
Duda Bastos, diretora de negócios para serviços financeiros da Meta no Brasil. Foto: Divulgação/ Panorama Abecs Quando o Facebook virou Meta, em 2021…
Continua em: METAVERSO E O FUTURO DAS COMPRAS IMERSIVAS NA REALIDADE MISTA

Duda Bastos, diretora de negócios para serviços financeiros da Meta no Brasil. Foto: Divulgação/ Panorama Abecs Quando o Facebook virou Meta, em 2021…
Continua em: METAVERSO E O FUTURO DAS COMPRAS IMERSIVAS NA REALIDADE MISTA
Eu tenho medo do mau uso da Inteligência Artificial. Digo isso em referência às montagens quase realistas feitas, aos conceitos divulgados e as falsas e/ou equivocadas informações, muitas vezes “não tão inteligentes”.
O mundo está repensando a Inteligência Artificial, e nessa semana, um manifesto sobre isso foi assinado por importantes pessoas.
Abaixo, extraído do LinkedIn da Coach e Mentora Aline Bravo
VOCÊ ACREDITA QUE SISTEMAS DE IA PODEM SER UM RISCO PARA A HUMANIDADE? 🤔
CEO do Twitter, Elon Musk e o historiador famoso pelo livro Uma Breve História da Humanidade, Yuval Noah Harari, entre outros especialistas, pesquisadores e cientistas, resolveram assinar uma carta em que pedem uma pausa na atualização e desenvolvimento de IA (Inteligência Artificial).🤯
O diretor da Open AI, que criou o ChatGPT, Sam Altman, reconheceu ter um pouco de medo de que sua criação seja usada para desinformação em larga escala, ou para ciberataques.
“Devemos permitir que as máquinas inundem nossos canais de informação com propaganda e mentiras? Devemos automatizar todos os trabalhos, incluindo os gratificantes? […] Devemos nos arriscar a perder o controle da nossa civilização? Essas decisões não devem ser delegadas a líderes tecnológicos não eleitos.”
Mesmo que tenha sido melhorada, a ferramenta GPT-4 ainda entrega resultados com algumas alucinações e pode atender os usuários usando uma linguagem nociva. Mas há quem acredite que a pausa, na verdade, deveria ser para entender mais os benefícios — e não só os danos de tecnologias AI. Essa é a visão de Peter Stone, pesquisador da Universidade de Texas em Austin (EUA).
Eu penso que assim como outras tecnologias, a IA pode trazer grandes contribuições e melhorias para a humanidade, mas exige cautela! Assim como pode ser uma ferramenta de evolução, também pode ser utilizada como ferramenta de destruição.
E você, qual sua opinião sobre esse tema? Me conta!⤵️
Matéria completa: https://lnkd.in/dSmmrCKU

Imagem extraída de: https://olhardigital.com.br/2019/10/03/carros-e-tecnologia/o-que-e-inteligencia-artificial-e-quais-podem-ser-seus-impactos/
Invariavelmente vemos carros que aceitam gasolina e etanol que não se adaptam à mudança de combustível.
Caro motorista, saiba que o seu veículo tem um chip que precisa entender o que você está abastecendo.
Se você roda com gasolina e quer mudar para etanol, deve deixar o tanque se esvaziar até o limite da reserva, e aí completar o tanque com o outro produto. Caso contrário (se você anda com meio-a-meio), o módulo pode entender que você está utilizando combustível adulterado.
Algo importante e que passa despercebido: quando você muda o combustível, precisa rodar alguns quilômetros para que seu carro entenda o que aconteceu. Se você trocar o combustível e estacionar o carro na garagem, fatalmente, quando você der a partida, o carro pode não funcionar.
Um cuidado a mais: alguns carros podem viciar com determinado combustível, e se você não muda com frequência, pode ser que seu carro não renda o que deva e até falhe por muitos tanques abastecidos.
Ademais, último conselho: não se esqueça de abastecer o reservatório da injeção eletrônica, caso esteja usando a opção etanol.
Tais dicas ajudam os motoristas a terem tranquilidade quando abastecerem seus carros.
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Foto: Fábio Junior/EPTV, extraído de: Auto Esporte, em: https://autoesporte.globo.com/videos/noticia/2020/01/veja-dicas-para-economizar-combustivel-no-guia-pratico-do-g1.ghtml
Eu recebi de um amigo a informação abaixo, que levou a sério o texto desse print (que não é). É um tuíte de uma página chamada Paulista FC (mas versão BOT), com várias “tiradas”.
Quem recebeu algo assim, lembre-se: é uma brincadeira do Twitter que pode iludir muita gente.
O endereço do perfil está abaixo do nome.
Para quem não sabe o que é uma página bot, aqui: https://www.techtudo.com.br/listas/2022/11/sete-bots-do-bem-que-voce-deveria-seguir-agora-no-twitter.ghtml
Ops: Elon Musk é o bilionário dono da Tesla, da Space X e novo proprietário do Twitter. Braian Romero é o centroavante argentino do Internacional-RS, que está emprestado para o Tijuana do México. E de onde o cara arranjou o valor de R$ 15,47 (se é que tem algum significado)?
Puxa, foi há algum tempo, mas eu não me canso de ver esse vídeo: o passeio do drone terráqueo em terras marcianas!
É inimaginável que algo que esteja tão longe consiga ser tão preciso em sua missão, e ainda nos envie imagens de lá.
Viva a inteligência e a competência.
Assista em: https://youtu.be/p1KolyCqICI
Eu pensei que era “lenda da Internet”. Mas existe mesmo! O “Shadowban” (ficar escondido / despercebido no Instagram, silenciado pelo próprio App) aconteceu comigo.
Ainda estou tentando resolver, mas saiba o que é e como evitá-lo, abaixo,
Extraído de: https://postgrain.com/blog/instagram-shadowban/
O QUE É SHADOWBAN DO INSTAGRAM (E COMO EVITÁ-LO)
Por acaso você sentiu o número de seguidores do seu perfil parar de crescer? O engajamento das suas publicações diminuiu? As fotos não aparecem quando pesquisadas pelas hashtags usadas? O que chamamos de shadowban do Instagram pode ser o responsável por reduzir o alcance do seu perfil no Instagram.
O termo está sendo bastante comentado pelos especialistas em marketing digital, mas muitos profissionais ainda não sabem o que isso significa. Não temos garantias de que o shadowban do Instagram é o que realmente vem afetando o alcance das publicações ou se é uma questão de ajuste de conteúdo.
Juntamos todas as informações que temos sobre o tema, aqui nesse post. Então, caso você ache que foi afetado pelo shadowban, continue lendo que tenho certeza que achará as respostas para muitas das suas dúvidas!
O que é o shadowban no Instagram?
O termo “shadowban” existe desde 2006, mas, apenas recentemente, se disseminou pelo público digital. Por definição, um shadowban é o ato de bloquear um usuário de uma rede social de forma que ele não perceba que foi banido.
Antes de tudo, lembre-se que o Instagram vem implementando um novo algoritmo desde junho de 2016. Como consequência, muitas contas sentiram uma diminuição extrema no envolvimento de suas publicações. Mas, o fato de seu engajamento não está tão bom quanto antes, não significa necessariamente que você foi atingido pelo temido shadowban do Instagram.
Vamos à explicação de fato: um Instagram shadowban é quando suas hashtags se tornam “impossíveis de serem vistas” na aba de descoberta. Ou seja, você pode usar suas hashtags normalmente, contudo, suas publicações só aparecerão nos feeds dos seus seguidores atuais. O que, basicamente, acaba com todo o propósito de usar hashtags estratégicas para fazer com que novos seguidores sejam atingidos pelas suas publicações.
Com isso, suas imagens não poderão ser vistas nos feeds de hashtag de todos aqueles que NÃO o seguem, reduzindo, obviamente, o alcance do seu perfil e tornando, assim, muito mais difícil alcançar uma audiência que ainda não é a sua.
Como saber se seu perfil realmente foi atingido?
Para ter certeza de que seu perfil foi atingido pelo shadowban do Instagram, definimos um passo a passo bem simples:
1. Faça uma publicação no perfil que você desconfia que foi sofreu o shadowban, utilize uma das hashtags que você usa frequentemente, mas que seja menos utilizada, isso vai te ajudar nos próximos passos;
2. Peça que 5 perfis que NÃO o seguem, pesquisem pela hashtag que você usou na publicação e se sua publicação está sendo exibida no feed de hashtags;
3. Se sua publicação não estiver aparecendo para essas pessoas nesse feed, sua conta realmente pode ter sido enquadrada no shadowban.
Mas, não existe necessidade para pânico, vamos ensinar como corrigir o problema!
Como evitar?
Depois de muitas pesquisas, reunimos aqui algumas das razões que podem causar esse problema no seu perfil.
1. Uso de automação, bots e compra de seguidores e ações;
Os termos de uso do Instagram são claros como água: você não pode realizar nenhum tipo de automação, isso inclui ferramentas que realizem qualquer tipo de ação pelo seu perfil. Mas como o Instagram descobre? Bem, em um momento sua ação é realizada na Rússia- onde está localizado o IP da ferramenta de automação que você contratou. No momento seguinte, você acessa o aplicativo pelo seu celular, no Rio de Janeiro, e um segundo IP é registrado por eles. Opa, o Instagram já acende a luz do alerta de que algo de estranho tá acontecendo: como a mesma pessoa está em dois lugares diferentes ao mesmo tempo?
2. Hashtags “quebradas”
Confira se as hashtags que você usa não estejam “banidas” pelo Instagram. É só procurar a hashtag no Instagram, se apenas a seção superior, chamada “principais publicações” aparecer e nada mais, é provável que a hashtag tenha sido banida pelo Instagram. Fique atento e não deixe de fazer essa pesquisa frequentemente. Até mesmo hashtags inocentes acabam sendo usadas para um contexto diferente, como é o caso da hashtag #petite. Como você pode ver na imagem abaixo, é uma hashtag usada pra contextos bem diferentes do que imaginamos apenas lendo a palavra.
3. Usar as mesmas hashtags por muitos meses
Alguns usuários afetados pelo shadowban do Instagram perceberam que por estarem usando continuamente as mesmas hashtags por longos períodos de tempo, o Instagram detectou como spam. Mesmo que você use as mesmas hashtags para manter a continuidade nas publicações, tenha cuidado com o uso, não confie nem mesmo em hashtags criadas pelas marcas. Na realidade, segundo o próprio Instagram, não devemos confiar muito em hashtags em geral! Ainda estamos de olho nessa suspeita, mas recomendamos manter suas hashtags sempre atualizadas e alterá-las sempre que possível.
4. Atividades muito intensas
Se você, de repente, seguir ou deixar de seguir muitas pessoas, ou curtir uma número de alto de publicações, o Instagram percebe que não se trata de ações do dia a dia de um usuário normal, isso pode causar alguns problemas, fique esperto! Tente fazer um uso moderado das ações, tentando nunca realizar interações de maneira robótica.
O que o Instagram fala sobre o shadowban?
Pelo fato de que alguns usuários que não estavam fazendo spam terem sido atingidos pelo “fenômeno”, no começo do ano, o Instagram publicou em sua página do Facebook reconhecendo que o problema com as hashtags é real. Contudo, ao invés de admitir que implementaram o “shadowban”, a empresa disse que havia realizado “melhorias no sistema”. E, pasme, quando foram pressionados por uma resposta sobre como solucionar, disseram que não tinham recursos para resolver o problema.
Encontrar as melhores hashtags para o seu mercado faz parte de uma estratégia de marketing no Instagram! Ou estamos todos enganados? Não se sabe ainda se o shadowban do Instagram tem alguma relação com a maneira como a rede social vem querendo monetizar seu negócio através dos anúncios pagos. De qualquer forma, acaba forçando os perfis comerciais a investir em publicidade paga, isso não podemos negar! Afinal, de uma forma ou de outra, atrapalha a visibilidade dos perfis na aba de pesquisas por hashtags e também daqueles que usam ferramentas de automação.
Como faço para resolver o shadowban no meu perfil?
A gente já escreveu aqui no blog sobre o suporte do Instagram, e sobre como não é a maneira mais fácil, muito menos mais rápida de se conseguir informações. Por isso, a melhor maneira que achamos foi reunindo soluções que funcionaram para outros usuários:
1. Dê um tempo das atividades na sua conta do Instagram
Aguardando um período de 24 a 48 horas sem realizar ações de qualquer tipo no seu perfil, a conta volta ao normal.
2. Revise suas hashtags
Verifique se as hashtags que você usa estão sendo bloqueadas pela rede social. Aproveite, também, para criar um novo mix de hashtags para usar nas suas próximas publicações.
3. Repense o uso de automação
Como adiantamos na dica 1, a primeira coisa a fazer é parar de usar serviços automatizados por um período (de 24 a 48 horas). Outra solução é diminuir a velocidade das ações automatizadas. Em algumas ferramentas, existem os níveis de velocidade de “Lento” a “Rápido”, opte pela primeira opção.
4. Diminua a frequência das suas publicações
O Instagram analisa qualquer característica de spam que um perfil possa vir a ter. A quantidade de publicações que seu perfil realiza também entra nesse critério de análise. Tente manter um número de publicações que um perfil pessoal realiza, por exemplo.
5. Mude de perfil comercial para perfil pessoal
Como dito, pode ser que o Instagram esteja focando nas contas comerciais visto que é mais provável que elas sejam impactadas negativamente pelo shadowban, aumentando as chances de comprar anúncios. Assim, ao mudar de perfil comercial para pessoal, é possível que você “saia” do radar do Instagram.
6. Engaje organicamente com o seu público
Aproveite esse período sem ferramentas de automação para conhecer melhor seus seguidores, faça manualmente essa pesquisa de hashtags e comente nos perfis que acha interessante para a sua marca.
Conclusão
Se você usa o Instagram de forma natural, sem realizar ações de forma exagerada, sem se comportar como um robô e verifica as suas hashtags sempre que possível, fique tranquilo! Não recebemos nenhum feedback de perfis atingidos pelo shadowban do Instagram sem que uma dessas ações que listamos aqui no post tenham sido realizadas.
Não faz muito sentido que o Instagram puna os usuários que estão usando a plataforma de forma autêntica, fazendo uso exatamente como ela foi planejada para ser usada.
O Instagram se atualiza com frequência, assim, de tempos em tempos as coisas inevitavelmente vão mudar no algoritmo. Dessa forma, esse post pode ser atualizado com mais informações em breve, tá ok?
Se você realizou alguma dessas ações, não precisa entrar em pânico! Basta seguir as dicas que listamos aqui.
Seu perfil foi atingido pelo shadowban? Se conseguiu resolver o problema de alguma outra forma, deixa aqui nos comentários! Assim podemos ajudar ainda mais pessoas esclarecendo as dúvidas com a ajuda da comunidade que usa a rede social.

