– A culpa é do Smartphone, por ser tão… smart!

Quem mandou ser tão funcional?

O telefone celular “tirou o emprego” de muita gente… na imagem:

Imagem extraída da Web, autoria desconhecida.

– Não ter VAR é um problema: vide o absurdo em Tombense-MG 1×0 Retrô-BA.

Em uma disputa de bola no seu campo de ataque, os atletas Guilherme Silva, Caíque e Alencar (todos do Tombense) de maneira atrapalhada, trombam, e um companheiro acaba pisando no pé do outro, sem que existisse qualquer contato dos zagueiros do Retrô. Eis que o árbitro Paulo Roberto dos Santos – PR (que já se envolveu em polêmica na Série A, naquele Botafogo x Palmeiras de tanta discussão pelo apito para reinício do jogo) marca… pênalti!

Não foi nada, confira no vídeo abaixo. Aparentemente, o juizão estava bem colocado no lance (e a única explicação é: “deu um branco“).

Com essa penalidade, o Tombense, beneficiado, venceu por 1×0 o Retrô, avançou para a próxima fase da Copa do Brasil e receberá R$ 900.000,00 de premiação.

Imagine a “alegria” do time baiano…

Em tempo: na Copa do Brasil, não tem VAR! E fico pensando: desaprendemos a apitar sem ele? Graças ao VAR, houve legitimidade nos gols marcados e anulados em Santos 2×2 Corinthians. Domingo, em Ribeirão Preto, um zagueiro da casa deu uma tesoura no atacante são-paulino dentro da área, e o pênalti só foi marcado graças ao VAR. Assim, fica a questão: dá para deixar de usar o VAR?

Para quem paga tal premiação, não custava separar “uns trocados” para colocar VAR nesses jogos…

– “Redes Sociais deram voz à legião de imbecis”, disse Umberto Eco.

O fenômeno da Internet, quando nasceu, era algo surpreendente para nós, mais velhos. Mas já há uma geração que não se surpreende com as maravilhas e possibilidades da Web: as crianças e os adolescentes, que nasceram com os computadores, tablets e smartphones no seu dia-a-dia. E isso fez com que todas as gerações, etnias, faixas de renda e níveis de comunicação pudessem comunicar entre si, indistintamente.

Porém, há aqueles que fazem o mau uso de tal possibilidade: pessoas mal educadas, trolls, ignorantes sociais e outros atores sociais que perturbam e nada agregam. Conheço gente que se viu obrigada a abandonar Facebook, Twitter, Instagram e outros meios de socialização por trollagem de gente que não aceita opinião de outrem. E nessa linha, Umberto Eco, falecido e importante pensador italiano, disse recentemente:

Redes Sociais deram voz à legião de imbecis”.

Hum… é pra refletir. Já encontrou gente assim na Internet? Infelizmente, há aqueles que, ao não concordarem com algo, atacam simplesmente por atacar!

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Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida. Quem souber, favor informar para divulgação dos créditos.

– Filhos, atualmente, nascem “menos espertos” que os pais?

Pela primeira vez na história, uma geração é menos inteligente do que os seus pais. E a culpa é das telas!

Extraído de: https://saude.abril.com.br/blog/pediatria-descomplicada/familia-digital-o-abuso-de-telas-cobra-um-preco-alto-de-todos/

O ABUSO DAS TELAS COBRANDO UM PREÇO ALTO DE TODOS

Não desgrudar de dispositivos tecnológicos atrapalha o desenvolvimento pleno das crianças e afeta o convívio familiar. Precisamos rever esse hábito

É um jantar típico de família. Os celulares estão apoiados sobre a mesa. Cada um possui seu próprio aparelho, que vibra de cinco em cinco segundos, chamando para algo que certamente pode esperar.

O pai utiliza fones sem fio e está numa call interminável. A criança mais nova é colocada diante de um tablet – que passa Mundo de Bita ou Galinha Pintadinha – para que consiga permanecer à mesa. O filho adolescente está preocupado em terminar logo o jantar para postar uma selfie com um filtro novo no Tik Tok. Ao fundo, a televisão ligada anuncia algo no noticiário. Parece uma cena comum para você? Essa é a mais nova geração digital. Ou melhor, família digital.

O fato é que nunca estivemos tão conectados com o mundo que nos cerca – as informações voam. Mas isso não é necessariamente um problema. A grande questão é o tempo que dedicamos às novas tecnologias. Pode reparar: não fazemos ideia da quantidade de horas que passamos em frente às telas. O turno de trabalho acaba e continuamos ali, passeando na rede social, assistindo a séries ou filmes, lendo notícias e fofocas, vendo lives…

O mais assustador é que esse tipo de comportamento se agrava sem nem percebermos. O tempo de tela foge do controle dos pais quando um tablet ou celular cai na mão de uma criança. Pior: perdemos a noção do que elas estão vendo. E é importante lembrar que, fora músicas inocentes e jogos educativos, as redes estão cheias de conteúdos perigosos, com insinuação sexual e cyberbullying, além de vídeos que estimulam o consumismo, definindo o comportamento do jovem e do adolescente.

Temos que refletir sobre onde chegamos. Afinal, o tempo de ócio criativo deixa de existir quando uma tela entra em jogo. Perde-se a capacidade de pensar, inventar, criar histórias. Perde-se a oportunidade de se relacionar com o outro, de dar risada e de curtir momentos em família – como acontecia na mesa de jantar.

Não precisamos (ou não deveríamos) ficar online o tempo todo. Esse comportamento nos desconectou da presença real, do olho no olho e da convivência em família. Isso tudo precisa ser resgatado – e urgentemente.

Estudos de neurociência mostram que o cérebro humano é capaz de fazer 700 a 1 mil conexões cerebrais por segundo nos primeiros anos de vida. Aos 2 anos de idade, teremos mais conexões cerebrais do que aos 6 anos. Apenas as mais importantes serão mantidas até a vida adulta. Que memórias e aprendizados você quer oferecer ao seu filho?

Viva o mundo real

Penso que o desenvolvimento da criança está intimamente ligado à vivência que ela tem do mundo. O brincar, o contato com a natureza e a relação com o outro, por exemplo, são momentos importantes de aprendizado. Muitas tarefas e estímulos podem e devem ser orientados, mas essas experiências mais livres permitem que a criança exercite a capacidade criativa em seu máximo potencial.

São aspectos do desenvolvimento que não podem ser conquistados através de uma tela. Por isso, refiro-me a esse aspecto de alienação digital: devemos perceber o quanto o uso dos eletrônicos nos privaram de tantas outras coisas essenciais.

Longe de mim ser contra o avanço da tecnologia! Seria negar o mundo que nos cerca. Nossos filhos nasceram na era touch, com a facilidade de ter tudo na palma da mão. O digital faz parte da vida deles. O grande dilema, faço questão de frisar, é o mau uso desses recursos.

Segundo o neurocientista francês Michel Desmurget, vivemos um momento histórico, no qual, pela primeira vez, os filhos têm um quociente de inteligência (o famoso QI) mais baixo que o dos pais. Em outras palavras, a geração atual tem menor capacidade cognitiva, apresentando problemas de linguagem, concentração, memória e cultura.

Isso é decorrente da diminuição das interações sociais, da piora da qualidade do sono, do aumento de atividades que não exercitam a mente, entre outras coisas que estão, no fundo, intimamente associadas ao uso abusivo das telas.

De parceiros a vilões

Os dispositivos digitais se transformam em um problema no momento em que deixamos de interagir com nossos filhos da forma que deveríamos. Veja: o cérebro deles é estimulado de outra maneira quando se divertem ao ar livre, usam jogos e brinquedos reais e lidam com pessoas de carne e osso.

Com a pandemia de coronavírus, a situação ficou ainda mais crítica. Afinal, atividades essenciais, como a ida à escola, ficaram restritas (quando possível) ao universo online. E, assim, passou-se um ano inteiro.

Sem falar que muitos pais liberaram as telas não apenas para as aulas, mas também para atuarem como passatempos, já que, além de cuidar das crianças, precisavam trabalhar e manter a casa em ordem.

