– O país da corrupção…

Entra Governo, sai Governo, e o Brasil continua estando longe de ser um país transparente…

Olhe só no índice de corrupção do gráfico abaixo, como está nossa reputação (referência na imagem):

– Morreu Olavo de Carvalho.

Dias atrás, a família de Olavo de Carvalho divulgou que ele foi internado com COVID. Há pouco, em sua Rede Social, divulgou-se que ele faleceu.

Um cara extremamente polêmico. Foi muçulmano, bruxo, esotérico e recentemente declarou-se católico. Afirmou que não era terraplanista mas não estava convencido de que era redonda. Bolsonarista doente, quase foi o Ministro da Educação segundo ele próprio – depois andou fazendo críticas ao presidente por não o ajudar contra os processos que ele respondia.

Um cara estúpido que atacava quem pensava o contrário dele. E sobre sua morte, em: https://g1.globo.com/google/amp/politica/noticia/2022/01/25/morre-olavo-de-carvalho.ghtml

– O Analfabetismo Funcional acaba com o Brasil, especialmente nas Redes Sociais!

Já perceberam o número de pessoas que fazem críticas ou elogios nas Redes Sociais, completamente desenganadas sobre o que leram, ou o que não leram?

Vejam só: a pessoa vê um título no Twitter, Facebook ou imagem no Instagram, e começa a escrever muita coisa sobre ele sem ler o corpo do texto. Ou ainda lê parte apenas e não termina. Ou lê e não entende nada!

Sobre esses casos de Analfabetismo Funcional (e quem tem, muitas vezes não se envergonha de mostrar com seus escritos mal redigidos),

extraído de: https://brasilescola.uol.com.br/gramatica/analfabetismo-funcional.htm

ANALFABETISMO FUNCIONAL

Você sabe o que é analfabetismo funcional?

São chamados de analfabetos funcionais os indivíduos que, embora saibam reconhecer letras e números, são incapazes de compreender textos simples, bem como realizar operações matemáticas mais elaboradas. No Brasil, conforme pesquisa feita pelo Instituto Pró-Livro, 50% dos entrevistados declararam não ler livros por não conseguirem compreender seu conteúdo, embora sejam tecnicamente alfabetizados. Outra pesquisa, realizada pelo Instituto Paulo Montenegro e pela Ação Educativa, revelou dados da oitava edição do Indicador de Analfabetismo Funcional, o Inaf, cujos resultados são alarmantes.

De acordo com o Inaf, a alfabetização pode ser classificada em quatro níveis: analfabetos, alfabetizados em nível rudimentar (ambos considerados analfabetos funcionais), alfabetizados em nível básico e alfabetizados em nível pleno (esses dois últimos considerados indivíduos alfabetizados funcionalmente). Conforme a pesquisa, que aplica um teste avaliando as habilidades de leitura, escrita e Matemática, o domínio pleno da leitura vem sofrendo queda entre todos os entrevistados, tendo eles concluído o Ensino Fundamental ou o Ensino Superior. Os dados mostram que o problema do analfabetismo funcional deve ser levado a sério, pois a dificuldade de compreensão dos gêneros textuais, mesmos os mais simples e mais acessados no cotidiano, prejudica o desenvolvimento intelectual, pessoal e profissional do indivíduo.

Embora o número de analfabetos tenha diminuído no Brasil nos últimos quinze anos, o analfabetismo funcional ainda é um fantasma que atinge até mesmo estudantes que frequentam o ensino superior, desfazendo o mito de que ele estaria intrinsecamente relacionado à baixa escolaridade. As pesquisas desenvolvidas sobre o índice de analfabetismo funcional no país são de extrema importância, já que promovem o debate entre diversos grupos sociais responsáveis por desenvolver um novo parâmetro educacional a partir da discussão das causas e efeitos do Inaf.

Desenvolver métodos que priorizem o letramento é fundamental para que o analfabetismo funcional seja superado, e para isso é inquestionável a importância do trabalho conjunto entre pais e professores. Engana-se quem acredita que cabe somente à escola o papel de alfabetizar e letrar, visto que o letramento é uma prática presente em diversas situações do cotidiano, envolvendo não apenas a leitura tecnicista de textos, mas também o desenvolvimento da criticidade e capacidade de elaborar opiniões próprias diante dos conteúdos acessados. A aprendizagem deve ser universalizada, propiciando assim que todos os leitores atinjam o nível pleno da alfabetização funcional.

Por Luana Castro
Graduada em Letras

O letramento é uma das soluções para a erradicação do analfabetismo funcional, pois extrapola a visão tecnicista de alfabetização

Imagem extraída de: https://www.calstate.edu/impact-of-the-csu/teacher-education/educator-quality-center/featured-news/Pages/Teachers–Your-Feedback-Matters.aspx

– As postagens das Redes Sociais lhe transformam em um agitador de maneira pejorativa?

Esse texto foi escrito há 4 anos, mas é muito atual: as coisas que você publica ou lê nas mídias transformam você (ou você transforma os outros) em radicais, fanáticos ou alienados bitolados?
Compartilho:

José Roberto de Toledo escreveu um interessante artigo no Estadão sobre como boatos se tornam verdades nas Redes Sociais e fomentar radicalmente a intolerância de quem pensa diferente. Mais: como Facebook, Twitter e outras mídias podem ser um perigo para a sociedade!

Extraído de: http://politica.estadao.com.br/noticias/geral,o-black-bloc-em-voce,10000006709

O BLACK BLOC EM VOCÊ

Quanto mais homogêneo o grupo, mais a falsa informação se propaga, como epidemia

Aumento de tarifa, protestos, bombas, bagunça. 2016 revive 2013. Esperar resultados diferentes de ações recorrentemente iguais e infrutíferas não define insanidade. Tampouco denota perseverança. É burrice mesmo. A falta de inteligência vem da incapacidade de a sociedade aprender com os próprios erros. Se é difícil identificar onde a espiral de equívocos começa, torna-se previsível o seu desfecho: recessão e desemprego.

A culpa é da tropa de choque, que reprime protestos com violência desmesurada? Ou culpados são os black blocs mascarados que depredam o transporte público que supostamente defendem? Mas quem começou tudo não foram os movimentos pelo passe livre nas catracas, que marcaram as manifestações? Ou seriam os prefeitos que elevaram o preço da passagem de ônibus em 30 ou 40 centavos?

Pode-se continuar regredindo nas perguntas sobre de quem é o engano original até chegarmos à política econômica que desandou em inflação e precipitou reajustes de tarifas públicas. Mas por que parar aí? Será que seus autores teriam sido eleitos sem a ajuda de quem, quando estava no poder, insistiu em uma política que, após início promissor, deu em desemprego e recessão?

E, assim, recomeçamos tudo de novo, rumo ao indefectível final.

Enquanto o círculo vicioso da economia gira, o pêndulo da política oscila de igualitários a libertários, de socialistas a liberais – até virar bate-boca no qual o único argumento é chamar o rival de petralha ou coxinha. Quando muito, cada lado pinça estatísticas que só servem aos seus interesses e – como as melhores lingeries – revelam tudo, menos o que importa.

Variações dessa metáfora são frequentemente atribuídas ao falecido ministro Roberto Campos. Mas, assim como não foi Albert Einstein quem perpetrou a falsa definição de loucura (“fazer sempre a mesma coisa esperando resultados diferentes”), tampouco Bob Fields foi o pioneiro na comparação. Seu autor foi o norte-americano Aaron Levenstein: “Statistics are like bikinis. What they reveal is suggestive, but what they conceal is vital”.

Do mesmo modo que citações equivocadas são copiadas e coladas internet afora, perpetuando mitos, o facciosismo político-partidário desbunda sempre em um frenesi acusatório no qual os acusadores dos dois lados não raramente projetam no rival seus próprios defeitos. Invariavelmente, ambos têm razão.

