E por hoje é só. Chega de trabalhar neste domingo, é hora de curtir a família.
O que vale na vida se não for curtir a esposa e os filhos?
Um lance polêmico no Moisés Lucarelli: aos 11 m do 1o tempo, a Macaca estava no ataque. A bola foi cruzada para a área do Mengão e Fábio Ferreira (AAPP) está em posição de impedimento. Porém, a bola é cabeceada por Wellington Paulista (AAPP), que vem de trás em posição legal. O árbitro assistente 1 Jorge Eduardo Bernardi se equivoca e anula o gol. Anderson Daronco, o juizão da partida, anula o tento e na sequência vai conversar com o bandeira. O árbitro corajosamente chama o lance para ele e confirma o gol outrora anulado (procedimento legal, já que não houve reinício do jogo).
Parabéns ao árbitro Daronco. Mas uma dúvida: a decisão foi em decorrência da sua sensibilidade e atenção ou existiu uma informação externa (que seria ilegal)?
Quero crer na 1a hipótese.

Uma pena que propósitos de cidadania sejam desvirtuados. Diante da constituição brasileira, todos somos iguais, independente de raça, crença, idade, religião ou ideologia. E isso, se de fato praticado, é ótimo!
Entretanto, muitas pessoas confundem liberdade de expressão com direito de ofensa. No ano passado, uma modelo transexual se colocou como Cristo na cruz e fez um confuso protesto durante a Parada do Movimento GLBT.
Este ano, a mesma modelo (Viviane Beleboni) anunciou à Folha de São Paulo que se “fantasiará de Bíblia” protestando contra religiosos, com a inscrição “Bíblia é Retrocesso”.
Duas questões simples:
1 – Se eu fizer algum adereço pejorativo contra o Movimento Homossexual, estarei cometendo crime de homofobia pois ofende a opção sexual das pessoas gays. Por que ofender a opção de crença não é crime de perseguição religiosa?
2 – As causas cidadãs pretendidas pelos organizadores da passeata são respeitáveis dentro do estado democrático. Mas a Parada, em si, não torna o movimento enfraquecido ao transformá-lo em um “carnaval fora de época”? Pessoas quase peladas sambando, com estereótipos de erotismo, não me parecem defender causas sociais.
Enfim: não se combate intolerância com intolerância. Parece-me ser mais política e organizada a “Marcha das Lésbicas” realizada no sábado (que pediu pelos seus direitos sem ofender ninguém) do que a vultuosa Parada.
(foto da fantasia, abaixo, do G1.com):

A charge é impagável…
Antes, os “amigos e sócios” do presidente da Transpetro, Sérgio Machado, estavam com tudo nas pilantragens. Agora, fogem dele como o diabo foge da cruz.
Abaixo, da IstoÉ.com:

Já falamos sobre a arbitragem da Champions League (clique aqui: http://wp.me/p55Mu0-Ws). Entretanto, me chamou a atenção o mau desempenho de Cristiano Ronaldo durante a bola rolando (justiça seja feita: bateu muito bem o pênalti decisivo do título).
Afinal, o português…
1- Jogou machucado?
2- Teve somente uma noite ruim?
3- Foi anulado pelo esquema tático de Simeone?
Qual a sua opinião?
Aliás, duas observações:
1- Qualquer que seja o adversário do Real Madrid na final interclubes da FIFA, haverá chances do time merengue não ser o campeão?
2- Pela 1a vez, CR7 é treinado por alguém que jogou mais bola do que ele (Zidane). Veremos um dia Messi na mesma condição?

Sempre brinco que equipes rivais são simplesmente adversários, não inimigos. Embora, sabemos que o fanatismo de um Corinthians x Palmeiras, Grêmio x Internacional, Flamengo x Vasco, entre outros, possa no desmentir.
E o que dizer dos dois times de Manchester, United x City?
Agora, dois treinadores espetaculares que duelaram no poderosíssimo Real Madrid x Barcelona por diversos jogos, respectivamente José Mourinho e Pep Guardiola, estarão por lá.
Alguém duvida que eles mudarão o conceito de futebol conjuntamente na Inglaterra?
Já estou na expectativa deste clássico da Premier League.

