– A língua neutra e o exagero do argumento defendido

Ganhou muita repercussão nos últimos dias a questão da “linguagem neutra”, procurando modificar o “português sexista”. Seria um exagero do Politicamente Correto?

É sabido que não cabe mais nenhuma forma de discriminação sexual ou questão de gênero no mundo. A opção sexual é de questão particular de cada indivíduo, respeitando-se cada pessoa.

Porém, existem alguns defensores da causa LGTBQ+ que insistem na necessidade de criar vocábulos inclusivos na Língua Portuguesa, como o “x” ao final das palavras. Por exemplo: ao invés de dizer que “todos os homens e mulheres têm direitos iguais”, usar-se-ia o “todxs têm direitos iguais”. Antes, quando escrevíamos alguma coisa para chamar a atenção de gêneros masculino e feminino, citávamos “todos (as)”.

Agora, surgiu um vídeo (no link abaixo) criando praticamente outra língua: “ele” ou “ela” viram “ile”, igualmente “daquele” ou “daquela” viram “daquile” e outras tantas variações para indicar “neutralidade de gênero”.

Cá entre nós: quem inventou isso, não ajudou em nada a causa gay, mas fez com esse exagero que chacotas fossem criadas desnecessariamente.

Para um homem ou mulher hetero ou homo serem dignamente tratados, não é necessário mudar a língua falada com tantas invencionices. É só ter respeito.

Em: https://www.youtube.com/watch?v=vcVX1EXNSwc

– Magazine Luiza e as vagas para trainees negros: nada de racismo reverso, amigos!

Queridos leitores, me sinto a vontade para escrever este post de tema tão polêmico por ser um defensor costumeiro da meritocracia em todos os setores. E o assunto em questão (a abertura de vagas exclusivas para pessoas de cor negra para trainees na Magalu) é o que “bombou” nos últimos dias.

Leio gente boa escrevendo sobre racismo reverso (e me surpreendo com isso, não tem nada a ver com esse caso). Outros, de privilégios desmedidos à uma minoria (também discordo). Por fim, uso da ação de contratação como marketing (e qual seria o problema?).

A empresa é privada e deseja contratar funcionários de uma maioria populacional (afinal, o Brasil, país mestiço, tem segundo o IBGE uma quantidade levemente maior de negros do que de brancos). O negro torna-se minoria na questão educacional e em outros índices sociais. Contratar essa parcela fora do mercado de trabalho é inclusão social (e se for usado como publicidade, não tem problema nenhum, pois é uma ação positiva).

Talvez, se não existisse uma grande quantidade de desempregados no país, muitas pessoas não dariam nem bola para o fato. Parece-me queixas de concorrência de candidatos.

O único questionamento pode ser: em condições normais de trabalho, o Magazine Luiza não contrataria negros com exclusividade?

Por fim: contratar negros foi uma ação louvável. É esperado que em outras situações, contrate-se também outros desempregados com dificuldade em entrar no mercado de trabalho, como, por exemplo, pessoas em condições de vulnerabilidades / miséria / moradores de ruas para cargos que possibilitem sua inclusão.

– #RacismNO! Força, PC.

O amigo Paulo César de Oliveira foi vítima de racismo, só porquê um indivíduo discordou da sua opinião sobre um lance de pênalti no Fluminense x Corinthians.

O mundo está intolerante desse jeito? Por causa de uma avaliação de futebol, o sujeito acha que pode inferiorizar o seu semelhante chamando-o de macaco?

Força, Paulo César de Oliveira – você é maior do que isso. Xô, racismo.

– Acredite: o VAR não poderia interferir no caso do racismo sofrido por Neymar

Álvaro González, zagueiro espanhol do Olympique, no jogo contra o PSG, supostamente ofendeu o brasileiro Neymar com o ato racista de chamá-lo de Macaco “Filho da Puta”. O árbitro não viu e nada fez. No final do jogo, Neymar perdeu a cabeça, o agrediu e foi expulso.

Mas e o VAR?

Acredite: o árbitro de vídeo não pode interferir em questões de ÁUDIO! Somente nas de imagem. Portanto, caso o VAR tenha visto, ele não pode interferir pelo protocolo oficial.

Fora essa explicação, é insuportável ver (caso se confirme) mais uma manifestação racista).

– O descaso do Carrefour com o homem falecido

Como você se sentiria se estivesse num hipermercado e entre engradados de cerveja e guarda-sóis houvesse um homem morto?

No mínimo, constrangedor. Normal, nunca. Mas foi isso que aconteceu em Recife numa loja do Carrefour: o cidadão morreu e ficou no chão, num “cercadinho”, esperando o resgate e com a loja funcionando normalmente.

Abaixo, extraído de: https://leragora.net/trabalhador-morre-no-carrefour-corpo-e-escondido-e-mercado-fica-aberto/

TRABALHADOR MORRE NO CARRREFOUR, CORPO É ESCONDIDO E MERCADO FICA ABERTO

Um representante de vendas morreu após ter um mal súbito enquanto trabalhava em um supermercado do Carrefour, na cidade de Recife. O corpo foi coberto com guarda-sóis, cercado por engradados de cerveja e o supermercado continuou em funcionamento para o público.

Ele não era funcionário do supermercado e trabalhava para uma fornecedora, mas estava no local para trabalhar. O Carrefour identificou o homem como Moisés Santos e informou que ele morreu por infarto.

Nas redes, a empresa soltou uma nota, na qual afirma que “o inesperado falecimento do Sr. Moisés Santos, vítima de um infarto, foi muito triste para nós do Carrefour. Sentimos muito e, por conta do ocorrido, revisitamos os protocolos para implementar a obrigatoriedade de fechamento das lojas para fatalidades como essa”.

Em resposta a críticas feitas por internautas, o Carrefour escreveu que “estamos atentos a qualquer emergência e totalmente à disposição para dar todo o suporte necessário aos nossos clientes, colaboradores e prestadores de serviço. Mudamos nossos protocolo de fechamento da loja em casos como o do Sr. Moisés”.

Sou Jornalista, formado no início de 2020. Mantenho o Ler Agora desde dezembro de 2018. Escrevo sobre política. Siga no Twitter: @tiagolopes_jorn

– O Cansaço das Consequências da Pandemia

As restrições necessárias que temos passado, fruto dos cuidados da pandemia, estão sendo cada vez mais maçantes. Mas não se pode relaxar!

Talvez o tempo de isolamento, o medo de contágio e tantos outros transtornos (não venha politizar esse texto, não tem propósito algum disso aqui), esteja deixando todo mundo exausto. O desejo de voltar à “normalidade verdadeira” é grande, e que ela seja o ideal, não o “novo normal”, pois esse é ainda “anormal” (falamos disso aqui: https://wp.me/p4RTuC-qVW).

Eu não aguento mais usar máscaras, álcool em gel a todo instante e banhos a cada saída de casa (que só faço quando necessário). Estou passado de inúmeros cuidados com as pessoas que amamos, a fim de que não se contaminem. Cansei de aceitar home office, home schooling, home isso ou aquilo. Quero a normalidade, a volta das escolas, a possibilidade de passear e se divertir com quem gostamos; o retorno das catequeses e celebrações religiosas, a vida em comunidade e a alegria de participar de eventos esportivos. Evidentemente, sem vírus, sem riscos, sem neurose e com a certeza da segurança.

Procuro fazer a minha parte; sei que outros fazem mais ainda do que é o necessário e outros que não estão nem aí.

Aguardemos. Haja paciência e, mais difícil ainda, resiliência. Vide as crianças sentindo a saudade dos amiguinhos e dos parques, os idosos desejosos de espairecerem e carentes de contato físico (que nunca será substituído pelo virtual).

Essa experiência que passamos é traumática pela duração e esforço, e o impacto dela em cada um é muito particular.

A sociedade não sairá pior nem melhor de tudo isso, em minha humilde opinião. Algumas pessoas sim, mas o coletivo, reforço, não, justamente pela sua proporção gigante e a parcela de egoísmo. E a vida continuará, como ocorreu ao longo da história mundial.

Talvez, no fundo, alguns cidadãos mais conscientes do ocorrido e engajados numa sociedade melhor, reflitam o seguinte pensamento (elaborado pelo filósofo Mário Sérgio Cortela):

“Depois de tudo o que passou, terei saído com vergonha ou com decência?”

