– Sérgio Moro na Jovem Pan.

Eu sei que Bolsonaristas e Lulistas mais exaltados (não estou me referindo aos eleitores desses senhores que são sensatos, mas aos radicais) vão discordar e até xingar (óbvio, radicalismo é igual ao fanatismo). Mas a entrevista do ex-juiz Sérgio Moro, agora pré-candidato à Presidência, hoje de manhã à Rádio Jovem Pan, foi ótima!

Falou sobre Lula, Dória, Bolsonaro… e não fugiu das perguntas mais difíceis!

Assista em: https://youtu.be/Q3NjE-ZDBbY

– O Golpe da Fatura da Claro: pela enésima vez…

Como de costume, recebi novamente uma fatura da Claro (que não era da Claro) me cobrando. Tudo bem feitinho, parecendo ser da empresa. É muita picaretagem…

Compartilho em: https://www.youtube.com/watch?v=kasCdZxTKYI

– E aos poucos, os corruptos vão vencendo. E a culpa é de todos!

Depois de Lula ter o imbroglio do Triplex prescrito, de crimes dos Petroleiros serem relevados, de delatores e réus confessos como Vaccari e Palloci soltos, chegou a vez de Sérgio Cabral ter relaxamento com prisão domiciliar.

E não se culpe o STF exclusivamente ou outras instâncias da Justiça. Afinal, um dos críticos da Lava Jato tem sido o presidente Bolsonaro!

Do jeito que vai, Sérgio Moro vai ser considerado corrupto e Bolsonaro com Lula os símbolos da honestidade e democracia…

O que está acontecendo com esse país?

Informações da CNN, por Isabelle Rodrigues, em: https://www.cnnbrasil.com.br/politica/justica-concede-prisao-domiciliar-a-cabral-ex-governador-continuara-em-presidio/

Cabral tem 21 condenações, que somam 399 anos e 11 meses de prisão

Cabral tem 21 condenações, que somam 399 anos e 11 meses de prisão Foto: Fábio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil (30.nov.2010) (citação acima).

– A Origem dos “Pés Rapados”.

Quando o cara é pobre, jocosamente se chama ele de “pé-rapado”. Mas por quê?

Por um fato histórico da cultura de nosso país, onde o termo correto seria “pé raspado” e que por vício de linguagem virou “rapado”.

Ainda assim: independente de ser “raspado” ou “rapado”, como surgiu?

Muito curiosa a explicação que remonta ao tempo do Brasil Colônia, extraída de “O POVO” on line.

(Link em: https://www.opovo.com.br/noticias/curiosidades/2018/07/voce-sabe-como-surgiu-a-expressao-pe-rapado.amp.html)

COMO SURGIU A EXPRESSÃO PÉ-RAPADO

Sinônimo de pessoa de origem humilde, “pé rapado” é uma expressão utilizada há muito tempo pelos brasileiros. Mas você sabe como surgiu o termo?

Apesar de não ter uma data específica que possa identificar o início da expressão, na segunda metade do século XVII o poeta Gregório de Matos dedicou esses versos a uma mulher baiana que lhe havia pedido um cruzado para consertar os sapatos:

“Se tens o cruzado, Anica,
Manda tirar os sapatos,
E senão lembra-te o tempo
Que andaste de pé rapado”

Os mais pobres eram os que tinham os pés mais sujos de barro, afinal os que tinham mais condições se locomoviam à cavalo, de charrete ou de liteira, precisando andar bem menos. Aqueles que eram muito mais pobres raspavam a sola do próprio pé, afinal andavam descalços. Dai surge a expressão, primeiramente nas zonas rurais.

Durante a Guerra dos Mascates, em 1710, o termo era ulilizado para se referir de forma depreciativa às tropas da aristocracia ruralista, pois estas combatiam o exército português descalços, enquanto a cavalaría ostentava botas que combinavam com o uniforme. 

O pesquisador regionalista Luís da Câmara Cascudo escreveu em seu livro Locuções Tradicionais do Brasil que o termo é um sinônimo de “descalço, de pés nus, pé no chão”, uma metonímia para designar a população de origem mais humilde.

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– E o Mancha Solar, super-herói brasileiro da Marvel, é torcedor do Botafogo!

A Marvel publicou um cartaz com seus heróis da América Latina. E Roberto da Costa, o “Mancha Solar” (criado em 1982), brasileiro que era jogador de futebol amador, apareceu com a camisa do Botafogo-RJ!

Mancha Solar usa energia do sol para ter poderes, e acabou conseguindo se tornar um dos Novos Mutantes e depois um dos Vingadores. Será que o veremos no MCU nas telonas um dia?

Mais sobre ele: https://www.einerd.com.br/mancha-solar-novos-mutantes/

Imagem extraída de: https://twitter.com/pedrocertezas/status/1468642885151117322

– Até o abacate está em crise?

Sintomas de um país em crise: abacate dá na rua, em qualquer lugar. Em qualquer quitanda tem!

O preço disparou nos supermercados, e aqui, um recado impressionante de um comerciante, na imagem:

 

– Bolsa Empreendedor: parabéns a quem promove e a quem estuda.

Hoje encerramos uma semana de atividades no Fundo Social de Solidariedade de Itupeva, levando o Curso Descomplique / Bolsa-Empreendedor (iniciativa do Governo do Estado de SP, Sebrae, IBS e Prefeitura de Itupeva), cumprindo todos os protocolos sanitários e capacitando pequenos comerciantes.

Além de estarem preparados para os desafios em suas MEIs, esses empreendedores recebem uma necessária ajuda financeira para investirem em seus negócios. Tais iniciativas são ótimas para um Brasil que quer (e precisa) crescer.

Me orgulho de poder trabalhar junto a eles!

– Sem radicalismos e fanatismos, por favor.

A proliferação como um mantra do “nós contra eles” foi o divisor de água no Brasil? Insisto neste tema pois me assusto com tanta gente raivosa nas Redes Sociais, totalmente tendenciosa a políticos A ou B, imaculando-os e nunca enxergando defeitos neles.

Ou é “isso”, ou “aquilo”. Não existe meio-termo, ponderação, observação de pontos positivos e negativos, sensatez na opinião ou coisa que o valha. Se o cara ama o político, ele sempre leva 10 e nunca erra (seja de Esquerda ou de Direita). 

Cansa esse radicalismo, não? É melhor não ler certas postagens do que ficar entristecido com as coisas de fanáticos que se vê!

Imagem extraída de: http://oficinadosinistro.blogspot.com/2017/06/uma-chuvinha-nas-costas.html

– Ostentação de… Panetone?

Panetones fazem parte da cultura do final de ano. Sua versão “pascoalina”, as colombas pascais, também foram introduzidas e se tornaram comuns às mesas festivas.

O problema é: o preço! Repararam o quanto estão diversificados e caros? Dos tradicionais de frutas aos modificados de chocolate, surgiram os Havana e Kopenhagen – deliciosos, mas que viraram “pães-ostentação“.

Do jeito que está, vou no mais econômico (como o abaixo):

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– Multipartidarismo sem pluralismo ideológico.

Gostei do que ouvi sobre o sem-número de partidos políticos no Brasil, dias atrás:

“Temos 28 partidos políticos na Câmara dos deputados e não temos 28 correntes de opinião no Brasil”.

Frase do senador Aloysio Nunes, em entrevista a Danilo Gentile no SBT. Não dá para discordar. E em tempo: hoje, há muito mais partidos!

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Imagem extraída de: http://www.botequimdahistoria.com.br/2018/

– Cai o número de nascimentos no Brasil.

Um dado preocupante: no ano passado, tivemos o menor número de nascimentos em nosso país desde 1994.

Será que é só “efeito-pandemia”? Não envolve também custo de vida, planejamento familiar, comportamento e outros fatores?

