– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Red Bull Bragantino x Corinthians.

E para o confronto do Massa Bruta contra o Timão, a CBF escalou a seguinte equipe de arbitragem:

Árbitro: Raphael Claus – SP
Árbitro Assistente 1: Danilo Ricardo Simon Manis – SP
Árbitro Assistente 2: Evandro de Melo Lima – SP
Quarto Árbitro: Dênis da Silva Ribeiro – AL
Assessor: Ana Karina Marques – PE
VAR: Marco Aurélio Fazukas Faria – MG
AVAR: Amanda Matias Masseira – RS
AVAR2: Elmo Alves Resende – GO
Observador de VAR: Rodrigo Pereira Joia – RJ

Diferente da outra comissão de arbitragem, Sandro Meira Ricci começou mesclar outros árbitros. Nesse jogo, a arbitragem é de Claus, que dispensa apresentações.

Me chama a atenção que já tem a escala para a próxima semana, também com nomes novos. E muitas novidades: Daiane Muniz, que era VAR no Brasileirão, virou árbitra central. E “ressuscitando” outros árbitros que estavam trabalhando como quarto árbitro: André Luiz Skettino Policarpo Bento apitará Grêmio x SPFC nessa rodada 22 (uma surpresa) e a catarinense Charly Wandy Straub Deretti, na outra semana (mais surpreendentemente ainda, pelos erros que cometeu nas divisões de baixo) apitará São Paulo x Coritiba.

Aguardemos!

Acompanhe conosco o jogo entre Red Bull Bragantino vs Corinthians pela Rádio Futebol Total, acessando:
YouTube: https://www.youtube.com/c/CANALDOLOREDO, ou
Twitter: https://twitter.com/futeboltotalbra,
ou ainda pelo site: http://radiofuteboltotal.com.
Narração de Sérgio Loredo, reportagens de Pietro Loredo, comentários de Lucas Salema e análise da arbitragem com Rafael Porcari. Domingo, 09/08, 18h30. Mas desde às 17h30 estaremos no ar para levar a melhor transmissão para você!

– Os Cartões Amarelos dos Árbitros do Brasileirão serão Patrocinados!

O Marketing da CBF é bom mesmo, hein?

Repare o sem-número de patrocínios relativos à arbitragem, nos jogos do Campeonato Brasileiro: totem do VAR, monitores da Sala de Vídeo, calção e camisa dos árbitros.

Agora, a seguradora Yeluw (que lembra a palavra Yellow, ou Amarelo), patrocinará mangas, as munhequeira e até… o Cartão Amarelo!

Não duvidaria se alguém oferecer um bom dinheiro para patrocinar os Cartões Vermelhos… e se já existe uma teoria de que o VAR é muito acionado para contentar o patrocinador dos monitores, imagine um jogo com inúmeros cartões!

– As queixas sobre a arbitragem em Vitória 0x4 Palmeiras.

Normalmente, quando um time perde por 4×0 em casa, não tem muito o que reclamar. Mas esse é um caso atípico.

O jovem árbitro Alex Gomes Stéfano (RJ) fazia uma boa temporada. No ano passado, se condicionou a ser aspirante à FIFA. Mas sucumbiu (e, cá entre nós, faltou um pouco de personalidade) ao aceitar a equivocada intromissão do VAR Marco Aurélio Augusto Fazekas Ferreira (MG).

Vamos lá: sobre o lance de Cacá, que deu um carrinho em disputa de bola e atinge Árias: quando você atinge somente a bola, não é falta. Carrinho que atinja somente o adversário, é falta com expulsão. Carrinho que atinja bola e adversário sem ser força excessiva, é ação temerária (não se expulsa, mas mostra-se Cartão Amarelo). E foi exatamente isso que aconteceu.

No treinamento dos árbitros profissionais no último dia 15, Sandro Meira Ricci reforçou o seguinte discurso aos seus comandados:

“Até que seja claro o erro do árbitro, vale a interpretação do campo. Só se chama o árbitro se tiver certeza do equívoco dele”.

O VAR deveria estar convencido que era um erro para vermelho (só podia chamá-lo nessa condição). Errou ao chamá-lo… E, insisto, o árbitro deveria “bater no peito” e não aceitar uma sugestão para Vermelho.

Sobre o lance de Maurício e o braço aberto: em 2020, Leonardo Gaciba, então chefe dos árbitros da CBF, reforçou a orientação da FIFA: “coibir qualquer braço aberto, tapa ou cotovelada com cartão vermelho”. No lance reclamado pelo Vitória, o atleta é atingido no queixo pelo braço aberto de Maurício. Seguindo a orientação, Cartão Vermelho.

Uma observação: o treinador Abel Ferreira elogiou a atuação do árbitro carioca, em equívocos que beneficiaram a sua equipe (nada de má intenção do juizão). Mas se fossem erros contrários, alguém poderia levantar a tese conspiratória de que, sendo árbitro do RJ e errando contra o time paulista, seria “complô” para ajudar o Flamengo!

Claro que isso não existe. Mas para quem queira tumultuar, é “pinto no lixo”, para usar uma popular expressão.

– Os Cartões Amarelos dos Árbitros do Brasileirão serão Patrocinados!

O Marketing da CBF é bom mesmo, hein?

Repare o sem-número de patrocínios relativos à arbitragem, nos jogos do Campeonato Brasileiro: totem do VAR, monitores da Sala de Vídeo, calção e camisa dos árbitros.

Agora, a seguradora Yeluw (que lembra a palavra Yellow, ou Amarelo), patrocinará mangas, as munhequeira e até… o Cartão Amarelo!