Há exatamente três anos, o Barcelona (via Twitter) anunciava Neymar como contratação e dava as boas vindas ao “Novo Rei do século XXI”.
A profecia de 2013 se concretizará? Neymar será mesmo o maior jogador deste século?
Republico um interessante texto sobre aquele dia publicado neste blog, com uma afirmação curiosa na matéria: “Neymar é o maior jogador brasileiro depois de Pelé”.
Já é mesmo?
Abaixo:
NOVO REI DO SÉCULO XXI: PROFECIA OU MARKETING?
Por Rafael Porcari, 29/03/2013, Jornal Bom Dia Jundiaí, Caderno de Esportes, pg 06.
Neymar finalmente concretizou sua transferência ao futebol europeu. E o departamento de marketing do seu novo clube, o Barcelona, caprichou. Via Twitter, deu as boas-vindas ao “Novo Rei do Século XXI”.
Ora, no futebol sabidamente o título de Rei pertence ao Pelé, atleta do século. É evidente que se faz alusão ao fato do jogador ser oriundo do Santos e ser uma promessa valiosa, com possibilidades de ser eleito o melhor do mundo.
Mas fica a instigante questão: no século XXI, o atual “Rei do Futebol” é o argentino Lionel Messi (pelos números e prêmios recebidos). Neymar o desbancará, sendo o título dado pelo clube catalão uma visão profética do sucesso da Jóia Santista, ou apenas uma bela e otimista recepção?
Em tempo: das diversas homenagens recebidas neste final semana, ouvimos rasgados e justos elogios. Mas um me pareceu ufanista e exagerado: ao término de Santos x Flamengo, Cleber Machado citou Neymar como “maior jogador brasileiro depois de Pelé”.
No Santos, pode realmente ser. Mas e dos brasileiros: Neymar já superou Romário, Ronaldo Nazário e Ronaldinho Gaúcho?
Aliás, taí um exercício dificílimo: comparar atletas! Minha memória futebolística remete a Zico. Antes dele, não assisti os craques que conheço. Pelé, só em vídeo (e cada vídeo…). Hoje, a tecnologia e a globalização permitem maiores possibilidades e mais gente vê os craques atuais. Fico perguntando: e se Zizinho, Arthur Friedenreich, Leônidas da Silva e tantos outros tivessem as mesmas mídias que Messi e Cristiano Ronaldo tem hoje? Estendo a Puskas, Di Stefano…
Enfim: Neymar destronará Messi ou não? Como não tenho bola de cristal, não ousarei palpitar.
Apenas 56% dos brasileiros lê com alguma frequência, e a publicação mais lida em todas as faixas etárias é a Bíblia. Mas há dados muito interessantes na pesquisa recente sobre hábitos de leitura.
Abaixo, extraído de: http://cultura.estadao.com.br/blogs/babel/44-da-populacao-brasileira-nao-le-e-30-nunca-comprou-um-livro-aponta-pesquisa-retratos-da-leitura/
44% DA POPULAÇÃO BRASILEIRA NÃO LÊ E 30% NUNCA COMPROU UM LIVRO, APONTA PESQUISA “RETRATOS DA LEITURA”
por Maria Fernanda Rodrigues
Pesquisa Retratos da Leitura no Brasil anuncia resultados de sua 4.ª edição em seminário em São Paulo; livro com análise será publicado na Bienal do Livro de São Paulo.
Há um pouco mais de leitores no Brasil. Se em 2011 eles representavam 50% da população, em 2015 eles são 56%. Mas ainda é pouco. O índice de leitura, apesar de ligeira melhora, indica que o brasileiro lê apenas 4,96 livros por ano – desses, 0,94 são indicados pela escola e 2,88 lidos por vontade própria. Do total de livros lidos, 2,43 foram terminados e 2,53 lidos em partes. A média anterior era de 4 livros lidos por ano. Os dados foram revelados na tarde desta quarta-feira, 18, e integram a quarta edição da Pesquisa Retratos da Leitura no Brasil.
Realizada pelo Ibope por encomenda do Instituto Pró-Livro, entidade mantida pelo Sindicato Nacional dos Editores de Livros (Snel), Câmara Brasileira do Livro (CBL) e Associação Brasileira de Editores de Livros Escolares (Abrelivros), a pesquisa ouviu 5.012 pessoas, alfabetizadas ou não, mesma amostra da pesquisa passada. Isso representa, segundo o Ibope, 93% da população brasileira.
Para a pesquisa, é leitor quem leu, inteiro ou em partes, pelo menos 1 livro nos últimos 3 meses. Já o não leitor é aquele que declarou não ter lido nenhum livro nos últimos 3 meses, mesmo que tenha lido nos últimos 12 meses.
A Bíblia é o livro mais lido, em qualquer nível de escolaridade. O livro religioso, aliás, aparece em todas as listas: últimos livros lidos, livros mais marcantes. 74% da população não comprou nenhum livro nos últimos três meses. Entre os que compraram livros em geral por vontade própria, 16% preferiram o impresso e 1% o e-book. Um dado alarmante: 30% dos entrevistados nunca comprou um livro.
Para 67% da população, não houve uma pessoa que incentivasse a leitura em sua trajetória, mas dos 33% que tiveram alguma influência, a mãe, ou representante do sexo feminino, foi a principal responsável (11%), seguida pelo professor (7%).
As mulheres continuam lendo mais: 59% são leitoras. Entre os homens, 52% são leitores. Aumentou o número de leitores na faixa etária entre 18 e 24 anos – de 53% em 2011 para 67% em 2015. A pesquisa não aponta os motivos, mas Marcos da Veiga Pereira, presidente do Sindicato Nacional de Editores, disse ao Estado que o boom da literatura para este público pode ter ajudado no aumento do índice – mais do que uma ação para manter o aluno que sai da escola interessado na leitura.
Entre as principais motivações para ler um livro, entre os que se consideram leitores, estão gosto (25%), atualização cultural ou atualização (19%), distração (15%), motivos religiosos (11%), crescimento pessoal (10%), exigência escolar (7%), atualização profissional ou exigência do trabalho (7%), não sabe ou não respondeu (5%), outros (1%). Adolescentes entre 11 e 13 anos são os que mais leem por gosto (42%), seguidos por crianças de 5 a 10 anos (40%).
Os fatores que mais influenciam na escolha de um livro estão tema ou assunto (30%), autor (12%), dicas de outras pessoas (11%), título do livro (11%), capa (11%), dicas de professores (7%), críticas/ resenhas (5%), publicidade (2%), editora (2%), redes sociais (2%), não sabe/não respondeu (8%), outro (1%). O item O “tema ou assunto” influencia mais a escolha dos adultos e daqueles com escolaridade mais alta, atingindo 45% das menções entre os que têm ensino superior. Já o público entre 5 e 13 anos escolhe pela capa. Dicas de professores funcionam melhor que todas as outras opções para crianças entre 5 e 10 anos. E blogs respondem por menos de 1%.
Lê-se mais em casa (81%), depois na sala de aula (25%), biblioteca (19%), trabalho (15%), transporte (11%), consultório e salão de beleza (8%) e em outros lugares menos expressivos. E lê-se mais livros digitais em cyber cafés e lan houses (42%) e no transporte (25%).
Aos não leitores, foi perguntado quais foram as razões para eles não terem lido nenhum livro inteiro ou em partes nos três meses anteriores à pesquisa. As respostas: falta de tempo (32%), não gosta de ler (28%), não tem paciência para ler (13%), prefere outras atividades (10%), dificuldades para ler (9%), sente-se muito cansado para ler (4%), não há bibliotecas por perto (2%), acha o preço de livro caro (2%), tem dinheiro para comprar (2%), não tem local onde comprar onde mora (1%), não tem um lugar apropriado para ler (1%), não tem acesso permanente à internet (1%), não sabe ler (20%), não sabe/não respondeu (1%).
A leitura ficou em 10º lugar quando o assunto é o que gosta de fazer no tempo livre. Perdeu para assistir televisão (73%), que, vale dizer, perdeu importância quando olhamos os outros anos da pesquisa: 2007 (77%) e 2011 (85%). Em segundo lugar, a preferência é por ouvir música (60%). Depois aparecem usar a internet (47%), reunir-se com amigos ou família ou sair com amigos (45%), assistir vídeos ou filmes em casa (44%), usar WhatsApp (43%), escrever (40%), usar Facebook, Twitter ou Instagram (35%), ler jornais, revistas ou noticias (24%), ler livros em papel ou livros digitais (24%) – mesmo índice de praticar esporte. Perdem para a leitura de um livro: desenhar, pintar, fazer artesanato ou trabalhos manuais (15%), ir a bares, restaurantes ou shows (14%), jogar games ou videogames (12%), ir ao cinema, teatro, concertos, museus ou exposições (6%), não fazer nada, descansar ou dormir (15%).
A principal forma de acesso ao livro é a compra em livraria física ou internet (43%). Depois aparecem presenteados (23%), emprestados de amigos e familiares (21%), emprestados de bibliotecas de escolas (18%), distribuídos pelo governo ou pelas escolas (9%), baixados da internet (9%), emprestados por bibliotecas públicas ou comunitárias (7%), emprestados em outros locais (5%), fotocopiados, xerocados ou digitalizados (5%), não sabe/não respondeu (7%).
A livraria física é o local preferido dos entrevistados para comprar livros (44%), seguida por bancas de jornal e revista (19%), livrarias online (15%), igrejas e outros espaços religiosos (9%), sebos (8%), escola (7%), supermercados ou lojas de departamentos (7%), bienais ou feiras de livros (6%), na rua, com vendedores ambulantes (5%), outros sites da internet (4%), em casa ou no local de trabalho, com vendedores “porta a porta” (3%), outros locais (6%) e não sabe/não respondeu (7%). O preço é o que define o local da compra para 42% dos entrevistados. Na pesquisa anterior, isso valia para 49%.
A pesquisa perguntou a professores qual tinha sido o último livro que leram e 50% respondeu nenhum e 22%, a Bíblia. Outros títulos citados: Esperança, O Monge e o Executivo, Amor nos tempos do cólera, Bom dia Espírito Santo, Livro dos sonhos, Menino brilhante, O símbolo perdido, Nosso lar, Nunca desista dos seus sonhos e Fisiologia do exercício. Entre os 7 autores mais lembrados, Augusto Cury, Chico Xavier, Gabriel Garcia Márquez, Paulo Freire, Benny Hinn, Ernest W. Maglischo e Içami Tiba.
Quando extrapolamos para a amostra total, os títulos mais citados como os últimos lidos ou que estão sendo lidos foram Bíblia, Diário de um banana, Casamento Blindado, A Culpa é das Estrelas, Cinquenta Tons de Cinza, Ágape, Esperança, O Monge e o Executivo, Ninguém é de ninguém, Cidades de Papel, O Código da Inteligência, Livro de Culinária, Livro dos Espíritos, A Maldição do Titã, A Menina que Roubava Livros, Muito mais que cinco minutos, Philia e A Única Esperança.
Quando a questão é sobre os livros mais marcantes, os religiosos continuam ali e a Bíblia segue como referência, mas a lista fica um pouco diferente, com alguns clássicos e infantojuvenis: Bíblia, A Culpa é das Estrelas, A Cabana, O Pequeno Príncipe, Cinquenta Tons de Cinza, Diário de um banana, Turma da Mônica, Violetas na Janela, O Sítio do Pica-pau Amarelo, Crepúsculo, Ágape, Dom Casmurro, O Alquimista, Harry Potter, Meu pé de laranja lima, Casamento Blindado e Vidas Secas.
Entre os escritores preferidos dos brasileiros estão Monteiro Lobato, Machado de Assis, Paulo Coelho, Maurício de Sousa, Augusto Cury, Zibia Gasparetto, Jorge Amado, Carlos Drummond de Andrade, Cecília Meireles, Chico Xavier, John Green, Ada Pellegrini, Vinícius de Moraes, José de Alencar e Padre Marcelo Rossi.