Nesse ponto, este texto normalmente enveredaria sobre como a política, quando deixa de ser a solução, vira o problema – e como, sem reformá-la, o País condena-se a repetir seu passado meia cura, nunca maturando todo seu potencial. Desta vez, não. Em vez de entrar no mesmo beco sem saída onde políticos profissionais legislam sempre em causa própria, talvez valha a pena olhar para a esplanada de erros de quem os elege. Ou ao menos um deles: a maneira como reforçamos nossos preconceitos.

A informação incorreta se tornou tão difundida nas mídias sociais digitais que o Fórum Econômico Mundial a considera uma das principais ameaças à sociedade humana. No mais recente artigo sobre o tema, publicado na prestigiosa revista da Academia de Ciências dos EUA, pesquisadores italianos e norte-americanos detalham como as balelas se espalham online.

Usuários do Facebook em geral tendem a escolher e compartilhar uma narrativa – a que reforça suas crenças – e ignorar todas as demais. A repetição desse hábito tende a formar agrupamentos socialmente homogêneos e polarizados que funcionam como câmaras de ressonância dos boatos. Quanto mais homogêneo o grupo, menor a resistência, e mais a falsa informação se propaga – como epidemia. Resultado: desconfiança entre diferentes e paranoia.

Cuidado com o que você compartilha. Há um black bloc em cada um, pronto a tocar fogo no circo. Ele se alimenta da segregação. Misture-se.

Black Blocs: os grupos que usam a violência para protestar | Exame

Foto, Crédito: Ben Schumin/Wikimedia/

– Brumadinho: ninguém punido 3 anos depois?

Estou assistindo o “Fantástico” e me assustei: após três anos da tragédia do rompimento da barragem de Brumadinho, ninguém foi preso (mesmo com centenas de mortos).

A Vale indenizou os familiares dos mortos com 700 mil reais! É esse o valor de uma vida?

Revoltante!

Imagem extraída de: https://www.redebrasilatual.com.br/ambiente/2021/10/brumadinho-vitimas-exigem-retorno-do-processo-da-vale-a-justica-de-mg/

– Os aumentos dos combustíveis independem de ideologia.

A Petrobrás reajustou o preço dos combustíveis em 8% ontem. Um convite para andar a pé ou não sair de casa.

Entra Governo, sai Governo, e a gente paga a conta. Seja nos roubos do Petrolão com Lula, na política de sucateamento de Dilma, ou no livre mercado de Bolsonaro, é o consumidor quem sai prejudicado.

Confesso: meu orçamento está cada vez mais sacrificado pelos reajustes da Gasolina. E não se vê saída a curto prazo.

E a balela do Pré-Sal, hein? Petróleo de péssima qualidade e caríssimo para explorar.

– A Tragédia de Capitólio.

Eu confesso não conseguir dizer outra coisa, a não ser lamentar, sobre a tragédia de Capitólio / MG.

Na reportagem do link a seguir (em: https://g1.globo.com/mg/centro-oeste/noticia/2022/01/09/acidente-em-capitolio-erosao-e-infiltracao-de-agua-da-chuva-podem-ter-causado-queda-dizem-especialistas.ghtml), há a palavra de especialistas e estudiosos sobre “como evitar o desmoronamento”. Não entrarei nessa seara, pois, cá entre nós, aqui é uma fatalidade “quase que” imprevisível.

Perceberam o “quase que”?

Dá para se evitar. Mas provavelmente não é algo esperado… 

Enfim, episódio de dor e de tristeza profunda…

O que fazer em Capitólio MG

Imagem extraída de: https://www.viagenscinematograficas.com.br/2021/07/capitolio-mg-o-que-fazer.html, na matéria de Fábio Pastorello.

– Para o Palácio do Planalto, pense sobre quem tem as 6 virtudes:

Em 2018, fiz a postagem abaixo sobre quais as virtudes que um Presidente da República deveria ter. E hoje (mais do que nunca) tenho certeza de que naquele ano, ninguém preenchia essas qualidades:

ADJETIVOS PARA UM BOM PRESIDENTE:

Para ser Presidente do Brasil, um país tão necessitado de bons políticos, o candidato ideal deve ter os seguintes atributos:

  1. Capacidade / Competência de gestão,
  2. Honestidade com o dinheiro público,
  3. Sensibilidade para entender as carências da população,
  4. Determinação a fim de resistir às dificuldades,
  5. Humildade em reconhecer possíveis equívocos e corrigi-los,
  6. Disposição em abandonar sua vida pessoal e viver um sacerdócio ao país.

Está fácil achar um nome? Com o que se tem oferecido ao eleitor, o cargo ficará vago…

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Crédito: Shutterstock

– Um Brasil Melhor:

Ninguém quer violência. Precisamos, para melhor o Brasil, de Educação!

Confira na imagem:

– Cruzeiros suspensos no Brasil devido a Covid-19.

E os cruzeiros marítimos estão suspensos em nosso país, devido ao surto de Covid em alguns deles (e no mundo em geral).

Tô achando que muita coisa vai fechar nos próximos dias… E nesse ritmo (de agravamento de contágios), há de se repensar o Carnaval…

Quando essa pandemia vai acabar, meu Deus?

MSC Splendida (Divulgação).

– A neo-colonização portuguesa no futebol:

Em se confirmando Jorge Jesus como técnico do Atlético Mineiro, teremos os 3 principais clubes brasileiros na atualidade com treinadores lusos: Abel Ferreira no Palmeiras e Paulo Sousa no Flamengo.

A pergunta oportuna é: estão tão defasados os “professores brasileiros”, que os grandes clubes vão atrás dos seus profissionais em Portugal?

E convenhamos: nenhum dos 3 tem mercado na Europa em “grandão”: JJ é respeitado no Brasil e em Portugal, além do Oriente Médio; Paulo é coadjuvante por lá e Abel trabalhava no grego PAOK!

Qual o grande problema dos treinadores locais atualmente? 

Saiba finalmente o que os portugueses pensam dos brasileiros vivendo em  Portugal | Morar em Portugal

Imagem extraída de: https://moraremportugal.com/saiba-finalmente-o-que-os-portugueses-pensam-dos-brasileiros-vivendo-em-portugal/

– Diferenças entre Educação Brasileira e a Coreana

Vejo uma edição antiga da Época Negócios (set/2011, pg 134-136), onde há uma interessante matéria de Débora Fortes, a respeito da Educação na Coréia do Sul. E me chamou muito a atenção. Veja só:

– 84% dos alunos estão na faculdade.

Nota 9 é uma nota ruim. A busca é pelo 10.

– Sábado não é dia de aula. Mas é dia de ir à faculdade por conta própria para estudar.

– Não pesquisam qualquer coisa, mas sim o que dá lucro!

20% das aulas são em inglês.

Outras curiosidades, abaixo:

O SEGREDO NÃO É OLHO PUXADO. É ENSINO PUXADO

O sofisticado sistema de educação montado pela Coreia foi também um elemento imprescindível para que o país ganhasse destaque na inovação. Currículos e livros didáticos mudam rapidamente, conforme a necessidade do mercado. “Se você não tiver uma educação capaz de fazer as pessoas mudarem depressa, não terá inovação. A cada quatro ou cinco anos, há um novo plano nacional de educação na Coreia, amplamente discutido”, diz Song Won Park, professor do Departamento de Engenharia Química da Poli/USP. 

Mercado virou uma palavra fundamental dentro das faculdades. “A cooperação com as empresas é intensa. Qualquer companhia pode usar a infraestrutura e os cérebros da universidade”, diz o professor Youngil Kim, da SKKU (Universidade Sungkyunkwan). Com isso, entra mais capital privado para pesquisas. Também na lista das universidades mais importantes do país, a SKKU tem um de seus campi na cidade de Suwon, onde está o Q.G. de pesquisas da Samsung Electronics. Não foi por acaso. Na década de 60, a empresa comprou a universidade, que tinha base em Seul. Hoje, a Samsung é a dona da Fundação da SKKU, com um orçamento anual de cerca de US$ 76 milhões. Além de ter acesso aos cérebros da faculdade durante os cursos, contrata muitos deles logo que se formam. 

