– Bom dia, 4ª feira (2 de 4).

🙏🏻 Enquanto vou correndo, fico meditando e faço uma prece:

“- Ó Virgem Maria, Mãe de Deus e Nossa Mãe, rogai por nós que recorremos a vós. Hoje, especialmente pelos que estão solitários, sem alguém para que possam se relacionar afetiva ou espiritualmente. Amém.”

Reze, e se o que você pediu for para seu bem, Deus atenderá.

⛪😇 #Fé #Santidade #Catolicismo #Jesus #Cristo #Maria #NossaSenhora #PorUmMundoDePaz #Peace #Tolerância #Fraternidade

– Bom dia, 4ª feira (1 de 4).

👊🏻 Olá amigos! Tudo bem? Já de pé para o dia render!

Por aqui, tudo pronto para suar mais uma vez em busca de saúde. Vamos correr a fim de produzir e curtir a tão necessária endorfina (controlando o cortisol)?

Pratique esportes. Sempre!

🏃🏻👟 #Fui #RunningForHealth #run #cooper #training #corrida #sport #esporte #running #Mizuno #Asics 

– Parabéns ao seu Euclydes! E que reabilite-se o SAFESP!

Seu Euclydes Zamperetti Fiori, ex-árbitro de futebol e articulista da “Coluna do Fiori”, merece os aplausos daqueles que pensam na “Arbitragem de Futebol” como categoria. É um dos poucos que há tempos está defendendo a reabertura do Sindicato dos Árbitros de Futebol do Estado de São Paulo, sem interesse pessoal ou alguma benesse. O faz pelo coletivo!

Dias atrás, ele deu em primeira mão as articulações de interessados em reabrir o SAFESP. E nessa semana, trouxe novidades desse processo. Acesse aqui: https://blogdopaulinho.com.br/2023/03/13/coluna-do-fiori-edicao-extraordinaria-6/

Num lugar sério, o Sindicato deveria ter uma placa homenageando o seu Euclydes – e aqui lembrando: homenagem deve ser feita em vida, pois depois que nos deixa, não adianta mais. Afinal, cite nomes que estão defendendo a volta do Safesp (para os árbitros, e não para grupo comercial) sem ser ele?

Não tem um só!

– Em qual Classe Econômica você está inserido?

Será que esse percentual é muito diferente hoje? Os valores, certamente sim. Abaixo:

Leio na Revista Época (ed 03/06/13, pg 70) uma classificação das classes sociais do Brasil por renda (pela FGV). Muito interessante e compartilho:

Hoje, em nosso país, há:

Ricos – 1 milhão de pessoas (0,5% da população), com renda superior a R$ 50.000,00;

Classe Média Tradicional – 21,5 milhões de pessoas (11,2%), renda entre R$ 7.475,00 e R$ 50.000,00;

Emergentes – 105,5 milhões de pessoas (55,1%), renda entre R$ 1.734,00 e R$ 7.475,00;

Classe Média-Baixa – 46,8 milhões de pessoas (24,4%), renda entre R$ 1.085,00 e R$ 1.734,00;

Pobres e Miseráveis – 16,8 milhões de pessoas (8,8%), renda até R$ 1.085,00.

E você, se insere onde? Concorda com a classificação por renda?

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– Faça a diferença!

Uma simples plaquinha na porta pode trazer um lembrete tão significativo: podemos fazer a diferença na vida das pessoas, trazendo cores em corações tristes e cinzentos. Veja que mensagem inspiradora:

A simple sign on the door can bring such a meaningful reminder: we can make a difference in people’s lives, bringing colors in sad and gray hearts. See what an inspiring message:

“Seja o arco-íris na nuvem de alguém”. / “Be the rainbow in someone’s cloud.”

Vamos nos esforçar para isso? Shall we strive for it?

– O Drama de ser Filha de Pai Viciado em Drogas.

Um depoimento que assusta: neta do fundador da Supergasbrás e filha do maior revendedor da Scania no Brasil, jovem conta como é o drama de ter um pai viciado em Drogas!

E tem gente que curte…

Extraído de: Revista Época, ed 08/04/2013, pg 80-82

COMO SOBREVIVI AO VÍCIO DO MEU PAI

As pessoas dizem não entender por que eu, “bonita e de boa família”, morando em Beverly Hills, tive bulimia e depressão. Estava tentando salvar meu pai do crack