Não duvidaria se alguém oferecer um bom dinheiro para patrocinar os Cartões Vermelhos… e se já existe uma teoria de que o VAR é muito acionado para contentar o patrocinador dos monitores, imagine um jogo com inúmeros cartões!

– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Red Bull Bragantino x Sporting Cristal.

E para o confronto do Massa Bruta contra o Sporting Cristal, a Conmebol escalou a seguinte escala de arbitragem:

Árbitro: Esteban Ostojich
Árbitro Assistente 1: Andrés Nievas
Árbitro Assistente 2: Agustín Berisso
Quarto Árbitro: Alberto Feres
VAR: Andrés Cunha

Escala totalmente uruguaia. E com juizão experiente.

Esteban Ostojich, 44 anos de idade, está há 10 temporadas no quadro da FIFA, já apitou final de Copa América e diversos jogos importantes da Libertadores da América. Não gosta de muita conversa e é bem rigoroso.

Recentemente, esteve em Atlético-MG x Atlético Bucaramanga, onde Hulk ficou conversando com ele e reclamando. Parecendo estar concordando, o árbitro sacou o Amarelo numa reação curiosa do atleta. Veja em: https://www.instagram.com/reels/DQZALhIEVZQ/

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Narração de Sérgio Loredo, reportagens de Pietro Loredo, comentários de Lucas Salema e análise da arbitragem com Rafael Porcari. Quarta, 29/07, 21h30. Mas desde às 20h30 estaremos no ar para levar a melhor transmissão para você!

– As queixas sobre a arbitragem em Vitória 0x4 Palmeiras.

Normalmente, quando um time perde por 4×0 em casa, não tem muito o que reclamar. Mas esse é um caso atípico.

O jovem árbitro Alex Gomes Stéfano (RJ) fazia uma boa temporada. No ano passado, se condicionou a ser aspirante à FIFA. Mas sucumbiu (e, cá entre nós, faltou um pouco de personalidade) ao aceitar a equivocada intromissão do VAR Marco Aurélio Augusto Fazekas Ferreira (MG).

Vamos lá: sobre o lance de Cacá, que deu um carrinho em disputa de bola e atinge Árias: quando você atinge somente a bola, não é falta. Carrinho que atinja somente o adversário, é falta com expulsão. Carrinho que atinja bola e adversário sem ser força excessiva, é ação temerária (não se expulsa, mas mostra-se Cartão Amarelo). E foi exatamente isso que aconteceu.

No treinamento dos árbitros profissionais no último dia 15, Sandro Meira Ricci reforçou o seguinte discurso aos seus comandados:

“Até que seja claro o erro do árbitro, vale a interpretação do campo. Só se chama o árbitro se tiver certeza do equívoco dele”.

O VAR deveria estar convencido que era um erro para vermelho (só podia chamá-lo nessa condição). Errou ao chamá-lo… E, insisto, o árbitro deveria “bater no peito” e não aceitar uma sugestão para Vermelho.

Sobre o lance de Maurício e o braço aberto: em 2020, Leonardo Gaciba, então chefe dos árbitros da CBF, reforçou a orientação da FIFA: “coibir qualquer braço aberto, tapa ou cotovelada com cartão vermelho”. No lance reclamado pelo Vitória, o atleta é atingido no queixo pelo braço aberto de Maurício. Seguindo a orientação, Cartão Vermelho.

Uma observação: o treinador Abel Ferreira elogiou a atuação do árbitro carioca, em equívocos que beneficiaram a sua equipe (nada de má intenção do juizão). Mas se fossem erros contrários, alguém poderia levantar a tese conspiratória de que, sendo árbitro do RJ e errando contra o time paulista, seria “complô” para ajudar o Flamengo!

Claro que isso não existe. Mas para quem queira tumultuar, é “pinto no lixo”, para usar uma popular expressão.

– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Red Bull Bragantino x Sporting Cristal.

E para o confronto do Massa Bruta contra o Sporting Cristal, a Conmebol escalou a seguinte escala de arbitragem:

Árbitro: Esteban Ostojich
Árbitro Assistente 1: Andrés Nievas
Árbitro Assistente 2: Agustín Berisso
Quarto Árbitro: Alberto Feres
VAR: Andrés Cunha

Escala totalmente uruguaia. E com juizão experiente.

Esteban Ostojich, 44 anos de idade, está há 10 temporadas no quadro da FIFA, já apitou final de Copa América e diversos jogos importantes da Libertadores da América. Não gosta de muita conversa e é bem rigoroso.

Recentemente, esteve em Atlético-MG x Atlético Bucaramanga, onde Hulk ficou conversando com ele e reclamando. Parecendo estar concordando, o árbitro sacou o Amarelo numa reação curiosa do atleta. Veja em: https://www.instagram.com/reels/DQZALhIEVZQ/

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– Pênalti ou não em Flamengo 1×1 São Paulo?

O lance envolvendo Arrascaeta e Wendell, no FLA vs SPFC no 2º tempo: pênalti ou não?

É um lance difícil, interpretativo, e que vai realmente gerar discussão.

Eu não marcaria pênalti (explico abaixo), mas respeito quem entenda o contrário.

Para mim, além do braço próximo ao corpo, a “condução” que ocorre não surge de um movimento antinatural, mas natural, pela curta distância e pelo fato de ser a “queima-roupa” (rápido e forte). Eu não entendo também como movimento intencional.

Óbvio, por ser um lance interpretativo, há quem entenda pênalti por ter tido a intenção de controlar a bola com o braço.