Muricy Ramalho faz bem em tomar a decisão de pedir demissão do Flamengo e encerrar (temporária ou definitivamente) a carreira de treinador. Vai cuidar da saúde, que tem lhe dado sustos ultimamente.
Todos aqueles que gostam do meio futebolístico evitam esse momento de parar. É verdadeiramente difícil.
Financeiramente, o treinador não terá preocupação. Deve descansar, curtir a família e, quem sabe, voltar ao futebol como comentarista esportivo. O que não pode é continuar se estressando como estava. Afinal devemos trabalhar para viver, e não viver só para trabalhar. E ele já trabalhou bastante…
Boa sorte ao Muricy neste novo momento da sua vida.

É assustador imaginar o acontecido à garota supostamente estuprada no Rio de Janeiro. Cerca de 30 bandidos teriam a maltratado sexualmente (lembrando que “estupro” não é necessariamente a conjunção carnal, mas também carícias não consentidas).
Agora, surgem versões de que a adolescente tinha um passado não tão pueril, e que havia inventado a história de estupro para justificar o sumiço com “alguns namorados” para a família que é evangélica. A advogada refuta veementemente a hipótese e a Polícia não descarta nenhuma situação. Algumas autoridades tiram proveito dizendo que tomarão providências e as redes sociais se mobilizam.
Independente a esse caso específico (se real ou fraude), existem inúmeros casos Brasil afora. E fica o lamento: que tipo de animal é o homem que, sedento por sexo, sai da razão e criminosamente estupra?
A culpa seria da família que não o educou? Da saúde mental que é doentia? Da cultura do sexo (não cultura do estupro, pois confesso não ver apologia a esse crime maldito – ao menos, nas coisas que vejo e leio).
Enfim: como resolver? Com escola, resgate de valores morais e outras formas educacionais?
O certo é: RESPEITO É CONDIÇÃO QUE NÃO SE ABRE MÃO!

Uma decepção o árbitro inglês Mark Clattenburg. Talvez ele seja o número 1 da Premier League, onde recebe US$ 25,000.00 / mês. Lá, os árbitros são profissionais.
Escalado para a final da Uefa Champions League entre Real x Atlético, mostrou ser medroso e ruim tecnicamente. Fisicamente foi bem. Disciplinarmente razoável. Já o vi atuando em clássicos ingleses, e esperava muito mais dele.
Noite infeliz?
Talvez. Mas suas atitudes mostraram, principalmente no final do jogo, insegurança. Mas vamos lá:
Lance 1) A bola é cruzada na área e Bale toca de cabeça para Sérgio Ramos, em posição de impedimento ativo, marcar o gol. Lance difícil, que só bons auxiliares ou o auxílio da tecnologia poderiam ajudar. Aqui, absolva-se o árbitro e condene-se o bandeira Simon Beck, que está lá só para isso e foi escalado pela competência que tem.
Lance 2) Pepe (RMA) se antecipa na bola e a domina antes do atacante Fernando Torres (ATL), que o toca levemente, derrubando o zagueiro. É falta de ataque, mas o juizão se equivoca e marca pênalti, aplicando cartão amarelo. Pepe pagou pela fama de “caçador de canelas”. Na cobrança, outro erro: Griezmann chuta na trave e há invasão de área dos dois times! Deveria voltar a cobrança. Só que como provavelmente já tinha percebido que errou na marcação do pênalti, fez de conta que não viu…
Lance 3) Filipe Luís vai dividir uma bola com Pepe, que simula ter sido trancado no ombro, cai e pede a falta, alegando dores pelo golpe inexistente. O árbitro vê, mas não aplica cartão amarelo (seria o segundo dele, e portanto, estaria expulso). Na sequência, Filipe coloca a mão no rosto de Pepe que simula ter levado um tapa. Ainda assim o árbitro se acovarda e nada faz disciplinarmente.
Lance 4) Aos 47 minutos do segundo tempo, Carrasco arma um contra-ataque e Sérgio Ramos dá um carrinho certeiro por trás. É lance para Vermelho Direto, mas falta coragem e o árbitro aplica Amarelo. Errou de novo.
Lance 5) No segundo tempo da Prorrogação, Pepe atinge com a sola o joelho do adversário Koke. Maldade pura! Lance para Vermelho, mas o árbitro só aplica o Amarelo. Está proibido expulsar?
Para mim, pelo que ganha no seu ofício, pelo que pode se preparar por ser profissional e pelo histórico, arbitragem muito aquém de uma final de UCL.