Mas, como minimizar os danos? Como sobreviver às condições que uma pandemia nos impôs? É urgente que tomemos as rédeas e saibamos controlar o que nossos filhos estão vendo e por quanto tempo. Trago aqui algumas dicas de sobrevivência à tecnologia – elas servem inclusive para os adultos.

1. Comece impondo limites para todos: momentos em família nunca devem acontecer com o celular, tablet ou qualquer tecnologia individual sendo utilizada. Aproveitem o tempo para conversar e interagir de forma real.

2. O horário de refeições deve ser sagrado: nada de celulares à mesa.

3. Controle o tempo de uso: para crianças abaixo de 2 anos, as telas devem ser evitadas ao máximo. Para crianças de 2 a 5 anos, limitar a uma hora por dia. Dos 6 aos 10 anos, permita de uma a duas horas diárias. Para adolescentes entre 11 e 18 anos, de duas a três horas por dia é o suficiente. Todas as atividades devem ser supervisionadas e ter intuito educacional.

4. Não existe segredo na internet! Os pais devem estar cientes dos conteúdos que os filhos assistem, e tomar especial cuidado com aqueles de cunho violento e sexual (com nudez e pornografia), além das práticas de cyberbulling.

5. Tenham (todos) um momento de desconexão. Promova o contato com a natureza, a prática de exercícios físicos e as atividades ao ar livre – que sejam possíveis nesse momento.

6. Estejam atentos aos sinais de que algo não vai bem, como alteração de comportamento, agressividade, irritabilidade, dificuldade para dormir, sonolência excessiva durante o dia ou mesmo apatia. Tudo isso pode sinalizar depressão, ansiedade e até mesmo experiências de violência na internet.

7. Deem o exemplo enquanto pais, aprendendo também sobre o uso racional das tecnologias, já que isso afeta toda a família.

Seguimos nesse processo de constante aprendizado, lembrando sempre que a primeira infância só é vivida uma única vez.

criança brincando com tablet

Excesso de telas traz repercussões para a família toda. Foto: Robo Wunderkind/Unsplash/SAÚDE é Vital

– Os OVNIs abatidos que, no fundo, são identificáveis…

Qualquer objeto que esteja voando e não se sabe o que é, ganha o nome de OVNI. Isso signifca que pode ser algo do nosso planeta, e não necessariamente extraterrestre.

Dito isso: os OVNIs que foram abatidos nos EUA e Canadá, além dos observados na Colômbia e no Uruguai, são, segundo os chineses, “inocentes balões meteorológicos que o vento levou para longe”. As autoridades de Pequim até pediram desculpas por eles entrarem no espaço aéreo americano.

Cá entre nós: é muita ingenuidade não crer que sejam equipamentos espiões chineses. Tanto quanto seria ingenuidade não crer que os EUA fazem o mesmo por aí…

Nessa nova era de “guerra fria velada”, quem for mais tecnológico estará à frente.

O que sabemos sobre o misterioso balão chinês que está sobrevoando os EUA

Imagem extraída de: https://www.cnnbrasil.com.br/internacional/o-que-sabemos-sobre-o-misterioso-balao-chines-que-esta-sobrevoando-os-eua/

– Como confirmar o gol de Galoppo, em Red Bull Bragantino 2×1 São Paulo?

Giuliano Galoppo abriu o placar no Nabizão, na noite de 4ª feira, com um gol que deixou dúvidas: a bola entrou ou não?

A olho nu, me parece que não passou totalmente pelo ar (para ser gol, 100% da bola deve ultrapassar a linha de meta, postes e travessão). Mas o lance é muito difícil.

Repararam que a revisão do VAR não trouxe imagens precisas? Pelo sistema eletrônico, não se conseguiu, aparentemente, definir se a bola entrou ou não. A impressão é que depois da espera, decidiu-se respeitar a decisão de campo (perceba que o bandeira correu confirmando o gol). Eu não daria, mas é sacanagem culpar o assistente por situação tão delicada.

E como poderia-se confirmar o tento com exatidão?

Com a tecnologia Goal-line, aquela dos sensores que avisam quando um gol é marcado, enviando a mensagem para um relógio especial do árbitro, vibrando, acendendo luzes e piscando com a palavra GOAL.

Por quê aqui no Brasil nós não usamos esse artifício tão útil? Aliás, a primeira vez que um gol duvidoso foi confirmado por esse instrumento na história, foi em nosso país, na Copa de 2014, no jogo da França apitado por Sandro Meira Ricci. Relembre: https://tecnoblog.net/especiais/goal-line-technology-goalcontrol-4d-como-funciona/

Em tempo, pois o trocadilho é inevitável: o simpático treinador Pedro Caixinha parece que “encaixou” o time, mesmo com os desfalques de Léo Ortiz, Helinho, Lucas Evangelista e outros titulares, vencendo Corinthians e São Paulo, estando na liderança de seu grupo no Paulistão. Porém, o que tem de “boa praça” o Caixinha, tem de “xarope” seu assistente… como ele reclama o jogo todo!

São Paulo anuncia contratação do meia Giuliano Galoppo por R$ 21,5 milhões

Imagem de Galoppo: reprodução do Twitter, extraída de: https://www.terra.com.br/esportes/sao-paulo/sao-paulo-anuncia-contratacao-do-meia-giuliano-galoppo-por-r-215-milhoes,b054ffc9060a8bb08433ccd456be0621hiydjntd.html

– IA transformando desenhos em pessoas.

E a tecnologia mostra coisas impressionantes! Uma delas: a transformação de personagens de desenhos animados em pessoas com feições reais!

Veja que curioso, extraído de: https://www.hardware.com.br/noticias/2022-02/inteligencia-artificial-mostra-como-seriam-personagens-classicos-de-desenho-na-vida-real.html

INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL MOSTRA COMO SERIAM PERSONAGENS CLÁSSICOS DE DESENHO NA VIDA REAL

Inteligência artificial mostra como seriam personagens clássicos de desenho na vida real

A Inteligência Artificial tem proporcionado uma série de feitos bem notórios, e alguns deles não são exatamente úteis, mas muito interessantes. Como exemplo, a tecnologia está sendo usada para trazer a vida alguns desenhos animados, tanto da Disney quanto de animações com características mais bizarras, como os Simpsons.

Se você sempre teve curiosidade de saber como alguns personagens de desenhos animados seriam na vida real, então certamente vai adorar o trabalho de um artista digital brasileiro que está fazendo bastante sucesso na rede com suas fotos realistas de alguns deles.

inteligência artificial

O brasileiro Hidreley Diao é um artista digital brasileiro que está conquistando milhares de cliques nas redes sociais por postar imagens de retratos de como seriam vários personagens de desenhos animados em suas versões reais.

Ele se diz apaixonado por qualquer coisa relacionada a arte digital e, depois de descobrir que software de inteligência artificial é capaz de criar uma imagem fotográfica realista de pessoas que não existem, começou seu projeto que fez tanto sucesso.

inteligência artificial

Segundo ele, tudo começou com um grupo de desafios de Photoshop no Facebook chamado de Desafios Photoshop Brasil. Ele era um dos administradores desse grupo e também participava de vários desafios, e foi a busca por esses desafios que fez com que ele conhecesse o site Bored Panda.

Atualmente ele tem um comércio de salgados mas faz posts colaborativos em inglês para o site. Com isso, acabou ganhando muito destaque e visibilidade e seu trabalho já foi comentado em grandes mídias como Newsweek, Daily Mail, The Sun e outros. Atualmente as imagens apareceram até mesmo no Buzzfeed dos EUA.

Desenhos animados trazidos para a vida real

O artista revelou que desde que descobriu a inteligência artificial, vem desafiando a si mesmo a fazer coisas que nunca se imaginou fazendo antes. Para isso ele conta com muito estudo e muita prática. Foi assim que ele pensou em começar a trazer alguns personagens da Disney para a realidade.

E com isso ele já tem muita familiaridade. Hidreley cresceu assistindo a muitos deles como Simpsons, desenhos da Hanna Barbera e, claro, animações da Disney, que sempre tiveram um grande impacto na sua vida.