Até para ilustrar, a regra do jogo considera infração a partir desse ponto do braço (explicito isso pois li alguns comentários alegando que foi de “ombro”).

– Quando a Regra Nova faz falta… Santos 2×2 Chapecoense.

Veja que situação: na Vila Belmiro, o goleiro Matheus Aurélio (quando a Chape estava com vantagem no placar) demorava muito tempo para cobrar o tiro de meta (bem mais que os 5 segundos que a regra determina agora).

Depois de muitas vezes chamando a atenção dele, o árbitro deu cartão amarelo pela cera.

Pense: quanto tempo foi sonegado de bola rolando com a regra antiga?

E se na primeira vez que retardasse o início de jogo, o Santos fosse beneficiado com escanteio, como orienta a regra nova?

A propósito, lamento o “nervosismo” de Neymar. Tentou cavar pênalti, reclamou do árbitro que fingiu não ter sido xingado, e acabou tomando o Cartão Amarelo (3º, que o suspende para o próximo jogo). 

Veterano como é, ele deve saber que será provocado. Ma admira ele aceitar a provocação e tomar um cartão à toa. Ou… quis tomar?

– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Red Bull Bragantino x Coritiba (Rodada 20 do Campeonato Brasileiro 2026).

E para o confronto do Massa Bruta contra o Coxa Branca, a CBF escalou a seguinte equipe de arbitragem:

Árbitro: Felipe Fernandes de Lima – MG
Árbitro Assistente 1: Felipe Alan Costa de Oliveira – MG
Árbitro Assistente 2: Celso Luiz da Silva – MG
Quarto Árbitro: André Luiz Skettino Policarpo Bento – MG
Assessor: Ana Karina Marques Valentin – PE
VAR: Carlos Eduardo Nunes Braga – RJ
AVAR: Diogo Carvalho Silva – RJ
AVAR2: Philip Georg Bennett – RJ
Observador de VAR: Sérgio Cristiano Nascimento – RJ
Quality manager: Tatiana Pacheco Lima Neves – RJ

Felipe é velho conhecido do Brasileirão. Tem trabalhado com frequência, é razoável tecnicamente, (mas quando erra, erra “muito bem”…). Disciplinarmente, é muito bom. Tem deixado o jogo correr como se deve, mas continua com um defeito: conversa demais em campo, permitindo reclamações.

Nessa rodada, esperamos ver as recomendações de Sandro Meira Ricci serem aplicadas: pouca e pontual interferência do VAR, impedimento semi-automático e menos reclamações dos jogadores e cartolas. Acontecerá?

(Sobre elas, aqui: https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2026/07/23/as-3-novidades-da-arbitragem-na-retomada-do-brasileirao-mas-com-regras-velhas/)/.

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ou ainda pelo site: http://radiofuteboltotal.com.
Narração de Sérgio Loredo, reportagens de Pietro Loredo, comentários de Lucas Salema e análise da arbitragem com Rafael Porcari. Domingo, 26/07, 18h30. Mas desde às 17h30 estaremos no ar para levar a melhor transmissão para você!

– Pênalti ou não em Flamengo 1×1 São Paulo?

O lance envolvendo Arrascaeta e Wendell, no FLA vs SPFC no 2º tempo: pênalti ou não?

É um lance difícil, interpretativo, e que vai realmente gerar discussão.

Eu não marcaria pênalti (explico abaixo), mas respeito quem entenda o contrário.

Para mim, além do braço próximo ao corpo, a “condução” que ocorre não surge de um movimento antinatural, mas natural, pela curta distância e pelo fato de ser a “queima-roupa” (rápido e forte). Eu não entendo também como movimento intencional.

Óbvio, por ser um lance interpretativo, há quem entenda pênalti por ter tido a intenção de controlar a bola com o braço.

Até para ilustrar, a regra do jogo considera infração a partir desse ponto do braço (explicito isso pois li alguns comentários alegando que foi de “ombro”).

– Quando a Regra Nova faz falta… Santos 2×2 Chapecoense.

Veja que situação: na Vila Belmiro, o goleiro Matheus Aurélio (quando a Chape estava com vantagem no placar) demorava muito tempo para cobrar o tiro de meta (bem mais que os 5 segundos que a regra determina agora).

Depois de muitas vezes chamando a atenção dele, o árbitro deu cartão amarelo pela cera.

Pense: quanto tempo foi sonegado de bola rolando com a regra antiga?

E se na primeira vez que retardasse o início de jogo, o Santos fosse beneficiado com escanteio, como orienta a regra nova?

A propósito, lamento o “nervosismo” de Neymar. Tentou cavar pênalti, reclamou do árbitro que fingiu não ter sido xingado, e acabou tomando o Cartão Amarelo (3º, que o suspende para o próximo jogo). 

Veterano como é, ele deve saber que será provocado. Ma admira ele aceitar a provocação e tomar um cartão à toa. Ou… quis tomar?

– A classificação do Brasileirão assusta muitos times grandes?

Dá para dizer que na parte de cima da tabela do Brasileirão 2026, o campeonato se polarizará até o fim entre Palmeiras e Flamengo?

Porém… na parte de baixo, provavelmente haverá emoção para saber quem serão os 3 rebaixados para a série B em 2027, já que Chapecoense, respeitosamente, já foi.

Muito time “pequeno” vai cair. Mas um “grandão”…

– Botafogo esbarra em goleiro inspirado e Danilo ganha protagonismo no empate sem gols.