Pela primeira vez na história, uma geração é menos inteligente do que os seus pais. E a culpa é das telas!
O ABUSO DAS TELAS COBRANDO UM PREÇO ALTO DE TODOS
Não desgrudar de dispositivos tecnológicos atrapalha o desenvolvimento pleno das crianças e afeta o convívio familiar. Precisamos rever esse hábito
É um jantar típico de família. Os celulares estão apoiados sobre a mesa. Cada um possui seu próprio aparelho, que vibra de cinco em cinco segundos, chamando para algo que certamente pode esperar.
O pai utiliza fones sem fio e está numa call interminável. A criança mais nova é colocada diante de um tablet – que passa Mundo de Bita ou Galinha Pintadinha – para que consiga permanecer à mesa. O filho adolescente está preocupado em terminar logo o jantar para postar uma selfie com um filtro novo no Tik Tok. Ao fundo, a televisão ligada anuncia algo no noticiário. Parece uma cena comum para você? Essa é a mais nova geração digital. Ou melhor, família digital.
O fato é que nunca estivemos tão conectados com o mundo que nos cerca – as informações voam. Mas isso não é necessariamente um problema. A grande questão é o tempo que dedicamos às novas tecnologias. Pode reparar: não fazemos ideia da quantidade de horas que passamos em frente às telas. O turno de trabalho acaba e continuamos ali, passeando na rede social, assistindo a séries ou filmes, lendo notícias e fofocas, vendo lives…
O mais assustador é que esse tipo de comportamento se agrava sem nem percebermos. O tempo de tela foge do controle dos pais quando um tablet ou celular cai na mão de uma criança. Pior: perdemos a noção do que elas estão vendo. E é importante lembrar que, fora músicas inocentes e jogos educativos, as redes estão cheias de conteúdos perigosos, com insinuação sexual e cyberbullying, além de vídeos que estimulam o consumismo, definindo o comportamento do jovem e do adolescente.
Temos que refletir sobre onde chegamos. Afinal, o tempo de ócio criativo deixa de existir quando uma tela entra em jogo. Perde-se a capacidade de pensar, inventar, criar histórias. Perde-se a oportunidade de se relacionar com o outro, de dar risada e de curtir momentos em família – como acontecia na mesa de jantar.
Não precisamos (ou não deveríamos) ficar online o tempo todo. Esse comportamento nos desconectou da presença real, do olho no olho e da convivência em família. Isso tudo precisa ser resgatado – e urgentemente.
Estudos de neurociência mostram que o cérebro humano é capaz de fazer 700 a 1 mil conexões cerebrais por segundo nos primeiros anos de vida. Aos 2 anos de idade, teremos mais conexões cerebrais do que aos 6 anos. Apenas as mais importantes serão mantidas até a vida adulta. Que memórias e aprendizados você quer oferecer ao seu filho?
Viva o mundo real
Penso que o desenvolvimento da criança está intimamente ligado à vivência que ela tem do mundo. O brincar, o contato com a natureza e a relação com o outro, por exemplo, são momentos importantes de aprendizado. Muitas tarefas e estímulos podem e devem ser orientados, mas essas experiências mais livres permitem que a criança exercite a capacidade criativa em seu máximo potencial.
São aspectos do desenvolvimento que não podem ser conquistados através de uma tela. Por isso, refiro-me a esse aspecto de alienação digital: devemos perceber o quanto o uso dos eletrônicos nos privaram de tantas outras coisas essenciais.
Longe de mim ser contra o avanço da tecnologia! Seria negar o mundo que nos cerca. Nossos filhos nasceram na era touch, com a facilidade de ter tudo na palma da mão. O digital faz parte da vida deles. O grande dilema, faço questão de frisar, é o mau uso desses recursos.
Segundo o neurocientista francês Michel Desmurget, vivemos um momento histórico, no qual, pela primeira vez, os filhos têm um quociente de inteligência (o famoso QI) mais baixo que o dos pais. Em outras palavras, a geração atual tem menor capacidade cognitiva, apresentando problemas de linguagem, concentração, memória e cultura.
Isso é decorrente da diminuição das interações sociais, da piora da qualidade do sono, do aumento de atividades que não exercitam a mente, entre outras coisas que estão, no fundo, intimamente associadas ao uso abusivo das telas.
De parceiros a vilões
Os dispositivos digitais se transformam em um problema no momento em que deixamos de interagir com nossos filhos da forma que deveríamos. Veja: o cérebro deles é estimulado de outra maneira quando se divertem ao ar livre, usam jogos e brinquedos reais e lidam com pessoas de carne e osso.
Com a pandemia de coronavírus, a situação ficou ainda mais crítica. Afinal, atividades essenciais, como a ida à escola, ficaram restritas (quando possível) ao universo online. E, assim, passou-se um ano inteiro.
Sem falar que muitos pais liberaram as telas não apenas para as aulas, mas também para atuarem como passatempos, já que, além de cuidar das crianças, precisavam trabalhar e manter a casa em ordem.
Mas, como minimizar os danos? Como sobreviver às condições que uma pandemia nos impôs? É urgente que tomemos as rédeas e saibamos controlar o que nossos filhos estão vendo e por quanto tempo. Trago aqui algumas dicas de sobrevivência à tecnologia – elas servem inclusive para os adultos.
1. Comece impondo limites para todos: momentos em família nunca devem acontecer com o celular, tablet ou qualquer tecnologia individual sendo utilizada. Aproveitem o tempo para conversar e interagir de forma real.
2. O horário de refeições deve ser sagrado: nada de celulares à mesa.
3. Controle o tempo de uso: para crianças abaixo de 2 anos, as telas devem ser evitadas ao máximo. Para crianças de 2 a 5 anos, limitar a uma hora por dia. Dos 6 aos 10 anos, permita de uma a duas horas diárias. Para adolescentes entre 11 e 18 anos, de duas a três horas por dia é o suficiente. Todas as atividades devem ser supervisionadas e ter intuito educacional.
4. Não existe segredo na internet! Os pais devem estar cientes dos conteúdos que os filhos assistem, e tomar especial cuidado com aqueles de cunho violento e sexual (com nudez e pornografia), além das práticas de cyberbulling.
5. Tenham (todos) um momento de desconexão. Promova o contato com a natureza, a prática de exercícios físicos e as atividades ao ar livre – que sejam possíveis nesse momento.
6. Estejam atentos aos sinais de que algo não vai bem, como alteração de comportamento, agressividade, irritabilidade, dificuldade para dormir, sonolência excessiva durante o dia ou mesmo apatia. Tudo isso pode sinalizar depressão, ansiedade e até mesmo experiências de violência na internet.
7. Deem o exemplo enquanto pais, aprendendo também sobre o uso racional das tecnologias, já que isso afeta toda a família.
Seguimos nesse processo de constante aprendizado, lembrando sempre que a primeira infância só é vivida uma única vez.