É isso aí. Vamos dar nossa parcela de contribuição para que não tenhamos remorso e possamos acabar logo com essa situação cansativa econômica, sanitária e socialmente falando.

– A reincidência do folgado desembargador!

Lembram do desembargador Eduardo Siqueira, que se recusava a usar máscara e deu uma carteirada nos Guardas Municipais de Santos?

Relembre aqui: https://professorrafaelporcari.com/2020/07/19/desembargador-eduardo-siqueira-de-santos-e-o-exemplo-do-menosprezo-ao-proximo/

Pois é. O mesmo repetiu a ignorância nesta semana. A lei não vale nada para esses caras.

O curioso é: depois de um episódio como aquele, não dá para entender se é pirraça ou burrice!

A segunda vez dele, aqui: https://g1.globo.com/sp/santos-regiao/noticia/2020/08/07/associacao-fala-em-vergonha-e-pede-punicao-apos-desembargador-voltar-a-humilhar-guardas-municipais.ghtml?utm_source=twitter&utm_medium=social&utm_campaign=g1

– O asqueroso racista de Valinhos

Chega a ser nojento: um morador de um condomínio de luxo em Valinhos-SP humilhou um motoboy, falando que ele tem “inveja da cor da pele” e dizendo grosserias contra a sua condição humilde.

Ao assistir o vídeo, você conclui: um cara como esse tem Deus no coração? Se acha acima do bem e do mal por ter dinheiro? Respeita o próximo como irmão?

É constrangedor, triste e mostra como algumas pessoas não se dignam ao menos ter convivência como cidadão respeitoso.

A matéria está em: https://g1.globo.com/sp/campinas-regiao/noticia/2020/08/07/entregador-registra-boletim-de-ocorrencia-apos-sofrer-ofensas-racistas-em-condominio-de-valinhos-video.ghtml

O vídeo em: http://g1.globo.com/sp/sao-carlos-regiao/jornal-da-eptv/videos/v/entregador-sofre-ofensas-racistas-em-condominio-de-valinhos/8760024/

– Sobre a campanha da Natura com Thammy Miranda, um pai transgênero.

Thammy Miranda está no noticiário, juntamente com a Natura pela propaganda do Dia dos Pais da marca de cosméticos. Vamos fazer algumas consideracões sobre esse delicadíssimo tema?

Para não ficar arestas no entendimento: Thammy era conhecida pela alcunha artística de “Thammy Gretchen”, filha da conhecida cantora do “Melô do Piripiri”. Ela estampou algumas capas de revistas masculinas, como a Sexy.

Anos atrás, Thammy revelou que era lésbica, o que revoltou sua mãe Gretchen e sua tia, a cantora Sula Miranda – e trouxe surpresa para seus admiradores. Mais tarde, se descobriu transgênero e resolveu fazer a mudança de sexo, adotando seu nome e sobrenome de nascimento (Thammy Miranda). Hoje, Gretchen e Thammy vivem uma boa relação, incluindo a esposa da mesma e o filho desta relação.

Aí que surge a polêmica atual: Thammy Miranda e esposa tiveram um bebê, e a Natura resolveu fazer sua propaganda do Dia dos Pais homenageando os mesmos com… Thammy, um pai transgênero, ao lado do seu filho Bento.

É óbvio que o departamento de marketing desejou a repercussão sobre a escolha de um “pai não convencional aos padrões” do que um pai heterossexual (ou, como li numa postagem de Rede Social, um pai “homem de verdade”). Empresas deste porte calculam muito bem quanto vale uma ação promocional inclusiva (mesmo que tenha gente contrária) versus aumento / queda nas vendas, rejeição na mídia e aumento do valor de imagem.

Não pensemos que uma organização (comércio ou indústria) queira apenas o “ser politicamente correto” e abra mão das vendas. Sem lucro, retorno ou divulgação da marca, nada adianta. É falácia achar que ela, Natura, está preocupada com as campanhas de boicote, pois previu o retorno que tem sido positivo. Prova disso é que as ações da Natura subiram somente num dia 6,73% com esta campanha dos Dias do Pais (a maior alta da Ibovespa).

Resumindo: ao apostar num tipo de pai que representa a minoria (é uma questão de lógica: a maior parte dos pais são homens heterossexuais, não pais transgêneros ou gays), a Natura desagradou muita gente. Mas ganhou dinheiro e valor de mercado com tal atitude.

Agora, sobre “gostar ou não da campanha”, aí é questão de foro íntimo de cada um. Compre ou não da Natura, é um direito seu. Não condeno quem se desagradou com ela, pois é algo intrínseco de cada um. Idem a quem gostou.

– Relembrando os 3 passos para o protocolo FIFA contra a Discriminação no Futebol!

Desde 15 de julho de 2019, a FIFA ampliou como norma mundial um procedimento em 3 etapas que adotou como “Protocolo contra a Discriminação”. Entenda isso com os exemplos de: Imitar Macaco / Jogar Banana (Racismo), Gritar “Bicha” / “Puto” no Tiro de Meta (Homofobia), Fazer gestos sexistas (ironizar uma atleta / oficial de arbitragem por ser mulher), cantar música que possa fazer alusão a jingles políticos ou gestos (cantos neonazistas) e ou manifestação religiosa preconceituosa (atos anti-semitas).

Se isso acontecer, 3 passos a serem providenciados pela arbitragem:

  1. Interromper o jogo, com o sistema de som e imagens do estádio advertindo a conduta. Se possível, identificar quem iniciou. Reiniciar em seguida.
  2. Interromper o jogo novamente por minutos, com a permissão de que se crie um intervalo e os atletas possam deixar o campo, ir aos vestiários e voltarem com tudo controlado / mais calmo. Somente aí o jogo é reiniciado.
  3. Interromper o jogo, anunciar o motivo que será comunicado pelo árbitro às pessoas responsáveis pela informação aos torcedores e encerrar definidamente a partida.

Claro que tudo isso depende de qual ato e como tem sido feito. Mas é uma forma de advertir em 3 momentos uma torcida que não se comporta bem para o clube não perder os pontos do jogo por conta da conduta discriminatória dos seus aficcionados. 

Reforçando: isso já valia para jogos FIFA desde 2017, mas desde o dia 15 passou a valer mundialmente em qualquer tipo de jogo, de Copa do Mundo até a 4a divisão regional.

Na imagem abaixo, o quadro que relata os 61 casos de discriminação oficialmente contabilizados no futebol brasileiro em 2017:

Resultado de imagem para discriminação ao futebol

– Desembargador Eduardo Siqueira, de Santos, é o exemplo do menosprezo ao próximo…

Que cena triste! Um desembargador que deu uma carteirada em um Guarda Municipal de Santos e humilhou o oficial, que cumpria o serviço dele corretamente, foi destaque nesse final de semana.

Por quê existe gente que se acha acima do bem e do mal, menosprezando o seu próximo como se fosse cidadão de segunda categoria?

Entenda: https://noticias.uol.com.br/cotidiano/ultimas-noticias/2020/07/19/guarda-desprezado-por-desembargador-diz-que-sua-filha-chorou-com-video.htm

ENTENDA O CASO

Um homem que se apresentou como “desembargador Eduardo Siqueira” foi flagrado confrontando a GCM de Santos, no litoral paulista. O fato aconteceu durante uma abordagem pelo fato de ele, que estava na praia, se recusar a usar máscara. A reportagem do UOL consultou o TJ-SP (Tribunal de Justiça de São Paulo), que confirmou o jurista em seus quadros.

O uso do equipamento de proteção contra o coronavírus é obrigatório na cidade por meio do decreto nº 8.944, de 23 de abril de 2020, assinado pelo prefeito Paulo Alexandre Barbosa (PSDB). Descumprir a medida gera multa de R$ 100.

Nas imagens, que circulam em redes sociais, o homem é abordado por um homem da GCM, que pede “por favor” para ele usar máscara. Eduardo é informado sobre o decreto, mas diz que o ato “não é lei” e se recusa.

O guarda, então, desce do carro para aplicar a multa. Eduardo afirmou que já havia recebido uma infração: “Amassei e joguei na cara dele. Você quer que eu jogue na sua também?”, questiona.