Botafogo pressionou, mas parou em Lucas Arcanjo e empatou com o Vitória. Danilo completou 13 jogos e permanece no elenco alvinegro. #Linkezine ⚽ O …

Continua em: Botafogo esbarra em goleiro inspirado e Danilo ganha protagonismo no empate sem gols

– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Red Bull Bragantino x Coritiba (Rodada 20 do Campeonato Brasileiro 2026).

E para o confronto do Massa Bruta contra o Coxa Branca, a CBF escalou a seguinte equipe de arbitragem:

Árbitro: Felipe Fernandes de Lima – MG
Árbitro Assistente 1: Felipe Alan Costa de Oliveira – MG
Árbitro Assistente 2: Celso Luiz da Silva – MG
Quarto Árbitro: André Luiz Skettino Policarpo Bento – MG
Assessor: Ana Karina Marques Valentin – PE
VAR: Carlos Eduardo Nunes Braga – RJ
AVAR: Diogo Carvalho Silva – RJ
AVAR2: Philip Georg Bennett – RJ
Observador de VAR: Sérgio Cristiano Nascimento – RJ
Quality manager: Tatiana Pacheco Lima Neves – RJ

Felipe é velho conhecido do Brasileirão. Tem trabalhado com frequência, é razoável tecnicamente, (mas quando erra, erra “muito bem”…). Disciplinarmente, é muito bom. Tem deixado o jogo correr como se deve, mas continua com um defeito: conversa demais em campo, permitindo reclamações.

Nessa rodada, esperamos ver as recomendações de Sandro Meira Ricci serem aplicadas: pouca e pontual interferência do VAR, impedimento semi-automático e menos reclamações dos jogadores e cartolas. Acontecerá?

(Sobre elas, aqui: https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2026/07/23/as-3-novidades-da-arbitragem-na-retomada-do-brasileirao-mas-com-regras-velhas/)/.

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Narração de Sérgio Loredo, reportagens de Pietro Loredo, comentários de Lucas Salema e análise da arbitragem com Rafael Porcari. Domingo, 26/07, 18h30. Mas desde às 17h30 estaremos no ar para levar a melhor transmissão para você!

– Sobre o impedimento semi-automático no Brasil:

Um turno do Brasileirão com uma Regra; o outro, com outra…

Só no Brasil vemos esse tipo de situação.

(Print da página Goal.com,br)

– A classificação do Brasileirão assusta muitos times grandes?

Dá para dizer que na parte de cima da tabela do Brasileirão 2026, o campeonato se polarizará até o fim entre Palmeiras e Flamengo?

Porém… na parte de baixo, provavelmente haverá emoção para saber quem serão os 3 rebaixados para a série B em 2027, já que Chapecoense, respeitosamente, já foi.

Muito time “pequeno” vai cair. Mas um “grandão”…

– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Sporting Cristal vs Red Bull Bragantino (Copa Sulamericana)

E para o confronto do Massa Bruta contra o Sporting Cristal, em Lima:

Árbitro: Leandro Rey (Argentina).
Árbitro Assistente 1: José Savorani (Argentina).
Árbitro Assistente 2: Sebastián Reineri (Argentina).
Quarto Árbitro: Mário Laura Fortunato (Argentina).
VAR: Silvio Trucco (Argentina).
AVAR: Salomé Di Iorio (Argentina).

Leandro Rey, embora tenha vários jogos em Libertadores e Sulamericana, não é “de primeira linha” no cenário da Confederação Sulamericana. Tem 40 anos, corre muito bem, e divide opiniões.

A imprensa peruana reclama que, todas vez que ele apita jogos de times locais, erra contra. Eu assisti Bolivar 2×3 Palmeiras, e tive uma ótima impressão dele. Não deixou praticar anti-jogo e foi correto disciplinarmente.

Quem deu “azar”? Eu, por ter visto apenas um jogo dele no qual se saiu bem, ou os peruanos, que viram atuações onde não esteve num bom dia?

Aguardemos!

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Narração de Sérgio Loredo, reportagens de Pietro Loredo, comentários de Lucas Salema e análise da arbitragem com Rafael Porcari. Quarta-feira 22/07, 21h30. Mas desde às 20h30 estaremos no ar para levar a melhor transmissão para você!

– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Sporting Cristal vs Red Bull Bragantino (Copa Sulamericana)

E para o confronto do Massa Bruta contra o Sporting Cristal, em Lima:

Árbitro: Leandro Rey (Argentina).
Árbitro Assistente 1: José Savorani (Argentina).
Árbitro Assistente 2: Sebastián Reineri (Argentina).
Quarto Árbitro: Mário Laura Fortunato (Argentina).
VAR: Silvio Trucco (Argentina).
AVAR: Salomé Di Iorio (Argentina).

Leandro Rey, embora tenha vários jogos em Libertadores e Sulamericana, não é “de primeira linha” no cenário da Confederação Sulamericana. Tem 40 anos, corre muito bem, e divide opiniões.

A imprensa peruana reclama que, todas vez que ele apita jogos de times locais, erra contra. Eu assisti Bolivar 2×3 Palmeiras, e tive uma ótima impressão dele. Não deixou praticar anti-jogo e foi correto disciplinarmente.

Quem deu “azar”? Eu, por ter visto apenas um jogo dele no qual se saiu bem, ou os peruanos, que viram atuações onde não esteve num bom dia?

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Narração de Sérgio Loredo, reportagens de Pietro Loredo, comentários de Lucas Salema, análise da arbitragem com Rafael Porcari. Quarta-feira 22/07, 21h30. Mas desde às 20h30 estaremos no ar para levar a melhor transmissão para você!

– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Fluminense x Red Bull Bragantino (Rodada 19 do Campeonato Brasileiro 2026).