Excesso de telas traz repercussões para a família toda. Foto: Robo Wunderkind/Unsplash/SAÚDE é Vital
Dias átras, durante a Missa das 7h na Catedral Nossa Senhora do Desterro (a Igreja Matriz de Jundiaí), o Padre João Marrom abordava como as pessoas se distraem (e distraem as outras) durante a Celebração Eucarística com o uso do celular!
Pois é. Se um telefone tocar em um momento de oração, queiramos ou não, há uma irritação. E se for o “barulho” do WhatsApp?
Pior é que justo na hora da Homilia, quando o padre falava sobre isso, um telefone tocou…
Sábias palavras são aquelas que um dia li na porta de uma igreja: “Desligue o celular e se ligue em Deus”. Mas isso não acontece apenas dentro das Igrejas, mas ao longo do dia. Vivemos tempos de Dispersão Espiritual, onde não conseguimos nos concentrar como devíamos para fazermos nossas preces (sobre isso, abordamos brevemente em outra ocasião no link: http://wp.me/p4RTuC-4TN). E nem precisa ser barulho de pessoas desacostumadas a tomarem cuidados, pode ser o famoso ruído litúrgico (um violão que cai, por exemplo) ou ainda fora dos templos: em casa, no quarto ou na sala (sempre haverá uma TV ligada, um rádio ao fundo ou um vizinho tirando a atenção).
Custa muito desconectarmos dos meios de comunicação eletrônicos e dos compromissos de trabalho ao menos em alguns poucos minutos? Estamos reféns de e-mails, redes sociais, perturbações econômicas e compromissos laborais?
Tudo isso vem de encontro com o que o Papa Francisco tuitou certa vez (olha aí o bom uso das ferramentas sociais, como o Twitter):
“O trabalho é importante, mas também igualmente o repouso. Aprendamos a respeitar o tempo do repouso, sobretudo o repouso do Domingo.”
Neste mundo em que os serviços e compromissos são diários e contínuos, no mundo que trabalha 24 horas por dia e de segunda-a-segunda, cada vez mais raro se torna encontrar pai, mãe e filho descansando aos domingos. E seja qual for o dia de repouso (preferencialmente aos domingos), que a família possa se desligar dos compromissos diários e rotineiros para repousar em Deus, ir à Missa, comer sem pressa, esquecer o relógio e não se preocupar com sinal de Internet…
Missão difícil?
Sim. Afinal, nos dias atuais, não é só contra heresias, seitas profanas, modismos anticristãos ou tentações que lidamos, mas também contra a “infoxicação”, que é a necessidade de informação plena, on-line, irrestrita e compartilhada pelos amigos em redes sociais, mesmo que isso leve em detrimento dos escassos momentos que deixamos a Deus…
Foto: a tranquila Capela Nossa Senhora Aparecida na pracinha em Jarinu/SP . Arquivo Pessoal.

Não. Este ensaio não foi produzido no ChatGPT (…)
Continua em: Inteligência Artificial: o que fascina, o que assusta
Em uma disputa de bola no seu campo de ataque, os atletas Guilherme Silva, Caíque e Alencar (todos do Tombense) de maneira atrapalhada, trombam, e um companheiro acaba pisando no pé do outro, sem que existisse qualquer contato dos zagueiros do Retrô. Eis que o árbitro Paulo Roberto dos Santos – PR (que já se envolveu em polêmica na Série A, naquele Botafogo x Palmeiras de tanta discussão pelo apito para reinício do jogo) marca… pênalti!
Não foi nada, confira no vídeo abaixo. Aparentemente, o juizão estava bem colocado no lance (e a única explicação é: “deu um branco“).
Com essa penalidade, o Tombense, beneficiado, venceu por 1×0 o Retrô, avançou para a próxima fase da Copa do Brasil e receberá R$ 900.000,00 de premiação.
Imagine a “alegria” do time baiano…
Em tempo: na Copa do Brasil, não tem VAR! E fico pensando: desaprendemos a apitar sem ele? Graças ao VAR, houve legitimidade nos gols marcados e anulados em Santos 2×2 Corinthians. Domingo, em Ribeirão Preto, um zagueiro da casa deu uma tesoura no atacante são-paulino dentro da área, e o pênalti só foi marcado graças ao VAR. Assim, fica a questão: dá para deixar de usar o VAR?
Para quem paga tal premiação, não custava separar “uns trocados” para colocar VAR nesses jogos…
O fenômeno da Internet, quando nasceu, era algo surpreendente para nós, mais velhos. Mas já há uma geração que não se surpreende com as maravilhas e possibilidades da Web: as crianças e os adolescentes, que nasceram com os computadores, tablets e smartphones no seu dia-a-dia. E isso fez com que todas as gerações, etnias, faixas de renda e níveis de comunicação pudessem comunicar entre si, indistintamente.
Porém, há aqueles que fazem o mau uso de tal possibilidade: pessoas mal educadas, trolls, ignorantes sociais e outros atores sociais que perturbam e nada agregam. Conheço gente que se viu obrigada a abandonar Facebook, Twitter, Instagram e outros meios de socialização por trollagem de gente que não aceita opinião de outrem. E nessa linha, Umberto Eco, falecido e importante pensador italiano, disse recentemente:
“Redes Sociais deram voz à legião de imbecis”.
Hum… é pra refletir. Já encontrou gente assim na Internet? Infelizmente, há aqueles que, ao não concordarem com algo, atacam simplesmente por atacar!

