– O brasileiro perdeu sua característica de amabilidade?

BRASIL – Nosso país deixou de ser um país hospitaleiro / pacífico / que ri mesmo com problemas?

A “pilhagem política” mudou tudo isso?

Refletindo em: https://youtu.be/UXoescM82HM

– A questão é: e se todos os brasileiros pudessem fazer o teste para Covid-19? O que mudaria?

Uma utopia, sabendo como funciona o país, mas… e se todos os brasileiros fizessem o teste para Covid-19, o que aconteceria?

Certamente, teríamos muita gente PODENDO DISPENSAR AS MÁSCARAS, pois estariam imunizados e não contagiaram mais ninguém. A estas, a volta ao trabalho, aos lazeres e outras atividades estaria PLENAMENTE liberada.

Saber-se-ia quem precisaria realmente estar em resguardo, permitindo que famílias soubessem quem deveriam temporariamente evitar o contato físico, e, o mais importante, aqueles que deveriam ser encaminhadas a um posto médico.

Por fim, o mundo seria “um pouco menos anormal”, menos mortes aconteceriam e a economia estaria melhor. Resta saber: tem-se dinheiro e estrutura para testar todo mundo?

Fica à livre discussão…

Testes rápidos para coronavírus: o que fazer na farmácia - Clinicarx

– Inverno! Começou mesmo?

E às 18h44, foi dada a largada para o Inverno no Brasil!

Cá entre nós: quando começará a esfriar pra valer, a fim do nosso “processo de engorda” com pães e vinho? 

Hum… boa pedida para os dias frios.

– O ineditismo de uma pandemia em meio a globalização!

Nas festas de final de ano 2019, quem imaginou que 2020 seria um ano tão travado? Aliás, o “ano novo” não começou mesmo, e, pelo jeito, não começará de verdade do jeito que gostaríamos já que estamos em meados de junho.

Quantas pessoas você conhece que passaram por uma pandemia e se recordam como ela foi? As mais idosas vivas (centenárias) eram crianças quando ocorreu a última, a da Gripe Espanhola, que durou de 1918 a 1920 (portanto, há 100 anos).

Repare nesses números: crê-se que a Influenza tenha atingido meio bilhão de pessoas, com 50 milhões de mortos. Mas considere:

– O mundo estava saindo da Primeira Guerra Mundial, então as economias pegaram o efeito da pandemia já cambaleadas;

– A Globalização era algo muito ínfimo. De tal forma, a doença “não viajava” como ela faz hoje, se concentrando nos centros mais populosos próximos de onde ela ganhava corpo.

– A desinformação era diferente da falta de informação. Explico: hoje, morre-se menos porquê temos mais informação de boa qualidade e as pessoas sabem corretamente como se precaver (caso pesquisem). Naquele tempo, não tínhamos “informação via satélite” e nem sonhávamos com a Internet e por esse motivo, a falta de cuidado e de alertas era maior. Boatos, como os de hoje, existiam também (na versão de Fake News daquele período de época). Porém, pela falta de recursos tecnológicos, era mais difícil desmentir. Hoje, temos informação de boa qualidade duelando contra as mentiras. Naquela época, a pouca informação lutava contra a desinformação (a informação errada, mas não proposital) e a boataria (nossas Fakes News de hoje).

– A Medicina, evidentemente, é muito mais avançada hoje do que há 100 anos – não só pelas drogas descobertas mas também pelo intercâmbio de médicos e troca de pesquisas em tempo real.

Diante de tudo isso, vemos uma questão político e social que nos traz medo e incertezas, com empresas quebrando e simultaneamente ocorrendo revoltas de lados ambíguos da população (contra ou não o isolamento).

O problema do capital de giro e prejuízos do Mercado nunca vai se equilibrar com o dano das mortes. Não existe “preço pela vida”, mas deveria se existir o bom senso de otimizar e se programar para a pausa das atividades. Diante desse impasse (ou melhor, dessa imprudência das autoridades), ninguém conseguiu resolver a contento.

Todos os setores hoje são atingidos. Talvez depois da Segunda Guerra Mundial, tenha sido a primeira catástrofe global que vivemos. Se ela não for, certamente é na questão de acompanhamento e debates on-line.

Por curiosidade: a APEA, que era a “Federação Paulista de Futebol de então”, anunciou a suspensão do Campeonato Paulista de 1918 devido à epidemia de Gripe Espanhola citada anteriormente (e que matou 35 mil brasileiros). Os jogos foram retomados no fim do ano, e o campeonato foi concluído no início de 1919, com o Paulistano-SP campeão. E importante: o presidente Rodrigues Alves foi uma das vítimas.

Se o Brasil parou por quase 1 ano há 102 anos, tendo 35 mil mortos totalizados e com as condições precárias de saneamento básico e saúde da 2ª década do século XX, compare com o número de vítimas atuais em nosso país.

É lógico que temos culpados por tudo isso: o descuidado em impedir a entrada do vírus no país (quando houve as notícias dos primeiros casos da Itália, a Argentina fechou imediatamente a entrada de italianos e voos procedentes de lá). Nosso Presidente da República pouco ajudou nos exemplos de prevenção e debochou por diversas vezes da pandemia (sem contar que não evitou aglomerações); em contrapartida, os Governadores não se esforçaram em tomar cuidado com a compra de respiradores ou na montagem de Hospitais de Campanha a preços honestos, permitindo (consciente ou não) a corrupção. Por último, ninguém preparou as empresas para dias de fechamento: fizeram as pessoas ficarem em casa antes do pico e as liberaram durante esse período mais crítico (deveria ser exatamente o contrário). Fizemos tudo errado (mesmo tendo outras nações que começaram antes com o Novo Coronavírus e que poderiam ter servido de modelo para nós).

Contra o Covid, precisamos sem dúvida de Ciência, de boa Gestão da Saúde Pública, de Cidadania, de Solidariedade e Fé para não enlouquecermos.

Repare nos conselhos contra a Pandemia da Gripe Espanhola há 100 anos:

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Por último, acrescente algumas notícias dos jornais da época:

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Images extraídas da Web, autoria desconhecida.

– Nunca teremos calmaria nas contas e negócios do futebol brasileiro?

Vasco pagando salários do começo do ano; Corinthians negociando parte do pagamento de Abril; Santos reduzindo em até 70% os salários; Honda (do Botafogo) assustado com Bolsonaro e Witzel quanto ao Covid; São Paulo vivendo a necessidade de negociar jogadores para que o mega déficit da gestão Leco não aumente…

O futebol brasileiro é tudo, menos tranquilo e sereno…

Futebol une as pessoas pelo amor e segrega pelo dinheiro ...

– Democracia é Liberdade. Precisamos de uma Pátria sensata, sem ídolos políticos e nem fanatismo de Esquerda ou Direita.

Aqui no Brasil, o termo democracia está sendo mal usado e mal praticado. Fala-se de “armar o povo de bem” em contrapartida ao “somos 70%”. Tudo é muito discutível!

De antemão: não me rotulo (e nem quero) a nenhum dos grupos criados em prol ou contra o Governo. Nenhum deles expressa o que penso na totalidade de suas ideias.

Calma lá, não estou tomando partido de ninguém, mas escrevendo pela observação curiosa e contraditória. Se um presidente vence pela maioria dos votos válidos (e já falamos que nenhum presidente brasileiro é eleito ou reeleito pela maioria dos votos dos brasileiros, mas pela maior parte das parcelas válidas onde uma só ganha), democraticamente deve se respeitar a decisão das urnas. Assim como democraticamente se pode protestar contra ele e democraticamente se usar os instrumentos para retirá-lo. Mas por pressão política, Fake News ou violência, nunca! Por isso a insistência no termo “democraticamente” na redação deste texto.

Tudo isso que foi dito acima, serve para o outro lado: nenhum presidente pode querer governar o Brasil sem ouvir o povo ou não governar para quem não é seu eleitor: ele democraticamente tem que escutar a oposição e pacificamente unir a nação.

Também democracia não pode ser demagogia. E há tantos exemplos assim em nosso país… gente que é intolerante ao seu semelhante porque pensa diferente, mas sai às ruas pedindo tolerância. Gente que demonstra ódio nos olhos e nas palavras, e vai defender suas ideias com taco de beisebol!

Tá tudo errado…

Gente que cobra solidariedade do outro, mas não a pratica. Gente que nada faz mas cobra (e quer obrigar os outros) a tomarem uma posição contra, a favor ou qualquer que seja. Gente que se faz independente mas se pendura nos amigos mais favorecidos…

DEMAGOGIA, DEMOCRACIA E HIPOCRISIA. Pobre Brasil… Nada pode ser resolvido com radicalismo, fanatismo, paixão e falsidade. Precisamos de união, mansidão e honestidade.