E para o confronto do Massa Bruta contra o Tricolor Carioca no Maracanã, a CBF escalou a seguinte equipe de arbitragem:

Árbitro: Davi de Oliveira Lacerda – ES
Árbitro Assistente 1: Douglas Tagung – ES
Árbitro Assistente 2: Alex Sandro Quadros Tomé – RR
Quarto Árbitro: Roger Goulart – RS
Assessor: Ana Karina Marques Valentim – PE
VAR: Emerson de Almeida Ferreira – MG
AVAR: André da Silva Bitencourt – RS
AVAR2: Douglas Schwengber da Silva – RS
Observador de VAR: Marcos André Gomes da Penha – ES
Quality manager: Mikael Silva Araújo – CBF

Na primeira escala da nova gestão Sandro Meira Ricci na Comissão de Arbitragem da CBF, nada mudou. Os mesmos nomes escalados, e na mesma situação quanto a bandeiras e quarto-árbitros: neste jogo no Maracanã, um bandeira vem da Roraima e o quarto-árbitro do Rio Grande do Sul. 

Pra quê?

Sobre David de Oliveira Lacerda: já se tornou conhecido por deixar o jogo correr bastante e ter minutagem em campo, além de ser o aspirante à FIFA esperando a vaga para o quadro internacional de 2027.

Aliás, um detalhe: o Brasileirão não terá as novas regras do futebol sendo cobradas (explico em: https://professorrafaelporcari.com/2026/07/14/o-brasileirao-voltara-com-as-velhas-regras-do-futebol-e-a-cbf-nao-fez-nada-durante-a-paralisacao-para-resolver-isso/).

Desejo um bom jogo e uma ótima arbitragem!

Acompanhe conosco o jogo entre Fluminense vs Red Bull Bragantino pela Rádio Futebol Total, acessando:
YouTube: https://www.youtube.com/c/CANALDOLOREDO, ou
Twitter: https://twitter.com/futeboltotalbra,
ou ainda pelo site: http://radiofuteboltotal.com.
Narração de Sérgio Loredo, reportagens de Pietro Loredo, comentários de Lucas Salema e Léo Naja, análise da arbitragem com Rafael Porcari. Sexta-Feira, 17/07, 20h00. Mas desde às 19h00 estaremos no ar para levar a melhor transmissão para você!

– O Brasileirão voltará com as velhas regras do futebol, e a CBF não fez nada durante a paralisação para resolver isso!

O Brasileirão vai recomeçar em breve. Mas não poderá voltar com as novas regras do futebol, já vistas nessa Copa do Mundo, pois o campeonato já está em andamento.

A CBF tem que chamar os clubes, que precisam em unanimidade aceitá-las para mudar. E aí pedir autorização da FIFA. E a pergunta é: por que ainda não se reuniu?

Falamos isso anteriormente: a mudança no calendário nacional não previu isso, e quando chegasse esse momento, fatalmente aconteceria o problema. E chegou!

A questão é: imagine um time que no primeiro turno fez cera, praticou o anti-jogo e venceu a partida porque não foi punido pelo minuto ausente de atleta lesionado fora de campo ou reversão de lateral / tiro de meta (pois a regra não existia). Se o adversário fizer a mesma coisa no segundo turno “para desforrar’”, será punido. Isso é interferir no campeonato. Dois pesos / duas medidas…

Já a Conmebol pode adotar as novas regras sem problemas, pois não é um torneio de pontos corridos. A Sul-americana e a Libertadores já encerraram a fase de grupos, e sendo assim, o “mata-mata” é uma “nova competição”. A ironia será: no Brasil, vamos jogar a Copa do Brasil com uma regra e o Brasileirão com outra!

Se você fosse dirigente de algum clube, aceitaria a mudança ou bateria o pé para que fosse somente na outra edição da competição?

Em tempo: e o prometido impedimento semi-automático?

Signature: ilrxp6aKnFTxVkIGz8cg0wibkEkicVm8qPhrQ19UfN8qqOoG9ePmdegff7LcCLGZCxX76d2Kh/v/5p3bZEkU5qgrRoQ1gSa/crXZ1T392UHDhP5nmYtIFcFEc2lgFYfsexLIHZJ5vjoAKjYk2cisJ5+UcYN416dKUD1UUq749Trf/S5vC55x63ZrDWFVcm2Gm0v84atoWOeJIFKD4shGl+Vrxpw+2shlXDDURgDIbo1ebq7J8UgRgGQAUe8XsLaKZkjcWAopNjI9679kruxhwGxBoTAVgLrTYfZDVoboKTC8508GPTEuq299HsJ7Biy7

– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Fluminense x Red Bull Bragantino (Rodada 19 do Campeonato Brasileiro 2026).

E para o confronto do Massa Bruta contra o Tricolor Carioca no Maracanã, a CBF escalou a seguinte equipe de arbitragem:

Árbitro: Davi de Oliveira Lacerda – ES
Árbitro Assistente 1: Douglas Tagung – ES
Árbitro Assistente 2: Alex Sandro Quadros Tomé – RR
Quarto Árbitro: Roger Goulart – RS
Assessor: Ana Karina Marques Valentim – PE
VAR: Emerson de Almeida Ferreira – MG
AVAR: André da Silva Bitencourt – RS
AVAR2: Douglas Schwengber da Silva – RS
Observador de VAR: Marcos André Gomes da Penha – ES
Quality manager: Mikael Silva Araújo – CBF

Na primeira escala da nova gestão Sandro Meira Ricci na Comissão de Arbitragem da CBF, nada mudou. Os mesmos nomes escalados, e na mesma situação quanto a bandeiras e quarto-árbitros: neste jogo no Maracanã, um bandeira vem da Roraima e o quarto-árbitro do Rio Grande do Sul. 