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida. Quem souber, favor informar para divulgação dos créditos.
Pela primeira vez na história, uma geração é menos inteligente do que os seus pais. E a culpa é das telas!
O ABUSO DAS TELAS COBRANDO UM PREÇO ALTO DE TODOS
Não desgrudar de dispositivos tecnológicos atrapalha o desenvolvimento pleno das crianças e afeta o convívio familiar. Precisamos rever esse hábito
É um jantar típico de família. Os celulares estão apoiados sobre a mesa. Cada um possui seu próprio aparelho, que vibra de cinco em cinco segundos, chamando para algo que certamente pode esperar.
O pai utiliza fones sem fio e está numa call interminável. A criança mais nova é colocada diante de um tablet – que passa Mundo de Bita ou Galinha Pintadinha – para que consiga permanecer à mesa. O filho adolescente está preocupado em terminar logo o jantar para postar uma selfie com um filtro novo no Tik Tok. Ao fundo, a televisão ligada anuncia algo no noticiário. Parece uma cena comum para você? Essa é a mais nova geração digital. Ou melhor, família digital.
O fato é que nunca estivemos tão conectados com o mundo que nos cerca – as informações voam. Mas isso não é necessariamente um problema. A grande questão é o tempo que dedicamos às novas tecnologias. Pode reparar: não fazemos ideia da quantidade de horas que passamos em frente às telas. O turno de trabalho acaba e continuamos ali, passeando na rede social, assistindo a séries ou filmes, lendo notícias e fofocas, vendo lives…
O mais assustador é que esse tipo de comportamento se agrava sem nem percebermos. O tempo de tela foge do controle dos pais quando um tablet ou celular cai na mão de uma criança. Pior: perdemos a noção do que elas estão vendo. E é importante lembrar que, fora músicas inocentes e jogos educativos, as redes estão cheias de conteúdos perigosos, com insinuação sexual e cyberbullying, além de vídeos que estimulam o consumismo, definindo o comportamento do jovem e do adolescente.
Temos que refletir sobre onde chegamos. Afinal, o tempo de ócio criativo deixa de existir quando uma tela entra em jogo. Perde-se a capacidade de pensar, inventar, criar histórias. Perde-se a oportunidade de se relacionar com o outro, de dar risada e de curtir momentos em família – como acontecia na mesa de jantar.
Não precisamos (ou não deveríamos) ficar online o tempo todo. Esse comportamento nos desconectou da presença real, do olho no olho e da convivência em família. Isso tudo precisa ser resgatado – e urgentemente.
Estudos de neurociência mostram que o cérebro humano é capaz de fazer 700 a 1 mil conexões cerebrais por segundo nos primeiros anos de vida. Aos 2 anos de idade, teremos mais conexões cerebrais do que aos 6 anos. Apenas as mais importantes serão mantidas até a vida adulta. Que memórias e aprendizados você quer oferecer ao seu filho?
Viva o mundo real
Penso que o desenvolvimento da criança está intimamente ligado à vivência que ela tem do mundo. O brincar, o contato com a natureza e a relação com o outro, por exemplo, são momentos importantes de aprendizado. Muitas tarefas e estímulos podem e devem ser orientados, mas essas experiências mais livres permitem que a criança exercite a capacidade criativa em seu máximo potencial.
São aspectos do desenvolvimento que não podem ser conquistados através de uma tela. Por isso, refiro-me a esse aspecto de alienação digital: devemos perceber o quanto o uso dos eletrônicos nos privaram de tantas outras coisas essenciais.
Longe de mim ser contra o avanço da tecnologia! Seria negar o mundo que nos cerca. Nossos filhos nasceram na era touch, com a facilidade de ter tudo na palma da mão. O digital faz parte da vida deles. O grande dilema, faço questão de frisar, é o mau uso desses recursos.
Segundo o neurocientista francês Michel Desmurget, vivemos um momento histórico, no qual, pela primeira vez, os filhos têm um quociente de inteligência (o famoso QI) mais baixo que o dos pais. Em outras palavras, a geração atual tem menor capacidade cognitiva, apresentando problemas de linguagem, concentração, memória e cultura.
Isso é decorrente da diminuição das interações sociais, da piora da qualidade do sono, do aumento de atividades que não exercitam a mente, entre outras coisas que estão, no fundo, intimamente associadas ao uso abusivo das telas.
De parceiros a vilões
Os dispositivos digitais se transformam em um problema no momento em que deixamos de interagir com nossos filhos da forma que deveríamos. Veja: o cérebro deles é estimulado de outra maneira quando se divertem ao ar livre, usam jogos e brinquedos reais e lidam com pessoas de carne e osso.
Com a pandemia de coronavírus, a situação ficou ainda mais crítica. Afinal, atividades essenciais, como a ida à escola, ficaram restritas (quando possível) ao universo online. E, assim, passou-se um ano inteiro.
Sem falar que muitos pais liberaram as telas não apenas para as aulas, mas também para atuarem como passatempos, já que, além de cuidar das crianças, precisavam trabalhar e manter a casa em ordem.
Mas, como minimizar os danos? Como sobreviver às condições que uma pandemia nos impôs? É urgente que tomemos as rédeas e saibamos controlar o que nossos filhos estão vendo e por quanto tempo. Trago aqui algumas dicas de sobrevivência à tecnologia – elas servem inclusive para os adultos.
1. Comece impondo limites para todos: momentos em família nunca devem acontecer com o celular, tablet ou qualquer tecnologia individual sendo utilizada. Aproveitem o tempo para conversar e interagir de forma real.
2. O horário de refeições deve ser sagrado: nada de celulares à mesa.
3. Controle o tempo de uso: para crianças abaixo de 2 anos, as telas devem ser evitadas ao máximo. Para crianças de 2 a 5 anos, limitar a uma hora por dia. Dos 6 aos 10 anos, permita de uma a duas horas diárias. Para adolescentes entre 11 e 18 anos, de duas a três horas por dia é o suficiente. Todas as atividades devem ser supervisionadas e ter intuito educacional.
4. Não existe segredo na internet! Os pais devem estar cientes dos conteúdos que os filhos assistem, e tomar especial cuidado com aqueles de cunho violento e sexual (com nudez e pornografia), além das práticas de cyberbulling.
5. Tenham (todos) um momento de desconexão. Promova o contato com a natureza, a prática de exercícios físicos e as atividades ao ar livre – que sejam possíveis nesse momento.
6. Estejam atentos aos sinais de que algo não vai bem, como alteração de comportamento, agressividade, irritabilidade, dificuldade para dormir, sonolência excessiva durante o dia ou mesmo apatia. Tudo isso pode sinalizar depressão, ansiedade e até mesmo experiências de violência na internet.
7. Deem o exemplo enquanto pais, aprendendo também sobre o uso racional das tecnologias, já que isso afeta toda a família.
Seguimos nesse processo de constante aprendizado, lembrando sempre que a primeira infância só é vivida uma única vez.

Excesso de telas traz repercussões para a família toda. Foto: Robo Wunderkind/Unsplash/SAÚDE é Vital
Qualquer objeto que esteja voando e não se sabe o que é, ganha o nome de OVNI. Isso signifca que pode ser algo do nosso planeta, e não necessariamente extraterrestre.
Dito isso: os OVNIs que foram abatidos nos EUA e Canadá, além dos observados na Colômbia e no Uruguai, são, segundo os chineses, “inocentes balões meteorológicos que o vento levou para longe”. As autoridades de Pequim até pediram desculpas por eles entrarem no espaço aéreo americano.
Cá entre nós: é muita ingenuidade não crer que sejam equipamentos espiões chineses. Tanto quanto seria ingenuidade não crer que os EUA fazem o mesmo por aí…
Nessa nova era de “guerra fria velada”, quem for mais tecnológico estará à frente.