No Oriente, outras formas de governo, que não a democracia, “vão ...

– Você é a favor de armar a população?

Violência sempre gerará violência. Ou não?

Eu sou a favor do diálogo incondicional, do cumprimento das leis, do bom senso a favor da vida e da pacificação. Portanto, por coerência, sou convicto: não devemos armar a população!

Um país onde reina a corrupção, repleto de fanáticos e radicais, torna-se um erro dar armas ao cidadão comum. E não vale o argumento de que “existirão critérios rigorosos para se liberar uma licença”, pois sabemos que isso não funciona deste lado do mundo.

Prendam-se os bandidos, recolham-se as armas e capacite melhor os policiais. Assim a população estará mais protegida.

Compartilho, abaixo, um texto que embasa o que quero dizer:

Em: https://renatonalini.wordpress.com/2020/06/10/discurso-armamentista-e-criminogeno/

DISCURSO ARMAMENTISTA É CRIMINÓGENO

Por Dr José Renato Nalini

Um dos raros consensos brasileiros é a recorrente invocação à Constituição. O documento que já foi chamado de “pedaço de papel”, por Lassale, que alguns pensam que é aquilo que os juízes querem que seja, está em todos os discursos. Com os mais variados objetivos, usa-se em vão do verbete Constituição.
Inegável que a Carta “Cidadã” veio a responder aos anseios de uma parcela considerável da Nação que se preocupava com o afastamento do Estado brasileiro da ideia predominante sobre Democracia. Tamanha a expectativa, que ela se tornou uma espécie de panaceia, a cuidar de todos os assuntos, fossem ou não substancialmente destinados a figurar na norma fundante.
Ocorre que o conteúdo inserido pelo constituinte não originário no documento final, foi o fruto de compromisso entre distintas tendências, não raro antagônicas. Disso resultou uma linguagem fluida, plástica, prenhe de termos indeterminados e caracterizados pela vagueza. Foi o que deu origem à República da Hermenêutica: o mesmo dispositivo comporta mais de uma leitura. A interpretação constitucional, não raro, se presta a um exercício retórico. A exuberância semântica, o cultivo do vernáculo, a estilística e outras estratégias servem a se extrair do texto conclusões as mais díspares.
Comprova empiricamente essa observação, a frequência com que o Supremo Tribunal Federal, que deveria se resignar ao eficiente exercício de sua missão primordial – a guarda precípua da Constituição – não consegue consenso, mas maiorias oscilantes. No mundo ideal, uma Suprema Corte deveria sinalizar à República aquilo que vale, pois compatível com a norma fundamental e o que não vale, porque se afasta de sua letra ou de seu espírito.
O uso à la carte da Constituição é algo que confrange a eficácia da norma constitucional. Em nada contribui para amenizar o reiterado clamor em busca de uma ficção: a absoluta segurança jurídica. Será possível pretender garantia de única e constante aplicação da lei, se nem os máximos guardiões da lei fundamental chegam a um acordo sobre o seu significado e alcance?
Todavia, uma Constituição democrática estabelece limites e vínculos e introduz uma incorporação limitativa com relação a todos os poderes públicos. Nossa Carta carece de mais preciso rigor científico. Todavia, essa deficiência não legitima a tolerância a manifestações írritas ao que se almeja como convívio saudável. Incitar a cidadania a se armar para se defender de decisões judiciais ou para se opor a autoridades constituídas que tenham optado por alternativa considerada imprópria a uma legião de pessoas, desnatura o ordenamento como fator de preservação hígida do convívio.
A discricionariedade do Judiciário não impede, ou melhor, recomenda a emissão de julgamentos que sejam fatores de limitação dos poderes públicos em garantia de direitos e princípios abrigados na Constituição. Ora, a Constituição da República de 1988 se propõe a edificar uma sociedade fraterna, pluralista e sem preconceitos, fundada na harmonia social. Para isso, prometeu instituir um Estado Democrático, destinado a assegurar o exercício dos direitos sociais e individuais, a liberdade, a segurança, o bem-estar, o desenvolvimento, a igualdade e a justiça como seus valores supremos.
Condiz com esse objetivo aconselhar que as pessoas se armem?
É certo que a inspiração possa provir da grande Democracia do hemisfério, que também estimula seus cidadãos a se armarem. Nação que tem se celebrizado por lamentáveis episódios de chacina, sobretudo em unidades escolares. É o melhor exemplo a ser seguido?
Dir-se-á que a Constituição Americana contém dispositivo expresso a permitir que seus súditos portem armas. É o que consta da Segunda Emenda à longeva e estável Constituição ianque. Mas é dispositivo alvo de acerbas críticas morais e políticas, que Luigi Ferrajoli considera nefasto, pois evidentemente criminógeno.
Desnecessário ser detentor de singular perspicácia para concluir que incentivar o porte e o uso de armas, liberar cotas suplementares de munição, atinge principalmente aquele indivíduo já propenso a considerar o mundo um palco de guerra. A exasperação dos ânimos no Brasil de nossos tempos baniu a civilidade, a polidez e o respeito, injetando fervor àquele que divide a sociedade entre amigos e inimigos. Aos primeiros, não se enxerga defeitos. Aos segundos, o remédio é bala.
A experiência é pródiga ao demonstrar que o homem armado se considera onipotente e invulnerável. Ganha em autoestima, assim como subestima o objeto de sua ojeriza. É um fenômeno psicológico. Análogo ao do motorista que, à direção de um veículo de última geração, assume o protagonismo de super-homem.
É questão de sensatez e prudência coibir a periculosíssima tendência armamentista. O incauto crédulo que adquire armas para se defender dos bandidos, não raro é um inocente fornecedor de instrumentos letais à criminalidade profissional.
Por derradeiro, a Constituição da República Federativa do Brasil, tão citada por todos, com os mais antípodas propósitos, não abriga o direito a possuir e portar armas. Só fala, em seu art. 13, § 1º, nas “armas da República”, que o bom brasileiro seja pacífica, fraterna e não beligerante.

_ José Renato Nalini é advogado, Reitor da UNIREGISTRAL, docente da pós-graduação da UNINOVE e Presidente da ACADEMIA PAULISTA DE LETRAS.

– A queda do dólar e alta das bolsas..

Quem estava assustado com o dólar na casa dos R$ 6,00 e comprou a moeda, deve estar chorando: cada vez mais o valor está caindo, abaixo de R$ 5,00 (e a bolsa fazendo o movimento contrário: subindo)!

Mas saiba: isso tem acontecido desde a semana passada, por diversos fatores. A explicação, abaixo:

Extraído de: https://economia.uol.com.br/cotacoes/noticias/redacao/2020/06/05/dolar-bolsa-mercado.htm

POR QUE O DÓLAR DESPENCOU E A BOLSA DISPAROU?

O dólar comercial acumulou queda de 6,6% nesta semana, emendando a terceira semana seguida de desvalorização e fechando abaixo de R$ 5 pela primeira vez desde 26 de março. A Bolsa subiu 8,28% na semana. O que explica esses resultados, semanas após a Bolsa despencar e o dólar bater recorde atrás de recorde, chegando a beirar R$ 6?

De acordo com especialistas, o otimismo com a reabertura gradual da economia em vários países e a injeção de dinheiro nos mercados são os principais fatores que explicam a queda do dólar e a valorização da Bolsa. Além disso, eles avaliam que o cenário político interno foi mais calmo nesta semana, com a aproximação entre o governo e deputados de partidos do Centrão.

Os mercados têm sido impulsionados pelo otimismo em relação a uma retomada da atividade nas principais economias, como Alemanha, França e Reino Unido, devido a relaxamentos graduais das restrições contra o coronavírus.

Segundo analistas da Easynvest, mesmo que os problemas ainda não estejam resolvidos e que haja risco de uma segunda onda de contágio, há expectativa de que o pior da crise econômica do coronavírus já tenha passado.

Os dados sobre o mercado de trabalho nos Estados Unidos em maio, divulgados hoje, também reforçam essa avaliação positiva. O relatório mostrou que a taxa de desemprego na maior economia do mundo teve uma queda inesperada em maio, passando de 14,7% em abril para 13,3%. As expectativas de analistas ouvidos pela agência de notícias Reuters eram de que a taxa subisse para 19,8%.

BCs injetaram muito dinheiro no mercado

Ao mesmo tempo, continuam no radar dos investidores as medidas de estímulo adotadas por diversos países.