“Quando assistimos a alguma animação, é natural aceitar as proporções caricaturais dos personagens sem problemas, afinal, estamos bastante acostumados com esse tipo de traço. Mas e se, como em um feitiço, eles se tornassem reais, de carne e osso? Tentei trazê-los para o nosso mundo através da inteligência artificial.”

Os softwares que ele mais usa para criar essas fotos são o Photoshop no computador e mais 2 aplicativos mobile de edição de fotos como o FaceApp, Gradient e Remini. Cada foto que ele produz é fruto de uma criação usando imagens encontradas na internet de rostos que combinem com os personagens.

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Ele revela que procura em bancos de imagens e começa fazendo uma comparação entre os olhos. A parte mais difícil, de acordo com o artista brasileiros, é encontrar uma imagem que combine com a do personagem que ele está trabalhando no momento.

Para conferir mais do trabalho dele, pode segui-lo no Instagram clicando aqui.

Você também deve ver 😉 (Fonte: petapixel)

– Até 2035, somente carros elétricos na Inglaterra?

Quer dizer que pós-Brexit, a Inglaterra tomou uma medida ecologicamente correta (e impactante), adiantando em 5 anos a eliminação de carros com motor à gasolina e diesel?

A partir de 2035, 100% da frota fabricada deve ter a opção de ter motor elétrico (que hoje, representa apenas 3%).

Conseguirá? 

O certo é: os Postos de Combustíveis no Reino Unido, sem dúvida, terão que se readaptar a essa realidade… Aliás: estuda-se na Terra da Rainha a construção de estradas com faixas que gerem eletricidade para reabastecimento constante. Já imaginaram que sensacional, caso tal tecnologia for possível? Quebraria o mundo do petróleo.

Resultado de imagem para carros eletricos na Inglaterra

 

– E nas discussões da International Board, resolveu-se que…

nada de novo ocorrerá no futebol!

Sobre as perdas de tempo e preocupação de aumento de bola rolando (falamos ontem em http://wp.me/p4RTuC-JF2), decidiu-se que os árbitros irão recuperar todo tempo-extra necessário. Ou seja: acrescentar os minutos necessários aos moldes da primeira fase da Copa do Mundo 2022.

Na mesma oportunidade, discutiu-se (mas não se aprovou) a proposta das substituições temporárias: a ideia de que, quando um jogador lesionasse sua cabeça, fosse retirado de campo e um substituto jogaria em seu lugar até ele ter condições ou não de voltar a campo.

Gostou das decisões? Deixe seu comentário:

– Confira se seu filho fica muito tempo no celular:

Li no Estadão (Caderno 2, Página H1, 04/7/20), um teste para ver se nossas crianças abusam das telas (celulares, notebook e semelhantes).

Vale a pena usá-lo. Abaixo:

VEJA SE SEU FILHO ABUSA DE TECNOLOGIAS

por Camila Tuchlinski

O livro “A criança digital: Ensinando seu filho a encontrar equilíbrio no mundo virtual” contém ainda uma ferramenta útil para ajudar os pais a avaliar se o tempo diante das telas está prejudicando ou não a saúde dos filhos.

Basta preencher as dez questões a seguir com os números 0 (nunca ou raramente), 1 (de vez em quando), 2 (geralmente) ou 3 (sempre), e então somá-los. Se a pontuação atingida for menor que 10, isso significa que seu filho não parece passar muito tempo diante das telas e é capaz de atuar dentro de limites saudáveis.

Com uma pontuação de 11 a 20, a criança pode estar muito dependente das telas, e será preciso monitorar esse tempo com mais cuidado. Agora, se a pontuação ultrapassa 21 pontos, talvez seja hora de recorrer a orientação e ajuda profissional.

( ) Seu filho se irrita quando você pede que ele saia da frente da tela para jantar ou realizar outra atividade.

( ) Seu filho pede que você compre um aparelho digital, como um tablet, mesmo depois de você ter dito não.

( ) Seu filho tem dificuldade de terminar o dever de casa porque está ocupado vendo televisão ou jogando vídeo game

( ) Seu filho recusa-se a ajudar nas tarefas domésticas porque prefere brincar com aparelhos eletrônicos.

( ) Seu filho insiste para jogar vídeo game ou brincar com outra atividade diante das telas mesmo depois de você ter negado.

( ) Seu filho não pratica atividades físicas por ao menos uma hora ao dia.

( ) Seu filho não faz contatos visuais frequentes com outras pessoas da família.

( ) Seu filho prefere jogar vídeo game a brincar ao ar livre com os amigos.

( ) Seu filho não gosta de nada que não inclua aparelhos eletrônicos.

( ) Quando você proíbe o uso de aparelhos eletrônicos por um dia, seu filho fica irritado e manhoso.

A tecnologia é um bem que precisa ser bem usado. “No mundo virtual, tudo funciona com base em recompensas imediatas. Na vida real, porém, temos de exercer a paciência, saber dialogar e abrir mão de prazeres instantâneos em prol daquilo que é mais duradouro”, conclui o editor da Mundo Cristão, Daniel Faria.

EXCESSO DE TELA MODIFICA CÉREBRO DAS CRIANÇAS (Foto: Getty Images)

Foto: Getty Imagens, extraída de: https://revistacrescer.globo.com/Criancas/noticia/2020/02/excesso-de-tela-modifica-o-cerebro-das-criancas.html

– Ninguém fala mais dos jipes terráqueos em Marte?

Zhurong e Perseverance são dois jipês-robôs que estão em Marte, após anos de viagem pelo espaço. Chinês e norte-americano, respectivamente, estão procurando sinais de vida no Planeta Vermelho.

Custaram bilhões! E imagine a tecnologia empregada para serem controlados aqui da Terra. A pergunta é: o que eles estão fazendo atualmente? Não se tem mais notícias dos trabalhos!

Já pensou se, depois de tanto investimento, eles não funcionarem?

Marte. Marte, o planeta vermelho - Mundo Educação

Imagem extraída de: https://mundoeducacao.uol.com.br/geografia/planeta-marte.htm

– As Vias Especiais para Pedestres que usam Celular!

Sinal dos tempos: o que você acha se algumas calçadas fossem exclusivas para “viciados em celular”?

Veja sobre os acidentes de quem anda grudado na tela, dessa postagem que se faz bem atual, no texto  extraído de: http://veja.abril.com.br/blog/cidades-sem-fronteiras/

TOMBOS, INDIFERENÇAS E DESIMPORTÂNCIA DOS ESPAÇOS PÚBLICOS

Brasileiros passam mais tempo olhando seus smartphones do que assistindo à televisão ou usando o computador. O resultado prático disso é que as pessoas olham seus aparelhos o tempo todo, no sofá de casa, no banheiro ou, o que pode ser ainda mais estranho e perigoso, caminhando no meio da rua. Faça o teste e repare, ao longo do dia, quantos minutos (ou segundos) você consegue andar sem olhar o celular.

O impacto disso na vida urbana é enorme. Como ninguém mais olha por onde anda, ninguém mais observa a cidade. A percepção dos espaços é cada vez menor o que, ao longo do tempo, faz minguarem as exigências sobre a qualidade desses locais. Tudo o que está fora da telinha passa a ser indiferente. A experiência de caminhar livremente e praticar o mais antigo esporte humano, olhar as pessoas que passam, parece algo datado. Além disso, uma série de acidentes causados pela falta de atenção entraram para a rotina de pedestres e hospitais.

Nos Estados Unidos, tombos causados porque a pessoa estava absorta vendo o celular em vez de olhar por onde andava já correspondem a 10% dos atendimentos a fraturas em prontos socorros, de acordo com a Universidade Buffalo de Nova York. Em Ohio, foram 1.506 quedas causadas por celular em 2010, o dobro do registrado em 2005. A maior parte das vítimas tinha entre 16 e 25 anos.

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Imagem extraída da Internet

– Lições de Empreendedorismo do Criador do Waze.

