– O País do Empreendedorismo continua o mesmo?

Há 5 anos, o Brasil perdia apenas para os EUA como nação empreendedora. Nova pesquisa, agora do Sebrae, mostra que as pessoas que montam seu próprio negócio são, em números percentuais por nação:

1- Tailândia: 47

2- China: 37

3- Argentina: 31

4- Chile: 30

5- Trinidad e Tobago: 29

8- Brasil: 27

16- EUA: 21

Apesar da queda percentual em relação a outros países, o número absoluto de brasileiros empreendedores aumentou para 27 milhões!

Curiosidade:

homens, pela ordem de negócios, montam:

1- mecânica e funilaria

2- minimercados

3- bares e lanchonetes

4- transportadoras

mulheres, pela ordem de negócios, montam:

1- salão de beleza

2- lojas de roupas

3- restaurantes e lanchonetes

4- comércio de cosméticos e perfumaria.

– Descrédito Total do Procurador de Justiça?

Pois é: Demóstenes Torres foi cassado no Senado. Agora, voltará a exercer a função de PROCURADOR DE JUSTIÇA!

Parece brincadeira, né?

Sabem o salário? R$ 22.000,00!

Não dá para levar a sério nosso país, infelizmente.

– Vitória/BA Solidário

Parabéns ao time baiano do Vitória. Resolveu, juntamente com a Penalty, seu fornecedor esportivo, retirar o vermelho do seu uniforme Rubro Negro.

Motivo para aplausos?

Incentivar a doação de sangue!

A cada certa quantidade doada, os bancos de sangue informam ao clube que entra em campo com uma listra vermelha a mais.

Isso se chama: responsabilidade social!

– A Diversidade nas Eleições de Jundiaí

O BOM DIA JUNDIAÍ trouxe na edição de hoje alguns nomes inusitados de candidatos a Vereador em Jundiaí. E só de ler, já causa susto!

Será que trabalharão bem, se eleitos forem:

Zorro,

Kalango,

Zebrão,

Cinha Um Só Coração,

Denis Papai Noel,

Melão,

Barnabé o Homem da Fé,

Loira da Ótica,

Zé Popular,

Flash,

Dito Louco,

Irmão Muamba.

Tá certo que se o vereador for honesto e trabalhar competentemente pelo povo, tudo bem. Mas com nomes tão folclóricos, parece que não dá para levar a sério…

Fico imaginando na Tribuna como agirão…

– O Aumento Virtual e Real da Petrobrás

Há certas coisas que nos fazem pensar que as autoridades políticas do país subestimam a inteligência do povo. Uma delas: o aumento do Diesel!

Nos últimos dias, a presidente Dilma Roussef autorizou o “tão necessário” aumento dos combustíveis; porém, para não refletir na inflação, reduziu alguns impostos para que o bolso do consumidor não sentisse o aumento.

Entretanto, o Óleo Diesel subiu R$ 0,02 / litro em média, por culpa dos aumentos dos componentes químicos que nele são necessários. Sobre isso, o Governo nada se manifestou.

Ontem, permitiu-se um novo aumento ao Diesel, que virá integralmente a partir da próxima segunda-feira, que deverá refletir entre R$ 0,08 a R$ 0,10 na bomba. E aumento puro, sem nenhuma contrapartida.

Sabe-se que, aumentando o preço do Diesel, aumenta-se todos os custos da cadeia logística, já que os caminhões movem o Brasil.

Em compensação, após o anúncio, as ações da Petrobrás se valorizaram quase 8% na Bovespa…

Extraído de Uol Economia (clique aqui para link)

PETROBRÁS SOBE O PREÇO DO DIESEL NAS REFINARIAS; ALTA SERÁ DE 4% PARA CONSUMIDOR

A Petrobras reajustará o preço do diesel em 6% nas refinarias a partir de 16 de julho, informou a companhia em comunicado nesta quinta-feira (12). O impacto ao consumidor final será de 4%, segundo a empresa.

O preço do diesel sobre o qual incide o reajuste anunciado não inclui os tributos federais Cide (Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico) e PIS/Cofins, nem o tributo estadual ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços).

“Esse reajuste foi definido levando em consideração a política de preços da companhia, que busca alinhar o preço dos derivados aos valores praticados no mercado internacional em uma perspectiva de médio e longo prazo”, informa a estatal em comunicado.

No dia 22 de junho, a empresa tinha anunciado um reajuste de 7,83% nos preços da gasolina e de 3,94% no do diesel. Em seguida, o governo zerou tributos sobre os combustíveis, para evitar que o aumento chegue às distribuidoras e aos consumidores. 

A Petrobras divulgou no mês passado um plano de negócios com investimentos de US$ 236,5 bilhões para o período 2012-2016, contando com reajuste nos preços dos combustíveis para torná-lo viável.

– Que tal “desomenagear” as Homenagens a Havelange?