Por Ana Luiza Cardoso e Marcela Buscato

Tinha 14 anos quando descobri que meu pai, o empresário João Flávio Lemos de Moraes, fumava crack. Ali, minha infância acabou. Só pensava em como poderia tirá-Io daquela situação. Os especialistas chamam isso de codependência. Eu e toda a minha famÍlia – meus avôs paternos, minha mãe, meus três irmãos – sofremos com isso. Você anula sua vida para cuidar da outra pessoa, e é frustrante porque não se pode fazer muito. O codependente também fica problemático. Cada filho adoeceu de alguma maneira. Comecei a desenvolver bulirnia aos 12 anos. Aprendi com meu pai o que ele chamava de truque: provocar vômito para não absorver calorias. Ele tinha bulimia desde os 18 anos, e sempre o vi vomitando. Aos 17 anos, fiquei três meses internada para me tratar. Cheguei a pesar 47 quilos, muito pouco para o meu 1,69 metro.Ainda tenho pensamentos obsessivos com magreza, mas consigo me controlar. Aos 33 anos, pedi para ser internada numa clínica psiquiátrica porque achava estar deprimida. As pessoas não entendiam: “Por que você está assim? É bonita, de boa fanúlia!’: Sofri preconceito. Não escolhi ter esses problemas.

Minha família é bem-sucedida há três gerações. Meu avô, Wilson Lemos de Moraes, morto em 2011, fundou a Supergasbras, empresa de distribuição de gás de cozinha. Hoje, minha família não é mais a dona. Agora, temos a WLM, a maior representante de veículos Scania da América Latina. Temos fazendas, agronomia, pecuária. Por causa do vício e de outros transtornos p9iquiátricos, meu pai torrou milhões. Não sei quantos, mas foram muitos. Hoje, ele está longe das drogas, e a mãe dele o ajuda a administrar seus bens.

O primeiro contato dele com as drogas foi com 31 anos. Havia fundado uma empresa distribuidora de titulos, a Universal, e ficou em evidência. Como sempre foi tímido, começou a usar cocaína para ficar desenvolto. Desde os 10 anos, eu desconfiava que tinha algo errado em casa. Sentia que tinha perdido aquele pai carinhoso. Quase não o via trabalhando, ele vivia trancado no quarto. Até que, aos 14 anos, achei dentro do carro um estojo de maquiagem com cocaína pura. Hoje, as pessoas compram a pedra de crack pronta. Mas, em 1989, cozinhavam a cocaína e fumavam a pedra. Naquela época, morávamos nos Estados Unidos, para onde tínhamos nos mudado em 1983. Um pouco era para fugir de ameaças de sequestro. E era também uma tentativa dos meus avós de manter meu pai afastado das drogas. Mas foi pior.

Entre idas e vindas, moramos 14 anos na Califórnia, em Bever1y Hills, conhecida por suas mansões. Foi lá que meu pai conheceu o crack. Ele tinha amizade com muitos artistas de cinema, com o ator e cantor Sammy Davis Jr., o pessoal todo da droga. Meu pai também andava muito com Sylvester Stallone, Julio Iglesias e Alain Delon, mas não sei se eles se drogavam.

A gente sempre passava as férias no Brasil, e às vezes meu pai esticava o período aqui. Eu e meus irmãos perdíamos aula. Meus pais nos deram muito amor, mas nunca limites. Tínhamos um ônibus casa, com dois quartos, sala, micro-ondas, televisão. Fazíamos muitas viagens a Brasília, para as fazendas. Ficávamos naquele mundo de fantasia. No Rio de Janeiro, tínhamos um barco ancorado no Iate Clube. Saíamos para o mar junto com o Lady Laura, de Roberto Carlos, padrinho do meu irmão. Parávamos os barcos lado a lado e ficávamos mergulhando.

Meu pai e Roberto Carlos se conheceram antes de ele ser famoso. Ele ficava em nossa fazenda em Itaipava, onde escrevia músicas. Quando morávamos nos Estados Unidos, fazia muitos shows lá. Roberto sabia do vício do meu pai e sempre tentou ajudar. Inclusive escreveu para ele a música “O careta” (talvez você ache uma droga essas coisas que eu falo/Mas certas verdades nem sempre são fáceis de ouvir/Não custa pensar no que eu digo/Eu só quero ser seu amigo/Mas pense no grande barato de ser um careta). Roberto acabou se afastando porque era uma pessoa pública. Não podia andar com meu pai, principalmente porque o comportamento dele piorou. Ele começou a ter alucinações. A droga potencializou outros distúrbios psiquiátricos. Meu pai achava que falava com Elvis Presley, o ídolo americano morto em 1977. Ele dizia perceber nas músicas frases como “God gave João Flávio daughter”.

Numa de suas crises de paranoia lá nos EUA, meu pai cismou que minha mãe tinha fugido com meus irmãos. Dizia que iria matá-Ia quando a encontrasse. Como nessa época eu já estava morando sozinha – tinha saído de casa aos 16 anos, porque não suportava ver meu pai levar suas amantes -, ele achou que minha mãe estava escondida lá. Arrombou a porta e encostou o revólver em minha barriga. Eu sabia que aquela explosão de raiva tinha um limite. Não queria acreditar que ele fosse capaz de algo tão violento com a própria filha. Eu e meus irmãos crescemos acostumados com ele armado pela casa. Tín amos medo de ele nos machucar sem querer.