Uri Levine, juntamente com Ehud Shabtai, ambos israelenses, são os criadores do aplicativo Waze. Em 2013 eles venderam o App ao Google por mais de US$ 1 bi.

Sabe o que Uri faz hoje? Vive de palestras (30 por ano sobre empreendedorismo) e de montar pequenas Startup’s (em especial no Brasil).

Uma curiosidade: ele não tem carro, só anda de bicicleta!

Dá para imaginar que o ex-dono do Waze prefere outro meio de locomoção?

Abaixo, algumas curiosidades que ele disse à Revista Isto É, Edição 2452, pg 08-10:

Tínhamos uma grande expectativa de que o Waze fosse um sucesso no Brasil, pois o país é o 4o do mundo em número de carros e o trânsito é péssimo (…). Também porque em seu país a divulgação boca-a-boca é um sucesso (…). Israel é um sucesso para startup’s por 3 fatores: cultura do pragmatismo devido ao Exército, o fracasso é tolerado e o segundo empreendimento sempre é visto melhor do que o primeiro, além disso, o Governo dá uma estrutura de apoio fantástica a quem quer investir (…). Em 05 ou 10 anos veremos carros autônomos [sem motoristas] à venda, e a próxima geração não precisará ter carteira de habilitação.”

Está sendo um visionário ou não? Será que em tão pouco tempo não precisaremos de CNH? Não duvide tanto de um bilionário…

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Imagem extraída de: http://mxtube.net/videos/search/waze-publicit

– Inclusão Digital URGENTE!

Dr José Renato Nalini abordou um tema deveras importante: a necessidade de promover a inclusão digital como Política de Estado, devido às várias urgências! Foi escrito em meio a pandemia, mas é atualíssimo.

Confira que visão importante, extraída de: https://renatonalini.wordpress.com/2020/12/28/era-da-inclusao-digital/

ERA DA INCLUSÃO DIGITAL

O mundo pós-pandemia será cada vez mais digital. A luta contra o coronavírus obrigou à tomada de providências drásticas, dentre as quais o confinamento da maioria das pessoas. Verdadeiro pânico se estabeleceu e nos primeiros meses observou-se o distanciamento social e um severo capítulo de medidas de higiene.
Aos poucos, o Brasil vai se acostumando com as seiscentas mortes diárias e mais de vinte mil novas contaminações. Isso significa que a epidemia continua e que teremos de conviver com ela nos próximos anos. Sem prejuízo da vinda de outras novas, associadas ao maltrato da natureza e à extinção da biodiversidade em todo o planeta.
Tal cenário impõe a absorção plena da cultura digital. Ela mostrou-se capaz de minorar os males decorrentes da peste. As aulas continuaram e a transmissão de conteúdo mostrou-se a tábua de salvação para milhões de estudantes. O contato virtual com familiares foi uma constante. As lives mostraram-se instrumento eficiente e idôneo de comunicação grupal. Ouvi de amigos conferencistas que nunca tiveram tanto auditório como nesses tempos.
Bancas para a arguição de dissertações e teses puderam funcionar. As compras online já eram exitosas e mostraram-se cada vez mais eficazes, assim como a movimentação financeira pelos bancos e demais instituições.
Isso evidencia a urgência de políticas sérias de inclusão digital de todos os brasileiros. Os millenials já dominam com desenvoltura as modernas tecnologias e descobrem funcionalidades de forma espontânea, desnecessária qualquer formação técnica específica. Eles podem ser de imensa serventia para treinar os adultos e aqueles da geração analógica, às vezes perdidos na parafernália dos mobiles.
Levar a inclusão digital a sério, como política de Estado, mas não condicionada a iniciativas de governo, é missão que se atribui a todo brasileiro lúcido e capaz de enxergar com acuidade a situação em que a Terra se encontra.
Todas as maiores empresas globais integram esse universo das tecnologias da comunicação e informação. O capital intangível da informação mostrou-se hábil a satisfazer a ânsia capitalista por amealhar fortunas e por dominar uma sociedade mundial cosmopolita, que aspira ter acesso ao que é mais atual e mais contemporâneo em termos de mercado.
Uma nação com desenvolvimento assimétrico, na verdade periférica em grande parte e emergente – talvez a mais atrasada dentre as BRICs – precisa imergir nessa cruzada de treinamento da cidadania, com empenho, garra e audácia.
A Quarta Revolução Industrial mudou profundamente a sociedade e os países que ficarem na rabeira dificilmente alcançarão aquelas que tomaram a dianteira. Não há progresso per saltum, o que significa a necessidade de percorrer todas as etapas do processo, mas em ritmo bastante acelerado.
Os municípios, entidades da Federação brasileira, precisam ser inteligentes e tentar suprir a ausência de planejamento que caracterizou o desordenado crescimento e a insensata conurbação que caracteriza grande parte do território brasileiro. As escolas não podem se resignar a transmitir conhecimento convencional, mas têm de entrar para valer no mundo digital. Ensinar os alunos a extrair consequências úteis para o uso híbrido de múltiplas tecnologias. Aprender programação. Criar aplicativos para a resolução de problemas aparentemente insolúveis.
Com a desenvoltura que os millenials têm, eles poderão se converter em tutores dos adultos. Nunca mais se poderá dispensar esse uso benéfico da internet, que multiplicou a produtividade de um setor emperrado e constantemente acusado de lentidão, que é o Judiciário. Os bancos e instituições financeiras já não dependem de comparecimento de seus clientes a sedes que serão drasticamente reduzidas e o PIX está aí, para facilitar ainda mais as coisas.
Tudo pode ser feito pelas redes sociais, que precisam ser instrumentos civilizatórios e abandonar esse desvio nefasto da produção de fake News e de disseminação de discórdia, ira, ódio e violência verbal.
Não se espere que governo seja o condutor de um processo que deve inspirar empresários e empresas, ONGs, Universidade, educadores e escolas, organizações, clubes, associações, entidades e pessoas físicas providas de empenho em transformar – para melhor – este sofrido Brasil.
Talvez chegue um dia em que até a vetusta Justiça venha a se comover e promova eleições pela internet, poupando recursos escassos, tempo e a obrigação de trabalho escravo requisitado à cidadania, assim como o uso de dependências privadas, numa grande e perigosa aglomeração de pessoas em plena crise da Covid19.
Já possuímos toda a estrutura para colher a manifestação da cidadania pelos seus mobiles. Com grande ganho em eficiência e rapidez, sem a invocação falaciosa de que uma eleição digital é mais perigosa do que a eleição convencional.
Inclusão digital movimenta a economia e habilita as pessoas ao exercício pleno de uma cidadania que foi prometida, mas que não virá como dádiva estatal, senão como conquista de quem quer participar dos destinos de sua Pátria e não ser massa de manobra para interesses nem sempre claros, nem sempre os mais legítimos.

_ José Renato Nalini é Reitor da UNIREGISTRAL, docente da Pós-graduação da UNINOVE e Presidente da ACADEMIA PAULISTA DE LETRAS – 2020-2021.

Imagem extraída da Web, autoria desconhecida.

– Cuidado com a Nomofobia!

Li e compartilho: o medo de ficar sem acesso ao telefone celular se tornou uma das fobias mais comuns desse século, mostrando que a dependência aos smartphones é não só uma necessidade, mas um vício.

A esse mal se dá o nome de NOMOFOBIA, que significa “estar sem um comunicador móvel” (ou “no mobile” em inglês).

Tô achando que conheço muita gente que sofre dessa fobia…

Imagem extraída de: https://cliapsicologia.com.br/nomofobia-e-dependencia-digital/

– Reféns das Máquinas e da Tecnologia em Geral?

Compartilho interessante material sobre a tecnologia e o seu uso no dia-a-dia. E veja que curioso: o texto não é antigo e o assunto é atual, datado de 2012, mas como o propósito é falar das facilidades e transformações do mundo digital, parece que já é de muito mais tempo! O tema nos convida à seguinte reflexão: Somos escravos do computador?=

É claro que falamos da tecnologia moderna. Todos nós nos tornamos dependentes dela, e muitas vezes queremos fugir totalmente dessa servidão ocasionada pelas máquinas. Mas isso é possível? Quanto tempo conseguimos ficar longe dos equipamentos com tecnologia de ponta?