TJ-SP se manifesta

O TJ-SP, por meio de nota, informou que vai apurar a conduta do desembargador. “O Tribunal de Justiça de São Paulo informa que, ao tomar conhecimento, determinou imediata instauração de procedimento de apuração dos fatos; requisitou a gravação original e ouvirá, com a máxima brevidade, os guardas civis e o magistrado.”

O caso vem repercutindo desde a manhã de hoje, e o termo “desembargador” já é um dos mais comentados do Twitter no Brasil.

Multa não é inédita para o desembargador

A Prefeitura de Santos se manifestou sobre o ocorrido por meio de uma nota de repúdio e afirmou que não é a primeira vez que o desembargador é multado pela rejeição ao uso de máscara.

“Trata-se de um caso de reincidência: o mesmo cidadão já foi multado em outra data por cometer a mesma infração. O secretário de Segurança de Santos, Sérgio Del Bel, deu total apoio à equipe que fez a abordagem e a multa foi lavrada na tarde deste sábado (18). O cidadão também foi multado por jogar lixo no chão”, informou a prefeitura.

“A Prefeitura de Santos é veementemente contra qualquer ato de abuso de poder e, por meio do comando da GMC, dá total respaldo ao efetivo que atua na proteção do bem público e dos cidadãos de Santos”, completou o órgão municipal.

– Gestão Ambiental, na Prática!

Muito boa a iniciativa de algumas escolas em implantarem a disciplina “Gestão Ambiental” em suas grades. Melhor: colocar as teorias na prática!

Compartilho ótimo exemplo publicado nesta semana.

Extraído de: http://www.terra.com.br/istoe/edicoes/2070/geracao-sustentavel-educacao-ambiental-vai-alem-da-sala-de-aula-14371-1.htm

GERAÇÃO SUSTENTÁVEL

Educação ambiental vai além da sala de aula para formar adultos do futuro mais conscientes,

POR Verônica Mambrini

Eles reciclam lixo e transformam restos orgânicos em adubo. Tomam refrigerante de garrafas retornáveis e rejeitam produtos que vêm com muitas embalagens. Plantam árvores desde pequenos e pesquisam na internet o impacto ambiental de suas ações. Ficam escandalizados quando alguém joga lixo no chão ou desperdiça água num banho longo. Se possível, pedalam ou combinam caronas para chegar ao seu destino. Não, não são ativistas ecochatos. Essa é a nova geração que está se formando nas escolas hoje, dos pequenos em idade pré-escolar aos adolescentes questionadores.

A preocupação com ecologia não é propriamente uma novidade, pois há cerca de 20 anos vários colégios já abordavam questões ambientais. Mas o posicionamento hoje é diferente: o aluno se tornou protagonista e não espectador dos problemas que discute em sala de aula. E espera-se que o estudante leve para a vida o que aprendeu. Eduardo Rios Lohmann, 10 anos, do Colégio Pentágono, está envolvido em várias atividades de educação ambiental na escola. Sobra “lição de casa” até para os pais. “Reclamei com minha mãe até ela parar de escovar os dentes com a torneira aberta”, orgulha-se. A mãe, a pedagoga Glória Lohmann, se diverte com a fiscalização. “É uma coisa dele, mas a escola e os programas de tevê aos quais ele assiste reforçam a noção de consciência ambiental”, afirma.

No Pentágono, o professor de ciências Rogério Tadeu Sant’Anna usou uma oficina de reciclagem de lixo eletrônico para conscientizar os alunos. Eles trazem de casa eletrodomésticos que seriam descartados, desmontam as peças e as encaminham para reciclagem. “Eles passam a reconhecer os materiais, o que é reciclável e o que não é, e aproveitamos para discutir o consumismo”, afirma Sant’Anna. Já foram desmontadas mais de três toneladas de aparelhos quebrados e sem possibilidade de conserto.

No interior de São Paulo, em Sorocaba, a palavra de ordem do Colégio Véritas é pedalar para reduzir emissões de carbono, exercer a cidadania e ocupar o espaço público. “O uso da bicicleta é fundamental para o meio ambiente e para a saúde”, afirma Bárbara Figueroa Muñoz, diretora do colégio. A cada pedalada, os alunos calculam quanto de carbono deixaram de emitir. Outra ação é a Recicleta: com peças doadas, eles montam bikes e as entregam para comunidades carentes. O aluno Eduardo de Lima Helaehil, 13 anos, participa do projeto. “É muito divertido e sei que estou ajudando alguém”, diz. Bárbara afirma que, pelo uso diário, a bicicleta promove um aprendizado constante. “A educação tem de gerar transformação.”

Transformar a sociedade mantendo o respeito ao meio ambiente está dentro de toda a grade curricular da Escola Stance Dual, em São Paulo. A questão é tão importante para a escola que a instituição é adepta da Agenda 21, compromissos resultantes da Rio 92 (conferência ambiental mundial que ocorreu no Rio de Janeiro em 1992), e tem coordenadoria própria. “É encarado como um projeto transversal. Está em todas as aulas que comportam os conteúdos socioambientais no currículo”, diz Débora Moreira, coordenadora da Agenda 21 da escola. “A partir do momento em que o aluno é protagonista, estamos formando cidadãos com conhecimento, que entendem as razões e a necessidade de agir.” A Recicloteca da escola, por exemplo, incentiva a transformação de embalagens em brinquedos que serão doados à comunidade.

A aluna Caroline Vecci, 9 anos, participa das campanhas de racionalização do uso da água. Além de mudar sua forma de consumo, ela atua na conscientização de outras pessoas. “Fazemos cartazes e folhetos, ensinando como economizar água. Outra ação importante foi a entrega de marca-páginas e adesivos na rua”, diz a estudante.

Outro recurso com bastante relevância na formação dos adultos de amanhã são as excursões in loco. Morador de Cuiabá, João Vitor de Ceni Diogo, 12 anos, tomou consciência dos impactos do turismo em uma viagem ao Pantanal. “Vale a pena investir em turismo sustentável para que as próximas gerações possam ver o Pantanal como a gente vê hoje”, diz o menino. A vivência direta da realidade é fundamental para tocar os alunos, acredita a professora de João Vitor e responsável pelo projeto, Aparecida de Fátima Trandini, do Colégio Salesiano São Gonçalo. “Damos ferramentas para que eles mantenham viva a riqueza natural”, diz Aparecida. O importante é fazer a educação ambiental ultrapassar os muros da escola.

– Sobre as imagens de abusos de policiais mostradas no Fantástico

Não dá para deixar de comentar sobre as tristes cenas mostradas no Fantástico, da Rede Globo, sobre erros e excessos da PM. Uma senhora negra imobilizada chamou demais a atenção. Era necessário o oficial fazer aquilo?

Claro que a repercussão é grande (principalmente após o triste episódio de George Floyd que comoveu o mundo). Mas se destaque: as pessoas que cometeram essas atrocidades devem ser identificadas e punidas, os comandantes devem treinar mais os seus subordinados (pois um único erro pode ser fatal) e que não se tome esses casos como “regra da corporação”, pois os maus profissionais não podem macular uma categoria inteira.

Tenho certeza que os bons policiais se revoltaram com essas imagens e comungam das mesmas ideias de que os que erraram devem ser reeducados. E, claro, vidas negras, amarelas, vermelhas, pobres e de outras turmas que sofrem importam muito.

Em todas as atividades existem os bons e maus profissionais, é fato. Não se demonize a PM, que é, em geral, amiga da população.

– Viva o…. Coronavírus? Na Festa Julina, a postura irresponsável!

Brincar com tragédia não é comigo. Respeito sempre a dor alheia e não gosto (respeito quem pensa diferente) de piadinha ou coisa jocosa de fato grave.

Não curto o que envolva o Novo Coronavírus pois essa pandemia tirou todos do eixo – desde à questão financeira quanto à própria vida. Mas vejo que a doença, a Covid-19, é motivo de chacota para muitos. Digo isso pois leio que o vereador Thiago Maggioni (PSDB/GO), em Jataí, foi flagrado num festejo gritando: “Viva o Coronavírus meu povo”!

Não se deve evitar aglomerações? Entendo que ele está assumindo um risco e é problema dele e das pessoas envolvidas, mas a vacilada da brincadeira é muito sem graça…

Será que vai se reeleger por lá?