Imagem extraída de: https://www.cnnbrasil.com.br/internacional/o-que-sabemos-sobre-o-misterioso-balao-chines-que-esta-sobrevoando-os-eua/
Giuliano Galoppo abriu o placar no Nabizão, na noite de 4ª feira, com um gol que deixou dúvidas: a bola entrou ou não?
A olho nu, me parece que não passou totalmente pelo ar (para ser gol, 100% da bola deve ultrapassar a linha de meta, postes e travessão). Mas o lance é muito difícil.
Repararam que a revisão do VAR não trouxe imagens precisas? Pelo sistema eletrônico, não se conseguiu, aparentemente, definir se a bola entrou ou não. A impressão é que depois da espera, decidiu-se respeitar a decisão de campo (perceba que o bandeira correu confirmando o gol). Eu não daria, mas é sacanagem culpar o assistente por situação tão delicada.
E como poderia-se confirmar o tento com exatidão?
Com a tecnologia Goal-line, aquela dos sensores que avisam quando um gol é marcado, enviando a mensagem para um relógio especial do árbitro, vibrando, acendendo luzes e piscando com a palavra GOAL.
Por quê aqui no Brasil nós não usamos esse artifício tão útil? Aliás, a primeira vez que um gol duvidoso foi confirmado por esse instrumento na história, foi em nosso país, na Copa de 2014, no jogo da França apitado por Sandro Meira Ricci. Relembre: https://tecnoblog.net/especiais/goal-line-technology-goalcontrol-4d-como-funciona/
Em tempo, pois o trocadilho é inevitável: o simpático treinador Pedro Caixinha parece que “encaixou” o time, mesmo com os desfalques de Léo Ortiz, Helinho, Lucas Evangelista e outros titulares, vencendo Corinthians e São Paulo, estando na liderança de seu grupo no Paulistão. Porém, o que tem de “boa praça” o Caixinha, tem de “xarope” seu assistente… como ele reclama o jogo todo!
Imagem de Galoppo: reprodução do Twitter, extraída de: https://www.terra.com.br/esportes/sao-paulo/sao-paulo-anuncia-contratacao-do-meia-giuliano-galoppo-por-r-215-milhoes,b054ffc9060a8bb08433ccd456be0621hiydjntd.html
E a tecnologia mostra coisas impressionantes! Uma delas: a transformação de personagens de desenhos animados em pessoas com feições reais!
Veja que curioso, extraído de: https://www.hardware.com.br/noticias/2022-02/inteligencia-artificial-mostra-como-seriam-personagens-classicos-de-desenho-na-vida-real.html
INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL MOSTRA COMO SERIAM PERSONAGENS CLÁSSICOS DE DESENHO NA VIDA REAL

A Inteligência Artificial tem proporcionado uma série de feitos bem notórios, e alguns deles não são exatamente úteis, mas muito interessantes. Como exemplo, a tecnologia está sendo usada para trazer a vida alguns desenhos animados, tanto da Disney quanto de animações com características mais bizarras, como os Simpsons.
Se você sempre teve curiosidade de saber como alguns personagens de desenhos animados seriam na vida real, então certamente vai adorar o trabalho de um artista digital brasileiro que está fazendo bastante sucesso na rede com suas fotos realistas de alguns deles.

O brasileiro Hidreley Diao é um artista digital brasileiro que está conquistando milhares de cliques nas redes sociais por postar imagens de retratos de como seriam vários personagens de desenhos animados em suas versões reais.
Ele se diz apaixonado por qualquer coisa relacionada a arte digital e, depois de descobrir que software de inteligência artificial é capaz de criar uma imagem fotográfica realista de pessoas que não existem, começou seu projeto que fez tanto sucesso.

Segundo ele, tudo começou com um grupo de desafios de Photoshop no Facebook chamado de Desafios Photoshop Brasil. Ele era um dos administradores desse grupo e também participava de vários desafios, e foi a busca por esses desafios que fez com que ele conhecesse o site Bored Panda.
Atualmente ele tem um comércio de salgados mas faz posts colaborativos em inglês para o site. Com isso, acabou ganhando muito destaque e visibilidade e seu trabalho já foi comentado em grandes mídias como Newsweek, Daily Mail, The Sun e outros. Atualmente as imagens apareceram até mesmo no Buzzfeed dos EUA.
Desenhos animados trazidos para a vida real
O artista revelou que desde que descobriu a inteligência artificial, vem desafiando a si mesmo a fazer coisas que nunca se imaginou fazendo antes. Para isso ele conta com muito estudo e muita prática. Foi assim que ele pensou em começar a trazer alguns personagens da Disney para a realidade.
E com isso ele já tem muita familiaridade. Hidreley cresceu assistindo a muitos deles como Simpsons, desenhos da Hanna Barbera e, claro, animações da Disney, que sempre tiveram um grande impacto na sua vida.
“Quando assistimos a alguma animação, é natural aceitar as proporções caricaturais dos personagens sem problemas, afinal, estamos bastante acostumados com esse tipo de traço. Mas e se, como em um feitiço, eles se tornassem reais, de carne e osso? Tentei trazê-los para o nosso mundo através da inteligência artificial.”
Os softwares que ele mais usa para criar essas fotos são o Photoshop no computador e mais 2 aplicativos mobile de edição de fotos como o FaceApp, Gradient e Remini. Cada foto que ele produz é fruto de uma criação usando imagens encontradas na internet de rostos que combinem com os personagens.

Ele revela que procura em bancos de imagens e começa fazendo uma comparação entre os olhos. A parte mais difícil, de acordo com o artista brasileiros, é encontrar uma imagem que combine com a do personagem que ele está trabalhando no momento.
Para conferir mais do trabalho dele, pode segui-lo no Instagram clicando aqui.
Você também deve ver 😉 (Fonte: petapixel)
Quer dizer que pós-Brexit, a Inglaterra tomou uma medida ecologicamente correta (e impactante), adiantando em 5 anos a eliminação de carros com motor à gasolina e diesel?
A partir de 2035, 100% da frota fabricada deve ter a opção de ter motor elétrico (que hoje, representa apenas 3%).
Conseguirá?
O certo é: os Postos de Combustíveis no Reino Unido, sem dúvida, terão que se readaptar a essa realidade… Aliás: estuda-se na Terra da Rainha a construção de estradas com faixas que gerem eletricidade para reabastecimento constante. Já imaginaram que sensacional, caso tal tecnologia for possível? Quebraria o mundo do petróleo.

… nada de novo ocorrerá no futebol!
Sobre as perdas de tempo e preocupação de aumento de bola rolando (falamos ontem em http://wp.me/p4RTuC-JF2), decidiu-se que os árbitros irão recuperar todo tempo-extra necessário. Ou seja: acrescentar os minutos necessários aos moldes da primeira fase da Copa do Mundo 2022.
Na mesma oportunidade, discutiu-se (mas não se aprovou) a proposta das substituições temporárias: a ideia de que, quando um jogador lesionasse sua cabeça, fosse retirado de campo e um substituto jogaria em seu lugar até ele ter condições ou não de voltar a campo.
Gostou das decisões? Deixe seu comentário:
Li no Estadão (Caderno 2, Página H1, 04/7/20), um teste para ver se nossas crianças abusam das telas (celulares, notebook e semelhantes).
Vale a pena usá-lo. Abaixo:
VEJA SE SEU FILHO ABUSA DE TECNOLOGIAS
por Camila Tuchlinski
O livro “A criança digital: Ensinando seu filho a encontrar equilíbrio no mundo virtual” contém ainda uma ferramenta útil para ajudar os pais a avaliar se o tempo diante das telas está prejudicando ou não a saúde dos filhos.
Basta preencher as dez questões a seguir com os números 0 (nunca ou raramente), 1 (de vez em quando), 2 (geralmente) ou 3 (sempre), e então somá-los. Se a pontuação atingida for menor que 10, isso significa que seu filho não parece passar muito tempo diante das telas e é capaz de atuar dentro de limites saudáveis.
Com uma pontuação de 11 a 20, a criança pode estar muito dependente das telas, e será preciso monitorar esse tempo com mais cuidado. Agora, se a pontuação ultrapassa 21 pontos, talvez seja hora de recorrer a orientação e ajuda profissional.
( ) Seu filho se irrita quando você pede que ele saia da frente da tela para jantar ou realizar outra atividade.
( ) Seu filho pede que você compre um aparelho digital, como um tablet, mesmo depois de você ter dito não.
( ) Seu filho tem dificuldade de terminar o dever de casa porque está ocupado vendo televisão ou jogando vídeo game
( ) Seu filho recusa-se a ajudar nas tarefas domésticas porque prefere brincar com aparelhos eletrônicos.
( ) Seu filho insiste para jogar vídeo game ou brincar com outra atividade diante das telas mesmo depois de você ter negado.
( ) Seu filho não pratica atividades físicas por ao menos uma hora ao dia.
( ) Seu filho não faz contatos visuais frequentes com outras pessoas da família.
( ) Seu filho prefere jogar vídeo game a brincar ao ar livre com os amigos.
( ) Seu filho não gosta de nada que não inclua aparelhos eletrônicos.
( ) Quando você proíbe o uso de aparelhos eletrônicos por um dia, seu filho fica irritado e manhoso.
A tecnologia é um bem que precisa ser bem usado. “No mundo virtual, tudo funciona com base em recompensas imediatas. Na vida real, porém, temos de exercer a paciência, saber dialogar e abrir mão de prazeres instantâneos em prol daquilo que é mais duradouro”, conclui o editor da Mundo Cristão, Daniel Faria.