O grau de dependência varia para cada indivíduo. E o seu, qual é?

Extraído de: http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI79096-15224,00-ESTAMOS+FICANDO+ESCRAVOS+DAS+MAQUINAS.html

ESTAMOS FICANDO ESCRAVOS DAS MÁQUINAS?

Os aparelhos modernos facilitam tanto nossa vida que rapidamente se tornam indispensáveis. Como o avanço tecnológico está alterando nosso comportamento e nosso modo de raciocinar

A mente humana possui uma capacidade prodigiosa de memorização. Dizia-se que Matteo Ricci, um jesuíta italiano que viveu na China no século XVI, sabia de cor o texto de 150 livros. Dois milênios antes, os bardos gregos se valiam da memória para transmitir de pai a filho os 15.693 versos da Ilíada, poema posto no pergaminho 400 anos após a morte de seu lendário autor, Homero. A educação dos cidadãos incluía o exercício de decorar os textos homéricos. Hoje, isso parece uma capacidade tão prodigiosa quanto inútil. Afinal, os livros estão aí, nas bibliotecas (ou na internet). Basta consultá-los. No mundo atual, prezamos mais o raciocínio que a decoreba – um termo pejorativo que não à toa é aplicado ao processo de memorização.

Transformações similares a essa estão acontecendo agora, no século XXI: a tecnologia, mais uma vez, está mudando nossa forma de pensar. Um exemplo é o GPS, o sistema de localização por satélite. Tóquio, a maior cidade do mundo, tem dezenas de milhares de ruas e avenidas, a maioria delas sem nome. As casas e os edifícios têm numeração, mas ela é aleatória, ou melhor, histórica: a casa mais antiga da rua em geral é a número 1, não importa em que altura esteja. A habilidade de localizar-se na cidade assombra os estrangeiros – e concede status especial a carteiros e taxistas.

Os candidatos a taxista, assim como em Londres, devem passar por um teste dificílimo para provar que sabem de cor o mapa da cidade. Isso exige anos de treinamento e memorização. Há alguns anos, depois do advento do GPS, a prova passou a aferir também se o candidato sabe usar o aparelho. O GPS tornou-se um equipamento-padrão nas frotas de táxi. Mas os motoristas mais velhos pouco o usam. Eles mantêm a malha viária viva na memória.

Os taxistas mais jovens recorrem bem mais ao aparelho. Ainda decoram o mapa da cidade, mas provavelmente começam a esquecê-lo assim que são aprovados no exame. O GPS representa um óbvio avanço para o cotidiano dos japoneses. O curioso é como um sistema inexistente há poucos anos caminha rapidamente para se tornar imprescindível.

Algo parecido aconteceu nos últimos meses em São Paulo. Acostumados às facilidades da internet para pesquisar serviços, trabalhar, conversar com amigos ou informar-se, centenas de milhares de clientes do serviço Speedy de banda larga da Telefônica sentiram-se frustrados com as constantes quedas do sistema. O mesmo tipo de sentimento nos assalta quando um vírus invade o computador, o celular perde a conexão ou o carro quebra.

Os mais afetados pela súbita privação da tecnologia são, em geral, os mais jovens. Eles nasceram imersos num mundo digital – e são mais dependentes dele. Segundo uma pesquisa feita em 2009, em Hong Kong, com 1.800 jovens de 18 a 25 anos, um em cada sete diz não ver sentido na vida sem a internet.

“Angústia, ansiedade e perda de concentração são sintomas da síndrome de abstinência em qualquer dependência. Não é diferente com a tecnologia”, diz a pesquisadora russa Nada Kakabadse, da Faculdade de Administração de Northampton, na Inglaterra, especializada em dependência tecnológica. “A tecnologia deveria ser uma ferramenta. Virou uma sobrecarga,” diz Kakabadse. “É a dependência da tecnologia portátil, que se leva consigo ao cinema, ao teatro, a um jantar e praticamente para a cama.

Há jovens que passam 16 horas por dia no videogame. Eles não se exercitam, comem mal, estão ficando doentes”, afirma. “A cultura do trabalho 24 horas por dia, sete dias por semana, também está ligada às novas possibilidades tecnológicas.” Kakabadse acredita que nossa entrega à tecnologia terá consequências. “A capacidade de julgamento é afetada. A tomada de decisões fica comprometida”, diz. “Em 20 anos, haverá leis restringindo o uso abusivo de eletrônicos, como ocorre com o tabaco e as drogas.”

Essa previsão parece exagerada. Mas já há, hoje, gente preocupada com nossa dependência tecnológica. Como sabe qualquer pessoa que tenha celular com agenda eletrônica, a espécie humana está perdendo a capacidade de decorar telefones – até o da própria casa. “Talvez o único meio de evitar os efeitos nocivos da dependência tecnológica seja conservar habilidades que não dependam do computador”, diz o historiador da tecnologia Edward Tenner, da Universidade Princeton, nos Estados Unidos. Ele prega o uso do telefone, de vez em quando, no lugar do e-mail, ou fazer cálculos com lápis e papel, em vez de usar a calculadora.

Há gente mais radical. Em Vauban, um subúrbio de Freiburg, na Alemanha, a maioria dos 5.500 moradores largou o automóvel. O subúrbio não tem vagas para estacionar. Os 30% de moradores que têm carros são obrigados a deixá-los numa garagem perto da estação de trem. Cada vaga custa US$ 40 mil. Para fazer viagens, os moradores alugam carros comunitários. O abandono do mundo sobre quatro rodas nem sempre é fácil. “Algumas pessoas se mudam para cá e desistem rápido – sentem falta do carro”, diz Heidrun Walter, uma moradora. Vauban é a experiência mais avançada de um bairro “car free” na Europa. Trata-se de uma medida contra as emissões de poluentes que provocam o efeito estufa.

O mesmo motivo – tentar salvar o planeta do aquecimento global – inspirou um sacrifício ainda maior: desligar a geladeira. Foi o que fez a canadense Rachel Muston, representante de uma parcela ínfima, porém crescente, da população dos países ricos. “Estamos bem sem a geladeira,” disse Rachel ao jornal The New York Times. “Quando estava ligada, comprávamos muita comida pronta.” Hoje, Rachel vai mais ao mercado, compra quantidades menores e cozinha mais. Em outras palavras, gasta mais gasolina e descarta mais embalagens, o que torna discutível sua contribuição para conter o aquecimento global. Mas isso é outra história. O que chama a atenção, em pessoas como Rachel ou em subúrbios como Vauban, é a resistência à tecnologia, a tentativa de voltar a um estágio em que éramos mais “puros”, talvez mais humanos. O mais célebre desses movimentos foi dos luditas, no início do século XIX. Inconformados com o desemprego trazido pelas máquinas da Revolução Industrial, eles pregavam (muitas vezes com uso da violência) a volta ao sistema artesanal.

“Acho que as pessoas antitecnologia subestimam a capacidade do cérebro de se adaptar a novos desafios”, diz o neurocientista suíço Fred Mast, da Universidade de Lausanne. “Estudos mostram que o uso intensivo da tecnologia pode levar à melhora das habilidades cognitivas, pelo processamento de mais informações ao mesmo tempo.” Talvez percamos algumas habilidades, mas ganharemos outras. E, provavelmente, nossa vida ficará mais fácil. A não ser quando houver uma pane na internet.

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Imagem extraída de: https://www.madeiramadeira.com.br/mesa-gamer-escrivaninha-cyber-espresso-moveis-564576.html

– A BMW e o carro que muda de cor.

Fantástico! A BMW laçou um carro que… muda de cor!

Não acredita?

No link em: https://youtu.be/LfAVlpqqzlY

– As bobagens da Internet são culpa de quem?

Veja que interessante: li sobre Claire Wardle, a diretora de uma ONG chamada First Draft, que combate a informação falsa. Disse ela a respeito da proliferação de Fake News no nosso cotidiano:

“Podemos culpar as redes sociais, a nossa mãe e os Governos pela desinformação. Queremos uma solução fácil, que é culpar o Facebook. Mas todos somos responsáveis pela crise da informação”.