Particularmente, acho um dado alarmante. Abaixo:

Extraído de: https://www.em.com.br/app/noticia/nacional/2021/08/08/interna_nacional,1293930/com-pandemia-numero-de-nascimentos-no-brasil-em-2020-e-o-menor-em-26-anos.shtml

COM PANDEMIA, NÚMERO DE NASCIMENTOS DO BRASIL É O MENOS EM 26 ANOS.

Com a pandemia de COVID-19, o número de nascimentos no país em 2020 foi o menor desde 1994, segundo dados do Sistema de Informações de Nascidos Vivos (Sinasc), do Ministério da Saúde, tabulados pelo Estadão. Foram 2.687.651 recém-nascidos no ano passado, ante 2.849.146 em 2019, queda de 5,66%.

Os nascimentos já estavam em queda ou estabilidade nos últimos anos, mas em ritmo menos acelerado. Entre 2018 e 2019, por exemplo, a diminuição no número de novos recém-nascidos havia sido de 3,2%. Já entre 2017 e 2018, o País tinha registrado leve alta de 0,7% nos nascimentos.

O impacto da pandemia no número de recém-nascidos foi maior até mesmo que o do surto de zika e microcefalia que afetou o país entre 2015 e 2016. Naquele período, em que muitos casais adiaram a gravidez por medo das sequelas deixadas pelo zika em algumas crianças, a queda de nascimentos foi de 5,3%. A última vez que o Brasil registrou um número menor de nascimentos do que em 2020 foi há 26 anos, quando, em 1994, 2.571.571 bebês nasceram.

Os dados de 2020 analisados mês a mês demonstram que as maiores quedas porcentuais ocorreram em novembro e dezembro, justamente nove e dez meses depois de o coronavírus ser confirmado no Brasil. Nesses meses, a queda foi de 9%, quase o dobro da média do ano.

A queda de nascimentos é algo que costuma ocorrer em períodos críticos, mas não significa que ela se manterá constante com o passar dos anos, explica Joice Melo Vieira, professora do Departamento de Demografia (DD/IFCH) e pesquisadora do Núcleo de Estudos de População Elza Berquó (NEPO) da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).

“Se nos voltarmos para casos semelhantes ao longo da história humana, é esperado que o número de nascimentos decline durante pandemias, mas há certa recuperação depois que esse período crítico terminar”, observa. “É claro que sempre existem os casos de mulheres que atravessam períodos de crise já nos anos finais de seu período reprodutivo e podem ter vivenciado dois abalos grandes – o zika e agora a COVID-19 – e que terão menores chances de recuperação da fecundidade desejada.”

Segundo Joice, a retomada dos planos para ter filhos, quando a pandemia passar, vai depender de políticas que vão além do controle da circulação do vírus. “As pessoas, especialmente as mulheres, vão querer ter filhos se e quando se sentirem confortáveis para tê-los, se encontrarem condições propícias para isso. Políticas de redução de desigualdades e que proporcionem maior estabilidade financeira às famílias, políticas que promovam equidade de gênero no âmbito público e privado, políticas que favoreçam melhor gestão do tempo dedicado à vida laboral e pessoal, tudo isso favorece a recuperação da fecundidade”, destaca.

Mudança nos planos de ter filhos?

Para Raquel Zanatta Coutinho, professora adjunta no Departamento de Demografia da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), ainda não é possível saber se as pessoas vão desistir do plano de ter filhos ou se isso terá um efeito inverso.

“Pode ser que uma pandemia desse porte mude para sempre o desejo por crianças. Diante das inseguranças do mundo, pode ser que quem já estivesse tentado a não ter filhos decida de uma vez que a maternidade não é um bom caminho”, diz Raquel. “Por outro lado, a pandemia pode aumentar a fecundidade na medida em que as mulheres perdem o pouco acesso que tem aos métodos de controle. Talvez tenha um ‘baby boom’ para alguns grupos.”

A emergência do zika vírus, de acordo com a professora da UFMG, teve seu impacto e afetou principalmente as mulheres em situação de vulnerabilidade. “Em nível nacional, o efeito foi pequeno, mas importante, cerca de 5% menor do que no ano anterior. Para alguns estados, como Pernambuco, onde os casos de microcefalia se concentraram, a redução foi de 23% em 2016. Isso mostra que o medo da microcefalia e sua proximidade geográfica foram cruciais para despertar respostas reprodutivas. Mas o que mais chama atenção na zika é o fato de que mulheres mais jovens, com menos de 25 anos, apresentaram maior probabilidade de postergar, enquanto as mais velhas mantiveram os planos, muito por medo de não terem tempo biológico para engravidar”, explica Raquel.

“Além disso, as mais escolarizadas e as mais estáveis financeiramente conseguiam manter seus planos. Não tenho a menor dúvida de que as piores consequências da COVID-19 serão sentidas pelas mulheres, especialmente as de baixa escolaridade e menor renda.”

A pandemia teve diferentes efeitos sobre o número de nascimentos ao redor do mundo. Uma análise feita pela The Economist em outubro observou uma tendência de queda nos nascimentos nos países de renda mais elevada, como Cingapura, enquanto o número estava em alta em regiões de renda mais reduzida, como Uganda.

Congelamento de óvulos

No ano passado, em relação a 2019, chegou a ocorrer um movimento de queda de congelamento de óvulos, porque muitas clínicas interromperam atendimentos ou focaram em pacientes que tinham mais urgência em preservar a fertilidade, caso das mulheres com câncer.

Depois, ocorreu a retomada. “Toda vez que restringe, cria-se uma demanda reprimida, a procura para as clínicas aumentou bastante”, diz Emerson Cordts, médico ginecologista e membro da Sociedade Brasileira de Rerodução Assistida (SBRA).

Em clínicas de fertilização, o movimento de mulheres buscando o congelamento de óvulos cresceu até 25%, segundo especialistas. O principal perfil é o de mulheres que não estão em um relacionamento estável. “A pandemia intensificou esse processo por causa da insegurança quanto ao futuro reprodutivo”, diz Daniel Suslik Zylbersztejn, urologista e coordenador médico do Fleury Fertilidade. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Imagem extraída de: https://samer.com.br/service/maternidade/

– E os novos estados brasileiros?

Leio que o projeto do plebiscito que visava a consulta para a divisão do Pará em dois estados (Pará e Tapajós) foi “travado” na CCJ. Aliás, antes era a repartição em outro estado além desses dois: Carajás.

A propósito, você sabe quais seriam os novos estados do Brasil, se as diversas ideias vingassem?

Extraído de: https://revistacicloambiental.art.blog/2021/11/18/dividindo-o-brasil-conheca-algumas-propostas-de-criacao-de-novos-estados/

DIVIDINDO O BRASIL. CONHEÇA AS PROPOSTAS DE CRIAÇÃO DE NOVOS ESTADOS

Você sabia que estão em discussão no Congresso Nacional propostas que envolvem a compartimentação territorial e a criação de novas unidades federativas em diferentes regiões do território brasileiro? Oficialmente, houve pedidos para a criação de 18 novos estados e três novos territórios nacionais, o que elevaria o número total de unidades federais para 48, caso todas fossem aprovadas. Essas solicitações estão em diferentes estágios de tramitação. Mas é difícil que sejam aprovadas. Esse tema é abordado no livro Novos estados e a divisão territorial do Brasil: uma visão geográfica, de autoria do geógrafo José Donizete Cazzolato.

A região Norte acumula o maior número de proposições de novas unidades federativas: o território do Alto do Rio Negro e os estados do Rio Negro, do Solimões e do Juruá, resultado da divisão do Amazonas, e os estados do Carajás, do Tapajós e o território do Marajó, derivados do Pará. Também haveria o território federal do Oiapoque, fruto de uma possível partilha do Amapá. No Nordeste, o Maranhão seria desmembrado com o surgimento do Maranhão do Sul, além da criação do estado do Gurgueia, originado a partir da divisão do Piauí, e do Rio São Francisco, a partir da Bahia. 

