– 10 Incríveis Narrações de Futebol

Gols e “não gols”. Olha que legal 10 narrações de futebol brasileiras,

Compartilho, em: http://m.youtube.com/watch?v=B3zMxgSlsug

Anúncios

– O lance tão reclamado de Palmeiras 3×2 Atlético Mineiro

O Galo de Minas Gerais reclama do gol sofrido aos 48’40” do segundo tempo no Allianz Parque, no jogo contra o Palmeiras, e que decidiu a partida em 3×2 para o Alviverde Paulista.

Reclamações com ou sem razão?

Com razão. Não dá para discutir muito e nem dizer que era “tão interpretativo” o lance chiado.

Vamos lá: nos acréscimos, estando 2×2, a zaga atleticana chuta a bola do campo de defesa em direção ao ataque, e no meio de campo, Ricardo Oliveira dá um tranco legal em Edu Dracena disputando a bola. O atacante mineiro fica com o domínio e o zagueiro paulista cai. O árbitro Péricles Bassols marca a falta, que é cobrada rápida e na sequência sai o gol do Palmeiras.

Entenda: a queixa é que o gol saiu de uma falta inexistente, e foi inexistente mesmo. Tranco legal se define em: uma disputa de bola com contato físico, ombro-a-ombro, sem força excessiva – e é isso o que ocorreu. Ricardo Oliveira não fez falta em Edu Dracena, mas ganhou a bola de maneira limpa. Portanto, errou o juizão.

Pense: e se esse lance ocorre dentro da área palmeirense (portanto, a favor do Atlético Mineiro), estando 2×2? Bassols marcaria o pênalti para o Galo?

Sinceramente, me pareceu mais um lance apitado para “matar o jogo no meio de campo”, onde a interpretação do árbitro foi equivocada e influenciada pelo cansaço da partida e pelo tempo final de jogo (lamentavelmente).

Resultado de imagem para palmeiras x atletico mg

– Educar é Contar História

RESGATANDO – Cláudio de Moura e Castro, na sua antiga coluna semanal em “Veja” – (pg 30, ed 10 de junho de 2009), trouxe um texto que talvez seja a essência da educação de hoje: Educar é contar histórias. Um artigo inteligente, que nos faz pensar: como professores, cativamos nossos alunos com nossa performance? Como alunos, sentimo-nos atraídos pelas narrativas e contos dos nossos mestres, a fim de aprendermos algo?

“Bons professores eletrizam seus alunos com
narrativas interessantes ou curiosas, carregando
nas costas as lições que querem ensinar”

Abaixo, o ótimo trabalho de Cláudio de Moura Castro:

EDUCAR É CONTAR HISTÓRIAS

De que servem todos os conhecimentos do mundo, se não somos capazes de transmiti-los aos nossos alunos? A ciência e a arte de ensinar são ingredientes críticos no ensino, constituindo-se em processos chamados de pedagogia ou didática. Mas esses nomes ficaram poluídos por ideologias e ruídos semânticos. Perguntemos quem foram os grandes educadores da história. A maioria dos nomes decantados pelos nossos gurus faz apenas “pedagogia de astronauta”. Do espaço sideral, apontam seus telescópios para a sala de aula. Pouco enxergam, pouco ensinam que sirva aqui na terra.

Tenho meus candidatos. Chamam-se Jesus Cristo e Walt Disney. Eles pareciam saber que educar é contar histórias. Esse é o verdadeiro ensino contextualizado, que galvaniza o imaginário dos discípulos fazendo-os viver o enredo e prestar atenção às palavras da narrativa. Dentro da história, suavemente, enleiam-se as mensagens. Jesus e seus discípulos mudaram as crenças de meio mundo. Narraram parábolas que culminavam com uma mensagem moral ou de fé. Walt Disney foi o maior contador de histórias do século XX. Inovou em todos os azimutes. Inventou o desenho animado, deu vida às histórias em quadrinhos, fez filmes de aventura e criou os parques temáticos, com seus autômatos e simulações digitais. Em tudo enfiava uma mensagem. Não precisamos concordar com elas (e, aliás, tendemos a não concordar). Mas precisamos aprender as suas técnicas de narrativa.

Há alguns anos, professores americanos de inglês se reuniram para carpir as suas mágoas: apesar dos esplêndidos livros disponíveis, os alunos se recusavam a ler. Poucas semanas depois, foi lançado um dos volumes de Harry Potter, vendendo 9 milhões de exemplares, 24 horas após o lançamento! Se os alunos leem J.K. Rowling e não gostam de outros, é porque estes são chatos. Em um gesto de realismo, muitos professores passaram a usar Harry Potter para ensinar até física. De fato, educar é contar histórias. Bons professores estão sempre eletrizando seus alunos com narrativas interessantes ou curiosas, carregando nas costas as lições que querem ensinar. É preciso ignorar as teorias intergalácticas dos “pedagogos astronautas” e aprender com Jesus, Esopo, Disney, Monteiro Lobato e J.K. Row-ling. Eles é que sabem.

Poucos estudantes absorvem as abstrações, quando apresentadas a sangue-frio: “Seja X a largura de um retângulo…”. De fato, não se aprende matemática sem contextualização em exemplos concretos. Mas o professor pode entrar na sala de aula e propor a seus alunos: “Vamos construir um novo quadro-negro. De quantos metros quadrados de compensado precisaremos? E de quantos metros lineares de moldura?”. Aí está a narrativa para ensinar áreas e perímetros. Abundante pesquisa mostra que a maioria dos alunos só aprende quando o assunto é contextualizado. Quando falamos em analogias e metáforas, estamos explorando o mesmo filão. Histórias e casos reais ou imaginários podem ser usados na aula. Para quem vê uma equação pela primeira vez, compará-la a uma gangorra pode ser a melhor porta de entrada. Encontrando pela primeira vez a eletricidade, podemos falar de um cano com água. A pressão da coluna de água é a voltagem. O diâmetro do cano ilustra a amperagem, pois em um cano “grosso” flui mais água. Aprendidos esses conceitos básicos, tais analogias podem ser abandonadas.

É preciso garimpar as boas narrativas que permitam empacotar habilmente a mensagem. Um dos maiores absurdos da doutrina pedagógica vigente é mandar o professor “construir sua própria aula”, em vez de selecionar as ideias que deram certo alhures. É irrealista e injusto querer que o professor seja um autor como Monteiro Lobato ou J.K. Rowling. É preciso oferecer a ele as melhores ferramentas – até que apareçam outras mais eficazes. Melhor ainda é fornecer isso tudo já articulado e sequenciado. Plágio? Lembremo-nos do que disse Picasso: “O bom artista copia, o grande artista rouba ideias”. Se um dos maiores pintores do século XX achava isso, por que os professores não podem copiar? Preparar aulas é buscar as boas narrativas, exemplos e exercícios interessantes, reinterpretando e ajustando (é aí que entra a criatividade). Se “colando” dos melhores materiais disponíveis ele conseguir fazer brilhar os olhinhos de seus alunos, já merecerá todos os aplausos.

Claudio de Moura Castro é economista
claudio&moura&castro@cmcastro.com.br

imgres.jpg

– 2a feira: bem-vinda!

👊🏻 Bom dia!
A #semana está começando e precisamos ter energia. Dessa forma, sem enrolar, vamos correr?
🏃🏻 #Fui #RunningForHealth #run #cooper #corrida #sport #esporte #running

bomba.jpg

🙏🏻 Correndo e Meditando:
“Ó #JesusCristo, Bom Pastor, velai por nós. #Amém.”
#Fé #Santidade #Catolicismo #Jesus #Cristo #MãeDeDeus #Maria #NossaSenhora #PorUmMundoDePaz #Peace #Tolerância #Fraternidade

bomba.jpg

🌺 Fim de #cooper!
Suado, cansado e feliz, alongando e curtindo a beleza das #roseiras.
🏁 #corrida #treino #flor #flowers #flores #pétalas #pétala #jardim #jardinagem #garden #flora #run #running #esporte #alongamento

bomba.jpg

🌅 Desperte, Jundiaí.
Que as cores do #amanhecer possam fazer a #Segundona valer a pena!
🍃 #sol #sun #sky #céu #photo #nature #morning #alvorada #natureza #horizonte #fotografia #pictureoftheday #paisagem #inspiração #mobgraphy #mobgrafia #Jundiaí #AmoJundiaí

bomba.jpg

Ótima #semana para todos nós!

Ops: como não ter uma ótima semana depois de um domingo com a esposa e os sorrisos dessas lindezas?