Foto: Getty Imagens, extraída de: https://revistacrescer.globo.com/Criancas/noticia/2020/02/excesso-de-tela-modifica-o-cerebro-das-criancas.html
Zhurong e Perseverance são dois jipês-robôs que estão em Marte, após anos de viagem pelo espaço. Chinês e norte-americano, respectivamente, estão procurando sinais de vida no Planeta Vermelho.
Custaram bilhões! E imagine a tecnologia empregada para serem controlados aqui da Terra. A pergunta é: o que eles estão fazendo atualmente? Não se tem mais notícias dos trabalhos!
Já pensou se, depois de tanto investimento, eles não funcionarem?

Imagem extraída de: https://mundoeducacao.uol.com.br/geografia/planeta-marte.htm
Sinal dos tempos: o que você acha se algumas calçadas fossem exclusivas para “viciados em celular”?
Veja sobre os acidentes de quem anda grudado na tela, dessa postagem que se faz bem atual, no texto extraído de: http://veja.abril.com.br/blog/cidades-sem-fronteiras/
TOMBOS, INDIFERENÇAS E DESIMPORTÂNCIA DOS ESPAÇOS PÚBLICOS
Brasileiros passam mais tempo olhando seus smartphones do que assistindo à televisão ou usando o computador. O resultado prático disso é que as pessoas olham seus aparelhos o tempo todo, no sofá de casa, no banheiro ou, o que pode ser ainda mais estranho e perigoso, caminhando no meio da rua. Faça o teste e repare, ao longo do dia, quantos minutos (ou segundos) você consegue andar sem olhar o celular.
O impacto disso na vida urbana é enorme. Como ninguém mais olha por onde anda, ninguém mais observa a cidade. A percepção dos espaços é cada vez menor o que, ao longo do tempo, faz minguarem as exigências sobre a qualidade desses locais. Tudo o que está fora da telinha passa a ser indiferente. A experiência de caminhar livremente e praticar o mais antigo esporte humano, olhar as pessoas que passam, parece algo datado. Além disso, uma série de acidentes causados pela falta de atenção entraram para a rotina de pedestres e hospitais.
Nos Estados Unidos, tombos causados porque a pessoa estava absorta vendo o celular em vez de olhar por onde andava já correspondem a 10% dos atendimentos a fraturas em prontos socorros, de acordo com a Universidade Buffalo de Nova York. Em Ohio, foram 1.506 quedas causadas por celular em 2010, o dobro do registrado em 2005. A maior parte das vítimas tinha entre 16 e 25 anos.

Imagem extraída da Internet
Uri Levine, juntamente com Ehud Shabtai, ambos israelenses, são os criadores do aplicativo Waze. Em 2013 eles venderam o App ao Google por mais de US$ 1 bi.
Sabe o que Uri faz hoje? Vive de palestras (30 por ano sobre empreendedorismo) e de montar pequenas Startup’s (em especial no Brasil).
Uma curiosidade: ele não tem carro, só anda de bicicleta!
Dá para imaginar que o ex-dono do Waze prefere outro meio de locomoção?
Abaixo, algumas curiosidades que ele disse à Revista Isto É, Edição 2452, pg 08-10:
“Tínhamos uma grande expectativa de que o Waze fosse um sucesso no Brasil, pois o país é o 4o do mundo em número de carros e o trânsito é péssimo (…). Também porque em seu país a divulgação boca-a-boca é um sucesso (…). Israel é um sucesso para startup’s por 3 fatores: cultura do pragmatismo devido ao Exército, o fracasso é tolerado e o segundo empreendimento sempre é visto melhor do que o primeiro, além disso, o Governo dá uma estrutura de apoio fantástica a quem quer investir (…). Em 05 ou 10 anos veremos carros autônomos [sem motoristas] à venda, e a próxima geração não precisará ter carteira de habilitação.”
Está sendo um visionário ou não? Será que em tão pouco tempo não precisaremos de CNH? Não duvide tanto de um bilionário…

Imagem extraída de: http://mxtube.net/videos/search/waze-publicit
Dr José Renato Nalini abordou um tema deveras importante: a necessidade de promover a inclusão digital como Política de Estado, devido às várias urgências! Foi escrito em meio a pandemia, mas é atualíssimo.
Confira que visão importante, extraída de: https://renatonalini.wordpress.com/2020/12/28/era-da-inclusao-digital/
ERA DA INCLUSÃO DIGITAL
O mundo pós-pandemia será cada vez mais digital. A luta contra o coronavírus obrigou à tomada de providências drásticas, dentre as quais o confinamento da maioria das pessoas. Verdadeiro pânico se estabeleceu e nos primeiros meses observou-se o distanciamento social e um severo capítulo de medidas de higiene.
Aos poucos, o Brasil vai se acostumando com as seiscentas mortes diárias e mais de vinte mil novas contaminações. Isso significa que a epidemia continua e que teremos de conviver com ela nos próximos anos. Sem prejuízo da vinda de outras novas, associadas ao maltrato da natureza e à extinção da biodiversidade em todo o planeta.
Tal cenário impõe a absorção plena da cultura digital. Ela mostrou-se capaz de minorar os males decorrentes da peste. As aulas continuaram e a transmissão de conteúdo mostrou-se a tábua de salvação para milhões de estudantes. O contato virtual com familiares foi uma constante. As lives mostraram-se instrumento eficiente e idôneo de comunicação grupal. Ouvi de amigos conferencistas que nunca tiveram tanto auditório como nesses tempos.
Bancas para a arguição de dissertações e teses puderam funcionar. As compras online já eram exitosas e mostraram-se cada vez mais eficazes, assim como a movimentação financeira pelos bancos e demais instituições.
Isso evidencia a urgência de políticas sérias de inclusão digital de todos os brasileiros. Os millenials já dominam com desenvoltura as modernas tecnologias e descobrem funcionalidades de forma espontânea, desnecessária qualquer formação técnica específica. Eles podem ser de imensa serventia para treinar os adultos e aqueles da geração analógica, às vezes perdidos na parafernália dos mobiles.
Levar a inclusão digital a sério, como política de Estado, mas não condicionada a iniciativas de governo, é missão que se atribui a todo brasileiro lúcido e capaz de enxergar com acuidade a situação em que a Terra se encontra.
Todas as maiores empresas globais integram esse universo das tecnologias da comunicação e informação. O capital intangível da informação mostrou-se hábil a satisfazer a ânsia capitalista por amealhar fortunas e por dominar uma sociedade mundial cosmopolita, que aspira ter acesso ao que é mais atual e mais contemporâneo em termos de mercado.
Uma nação com desenvolvimento assimétrico, na verdade periférica em grande parte e emergente – talvez a mais atrasada dentre as BRICs – precisa imergir nessa cruzada de treinamento da cidadania, com empenho, garra e audácia.
A Quarta Revolução Industrial mudou profundamente a sociedade e os países que ficarem na rabeira dificilmente alcançarão aquelas que tomaram a dianteira. Não há progresso per saltum, o que significa a necessidade de percorrer todas as etapas do processo, mas em ritmo bastante acelerado.
Os municípios, entidades da Federação brasileira, precisam ser inteligentes e tentar suprir a ausência de planejamento que caracterizou o desordenado crescimento e a insensata conurbação que caracteriza grande parte do território brasileiro. As escolas não podem se resignar a transmitir conhecimento convencional, mas têm de entrar para valer no mundo digital. Ensinar os alunos a extrair consequências úteis para o uso híbrido de múltiplas tecnologias. Aprender programação. Criar aplicativos para a resolução de problemas aparentemente insolúveis.
Com a desenvoltura que os millenials têm, eles poderão se converter em tutores dos adultos. Nunca mais se poderá dispensar esse uso benéfico da internet, que multiplicou a produtividade de um setor emperrado e constantemente acusado de lentidão, que é o Judiciário. Os bancos e instituições financeiras já não dependem de comparecimento de seus clientes a sedes que serão drasticamente reduzidas e o PIX está aí, para facilitar ainda mais as coisas.
Tudo pode ser feito pelas redes sociais, que precisam ser instrumentos civilizatórios e abandonar esse desvio nefasto da produção de fake News e de disseminação de discórdia, ira, ódio e violência verbal.
Não se espere que governo seja o condutor de um processo que deve inspirar empresários e empresas, ONGs, Universidade, educadores e escolas, organizações, clubes, associações, entidades e pessoas físicas providas de empenho em transformar – para melhor – este sofrido Brasil.
Talvez chegue um dia em que até a vetusta Justiça venha a se comover e promova eleições pela internet, poupando recursos escassos, tempo e a obrigação de trabalho escravo requisitado à cidadania, assim como o uso de dependências privadas, numa grande e perigosa aglomeração de pessoas em plena crise da Covid19.
Já possuímos toda a estrutura para colher a manifestação da cidadania pelos seus mobiles. Com grande ganho em eficiência e rapidez, sem a invocação falaciosa de que uma eleição digital é mais perigosa do que a eleição convencional.
Inclusão digital movimenta a economia e habilita as pessoas ao exercício pleno de uma cidadania que foi prometida, mas que não virá como dádiva estatal, senão como conquista de quem quer participar dos destinos de sua Pátria e não ser massa de manobra para interesses nem sempre claros, nem sempre os mais legítimos.
_ José Renato Nalini é Reitor da UNIREGISTRAL, docente da Pós-graduação da UNINOVE e Presidente da ACADEMIA PAULISTA DE LETRAS – 2020-2021.