No Centro-Oeste, há propostas para a formação do território do Pantanal (entre o Mato Grosso e o Mato Grosso do Sul) e dos estados do Mato Grosso do Norte e do Araguaia, bem como a criação do estado do Planalto Central, na região noroeste de Goiás. Já no Sudeste, Minais Gerais seria divida em Minas do Norte e Triângulo Mineiro, São Paulo do Leste se separaria de São Paulo, e a cidade do Rio de Janeiro se emanciparia, tornando-se o estado da Guanabara, algo que já ocorreu entre 1960 e 1975, quando o Rio de Janeiro deixou de ser a capital do país. Na região Sul, encontramos a proposição do estado do Iguaçu, a partir da conjunção das regiões oeste de Paraná e Santa Catarina, e do estado do Pampa, no extremo sul do Rio Grande do Sul, fazendo fronteira com o Uruguai.

A divisão territorial interna do Brasil é uma discussão que sempre esteve em pauta nos debates sobre a geografia política brasileira, e a estrutura das divisões atuais do Brasil é decorrente da Constituição de 1988, ano em que foi criado o estado do Tocantins. As motivações para as propostas de criação de novos estados variam de demandas por uma maior presença de poder público em regiões afastadas das capitais, até a acomodação de forças políticas regionais e a tentativa de melhorar o desempenho econômico de determinados lugares.

De acordo com a Constituição Brasileira, para que um novo estado ou território federal seja criado, é preciso “aprovação da população diretamente interessada, através de plebiscito e do Congresso Nacional”. Em dezembro de 2011, a população do Pará, segundo maior estado brasileiro em território, votou um plebiscito referente ao desmembramento do estado e à criação do estado de Tapajós, cuja capital seria Santarém, e do estado de Carajás, com capital em Marabá. Aproximadamente 66% dos votantes decidiram pelo não e rejeitaram a proposta.

Além disso, segundo o estudo Custos de Funcionamento das Unidades Federativas Brasileiras e suas Implicações sobre a criação de novos estados, feito pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA), a maioria das propostas apresentadas sobre a criação de novos territórios é inviável, pois há situações em que os gastos que seriam originados pelo desmembramento ultrapassariam o valor do Produto Interno Bruto (PIB) de certos estados. Esses gastos incluem, por exemplo, a criação de toda a estrutura administrativa com governadores e secretários estaduais, por exemplo. Outra mudança política seria o aumento do número de senadores, já que cada unidade federativa possui três representantes no Senado Federal.

Fonte: http://www.clickideia.com.br/portal/conteudos/c/37/23416

O jogo de poderes regionais pleiteia mudança do mapa político brasileiro. Imagem extraída de: Revista Ciclo Ambiental, em: https://revistacicloambiental.art.blog/2021/11/18/dividindo-o-brasil-conheca-algumas-propostas-de-criacao-de-novos-estados/

– Dia da Bandeira.

Hoje é Dia da Bandeira. Mas poucos se lembram da data devido ao excesso de feriados. Dia 02, 15, 20… No meu tempo de escola (faz mais ou menos algum tempo… rsrs) as festividades eram grandes no dia 19. Outrora foi dia cívico de guarda!

O certo é que o Hino da Bandeira é um dos mais belos que temos:

HINO À BANDEIRA

Salve lindo pendão da esperança/
Salve símbolo augusto da paz!
Tua nobre presença à lembrança
/ A grandeza da 
Pátria nos traz. Recebe o afeto que se encerra
em nosso peito juvenil/ Querido símbolo da terra/ Da amada terra do Brasil!

Em teu seio formoso retratas
/ Este céu de puríssimo azul/ A verdura sem par destas matas/
E o esplendor do Cruzeiro do Sul/ Recebe o afeto que se encerra
em nosso peito juvenil,/ Querido símbolo da terra/ Da amada terra do Brasil!

Contemplando o teu vulto sagrado/
Compreendemos o nosso dever/ E o Brasil por seus filhos amados,
poderoso e feliz há de ser!/ Recebe o afeto que se encerra em nosso peito juvenil,/ Querido símbolo da terra/
Da amada terra do Brasil!

Sobre a imensa Nação Brasileira/
Nos momentos de festa ou de dor/
Paira sempre sagrada bandeira/
Pavilhão da justiça e do amor!/ Recebe o afeto que se encerra
em nosso peito juvenil/ Querido símbolo da terra/ Da amada terra do Brasil!

Bandeira do Brasil: história, cores, significado das estrelas

Imagem extraída de: https://brasilescola.uol.com.br/brasil/bandeiradobrasil.htm

– #tbt 3: Dias “de bem com a vida”.

Há 3 anos…

Estou de volta à ativa. Muita coisa aconteceu nos últimos dias, e eu precisava recarregar um pouco mais a minha carga de paciência, saúde e atitude.

No campo esportivo, não tive mais disposição de assistir o futebol. Me dava tristeza ver a baixíssima qualidade do “jogo jogado” e do “jogo apitado”. Pudera, o esporte por aqui tornou-se propriedade de alguns cartolas, com um presidente banido na CBF e seus comandados fazendo lambanças. Além, claro, da demagogia nas escalas de árbitros sem qualquer critério meritocrático que traga unanimidade. COMO É CHATO E ENFADONHO FALAR SOBRE ISSO. Enfim: “era uma vez o futebol-arte”, e com ele foi-se embora o árbitro-vocacionado, trocado pelos jovens “bombadinhos”.

No campo profissional, mudei minha rota e minha rotina. Desfiz-me do meu comércio (em destaque nas minhas atividades) e quero usar todo o tempo gasto nele para a área acadêmica. A propósito: amigos professores, estou à procura de universidades para lecionar! Como diriam os mais antigos: “Sou mais um na fila do INPS”.

No campo pessoal, fiz uma série de check-ups, literalmente de “cabo a rabo”, de ressonância até os mais cabeludos exames laboratoriais. Do que se apresentou de delicado, estou tratando com muita calma e sem medo.

Enfim, no campo familiar, consegui dedicar-me bem mais às pessoas que eu amo. E descobri que ficar muito tempo longe deles me faz mal; em especial, os minutos gastos com Redes Sociais (que sempre tive parcimônia com isso e hoje ainda mais) que tiram a total atenção que eu deveria ter. Nunca gostei de WhatsApp, e cronometrei sistematicamente o quanto tempo perco e as coisas que recebia nesse App. Simplesmente, avisei meus amigos: se é importante, me ligue, mande um e-mail ou sms. Principalmente as idiotices destes tempos de fanatismo e fake news. Aff! Quanta inutilidade… e quanto bobinho defendendo político de estimação como time de coração.

Pra quê esquentar a cabeça com isso?

Direita e Esquerda radicais são turmas para DESPREZAR, pois são movidas a fanatismos. Idem a puxa-sacos de escaladores de árbitros: pobres de espírito e que devotam uma vida a tais membros bem remunerados.

Coitados… e gostam de tecer árduas críticas, sem nunca ponderar suas opiniões, defendendo interesses pessoais e nunca os coletivos (e muitos usam desse argumento). Se escondem com pseudônimos e perfis falsos, somente para tumultuar. Nem respondo quando vejo ser “pau-mandado”, amigo-relógio ou viciado / fanático em algo. 

Não tenho que responder tudo o que leio ou que me escrevem. Bobagem, pois há muito “espírito de porco”. Aliás, como se auto-cercear por conta de “xaropes”? Uma coisa que me intriga: o cara segue outro na rede social para criticá-lo e se sente perturbado com isso? Ué, deixa de seguir! Caia fora, pois se não gosta, é ser idiota continuar seguindo. É igual o cara que mete o pau em programas esportivos, mas não perde uma exibição!