Extraído de: https://jovempan.com.br/noticias/brasil/vereador-arraial-viva-o-coronavirus-video.html

VEREADOR PARTICIPA DE ARRAIAL COM AGLOMERAÇÃO E DIZ “VIVA O CORONAVÍRUS MEU POVO”

Cerca de 20 pessoas participavam de uma quadrilha, todas sem máscaras; evento aconteceu no município goiano de Jataí

O vereador Thiago Maggioni (PSDB), de Jataí, município goiano, foi filmado narrando uma dança de quadrilha — típica de festas de São João — com cerca de 20 pessoas, todas sem máscara. Em um momento da gravação, que circula pelas redes sociais, é possível ouvir Maggioni gritando: “Viva o coronavírus meu povo”.

Depois, o vereador, que ainda não aparecia na imagem, entra no meio da roda e diz: “Viva o Thiago! Pode vir, pode vir!”. A celebração ocorreu no último final de semana, nos dias 4 e 5 de julho, em uma fazenda em Serranópolis.

MUNICÍPIO PROÍBE EVENTOS

O último decreto assinado pelo prefeito de Serranópolis, Tácio Dutra, prevê multa de R$ 1,5 mil ao responsável pelo imóvel que abrigar qualquer tipo de evento com aglomeração de pessoas.

O uso da máscara também é obrigatório no município, sob pena de multa de R$ 150 a quem não estiver com o acessório fora de casa. Caso o item de proteção esteja no pescoço, bolso ou mão, a multa deve ser de R$ 250.

Segundo dados desta quinta-feira, 9, do Ministério da Saúde, o estado de Goiás tem 33.876 casos de Covid-19 e 769 mortos. Jataí tem hoje 573 casos confirmados e oito mortes pelo novo coronavírus, de acordo com o último boletim divulgado pela prefeitura.

Thiago Maggioni aparece no meio da roda, e diz: “Viva o Thiago! Pode vir, pode vir!

– Nunca julgue o próximo!

REFLEXÃO – A crônica da “flor do limoeiro”, sobre pessoas “azedas”, aparências duvidosas mas conteúdo surpreendente, vale a pena ser discutida.

Em: https://youtu.be/lszIdmcGVLo

– Empatia

Há representação mais fidedigna sobre empatia (sentir a dificuldade do próximo e se fazer semelhante) do que essa representação?

Veja essa imagem:

– Crença e Idade não definem caráter!

Um assunto espinhoso, mas real: pessoas que se escondem através da fé e da velhice para se colocarem acima do bem e do mal.

Digo isso pois me surpreendi com a leitura de um caso complicado. Vamos lá: um senhor “vulgo fictício nome José” (que frequentemente discorda de todos e já me ofendeu pelas Redes Sociais) é categórico na sua ideologia política. Quem pensa diferente dele, é xingado. O seu vocabulário sujo e desrespeitoso já atacou gays, pessoas que torcem para time de futebol diferente, eleitores, religiosos, jornalistas ou outras coisas as quais não comunga.

Não escreverei os termos chulos que ele usa com frequência, pois o leitor não deve ser constrangido com palavrões e palavras odiosas. Mas veja que curioso: num dos inúmeros casos onde ele não está nem aí para a educação, esbravejou e xingou uma determinada situação promovida por uma pessoa que ele desconhecia. Ao conhecer o autor daquilo que o desagradava, mudou de opinião alegando, por outras palavras, que o cidadão “era um Servo de Deus como ele” e então confiava nele.

Peraí: os cabelos brancos do xarope, que deveriam demonstrar experiência de vida e não ódio do mundo, não o ensinaram que a fé de alguém não determina o caráter?

Perceberam que ao descobrir que era alguém da mesma igreja que ele frequenta, a opinião mudou? Se fosse outra pessoa de outra igreja, a opinião mudaria também (como demonstrou até saber quem era)?

Desde quando você frequentar a igreja X o faz melhor do que a igreja Y? É salvaguarda para fazer o que quiser?

Me chamou mais a atenção que um sujeito que xinga, destila ódio, é intolerante e usa palavras tão horríveis, se auto-intitular Servo de Deus!

Há católicos, evangélicos, judeus, muçulmanos, budistas, hindus e ateus bons; e, claro, há os mesmos fieis dessas crenças sendo pessoas ruins. Crer sem praticar o que a religião prega é algo vazio, pois, independente de Deus (ou do deus) que a pessoa acredita, a primeira mensagem de todas elas é do amor!

Paciência. O mundo está cada vez mais intolerante, e usa indevidamente o nome de Deus para se justificar em atos errados.

– Professores voluntários que mudam a vida das pessoas!

Amigos, compartilho essa belíssima matéria do projeto “Generosidade”, a respeito de professores que oferecem seu tempo no ensino solidário, voluntário e gratuito a quem precisa!

Extraído de: http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI245336-15228,00-UMA+NOVA+CHANCE+PROFISSIONAL.html

UMA NOVA CHANCE PROFISSIONAL

Por Luciana Vicária

Como um grupo de professores voluntários ensina um ofício a quem precisa. E oferece às empresas os técnicos que elas mais procuram

Em uma pequena sala de aula em Carapicuíba, na Grande São Paulo, o paulistano Jair Leal, de 31 anos, teve seu primeiro contato com instalações de equipamentos de som. Ele foi aluno do curso de autoelétrica oferecido pela Associação Beneficente Cristã em Carapicuíba (ABCCar). “Era a chance de que eu precisava para aprimorar meus conhecimentos e abrir meu próprio negócio”, diz Leal, hoje dono de uma oficina de elétrica. A ABCCar é uma instituição sem fins lucrativos criada com o objetivo de ensinar um ofício a quem não pode pagar por um curso convencional. Ela só existe porque seu idealizador, Paulo Rogério de Oliveira, de 43 anos, colocou em prática algo em que diz acreditar desde pequeno. “O conhecimento deve ser um bem coletivo – e replicável”, afirma.

Baiano de Ibititá, uma cidade com vocação agrícola, Oliveira trabalhou na roça com a família e ajudou os pais a criar seus sete irmãos mais novos. Aos 18 anos deixou sua cidade para estudar processamento de dados e tentar a vida em São Paulo. Abriu uma microempresa de manutenção de informática e passou a dar aulas de computação em casa para reforçar o orçamento. “O problema é que eu não conseguia cobrar do aluno que não me pagava em dia”, diz Oliveira. “Eu pensava nas dificuldades pelas quais passei e perdoava.”

A situação se repetiu tantas vezes que Oliveira decidiu fazer de sua vocação uma causa social. Comprou computadores usados no centro de São Paulo, pegou emprestado uma sala de escritório e passou a ensinar informática a cerca de 20 pessoas da comunidade. Cobrava um valor simbólico (R$ 10 por mês) para arcar com custos como apostilas e energia elétrica. A procura pelo curso cresceu tão rapidamente que Oliveira teve de recrutar novos voluntários. Além de informática, a ABCCar passou a oferecer cursos como contabilidade, recursos humanos, manicure e cabeleireiro. Durante o dia, Oliveira trabalha no serviço funerário da prefeitura de Carapicuíba. No tempo que lhe resta, inclusive nos finais de semana, é professor na instituição.

Nos últimos oito anos, a atividade cresceu. O ABCCar incorporou mais duas salas, emprestadas por igrejas do município, embora a instituição não tenha vínculo oficial com igrejas. Sempre atendendo poucos alunos de cada vez, de turma em turma, o curso já recebeu 12 mil estudantes. Cerca de 10 mil se formaram. São pessoas como Leal, dono da oficina e hoje professor voluntário na ABCCar. Outra aluna, Fernanda dos Santos, começou a estudar como empregada doméstica e hoje é contadora em uma multinacional. O pedreiro João Sampaio abriu um salão de beleza. “Abandonei os tijolos e virei mãos de tesoura”, diz.

Os cursos profissionalizantes de nível médio e superior foram os que mais cresceram no Brasil no último ano, de acordo com o Ministério da Educação. Cerca de 90% dos que se formam já saem empregados, revela a Confederação Nacional da Indústria. “A mão de obra que a ABCCar produz é uma das mais requisitadas do país”, afirma Bruna Dias, gerente de orientação de carreira da Cia. de Talentos, uma das maiores empresas de recrutamento e seleção do país. “São cursos rápidos que encurtam o caminho com o mercado de trabalho, aumentam a renda e as perspectivas de crescimento profissional”, diz.