Historicamente, João Havelange foi costumeiramente contestado pelas pessoas de bem e paparicado pelos de conduta duvidosa. E os puxa-sacos, oportunistas, fizeram inúmeras homenagens a ele.

Fico pensando: o estádio do Engenhão se chama João Havelange. Depois de tanta comprovação de fraudes do presidente de honra da FIFA, que tal rebatizar o estádio com o nome de alguém merecedor?

Que tal estádio Mané Garrincha, Nilton Santos, ou outro significativo para a coletividade botafoguense?

– A Primeira Grande Eleição no Facebook

Talvez o Orkut tenha sido a primeira grande rede social a testemunhar uma eleição. Agora, com a popularização do Facebook e do Twitter, nossas páginas se enchem de candidatos pedindo voto.

Tudo bem que o período eleitoral está vigente quanto à campanha. Mas e como fiscalizar o período que o antecedeu?

Cada vez mais temos candidatos midiáticos, folclóricos ou aventureiros. Poucos são os sérios que se candidatam. No Facebook, vejo diversos amigos candidatos (ufa, esses que fazem parte do meu círculo ao menos são gente boa – não vi nenhum picareta ainda). Mas também vejo gente completamente descomprometida, sem condições de ajudar em nada e apenas desejando emprego.

Tenho medo de pensar que, com ou sem Facebook, são poucos os que se salvam.

– Um Fenômeno Financeiro Chamado Restart

Não conheço uma música sequer; não os reconheceria se os encontrasse na rua; nem imaginava que possuíam programa de TV. Mas uma coisa tenho certeza: os adolescentes adoram a banda Restart!

E, após ler a história do grupo e seus investimentos e investidas, devo ser sincero: eles são sucesso absoluto, não sei no campo musical, mas no mundo financeiro!

Veja abaixo, extraído da Revista Isto É Dinheiro, Ed 11/07/2012, pg 48-52

A MÁQUINA DE FAZER DINHEIRO

Fenômeno dos negócios e do marketing, a banda paulistana Restart usa a força das redes sociais para fazer fortuna com shows, CDs, DVDs, licenciamento, comércio eletrônico, livros, publicidade e, em breve, cinema.

por Geovana Pagel e Clayton Melo

Mocinhas chorando, gritinhos histéricos, pulinhos e sorrisinhos. Todas as vezes em que eles entram no palco para apresentar um de seus shows é assim. Para ser mais exato, não apenas no palco, mas também no auditório da RedeTV!, emissora na qual comandam, desde o mês passado, um programa diário chamado Estação Teen. Embora bem jovens, todos na casa dos 20 anos, os quatro garotos da banda paulistana Restart já se acostumaram ao sucesso. Thomas, Pe Lu, Pe Lanza e Koba são convidados com frequência para entrevistas em atrações da tevê. Num giro dominical do controle remoto, é possível vê-los no programa do Faustão, da Rede Globo, no de Anna Hickmann, na Record, ou no de Eliana, no SBT. 

Houve até uma ocasião em que Silvio Santos colou na testa uma figurinha do grupo, que havia sido contratado para fazer propaganda da Tele Sena. “Olha o Restart aqui”, disse o “patrão” às colegas de trabalho, durante seu programa dominical, apontando para a figurinha. “Que Roberto Carlos nada”, afirmou Silvio. “Meu negócio é com esses daqui, ó.” A utilização da imagem do grupo – cujo público-alvo são adolescentes – numa campanha de títulos de capitalização gerou polêmica e foi retirada do ar pelo Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária (Conar). 

Independentemente do possível exagero, o episódio foi mais uma demonstração do poder midiático do Restart, um conjunto juvenil fundado em 2008 que é um fenômeno do mundo dos negócios. Com mais de 500 itens licenciados, entre camisetas, relógios, celular e até edredon, a marca Restart já movimentou R$ 200 milhões no varejo nos últimos dois anos, segundo a empresa Angelotti Licensing & Entertainment Business. O grupo também reforça a conta bancária com campanhas publicitárias, patrocínios, loja virtual própria, shows, CDs e DVDs, entre outras fontes. 

A capacidade de gerar receita é tamanha que a banda lançou, em 2010, o livro Restart – coração na mão, a história completa da banda (Editora Benvirá, do grupo Saraiva), que vendeu 50 mil exemplares, algo extraordinário para os padrões do mercado editorial brasileiro. O segundo título, De carona com o Restart, já está a caminho. Fotográfica, a obra é editada pela Planeta e será lançada na Bienal do Livro, em agosto, com tiragem de 50 mil cópias. As investidas de marketing terão mais um capítulo em breve. O Restart será protagonista de um longa-metragem dirigido por Heitor Dhalia, de O cheiro do ralo. Como o projeto está na fase de captação de patrocínios, ainda não há uma data de lançamento definida. 