Por fim, passei por uma experiência maravilhosa nesse final de semana, mostrando-me o quanto tal materialismo e apego a vaidades faz mal: fiz a rota do turismo religioso no Vale do Paraíba!

Claro que a pessoa que professa e vive o catolicismo (caindo e se levantando em atos, fatos e força na fé), aproveitará por motivos óbvios o passeio. Mas atente-se:

1- Passei no Santuário do Frei Galvão (Santo Antonio Santanna Galvão, o 1o santo brasileiro, em Guaratinguetá) e pude ver o quão pura é a crença de muitos. Gente humilde, esperançosa e que busca graças. O dinheiro, para elas, de nada vale. Nosso clique por lá:

2- Fui ao Santuário do Pai das Misericórdias (Comunidade Canção Nova, em Cachoeira Paulista). Que terra santa! Gente mansa, pacífica, espiritualizada. A troco de quê sentir rancor ou desamor? Aliás, veja o altar:

3- Conheci o Santuário de Nossa Senhora da Santa Cabeça (em Cachoeira Paulista também), onde as pessoas buscam a cura da depressão, do esquecimento, do medo, das enxaquecas e de outras enfermidades da mente. Aliás, ver a “Sala dos Milagres”, onde as pessoas agradecem as graças alcançadas por tal incomum devoção à intercessão da Cabeça da Virgem Maria, faz você pensar nas prioridades de vida. Aqui:

4- Não tinha como não passear no Santuário Nacional de Aparecida, casa da nossa Mãe Padroeira, onde a elevação da alma é presente: em especial, no momento da Eucaristia nesse belo templo, como nesse retrato que tiramos por lá:

5- Desta vez, tive a oportunidade de conhecer o Seminário Bom Jesus, onde 3 Papas ali passaram: João Paulo II, Bento XVI e Francisco. Este último, deixou de lembrança “a cuia de seu chimarrão”. Veja, pela ordem, esse mimo e na sequência: a Capela onde os Pontífices rezaram a missa dentro do Seminário e os quartos da parte do local onde se é também uma pousada. Pura paz:

A imagem pode conter: pessoas sentadas, mesa e área interna

6- Ops: demos uma esticadinha até Petrópolis, onde conhecemos os principais pontos turísticos e aprendemos um pouco da história de nosso país na “Cidade Imperial”, onde Dom Pedro II tinha apreço especial. O problema é que tivemos que passar num morro com inscrições do Comando Vermelho, além de que no pé da Serra com a BR-493 vivenciamos um arrastão (que não nos atingiu diretamente, mas nos assustou pelo pavor de quem sofreu). Coisas do Brasil… Trouxemos lindas recordações de momentos incríveis e alegres, como a Casa de Santos Dumont e o Palácio do Imperador (ambos viraram museus):

Para celebrar a vida e terminado esse post, a foto que diz muito a mim. Por mais momentos assim… (é a única coisa que realmente vale a pena):

Região Central de Petrópolis, com a Catedral de São Pedro Alcântara ao fundo. Eu entre algumas das mulheres maravilhosas da minha vida – e de todas as idades!

– Multas? Elas estão chegando…

O Conselho Nacional de Trânsito, no ano passado, devido à pandemia, suspendeu a emissão das multas às casas dos motoristas por mais de 6 meses, e elas ficaram acumuladas.

E não é que… todas elas, represadas, estarão chegando aos motoristas infratores nos próximos dias?

Quem tinha dúvida se foi multado ou não, deve ficar alerta: elas poderão chegar todas juntas!

Preparem seus bolsos…

Multas - Guia Completo

Imagem: Getty, extraída de: https://www.smartia.com.br/blog/guia-completo-multas-de-transito/

– O Presente da Petrobrás: Gasolina a R$ 4,00 e chegamos ao 87o. aumento de preço!

Esse por tem 4 anos e… a gasolina está quase há 7 reais na minha região. Relembrando:

Pois é… sem muito alarde, a Petrobrás promoveu o seu 86O e 87O reajustes nos valores dos combustíveis (respectivamente, na 4a e na 6a feira). Desde que implantou sua política de preços flutuantes (01 de julho de 2017) o preço disparou, fazendo a gasolina atingir a inimaginável marca de R$ 4,00 / litro.

Mas não nos preocupemos, pois o Governo Federal diz que a inflação é bem menor do que 1% ao mês… (estou sendo irônico, lógico que não acredito nesse índice).

Imagem extraída de: https://goias24horas.com.br/27905-gasolina-em-goiania-e-a-6a-mais-cara-entre-as-capitais-e-um-assalto-e-procon-e-mp-nao-fazem-nada/amp/

– O clube do “1% mais rico” de cada país.

Qual o valor do patrimônio líquido que você precisa ter para fazer parte do “1% mais rico” do Brasil?

Veja cada valor impressionante,

Extraído de: https://comoinvestir.thecap.com.br/quanto-e-preciso-para-fazer-parte-do-1-mais-rico-em-2021/

QUANTO É PRECISO PARA FAZER PARTE DO CLUBE DO 1% MAIS RICO DO SEU PAÍS?

por André Fogaça

O clube do 1% mais rico é citado com frequência, mas você sabe quanto é preciso para fazer parte desse seleto grupo de indivíduos? O Relatório de Riqueza da Knight Frank define os valores para entrar nesta comunidade em diferentes países e territórios.

A pesquisa realizada pela consultoria imobiliária do Reino Unido oferece uma perspectiva única sobre riqueza global, propriedades de primeira linha e investimentos.

Segundo o relatório mais recente, de 2021, no Brasil você precisa de US$ 280 mil de patrimônio líquido para fazer parte do clube do 1%, algo em torno de R$ 1,4 milhões.

Em Mônaco, região com maior concentração de super-ricos no mundo, o ponto de entrada para o clube de 1% do principado é de US$ 7,9 milhões. Quase 29 vezes a mais do que o necessário no Brasil.

O segundo lugar com o ticket mais alto para os 1% mais rico é a Suíça, onde são necessários US$ 5,1 milhões de patrimônio.

Seguido pelos Estados Unidos, país com o maior número de indivíduo com patrimônio líquido ultra-alto (UHNWI), definido pelo estudo como pessoas com um patrimônio líquido de mais de US$ 30 milhões. Lá, seu ingresso para o status de 1% vale US$ 4,4 milhões.

Fechando o top 5 estão Cingapura, em quarto lugar, com US$ 2,9 milhões, a entrada mais alta da Ásia.

Empatados com US$ 2,8 milhões estão Nova Zelândia, Hong Kong e Austrália.

E em quinto está a Irlanda, com US$ 2,6 milhões para fazer parte do 1% mais rico do país.

Na América Latina, a Argentina é o país com entrada mais alta, de US$ 360 mil. No continente Africano, o mais alto é o da África do Sul, em US$ 180 mil.

Os dados também destacam como a pandemia ampliou a diferença entre países ricos e pobres.

O ponto de entrada para o 1% mais rico de Mônaco é quase 400 vezes maior do que no Quênia, país com a pior classificação entre 30 países avaliado no estudo da Knight Frank.

Para fazer parte dos mais ricos no Quênia é necessário apenas US$ 20 mil.

Veja quanto você precisaria ter para estar entre o 1% mais rico em cada país (em dólares):

quanto você precisaria ter para estar entre o 0,1% mais rico em cada país (em dólares)

Clube do 0,1% mais rico

O Relatório de Riqueza 2021 da Knight Frank também analisou a riqueza necessária para ficar nos 0,1%, os ultra-ricos de cada país.

Para fazer parte do grupo dos 0,1% mais ricos no Brasil é necessário ter um patrimônio líquido de US$ 1 milhão, aproximadamente R$ 5,2 milhões.