Bem melhor de saúde (ontem sofri com tonturas da labirintite), fui correr meu “cooper corujão“, curtindo a madrugada e buscando adrenalina. Olha aí a foto-incentivo:
Durante o treino, a costumeira oração por um mundo melhor, relembrando a memória de São Germano (celebrado no sábado), um santo desprovido de vaidade mas repleto de caridade. Olha a foto-meditação:
Por fim, curtir o amanhecer alongando na espera do nascer do sol. Mas olha ele escondidinho no canto. Alvorada de nuvens… Nossa foto-contemplação:
Ótimo e bom domingo a todos.
Socorro… Pausa por culpa da crise de Labirintite!
Voltamos em breve (tomara que amanhã). Um pouco de descanso e estarei recomposto.
Reflexão da Missa deste sábado, às 07h:
“De que adianta a fé sem fazer as boas obras?“
Não podemos ser hipócritas pregando uma coisa e agindo de outra maneira. Assim, ser cristão é ser, também, bom cidadão.
OREMOS – Fazei de nós instrumento de vossa paz, Senhor. Fortalecidos pela Eucaristia, que possamos testemunhar em ações concretas a crença que praticamos.

(Vitral da Catedral Nossa Senhora do Desterro, em Jundiaí/SP)
Enquanto Barack Obama visita a cidade japonesa de Hiroshima e pede para que o mundo abandone as armas nucleares, Donald Trump, o possível candidato do Partido Republicano à presidência dos EUA, declara em Bismark, na Dakota do Norte:
“Quero que tenhamos o maior poderio militar da história”.
Que rumo o mundo tomará?
Sim, “o mundo”, pois as decisões dos americanos refletirão novos (bons ou ruins) caminhos para a humanidade.

Alberto Valentim, assistente técnico, foi flagrado com um rádio comunicador na partida entre Palmeiras 2×0 Fluminense. Supostamente, ele se comunicava com Cuca, que estava nas tribunas, suspenso por ser expulso no último jogo.
Mas ele poderia usar de tal artifício?
No Brasil, quando treinador era suspenso, ía a um camarote e acabava, indiretamente, dirigindo o time por rádio ou qualquer outro meio de comunicação. Não podia estar no banco como técnico, mas sua vontade e opinião chegavam ao seu substituto. Porém, a FIFA proibiu a comunicação da comissão técnica com auxiliares ou pessoas de fora a partir do momento que vetou rádios, celulares e afins (sobre o que “pode ou não” e a evolução das proibições, leia o texto no link em: http://wp.me/p55Mu0-VU).
Na Europa, tivemos um caso interessante e parecido em 2011. O francês Arsene Wenger, técnico do inglês Arsenal, foi expulso por mau comportamento na partida entre Arsenal X Barcelona nas Oitavas de Final da Champions League daquele ano (gesticulou contra as marcações do árbitro Massimo Bussaca, acirrando os ânimos dos seus atletas contra o juizão). Julgado, recebeu 2 jogos de suspensão.
No cumprimento da primeira partida de suspensão contra a Udinese, Wenger estava na arquibancada e foi flagrado conversando num telefone celular no mesmo momento em que seu substituto no banco também conversava em outro aparelho. A Comissão Disciplinar da UEFA entendeu que Wenger cometeu duas infrações por esse ato:
A defesa do treinador alegou que a punição foi confusa: Wenger imaginava que poderia pagar um ingresso e assistir ao jogo no meio da multidão, anonimamente, e não sabia que comunicadores estavam proibidos. Alegou ainda que conversava ao telefone com sua esposa que estava em casa, não com o treinador substituto.
Mesmo assim, a pena para Arsene Wenger foi aumentada em mais 2 partidas; ou seja, dobrou-se a punição.
E você, o que acha? Cuca será punido como Wenger ou nada disso?

“Amigos, amigos. Negócios à parte…” Tal dito não vale para José Sarney, não? Mesmo não sendo mais senador, ainda influencia como tal. Vide as gravações reveladas entre ele e o presidente da Transpetro Sérgio Machado.
Sobre os golpes e conversas reveladas, Sarney simplesmente creditou ser uma conversa “entre amigos”.
Acreditou? Aliás, está difícil acreditar em políticos…

Para quem tem dúvida sobre a nova orientação da mão na bola, vale assistir o lance que originou o 1o gol do Santos em Santa Catarina.
A bola é cruzada para o ataque santista, e o defensor Ferrugem pula para disputá-la. Seus braços estão abertos, e durante a queda, ao invés de naturalmente os braços caírem, os mantém esticados esperando a bola bater em um deles (e é o que acontece). O árbitro Wagner do Nascimento Magalhães corretamente marcou pênalti.
Repare que o desvio ocorre mesmo ele tendo tempo para recolher o braço. É a chamada “intenção disfarçada”, o movimento antinatural dos braços.
Importante: a Regra não mudou, ele teve intenção e desejo de que a bola batesse no braço tirando o proveito. Nunca diga que pulou de maneira imprudente, pois a imprudência em lances de mãos e braços na bola continua não sendo falta.