Por olhar para o mercado, as universidades já não perseguem qualquer tipo de inovação. Querem as lucrativas. “A corrida por patentes não é tão rápida na Coreia quanto imaginávamos. Em muitos casos, eles preferem produzir primeiro e patentear depois. O mais importante é o tempo que uma invenção leva para chegar ao mercado”, diz o professor Guilherme Vaccaro, gerente de pesquisa, desenvolvimento e inovação da Unisinos (Universidade do Vale do Rio dos Sinos), localizada em São Leopoldo, no Rio Grande do Sul. Ele esteve com outros quatro professores da Unisinos na Coreia, durante cinco meses, para estudar o modelo de educação e identificar o que o Brasil pode aproveitar. “Um divisor de águas para o Brasil seria termos um relacionamento universidade/empresa nos moldes do que existe na Coreia.” 

Durante a missão, a Unisinos assinou seis acordos de cooperação com instituições coreanas, um deles com a SKKU. A universidade também atraiu investimento privado para o país. A Unisinos vai cooperar e receber investimentos da HT Micron, uma joint venture formada entre a coreana Hana Micron e a brasileira Altus. A empresa está investindo US$ 10 milhões na construção de uma fábrica em São Leopoldo. Outros US$ 25 milhões devem ser injetados no instituto de pesquisas e desenvolvimento da Unisinos na área de semicondutores. “Se a companhia tiver sucesso, vamos investir mais”, diz Hyouk Lee, diretor do Instituto de P&D da Hana Micron. 

Com a mentalidade de gerar resultados já incorporada às universidades, a nova onda do ensino coreano é investir em currículos multidisciplinares. A fusão de disciplinas pode envolver, por exemplo, habilidades complementares como engenharia e administração. “Estamos fazendo uma grande mudança no sistema educacional. A ideia é produzir uma geração de trabalhadores mais criativa”, diz o professor Bong Joo Lee, da SNU. 

Outra mudança é a preocupação de ter cursos mais globalizados. Na SNU, 20% dos cursos de graduação estão sendo dados em inglês. Há ainda um investimento mais forte em pesquisa de base, uma etapa que a Coreia havia pulado. Antes, só se pensava em pesquisa aplicada. “Habilidades originais serão fundamentais. Não adianta ficar só copiando e aplicando”, diz Joo Lee. Neste momento, algumas das áreas promissoras são biotecnologia, ciências naturais e nanotecnologia. 

Além de dar aulas em inglês, as universidades têm importado professores. O plano é reforçar áreas que os coreanos consideram prioritárias, como o design. A professora Mary Kathryn Thompson veio do MIT para dar aulas no Kaist, em 2007. Todo aluno do primeiro ano, não importa a especialidade, tem de cursar Introdução ao Design e Comunicação. “Aqui, os estudantes têm praticamente as mesmas oportunidades dadas no MIT, incluindo pesquisas, estágios e atividades extracurriculares”, diz ela. Com os esforços feitos, a Coreia já conseguiu emplacar duas universidades no ranking das 100 melhores do mundo. A SNU e o Kaist estão no QS World University Rankings 2010-2011. Na lista, não há um único representante brasileiro.

   Reprodução

Imagem extraída de: https://epocanegocios.globo.com/Revista/Common/0,,ERT263819-16380,00.html

– Como explicar a resistência do Ministro da Saúde e do Presidente da República contra as vacinas?

O órgão formado por médicos, técnicos e especialistas em geral no Brasil é a ANVISA. É essa agência que pode dizer quais remédios devemos tomar ou não, e que entende do assunto.

Por que, raios, o cara que é internauta e pega o discurso de um ou outro médico isolado, se acha o “bem-bam-bam” no assunto e começa a criticar as vacinas na Web?

É ignorância, é birra, ou é fanatismo político? Ou somente quer “causar” nas Redes Sociais?

O MUNDO está começando a vacinação de crianças. O MUNDO vacina contra a Covid. O MUNDO está sofrendo por conta dos antivax. Como é que o Presidente da República resolver dar chilique? Ele é o único certo e o mundo, além dos médicos da ANVISA, estão errados?

Vide o número de mortos pós e antes vacina em nosso país. Simples.

NOTA TÉCNICA Nº 69/2020/SEI/GQMED/GGMED/DIRE2/ANVISA | CRF-PB Conselho Regional de Farmácia da Paraíba

Foto extraída de: https://www.infomoney.com.br/economia/anvisa-e-avessa-a-pressoes-externas-diz-agencia-apos-fala-de-bolsonaro/

– O que o Brasileiro buscou no Google em 2021?

O Google divulgou algumas curiosidades sobre o seu buscador no Brasil. Os usuários do nosso país buscaram em 2021 na sua base de dados (os 10 mais) as seguintes palavras:

  1. Marília Mendonça
  2. Eurocopa
  3. Palmeiras
  4. Libertadores
  5. Brasileirão
  6. Corinthians
  7. Copa do Brasil
  8. MC Kevin
  9. Copa América
  10. Lazáro Barbosa

Perceberam que entre os Top 10 estão 7 citações do futebol e 3 pessoas que morreram?

Já na busca por “significado de termos / perguntas, a relação dos 10 mais pesquisados foi:

  1. O que é Cringe?
  2. O que é Basculho?
  3. O que aconteceu com o WhatsApp?
  4. Politraumatismo?
  5. O que estuda a gelotologia?
  6. Comorbidade?
  7. Talibã?
  8. O que é Estigma?
  9. O que aconteceu com Mc Kevin?
  10. Imunossuprimidos?

Sinceramente, alguns termos aqui são surpreendentes para mim… Você buscou muitos desses itens aqui citados?

Address URL Changes in Chrome - RHYNO Networks

Imagem extraída de: https://rhynonetworks.com/address-url-changes-in-chrome/

 

– Sérgio Moro na Jovem Pan.

Eu sei que Bolsonaristas e Lulistas mais exaltados (não estou me referindo aos eleitores desses senhores que são sensatos, mas aos radicais) vão discordar e até xingar (óbvio, radicalismo é igual ao fanatismo). Mas a entrevista do ex-juiz Sérgio Moro, agora pré-candidato à Presidência, hoje de manhã à Rádio Jovem Pan, foi ótima!

Falou sobre Lula, Dória, Bolsonaro… e não fugiu das perguntas mais difíceis!

Assista em: https://youtu.be/Q3NjE-ZDBbY

– O Golpe da Fatura da Claro: pela enésima vez…

Como de costume, recebi novamente uma fatura da Claro (que não era da Claro) me cobrando. Tudo bem feitinho, parecendo ser da empresa. É muita picaretagem…

Compartilho em: https://www.youtube.com/watch?v=kasCdZxTKYI

– E aos poucos, os corruptos vão vencendo. E a culpa é de todos!

Depois de Lula ter o imbroglio do Triplex prescrito, de crimes dos Petroleiros serem relevados, de delatores e réus confessos como Vaccari e Palloci soltos, chegou a vez de Sérgio Cabral ter relaxamento com prisão domiciliar.

E não se culpe o STF exclusivamente ou outras instâncias da Justiça. Afinal, um dos críticos da Lava Jato tem sido o presidente Bolsonaro!

Do jeito que vai, Sérgio Moro vai ser considerado corrupto e Bolsonaro com Lula os símbolos da honestidade e democracia…

O que está acontecendo com esse país?

Informações da CNN, por Isabelle Rodrigues, em: https://www.cnnbrasil.com.br/politica/justica-concede-prisao-domiciliar-a-cabral-ex-governador-continuara-em-presidio/

Cabral tem 21 condenações, que somam 399 anos e 11 meses de prisão

Cabral tem 21 condenações, que somam 399 anos e 11 meses de prisão Foto: Fábio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil (30.nov.2010) (citação acima).

– A Origem dos “Pés Rapados”.