O valor necessário para ser do grupo de 1% mais rico no Brasil é suficiente para integrar o clube do 0,1% mais rico na Índia, Indonésia, Filipinas, Nigéria e Quênia.

Os EUA estão no topo da lista com mais de US$ 25 milhões exigidos, seguidos por Mônaco, com US$ 22,2 milhões, com a Suíça em terceiro, US$ 16,6 milhões.

– Jovens que não Estudam e não Trabalham!

Um número alarmante: cresce no Brasil os “nini”, termo espanhol que se referem a jovens que não querem nem estudar e nem trabalhar.

Extraído há 4 anos (mas atual), em: http://www.istoe.com.br/reportagens/256093_NEM+ESTUDAM+NEM+TRABALHAM

NEM ESTUDAM, NEM TRABALHAM

Apesar do crescimento econômico do País, aumentou na última década o número de brasileiros entre 18 e 25 anos sem escola e sem emprego. Eles são 20% dos jovens

Por Rachel Costa

Fora do mercado formal, o trabalho da jovem Miessa Pagliato, 25 anos, é correr atrás do filho Arthur, de 3 anos. Desde que engravidou, trocou o emprego de assistente administrativa pela família. Planejava, para 2013, pôr Arthur na escola e voltar a trabalhar, mas uma nova gravidez a fez encarar mais um período em casa. O futuro que lhe espera, ela sabe, não será dos mais fáceis. “Já não sou mais tão nova, estou defasada para o mercado de trabalho e não tenho uma boa formação”, resume a jovem, que engrossa a lista dos “nem-nens”, tradução para o português do termo espanhol “nini”, uma corruptela de “ni estudian, ni trabajan”. O termo tornou-se popular em uma Espanha arrasada pela crise e onde os jovens têm encontrado muita dificuldade para conseguir trabalho. Aqui, de acordo com o último censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), os “nem-nens” já são um a cada cinco jovens entre 18 e 25 anos, uma massa de 5,3 milhões de pessoas. Em 2000, no censo anterior, eram 4,8 milhões de “nem-nens”, que representavam 18,2% da população. O que impressiona é que nem a redução do desemprego nem a ampliação das vagas de formação técnica e superior foram capazes de reverter o número.

“Ficamos surpresos, esperávamos encontrar menos jovens nessa situação”, diz Adalberto Cardoso, coordenador do projeto Juventudes, Desigualdades e o Futuro do Rio de Janeiro, responsável pelo cruzamento dos dados do Censo. A grande questão é entender por que brasileiros têm seguido por esse caminho. Para uma parcela significativa, a resposta é a mesma de Miessa: a maternidade. Cerca de um terço dos “nem-nens” são jovens mães. “Essa era uma trajetória comum no passado, mas, como se vê, ainda tem sobrevivido”, considera Mario Rodarte, da Faculdade de Administração e Ciências Econômicas da Universidade Federal de Minas Gerais. Outro grande grupo, acredita Rodarte, seria formado por uma juventude descontente, que não se sente seduzida pela transição entre educação e trabalho, que normalmente ocorre nessa idade. Nessa ciranda, que envolve ensino de má qualidade e postos de trabalho pouco atrativos, os mais prejudicados são os mais carentes – 70% dos “nem-nens” fazem parte dos 40% mais pobres da população. “Também não podemos esquecer que uma parte pode estar envolvida com a criminalidade, muito associada a homens nessa faixa etária”, avalia André Portela, da Escola de Economia da Fundação Getúlio Vargas.

Mas isso não significa que classes sociais altas também não produzam seus “nem-nens”. Em um bairro de classe média da zona oeste de São Paulo, o jovem Daniel Jachimowicz, de 19 anos, largou os estudos em um colégio particular sem nem completar o primeiro ano do ensino médio. “Tomei ‘pau’ duas vezes e desisti”, resume. Neste ano, experimentou trabalhar em um rodízio de comida japonesa, mas achou que era muito esforço para pouco salário. “Durei um mês. Não me sobrava tempo livre”, queixa-se. Decidiu então continuar em casa, acordando tarde e gastando os dias entre computador, videogame, ensaios da banda e rodas de cerveja com os amigos. Para o futuro, planeja um curso de gastronomia, mas primeiro ainda precisa de um diploma do ensino médio.

Em casos como o de Jachimowicz, a geração “nini” brasileira se aproxima mais da europeia. Lá, antes da crise, o conforto provocado pelo crescimento econômico na década passada e o bem-estar social já faziam os jovens enxergarem a casa como uma opção. “Não queria ir para a universidade ainda, porque não tinha certeza do curso a fazer”, diz Thaís Romano, 18 anos. Ela vai prestar vestibular, mas decidiu não priorizar os estudos em seu ano sabático, que dedicou à academia e ao violão. “Vou tentar na raça”, conta. “Meus irmãos mais velhos são os que mais me xingam. Eles me mandam arrumar alguma coisa para fazer.”

Nesses casos em que a família tem mais recursos é mais fácil para os “nem-nens” se reinserirem no mercado. Com menor ou maior intensidade, porém, há sempre perda. “Quanto mais o jovem retarda o início de sua vida profissional e não se qualifica, mais a concorrência se acirra, porque vai haver mais gente com mais experiência disputando vagas”, afirma Eduardo de Oliveira, do Centro de Integração Escola Empresa. É essa experiência que vive hoje Mariana Ferreira Gugê, 20 anos. Filha de pai vendedor e mãe administradora, ela resolveu sair da escola em 2010, sem completar o primeiro ano do ensino médio. Agora, resolveu buscar emprego. Descobriu, porém, que embora haja muitas vagas de trabalho, seu currículo é fraco por causa da formação acadêmica deficiente e da falta de experiência. “Hoje eu me arrependo. No começo foi tudo uma festa, mas depois eu fui ficando cansada de ficar em casa e quis trabalhar”, diz ela, que planeja fazer supletivo em 2013.

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Imagem extraída de: http://caldeiraodhistorias.blogspot.com/2011/07/o-homem-preguicoso.html?m=1 (O homem preguiçoso, de Caldeirão de Histórias)

– VAR: quando não usa, erra. Quando usa, erra também!

O VAR é uma ótima ferramenta criada para ajudar o árbitro de futebol. Inicialmente, seria apenas um acessório para o árbitro (assim como o rádio-comunicador é, as bandeiras eletrônicas são ou o relógio com sensor para se conectar com a bola com chip é). 

No mundo, a experiência tem dado certo. Um ou outro país teve problemas na adaptação ao uso, mas, enfim, vingou a ideia e seu uso é incontestável.

No Brasil, vivemos com um projeto amador, com pessoas questionadas que comandam o futebol e que há décadas militam na arbitragem – sempre criticadas quanto a competência. 

A falta do VAR prejudica o espetáculo, pois os árbitros têm muitas deficiências. Vide as queixas (com razão) do Guarani contra o Vila Nova, onde o sistema ficou inoperante e o Bugre foi prejudicado por erros.

O uso do VAR tem prejudicado também, pois os árbitros de vídeo são igualmente deficientes. Vide as queixas de Chapecoense x Flamengo (ou de Vasco x Botafogo, ou de Santos x Palmeiras, ou de Bahia x São Paulo, ou de, de, e de… inúmeros outros jogos).

A verdade é: o VAR, que era para ser mais um assistente, ganhou demasiada importância. Antes, recebia a taxa de um bandeira. Hoje, quase a de um árbitro. E isso tem sido maxi-dimensionado na América do Sul; veja Julio Bascunãn, que será o VAR da final da Libertadores da América: virou estrela, receberá (pasmem) US$ 16 mil dólares! (Amanhã falaremos das escalas para as finais e das taxas da Libertadores e Sulamericana).