Analistas do Bradesco destacam, por exemplo, a ampliação do programa de estímulos feito pelo Banco Central Europeu para enfrentar a crise do coronavírus, para um total de 1,35 trilhão de euros (R$ 7,57 trilhões).

O governo alemão também aprovou um pacote de 130 bilhões de euros (R$ 729 bilhões) em gastos públicos, e há a expectativa de pacotes adicionais de estímulo nos EUA, que podem chegar a US$ 1 trilhão (R$ 4,97 trilhões).

Medidas como essas aumentam a liquidez global, ou seja, aumentam o volume de dinheiro disponível para investidores. Parte desses dólares acaba vindo para o Brasil. Com mais dólares aqui, a cotação da moeda tende a cair.

Com ações baratas, Bolsa atrai capital externo

Além disso, como as taxas de juros no mundo todo estão em níveis muito baixos, ativos mais arriscados, que podem render mais, atraem esse capital, como o mercado de ações.

“Com dinheiro em abundância em um cenário de juros baixos no mundo todo, digamos que o dinheiro parado ‘queima’ na mão”, afirmou Matheus Soares, da Rico Investimentos.

Ações de empresas brasileiras acabam sendo favorecidas. Como a Bolsa brasileira caiu muito ao longo da crise, chegando a acumular desvalorização de 45% no ano, a percepção é de que as ações agora estão baratas.

“O mundo não para de colocar dinheiro no sistema. Fundos de investimento dedicados a mercados emergentes, caso do Brasil, voltaram a captar. Depois de o dinheiro ter ido para as Bolsas norte-americanas, depois para as europeias, chegou agora a vez das Bolsa dos emergentes”, afirmou Roberto Motta, responsável pela mesa institucional de futuros da Genial Investimentos.

E a crise política no Brasil?

No Brasil, apesar de o número de infectados e de vítimas fatais do coronavírus não parar de subir, os investidores também estão otimistas em relação à retomada da economia, com planos de reabertura das atividades em algumas cidades.

Em relação ao cenário político, analistas avaliam que a semana foi mais calma. “Tivemos uma semana de mar de almirante”, afirmou Álvaro Bandeira, economista-chefe do banco digital Modalmais. “Não aconteceu nada surpreendente. O presidente Jair Bolsonaro até pediu para os apoiadores dele não irem às manifestações”.

Denilson Alencastro, economista-chefe da Geral Asset, destacou a aproximação do governo com deputados de partidos do Centrão. Nas últimas semanas, o governo ofereceu cargos a esse grupo, visando obter apoio a projetos de seu interesse na Câmara. “Tivemos uma guinada nas últimas semanas, porque estávamos num cenário em que o governo estava com problemas, houve saída de ministros, confusão política. Agora, o governo começou a ficar mais próximo do Centrão”, disse.

Para Motta, “o governo ter apoio do Centrão é fundamental para o Brasil retomar as reformas que o país precisa. Sem falar que também diminui bastante o risco de impeachment, que assustou o mercado”, afirmou.

Tito Gusmão, CEO da Warren Gestão de Patrimônio, também destacou o risco menor de impeachment. “Não que o mercado goste ou não de Bolsonaro, mas um processo de impeachment seria algo demorado, tenso e que traria muita volatilidade”, disse.

Os desdobramentos políticos, porém, continuam sendo vistos como motivo de cautela, com expectativa de manifestações nas ruas no fim de semana.

O presidente Jair Bolsonaro voltou a chamar os manifestantes de grupos pró-democracia contrários ao seu governo de “marginais” e “terroristas” nesta sexta-feira, e pediu que as forças de segurança do país atuem contra as manifestações marcadas para domingo se os grupos “extrapolarem” os limites.

Dólar acumula alta de 24% no ano

Apesar das quedas recentes, o dólar acumula alta de 24,29% em 2020, afetado por um cenário de incertezas políticas, juros baixos e fortes impactos econômicos causados pela pandemia de coronavírus.

Para os mercados, ainda é difícil dizer se o real deve manter a recuperação das últimas semanas. Riscos negativos, como a possibilidade de uma segunda onda de infecções por covid-19 e incertezas políticas, permanecem no horizonte.

A Bolsa acumula queda de 18,17% no ano.

*Com Reuters

Por que estes gestores estão apostando na queda do dólar

– A maldosa carga tributária no Brasil

Veja se não é complicado produzir neste país, com tantos impostos – enchendo os cofres do Governo, onerando empresas e prejudicando consumidores (figura abaixo).

Quando nosso dinheiro voltará, de verdade, em serviços para a população? E quando alguém terá o bom senso de repensar todo o nosso sistema tributário?

– O Covid-19 se sentiu à vontade ontem…

Importante observar: independente da ideologia política de cada um, das motivações que levam as pessoas para participarem de uma manifestação, o descuido de todos foi algo a se condenar no último domingo!

Respeitando cada boa intenção dos grupos (não julgarei aqui), a pandemia está aí nas nossas portas, os cuidados devem ser seguidos e, logicamente, o grande inimigo no momento é o contágio assustador do Novo Coronavírus, que está vitimando inocentes todos os dias.

Imagine o sentimento das pessoas, em quarentena e desejosas de liberdade, vendo tais atos?

Sem fanatismo político e usando de serenidade: vamos nos prevenir! É isso que o Brasil pede agora. Quanto antes vencermos a enfermidade, antes voltaremos à normalidade.

Obs: perceba que estou falando de prevenção, não estou defendendo nenhum lado das ruas.

– A culpa é dos números divulgados pela TV?

Quer dizer que os números de Covid no Brasil, por determinação presidencial, passaram a ser divulgados depois do horário nobre / encerramento dos telejornais?

Que absurdo tal coisa… birra de criança? 

Tenta-se evitar a divulgação no horário costumeiro para não ter impacto negativo, mas aí entram os Plantões dos Telejornais e o estrago à imagem do Governo é pior. “Genial” ao contrário quem teve essa ideia…

Aliás, essa história de se destacar o número de curados e não dos de mortos nos releases é algo irresponsável. Explico: ao invés de mostrar a gravidade da coisa, quer-se dar uma impressão de “grande trabalho feito pelas autoridades públicas”, disfarçada pelo discurso de “esperança”. Nada disso! Deve-se divulgar o que é grave para alertar e prevenir as pessoas!

Essa negação da gravidade vai matar, infelizmente, mais gente no Brasil…

Plantão da Globo com novos dados da Covid-19 dá mais audiência que ...

– O 3o recorde diário de Covid-19 e a reflexão perfeita do Dr Ligabó!

Não consigo tirar uma vírgula sequer do texto do Dr Wagner Ligabó, aqui de Jundiaí. Ele foi perfeito em sua análise sobre o 3o recorde diário de mortes por Covid-19 e fez uma comparação irretocável com os nossos vizinhos sul-americanos, além de falar das políticas públicas.

Parabéns ao consciente médico! Abaixo:

QUE BAITA VERGONHA! (texto do Facebook pessoal dele)

O Brasil é sui generis. Nunca pode ficar para trás em nada. Quer ser campeão em tudo! E com a COVID não poderia ser diferente. Estamos chegando lá!
Olhando os números da pandemia mundial, a cada dia, nosso país marcha célere para conquistar o título máximo da “desgraça pandêmica “ por culpa direta da falta de pulso, ignorância e teimosia de um presidente tresloucado, o mesmo que tem a coragem de dizer que “ lamenta mortes, nas elas são consequência de se estar vivo” quando questionado sobre as milhares de mortes pelo COVID, um dos maiores absurdos que ouvi ultimamente, denotando total desapego à vida do próximo e à saúde do seu país. Tanto é assim que demite dois médicos-ministros e coloca agora um comando militar no Ministério da Saúde e tudo bem.
Também temos governadores e prefeitos que não conseguiram segurar a pressão de ficar com a economia parada e facilitaram a flexibilização, algo irresponsável, e que com a colaboração de um povo que , em sua grande maioria, não respeita regras – chega a ser debochado até – que não dá a devida importância ao que está acontecendo, achando que “não vai pegar ou que é uma gripe mesmo” , não dando a menor bola aos conselhos sanitários preventivos de usar máscara, lavar mãos, álcool gel, troca de roupas, distanciamento mínimo, etc, etc.
E estamos tendo os resultados terríveis deste desleixo e vai piorar! Estamos no inverno e o vírus fica mais ligeiro!
O Brasil colou nos Estados Unidos! Hoje somos o segundo país em maior número de casos no mundo: 615.870 ! (sabendo-se que este número está subnotificado em 7 vezes!) e já somos o terceiro país em número de mortes: 34.039! Passamos a Espanha e agora também a Itália, e estamos só atrás do Reino Unido e da América do Norte do ídolo e líder Trump!
O Brasil é a terra da “hidroxicaipirinha”
E em pensar que nos nossos vizinhos “hermanos” , tão menos importantes que o Brasil, como algumas bestas dizem, a história foi bem outra. Por que será?
Na rival vizinha Argentina foram só 20.197 casos com 608 mortes até agora. Mesma coisa no Uruguai, com 832 casos e apenas 23 mortes !!! e no Paraguai, que ninguém dá bola, 1076 casos e 11 mortes e sem falsificação. Tem algo errado com a gente, não acham?
Um governo que não tem metas claras não chega a lugar nenhum e enquanto a política de interesses pessoais for maior que os reias interesses por um povo melhor, e este mesmo povo não se der o devido valor, continuará este vexame exposto, que vivenciamos desde sempre e agora muito mais escancarado.
Momento sombrio.E, respeitosamente, estou pouco me importando com quem discordar.