Quando o cara é pobre, jocosamente se chama ele de “pé-rapado”. Mas por quê?

Por um fato histórico da cultura de nosso país, onde o termo correto seria “pé raspado” e que por vício de linguagem virou “rapado”.

Ainda assim: independente de ser “raspado” ou “rapado”, como surgiu?

Muito curiosa a explicação que remonta ao tempo do Brasil Colônia, extraída de “O POVO” on line.

(Link em: https://www.opovo.com.br/noticias/curiosidades/2018/07/voce-sabe-como-surgiu-a-expressao-pe-rapado.amp.html)

COMO SURGIU A EXPRESSÃO PÉ-RAPADO

Sinônimo de pessoa de origem humilde, “pé rapado” é uma expressão utilizada há muito tempo pelos brasileiros. Mas você sabe como surgiu o termo?

Apesar de não ter uma data específica que possa identificar o início da expressão, na segunda metade do século XVII o poeta Gregório de Matos dedicou esses versos a uma mulher baiana que lhe havia pedido um cruzado para consertar os sapatos:

“Se tens o cruzado, Anica,
Manda tirar os sapatos,
E senão lembra-te o tempo
Que andaste de pé rapado”

Os mais pobres eram os que tinham os pés mais sujos de barro, afinal os que tinham mais condições se locomoviam à cavalo, de charrete ou de liteira, precisando andar bem menos. Aqueles que eram muito mais pobres raspavam a sola do próprio pé, afinal andavam descalços. Dai surge a expressão, primeiramente nas zonas rurais.

Durante a Guerra dos Mascates, em 1710, o termo era ulilizado para se referir de forma depreciativa às tropas da aristocracia ruralista, pois estas combatiam o exército português descalços, enquanto a cavalaría ostentava botas que combinavam com o uniforme. 

O pesquisador regionalista Luís da Câmara Cascudo escreveu em seu livro Locuções Tradicionais do Brasil que o termo é um sinônimo de “descalço, de pés nus, pé no chão”, uma metonímia para designar a população de origem mais humilde.

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– E o Mancha Solar, super-herói brasileiro da Marvel, é torcedor do Botafogo!

A Marvel publicou um cartaz com seus heróis da América Latina. E Roberto da Costa, o “Mancha Solar” (criado em 1982), brasileiro que era jogador de futebol amador, apareceu com a camisa do Botafogo-RJ!

Mancha Solar usa energia do sol para ter poderes, e acabou conseguindo se tornar um dos Novos Mutantes e depois um dos Vingadores. Será que o veremos no MCU nas telonas um dia?

Mais sobre ele: https://www.einerd.com.br/mancha-solar-novos-mutantes/

Imagem extraída de: https://twitter.com/pedrocertezas/status/1468642885151117322

– Até o abacate está em crise?

Sintomas de um país em crise: abacate dá na rua, em qualquer lugar. Em qualquer quitanda tem!

O preço disparou nos supermercados, e aqui, um recado impressionante de um comerciante, na imagem:

 

– Bolsa Empreendedor: parabéns a quem promove e a quem estuda.

Hoje encerramos uma semana de atividades no Fundo Social de Solidariedade de Itupeva, levando o Curso Descomplique / Bolsa-Empreendedor (iniciativa do Governo do Estado de SP, Sebrae, IBS e Prefeitura de Itupeva), cumprindo todos os protocolos sanitários e capacitando pequenos comerciantes.

Além de estarem preparados para os desafios em suas MEIs, esses empreendedores recebem uma necessária ajuda financeira para investirem em seus negócios. Tais iniciativas são ótimas para um Brasil que quer (e precisa) crescer.

Me orgulho de poder trabalhar junto a eles!

– Sem radicalismos e fanatismos, por favor.

A proliferação como um mantra do “nós contra eles” foi o divisor de água no Brasil? Insisto neste tema pois me assusto com tanta gente raivosa nas Redes Sociais, totalmente tendenciosa a políticos A ou B, imaculando-os e nunca enxergando defeitos neles.

Ou é “isso”, ou “aquilo”. Não existe meio-termo, ponderação, observação de pontos positivos e negativos, sensatez na opinião ou coisa que o valha. Se o cara ama o político, ele sempre leva 10 e nunca erra (seja de Esquerda ou de Direita). 

Cansa esse radicalismo, não? É melhor não ler certas postagens do que ficar entristecido com as coisas de fanáticos que se vê!

Imagem extraída de: http://oficinadosinistro.blogspot.com/2017/06/uma-chuvinha-nas-costas.html

– Ostentação de… Panetone?

Panetones fazem parte da cultura do final de ano. Sua versão “pascoalina”, as colombas pascais, também foram introduzidas e se tornaram comuns às mesas festivas.

O problema é: o preço! Repararam o quanto estão diversificados e caros? Dos tradicionais de frutas aos modificados de chocolate, surgiram os Havana e Kopenhagen – deliciosos, mas que viraram “pães-ostentação.

Do jeito que está, vou no mais econômico (como o abaixo):

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– Multipartidarismo sem pluralismo ideológico.

Gostei do que ouvi sobre o sem-número de partidos políticos no Brasil, dias atrás:

Temos 28 partidos políticos na Câmara dos deputados e não temos 28 correntes de opinião no Brasil”.

Frase do senador Aloysio Nunes, em entrevista a Danilo Gentile no SBT. Não dá para discordar. E em tempo: hoje, há muito mais partidos!

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Imagem extraída de: http://www.botequimdahistoria.com.br/2018/

– Cai o número de nascimentos no Brasil.

Um dado preocupante: no ano passado, tivemos o menor número de nascimentos em nosso país desde 1994.

Será que é só “efeito-pandemia”? Não envolve também custo de vida, planejamento familiar, comportamento e outros fatores?

Particularmente, acho um dado alarmante. Abaixo:

Extraído de: https://www.em.com.br/app/noticia/nacional/2021/08/08/interna_nacional,1293930/com-pandemia-numero-de-nascimentos-no-brasil-em-2020-e-o-menor-em-26-anos.shtml

COM PANDEMIA, NÚMERO DE NASCIMENTOS DO BRASIL É O MENOS EM 26 ANOS.

Com a pandemia de COVID-19, o número de nascimentos no país em 2020 foi o menor desde 1994, segundo dados do Sistema de Informações de Nascidos Vivos (Sinasc), do Ministério da Saúde, tabulados pelo Estadão. Foram 2.687.651 recém-nascidos no ano passado, ante 2.849.146 em 2019, queda de 5,66%.

Os nascimentos já estavam em queda ou estabilidade nos últimos anos, mas em ritmo menos acelerado. Entre 2018 e 2019, por exemplo, a diminuição no número de novos recém-nascidos havia sido de 3,2%. Já entre 2017 e 2018, o País tinha registrado leve alta de 0,7% nos nascimentos.

O impacto da pandemia no número de recém-nascidos foi maior até mesmo que o do surto de zika e microcefalia que afetou o país entre 2015 e 2016. Naquele período, em que muitos casais adiaram a gravidez por medo das sequelas deixadas pelo zika em algumas crianças, a queda de nascimentos foi de 5,3%. A última vez que o Brasil registrou um número menor de nascimentos do que em 2020 foi há 26 anos, quando, em 1994, 2.571.571 bebês nasceram.

Os dados de 2020 analisados mês a mês demonstram que as maiores quedas porcentuais ocorreram em novembro e dezembro, justamente nove e dez meses depois de o coronavírus ser confirmado no Brasil. Nesses meses, a queda foi de 9%, quase o dobro da média do ano.

A queda de nascimentos é algo que costuma ocorrer em períodos críticos, mas não significa que ela se manterá constante com o passar dos anos, explica Joice Melo Vieira, professora do Departamento de Demografia (DD/IFCH) e pesquisadora do Núcleo de Estudos de População Elza Berquó (NEPO) da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).