Aos 17 anos, eu não aguentava mais aquele estresse todo nos EUA e voltei para o Brasil. O resto da família ficou nos EUA, e um dia minha mãe descobriu que minha irmã, então com 13 anos, estava usando drogas com meu pai. Ele ficou com medo de que ela exigisse a guarda dos filhos e resolveu (ugir. Saiu de casa num Rolls- Royce cheio de drogas levando meus três irmãos. Viajou sem rumo pela Califórnia por 14 dias. Minha mãe havia dado queixa, e ele foi preso quando o carro quebrou. Ele ficou pouco tempo preso, porque foi considerado um dependente químico, não traficante. Meus irmãos ficaram sob tutela do Estado americano por 15 dias, até nossa mãe conseguir provar que era seguro eles ficarem sob a responsabilidade dela.

Meu pai parou de usar drogas há cinco anos, depois de 25 anos. Foi quando ele realmente percebeu que tinha perdido a família e resolveu mudar. Hoje, ele está com 62 anos. Minha mãe se casou há dez anos com um cara superlegal, está feliz. Moro num apartamento com meu filho de 17 anos, do namorado que conheci aos 19 na clínica para tratar a bulimia. Minha família me deu o apartamento em 2006 e me ajuda ainda, mas eu controlo minha vida. Por muito tempo, morei com meu filho no apartamento do meu pai. Vivia com medo de que o menino, então com 6 anos, sofresse o que eu sofri e se tornasse uma pessoa insegura como fui, com problemas de identidade e medos. Parti para o ataque, escrevendo cartas para vovó e mamãe, telefonando todos os dias, implorando que me dessem uma condição de sair dali. Minha avó finalmente comprou um apartamento em meu nome. Consegui minha independência e passei a ter noção do que era ter uma vida real, com limites, compromissos, responsabilidades. Foi como acordar para a realidade.

Acordei ainda mais quando comecei a fazer psicanálise, há quatro anos. Minha avó não queria, porque não tinha noção de quanto a história de meu pai fizera mal aos netos. Achava que tínhamos de ajudar meu pai, não a nós mesmos. No desespero, ameacei: se não me ajudasse a pagar, iria aos jornais dizer tudo o que passei. Comecei a fazer psicanálise cinco vezes por semana. Finalmente, pensava em mim. Só recentemente passei a prestar atenção a minha cor preferida, ao barzinho aonde eu gosto de ir, livros, discos e decoração da casa. Eu não sabia nada do meu gosto pessoal. Se a empregada perguntava o que meus irmãos queriam comer, eu explicava minuciosamente. Se perguntavam sobre mim, não sabia direito.

Nunca gostei de depender dos outros. Trabalhei muito como modelo, período em que conheci meu ex-marido, Eduardo Rodrigues, com quem fui casada por cinco anos. Entrei para a faculdade, cursei quatro anos de Direito, dois de moda. Eu seria uma ótima advogada, mas não consegui levar para a frente. Tive de parar tudo e cuidar de mim. Agora, quero terminar a faculdade de jornalismo e fazer pós em psicanálise. Penso em criar uma clínica para dependentes químicos. Só consigo ver meu pai umas duas vezes por semana para não me envolver na vida dele de novo. Não que eu não queira, mas não posso. Amo meu pai mais do que tudo, ele é meu amor. Mas também preciso cuidar de mim.

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Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.

– Domingo à noite e Segunda?

A Federação Paulista de Futebol está de brincadeira…

Sábado e domingo são os dias nobres do futebol, e marcar uma semifinal nesse horário e dia… sacanagem:

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– Datena será candidato a prefeito. Agora vai?

Pela enésima vez é anunciado que José Luiz Datena será candidato em uma eleição. Agora, para Prefeito de São Paulo pelo PDT (informação confirmada pelo presidente do partido, Carlos Lupi).

Respeitosamente, mas… em TODAS as outras vezes se anunciou e na hora H ele caiu fora. Vai de novo fazer isso?

Imagem colorida de Datena no Brasil Urgente fazendo pedido - Metrópoles

Imagem extraída de: https://www.metropoles.com/blog-do-noblat/ricardo-noblat/pdt-embarca-na-aventura-de-mais-uma-candidatura-de-luiz-datena

– Tende a existir um cisma da Igreja Católica na Alemanha?

Há tempos existe uma certa “rebeldia” dos bispos católicos alemães. Celebrações de casamento entre pessoas do mesmo sexo e introdução de diaconisas estão entre as polêmicas por lá.

Nesta semana, o Sínodo local continuou a tomar decisões contrárias às do Vaticano. Sinal de ruptura futura, ou apenas um momento de discordância?