Em tempo: um árbitro do Brasileirão da Série A recebe R$ 3.780,00 e seu VAR R$ 2.100,00; se forem do quadro da FIFA, recebem R$ 5,75 mil e R$ 3,15 mil, respectivamente.

Já falamos sobre o excesso de pessoas trabalhando no VAR (3 na Inglaterra, e em alguns jogos brasileiros, 9 pessoas). Aqui: https://professorrafaelporcari.com/2019/09/09/o-que-acontece-com-o-var-no-brasil/

Também abordamos que não adianta ter competência tecnológica sem a habilidade humana, em: https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2019/05/26/e-o-var-jose/

Citamos como a CBF avalia os árbitros, com um nababesco sistema chamado RADAR, onde ela teve a cara-de-pau em oferecê-lo para a FIFA! Em: https://professorrafaelporcari.com/2021/10/18/o-radar-da-cbf-e-uma-falacia/

Por fim, recordamos que desde 2015 a CBF prometeu o VAR (sabendo que não ía conseguir operá-lo), postergando-o para anos seguintes, sem se preparar adequadamente. Aqui: https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2017/02/18/comprovada-a-mentira-do-var-que-ha-1-ano-a-cbf-disseminou/

Diante de tudo isso, fica a nova indignação com a indagação: está valendo a pena? Se não está, o que mudar? Opte:

  1. Os árbitros de campo?
  2. Os árbitros de vídeo?
  3. Os escaladores de árbitros?
  4. Os desenvolvedores de novos talentos dos árbitros?
  5. O chefe do VAR?
  6. O sistema VAR em si?
  7. Todas as anteriores?
  8. Uma outra ideia?

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Imagem extraída de: https://br.mundopsicologos.com/artigos/a-relacao-entre-amor-e-odio-duas-faces-de-uma-mesma-moeda

– Saneamento Básico? Esqueça…

Puxa, leio numa edição antiga de Veja (25/05/2011, O Brasil na Fossa, por Marcelo Sperandio), como algumas capitais do Norte e do Nordeste tratam o esgoto. Assustador! Será que os números mudaram muito?

Veja o percentual de residências atendidas por rede de esgoto e saneamento básico em geral:

Rio Branco – AC : 19%

Teresina – PI : 15%

Manaus – AM : 11%

Macapá – AP : 7%

Belém – PA : 6%

Porto Velho – RO : 2%

Incrível, não? É que esgoto não dá voto para os políticos…

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Imagem-arte extraída de: https://cfa.org.br/saneamento-basico-em-foco/

– O instável Brasil.

Dizem que essa frase é do ex-Ministro Pedro Malan. Não sei se é, mas é interessante. Leia:

“O Brasil é o único lugar onde não se tem certeza nem do passado”.

E não é verdade? Todo dia acontecem coisas novas por aqui e o ambiente instável é constante. É uma aventura viver e trabalhar em nosso país.

O futuro já aconteceu. E o livre-arbítrio não existe | Super

Foto-arte extraída de: https://super.abril.com.br/especiais/o-futuro-ja-aconteceu-e-o-livre-arbitrio-nao-existe/

– O Zé Suave.

por José Horta Manzano – Às vezes aparecem na mídia notícias que não contam tudo, deixando em branco parte da história. Todos os jornais informaram que um …

(Continua no link abaixo:

O Zé suave)

– Novo aumento dos combustíveis? De novo?

Insuportavelmente, vem aí um novo aumento do Diesel e da Gasolina. Até “quando” e “quanto”?

No segundo mandato do Governo FHC, tivemos uma disparada nos preços dos combustíveis. Era para não quebrar a Petrobras.

No segundo mandato do Governo Lula, os preços aumentavam. Era para financiar a exploração do Pré-sal.

No governo Dilma, os aumentos foram constantes, por vários motivos. Idem ao Temer, e agora, ib idem ao Bolsonaro.

A Gasolina está cara, o pré-sal (que produz gasolina de péssima qualidade a um alto custo de exploração) não ajudou em nada e a Petrobras quebrou com a corrupção. O atual governo pensa nela comercialmente, não a subsidiando para ajudar o povo.

Portanto, lembremo-nos: TODOS têm culpa nesses preços absurdos que vemos… lógico, encarecendo o frete e demais produtos.

E a inflação…

– Volvo XC60 no Brasil e nos EUA: que coisa…

– O caso Zara e o suposto Racismo: como pode?

Estamos no século XXI. O homem explora o Universo, desenvolve máquinas que têm inteligência artificial, cria ambientes virtuais e metaversos, mas… ainda julga pessoas por conta da cor da pele?

De nada adianta a Evolução Tecnológica se há regressão de dignidade. A história da Zara no Ceará, que viralizou no Brasil, é um desses exemplos não críveis nos dias de hoje, tamanho o absurdo (caso seja comprovado).

O andamento dessa triste história, extraído de: https://www.bbc.com/portuguese/brasil-59005086

– Super MEI Sebrae, em seus Primeiros Passos: abrindo seu negócio!

Ensinar é muito bom…

Hoje, estive pelo Sebrae + IBS Américas no Fundo Social de Solidariedade de Itatiba / SP, com uma turma de Capacitação de Costureiras, que desejam montar seu próprio negócio. Falamos dos “Primeiros Passos” para a montagem de um empreendimento.

É o empreendedorismo que ajudará o Brasil a sair da crise. E boa sorte às mulheres tão valorosas que conheci hoje.

– Brasil aumentou a importação de Gasolina em quase 1000%.

Será que faltará combustíveis em breve?

Os alertas já foram dados pelo mercado e até pelo Governo sobre a possibilidade. E um dado interessante: o aumento da importação (em quase, impressione-se, 1000% de Gasolina).

Abaixo, extraído de: https://www.istoedinheiro.com.br/petrobras-importacao-de-gasolina-subiu-950-no-3o-trimestre-do-diesel-5481/

PETROBRÁS: IMPORTAÇÃO DE GASOLINA AUMENTA 950% NO 3º TRIMESTRE. DIESEL, 548,1%

A importação da Petrobras de gasolina e óleo diesel estourou no segundo trimestre deste ano. A da gasolina disparou 950% em relação a igual período do ano passado, e a do diesel, 548,1%. A explicação está no crescimento do mercado doméstico, diz a Petrobras. O crescimento das importações está no centro do embate da Petrobras com distribuidoras.

No início deste mês, a petrolífera estatal avisou às suas clientes que não vai fornecer uma parcela dos pedidos para novembro. Para fazer frente à toda demanda nos postos, as distribuidoras vão ter que importar por conta própria. Algumas delas não gostaram da notícia e foram reclamar à Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).

Esse aumento de importação aconteceu ao mesmo tempo em que a Petrobras ampliou a produção nas suas refinarias. O fator de utilização da capacidade, no terceiro trimestre ficou em 85%, mesmo porcentual de igual período de 2020 e 10 pontos porcentuais acima do trimestre anterior.

Em outubro, o fator de utilização já chegou em 90%. Com esse crescimento expressivo da importação de gasolina e diesel, a exportação líquida da empresa caiu 49,7% na comparação com o terceiro trimestre de 2020. As exportações totais foram de 813 mil barris por dia (queda de 17,3%) e as importações, de 415 mil bpd (alta de 116%). A maior parcela importada foi de diesel (175 mil bpd) e a exportada foi de petróleo (604 mil bpd).

– Cristo Redentor, 90 anos!

Um dos pontos turísticos mais importantes do Rio de Janeiro, o Cristo Redentor, completa hoje 90 anos!
Uma nota em:

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– O próximo presidente será o chefe eleito por uma minoria.

Nenhum presidente da República é eleito pela maioria dos brasileiros. Ele é eleito pela maior parte dos votos dos brasileiros, o que é muito diferente: ou seja, não significa que mais da metade dos eleitores escolheu alguém, mas que a maior parcela do todo (o que pode fazer, sabemos disso, que um presidente eleito tenha menos votos do que os dos outros candidatos somados, juntamente com brancos / nulos).