Muita polêmica sobre a utilização de um suposto ponto eletrônico ou não do suspenso treinador Cuca e seu banco de reservas na partida do Allianz Arena entre Palmeiras 2×0 Fluminense.
Afinal, isso pode ou não pode?
Aliás, a questão sobre “como jogador, treinador e seus auxiliares se comunicam” tem sido discutida há algum tempo: tudo começou com Vanderlei Luxemburgo, então treinador do Corinthians, na final do Campeonato Paulista de 2001: Corinthians x Santos jogaram e descobriu-se que Luxemburgo orientava o meia Ricardinho através de um ponto eletrônico escondido em seu ouvido. Era permitido ou proibido?
Ninguém sabia se podia, pois a Regra nada dizia. Dias depois, em uma reunião da International Board (o Organismo que é “dono” das Regras do Futebol) determinou-se que seria proibida a comunicação eletrônica entre treinador e jogadores durante a partida.
Recentemente, passou a ser fato comum a comunicação via celular entre treinadores e seus assistentes. O próprio Luxemburgo, certa feita, assistia o 1o tempo das partidas nas arquibancadas, conversava com seu assistente via rádio e depois dirigia a equipe no 2o tempo no banco de reservas.
Após os estudos de uma equipe de força-tarefa da FIFA em 2011 (grupo formado por ex-atletas e estudiosos do futebol, que visava trazer sugestões), reforçou-se textualmente com a redação da orientação na Regra 4 (Equipamento dos Jogadores):
“Os árbitros proibirão o uso de radiocomunicação entre jogadores e o corpo técnico”.
Mas aí veio uma nova modificação. Para 2013/2014, houve alteração do mesmo texto:
“Os árbitros proibirão o uso de sistemas eletrônicos de comunicação entre os jogadores e/ou o corpo técnico”.
Aqui a alteração é mais profunda: a comunicação eletrônica por celulares ou rádios era proibida (portanto, a comunicação FALADA), mas nada impedia que a comunicação fosse REDIGIDA através de outro equipamento eletrônico “não sonoro” exceto os citados, como, por exemplo, via tablets ou notebooks. Onde estaria a proibição de que um treinador não poderia se comunicar com os atletas mostrando imagens e informações em um iPad com estatísticas em tempo real? Ou com informações de fora via email?
Agora, a proibição é EXTENSIVA A QUALQUER SISTEMA ELETRÔNICO DE COMUNICAÇÃO e não mais somente entre jogadores e treinadores, mas AMPLIADA ENTRE OS PRÓPRIOS INTEGRANTES DA COMISSÃO TÉCNICA. E um grande exemplo disso: José Mourinho costumava receber informações estatísticas on-line das partidas de seu assistente técnico via tablet, e as repassava através de bilhetinhos escritos a mão para seus jogadores. Isso (informação de fora), agora, não pode! Mas se o treinador quiser passar suas instruções por escrito em uma tecnologia rudimentar, como papel, somente com suas impressões pessoais, PODE!
Na sua última circular antes do início do Paulistão 2014, a FPF reforçou esse lembrete no capítulo 20 das suas orientações:
“É PROIBIDO o uso de sistemas eletrônicos de comunicação entre jogadores e/ou comissão técnica. Exemplo: treinador para assistente fora do campo, conforme alt Regra 4, pg 29 do Livro de Regras.” [Lembro que não é só fora do campo, mas dentro também].
Eu, particularmente, acho um retrocesso proibir a comunicação externa. Se o clube tem uma equipe técnica profissional e que se atenta a detalhes do jogo para ajudar o treinador, isso deveria ser uma evolução bem vinda ao futebol. Porém, entendo também o que os legisladores da Regra pretendem: se um árbitro não tem um celular para ligar a alguém com imagens e perguntar se foi pênalti ou não, seria desproporcional que treinadores tivessem essa informação privilegiada.
Resta aos mais espertos utilizarem alternativas. Imaginaram bolinhas de papel voando das arquibancadas com informações ao banco? Quem disse que a rudimentar tecnologia de “escrita no papel” está proibida? O texto é claro: somente a eletrônica está proibida.
E nas arenas européias, onde torcedores e comissões técnicas estão próximas: que tal a comunicação boca-a-boca, onde um torcedor assiste o jogo em tempo real via Web em som alto e “sem querer” o treinador escuta?
Alternativas criativas existem! Ou você acha que não? O que não pode, de fato, reforço, é a eletrônica.

O árbitro Diego Almeida Real teve uma noite infeliz em Volta Redonda, ao dar dois pênaltis inexistentes (1 para cada time) em Flamengo 2×2 Chapecoense.
Aos 10m do 1o tempo, Lucas Gomes (CHA) invade a área e Juan (FLA) vai disputar a jogada. O atacante adianta a bola e se joga. É simulação, mas o árbitro, estando longe do lance, marca pênalti e dá amarelo ao zagueiro. Errou. O detalhe: Lucas ficou no chão fingindo que estava todo dolorido…
Aos 49m do 2o tempo, um Flamenguista cabeceia a bola, ela bate nas costas de um zagueiro catarinense, reboteia e bate despretensiosamente no braço de Marcelo (que estava próximo, com o braço colado ao corpo) e que leva um susto. Nada a se marcar, mas… juizão dá pênalti ao Mengão! Errou absurdamente.
Fica a dúvida: equívoco por deficiência técnica ou fez média pelo erro anterior?

Briga de gente grande: a alemã Bayer quer comprar a americana Monsanto. Ambas gigantes e poderosas, a tentativa de aquisição pode ser um demorado e valioso negócio…
Abaixo, extraído de: http://economia.uol.com.br/noticias/afp/2016/05/24/monsanto-rejeita-oferta-de-compra-da-bayer-mas-segue-aberta-a-negociar.htm
MONSANTO REJEITA OFERTA DE COMPRA DA BAYER, MAS SEGUE ABERTA A NEGOCIAR
O gigante da agricultura Monsanto, especializado em organismos geneticamente modificados (OGM) e em pesticidas, rejeitou na terça-feira uma oferta de compra por 62 bilhões de dólares feita pela empresa farmacêutica Bayer AG, considerando-a insuficiente, mas se declarou aberta a negociar.
O conselho de administração da Monsanto “considerou por unanimidade que a oferta da Bayer AG é incompleta e financeiramente inapropriada”, disse a empresa em um comunicado assinado pelo presidente, Hugh Grant.
A Monsanto acrescentou, porém, que “continua aberta a manter discussões construtivas para determinar se uma transação (..) é possível”.
Grant disse que a oferta da Bayer “subestima significativamente” a companhia e não dá garantias suficientes de como a empresa alemã financiaria a transação ou de como lidaria com os possíveis questionamentos das autoridades regulatórias do mercado.
A Bayer apresentou na segunda-feira à Monsanto a maior proposta de aquisição já feita por um grupo alemão, ao oferecer pagar 122 dólares por ação da empresa, o que significaria um total de cerca de 62 bilhões de dólares.
A proposta provocou uma subida nas ações da Monsanto, mas só até a marca de 106 dólares, devido à expectativa de que a oferta seria rejeitada e de que a Bayer deveria melhorá-la. Por outro lado, as ações da Bayer caíram.
No final da tarde desta terça-feira, a Bayer emitiu um comunicado afirmando que “espera empreender no futuro um diálogo construtivo com a Monsanto”, mas não se afastou de sua oferta inicial.
Para aproveitar “a oportunidade da sua vida”, a Bayer deve aumentar o valor oferecido, avaliou Jeffrey Holford, da consultoria Jefferies.
A Monsanto tem outras cartas na manga, entre elas uma fusão com a alemã BASF que, segundo analistas, não pode ficar como mera observadora dos atuais movimentos no mercado mundial de agroquímicos.
O grupo chinês ChemChina comprou há pouco a suíça Syngenta, enquanto as americanas Chemical e DuPont estão acertando os detalhes de sua fusão.