E não é verdade? Quantas vemos ingenuamente damos crédito a notícias falsas? Ou perdemos tempo em ler mentiras, fatos inverídicos e tantas bobagens’?

Já ouvi um amigo dizendo que “a culpa é da tia do What’sApp”, mostrando a figura daquela senhora simples, pura, e que replica fake news com a melhor das boas intenções sem saber! E isso é uma realidade indiscutível: quantos não são enganados e enganam os outros involuntariamente?

as redes sociais mais usadas no brasil e no mundo

Imagem extraída de: https://neilpatel.com/br/blog/redes-sociais-mais-usadas/

– O Twitter não vai fechar.

Ninguém paga dezenas de bilhões de dólares para fechar um negócio, ao contreario do que se tem propagado nos Trending Topics do Twitter.

A Rede Social de Elon Musk está no noticiário pois seu novo proprietário quer mais trabalho e menos queixas. Simples. E as demissões que ocorreram, somadas às queixas dos funcionários que se revoltaram, ajudam a tumultuar.

Sobre isso, aqui: https://www.cnnbrasil.com.br/business/apos-ultimato-de-musk-funcionarios-do-twitter-deixam-sede-da-empresa/?utm_source=social&utm_medium=twitter&utm_campaign=business-cnn-business&utm_content=link

APÓS ULTIMATO DE MUSK, FUNCIONÁRIOS DO TWITTER DEIXAM SEDE.

O novo dono da empresa realizou uma enquete com seus empregados para medir quantos estariam dispostos a trabalhar por “longas jornadas e em alta intensidade”.

Estima-se que centenas de funcionários do Twitter tenham deixado a sede da empresa de mídia social após um ultimato do novo proprietário, Elon Musk. Ele determinou que seus empregados se comprometam com “longas horas de trabalho em alta intensidade” ou vão embora.

Em uma enquete no aplicativo de trabalho Blind, que verifica os funcionários por meio de seus endereços de e-mail de trabalho e permite que eles compartilhem informações anonimamente, 42% das 180 pessoas escolheram a resposta “Opção de saída, estou livre!”.

Um quarto disse que escolheu ficar “com relutância”, e apenas 7% dos participantes da pesquisa disseram que “clicaram sim para ficar, sou hardcore”.

Musk estava reunido com alguns funcionários importantes para tentar convencê-los a ficar, disse um funcionário atual e um funcionário recém-saído que está em contato com colegas do Twitter.

Embora não esteja claro quantos funcionários optaram por ficar, os números destacam a relutância de alguns funcionários em permanecer em uma empresa onde Musk se apressou em demitir metade de seus funcionários, incluindo a alta administração, e está mudando impiedosamente a cultura para enfatizar longas horas e um ritmo intenso.

A empresa notificou os funcionários de que fechará seus escritórios e cortará o acesso por crachá até segunda-feira, segundo duas fontes. Agentes de segurança começaram a expulsar funcionários do escritório na noite de quinta-feira, disse uma fonte.

O Twitter, que perdeu muitos membros de sua equipe de comunicação, não respondeu a um pedido de comentário.

Em um bate-papo privado no Signal com cerca de 50 funcionários do Twitter, quase 40 disseram que decidiram sair, de acordo com o ex-funcionário.

E em um grupo privado do Slack para atuais e ex-funcionários do Twitter, cerca de 360 ​​pessoas se juntaram a um novo canal intitulado “demissão voluntária”, disse uma pessoa com conhecimento do grupo Slack.

Uma pesquisa separada no Blind pediu aos funcionários que estimassem qual porcentagem de pessoas deixaria o Twitter com base em sua percepção. Mais da metade dos entrevistados estimou que pelo menos 50% dos funcionários sairiam.

Corações azuis e emojis de saudação inundaram o Twitter e suas salas de bate-papo internas na quinta-feira, pela segunda vez em duas semanas, quando os funcionários do Twitter se despediram.

Às 18h Eastern, mais de duas dúzias de funcionários do Twitter nos Estados Unidos e na Europa anunciaram suas saídas em postagens públicas do Twitter analisadas pela Reuters, embora cada renúncia não pudesse ser verificada independentemente.

No início da quarta-feira, Musk havia enviado um e-mail aos funcionários do Twitter, dizendo: “No futuro, para construir um Twitter 2.0 inovador e ter sucesso em um mundo cada vez mais competitivo, precisaremos ser extremamente hardcore”.

O e-mail pedia aos funcionários que clicassem em “sim” se quisessem ficar. Aqueles que não responderam até as 17h. O horário do leste na quinta-feira seria considerado como encerrado e receberia um pacote de indenização, disse o e-mail.

Elon Musk, CEO da Tesla

Imagem extraída de: REUTERS/Patrick T. Fallon

– Footballverse é S-E-N-S-A-C-I-O-N-A-L…

Como o “Multiverso” dos superherois do cinema está em alta, a Nike criou sua versão “futebol”!

Imaginaram o Ronaldo de 1998 encontrando o de 2002? Ou o Ronaldinho Gaúcho versus Mbappé? Ou os jogadores de hoje, que conheceram os craques do passado, enfrentando-os e se antecipando às jogada por conhecerem eles do… YouTube?

Assista, vale a pena. Eu achei espetacular, especialmente quando surgem as meninas do futebol e os craques mais jovens, em: https://youtu.be/6p4SeR3pliM

– Pitaco sobre o Twitter.

Que tal o Elon Musk, novo dono do Twitter, criar botões como “Gostei”, “Ciente”, “Em dúvida” e “Não Gostei”?

Antes, de fato o coraçãozinho era “Gostei”. Hoje é: “eu li”.

Acrescente na sugestão: a opção “Editar”!

– Mindy, no ano 3000.

A empresa de tecnologia e comunicação Toll Free Forward fez uma projeção: como serão as pessoas no ano 3000?

Chamada de Mindy, a modelo para explicar o corpo humano no século 30 mostra uma pessoa mais concorda e com garras, por conta da postura com equipamentos eletrônicos.

Veja a explicação de outros detalhes em: https://www.jornalopcao.com.br/tecnologia/corcundas-e-garras-tecnologicas-cientistas-preveem-aparencia-de-humanos-do-ano-3000-439372/

– A Necessidade de Malucos nas Organizações e suas idéias inovadoras.

Conhece Nolan Bushnell? Ele é o fundador da Atari e ex-chefe de Steve Jobs – que sempre o admirou por ser genial e, segundo Nolan, excêntrico! Tanto que escreveu um livro chamado: Encontre o próximo Steve Jobs”.

A idéia da publicação é incentivar que executivos contratem pessoas acima da média, e essas são, na maioria “diferentes e doidas”.

Textualmente, Nolan Bushnell escreve que:

“Os chefes, em 90% dos casos, jamais contrariam um cara como Jobs. Mas a sugestão é que se contratem loucos mesmo. Quando eu tive a idéia de criar a Atari, me disseram que era loucura alguém jogar games em uma tela de TV. Fui chamado de ridículo!”.

Claro que a loucura aqui é genialidade incompreendida. Mas cá entre nós: talvez seja um misto de excesso de inteligência somado ao comportamento difícil.

O que você pensa sobre isso?

Deixe seu comentário:

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Imagem extraída de: http://negociosbuscandoexito.com/category/emprendimiento/

IN ENGLISH –

Do you know Nolan Bushnell? He is the founder of Atari and Steve Jobs’ former boss—who always admired him for being brilliant and, according to Nolan, eccentric! So much so that he wrote a book called: “Finding the Next Steve Jobs.”

The idea of the publication is to encourage executives to hire people who are above average, and these people are, for the most part, “different and crazy.”

Textually, Nolan Bushnell writes that:

“In 90% of cases, bosses would never hire a guy like Jobs. But the suggestion is to hire crazy people anyway. When I had the idea to create Atari, I was told that it was crazy for anyone to play games on a TV screen. I was called ridiculous!”

Of course, the “crazy” here is misunderstood genius. But between you and me: perhaps it’s a mix of excessive intelligence combined with difficult behavior.

What do you think about this? Leave your comment:

– Curiosidade mata?

O excesso de dados à mão, on-line e real time, parece ter diluído essa vontade de saber das coisas.

Continua em: Curiosidade mata?

– O Amanhã é Hoje e não voltará ao Ontem.

Parecia algo futurístico, ou até mesmo uma simples brincadeira. Mas as coisas retratadas neste meme chegaram de verdade:

– Madrugada sem WhatsApp.

Parece que é geral: o WhatsApp deu “bug” nesta madrugada.

Ao menos, o horário não atrapalha muita gente…

Em: https://jr.jor.br/2022/10/25/whatsapp-amanhece-instavel/?fbclid=IwAR1i1k2nQkB69x0ZPSm10MVMqdgO2cKtd5FtJRMLCRixxSk_xe5trOeDAbo

– Fígados pequenos em 3D?

A ciência tem sido fantástica: veja esse caso impressionante da criação de “mini-fígados”!

O que mais se poderá fazer, não?

Extraído de: https://super.abril.com.br/ciencia/cientistas-brasileiros-criam-mini-figado-funcional-impresso-em-3d/

CIENTISTAS BRASILEIROS CRIAM MINI-FÍGADO FUNCIONAL IMPRESSO EM 3D

Eles são minúsculos, mas funcionam como um fígado normal e podem ser o futuro dos transplantes hepáticos.

Por Maria Clara Rossini

Depois que cientistas israelenses imprimiram o primeiro mini-coração 3D usando tecido humano, chegou a hora do Brasil entrar em cena. Pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP) usaram células sanguíneas humanas para desenvolver organóides hepáticos — em português claro, mini-fígados.

Os mini-órgãos fazem as mesmas funções que um fígado normal: sintetizam proteínas, armazenam e secretam substâncias exclusivas do órgão, como a albumina. Mas a sua aparência é bem diferente de um órgão tradicional. Como você pode ver no vídeo abaixo, a versão 3D em miniatura parece uma espécie de rosquinha amarela.

Para produzir os fígados, os cientistas utilizaram amostras de sangue de três voluntários. As células sanguíneas são reprogramadas para se tornarem pluripotentes, ou seja, poderem se “transformar” em qualquer outro tecido humano (uma característica típica das células-tronco). Elas se diferenciam em células hepáticas e são misturadas à biotinta da impressora.

A grande inovação do grupo de brasileiros está em como incluir essas células na tinta. Normalmente, as impressoras 3D costumam imprimir células individualizadas, o que acaba prejudicando o contato entre elas e fazendo com que percam a funcionalidade.

Os pesquisadores desenvolveram uma técnica que agrupa as células antes de serem misturadas na biotinta, formando pequenos esferóides. Esses agrupamentos de células garantem que o contato entre elas não seja perdido. Assim, o órgão é capaz de funcionar por muito mais tempo.

A impressão em si demora alguns minutos, mas o processo não para por aí. Depois que o órgão foi impresso, ele ainda precisa passar por um período de maturação de 18 dias. Todo o processo, desde a coleta do sangue até chegar no órgão funcional, demora cerca de 90 dias.

O artigo que descreve a criação do mini-órgão foi publicado na revista Biofabrication. Os mini-fígados, é claro, estão longe de estarem prontos para serem transplantados em humanos, mas essa é uma possibilidade viável. Em entrevista à Agência FAPESP, o pesquisador e autor do estudo Ernesto Goulart disse que é fácil progredir para a produção de órgãos inteiros se houver interesse e investimento.

“Ainda existem etapas a serem alcançadas até obtermos um órgão completo, mas estamos em um caminho muito promissor. É possível que, em um futuro próximo, em vez de esperar por um transplante de órgão seja possível pegar a célula da própria pessoa e reprogramá-la para construir um novo fígado em laboratório. Outra vantagem importante é que, como são células do próprio paciente, a chance de rejeição seria, em teoria, zero” disse a pesquisadora Mayana Zatz, coautora do estudo.

Em: https://youtu.be/tKjUjFYWSGM

– Platini e o erro de 3 cm

Repost de 2012! Quando Platini era considerado “honesto”:

Em entrevista à Rádio Rai 2 (Itália), o presidente da UEFA, Michel Platini, radicalizou contra o uso da tecnologia no futebol e a favor do uso dos adicionais de meta. Na última sexta-feira (02/11), declarou que:

Se usada, cada impedimento seria decidido com recurso da tecnologia, assim como cada entrada dura, cada saída de bola do campo, porque o árbitro pode enganar-se a qualquer momento. Então, quanto tempo duraria um jogo? Quatro ou cinco horas? [A tecnologia] não pode solucionar todos os erros do futebol. Nas decisões de gol pode haver margem de erro de até três centímetros. Cinco árbitros conseguem ver todas essas infrações que aconteçam no jogo, se não fosse assim eles não teriam de ter outro trabalho.”

Ora, há tempos que ele se manifestava contra a tecnologia. Mas aqui ele está irredutível! Ninguém defende a tecnologia para decidir lances de arremesso lateral a cada saída de bola, mas sim a oportunidade de usá-la em jogadas decisivas, polêmicas e não tão claras. Mas o que me chama a atenção é a afirmação de que podemos ter com a nova tecnologia para confirmação de gol-não-gol uma margem de erros de 3 cm (portanto, alta!).

Existe mesmo essa margem de erro?

Se sim, por que não foi divulgada pela FIFA, já que tal diferença é relevante?

Consideremos: quem disse que o erro pode ser de 3 cm é o presidente da UEFA, uma autoridade significativa, não um fanático torcedor comum.

E agora?

Eu sou a favor do uso da tecnologia, de maneira ponderada, em situações previamente a serem definidas e com rápidas decisões de um “árbitro de monitor”, que poderia ser um 4o árbitro experiente ou até mesmo um árbitro de ponta jubilado (já imaginaram que hoje eles poderiam ser Sálvio Spinola, Wagner Tardelli, Cleber Abade)?

A discussão deveria ser: qual e quando usar a tecnologia. Claro: e a eficácia dela, já que se existe a margem de 3 cm, ela não serve.

Confesso que não vi manifestação da FIFA sobre essa declaração de Platini. Alguém viu?

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– O preço do novo iPhone no Brasil e no mundo.

Que vivemos um manicômio tributário e temos uma alta carga de impostos no Brasil, é sabido. Mas veja a comparação de preços do novo iPhone 14 mundo afora, com o preço praticado aqui: 

Extraído de: https://blogdoiphone.com/curiosidades/paises-iphone-14-mais-barato/

Tabela de preços iPhone 14 Pro Max (39 países na comparação)

1 Estados Unidos (sem imposto) R$ 5.714,69
2 Japão R$ 5.895,06
3 Canadá (sem imposto) R$ 6.156,33
4 Tailândia R$ 6.214,25
5 Hong Kong R$ 6.226,19
6 Austrália R$ 6.289,14
7 Estados Unidos (com imposto) R$ 6.371,88
8 Taiwan R$ 6.375,83
9 Coreia do Sul R$ 6.387,50
10 Nova Zelândia R$ 6.418,81
11 Malásia R$ 6.502,26
12 Singapura R$ 6.528,44
13 China R$ 6.575,84
14 Emirados Árabes Unidos R$ 6.652,23
15 Canadá (com imposto) R$ 6.742,65
16 Suíça R$ 6.790,16
17 Filipinas R$ 6.867,72
18 Reino Unido R$ 6.912,08
19 Luxemburgo R$ 7.243,13
20 Áustria R$ 7.338,86
Alemanha R$ 7.338,86
21 Espanha R$ 7.440,15
22 Bélgica R$ 7.490,80
França R$ 7.490,80
Holanda R$ 7.490,80
23 Polônia R$ 7.500,62
24 Hungria R$ 7.514,52
25 Noruega R$ 7.515,28
26 México R$ 7.524,57
27 Itália R$ 7.541,45
Irlanda R$ 7.541,45
28 Finlândia R$ 7.592,10
Portugal R$ 7.592,10
29 Suécia R$ 7.640,91
30 República Tcheca R$ 7.652,05
31 Dinamarca R$ 7.829,58
32 Índia R$ 8.782,36
33 Brasil (39º) R$ 9.449,10
34 Turquia R$ 12.312,42

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Imagem extraída de Apple.com (divulgação).