Coronavírus: Brasil e México batem tristes recordes diários de ...

– A questão racial dos EUA é diferente da do Brasil, embora o problema do racismo exista nos dois países!

Gostei muito do post do blog Dricaribas – Uma observadora do cotidiano, a respeito das diferenças do Racismo nos EUA e no Brasil, a partir da visão de quem viveu nos dois países e pelo aspecto social e cultural dessas nações.

O Racismo é entendido e praticado diferente nos EUA. Não que ele inexista em nosso país, mas a abordagem de como ele é, diverge.

Vale a pena tal leitura!

Abaixo, extraído de: https://dricaribas.com/2020/06/04/racismo-nos-estados-unidos-um-problema-longe-de-ser-resolvido/

RACISMO NOS EUA: UM PROBLEMA LONGE DE SER RESOLVIDO

por Adriana Ribasmayer

Os europeus observam a situação de protestos nos Estados Unidos, com muita preocupação desde da morte de George Floyd. Desde de então, milhares de pessoas saem às ruas para protestar, as vezes de forma pacífica, outras vezes com direito a tumulto e quebradeira.

A questão racial no Estados Unidos é bem complexa. Já não é o primeiro caso, com o excesso de força de policiais brancos contra a população afro-americana. Um caso bem conhecido aconteceu em 1992, quando quatro policiais brancos foram declarados inocentes após a agressão contra o afro-americano Rodney King. Toda a ação foi filmada. Depois de seis dias de protestos violentos, o Corpo de Fuzileiros Navais junto com a Guarda Nacional foram chamados para acalmar a situação.

Desde então, outras situações violentas aconteceram e foram devidamente filmadas, especialmente em tempos de celulares inteligentes, os smartphones. George Floyd foi filmado sendo morto por asfixia pelos policiais. Esses já foram colocados em presídios de segurança máxima.

Além da indignação justa pela morte de Floyd, aliou-se a insatisfação com a crise econômica. Até agora, por conta da pandemia da Covid19, mais de 40 milhões de pessoas estão desempregadas. Boa parte delas são justamente de afro-americanos.

Se por um lado, governadores apoiam os protestos, por outro ficam sem ação ao pedir à população que permaneçam em casa, justamente para evitar a propagação do vírus. Os Estados Unidos está em primeiro lugar, seja em número de infectados, com mais de um milhão e meio de infectados e com mais de cem mil mortos, dados da Universidade de John Hopkins. As autoridades norte-americanas alertam que número de casos podem aumentar consideravelmente devido aos protestos. E mais uma vez, a população afro-americana é a maior afetada.

Por outro, o Presidente Donald Trump também não contribui para a uma possível pacificação dos protestos. Pelo contrário, Trump pretende colocar os militares nas ruas para conter os mesmos. Em tempos de campanha eleitoral, isso pode ser uma verdadeira bomba atômica e dividir ainda mais, uma sociedade racialmente dividida.

Sim, essa é principal diferença entre o Brasil e os Estados Unidos. Aí a sociedade é racialmente divida. O DricaRibas viveu em Washington entre 1995 e 1997 e observou isso. Mesmo com o primeiro Presidente Barack Obama, esse quadro não alterou. Na leitura DricaRibas, esse processo será longo e haverá a necessidade de um longo e dolorido diálogo entre ambas partes, além de uma política de integração da população afro-americana. Infelizmente, os atores políticos aí não dão esse sinal.

No caso do Brasil, a questão do racismo funciona diferente. Não há como classificar como melhor ou pior. Somos uma sociedade mestiça, se comparada com a norte-americana, mas isso não significa que a população afro-brasileira esteja em melhores condições. Mesmo após a abolição da escravatura, em 1888, não houve nenhuma política de inserção da população afro-brasileira.

No último fim de semana houveram protestos no Rio de Janeiro pela morte do menino João Pedro Mattos. João morreu depois de uma ação da polícia em São Gonçalo, no último dia 19 de maio. Importante que a polícia seja questionada, mas ao mesmo tempo, que os casos de Covid19 estejam foram de controle.

Por fim, para concluir esse post, no caso do Brasil, a questão de integração da população afro-brasileira deve ser levada a sério e com propostas concretas. Não pode ser instrumentalizada por um setor da esquerda que pretende usar a pauta, para dividir ainda mais uma sociedade já rachada. Verdade também que o governo Bolsonaro não ajuda em nada nesse sentido, muito pelo contrário só coloca lenha na fogueira.

Fonte: Número de infectados pela Covid19 da Univerdade John Hopkins nos Estados Unidos. Esse site também coloca a disposição o número de infectados no Brasil: http://www.jhu.edu.com

Nike se posiciona contra o racismo após assassinato de George ...

– Os brasileiros da classe A e B que pediam auxílio do Governo. A troco de quê?

Por quê quem é rico pede ajuda emergencial de R$ 600,00 do Governo?

Simplesmente porque (segundo uma pesquisa no link de Valor Econômico, citado a seguir) se dizem pagadores de impostos e que a crise chegou a todos. Veja que curioso, abaixo:

Obs: dos pedidos feitos pelas classes A e B, 69% foram atendidos.

Extraído de: https://valor.globo.com/brasil/noticia/2020/06/03/um-terco-da-classe-a-e-b-pediu-auxilio-emergencial.ghtml

UM TERÇO DA CLASSE “A” E “B” PEDIU AUXÍLIO EMERGENCIAL

Dos pedidos de benefício da alta renda, 69% foram atendidos

Por Bruno Villas Bôas

Um terço das famílias das classes A e B solicitou o auxílio emergencial de R$ 600 do governo federal nos últimos meses – e 69% foram aprovadas para receber o benefício. Isso significa que 3,89 milhões de famílias mais ricas têm algum integrante recebendo a ajuda criada para apoiar trabalhadores pobres na pandemia.

A conclusão é de uma pesquisa realizada pelo Instituto Locomotiva e obtida pelo Valor, que ouviu 2.006 pessoas de 72 cidades de todo o país, no período de 20 a 25 de maio, uma amostra considerada representativa da população nacional. A margem de erro da pesquisa é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos.

O auxílio emergencial é pago pela União para apoiar trabalhadores informais, microempreendedores individuais (MEI) e desempregados (que não recebem seguro-desemprego). Para ser aprovado, é preciso ter uma renda per capita de até R$ 522,50 mensais ou renda familiar de até R$ 3.135 (três salários mínimos).

Para burlar as regras do programa e obter o benefício, integrantes dessas famílias de classes mais altas estão omitindo a renda familiar no cadastro no site da Caixa Econômica Federal. São esposas de empresários, jovens de famílias de classe média e servidores aposentados, mostram denúncias feitas nas últimas semanas.

Renato Meirelles, fundador e presidente do Instituto Locomotiva, realizou pesquisas qualitativas com integrantes dessas famílias de maior renda (mais de R$ 1.780 por pessoa por mês) que solicitaram o auxílio emergencial. Segundo ele, esses indivíduos não se consideram fraudadores do programa por diferentes motivos.

“O argumento, em geral, é algo do tipo: ‘Sempre paguei impostos e nunca tive nada em troca do governo’. Ou ainda que ‘a crise está difícil para todo mundo’. São pessoas que realmente acham que têm o direito ao benefício por esses fatores. Não existe um sentimento de que estão cometendo fraude”, diz Meirelles.