A matéria em: https://extra.globo.com/noticias/mundo/igreja-catolica-alema-aprova-casamento-entre-pessoas-do-mesmo-sexo-diaconato-para-mulheres-25674176.html

Imagem: Roberto Michael / AFP

– Impensável manchete sobre Moraci.

Moraci Sant’Anna, preparador físico competentíssimo, campeão do mundo pela Seleção Brasileira de 1994 (também campeão do mundo por clubes, com o São Paulo FC), na década de 90, deve ter sido o melhor profissional da sua área na década de 90.

Nunca pensei ler algo sim, como a manchete que vi há pouco: “Internacional demite o treinador Pintado e o preparador físico Moraci Sant’Anna”.

É mole? Moraci demitido da rebaixada Inter de Limeira? Se alguém dormisse em 1994 e acordasse quase 30 anos depois, levaria um susto!

Telê Santana e o preparador físico Moraci Santana, no São Paulo, em 1991

Imagem: Gazeta Press, extraído de ESPN.com

– Nuvens assustadoras.

Caracoles! Virou noite

Olhe só essas nuvens assustadoras!

Indo embora rapidinho pra casa.

☔️⚡️⛅️ 📸 #FOTOGRAFIAéNOSSOhobby
#clouds #rain #chuva #natureza #landscapes

– Mês de São José: 14º dia.

Oremos pelas pessoas demasiado delicadas que nada querem suportar. Vinde Espírito Santo Veni, Sancte Spíritus, reple tuórum corda fidélium, et tui …

Continua em: Mês de São José – 14º dia

– Nosso pé-de-feijão.

Ensinar as crianças a “magia da natureza” é muito bom!

Minha pequena Estela está radiante com seu pé de feijão.

Tão simples e tão importante.

❤️ 🫘 #PaiDeMeninas #Amor #Carinho #Feijão

– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Ypiranga-RS vs Red Bull Bragantino-SP:

Para Ypiranga de Erechim-RS vs Red Bull Bragantino pela Copa do Brasil, apitará:

Árbitro: Wagner do Nascimento Magalhaes – RJ (FIFA)
Árbitro Assistente 1: Michael Correia – RJ
Árbitro Assistente 2: Diego Luiz Couto Barcelos – RJ
Quarto Árbitro: Anderson da Silveira Farias – RS
Analista de Campo: Elio Nepomuceno de Andrade Junior – RS

Wagner apitou recentemente pelo Brasileirão: Internacional 0x0 Red Bull Bragantino e América-MG 0x3 RBB. Nas duas partidas, deixou o jogo fluir, marcou poucas faltas e economizou nos cartões.

Noto que o tratamento da CBF para o Massa Bruta é de time grande: árbitros FIFA escalados nos principais jogos de clubes importantes. Mostra que a equipe se faz respeitada!

Acompanhe conosco o jogo do Ypiranga X Red Bull Bragantino pela Rádio Futebol Total, acessando:
YouTube: https://www.youtube.com/c/CANALDOLOREDO, ou
Facebook: https://www.facebook.com/radiofuteboltotalbraganca, ou
Twitter: https://twitter.com/radiodaverdade,
ou ainda pelo site: http://radiofuteboltotal.com.
Narração de Sérgio Loredo, reportagens de Pietro Loredo, comentários de Lucas Salema, análise da arbitragem com Rafael Porcari. Quarta-feira, 15/03, 21h30. Mas desde às 20h30 estaremos no ar para levar a melhor transmissão para você!

– Que trânsito!

Quem estiver na Rodovia Edgar Máximo Zambotto (trecho de Jarinu a Campo Limpo Paulista), tenha muita paciência… obras na pista, e a liberação das faixas demooooooooora…

O motorista sofre.

🚗🚕🚛 #FOTOGRAFIAéNOSSOhobby
#estrada #via #obras #carros #trânsito

– E sobram Ovos de Páscoa! São de chocolate ou de ouro?

Os ovos de chocolate não estão caros. Estão caríssimos!!!

Leio que estão encalhando nos supermercados, pois muitas pessoas estão comprando ovos caseiros, mais baratos e com mais bombons.

Acontecerá às vésperas do domingo o que acontece depois da Páscoa: promoção do tipo “leve 2 pague 1”.

A verdade é que os fabricantes sempre abusam do oportunismo da data. Neste ano, com o país em crise, se deram mal.

E saber que no Exterior, o mesmo ovo é mais barato…

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Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.

– Hora Gostosa!

Hum… pastelzinho delicioso!

Toda 3ª, é dia de Pastel na Feira do Lago do Taboão. Quem vai querer?

Hoje o meu foi de palmito, e estava muito bom…

😋 #gula

– Esqueça as suas feridas.

Você esquece suas mágoas plenamente? Dá tempo o suficiente para que elas sumam da sua mente?

Deus quer que perdoemos quem nos magoa, mas só acontece isso verdadeiramente quando nos esquecemos da mágoa.

