– Conexões nos unem. Mas o uso excessivo do celular…

Celulares: nunca estivemos tão conectados com o mundo, como nesse momento. Mas… nunca estivemos, ao mesmo tempo, tão separados por conta deles.

Tal constatação acima é mentira?

As coisas que publicamos podem nos aproximar, e contraditoriamente, podem nos desunir. Sem contar, obviamente, com o uso excessivo dos aparelhos.

Conectemo-nos mais com o mundo real, buscando mais respeito e amor.

https://www.techtudo.com.br/google/amp/noticias/2016/10/cinco-funcoes-do-uber-que-talvez-voce-nao-conheca.ghtml

– O carro elétrico brasileiro.

Carro elétrico? Elon Musk? Tesla?

O visionário de tudo isso foi… Gurgel!

Lembram disso? Abaixo:

– O que está acontecendo com o servidor do Jetpack / WordPress?

Há dias, o gerenciador e/ou servidor do WordPress / Jetpack estão com problemas (meus blogs são por eles). Dependendo de onde eu estiver acessando, eles não carregam.

Tenho amigos que, dependendo de qual a operadora, não conseguem acessar. Para mim, está falhando quando uso a Claro Net Fixa. Se eu uso a Vivo Móvel, tudo funciona perfeitamente.

Se você usa eles, como está seu acesso?

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– O nome X do Twitter está “vingando”?

Não “pegou” o nome X dado ao Twitter, não?

Por enquanto, apesar das mudanças nas plataformas, todo mundo continua se referindo ao “Novo Twitter” como Twitter, além de ninguém falar “postei no X” ao invés de “tuitei”.

– O DNA para armazenar dados externos? Um biomaterial de alto potencial!

Caramba! Parece filme de ficção científica, e difícil de acreditar: o que um DNA pode armazenar, é algo assustador.

Abaixo, extraído de: https://www.terra.com.br/byte/imagens-armazenadas-em-dna-funcionam-como-camera-biologica,83f866823f5d17562a7c6b42a972687c10wtunft.html

IMAGENS ARMAZENADAS EM DNA FUNCIONAM COMO CÂMERA BIOLÓGICA

Com técnicas mais precisas de edição genética, o potencial de armazenamento de DNA vem sendo melhor explorado — agora, foram guardadas imagens no biomaterial

Por: Augusto Dala Costa

Em novo avanço nos campos da engenharia e biologia, pesquisadores conseguiram armazenar imagens diretamente no DNA, gerando um sistema que guarda informações visuais semelhante ao de uma câmera digital. Além da conquista tecnológica em si, o método pode ajudar a solucionar problemas de geração e armazenamento de dados digitais, que se multiplicam cada vez mais.

Estima-se, por exemplo, que geramos cerca de 33 ZB em 2018 — ou seja, 33 zettabytes, unidade equivalente a cerca de 1 bilhão de terabytes, ou 1 trilhão de gigabytes (na informática, os arredondamentos das unidades não são exatos). A estimativa é de que cheguemos aos 175 ZB em 2025, o que pede alternativas de armazenamento que vão além dos métodos tradicionais, especialmente os que possam contornar o impacto ambiental dos data centers atuais, bastante dispendiosos em termos de recursos naturais.

O uso de DNA para guardar tipos de informação não estritamente genética é uma ideia recente, com a perspectiva de armazenar imagens e vídeos recebendo mais atenção nos últimos anos. O DNA possui uma capacidade excepcional de armazenamento, com o bônus de ser um meio estável. Até que cheguemos ao ápice da tecnologia biológica, no entanto, há algumas outras alternativas para melhorar o armazenamento, como discos rígidos feitos de grafeno.

A importância desse biomaterial quase não precisa ser explicada — ele é elemento chave para todos os seres vivos do planeta, guardando informações genéticas que codificam inúmeras proteínas, por sua vez responsáveis por uma série de funções vitais. Uma grama de DNA pode guardar mais de 215.000 terabytes de dados, o que equivale a cerca de 45 milhões de DVDs.

Com a tecnologia de biologia molecular atual, é fácil manipular o DNA, e ele pode ser armazenado de diversas formas em temperatura ambiente, podendo durar séculos.

Apesar de tudo isso, a maioria dos esforços em relação ao uso do DNA para guardar informações foca na síntese de fitas externas às células, o que é caro e requer instrumentos complexos, processo também suscetível a erros.

Na pesquisa mais recente, uma equipe liderada pelo engenheiro Poh Chueh Loo, da Universidade Nacional de Singapura, contornou esse problema ao lidar com células vivas, que possuem DNA de sobra e funcionam como um verdadeiro banco de dados, evitando ter de sintetizar o material genético externamente.

Com isso, surgiu o sistema batizado de “BacCam”, que junta diversos métodos para simular as funções de uma câmera digital usando componentes biológicos. Segundo os cientistas, é como se o DNA de uma célula fosse um filme novo de câmera — com optogenética, uma técnica que controla a atividade de células com luz como faz o obturador de uma câmera, foi possível capturar imagens ao imprimir sinais de luz nesse “filme” de DNA.

Com técnicas de codificação semelhantes à marcação de fotos, as imagens ainda receberam identificações únicas, que permitiram algoritmos de aprendizado de máquina organizar, selecionar e reconstruir as imagens armazenadas. É assim que funciona a “câmera biológica” — imitando a captura, armazenamento e recuperação de dados de uma câmera digital.

Para completar o método, diferentes espectros de luz (ou seja, cores diversas) permitiram guardar várias imagens simultaneamente. A nova tecnologia é mais fácil de reproduzir e escalonar do que técnicas anteriores, melhorando o custo-benefício. Embora o campo seja bastante novo, trabalhos como esse devem aumentar o interesse em buscar essa ponte entre sistemas biológicos e digitais, levando a mais avanços e melhora da tecnologia.

Peggy und Marco Lachmann-Anke/Pixabay

Crédito: Peggy und Marco Lachmann-Anke/Pixabay

– Há 30 anos, nascia o Telefone Celular no Brasil.

Veja que interessante: a Telesp Celular começava a operacionalizar o telefone celular, 30 anos atrás.

Eu me lembro bem: era caríssimo. Assinatura de 40 dólares, fora o custo das tarifas (realizadas e recebidas)!

Qual foi o seu primeiro celular?

APARELHO CELULAR MOTOROLA Startac - Coopermiti

Imagem extraída de: https://coopermiti.com.br/museu/aparelho-celular-motorola-startac/

– 78 anos da Bomba de Hiroshima.

Há quase 8 décadas, o mundo se assustava com o poderio dos EUA e sua bomba atômica sobre a cidade japonesa de Hiroshima.

O poder devastador dela impressionou: prédios e pessoas eram desintegrados! E os efeitos da radiação perpetuam até hoje.

Reflita: se uma bomba fez isso há tanto tempo, imagine com a atual tecnologia e com a quantidade de ogivas existentes…

Independente de quem era vilão ou mocinho na 2a Guerra Mundial, todo conflito deve priorizar sempre o diálogo.

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– Dependentes da Informática para tudo?

Compartilho interessante material sobre a tecnologia e o seu uso no dia-a-dia. E veja que curioso: o texto não é antigo e o assunto é atual, datado de 2012, mas como o propósito é falar das facilidades e transformações do mundo digital, parece que já é de muito mais tempo! O tema nos convida à seguinte reflexão: Somos escravos do computador?

É claro que falamos da tecnologia moderna. Todos nós nos tornamos dependentes dela, e muitas vezes queremos fugir totalmente dessa servidão ocasionada pelas máquinas. Mas isso é possível? Quanto tempo conseguimos ficar longe dos equipamentos com tecnologia de ponta?

O grau de dependência varia para cada indivíduo. E o seu, qual é?

Extraído de: http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI79096-15224,00-ESTAMOS+FICANDO+ESCRAVOS+DAS+MAQUINAS.html

ESTAMOS FICANDO ESCRAVOS DAS MÁQUINAS?

Os aparelhos modernos facilitam tanto nossa vida que rapidamente se tornam indispensáveis. Como o avanço tecnológico está alterando nosso comportamento e nosso modo de raciocinar

A mente humana possui uma capacidade prodigiosa de memorização. Dizia-se que Matteo Ricci, um jesuíta italiano que viveu na China no século XVI, sabia de cor o texto de 150 livros. Dois milênios antes, os bardos gregos se valiam da memória para transmitir de pai a filho os 15.693 versos da Ilíada, poema posto no pergaminho 400 anos após a morte de seu lendário autor, Homero. A educação dos cidadãos incluía o exercício de decorar os textos homéricos. Hoje, isso parece uma capacidade tão prodigiosa quanto inútil. Afinal, os livros estão aí, nas bibliotecas (ou na internet). Basta consultá-los. No mundo atual, prezamos mais o raciocínio que a decoreba – um termo pejorativo que não à toa é aplicado ao processo de memorização.

Transformações similares a essa estão acontecendo agora, no século XXI: a tecnologia, mais uma vez, está mudando nossa forma de pensar. Um exemplo é o GPS, o sistema de localização por satélite. Tóquio, a maior cidade do mundo, tem dezenas de milhares de ruas e avenidas, a maioria delas sem nome. As casas e os edifícios têm numeração, mas ela é aleatória, ou melhor, histórica: a casa mais antiga da rua em geral é a número 1, não importa em que altura esteja. A habilidade de localizar-se na cidade assombra os estrangeiros – e concede status especial a carteiros e taxistas.

Os candidatos a taxista, assim como em Londres, devem passar por um teste dificílimo para provar que sabem de cor o mapa da cidade. Isso exige anos de treinamento e memorização. Há alguns anos, depois do advento do GPS, a prova passou a aferir também se o candidato sabe usar o aparelho. O GPS tornou-se um equipamento-padrão nas frotas de táxi. Mas os motoristas mais velhos pouco o usam. Eles mantêm a malha viária viva na memória.

Os taxistas mais jovens recorrem bem mais ao aparelho. Ainda decoram o mapa da cidade, mas provavelmente começam a esquecê-lo assim que são aprovados no exame. O GPS representa um óbvio avanço para o cotidiano dos japoneses. O curioso é como um sistema inexistente há poucos anos caminha rapidamente para se tornar imprescindível.

Algo parecido aconteceu nos últimos meses em São Paulo. Acostumados às facilidades da internet para pesquisar serviços, trabalhar, conversar com amigos ou informar-se, centenas de milhares de clientes do serviço Speedy de banda larga da Telefônica sentiram-se frustrados com as constantes quedas do sistema. O mesmo tipo de sentimento nos assalta quando um vírus invade o computador, o celular perde a conexão ou o carro quebra.

Os mais afetados pela súbita privação da tecnologia são, em geral, os mais jovens. Eles nasceram imersos num mundo digital – e são mais dependentes dele. Segundo uma pesquisa feita em 2009, em Hong Kong, com 1.800 jovens de 18 a 25 anos, um em cada sete diz não ver sentido na vida sem a internet.

“Angústia, ansiedade e perda de concentração são sintomas da síndrome de abstinência em qualquer dependência. Não é diferente com a tecnologia”, diz a pesquisadora russa Nada Kakabadse, da Faculdade de Administração de Northampton, na Inglaterra, especializada em dependência tecnológica. “A tecnologia deveria ser uma ferramenta. Virou uma sobrecarga,” diz Kakabadse. “É a dependência da tecnologia portátil, que se leva consigo ao cinema, ao teatro, a um jantar e praticamente para a cama.

Há jovens que passam 16 horas por dia no videogame. Eles não se exercitam, comem mal, estão ficando doentes”, afirma. “A cultura do trabalho 24 horas por dia, sete dias por semana, também está ligada às novas possibilidades tecnológicas.” Kakabadse acredita que nossa entrega à tecnologia terá consequências. “A capacidade de julgamento é afetada. A tomada de decisões fica comprometida”, diz. “Em 20 anos, haverá leis restringindo o uso abusivo de eletrônicos, como ocorre com o tabaco e as drogas.”

Essa previsão parece exagerada. Mas já há, hoje, gente preocupada com nossa dependência tecnológica. Como sabe qualquer pessoa que tenha celular com agenda eletrônica, a espécie humana está perdendo a capacidade de decorar telefones – até o da própria casa. “Talvez o único meio de evitar os efeitos nocivos da dependência tecnológica seja conservar habilidades que não dependam do computador”, diz o historiador da tecnologia Edward Tenner, da Universidade Princeton, nos Estados Unidos. Ele prega o uso do telefone, de vez em quando, no lugar do e-mail, ou fazer cálculos com lápis e papel, em vez de usar a calculadora.

Há gente mais radical. Em Vauban, um subúrbio de Freiburg, na Alemanha, a maioria dos 5.500 moradores largou o automóvel. O subúrbio não tem vagas para estacionar. Os 30% de moradores que têm carros são obrigados a deixá-los numa garagem perto da estação de trem. Cada vaga custa US$ 40 mil. Para fazer viagens, os moradores alugam carros comunitários. O abandono do mundo sobre quatro rodas nem sempre é fácil. “Algumas pessoas se mudam para cá e desistem rápido – sentem falta do carro”, diz Heidrun Walter, uma moradora. Vauban é a experiência mais avançada de um bairro “car free” na Europa. Trata-se de uma medida contra as emissões de poluentes que provocam o efeito estufa.

O mesmo motivo – tentar salvar o planeta do aquecimento global – inspirou um sacrifício ainda maior: desligar a geladeira. Foi o que fez a canadense Rachel Muston, representante de uma parcela ínfima, porém crescente, da população dos países ricos. “Estamos bem sem a geladeira,” disse Rachel ao jornal The New York Times. “Quando estava ligada, comprávamos muita comida pronta.” Hoje, Rachel vai mais ao mercado, compra quantidades menores e cozinha mais. Em outras palavras, gasta mais gasolina e descarta mais embalagens, o que torna discutível sua contribuição para conter o aquecimento global. Mas isso é outra história. O que chama a atenção, em pessoas como Rachel ou em subúrbios como Vauban, é a resistência à tecnologia, a tentativa de voltar a um estágio em que éramos mais “puros”, talvez mais humanos. O mais célebre desses movimentos foi dos luditas, no início do século XIX. Inconformados com o desemprego trazido pelas máquinas da Revolução Industrial, eles pregavam (muitas vezes com uso da violência) a volta ao sistema artesanal.

“Acho que as pessoas antitecnologia subestimam a capacidade do cérebro de se adaptar a novos desafios”, diz o neurocientista suíço Fred Mast, da Universidade de Lausanne. “Estudos mostram que o uso intensivo da tecnologia pode levar à melhora das habilidades cognitivas, pelo processamento de mais informações ao mesmo tempo.” Talvez percamos algumas habilidades, mas ganharemos outras. E, provavelmente, nossa vida ficará mais fácil. A não ser quando houver uma pane na internet.

– A culpa de Fake News seria da tia do What’sApp?

Veja que interessante: li sobre Claire Wardle, a diretora de uma ONG chamada First Draft, que combate a informação falsa. Disse ela a respeito da proliferação de Fake News no nosso cotidiano:

“Podemos culpar as redes sociais, a nossa mãe e os Governos pela desinformação. Queremos uma solução fácil, que é culpar o Facebook. Mas todos somos responsáveis pela crise da informação”.

E não é verdade? Quantas vemos ingenuamente damos crédito a notícias falsas? Ou perdemos tempo em ler mentiras, fatos inverídicos e tantas bobagens’?

Já ouvi um amigo dizendo que “a culpa é da tia do What’sApp”, mostrando a figura daquela senhora simples, pura, e que replica fake news com a melhor das boas intenções sem saber! E isso é uma realidade indiscutível: quantos não são enganados e enganam os outros involuntariamente?

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Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.

– Uma imagem emblemática: humanos e máquinas!

Será que nossa sociedade chegará a tal ponto, como ilustrado na foto?

Ou talvez já estejamos perto desse momento?

Para refletir, abaixo:

– A nova logo do Twitter.

Elon Musk comprou por bilhões o Twitter e tenta reinventá-lo. Aparentemente, parece que os prejuízos são grandes, mas… ninguém rasga dinheiro (especialmente um homem de negócios como ele).

A logo mudou, e sobre isso, em: https://www.techtudo.com.br/google/amp/noticias/2023/07/twitter-vai-mudar-de-nome-saiba-o-motivo-do-novo-logo-da-rede-social-edsoftwares.ghtml

– Gaste dinheiro em coisa boa, dona CBF!

Já abordamos o gol anulado de Gabigol na Arena da Baixada, acesse o link em: https://professorrafaelporcari.com/2023/07/13/a-resolucao-do-var-entre-furacao-x-mengao-a-cbf-esta-brincando-com-futebol-profissional/

Uma opinião bem continente: vamos implementar a inteligência artificial do Impedimento semiautomático da FIFA!

Falamos sobre ele quando dissertamos sobre a Copa do Catar. E ele funcionou muito bem. Aqui: https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2022/11/18/detalhes-sobre-a-arbitragem-na-copa-do-mundo-no-catar-2022/

Agora, chega o momento de reflexão: com tanto dinheiro mal gasto pela CBF, por quê suportar má resolução de câmera e tecnologia ultrapassada? Usemos a IA da FIFA!

Uma opinião em: https://youtu.be/Czx9OlxydNs

– A Inteligência Artificial comandará o mundo?

Eu acho tudo isso assustador: os últimos robôs dotados da mais avançada inteligência artificial, na ONU, disseram: “podemos administrar o mundo melhor do que os humanos”!

Extraído de Exame.com (citação abaixo):

A IA NA CONFERÊNCIA DA ONU

Robôs humanoides alimentados por Inteligência Artificial (IA) disseram, em uma conferência da ONU nesta sexta-feira, 7, que um dia poderão administrar o mundo melhor do que os humanos.

Afirmaram também que os humanos devem ter cuidado com a IA e admitiram que ainda não controlam nossas emoções.

Esses robôs – alguns dos mais avançados do mundo – estiveram presentes esta semana, junto com mais de 3.000 participantes, na Cúpula Mundial sobre IA para o Bem (“AI for Good Global Summit”, no original), organizado pela União Internacional de Telecomunicações (UIT), agência da ONU especializada em tecnologia.

Especialistas, dirigentes e representantes de empresas debateram na cúpula a necessidade de elaborar normas que garantam que essas novas tecnologias sejam utilizadas para fins positivos para a humanidade, como o combate à fome, ou à mudança climática.

“Que tensão neste silêncio!”, disse um dos robôs antes do início da coletiva de imprensa, realizada apenas em inglês.

Quando perguntaram a Sophia, um robô desenvolvido pela Hanson Robotics, sobre sua capacidade de governar o mundo, ela respondeu que “robôs humanoides podem liderar com mais eficiência do que os governantes humanos”.

“Não temos os mesmos preconceitos, ou emoções, que às vezes podem obscurecer a tomada de decisões e podemos processar rapidamente grandes quantidades de dados para tomar as melhores decisões”, acrescentou.

Leia a matéria completa em #exame

🔗 https://bit.ly/3JPG9Ah


📸 Robin MILLARD/AFP

– E quando não existia a Internet em nossas vidas?

Ouço que em um levantamento da ONU registrou-se que no Brasil há 98 milhões de pessoas que não acessam a Internet. É mais ou menos a metade da população do país. A maioria por serem “analfabetos digitais”.

A comodidade da Internet nos ajuda (E MUITO), mas há 20 anos o acesso eram ínfimoHá 30 anos ela nem existia por aqui.

Criamos a necessidade de ter Internet, pois quando não a tínhamos, não sentíamos falta (ou achávamos isso). Idem ao telefone celular. Idem nossos antepassados com a energia elétrica. E é esse o ciclo das necessidades.

Enfim: precisamos da Internet no dia-a-dia, só que não podemos nos fazermos reféns dela!

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Imagem extraída da Web, autoria desconhecida.

– Os limites de leitura do Twitter são um erro de Elon Musk. Volte, Orkut!

O Orkut, quando surgiu, era tão simpático… e depois veio Facebook e Twitter – e nos rendemos a eles.

Depois que o bilionário Elon Musk comprou o microblog, todos imaginaram que haveria mais liberdade e novas funções. Ao contrário, ele limitou conteúdos de leitura (como hoje, sem prévio aviso), tumultuando o Twitter e causando ira aos usuários.

Das redes sociais que uso (e olhe que sou ativo em todas), a mais simpática a mim é (ou era) o Twitter. Simplesmente ela se “estragou” com as medidas de limitação que visam, evidentemente, forçar a assinatura por R$ 60,00 / mês.

Em tempo: pelo celular, estou completamente eliminado. Pelo computador, parece que ele está funcionando bem.

Extraído de: https://istoe.com.br/musk-anuncia-que-em-breve-limites-de-leitura-no-twitter-serao-aumentados/

MUSK ANUNCIA QUE LIMITES AUMENTARÃO

Após usuários reclamarem do limite de leitura no Twitter anunciado por Elon Musk mais cedo, o empresário voltou a se manifestar nas redes sociais dizendo que, em breve, esse número será aumentado.

Segundo ele, o máximo de tweets diários que usuários poderão ler será de 8.000 para contas verificadas, de 800 para contas não verificadas e de 400 para novos usuários sem verificação. Mais cedo, Musk havia informado que, temporariamente, os limites seriam de 6000, 600 e 300 posts diários, respectivamente.

Internautas reclamaram da mudança, dizendo que se beneficiaria só quem tem a marca azul – sinal que indica que a conta é verificada. A verificação, antes gratuita, passou a ser adquirida mediante assinatura em abril, após o bilionário comprar a rede social em outubro do ano passado.

De acordo com Musk, a rede social aplicou as limitações para lidar com “níveis extremos” de extração de dados e manipulação do sistema. Alguns usuários já relataram ter visto uma mensagem informando “limite de taxa excedido” neste sábado

Musk anuncia que, em breve, limites de leitura no Twitter serão aumentados

Imagem extraída do link acima.

– O Twitter está com problemas nesse sábado?

É impressão minha, ou o Twitter está fora do ar nesta manhã?

Só se vê as próprias publicações, e de mais ninguém.

Aparece a seguinte mensagem:

– LinkedIn é o canal preferido das Grandes Empresas, segundo a FSP

No Caderno “Mercado” de um domingo atrás (pg B2, por Maria Cristina Frias), a Folha de São Paulo retratou como as grandes empresas têm contratado seus executivos.

O tal do QI – não o Quociente de Inteligência mas sim o “Quem Indicou – continua sendo importante. Mas a coleta de informações via a rede social LinkedIn se tornou o principal meio dos recrutadores de grandes organizações.

Confesso que eu tinha o meu perfil na rede um pouco desatualizado. Talvez o “tanto” de redes sociais existentes nos obriguem a fugir do computador em algumas horas, para que a vida real não se furte à virtual. Mas, recentemente, comecei usar o LinkedIn para minhas publicações e confesso que a qualidade dos artigos de lá são ótimas. Acho muita coisa boa que me agrada nela.

E você, têm atualizado seu perfil lá?

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Imagem extraída da Web.

– CAPTCHA: a piada que nos faz humanos

Como os CAPTCHAS ajudam a entender a cognição humana.

Continua no link em: CAPTCHA: a piada que nos faz humanos

– O momento exato da surpresa de algo nunca imaginado?

Sempre me impressionou essa foto. Repost de 2 anos:

Já pensou o susto que os indígenas tiveram quando conheceram os artefatos portugueses em 1500 (arcaicos para nós hoje, comuns para as pessoas daqueles dias e inusitados para os silvícolas)?

Essa foto representa mais do que isso – quando pobres meninos de uma comunidade tribal do interior da África vêem um… iPad!

Extraído da publicação de Fotos de Fatos (@FotosDeFatos) no Twitter:

“O viajante inglês Louis Cole uma vez postou uma fotografia incomum no instagram, mostrando a reação dessas crianças de uma tribo africana vendo pela primeira vez um tablet. A fotografia logo viralizou na internet, em 2015”:

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A referência do crédito da foto está na citação do twitter acima.

– O Site de Apostas Blaze e os apostadores lesados: o que fazer?

O Cassino Virtual Blaze tem milhões de clientes mundo afora, e 20.000 reclamações no Brasil de pessoas que foram enganadas por ele.

E o que fazer? A empresa está registrada em Curaçao, tem como garotos propaganda Neymar e Felipe Neto, e ninguém responde por ela.

Dr D’Urso, advogado especialista no assunto, dá a dica em: https://www.youtube.com/watch?v=HcjMGL2tokQ

– Como nasce um Bebê da geração Z!

O vídeo é da cia telefônica MTS, e é muito engraçado. Não parece ser verdade mesmo?

Já tira selfie e participa das redes sociais!

Abaixo, extraído de: http://www.labcriativo.com.br/imperdivel-o-bebe-nasce-e-ja-busca-internet/

IMPERDÍVEL, O BEBÊ NASCE E JÁ BUSCA INTERNET

Mega criativo, é um anúncio da empresa de telefonia e internet 3g indiana MTS e sugere, com o filme Nascido para a internet, que os bebês hoje em dia são fixados na web desde a barriga da mãe.

Sensacional, o vídeo de forma bem humorada, nos apresenta o momento que nasce um bebê da geração Z.

O bebê já sai da barriga da mãe já busca de um iPad, pega um celular e faz um “selfie”, arma um canal de livestreaming no YouTube e, para surpresa de todos, médico, enfermeiros e pais, sai do quarto da maternidade usando a navegação de um GPS.

A parte que mais gostei foi do nenem procurando no Google como se corta o cordão umbilical. Muito bom…rs

Misturando filme com animação, o filme mostra o trabalho de parto e o nascimento desse bebê super antenado.

Assista o vídeo, mega recomendo, em: http://www.youtube.com/watch?v=rg37kafMsWk

 

– Excesso de Web. Confere, macaquinho?

Pessoas hipnotizadas? Sem espírito crítico?

Talvez essa imagem seja verdadeira… Abaixo: 

– China to send first civilian into space on Tuesday.

JIUQUAN: China will ship its first civilian astronaut into area as a part of a crewed mission to the Tiangong area station on Tuesday, its Manned …

Continua em: China to send first civilian into space on Tuesday

– A 1a geração onde os filhos têm QI menor que os dos pais. E a culpa é de quem?

Pela primeira vez na história, uma geração é menos inteligente do que os seus pais. E a culpa é das telas!

Extraído de: https://saude.abril.com.br/blog/pediatria-descomplicada/familia-digital-o-abuso-de-telas-cobra-um-preco-alto-de-todos/

O ABUSO DAS TELAS COBRANDO UM PREÇO ALTO DE TODOS

Não desgrudar de dispositivos tecnológicos atrapalha o desenvolvimento pleno das crianças e afeta o convívio familiar. Precisamos rever esse hábito

É um jantar típico de família. Os celulares estão apoiados sobre a mesa. Cada um possui seu próprio aparelho, que vibra de cinco em cinco segundos, chamando para algo que certamente pode esperar.

O pai utiliza fones sem fio e está numa call interminável. A criança mais nova é colocada diante de um tablet – que passa Mundo de Bita ou Galinha Pintadinha – para que consiga permanecer à mesa. O filho adolescente está preocupado em terminar logo o jantar para postar uma selfie com um filtro novo no Tik Tok. Ao fundo, a televisão ligada anuncia algo no noticiário. Parece uma cena comum para você? Essa é a mais nova geração digital. Ou melhor, família digital.

O fato é que nunca estivemos tão conectados com o mundo que nos cerca – as informações voam. Mas isso não é necessariamente um problema. A grande questão é o tempo que dedicamos às novas tecnologias. Pode reparar: não fazemos ideia da quantidade de horas que passamos em frente às telas. O turno de trabalho acaba e continuamos ali, passeando na rede social, assistindo a séries ou filmes, lendo notícias e fofocas, vendo lives…

O mais assustador é que esse tipo de comportamento se agrava sem nem percebermos. O tempo de tela foge do controle dos pais quando um tablet ou celular cai na mão de uma criança. Pior: perdemos a noção do que elas estão vendo. E é importante lembrar que, fora músicas inocentes e jogos educativos, as redes estão cheias de conteúdos perigosos, com insinuação sexual e cyberbullying, além de vídeos que estimulam o consumismo, definindo o comportamento do jovem e do adolescente.

Temos que refletir sobre onde chegamos. Afinal, o tempo de ócio criativo deixa de existir quando uma tela entra em jogo. Perde-se a capacidade de pensar, inventar, criar histórias. Perde-se a oportunidade de se relacionar com o outro, de dar risada e de curtir momentos em família – como acontecia na mesa de jantar.

Não precisamos (ou não deveríamos) ficar online o tempo todo. Esse comportamento nos desconectou da presença real, do olho no olho e da convivência em família. Isso tudo precisa ser resgatado – e urgentemente.

Estudos de neurociência mostram que o cérebro humano é capaz de fazer 700 a 1 mil conexões cerebrais por segundo nos primeiros anos de vida. Aos 2 anos de idade, teremos mais conexões cerebrais do que aos 6 anos. Apenas as mais importantes serão mantidas até a vida adulta. Que memórias e aprendizados você quer oferecer ao seu filho?

Viva o mundo real

Penso que o desenvolvimento da criança está intimamente ligado à vivência que ela tem do mundo. O brincar, o contato com a natureza e a relação com o outro, por exemplo, são momentos importantes de aprendizado. Muitas tarefas e estímulos podem e devem ser orientados, mas essas experiências mais livres permitem que a criança exercite a capacidade criativa em seu máximo potencial.

São aspectos do desenvolvimento que não podem ser conquistados através de uma tela. Por isso, refiro-me a esse aspecto de alienação digital: devemos perceber o quanto o uso dos eletrônicos nos privaram de tantas outras coisas essenciais.

Longe de mim ser contra o avanço da tecnologia! Seria negar o mundo que nos cerca. Nossos filhos nasceram na era touch, com a facilidade de ter tudo na palma da mão. O digital faz parte da vida deles. O grande dilema, faço questão de frisar, é o mau uso desses recursos.

Segundo o neurocientista francês Michel Desmurget, vivemos um momento histórico, no qual, pela primeira vez, os filhos têm um quociente de inteligência (o famoso QI) mais baixo que o dos pais. Em outras palavras, a geração atual tem menor capacidade cognitiva, apresentando problemas de linguagem, concentração, memória e cultura.

Isso é decorrente da diminuição das interações sociais, da piora da qualidade do sono, do aumento de atividades que não exercitam a mente, entre outras coisas que estão, no fundo, intimamente associadas ao uso abusivo das telas.

De parceiros a vilões

Os dispositivos digitais se transformam em um problema no momento em que deixamos de interagir com nossos filhos da forma que deveríamos. Veja: o cérebro deles é estimulado de outra maneira quando se divertem ao ar livre, usam jogos e brinquedos reais e lidam com pessoas de carne e osso.

Com a pandemia de coronavírus, a situação ficou ainda mais crítica. Afinal, atividades essenciais, como a ida à escola, ficaram restritas (quando possível) ao universo online. E, assim, passou-se um ano inteiro.

Sem falar que muitos pais liberaram as telas não apenas para as aulas, mas também para atuarem como passatempos, já que, além de cuidar das crianças, precisavam trabalhar e manter a casa em ordem.

Mas, como minimizar os danos? Como sobreviver às condições que uma pandemia nos impôs? É urgente que tomemos as rédeas e saibamos controlar o que nossos filhos estão vendo e por quanto tempo. Trago aqui algumas dicas de sobrevivência à tecnologia – elas servem inclusive para os adultos.

1. Comece impondo limites para todos: momentos em família nunca devem acontecer com o celular, tablet ou qualquer tecnologia individual sendo utilizada. Aproveitem o tempo para conversar e interagir de forma real.

2. O horário de refeições deve ser sagrado: nada de celulares à mesa.

3. Controle o tempo de uso: para crianças abaixo de 2 anos, as telas devem ser evitadas ao máximo. Para crianças de 2 a 5 anos, limitar a uma hora por dia. Dos 6 aos 10 anos, permita de uma a duas horas diárias. Para adolescentes entre 11 e 18 anos, de duas a três horas por dia é o suficiente. Todas as atividades devem ser supervisionadas e ter intuito educacional.

4. Não existe segredo na internet! Os pais devem estar cientes dos conteúdos que os filhos assistem, e tomar especial cuidado com aqueles de cunho violento e sexual (com nudez e pornografia), além das práticas de cyberbulling.

5. Tenham (todos) um momento de desconexão. Promova o contato com a natureza, a prática de exercícios físicos e as atividades ao ar livre – que sejam possíveis nesse momento.

6. Estejam atentos aos sinais de que algo não vai bem, como alteração de comportamento, agressividade, irritabilidade, dificuldade para dormir, sonolência excessiva durante o dia ou mesmo apatia. Tudo isso pode sinalizar depressão, ansiedade e até mesmo experiências de violência na internet.

7. Deem o exemplo enquanto pais, aprendendo também sobre o uso racional das tecnologias, já que isso afeta toda a família.

Seguimos nesse processo de constante aprendizado, lembrando sempre que a primeira infância só é vivida uma única vez.

criança brincando com tablet

Excesso de telas traz repercussões para a família toda. Foto: Robo Wunderkind/Unsplash/SAÚDE é Vital

– A 3a idade está se tornando cada vez mais “ligada” na Web!

Sabe aquele adolescente que fica fascinado ao descobrir a Internet e o Mundo Virtual? Agora, imagine idosos e idosas que “renascem” ao navegarem na Web!

Eu conheço pessoas queridas como nessa bacana matéria abaixo. E você?

Extraído de: Revista Isto É, pg 82, ed 2274

VELHINHOS CONECTADOS

Eles invadiram as redes sociais, batem papo pelo computador, editam vídeos, enviam fotos, mantêm blogs e formam o grupo que mais cresce entre os usuários de internet no Brasil

Por Juliana Tiraboschi

Eles gostam de aprender coisas novas, recorrem frequentemente ao computador para pesquisar sobre os mais variados assuntos e adoram usar a internet para conversar com os amigos e conhecer gente. Pode parecer, mas esse não é o perfil médio dos jovens da geração X ou Y. Trata-se, na verdade, da descrição de um contingente de usuários da rede que só aumenta: o das pessoas com mais de 50 anos. Divulgada em maio pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a pesquisa “Acesso à internet e posse de telefone móvel celular para uso pessoal” constatou que, entre 2005 e 2011, aumentou em 222,3% o número de brasileiros com 50 anos ou mais de idade que entram na internet. Isso representa um aumento de 2,5 milhões para 8,1 milhões de pessoas no grupo dos conectados maduros. Foi a faixa etária que teve o maior crescimento no período.

Quem trabalha no meio não fica surpreso com esses números. “Os idosos têm muita fome de conhecimento”, diz Sérgio Contente, presidente de uma empresa de softwares e mantenedor da fundação que leva seu nome e promove cursos de informática para jovens carentes e para o público da terceira idade. Para ele, os membros desse grupo que ainda estão fora da rede gostariam de aprender a navegar pela internet e a usar softwares, mas têm receio de incomodar os familiares. Com base nos vovôs que frequentam os cursos, o incômodo seria mínimo. O que eles mais desejam é aprender a trocar e-mails, receber e enviar fotos, editar vídeos caseiros e usar o Facebook e o Skype para se comunicar com parentes e amigos.

Esse é o perfil de Luiza Soares Ribeiro, 88 anos. A dona de casa começou sua experiência com novas tecnologias ao ganhar um tablet de presente de uma de suas sete filhas em dezembro de 2012. Luiza aprendeu a dominar as funções básicas do aparelho e a utilizá-lo para colocar em prática seu passatempo favorito: jogar games de caça-palavras. Mas ela queria mais e, no início deste ano, soube de um curso básico de informática por meio de uma vizinha. Decidiu se matricular e aprofundar seus conhecimentos sobre navegação na internet. Gostou tanto que convenceu duas filhas – Mafalda Ribeiro, 68 anos, e Zoraide Trofino, 67 – a fazer o curso. Luiza frequenta um clube da terceira idade e diz que, apesar de uma ou outra dificuldade, aumenta o número de amigos que sabem lidar com as novas tecnologias. “Acho o Facebook um pouco difícil, a gente aprende mais devagar. Mas o que aparecer eu quero aprender”, afirma Luiza, que acabou de participar de uma oficina para conhecer as ferramentas da rede social.

Além dos laços afetivos, um grande impulso para a inserção dos idosos no mundo da computação vem da automatização de serviços como a declaração do Imposto de Renda e a movimentação de contas bancárias. A necessidade de estar em dia com esses avanços tecnológicos traz um efeito colateral benéfico. “É importante saber usar a internet, abre a nossa cabeça”, diz Mafalda, que gosta de usar o Facebook, ler notícias sobre novelas, pesquisar receitas e procurar informações sobre artesanato.

