dela, de tanto que massificou).

Ora, isso é militância descarada! O que ela nos ensinou sobre Política e Democracia? NADA! Mas entendíamos algo? Muito pouco. Nas classes onde eu trabalhei / trabalho, então adulto e lecionando no ensino superior, tomava isso como exemplo a não ser praticado e sempre procurava mostrar todos os lados da política nos assuntos pertinentes, falando da Sociedade, condenando a Politicagem (que é o uso ruim da Política), defendendo o uso democrático do voto e sem Partidarismo! Aliás, professor-doutrinador de esquerda ou direita é dose, mostrando-se mal profissional. Deve-se ensinar a cidadania, e mostrar virtudes e fraquezas do sistema, mas NUNCA tentar fazer campanha eleitoral no sagrado ambiente da sala de aula. Assim, não me preocupo em dizer: ESCOLA SEM PARTIDO não é escola alienada nem censurada, mas sim um ambiente educacional de pluralidade de opiniões (não de imposições).

– E sobre a Ideologia do Gênero?

Cansamos de falar nesse blog sobre a insistente questão da erotização das crianças e a incessante fala de grupos que querem tornar nossas crianças como recém-nascidos assexuados e ao mesmo tempo adolescentes sexualizados demais. Ora bolas, é pecado o menino ser menino e a menina ser menina? Por quê querer unisexualizar os ambientes de ensino? A orientação sexual do cidadão é outra coisa; idem às aulas tão necessárias de Educação Sexual. O que não se pode é fazer uma semi-apologia do homossexualismo, ao invés de permitir que a criança aprenda as coisas a seu tempo e a arranque da infantilidade à força em nome da liberdade sexual.

Por fim, sobre a cura gay: ora, se o indivíduo que se afirma heterossexual tem a liberdade de buscar ajuda médica / psicológica para tentar descobrir se a tendência homossexual é real e estaria ele em uma fase de auto-afirmação necessária, por que aquele que se intitula homossexual e tem dúvida sobre a sexualidade não pode fazer o processo de descoberta da heterossexualidade ou não? Claro, o termo “cura gay” é de fato pejorativo, mas ao mesmo tempo é incompreensível que grupos LGBTTQ critiquem a liberdade da pessoa em buscar a mesma ajuda médico / psicológica ao contrário!

Sabe o que penso? Que essa história de Orgulho Gay e Orgulho Hétero são as grandes causadoras dessas discórdias! As pessoas são humanas, com características próprias e gostos singulares. Um grupo competir com o outro, vangloriar-se sobre o seu irmão, nada mais é do que pura bobagem; a mesma bobagem da discussão intolerante daqueles que estão radicalmente berrando aos quatro cantos sobre a Escola Sem Partido. O cara (reforço: o radical) reclama que está sendo censurado (não está), discute, grita, berra e impõe sua ideologia partidária, e no fundo pratica o que acha que está lhe acontecendo: uma pseudo-ditadura de opinião! A PESSOA RECLAMA DE INTOLERÂNCIA, MAS É SÓ TOLERANTE ÀS COISAS DO SEU INTERESSE, percebe?

Permitir que o cidadão / humano / pessoa tenha a sua preferência sexual sem fazer apologia na escola, ouvir diversas opiniões e conhecer a Política e a Sociedade do país de forma aberta e independente de partidarismo, respeitar a decisão de escolha das pessoas, é algo democrático! Vir com a Ideologia do Gênero, a Escola COM Partido e a condenação de pessoas que queriam reverter sua condição, isso sim me parece ditadura!

Mais conversa, mais inteligência, mais respeito. Menos radicalismo, menos alienação, menos corrupção de conduta. É isso que o Brasil precisa, onde tal carência significa coexistir nas questões gerais, como a religião, o futebol, a diversidade, a política, o regionalismo, a etnia, a condição social… tudo sem discurso de ódio, palavras raivosas e unilateralismo.

Tenho pena das pessoas que ao discordar de alguém, surgem com o discurso do errado, onde somente elas são as donas da verdade.

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– CNBB, Comissões Pastorais e Movimentos alertam para o momento social e político

por Reinaldo Oliveira

As duras transformações que estão acontecendo no cenário social e político, nem sempre com clareza para a população brasileira, têm sido motivo de preocupação para a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, Comissões Pastorais e Movimentos. Por este motivo nos últimos meses a CNBB tem manifestado sua preocupação com os temas em pauta no Governo Federal, Câmara e Senado Federal, através de comunicados à população. Também as Comissões Pastorais e Movimentos têm se manifestado.