Um texto bacana de 31/05/2010, publicado neste blog, falando sobre uma jogada quando a bola é lançada pela zaga e sobra a um adversário em impedimento. Vale dar uma “revivida” nas diversas situações:
LANÇAMENTO DE ZAGA PARA ADVERSÁRIO?
Futebol é apaixonante por certos detalhes. Ontem, no jogo Corinthians X Santos, o atacante santista Marquinhos estava em impedimento a 44 cm. Distância significativa, não dá para reclamar, gol bem anulado. Mas vejo com surpresa uma reclamação que mostra certo desconhecimento da regra. A de que embora o bandeira Ednilson Corona tenha acertado no impedimento pela posição do jogador, o árbitro Sálvio Spinola houvera errado por não perceber que a bola partiu da zaga corinthiana.
Quem usa desse argumento, reclama por conhecer PARCIALMENTE a Regra 11, que se refere ao impedimento. Essa regra é uma das mais curtinhas do futebol, e justamente por isso você tem que dar muita importância a cada palavra do seu texto.
Vamos usar alguns exemplos simples, comparando com o lance reclamado:
1- Zagueiro recua a bola para o goleiro e esta é interceptada por um atacante adversário impedido, que domina a bola (segue o jogo, bola que vem do adversário não tem impedimento).
2- Zagueiro chuta a bola pra frente, bate na cabeça do seu COMPANHEIRO e sobra para o atacante adversário impedido (segue o jogo, o desvio não muda nada, valia o chute no momento da POSSE DE BOLA do zagueiro).
3- Zagueiro chuta a bola pra frente, bate na cabeça do seu ADVERSÁRIO e sobra para o atacante impedido (não segue o jogo; marca-se impedimento, lembrando que o desvio de um atleta da equipe que ataca é diferente do desvio de um atleta que defende; valia o momento do TOQUE/DESVIO NA BOLA do atacante).
Poucos se atentaram ao fato de que um jogador não estará em impedimento se a bola é “lançada” pelo seu adversário, mas estará em impedimento se for “lançada ou tocada” por seu companheiro. A palavra “tocada” é desprezada por muitos, mas é ela quem faz a diferença! Na regra, lançar ou tocar tem interpretações diferentes. Ela significa que se a bola for desviada ou resvalada num atacante, e por conta do desvio cair no pé de um atacante que estava em posição de outrora impedimento passivo, imediatamente este mesmo atacante passa a estar em impedimento ativo.
Resumindo: uma bola que seja lançada deliberadamente ou tocada sem intenção através de um desvio para o seu companheiro em impedimento, tem o mesmo peso para a sanção técnica.
Assim, tanto Sálvio quanto Corona acertaram na marcação e mostraram conhecer bem as regras do jogo, neste lance específico
Cá entre nós… será que os jogadores, torcedores, treinadores, jornalistas e até nós, que militamos na arbitragem de futebol, sabemos de todos os detalhes da regra?

Já escrevemos sobre as nojentas declarações de Romero Jucá e Sérgio Machado. Lamentáveis… (considerações em: http://wp.me/p4RTuC-f2e). Pois bem: Dilma Roussef declarou que tais gravações eram provas de golpe.
Peraí, quando surgiram as gravações de Dilma e Lula, ela e seus militantes não reclamaram que eram escutas ilegais e que isso não valia? Por que agora valem?
É claro que tanto Direita e Esquerda no Brasil estão sujos. Não pela ideologia, mas pelas pessoas que estão nos partidos.
São muitíssimos os equívocos de Temer até então. A diferença é que ele é menos piegas do que o pessoal que o antecedeu, iludindo muita gente.
E para o Brasil?
Em matéria de honestidade (ou desonestidade), trocou-se apenas os nomes.

Eduardo “Gaguinho” Ferreira, diretor adjunto de futebol do Corinthians, declarou sobre a pressão da torcida organizada exercida aos jogadores na última semana:
“Foi uma reunião produtiva, os torcedores sempre trazem mensagens de apoio e conselhos”.
Pergunte aos atletas e treinadores de quaisquer equipes se eles gostam de tal “apoio” e da “doçura” que os organizados dessas agremiações os tratam.
A propósito, depois da reunião, o Corinthians perdeu para o Vitória… será que o apoio foi pequeno ou demasiado?
O Timão não pode ser refém de Torcidas Organizadas. Nem de diretores que comungam com seus ideais.

Um fim melancólico: Flávio Rodrigues Guerra, o mesmo da polêmica entre Corinthians x Santos no Brasileirão passado e que, mesmo suspenso pelo STJD, foi escalado pelo Cel Marcos Marinho (involuntariamente ajudando a derrubá-lo do cargo), “pendurou o apito“.
Segundo o site ApitoNacional.com, Guerra irá comentar futebol pela Rede Família, já que seus compromissos profissionais atrapalhavam a carreira de árbitro.
Na verdade, sem o Coronel Marinho na Comissão de Árbitros Paulista e “queimado” no quadro nacional por Sérgio Correa devido à lambança de outrora, o agora ex-árbitro ficou sem clima e oportunidade para apitar.
Boa sorte ao Guerra no seu novo desafio!