A bióloga aposentada Neuza Guerreiro de Carvalho, 83 anos, já é uma veterana na lida com os computadores. Começou a desvendar os segredos da informática em meados da década de 1990. “Meu filho e netos conversavam entre eles sobre o assunto e, para mim, era como ouvir chinês. Mas nunca fui de ficar por fora, então quis aprender”, diz. Sua principal motivação naquele momento foi usar o computador para registrar toda a história de sua família. “Não existia mais máquina de escrever, e não dava para escrever à mão”, afirma.

A familiaridade com o computador cresceu a ponto de, em 2008, a aposentada lançar o “Blog da Vovó Neuza”, que reúne textos sobre temas como cultura, arte, viagens e música clássica, seus hobbies favoritos. Para ela, o blog não é um passatempo, mas um trabalho. “Eu pesquiso, às vezes passo uma manhã inteira para escrever um post”, diz. Neuza comemora o fato de mais idosos estarem na rede, mas acha que eles ainda se contentam com pouco: “Tem gente que faz curso, compra computador e fica restrito a receber e-mail e repassar correntes de mensagens. Não sabe trabalhar uma foto, criar conteúdos ou fazer uma pesquisa.”

A psicóloga Andréa Jotta, pesquisadora do Núcleo de Pesquisa da Psicologia em Informática, da PUC/SP, tem percebido um aumento tanto no interesse dos idosos em acessar a internet quanto na oferta de portais com informações e serviços voltados para esse público. “Geralmente, eles se adaptam bem aos tablets, por conta da tecnologia touch screen e da facilidade em acessar aplicativos das redes sociais”, diz. Criados num tempo em que ainda dava para confiar na palavra, eles têm dificuldade para se adaptar às medidas de segurança necessárias para navegar tranquilamente. “Os idosos caem mais facilmente nesses golpes que chegam por e-mail”, diz Andréa. Por isso, muitos têm medo de usar serviços de acesso online às contas bancárias.

Mas o número de vovôs que dominam informática cresceu tanto que algumas empresas colocam cabeças grisalhas para trabalhar em seus computadores. Especializada em serviços de call center, a TMKT, de São Paulo, contratou 100 pessoas acima de 50 anos desde março de 2012. “Essa faixa etária apresenta um pouco de lentidão na digitação e no aprendizado de abrir as telas do computador, mas a disciplina, a força de vontade e o comprometimento fazem com que vençam essas dificuldades”, diz Sulamita Miranda, gerente de RH da empresa. Mara Pereira da Silva, 60 anos, voltou a trabalhar no call center depois de se aposentar como secretária há quatro anos. Para a profissional, com um bom treino as pessoas mais velhas podem trabalhar de forma tão eficiente quanto gente mais nova. “É estimulante trabalhar junto com os jovens. A gente sente que está no mesmo nível de conhecimento deles”, diz. Sinal de que, além de conectar os idosos com o mundo, os computadores funcionam como um virtual elixir da juventude.

Imagem extraída de: https://www.portaldoenvelhecimento.com.br/os-idosos-e-os-avancos-tecnologicos/ (matéria de Nélio Borrozino).

– O Uso Desmedido da Tecnologia nos Ambientes Corporativos.

Compartilho um interessante material sobre o uso desmedido de aparelhos eletrônicos no ambiente de trabalho, ocasionando desconfortos e gafes que poderiam ser evitados através do uso mais coerente e racional.

Extraído de: http://www.terra.com.br/istoedinheiro/edicoes/616/nao-diga-aloquando-o-uso-dos-aparelhos-eletronicos-e-desmedido-144923-1.htm

NÃO DIGA ALÔ

Carlos Alberto Julio, presidente da construtora Tecnisa, empresa com faturamento de R$ 514 milhões, já havia subido no palco do auditório da Associação Comercial Industrial de Joinville, Santa Catarina, para dar uma palestra a 300 pessoas, quando foi interrompido por uma forte batida de rock-n’-roll que vinha da plateia. Ele parou de falar e percebeu que a música era do celular de uma moça, que tentava desesperadamente desligar o aparelho. “Ela não sabia o que fazer, simplesmente não conseguia desligar o telefone. Resolvi ajudá-la e comecei a dançar em cima do palco ao ritmo do toque do celular”, brinca. Situações como esta se tornaram cada vez mais comuns graças ao aumento do uso de tecnologias Ranking móveis como notebooks, netbooks e smartphones.

De acordo com a Anatel, o número de usuários de telefonia móvel no Brasil subiu de 52,4 milhões, em maio de 2004, para mais de 157,5 milhões no mesmo mês de 2009. Com o crescimento do mercado, veio um problema: a falta de etiqueta no dia a dia. Um estudo realizado nos Estados Unidos pela empresa de pesquisas Harris Interactive a pedido da Intel revelou que 90% dos adultos norte-americanos sentem-se incomodados com o uso desenfreado de dispositivos móveis em locais públicos como cafés, restaurantes, cinemas e shows. O que dizer, então, de gafes cometidas no mundo corporativo?

O presidente da construtora Tecnisa, Carlos Alberto Julio, é frequentemente interrompido pelos toques de celulares, mas consegue levar com bom humor

David Szpiro, diretor comercial da tradicional fabricante de relógios suíços Breitling, presenciou uma cena constrangedora. “Eu estava na matriz da empresa na Suíça, em uma reunião com o presidente da marca, Theodore Schneider, e a equipe de publicidade, quando um celular começou a gritar ‘Mamãe, me atende'”, diz ele. “Na mesma hora, o presidente bateu na mesa e mandou que todos saíssem da sala e só voltassem quando tivessem deixado seus telefones do lado de fora”, conta Szpiro.

A consultora de etiqueta Claudia Matarazzo diz que algumas atitudes são inaceitáveis. “Uma das piores coisas que podem acontecer em um encontro profissional é o celular começar a tocar a música do picapau ou qualquer coisa semelhante”, brinca. Apesar de achar esse tipo de comportamento extremamente grosseiro, Szpiro também depende dos smartphones e diz que a única solução é mantê-los longe em determinadas ocasiões. “Quando o aparelho está perto, você se sente compelido a atender, é quase uma obrigação, você se torna escravo dele”, completa.

Uma pesquisa realizada nos Estados Unidos pelo site de empregos Yahoo HotJobs fez a seguinte pergunta: “Você checa seus e-mails frequentemente durante reuniões de trabalho?”. Trinta e quatro por cento dos entrevistados responderam que sim e outros 18% admitiram já ter sido repreendidos pelo mau comportamento em relação ao uso dos itens tecnológicos. “Quando isso ocorre, os interlocutores sentem-se excluídos e dignos de pouca atenção” afirma Lígia Marques, consultora de Etiqueta e Marketing Pessoal. Em outras palavras: sentem-se desrespeitados.

Márcia Palmeira, diretora comercial da Right Management, empresa de consultoria e treinamento profissional, passou por isso quando atendeu um executivo que precisava melhorar a comunicação com sua equipe. “Durante a sessão de uma hora, ele atendeu o celular três vezes. Em um momento, eu peguei o meu BlackBerry e fingi que estava mandando um e-mail. Aí ele ficou muito incomodado, pois foi deixado de lado.”

O uso de aparelhos tecnológicos é indicado para facilitar a vida das pessoas e não complicá-la. Mas acontece o oposto com quem não tem limites. “O uso desordenado dessas tecnologias gera um nível de ansiedade muito grande”, diz Claudia Matarazzo. O sucesso do Twitter, diz Claudia referindo-se à rede social que funciona pela internet e pelo celular, é prova desse fenômeno.