Não consegue?

Pode ser que você esteja cutucando as feridas… Reflita neste ótimo texto abaixo:

(Extraído de: https://osmeuscincominutos.wordpress.com/2021/05/02/cura/)

CURA

Por Sofia Gomes

Há feridas e feridas mas seja como for, quer elas sejam emocionais ou físicas, há sempre umas que demoram mais do que outras a serem curadas. A verdade é que enquanto insistirmos em tocar nelas e não deixarmos que tempo e os cuidados necessários as deixem cicatrizar, elas nunca mais se irão curar verdadeiramente. Muito pelo contrário, ficarão cada vez pior.

O melhor é mesmo deixarmos o tempo fazer o seu papel. E assim mais cedo ou mais tarde vamos acabar por perceber que elas já estão curadas, quando tocarmos nelas e já não doerem mais.

Na vida há coisas que precisam simplesmente de tempo para deixarem de doer…

– Momento feliz.

É isso que faz a vida valer a pena: os sorrisos das nossas crianças!

Como não ser feliz, recebendo carinho dessa doce Tetéiazinha?

❤️ #PaiDeMeninas #kids #children #smile #family #família #daughter #filha #dad

– Qual eliminação decepcionou mais: a do Corinthians ou a do São Paulo?

No começo do Paulistão 2023, era inimaginável que os grandes clubes paulistas estariam fora da semifinal.

Num formato que tenderia a semifinais envolvendo Palmeiras, Corinthians, São Paulo e Santos, eis que Red Bull Bragantino, Ituano e Água Santa “furaram” a lógica.

Mas quem decepcionou mais? O Corinthians que foi eliminado pelo Ituano, tradicional equipe interiorana (mas que lutou até a última rodada contra o rebaixamento) ou o São Paulo, desclassificado pelo Água Santa (novata equipe de pequena torcida e com orçamento bem modesto)?

O curioso é: os classificados para a Copa do Brasil, por enquanto, são os da ilustração abaixo. Teriam disposição Santos, São Paulo e Corinthians, de jogarem a Copa Paulista com suas equipes Sub 23 (como já fizeram em algumas edições) objetivando a vaga?

Aliás, lembrado por @1902futebol em seu Twitter:

Há 10 anos:

O Água Santa disputou seu 1º campeonato profissional.

O Palmeiras foi campeão da Série B.

O Bragantino não era Red Bull.

O Ituano escapou da queda no Paulistão (vencendo o Palmeiras na última rodada) um ano antes de ganhá-lo.

– Bicho preguiçoso.

Acho que a gatinha não quer acordar nessa 3ª feira. Ô, preguiça que a domina

Tudo bem, os bichos podem se dar a esse luxo de descansar mais.

🐱 #relax #gato #cat #pet

– A Indústria dos Concursos Públicos.

Já repararam como ”pipocam concursos públicos” em todos os cantos?

Alguns divulgados à exaustão; outros, aparentemente “escondidinhos” dos concurseiros.

Tem também aquelas empresas públicas que realizam a contratação de especialistas em executar concursos para preencher ora três vagas, depois mais duas vagas, e por aí vai. Não se poderia reduzir sensivelmente os custos ao realizar um concurso apenas?

Aliás, o mote aqui é: existe uma indústria de concursos públicos? E se sim, é de gente totalmente lícita, onde as vagas não são reservadas para apadrinhados e todos têm as chances iguais?

Tenho muito medo de tais editais… além disso, será que existem muitos concursos que arrecadam valores incríveis com as taxas e depois caducam?

Xi…

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– Bom dia, 6ª feira (4 de 4).

🌅 Desperte, Bragança Paulista.

Que a sexta-feira possa valer a pena.

(E há de valer – creiamos nisso).

🍃🙌🏻 📸 #FOTOGRAFIAéNOSSOhobby
#clouds #nuvens #sky #céu #photo #nature #morning #alvorada #natureza #horizonte #fotografia #pictureoftheday #paisagem #inspiração #amanhecer #mobgraphy #mobgrafia

– Manhã dourada.

Manhã de céu colorido, mas as nuvens de chuva já se aproximam.

Não sei o que teremos para hoje, mas que seja agradável!

📸 #FOTOGRAFIAéNOSSOhobby
#amanhecer #morning #sky #natureza #horizonte #fotografia #paisagem #landscapes #inspiração #mobgrafia #XôStress #clouds

– Liturgia Diária de 14/03/2023.

TERÇA-FEIRA DA 3ª SEMANA DA QUARESMA Féria de 3ª Classe – Missa própria – Estação em Santa Pudenciana Santa Pudenciana, uma das “Virgens prudentes”, …

Continua em: Liturgia Diária – 14/03/2023

– Corra que faz bem!

E mais um treino finalizado hoje, controlando os batimentos cardíacos.

Correr faz muito bem, traz equilíbrio para o corpo, para a alma e para a mente! E meus outros motivos para correr eu explicito aqui: https://professorrafaelporcari.com/2020/06/13/bom-dia-sabado-explicando-uma-historia-sobre-animo-e-mobgrafia-em-cores-e-cliques/

– Bom dia, 3ª feira (4 de 4).

🌅 5h – Desperte, Bragança Paulista.

Que a terça-feira possa valer a pena.

(E há de valer – creiamos nisso).

🍃🙌🏻 📸 #FOTOGRAFIAéNOSSOhobby
#clouds #nuvens #sky #céu #photo #nature #morning #alvorada #natureza #horizonte #fotografia #pictureoftheday #paisagem #inspiração #amanhecer #mobgraphy #mobgrafia

– Bom dia, 3ª feira (3 de 4).

🌺 Fim de cooper! Valeu o treino (além do esforço).

Estou suado, cansado e feliz, alongando e curtindo a beleza da natureza. Hoje, com essas delicadas plantas: rosas.

Curta flores! Elas nos desestressam e aliviam a mente.

🏁 🙆‍♂️ #corrida #treino #flor #flower #flowers #pétalas #pétala #jardim #jardinagem #flores #garden #flora #run #running #esporte #alongamento

– Bom dia, 3ª feira (2 de 4).

🙏🏻 Enquanto vou correndo, fico meditando e faço uma prece:

“- Ó Virgem Maria, Mãe de Deus e Nossa Mãe, rogai por nós que recorremos a vós. Hoje, especialmente pelos que estão doentes, enfermos do corpo, da alma ou da mente. Amém.”

Reze, e se o que você pediu for para seu bem, Deus atenderá.

⛪😇 #Fé #Santidade #Catolicismo #Jesus #Cristo #Maria #NossaSenhora #PorUmMundoDePaz #Peace #Tolerância #Fraternidade

– Bom dia, 3ª feira (1 de 4).

👊🏻 Olá amigos! Tudo bem? Bem dispostos para mais um dia de vida?

Por aqui, tudo pronto para suar mais uma vez em busca de saúde. Vamos correr a fim de produzir e curtir a tão necessária endorfina (controlando o cortisol)?

Pratique esportes. Sempre!

🏃🏻👟 #Fui #RunningForHealth #run #cooper #training #corrida #sport #esporte #running  #asics

– Monalisa come pizza!

Esse quadro da “Monapizza” representa muito bem nosso desejo gastronômico

A pizza do “Cazzarola”, de frigideira, é inigualável! Estivemos lá recentemente e valeu a pena.

🍕 #gula

– A minoria com Mestrado e Doutorado no Brasil.

Números do MEC que assustam:

  • 0,84% das pessoas que têm entre 25 e 64 anos com Ensino Superior completo possuem mestrado (a média da OCDE é de 14,33%)
  • 0,11% das pessoas que têm entre 25 e 64 anos com Ensino Superior completo possuem doutorado (a média da OCDE é de 0,84%).

Acho que precisamos investir em Educação há tempos, não?

Imagem extraída de: https://blog.portaleducacao.com.br/fundamentos-legais-da-educacao-principios-e-fins-da-educacao-brasileira/

– A Origem dos lances mal marcados de bola na mão.

Por várias vezes escrevi aqui que uma orientação equivocada de Jorge Larrionda aos árbitros brasileiros causou a celeuma dos “pênaltis de queimada”, onde qualquer lance que bata na mão, equivocadamente, vire pênalti (enquanto no resto do mundo isso não exista).

O link desse dia de orientação está aqui, no Globoesporte.com em:  http://globoesporte.globo.com/futebol/noticia/2014/10/larrionda-explica-jogadas-de-bola-na-mao-e-fala-em-azar-nos-lances.html

Trocando em miúdos: nas palavras de Larrionda, se a bola bater no braço do jogador, ele pode ter tido “mala suerte“.

Da própria matéria acima citada:

“O ex-árbitro uruguaio falou muito em azar, ou “mala suerte” em espanhol. Por vezes questionou: de quem é o azar? Referia-se a azar de quem tentou cruzar e foi interceptado ou de quem bloqueou uma ação ofensiva do adversário. Disse que ampliar o espaço do corpo abrindo os braços, desgrudando-os do corpo, pode ser considerada ação deliberada. Falou muito em ação antinatural.”.

Trocando em miúdos: se a bola bater no braço de um jogador, AZAR O DELE! E é por isso que vemos tantos pênaltis mal marcados…

Cá entre nós, o anti-natural é o contrário: ninguém corre com os braços grudados!

Foto: Miguel Riopa / AFP

– Adoção de Crianças Não-Convicta ou Problemática: um Dilema Social

Adotar uma criança é um ato de amor. Admiro aqueles que fazem a adoção, pois salvam vidas e garantem um pedacinho lá no Céu.