“Se nos voltarmos para casos semelhantes ao longo da história humana, é esperado que o número de nascimentos decline durante pandemias, mas há certa recuperação depois que esse período crítico terminar”, observa. “É claro que sempre existem os casos de mulheres que atravessam períodos de crise já nos anos finais de seu período reprodutivo e podem ter vivenciado dois abalos grandes – o zika e agora a COVID-19 – e que terão menores chances de recuperação da fecundidade desejada.”

Segundo Joice, a retomada dos planos para ter filhos, quando a pandemia passar, vai depender de políticas que vão além do controle da circulação do vírus. “As pessoas, especialmente as mulheres, vão querer ter filhos se e quando se sentirem confortáveis para tê-los, se encontrarem condições propícias para isso. Políticas de redução de desigualdades e que proporcionem maior estabilidade financeira às famílias, políticas que promovam equidade de gênero no âmbito público e privado, políticas que favoreçam melhor gestão do tempo dedicado à vida laboral e pessoal, tudo isso favorece a recuperação da fecundidade”, destaca.

Mudança nos planos de ter filhos?

Para Raquel Zanatta Coutinho, professora adjunta no Departamento de Demografia da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), ainda não é possível saber se as pessoas vão desistir do plano de ter filhos ou se isso terá um efeito inverso.

“Pode ser que uma pandemia desse porte mude para sempre o desejo por crianças. Diante das inseguranças do mundo, pode ser que quem já estivesse tentado a não ter filhos decida de uma vez que a maternidade não é um bom caminho”, diz Raquel. “Por outro lado, a pandemia pode aumentar a fecundidade na medida em que as mulheres perdem o pouco acesso que tem aos métodos de controle. Talvez tenha um ‘baby boom’ para alguns grupos.”

A emergência do zika vírus, de acordo com a professora da UFMG, teve seu impacto e afetou principalmente as mulheres em situação de vulnerabilidade. “Em nível nacional, o efeito foi pequeno, mas importante, cerca de 5% menor do que no ano anterior. Para alguns estados, como Pernambuco, onde os casos de microcefalia se concentraram, a redução foi de 23% em 2016. Isso mostra que o medo da microcefalia e sua proximidade geográfica foram cruciais para despertar respostas reprodutivas. Mas o que mais chama atenção na zika é o fato de que mulheres mais jovens, com menos de 25 anos, apresentaram maior probabilidade de postergar, enquanto as mais velhas mantiveram os planos, muito por medo de não terem tempo biológico para engravidar”, explica Raquel.

“Além disso, as mais escolarizadas e as mais estáveis financeiramente conseguiam manter seus planos. Não tenho a menor dúvida de que as piores consequências da COVID-19 serão sentidas pelas mulheres, especialmente as de baixa escolaridade e menor renda.”

A pandemia teve diferentes efeitos sobre o número de nascimentos ao redor do mundo. Uma análise feita pela The Economist em outubro observou uma tendência de queda nos nascimentos nos países de renda mais elevada, como Cingapura, enquanto o número estava em alta em regiões de renda mais reduzida, como Uganda.

Congelamento de óvulos

No ano passado, em relação a 2019, chegou a ocorrer um movimento de queda de congelamento de óvulos, porque muitas clínicas interromperam atendimentos ou focaram em pacientes que tinham mais urgência em preservar a fertilidade, caso das mulheres com câncer.

Depois, ocorreu a retomada. “Toda vez que restringe, cria-se uma demanda reprimida, a procura para as clínicas aumentou bastante”, diz Emerson Cordts, médico ginecologista e membro da Sociedade Brasileira de Rerodução Assistida (SBRA).

Em clínicas de fertilização, o movimento de mulheres buscando o congelamento de óvulos cresceu até 25%, segundo especialistas. O principal perfil é o de mulheres que não estão em um relacionamento estável. “A pandemia intensificou esse processo por causa da insegurança quanto ao futuro reprodutivo”, diz Daniel Suslik Zylbersztejn, urologista e coordenador médico do Fleury Fertilidade. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Imagem extraída de: https://samer.com.br/service/maternidade/

– E os novos estados brasileiros?

Leio que o projeto do plebiscito que visava a consulta para a divisão do Pará em dois estados (Pará e Tapajós) foi “travado” na CCJ. Aliás, antes era a repartição em outro estado além desses dois: Carajás.

A propósito, você sabe quais seriam os novos estados do Brasil, se as diversas ideias vingassem?

Extraído de: https://revistacicloambiental.art.blog/2021/11/18/dividindo-o-brasil-conheca-algumas-propostas-de-criacao-de-novos-estados/

DIVIDINDO O BRASIL. CONHEÇA AS PROPOSTAS DE CRIAÇÃO DE NOVOS ESTADOS

Você sabia que estão em discussão no Congresso Nacional propostas que envolvem a compartimentação territorial e a criação de novas unidades federativas em diferentes regiões do território brasileiro? Oficialmente, houve pedidos para a criação de 18 novos estados e três novos territórios nacionais, o que elevaria o número total de unidades federais para 48, caso todas fossem aprovadas. Essas solicitações estão em diferentes estágios de tramitação. Mas é difícil que sejam aprovadas. Esse tema é abordado no livro Novos estados e a divisão territorial do Brasil: uma visão geográfica, de autoria do geógrafo José Donizete Cazzolato.

região Norte acumula o maior número de proposições de novas unidades federativas: o território do Alto do Rio Negro e os estados do Rio Negro, do Solimões e do Juruá, resultado da divisão do Amazonas, e os estados do Carajás, do Tapajós e o território do Marajó, derivados do Pará. Também haveria o território federal do Oiapoque, fruto de uma possível partilha do Amapá. No Nordeste, o Maranhão seria desmembrado com o surgimento do Maranhão do Sul, além da criação do estado do Gurgueia, originado a partir da divisão do Piauí, e do Rio São Francisco, a partir da Bahia. 

No Centro-Oeste, há propostas para a formação do território do Pantanal (entre o Mato Grosso e o Mato Grosso do Sul) e dos estados do Mato Grosso do Norte e do Araguaia, bem como a criação do estado do Planalto Central, na região noroeste de Goiás. Já no Sudeste, Minais Gerais seria divida em Minas do Norte e Triângulo Mineiro, São Paulo do Leste se separaria de São Paulo, e a cidade do Rio de Janeiro se emanciparia, tornando-se o estado da Guanabara, algo que já ocorreu entre 1960 e 1975, quando o Rio de Janeiro deixou de ser a capital do país. Na região Sul, encontramos a proposição do estado do Iguaçu, a partir da conjunção das regiões oeste de Paraná e Santa Catarina, e do estado do Pampa, no extremo sul do Rio Grande do Sul, fazendo fronteira com o Uruguai.

A divisão territorial interna do Brasil é uma discussão que sempre esteve em pauta nos debates sobre a geografia política brasileira, e a estrutura das divisões atuais do Brasil é decorrente da Constituição de 1988, ano em que foi criado o estado do Tocantins. As motivações para as propostas de criação de novos estados variam de demandas por uma maior presença de poder público em regiões afastadas das capitais, até a acomodação de forças políticas regionais e a tentativa de melhorar o desempenho econômico de determinados lugares.

De acordo com a Constituição Brasileira, para que um novo estado ou território federal seja criado, é preciso “aprovação da população diretamente interessada, através de plebiscito e do Congresso Nacional”. Em dezembro de 2011, a população do Pará, segundo maior estado brasileiro em território, votou um plebiscito referente ao desmembramento do estado e à criação do estado de Tapajós, cuja capital seria Santarém, e do estado de Carajás, com capital em Marabá. Aproximadamente 66% dos votantes decidiram pelo não e rejeitaram a proposta.

Além disso, segundo o estudo Custos de Funcionamento das Unidades Federativas Brasileiras e suas Implicações sobre a criação de novos estados, feito pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA), a maioria das propostas apresentadas sobre a criação de novos territórios é inviável, pois há situações em que os gastos que seriam originados pelo desmembramento ultrapassariam o valor do Produto Interno Bruto (PIB) de certos estados. Esses gastos incluem, por exemplo, a criação de toda a estrutura administrativa com governadores e secretários estaduais, por exemplo. Outra mudança política seria o aumento do número de senadores, já que cada unidade federativa possui três representantes no Senado Federal.