Pra quê?

Sobre David de Oliveira Lacerda: já se tornou conhecido por deixar o jogo correr bastante e ter minutagem em campo, além de ser o aspirante à FIFA esperando a vaga para o quadro internacional de 2027.

Aliás, um detalhe: o Brasileirão não terá as novas regras do futebol sendo cobradas (explico em: https://professorrafaelporcari.com/2026/07/14/o-brasileirao-voltara-com-as-velhas-regras-do-futebol-e-a-cbf-nao-fez-nada-durante-a-paralisacao-para-resolver-isso/).

Desejo um bom jogo e uma ótima arbitragem!

Acompanhe conosco o jogo entre Fluminense vs Red Bull Bragantino pela Rádio Futebol Total, acessando:
YouTube: https://www.youtube.com/c/CANALDOLOREDO, ou
Twitter: https://twitter.com/futeboltotalbra,
ou ainda pelo site: http://radiofuteboltotal.com.
Narração de Sérgio Loredo, reportagens de Pietro Loredo, comentários de Lucas Salema e Léo Naja, análise da arbitragem com Rafael Porcari. Sexta-Feira, 17/07, 20h00. Mas desde às 19h00 estaremos no ar para levar a melhor transmissão para você!

– O Brasileirão voltará com as velhas regras do futebol, e a CBF não fez nada durante a paralisação para resolver isso!

O Brasileirão vai recomeçar em breve. Mas não poderá voltar com as novas regras do futebol, já vistas nessa Copa do Mundo, pois o campeonato já está em andamento.

A CBF tem que chamar os clubes, que precisam em unanimidade aceitá-las para mudar. E aí pedir autorização da FIFA. E a pergunta é: por que ainda não se reuniu?

Falamos isso anteriormente: a mudança no calendário nacional não previu isso, e quando chegasse esse momento, fatalmente aconteceria o problema. E chegou!

A questão é: imagine um time que no primeiro turno fez cera, praticou o anti-jogo e venceu a partida porque não foi punido pelo minuto ausente de atleta lesionado fora de campo ou reversão de lateral / tiro de meta (pois a regra não existia). Se o adversário fizer a mesma coisa no segundo turno “para desforrar’”, será punido. Isso é interferir no campeonato. Dois pesos / duas medidas…

Já a Conmebol pode adotar as novas regras sem problemas, pois não é um torneio de pontos corridos. A Sul-americana e a Libertadores já encerraram a fase de grupos, e sendo assim, o “mata-mata” é uma “nova competição”. A ironia será: no Brasil, vamos jogar a Copa do Brasil com uma regra e o Brasileirão com outra!

Se você fosse dirigente de algum clube, aceitaria a mudança ou bateria o pé para que fosse somente na outra edição da competição?

Em tempo: e o prometido impedimento semi-automático?

– O Impedimento semi-automático será problemático no Brasil.

Em uma mesma semana de Copa do Mundo, dois lances emblemáticos: Colômbia x Portugal e Egito x Irã viram lances anulados pelo VAR via impedimento por tecnologia por... “uma lasca de unha” (vide as imagens abaixo).

Repare o seguinte: os “bandeirinhas” ultimamente são meros marcadores de arremesso lateral. Até os escanteios e tiros de meta mal marcados podem ser corrigidos (se for com rapidez). Portanto, praticamente todo lance decisivo é marcado pela tecnologia.

Aqui, duas tecnologias: no Brasileirão, pelas linhas (confusas) traçadas pelo pessoal da cabine, e na Copa do Mundo pelo aparato tecnológico de sensores.

Alguém poderia perguntar: e se, na imagem demonstrada, ocorrer uma inconsistência? Um erro do ponto de marcação ou ainda um erro de onde a bola foi lançada? Nesses casos, a cabine pode intervir e o VAR traça manualmente as linhas.

Mas a grande questão é: estamos preparados para lances assim num São Paulo x Corinthians? Num Palmeiras x Flamengo? Aqui, a marcação é matemática, não vai existir a discussão da analogia da mulher “meio grávida”: ou está ou não está.

Sabe qual será o problema? O inconformismo pelo milimétrico posicionamento. Aí surgirão novas ideias, como o impedimento de corpo total.

Enfim: o tão prometido impedimento semi automático no Brasileirão não aconteceu, e quando acontecer, suscitará ainda mais discussões.

Aguardemos!

– O Impedimento semi-automático será problemático no Brasil.

Em uma mesma semana de Copa do Mundo, dois lances emblemáticos: Colômbia x Portugal e Egito x Irã viram lances anulados pelo VAR via impedimento por tecnologia por... “uma lasca de unha” (vide as imagens abaixo).

Repare o seguinte: os “bandeirinhas” ultimamente são meros marcadores de arremesso lateral. Até os escanteios e tiros de meta mal marcados podem ser corrigidos (se for com rapidez). Portanto, praticamente todo lance decisivo é marcado pela tecnologia.

Aqui, duas tecnologias: no Brasileirão, pelas linhas (confusas) traçadas pelo pessoal da cabine, e na Copa do Mundo pelo aparato tecnológico de sensores.

Alguém poderia perguntar: e se, na imagem demonstrada, ocorrer uma inconsistência? Um erro do ponto de marcação ou ainda um erro de onde a bola foi lançada? Nesses casos, a cabine pode intervir e o VAR traça manualmente as linhas.