Porém, leio um problema crescente: Famílias que querem devolver crianças adotadas, motivas por arrependimentos diversos!

Não dá para comentar… as razões são pessoais, e provavelmente devem ser muito fortes para tal ato! Não ouso condenar. Mas isso me assusta… Publico a reportagem sem conseguir ler por inteira.

Extraído de: http://is.gd/3Cqnav

O SEGUNDO ABANDONO

Tornam-se comuns no Brasil casos de crianças adotadas e , depois, devolvidas. E a Justiça não sabe como lidar com esse problema.

Por Solange Azevedo

Crianças adotivas não têm um passado feliz. Vão morar com famílias substitutas, em geral, porque viveram tragédias pessoais – foram abandonadas, vítimas de maus-tratos ou da miséria ou porque os pais biológicos morreram. Muitas têm a sorte de encontrar lares afetivos e formar laços sólidos. Uma parcela dessas crianças, porém, passa por outras experiências avassaladoras: o segundo, o terceiro abandono. São “devolvidas” à Justiça pelos pais adotivos ou guardiões e acabam em abrigos. Embora não exista um levantamento nacional, estatísticas regionais revelam que essa questão é grave e não deve ser desprezada. Das 35 crianças e adolescentes disponíveis para adoção na Associação Maria Helen Drexel, na zona sul de São Paulo, 11% já passaram por esse drama. Em apenas uma das varas da infância da cidade do Rio de Janeiro, ocorreram oito devoluções no primeiro semestre deste ano. Três de cada dez crianças e adolescentes que estão em abrigos de Santa Catarina foram devolvidos ao menos uma vez.
Devoluções ocorrem em três situações. Durante o estágio de convivência, em que a adoção definitiva ainda não foi efetivada, depois da adoção formalizada ou quando a família tem a guarda da criança. “Muitas devoluções poderiam ser evitadas. Mas o Judiciário brasileiro não tem estrutura para acompanhar esses casos como deveria”, afirma Mery-Ann Furtado e Silva, secretária-executiva da Comissão Esta­dual Judiciária de Adoção (Ceja) de Santa Catarina. Ela avalia que um dos principais problemas é que há pessoas que sonham com o “filho ideal” e, quando confrontadas com os desafios de educar uma “criança real”, não dão conta de lidar com “imperfeições” que, em filhos biológicos, seriam toleradas. “Estamos engatinhando no processo de preparação dessas famílias”, diz Mery-Ann. “Principalmente quando a criança é adotada mais velha, porque ela traz consigo componentes importantes que devem ser trabalhados.”
Recentemente, a Justiça catarinense não aceitou que um casal devolvesse apenas um dos filhos adotivos – um garoto de 13 anos – e determinou a destituição do pátrio poder também sobre a irmã biológica dele – uma menina de 10 – porque considerou que ambos sofreram abuso emocional. Marcelo* e Tainá* foram adotados em 2004, por integrantes da classe média alta da região de Blumenau. Por uma professora universitária e um estrangeiro. Um homem ausente que, segundo relatos, não se comunica bem em português e vive às voltas com estudos no Exterior. “Eu me apaixonei pela Tainá. Deus a fez para mim. Ela quer ser minha e eu dela”, declarou a mãe adotiva a profissionais do Judiciário local. Como os magistrados raramente separam irmãos, o casal decidiu adotar Marcelo para não perder Tainá. Ele tinha 6 anos. Ela, 3. No abrigo onde morava, Marcelo era descrito como “muito normal” e “carinhoso”. Não havia nos registros algo que o apontasse como garoto-problema. Os irmãos seguiram para a casa da família e se juntaram a Maurício*, filho biológico do casal.
As rusgas com Marcelo começaram logo no primeiro dia. De acordo com a mãe adotiva, o menino levou uma surra porque deu um chute no pai. Diversas pessoas que conviveram com eles contaram, em depoimento, que Marcelo nunca foi aceito como filho e não houve grande esforço do casal para inseri-lo no contexto familiar. Marcelo sempre se sentiu indesejado. Tinha de ir a pé para a escola, num bairro vizinho. Tainá e o filho biológico frequentavam outros colégios e eram levados de carro. Se Marcelo fizesse alguma traquinagem, era punido severamente. Tainá e Maurício, muitas vezes, nem sequer eram repreendidos. Se Marcelo fizesse xixi na cama, tinha de lavar os lençóis. Tainá, não. A mãe adotiva chegou a dizer que no início sentia um carinho pelo menino. Mas, depois, passou a odiá-lo. Quando um oficial de justiça foi buscar as crianças para levá-las para um abrigo, a mulher se desesperou ao ser informada de que a menina também iria embora. Aos gritos, disse: “Isso é coisa do Marcelo, ele está se fingindo de doente para a juíza ficar com pena e levar a Tainá também. Ele não suporta ver que a Tainá é amada. O Marcelo é psicopata, precisa de um psiquiatra.”