Devemos, em muitos momentos de nossa vida, mantermos a calma e o controle das coisas, por mais difícil que possam ser. Não desesperarmos e termos fé! Escrevo isso principalmente nesses tempos difíceis que a sociedade e a economia nos impõem. Sem pânico!
Que façamos desta prece, abaixo, (Oração de Santa Teresa D’Ávila) uma prática constante no dia-a-dia!
🙏🏻
#TerFé
#Paciência
#Serenidade
#EquilíbrioEmocional
Bom dia! Apesar do frio que maltrata, fomos correr! Haja disposição… Olha aí nossa foto-motivação (quem corre, seus males espanta!):

Durante o treino, meditando na memória de São Vicente de Lerins (celebrado ontem): pensador, filósofo e teólogo de espiritualidade ímpar. Nossa foto-meditação:

Pós-corrida, alongando e curtindo as flores do jardim. Cores de beleza gratuita e generosa da natureza… (#NoFilter). Nossa foto-curtição:

Por fim, admirando o dia que nasce, e apesar do frio, surge bonito! Nossa foto-contemplação:

Ótima 4a feira a todos.
Amigos, o presidente do Conseg Japy, Dirceu Cardoso, convida para uma importante reunião sobre Segurança Pública em nossa região, na próxima 4a feira. Abaixo:
CONVITE
Prezados,
Nesta quarta-feira dia 25 de Maio às 10:00h, no Auditório da sede Ace Av. Benedito Castilho de Andrade 371 em frente a Caixa Econômica Federal – Eloy Chaves, o Conseg Japy e seus membros natos, Comandante da Policia Militar 2a Cia e o Delegado Titular do 5 DP, convidam para a reunião com moradores e comerciantes do bairro e região para discutir Segurança Pública.

As gravações do Ministro do Planejamento Romero Jucá são vergonhosas. Junto com o presidente da Petrobrás, Sérgio Machado, discutiam o impeachment como forma de desacelerar a Lava Jato, fazendo uma espécie de pacto para segurar a Operação da Polícia Federal, privilegiando a si, ao PMDB, e por tabela ao PT e a outros envolvidos (inclua-se qualquer partido nessa…).
E há alguém que ainda acredita em políticos? De Lula a Aécio, todos estão envolvidos em escândalos. E o país, infelizmente, vira um pequeno detalhe a esses senhores. O que vale é se beneficiarem!

Reclamações aos montes em Volta Redonda. Vamos aos lances?
Segundo Gol do Fluminense: dizem que o nascedouro do escanteio aconteceu de maneira irregular, com Fred impedido. Não consegui assistir o lance, tampouco achei o link. Mas certamente a conclusão dele foi irregular: viram a posição de Gerson? O escanteio é cobrado, há o bate-rebate e o atacante do Flu está na frente do goleiro. Ele está impedido segundo a regra 11 por interferir contra o adversário. Porém, a arbitragem nada fez.
Antigamente, quando um jogador estava impedido, ele corria para fora do campo ou para dentro do gol tentando demonstrar que abdicava de participar da jogada. Hoje, lembremos que nas novas orientações, quando um jogador entrar dentro do gol, deve ser considerado em impedimento ativo. Sendo assim, como justificar ato passivo de Gerson na frente do goleiro? Portanto, gol ilegal.
Segundo Gol do Santa Cruz: o lance do pênalti em Grafite. Indiscutível erro. O atacante “fura” o cruzamento, chuta estando em desequilíbrio na tentativa de continuar a jogada. O árbitro marca convictamente o pênalti, e repare nas imagens que o bandeira número 2 está incrédulo, vacilando para correr no posicionamento de tiro penal. Aliás, ele poderia ter ajudado o árbitro Jailson Macedo a desmarcar o equívoco.
E se tivéssemos o árbitro de vídeo em vigência? Será que o placar seria 1×1 ao invés de 2×2?

Queridos amigos e alunos,
Quando reclamarmos das provas, dos estudos, das dificuldades em geral, recordemos o exemplo dessa moça que ontem terminou seu doutorado na USP: ela não anda, não fala, não enxerga, não mastiga e nem engole. Mas superou as barreiras e, com disposição, defendeu sua tese!
Abaixo, extraído de: Folha de São Paulo, Caderno Equilíbrio, pg E4
ARTISTA TETRAPLÉGICA E MUDA É PhD COM DISTINÇÃO E LOUVOR
Por Cláudia Collucci
O primeiro “obrigada” foi mais difícil e demorado. O nervosismo atrapalhava a doutoranda na escolha das letras. No entanto, depois de um “ops!” que arrancou gargalhadas da plateia, ela se soltou e respondeu com desenvoltura aos comentários da banca examinadora.
Ao final de três horas, Ana Amália Tavares Barbosa, 46, recebeu ontem, com “distinção e louvor”, o título de doutora em arte e educação pela USP. É a primeira pessoa na sua condição (tetraplégica, muda, deficiente visual e que não consegue mastigar e engolir) a receber o título lá.
Ana Amália escreveu sua tese usando um programa de computador desenvolvido para ela. Ela toca um sensor com o queixo para escolher cada letra e formar, assim, as palavras. No início da cerimônia, fez uma apresentação usando um programa que transforma o texto em voz.
Há dez anos, Ana Amália sofreu um AVC (acidente vascular cerebral) no tronco cerebral, no dia da defesa da sua dissertação de mestrado. Como sequela, ficou com síndrome do encarceramento (”locked in”).
Sua tese, intitulada “Além do Corpo”, é fruto de três anos de trabalho com artes visuais, realizado com um grupo de seis crianças com lesões cerebrais atendidas na Associação Nosso Sonho.
A defesa da tese quebrou todos os protocolos. Teve choro, risos, aplausos fora de hora e fala que não estava prevista. “É um momento histórico não só para as pessoas com deficiências, mas para toda a sociedade. Deve levar a uma transformação do modelo educacional vigente”, disse a secretária dos Direitos da Pessoa com Deficiência, Linamara Battistella.
A mãe de Ana Amália, Ana Mae Barbosa, professora aposentada da ECA (Escola de Comunicação e Artes), preferiu assistir à cerimônia de longe. “Estou nervosíssima e muito orgulhosa. Ela deixou de ser vítima da vida para conduzir a própria vida.”
As cinco examinadoras elogiaram a clareza, a objetividade e a concisão do texto de Ana Amália. E, principalmente, o caráter de “manifesto político” do trabalho.
“Ele mostrou que não sabemos nada de aprendizagem, de educação, de cognição, de percepção, de inteligência e de generosidade”, afirmou Sumaya Mattar, professora da ECA.
A orientadora de Ana Amália, Regina Stela Machado, resumiu: “A gente dá muita desculpa para o que não faz, vive muito na superficialidade e não vê as coisas importantes da vida.”
Ao final, já doutora, Ana Amália disse só uma palavra com os olhos: “Consegui”.