Fonte: http://www.clickideia.com.br/portal/conteudos/c/37/23416

O jogo de poderes regionais pleiteia mudança do mapa político brasileiro. Imagem extraída de: Revista Ciclo Ambiental, em: https://revistacicloambiental.art.blog/2021/11/18/dividindo-o-brasil-conheca-algumas-propostas-de-criacao-de-novos-estados/

– Dia da Bandeira.

Hoje é Dia da Bandeira. Mas poucos se lembram da data devido ao excesso de feriados. Dia 02, 15, 20… No meu tempo de escola (faz mais ou menos algum tempo… rsrs) as festividades eram grandes no dia 19. Outrora foi dia cívico de guarda!

O certo é que o Hino da Bandeira é um dos mais belos que temos:

HINO À BANDEIRA

Salve lindo pendão da esperança/
Salve símbolo augusto da paz!
Tua nobre presença à lembrança
/ A grandeza da 
Pátria nos traz. Recebe o afeto que se encerra
em nosso peito juvenil/ Querido símbolo da terra/ Da amada terra do Brasil!

Em teu seio formoso retratas
/ Este céu de puríssimo azul/ A verdura sem par destas matas/
E o esplendor do Cruzeiro do Sul/ Recebe o afeto que se encerra
em nosso peito juvenil,/ Querido símbolo da terra/ Da amada terra do Brasil!

Contemplando o teu vulto sagrado/
Compreendemos o nosso dever/ E o Brasil por seus filhos amados,
poderoso e feliz há de ser!/ Recebe o afeto que se encerra em nosso peito juvenil,/ Querido símbolo da terra/
Da amada terra do Brasil!

Sobre a imensa Nação Brasileira/
Nos momentos de festa ou de dor/
Paira sempre sagrada bandeira/
Pavilhão da justiça e do amor!/ Recebe o afeto que se encerra
em nosso peito juvenil/ Querido símbolo da terra/ Da amada terra do Brasil!

Bandeira do Brasil: história, cores, significado das estrelas

Imagem extraída de: https://brasilescola.uol.com.br/brasil/bandeiradobrasil.htm

– #tbt 3: Dias “de bem com a vida”.

Há 3 anos…

Estou de volta à ativa. Muita coisa aconteceu nos últimos dias, e eu precisava recarregar um pouco mais a minha carga de paciência, saúde e atitude.

No campo esportivo, não tive mais disposição de assistir o futebol. Me dava tristeza ver a baixíssima qualidade do “jogo jogado” e do “jogo apitado”. Pudera, o esporte por aqui tornou-se propriedade de alguns cartolas, com um presidente banido na CBF e seus comandados fazendo lambanças. Além, claro, da demagogia nas escalas de árbitros sem qualquer critério meritocrático que traga unanimidade. COMO É CHATO E ENFADONHO FALAR SOBRE ISSO. Enfim: “era uma vez o futebol-arte”, e com ele foi-se embora o árbitro-vocacionado, trocado pelos jovens “bombadinhos”.

No campo profissional, mudei minha rota e minha rotina. Desfiz-me do meu comércio (em destaque nas minhas atividades) e quero usar todo o tempo gasto nele para a área acadêmica. A propósito: amigos professores, estou à procura de universidades para lecionar! Como diriam os mais antigos: “Sou mais um na fila do INPS”.

No campo pessoal, fiz uma série de check-ups, literalmente de “cabo a rabo”, de ressonância até os mais cabeludos exames laboratoriais. Do que se apresentou de delicado, estou tratando com muita calma e sem medo.

Enfim, no campo familiar, consegui dedicar-me bem mais às pessoas que eu amo. E descobri que ficar muito tempo longe deles me faz mal; em especial, os minutos gastos com Redes Sociais (que sempre tive parcimônia com isso e hoje ainda mais) que tiram a total atenção que eu deveria ter. Nunca gostei de WhatsApp, e cronometrei sistematicamente o quanto tempo perco e as coisas que recebia nesse App. Simplesmente, avisei meus amigos: se é importante, me ligue, mande um e-mail ou sms. Principalmente as idiotices destes tempos de fanatismo e fake news. Aff! Quanta inutilidade… e quanto bobinho defendendo político de estimação como time de coração.

Pra quê esquentar a cabeça com isso?

Direita e Esquerda radicais são turmas para DESPREZAR, pois são movidas a fanatismos. Idem a puxa-sacos de escaladores de árbitros: pobres de espírito e que devotam uma vida a tais membros bem remunerados.

Coitados… e gostam de tecer árduas críticas, sem nunca ponderar suas opiniões, defendendo interesses pessoais e nunca os coletivos (e muitos usam desse argumento). Se escondem com pseudônimos e perfis falsos, somente para tumultuar. Nem respondo quando vejo ser “pau-mandado”, amigo-relógio ou viciado / fanático em algo. 

Não tenho que responder tudo o que leio ou que me escrevem. Bobagem, pois há muito “espírito de porco”. Aliás, como se auto-cercear por conta de “xaropes”? Uma coisa que me intriga: o cara segue outro na rede social para criticá-lo e se sente perturbado com isso? Ué, deixa de seguir! Caia fora, pois se não gosta, é ser idiota continuar seguindo. É igual o cara que mete o pau em programas esportivos, mas não perde uma exibição!

Por fim, passei por uma experiência maravilhosa nesse final de semana, mostrando-me o quanto tal materialismo e apego a vaidades faz mal: fiz a rota do turismo religioso no Vale do Paraíba!

Claro que a pessoa que professa e vive o catolicismo (caindo e se levantando em atos, fatos e força na fé), aproveitará por motivos óbvios o passeio. Mas atente-se:

1- Passei no Santuário do Frei Galvão (Santo Antonio Santanna Galvão, o 1o santo brasileiro, em Guaratinguetá) e pude ver o quão pura é a crença de muitos. Gente humilde, esperançosa e que busca graças. O dinheiro, para elas, de nada vale. Nosso clique por lá:

2- Fui ao Santuário do Pai das Misericórdias (Comunidade Canção Nova, em Cachoeira Paulista). Que terra santa! Gente mansa, pacífica, espiritualizada. A troco de quê sentir rancor ou desamor? Aliás, veja o altar:

3- Conheci o Santuário de Nossa Senhora da Santa Cabeça (em Cachoeira Paulista também), onde as pessoas buscam a cura da depressão, do esquecimento, do medo, das enxaquecas e de outras enfermidades da mente. Aliás, ver a “Sala dos Milagres”, onde as pessoas agradecem as graças alcançadas por tal incomum devoção à intercessão da Cabeça da Virgem Maria, faz você pensar nas prioridades de vida. Aqui:

4- Não tinha como não passear no Santuário Nacional de Aparecida, casa da nossa Mãe Padroeira, onde a elevação da alma é presente: em especial, no momento da Eucaristia nesse belo templo, como nesse retrato que tiramos por lá:

5- Desta vez, tive a oportunidade de conhecer o Seminário Bom Jesus, onde 3 Papas ali passaram: João Paulo II, Bento XVI e Francisco. Este último, deixou de lembrança “a cuia de seu chimarrão”. Veja, pela ordem, esse mimo e na sequência: a Capela onde os Pontífices rezaram a missa dentro do Seminário e os quartos da parte do local onde se é também uma pousada. Pura paz:

A imagem pode conter: pessoas sentadas, mesa e área interna

6- Ops: demos uma esticadinha até Petrópolis, onde conhecemos os principais pontos turísticos e aprendemos um pouco da história de nosso país na “Cidade Imperial”, onde Dom Pedro II tinha apreço especial. O problema é que tivemos que passar num morro com inscrições do Comando Vermelho, além de que no pé da Serra com a BR-493 vivenciamos um arrastão (que não nos atingiu diretamente, mas nos assustou pelo pavor de quem sofreu). Coisas do Brasil… Trouxemos lindas recordações de momentos incríveis e alegres, como a Casa de Santos Dumont e o Palácio do Imperador (ambos viraram museus):

Para celebrar a vida e terminado esse post, a foto que diz muito a mim. Por mais momentos assim… (é a única coisa que realmente vale a pena):

Região Central de Petrópolis, com a Catedral de São Pedro Alcântara ao fundo. Eu entre algumas das mulheres maravilhosas da minha vida – e de todas as idades!

