Fico pensando nos compradores da Yoki, a americana General Mills, em relação ao crime do Matsunaga (o “Caso Elisa”).
Quer maior propaganda negativa à empresa Yoki do que esta? Nada que a empresa tenha feito errado, mas a associação do nome já é algo ruim. É uma questão de publicidade indesejada.
E dizer que a empresa custou quase 1 bilhão de reais… o herdeiro assassinado não pode gozar de nada disso.
Aliás, a história das amantes do japonês, independente do acontecido, é tão repugnante quanto o crime, não? Bancar uma prostitua por R$ 27 mil mensais é algo indesejável…