É por isso que, mesmo sem oferecer um certificado reconhecido pelo Ministério da Educação, os alunos da ABCCar são requisitados pelas empresas. As salas-laboratório ainda são equipadas com material emprestado ou doado. “Muitos deles são antigos e defasados, mas o contato com a prática desperta o interesse dos estudantes”, diz Oliveira. “Quando o aluno se dá conta de que estamos ali por ele, e não para ganhar dinheiro, passa a nos respeitar e aproveita a chance.” A ABCCar nem sempre forma alguém para o mercado. Há quem desista no meio do caminho ou não coloque em prática o que aprendeu. “Mas ninguém passa ileso por lá”, diz Leal, o dono da oficina. O mais importante, segundo Oliveira, é resgatar a autoestima dos alunos. “Tento mostrar que eles podem fazer mais por si próprios, pelo outro e pelo país. Transmitir o conhecimento é apenas uma das funções do voluntário”, afirma.

A luta para pagar as contas é constante. A ONG não tem o título de utilidade pública, um documento importante que a reconhece como organização sem fins lucrativos. Sem o documento, não é possível receber doações formais ou emitir recibos. É por essa razão que não basta contar com a mensalidade dos cursos, entre R$ 10 e R$ 30, para sustentar a instituição. Oliveira rifa eletrodomésticos e realiza feijoadas coletivas numa escola estadual da região. “Quando sobra, pago cursos aos professores ou até ajudo com o combustível”, diz.

– Um país livre e com ideologias políticas respeitadas.

LIBERDADE – Democracia, Demagogia e Hipocrisia. Nada pode ser resolvido com radicalismo, fanatismo, paixão e falsidade!

Precisamos de união, mansidão, competência e honestidade para resolver os problemas do Brasil.

Dissertando sobre isso em: https://www.youtube.com/watch?v=F-VyNTCMz9c

– O que fazer para perceber se o filho é problemático?

Leiam essa entrevista de Sue Klebold, a mãe do assassino Dylan Klebold, que com 17 anos matou 12 colegas num colégio de Columbine (EUA) a sangue frio, armado com armas, há 4 anos (Revista Veja, Páginas Amarelas, ed 22/06).

Ela disse que:

Pais de adolescentes sabem que não é fácil captar o que passa na cabeça de seus filhos. Nada levava a crer em suicídio ou assassinatos. Dylan foi hábil em esconder seus sentimentos”.

O que achei curioso foi o conselho que ela dá aos pais. Não sei se concordo com ela. Dona Sue aconselhou que:

Quando seu filho está sofrendo, não tente consertar as coisas por ele, nem pense fazê-lo sentir-se melhor. Isso é uma forma confortável de autoengano. Só fique em silêncio e ouça o que ele diz”.

Confesso que é um pouco confuso, difícil ou de prática duvidosa. Creio que depende de cada família e da educação em casa.

– A aceitação de um árbitro assumidamente gay no futebol brasileiro masculino: o caso Max Sousa

Li a publicação sobre esse delicado assunto no site ApitoNacional, e vi que o tema, originalmente publicado na página Brazilian Times, merecia uma abordagem opinativa. Vamos lá:

Max Sousa (homônimo do cantor de sertanejo universitário da grudenta “O Amor Vai Triunfar”), um estudante de Educação Física e modelo, é homossexual assumido e casado com o prefeito da cidade de Lins (Edgar de Souza – PSDB/SP). Ele quer ser árbitro da FPF e a matéria fala sobre seu desejo de levantar o fim do preconceito no futebol masculino.

Porém, diferente do que a matéria do site Brazilian Times trouxe abaixo (de que há décadas os “gays assumidos” apitam), o homossexualismo no futebol masculino, especialmente no Brasil, é um tabu! Nem jogadores e tampouco árbitros se assumiram LGBTs durante a carreira ou entrando nela. Jorge Emiliano, o “1o Margarida”, um dos poucos no RJ. Roberto Nunes Morgado e Armando Marques eram outros “marcados” e nunca falaram abertamente sobre isso. E, por fim: qual árbitro ou jogador da Série A do Brasileirão você sabe que é assumidamente homossexual?

No futebol feminino, é sabido que algumas árbitras e muitas jogadoras não escondem isso (e tal fato não se deve ter relevância na competência ou dignidade delas – se são lésbicas ou bissexuais é problema delas). No masculino, existe o preconceito.

Sabemos que a FIFA e alguns clubes fazem campanha para a inclusão (existe o protocolo contra o preconceito que paralisa as partidas em manifestações homofóbicas, racistas e de outras naturezas preconceituosas). Mas a aceitação social, racionalmente falando, é lenta.

Numa sociedade ideal, questões sobre preferência sexual estariam num segundo plano, pois a cidadania faria que o respeito fosse natural. Enfim, boa sorte ao jovem árbitro neste desafio e que sua condição não seja empecilho (por discriminação) e nem privilégio (por uso de marketing dos organizadores de torneios) para as futuras escalas. Que vença na carreira por competência.

Abaixo, extraído de: https://www.braziliantimes.com/esportes/2020/06/22/arbitro-gay-marido-de-prefeito-paulista-max-sousa-treina-para-entrar-na-escola-de-arbitros-na-fpf.html

ÁRBITRO GAY: MARIDO DE PREFEITO PAULISTA, MAX SOUSA, TREINA PATA ENTRAR NA ESCOLA DE ÁRBITROS NA FPF

A presença de homossexuais assumidos apitando jogos de futebol já acontece há muitas décadas e os relatos de preconceito contra esses profissionais não é mais empecilho para Max Souza seguir um sonho antigo: entrar para escola de árbitros na Federação Paulista de Futebol. “Eu já deixei de correr atrás de mais informações sobre como fazer o curso porque ficava abalado com alguns comentários sobre árbitros gays, mas isso já não me atinge mais”, declarou.

Estudante de Educação Física e casado com o prefeito de Lins (SP), Edgar de Souza, Max vê uma nova oportunidade de profissão, além de atuar como modelo. “Agora é um bom momento para eu correr atrás dos meus sonhos, eu sempre admirei aqueles que entram em campo para ser justo com os times, agora eu quero ser essa pessoa”.

Max disse que perdeu o último edital de inscrição que aconteceu em agosto do ano passado para a turma de 2020, e agora está de olho nos comunicados da FPF para entrar na próxima turma. “Acredito que a minha entrada como árbitro pode ajudar a acabar com o preconceito dentro do futebol. Homofobia ainda é um problema, mas as coisas estão melhorando o tempo todo”, disse.

(Fotos: Divulgação | CO Assessoria)

– Corremos o risco de ver gente com medo de quem já teve Covid-19?

O mundo, muitas vezes, é tóxico. Digo isso pois: e o receio que alguns relatam, informalmente, de conviver com pessoas que se contaminaram pelo Novo Coronavírus (mesmo estando curadas)?

Compartilho em: https://youtu.be/n2tGbAIA35U

 

– Empatia e Pandemia

Parece ser tão difícil respeitar o sofrimento do nosso semelhante…

Reflita em: https://youtu.be/kjlbmi9oWNY

– Faça a coisa certa sempre!

Gostei da imagem abaixo: não é porque muita gente faz coisas erradas, que se deve fazer. Também não é que se ninguém faz as coisas certas, que você deve deixar de fazer.

Imagem extraída da Web. Quem conhecer a autoria, favor informar para postar os créditos.

– Quando a irresponsabilidade assusta! Ou é “somente” ignorância e acha que máscara, em tempos de pandemia, é artigo dispensável?

Eu duvido que esse cara (do vídeo) seja bombeiro. Mas se for, vai tomar uma “enquadrada” do seu superior…

Além de se recusar a usar a máscara, mandou quem está certo “baixar a bola”… Lamentável!

Abaixo:

– Que pisada na bola, Homem Elástico. Tuítes racistas?

Triste. Hartley Sawyer, o ator da série THE FLASH, da DC Comics, e que interpreta Ralf Dibny (o herói desajustado Homem Elástico), foi demitido da série pela descoberta de publicações antigas de cunho racista e sexista

Diante de tudo isso, Sawyer disse que eram apenas piadas…

Lamentável. Algumas delas:

A matéria completa em: https://observatoriodocinema.uol.com.br/series-e-tv/2020/06/estes-são-os-tuites-nojentos-que-fizeram-ator-de-the-flash-ser-demitido

 

– Acesso à Internet se tornou Direito Humano!

Eu não sabia e me surpreendi: a ONU colocou no mesmo nível de importância de Saúde e Educação o Acesso Livre à Internet.

Motivos: Sinal dos Novos Tempos, claro. Mas também para que haja liberdade de expressão na Web, já que frequentemente vemos nações derrubarem a Internet para não terem opinião contrária.

A censura é algo que ainda assusta e persegue o direito – agora assegurado – de expressão na Internet!

– A questão racial dos EUA é diferente da do Brasil, embora o problema do racismo exista nos dois países!

Gostei muito do post do blog Dricaribas – Uma observadora do cotidiano, a respeito das diferenças do Racismo nos EUA e no Brasil, a partir da visão de quem viveu nos dois países e pelo aspecto social e cultural dessas nações.

O Racismo é entendido e praticado diferente nos EUA. Não que ele inexista em nosso país, mas a abordagem de como ele é, diverge.

Vale a pena tal leitura!

Abaixo, extraído de: https://dricaribas.com/2020/06/04/racismo-nos-estados-unidos-um-problema-longe-de-ser-resolvido/

RACISMO NOS EUA: UM PROBLEMA LONGE DE SER RESOLVIDO

por Adriana Ribasmayer

Os europeus observam a situação de protestos nos Estados Unidos, com muita preocupação desde da morte de George Floyd. Desde de então, milhares de pessoas saem às ruas para protestar, as vezes de forma pacífica, outras vezes com direito a tumulto e quebradeira.

A questão racial no Estados Unidos é bem complexa. Já não é o primeiro caso, com o excesso de força de policiais brancos contra a população afro-americana. Um caso bem conhecido aconteceu em 1992, quando quatro policiais brancos foram declarados inocentes após a agressão contra o afro-americano Rodney King. Toda a ação foi filmada. Depois de seis dias de protestos violentos, o Corpo de Fuzileiros Navais junto com a Guarda Nacional foram chamados para acalmar a situação.

Desde então, outras situações violentas aconteceram e foram devidamente filmadas, especialmente em tempos de celulares inteligentes, os smartphones. George Floyd foi filmado sendo morto por asfixia pelos policiais. Esses já foram colocados em presídios de segurança máxima.

Além da indignação justa pela morte de Floyd, aliou-se a insatisfação com a crise econômica. Até agora, por conta da pandemia da Covid19, mais de 40 milhões de pessoas estão desempregadas. Boa parte delas são justamente de afro-americanos.

Se por um lado, governadores apoiam os protestos, por outro ficam sem ação ao pedir à população que permaneçam em casa, justamente para evitar a propagação do vírus. Os Estados Unidos está em primeiro lugar, seja em número de infectados, com mais de um milhão e meio de infectados e com mais de cem mil mortos, dados da Universidade de John Hopkins. As autoridades norte-americanas alertam que número de casos podem aumentar consideravelmente devido aos protestos. E mais uma vez, a população afro-americana é a maior afetada.

Por outro, o Presidente Donald Trump também não contribui para a uma possível pacificação dos protestos. Pelo contrário, Trump pretende colocar os militares nas ruas para conter os mesmos. Em tempos de campanha eleitoral, isso pode ser uma verdadeira bomba atômica e dividir ainda mais, uma sociedade racialmente dividida.

Sim, essa é principal diferença entre o Brasil e os Estados Unidos. Aí a sociedade é racialmente divida. O DricaRibas viveu em Washington entre 1995 e 1997 e observou isso. Mesmo com o primeiro Presidente Barack Obama, esse quadro não alterou. Na leitura DricaRibas, esse processo será longo e haverá a necessidade de um longo e dolorido diálogo entre ambas partes, além de uma política de integração da população afro-americana. Infelizmente, os atores políticos aí não dão esse sinal.

No caso do Brasil, a questão do racismo funciona diferente. Não há como classificar como melhor ou pior. Somos uma sociedade mestiça, se comparada com a norte-americana, mas isso não significa que a população afro-brasileira esteja em melhores condições. Mesmo após a abolição da escravatura, em 1888, não houve nenhuma política de inserção da população afro-brasileira.

No último fim de semana houveram protestos no Rio de Janeiro pela morte do menino João Pedro Mattos. João morreu depois de uma ação da polícia em São Gonçalo, no último dia 19 de maio. Importante que a polícia seja questionada, mas ao mesmo tempo, que os casos de Covid19 estejam foram de controle.

Por fim, para concluir esse post, no caso do Brasil, a questão de integração da população afro-brasileira deve ser levada a sério e com propostas concretas. Não pode ser instrumentalizada por um setor da esquerda que pretende usar a pauta, para dividir ainda mais uma sociedade já rachada. Verdade também que o governo Bolsonaro não ajuda em nada nesse sentido, muito pelo contrário só coloca lenha na fogueira.

Fonte: Número de infectados pela Covid19 da Univerdade John Hopkins nos Estados Unidos. Esse site também coloca a disposição o número de infectados no Brasil: http://www.jhu.edu.com

Nike se posiciona contra o racismo após assassinato de George ...

– As consequências do bullying nas notas das crianças!

Um alerta para os pais: como o bullying está cada vez mais frequente nas escolas e como isso reflete no rendimento dos pequenos.

Extraído de Revista Veja, ed 2516, pg 84-85.

ALERTA: O BULLYING PROVOCA NOTA BAIXA

Estudo realizado ao longo de 25 anos comprova que agressões sofridas na escola prejudicam o rendimento acadêmico das vítimas

Por Filipe Vilicic, Talissa Monteiro

O bullying já foi apontado como causa de depressão, ansiedade, obesidade e sentimento de solidão em crianças. Ainda que o termo, cunhado nos anos 70 pelo psicólogo sueco Dan Olweus, descreva qualquer ataque que use a força ou a coerção para intimidar e ameaçar alguém, ele é frequentemente associado aos “valentões” que humilham meninos e meninas na escola. Gagueira, uso de óculos com lentes grossas, características físicas ou mesmo (ironia que a inveja pode explicar) um desempenho escolar acima da média costumam motivar as agressões — verbais em 77% das situações, físicas no restante. Estudos realizados pela Associação Americana de Medicina chegaram a revelar que o trauma pode ser tão grave que as vítimas têm até três vezes mais risco de pensar em suicídio. Uma nova pesquisa, da Associação Americana de Psicologia, divulgada na última semana, descobriu outro efeito preocupante do bullying: as vítimas tendem a se sair pior em provas escolares e a odiar experiências acadêmicas. A conclusão veio de um estudo conduzido ao longo de 25 anos por psicólogos da Universidade do Estado do Arizona.

Desde 1992 os cientistas têm seguido a vida de 190 meninos e 193 meninas, do jardim de infância ao ingresso em um curso superior ou ao abandono dos estudos. A cada ano, os participantes respondiam a questionários e realizavam entrevistas, por meio das quais os pesquisadores conseguiam detectar experiências de abusos verbais e físicos. A frequência do bullying era, então, medida em uma escala que ia de 1 (quando a prática “quase nunca” ocorria) a 5 (“sempre”). Cerca de metade das crianças nesse ranking ficou nos níveis mais baixos de incidência. Contudo, o trabalho identificou que 20% dos alunos estudados em algum momento se viram vítimas de ataques crônicos e severos. Ao final, chegou-se a um resultado alarmante: um em cada quatro jovens que foram alvo de bullying apresentou desempenho acadêmico decrescente e se revelou menos engajado nasatividades escolares. Pelos relatos das crianças aos pesquisadores, evidenciou-se a relação direta entre os ataques e a desmotivação com o aprendizado.

Disse a VEJA a psicóloga americana Becky Kochenderfer-Ladd, a principal autora do estudo: “Já tínhamos indícios da ligação entre o bullying e a perda de motivação acadêmica. Faltava, porém, um acompanhamento prolongado da vida desses jovens.”  Segundo os psicólogos por trás da
pesquisa, ao contrário do que aponta o senso comum, o problema é recorrente entre os que estão na idade de frequentar o que no Brasil se chama ensino fundamental, e não no ensino médio. A porcentagem de casos severos caiu de 20% em crianças para 7% entre adolescentes. “Isso nos traz esperança, pois indica que alguns conseguem enfrentar e vencer esse mal ao longo da vida”, afirmou o psicólogo americano Gary Ladd, também autor da pesquisa.
Sim, a maldade, direcionada ao próximo — em geral alguém “diferente” do agressor e da maioria —, existe desde sempre, em todos os lugares.

Mas a internet serviu tanto para escancarar a questão como para fazer surgir uma modalidade nova e de enorme potencial: o cyberbullying.

Em 2011, por exemplo, um vídeo postado no YouTube deixou clara a dimensão que o assunto havia tomado. Nele, o estudante australiano Casey Heynes, então com 15 anos, aparecia sendo atacado pelos colegas de colégio por causa de sua obesidade. Naquele dia, ele resolveu reagir e agrediu os que o atacavam. Desde então, o vídeo foi visto quase 30 milhões de vezes e o caso se transformou em símbolo do problema. A história de Heynes, apesar de ter sido exposta na rede, ainda se enquadra na categoria mais comum de bullying: aquele cometido no colégio. Mesmo na era digital, é duas vezes maior o risco de uma criança ser agredida na escola do que na Web – por exemplo, por comentários maldosos no Facebook.

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– Conceitos duvidosos da sociedade brasileira, onde bitolados criam rotulados!

Quem disse que…:

Quem é de Direita deve pensar na Saúde da Economia e quem é da Esquerda deve pensar na Saúde das Pessoas?

Quem é de Direita deve ser a favor da Cloroquina e quem é da Esquerda deve ser contrário?

Quem é de Direita é nacionalista e quem é de Esquerda é comunista?

Quem é de Direita deve apoiar incondicionalmente o Presidente da República e quem é da Esquerda deve criticar ofensivamente o mesmo?

Quem é de Direita deve sair nas ruas e abrir o comércio e quem é da Esquerda praticar o lockdown?

Ainda, quem disse que:

Existe unicamente apenas Direita e Esquerda, como se o mundo fosse bipartido? Há também os Ultra Radicais, os Ponderados, os Centro-Direitistas e os Centro-Esquerdistas, os “Centrões”, os Alienados, os Fanatizados, os “Isentões”, e os “isso-ou-aquilos?”

Aliás, quem inventou esses termos? Quem definiu que as pessoas são rotuladas dessa forma?

Bobagem. Tudo bobagem. Pessoas bitoladas querem se dizer especializadas e acabam rotulando os outros. Isso mesmo: criam “falsas verdades” e “filosofias de pára-choque de caminhão”.

Por fim:

“Pessoas inteligentes estão cheias de dúvidas, e pessoas idiotas cheias de certeza” (Bertrand Russell)

Respeito todas as opiniões – embasadas ou não. Todos devem ter sua realidade e historicidade respeitadas, pois criam suas próprias carências e verdades. Mas isso não dá direito das mesmas sobreporem opinião e tentarem impor suas crenças sobre os demais, desrespeitando verdades alheias.

De direita ou de esquerda? - ISTOÉ Independente

– A crueldade cometida por Derek Chauvin contra George Floyd: é “só” Racismo? Claro que não…

Que loucura o que aconteceu em Mineápolis, EUA! George Floyd, um negro, foi morto por Derek Chauvin, um policial branco que nas cenas gravadas o asfixiou mesmo quando imobilizado e implorando para respirar.

Racismo, despreparo do policial, falta de sensibilidade e desumanidade. Tudo junto nesse episódio!

Entenda, extraído de: https://glo.bo/2Xfz7gA

NÃO CONSIGO RESPIRAR

“O racismo não está piorando, só está sendo gravado agora.”

Com essas palavras o ator americano Will Smith explicou anos atrás como as câmeras de celulares estavam permitindo gravar a violência policial contra negros nos Estados Unidos.

Isso voltou a acontecer na segunda-feira passada, e pela terceira noite consecutiva, a cidade de Minneapolis, no noroeste dos EUA, voltou a ser tomada por protestos e confrontos violentos com a polícia por causa da morte de George Floyd, um cidadão negro de 46 anos.

O QUE ACONTECEU?

Darnella Frazier, que passava pela rua, sacou seu celular enquanto assistia horrorizada à cena em que Floyd, no chão de uma rua, algemado e desarmado, fica inconsciente sob a pressão do joelho de um dos policiais brancos que o haviam detido.

Ao que parece, pouco antes, Floyd, que trabalhava como segurança em um restaurante, tentou fazer uma compra com uma cédula falsa de US$ 20.

“Todos temos os nossos defeitos. Todos cometemos erros. Ninguém é perfeito.”

“A forma como ele morreu é cruel”, disse a mãe de sua filha de 6 anos, Roxie Washington, ao jornal Houston Chronicle. “Eles o roubaram da minha filha.”

Nascido em Houston, George Floyd se dedicou em sua cidade natal ao basquete e ao futebol. Ele também atuou na cena local de hip-hop, onde era relativamente conhecido.

Mas quando se mudou para Minneapolis começou uma nova vida como segurança do restaurante latino-americano Conga Latin Bistro, no centro da cidade.

FORTE, MAS ‘SUPER DOCE’

O segurança ganhou rapidamente o apelido dos colegas de “Big Floyd” (Grande Floyd).

“Era alto e musculoso”, descreve um colega de trabalho, Vernon Sawyerr. “Era simplesmente amável. Quando nos deparamos com alguém desse tamanho, pode parecer imponente, mas era super doce.”

Em 2017 e 2018, Floyd havia sido segurança particular de um abrigo de emergência para pessoas sem teto ligado à organização beneficente Exército da Salvação, em Minneapolis. “Que trágico e triste é isso tudo”, afirmou Brian Molohon, diretor-executivo da entidade.

“Para trabalhar em um abrigo de emergência é preciso ser um tipo especial de pessoa. É realmente muito difícil ver essa angústia todos os dias”, disse Molohon. “Não tenho dúvidas de que George, como muitos outros trabalhadores de abrigos na nossa comunidade, tinha um coração que se preocupava com as pessoas e nossa comunidade.”

A ex-estrela da NBA Stephen Jackson publicou em seu perfil no Instagram o lamento de ter perdido alguém que considerava um irmão. Ambos eram muito próximos e se apelidaram de “gêmeos”.

“Me enfurece tanto que, depois de todas as coisas pelas quais você passou e se comportou da melhor maneira possível, eles o levaram dessa maneira”, escreveu o ex-jogador de basquete.

No vídeo de 10 minutos, Derek Chauvin, policial branco de 44 anos que imobiliza Floyd, ignora as reclamações tanto do detido quanto das testemunhas sobre sua violência extrema.

Seu colega de patrulha, o corpulento Tou Thao, observa a cena impassível e trata de obstruir a visão das pessoas que transitam pela rua. Os dois policiais foram demitidos.

Darnella Frazier decidiu publicar seu vídeo nas redes sociais e as ruas de Minneapolis viraram palco de uma onda de protestos que se espalhou pelos Estados Unidos.

As palavras “Eu não consigo respirar”, que Floyd repetia ao policial que o mantinha imobilizado no chão, se multiplicaram em cartazes e camisetas de manifestantes em protestos em Minneapolis como um lema contra a violência policial no tratamento a negros nos EUA.

FICHA CORRIDA DO POLICIAL DEREK CHAUVIN

Esta não foi a primeira vez que o policial Derek Chauvin se envolve em episódios violentos, segundo registros do departamento de polícia.

Segundo a agência de notícias Associated Press, ao longo de 19 anos de carreira, Chauvin foi alvo de quase 20 queixas formais e duas cartas de reprimenda. A maioria foi arquivada.

Em 2006, ele foi um dos seis policiais que dispararam contra Wayne Reyes, que segundo os agentes apontou uma escopeta de cano serrado para eles depois de esfaquear duas pessoas. O júri decidiu que o uso da força havia sido justificado contra Reyes, de ascendência indígena.

Dois anos depois, Chauvin atirou duas vezes contra um homem negro depois que o policial e seu parceiro atenderam a uma denúncia de violência doméstica.

Os agentes afirmaram que Ira Latrell Toles tentou pegar a arma de Chauvin, e, na por isso foi atingido. Por outro lado, Toles afirmou ao site Daily Beast que foi agredido por Chauvin mesmo sem ter reagido à ação policial.