Imagem extraída da Web, autoria desconhecida.
Li e compartilho: o medo de ficar sem acesso ao telefone celular se tornou uma das fobias mais comuns desse século, mostrando que a dependência aos smartphones é não só uma necessidade, mas um vício.
A esse mal se dá o nome de NOMOFOBIA, que significa “estar sem um comunicador móvel” (ou “no mobile” em inglês).
Tô achando que conheço muita gente que sofre dessa fobia…

Imagem extraída de: https://cliapsicologia.com.br/nomofobia-e-dependencia-digital/
Compartilho interessante material sobre a tecnologia e o seu uso no dia-a-dia. E veja que curioso: o texto não é antigo e o assunto é atual, datado de 2012, mas como o propósito é falar das facilidades e transformações do mundo digital, parece que já é de muito mais tempo! O tema nos convida à seguinte reflexão: Somos escravos do computador?=
É claro que falamos da tecnologia moderna. Todos nós nos tornamos dependentes dela, e muitas vezes queremos fugir totalmente dessa servidão ocasionada pelas máquinas. Mas isso é possível? Quanto tempo conseguimos ficar longe dos equipamentos com tecnologia de ponta?
O grau de dependência varia para cada indivíduo. E o seu, qual é?
Extraído de: http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI79096-15224,00-ESTAMOS+FICANDO+ESCRAVOS+DAS+MAQUINAS.html
ESTAMOS FICANDO ESCRAVOS DAS MÁQUINAS?
Os aparelhos modernos facilitam tanto nossa vida que rapidamente se tornam indispensáveis. Como o avanço tecnológico está alterando nosso comportamento e nosso modo de raciocinar
A mente humana possui uma capacidade prodigiosa de memorização. Dizia-se que Matteo Ricci, um jesuíta italiano que viveu na China no século XVI, sabia de cor o texto de 150 livros. Dois milênios antes, os bardos gregos se valiam da memória para transmitir de pai a filho os 15.693 versos da Ilíada, poema posto no pergaminho 400 anos após a morte de seu lendário autor, Homero. A educação dos cidadãos incluía o exercício de decorar os textos homéricos. Hoje, isso parece uma capacidade tão prodigiosa quanto inútil. Afinal, os livros estão aí, nas bibliotecas (ou na internet). Basta consultá-los. No mundo atual, prezamos mais o raciocínio que a decoreba – um termo pejorativo que não à toa é aplicado ao processo de memorização.
Transformações similares a essa estão acontecendo agora, no século XXI: a tecnologia, mais uma vez, está mudando nossa forma de pensar. Um exemplo é o GPS, o sistema de localização por satélite. Tóquio, a maior cidade do mundo, tem dezenas de milhares de ruas e avenidas, a maioria delas sem nome. As casas e os edifícios têm numeração, mas ela é aleatória, ou melhor, histórica: a casa mais antiga da rua em geral é a número 1, não importa em que altura esteja. A habilidade de localizar-se na cidade assombra os estrangeiros – e concede status especial a carteiros e taxistas.
Os candidatos a taxista, assim como em Londres, devem passar por um teste dificílimo para provar que sabem de cor o mapa da cidade. Isso exige anos de treinamento e memorização. Há alguns anos, depois do advento do GPS, a prova passou a aferir também se o candidato sabe usar o aparelho. O GPS tornou-se um equipamento-padrão nas frotas de táxi. Mas os motoristas mais velhos pouco o usam. Eles mantêm a malha viária viva na memória.
Os taxistas mais jovens recorrem bem mais ao aparelho. Ainda decoram o mapa da cidade, mas provavelmente começam a esquecê-lo assim que são aprovados no exame. O GPS representa um óbvio avanço para o cotidiano dos japoneses. O curioso é como um sistema inexistente há poucos anos caminha rapidamente para se tornar imprescindível.
Algo parecido aconteceu nos últimos meses em São Paulo. Acostumados às facilidades da internet para pesquisar serviços, trabalhar, conversar com amigos ou informar-se, centenas de milhares de clientes do serviço Speedy de banda larga da Telefônica sentiram-se frustrados com as constantes quedas do sistema. O mesmo tipo de sentimento nos assalta quando um vírus invade o computador, o celular perde a conexão ou o carro quebra.
Os mais afetados pela súbita privação da tecnologia são, em geral, os mais jovens. Eles nasceram imersos num mundo digital – e são mais dependentes dele. Segundo uma pesquisa feita em 2009, em Hong Kong, com 1.800 jovens de 18 a 25 anos, um em cada sete diz não ver sentido na vida sem a internet.
“Angústia, ansiedade e perda de concentração são sintomas da síndrome de abstinência em qualquer dependência. Não é diferente com a tecnologia”, diz a pesquisadora russa Nada Kakabadse, da Faculdade de Administração de Northampton, na Inglaterra, especializada em dependência tecnológica. “A tecnologia deveria ser uma ferramenta. Virou uma sobrecarga,” diz Kakabadse. “É a dependência da tecnologia portátil, que se leva consigo ao cinema, ao teatro, a um jantar e praticamente para a cama.
Há jovens que passam 16 horas por dia no videogame. Eles não se exercitam, comem mal, estão ficando doentes”, afirma. “A cultura do trabalho 24 horas por dia, sete dias por semana, também está ligada às novas possibilidades tecnológicas.” Kakabadse acredita que nossa entrega à tecnologia terá consequências. “A capacidade de julgamento é afetada. A tomada de decisões fica comprometida”, diz. “Em 20 anos, haverá leis restringindo o uso abusivo de eletrônicos, como ocorre com o tabaco e as drogas.”
Essa previsão parece exagerada. Mas já há, hoje, gente preocupada com nossa dependência tecnológica. Como sabe qualquer pessoa que tenha celular com agenda eletrônica, a espécie humana está perdendo a capacidade de decorar telefones – até o da própria casa. “Talvez o único meio de evitar os efeitos nocivos da dependência tecnológica seja conservar habilidades que não dependam do computador”, diz o historiador da tecnologia Edward Tenner, da Universidade Princeton, nos Estados Unidos. Ele prega o uso do telefone, de vez em quando, no lugar do e-mail, ou fazer cálculos com lápis e papel, em vez de usar a calculadora.
Há gente mais radical. Em Vauban, um subúrbio de Freiburg, na Alemanha, a maioria dos 5.500 moradores largou o automóvel. O subúrbio não tem vagas para estacionar. Os 30% de moradores que têm carros são obrigados a deixá-los numa garagem perto da estação de trem. Cada vaga custa US$ 40 mil. Para fazer viagens, os moradores alugam carros comunitários. O abandono do mundo sobre quatro rodas nem sempre é fácil. “Algumas pessoas se mudam para cá e desistem rápido – sentem falta do carro”, diz Heidrun Walter, uma moradora. Vauban é a experiência mais avançada de um bairro “car free” na Europa. Trata-se de uma medida contra as emissões de poluentes que provocam o efeito estufa.
O mesmo motivo – tentar salvar o planeta do aquecimento global – inspirou um sacrifício ainda maior: desligar a geladeira. Foi o que fez a canadense Rachel Muston, representante de uma parcela ínfima, porém crescente, da população dos países ricos. “Estamos bem sem a geladeira,” disse Rachel ao jornal The New York Times. “Quando estava ligada, comprávamos muita comida pronta.” Hoje, Rachel vai mais ao mercado, compra quantidades menores e cozinha mais. Em outras palavras, gasta mais gasolina e descarta mais embalagens, o que torna discutível sua contribuição para conter o aquecimento global. Mas isso é outra história. O que chama a atenção, em pessoas como Rachel ou em subúrbios como Vauban, é a resistência à tecnologia, a tentativa de voltar a um estágio em que éramos mais “puros”, talvez mais humanos. O mais célebre desses movimentos foi dos luditas, no início do século XIX. Inconformados com o desemprego trazido pelas máquinas da Revolução Industrial, eles pregavam (muitas vezes com uso da violência) a volta ao sistema artesanal.
“Acho que as pessoas antitecnologia subestimam a capacidade do cérebro de se adaptar a novos desafios”, diz o neurocientista suíço Fred Mast, da Universidade de Lausanne. “Estudos mostram que o uso intensivo da tecnologia pode levar à melhora das habilidades cognitivas, pelo processamento de mais informações ao mesmo tempo.” Talvez percamos algumas habilidades, mas ganharemos outras. E, provavelmente, nossa vida ficará mais fácil. A não ser quando houver uma pane na internet.