– Multas? Elas estão chegando…

O Conselho Nacional de Trânsito, no ano passado, devido à pandemia, suspendeu a emissão das multas às casas dos motoristas por mais de 6 meses, e elas ficaram acumuladas.

E não é que… todas elas, represadas, estarão chegando aos motoristas infratores nos próximos dias?

Quem tinha dúvida se foi multado ou não, deve ficar alerta: elas poderão chegar todas juntas!

Preparem seus bolsos…

Multas - Guia Completo

Imagem: Getty, extraída de: https://www.smartia.com.br/blog/guia-completo-multas-de-transito/

– O Presente da Petrobrás: Gasolina a R$ 4,00 e chegamos ao 87o. aumento de preço!

Esse por tem 4 anos e… a gasolina está quase há 7 reais na minha região. Relembrando:

Pois é… sem muito alarde, a Petrobrás promoveu o seu 86O e 87O reajustes nos valores dos combustíveis (respectivamente, na 4a e na 6a feira). Desde que implantou sua política de preços flutuantes (01 de julho de 2017) o preço disparou, fazendo a gasolina atingir a inimaginável marca de R$ 4,00 / litro.

Mas não nos preocupemos, pois o Governo Federal diz que a inflação é bem menor do que 1% ao mês… (estou sendo irônico, lógico que não acredito nesse índice).

Imagem extraída de: https://goias24horas.com.br/27905-gasolina-em-goiania-e-a-6a-mais-cara-entre-as-capitais-e-um-assalto-e-procon-e-mp-nao-fazem-nada/amp/

– O clube do “1% mais rico” de cada país.

Qual o valor do patrimônio líquido que você precisa ter para fazer parte do “1% mais rico” do Brasil?

Veja cada valor impressionante,

Extraído de: https://comoinvestir.thecap.com.br/quanto-e-preciso-para-fazer-parte-do-1-mais-rico-em-2021/

QUANTO É PRECISO PARA FAZER PARTE DO CLUBE DO 1% MAIS RICO DO SEU PAÍS?

por André Fogaça

O clube do 1% mais rico é citado com frequência, mas você sabe quanto é preciso para fazer parte desse seleto grupo de indivíduos? O Relatório de Riqueza da Knight Frank define os valores para entrar nesta comunidade em diferentes países e territórios.

A pesquisa realizada pela consultoria imobiliária do Reino Unido oferece uma perspectiva única sobre riqueza global, propriedades de primeira linha e investimentos.

Segundo o relatório mais recente, de 2021, no Brasil você precisa de US$ 280 mil de patrimônio líquido para fazer parte do clube do 1%, algo em torno de R$ 1,4 milhões.

Em Mônaco, região com maior concentração de super-ricos no mundo, o ponto de entrada para o clube de 1% do principado é de US$ 7,9 milhões. Quase 29 vezes a mais do que o necessário no Brasil.

O segundo lugar com o ticket mais alto para os 1% mais rico é a Suíça, onde são necessários US$ 5,1 milhões de patrimônio.

Seguido pelos Estados Unidos, país com o maior número de indivíduo com patrimônio líquido ultra-alto (UHNWI), definido pelo estudo como pessoas com um patrimônio líquido de mais de US$ 30 milhões. Lá, seu ingresso para o status de 1% vale US$ 4,4 milhões.

Fechando o top 5 estão Cingapura, em quarto lugar, com US$ 2,9 milhões, a entrada mais alta da Ásia.

Empatados com US$ 2,8 milhões estão Nova Zelândia, Hong Kong e Austrália.

E em quinto está a Irlanda, com US$ 2,6 milhões para fazer parte do 1% mais rico do país.

Na América Latina, a Argentina é o país com entrada mais alta, de US$ 360 mil. No continente Africano, o mais alto é o da África do Sul, em US$ 180 mil.

Os dados também destacam como a pandemia ampliou a diferença entre países ricos e pobres.

O ponto de entrada para o 1% mais rico de Mônaco é quase 400 vezes maior do que no Quênia, país com a pior classificação entre 30 países avaliado no estudo da Knight Frank.

Para fazer parte dos mais ricos no Quênia é necessário apenas US$ 20 mil.

Veja quanto você precisaria ter para estar entre o 1% mais rico em cada país (em dólares):

quanto você precisaria ter para estar entre o 0,1% mais rico em cada país (em dólares)

Clube do 0,1% mais rico

O Relatório de Riqueza 2021 da Knight Frank também analisou a riqueza necessária para ficar nos 0,1%, os ultra-ricos de cada país.

Para fazer parte do grupo dos 0,1% mais ricos no Brasil é necessário ter um patrimônio líquido de US$ 1 milhão, aproximadamente R$ 5,2 milhões.

O valor necessário para ser do grupo de 1% mais rico no Brasil é suficiente para integrar o clube do 0,1% mais rico na Índia, Indonésia, Filipinas, Nigéria e Quênia.

Os EUA estão no topo da lista com mais de US$ 25 milhões exigidos, seguidos por Mônaco, com US$ 22,2 milhões, com a Suíça em terceiro, US$ 16,6 milhões.

– Jovens que não Estudam e não Trabalham!

Um número alarmante: cresce no Brasil os “nini”, termo espanhol que se referem a jovens que não querem nem estudar e nem trabalhar.

Extraído há 4 anos (mas atual), em: http://www.istoe.com.br/reportagens/256093_NEM+ESTUDAM+NEM+TRABALHAM

NEM ESTUDAM, NEM TRABALHAM

Apesar do crescimento econômico do País, aumentou na última década o número de brasileiros entre 18 e 25 anos sem escola e sem emprego. Eles são 20% dos jovens

Por Rachel Costa

Fora do mercado formal, o trabalho da jovem Miessa Pagliato, 25 anos, é correr atrás do filho Arthur, de 3 anos. Desde que engravidou, trocou o emprego de assistente administrativa pela família. Planejava, para 2013, pôr Arthur na escola e voltar a trabalhar, mas uma nova gravidez a fez encarar mais um período em casa. O futuro que lhe espera, ela sabe, não será dos mais fáceis. “Já não sou mais tão nova, estou defasada para o mercado de trabalho e não tenho uma boa formação”, resume a jovem, que engrossa a lista dos “nem-nens”, tradução para o português do termo espanhol “nini”, uma corruptela de “ni estudian, ni trabajan”. O termo tornou-se popular em uma Espanha arrasada pela crise e onde os jovens têm encontrado muita dificuldade para conseguir trabalho. Aqui, de acordo com o último censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), os “nem-nens” já são um a cada cinco jovens entre 18 e 25 anos, uma massa de 5,3 milhões de pessoas. Em 2000, no censo anterior, eram 4,8 milhões de “nem-nens”, que representavam 18,2% da população. O que impressiona é que nem a redução do desemprego nem a ampliação das vagas de formação técnica e superior foram capazes de reverter o número.