Neste sentido desde abril de 2016 a Comissão 8 do Regional Sul 1 vem promovendo Fóruns e Seminários com os temas atuais – Reforma da Previdência e Leis Trabalhista e outros, trazendo importantes assessores para falar sobre estes temas para agentes de pastorais das 47 dioceses do Regional Sul 1.

A equipe de coordenação da Comissão 8, reúne-se ordinariamente na sede da CNBB, debatendo as pautas e articulando os Fóruns e Seminários, a saber: realizou Fóruns em Bragança Paulista, Região Episcopal Santana e na Diocese de Santos, e Seminários no Ipiranga, em São Paulo e em Limeira.

Em reunião no dia 20 de setembro definiu a pauta e tema do Fórum que será realizado no dia 11 de novembro em Campinas/SP. A Comissão 8 tem como presidente o bispo da Diocese de Lorena/SP – Dom João Inácio Muller e como coordenador o padre Walter Merlugo Jr. – da Diocese de Bragança Paulista. 

Em continuidade aos temas anteriores, o Fórum em Campinas, levará ao debate o tema: “Doutrina Social da Igreja: desafios e possibilidades na atualidade”, com assessoria do padre Antonio Aparecido Alves, da Diocese de São José dos campos. O local do Fórum será no Colégio Notre Dame, localizado a Rua Egberto Ferreira de Arruda Camargo, 151. A equipe de coordenação já trabalha no envio de carta convite aos bispos, dioceses e coordenações pastorais, para que enviem os agentes de pastorais para o debate deste importante tema. É isso!

Walter Merlugo - Dom João e Eu

– A polêmica da peça infantil na semana da Diversidade Sexual de Jundiaí

Viram que confusão criou-se com a peça infantil “A Princesa e a Costureira”?

É um “conto de fadas lésbico”, e está incluído nos eventos da comunidade LGBT. Entretanto, muita discussão foi gerada sobre o “alcance” da encenação para as escolas municipais de ensino infantil.

Abaixo, uma matéria do Jornal de Jundiaí e o desmentido da Prefeitura sobre a boataria. O curioso é: como pode a peça infanto-juvenil ter alerta que não é recomendada para crianças?

Contraditório, não. Então não é infanto-juvenil!

Extraído de: http://www.jj.com.br/noticias-49218-peca-‘a-princesa-e-a-costureira’-causa-polemica-antes-da-estreia

PEÇA ‘A PRINCESA E A COSTUREIRA’ CAUSA POLÊMICA ANTES DA ESTREIA

A peça ‘A princesa e a costureira’, que será encenada no dia 18 de setembro, às 19h, na Sala Jundiaí, no Complexo Fepasa, abrindo a programação da 4ª Semana da Diversidade Sexual de Jundiaí, tem causado polêmica mesmo antes de sua estreia. Dois abaixo-assinados estão circulando nas redes sociais: um contra e outro a favor da apresentação.

Baseado no livro infanto-juvenil do mesmo nome, da escritora e psicóloga Janaina Leslão, a obra chega a Jundiaí dentro da programação selecionada num Chamamento Público pela Câmara Setorial LGBT do Conselho Municipal de Políticas Culturais de Jundiaí.

Diante dos fatos, a Prefeitura de Jundiaí lançou uma nota pública de esclarecimento reforçando que a veiculação da peça não tem qualquer vínculo com o Sistema Municipal de Ensino e que atende o que determina a lei municipal que institui como responsabilidade do poder a promoção dos direitos da pessoa humana. Reforça ainda que cumpre o papel de apoiar a Semana, cuja programação foi idealizada pela ONG Aliados.

Para a assessora jurídica da ONG, Rose Gouvêa, a semana quer salientar o respeito entre as pessoas, independente da sua orientação sexual. Segundo ela, é um absurdo que ocorram polêmicas sobre o evento. “A programação está extensa e com assuntos relevantes, por isso não podemos deixar que um determinado público estrague ou atrapalhe a programação.”