Imagem extraída de: https://www.madeiramadeira.com.br/mesa-gamer-escrivaninha-cyber-espresso-moveis-564576.html
Fantástico! A BMW laçou um carro que… muda de cor!
Não acredita?
No link em: https://youtu.be/LfAVlpqqzlY
Veja que interessante: li sobre Claire Wardle, a diretora de uma ONG chamada First Draft, que combate a informação falsa. Disse ela a respeito da proliferação de Fake News no nosso cotidiano:
“Podemos culpar as redes sociais, a nossa mãe e os Governos pela desinformação. Queremos uma solução fácil, que é culpar o Facebook. Mas todos somos responsáveis pela crise da informação”.
E não é verdade? Quantas vemos ingenuamente damos crédito a notícias falsas? Ou perdemos tempo em ler mentiras, fatos inverídicos e tantas bobagens’?
Já ouvi um amigo dizendo que “a culpa é da tia do What’sApp”, mostrando a figura daquela senhora simples, pura, e que replica fake news com a melhor das boas intenções sem saber! E isso é uma realidade indiscutível: quantos não são enganados e enganam os outros involuntariamente?

Imagem extraída de: https://neilpatel.com/br/blog/redes-sociais-mais-usadas/
Ninguém paga dezenas de bilhões de dólares para fechar um negócio, ao contreario do que se tem propagado nos Trending Topics do Twitter.
A Rede Social de Elon Musk está no noticiário pois seu novo proprietário quer mais trabalho e menos queixas. Simples. E as demissões que ocorreram, somadas às queixas dos funcionários que se revoltaram, ajudam a tumultuar.
APÓS ULTIMATO DE MUSK, FUNCIONÁRIOS DO TWITTER DEIXAM SEDE.
O novo dono da empresa realizou uma enquete com seus empregados para medir quantos estariam dispostos a trabalhar por “longas jornadas e em alta intensidade”.
Estima-se que centenas de funcionários do Twitter tenham deixado a sede da empresa de mídia social após um ultimato do novo proprietário, Elon Musk. Ele determinou que seus empregados se comprometam com “longas horas de trabalho em alta intensidade” ou vão embora.
Em uma enquete no aplicativo de trabalho Blind, que verifica os funcionários por meio de seus endereços de e-mail de trabalho e permite que eles compartilhem informações anonimamente, 42% das 180 pessoas escolheram a resposta “Opção de saída, estou livre!”.
Um quarto disse que escolheu ficar “com relutância”, e apenas 7% dos participantes da pesquisa disseram que “clicaram sim para ficar, sou hardcore”.
Musk estava reunido com alguns funcionários importantes para tentar convencê-los a ficar, disse um funcionário atual e um funcionário recém-saído que está em contato com colegas do Twitter.
Embora não esteja claro quantos funcionários optaram por ficar, os números destacam a relutância de alguns funcionários em permanecer em uma empresa onde Musk se apressou em demitir metade de seus funcionários, incluindo a alta administração, e está mudando impiedosamente a cultura para enfatizar longas horas e um ritmo intenso.
A empresa notificou os funcionários de que fechará seus escritórios e cortará o acesso por crachá até segunda-feira, segundo duas fontes. Agentes de segurança começaram a expulsar funcionários do escritório na noite de quinta-feira, disse uma fonte.
O Twitter, que perdeu muitos membros de sua equipe de comunicação, não respondeu a um pedido de comentário.
Em um bate-papo privado no Signal com cerca de 50 funcionários do Twitter, quase 40 disseram que decidiram sair, de acordo com o ex-funcionário.
E em um grupo privado do Slack para atuais e ex-funcionários do Twitter, cerca de 360 pessoas se juntaram a um novo canal intitulado “demissão voluntária”, disse uma pessoa com conhecimento do grupo Slack.
Uma pesquisa separada no Blind pediu aos funcionários que estimassem qual porcentagem de pessoas deixaria o Twitter com base em sua percepção. Mais da metade dos entrevistados estimou que pelo menos 50% dos funcionários sairiam.
Corações azuis e emojis de saudação inundaram o Twitter e suas salas de bate-papo internas na quinta-feira, pela segunda vez em duas semanas, quando os funcionários do Twitter se despediram.
Às 18h Eastern, mais de duas dúzias de funcionários do Twitter nos Estados Unidos e na Europa anunciaram suas saídas em postagens públicas do Twitter analisadas pela Reuters, embora cada renúncia não pudesse ser verificada independentemente.
No início da quarta-feira, Musk havia enviado um e-mail aos funcionários do Twitter, dizendo: “No futuro, para construir um Twitter 2.0 inovador e ter sucesso em um mundo cada vez mais competitivo, precisaremos ser extremamente hardcore”.
O e-mail pedia aos funcionários que clicassem em “sim” se quisessem ficar. Aqueles que não responderam até as 17h. O horário do leste na quinta-feira seria considerado como encerrado e receberia um pacote de indenização, disse o e-mail.

Imagem extraída de: REUTERS/Patrick T. Fallon
Como o “Multiverso” dos superherois do cinema está em alta, a Nike criou sua versão “futebol”!
Imaginaram o Ronaldo de 1998 encontrando o de 2002? Ou o Ronaldinho Gaúcho versus Mbappé? Ou os jogadores de hoje, que conheceram os craques do passado, enfrentando-os e se antecipando às jogada por conhecerem eles do… YouTube?
Assista, vale a pena. Eu achei espetacular, especialmente quando surgem as meninas do futebol e os craques mais jovens, em: https://youtu.be/6p4SeR3pliM
Que tal o Elon Musk, novo dono do Twitter, criar botões como “Gostei”, “Ciente”, “Em dúvida” e “Não Gostei”?
Antes, de fato o coraçãozinho era “Gostei”. Hoje é: “eu li”.
Acrescente na sugestão: a opção “Editar”!
A empresa de tecnologia e comunicação Toll Free Forward fez uma projeção: como serão as pessoas no ano 3000?
Chamada de Mindy, a modelo para explicar o corpo humano no século 30 mostra uma pessoa mais concorda e com garras, por conta da postura com equipamentos eletrônicos.
Veja a explicação de outros detalhes em: https://www.jornalopcao.com.br/tecnologia/corcundas-e-garras-tecnologicas-cientistas-preveem-aparencia-de-humanos-do-ano-3000-439372/
Conhece Nolan Bushnell? Ele é o fundador da Atari e ex-chefe de Steve Jobs – que sempre o admirou por ser genial e, segundo Nolan, excêntrico! Tanto que escreveu um livro chamado: “Encontre o próximo Steve Jobs”.
A idéia da publicação é incentivar que executivos contratem pessoas acima da média, e essas são, na maioria “diferentes e doidas”.
Textualmente, Nolan Bushnell escreve que:
“Os chefes, em 90% dos casos, jamais contrariam um cara como Jobs. Mas a sugestão é que se contratem loucos mesmo. Quando eu tive a idéia de criar a Atari, me disseram que era loucura alguém jogar games em uma tela de TV. Fui chamado de ridículo!”.
Claro que a loucura aqui é genialidade incompreendida. Mas cá entre nós: talvez seja um misto de excesso de inteligência somado ao comportamento difícil.
O que você pensa sobre isso?
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Imagem extraída de: http://negociosbuscandoexito.com/category/emprendimiento/
IN ENGLISH –
Do you know Nolan Bushnell? He is the founder of Atari and Steve Jobs’ former boss—who always admired him for being brilliant and, according to Nolan, eccentric! So much so that he wrote a book called: “Finding the Next Steve Jobs.”
The idea of the publication is to encourage executives to hire people who are above average, and these people are, for the most part, “different and crazy.”
Textually, Nolan Bushnell writes that:
“In 90% of cases, bosses would never hire a guy like Jobs. But the suggestion is to hire crazy people anyway. When I had the idea to create Atari, I was told that it was crazy for anyone to play games on a TV screen. I was called ridiculous!”
Of course, the “crazy” here is misunderstood genius. But between you and me: perhaps it’s a mix of excessive intelligence combined with difficult behavior.
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O excesso de dados à mão, on-line e real time, parece ter diluído essa vontade de saber das coisas.
Continua em: Curiosidade mata?
Parecia algo futurístico, ou até mesmo uma simples brincadeira. Mas as coisas retratadas neste meme chegaram de verdade:

Parece que é geral: o WhatsApp deu “bug” nesta madrugada.
Ao menos, o horário não atrapalha muita gente…