Na ação de destituição do poder familiar, o desembargador Joel Dias Figueira Júnior escreveu que “a desprezível prática da ‘devolução’ de crianças começa a assumir contornos de normalidade”. E que observa “a tomada de vulto, em todo o território nacional, de situações idênticas ou semelhantes” à vivida por Marcelo e Tainá. No Rio de Janeiro, um levantamento feito pelo Serviço Social e de Psicologia da Vara da Infância, da Juventude e do Idoso da Comarca da Capital mostra que esse problema vem crescendo. Entre 2005 e 2010, 20 crianças foram devolvidas àquela vara. E, apenas no primeiro semestre deste ano, ocorreram oito devoluções. “As crianças são trazidas como objetos”, lamenta a psicóloga Patrícia Glycerio R. Pinho. “Quando o vínculo de filiação não se dá, pequenas dificuldades se tornam grandes. Às vezes, os pais adotivos não percebem que estão sendo testados e acham que é ingratidão da criança. Imperfeições num filho adotivo são mais difíceis de ser acolhidas porque os pais pensam: ‘isso não pertence a mim porque não o gerei’.”
Patrícia já viu e ouviu uma porção de absurdos. Certo dia, uma mãe adotiva, de bom nível sociocultural, ficou indignada porque a filha andava vomitando. “Estou dando salmão e ela nunca tinha comido”, reclamou. Outra, depois de um ano e meio, devolveu três irmãos ao conseguir engravidar. As crianças já tinham até trocado de nome. Foi um baque. “Geralmente, os pais vêm com uma posição fechada”, diz a psicóloga Patrícia. “O que é pior: a criança ficar numa casa onde já não tem espaço ou ir para um abrigo e tentarmos recolocá-la numa outra família?” Lidia Levy, psicóloga e professora da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, uma das autoras do trabalho “Família é muito sofrimento: um estudo de casos de devolução de crianças”, relata que está havendo uma mudança no perfil dos adotados. “Praticamente inexistem bebês disponíveis. Por isso, há quem não queira esperar na fila e acaba aceitando crianças mais velhas”, afirma Lidia. “Mas, se essa mudança não for bem trabalhada, pode não dar certo.”
A pequena Raquel*, 10 anos, ficou seis anos sob a guarda da madrinha – a quem chamava de mãe – depois que a mãe biológica morreu. Durante muito tempo, a convivência foi pacífica. Mas, nos últimos meses, as desavenças com o filho biológico ficaram frequentes. “Eu e meu irmão brigávamos bastante, um irritava o outro, e o esposo da minha madrinha não me quis mais”, lembra Raquel. A menina vive na Associação Maria Helen Drexel e diz que quando sair do abrigo vai procurar pela guardiã. “A Raquel tem um amor imenso por ela”, analisa Helena Zgierski, psicóloga da associação. “Apresentou depressão e um quadro psiquiátrico complicado quando chegou aqui. Passou dias e noites sem dormir nem comer. Só chorando. Crianças devolvidas se culpam e acham que não são boas o suficiente.” Helena afirma que pessoas que procuram uma criança com a intenção de fazer caridade ou para salvar um casamento, por exemplo, têm enormes chances de fracassar. “O amor tem de ser incondicional, porque a gente não sabe o que a criança traz registrado”, avalia.
Em todas as histórias de devolução que Helena conhece, havia um filho biológico na família. “Existe uma disputa por amor e espaço. É um outro ser que está chegando. A criança que vai ganhar um irmão também tem de participar desse processo”, diz ela. Foi o que aconteceu com Paula*, 8 anos, e Lauro*, 4. Depois de 11 meses de convivência com um casal de São Paulo, os dois foram devolvidos e estão num abrigo. Paula e o filho biológico do casal, Gustavo*, viviam às turras. Além das brigas constantes, ela e Lauro têm um histórico difícil. Moravam na rua com a mãe biológica e passaram por situações de privação e maus-tratos. “Eu bagunçava muito onde fui adotada. Ficava xingando todo mundo. Batia nas pessoas quando ficava com raiva. Desobedecia minha mãe”, admite Paula. “Meu pai não aguentava meu choro e minha bagunça e me batia.” A menina se culpa pela devolução e pela tristeza do irmão pequeno. Lauro ainda pergunta pelo pai adotivo: “Por que ele não vem me buscar?”

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Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.

– O cartão “de graça” de Luciano.

Agora: 25m do 1º tempo de SPFC x Água Santa, e o árbitro marca uma falta comum, simples, incontestável de um são-paulino na lateral. Nada a reclamar.

Eis que Luciano reclama, faz gestos, grita… Pra quê o xilique?

Tomou um correto Cartão Amarelo. Mas deveria levar um puxão de orelha do seu diretor, pela desnecessária indisciplina.