Procurada, a prefeitura informou que o esclarecimento foi apresentado para desmentir matérias enganosas a respeito da peça teatral “A princesa e a costureira”, já que a atividade não tem vínculo com o Sistema Municipal de Ensino e nem será promovida em escolas da cidade. A peça faz parte da programação idealizada pela ONG Aliados e discutida com a Câmara Setorial de Diversidade Sexual.

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– A polêmica exposição do Santander com suposto viés pedófilo e de ofensa religiosa

Para ser obra de arte, precisa ser apelativa? Repare nos detalhes de crítica ao Cristianismo e imagens de pedofilia com zoofilia retratadas na exposição Queer, bancada pelo Museu Santander e depois fechada.

Infelizmente, para defender uma cultura, as pessoas acham que devem desmerecer outras. Nada disso! Para se ter respeito, há de se respeitar! 

Compartilho essa matéria na qual os grupos defensores de um trabalho artístico retratam seus ideais de maneira ofensiva a outros, e ainda assim reclamam que se sentem ofendidos pela resposta negativa.

Extraído de: http://veja.abril.com.br/blog/rio-grande-do-sul/veja-imagens-da-exposicao-cancelada-pelo-santander-no-rs/

EXPOSIÇÃO QUEER

Exposição Queer Museu é suspensa após polêmica

“Há pouco tinha crianças olhando essa ‘arte’ escarnecendo a Cristo”, disse o blogueiro Felipe Diehl, durante o vídeo em que ele circula pela exposição e critica as obras acompanhado de outro blogueiro, Rafinha BK, do MBL de Porto Alegre. “Olha o Satanás no meio”, diz Rafinha sobre outra obra. No vídeo, os blogueiros censuram as imagens com um “borrão”.

Exposição Queer Museu é suspensa após polêmica

Gilberto Schwartsmann, presidente da Fundação Bienal do Mercosul, o maior evento de arte latino-americana do mundo, disse a VEJA que lamenta o fechamento da exposição. “Fiquei triste. As pessoas têm o direito de gostar e de não gostar, de querer e de não querer. Mas precisam respeitar. O que a gente precisa é de uma lição de tolerância. Entendo todos os lados. As pessoas não estão preparadas para certas coisas. Isso aconteceu muito na história. Coisas que nos assustam em 2020, não nos assustam em 2040”, disse Schwartsmann a VEJA sobre o fechamento .

 Exposição Queer Museu é suspensa após polêmica

Exposição Queer Museu é suspensa após polêmica

Outras obras retratavam a prática sexual (imagem acima). “Só tem putaria, só tem sacanagem” , disse o blogueiro Felipe Diehl, no seu vídeo, queixando-se que as obras são “reconhecidas como arte”.

O prefeito de Porto Alegre, Nelson Marchezan Jr. (PSDB) comentou o fechamento da exposição. Na sua página do Facebook, Marchezan diz que a mostra tinha “imagens de zoofilia e pedofilia”. Horas mais tarde, Marchezan apagou sua postagem. O prefeito, que é apoiado pelo MBL, obteve liminar na Justiça para que os protestos contra sua administração fossem proibidos.

Exposição Queer Museu é suspensa após polêmica

Defesa da exposição

Grupos de defesa dos direitos dos LGBT organizam, pela internet, um ato em apoio em “defesa da cultura e democracia” em frente ao Santander Cultural para próxima terça-feira, às 16h. Críticos ao conservadorismo do MBL, os organizadores do ato apontam a contradição de um suposto movimento liberal atuar pela censura da exposição.

Exposição Queer Museu é suspensa após polêmica

Exposição Queer Museu no Santander Cultural em Porto Alegre (RS) (Reprodução/Facebook)

Pra quê?
É chocante!
A exposição do Banco Santander em Porto Alegre chamada _QUEER_, traz “obras de arte”, mostrando *Hóstias com palavras eróticas*. Jesus, ao invés de chagas, com *uma vagina no peito;* ao invés do cordeiro de Deus, *a imagem do Sagrado Coração de Jesus com um veado branco*; uma *Virgem Maria erotizada com um Chimpanzé ao invés do Menino Jesus*, além de uma torre de *Sodoma e Gomorra com pessoas mantendo relações sexuais com animais!!!*
TRISTE E REVOLTANTE!
Em: https://professorrafaelporcari.com/2017/09/11/a-polemica-exposicao-do-santander-com-suposto-vies-pedofilo-e-de-ofensa-religiosa/

*Ops: é patrocinado pelo Ministério da Cultura*