“As pessoas que estão no Twitter dizem o que estão fazendo a cada momento. São coisas que, em outros tempos, diríamos apenas para as pessoas que nos cercam, como a família, por exemplo”. Aliás, é a família que, em muitas ocasiões, mais sofre com esse comportamento. “Um dia desses levei uma bronca do meu filho, que perguntou se eu não podia desligar o celular”, lembra Raquel Nascimento, gerente de marketing da montadora francesa Citroën. “Não resisti ao pedido e acabei desligando o aparelho.”

Viciados em tecnologia buscam ajuda em clínica de detox no Rio de Janeiro -  Federação de Amor-Exigente - FEAE

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida. Quem conhecer o autor, favor informar para créditos na postagem.

– Inclusão Digital deu voz a todos. Isso é bom?

O fenômeno da Internet, quando nasceu, era algo surpreendente para nós, mais velhos. Mas já há uma geração que não se surpreende com as maravilhas e possibilidades da Web: as crianças e os adolescentes, que nasceram com os computadores, tablets e smartphones no seu dia-a-dia. E isso fez com que todas as gerações, etnias, faixas de renda e níveis de comunicação pudessem comunicar entre si, indistintamente.

Porém, há aqueles que fazem o mau uso de tal possibilidade: pessoas mal educadas, trolls, ignorantes sociais e outros atores sociais que perturbam e nada agregam. Conheço gente que se viu obrigada a abandonar Facebook, Twitter, Instagram e outros meios de socialização por trollagem de gente que não aceita opinião de outrem. E nessa linha, Umberto Eco, falecido e importante pensador italiano, disse recentemente:

Redes Sociais deram voz à legião de imbecis

Hum… é pra refletir. Já encontrou gente assim na Internet? Infelizmente, há aqueles que, ao não concordarem com algo, atacam simplesmente por atacar!

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Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida. Quem souber, favor informar para divulgação dos créditos.

– Celulares de antigamente.

Algumas manchetes de alguns anos atrás que certamente surpreendem os mais jovens: celular que envia SMS, por exemplo?

A do canto direito pode ser a mais impressionante desse caderno de informática… Veja:

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.

– A pendenga do Telegram.

E o Telegram, proibido no Brasil?

Por mais que se tentou que ele fizesse frente ao WhatsApp, não conseguiu. E agora, essa pendenga com a Justiça.

Mas quando ele voltará?

Outras perguntas e respostas, em: https://canaltech.com.br/apps/quando-o-telegram-vai-voltar-5-perguntas-para-entender-o-bloqueio-do-app-248136/

Montagem: Caio Carvalho/Canaltech

– O Uso do Celular ao Volante já mata mais do que acidentes por Motorista Embriagado

No Brasil, a Lei Seca conseguiu diminuir o número de mortes no trânsito em decorrência de bebida alcoólica. Mas há outro problema: agora, as mortes causadas por uso de Mensagens de Texto no Celular superaram as do Álcool!

Extraído de: http://migre.me/eufCP

MENSAGEM DE TEXTO NO CELULAR CAUSA MAIS MORTES QUE BEBIDA AO VOLANTE

Pesquisa aponta que número de mortes não para de crescer, apesar das campanhas educativa

NOVA YORK – Enviar mensagens de texto pelo celular ao mesmo tempo em que se dirige já ultrapassou o uso de bebida associado à direção como principal causa de morte de adolescentes nos Estados Unidos, de acordo com um estudo do Centro Médico Infantil Cohen, em New Hyde Park.

Mais de três mil adolescentes morrem por ano por causa de acidentes provocados por distração durante o envio de mensagens de texto pelo celular diante do volante de veículos em movimento. Os mortos por acidentes provocados pelo uso de álcool  em acidentes automobilísticos são 2.700 por ano, segundo o estudo. Apesar de uma campanha publicitária nacional e inúmeros alertas de autoridades e especialistas, o estudo revela novos números impressionantes: 50% dos estudantes americanos costumam enviar mensagens de texto via celular enquanto dirigem.” A realidade é que os jovens não bebem diariamente, mas eles levam o tempo todo os seus celulares e querem continuar conectados com os amigos mesmo quando estão dirigindo, e por isso esta ocorrência tornou-se mais comum, embora seja tão perigosa quando beber e dirigir”,  afirmou à rede de televisão CBS o médico  Andrew Adesman, chefe de Pediatria do Desenvolvimento e Comportamento do Centro Médico Infantil Cohen. Principal autor do estudo, Andrew Adesman disse que as leis que proíbem mensagens de texto ao volante não são eficazes. 57% dos jovens disseram que mandam mensagens enquanto dirigem em estados com leis que proíbem o comportamento, e 59% disseram que fazem o mesmo em estados que não adotam legislação sobre o tema.” As pessoas estão escrevendo e dirigindo o tempo todo”, disse Mike Xirinachs, um dos entrevistados pela emissora de TV. “Eu não sei o que deve ser feito, mas alguém precisa fazer alguma coisa””, disse. ”Todos os dias eu vejo isso”, disse um motorista. “As pessoas dirigindo e dedilhando ao celular, ou falando ao telefone. Eles não deveriam fazer isso, mas fazem – crianças, adultos, todo mundo faz isso”. É perigoso e irresponsável, mas virou uma cena comum”, disse o ex-policial John Montone. “Um veículo é uma arma, assim como um revólver ou uma faca, e você pode matar pessoas. Você não merece ter uma carteira de motorista se é irresponsável a esse pondo”, completou. As estatísticas mostram que quem se comunica por celular enquanto dirige tem 23 vezes mais chances de causar um acidente do que se estiver prestando atenção.

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida. Quem conhecer o autor, favor informar.

– A tecnologia mudando o futebol!

O nosso querido jundiaiense Eduardo Tega (da Universidade do Futebol e Sportheca) é um dos caras mais estudiosos do futebol que eu conheçoe vai sua expertise desde a gestão esportiva até os conceitos sociais do esporte.

Li sua publicação no “O Globo” sobre os impactos tecnológicos na evolução do futebol, e é de uma lucidez muito grande.

Compartilho, extraído do LinkedIn dele, com o texto inteiro (clique na imagem para ampliá-la). Só acho que ele está muito otimista com o fim do erro humano da arbitragem… o meio é vaidoso demais para se render ao protagonismo eletrônico (mesmo que mais eficaz possa ser).

Abaixo:

“Saiu hoje uma ótima matéria do jornal “O Globo” em que dou minha opinião sobre as mudanças que o futebol deve ter nos próximos anos. Hoje, há inúmeras iniciativas de tecnologia desenvolvendo soluções para problemas que todos os esportes têm dentro e fora de campo, além de uma questão geracional que preocupa todas as entidades esportivas. É irreal pensar que o futebol de 2035 vai ser o mesmo que é hoje. Você está pronto?

‘ – Os jovens não conseguem ficar 90 minutos concentrados vendo uma partida. O futuro do jogo vai mudar, pois a Fifa sabe que o grande concorrente da Copa do Mundo é o Fortnite (jogo de tiro) – afirma Eduardo Tega, CEO da fábrica de startups Sportheca e mestre em governança de esportes pela Uefa, acrescentando que a introdução do VAR é apenas a ponta do iceberg da revolução que está por vir. – Acredito que em dez anos não vai ter mais erro humano no jogo. ‘ #futuro #tecnologia

– O perigo da Inteligência Artificial: a entrevista falsa de Schumacher!

Que loucura!

Uma revista alemã anunciou a “Primeira entrevista de Michael Schumacher depois do acidente”, e a transmitiu com um “Schumacher criado pela IA”!

Desagradável… e a família vai processar a emissora.