“Ficamos surpresos, esperávamos encontrar menos jovens nessa situação”, diz Adalberto Cardoso, coordenador do projeto Juventudes, Desigualdades e o Futuro do Rio de Janeiro, responsável pelo cruzamento dos dados do Censo. A grande questão é entender por que brasileiros têm seguido por esse caminho. Para uma parcela significativa, a resposta é a mesma de Miessa: a maternidade. Cerca de um terço dos “nem-nens” são jovens mães. “Essa era uma trajetória comum no passado, mas, como se vê, ainda tem sobrevivido”, considera Mario Rodarte, da Faculdade de Administração e Ciências Econômicas da Universidade Federal de Minas Gerais. Outro grande grupo, acredita Rodarte, seria formado por uma juventude descontente, que não se sente seduzida pela transição entre educação e trabalho, que normalmente ocorre nessa idade. Nessa ciranda, que envolve ensino de má qualidade e postos de trabalho pouco atrativos, os mais prejudicados são os mais carentes – 70% dos “nem-nens” fazem parte dos 40% mais pobres da população. “Também não podemos esquecer que uma parte pode estar envolvida com a criminalidade, muito associada a homens nessa faixa etária”, avalia André Portela, da Escola de Economia da Fundação Getúlio Vargas.

Mas isso não significa que classes sociais altas também não produzam seus “nem-nens”. Em um bairro de classe média da zona oeste de São Paulo, o jovem Daniel Jachimowicz, de 19 anos, largou os estudos em um colégio particular sem nem completar o primeiro ano do ensino médio. “Tomei ‘pau’ duas vezes e desisti”, resume. Neste ano, experimentou trabalhar em um rodízio de comida japonesa, mas achou que era muito esforço para pouco salário. “Durei um mês. Não me sobrava tempo livre”, queixa-se. Decidiu então continuar em casa, acordando tarde e gastando os dias entre computador, videogame, ensaios da banda e rodas de cerveja com os amigos. Para o futuro, planeja um curso de gastronomia, mas primeiro ainda precisa de um diploma do ensino médio.

Em casos como o de Jachimowicz, a geração “nini” brasileira se aproxima mais da europeia. Lá, antes da crise, o conforto provocado pelo crescimento econômico na década passada e o bem-estar social já faziam os jovens enxergarem a casa como uma opção. “Não queria ir para a universidade ainda, porque não tinha certeza do curso a fazer”, diz Thaís Romano, 18 anos. Ela vai prestar vestibular, mas decidiu não priorizar os estudos em seu ano sabático, que dedicou à academia e ao violão. “Vou tentar na raça”, conta. “Meus irmãos mais velhos são os que mais me xingam. Eles me mandam arrumar alguma coisa para fazer.”

Nesses casos em que a família tem mais recursos é mais fácil para os “nem-nens” se reinserirem no mercado. Com menor ou maior intensidade, porém, há sempre perda. “Quanto mais o jovem retarda o início de sua vida profissional e não se qualifica, mais a concorrência se acirra, porque vai haver mais gente com mais experiência disputando vagas”, afirma Eduardo de Oliveira, do Centro de Integração Escola Empresa. É essa experiência que vive hoje Mariana Ferreira Gugê, 20 anos. Filha de pai vendedor e mãe administradora, ela resolveu sair da escola em 2010, sem completar o primeiro ano do ensino médio. Agora, resolveu buscar emprego. Descobriu, porém, que embora haja muitas vagas de trabalho, seu currículo é fraco por causa da formação acadêmica deficiente e da falta de experiência. “Hoje eu me arrependo. No começo foi tudo uma festa, mas depois eu fui ficando cansada de ficar em casa e quis trabalhar”, diz ela, que planeja fazer supletivo em 2013.

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Imagem extraída de: http://caldeiraodhistorias.blogspot.com/2011/07/o-homem-preguicoso.html?m=1 (O homem preguiçoso, de Caldeirão de Histórias)

– VAR: quando não usa, erra. Quando usa, erra também!

O VAR é uma ótima ferramenta criada para ajudar o árbitro de futebol. Inicialmente, seria apenas um acessório para o árbitro (assim como o rádio-comunicador é, as bandeiras eletrônicas são ou o relógio com sensor para se conectar com a bola com chip é). 

No mundo, a experiência tem dado certo. Um ou outro país teve problemas na adaptação ao uso, mas, enfim, vingou a ideia e seu uso é incontestável.

No Brasil, vivemos com um projeto amador, com pessoas questionadas que comandam o futebol e que há décadas militam na arbitragem – sempre criticadas quanto a competência

A falta do VAR prejudica o espetáculo, pois os árbitros têm muitas deficiências. Vide as queixas (com razão) do Guarani contra o Vila Nova, onde o sistema ficou inoperante e o Bugre foi prejudicado por erros.

O uso do VAR tem prejudicado também, pois os árbitros de vídeo são igualmente deficientes. Vide as queixas de Chapecoense x Flamengo (ou de Vasco x Botafogo, ou de Santos x Palmeiras, ou de Bahia x São Paulo, ou de, de, e de… inúmeros outros jogos).

A verdade é: o VAR, que era para ser mais um assistente, ganhou demasiada importância. Antes, recebia a taxa de um bandeira. Hoje, quase a de um árbitro. E isso tem sido maxi-dimensionado na América do Sul; veja Julio Bascunãn, que será o VAR da final da Libertadores da América: virou estrela, receberá (pasmem) US$ 16 mil dólares! (Amanhã falaremos das escalas para as finais e das taxas da Libertadores e Sulamericana).

Em tempo: um árbitro do Brasileirão da Série A recebe R$ 3.780,00 e seu VAR R$ 2.100,00; se forem do quadro da FIFA, recebem R$ 5,75 mil e R$ 3,15 mil, respectivamente.

Já falamos sobre o excesso de pessoas trabalhando no VAR (3 na Inglaterra, e em alguns jogos brasileiros, 9 pessoas). Aqui: https://professorrafaelporcari.com/2019/09/09/o-que-acontece-com-o-var-no-brasil/

Também abordamos que não adianta ter competência tecnológica sem a habilidade humana, em: https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2019/05/26/e-o-var-jose/

Citamos como a CBF avalia os árbitros, com um nababesco sistema chamado RADAR, onde ela teve a cara-de-pau em oferecê-lo para a FIFA! Em: https://professorrafaelporcari.com/2021/10/18/o-radar-da-cbf-e-uma-falacia/

Por fim, recordamos que desde 2015 a CBF prometeu o VAR (sabendo que não ía conseguir operá-lo), postergando-o para anos seguintes, sem se preparar adequadamente. Aqui: https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2017/02/18/comprovada-a-mentira-do-var-que-ha-1-ano-a-cbf-disseminou/

Diante de tudo isso, fica a nova indignação com a indagação: está valendo a pena? Se não está, o que mudar? Opte:

  1. Os árbitros de campo?
  2. Os árbitros de vídeo?
  3. Os escaladores de árbitros?
  4. Os desenvolvedores de novos talentos dos árbitros?
  5. O chefe do VAR?
  6. O sistema VAR em si?
  7. Todas as anteriores?
  8. Uma outra ideia?

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Imagem extraída de: https://br.mundopsicologos.com/artigos/a-relacao-entre-amor-e-odio-duas-faces-de-uma-mesma-moeda

– Saneamento Básico? Esqueça…

Puxa, leio numa edição antiga de Veja (25/05/2011, O Brasil na Fossa, por Marcelo Sperandio), como algumas capitais do Norte e do Nordeste tratam o esgoto. Assustador! Será que os números mudaram muito?

Veja o percentual de residências atendidas por rede de esgoto e saneamento básico em geral:

Rio Branco – AC : 19%

Teresina – PI : 15%

Manaus – AM : 11%

Macapá – AP : 7%

Belém – PA : 6%

Porto Velho – RO : 2%

Incrível, não? É que esgoto não dá voto para os políticos…

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Imagem-arte extraída de: https://cfa.org.br/saneamento-basico-em-foco/

– 9 anos sem o JT…

Já faz 9 anos que acabou o JT!

Que saudade do Jornal da Tarde… Criativo, prático e direto! Nenhum conseguiu o substituir…

Foto: Valor Econômico, em: https://valor.globo.com/eu-e/noticia/2020/04/24/jornal-da-tarde-deixou-marca-de-ousadia-na-imprensa.ghtml. Crédito: Arquivo Estadão, Capa do JT.