GERAÇÃO DIGITAL Se hoje o grupo é um estouro midiático, há um aspecto que torna a sua história muito peculiar: trata-se de uma banda tipicamente da geração digital. O Restart alcançou o sucesso graças às redes sociais e hoje mescla em suas estratégias o uso das mídias digitais e ferramentas tradicionais do show business, como tevê, rádio e merchandising. A palavra “estratégia” não é usada por acaso. Embora tenha alcançado um relativo sucesso de público de modo independente, foi a partir do momento em que encontrou um cérebro empresarial que a banda explodiu. No caso, o cérebro atende pelo nome de Marcos Maynard, sócio da Maynard Enterprise, agência paulistana de gerenciamento de carreiras de artistas. 

Ex-presidente de grandes gravadoras como PolyGram, CBS e Sony, Maynard conheceu o Restart em 2010, quando recebeu um CD da banda das mãos de uma amiga. Curioso, foi assistir a um show dos meninos. E se surpreendeu com a reação da galera ao hit virtual Levo comigo. “Vi meninas enlouquecidas, chorando e cantando a música de caras que não tinham tocado em nenhuma rádio do planeta”, afirma Maynard. Dos artistas com quem trabalhou, ele diz ter visto um frenesi desse tipo só com o Paulo Ricardo, vocalista do RPM, e Xanddy, do Harmonia do Samba. “Isso sem falar em Menudos, Dominó e, claro, nos Beatles, o maior fenômeno de fãs de todos os tempos”, diz.

Depois de testemunhar o poder de atração do Restart, Maynard contratou a banda e a levou para um estúdio. “Pensei na época: se com uma música mal gravada eles já tinham quase um milhão de acessos no MySpace, imagine quando isso for feito com um tratamento profissional?”, diz Maynard. Hoje o grupo registra mais de 70 milhões de acessos no YouTube. A força do Restart na rede é parte fundamental no plano traçado por Maynard, que cuida de todo o processo de negócios, passando pela divulgação, agenda de shows e negociações publicitárias. Os resultados não demoraram a aparecer. Lançado em 2009, o álbum de estreia do grupo, que leva o nome da banda, recebeu discos de ouro e de platina pelas vendas de 150 mil cópias. 

Os shows começaram a pipocar pelo Brasil inteiro. A gravação de nove músicas em espanhol garantiu novos fãs, aparições na tevê e shows no México, na Argentina e no Uruguai. Além disso, a banda foi a grande vencedora do Video Music Brasil (VMB) no mesmo ano, promovido pela MTV. Em Recomeçar, eles cantam: “E hoje sei, sei sei/ não importa mais/porque não vai, vai, vai/voltar atrás/o que restou em mim.” “Muitos dizem que o Restart faz letras medíocres e que não sabe tocar, mas não é bem assim”, diz Maynard. Na avaliação do empresário, eles escrevem sobre a realidade dos fãs. “Nos anos 1960, os Beatles escreviam letras simples sobre o amor”, afirma. A ideia de fazer um longa-metragem com o Restart foi inspirada nos quatro garotos de Liverpool. 

NASCE UMA MARCA Com o aumento da visibilidade, iniciar a venda de produtos licenciados foi um passo. A empresa contratada para essa empreitada foi a Angelotti. “Quando iniciamos o projeto, em 2010, eles já faziam um sucesso impressionante na internet”, afirma Luiz Angelotti, sócio da licenciadora. Mesmo assim, foi difícil convencer as redes varejistas e as empresas de que valia a pena investir na marca Restart. Motivo? O grupo nunca havia aparecido na televisão. “Na época, as redes sociais não estavam no radar dos presidentes de empresas, como acontece hoje”, afirma Angelotti. 

Com o sucesso, foi criada uma loja virtual, a Restart Shop, para comercializar os produtos, algo incomum no universo musical. O quarteto também engorda a conta bancária participando de campanhas publicitárias. Em 2011, participou de uma ação de marketing da linha de sucos Skinka, do grupo Schincariol. As redes sociais foram fundamentais na campanha. Se é verdade que o Restart tem em Maynard o seu Brian Epstein, o empresário que impulsionou os Beatles, também é preciso lembrar que os garotos não estão alheios à própria carreira. Antenados, opinam sobre o que vão vender. “Temos controle de tudo”, diz Pe Lu. “Assim como a música, os produtos também precisam ter a nossa cara.” 

– Ingressos Esgotados em Manchester para uma Temporada Inteira

Em 1 hora e 30 minutos, TODOS os ingressos do Manchester City foram vendidos para o Campeonato Inglês. São 36.000 lugares para os 19 jogos em casa da temporada 2012/2013. Os preços foram majorados em 10%, mas mesmo assim as vendas foram um sucesso.

Motivados pelo título da Premier League, o clube inglês pode se gabar de ter comercializado 100% de ocupação para um campeonato inteiro.

Para mim, isso é algo utópico aqui no Brasil. E para você? Deixe seu comentário: