Se me perguntarem quais as diferenças entre o futebol brasileiro e o futebol europeu hoje, seria fácil responder: intensidade, tempo de bola rolando, comportamento dos jogadores e outras tantas coisas.
Em nosso país, virou cultura “matar o tempo” e “picar o jogo”. No SPFC x Red Bull Bragantino da semana passada, tivemos 55 minutos de bola rolando, para mais de 100 m se contar os acréscimos. Sonega-se o jogo!
A FIFA determinou novas regras para evitar cera, e, para minha decepção, o goleiro Weverton, do Grêmio, declarou:
“[Essa regra] acaba com a energia de qualquer jogador. Está tudo muito acelerado”.
Cáspita! A ideia é justamente essa: acabar com o anti-jogo e respeitar o esporte. Pelo jeito, o goleirão se daria muito mal se jogasse na Premiere League, por exemplo, com tal pensamento.