Em 2022, tudo leva a crer, acontecerá isso novamente. Repare: na pesquisa eleitoral divulgada hoje da Quest/Genial (eu me preocupo muito com os órgãos e metodologias), Lula e Bolsonaro polarizam novamente. Mas o grande “candidato oculto” é o “nem-nem” (mais de 30%), termo que se refere ao eleitor que não quer nenhum dos dois. E como não há um nome forte para a 3a via, esses votos se dispersam e acabam não incomodando (por enquanto) os dois que estão à frente.

Penso: por falta de nome honesto, de credibilidade e com competência, teremos o próximo presidente com menor número de votos percentuais (se comparados ao todo, não só aos válidos) da história.

– 1 em cada 10 graduados recebem salário mínimo!

Que número assustador e desanimador: 11% das pessoas que fazem faculdade recebem pouco mais de R$ 1.000,00!

Compartilho, extraído de: https://economia.uol.com.br/noticias/estadao-conteudo/2019/10/13/11-dos-trabalhadores-que-cursaram-faculdade-ganham-ate-1-salario-minimo.htm

11% DOS TRABALHADORES QUE CURSARAM FACULDADE GANHAM ATÉ 1 SM

Faz tempo que o diploma universitário não garante um salário mais alto no futuro. Desde a recessão, que tirou milhões de brasileiros de seus empregos e corroeu a renda das famílias, porém, só aumenta o número de trabalhadores que cursaram faculdade, mas tiveram de aceitar funções que pagavam, no máximo, um salário mínimo.

Dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, do IBGE, colhidos pela consultoria IDados, apontam que 11% dos trabalhadores formais e informais que cursaram faculdade ganhavam até um salário mínimo (R$ 998) no segundo trimestre. É o maior patamar desde que a pesquisa começou, em 2012.

Entre abril e junho deste ano, eram 2,77 milhões de brasileiros nessa situação. É mais do que a população de Salvador e 1,07 milhão a mais de pessoas do que cinco anos antes, quando o País ainda não tinha entrado em recessão. Enquanto a crise foi se espalhando pelo mercado de trabalho, fechando vagas, aumentando a informalidade e reduzindo o rendimento das famílias, o número de graduados trabalhando por até um salário mínimo foi aumentando.

A assistente comunitária Valdelice Lima Nery, de 44 anos, faz parte desse porcentual de profissionais. Formada em administração de empresas, em 2010, ela hoje trabalha por cerca de um salário, em um posto de saúde na zona oeste do Rio de Janeiro. “Mesmo empregada, fiz dois anos de cursinhos preparatórios para concursos, mas a quantidade de seleções caiu e não consegui trocar de emprego. Queria tentar uma vaga com salário maior, mas tudo foi ficando difícil, pela piora da situação do País”, conta.

Ela, que presta atendimento a mais de mil famílias na região, diz que a preocupação agora é manter o emprego. “Mesmo com um número de assistentes abaixo do necessário na cidade, o contrato só vai até o fim do ano, e a Prefeitura ameaça não renovar o serviço.” Apesar de pouco, por dois anos, esse salário foi a única renda da família.

Precarização

“A verdade é que o trabalhador está em uma situação complicada”, avalia o economista Bruno Ottoni, da IDados. “O mercado não está gerando tantos postos e os que surgem são de baixa remuneração. Ele vê o que está disponível e, muitas vezes, acaba aceitando uma ocupação que paga bem menos do que gostaria.”

Para o economista, a situação atual do mercado de trabalho, com desocupação ainda elevada (de 12,6% em agosto) e poucas oportunidades com melhor remuneração, é o pior dos mundos para muitos ex-universitários. “Alguns deles tiveram finalmente a chance de entrar na faculdade nos anos anteriores à recessão, mas se depararam com um mercado que não consegue absorvê-los.”

Um efeito colateral preocupante da falta de boas oportunidades de emprego para quem tem mais anos de formação seria desestimular as pessoas a seguirem estudando, diz Clemente Ganz Lúcio, diretor técnico do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese).

“Isso é ruim, principalmente para as famílias mais pobres, que investiram com sacrifício em formação superior, com a expectativa de ascender socialmente. Se o trabalhador sente que não precisava ter estudado tanto, pode cair em uma frustração difícil de superar”, diz.

Informalidade

A busca dos trabalhadores mais qualificados por vagas com remuneração melhor deve ser longa, na avaliação de economistas ouvidos pelo Estado. O mercado de trabalho tem se recuperado em um ritmo mais lento do que se antecipava no início do ano e tem se ancorado, sobretudo, no avanço do trabalho informal – que é recorde.

O avanço da informalidade ajuda a explicar o aumento do número de graduados em universidades que ganham um salário mínimo ou menos. A última Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua mostra que em um ano, até agosto, foram criados 1,4 milhão de postos sem carteira assinada ou CNPJ (que inclui profissionais liberais e microempreendedores, por exemplo) e apenas 403 mil vagas de carteira assinada.

Um outro levantamento da consultoria IDados, feito a partir dos números da Pnad Contínua, aponta que um terço dos trabalhadores informais ganhava menos de R$ 5 por hora. Desde o início da recessão, há quatro anos, esse porcentual não fica abaixo dos 30%.

“Se a maioria dos novos postos de trabalho é precária, isso gera uma dinâmica negativa no mercado de trabalho”, avalia Ganz Lúcio, do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese). “Isso precisa ser objeto de preocupação do poder público. O Brasil não pode se acostumar a ser um País de informais ou uma economia com trabalhadores de baixa remuneração.” As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Brian Snyder/Reuters

Imagem: Brian Snyder/Reuters

– Precisamos de um diplomata!

Osvaldo Aranha foi um grande diplomata brasileiro, que discursou como grande conciliador na 1a Assembleia Geral da ONU. Por tal motivo, o discurso do(a) chefe de estado brasileiro é sempre o primeiro a ser feito em toda reunião anual.

Hábil negociador, era admirado por todos. Hoje, os políticos que mais são representativos do Brasil no Exterior são Lula e Bolsonaro – o primeiro, por ser a esperança povo; mas, como lobo em pele de cordeiro, enganou a todos com o Mensalão, Petrolão e outros problemas. O segundo, com um discurso populista radical, foi incapaz de unir a nação e não soube trabalhar a questão da pandemia.

Não surgirá um nome honesto, competente e de credibilidade nesse país? Quem seria um bom Osvaldo Aranha?

– E o grupo Soma absorveu de vez a Hering!

Em Abril, formou-se um mega grupo têxtil a partir da fusão da ousada Soma e da tradicional Hering. Agora, finalmente, a operação se concretizou, formando uma empresa de mais de 5 bilhões de reais!

Abaixo, extraído de: https://epocanegocios.globo.com/Empresa/noticia/2021/09/epoca-negocios-hering-e-soma-anunciam-fusao-e-criam-uma-das-maiores-do-varejo-de-moda-do-pais.html

HERING E SOMA ANUNCIAM FUSÃO

A Cia Hering e a Soma anunciaram o fechamento da operação envolvendo as duas empresas, no qual aqueles que eram titulares de ações da Hering no fechamento do pregão da B3 da última sexta-feira, 17, se tornarão titulares de ações da Soma. A iniciativa cria uma das maiores empresas do varejo de moda do Brasil.

Com isso, a partir do pregão da B3 da próxima segunda-feira, 20, as ações da Hering não serão mais negociadas. Em comunicado enviado ao mercado ontem à noite, a Soma ressaltou que está tomando todas as providências necessárias para realizar o pagamento da parcela em dinheiro aos acionistas da Hering e avisará, oportunamente, a data em que será efetivado o pagamento.