Muita reclamação por parte do Verdão a respeito do gol anulado por impedimento de Gabriel de Jesus no jogo do Moisés Lucarelli. Procede a chiadeira ou não?
Para mim, acerto do bandeira Daniel Zioli, corroborado pelo árbitro Leandro Vuaden. Explico: a bola é cruzada, o zagueiro da Macaca toca nela e ela cai nos pés de Gabriel que estava a frente, em posição de impedimento, no nascedouro da jogada.
Impedimento ativo claro. Desvio de bola não tira impedimento (há raríssima exceção da regra). O toque do zagueiro não é um novo lance, nem uma nova jogada criada. A bola foi lançada para o ataque por um palmeirense, visando os jogadores companheiros de frente. Se um pontepretano a toca ou não, é irrelevante nesse caso.
Alguns entendem que o fato do zagueiro ter ido disputar a bola e a tocado possibilitou uma nova jogada – e sendo assim, seria um toque de bola da defesa para o adversário, situação na qual não existe o impedimento (como uma bola recuada erroneamente ao adversário, por exemplo). Respeito quem pensa assim, mas discordo. Não foi um domínio de bola tocado para trás, foi um desvio acidental que de nada modificou a condição de impedimento (já que o jogador do Palmeiras lança a bola para o ataque palmeirense, não para a zaga campineira).
Por fim, há quem possa ainda interpretar como a nova orientação do começo desta década: uma bola que é desviada pela zaga e que caia nos pés de um jogador em impedimento mas que não estava na jogada e que nem tinha a pretensão de recebê-la, não é mais impedimento (por exemplo, um chute para o gol, a bola bate num defensor e sobra para um atacante sozinho, em posição de impedimento, próximo ao mastro de escanteio) Não foi o caso também, na minha humilde avaliação.
E você, o que achou? Deixe seu comentário:

Tenho recebido críticas por supostamente defender um ex-colega. De outros, tenho apanhado por “ter pegado leve” quanto a informações sobre o caso.
Bem objetivamente, pois o assunto já cansou: não tenho nenhuma relação de defesa ou ataque ao ex-árbitro assistente Flávio Lúcio Magalhães, e não ouso julgá-lo. Trabalhamos alguns jogos juntos e não posso negar que o conhecia. Como acontecido na 1a oportunidade, assim como a maioria da comunidade jundiaiense, me espantei com o ocorrido: em 19 de junho do ano passado, ele foi levado numa coerção coercitiva supostamente por envolvimento com a Andrade e Gutierrez (escrevemos aqui: http://wp.me/p4RTuC-cBL). Há dois meses aproximadamente, houve uma segunda condução para esclarecimentos. Relembramos o fato aqui, após ser questionado por alguns amigos: http://wp.me/p4RTuC-esN .
Porém, chateado por ilações indevidas em algumas redes sociais, em especial no Facebook, feitas provavelmente por trolls ou haters adquiridos gratuitamente (talvez unicamente por estarmos ligados ao futebol), esclareço que não sei nada do processo dele, não converso há algum bom tempo com o Flávio e não tenho interesse algum sob a Lava-Jato no meu dia-a-dia (a não ser a torcida de que prendam os corruptos que afanam nossos impostos suados, sejam eles do PT, PMDM, PP, PSDB ou PQP).
De coração, torço para que tudo seja esclarecido, os acusados injustamente inocentados e os culpados condenados. E boa sorte aos familiares do Flávio Lúcio, a quem estimo muito.
![]()
Buscar a endorfina: a sensação de bem estar tão desejada pelos corredores! É isso que nos faz acordar cedo e ir correr. E neste domingo não foi diferente: vale a pena suar! Nossa foto-incentivo:

Durante o cooper, pensar em Deus e refletir nas coisas do Alto. Hoje, meditando em Santo André Bóbola, um mártire cristão que se tornou conhecido como “Caçador das Almas”, devido sua Evangelização aos jovens do Leste Europeu. Nossa foto-reflexão:

Por fim, alongar pós-treino curtindo o infinito do céu! Há algo mais animador? Nossa foto-inspiração:

Ótimo domingo a todos.
Um dos crimes mais cruéis que considero é o de falsificação de remédios. Em especial, o de medicamentos para o câncer.
Nesta última semana, foi presa uma quadrilha que atuava em diversas cidades da região, inclusive em Jundiaí! Qual a pena que os bandidos deveriam receber?
Abaixo, extraído de: http://g1.globo.com/sp/bauru-marilia/noticia/2016/05/quadrilha-que-desviava-remedios-movimentava-r-400-mil-diz-gaeco.html
QUADRILHA QUE DESVIAVA REMÉDIOS MOVIMENTAVA R$ 400 MIL, DIZ GAECO
Os promotores do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) de Bauru (SP) estimam que a quadrilha que desviava e comercializava ilegalmente medicamentos de alto custo, presa nesta quinta-feira (19), movimentava cerca de R$ 400 mil por mês e atuava há cerca de dois anos.
O esquema envolvia integrantes de 12 cidades paulistas e de Goiânia (GO). Quinze pessoas foram denunciadas no esquema e 12 foram presas na operação do Gaeco em conjunto com a Polícia Militar e a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).
Os detidos são empresários e laranjas que desviavam os medicamentos de alto custo, a maioria usada no tratamento contra o câncer. Só na região de Bauru, foram seis prisões. Entre elas, a do chefe da quadrilha, um empresário de Piratininga. O Gaeco não divulgou os nomes dos envolvidos para não atrapalhar as investigações, que terá novos desdobramentos.
A polícia também cumpriu outros seis mandados de prisão, três em Ribeirão Preto, um em Campinas, um em São Paulo e um em Goiânia (GO). Também foram cumpridos 37 mandados de busca e apreensão em Campinas, Ribeirão Preto, Araraquara, São Paulo, Monte Mor, Osasco, Guarulhos, Jundiaí e Goiânia.
O esquema
Segundo o Gaeco, a quadrilha contava com a ajuda de funcionários de hospitais públicos do interior de São Paulo para desviar os remédios, no entanto, ainda é investigada a origem desses medicamentos. Depois, os remédios eram vendidos para farmácias, hospitais particulares e até mesmo pra rede pública, por meio dos processos de licitação.
O esquema começou a ser investigado há um ano depois que a Anvisa percebeu um desfalque nos estoques de remédios usados para o tratamento de pacientes com câncer.
A Secretaria Estadual de Saúde informou que não tem detalhes sobre os locais de onde os medicamentos eram desviados, uma vez que a origem dos produtos apreendidos ainda é investigada.