Mas a grande questão é: estamos preparados para lances assim num São Paulo x Corinthians? Num Palmeiras x Flamengo? Aqui, a marcação é matemática, não vai existir a discussão da analogia da mulher “meio grávida”: ou está ou não está.

Sabe qual será o problema? O inconformismo pelo milimétrico posicionamento. Aí surgirão novas ideias, como o impedimento de corpo total.

Enfim: o tão prometido impedimento semi automático no Brasileirão não aconteceu, e quando acontecer, suscitará ainda mais discussões.

Aguardemos!

– Caiu Rodrigo Martins Cintra. E Sandro Meira Ricci assume a arbitragem brasileira.

Invariavelmente, na surdina, se costuma trocar o comando da arbitragem. E não foi diferente dessa vez.

Sem resultados aparentes com a profissionalização, desgastado há algum tempo, eis que Cintra foi demitido e o ex-árbitro Sandro Meira Ricci assume a Comissão de Arbitragem da CBF.

Aguardemos o que ele fará.

– A Proposta Esquecida: Samir Xaud queria que os clubes escolhessem os membros da Comissão de Arbitragem.

Há 1 ano… e se essa promessa não cumprida se tornasse realidade?

Neste domingo, durante a posse do novo presidente da CBF, ouviu-se a promessa de incentivo à criação de uma Liga Brasileira de Futebol, de regionais com apenas 11 datas e outras tantas coisas. Uma delas, despercebida por muitos, foi a de dar poder aos clubes na escolha de dois membros para administrar a CA-CBF.

Parece-me um ressurgimento do que a FPF tentou fazer após o escândalo de Edilson Pereira de Carvalho: na oportunidade, os clubes da série A indicaram um nome para compor a Comissão de Árbitros Estadual, mas não deu certo.

Penso: como os clubes, hoje, tão divididos, chegariam a um consenso a respeito de dois nomes? E como o presidente da CA-CBF, Rodrigo Martins Cintra, receberia a indicação?

Parece-me mais uma medida popularesca do que um acerto técnico.

– E os melhores do Brasileirão são…

Terminada mais uma rodada do Brasileirão, me parece que os melhores colocados são os que apresentam melhor caixa (estão pagando em dia) e bem geridos, não?

Aliás, quais são os dois melhores paulistas nessa tabela?

– A Proposta Esquecida: Samir Xaud queria que os clubes escolhessem os membros da Comissão de Arbitragem.

Há 1 ano… e se essa promessa não cumprida se tornasse realidade?

Neste domingo, durante a posse do novo presidente da CBF, ouviu-se a promessa de incentivo à criação de uma Liga Brasileira de Futebol, de regionais com apenas 11 datas e outras tantas coisas. Uma delas, despercebida por muitos, foi a de dar poder aos clubes na escolha de dois membros para administrar a CA-CBF.

Parece-me um ressurgimento do que a FPF tentou fazer após o escândalo de Edilson Pereira de Carvalho: na oportunidade, os clubes da série A indicaram um nome para compor a Comissão de Árbitros Estadual, mas não deu certo.

Penso: como os clubes, hoje, tão divididos, chegariam a um consenso a respeito de dois nomes? E como o presidente da CA-CBF, Rodrigo Martins Cintra, receberia a indicação?

Parece-me mais uma medida popularesca do que um acerto técnico.

– E os melhores do Brasileirão são…

Terminada mais uma rodada do Brasileirão, me parece que os melhores colocados são os que apresentam melhor caixa (estão pagando em dia) e bem geridos, não?

Aliás, quais são os dois melhores paulistas nessa tabela?

– Os 3 lances polêmicos de Palmeiras 1×0 Chapecoense:

Três lances polêmicos na partida entre Verdão vs Chape:

1- A expulsão de Allan em lance com Giovanni Augusto: corretíssima! Entenda:

Existe a orientação de que uma entrada onde a sola atinja a perna de um atleta, é para vermelho. Um pisão que seja no pé, é amarelo (e carrinho certeiro, sempre vermelho). Acontece que acima de tudo isso, existe a Regra do Jogo, que fala sobre “Jogo Brusco Grave”. Allan não disputa a bola, ele pisa com força desproporcional. Não importa a orientação, pois não é um “pisão qualquer”. Acertou o árbitro.

2- O gol anulado da Chapecoense:

Ali, é o chamado “perigo de gol”. Não foi nada, mas o árbitro anulou alegando falta de ataque. Ora, o futebol é um jogo de contato físico, e anular um gol por tal disputa viril (e legal), é ridículo. Errou o árbitro.

3- O pênalti marcado para a Chape:

Foi, não há muito o que discutir. Mas ali, sinto que o árbitro estava com um certo “remorso” do gol mal anulado e “torceu” para que fosse…

Em tempo: tanto o VAR pode chamar o árbitro, quanto o árbitro pode chamar o VAR (o que não é tão comum, pois, em tese, o árbitro tem que apitar convicto). É como “fazer prova com consulta”- você apita e confere com alguém.

– Os 3 lances polêmicos de Palmeiras 1×0 Chapecoense:

Três lances polêmicos na partida entre Verdão vs Chape:

1- A expulsão de Allan em lance com Giovanni Augusto: corretíssima! Entenda:

Existe a orientação de que uma entrada onde a sola atinja a perna de um atleta, é para vermelho. Um pisão que seja no pé, é amarelo (e carrinho certeiro, sempre vermelho). Acontece que acima de tudo isso, existe a Regra do Jogo, que fala sobre “Jogo Brusco Grave”. Allan não disputa a bola, ele pisa com força desproporcional. Não importa a orientação, pois não é um “pisão qualquer”. Acertou o árbitro.