Em abril, as empresas anunciaram uma fusão num acordo no valor total de R$ 5,1 bilhões, sendo 30% do pagamento em dinheiro pela Soma e 70% via troca de ações.A união entre as empresas junta o portfólio de Hering, Hering Kids, Dzarm, Animale, Farm, Fábula, A.Brand, Foxton, Cris Barros, Off Premium, Maria Filó e NV.

Escritório da Farm, marca da Soma, no Rio (Foto: Divulgação)

– Será que Deus está contente com nossos políticos?

Dias atrás, falamos sobre “ser cristão” e “viver o Cristianismo”. Um Católico de verdade, por exemplo, não pode defender a violência, mas sempre buscar a concórdia e a paz – usando a mansidão de Jesus Cristo.

O texto está aqui: https://professorrafaelporcari.com/2021/08/31/defenda-sempre-a-paz-e-nao-exalte-os-violentos/

O Segundo Mandamento dos famosos “10 da Lei de Deus” é “Não tomar seu nome em vão”.

No Novo Testamento, vemos o anúncio da Boa Nova e o lembrete do Salvador de que “virão falsos Messias em seu nome”, confundindo as pessoas.

Enfim: muita gente usa o nome de Deus para se promover, ou até mesmo como “Capital Político”. Aproximam-se de padres e pastores, única e exclusivamente para buscar voto.

Digo isso pois o presidente Bolsonaro disse hoje:

“Quem me colocou aqui foi Deus e somente ele me tira daqui”.

Bolsonaro foi eleito como Lula foi um dia (ou como FHC, ou Collor ou ainda Dilma): pelo voto popular. Deus dá livre arbítrio para o seu povo escolher os líderes. Ele não é Teocrático, Ele é um Deus de liberdade. E nesse discurso demagogo (que tanto Esquerda quanto Direita já usaram, lembrando da atéia Manuela D’Ávila na Missa ou do ateu Fernando Henrique em Aparecida), todos estamos cansados.

O próprio povo de Deus, um dia, elegeu um BEZERRO de OURO. Chega de políticos ludibriar o eleitor com a religião.

– Estão loucos, Ministro Queiroga e Presidente Bolsonaro? Sobre a vacina dos adolescentes:

O Ministro da Saúde Dr Marcelo Queiroga mandou suspender a vacinação entre 12 e 17 anos com a dose da Pfizer, por alegar que os riscos à saúde são grandes.

Ora, a vacina é autorizada nos EUA, no Canadá, nas nações europeias desenvolvidas e em qualquer país onde a Ciência está acima da Politicagem! Por que aqui no Brasil tem que ser diferente? Inacreditável…

Quem tomou a 1a dose, não tomará a 2a? Quem estava marcado, desmarcar-se-á? Que bagunça!

“Pior” o Presidente Bolsonaro, que fez uma live dizendo que a OMS é contra a vacinação nessa faixa etária. MENTIRA! Lembremo-nos:

1- Não era o presidente que contestava tudo que a OMS falava? Agora, a usa?

2- A OMS nunca foi contra, ao contrário, a favor: apenas disse que a vacinação a idosos era mais urgente do que aos jovens por motivos óbvios…

Em tempo: a ANVISA não proibiu a vacinação. Contraditório…

– A Ótima tirada em prol da Doação de Órgãos

Há 8 anos…

Uma tirada sensacional: o excêntrico Chiquinho Scarpa abriu uma cova na sua mansão e anunciou: “vou enterrar minha Bentley de mais de R$ 1 milhão, pois é um bem valioso que gosto muito”. E postou a foto na Internet!

Muitas pessoas criticaram, esbravejaram, reclamaram que era esbanjar dinheiro num país pobre. E não é que não passou de uma brincadeira positiva?

Chiquinho chamou a imprensa e disse: “a Bentley eu enterro, mas meus órgãos, que são mais valiosos que qualquer coisa, não”. E assim divulgou a Semana de Doação de Órgãos!

Em tempo: não enterrou a Bentley… ele é excêntrico, mas não louco!

Extraído de: http://g1.globo.com/sao-paulo/noticia/2013/09/chiquinho-scarpa-coloca-bentley-na-cova-para-lembrar-doacao-de-orgaos.html

CHIQUINHO SCARPA COLOCA BENTLEY NA COVA PARA LEMBRAR DOAÇÃO DE ÓRGÃOS

Cova foi aberta no quintal da mansão do empresário, nos Jardins, em SP.
Campanha diz que órgãos são mais valiosos que Bentley de R$ 1 milhão.

O empresário Chiquinho Scarpa anunciou nesta sexta-feira (20) que a promessa de enterrar seu Bentley Continental se tratava de uma estratégia para divulgar a doação de órgãos. O enterro do carro de luxo estava prometido desde segunda-feira (16) pelo conde através do seu perfil no Facebook.

Nesta manhã, Scarpa colocou o carro dentro da cova aberta no jardim da mansão e anunciou o lançamento da Semana Nacional de Doação de Órgãos, de 23 a 29 de setembro. A campanha tem como slogan: “Absurdo é enterrar algo muito mais valioso do que um Bentley: seus órgãos”.

“Eu fui julgado por querer enterrar uma Bentley, mas a verdade é que a grande maioria das pessoas enterra coisas muito mais valiosas que meu carro. Elas enterram corações, rins, fígados, pulmões, olhos. Isso sim que é um absurdo. Com tanta gente esperando por um transplante, você ser enterrado com seus órgãos saudáveis que poderiam salvar a vida de várias pessoas, é o mais desperdício do mundo. O meu Bentley não vale nada perto disso. Nenhuma riqueza, por maior que seja, é mais valiosa que um único órgão, porque nada é mais valioso do que uma vida”, anunciou Scarpa.

Coroas de flores foram colocadas em volta da “sepultura”. Pouco depois das 11h, Chiquinho Scarpa saiu da casa, foi até o quintal e assistiu a colocação do Bentley dentro da cova – ele chegou a limpar os olhos com um lenço. Antes que a primeira pá de terra fosse lançada, convidou os jornalistas para dentro da mansão, onde anunciou a campanha pela doação de órgãos e informou que seu carro não seria enterrado.

“Eu não sou louco: eu não vou enterrar minha Bentley. Eu fiz tudo isso para conscientizar as pessoas de um problema grave, que é a doação de órgãos no Brasil”, disse o conde.

“A Semana Nacional de Doação de Órgãos é a oportunidade para que cada brasileiro manifeste sua vontade para sua família, o seu desejo de ser doador e essa foi uma maneira peculiar com que o Chiquinho se manifestou como doador de órgãos”, disse o médico José Osmar Medina Pestana, presidente da associação Brasileira de Transplantes de Órgãos (ABTO).

De acordo com ele, para ser doador basta a pessoa comunicar seu interesse para a família. O Brasil é o segundo país do mundo no número de transplantes, só perde para os Estados Unidos.

A novela sobre o enterro do carro começou na segunda (16), quando a intenção foi anunciada como inspirada nos faraós do Egito. Um Bentley novo – atualmente, a versão comercializada é a Flying Spur – custa entre R$ 925 mil e R$ 1,075 milhão.

Na segunda, Scarpa postou uma foto ao lado do veículo, com uma ave de estimação na mão. Na legenda, o anúncio: “Decidi fazer como os faraós: essa semana vou enterrar meu carro favorito, o Bentley, aqui no jardim de casa!! Enterrar meu tesouro no meu palácio rssss”.

Na terça-feira (17), ele mostrou a primeira imagem do buraco. No dia seguinte, Scarpa apareceu manobrando uma escavadeira no próprio quintal. “Como não deu para terminar o buraco no braço, chamei uma escavadeira!!!”, escreveu como legenda para a postagem no Facebook.

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Imagem extraída da Web, autoria desconhecida.