Da CNN, em: https://www.cnnbrasil.com.br/esportes/familia-de-michael-schumacher-planeja-acao-legal-por-entrevista-falsa-de-ia/

Foto: Lars Baron/Bongarts/Getty Images

– Explicando porque o Papa Francisco é o maior alvo da IA.

Dias atrás, viralizou uma foto falsa do Papa Francisco, criada por Inteligência Artificial, vestindo um casaco bem chique.

(Caso não tenha visto, está aqui: https://professorrafaelporcari.com/2023/03/28/o-casaco-do-papa/)

Nesta semana, muitos católicos ficaram em dúvida se a foto do Skatista Francisco era real ou não. Não era (ele, inclusive, está com problemas no joelho). Mas por que o Papa é a maior “vítima” das fotos por IA?

Abaixo, uma matéria pertinente:

Extraída de: https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2023/04/por-que-o-papa-francisco-e-a-estrela-das-fotos-geradas-por-ia.shtml

POR QUE O PAPA FRANCISCO É A ESTRELA DAS FOTOS GERADAS POR INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL?

Por Kalley Huang, do New York Times*

Dezenas de fotos mostrando o líder mundial dos católicos em cenários estranhos tomam as rede sociais

O papa Francisco vestindo uma longa jaqueta branca inspirada em Balenciaga. Francisco de óculos e blusão de aviador e acelerando uma moto numa rua movimentada. Francisco virando a mesa numa boate escura. Francisco em um colete tático, preparando-se para pilotar um caça a jato. Francisco tomando uma cerveja no evento da contracultura Burning Man.

Nas últimas semanas, apareceram dezenas de fotos mostrando o líder mundial dos católicos em cenários estranhos, deixando as redes sociais em confusão. Além do próprio pontífice, todas as imagens têm algo em comum: são falsas, feitas por ferramentas de inteligência artificial que criam imagens a partir de breves comandos de texto.

Muitas figuras públicas –incluindo o astro do basquete LeBron James e várias donas de casa reais– apareceram em imagens geradas por IA recentemente, mas as fotos com Francisco causaram o maior impacto. Elas tiveram mais visualizações, “likes” e comentários do que muitas outras fotos de IA, segundo uma análise do The New York Times, levando a uma corrida para retratar o homem de 86 anos em situações cada vez mais estranhas.

“Eu tive que me envolver com a coisa do papa”, escreveu recentemente um usuário do Reddit ao lado de imagens de IA de Francisco praticando artes marciais, jogando basquete e andando de skate. “Pulando na onda do papa”, disse outro, que compartilhou uma imagem do pontífice falando para uma multidão de motociclistas.

A prevalência de Francisco em imagens geradas por IA é o resultado de uma tempestade perfeita de fatores, disseram especialistas religiosos. Após dez anos como chefe da Igreja Católica, ele é instantaneamente reconhecido em todo o mundo. Ele é considerado um líder mais acessível do que seu antecessor linha-dura, o papa Bento 16. E, quando combinado com uma súbita explosão de interesse por novas ferramentas de IA, Francisco –que na vida real é frequentemente retratado em ambientes formais– tornou-se a escolha recorrente dos criadores para colocar nos cenários mais improváveis.

O objetivo, disseram alguns criadores, é mostrar que até o papa pode relaxar, ser um rebelde e se divertir.

Figuras religiosas globais como o papa são temas naturais de sátira política e expressão artística, disse Jennifer Herdt, professora de ética cristã na Yale Divinity School. Francisco é ideal, ela acrescentou, porque ele “é conhecido por sua simplicidade, sua solidariedade com os mais pobres dos pobres”. Então, quando ele é o tema de histórias malucas como pilotar um caça a jato, “é definitivamente o auge da incongruência, de desafiar as expectativas”.

As imagens de IA podem ser perigosas se as pessoas acreditarem que são reais e as usarem mal para espalhar informações erradas. “Você ilude as pessoas para que não verifiquem duas vezes”, disse Subbarao Kambhampati, professor de ciência da computação da Universidade Estadual do Arizona. “Então você é deslocado pouco a pouco da realidade.”

Mas muitas imagens de IA com Francisco provocaram risos afetuosos pelo papa, que recentemente teve um problema de saúde e está em um papado mais longo do que a média.

“As pessoas veem Francisco como um papa do povo, então você gostaria de colocá-lo em todos esses lugares onde as pessoas estão”, disse a reverenda Serene Jones, presidente e professora de religião e democracia no Seminário União Teológica em Nova York.

O Vaticano não respondeu a um pedido de comentário sobre a fama gerada pela IA do papa.

A imagem que transformou Francisco numa estrela da IA mostra-o vestindo uma jaqueta branca no estilo de Balenciaga, uma casa de alta moda francesa, caminhando pela rua. Parece que foi postada pela primeira vez em 24 de março num fórum do Reddit para a ferramenta de IA generativa Midjourney e depois compartilhada nas redes sociais.

Um tuíte compartilhando a imagem –com a legenda “Os meninos do Brooklyn só podiam esperar por esse nível de atitude”– foi curtido mais de 229 mil vezes e visualizado 20,6 milhões de vezes. Por outro lado, um tuíte compartilhando imagens geradas por IA da prisão do ex-presidente Donald Trump obteve 40 mil curtidas e 6,4 milhões de visualizações.

A Midjourney, que lançou a versão 5 de sua ferramenta de geração de imagens no mês passado, não respondeu a um pedido de comentário. A ferramenta gera imagens hiper-realistas personalizadas com apenas algumas palavras, e agora pode criar mãos com o número correto de dedos, uma barreira anterior à credibilidade.

Desde então, Francisco tornou-se um muso da IA. Ele foi mostrado comendo fast food, encontrando-se com alienígenas, tocando violão no Festival de Glastonbury, mergulhando, dançando na praia e limpando resíduos de risco biológico em um traje de proteção. A enxurrada de imagens papais tem sido tão volumosa que algumas pessoas em fóruns de IA generativa online imploraram para que os criadores usem outra inspiração.

Isso não impediu as representações de Francisco vestido cada vez mais estranhamente. Em algumas imagens, ele passou de uma jaqueta acolchoada para uma roupa toda preta com jaqueta de couro. Em outra, veste um casaco de arco-íris.

Isso levou outros a colocarem Francisco numa roupa popular: abrigo e calça de moletom e tênis “do papai”.

*Tradução de Luiz Roberto M. Gonçalves

– 10 Ways Modern Technology Is Destroying Natural Selection.

Natural selection is a process by which organisms better adapted to their environment tend to survive and reproduce more successfully than those less…

Continua em: 10 Ways Modern Technology Is Destroying Natural Selection
Imagem extraída de: Romolo Tavani/Shutterstoc

– Que tal as Redes Sociais introduzirem um botão simbolizando “ciente”?

O Facebook tem botões como “amei”, “curti”, “força”, entre outras reações. Mas não tem um específico para expressar simplesmente “LIDO”, sem representar que gostou ou não.

Já o Linkedin possui 6 reações, mas nenhuma sem “sentimento, apenas para dizer que fez a leitura.

Idem ao Twitter, que tem só um coraçãozinho. Quando você clica nele, muitas vezes não curtiu a postagem, apenas quis dizer que você leu ou o usa como uma espécie de “VISTO”. E isso leva a muitas complicações… especialmente se você clicar nele para “salvar a publicação” ou dizer que soube do assunto.

Fica a sugestão: um botão que indique que foi lida aquela postagem, sem a necessidade de concordância ou não.

Twitter, logo, like button

Imagem extraída de: https://www.eonline.com/br/news/981501/twitter-pode-retirar-o-botao-curtir