Até dias atrás, falávamos sobre a ascensão da Classe C. Agora, as empresas focam a classe D.
Quer exemplos?
A PepsiCo: Possui salgadinhos como Elma Chips, Fofura e Lucky, mas tem atenção especial ao Lucky, pelas embalagens mais cheias e com produto que dão maior sensação de saciedade (pesquisas mostram que a Classe D compartilha mais e gosta de se sentir “cheio”).
A Positivo: produziu para a Classe D um notebook de R$ 700,00. Resultado: encalhou, pois pesquisas mostram que “marcas de pobre são identificadas e descartadas do processo de mobilidade social”.
A Danone: redimensionou seus tamanhos/ embalagens também para a classe D. Outras pesquisas mostraram que esse consumidor quer embalagens grandes (para ganhar na relação preço/quantidade) ou pequenas (para gastar “somente o que pode”). As convencionais tiveram que ser repensadas.
O Banco Gerador: realiza empréstimos mediante a análise de contas de água e luz, além de evolução nos gastos e pontualidade no pagamento. É pobre, mas não dá calote? Perfil desejado encontrado nas pesquisas!
(extraído de Épocas Negócios, Ed Junho/2012, pg 28-35, com adaptações).