Solicitar e receber o auxílio emergencial com a declaração de informações falsas podem tipificar os crimes de falsidade ideológica e estelionato. Para o crime de falsidade ideológica, por exemplo, a pena varia de um a cinco anos de reclusão. Meirelles afirma, porém, que a percepção de impunidade também é grande.

A pesquisa do Instituto Locomotiva mostra que as famílias das classes A e B também sofrem, claro, com a forte recessão econômica, provocada pelas medidas de enfrentamento da pandemia. Segundo a pesquisa, 55% das famílias das classes A e B relataram redução da renda por causa da crise econômica.

A sondagem mostra ainda que 36% dessas famílias de maior rendimento tiveram algum integrante com negócio fechado ou sem funcionar. Outros 18% relatam perda de emprego de alguém da família. E mais 8% tiveram que pegar dinheiro emprestado para enfrentar o pior período da pandemia.

Diferentemente das famílias mais pobres, porém, apenas 2% das classes A e B relataram falta de dinheiro para comprar alimentos e somente 3% falta de recursos para itens de higiene. Das famílias das classes A e B, 20% deixaram de pagar alguma conta por causa da pandemia.

“A crise econômica atinge a todas as classes econômicas. Mas a questão é o que deve ser priorizado do recurso público. É um momento para oferecer apoio para a parcela da população mais vulnerável, mas o poder público mostrou muita dificuldade para fazer o dinheiro chegar a quem precisa”, diz Meirelles.

Dados da Caixa Econômica Federal mostram que foram beneficiadas até aqui 57,9 milhões de pessoas, com valores creditados de R$ 74,6 bilhões (incluindo a primeira e a segunda parcela).

Desse total, 19,2 milhões de pessoas estão no Bolsa Família e 10,5 milhões no Cadastro Único do governo federal.

Diante da maior recessão econômica da história republicana, a prorrogação do auxílio emergencial parece inevitável. Sua extensão, porém, é uma boa oportunidades para fechar brechas do programa, diz Gil Castello Branco, fundador e diretor-executivo da ONG Contas Abertas, que fiscaliza gastos realizados pelo setor público.

Segundo ele, o problema é que o governo federal tem diferentes bancos de dados e dificuldade para cruzá-los. É o caso de dados do Imposto de Renda da Receita Federal, de doações de campanhas eleitorais, de aposentados e pensionistas, de militares. Seria uma “colcha de retalhos”.

“Os sistemas do governo aparentemente não conversam. O governo precisa resolver uma coisas simples, que é o cruzamento com diversos bancos de dados. Como o auxílio era uma emergência, o governo correu para pagar e depois foi verificar quem realmente tinha que receber”, diz Castello Branco.

Ele lembra que o governo descobriu que um doador de mais de R$ 10 mil das últimas eleições recebeu a ajuda emergencial. “Enquanto no mundo debate-se a inteligência artificial em diversos processos de automação, no Brasil ainda estamos tentando cruzar cadastros”, afirma Castello Branco.

No fim de maio, o ministro da Controladoria-Geral da União (CGU), Wagner Rosário, informou que o órgão apura pelo menos 160 mil possíveis irregularidades no pagamento do auxílio emergencial. Entre eles, 17 mil sócios de empresas.

Apesar das dificuldades de colocar o programa de pé, o benefício vem sendo elogiado por especialistas como uma ferramenta acertada para amortecer o aumento da pobreza durante a pandemia. Somente no trimestre móvel até abril deste ano, 4,9 milhões de pessoas perderam suas ocupações no país.

Segundo projeções do Banco Mundial, mais 5,7 milhões de brasileiros poderiam entrar para a pobreza extrema (renda per capita de US$ 1,90 por dia) somente neste ano sem as medidas adotadas pelo governo federal, incluindo a flexibilização da jornada de trabalho nas empresas.

Procurado, o Ministério da Cidadania, responsável pelo auxílio emergencial, informou, por meio de nota, que os cidadãos que burlarem a legislação precisarão ressarcir os cofres públicos dos valores recebidos, além das sanções civis e penais. E que as ilegalidades são informadas para a Polícia Federal.

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– Você sabe quais são as piores faculdades do Brasil?

De 2109 instituições de ensino superior avaliadas pelo MEC, mais de 300 foram consideradas insatisfatórias.

Sabe quais são elas?

O link está em: https://exame-abril-com-br.cdn.ampproject.org/c/exame.abril.com.br/carreira/as-piores-faculdades-do-brasil-segundo-avaliacao-do-mec/amp/

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– A alegria de ver um recomeço no Exterior e a preocupação com o Brasil!

Enquanto pessoas e autoridades dão mal exemplo no Brasil no combate ao Covid-19 (seja aglomerando-se ou não dando a devida importância ao exemplo da prevenção), a Espanha, que levou a sério os cuidados contra o Covid-19 quando os números dispararam, não registrou nenhuma morte ontem. Museus na Itália e demais pontos turísticos reabrindo. Futebol na Alemanha retornando (sem público). Na China, preocupando-se com uma “segunda onda”, algumas coisas passaram a ser restritivas. Mas no Brasil…

Estando no pico (ou próximo de), registra-se congestionamento de trânsito em São Paulo. No Rio de Janeiro, praias liberadas. E por aí vai…

Quem levou a sério os inúmeros cuidados, está voltando ao normal (ou, como gostam de falar, “novo normal”). Aqui, querem voltar antes do que se devia sem se prevenir como poderia. Não é bom sinal…

Alex Manente propõe que dinheiro recuperado pela Lava Jato seja ...

– Não estamos todos loucos com o “relaxamento no pico do Covid”?

Confesso que devo ser muito burro e não entendo muitas coisas. Explico:

Antes, algumas autoridades imploravam para as pessoas não saírem. Fechou-se o Comércio repentinamente, sem planejamento e/ou preparação. A preocupação (verdadeira, sejamos justos) com o Novo Coronavírus foi politizada, com extremos dos dois lados: o “fecha tudo” de Dória e o “libera tudo” de Bolsonaro – este, lembremos, não fez esforço nenhum para evitar aglomerações.

Ok, defendo que, quem possa ficar em casa, fique. Se precisar trabalhar e não for Home Office, que faça com cuidado. Prevenção ao máximo! Mas justamente agora, com mais um dia consecutivo acima de 1.000 mortos nas últimas 24 horas, resolve-se relaxar o isolamento?

Peraí: quando é para se pensar em recolhimento total pois os números MOSTRAM e COMPROVAM que o pico está próximo, vai-se incentivar mais gente na rua?

Sinceramente, me parece que todo mundo (me refiro às autoridades Federal, Estaduais e Municipais) estão errados. Quando é para incentivar ficar em casa, não o faz?

A verdade é: “fechou-se antes demais” em alguns estados, como São Paulo, e judiou-se do Comércio, e na outra ponta (a União) fez uma campanha tão grande contra o fechamento que virou apologista da não-prevenção. E, agora, quando até mesmo um lockdown seria necessário (por um prazo curto, deste pico), muita gente não aguenta mais o isolamento, os empreendedores estão desesperados e as mentes de muitas pessoas perturbadas pela negação do perigo demonstradas pelo presidente.

Tá difícil nosso país! Não entendo mais nada.

ACRÉSCIMO: Li e concordo com o jornalista Paulo Mathias, que escreveu em seu twitter:

“Falei ontem: quem gritasse mais, tinha mais chance de sair da quarentena. Não deu outra. Ontem a Grande SP (menos a capital), estava enquadrada na Fase 1 do plano de reabertura. Os prefeitos não gostaram e reclamaram. Hoje pularam pra Fase 2. Repito: não tem ciência. Tem pressão.”

Qual a diferença entre distanciamento, isolamento, quarentena e ...

– Parabéns PF, pela Operação contra as Fake News.

Se ontem o Presidente Jair Bolsonaro parabenizou a Polícia Federal pelas investigações contra Witzel e a corrupção de verbas do combate à Covid-19 (um excelente trabalho da PF, incontestável), hoje ele deve (ao menos, precisa fazer o mesmo) parabenizar a operação (cumprindo decisão do TJD) de busca e apreensão contra os promotores de Fake News (a operação citada no vídeo da reunião ministerial).

Segundo o Globo, há pouco:

“Operação da PF mira Roberto Jefferson, blogueiro, deputado de SP e empresário Luciano Hang em inquérito contra fake news. Os quatro alvos são aliados e apoiadores do presidente Jair Bolsonaro. Ao todo, 29 ordens judiciais estão sendo cumpridas no Distrito Federal, no Rio de Janeiro, em São Paulo, no Mato Grosso, no Paraná e em Santa Catarina”.

Aguardemos o desenrolar. Ontem, aplausos (texto aqui: https://wp.me/p4RTuC-pWl). Hoje, ao que parece, idem. E que não se blinde Carlos Bolsonaro, caso ele esteja realmente envolvido. Será mostra da independência da Polícia Federal e, claro, da Justiça.

Após operação da PF, Carlos Bolsonaro diz que inquérito que apura ...

– Guardiola sobre a volta do futebol e o respeito aos profissionais de saúde.

Pep Guardiola, o vitorioso treinador de futebol (que é espanhol e trabalha na Inglaterra), está vivendo a Pandemia bem antes que nós no Brasil. E, mesmo apaixonado por seu ofício, foi questionado sobre a volta das atividades esportivas profissionais em meio à crise do Covid-19. Disse ele:

“Acho que todos os torcedores ao redor do mundo estão impacientes e querem o regresso do futebol. Nós também queremos, mas atualmente a prioridade está em outro lugar. Portanto, fiquem seguros, tenham cuidado, porque quando for possível nós regressamos (…) Se o Governo exige a utilização da máscara, ficar em casa e preservar a distância social, então todos o devem fazer, porque muita, muita gente trabalha na saúde e está arriscando a sua vida para salvar a nossa. É incrível o que eles têm feito e devemos seguir as regras. Não podemos falhar”.

Por quê pessoas inteligentes e sensatas como ele  tem o mesmo discurso sobre a volta do Futebol? E, incoerentemente, no RJ, se quer voltar antes do que nesses lugares cuja pandemia começou meses atrás?

Incompreensível.

Mãe de Pep Guardiola morre vítima do coronavírus, aos 82 anos ...

Lembrando: a mãe de Guardiola faleceu vítima do Novo Coronavírus aos 82 anos.

– Você daria Carta Branca ao Ministro Ricardo Salles depois do que foi visto na Reunião Ministerial?

Ricardo Salles, o Ministro do Meio Ambiente, não me convence! Depois do que pode ser visto no vídeo da reunião ministerial ao abordar seus métodos e suas ideias, tive por ele uma decepção total. Não me inspira credibilidade alguma e me parece sempre estar sob suspeita depois deste episódio.

Gostei dessa abordagem sobre o futuro de Salles e algumas observações dele, abaixo,

Extraído de: https://plamurbblog.wordpress.com/2020/05/27/se-aproveitar-da-desatencao-nao/

SE APROVEITAR DA DESATENÇÃO, NÃO!

Por Thiago Silva

Nos últimos dias, um vídeo de uma reunião ministerial conduzida pelo Presidente Jair Bolsonaro (sem partido) foi divulgado em vários veículos de comunicação, como prova para as declarações do ex-ministro Sérgio Moro. De uma maneira geral, isso não é o foco do blog, até porque, não cabe a nós falar de política nesse contexto.

A questão aqui foi uma declaração do Ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, e aí o tema é de nossa alçada, já que, como muitos sabem, a sustentabilidade é um dos assuntos que compõem a estrutura do Plamurb.

Salles, que até o ano passado era filiado ao Partido NOVO, foi escolhido por Bolsonaro e defendeu priorizar uma agenda ambiental urbana, o combate ao lixo marinho e a agilidade nos processos de licenciamento. São temas bem sensíveis e importantes, considerando a realidade brasileira.

Mas o que vimos na referida reunião ministerial, nos deixou, no mínimo, preocupados. Salles, quando teve a palavra, afirmou que o governo deveria aproveitar que a atenção da mídia estava voltada para a pandemia e fazer alterações de modo a afrouxar regras ou regulamentações na área ambiental.

“Oportunidade que nós temos, que a imprensa não tá … tá nos dando um pouco de alívio nos outros temas, é passar as reformas infralegais de desregulamentação, simplificação. Grande parte dessa matéria ela se dá em portarias e normas dos ministérios, inclusive o de Meio Ambiente. Enquanto estamos nesse momento de tranquilidade no aspecto de cobertura de imprensa, porque só fala de Covid, e ir passando a boiada e mudando todo o regramento e simplificando normas”, disse Ricardo Salles.

Vale ressaltar que o referido ministro nunca foi unanimidade. Quando de sua nomeação, houve uma repercussão negativa até mesmo fora do país. Por outro lado, o setor do agronegócio festejou. Bolsonaro, na época, inclusive afirmou que se as entidades do setor estavam criticando, sinal de que a escolha de Salles foi acertada, argumento muito comum dentro da política, independente do espectro e ideologia.

Em 2018, quando fizemos uma análise sobre o plano de governo de todos os candidatos, no programa de Bolsonaro pouco ou quase nada se falava de questões ambientais, exceto pelo excesso de leis que burocratizam obras e ações.

Mas voltando a falar de Salles, sua declaração, no mínimo, é grave. É muita má fé sugerir se aproveitar de uma situação como a qual estamos vivendo, para fazer alterações. Se é necessária uma desatenção, no mínimo, elas são altamente questionáveis e, de certa forma, ilícitas.

Quem faz direito e corretamente não precisa se aproveitar de um momento como esse. Sabemos que há algumas burocracias, isso é fato, assim como outras em diversos setores do governo, mas o correto seria a clareza na discussão sobre esse assunto, já que o atual governo vendeu a ideia de clareza.

De uma maneira geral, o Brasil já teve grandes obras com um alto impacto ambiental e, na maioria delas, houve um cumprimento à risca, garantindo, assim, a liberação por parte dos órgãos ambientais.

Destacamos, neste caso, o próprio trecho norte do Rodoanel Mário Covas, que, nada mais, nada menos, passou no meio da Serra da Cantareira, uma das maiores florestas urbanas do mundo. Quer impacto maior que esse? Mas as obras foram aprovadas, apesar dos escândalos de corrupção envolvendo as construtoras e o governo estadual.

Há ainda outras obras bem conhecidas dos paulistas, como a Pista Sul da Rodovia dos Imigrantes, inserida na Serra do Mar, que contou com túneis e viadutos extensos para garantir o menor impacto ambiental possível. Para se ter uma ideia, o desmatamento na construção desta pista foi 40 vezes menor do que o da Pista Norte, inaugurada na década de 70.

Outro exemplo é o da Linha 13-Jade, que transpôs o Parque Ecológico do Tietê com o menor impacto possível. Houve até o resgate de espécies de animais e levadas para outros ambientes, preservando-as.

Como podemos ver, talvez o problema não seja o excesso de regras e leis. Talvez o ministro queira fazer as coisas de qualquer jeito, sem a preocupação adequada e, por isso, quer se aproveitar da pandemia para fazer aquilo que não tem competência suficiente para realizar em uma situação normal.

Dias após a entrevista, e vendo a repercussão negativa, Salles se defendeu em entrevistas a alguns portais de notícias.

Em seu Twitter, Salles se defendeu e disse que argumentou pela simplificação de normas “com bom senso e tudo dentro da lei“.

Para a página do UOL, Salles afirmou, entre outras coisas, que “Se soubesse que [o conteúdo da reunião] iria a público, apresentaria as mesmas ideias, porque são ideias importantes, de desburocratização, simplificação. Mas faria uma introdução para que o brasileiro primeiro soubesse que temos muita preocupação, sim, com a saúde das pessoas e com a pandemia. ”

“Eu não disse que pandemia é uma oportunidade. O que eu disse é que a forma como a imprensa tem feito a cobertura… Não tenho problema nenhum sobre a cobertura da imprensa. Mas o volume de crítica, o nível de manipulação, isso atrapalha enormemente. Não é cobertura justa. É militância. E isso atrapalha muito”, afirmou na mesma entrevista.

“O que temos observado nos últimos tempos: a cobertura da imprensa, que é democrática e não incomoda, mas tem uma cobertura ativista, que desinforma a sociedade. Não é verdade que somos insensíveis. O que eu falei ali é que seria hora efetivamente de revisar as regras normativas”, acrescentou.

Enfim, Salles sempre será um ministro com nível de desconfiança alto. E, a partir de agora, mais do que nunca, todas suas ações serão vistas com extrema suspeita.

Ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles (Foto: Nacho Doce/Reuters)

– Brasil não leva a sério a Pandemia…

Não é possível que, em mais um dia no qual mais uma vez se atinge a casa de 1000 mortos de Covid-19, as pessoas não se sensibilizem e insistam em não se prevenir.

É tão difícil usar máscara? Por quê insistir em eventos de aglomeração? Pra quê minimizar a crise?

A verdade é que muitas pessoas não ajudam. Ao invés de tomarem cuidado, postam nas Redes Sociais diversas fake news minimizando tudo isso. E se alguém posta caixões e número de mortos para alertar da gravidade, vem gente e “reclama que é algo mórbido” e que “não é para tanto”.

As autoridades também não colaboraram: em qual país do mundo as autoridades ficaram batendo boca por política (ou politicagem) e não priorizaram o combate ao Novo Coronavírus? NENHUM!

Tudo isso retarda a queda da curva do número de infectados e aumenta o prazo para a retomada da normalidade. 

Se quisermos o Comércio aberto, os parques lotados de gente e os abraços tão necessários das pessoas queridas, depende de nós. O quanto mais colaborarmos, antes a coisa normalizará!

Terra triste bonito, coronavirus atacando a terra, desenhos ...

– O espírito de Corrupção frente à necessidade de Espírito Solidário! Witzel, Dória, Bolsonaro…

Com tanta gente sofrendo, acontecendo mortes aos milhares em nosso país por conta de Covid-19, ainda assim há aqueles que não se sensibilizam com a tragédia.

Prova disso: as denúncias de corrupção envolvendo compra de respiradores, montagem de hospitais de campanha e outros desvios.

No Rio de Janeiro, o governador Wilson Witzel recebeu a visita da Polícia Federal em sua casa, numa busca de possíveis indícios de corrupção em verbas destinadas à Pandemia.

Em São Paulo, se fala muito sobre os valores absurdos pagos antecipados a respiradores chineses ainda não entregues, sendo um grande “Calcanhar de Aquiles” ao governador paulista João Dória Jr.

Tem que investigar mesmo! Não se pode ser insensível a tal ponto de cometer desvios de dinheiro num momento tão delicado. E, já que a Polícia Federal começou a trabalhar em cima disso, sejamos justos: aja também com eficiência nos casos em que o Presidente Bolsonaro não quer (seja quais forem – suspeita ou crime cometido – tem que investigar). Lembremo-nos que ele confessou que iria intervir na PF para blindar seus familiares e amigos (e interveio).

É duro ver tanta politicagem (de todas as esferas de Governo) enquanto a população fica exposta sem uma política racional de combate ao Novo Coronavírus.

Concurso Polícia Federal: descubra onde você poderá ser lotado

 

– Nunca confie em políticos! A reunião ministerial mostrou isso…

Bolsonaro foi eleito com o discurso de limpar a corrupção e acabar com as mazelas cometidas pelo PT e os membros corruptos das gestões Lula e Dilma. Discurso correto e necessário!

Porém, a reunião ministerial divulgada mostra um cara despreparado, acompanhado de seus ministros enlouquecidos (que vergonha o “sem-educação” do Ministro da Educação, que não mostra princípios democráticos e respeito aos poderes; a ridícula sugestão do Ministro do Meio Ambiente querendo fazer picaretagens na surdina; ou, ainda, a Ministra dos Direitos Humanos falando com a mesma demagogia de radicais de outrora). Pior: cada um defendendo seu interesse pessoal, não o país!

Se você tiver disposição, paciência e estômago, vai ver um cara cheio de “teoria da conspiração”. Quer dizer que tem agente infiltrado no Governo a mando dos comunistas para derrubá-lo?

A verdade é: quem é fanático pelo Bolsonaro, gostou da truculência patriótica. Quem é contra, pediu o impeachment agora. Quem é sensato, não se surpreendeu.

Repito de novo: Pobre Brasil… não temos líderes nem estadistas de respeito.

Leia tudo o que Bolsonaro e seus ministros falaram na reunião ...

 

– Você defende político?

POBRE BRASIL… Só de ler a repercussão do vídeo da reunião ministerial (não tive estômago para assistir, farei, ou tentarei, mais tarde), já desanimei.

Cadê uma liderança honesta, competente, agregadora e positiva?

As diferenças entre Chefe, Líder, Bolsonaro e Lula: quem bolou esse meme, abaixo, acertou em cheio!

E, por favor, se você tem político de estimação ou é apaixonado por partido político, respeite minha opinião.

Em: https://professorrafaelporcari.com/2020/05/16/um-meme-que-so-conta-verdade/

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– Feriado Estadual da 2a feira obrigando a antecipar impostos?

Repararam que a antecipação do feriado estadual de 09 de Julho (Revolução Paulista) para a próxima 2a feira, votado pela ALESP nesta madrugada, fará com que os impostos (como PIS, COFINS, CSLL) que vencem no dia 25, obrigatoriamente devam ser pagos hoje?

Ninguém pensa no contribuinte mesmo… cutava postergar para 3a (26) ao invés de antecipar para hoje (22), tão em cima da hora?

– A desumanidade em não acreditar no perigo do Covid-19 (mesmo com 1.179 mortos no Brasil SOMENTE hoje)

Quase 18.000 mortos no Brasil vitimizados pelo Novo Coronavírus. Mais de 270.000 pessoas infectadas. Somente hoje, mais de 1.100 mortos.

É um número maior do que se 3 Boeings caíssem num único dia; ou, se preferir, são várias Brumadinhos de uma única vez.

Qual tragédia matou (e vem matando todo dia) mais gente do que a Covid-19 no Brasil? E por quê há gente que insiste em criar Fake News minimizando o problema? Dizer que se morre mais de bala perdida ou de gripe ou ainda de qualquer outro mal todo dia?

São mortes a mais, não substitutivas. E não se vê humildade de quem debocha em reconhecer o perigo. Cadê Osmar Terra (que disse que “4000 morreriam”, vide em: https://wp.me/p4RTuC-pAf) ou Junior Durski (falando que não se pode sacrificar a economia “por uns 5000 ou 6000 que morrerão”, vide: https://wp.me/p4RTuC-pcb)? E são muitas vezes mais mortos do que esses senhores pregaram…

Fico pensando: como alguém pode se manter insensível a esse caos?

Prevenir é a melhor coisa a fazer, além de rezar a Deus e implorar que iluminem a cabeça das autoridades políticas e médicas. Agora, insistindo: precisamos alertar as pessoas da gravidade da coisa, ao invés de escrever que “deve-se colocar o número de curados em destaque”. Isso serve de esperança para os doentes, mas o ideal é a prevenção para que não haja pessoas enfermas.

Número de mortos pela covid-19 chega a 4205 no Brasil, com | Saúde

– Que tal uniformizar a antecipação de feriados por conta da pandemia?

A fim de aumentar o número de pessoas em casa para evitar o contágio de Covid-19, prefeitos estão antecipando os feriados. Mas o problema é: que bagunça isto está virando!

Por exemplo, em São Paulo: quarta-feira (20/05) e quinta-feira (21/05) serão “comemorados” os feriados de 11 de junho (Corpus Christi) e 20 de novembro (Consciência Negra), dando a 6ª feira como “emenda”/ “ponto facultativo”. Já em Jundiaí, não ocorrerá esta situação, mas teremos o dia 25/05 (2ª feira) sendo feriado de 9 de julho em Jundiaí (Revolução Paulista).

Em outras cidades, também o calendário será conforme a vontade do prefeito local, antecipando alguns ou não (como na região do ABC).

Não deveríamos ter uma união dos prefeitos ou intermediação do governadores, para que isso fosse mais uniforme? Adianta muito pouco a cidade A ter o feriado adiantado diferente da cidade B, e o cidadão se deslocar para o município vizinho para alguma atividade?

O diálogo para decisões conjuntas (respeitando as particularidades) é sempre melhor!

Confira o calendário de feriados prolongados em 2020

– Obrigado por nada, Collor!

Depois de 30 anos de confisco da Caderneta de Poupança pelo então presidente Collor (Zélia Cardoso de Melo, a ministra da Economia, havido falado no Jornal Nacional momentos antes que todas as suas reservas estariam na Poupança e que era um investimento seguro), eis que o agora senador pediu desculpas, dizendo que era algo necessário.

Cá entre nós: depois de toda a corrupção cometida, vê-lo como Senador da República é algo inimaginável para mim. É como se Lula se candidatasse e fosse eleito.

Que país é ese que dá vez e voz para tantos corruptos?

Collor pede perdão pelo confisco do saldo de cadernetas de ...

– As mensalidades das Universidades em tempos de Novo Coronavírus!

Todos têm problemas nesta época pandêmica. Se por um lado algumas despesas caem, por outro, novas contas surgem. É assim para pessoas jurídicas e também para as físicas.

‪No caso específico das universidades, ficará o imbróglio: alunos não conseguem pagar e faculdades não conseguem abrir mão dos valores…‬

‪Difícil resolver!‬

‪Na imagem, o exemplo:‬

– “Vou perguntar para o Posto Ipiranga”, dizia o Presidente… E agora?

Uma pena que todo o esforço dos eleitores brasileiros para acabar com o projeto de poder criado por alguns membros do PT, baseado em corrupção e crime organizado (comprovadamente mostrado pela Justiça – vide o número de membros do partido e de outros que foram na cadeia) esteja sendo jogado fora pelas atitudes intempestivas do presidente Jair Bolsonaro.

Um chefe de Estado não é um especialista em todas as áreas de importância; no máximo, ele é um generalista acima da média (ou deveria ser) e coloca pessoas de conhecido entendimento nos cargos-chave (aqui no Brasil estão sendo chamados de “técnicos”).

Quando era questionando sobre Economia, Bolsonaro dizia simplesmente que “iria perguntar ao Posto Ipiranga” (em referência à propaganda tão famosa de que quando se tem dúvida, vai no Posto se informar pois lá se sabe e se tem de tudo). Paulo Guedes, no caso, era esse grande especialista. O comportamento do presidente, correto!

Assim como a Fazenda Pública ficou na mão do economista Guedes, outros ministérios importantes foram colocados nas mãos de técnicos: o ex-juiz Sérgio Moro para a Justiça e o médico Luiz Henrique Mandetta para a Saúde. A eles, deu “carta-branca” – que parece ter sido retirada pelo que se lê e assiste.

Penso que, assim como Bolsonaro não entende de Economia e se socorre aos economistas, não deveria ele (que não entende de Medicina) se socorrer aos médicos? Qual é a necessidade de desprezar a INFORMAÇÃO de que a cloroquina não é totalmente segura e deve ser ministrada com cuidado em alguns casos (não na maioria)? Inclua-se, recentemente, os estudos que não recomendam nem aos casos menores, pelos riscos futuros de efeitos colaterais violentos.

Particularmente, me parece que o presidente Jair Bolsonaro, quando estava quieto e deixando o corpo técnico trabalhar, tudo funcionava bem. Na 1a grande crise que teve que enfrentar, bateu no peito e subiu na arrogância, chamando a responsabilidade para ele e no tom autoritário que deveria evitar, deixou de ser um líder (talvez nunca foi) e passou a se comportar como “chefe-mandão”.

Uma pena. O Brasil vive uma discussão bipolarizada entre o que é menos ruim: gestores corruptos de outrora ou gestores incompetentes de agora!

Insisto com amigos: quero políticos honestos e competentes.

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– Nelson Teich também será rotulado de comunista?

Para os fanáticos defensores do Presidente Bolsonaro (não para os que fazem críticas merecidas e elogios moderados), todo mundo que desembarca do Governo é traidor e vira “comunista”.

Foi assim com Sérgio Moro. Será assim com Teich?

Como médico, Nelson Teich (que pediu demissão nesta 6a feira) “pecou” por dizer que a cloroquina deveria ser aplicada com restrições, já que existem contraindicações. Bolsonaro, como presidente, se ofendeu.

No episódio da “desautorização” mais recente, ficou nítido o recado de “quem manda sou  eu”, mesmo não sendo um profissional da saúde preparado para a pandemia. Neste momento, o mundo se apoia na cientificidade, não no populismo. Mas o presidente Jair Bolsonaro não quer entender…

Por fim, quando liberou vários setores da economia como essenciais, simplesmente desprezou o Ministro da Saúde, deixando-o vendido na coletiva em que ficou sabendo pela imprensa do ocorrido. No dia seguinte, Bolsonaro falou que era apenas um “detalhe” ter conversado com Teich (justamente em meio à Pandemia).

Tomara que não tenhamos Osmar Terra como Ministro da Saúde, o mesmo que menosprezou o número de mortos recentemente (no máximo “4000”).

Uma curiosidade: a esposa de Terra, no tempo em que ele era militante do Partido Comunista do Brasil, foi torturada pelo Cel Brilhante Ulstra. Depois disso foram embora do país.

Pobre Brasil… No prazo de um mês, vamos ao 3o Ministro da Saúde em meio a uma pandemia. Enquanto isso, segue a vaidade do presidente em bater no peito e dizer que é o Executivo quem manda em tudo (como fez aos repórteres ontem, dizendo que Teich era subordinado e a Palavra Final era sempre dele, Bolsonaro).

Bolsonaro inclui academias e salões de beleza como serviços ...

 

– Interpretação da Mensagem: alerta ou consolo? A divulgação de mortos ou curados dos números de Covid-19:

Vejo muita gente reclamando que se deve divulgar o número de curados e não destacar o de mortos e infectados pelo Novo Coronavírus.

Ora, para quem está enfermo, isso é válido. Soa como ESPERANÇA. Mas aos que não temem a pandemia, é necessário avisar o quão arrasadora é a Covid-19 e ser claro quanto ao números alto de pessoas que estão morrendo por dia.

Não é questão de ser pessimista ou otimista. É ser realista!

– Abolição da Escravatura: E aí?

Hoje se recorda a Abolição da Escravatura do Brasil. Mas muitas teorias absurdas de pseudo-intelectuais ainda ganhavam coro na Europa, como a do iluminista escocês David Hume, que no longíquo 1770 dizia:

“Que negros sejam naturalmente inferiores aos brancos”.

Idiotice da época. A cor da pele nada faz para que se mude a dignidade das pessoas. Mundo afora tivemos racismos históricos. A escravidão no Brasil é exemplo clássico.

Porém, em 13 de maio de 1888 a Princesa Isabel aboliu a escravatura. Foi a salvação para os negros?

Nada disso. Foi uma demagoga lei. No dia 12, eles dormiam em Senzalas e se alimentavam muito mal. No dia 13, foram livres e ficaram sem casa e sem comida.

Claro, o acerto foi a proibição da exploração. O grande erro foi a falta de assistencialismo da Lei, que deixou os pobres escravos ao Deus-dará.

Fica a histórica indagação: a Princesa Isabel bobeou e não pensou no futuro dos ex-escravos, ou simplesmente fez politicagem para ganhar os louros da fama?

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– 881 mortos em 24h no Brasil: quando se tomará uma medida emergencial “pra valer” quanto ao Covid-19?

O último dado do Ministério da Saúde, com números represados e atualizados, mostrou quase 900 casos de mortos pelo Novo Coronavírus. Mas, acredite, há aqueles que duvidam, desdenham ou jogam a conta para outras doenças.

Insisto: não são mortes substitutivas (ou seja: estão creditando Covid a tudo), são mortes A MAIS! Vide cemitérios lotados… 

Por fim: percebe-se que as pessoas descrentes só estão levando a sério quando um familiar ou um conhecido é atingido por esse mal. Aí poderá ser muito tarde, infelizmente…

12/05/2020 - Movimentação na estação de Metrô do Tatuapé, em São Paulo, durante pandemia de coronavírus - Paulo Guereta/Agência O Dia/Estadão Conteúdo

12/05/2020 – Movimentação na estação de Metrô do Tatuapé, em São Paulo, durante pandemia de coronavírus Imagem: Paulo Guereta/Agência O Dia/Estadão Conteúdo

 

– #DivulgaTudoCelsodeMello

A campanha que bomba nesta tarde é: “Ministro Celso de Mello, divulgue publicamente o vídeo da famosa e polêmica reunião entre Bolsonaro e seus ministros”, onde, segundo repercute, o Presidente ofende governadores, solta palavrões e diz que “não vai apanhar sozinho” nessa crise do Coronavírus. 

O mais grave, e é por isso que deveria ser divulgado para esclarecimentos: a confirmação ou não de que, no vídeo, Jair Bolsonaro fala que não quer que a Polícia Federal investigue sua família e seus amigos, a fim de não prejudicá-los!

Prejudicá-los do quê? A que se refere? Se nada deve, por quê “blindá-los”?

Estou cada vez mais acreditando que as falcatruas do PT elegeram Jair Bolsonaro (o voto anti-petista). Mas o PT nunca vai tirar Jair Bolsonaro da presidência, pois o seu maior inimigo é… ele próprio!

Aguardemos! Mas cada vez “fede mais” essa história.

Se a passagem bíblica do Evangelho de São João onde se diz que “a verdade liberta”, o brasileiro está ansioso para a verdade do vídeo, a fim de dizer que o presidente não está protegendo seus filhos de crime que possam ter cometidos (assim como os amigos citados) ou de que Sérgio Moro realmente é 100% íntegro nas suas declarações.

♊🇧🇷Marcela Valente🇧🇷♊'s tweet - "#DivulgaTudoCelsodeMello ...