De ascendência asiática, Tou Thao, dupla de Chauvin que estava presente no momento em que George Floyd morreu sufocado, também já havia respondido a queixas por atos violentos.

Em 2014, um homem negro, Lamar Ferguson, denunciou Thao e outro agente sob acusação de ter sido agredido sem motivo enquanto caminhava em direção à casa de sua namorada. Três anos depois, foi firmado um acordo de US$ 25 mil para encerrar o caso.

– Guardiola sobre a volta do futebol e o respeito aos profissionais de saúde.

Pep Guardiola, o vitorioso treinador de futebol (que é espanhol e trabalha na Inglaterra), está vivendo a Pandemia bem antes que nós no Brasil. E, mesmo apaixonado por seu ofício, foi questionado sobre a volta das atividades esportivas profissionais em meio à crise do Covid-19. Disse ele:

“Acho que todos os torcedores ao redor do mundo estão impacientes e querem o regresso do futebol. Nós também queremos, mas atualmente a prioridade está em outro lugar. Portanto, fiquem seguros, tenham cuidado, porque quando for possível nós regressamos (…) Se o Governo exige a utilização da máscara, ficar em casa e preservar a distância social, então todos o devem fazer, porque muita, muita gente trabalha na saúde e está arriscando a sua vida para salvar a nossa. É incrível o que eles têm feito e devemos seguir as regras. Não podemos falhar”.

Por quê pessoas inteligentes e sensatas como ele  tem o mesmo discurso sobre a volta do Futebol? E, incoerentemente, no RJ, se quer voltar antes do que nesses lugares cuja pandemia começou meses atrás?

Incompreensível.

Mãe de Pep Guardiola morre vítima do coronavírus, aos 82 anos ...

Lembrando: a mãe de Guardiola faleceu vítima do Novo Coronavírus aos 82 anos.

– Preconceito no Futebol

Nos últimos dias, tivemos a campanha do Dia Mundial contra a Transfobia; também a Celebração da Libertação dos Escravos e o adiantamento do Dia da Consciência Negra (por conta da pandemia).

Há 6 anos, publicávamos esse momento de discussão sobre as diversas formas de preconceito (incluindo as das causas citadas acima e outras a se discutir) e que me parece ser um assunto bem atual…

Compartilho, abaixo, de 24/05/2014:

PRECONCEITOS

Passado o impacto da campanha contra o racismo capitaneada pela hastag #somostodosmacacos, fica uma nova discussão no futebol: gritar “Macaco” no estádio é crime, e ”Bicha” não é?

A luta deve ser contra o preconceito sob todas as formas ou apenas em relação as raças?

Esperar-se-á alguém jogar uma calcinha rosa contra um atleta homossexual (embora os jogadores gays não se assumam no futebol brasileiro temendo a carreira), fazendo um paralelo à banana contra Daniel Alves, para que se aborde o tema?

Homossexuais existem no apito também. Árbitros e bandeiras enrustidos estão aí, trabalhando nos campeonatos e se passando por heterossexuais. Conheci alguns e nunca se tocou na questão sexual durante os trabalhos de jogo. Mas desde “esposa arranjada” para manter as aparências até “causos de namoricos” se ouviu falar. E não só entre árbitros, mas também envolvendo dirigentes! Alguns na ativa e outros aposentados.

A condição sexual é problema pessoal de cada um. Entretanto, me preocupa quando heteros ou homos a usam para proveito próprio e/ou instrumento para promoção de alguém.

E aí vem a outra questão: o assédio sexual, seja praticado para cima das mulheres ou de homens, também não é um problema?

Outro: se não bastasse a questão racista, sexual ou de gênero, a física também deve ser discutida: rarearam-se os árbitros “baixinhos”? Cada vez mais se quer árbitro alto, parrudo e de boa aparência. Fico pensando: será que a Família Oliveira (Paulo César e Luiz Flávio) teriam chegado onde chegaram se começassem a carreira nos dias atuais? Negros e baixos, a dificuldade seria maior hoje.

Involuímos socialmente ou os critérios de meritocracia são tolhidos pela política?

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– Os Sovaquitos de Portugal

Antes da parada da pandemia de Covid-19, a cidade de Lisboa estava fazendo uma campanha bem-humorada para combater o mau cheiro das axilas no metrô público!

Veja só que iniciativa diferente (e bacana):

Extraído de: https://www1.folha.uol.com.br/mundo/2019/11/campanha-sovaquitos-usa-bom-humor-para-incentivar-higiene-de-usuarios-do-metro-de-lisboa.shtml

CAMPANHA “SOVAQUITOS” USA BOM HUMOR PARA INCENTIVAR HIGUENE DE USUÁRIOS DO METRÔ DE LISBOA

Por Giuliana Miranda

Uma série de animações engraçadinhas, protagonizada por quatro sovacos coloridos e rebolativos, é a nova estratégia publicitária para conscientizar a população sobre a importância dos hábitos de higiene no transporte público de Lisboa.

Com cerca de 160 milhões de passageiros por ano, o metrô da capital portuguesa é muitas vezes criticado por um certo cheirinho persistente entre os usuários —especialmente nos meses mais frios.

A ação, batizada sugestivamente de “Os Sovaquitos”, usa o bom humor como estratégia para chamar a atenção para o impacto do mau cheiro nas axilas durante as viagens.

Com o slogan “por viagens mais agradáveis, cuide dos seus Sovaquitos”, o material publicitário apresenta os bonecos e convida os usuários a visitarem o perfil dos sovacos numa rede social.

Feita pela agência portuguesa Lola Normajean, a campanha tem três brasileiros na ficha técnica.

“Aqui ainda é um problema muito delicado falar que as pessoas estão cheirando mal. Em alguns lugares do mundo, não é, mas em Portugal, assim como no Brasil, esta ainda é uma questão”, avalia o publicitário Sérgio Lobo, diretor de criação. “As nossas culturas ainda tornam isso um pouco mais indelicado.”

Brasileiro radicado em Portugal há pouco mais de dois anos, Sérgio diz que a irreverência foi a aposta para driblar o tabu em torno do tema. “Nós buscamos uma forma de falar isso de um jeito mais delicado, que não agredisse ninguém”, completa.

Apesar de focar os usuários do metrô de Lisboa, a campanha não foi encomendada pela companhia metroviária.

O trabalho é resultado de um desafio feito pela empresa MOP (Multimedia Outdoors de Portugal) para que agências do país criassem propostas inovadoras para outdoors, uma das plataformas mais antigas de publicidade.

Lançada há menos de duas semanas, a campanha tem repercutido entre os usuários, e muitos usam as redes sociais para pedir que a iniciativa educacional seja estendida a outras cidades e aos demais meios de transportes.

“Já temos quatro empresas interessadas em se associar à marca dos Sovaquitos e ajudar a espalhar a mensagem. Há desde marca de higiene pessoal até clínica de tratamento para doenças que causem excesso de suor e mau cheiro”, diz Rodrigo Silva Gomes, CEO da Lola Normajean.

De passagem pelo metrô de Lisboa, a turista paulistana Flávia Dutra, 42, aprovou a iniciativa.

“Acho ótimo. Deviam inclusive levar para outros países da Europa, onde nesta época fria tem muita gente que parece fugir do banho”, diverte-se. “Passei antes por Paris e Londres e foi uma das primeiras coisas que notei.”

Já o estudante de engenharia João Campos, 19, que usa o metrô de Lisboa diariamente, diz que não vê tanta necessidade em enfatizar o uso de desodorantes.

“Não acho ruim, mas creio que há problemas mais urgentes na cidade, como a demora excessiva e a superlotação dos transportes”, diz.

Os personagens da campanha Sovaquitos, criada para orientar usuários do metrô de Lisboa

– Chega de Queimada, poxa…

Mais queimadas… todo dia temos pessoas colocando fogo no mato para limpar terrenos aqui no Bairro Medeiros, em Jundiaí!

Acidentes e desleixos acontecem e geram incêndios, mas alguns locais estão manjados demais (vide os horários e locais nos quais as chamas surgem).

Com esse tempo seco, há a necessidade até mesmo dessa gente oportunista de ter compaixão com o próximo! Respirar esse ar poluído (especialmente na hora de dormir) não está dando mais…