– 12 anos de Instagram?

Dá para acreditar que o Instagram comemorou 12 primaveras nesta semana?

Tão jovem, e ao mesmo tempo, tão influente na sociedade e nos negócios. Caramba!

– A tecnologia e os costumes tradicionais se conciliando na Educação Escolar.

Jaume Carbonell, renomado pedagogo espanhol, deu uma entrevista muito bacana em sua última passagem pelo Brasil. Abordou a necessidade do professor não ditar pensamentos, mas ensinar o aluno a pensar. Também falou de algo importante: a precisão de usar as tecnologias para o aprendizado sem abrir mão das coisas boas dos costumes tradicionais, como, por exemplo, folhear um livro impresso!

Destaco a seguinte fala:

“A escola deve ir em consonância com os progressos culturais, científicos e tecnológicos. As tecnologias contribuem para grandes mudanças, possibilidades e oportunidades para uma melhor aprendizagem. No entanto, esse mundo tão acelerado está gerando um problema: a falta de atenção e concentração. Eu penso que não é o mesmo ler no celular e ler em um livro de papel, porque fazemos isso de maneiras diferentes. Então, o papel ainda precisa existir. Ler em um livro impresso traz uma leitura mais pausada, tranquila, profunda e crítica. A instituição de ensino deve proteger a infância desse mundo acelerado, deve ser um espaço tranquilo. E deve haver diálogo: a conversação do professor com os alunos é fundamental para que, conjuntamente, façam um bom uso das tecnologias“.

A conversa toda no link em: https://desafiosdaeducacao.grupoa.com.br/jaume-carbonell-entrevista/?fbclid=IwAR2eCBFNALLYYBe4CAMY29VYsIXAHr6RyrV-gTasZ0L6xVEJmMQlLwRnAqA

jaume carbonell

O pedagogo Jaume Carbonell: escola precisa fomentar a escuta e o respeito pela opinião divergente. Crédito: Rafaela Paludo/Desafios da Educação.

– O 5G chegou. O que isto muda?

Por Luciano Saboia* e Audry Rojas** – O Brasil entrou em setembro na era do 5G. Mas o que isso significa para as empresas? O que vai mudar com a …

Continua em: O 5G chegou. O que isto muda?

– O carro elétrico brasileiro.

Carro elétrico? Elon Musk? Tesla?

O visionário de tudo isso foi… Gurgel!

Lembram disso? Abaixo:

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– O bem mais valioso nos dias atuais é…

Na verdade, não é, mas, são: os DADOS!

Veja só que artigo interessante, Extraído de PEGN, pg 34-37, Set/2019

O BEM MAIS VALIOSO

por Facundo Guerra

Pela primeira vez na história o bem mais valioso do mundo não é mais objetivo, mas subjetivo. Até recentemente o combustível de nossa economia era o petróleo. Hoje, são os dados, extraídos como o óleo de nosso comportamento online e que são metabolizados por máquinas, refinados, e retornam para nós em forma de anúncios, que por sua vez chegam com o timing certo e nos fazem consumir de maneira irrefletida: compramos coisas desnecessárias para preenchermos o vazio existencial que o excesso de conexão e estímulo via redes sociais acabam por criar, em detrimento de conexões reais com outros humanos. É a cilada perfeita: nos exprimimos, consumimos a expressão alheia, nos sentimos vazios, consumimos, nos exprimimos, em looping. Afinal, comparamos nosso nível de felicidade e sucesso com as outras pessoas de nossa rede, e é impossível não se sentir fracassado diante dos humanos perfeitos que performam perante nossos olhos no Instagram, esse aparato de propaganda montada com a engenharia reversa de uma máquina de caça-níqueis.

Esta máquina não surgiu do nada: é a resposta ao imperativo da auto-expressão e criatividade que surgiu nos anos 1990, por sua vez uma resposta à emergência das mega-celebridades e do culto à personalidade dos 1980. Uma geração inteira foi incentivada a se expressar, a se achar especial e merecedora de uma audiência, como se todos obrigatoriamente fossem se importar com o que eles tinham a dizer. Então, de repente, todos queriam ser artistas, encontrar seu público, seguir seu sonho. Uma geração de gente arrogante (da qual faço parte), que se achava a mais especial entre os humanos que já caminharam sobre a Terra e que eram merecedoras de notoriedade e fama.

As redes sociais são apenas a resposta do mercado ao imperativo de todos precisarmos sermos criativos, inovadores, pensarmos fora da caixa e artistas: as empresas de tecnología nos deram um pequeno palco só nosso, onde nos apresentamos para outras pessoas que também têm seu próprio palco, ad infinitum, dentro de uma sala de espelhos, como num asilo de alienados, cada qual em sua própria realidade.

Deu nisso: nos expressamos para ninguém, porque a verdade é que ninguém se importa, mais além de um like ou coração. Vivemos com raiva, nos revoltamos diariamente, nos fechamos em nossas próprias bolhas ilusórias, reagimos por espasmos, temos medo, expressamos nosso desagravo, consumimos porque o consumo virou escapismo e construção identitária, performarmos para nossa audiência, ela em si também formada por “artistas”, “influenciadores”, “celebridades”, público e performers vibrando na mesma frequência, todos exaustos de tanto sentir raiva por não terem 1000 seguidores, 10000 seguidores, 100000 seguidores, porque são incompreendidos, afinal, eram originais e merecedores de atenção, quando na verdade não passavam de uma cópia da cópia da cópia da cópia, todos colocando pra fora o que sentem e tendo seu comportamento tabulado, uma nuvem de pontos de expressão que através de inteligência artificial foi capaz de criar um simulacro de cada um de nós em um servidor, tão simplório e eficiente em identificar nosso comportamento de consumo porque nós mesmos nos tornamos simplórios em nossas opiniões polarizadas e senhores de nossa razão, gritando diante de um espelho, desconectados do agora e da realidade.

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Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida. Quem conhecer, favor informar para crédito na postagem.

– Quando as Redes Sociais cansam!

Já reparou como tem gente que escreve de maneira violenta, arrogante ou odiosa nas redes sociais? Ou que publica uma vida inexistente de beleza e felicidade?

Pra quê?

Muitos ofendem o próximo com palavrões via Twitter, coisa que pessoalmente não fariam. Outros usam do Facebook para destilar veneno por X ou Y (na política isso acontece demais). No Instagram, um mundo de belas paisagens, sorrisos e outras coisas que encantam – quando, vez ou outra, surge um idiota ameaçando você de qualquer coisa que nunca se imaginou!

Novamente: pra quê?

Parece que nesse âmbito, as Redes Sociais tornaram-se a arquibancada do século XXI, onde se permite e se pode tudo! Pensa-se que é terra de ninguém, maltrata-se por qualquer coisa, se difama por bobagem e desrespeita-se a opinião alheia.

Uma derradeira vez: pra quê?

Por muitas vezes, as Redes Sociais se tornam Antissociais, nos levando a pensar: por quê estamos inseridos nelas?

E você: por quê está? Precisa mesmo delas?

Conheço muita gente que está fora e não sente necessidade de estar. Muitas vezes, penso: vale a pena abandoná-las… mas aí você repensa sobre os contatos que tem, as atividades profissionais que possam ser exercidas através delas e pela comodidade / diversão de estar nesse mundo virtual. E desiste de sair!

Enfim: use com moderação, sem deixar que se torne um vício. Não as faça como algo obrigatório, desconfie das publicações que ali existam e cuidado com suas postagens, pois, afinal, dependendo do teor, haters podem surgir. E aí você se cansará delas.

Resultado de imagem para Redes Antissociais

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida. Quem conhecer, favor informar para crédito na postagem.