2- O gol anulado da Chapecoense:

Ali, é o chamado “perigo de gol”. Não foi nada, mas o árbitro anulou alegando falta de ataque. Ora, o futebol é um jogo de contato físico, e anular um gol por tal disputa viril (e legal), é ridículo. Errou o árbitro.

3- O pênalti marcado para a Chape:

Foi, não há muito o que discutir. Mas ali, sinto que o árbitro estava com um certo “remorso” do gol mal anulado e “torceu” para que fosse…

Em tempo: tanto o VAR pode chamar o árbitro, quanto o árbitro pode chamar o VAR (o que não é tão comum, pois, em tese, o árbitro tem que apitar convicto). É como “fazer prova com consulta”- você apita e confere com alguém.

– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Red Bull Bragantino x Internacional (Rodada 18 do Brasileirão da Série A).

E para o confronto do Massa Bruta contra o Colorado, a CBF escalou a seguinte equipe de arbitragem:

Árbitro: Alex Gomes Stéfano – RJ
Árbitro Assistente 1: Thiago Henrique Neto Corrêa Farinha – RJ
Árbitro Assistente 2: Luiz Cláudio Regazone – RJ
Quarto Árbitro: Léo Simão Holanda – CE
Assessor: Adriano de Carvalho – TO
VAR: Pablo Ramon Gonçalves Pinheiro – RN
AVAR: Cleriston Clay Barreto Rios – SE
AVAR2: José Ricardo Vasconcellos Laranjeira – AL
Observador de VAR: Vidal Cordeiro Lopes – BA
Quality Manager: Nayara Pereira dos Santos – CBF

Alex Gomes Stéfano, juntamente com Davi de Oliveira Lacerda, foram os dois jovens árbitros que brilharam em 2025 e que se esperaria que ambos se tornassem FIFA em 2026. Porém, ainda estão e permanecem na condição de aspirantes.

O árbitro carioca sabe deixar o jogo correr, mas muitas vezes se perde ao não marcar faltas reais, na preocupação de ter tempo de bola rolando. Porém, está amadurecendo e tem um bom futuro pela frente, se trabalhado a contento.

Não vejo preocupação com a arbitragem para esse jogo.

Acompanhe conosco o jogo entre Red Bull Bragantino vs Internacional pela Rádio Futebol Total, acessando:
YouTube: https://www.youtube.com/c/CANALDOLOREDO, ou
Twitter: https://twitter.com/futeboltotalbra,
ou ainda pelo site: http://radiofuteboltotal.com.
Narração de Sérgio Loredo, reportagens de Pietro Loredo, comentários de Lucas Salema e Léo Naja, análise da arbitragem com Rafael Porcari. Domingo, 31/05, 11h00. Mas desde às 10h00 estaremos no ar para levar a melhor transmissão para você!

– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Red Bull Bragantino x Internacional (Rodada 18 do Brasileirão da Série A).

E para o confronto do Massa Bruta contra o Colorado, a CBF escalou a seguinte equipe de arbitragem:

Árbitro: Alex Gomes Stéfano – RJ
Árbitro Assistente 1: Thiago Henrique Neto Corrêa Farinha – RJ
Árbitro Assistente 2: Luiz Cláudio Regazone – RJ
Quarto Árbitro: Léo Simão Holanda – CE
Assessor: Adriano de Carvalho – TO
VAR: Pablo Ramon Gonçalves Pinheiro – RN
AVAR: Cleriston Clay Barreto Rios – SE
AVAR2: José Ricardo Vasconcellos Laranjeira – AL
Observador de VAR: Vidal Cordeiro Lopes – BA
Quality Manager: Nayara Pereira dos Santos – CBF

Alex Gomes Stéfano, juntamente com Davi de Oliveira Lacerda, foram os dois jovens árbitros que brilharam em 2025 e que se esperaria que ambos se tornassem FIFA em 2026. Porém, ainda estão e permanecem na condição de aspirantes.

O árbitro carioca sabe deixar o jogo correr, mas muitas vezes se perde ao não marcar faltas reais, na preocupação de ter tempo de bola rolando. Porém, está amadurecendo e tem um bom futuro pela frente, se trabalhado a contento.

Não vejo preocupação com a arbitragem para esse jogo.

Acompanhe conosco o jogo entre Red Bull Bragantino vs Internacional pela Rádio Futebol Total, acessando:
YouTube: https://www.youtube.com/c/CANALDOLOREDO, ou
Twitter: https://twitter.com/futeboltotalbra,
ou ainda pelo site: http://radiofuteboltotal.com.
Narração de Sérgio Loredo, reportagens de Pietro Loredo, comentários de Lucas Salema e Léo Naja, análise da arbitragem com Rafael Porcari. Domingo, 31/05, 11h00. Mas desde às 10h00 estaremos no ar para levar a melhor transmissão para você!

– Análise da Arbitragem de Vasco da Gama 0x3 Red Bull Bragantino.

O árbitro Fernando Antonio Mendes de Salles Nascimento Filho não teve trabalho em São Januário. Aplicou bem os cartões, correu bem, tentou deixar o jogo correr, mas… faltou critério nas faltas.

No meio de campo, não dava faltas. Mas quando existia a mesma disputa dentro da área, tudo virava falta de ataque. Aí não pode…

Enfim: cartões bem aplicados e o único “senão”, foi o VAR precisar chamá-lo para o pênalti que o juizão não marcou em campo.

Tem potencial o paraense, mas precisa “afinar a sintomia”.