Já havíamos alertado anteriormente que o árbitro Maguielson, do DF, houvera tido boas oportunidades e desperdiçado. Citamos inclusive algumas bobeadas (aqui: https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2026/09/04/analise-pre-jogo-da-arbitragem-para-red-bull-bragantino-x-bahia-rodada-26-do-brasileirao-serie-a/).
Na partida de Bragança Paulista pela última rodada do Brasileirão, acabou marcando um pênalti inexistente para o Bahia, alegando mão/braço infracional na bola, daqueles que só existem equivocadamente no Brasil (não vimos nada disso na Copa do Mundo)…
Entenda: só se marca infração por mão ou braço na bola se
1- Tiver intenção,
2- Tiver movimento antinatural na disputa.
Esqueça “mitos”, como “desviou a trajetória da bola” e outras bobagens,
Perceba: o defensor do Massa Bruta não tem a intenção de tocar a mão na bola; e, quando está caindo, sua queda é acompanhada dos braços em movimento natural (ou seja, se cai daquele jeito mesmo é permitido, pois o antinatural é cair com os braços fechados!).
Se não bastasse esse erro, outro fator: a bola desvia antes no atleta e depois em seu braço. Mesmo se fosse um movimento antinatural, o fato de ocorrer um desvio num chute à queima-roupa do atacante do Baêa deve ser considerado e, de acordo com a Regra do Jogo, não marcar infração (avalia-se a proximidade do chute, velocidade da bola, força do tiro e desvio ou não).
Portanto, errou duas vezes o árbitro! E o VAR Philip Georg Bennett, obviamente, deveria ter convidado ele para revisar na cabine.
Em vídeo, aqui: https://youtu.be/QVRTZo3jqHA?is=e3v7XBMpRTqY7iW0
(Acréscimo: jogador que for substituído e levar mais de 10 segundos para sair, o substituto deve esperar ao menos 1 minuto antes da bola sair para entrar em campo. Se o substituto precisar de atendimento médico ou sair de maca, idem! Só não se espera se o atendimento médico for fruto de uma falta sofrida e o adversário ter recebido cartão).
